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Crítica | ‘O Amigo’ – Filme no PRIME VIDEO apresenta um vendaval de emoções em uma belíssima dicotomia entre a vida e a morte

Percorrendo os caminhos lacrimosos da melancolia, chegou sem muito oba oba no Prime Video um filme que toca profundamente nossos corações. Através do luto e das surpresas que a vida apresenta, O Amigo consegue ampliar horizontes das razões existenciais em uma narrativa que combina a solidão dos momentos difíceis com a abertura de uma nova porta de oportunidade: a de viver sem esquecer.

Dirigido por Scott McGehee e David Siegel, o projeto também abre espaço para um olhar familiar nas relações interpessoais e sobre a maneira como enxergamos a compaixão dentro de um existencialismo construído de forma única por cada ser humano. Mas o ponto principal é a relação entre uma protagonista em crise e um cachorro apaixonante que só tem tamanho – o elo que move as correntes para as emoções.

Baseado em um livro homônimo da escritora nova-iorquina Sigrid Nunez, nessa obra acompanhamos a história de Iris (Naomi Watts), uma escritora que acaba de perder seu amigo e mentor, o professor Walter (Bill Murray). Para sua surpresa, logo após o funeral, descobre um desejo dele: que ela ficasse com seu cachorro, Apolo – algo que vira sua vida do avesso.

Do luto aos seus desenrolares, sem se desprender de um estado de tristeza contemplativa – expressa em gestos, atitudes e palavras -, esse é um filme que diz muito sobre nós, seres humanos: as prioridades, os erros, os acertos, as diversas formas de dizer adeus. Com esse roteiro cheio de camadas profundas, a narrativa encontra ritmo em meio à melancolia, conduzida por ótimos personagens em total harmonia.

Pelos olhos de uma protagonista muito bem interpretada pela excelente atriz Naomi Watts, entramos em uma jornada que vai do lembrar ao sentir – colocando pedaços a serem construídos de um futuro a partir de um presente com definições importantes. Alguns diálogos da personagem são memoráveis, com grande impacto em cena. O principal deles, já no desfecho ao lado de Bill Murray – cirúrgico no papel, mesmo com pouquíssimo tempo de tela – provoca contrastes que se completam numa dicotomia entre a morte a vida, fechando uma história pra guardar no coração.

Conheça o novo DRAMA argentino inspirado em eventos reais que está fazendo sucesos na Netflix!

A Netflix é lar de incontáveis produções originais – e, recentemente, lançou sua mais nova produção argentina-espanhola em sua grade.

Intitulado A Mulher da Fila, o filme acompanha uma mulher que tenta averiguar, por conta própria, as causas que culminaram na prisão de seu filho.

Dirigido por Benjamin Ávila, o longa traz Natalia OreiroAmparo NogueraAlberto Ammann, Marcela AcuñaFederico Henrick no elenco protagonista – e promete emocionar os assinantes da plataforma de streaming.

Confira a sinopse oficial:

A Mulher da Fila acompanha a história real de Andrea (Oreiro), uma mulher que tem a vida virada de cabeça pra baixo quando o seu filho de 18 anos é falsamente acusado de um delito e acaba dentro de uma prisão. Agora, toda a sua vida precisará ser dedicada a uma batalha contra o sistema judiciário, que se torna cada dia mais burocrático. Descobrindo que há também outras mulheres na mesma luta, aos poucos Andrea conquistará a confiança delas. Apesar de toda a sua luta, apenas uma paixão será capaz de destruir os seus próprios preconceitos, valores e crenças negativas acerca daqueles que estão afastados da sociedade.

Ávila também assina o roteiro ao lado de Marcelo Müller.

Conifra o trailer:

‘Toy Story 5’: Tim Allen afirma que novo longa trará Jessie como PROTAGONISTA

Pixar está retornando para suas franquias-legado com o aguardado quinto capítulo de Toy Story – que, segundo Tim Allen (voz de Buzz Lightyear na saga animada), funcionará como um reboot e trará a vaqueira Jessie (Joan Cusack) como protagonista.

Em uma recente entrevista ao Jimmy Kimmel Live!, Allen trouxe detalhes muito interessantes sobre o novo filme, afirmando:

“Esse novo Toy Story 5’ é um reboot. A história é toda sobre a Jessie, o que é muito legal. Ela está em apuros e precisa de ajuda. Todos nós estamos espalhados, então ela precisa reunir todo mundo”.

Ele também comentou sobre a cena de abertura do filme, que mostra centenas de bonecos do Buzz.

“O mais engraçado para mim é que há uma queda de avião, tipo aquele filme do Tom Hanks. O avião, um FedEx ou algo assim, cai em uma ilha com cem bonecos do Buzz Lightyear, e todos estão perdidos. É hilário. Eles tentam encontrar o caminho de volta, e são cem deles! Espero que essa parte esteja mesmo no filme. Eu improvisei isso”, Allen revelou.

Exibição-teste de ‘Toy Story 5’ indica mais um SUCESSO para a franquia animada

Além de Tim Allen (Buzz Lightyear) e Tom Hanks (Woody), o elenco de vozes conta com:

A nova aventura será codirigida por Andrew Stanton (roteirista do primeiro Toy Story e diretor de ‘Procurando Nemo’) e McKenna Harris, com produção de Jessica Choi.

A estreia de ‘Toy Story 5’ está marcada para 18 de junho de 2026, ano em que a amada franquia completa 31 anos.

toy story 5
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‘Anaconda’ aparece em novo vídeo do filme de comédia divulgado por Daniela Melchior

Anaconda, filme estrelado por Jack Black, Steve Zahn, Paul Rudd e Selton Mello, ganhou um novo vídeo dos bastidores.

A atriz Daniela Melchior publicou um vídeo que mostra um dia de filmagem da produção, e a cobrona apareceu.

A trama acompanha dois melhores amigos que viajam para a floresta tropical com o objetivo de refilmar seu longa favorito, Anaconda. No entanto, o que começa como uma aventura divertida se transforma em pesadelo quando eles se deparam com uma anaconda gigante de verdade.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

A trama do novoAnaconda acompanha um grupo de amigos que, em meio a crises de meia-idade, decidem refilmar seu filme favorito da juventude. A aventura os leva à floresta tropical, onde se veem em uma luta pela sobrevivência contra desastres naturais, cobras gigantes e criminosos violentos.

