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Crítica | ‘Zoe, Minha Amiga Morta’ – Filme no PRIME VIDEO apresenta reflexões inspiradoras sobre SAÚDE MENTAL

Totalmente focado em detalhar os caminhos de aflição de uma pessoa com Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT), o projeto Zoe, Minha Amiga Morta, que chegou recentemente ao catálogo do Prime Video, nos mostra uma jovem ex-militar perturbada pelo fantasma de uma amiga falecida. A partir do trauma de uma situação, percorremos os choques emocionais promovendo bons debates sobre saúde mental.

Dirigido por Kyle Hausmann-Stokes, em seu primeiro longa-metragem, o filme busca, por meio de seu roteiro, conectar todos os pontos de um diagnóstico que atinge milhares de pessoas ao redor do mundo. Do psicológico ao social, passando pelas fragilidades do estado de bem-estar até os sinais de alerta quando o descontrole se manifesta, o abismo profundo sobre o assunto é colocado para reflexões.

Merit (Sonequa Martin-Green) trabalhou durante muitos anos como mecânica em unidades militares. Durante o tempo que serviu ao exército, desenvolveu uma amizade profunda com Zoe (Natalie Morales). No presente, Merit enfrenta inúmeros conflitos provocados por situações que lhe causaram forte estresse. Buscando encontrar soluções para sua saúde mental e se reaproximando do avô – em fase inicial de Alzheimer – ela embarca em uma jornada de descobertas e enfrentamento dos medos.

O projeto busca realizar algo que pode ser bem complicado quando pensamos em narrativa: ligar um acontecimento trágico do passado – sem revelações iniciais, apenas sugestões – a questões incômodas do presente. Essa junção de elementos ganha força a partir de lembranças vívidas, em forma de flashbacks, mas que estacionam em muitos momentos na melancolia da introspecção, mesmo fazendo sentido pela culpa e o medo que destroem qualquer fortaleza.

Preparando o terreno para o seu iminente clímax, o filme segue em um ritmo dosado, através de um humor triste – entre o doloroso e o cômico –  percorrendo detalhes da intimidade de uma forte amizade, ponto inicial para o desenvolvimentos dos personagens. Falando em personagens, além das duas boas atuações das protagonistas, em papéis complexos e executados com interpretações comoventes e sólidas, os dois coadjuvantes interpretados pelos experientes Morgan Freeman e Ed Harris também chamam a atenção.

Zoe, Minha Amiga Morta através de uma história que pode encontrar paralelos com muitas outras, de forma envolvente, nos leva para reflexões sobre o universo muitas vezes silencioso da saúde mental.

10 filmes que vão virar seu fim de semana de cabeça para baixo!

Fim de semana batendo à porta, e nada melhor que relaxar assistindo a um filme impactante – tudo que queremos! Se você está há horas procurando um filme bom para ver, chegou ao lugar certo! Abaixo, uma lista com ótimas produções que vão preencher seu fim de semana:

 

A Vizinha Perfeita (Netflix)

Com uma narrativa brilhante, que encontra enorme coesão na sua montagem, o novo documentário da Netflix, A Vizinha Perfeita, detalha uma tragédia real e chocante que atingiu em cheio a cidade de Ocala, no Condado de Marion (Flórida). Dirigido pela cineasta Geeta Gandbhir, o projeto – que prende a atenção desde seu início até o sufocante desfecho – levanta questões importantes sobre preconceito racial, leis de legítima defesa e o papel da polícia, chegando em um recorte profundo sobre a sociedade norte-americana.

 

A Sala dos Professores (Prime Video)

Carla (Leonie Benesch) é uma professora recém chegada a uma escola que, após um dos seus alunos ser acusado de roubo, precisa lidar com um problema atrás do outro, gerando uma série de constrangimentos que colocam no centro dos debates o sistema de educação e aqueles que fazem parte dele.

 

O Último Respiro (Prime Video)

Baseado em uma história real que envolve uma das profissões mais perigosas do mundo, o longa-metragem O Último Respiro vai direto ao ponto, sem rodeios, ao reconstituir um resgate inacreditável – e até hoje considerado inexplicável – ocorrido a centenas de metros de profundidade no Mar do Norte. Sob a direção de Alex Parkinson, o filme conduz o espectador por uma narrativa intensa e cheia de tensão, onde o foco e a precisão exigidos pelo ofício se chocam com variáveis incontroláveis da natureza.

 

Herege (Prime Video)

Na trama, conhecemos Irmã Paxton (Chloe East) e a Irmã Barnes (Sophie Thatcher), duas jovens missionárias mórmons que vão até a casa de um homem para tentar convertê-lo à religião delas. A questão é que logo elas percebem estarem de frente com Mr. Reed (Hugh Grant), um pesquisador pra lá de maluco, que as envolve em uma espécie de jogo macabro.

 

A Substância (HBO MAX)

Na trama, conhecemos Elisabeth (Demi Moore), uma artista que vive seu presente longe dos holofotes e fama de outros tempos. Em total declínio na carreira, um dia é convidada a participar de um experimento com uma substância que replica células, criando assim uma nova versão, e mais jovem, de si mesma. Assim, surge Sue (Margaret Qualley). Embarcando nessa, Elisabeth perceberá que as consequências tomam um caminho sem volta.

 

O Que Tiver que Ser (Netflix)

O casal Stella (Josephine Bornebusch) e Gustav (Pål Sverre Hagen) estão em um relacionamento já em ruínas. Ela, uma mulher amargurada pelo rumo do seu casamento com uma notícia que esconde da família. Ele, um psicólogo que deixou faz tempo de ser presente como pai e marido. Juntos embarcam em uma viagem para acompanhar a filha adolescente Anna (Sigrid Johnson) numa competição de pole dance. Durante esse tempo, aprenderão mais uns sobre os outros, principalmente por conta do segredo que Stella esconde de todos.

 

O Chef (Filmelier +)

Na trama, filmada em plano sequência, acompanhamos uma noite conturbada na vida do experiente Chef Andy (Stephen Graham). Precisando lidar com problemas da sua equipe, e algumas questões inesperadas, ao longo de uma noite – que parece não acabar -, o esgotamento se torna uma questão de tempo.

