Wagner Mouraestá em alta com ‘O Agente Secreto‘, que nem chegou aos cinemas e já é um sucesso, com 100% de aprovação no Rotten Tomatoes e vários prêmios nos festivais que passou.
Durante sua passagem pelo Festival do Rio, o CinePOP conversou com o ator – que relembrou os tempos do sucesso de ‘Tropa de Elite‘.
“Eu adoro Tropa de Elite, acho um filmaço. Notou que o Tropa de Elite ganhou o Urso de Ouro em Berlim pelas mãos de Costa-Gavras, a gente não pode esquecer isso. O cineasta de esquerda. A polêmica toda, eu gosto de entrar em debates. Então, quando começou a dizer, ah, o Tropa de Elite é um filme fascista, eu, eu fui a primeira pessoa, eu escrevi um artigo pro Globo dizendo: “Não, tropa de Elite não é fascista”. Eu quis falar do filme que eu fiz. Claro, um filme ele é polissêmico, né? E eu leio o filme de um jeito. O filme é um encontro do que um cineasta quis dizer, do que um diretor, uma equipe quis dizer, com um encontro com o público. Esse público vai ler o filme do jeito que eles quiserem, né? Então não é que ninguém leu o filme errado, leram do jeito que para eles fez sentido. Diga a extrema direita, né? Que dizia que o capitão na se era um herói e tal. Tudo certo. Eu só quis dizer como é que eu via o filme, como eu vejo o filme. A polícia que mata, que tortura, cheia de homens íntegros e homens que estão achando que estão cumprindo seu dever. Mas que agem de uma forma doente, né? Na forma que a polícia, uma polícia que mais mata e a polícia que mais morre, tem alguma coisa errada, né? E o Tropa de Elite trabalhava isso. A polícia não tem que torturar… pra mim isso sempre foi uma denúncia”, afirmou.
No entanto, ele logo se depara com perigos e segredos sombrios que a rondam.
Além deWagner Moura, o elenco conta com grandes nomes como Maria Fernanda Cândido, Gabriel Leone, Carlos Francisco, Alice Carvalho, Roberto Diogenes e Hermila Guedes.
O longa, que estreou com grande destaque em festivais internacionais, já acumula importantes prêmios, incluindo o FIPRESCI (Prêmio da Crítica Internacional) de Melhor Filme, o Prix des Cinémas Art et Essai – AFCAE (Prêmio de Cinema de Arte), além de troféus de Melhor Direção para Kleber Mendonça Filho e Melhor Ator paraWagner Moura.
Na estreia mundial, o filme foi aplaudido de pé por 13 minutos, consolidando-se como um dos grandes destaques da temporada.
A estreia nos cinemas nacionais está marcada para o dia 6 de novembro.
O ator David Dastmalchian, que conquistou o público no papel do Homem-Bolinha (Polka-Dot Man) no filme ‘O Esquadrão Suicida’ (2021) de James Gunn, revelou recentemente seu desejo de retornar ao Universo DC (DCU) para interpretar outros vilões icônicos.
Segundo o ComicBookMovie, Dastmalchian expressou forte interesse em dar vida ao zumbi Solomon Grundy:
“Sempre houve algo realmente atraente para mim em Solomon Grundy”, refletiu ele. “Acho que existe uma tristeza profunda e sombria nesse personagem, e ele evoca tudo aquilo que eu amo sobre, tipo, horror gótico do sul, Halloween. Eu me vejo atravessando Gotham em uma noite escura de Halloween”.
Além do zumbi, o ator também tem o Espantalho (Scarecrow) em sua mira:
“Acho que Espantalho é um personagem incrível, que é o lado oposto de todo o trabalho com o qual me importo quando se trata de psicologia e psiquiatria”, disse Dastmalchian. “E imagine pegar isso e manipular para seu próprio benefício”.
Dastmalchian, que é conhecido por seus papéis complexos e muitas vezes perturbadores, poderia se encaixar perfeitamente no novo DCU, que se iniciou recentemente com a estreia do filme ‘Superman’.
Vale lembrar que ‘Superman‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 600 milhões mundialmente – tornando-se a maior bilheteria global da DC em mais de três anos.
Além disso, o longa desbancou a bilheteria total de ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo‘ (US$415.1M), tornando-se a maior arrecadação para um filme de super-herói do ano.
James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.
Sucesso! O anime ‘Chainsaw Man – O Filme: O Arco da Reze‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 100 milhões nas bilheterias mundiais.
O longa estreou no topo das bilheteria norte-americanas, com US$ 17.3 milhões arrecadados em seu primeiro final de semana – desbancando ‘O Telefone Preto 2‘ (US$13M) e ‘Se Não Fosse Você‘ (US$12.9M).
Internacionalmente, o longa acrescenta US$ 90.7 milhões através de 43 mercados (incluindo US$ 43.2 milhões do Japão).
No Brasil, o público respondeu com entusiasmo: 26 mil pessoas foram aos cinemas no primeiro dia, gerando uma bilheteria de R$ 547 mil — números impressionantes para um título de anime classificado para maiores de 18 anos, devido à violência e ao conteúdo explícito.
Com 96% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o filme recebeu uma nota A do público no CinemaScore. Para termos de comparação, essa é a mesma média alcançada pelo fenômeno ‘Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba – Castelo Infinito‘.
Tatsuya Yoshihara é responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por Hiroshi Sek (‘Attack on Titan’).
“Denji é um adolescente que mora com Pochita, o Demônio da Motosserra. Por conta das dívidas que herdou de seu pai, ele vive na miséria, exterminando outros demônios com Pochita para pagar as contas.