Jack Black interpretará um “ex-diretor, agora preso em um trabalho como videomaker de casamentos”, enquanto Paul Rudd viverá “um ator que teve uma passagem por um programa policial, mas vê seus sonhos em Hollywood se distanciando cada vez mais”. Já Selton Mello dará vida a um domador de animais brasileiro.

Ice Cube retornará em reboot de ‘Anaconda’, afirma insider

Além dele, também foram confirmados Thandiwe Newton (‘Westworld’), Steve Zahn (‘Silo’) e Ione Skye no elenco que já conta com Jack Black e Paul Rudd.

Tom Gormican, que dirigiu o meta-filme de Nicolas Cage, ‘O Peso do Talento‘, está coescrevendo com o colaborador Kevin Etten e dirigirá o longa.

O filme original foi estrelado por Jennifer Lopez, Owen Wilson, Ice Cube e Jon Voight, e acompanhou uma equipe de filmagem da National Geographic em busca da maior e mais mortal cobra do mundo, apenas para descobrir que o jogo se inverteu.

RUMOR: Descrição do trailer de ‘Vingadores: Doomsday’ traz REVIRAVOLTA para o Doutor Destino

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‘Vingadores: Doomsday’ é o próximo capítulo da popular franquia da Marvel Studios e chega aos cinemas só no final do ano que vem – mas o primeiro trailer pode estar mais perto do que nunca.

Como apontado por diversos consórcios de imprensa, o material será exibido antes de ‘Avatar: Fogo e Cinzas’. Agora, o Film Threat compartilhou a possível descrição do vídeo, apresentando, inclusive, uma reviravolta envolvendo o antagonista Doutor Destino (Robert Downey Jr.).

Vale lembrar que as informações divulgadas devem ser tratadas como rumor.

“A pessoa que assistiu disse: ‘não está terminado’, mas ficou surpresa com a quantidade de cenas do Doutor Destino em ação… Isso não é um teaser”, afirmou Chris Gore, apresentador do canal (via CBM). “Vocês não vão apenas ter um vislumbre do Doutor Destino, vocês vão ver o Doutor Destino”.

“A forma como o personagem foi descrito, na interpretação de Downey, é a de um clássico Monstro da Universal, como o Fantasma da Ópera. É uma figura trágica e atormentada, e parte disso se deve à sua armadura… O Doutor Destino precisa da armadura porque tem o corpo marcado”, continuou. “Com cicatrizes. ‘Ele incorporou totalmente o espírito dos Monstros da Universal’ na interpretação. Ele precisa da armadura para funcionar”.

Vale lembrar que ‘Doomsday’ tem estreia marcada nos cinemas brasileiros para o dia 17 de dezembro de 2026, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. Já a sequência ‘Guerras Secretas’ está programado para chegar às telonas exatamente um ano depois, em 17 de dezembro de 2027.

Além de Robert Downey Jr. como Victor Von Doom/Doutor Destino, o elenco contará com Tom Hiddleston (Loki), Anthony Mackie (Capitão América), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Letitia Wright (Pantera Negra), Wyatt Russell (Agente Americano) Simu Liu (Shang-Chi), Florence Pugh (Yelena Belova), Danny Ramirez (Falcão), Winston Duke (M’Baku), Vanessa Kirby ( Mulher Invisível), Ebon Moss-Bachrach (Coisa), Joseph Quinn (Tocha Humana), Lewis Pullman (Bob), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma), Patrick Stewart (Professor Xavier), Alan Cumming (Noturno), Ian McKellen (Magneto), Rebecca Romijn (Mística), James Marsden (Ciclope), Kelsey Grammer (Fera), Channing Tatum (Gambit), Paul Rudd (Homem-Formiga), Chris Hemsworth (Thor) e Pedro Pascal (Sr. Fantástico).

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‘Guerreiras do K-Pop’ NÃO vai funcionar como live-action, afirma criadora

A criadora e diretora do sucesso deGuerreiras do K-Pop Maggie Kang revelou que não gostaria de ver o longa-metragem adaptado para live-action.

Em entrevista à Variety, Kang defendeu a animação como o formato ideal para a história e o tom do filme:

“Há tantos elementos de tom e comédia que são perfeitos para animação. É muito difícil imaginar esses personagens em um mundo live-action. Seria muito realista. Então, definitivamente não funcionaria para mim”, afirmou.

Documentário ‘Número Desconhecido’ desbanca ‘Guerreiras do K-Pop’ e lidera ranking global da Netflix

Chris Appelhans, codiretor ao lado de Kang, concordou, destacando a liberdade criativa que a animação oferece:

“Uma das grandes vantagens da animação é que você cria essas composições de atributos impossivelmente incríveis”, disse Appelhans. “Rumi pode ser uma comediante boba, cantar e dar um chute giratório para trás um segundo depois e então cair em queda livre pelo céu.”

Ele acrescentou que a transição para live-action pode enfraquecer o material original: “A alegria da animação é o quão longe você consegue ir e elevar o que é possível. Lembro que eles adaptaram muitos animes diferentes [para live-action] e, muitas vezes, parece um pouco artificial”.

‘Guerreiras do K-Pop 2’: Diretores sugerem que teorias de fãs podem influenciar a sequência

Sobre a sequência da animação, Maggie Kang tem se mostrado bastante aberta em diversas entrevistas sobre seu desejo de continuar a franquia, explorando histórias que não couberam no primeiro filme:

“Preparamos muita coisa para uma possível história de fundo. Obviamente, há muitas perguntas sem resposta e áreas que não são exploradas, e tivemos que fazer isso porque há um limite para o que se pode contar em 85 minutos”, disse Kang. “Esta era a história de Rumi, e temos histórias de fundo para Zoey e Mira, algumas que realmente colocamos no filme, mas ele simplesmente as rejeitou. Simplesmente não era o filme para essas histórias”.