 

Assalto Brutal (Netflix)

Na trama, um misterioso assalto a banco – com vítimas -, deixa Varsóvia em estado de alerta. Com uma proposta para voltar à ativa na forças da lei caso consiga desamarrar a investigação do crime, o policial Tadeusz Gadacz (Olavo Lubaszenko) fará de tudo para chegar até as verdades.

 

Baby (Telecine)

Colocando para reflexões embates dolorosos entre duas almas que o destino une movidos ao centro do tabuleiro de emoções intensas, o filme dirigido por Marcelo Caetano aborda de forma visceral as segundas chances e, principalmente, passa a limpo as camadas do juízo de valor. Com uma narrativa hipnotizante, nua e crua sobre as facetas do sobreviver, esse é um daqueles filmes que demoram a sair de nossas memórias.

 

Caminhos Cruzados (MUBI)

Lia (Mzia Arabuli) é uma professora de história aposentada moradora da cidade de Batumi, localizada no Mar Negro, na Geórgia, que está em busca da sobrinha – sua única família. Ela acaba se juntando a Achi (Lucas Kankava), um jovem perdido com o que fazer com sua vida, que sabe seu paradeiro. Assim, ambos atravessam a fronteira do sudeste do país, com a Turquia, que na visão de alguns é uma terra de oportunidades. Chegando lá, terão muitas descobertas.

 

 

Crítica | ‘Stans’ – Documentário magnético sobre EMINEM, seu Fandom e debates sociais importantes

Chegou de mansinho ao catálogo da Paramount Plus um documentário interessante que parte de uma relação entre um dos maiores rappers da história – ícone de uma geração dos anos 1990/2000 – e seu fandom, abrindo um leque de camadas originais e cheias de intensidade, que vão de encontro a momentos marcantes de sua carreira. Stans é muito mais que um olhar sobre o vínculo entre fã e artista: é uma imersão em sentimentos reais expressos em canções que atingiram em cheio corações pelo mundo – e que, logo, viraram arte.

No ano 2000, Marshall Bruce Mathers III, mais conhecido como Eminem, já no topo das paradas de sucessos com suas letras provocantes – que retratavam alguns pontos de vistos bem pessoais sobre recortes de sua vida – lançou uma música chamada Stan, que se tornaria um de seus maiores sucessos, sobre um fã devoto, andando na linha tênue entre admiração e obsessão. A palavra (e seu significado), 17 anos depois, foi reconhecida pelo Oxford English Dictionary. Esse é o gancho para chegarmos a este instigante documentário dirigido por Steven Leckart.

 

A partir de depoimentos de fãs fanáticos – em algumas escalas de intensidades – por seu ídolo, incluindo Ed Sheeran, chegamos em um produtivo e fascinante debate sobre a relação de identificação e admiração por um artista. Mas a obra não estaciona nessa questão, usando esse gancho para explorar outras camadas que jogam na tela recortes da vida profissional e pessoal de um exímio contador de histórias: um rapper que apresenta músicas bastante pessoais, com letras provocantes e videoclipes criativos, que algumas vezes partem para o confronto com a hipocrisia.

O interessante é que não se trata necessariamente de um documentário sobre toda a vida do Eminem. São duas correntes – fã e ídolo – que encontram-se para conversar sobre questões influenciadas pela trajetória do músico, em ambas perspectivas. Com uma edição inventiva – um dos grandes méritos dessa produção -, a narrativa percorre pontos importantes da carreira (mesmo não desenvolvendo além da superfície a questão do legado), além de abordar o processo criativo e a influência na vida de pessoas de um artista que teve como válvula de escape criar forças na vulnerabilidade, abrindo o livro de suas experiências.

Seja você é fã ou não de Eminem, pode ter certeza: essa é uma obra para se conferir. Stans se consolida como um documentário criativo e magnético, que insere questões sociais dentro de um universo bem particular – o de uma relação unidirecional que se amplia até as influências culturais.

 

‘O Telefone Preto 2’ supera o 1º filme e se torna a MAIOR estreia do ano para a Blumhouse

Sucesso! A aguardada sequência ‘O Telefone Preto 2‘ (The Black Phone 2) arrecadou US$ 26.5 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA.

O desempenho conseguiu superar a estreia do longa original, que abriu com US$ 23.6 milhões no país.

Crítica | Scott Derrickson constrói um épico invernal slasher com o ótimo ‘O Telefone Preto 2’

Além disso, a sequência se tornou o maior lançamento do ano para a Blumhouse, facilmente superando ‘Lobisomem‘ (US$10.8M), ‘M3GAN 2.0‘ (US$10.2M), ‘A Mulher no Jardim‘ (US$9.3M) e ‘Drop: Ameaça Anônima‘ (US$7.3M).

Com 74% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o terror recebeu uma nota B do público no CinemaScore. Para termos de comparação, a avaliação ficou levemente abaixo do longa original (B+).

O Telefone Preto 2’ já está em exibição nos cinemas nacionais!

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Scott Derrickson (‘A Entidade’) retorna à direção.

O elenco conta com o retorno de Ethan Hawke, Mason Thames, Madeleine McGraw, Jeremy Davies e Miguel Mora, além de introduzir Demián BichirArianna Rivas e Anna Lore.

‘The Drama’: Comédia romântica com Robert Pattinson e Zendaya ganha data de estreia

A aclamada A24 finalmente anunciou quando ‘The Drama‘, comédia romântica estrelada por Robert Pattinson (‘Batman’) e Zendaya (‘Euphoria’), será lançada.

O longa está programado para estrear no dia 3 de abril de 2026.

Detalhes sobre a trama não foram revelados, mas os astros devem interpretar um casal cujo relacionamento toma um rumo inesperado antes do casamento.