Até que, um dia, Denji é traído e morre. Em seus últimos momentos de consciência, ele firma um contrato com Pochita e renasce como o Homem-Motosserra – um humano com coração de demônio”.
O atorDavid Dastmalchian, conhecido por seus papéis como Kurt em ‘Homem-Formiga’ e Veb em ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania’ no Universo Cinematográfico Marvel (MCU), manifestou recentemente seu forte desejo de interpretar o vampiro Morbius em uma futura produção da Marvel.
Em entrevista ao ComicBookMovie, Dastmalchian explicou a atração pelo personagem, que ele vê como uma complexa metáfora:
“Acho que Morbius é, para mim, uma metáfora muito interessante sobre o vício e sobre alguns dos elementos mais difíceis de lidar quando enfrentamos diferentes partes de nós mesmos, psicologicamente, que acabam nos dominando”, disse ele. “Especialmente as partes ligadas à raiva, à autodestruição ou ao descontrole. Então pensei: eu não sou inteligente o bastante para ser um médico, mas posso interpretar um”.
O ator, que frequentemente interpreta personagens complexos, destacou sua afinidade com o lado mais sombrio dos quadrinhos e a beleza de dar vida a figuras inesperadas:
“Seria um papel incrível. Eu amo vampiros. Jamais, em um milhão de anos, teria dito que, se pudesse escolher qualquer herói ou vilão para interpretar, escolheria o Homem-Bolinha (Polka-Dot Man). Nunca teria pensado nesse personagem. Mas então você tem a chance de interpretar alguém maravilhoso, bonito e complexo como ele”, acrescentou.
O personagem ‘Morbius’, o “Vampiro Vivo”, foi interpretado porJared Leto no filme live-action de 2022, que, no entanto, foi um fracasso de crítica e bilheteria.
Lembrando que o filme está disponível na plataforma do Prime Video.
Na trama, Leto se transforma no enigmático anti-herói Michael Morbius. Gravemente adoecido com um raro distúrbio sanguíneo e determinado a salvar outros que sofrem do mesmo destino, o Dr. Morbius arrisca tudo numa aposta desesperada. E embora a princípio tudo pareça um sucesso absoluto, surge uma escuridão que se desencadeia dentro dele. O bem superará o mal – ou Morbius sucumbirá aos seus novos e misteriosos desejos?
‘Chainsaw Man: O Filme – O Arco de Reze‘ chega aos cinemas com o peso de ser a primeira grande adaptação cinematográfica de uma das séries mais impactantes dos últimos anos. E o resultado é, em boa parte, um espetáculo visual e emocional que honra o legado de Tatsuki Fujimoto, mesmo tropeçando em alguns momentos de ritmo e tom.
A produção mantém o DNA do estúdio MAPPA, que já havia impressionado na primeira temporada do anime. O filme amplia seu domínio técnico: a animação é absurdamente fluida, os enquadramentos são ousados e cada cena de combate é construída com uma precisão quase coreográfica.
É difícil assistir à luta contra o Bomb Devil e não sentir o corpo reagir à intensidade da montagem, à textura dos efeitos sonoros e à brutalidade poética das imagens.
No entanto, o filme não se limita à carnificina estilizada. Ele encontra, entre o sangue e o aço das motosserras, espaço para explorar um lado mais humano de Denji. O relacionamento com Reze não é apenas um ponto narrativo, mas o que dá alma à história — é o primeiro lampejo de ternura genuína que vemos nele, uma tentativa de entender o que significa ser amado sem segundas intenções. Reze surge como um contraste ao caos habitual: delicada, curiosa, quase etérea, mas com algo de inevitavelmente trágico. Quando a trama revela sua verdadeira natureza, o filme alcança um equilíbrio raro entre melancolia e violência, o que o torna mais do que um simples produto de ação.
Mesmo com esses acertos, há algo na estrutura que impede o longa de alcançar a perfeição que parecia ao alcance. A narrativa, embora fiel ao mangá, exige familiaridade prévia com o universo da série. Quem chega ao filme sem conhecer a trajetória de Denji pode se perder em meio à avalanche de referências e personagens que surgem sem contextualização. O ritmo também oscila: o primeiro ato demora a engrenar, e algumas tentativas de humor sexual ou de ironia acabam destoando do tom mais maduro que domina o restante da obra. Em certos momentos, a direção parece hesitar entre o grotesco e o sensível, e essa indecisão afeta a fluidez emocional.
Tecnicamente, o uso de CGI no anime é o ponto mais controverso. Embora as sequências 2D continuem impressionantes, a integração com o 3D em algumas cenas é irregular e quebra a imersão, especialmente para um público acostumado ao requinte visual do estúdio. Ainda assim, é difícil não reconhecer o empenho em transformar cada plano em algo cinematograficamente relevante, e nesse sentido, o filme entrega um espetáculo que merece ser visto na tela grande.
No fim, ‘Chainsaw Man – O Arco de Reze‘ é um filme que se sustenta pela força da emoção e pela beleza bruta de sua execução. Não é uma obra pensada para iniciantes, mas para quem já viveu o turbilhão do mangá ou do anime. Sua combinação de lirismo e destruição o coloca em um patamar próprio, uma experiência intensa, contraditória e, em certo nível, profundamente humana. Entre o sangue, o amor e a solidão, Denji se torna algo mais do que um anti-herói: ele é o reflexo doloroso de uma juventude que tenta entender o que resta de si em meio ao caos.
Se fosse preciso resumir em uma frase… difícil. Mas vamos lá: Esse filme é um golpe de motosserra que corta não só corpos, mas também o coração. É um lembrete de que, mesmo nas histórias mais viscerais, ainda há espaço para sentir.
