Site Página 465

Mike Flanagan anuncia o término das filmagens de ‘Carrie, a Estranha’; Veja a foto!

Através do seu Instagram, Mike Flanagan (‘A Maldição da Residência Hill’) confirmou que as gravações da nova adaptação de ‘Carrie, a Estranha‘ já foram encerradas.

Flanagan entra como roteirista, produtor executivo e showrunner da atração, além de ficar responsável pela direção de alguns episódios. Axelle Carolyn e Kate Siegel também dirigem a série.

Desenvolvida para o Prime Video, a nova versão será estrelada por Summer H. Howell (‘A Maldição de Chucky’).

Publicado em 1974, a clássica obra acompanha Carrie, uma adolescente tímida e solitária. Aos 16 anos, é completamente dominada pela mãe, uma fanática religiosa que reprime todas as vontades e descobertas normais aos jovens de sua idade.

Cada vez mais isolada, ela sofre com o sarcasmo e o deboche dos colegas. No entanto, há um segredo por trás de sua aparência frágil: Carrie tem poderes sobrenaturais e é capaz de mover objetos com a mente.

No dia de sua formatura, Carrie é surpreendida pelo convite de Tommy para a festa – algo que lhe dá a chance de se enxergar de outra forma pela primeira vez. O ato de crueldade que acontece naquele salão, porém, dá início a uma reviravolta cheia de terror e destruição. Chegou a hora do acerto de contas.

A minissérie contará com oito episódios.

Confira a imagem dos bastidores e siga o CinePOP no Youtube:

O elenco traz Siena Agudong como Sue Snell; Samantha Sloyan como Margaret White, a psicótica e religiosa mãe de Carrie; Alison Thornton como Chris Hargensen; Thalia Dudek como Emaline; Amber Midthunder como a Srta. Desjadin; Josie Totah como Tina; Arthur Conti como Billy; Joel Oulette como Tommy; e Matthew Lillard como o Diretor Gayle.

Kate Siegel (‘A Maldição da Residência Hill’), Michael Trucco (‘Hush: A Morte Ouve’), Katee Sackhoff (‘O Espelho’), Rahul Kohli (‘Missa da Meia-Noite’), Crystal Balint (‘A Queda da Casa de Usher’), Danielle Klaudt (‘A Queda da Casa de Usher’), Heather Graham (‘Do Inferno’), Tim Bagley (‘O Casal Perfeito’), Tahmoh Penikett (‘Dollhouse’), Mapuana Makia (‘Doogie Kamealoha M.D.’), Naika Toussaint (‘Simplesmente Apaixonados’), Delainey Hayles (‘Entrevista com o Vampiro’), Cassandra Naud (‘Influencer’) e Rowan Danielle completam o elenco.

 Trevor Macy entra como produtora executiva ao lado de Flanagan.

O livro já foi adaptado algumas vezes para a tela. Sua primeira versão foi lançada em 1976 e é considerada um dos grandes filmes de terror da história. Estrelado por Sissy Spacek, o longa foi dirigido pelo icônico Brian De Palma.
Em 1999, o clássico ganhou uma sequência, intitulada ‘A Maldição de Carrie‘, que ainda contou com o retorno de Amy Irving como Sue Snell. Em 2002, uma nova versão foi lançada, dessa vez dirigida por David Carson e estrelada por Angela Bettis.
A mais recente adaptação foi lançada em 2013, com Chloë Grace Moretz no papel principal e Kimberly Peirce na direção.

‘Brilhante Victoria’: Netflix vai lançar derivado da famosa série da Nickelodeon

A série de sucesso da Nickelodeon,Brilhante Victoria, terá um derivado intitulado ‘Hollywood Arts’, estrelado por Daniella Monet, que reprisa seu papel como Trina Vega.

De acordo com o Deadline, a sitcom foi adquirida pela Netflix, que encomendou 26 episódios. ‘Hollywood Arts’ estreará no serviço global de streaming em 2026, antes de um lançamento em segunda janela na Nickelodeon e na Paramount+, possivelmente simultâneo.

“Na nova série, a atriz em dificuldades Trina Vega retorna à sua antiga escola, Hollywood Arts, como professora substituta sem qualificação. Rapidamente, ela se vê tanto em conflito quanto inspirando uma nova geração de alunos talentosos e ambiciosos, enquanto eles aprendem a encontrar seu verdadeiro caminho na escola de artes performáticas mais elitista de Hollywood”, diz a sinopse.

É importante destacar que Dan Schneider, criador deBrilhante Victoria, que deixou a Nickelodeon em 2018, não tem envolvimento em ‘Hollywood Arts’. A série será conduzida pelos roteiristas/showrunners Jake Farrow, que também trabalhou em Victorious e no spin-off Sam & Cat, e Samantha Martin.

Além de Daniella Monet, que também é produtora executiva, o elenco inclui Alyssa Miles, Emmy Liu-Wang, Peyton Jackson, Erika Swayze e Martin Kamm. Yvette Nicole Brown participará como convidada especial.

Ainda não está confirmado se outros membros do elenco original, especialmente Victoria Justice e a estrela Ariana Grande, aparecerão em ‘Hollywood Arts’.

Daniella Monet comentou sobre seu retorno:

“Voltar como Trina ao lado de um elenco dinâmico e poderoso de novatos é algo pelo qual me sinto muito sortuda e grata. Victorious foi, de muitas maneiras, transformador para todos nós; nosso elenco está eternamente ligado por essa experiência, e pensar que tenho a oportunidade de conduzir algo próximo a isso é uma sensação indescritível. Como atriz, produtora e mãe, estou ansiosa para criar algo que todos possamos nos orgulhar de compartilhar com o mundo”, afirmou.

Grupo de jovens sorrindo com fundo musical.

Brilhante Victoria’ está disponível na Netflix.

A série acompanhou Tori Vega (Justice) enquanto ela navegava pelas complexidades da Hollywood Arts, uma escola de artes cênicas de elite.

Além de Justice, o elenco também contou com Leon Thomas III (Andre), Ariana Grande (Cat), Matt Bennett (Robbie), Elizabeth Gillies (Jade), Avan Jogia (Beck) e Daniella Monet (Trina).

‘Garota Infernal 2’: Diretora confirma SEQUÊNCIA e revela o que podemos esperar

Em entrevista ao Deadline, a diretora Karyn Kusama (‘O Peso do Passado’) confirmou que uma sequência do terror cômico ‘Garota Infernal‘ está oficialmente em desenvolvimento.

Sem revelar muito detalhes, ela declarou que o novo filme será “divertido e insano” – mantendo o espírito do longa original.

“Eu sei que [a Diablo Cody] está trabalhando no roteiro da sequência atualmente, e estou muito animada para ver o resultado. Sei algumas coisas sobre a história, mas não vou entregar nada. Só posso dizer que parece divertida e insana como no primeiro filme. Não tenho dúvidas de que a Diablo fará algo incrível.”