Anteriormente, Pattinson compartilhou sua experiência ao contracenar com Zendaya, explicando como a colega de elenco o ajudou a superar um momento de dificuldade durante as filmagens: “Tivemos uma cena juntos que estava me deixando louco”, disse o ator. “Eu estava desesperado procurando seu significado, escrevendo páginas e mais páginas de análise textual. Acabei ligando para Zendaya na noite anterior à gravação da cena. Compartilhei minhas dúvidas com ela, falei por duas horas e, depois de um tempo, com muita calma, ela me fez entender que a fala só dizia o que significava dizer, que não havia nenhum significado oculto. E lá estava eu, ficando louco por três dias”.

O filme é dirigido por Kristoffer Borgli e produzido por Ari Aster e Lars Knudsen, através da companhia Square Peg.

Alana Haim, Mamoudou Athie e Hailey Gates também estrelam a produção.

Michael J. Fox relembra conflitos com Crispin Glover nos bastidores de ‘De Volta para o Futuro’

O astro Michael J. Fox, estrela de De Volta para o Futuro, relembrou recentemente em sua nova autobiografia como seu colega de elenco Crispin Glover “criou atritos” nos bastidores com sua abordagem caótica para interpretar George McFly, o desastrado pai de Marty.

Em seu novo livro, “Future Boy: Back to the Future and My Journey Through the Space-Time Continuum”, Fox descreveu a dificuldade da equipe em lidar com o estilo imprevisível de Glover.

“Ninguém coloca Crispin em uma caixa. Mas isso não impediu a equipe de filmagem de literalmente construir uma caixa ao redor dele”, escreveu Fox, segundo o New York Post. “Como George McFly, Crispin tinha suas próprias ideias sobre como e onde seu personagem deveria se mover”.

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Fox relembrou uma cena de diálogo com Glover na qual ele simplesmente não conseguia ficar parado na marca determinada no chão.

“Quando Crispin se aproximava da câmera, ele deveria permanecer em uma faixa entre o varal de roupas e eu. Mas Crispin tinha outro plano”, escreveu ele. “Acho que ele via George como um andarilho, um espírito livre que se movimentava de forma aleatória, neste caso, perpendicular à câmera”.

O ator explicou que a equipe precisou “construir um pequeno curral com sacos de areia e suportes de iluminação (C-stands), prendendo Crispin dentro dos limites necessários para o enquadramento da cena”.

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Apesar dos desafios, Fox comentou que “adorava trabalhar” com Glover, cujo papel como George McFly foi substituído por outro ator nas sequênciasDe Volta para o Futuro II’ (1989) e ‘III’ (1990).

“O talento dele era inquestionável, embora seus métodos às vezes causassem atritos”, observou. “Mesmo assim, eu respeitava o fato de que ele se mantinha fiel à essência de George (da forma como ele o entendia e interpretava)”.

“Eu conhecia Crispin Glover antes de De Volta para o Futuro. Mas não diria que estava preparado para atuar com ele — não há como se preparar para o Crispin”, acrescentou Fox. “Com Christopher Lloyd, eu tinha uma noção do que ele faria. Nem ele nem Crispin faziam a mesma coisa da mesma maneira duas vezes”.

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De Volta para o Futuro’ está disponível no Globoplay.

10 curiosidades de “Wall-E”, uma das mais belas e subestimadas animações da Pixar

Lançado em 2008, Wall-E se consagrou como uma das animações mais ousadas da década passada ao criar uma ficção científica de mão cheia para criticar o capitalismo e como sua essência de consumo excessivo estava destruindo o planeta Terra.

Ambientado no ano de 2805, o longa conta a história de um robozinho catador de lixo que foi deixado para limpar a Terra, após a humanidade ter deixado o planeta rumo ao espaço devido às péssimas qualidades de ar e água, que impossibilitaram a vida na Terra. Certo dia, em suas viagens pelo mundo, ele encontra uma planta. Então EVA, uma robô sentinela de última geração, vasculha a região e encontra o Wall-E. Eles se apaixonam, mas a presença da muda faz com que a robozinha precise voltar ao espaço. Então, o Wall-E embarca numa aventura pelo espaço sideral atrás de sua amada.

O longa é um amor, mas por ter sido construído com pouquíssimos diálogos, acabou não caindo muito nas graças da molecada. Porém, com o passar dos anos, essa mesma geração que deu uma leve esnobada na época, acabou se apaixonando pelo filme. Por isso, o CinePOP selecionou 10 curiosidades que você talvez não saiba sobre Wall-E, um dos mais belos filmes da Pixar. Confira!

Começou em 1994

Os fanáticos pela Pixar sabem que os maiores sucessos da casa nasceram no mesmo dia. Em 1994, um almoço reuniu as quatro maiores mentes criativas da casa, John Lasseter, Andrew Stanton, Pete Docter e Joe Ranft, ao redor de uma mesa quando Toy Story estava praticamente finalizado. Confiantes de que o longa seria um sucesso, eles decidiram fazer um brainstorm sem compromisso de futuros projetos que poderiam fazer dali para frente. Nessa reunião, eles começaram a rabiscar em guardanapos e nos papéis da mesa as ideias que gostariam de tirar do papel, literalmente. Dessa conversa surgiram franquias como Vida de Inseto, Monstros S.A., Procurando Nemo e Wall-E. Stanton perguntou: “e se fizéssemos um filme sobre a humanidade deixando a Terra, mas esquecendo de desligar o último robô?”. E o resto é história.

Amor

Um ponto interessantíssimo do filme é que ele fala sobre a raça humana ter perdido sua humanidade durante os séculos vivendo no espaço sideral, cabendo a um robozinho – que descobriu sua “humanidade” após incontáveis anos explorando e colecionando a arte deixada pelos humanos na Terra – resgatar essa “humanidade” por meio de sua demonstração de amor. E esse era justamente o ponto que Andrew Stanton queria abordar no longa. Para ele, o ponto central da trama é que “o amor irracional pode superar qualquer coisa, inclusive programações numéricas”.

Inspiração

Por ser um filme de pouco diálogo, a equipe de animadores de Wall-E teve de apostar muito em drama e humor por meio de atuações corporais. Para isso, o time assistiu incontáveis produções de gênios do cinema mudo, como Charlie Chaplin e Buster Keaton. O conteúdo foi assistido diariamente pelo time, incluindo filmes e curtas, durante 18 meses, principalmente durante a hora do almoço.