A atriz Sydney Sweeney, que interpreta Cassie Howard na aclamada série da HBO, ‘Euphoria’, falou recentemente sobre o encerramento das gravações da aguardada terceira temporada do sucesso.
Em entrevista à Variety, Sweeney expressou seu conforto em retornar ao set após um longo período:
“Eu encerro Euphoria em dois dias”, revelou a atriz. “É praticamente a mesma equipe, então parece que estou voltando para casa, para a família. Cresci com eles. Eu tinha 20 anos quando fiz o piloto, então poder rever muitas das mesmas pessoas é algo muito reconfortante”.
Apesar de haver especulações de que a terceira temporada seria a última, Sweeney foi evasiva ao ser questionada sobre a possibilidade de uma quarta temporada.
A atriz também surpreendeu ao afirmar que, como é comum na produção de SamLevinson, ela não tem total conhecimento sobre o enredo da terceira temporada: “Sinto que vou assistir junto com todo mundo”.
A nova temporada de ‘Euphoria’, que contará com oito episódios, tem previsão de estreia para 2026.
O próximo ciclo contará com o retorno de Zendaya, Hunter Schafer, Eric Dane, Jacob Elordi, Sydney Sweeney, Alexa Demie e Maude Apatow, além da participação especial de Colman Domingo.
Os novatos Toby Wallace, Rosalía, Marshawn Lynch, Kadeem Hardison, Darrell Britt-Gibson, Priscilla Delgado, James Landry Hébert e Anna Van Patten também foram confirmados na produção.
Criada por Sam Levinson, a série é baseada na produção israelense homônima lançada em 2012.
A trama é envolta em drogas, sexo, busca por identidade, traumas, redes sociais, amor e relacionamentos. Todas essas temáticas serão relatadas pela ótica de Rue (Zendaya), uma g arota de 17 anos viciada em drogas e mentirosa.
A atriz Mariska Hargitay, conhecida mundialmente por seu papel dramático como a Capitã Olivia Benson em ‘Lei & Ordem: Unidade de Vítimas Especiais’ (Law & Order: Special Victims Unit), revelou recentemente que, no início de sua carreira, tinha planos completamente diferentes: ser uma atriz de comédia.
Segundo o Deadline, em entrevista, Hargitay contou que fez vários testes para sitcoms de sucesso, incluindo um para a icônica série ‘Friends’.
“Fiz muitos [testes para comédias]”, disse Hargitay. “Fiz Seinfeld, fiz The Single Guy, e fiz teste para Friends várias vezes”.
Questionada sobre o papel para o qual fez a audição, a atriz confirmou: “Acho que era para a Monica, faz tanto tempo, mas acho que sim. Eu sempre achei que acabaria em uma sitcom ou fazendo comédia, era o que eu imaginava”.
No entanto, um encontro inesperado mudaria seu destino. Na época, Hargitay era uma “atriz em dificuldades”em Los Angeles, com um contrato de desenvolvimento para uma dramédia. Durante uma viagem a Nova York, ela visitou um vidente em Long Island por recomendação de amigos, e ele “começou a dizer coisas incríveis”.
“Ele me disse: ‘Tá vendo essa expressão que você está fazendo agora? Tá vendo esse rosto?’ […] Eu disse, ‘Sim’. E ele respondeu: ‘Você vai ser famosa por esse rosto. Você vai se mudar para Nova York e vai ser famosa por esse rosto'”, afirmou.
Hargitay, convencida de sua vocação cômica, tentou rebater a previsão: “E eu disse: ‘Ah, não, eu moro em Los Angeles, e vou ser comediante, porque sou engraçada e bonita, e essa é uma combinação letal'”.
A resposta do vidente foi direta e inesquecível: “E ele olhou para mim, e esse é o meu momento favorito da vida, e disse: ‘Não dou a mínima pro que você diz'”.
A reviravolta se concretizou rapidamente: “Seis meses depois, juro por Deus, eu consegui SVU”, concluiu Hargitay, que desde 1999 estrela a longa e bem-sucedida série da NBC, atualmente em sua 27ª temporada.
O cineasta Steven Soderbergh falou recentemente a existência de um filme de ‘Star Wars’ descartado, intitulado ‘Star Wars: The Hunt for Ben Solo’ (A Caçada por Ben Solo), que seria estrelado por Adam Driver (repetindo seu papel como Ben Solo/Kylo Ren) e se passaria após os eventos de ‘A Ascensão Skywalker’.
Segundo o Deadline, a declaração de Soderbergh ocorreu apósAdam Driver revelar o projeto em entrevista à Associated Press. O diretor usou a plataforma Bluesky para dar mais detalhes:
“Para deixar registrado, eu não gostei de ter que mentir sobre a existência de The Hunt for Ben Solo, mas realmente precisava permanecer em segredo… até agora!”, escreveu Soderbergh.
Ele também revelou um fato inédito sobre o processo de aprovação na franquia: “Além disso, após a situação com HFBS (The Hunt for Ben Solo), perguntei a [Presidente da Lucasfilm] Kathy Kennedy se a Lucasfilm já havia entregado um roteiro de filme finalizado à Disney para aprovação e ele tinha sido rejeitado. Ela disse que não, que essa foi a primeira vez”,
Segundo relatos, o roteiro, escrito por Scott Z. Burns, foi bem recebido pela Lucasfilm, mas vetado pelos executivos da Disney, Bob Iger e Alan Bergman, que não viam como Ben Solo poderia estar vivo após os eventos do Episódio IX.
Anteriormente, Soderbergh havia lamentado o cancelamento, dizendo à Associated Press: “Eu realmente gostei de fazer o filme na minha cabeça. Só lamento que os fãs não poderão vê-lo”.