Sobre o sucesso que o longa original alcançou com o passar dos anos – apesar de ter sido considerado um fracasso na época de seu lançamento –, a cineasta declara: “Sou muito grata em ver que o filme conseguiu encontrar sua audiência, talvez em uma época muito diferente do que havíamos imaginado, mas sou grata pelo nosso trabalho continuar a ressoar com as pessoas. Fico muito satisfeita com isso.”

Anteriormente, a roteirista Diablo Cody (‘Juno’) havia revelado que adoraria ver o retorno de Amanda Seyfried e Megan Fox na sequência:

“Eu adoraria trazer a Megan [Fox] e a Amanda [Seyfried] de volta para uma sequência de ‘Garota Infernal’ – isso seria o ideal. Quero muito voltar a explorar aquele universo, e já pensei em diversas permutações que poderíamos fazer. Poderíamos fazer uma pré-sequência, uma sequência e até mesmo um musical. Estou disposta a fazer qualquer coisa, só preciso encontrar o parceiro certo.”

Ao ser possuída por um demônio, a estudante Jennifer se torna muito brava com os rapazes que nunca a deram uma chance. Enquanto a maldosa Jennifer satisfaz seu apetite com carne humana de meninos da escola, sua amiga nerd Needy descobre o que está acontecendo e promete colocar um fim na carnificina.

David Zaslav, CEO da Warner Bros. Discovery, pode lucrar meio bilhão com possível venda da empresa

O presidente e CEO da Warner Bros. Discovery (WBD), David Zaslav, está posicionado para receber uma quantia milionária se a empresa for vendida.

Segundo o The Wrap e um relatório do Semafor, Zaslav possui atualmente cerca de US$ 21 milhões de ações da WBD que seriam liberadas imediatamente caso uma venda ou fusão fosse concretizada.

Considerando ofertas como a feita pela Paramount no valor de US$ 60 bilhões pela WBD, uma negociação bem-sucedida poderia garantir a Zaslav um retorno pessoal imediato de aproximadamente US$ 500 milhões (meio bilhão de dólares).

A WBD já rejeitou pelo menos três propostas distintas da Paramount até o momento.

Warner Bros. Discovery está oficialmente à VENDA!

A possibilidade de um ganho monumental surge em meio a críticas contínuas e amplas à alta remuneração de Zaslav.

  • Em 2024, Zaslav recebeu um total de US$ 51,9 milhões em compensações, um aumento de 4,5% em relação aos US$ 49,7 milhões de 2023.
  • Em junho, os acionistas da WBD rejeitaram esse pacote salarial em uma votação consultiva do tipo “Say-on-Pay” (que, no entanto, não tem efeito vinculativo na decisão do conselho).

Confira o comunicado oficial da Warner Bros. Discovery

“Enquanto a Warner Bros. Discovery (a “Empresa”) (NASDAQ: WBD) continua avançando em sua separação anunciada anteriormente da Warner Bros. e da Discovery Global, seu Conselho de Administração anunciou hoje que iniciou uma revisão de alternativas estratégicas para maximizar o valor para os acionistas, à luz do interesse não solicitado que a Empresa recebeu de várias partes para toda a empresa e para a Warner Bros.

Por meio desse processo, o Warner Bros. Discovery Board avaliará uma ampla gama de opções estratégicas, que incluirão continuar avançando na separação planejada da empresa até a conclusão até meados de 2026, uma transação para toda a empresa ou transações separadas para seus negócios Warner Bros. e/ou Discovery Global. Como parte da revisão, a empresa também considerará uma estrutura de separação alternativa que permitiria a fusão da Warner Bros. e a cisão da Discovery Global para nossos acionistas.

“Continuamos a dar passos importantes para posicionar nossos negócios para ter sucesso no cenário de mídia em evolução de hoje, avançando em nossas iniciativas estratégicas, retornando nossos estúdios à liderança do setor e dimensionando a HBO Max globalmente. Demos o passo ousado de nos preparar para separar a empresa em duas empresas de mídia líderes distintas, Warner Bros. e Discovery Global, porque acreditamos firmemente que esse era o melhor caminho a seguir”, disse David Zaslav, presidente e CEO da Warner Bros. Discovery.

Zaslav acrescentou: “Não é surpresa que o valor significativo de nosso portfólio esteja recebendo maior reconhecimento por outros no mercado. Depois de receber o interesse de várias partes, iniciamos uma revisão abrangente de alternativas estratégicas para identificar o melhor caminho a seguir para desbloquear o valor total de nossos ativos.”

“Nossa decisão de iniciar esta revisão ressalta o compromisso do Conselho em considerar todas as oportunidades para determinar o melhor valor para nossos acionistas”, acrescentou Samuel A. Di Piazza, Jr., presidente do Conselho de Administração da Warner Bros. Discovery. “Continuamos acreditando que nossa separação planejada para criar duas empresas de mídia líderes distintas criará valor atraente. Dito isso, determinamos que tomar essas ações para ampliar nosso escopo é do melhor interesse dos acionistas.”

Não há prazo ou cronograma definitivo definido para a conclusão do processo de revisão de alternativas estratégicas. Além da transação de separação que já está em andamento, não pode haver garantia de que esse processo resultará na busca de uma transação ou outro resultado pela Empresa. A Warner Bros. Discovery não pretende fazer mais anúncios sobre a revisão de alternativas estratégicas, a menos e até que o Conselho aprove uma transação específica ou determine que uma divulgação adicional seja apropriada ou necessária”.

Um dos filmes de super-heróis mais FRACASSADOS da história estreia no TOP 10 da Netflix

Antes de se consagrar como o mercenário tagarela Deadpool, Ryan Reynolds interpretou Hal Jordan em ‘Lanterna Verde’ –  um dos maiores fracassos da história dos filmes de super-heróis.

Lanterna Verde‘ chegou aos cinemas em 2011, com um orçamento estimado de US$ 200 milhões, mas arrecadou apenas US$ 237,2 milhões mundialmente, tornando-se um dos grandes fracassos de bilheteria da época. O filme terminou sugerindo uma sequência, com o personagem Sinestro (Mark Strong) vestindo o anel amarelo da Tropa do Medo, mas o projeto nunca saiu do papel.

Agora, o filme chega no catálogo da Netflix despertando curiosidade, e estreando em 9º lugar entre os títulos mais assistidos do catálogo.

Screenshot

Durante o Time 100 Summit de 2025, Reynolds refletiu sobre sua trajetória em Hollywood e explicou como a experiência em ‘Lanterna Verde’ influenciou diretamente seu trabalho posterior como Deadpool no MCU.