Homem Máquina

Ben Burtt foi o designer de som que criou as “vozes” de praticamente todos os robozinhos que aparecem no filme. Foram mais de 2500 sons diferentes gravados para o longa, quase sempre usando materiais metálicos para a composição. O mais curioso disso tudo é que ele esteve por um triz de não embarcar nesse projeto já que, após trabalhar em Star Wars: Episódio III – A Vingança dos Sith (2005), ele disse que estava farto e havia comentado com a esposa que jamais trabalharia novamente em um filme de robôs. Pouquíssimos meses depois, porém, Stanton apresentou suas ideias para Burtt, que ficou encantado com as novidades que o longa prometia. Mais do que isso, o diretor foi bastante convincente ao dizer que precisaria dele para “criar 80% do elenco” de Wall-E. Foi o bastante para ele voltar atrás e embarcar em uma jornada de trabalho que custaria a ele dois anos de comprometimento com a Pixar.

Pós-apocalíptico

O filme brinca com dois extremos. O primeiro terço dessa aventura é ambientado em uma Terra pós-apocalíptica, na qual Wall-E faz seu trabalho de limpeza e coleta. O resto do longa é ambientado em cenários futurísticos espaciais. Para construir essa Terra destruída, o diretor artístico Anthony Christov buscou inspiração em sua terra natal. Natural da Bulgária, ele comentou sobre os problemas que a capital Sófia enfrentava para armazenamento e descarte de lixo. Mais do que isso, ele trouxe ao time de artistas conceituais imagens da cidade de Chernobil, na Ucrânia, que foi destruída e esvaziada por um acidente nuclear soviético, para que eles tomassem como inspiração. O resultado foi um mundo pós-apocalíptico impressionante.

Apple

Que a carinha do Wall-E foi inspirada em um binóculo que Andrew Stanton ganhou para ver um jogo de beisebol todo mundo já sabe, mas você sabia que a EVA é praticamente um produto da Apple? Pois é, a relação da empresa com a Pixar é muito forte, já que Steve Jobs, cofundador da Apple, foi acionista majoritário do estúdio de animação de 1986 a 2006, quando a Disney comprou a Pixar de uma vez. Em Wall-EJonathan Ive, vice-presidente sênior de design industrial da Apple, o homem por trás dos designs revolucionários do iPhone e outros ícones da marca, foi chamado para ajudar a criar o design da EVA. Por isso que ela tem esse visual clean, minimalista e arredondado, tal qual os fones e aparelhos eletrônicos da Apple na época.

Alienígenas

Falando sobre design, a ideia original do filme seria que os habitantes da nave para onde a EVA é levada fossem alienígenas. No entanto, Stanton não estava gostando dessa história de ter uma monarquia de ETs gelatinosos. Da mesma forma, a recepção da ideia também não foi muito positiva. Mas a ideia do formato dos aliens rendeu um novo conceito para a equipe. E se em vez dessas criaturas, a nave fosse habitada pelos próprios humanos, que deixaram a Terra e evoluíram em gravidade espacial, o que alteraria sua estrutura biológica para um corpo mais gordinho e com ossos menores? Bingo! O time adorou o novo conceito e se inspirou em bebês para criar essa nova humanidade sob efeito de sete séculos de evolução.

Extintor

Uma das sequências mais espetaculares de todo o filme é o balé espacial entre Wall-E e EVA no espaço. O robozinho usa um extintor de incêndio para acompanhar os movimentos da amada, criando um espetáculo visual memorável. No entanto, essa sequência deu bastante dor de cabeça para a equipe criativa, porque eles não sabiam se um extintor de incêndio funcionaria desse jeito no espaço. Para resolver a questão, eles consultaram um time de cientistas, mas obtiveram respostas divergentes. Enquanto uns defenderam que seria algo fisicamente plausível, outros afirmaram que, na prática, seria impossível. Porém, como eles já queriam muito fazer essa cena, a teoria física foi o bastante para chancelar a manutenção dela no filme.

Legado de robôs

Grande ameaça do filme, o “robô-capitão” AUTO, que atua como um piloto automático que se recusa a deixar a humanidade a voltar para a Terra, foi inspirado em duas inteligências artificiais famosas do cinema: HAL 9000, antagonista do clássico imortal do diretor Stanley Kubrick, 2001: Uma Odisseia no Espaço; e no MAX, de O Vôo do Navegador (1986), que tem praticamente o mesmo papel que o AUTO no filme. Falando sobre essas ficções espaciais, vale ressaltar que Sigourney Weaver foi chamada para dar voz ao computador principal da nave, em uma referência a seu papel na franquia Alien, que também traz a humanidade lutando pela vida dentro de uma nave isolada no espaço.

Sucesso

Apesar de ter ficado um pouco abaixo das expectativas nas bilheterias (arrecadou pouco mais de 521 milhões de dólares), Wall-E foi um fenômeno dentre a crítica especializada, sendo praticamente unanimidade. Um reflexo disso foi o filme ter se tornado o recordista de indicações ao Oscar da Pixar, com seis indicações nas categorias de  Melhor Filme de Animação, Melhor Roteiro Original, Melhor Trilha Sonora, Melhor Canção Original, Melhor Edição de Som e Melhor Mixagem de Som no Oscar 2009. Dessas seis, levou “apenas” a de Melhor Filme de Animação. Com as seis indicações, o filme se juntou a A Bela e a Fera (1991) como as animações com mais indicações na história da premiação. O barulho foi tanto que houve uma campanha forte para a indicação de Wall-E à categoria de Melhor Filme, mas a Academia não atendeu, gerando muito polêmica sobre um possível preconceito do Oscar com filmes de desenhos animados.

Wall-E está disponível no Disney+.

São Paulo recebe o Ballet Clássico de São Petersburgo com ‘O Quebra-Nozes’, em duas apresentações exclusivas no Teatro Liberdade

Nos dias 17 e 18 de novembro, São Paulo será palco de um acontecimento cultural histórico: a chegada ao Brasil do Ballet Clássico de São Petersburgo, companhia referência mundial no repertório clássico, que estreia sua aclamada produção de ‘O Quebra-Nozes’. A Infinitus, do Grupo In, recebe a temporada no Teatro Liberdade, reforçando o espaço como endereço de grandes produções internacionais. Os ingressos já estão disponíveis para compra no site da Sympla e na bilheteria física do teatro.