Adam Driver, que interpretou Kylo Ren na trilogia sequela, confirmou que o projeto não irá mais adiante e detalhou o que aconteceu.
“Eu sempre tive interesse em fazer mais um Star Wars”, disse o ator, conforme o Deadline. “Desde 2021, eu vinha conversando sobre isso. A Kathleen [Kennedy, presidente da Lucasfilm] entrou em contato. Sempre disse: com um ótimo diretor e uma boa história, eu toparia na hora. Eu amava aquele personagem e adorava interpretá-lo”.
Driver revelou que o conceito do filme foi transformado em um roteiro escrito pelo aclamado diretor Steven Soderbergh, que ele descreveu como: “Um dos roteiros mais incríveis que já li em toda a minha carreira”.
O roteiro foi apresentado à Lucasfilm, que “adorou a ideia e entendeu o ‘motivo e a abordagem’ proposta para trazer Ben Solo de volta”. No entanto, a proposta não passou pelo crivo dos executivos da Disney.
“Quando a proposta foi levada aos executivos da Disney, Bob Iger (CEO) e Alan Bergman disseram ‘não’. Eles não conseguiam ver como Ben Solo poderia estar vivo. E foi isso. Acabou por ali”, destacou Driver.
O filme se chamaria provisoriamente ‘The Hunt for Ben Solo’. “Mas esse projeto não existe mais, então finalmente posso falar sobre ele”, lamentou o ator.
Steven Soderbergh reagiu ao cancelamento com bom humor: “Gostei muito de fazer o filme… na minha cabeça. Só lamento que os fãs não poderão vê-lo”.
Lembrando que a segunda e última temporada de ‘Andor’, a mais recente adição ao universo ‘Star Wars’, já está disponível para streaming no catálogo do Disney+.
Relembre o trailer:
Além de Diego Luna, o elenco conta com Genevieve O’Reilly, Adria Arjona (‘Esquadrão 6’), Denise Gough (‘Guerrilla’), Stellan Skarsgård(‘Chernobyl’), eKyle Soller(‘The Titan’). Ewan McGregor também pode reprisar seu papel como Obi-Wan Kenobi, enquanto Andy Serkis volta como Snoke.
O’Reilly reprisa seu papel como a membro-chefe da Aliança Rebelde, Mon Mothma, personagem que representou pela primeira vez em ‘Star Wars: A Vingança dos Sith’ (2005) e depois em ‘Rogue One‘ (2016).
Nicholas Britell é responsável pela trilha sonora. Ele é conhecido por inúmeros projetos de grande aclame no cinema e na televisão. Ele recebeu duas indicações ao Oscar por seu trabalho em ‘Moonlight: Sob a Luz do Luar’ e em ‘Se a Rua Beale Falasse’. Além disso, conquistou um Emmy Award por sua magnífica trilha para o ovacionado drama ‘Succession’, onde trabalhou na primeira e na segunda temporadas. Seus outros créditos incluem ‘A Grande Aposta’, ‘Vice’, ‘Cruella’ e ‘Não Olhe para Cima’.
O ator e diretor Ben Stiller, astro de ‘Uma Noite no Museu’ e filho dos falecidos comediantes Jerry Stiller e Anne Meara, abordou recentemente o debate sobre ser um “nepo baby” (filho de pais famosos).
Em entrevista divulgada pelo Deadline e feita no programa de Howard Stern, Stiller disse que entende as críticas sobre a “facilidade de acesso”à indústria, mas considera que ter crescido nesse meio é, de certa forma, um “ponto de venda”.
“Acho que é meio como aquele negócio do ‘Brat Pack’ [grupo de jovens atores famosos nos anos 80], sabe? A New York Magazine cunhou uma expressão, e isso simplesmente virou uma coisa”, disse ele, comparando a notoriedade do termo.
Stiller continuou, usando uma analogia marcante: “Mas isso sempre existiu, na humanidade e na vida. É como comprar um violino, um Stradivarius ou algo assim, ele está na família há centenas de anos. Isso é um ponto de venda”.
Apesar da comparação, ele reconheceu: “Mas também entendo que há outros argumentos a serem feitos sobre acesso e todas essas coisas”.
O artista defendeu sua paixão e a de outros que cresceram na indústria: “Minha sensação é… se está no seu sangue, se é a sua paixão e você cresceu em meio a isso, para mim, acho que crescer nesse ambiente, conversar sobre todas essas coisas que vi com meus pais, você, na verdade, como criança, vê o lado sombrio disso, o estresse, os efeitos que isso tem nos relacionamentos. Você vê tudo de perto quando é criança, e mesmo assim ainda quer seguir esse caminho”.
Stiller também relembrou seu primeiro trabalho, em 1986, na remontagem off-Broadway de House of Blue Leaves. Ele conseguiu a audição “como um favor”para sua mãe, porque “não consegui entrar, já que o diretor de elenco não queria me ver”.
“Mas senti que, ao fazer aquela audição, eu sabia que tinha feito o necessário para conseguir o papel”, explicou Stiller, reforçando: “Se você tem a paixão, precisa fazer. Precisa tentar”.
Kathryn Bigelow volta a confrontar o medo e a moralidade da guerra em Casa de Dinamite(House of Dynamite), um filme que transforma a ameaça nuclear em um exercício de tensão e reflexão. Exibido pela primeira vez no Festival de Veneza e lançado globalmente pela Netflix em 24 de outubro, o longa rapidamente alcançou o topo das listas de mais assistidos em países como Brasil e Estados Unidos. Fiel à intensidade que marca sua filmografia — de Guerra ao Terror (2008) a A Hora Mais Escura (2013) —, Bigelow retoma o terreno da decisão sob pressão e do custo humano da segurança. “Espero que o filme nos leve a uma chamada à ação”, declarou a vencedora do Oscar após a exibição.