“Aprendi as lições mais incríveis que poderia ter no espaço criativo com aquele filme”, compartilhou Reynolds. “Vi muito dinheiro sendo gasto em efeitos visuais, todo tipo de coisa. E me lembro de sugerir: ‘Por que não escrevemos uma cena como as pessoas falariam de verdade? Pode ser uma troca divertida de diálogos e não custa nada'”.

Foi ali, segundo o ator, que ele realmente compreendeu que efeitos especiais grandiosos e cenas de ação espetaculares não substituem personagens autênticos e narrativas bem construídas.

Por fim, ele acrescentou: “O maior superpoder que já tive na vida, não só na carreira, foi saber quem eu sou”.

Vale lembrar que, após sua experiência como Lanterna Verde, Ryan Reynolds alcançou o sucesso estrondoso interpretando Deadpool.

O diretor Martin Campbell também falou sobre o fracasso do filme em entrevista ao site The Direct.

“Oh, é justo. Olha, as pessoas não gostaram. Foi um fracasso, certo? Eu fui o diretor, então, obviamente, eu levo a culpa, o que está tudo bem”.

Mesmo com o desempenho aquém nas bilheterias e críticas negativas, Campbell revelou que a experiência nos bastidores foi bastante positiva, especialmente pela parceria com Ryan Reynolds e Blake Lively, protagonistas do longa.

“Ryan é um cara muito engraçado, muito divertido. Na verdade, nos divertimos muito no filme. Gostei muito de trabalhar com ele e com a Blake Lively. Ela também foi ótima. E ele sempre teve um senso de humor afiado, sabe, o Ryan”.

O diretor ainda revelou que gostaria que o próprio Reynolds tivesse assumido o roteiro do filme:

“Na verdade, eu queria que Deus tivesse feito ele escrever o roteiro, e aí teria sido ótimo”. 

deadpool e wolverine logan
deadpool e wolverine logan

John Boyega revela por que prefere ‘Star Wars’ a ‘Star Trek’: “Sou um cara do sabre de luz”

John Boyega, o ator que interpretou Finn na trilogia de sequências deStar Wars (Episódios VII, VIII e IX), comentou recentemente sobre as frequentes comparações entre a saga que o lançou e a concorrente ‘Star Trek’, revelando uma característica que ele acredita queStar Wars poderia adotar.

O ator começou reafirmando sua preferência, segundo o ComicBookMovie:

“Sou um fã das antigas de Star Wars e, se você é um ‘Trekkie’ e já me encontrou em eventos, deve saber que eu costumo dizer que não gosto de Star Trek. Acho que o pessoal do lado ‘Trekkie’ gosta mais de conversar sobre o assunto. Já no lado de Star Wars, a gente age. Em Star Wars, você precisa falar enquanto a guerra está acontecendo”, afirmou.

‘Star Wars’: John Boyega revela como teria MUDADO a nova trilogia e feito algo “diferente”

Apesar de sua “lealdade” a Star Wars, Boyega ressaltou um ponto forte de ‘Star Trek’: “Em Star Trek, eles dão tempo para os personagens terem conversas. Acho que Star Wars poderia aprender algo com isso, na verdade”.

Finalizando a comparação, o ator descartou qualquer possibilidade de cruzar para o universo rival: “Mas, quanto a aparecer em Star Trek, eu tenho que manter minha lealdade. Sou um cara do sabre de luz”.

‘Star Wars’: Mark Hamill volta a comentar possibilidade de reprisar papel como Luke Skywalker

Lembrando que a segunda e última temporada de Andor, a mais recente adição ao universoStar Wars, já está disponível para streaming no catálogo do Disney+.

Relembre o trailer:

Além de Diego Luna, o elenco conta com Genevieve O’Reilly, Adria Arjona (‘Esquadrão 6’), Denise Gough (‘Guerrilla’), Stellan Skarsgård (‘Chernobyl’), e Kyle Soller (‘The Titan’). Ewan McGregor também pode reprisar seu papel como Obi-Wan Kenobi, enquanto Andy Serkis volta como Snoke.

O’Reilly reprisa seu papel como a membro-chefe da Aliança Rebelde, Mon Mothma, personagem que representou pela primeira vez em Star Wars: A Vingança dos Sith’ (2005) e depois emRogue One‘ (2016).

Nicholas Britell é responsável pela trilha sonora. Ele é conhecido por inúmeros projetos de grande aclame no cinema e na televisão. Ele recebeu duas indicações ao Oscar por seu trabalho em ‘Moonlight: Sob a Luz do Luar’ e em ‘Se a Rua Beale Falasse’. Além disso, conquistou um Emmy Award por sua magnífica trilha para o ovacionado drama ‘Succession’, onde trabalhou na primeira e na segunda temporadas. Seus outros créditos incluem ‘A Grande Aposta’‘Vice’, ‘Cruella’‘Não Olhe para Cima’.

Assinantes da Netflix estão REVOLTADOS com o final de aclamado filme estrelado por Rebecca Ferguson que chegou no catálogo

Casa de Dinamitethriller político dirigido pela vencedora do Oscar Kathryn Bigelow (‘Guerra ao Terror’), estreou em segundo lugar entre os filmes mais vistos no catálogo da Netflix, mas está deixando os assinantes revoltados com o desfecho da produção.

Casa de Dinamite teve sua estreia oficial no Festival de Veneza, onde foi recebido com aclame por parte da crítica e conquistou sólidos 88% de aprovação no Rotten Tomatoes – tornando-o um dos favoritos para aparecer na próxima temporada de premiações.

A história começa quando um míssil não identificado é disparado contra os Estados Unidos, dando início a uma corrida para encontrar o responsável e decidir o que fazer.

Nas redes sociais, os assinantes revelaram que ficaram desapontados com o final do filme.

Confira as reações:

Crítica | Kathryn Bigelow explora um assustador prospecto com o impecável suspense político ‘Casa de Dinamite’

Noah Oppenheim assina o roteiro.

Idris Elba, Rebecca Ferguson, Gabriel Basso, Jared Harris, Tracy Letts, Anthony Ramos, Moses Ingram, Jonah Hauer-King, Greta Lee e Jason Clarke estrelam.

 

Novo terror de ZUMBIS estreia em PRIMEIRO LUGAR na Netflix, mas DIVIDE a opinião dos assinantes

O terror indonésio ‘O Elixir‘ estreou em PRIMEIRO LUGAR entre os filmes mais vistos da Netflix, desbancando ‘Caramelo‘, ‘Uma Mulher na Cabine 10‘ e ‘Guerreiras do K-Pop‘.

Na trama, um elixir desperta os mortos-vivos em uma vila. Em meio ao terror, uma família em conflito precisa se unir e lutar para sobreviver enquanto a cidade entra em colapso.

Nas redes sociais, o filme dividiu opiniões.

Confira as reações, o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

O filme é dirigido por Kimo Stamboel, que também assina o roteiro ao lado de Agasyah KarimKhalid Kashogi.