O espetáculo ganha brilho especial com a participação de dois grandes nomes da dança internacional: Alexander Volchkov, Premier do Ballet Bolshoi de Moscou, e Maria Tomilova, do Ballet Grigorovich. Sob a direção artística de Kirill Safin, estrela do Ballet Mariinsky, eles se unem a um elenco de 24 bailarinos, entre russos e ucranianos, em uma montagem grandiosa e fiel à tradição russa. 

Para São Paulo, receber essa temporada é motivo de celebração. A cidade será a primeira no Brasil a apresentar o espetáculo, em uma turnê que passará ainda por outras capitais. Assim, o Teatro Liberdade reforça seu papel como referência para grandes produções internacionais, consolidando-se não apenas como palco de teatro e musicais, mas também como espaço para obras-primas do repertório clássico mundial.

No palco, essa atmosfera ganha vida em cada detalhe: cenários e figurinos luxuosos que evocam o lirismo das festas de fim de ano, um corpo de baile em perfeita harmonia, momentos de virtuosismo técnico — como o célebre Grand Pas de Deux do segundo ato com as estrelas convidadas — e a execução integral da trilha imortal de Tchaikovsky. O resultado é a promessa de uma noite inesquecível.

Mais do que um balé, O Quebra-Nozesé um rito de encantamento que atravessa gerações. Um dos três ballets compostos por Piotr Tchaikovsky, estreou em 18 de dezembro de 1892 no histórico Teatro Mariinsky, em São Petersburgo, então capital da Rússia imperial. Baseada na adaptação de Alexandre Dumas para o conto de E.T.A. Hoffmann (‘O Quebra-Nozes e o Rei dos Camundongos’), a trama se tornou um marco das celebrações natalinas, traduzindo em música e movimento o instante delicado entre infância e maturidade.

A história narra a noite em que Clara ganha um quebra-nozes mágico, que desperta à meia-noite e a conduz por batalhas épicas contra o Rei dos Ratos até o Reino dos Doces. Entre sonhos, medos infantis e descobertas, o público é levado a um universo lúdico e atemporal, em que a fantasia se encontra com o espírito do Natal.

“Apresentar O Quebra-Nozes ao público do Brasil com nosso selo artístico é uma alegria imensa. É um balé que fala à criança que existe em todos nós, com música sublime e dança cristalina”, afirma o diretor Kirill Safin, do Ballet Clássico de São Petersburgo.

É justamente essa mistura de inocência, beleza e esperança que mantém O Quebra-Nozes atual em qualquer época. Ao som da trilha inconfundível de Tchaikovsky — ora grandiosa, ora delicada —, o espetáculo convida o público a revisitar emoções profundas: a alegria da festa, o suspense da batalha, a ternura da amizade e o deslumbramento diante do maravilhoso. Não por acaso, tornou-se tradição mundial, celebrado anualmente em dezenas de países como símbolo das festividades de fim de ano.

‘Rapsódia – O Musical’ ganha exibição especial de Halloween em São Paulo

Após encerrar uma elogiada primeira temporada na Sala Experimental do Teatro B32, a comédia dark original Rapsódia – O Musical’ retorna em grande estilo para uma edição especial e única de Halloween. A produção é uma realização da Cerejeira Produções em parceria com a Baldaquim Produções e com o Teatro Gamaro, e acontece no dia 30 de outubro, às 20h30, sob direção de Mau Alves, também autor do texto, e direção musical de Tony Lucchesi. Os ingressos estão à venda e podem ser adquiridos no site da Sympla.

Nesta versão, o espetáculo, que existe há 12 anos e só havia passado pelo Rio de Janeiro, mantém sua marca registrada – humor ácido, estética expressionista e experiência sensorial – mas ganha uma nova roupagem ao ser apresentado para uma plateia ainda maior e em um palco italiano tradicional. Mesmo nesse formato, a proposta é manter a atmosfera imersiva e a proximidade entre elenco e público: parte dos espectadores terá a oportunidade de assistir à sessão diretamente no palco, tornando a vivência ainda mais intensa. 

“A ideia é comemorar o Halloween de uma forma diferente, com muito sangue falso, surpresas e efeitos inéditos. É uma noite para o público se divertir e entrar no clima, vivendo o terror pelo olhar do teatro brasileiro”, comenta o produtor Rafael Ramirez.

Na trama, acompanhamos Pátrio, um jovem sem perspectivas que aceita trabalhar em uma antiga fábrica de sabonetes na misteriosa cidade de Rapsódia. Lá, descobre personagens excêntricos, artistas de cabaré e um segredo grotesco que transforma sua vida em uma sucessão de reviravoltas. Para o público, a experiência é imersiva: bolhas de sabão, folhas secas, respingos de sangue falso e elementos cenográficos inesperados transformam a sessão em uma vivência para todos os sentidos.

O elenco segue o mesmo da temporada paulistana, com Felipe Assis Brasil (Pátrio), Conrado Helt (Jeremias), Mau Alves (Tobias), Lurryan (Coné), Andressa Secchin (Catarina), Igor Miranda (Horácio), Marília Di Lorenço (Tamara), Julia Morganti (Shana) e Luan Carvalho (Gana).

O espetáculo é embalado por uma trilha sonora composta por 14 músicas originais, sendo duas inéditas, que reforçam sua força autoral com letras de Mau Alves e Sarah Benchimol – que assina ainda as composições ao lado de Tony Lucchesi. A equipe criativa desse “terrir” se completa com a direção musical residente de Dan Motta, a coreografia de Clara da Costa, o visagismo de Alisson Rodrigues, a perucaria de Andre Goes, a iluminação de Rafael Ramirez, a cenografia – desenvolvida integralmente com materiais reciclados – de Lurryan, os figurinos de Ùga agÚ e Fê Faria e o desenho de som de Anderson Moura.