Pude assistir ao filme na telonas no início do mês, em Paris, durante uma sessão especial para os membros da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood, seguida de uma conversa com a diretora no palco. Após o debate, trocamos algumas palavras sobre as ideias discutidas — um diálogo breve, mas revelador, que ampliou o sentido do que ela havia dito diante do público. Bigelow falou com convicção sobre o que a moveu a fazer Casa de Dinamite: a percepção de que “vivemos em um mundo cada vez mais instável”, algo que ela descreveu como “literalmente uma casa de dinamite, pronta para explodir a qualquer momento”.
Uma história em 18 minutos
Exibição especial em Paris do filme “Casa de Dinamite”, da Netflix, em 1 de outubro de 2025. (Foto de Letícia Alassë)
Durante o encontro em Paris, Bigelow explicou que a ideia nasceu da urgência de tratar essa sensação de instabilidade. O roteiro ideal surgiu das mãos de Noah Oppenheim — responsável por Jackie (2016), de Pablo Larraín, e um dos criadores da minissérie Dia Zero (2025), indicada a três Emmys. Juntos, a diretora e o roteirista encontraram a forma de traduzir o tema: “Identificamos imediatamente o ritmo extremamente rápido, ou seja, 18 minutos”, disse Bigelow.
Essa janela de 18 minutos é revisitada diversas vezes sob diferentes pontos de vista: o da defesa nacional; da equipe da Casa Branca; do comando estratégico; do secretário de Defesa e; por fim, do presidente. “Queríamos traduzir a dificuldade da tomada de decisão. O cérebro é bombardeado por informações extremas, e vivemos em tempo real o que significa estar nessa janela de disparo”, explicou.
Autenticidade em meio a Assuntos Secretos
Exibição especial em Los Angeles do filme “Casa de Dinamite”, da Netflix, no The Egyptian Theatre Hollywood, em 9 de outubro de 2025. (Foto de Charley Gallay/Getty Images para a Netflix)
Parte essencial da força deCasa de Dinamiteestá no realismo com que Bigelow retrata os bastidores do poder. O filme se passa em locais de acesso restrito, como a Situation Room da Casa Branca e o Comando Estratégico norte-americano. Para atingir esse grau de autenticidade, a produção contou com o apoio de especialistas: “Tivemos acesso a conselhos de um consultor que trabalhou na Sala de Segurança da Casa Branca, de uma pessoa que liderava o comando estratégico e, finalmente, de um general de terceira patente”, contou a diretora. Ela fez questão de ressaltar o respeito com que tratou o tema: “São pessoas que dedicam suas vidas à nossa segurança, e quis mostrar esse mundo com a maior veracidade possível.”
Por essa razão e ainda outras, Casa de Dinamitenão aponta culpados, nem cria vilões ou vítimas. Um dos pontos mais debatidos do filme é justamente a ausência de um inimigo declarado. “Optamos por nunca dizer de onde vem o míssil”, expõe Bigelow. “A responsabilidade está do nosso lado, é coletiva. O filme nos pergunta: é realmente este o mundo que queremos, um mundo tão frágil, tão instável?”
A diretora lembrou ainda que, dos nove países que possuem armas nucleares, apenas três são membros da OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte), um dado que, segundo ela, “já deveria nos paralisar e nos fazer refletir sobre políticas de contenção”.
Três sets, uma só tensão
Exibição especial em Paris do filme “Casa de Dinamite”, da Netflix, em 1 de outubro de 2025. (Foto de Letícia Alassë)
O processo de filmagem foi igualmente complexo. Bigelow revelou que adotou a estratégia de gravação simultânea de cenas em três locações diferentes para preservar a autenticidade da reação. “Os atores reagiam em tempo real ao que estava acontecendo em outros sets. Quis evitar sobreposições de rostos ou o uso de efeitos, é quase como teatro.”
O resultado, de acordo com a cineasta, foi um ritmo intenso que contribui para a sensação de urgência que permeia o longa. Embora Casa de Dinamite reúna um elenco estelar — comoIdris Elba, Rebecca Ferguson, Jared Harrise Greta Lee, apenas para citar alguns —, todos têm pouco tempo de tela, refletindo a dinâmica frenética da narrativa. Essa linguagem visual foi construída em parceria com o diretor de fotografia Barry Ackroyd, conhecido por seu trabalho em Guerra ao Terror. “Ele vem do documentário, e foi por isso que o escolhi — queria que o público se sentisse uma ‘mosca na parede’.”
Em busca da autenticidade e imediatismo, por exemplo, Kathryn conta que o diretor de fotografia iluminou todo o set em 360 graus e os atores tinham liberdade total para se mover. “Não havia marcações no chão nem valores de plano definidos. Eles apenas trabalhavam, e me disseram que isso era libertador”, compartilha.
Mesmo em um cenário dominado por tecnologia e decisões militares, Bigelow insistiu em preservar o aspecto humano. “Foi algo muito importante tanto para mim quanto para Noah: manter um senso de humanidade. Porque, no fim das contas, é isso que está em jogo se essas armas forem utilizadas.”
Por isso, o roteiro destaca aspectos pessoais dos personagens: “Eles trabalham em ambientes extraordinários, têm responsabilidades imensas, mas são apenas seres humanos. Têm filhos, esposas irritadas ou mães para quem querem telefonar quando sentem medo e angústia”, justifica.