Guerreiras do K-Pop(K-Pop Demon Hunters) se tornou o filme mais assistido da história da Netflix, atingindo impressionantes 236 milhões de visualizações desde sua estreia em 20 de junho de 2025, e também nos cinemas dos EUA.
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O filme foi exibido em mais de 1.300 salas, com sessões esgotadas e arrecadação estimada em US$ 18 milhões apenas no fim de semana

Embora a Netflix ainda não tenha feito anúncios oficiais, um novo relatório afirma que já existem movimentações para expandir o filme em uma trilogia completa em animação, com mais dois filmes em desenvolvimento.

Além disso, a Netflix está considerando outros projetos derivados para capitalizar a popularidade da animação, incluindo um remake live-action e até mesmo uma adaptação para musical nos palcos.

Essa expansão vem da confiança da plataforma no potencial da marca, com a Netflix chegando a comparar Guerreiras do K-Pop ao sucesso de franquias comoFrozen da Disney.

 

Wagner Moura fala sobre ‘O Agente Secreto’ ter sido escolhido para representar o Brasil no Oscar [EXCLUSIVO]

O Agente Secreto‘ nem chegou aos cinemas e já é um sucesso, com 100% de aprovação no Rotten Tomatoes e vários prêmios nos festivais que passou.

Durante sua passagem pelo Festival do Rio, o CinePOP conversou com o astro Wagner Moura – que apareceu na lista de possíveis indicados ao Oscar de Melhor Ator feita pela revista americana Variety.

Wagner revelou o que sentiu quando o filme foi escolhido para representar o Brasil no Oscar.

“A gente ficou super feliz, viveu um momento que a gente ficou, será que vai? Mas eu dentro de mim eu achava que ia ser O Agente Secreto, porque um filme que ganhou quatro prêmios, né, em Cannes ganhou dois oficiais e outros dois. É muito raro isso, né? É um filme que tá fazendo um barulho, tem uma distribuidora muito forte que é Neon, que tá fazendo festivais, todos os festivais do circuito certinho. Toronto, Nova York, Londres, é tudo muito certo assim, sabe? Eu achei que ia ser ele e fui pensando assim: “Ah, não, cara, não é possível. cheio de gente ali no meio e é difícil, eu sei, porque foi uma safra muito boa de filmes brasileiros, né? Eh, muito bons filmes, mas eu acho que se você for analisar, independentemente da qualidade, de qual filme você gostou mais, o filme que tinha mais chance de ter uma entrada na coisa, eu acho que era O Agente Secreto mesmo.”

Assista a entrevista completa e siga o CinePOP no YouTube:

Wagner Moura, estrela de ‘O Agente Secreto’, fala sobre seus medos em relação à Inteligência Artificial

O The Hollywood Reporter divulgou recentemente suas apostas para os indicados ao Oscar, e entre os principais destaques estão o longa brasileiroO Agente Secreto e o astro brasileiro Wagner Moura.

A reportagem aposta em Wagner Moura para uma indicação de Melhor Ator, ao lado de nomes como Leonardo DiCaprio (‘Uma Batalha Após a Outra’), Timothée Chalamet (‘Marty Supreme’), Michael B. Jordan (‘Pecadores’) e George Clooney (‘Jay Kelly’).

Outra categoria em que a reportagem destaca o longa nacional é Melhor Filme Internacional, ao lado de ‘Valor Sentimental’ (Noruega), ‘Foi Apenas um Acidente’ (França), ‘Nenhuma Outra Escolha’ (Coreia do Sul) e ‘2000 Metros Até Andriivka’ (Ucrânia).

Além disso, a reportagem considera O Agente Secreto uma ameaça capaz de surpreender, podendo conquistar indicações em categorias como Melhor Filme, Melhor Diretor (Kleber Mendonça Filho) e Melhor Roteiro Original (Kleber Mendonça Filho).

Além de Wagner Moura, o elenco conta com grandes nomes como Maria Fernanda Cândido, Gabriel Leone, Carlos Francisco, Alice Carvalho, Roberto Diogenes e Hermila Guedes.  

Crítica | O Agente Secreto – Kleber Mendonça Filho Alcança Seu Melhor em Potente Filme de Roteiro Refinado | CinePOP

O longa, que estreou com grande destaque em festivais internacionais, já acumula importantes prêmios, incluindo o FIPRESCI (Prêmio da Crítica Internacional) de Melhor Filme, o Prix des Cinémas Art et Essai – AFCAE (Prêmio de Cinema de Arte), além de troféus de Melhor Direção para Kleber Mendonça Filho e Melhor Ator para Wagner Moura.

Na estreia mundial, o filme foi aplaudido de pé por 13 minutos, consolidando-se como um dos grandes destaques da temporada.

A estreia nos cinemas nacionais está marcada para o dia 6 de novembro. 

 

Warner Bros. está em negociações para adquirir o sci-fi ‘Shiver’, estrelado por Keanu Reeves

Segundo o Deadline, a Warner Bros. está em negociações finais para adquirir os direitos de exibição de Shiver, ficção científica estrelada por Keanu Reeves (‘John Wick’) e dirigida por Tim Miller (‘Deadpool’).

Aaron Ryder entra como produtor ao lado de Andrew Swett pela Ryder Picture CompanyMatthew Vaughn (‘Kingsman’) também assume a função de produtor.

Ian Shorr (‘Infinito’) assina o roteiro do projeto, que é descrito como uma mistura de ‘No Limite do Amanhã’‘Águas Rasas’.

Os primeiros detalhes divulgados indicam que o projeto se passa no Mar do Caribe, com o protagonista sendo um contrabandista que se contenta com um trabalho insignificante enquanto lida com cadáveres, piratas e tubarões – tudo dentro de um loop temporal.

Mais informações não foram divulgadas.

Patty Jenkins revela se gostaria de dirigir o novo ‘Mulher-Maravilha’ para o DCU

Em 2017, Patty Jenkins encabeçou um dos melhores projetos do agora extinto DCEU‘Mulher-Maravilha’ – que, além de arrecadar quase US$900 milhões ao redor do mundo, foi aclamado pela crítica e pelos espectadores. Pouco tempo depois, Jenkins encabeçou a sequência ‘Mulher-Maravilha 1984’, não conseguindo repetir o sucesso do projeto anterior e colocando um ponto de interrogação no futuro da personagem dentro do universo super-heroico.