Mikha Tambayong, Eva Celia, Marthino Lio, Dimas Anggara, ⁠Varen Arianda Calief, ⁠⁠Ardit Erwandha e Claresta Taufan estrelam.

Crítica | Kathryn Bigelow explora um assustador prospecto com o impecável suspense político ‘Casa de Dinamite’

Kathryn Bigelow é uma das cineastas mais prestigiadas da atualidade e ganhou atenção mundial após se tornar a primeira vencedora do Oscar de Melhor Direção por seu trabalho em ‘Guerra ao Terror’. Desde então, ela mergulhou em outras produções criminais ou políticas, incluindo ‘A Hora Mais Escura’ e ‘Detroit’, continuando a explorar escopos grandiosos através de narrativas frenéticas e bastante envolventes. Agora, Bigelow está de volta com uma ambiciosa parceria com a Netflix que ficou intitulada Casa de Dinamite – um poderoso thriller conspiratório que analisa o barril de pólvora em que o mundo se encontra.

Ao longo de quase duas horas, a diretora nos convida ao suspense mais enervante do ano e não poupa esforços em escalar um time de atores e atrizes estelar que se divide em três núcleos diferentes – fornecendo-nos uma perspectiva tríptica que, apesar de se concentrar em mesmo período, em momento algum torna-se repetitiva ou cansativa. E, apostando em uma estética documental, Bigelow nos arremessa em uma corrida contra o tempo que traz à tona comentários sobre a cultura armamentista e nuclear que se instaurou entre as principais potências do planeta no período pós-Guerra Fria, reacendendo explorações sobre a necessidade da conquista e a consecutiva destruição da civilização moderna.

Acompanhando tantos outros títulos similares dos últimos anos, o longa-metragem encontra sucesso ao se sagrar uma experiência sinestésica: na trama, o governo dos Estados Unidos mobiliza forças ao descobrir que um míssil não-identificado foi lançado em direção a uma das principais metrópoles do país, Chicago, compelindo os funcionários dos órgãos de segurança e de defesa a esquadrinhar um plano para impedir que uma catástrofe aconteça. Navegando entre a iminência de uma destruição completa, os oficiais tentam entender quem deu autorização para o lançamento do míssil e como responder a esse ataque terrorista – colocando em xeque o futuro da raça humana e o último capítulo da conquista bélica.

Como já mencionado, a estrutura do projeto divide-se em três e converge para um ponto em comum que se estende por 18 minutos – convidando os espectadores a acompanhar os esforços incansáveis para impedir que uma III Guerra Mundial se inicie. E, diferente do que poderíamos imaginar, o escopo épico é deixado de lado para a construção de estudos de personagens e a condição do ser humano frente a uma força incontrolável e ao inescapável prospecto da morte: cada parte dessa “trilogia” mergulha em um labiríntico cenário do qual não há salvação, mesmo que a reafirmação do controle seja constante e a frustração seja um resultado inexorável, garantindo uma claustrofobia angustiante que nos impede de desviar o olhar.

Acompanhada do roteiro de Noah Oppenheim, Bigelow se permite criticar cada setor da sociedade e dos órgãos políticos que regem o planeta, fugindo dos complexos de “salvador branco” que normalmente são designados a personagens norte-americanos e questionando a hegemonia do país através de um ataque organizado e inesperado. E, em vez de procurar um culpado ou um bode expiatório, a diretora se vê diante de um desprendimento de arquétipos cinemáticos para se apropriar de uma bem-vinda humanização, em que cada personagem é arrastado para um vórtice estoico de aceitação e melancolia, incapazes de impedirem o que foram programados para defender desde sempre.

Ao contrário do que imaginamos, não há qualquer romantização sobre a constante disputa bélica que se estende como uma erva daninha entre os países – e sim um alerta que, dia a dia, torna-se mais palpável. Bigelow e Oppenheim esquadrinham o início do fim, a gota d’água que não apenas premedita a retaliação estadunidense, como uma obrigatoriedade incisiva e categórica da defesa da pátria, por mais que isso custe vidas humanas. Essa frieza calculista é reiterada pela sóbria e complacente fotografia de Barry Ackroyd, que faz questão de isolar os personagens em uma compulsória despedida que já nos é anunciada há muito tempo; e pela dissonante trilha sonora assinada por Volker Bertelmann, que se apoia em cordas estridentes e em uma tensão orquestral para denotar uma escolha impossível.

A construção atmosférica não seria possível sem o irretocável comprometimento do elenco, com alguns destaques que tornam essa jornada ainda mais instigante e perturbadora. Rebecca Ferguson domina a primeira parte do filme como Olivia Walker, oficial sênior da Sala de Situação da Casa Branca, emergindo como uma mediadora entre seus superiores enquanto espera uma decisão clara à medida que tenta salvar a família; Idris Elba em uma poderosa e sufocante atuação como o Presidente dos Estados Unidos; Jared Harris como o Secretário de Defesa Reid Baker, representando a inevitabilidade da morte e a consequência da egolatria humana; e Gabriel Basso como o Conselheiro de Segurança Nacional Jake Bearington, cuja diplomacia deixa a entender que, mesmo em momentos difíceis, é possível encontrar uma centelha de esperança.

Casa de Dinamite poderia ter se rendido aos convencionalismos do gênero ao apenas emular tantas histórias similares, mas encontra sucesso ao abraçar certas fórmulas para garantir o máximo aproveitamento dos espectadores. Refletindo o momento crucial e irruptivo em que vivemos, Kathryn Bigelow acrescenta mais uma ótima obra à sua filmografia ao mostrar um cenário que, pouco a pouco, se torna mais crível e mais amedrontador.

‘He-Man: Mestres do Universo’: Morena Baccarin elogia transformação física de Nicholas Galitzine; “É insano”

A estrela brasileira Morena Baccarin, que interpretará a Feiticeira (The Sorceress) no filme live-action deMestres do Universo, comentou recentemente sobre os bastidores da produção, rasgando elogios à dedicação de Nicholas Galitzine ao papel de He-Man.

Em entrevista à Variety, Baccarin descreveu a transformação física de Galitzine:

“É insano. Eu o vi no set, ele vinha treinando por meses e meses, e fiquei tipo: ‘Meu Deus, como você conseguiu fazer isso?'”, afirmou.

A atriz também compartilhou seu entusiasmo pessoal com a franquia: “Eu cresci assistindo He-Man com o meu irmão, então isso foi uma grande parte da minha infância. Foi muito legal chegar lá e ver o figurino e o que eles tinham em mente para mim, toda a roupa, a peruca, as lentes de contato, tudo isso”.

Para Baccarin, o projeto promete ser grandioso: “Estou muito empolgada para ver o que eles vão fazer com o filme, porque sinto que minha participação foi apenas um pequeno elemento do que ele realmente será no final”.