Em Casa de Dinamite, Kathryn Bigelow cria uma experiência cinematográfica que mistura urgência e reflexão. Exausta, mas convicta, a diretora descreve o filme como “um apelo à ação”, um alerta sobre a banalização do risco e a fragilidade das estruturas que sustentam o mundo contemporâneo. Em tempos de tensão global e informação instantânea, seu cinema continua a questionar — e agora impõe uma pergunta que exige resposta de todos nós, sobretudo daqueles com a caneta na mão: se vivemos em uma casa de dinamite, quanto tempo ainda temos antes que ela exploda?
A AMC divulgou um novo vídeo promocional de ‘Talamasca: The Secret Order’, nos levando aos bastidores da atração e apresentando os complexos personagens da trama.
A produção é ambientada no mesmo mundo de ‘Entrevista com o Vampiro‘ e ‘As Bruxas Mayfair‘, e agora mergulha na misteriosa sociedade encarregada de monitorar e conter criaturas sobrenaturais como bruxas, vampiros e demônios ao redor do mundo.
O elenco também acabou de ganhar dois reforços de peso: Celine Buckens (‘Showtrial’) entra como personagem regular, enquanto Jason Schwartzman (‘Fargo’) participará como convidado especial.
Buckens interpreta Doris, uma alma antiga que vive com um clã de bruxas em um barco-casa, reforçando a atmosfera mística da série. Já Schwartzman será Burton, um vampiro charmoso e excêntrico que vive recluso em uma luxuosa cobertura no Upper West Side de Nova York.
A Talamasca, sociedade secreta que dá nome à série, tem aparecido nas obras de Anne Rice desde os anos 1980. Seus membros atuam como observadores e, em alguns casos, como interventores nas ações de seres sobrenaturais. Agora, com uma produção própria, a ordem ganha protagonismo e se torna o novo centro do chamado Immortal Universe da AMC.
‘Talamasca: The Secret Order‘ promete ampliar o escopo narrativo do universo adaptado da autora, trazendo novos personagens, criaturas e conflitos para os fãs do terror gótico contemporâneo.
John Lee Hancock (‘Um Sonho Possível’) e Mark Lafferty (‘Halt and Catch Fire’) servirão como showrunners e produtores executivos, com o primeiro também atuando como diretor.
A série de fantasia adulta é baseada na segunda campanha do popular programa Critical Role (um jogo profissional do clássico ‘Dungeons & Dragons’) e funciona como spin-off da aclamada ‘A Lenda de Vox Machina’.
A produção tem estreia marcada para o dia 19 de novembro na plataforma de streaming.
A trama acompanha um grupo de desajustados com passados e segredos conturbados que se veem unidos pelas circunstâncias. Eles se envolvem em um conflito maior e precisam trabalhar juntos para salvar o reino depois que uma poderosa relíquia arcana conhecida como O Farol cai em mãos perigosas.
Ambietando no mundo fictício de Exandria, a trama se passa vinte anos depois dos eventos de ‘Vox Machina’.
A indicada ao Grammy Demi Lovato lançou recentemente seu aguardado nono álbum de estúdio, intitulado ‘It’s Not That Deep’ – e já está promovendo a era.
Marcando seu retorno para o pop, Lovato apresentou recentemente a faixa “Let You Go” ao vivo, com a performance sendo disponibilizada na íntegra em seu canal do YouTube.
Confira:
Lembrando que o compilado de originais já está disponível nas plataformas de streaming e conta com os singles“Fast”, “Here All Night” e “Kiss”.
Relembre a tracklist:
1. Fast 2. Here All Night 3. Frequency 4. Let You Go 5. Sorry to Myself 6. Little Bit 7. Say It 8. In My Head 9. Kiss 10. Before I Knew You 11. Ghost
Lembrando que o último compilado de originais de Lovato foi o elogiado ‘Holy Fvck’, que conta com os faixas “29”, “Substance” e “Skin of My Teeth”.
Lovato ganhou fama ao participar da mini-franquia ‘Camp Rock’ e a série ‘Sunny Entre Estrelas’, ambas produções originais do Disney Channel. Sua estreia solo no mundo da música se deu com ‘Don’t Forget’, que ajudou em seu caminho ao estrelato.
Em 2018, teve um lapso após seis anos de sobriedade e sofreu uma overdose em virtude de opioides, motivo pelo qual lançou a canção “Sober”, pedindo desculpas aos fãs pela “fraqueza”. Após entrar em uma clínica de reabilitação, agradeceu o apoio dos fãs e comentou que contaria ao mundo pelo que passou quando estivesse bem, criticando aqueles que criavam histórias fantasiosas sobre sua vida.
Vendendo mais de 25 milhões de unidades apenas nos Estados Unidos, seus principais prêmios incluem um VMA, 14 Teen Choice Awards, cinco People’s Choice Awards, uma entrada no Livro dos Recordes e outra na listagem anual do Time 100 como uma das personalidades mais influentes de 2017.
Lovato também levanta bandeira de inúmeras causas sociais, incluindo a luta pela igualdade da comunidade LGBTQ+ e discussões sobre saúde mental.
A potencial venda da Warner Bros. Discovery tem sido o assunto do momento desde o seu anúncio há algumas semanas.
Os desdobramentos têm sido intrigantes, com aParamount Skydance apostando em ofertas crescentes pela empresa (que incluíam a nomeação do CEO da WBD, David Zaslav, como co-CEO da possível fusão Paramount-WBD), enquanto a Netflix e a Amazon se mostraram interessadas em fazer suas próprias propostas.
A notícia tem sido de longo alcance, gerando até debates sobre o futuro da DC Studios, comandada por James Gunn e Peter Safran.