Com a dissolução do DCEU e a estreia do DCU pelas mãos de James GunnPeter Safran, esse panteão foi reiniciado, com a busca pela próxima heroína ainda a todo vapor. Entretanto, alguns fãs ainda querem ver Jenkins voltar à cadeira de direção para a nova aventura de Diana Prince.

Em uma recente entrevista (via CBM), a cineasta foi questionada sobre a possibilidade de integrar o time de diretores do DCU, mas não deu uma resposta definitiva.

“Nesse momento, estou muito animada com o que estou fazendo, e é sempre bom fazer algo novo”, ela disse, acrescentando que “amei fazer filmes de super-heróis… Nunca de sabe, mas estou me divertindo muito”.

‘Mulher Maravilha’ vs ‘Capitã Marvel’? Fan art mostra duelo entre as heroínas; Confira!

A roteirista da nova adaptação será Ana Nogueira, atriz, dramaturga e roteirista que já é considerada uma das apostas criativas do estúdio.

Com Nogueira à frente do roteiro, a nova aventura de Diana Prince deve ser parte fundamental do capítulo inaugural do novo universo da DC, intitulado “Gods and Monsters”. A data de estreia, contudo, ainda não foi definida.

Lembrando que o mais recente longa do DCU é ‘Superman’, disponível na HBO Max.

“Hello, Sidney” | Ranking dos primeiros trailers da franquia ‘PÂNICO’ – Do PIOR ao MELHOR

Poucas franquias de terror têm um histórico de trailers tão emblemáticos quanto ‘Pânico‘. Desde 1996, cada nova prévia da saga de Wes Craven (e depois dos herdeiros de sua visão) virou evento entre fãs. Cada trailer definia uma nova era do terror e apresentava regras, além de dar o tom do filme.

O mais interessante é que os trailers sempre traziam cenas extras e falas que marcaram o imaginário popular mas não entraram no filme, como o Ghostface chamando Sidney de “Girlfriend” no trailer de ‘Pânico 2‘ e Gale Weathers falando “Você não tem culhões” (You don’t have the guts) antes de ser esfaqueada no trailer de ‘Pânico 4‘. Pérolas. Inclusive, o trailer de ‘Pânico 4‘ traz diversas cenas que não entraram no corte final, como a dos jovens analisando o cenário sentados em uma fonte – uma referência ao primeiro filme.

Abaixo, o ranking definitivo — do pior ao melhor — analisando o que funcionou, o que ficou datado e os momentos que marcaram cada trailer.

7. Pânico (1996)

Na era dos VHS os trailers não tinham o ritmo frenético e a ousadia dos dias de hoje, e apesar da nostalgia o trailer trazia apenas recortes do filme em um formato bastante diferente do que temos hoje. É LINDO e artístico, com vibes de chamada do Supercine, mas nessa época o marketing era bem diferente. Afinal, a internet estava começando e a maioria dos computadores só rodavam DOS. Os trailers eram mais expansivos e menos frenéticos, mas esse trailer já mostrava o potencial da franquia. Ah sim, e ainda vendeu que Drew Barrymore podia ser a mocinha, subvertendo as expectativas.

‘Pânico 7’ ganha vídeo dos bastidores com Neve Campbell comentando seu retorno como Sidney Prescott

6. Pânico 2 (1997)

Os marketeiros ainda estavam tentando descobrir como vender a sequência do fenômeno de bilheteria que tinha sido o primeiro filme. A prévia sabe que o público já conhece as regras — e brinca com isso. Apresenta novos personagens, sugere o retorno do perigo e faz tudo com um ritmo ágil e elegante. Tinha cenas com a Sarah Michelle Gellar, que era a IT girl do momento. A cena em que Randy e Dewey citam as novas regras tem frases que não entraram no filme, e ele começa a dar o tom dos trailers das sequências. O trailer sugere um novo mistério sem jamais entregar demais.

5. Pânico 7 (2026)

Foi o trailer mais diferentão da franquia, ele não estabelece regras e nem enaltece o passado da saga. Com uma pegada mais madura, o trailer tem um clima sombrio e mais pé no chão. Não entrega muita coisa e nem traz flashes rápidos focando em suspeitos. Ele foca em mostrar que o novo filme será sobre Sidney protegendo sua família, sem referências a outros filmes ou frases icônicas. A cena de abertura na clássica casa de Stu é genial e muda o tom da franquia. Agora, o Ghostface vai “queimar tudo”, não está se escondendo e cresceu com a Sidney em Woodsbooro. Temos também as vozes de Dewey Riley (David Arquette) e “Stu” Macher (Matthew Lillard) dando o tom do que está por vir, com o uso de Inteligência Artificial.

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4. Pânico (2022)

O trailer de ‘Pânico‘ (2022) conseguiu o que parecia impossível: fazer o público se importar de novo. Trazer Jenna Ortega no melhor estilo Drew Barrymore foi um acerto, e o trailer mostrou que a franquia voltaria mais assustadora e com menos humor. Um rebranding muito bem feito. A recriação da famosa ligação telefônica, agora via smartphone, é um aceno brilhante ao passado. O corte rápido para Dewey dizendo “Está acontecendo de novo…”(It’s happening again”) arrepiou fãs no mundo todo. E Sidney respondendo: “I’m Sidney Prescott, of course I’ve a gun” foi o auge. O retorno. O revival. Que trailer. O trailer não tenta reinventar, mas homenagear — e faz isso com classe. O clima é mais maduro, a tensão é palpável e a montagem final, com o tema clássico de Marco Beltrami, soa como um grito de boas-vindas à velha Woodsboro.

Vem assistir ao trailer de ‘Pânico 7’ comentado por Renato Marafon

3. Pânico 4 (2011)

Após 11 anos, o público aguardava o retorno de Ghostface. O trailer de ‘Pânico 4‘ tenta equilibrar nostalgia e modernidade, com o slogan Nova Década, Novas Regras — e acerta. Há energia, há meta-humor, há sangue. O elenco de ‘Pânico 4‘ era de estrelas em ascensão na época, e o trailer soube tirar proveito disso. Anna Paquin estava fazendo sucesso em ‘True Blood‘, Kristen Bell estava no auge de ‘Veronica Mars‘, Hayden Panettiere estava em ascensão em ‘Heroes‘ e Lucy Hale brilhava como Aria Montgomery em ‘Pretty Little Liars‘. Era o elenco dos sonhos. O trailer trouxe várias cenas que não entraram no filme e serviram para situar o público sobre a nova geração. E tem a clássica fala de Gale Weathers: “Você não tem culhões” (You don’t have the guts). A fala infelizmente não entrou no corte final do filme. O filme tem uma versão estendida com várias cenas extras pela internet que fazem dele ainda melhor.