‘HE-MAN: Mestres do Universo’: Primeiro trailer apresenta visual fiel à obra original; Confira a descrição!

O longa ‘Mestres do Universo’ tem lançamento programado para 5 de junho de 2026.

O filme é dirigido por Travis Knight (‘Kubo e as Cordas Mágicas’) e tem roteiro de Chris Butler, baseado em rascunhos iniciais de David Callaham e Aaron Nee.

“A história acompanha o Príncipe Adam aos 10 anos, que é separado de sua espada mágica e cai na Terra. Quase vinte anos depois, Adam retorna a Eternia para enfrentar as forças malignas do Esqueleto, precisando desvendar os mistérios de seu passado para se tornar He-Man: o homem mais poderoso do universo”, diz a sinopse.

Elenco Principal:

A atriz Kristen Wiig interpretará um papel inusitado no filme, dando voz ao personagem Roboto, um robô aliado de He-Man. O elenco conta ainda com Sam C. Wilson (Mandíbula), Hafthor Bjornsson (Homem-Cabra), Kojo Attah (Tri-Klops) e Jóhannes Haukur Jóhannesson (Fisto).

“Espero participar mais”: Morena Baccarin fala sobre possível retorno ao universo de ‘Deadpool’

A atriz Morena Baccarin, que dá vida a Vanessa Carlysle na franquiaDeadpool, compartilhou recentemente suas esperanças de poder retornar ao papel em um possível quarto filme do herói.

“Foi uma jornada muito longa. Não consigo acreditar que já se passaram quase 10 anos desde que filmamos o primeiro”, contou Baccarin à Variety. “Jamais teria imaginado, nem nos meus sonhos mais loucos, que tudo se tornaria o que é hoje. Foi muito divertido filmar, um universo realmente incrível”.

“Espero poder fazer mais parte disso e participar um pouco mais do que no último filme [Deadpool & Wolverine]”, continuou. “Mas entendi que era uma comédia entre amigos”.

‘Vingadores: Apocalipse’: Ryan Reynolds comenta possível retorno como Deadpool no MCU

Vale lembrar que, emDeadpool 2’, a personagem de Baccarin morreu logo na cena de abertura para impulsionar a história de Wade Wilson. Já em Deadpool & Wolverine’, a atriz teve apenas uma breve participação, assim como a maioria dos personagens coadjuvantes da franquia.

O longa, no entanto, deixou sinais de que Vanessa e o “Mercenário Tagarela” poderão retomar o romance no futuro.

Além disso, o astro Ryan Reynolds deve reprisar seu papel como Deadpool em Vingadores: Apocalipse, épico que deve explorar as guerras multiversais dentro do Universo Cinematográfico da Marvel (UCM).

‘Vingadores: Apocalipse’: Channing Tatum celebra participação no longa “além dos meus sonhos mais selvagens”

channing tatum

Vale lembrar que o próximo grande capítulo do UCM será ‘Vingadores: Apocalipse’.

O filme tem estreia marcada nos cinemas brasileiros para o dia 17 de dezembro de 2026, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

Já a sequência, ‘Vingadores: Guerras Secretas’, está programada para chegar às telonas exatamente um ano depois, em 17 de dezembro de 2027.

Evan Peters fala sobre possível RETORNO como Mercúrio em ‘Vingadores: Doomsday’

Além de Robert Downey Jr. como Victor Von Doom/Doutor Destino, o elenco contará com Tom Hiddleston (Loki), Anthony Mackie (Capitão América), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Letitia Wright (Pantera Negra), Wyatt Russell (Agente Americano) Simu Liu (Shang-Chi), Florence Pugh (Yelena Belova), Danny Ramirez (Falcão), Winston Duke (M’Baku), Vanessa Kirby ( Mulher Invisível), Ebon Moss-Bachrach (Coisa), Joseph Quinn (Tocha Humana), Lewis Pullman (Bob), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma), Patrick Stewart (Professor Xavier), Alan Cumming (Noturno), Ian McKellen (Magneto), Rebecca Romijn (Mística), James Marsden (Ciclope), Kelsey Grammer (Fera), Channing Tatum (Gambit), Paul Rudd (Homem-Formiga), Chris Hemsworth (Thor) e Pedro Pascal (Sr. Fantástico).

Jennifer Garner indica possível RETORNO como Elektra em ‘Vingadores: Doomsday’

10 discos imperdíveis para ouvir neste Dia das Bruxas

O mês mais místico do ano está caminhando para seu fim – e todos sabemos o que isso significa: Dia das Bruxas.

No dia que se estende de 31 de outubro até 02 de novembro, lendas e crendices populares afirmam que o véu que separa o mundo dos homens e dos espíritos se torna tênue o bastante para que ambos cruzem os limites entre a vida e a morte – e, desde a concepção medieval, histórias cruzaram épocas para nos assombrarem e para nos manterem atentos aos seres que se escondem nas sombras.

E é claro que o cinema e a literatura são os grandes antros de narrativas desse tipo – mas a música não fica muito atrás dessas esferas. Dessa forma, para celebrar o Halloween, o CinePOP separou dez álbuns imperdíveis para ouvir nessa mística data.

Confira nossas escolhas abaixo:

TURN OFF THE LIGHT’, Kim Petras

Lançamento: 01 de outubro de 2019

Kim Petras surgiu há pouco tempo no cenário musical, mas já entregou alguns dos melhores álbuns da década passada – incluindo a antologia de terror pop TURN OFF THE LIGHT. A compilação, dividida em duas partes, foi lançada como um álbum único no ano passado e trouxe referências de clássicos como ‘Halloween’‘Dia dos Namorados Macabro’ para construir uma narrativa arrepiante e movida a incursões do avant-pop e do pop industrial.

‘SEASON OF THE WITCH’, Nox Arcana

Lançamento: 01 de outubro de 2017

O grupo de new wave neoclássico Nox Arcana, fundado por Joseph Vargo, lançou seu 25º álbum de estúdio três anos atrás. Suas 21 belíssimas faixas giram em torno de um clã de bruxas que se reúnem na noite de Halloween para celebrarem os espíritos e o mundo sobrenatural. A track de abertura traz uma narração que soa como uma velha mulher lançado um feitiço – e que dá início a uma série de inflexões movidas pelo piano, pelo cravo, por violinos e vocais em coro.

‘SPOOPY’, Sharon Needles

Lançamento: 11 de outubro de 2019

Sharon Needles é uma das figuras mais icônicas e controversas a terem passado pelo programa ‘RuPaul’s Drag Race’, vencendo a 4ª temporada. Mas sua figura única também se aventurou pelo mundo na música e, em 2019, lançou o primeiro EP da carreira, ‘Spoopy’. Com apenas seis faixas, ela faz covers potentes de “Highway to Hell”“Devil with the Blue Dress On”, pincelando as famosas canções com uma aura arrepiante e incrível.