Agora, uma importante engrenagem da indústria se manifestou contra a situação atual. A Writers Guild of America East and West divulgou um comunicado (via Variety), expressando publicamente sua decepção com a potencial venda da Warner Bros. Discovery. A WGA caracterizou a possível fusão como desastrosa para os profissionais da indústria e prometeu trabalhar para bloqueá-la:
“Fusões e mais fusões na indústria da mídia prejudicaram trabalhadores, reduziram a concorrência e a liberdade de expressão e desperdiçaram centenas de bilhões de dólares que poderiam ter sido investidos em crescimento orgânico”, diz a declaração. “Combinar a Warner Bros. com a Paramount ou outro grande estúdio ou serviço de streaming seria um desastre para os roteiristas, para os consumidores e para a concorrência. A WGAW [Writers Guild of America West] e a WGAE [Writers Guild of America East] trabalharão com os órgãos reguladores para bloquear a fusão”.
Como observado pela Variety, essa não é a primeira vez que a WGA se opõe a fusões de mídia.
A associação, de fato, tem se manifestado contra elas desde o início dos anos 2000, opondo-se à fusão da AT&T com a Warner Bros. em 2016 (antes de ser finalmente finalizada em 2018), à fusão da Fox com a Disney em 2017, à fusão da MGM com a Amazon em 2021 e, mais recentemente, à fusão de 2022 entre a Warner Bros. e a Discovery.
A partir dessa aquisição, o WGA publicou “Promessas Quebradas” — um boletim que dá continuidade a uma publicação anterior, que se postava contra a consolidação na indústria do entretenimento —, onde declarou:
“A fusão da Warner Bros. Discovery ilustra claramente como a consolidação aumenta o poder dos guardiões às custas das vozes marginalizadas. […] Essa fusão imprudente já é um desastre claro para os criadores de conteúdo que perderam seus empregos e um potencial empregador, bem como para os consumidores que se deparam com um cenário de conteúdo mais pobre e menos diversificado”.
À medida que o discurso em torno das inteligências artificiais em Hollywood se intensifica, o aclamado cineasta Guillermo del Toro se posicionou contra essa onda cinematográfica.
O realizador, que já coleciona três estatuetas do Oscar em sua carreira, disse recentemente que “preferia morrer” a usar IA generativa em seus filmes, comparando a tecnologia à “arrogância” do cientista louco de Oscar Isaac em sua adaptação para a Netflix de ‘Frankenstein’, de Mary Shelley.
“A IA, particularmente a IA generativa — não estou interessado, nem nunca estarei”, disse ele em entrevista à NPR. “Tenho 61 anos e espero conseguir manter o desinteresse em usá-la até morrer. … Outro dia, alguém me escreveu um e-mail e perguntou: ‘qual é a sua posição sobre IA?’ E minha resposta foi muito curta. Eu disse: ‘Prefiro morrer.'”
Conhecido por outros títulos como ‘O Labirinto do Fauno’, ‘A Forma da Água’ e ‘Pinóquio’, Del Toro explicou que sua “preocupação não é a inteligência artificial, mas a estupidez natural”, acrescentando: “Acho que é isso o que move a maioria das piores produções do mundo”.
O roteirista e diretor também observou uma relação entre o protagonista epônimo ‘Frankenstein’ aos “caras da tecnologia. [Victor Frankenstein] é meio cego, criando algo sem considerar as consequências, e acho que precisamos parar e refletir sobre para onde estamos indo”.
Lembrando que ‘Frankenstein’ chega à Netflix em 7 de novembro.
A tão aguardada série ‘IT: Bem-Vindos a Derry‘ chega ao Brasil hoje, domingo, 26 de outubro de 2025, com estreia marcada para às 22h (horário de Brasília) nos canais da HBO e na plataforma HBO Max.
A produção serve como prelúdio da franquia baseada no universo de Stephen King, ambientada em 1962, na fictícia cidade de Derry, no Maine, muitos anos antes dos eventos conhecidos nos filmes.
A série terá episódios semanais, sempre aos domingos, no mesmo horário — veja abaixo o cronograma completo para o Brasil:
1. Piloto – 26 de outubro 2. A Coisa no Escuro – 2 de novembro 3. Agora Você Vê – 9 de novembro 4. 16 de novembro 5. 23 de novembro 6. 30 de novembro 7. 7 de dezembro 8. 14 de dezembro
A série explora como o mal começou a se manifestar em Derry, décadas antes dos eventos centrais dos filmes da franquia. O vilão icônico Pennywise, interpretado novamente pelo Bill Skarsgård, retorna à tela num contexto ainda mais sombrio e carregado de mistério.
O produtor responsável por ‘IT: Bem-Vindos a Derry’, Andy Muschietti, destacou recentemente a importância da obra de Stephen King e do gênero terror para refletir sobre a vida real.
Segundo o Deadline, Muschietti traçou um paralelo entre o livro e sua experiência pessoal: “Minha irmã e eu crescemos em uma ditadura, e adivinhe? Foi horrível. Mesmo quando terminou, ainda podíamos ver as ondulações e consequências do sofrimento e da dor. A ditadura acabou, elas sempre terminam e sempre terminarão. Terminou mal”.
Ele afirmou que o romance de King estava à frente de seu tempo.
“Quando Stephen King escreveu, ele estava escrevendo uma obra-prima de terror e uma história de amadurecimento, mas também era uma parábola do medo e da transformação do medo no mundo real”, disse Muschietti.
O cineasta enfatizou a relevância contínua da metáfora: “Essa metáfora sobre o medo era muito relevante quando ele a escreveu, mas de alguma forma parece muito mais relevante nos dias em que vivemos agora”.
Para Muschietti, a série serve como um lembrete: “É por isso que gosto de considerar o programa como um lembrete de que, se você acredita em empatia e amor, podemos nos manter juntos e enfrentar a violência, a intimidação e a crueldade que esses palhaços estão nos concedendo”.