2. Pânico 3 (2000)

O trailer de ‘Pânico 3‘ era o mais esperado do ano. A franquia tinha se tornado um fenômeno pop cult e naquele momento a ideia era que o terceiro filme encerraria tudo. Tinha todo um buzz em torno do projeto, já que ‘Pânico‘ tinha “reinventado” o terror na época. ‘Pânico‘ era o momento nos anos 2000. O design da máscara se desfazendo enquanto lemos as regas é icônico. A prévia aposta em explosões, cenários de estúdio e um tom quase de ação, perdendo um pouco do terror dos anteriores mas trazendo ares de superprodução. Mark Kincaid falando: “No terceiro, não existem regras”. ÉPICO! O primeiro vislumbre do set de Stab 3, filme-dentro-do-filme, é curioso e carrega a ironia típica da saga. Muitos astros famosos. O suspense dá lugar à grandiosidade do terceiro ato de uma trilogia. Um elenco estelar para a época e a ideia brilhante de levar a franquia para Hollywood. O trailer foi um estouro quando saiu, nos primórdios da internet. Foi um evento.

1. Pânico 6 (2023)

Esse soube vender o peixe. O marketing desse filme foi mesmo sensacional, por que o trailer é melhor que o filme em si. O trailer de ‘Pânico 6‘ é uma injeção de adrenalina. Ele mudou o cenário para Nova York e imaginávamos que teríamos o Ghostface atacando na Times Square ou algo assim, a cena no metrô é realmente assustadora e passava a ideia que o filme se passaria no Halloween na Big Apple. Por fim, Nova York e o Halloween não tiveram nenhum papel importante no filme, o que foi um pouco broxante. Mas o trailer vendeu uma ideia genial. O segundo trailer ainda trouxe o santuário, que poderia ser melhor usado no sétimo filme.

Crítica | ‘Bom Menino’ tem terror ao estilo ‘Atividade Paranormal’ sob ótica de um cachorro

“Interrompemos este programa para levar até vocês o programa do Coragem, o cão covarde.  estrelando Coragem, o cão covarde

Qualquer criança que cresceu nos anos 2000 provavelmente lembrou dessa introdução quando anunciaram Bom Menino, um filme de terror que mostraria a ótica de um simpático cachorrinho durante a experiência sobrenatural de seu dono. O que parecia ser uma adaptação de uma das animações mais queridas do início do século acabou se revelando um dos filmes mais criativos e interessantes de 2025, um ano muito bom para os fãs de terror.

A trama é bem simples. Um jovem está sofrendo com uma doença complexa e decide mudar para a casa que herdou do avô, onde espera ter um pouco de paz. No entanto, a propriedade fica numa área bastante isolada da floresta, sendo rodeada apenas por árvores, um cemitério e um vizinho caçador de raposas. Para acompanhá-lo neste jornada de isolamento, o rapaz leva seu melhor amigo, o cachorrinho Indy. Mas tem um problema: a casa esconde uma maldição de família que só é vista pelo cachorro. Agora, diante das limitações de um animal irracional, o doguinho vai tentar compreender o que está acontecendo, enquanto busca meio de avisar e proteger o seu tutor dos perigos dessa ameaça mortal.

A condução do filme é muito interessante, reforçada por um trabalho muito competente da equipe de cenário, que consegue criar uma casa que mantém aquela estética familiar americana ao mesmo tempo que constrói um ambiente hostil. Enquanto há cômodos grandes, com móveis tipicamente familiares, eles ornam o ambiente com fotos do avô falecido e uma porção de animais empalhados. Não bastasse isso, o quintal da casa é praticamente um cemitério cercado de armadilhas para raposa.

Ao mesmo tempo que isso representa um grande acerto do time de cenário, esses elementos exigem que o roteiro aposte na boa vontade do público para embarcar nessa jornada de suspensão da descrença, porque ver um homem com uma doença grave se mudar para uma casa cercada de elementos estranhos, e decidir ficar por lá mesmo sabendo que todos os membros da família que viveram lá acabaram morrendo jovens e acompanhados de seus cachorros… Dá uma forçada na barra que pode afastar alguns.

Mas não tem jeito. O grande diferencial do projeto é o Indy. A ideia de contar uma história de terror pela perspectiva de um animal de estimação é sensacional e consegue ter uma boa execução. A direção aposta em duas conduções. Uma pela perspectiva do próprio cachorro, mostrado pelo campo de visão dele, que se resume a pernas e móveis altos, e outra que coloca o público na perspectiva dos humanos, castigando no plongée. Isso dá ao cachorro uma posição de inferioridade na trama, que é comovente. A introdução, inclusive, é fundamental para construir essa posição de “tadinho” do protagonista. A vida da mascote é mostrada desde sua adoção, e não tem nada mais eficiente na hora de se afeiçoar a um cachorro do que vê-lo filhote. Mais do que isso, ele cresce como um “bom menino”.

Extremamente comportado, ele aceita alguns comportamentos estranhos e grosseiros do tutor, enquanto segue sua rotina de explorar a casa nova. Só que ele mesmo percebe certas bizarrices que causam uma sensação de perigo, enquanto o rapaz passa seus dias trabalhando ou vendo filmes antigos de terror. E isso permite que a direção brinque bastante durante a construção de tensão. Os primeiros momentos de estranhamento do Indy criam aquela dúvida: existe algo sobrenatural acontecendo aqui ou são apenas portas abrindo sozinhas e ventos chacoalhando cortinas?