O ESTRANHO MUNDO DE JACK’, Vários Artistas

Lançamento: 29 de outubro de 1993

Poucos filmes alcançaram o status de adoração que O Estranho Mundo de Jack carrega. O longa-metragem, cuja história foi escrita por Tim Burton e levada para os cinemas por Henry Selick, veio acompanhado de uma trilha sonora composta por ninguém menos que Danny Elfman – mas é o musical em si que nos arrebata desde o primeiro momento. Aliás, a faixa “This Is Halloween” permanece como um dos grandes hinos do Dia das Bruxas até os dias de hoje.

ELVIRA PRESENTS HAUNTED HITS’, Cassandra Peterson

Lançamento: setembro de 1988

Elvira, a Rainha das Trevas, é um dos símbolos pin-up do Halloween desde que surgiu no cenário do entretenimento. O alter-ego de Cassandra Peterson, entre as décadas de 1980 e 1990, não deixou de mergulhar no cenário fonográfico e, em 1988, lançou seu primeiro compilado de canções tenebrosas. Elvira Presents Haunted Hits’ é uma grande jornada apresentada pela personagem que traz performances de Alice CooperThe Cramps e muitos outros.

ELVIRA PRESENTS MONSTER HITS’, Cassandra Peterson

Lançamento: setembro de 1994

O segundo compilado de Dia das Bruxas de ElviraElvira Presents Monster Hits’, é uma gema perdida no tempo e que não tem a devida atenção. Lançado um mês antes do Halloween, o especial é composto por nove faixas em que Cassandra retoma colaboração com Alice Cooper e convida outros nomes icônicos para ajudarem-na nessa trama arrepiante – incluindo Joey Gaynor, criador do tema musical de ‘A Família Addams’.

‘BURNING FROM THE INSIDE’, Bauhaus

Lançamento: 01 de julho de 1983

Formados em 1978 como parte da onda post-punk, o grupo Bauhaus ficou conhecido por seu glam rock experimental e ganhou fama como uma das primeiras bandas góticas da história. Em 1983, lançaram ‘Burning From the Inside’, um álbum que, apesar de não ter sido recebido com ânimo pela crítica especializada, caiu no gosto popular por sua sonoridade desarticulada e brilhante. Contando histórias depressivas sobre depravação e exaustão, a versão padrão do CD é composta por dez faixas.

THE ROCKY HORROR PICTURE SHOW’, Vários Artistas

Lançamento: 15 de agosto de 1975

“The Time Warp”“Sweet Transvestite”“Touch-a, Touch-a, Touch-a, Touch Me” são apenas algumas das faixas da trilha sonora do musical cult-cômico The Rocky Horror Picture Show, cuja irreverência cinematográfica atua com força até os dias de hoje em diversos artistas. Produzida por Richard Hartley, as catorze faixas originais são uma celebração da vida (ou, nesse caso, da morte) e arquitetam-se em dançantes performances de Tim CurrySusan SarandonBarry Bostwick.

MASTER OF PUPPETS’, Metallica

Lançamento: 03 de março de 1986

Considerado por muitos como um dos melhores álbuns de todos os tempos, Master of Puppets, da banda Metallica, ganhou aclame universal por parte da crítica especializada e carrega consigo um legado infindável. Debutando em primeiro lugar na Billboard 200, a produção redefiniu o cenário do heavy metal do começo dos anos 1990 e deu uma alavancada no gênero que ficaria conhecido como thrash metal – permanecendo um clássico mesmo 34 anos depois de seu lançamento.

BLACK SABBATH’, Black Sabbath

Lançamento: 13 de fevereiro de 1970

Antes de Metallica, veio Black Sabbath – e com o grupo, uma legião de fãs que ganha membros até os dias de hoje e uma discografia repleta de marcos importantíssimos. Guiado pela potente voz de Ozzy Osbourne, o álbum de estreia homônimo recebeu críticas bastante positivas à época do lançamento e foi incluído em diversos rankings desde então. A versão padrão traz apenas sete faixas, mas compõe o melhor do heavy metal.

A RETOMADA da Marvel nos cinemas ganha data de estreia no Disney+

O filme que marcou a retomada da Marvel nos cinemas ganhou data de estreia no Disney+.

Com 87% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, ‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 500 milhões nas bilheterias mundiais.

Atualmente, este é o segundo maior filme de super-heróis do ano, atrás apenas de ‘Superman’ (US$611.7M).

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 265.8 milhões. No mercado internacional, foram US$ 240.5 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 506.3 milhões.

O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com o Reino Unido (US$29.4M), México (US$27.4M), França (US$15.3M), Brasil (US$13.5M) e Austrália (US$11M).

Vale lembrar que o longa abriu com US$ 118 milhões no território norte-americano – o que representa a quarta maior estreia doméstica do ano, atrás apenas de ‘Um Filme Minecraft‘ (US$162M), ‘Lilo & Stitch‘ (US$146M) e ‘Superman‘ (US$125M).

A produção ainda recebeu uma nota A- do público no CinemaScore. Apesar de ter mantido a mesma média de ‘Superman‘ e ‘Thunderbolts*‘, a aprovação do filme ficou acima de ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo‘ (B-).

Ambientado em um vibrante mundo retrofuturista inspirado nos anos 1960, ‘O Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘ apresenta a Primeira Família da Marvel—Reed Richards/Senhor Fantástico (Pedro Pascal), Sue Storm/Mulher Invisível (Vanessa Kirby), Johnny Storm/Tocha Humana (Joseph Quinn) e Ben Grimm/Coisa (Ebon Moss-Bachrach)—enquanto enfrentam seu maior desafio até agora. Forçados a equilibrar seus papéis como heróis e a força dos laços familiares, eles devem defender a Terra de um deus espacial voraz chamado Galactus (Ralph Ineson) e seu enigmático arauto, o Surfista Prateado (Julia Garner). E como se o plano de Galactus para devorar o planeta inteiro e todos nele já não fosse ruim o suficiente, a ameaça se torna ainda mais pessoal.

Atriz comenta sobre o FUTURO da franquia ‘Brinquedo Assassino’: “Chucky sempre retorna”

Em entrevista ao Bloody Disgusting, Christine Elise quebrou o silêncio sobre o futuro da franquia ‘Brinquedo Assassino‘, após o cancelamento da série ‘Chucky‘.

A atriz, que estrelou o segundo filme da saga e reprisou seu papel como Kyle no seriado do canal SyFy, prometeu que ainda não vimos o fim do icônico boneco assassino.

“Não sei qual será o próximo [passo] da franquia. Tudo o que eu sei é que o Chucky sempre retorna.”

Ela completa, “A série foi realmente incrível. Acredito que as três temporadas, coletivamente, são melhores do que os sete filmes da saga. Don Mancini criou oito horas de conteúdo por três anos seguidos. Sinto que ele serviu um entretenimento incomparável.”