‘One Piece’: Confira os títulos dos OITO episódios da 2ª temporada do live-action

Segundo o site What’s On Netflix, foram divulgados os títulos oficiais dos episódios da 2ª temporada do live-action de ‘One Piece‘.

O próximo ciclo contará com oito capítulos, cujos nomes você vê abaixo, em ordem alfabética:

  • Big Trouble in Little Garden
  • Deer and Loathing in Drum Kingdom
  • Good Whale Hunting
  • Nami Deerest
  • Reindeer Shames
  • The Beginning of the End
  • Wax On, Wax Off
  • Whisky Business

Mais detalhes não foram divulgados.

“Na temporada anterior, foi empolgante ver os Chapéus de Palha se tornarem uma família. Nesta temporada, eles estarão confiando completamente uns nos outros,” declarou a atriz Emily Rudd sobre o novo ciclo, que terá o subtítulo ‘Rumo à Grand Line‘.

Sem data de estreia, o próximo ciclo está programado para 2026.

Iñaki GodoyEmily RuddMackenyuJacob Romero GibsonTaz Skylar estrelam a produção.

Em One Piece: A Série’, os mangás mais vendidos do Japão ganham vida no live-action da Netflix. Na série, Monkey D. Luffy (Godoy) é um garoto de espírito livre que tem energia e coragem de sobra. Seu maior sonho é se tornar o Rei dos Piratas e conquistar os mares e, para isso, ele tem como missão encontrar o legado de Gold Roger. O One Piece é o maior tesouro escondido pelo pirata e achá-lo é a única forma de chegar ao seu objetivo. Para essa arriscada missão, Luffy reúne uma tripulação habilidosa e pronta para enfrentar perigosos rivais e explorar ilhas misteriosas.

Vale lembrar que a série já está renovada para a 3ª temporada!

Sabrina Carpenter domina o Saturday Night Live com performances de “Manchild” e “Nobody’s Son”

A vencedora do Grammy Sabrina Carpenter, uma das vozes mais populares da nova geração da música, foi a anfitriã e convidada musical do último episódio de Saturday Night Live – e aproveitou o momento para fazer uma ótima performance promovendo o álbum ‘Man’s Best Friend’.

Durante o programa, Carpenter apresentou o lead single “Manchild” e a faixa “Nobody’s Son”, levando o público à loucura.

Confira:

https://www.youtube.com/watch?v=vZnUHFNY_Uw

https://www.youtube.com/watch?v=E4M2qjkZxj4

Vale lembrar que o compilado de originais já está disponível nas plataformas de streaming.

Carpenter fez sua estreia oficial no mundo da música com ‘Eyes Wide Open’, em 2015, ascendendo a uma carreira meteórica nos últimos anos – principalmente depois de ter lançado o aclamado ‘emails i can’t send’ e sua subsequente versão deluxe.

Em 2023 e 2024, a cantora, compositora e atriz também foi chamada por Taylor Swift como um dos atos de abertura da ‘The Eras Tour’, apresentando-se, inclusive, no Brasil.

Dentre suas músicas mais famosas, podemos citar “Thumbs”“Paris”“read your mind”“feather”.

Gwyneth Paltrow critica biografia não autorizada: “Perdeu completamente quem eu sou”

A estrela Gwyneth Paltrow, vencedora do Oscar por Shakespeare Apaixonado, criticou recentemente o trabalho de Amy Odell em sua biografia não autorizada, intitulada “Gwyneth: The Biography” e publicada em julho nos EUA.

Segundo o DeadlinePaltrow revelou que não leu o livro, que se baseou em mais de 200 entrevistas, mas seu marido, o produtor Brad Falchuk, o fez.

“Então, meu marido deu uma folheada, só porque eu perguntei: ‘O que tem aí?'”, contou ela. “Ele disse: ‘Parece que alguém colocou um comando no ChatGPT e disse: vasculhe todos os artigos do Daily Mail e escreva uma biografia sobre Gwyneth Paltrow'”.

Paltrow acrescentou: “Ela não entendeu nada, perdeu completamente quem eu sou, qual é o meu impacto. Meu marido falou: ‘É simplesmente ruim. Mal escrito mesmo’. E eu respondi: ‘OK’. As coisas que vi na revista People, e em [outros veículos que repercutiram], eram tudo bobagens, coisas que supostamente eu teria dito”.

A atriz também ironizou a escolha da biógrafa, levantando uma questão sobre machismo na indústria: “É muito sexista. Fiquei tipo: ‘Tá, peraí. Por que os homens ganham um Walter Isaacson e eu fico com essa amadora?’ Entende o que quero dizer?”.

(Walter Isaacson é um renomado jornalista e autor de biografias de figuras como Steve Jobs, Elon Musk e Albert Einstein).

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A biografia também levantou questionamentos sobre um suposto ambiente de trabalho “tóxico” na Goop, marca de lifestyle fundada pela atriz,  algo que Paltrow considera problemático e rebateu com veemência.

“Isso me enlouquece, porque nós nunca tivemos isso”, disse Paltrow. “É verdade que já tivemos algumas pessoas tóxicas e, por causa do meu medo de confronto, talvez eu não tenha lidado com isso rápido o suficiente. Isso tem um efeito cascata, e eu assumo total responsabilidade por isso. Mas a nossa cultura é muito boa. É. Isso é algo do qual me orgulho muito e no qual trabalhei duro”.

Ela finalizou, defendendo a Goop: “Claro que vou dizer: ‘Não é uma cultura tóxica’. Óbvio! Somos todos seres humanos que vão trabalhar, às vezes com questões não resolvidas, e isso vem à tona. Pessoas podem ter experiências ruins em qualquer lugar. Mas eu garanto: se você entrasse no escritório da Goop em Santa Monica, diria: ‘Que p é essa que estão falando?’ Você veria equipes realmente engajadas, brilhantes, altamente colaborativas e empolgadas. Então, não gosto desse tipo de coisa, isso afeta a equipe”.

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Florence and the Machine apresenta lead single do álbum “Everybody Scream” ao vivo; Assista!