Essa estratégia deu muito certo lá em 2009, no primeiro Atividade Paranormal. A construção de tensão era toda baseada em cenas desse estilo, a ponto de renderem comentários do tipo: “a gente estava com medo do vento”. Só que Bom Menino vai além e aposta na identificação. Quem tem cachorro em casa certamente já viu o querido latindo para o nada ou encarando com muita intensidade um ambiente aparentemente vazio. E isso é bastante trabalhado aqui. Mas há também o fator sobrenatural, que também aposta nessa questão da identificação e talvez consiga até mesmo emocionar quem já passou por alguma perda na família.

No fim das contas, Bom Menino acaba conquistando justamente por essas situações identificáveis. O filme não tenta “reinventar a roda”, se contentando em fazer o básico bem feito. Há momentos muito interessantes, como um jumpscare construído no reflexo do olho de um cachorro, e por ser um filme bem curtinho (1h13), cria um rápido e interessante entretenimento. Poderia ser um filme bem qualquer coisa, mas a escolha de protagonista foi realmente acertada. O time de casting encontrou um cachorro ridiculamente expressivo que consegue passar emoções melhor que muito marmanjo barbado em filme de grande orçamento. Ele rouba seu coração na primeira aparição. Você torce pelo cachorro do início ao fim.

Com esse protagonista sensacional e algumas decisões criativas bem executadas, Bom Menino é mais um bom filme de terror nesse ano recheado de boas produções no gênero. Vale a assistida com um baldão de pipoca para tentar amenizar a tensão de certos momentos criados.

Bom Menino estreia nos cinemas em 30 de outubro de 2025.

Daisy Edgar-Jones e Emilia Jones irão estrelar o SUSPENSE dramático ‘Bad Bridgets’

Daisy Edgar-Jones (‘Um Lugar Bem Longe Daqui’) e Emilia Jones (‘Locke & Key’) foram escaladas para o suspense dramático ‘Bad Bridgets’ (via Deadline).

O projeto, cujo título ainda pode sofrer alterações, traz Rich Peppiatt (‘Kneecap’) na cadeira de direção e responsável pelo roteiro.

A história é inspirada no romance de não-ficção ‘Bad Bridget: Crime, Mayhem, and the Lives of Irish Emigrant Women’, assinado por Elaine FarrellLeanne McCormick. A LuckyChap e a Coup d’Etat supervisionam o longa.

No filme, uma carta misteriosa leva uma jovem a uma jornada perigosa de uma Irlanda devastada pela fome até a Nova York do século XIX, juntando-se às fileiras das “Bridgets” irlandesas que semeiam o caos na cidade.

O vencedor do Oscar James Price assume a função de designer e produção, enquanto Kate Hawley é responsável pelo figurino.

As gravações começam em meados de 2026, na Irlanda do Norte e na Irlanda.

Bom Menino

(Good Boy)

 

Elenco:

Larry Fessenden
Shane Jensen
Arielle Friedman

 

Direção: Ben Leonberg

Gênero: Terror

Duração: 72 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ 5 milhões

Estreia: 30 de Outubro de 2025

Sinopse: 

Em BOM MENINO, nosso herói canino, Indy, se encontra em uma nova aventura com seu dono humano — e melhor amigo — Todd, deixando a vida na cidade para viver em uma casa de família antiga no campo. Desde o início, duas coisas ficam bem claras: Indy desconfia da velha casa assustadora e sua afeição por Todd é inabalável.

Após se mudar, Indy fica imediatamente incomodado com cantos vazios, rastreia uma presença invisível que só ele consegue ver, percebe avisos fantasmagóricos de um cachorro morto há muito tempo e é assombrado por visões da morte sombria do antigo morador. Quando Todd começa a sucumbir às forças sombrias que rondam a casa, Indy precisa lutar contra uma maldade que pretende arrastar seu amado Todd para a vida após a morte.

Crítica | ‘Bom Menino’ tem terror ao estilo ‘Atividade Paranormal’ sob ótica de um cachorro

Curiosidades: 

10 filmaços que bombaram antes da internet!

» Além de dirigir, Ben Leonberg também assina o roteiro com Alex Cannon;

» Indy, o protagonista canino, é do cachorro do próprio cineasta;

» Sucesso entre os críticos, o terror – contado através da perspectiva de um cachorro – alcançou impressionantes 95% de aprovação no Rotten Tomatoes;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Sonhos

(Dreams)

 

Elenco:

Jessica Chastain
Isaac Hernández
Rupert Friend

 

Direção: Michel Franco

Gênero: Drama

Duração: 95 min.

Distribuidora: Imagem Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 30 de Outubro de 2025

Sinopse: 

Em SONHOS, Jennifer é uma influente socialite de São Francisco. Sua vida cuidadosamente construída entra em risco quando ela se envolve com Fernando, um jovem bailarino mexicano que sonha em atuar numa grande escola de balé. Impulsionado pelo amor e pela esperança de um recomeço, ele atravessa a fronteira para estar ao lado dela, uma decisão que ameaça desestabilizar o mundo que Jennifer tanto lutou para preservar. Determinada a manter seu império intacto, ela será capaz de tudo, mesmo que isso revele o lado mais obscuro desse romance.

Crítica | ‘Sonhos’ – Uma obra sensível e atual, ao mesmo tempo carnal e desconfortante [Festival do Rio 2025]

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Michel Franco também assina o roteiro do longa;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Crítica | ‘Sonhos’ – Uma obra sensível e atual, ao mesmo tempo carnal e desconfortante

Trazendo à reflexão as muitas faces extremas do sentimento mais poderoso que existe – o amor – Sonhos, escrito e dirigido pelo cineasta mexicano Michel Franco é um filme sensível e atual, ao mesmo tempo carnal e desconfortante. Fruto de atuações impressionantes e um jogo de cena que nos conduz da euforia à destruição – chegando até o rompimento com o psicológico e o bom senso -, a obra se destaca por seu silêncio revelador, algo que chama a atenção nessa narrativa. Uma fórmula que convence – desde o início – onde se potencializa a tensão.

Uma mulher da alta sociedade norte-americana (Jessica Chastain), diretora de uma fundação de renome, se apaixona perdidamente por um bailarino mexicano (Isaac Hernández) que está ilegalmente nos Estados Unidos. Ao longo desse relacionamento que se mostra conflituoso, situações vão colocando os personagens em dilemas, até o último suspiro dessa relação.