‘Wildwood’, a nova animação da Laika, ganhou um novo vídeo promocional nos levanao aos bastidores do projeto e gerando grandes expectativas entre os fãs e os amantes de stop-motion.
O estúdio, conhecido por seus filmes como ‘Coraline’, ‘ParaNorman’ e ‘Kubo e as Cordas Mágicas’, deve lançar a produção apenas em 2026.
A produção é baseada na saga fantástica infantil homônima assinada por Colin Meloy e ilustrada por Carson Ellis.
A história acompanha duas crianças, Prue e Curtis, que descobrem uma floresta mágica enquanto estão em uma missão para salvar um bebê, Mac, que viram ser raptados por uma revoada de corvos.
O indicado ao Oscar Chris Butler, que escreveu os filmes ‘ParaNorman’, ‘Kubo e as Cordas Mágicas’ e ‘Link Perdido’ para a companhia, fica responsável pelo roteiro. Travis Knight entra como diretor.
A produção marca a entrada da Disney no universo da animação japonesa.
“O anime acompanha Yuken Enma, um estudante do ensino médio de Tóquio que é transportado para um reino mágico habitado por personagens inspirados nos vilões clássicos da Disney. A fictícia Night Raven College funciona como uma escola de formação para futuros feiticeiros, com dormitórios temáticos baseados em ícones como a Rainha de Copas, Scar, Úrsula, Jafar, a Rainha Má, Hades e Malévola”, diz a sinopse.
O demônio das motosserras voltou com tudo. ‘Chainsaw Man – O Filme: O Arco da Reze‘, dirigido pelo estúdio MAPPA e distribuído pela Toho, estreou no Japão em 19 de setembro de 2025 e já se tornou um dos maiores sucessos recentes do cinema de animação. No Brasil, o longa chegou no fim de outubro, via Sony Pictures e Crunchyroll, com cópias dubladas e legendadas — e filas nas sessões de estreia.
Logo no primeiro fim de semana, o filme vendeu mais de 800 mil ingressos e arrecadou 1,25 bilhão de ienes (cerca de US$ 8,4 milhões), ultrapassando ‘Demon Slayer‘ e ‘Jujutsu Kaisen 0‘ nas bilheteiras japonesas. Em menos de três semanas, o longa somou 2,8 milhões de espectadores e 43 bilhões de ienes — algo próximo de R$ 107 milhões. Globalmente, o total já passa de US$ 68 milhões, consolidando ‘Chainsaw Man‘ como um dos maiores fenômenos do ano.
No Brasil, o público respondeu com entusiasmo: 26 mil pessoas foram aos cinemas no primeiro dia, gerando uma bilheteria de R$ 547 mil — números impressionantes para um título de anime classificado para maiores de 18 anos, devido à violência e ao conteúdo explícito.
A escolha do arco “Reze”, um dos mais queridos pelos fãs do mangá de Tatsuki Fujimoto, se mostrou certeira. A história mistura ação, romance e tragédia em um ritmo que casa perfeitamente com o formato cinematográfico — e o visual impecável da MAPPA elevou a experiência a outro nível.
Além disso, o lançamento em IMAX e a estreia simultânea em mais de 80 países transformaram o filme em um verdadeiro evento global.
Mesmo com a concorrência de gigantes como ‘Demon Slayer: Infinito Castelo‘, o impacto cultural de ‘Chainsaw Man – O Arco da Reze‘ é inegável. A mistura de estética brutal, emoção e crítica social conquistou o público — e mostrou que o gênero anime está longe de ser nicho.
Em tempos de franquias exaustas e bilheterias instáveis, Denji e Reze serraram caminho até o topo, com sangue, lágrimas e um rugido de motosserra que o mundo inteiro ouviu.
Chainsaw Man abriu em 1º lugar nas bilheterias do Brasil!
Tatsuya Yoshihara é responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por Hiroshi Sek (‘Attack on Titan’).
“Denji é um adolescente que mora com Pochita, o Demônio da Motosserra. Por conta das dívidas que herdou de seu pai, ele vive na miséria, exterminando outros demônios com Pochita para pagar as contas.
Até que, um dia, Denji é traído e morre. Em seus últimos momentos de consciência, ele firma um contrato com Pochita e renasce como o Homem-Motosserra – um humano com coração de demônio”.
‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’, o mais recente longa do Universo Cinemático Marvel, já tem data para chegar ao catálogo do Disney+.
Após alguns meses em exibição nos cinemas, o longa-metragem, que introduz a primeira família da Marvel ao MCU, será lançado na plataforma de streaming no dia 5 de novembro.
O filme, que arrecadou mais de meio bilhão nas bilheteiras, foi aclamado pela crítica e pelo público ao apresentar uma nova versão da Primeira Família da Marvel.
Ambientado em um vibrante mundo retrofuturista inspirado nos anos 1960, ‘O Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘ apresenta a Primeira Família da Marvel—Reed Richards/Senhor Fantástico (Pedro Pascal), Sue Storm/Mulher Invisível (Vanessa Kirby), Johnny Storm/Tocha Humana (Joseph Quinn) e Ben Grimm/Coisa (Ebon Moss-Bachrach)—enquanto enfrentam seu maior desafio até agora. Forçados a equilibrar seus papéis como heróis e a força dos laços familiares, eles devem defender a Terra de um deus espacial voraz chamado Galactus (Ralph Ineson) e seu enigmático arauto, o Surfista Prateado (Julia Garner). E como se o plano de Galactus para devorar o planeta inteiro e todos nele já não fosse ruim o suficiente, a ameaça se torna ainda mais pessoal.