O popular ato musical conhecido como Florence and the Machine, liderado por Florence Welch, participou recentemente do programa The Graham Norton Show como artista musical convidado – e aproveitou para fazer uma incrível performance de Everybody Scream.

A música funciona como lead single do álbum homônimo que tem lançamento agendado para 31 de outubro – e que conta com outras 11 faixas.

Confira a apresentação:

Relembre a tracklist:

1. Everybody Scream
2. One of the Greats
3. Witch Dance
4. Sympathy Magic
5. Perfume and Milk
6. Buckle
7. Kraken
8. The Old Religion
9. Drink Deep
10. Music by Men
11. You Can Have It All
12. And Love

Everybody Scream, que contará com múltiplas versões, já está disponível em pré-venda no site oficial do grupo.

Vale lembrar que o compilado marca o primeiro lançamento de Florence and the Machine desde 2022, com ‘Dance Fever’.

George Lucas revela ter SUPERADO ‘Star Wars’ após compra da Lucasfilm pela Disney

Já faz 13 anos desde que George Lucas vendeu a Lucasfilm para a Walt Disney pelo montante de US$4 bilhões. E, apesar dos fãs da icônica saga Star Wars esperarem pacientemente para o retorno do realizador para mais um filme, ele se encontra bem ocupado com a abertura de um museu.

O projeto custou US$1 bilhão para o cineasta, e o Lucas Museum of Narrative Art deve abrir em Los Angeles, Estados Unidos, no ano que vem. Como o próprio nome indica, a exposição será focada na arte narrativa – e, para a decepção de muitos, não funcionária como um museu fílmico ou uma jornada pela carreira de Lucas.

Durante uma entrevista ao The Wall Street Journal, ele explicou por que está ansioso para que o projeto não fique conhecido como “o museu de Star Wars.

“É uma galeria entre 33. E eu fiz isso de má vontade”, disse Lucas, exasperado. “Eu não queria que as pessoas viessem ao museu e perguntassem: ‘Onde está Star Wars?'”.

O museu abrigará uma Starfighter N-1 de Star Wars: A Ameaça Fantasma’, de 1999, mas apenas uma exposição será dedicada à franquia.

Abordando o estado atual da saga e como ele agora vê o mundo que criou, Lucas disse: “A Disney assumiu o controle e deu a ela sua visão. É isso que acontece. É claro que eu superei isso. Quer dizer, eu tenho uma vida. Estou construindo um museu. Um museu é mais difícil do que fazer filmes”.

Vale lembrar que o próximo filme da franquia é ‘Star Wars: Starfighter’, estrelado por Ryan Gosling.

Romance infantil do autor de ‘A Fantástica Fábrica de Chocolate’ ganha adaptação animada pela Netflix; Saiba mais!

Os Pestes(‘The Twits’), inspirado no clássico romance homônimo assinado por Roald Dahl (‘A Fantástica Fábrica de Chocolate’), já está disponível no catálogo da Netflix.

O longa-metragem, que chegou à grade de programação da plataforma no último dia 17 de outubro, é dirigido e coassinado por Phil Johnston, que ganhou fama por seu trabalho na duologia ‘Detona Ralph’‘WiFi Ralph: Quebrando a Internet’.

Na trama…

O Sr. e a Sra. Twit, as pessoas mais malvadas, fedorentas e desagradáveis ​​do mundo, são donos e administradores do parque de diversões mais nojento, perigoso e idiota do mundo: Twitlândia. Quando os Twits ascendem ao poder em sua cidade, duas crianças corajosas – Beesha e Bubsy – e uma família de macacos mágicos são forçados a se tornarem tão astutos quanto os Twits para salvar a cidade.

Funcionando como uma comédia musical que promete encantar os pequenos, o elenco conta com Margo MartindaleJohnny VegasNatalie PortmanEmilia ClarkeMaitreyi RamakrishnanRyan LopezJason MantzoukasTimothy SimonsAlan TudykNicole Byer.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

‘The Copenhagen Test’: Suspense SCI-FI com Simu Liu e Melissa Barrera ganha trailer e data de estreia; Confira!

Peacock divulgou recentemente o trailer de The Copenhagen Test, série de suspense sci-fi e de espionagem estrelada por Simu Liu (‘Shang-Chi’) e Melissa Barrera (‘Em Um Bairro de Nova York’).

A produção consistirá em oito episódios e tem estreia agendada para o dia 27 de dezembro.

Confira:

A série foi criada por Thomas Brandon, que também assume a cadeira de showrunner ao lado de Jennifer Yale.

James Wan entra como produtor executivo.

A trama acompanha o analista de inteligência sino-americano de primeira geração Alexander Hale (Liu), que descobre que seu cérebro foi hackeado, dando aos criminosos acesso a tudo o que ele vê e ouve. Preso entre sua agência obscura e os hackers desconhecidos, ele precisa manter uma atuação 24 horas por dia, 7 dias por semana, para descobrir quem é o responsável e provar a quem é leal.

Sinclair DanielBrian d’Arcy JamesMark O’BrienKathleen Chalfant coestrelam a atração.

Kristen Wiig está de volta no trailer DUBLADO da 2ª temporada da comédia ‘Palm Royale’; Confira!

glamour está de volta, e a Apple TV Brasil divulgou o trailer dublado da 2ª temporada de ‘Palm Royale’, série de comédia estrelada por Kristen WiigLaura Dern.

O próximo ciclo tem estreia marcada para o dia 12 de novembro na plataforma de streaming.

Confira:

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Lembrando que Patti LuPone (‘Agatha Desde Sempre’) participará em caráter convidado dos próximos episódios.

Alison JanneyLeslie Bibb, Ricky MartinJosh LucasCarol BurnettBruce Dern, Kaia Gerber e outros também estrelam.

‘Palm Royale’ é uma verdadeira história de Maxine Simmons (Wiig), uma mulher que se esforça para entrar na alta sociedade de Palm Beach. Enquanto Maxine tenta cruzar a linha impermeável entre os que têm e os que não têm, a série faz a mesma pergunta que ainda nos confunde hoje: “quanto de você está disposto a sacrificar para conseguir o que outra pessoa tem?”. Ambientado durante o explosivo ano de 1969, Palm Royale’ é uma prova de que todos os forasteiros lutam por sua chance de realmente pertencer a algum lugar.