O roteiro se projeta através de um contraponto dentro desse recorte sobre os relacionamentos – um discurso afiado e, ao mesmo tempo, desafiador. O real valor de quando se perde encontra as barreiras dos dilemas; o sonho de uma carreira vira um duelo com o sonho de um grande amor. Nessa gangorra existencial, percorremos as faces dessa intensidade, sempre no extremo, onde a tensão e o constrangimento maximiza esse choque entre os ‘sonhos’ – título mais que certeiro do projeto.

O sugestivo encontra espaço, deixando a trama cada vez mais interessante. Partimos do ponto onde os personagens já se conhecem, onde o passado também é contado pelas entrelinhas. Impressiona como o roteiro instiga o público a querer descobrir como essa história vai terminar. Uma aula de como contar uma história usando elementos em cena e buscando na força das atuações construir grandes momentos. O projeto não perde fôlego; os minutos vão se passando e a tensão só aumenta, culminando em um final emblemático e surpreendente.

Há tempo também para uma crítica social contundente em relação ao tratamento aos imigrantes ilegais na maior potência do mundo – assunto que se tornou cada vez mais atual com a chegada do governo em vigor.

A obra conta com atuações brilhantes de seus protagonistas, principalmente Jessica Chastain. Esse é um filme que busca no visceral de suas intensas cenas, um olhar profundo para retratos sociais e as incongruências que podem evoluir dentro de um relacionamento.

 

Crítica | Terror em Shelby Oaks – Suspense, Experimentação e Sobrenatural em Boa Pedida para o Halloween

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Todo país, toda cidade tem suas próprias histórias macabras que encobrem com uma grande sombra a felicidade dos moradores locais. Alguns desses casos ocorreram de verdade, e andam inspirando incontáveis documentários nas plataformas de streaming. Outros, porém, são ficção, mas de tão bem construídos e justificados na trama, tendem a enganar o espectador sobre a veracidade dos fatos. É o que acontece em ‘Terror em Shelby Oaks’, grande lançamento de terror nos cinemas na semana do Halloween.

Mia (Camille Sullivan) hoje é completamente infeliz. Sua irmã Riley (Sarah Durn) está desaparecida há tempos, e não há nenhum paradeiro dela desde que a jovem e seu grupo de amigos do podcast The Paranormal Paranoids visitou a pacata cidade de Shelby Oaks, no interior dos Estados Unidos. Na ocasião, algo sombrio aconteceu a eles, e, desde então, Riley segue desaparecida. A questão é que a polícia local e o delegado Morton (Keith David) não têm muitas provas e estão quase dando o caso como encerrado sem solução, porém Mia, certa de que sua irmã ainda está viva, decidirá seguir com a investigação por conta própria, nem que isso signifique colocar a própria vida em risco.

Dirigido e escrito por Chris Stuckmann (com colaboração no roteiro de Sam Liz, com quem é casado), é justamente a estrutura criativa da primeira metade do roteiro de ‘Terror em Shelby Oaks’ que traz algum frescor às produções cinematográficas como um todo e, portanto, se torna o ponto forte do longa. O filme começa com uma sequência de depoimentos alternados entre Mia, o marido desta e o delegado Morton, filmados por uma equipe de audiovisual que capta as imagens e áudios dando a entender que estão fazendo alguma cobertura sobre o caso ocorrido em Shelby Oaks. Esses minutos iniciais nesse formato dão um tom experimental ao filme, pois mistura realidade e ficção através da abordagem documental dos depoimentos, o que favorece a imersão do espectador na veracidade dos fatos apresentados.

A partir daí o longa vai se desenvolvendo de maneira mais regular, abandonando o aspecto documental e entregando a narrativa ficcional padrão, dramatizada, enquanto Mia começa a investigação por conta própria. Esta parte, somada aos elementos que engatilham os eventos do filme, sustentam o clima de suspense do projeto de Chris Stuckmann que fez carreira criando review de filmes para a internet. Até este ponto, ‘Terror em Shelby Oaks’ entrega uma história acima da média com propostas criativas de realização cinematográfica. A questão toda talvez seja a conclusão do filme, que talvez deixe uma sensação de que o próprio diretor não conseguiu sustentar sua ideia até o fim e talvez tenha se deixado interferir por forças externas que tenham palpitado no seu projeto e afastado a resolução da trama da coerência.

Mesmo com essa irregularidade final, ‘Terror em Shelby Oaks’ é um projeto interessante que mistura estéticas distintas para contar uma história simples que bebe em fontes de clássicos do terror como ‘A Bruxa de Blair’ e entrega essas referências para uma geração jovem demais para ter vivenciado o impacto desse clássico. ‘Terror em Shelby Oaks’ é uma boa pedida do gênero nos cinemas para quem curte dar chance ao terror experimental independente.

Florence and the Machine lança ‘Everybody Scream’, seu novo álbum de estúdio!

Florence and the machine everybody scream

O popular ato musical conhecido como Florence and the Machine, liderado por Florence Welch, lançou recentemente seu novo álbum de estúdio, intitulado Everybody Scream.

O compilado de originais conta com 12 faixas inéditas, incluindo os singles “One of the Greats” e a faixa-título, e foi disponibilizado nas plataformas de streaming no último dia 31 de outubro.

Relembre a tracklist:

1. Everybody Scream
2. One of the Greats
3. Witch Dance
4. Sympathy Magic
5. Perfume and Milk
6. Buckle
7. Kraken
8. The Old Religion
9. Drink Deep
10. Music by Men
11. You Can Have It All
12. And Love

Vale lembrar que o compilado marca o primeiro lançamento de Florence and the Machine desde 2022, com ‘Dance Fever’.

10 curiosidades de ‘Pantera Negra’, um dos mais queridos clássicos Marvel

Lançado em 2018, Pantera Negra se consagrou como um fenômeno cultural. Abraçado pela comunidade afro-americana, o filme se pagou em apenas três dias e rendeu diversas manifestações de apoio ao redor do mundo, já que pessoas negras enfim viam uma representação de realeza nas telonas.