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Lembrando que as três primeiras temporadas estão disponíveis no Star+.

O elenco conta com Brad Dourif como a voz do Chucky, Jennifer Tilly como a icônica e psicótica Tiffany, Zackary Arthur como Jake Wheeler, Björgvin Arnarson como Devon Evans, Alyvia Alyn Lind como Lexy Cross, Alex Vincent como Andy Barclay, Christine Elise como Kyle, Fiona Dourif como Nica, Barbara Alyn Woods como a Prefeita Michelle Cross e Devon Sawa como um novo personagem.

Lachlan Watson (‘O Mundo Sombrio de Sabrina’) interpreta Glen/Glenda.

Blumhouse está desenvolvendo DUAS adaptações de ‘Alguma Coisa está Matando as Crianças’

De acordo com o Bloody Disgusting, a Blumhouse está desenvolvendo duas adaptações diferentes dos quadrinhos de terror ‘Alguma Coisa Está Matando as Crianças‘ (Something is Killing the Children).

A produtora está planejando um longa-metragem e uma série animada baseada na aclamada obra de James Tynion IVWerther Dell’Edera.

Tynion IV irá supervisionar o desenvolvimento do seriado.

Publicada originalmente em 2019, a trama acompanha a história de Erica Slaughter, uma caçadora de monstros de uma organização misteriosa mais preocupada em manter o segredo de sua existência do que em salvar suas vítimas. Neste mundo, apenas crianças podem ver monstros.

“É fácil entender por que tanto o público quanto a crítica elogiaram ‘Alguma Coisa Está Matando as Crianças’. Os quadrinhos de James e Werther exploram nossos medos mais primitivos, nos atraindo para um mundo fascinante e apresentando Erica Slaughter, a heroína implacável que todos nós gostaríamos de ter, para lutar contra os monstros que espreitam na escuridão,” declarou o produtor Jason Blum.

Vale lembrar que a Netflix chegou a anunciar uma adaptação dos quadrinhos, mas o projeto nunca saiu do papel. Em determinado ponto, Mike Flanagan (‘A Maldição da Residência Hill’) estava envolvido, mas se afastou da produção.

Traduzida para 10 idiomas, a HQ já ganhou o prêmio Eisner de Melhor Saga Estreante em 2020, um Harvey de Livro do Ano e um Ringo de Melhor Saga, além de entrar na lista das melhores histórias em quadrinhos para adultos da Associação de Bibliotecas da América.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Skeet Ulrich estrelará novo TERROR slasher estilo ‘Pânico’

De acordo com o The Hollywood Reporter, Skeet Ulrich será o protagonista do terror ‘The Big Kill‘, que marcará seu retorno ao universo slasher após sua passagem pela clássica franquia ‘Pânico‘.

O novo longa está sendo descrito como uma “sátira à Geração X e uma homenagem aos anos 90”.

O elenco ainda contará com Alicia Witt (‘Longlegs – Vínculo Mortal’), Pete Holmes (‘A Garota da Vez’), Jolene (‘Star Trek: Enterprise’), Megan Suri (‘Acompanhante Perfeita’), Jon Heder (‘Escola de Idiotas’),  Natasha Leggero (‘Zerando a Vida’), Morgan Jay (‘Tribunal Noturno’), Trevor Wallace (‘Drugstore June’) e Steph Tolev (‘Tires’).

Na trama…

“Um grupo de amigos de longa data e suas famílias compartilham uma cabana isolada após um funeral. Quando um assassino começa a caçar o grupo, os amigos são forçados a confrontar os elementos mais sombrios de seu passado.”

Todd Berger (‘A Maldição de Bridge Hollow’) é responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por Daniel Radosh.

“Eu assisti ‘Pânico’ nos cinemas enquanto ainda era adolescente, e eu fiquei impressionado porque era um slasher cheio de pessoas da minha idade. Elas falavam como eu. Mas, com o passar dos anos, percebi uma coisa sobre os protagonistas de slashers: eles não estão envelhecendo como nós. Então decidi fazer um terror cômico sobre um grupo de pessoas da Geração X, com filhos, dívidas e enfrentando crises existenciais,” declarou o cineasta.

O site ainda afirma que as filmagens do longa já foram encerradas.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Jamie Foxx e Robert De Niro no trailer EXPLOSIVO de ‘Soldado de Chumbo’; Confira!

A Diamond Films divulgou o primeiro trailer de ‘Soldado de Chumbo‘, filme de ação estrelado por Scott Eastwood, Jamie Foxx e Robert De Niro.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 4 de dezembro.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

Brad Furman (‘Cidade de Mentiras’) é responsável pela direção. Ele também assina o roteiro ao lado de Jess Fuerst e Pablo F. Fenjves.

Na trama, o ex-agente das forças especiais Nash Cavanaugh é recrutado pelo governo e forçado a confrontar o passado. Anos depois de abandonar um culto liderado pelo perigoso Bokushi, Nash precisa voltar à fortaleza onde ex-companheiros de guerra se transformaram em soldados de uma causa cruel. Ao lado do agente Emmanuel Ashburn, ele embarca em uma missão repleta de ação e vingança em um confronto explosivo.

Chainsaw Man – O Filme: Arco da Reze

(Chainsaw Man – The Movie: Reze Arc)

 

Elenco:

Kikunosuke Toya (Denji)
Reina Ueda (Reze)
Ai Fairouz (Power)
Tomori Kusunoki
Shôgo Sakata (Aki)

 

Direção: Tatsuya Yoshihara

Gênero: Animação

Duração: 100 min.

Distribuidora: Sony Pictures

Orçamento: US$ 20 milhões

Estreia: 23 de Outubro de 2025

Sinopse: 

Em CHAINSAW MAN – O FILME: ARCO DA REZE, Denji se tornou o Chainsaw Man, um garoto com um coração de demônio que agora faz parte dos Caçadores de Demônios da Divisão Especial 4. Após um encontro com Makima, a mulher dos seus sonhos, Denji se abriga da chuva. Lá, ele conhece Reze, uma garota que trabalha em um café.

Sucesso! ‘Chainsaw Man – O Filme: Arco da Reze’ estreia em 1º lugar nas bilheteiras nacionais

‘Chainsaw Man’: Anime ganha novo cartaz incrível e BRUTAL; Confira!

‘Chainsaw Man’: Anime ganha novo encerramento BRUTAL ao som de muito metal pesado

Curiosidades: 

» Baseado no mangá homônimo de Tatsuki Fujimoto, o filme serve como sequência direta da primeira temporada do anime;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Frankenstein

(Frankenstein)

 

Elenco:

Oscar Isaac
Jacob Elordi
Mia Goth

 

Direção: Guillermo del Toro

Gênero: Terror

Duração: 149 min.