Abe Sylvia (‘The Eyes of Tammy Faye’, ‘Dead to Me’) é a criadora e showrunner da série, além de assinar os roteiros, que são baseados no livro de Juliet McDaniel.

Sylvia também produz o projeto, ao lado do indicado ao Oscar Tate Taylor (‘Últimas notícias de Yuba County’, ‘Histórias Cruzadas’), que dirige os episódios.

Olivia Holt e Connor Swindells planejam um ROUBO no trailer da rom-com natalina ‘Feliz Assalto’

Netflix Brasil divulgou recentemente o trailer oficial de ‘Feliz Assalto’, comédia romântica natalina estrelada por Olivia Holt (‘Cruel Summer’) e Connor Swindells (‘Sex Education’).

O longa chega à plataforma de streaming no dia 26 de novembro.

Confira:

O filme é dirigido por Michael Fimognari, enquanto Abby McDonald assina o roteiro.

Sophia (Holt), uma vendedora perspicaz, e Nick (Swindells), um reparador azarado, são ladrões de pequena monta com o mesmo objetivo na véspera de Natal: roubar a loja de departamentos mais famosa de Londres. Forçados a uma aliança desconfortável, à medida que segredos vêm à tona e sentimentos um pelo outro se aprofundam, Sophia e Nick colocam seu relacionamento e o assalto em risco.

Lucy PunchPeter SerafinowiczPoppy DraytonMichael SalamiMariah Louca completam o elenco.

‘Vingadores: Guerras Secretas’ será ainda MAIOR que ‘Doomsday’, aponta rumor

‘Vingadores: Doomsday’ contará com o retorno de diversos personagens muito amados pelos fãs de super-heróis – incluindo membros da franquia live-action original dos ‘X-Men’ e possíveis variantes de heróis. Porém, de acordo com recentes rumores, o escopo de ua sequência direta, ‘Guerras Secretas’, será ainda maior – de forma inimaginável pelo público.

Segundo fontes próximas ao conhecido perfil insider @MyTimeToShineH, “a ideia é trazer TODOS de volta em ‘Guerras Secretas’. Em outras palavras, as surpresas e participações especiais em ‘Doomsday’ serão insignificantes em comparação com o que está planejado para 2027.

O plano pode ser trazer “todos” de volta, mas isso não significa que todos concordarão. Ainda assim, no que provavelmente será a despedida final de muitos atores antes do MCU ser reiniciado, não nos surpreenderia se pessoas como Ben Affleck (Demolidor), Nicolas Cage (Motoqueiro Fantasma) e Tobey Maguire (Homem-Aranha) resolvessem vestir o uniforme pela última vez para os fãs.

‘Vingadores: Doomsday’: Novos rumores indicam retorno de amado personagem ao épico da Marvel

‘Doomsday’ tem estreia marcada nos cinemas brasileiros para o dia 17 de dezembro de 2026, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. Já a sequência ‘Guerras Secretas’ está programado para chegar às telonas exatamente um ano depois, em 17 de dezembro de 2027.

Além de Robert Downey Jr. como Victor Von Doom/Doutor Destino, o elenco contará com Tom Hiddleston (Loki), Anthony Mackie (Capitão América), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Letitia Wright (Pantera Negra), Wyatt Russell (Agente Americano) Simu Liu (Shang-Chi), Florence Pugh (Yelena Belova), Danny Ramirez (Falcão), Winston Duke (M’Baku), Vanessa Kirby ( Mulher Invisível), Ebon Moss-Bachrach (Coisa), Joseph Quinn (Tocha Humana), Lewis Pullman (Bob), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma), Patrick Stewart (Professor Xavier), Alan Cumming (Noturno), Ian McKellen (Magneto), Rebecca Romijn (Mística), James Marsden (Ciclope), Kelsey Grammer (Fera), Channing Tatum (Gambit), Paul Rudd (Homem-Formiga), Chris Hemsworth (Thor) e Pedro Pascal (Sr. Fantástico).

Jennifer Garner indica possível RETORNO como Elektra em ‘Vingadores: Doomsday’

Mark Ruffalo traz atualização sobre filme solo do Hulk: “Estamos conversando sobre isso”

Após ter sido oficialmente escalado para ‘Vingadores’, em 2012, Mark Ruffalo tornou-se oficialmente membro da família do Universo Cinemático Marvel ao encarnar com maestria Bruce Banner/Hulk.

Tendo aparecido em incontáveis projetos do MCU, incluindo ‘Thor: Ragnarok’‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’ e o vindouro ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’. Porém, diferente de Thor, Homem de Ferro e tantos outros, o herói ainda não teve um projeto solo nos cinemas.

Não é segredo que questões mais complicadas impedem que Hulk ganhe um filme focado apenas em si, incluindo o fato de que os direitos de distribuição não fazem parte da Marvel Studios ou da Walt Disney Studios.

“[Os direitos] não são exatamente da Marvel, o ator reiterou, em entrevista à GQ“É uma propriedade da Universal. E não sei se [o filme solo] verá a luz do dia, honestamente. Estamos conversando sobre isso ainda, sobre o que poderia ser”.

Anteriormente, Ruffalo comentou sobre o que o compele a fazer parte de uma franquia de super-heróis tão contínua e expansiva quanto o MCU: “simplesmente ter a continuidade. Como ator, você vai de uma situação extrema para a outra. Você cria esses grupos unidos e depois se separa, e raramente você tem esse tipo de continuidade”.

“Nunca pensei que teria um emprego de verdade, legítimo e estável. [Ser um Vingador] é o meu emprego estável. Cada filme que você faz é como um universo diferente, especialmente se você estiver trabalhando com diretores diferentes. O que eu amo na Marvel é que eles realmente deixam o diretor criar um mundo totalmente diferente. Você vai de ‘Vingadores’ a Thor: Ragnarok’. Eles são extremamente diferentes.”