Distribuidora: O2 Play Filmes

Orçamento: US$ 120 milhões

Estreia: 23 de Outubro de 2025

Sinopse: 

Em FRANKENSTEIN, o brilhante e egoísta cientista Victor Frankenstein dá vida a uma criatura em um experimento monstruoso que, no fim das contas, leva à ruína tanto do criador quanto de sua trágica criação.

Crítica | Guillermo del Toro orquestra uma ópera gótica com a gloriosa adaptação de ‘Frankenstein’ [Mostra SP]

Curiosidades: 

‘Frankenstein’: Mia Goth revela que ficou com medo de estrelar épico de Guillermo del Toro

‘Frankenstein’: Guillermo del Toro diz que mensagem do filme é “rara hoje em dia”

» O longa é baseado no romance clássico de Mary Shelley;

» Produção original da Netflix, a adaptação chegará ao serviço de streaming duas semanas após sua estreia nos cinemas – no dia 7 de novembro;

» Sobre o projeto, o diretor Guillermo del Toro declarou: “Este filme tem estado na minha mente desde que eu era criança. Tenho tentado dirigi-lo por mais de 20 anos. Algumas pessoas acham que eu sou um pouco obcecado com ‘Frankenstein’, e eles provavelmente estão certos. Com o passar das décadas, o personagem se fundiu com a minha mente que sua história é basicamente uma autobigrafia. Não há nada mais pessoal do que isso.”

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Crítica | Guillermo del Toro orquestra uma ópera gótica com a gloriosa adaptação de ‘Frankenstein’ [Mostra SP]

Filme exibido na 49ª Mostra de São Paulo.

Guillermo del Toro sempre trouxe uma visão única a cada uma de suas produções: desde o clássico ‘Cronos’, passando pela fábula bélica ‘O Labirinto do Fauno’ e culminando nos vencedores do Oscar ‘A Forma da Água’ e Pinóquio. Acompanhado de suas claras predileções pela fantasia e até mesmo pelo realismo fantástico, Del Toro explora a complexidade da psique humana através de narrativas que singram entre o universal e o particular – o que tornou sua decisão de adaptar o clássico romance moderno Frankenstein, de Mary Shelley, ainda mais interessante e ambiciosa.

A releitura do cineasta acompanha Victor Frankenstein (Oscar Isaac), um ousado médico que foi criado a mãos de ferro pelo pai e que passou sua infância e sua adolescência lidando com o trauma de ter perdido a mãe e de ver seu irmão mais novo ser acalentado pelas frias mãos de seu outro progenitor. Envolvendo-se com a medicina e com os detalhes da anatomia do corpo humano, Victor desenvolve uma afeição dêitica e divina pelo controle da vida e da morte – e dá início a um experimento quase blasfemo de construir seu próprio indivíduo. Utilizando partes de cadáveres para compor sua “obra-prima”, o cientista é financiado pelo impetuoso e egocêntrico médico Henrich Harlander (Christoph Waltz) e auxiliado pelo irmão, William (Felix Kammerer).

Após uma corrida contra o tempo e contra a inevitabilidade da morte, Victor adota a premissa “do pó viestes, ao pó retornarás” como um mote para sua perigosa conquista – que toma forma em uma grande e monstruosa criatura (Jacob Elordi). A princípio encantado com seu experimento, ele percebe que cometeu um erro ao ver que sua criação não passa de uma tentativa falha de tomar as rédeas da criação humana, resolvendo transformá-lo em um bode expiatório para seus caprichos e tentando eliminá-lo ao destruir o lugar em que nasceu. Porém, a pretensão desmedida de Victor culmina em um ser imortal, extremamente forte e que, desprovido de amor, se lança a uma vingança pessoal de encontrar seu mestre e obrigá-lo a lhe dar a felicidade que foi negada.

Estendendo-se por duas horas e meia, Frankenstein funciona em sua completude e supera as nossas expectativas por se configurar como um encontro entre expressão artística e criatividade narrativa. Mergulhando no universo criado por Shelley e trazendo o melhor da fantasia e da ficção científica às telonas, Del Toro arquiteta uma ópera gótica que, apesar dos poucos deslizes, usa e abusa de um time de atores estelar que ainda inclui Mia Goth e Charles Dance, e garante uma experiência sensorial que nos leva de volta no tempo e nos arremessa em uma potente, vibrante e apoteótica reflexão sobre o que significa remar contra as leis da natureza em si.

Como já mencionado, o filme bebe de uma paixão pelo gótico e pelas fábulas do século XIX que, de maneira soberba, transforma um projeto em um arauto propositalmente anacrônico. Desde imponentes estruturas que rasgam os céus até uma fotografia épica assinada por Dan Laustsen – que sabe muito bem dosar o intimismo dos personagens e o macrocosmo que permeia o arco de cada um deles -, as engrenagens estéticas da produção são irretocáveis e reiteram Del Toro não apenas como um dos diretores mais aclamados da atualidade, mas como um artista plástico que sabe como conduzir e como impactar os espectadores.

Também responsável pelo roteiro, o realizador constrói uma carta de amor para Shelley e para o cinema em si. É claro que alguns aspectos falham em cumprir com o prometido ou exageram demais na emoção fomentada – com menção ao final do ato de encerramento, que pende muito para o melodrama e que se torna redundante pela antêmica trilha sonora de Alexandre Desplat. Porém, os pontuais deslizes não tem força o suficiente para ofuscar a inebriante e inegável beleza que se ramifica através de diálogos ostensivos e teatrais, tangenciando uma altivez shakespeariana que acompanha a tragédia sci-fi de Shelley.

Isaac navega pela sanidade e pela loucura ao investir em cada detalhe da controversa personalidade de Victor, oferecendo uma rendição marcada pela frustração e pelo desejo da conquista – não só sobre a ciência e a fé, mas sobre os demônios que insistem em assombrá-lo décadas a fio. Kammerer, Dance e Goth fazem um bom trabalho ao materializar arquétipos da sociedade londrina da época – ainda que esta, dando vida à jovem Elizabeth, noiva de William, não tenha espaço o bastante para ser aprofundada, tornando-se um tanto quanto descartável para a narrativa. Mas é Elordi, que alcançou fama mundial por ‘Euphoria’ e ‘Saltburn’, quem usurpa os holofotes transmutando-se na criatura de Frankenstein e rendendo-se a uma visceral performance que nos deixa vidrados em cada uma das sequências em que está – e mostrando que seu potencial como ator é quase infinito.

Frankenstein surpreende ao não focar apenas no estilo, mas ao trazer um poderoso conteúdo que é abraçado por atores e atrizes de peso e por um time habilidoso que não deixa o ritmo cair em momento algum. Com exceção dos minutos finais, Guillermo Del Toro acerta mais uma vez com uma paixão cinematográfica aplaudível e que torna o título um dos mais honestos de sua carreira.

Frankenstein 1