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O filme ficou marcado na história da Marvel e conquistou milhões de fãs ao redor do mundo, consolidando o herói como um dos grandes marcos recentes da cultura pop. Anos se passaram e diversas situações aconteceram, e ainda assim há uma série de curiosidades que muitos não conhecem. Pensando nisso, o CinePOP separou 10 delas para você conhecer ou relembrar. Confira!

Brasil

Parte fundamental da mitologia de Wakanda, as cataratas dos guerreiros, onde são definidos os futuros reis da nação, são bastante familiares ao brasileiros. Isso porque as quedas d’água foram filmadas em território nacional. Isso mesmo! A Marvel contratou uma produtora brasileira para gravar as Cataratas do Iguaçu no Paraná para compor os cenários de Wakanda.

Cultura

Wakanda foi concebida sob forte influência dos Bantu, um grupo da África subsaariana composto por diversas etnias diferentes, que tinham amplo domínio sobre a metalurgia, por exemplo. Além disso, o principal idioma do povo wakandano é o Xossa, falado na África do Sul. Sem contar que o próprio nome “Wakanda” é derivado do grupo étnico queniano Wakamba, que existe de verdade e também é oriundo dos Bantu.

Representante

A língua e o sotaque Xossa foi uma ideia de John Kani, que interpretou o rei T’Chaka. O ator sul-africano faz parte desse grupo étnico e trouxe sua cultura para os sets de filmagem com o apoio de Chadwick Boseman. Assim, ele passou a ser um tipo de consultor extraoficial de sotaque para os atores do elenco.

Apoio

Inclusive, quando Boseman aceitou o papel de T’Challa, ele solicitou à Marvel que pudesse falar inglês com algum dos sotaques vindos do continente africano. Porque, sim, a ideia original do estúdio era que ele falasse inglês sem sotaque. Quando descobriu que Kani era Xossa, ele aprendeu umas poucas palavras e o surpreendeu com seu idioma nativo. O ator, então, passou a ensinar mais sobre Xossa e seu sotaque para que, em cena, pai e filho pudessem conversar na língua nativa. A produção gostou da interação e decidiu manter.

Vibranium

Parte fundamental da trama é a relação do país com as minas de Vibranium, o material metálico que mantém o funcionamento de Wakanda, fazendo dela a nação mais tecnológica do mundo. Segundo o diretor Ryan Coogler, ele se inspirou nas minas de Coltan, do Congo, que produzem um metal que foi fundamental para o programa nuclear americano e atualmente é usado na produção de celulares e computadores. Ele passou a ser conhecido como “Mineral do Sangue” por ter sua exploração associada à violação de diversos direitos humanos, sendo constante alvo de contrabando.

Tolkien Boys

Martin Freeman é um dos dois atores brancos que integram o elenco principal do filme. Durante a première britânica do longa, ele foi questionado sobre isso e respondeu que talvez valesse a pena a reflexão do mercado, porque esse estranhamento da imprensa não acontece em outros filmes, quando a situação se inverte e há pouquíssimos personagens negros nas tramas. Além de Freeman, o outro ator branco era Andy Serkis, que deu vida ao vilão Garra Sônica. Nos bastidores, eles receberam o apelido de Tolkien Boys, algo como ‘Os meninos de Tolkien, já que ambos marcaram época no universo de O Senhor dos Anéis.

Recordação

Destaque do filme, Michael B. Jordan deu vida ao vilão Killmonger. Ele começa o filme com um traje tático, até conseguir executar seu plano e ganhar sua própria armadura de Pantera Negra. O mais curioso desse ponto é que muitos acreditavam que essa roupa de Pantera era feita 100% de CGI, mas ela não apenas foi feita, como também foi para casa com Michael B. Jordan, que ganhou o traje de presente.

Câncer

A informação mais surpreendente desse filme é que o protagonista Chadwick Boseman atuou e enfrentou as desgastantes rotinas de promoção do longa enquanto enfrentava o árduo tratamento contra o câncer de cólon que ele tinha. O ator foi diagnosticado com a doença em 2016, mas manteve segredo de seus amigos e companheiros de trabalho para poder viver o sonho de estrelar uma grande franquia e poder fazer a diferença na vida das crianças pelo mundo. Pantera Negra chegou aos cinemas em 2018. Ele viria a falecer apenas dois anos depois, em 2020, vítima do câncer.

Solidariedade

Apesar de sua condição de saúde e das rotinas exaustivas de filmagens, turnês de divulgação e tapetes vermelhos, Chadwick compreendia seu papel enquanto herói da molecada e dedicava um bom tempo de sua vida para visitar crianças que, assim como ele, enfrentavam o câncer. Mais do que isso, ele constantemente apoiava instituições de caridade. Inclusive, um de seus últimos feitos em vida foi doar mais de quatro milhões de dólares para crianças carentes em plena pandemia.

Sucesso total

Além de ter arrecadado mais de 1.35 bilhão de dólares em sua passagem pelo cinema, tendo conquistado mais de 200 milhões (o custo da produção) apenas no primeiro fim de semana, Pantera Negra conseguiu realizar um sonho antigo da Marvel: chegar ao Oscar. Foram sete indicações, incluindo a Melhor Filme, e conquistou três estatuetas (Melhor Figurino, Melhor Design de Produção e Melhor Trilha Original). Sucesso total!

Pantera Negra está disponível no Disney+.

Opinião | ‘Springsteen: Salve-me do Desconhecido’ é um sufocante retrato da depressão e seus impactos

Lançado nos cinemas brasileiros na última quinta-feira (30), Springsteen: Salve-me do Desconhecido está sendo vendido como a cinebiografia do astro americano do rock Bruce Springsteen. Porém, quem for assistir o longa com isso em mente, provavelmente irá sair decepcionado porque o filme não aborda toda a vida do músico, mas sim o processo de criação do álbum Nebraska.

Lançado em 1982, o álbum foi um movimento ousado do cantor, que estava prestes a explodir internacionalmente, mas vivia um momento muito complexo da carreira. Ele já sentia os efeitos do sucesso, só que estava sufocado e sem entender o motivo de continuar fazendo música. Diante dessa situação, ele se isola em Nova Jérsei, acompanhado apenas de sua gaita, violão, glockenspiel e um gravador de quatro canais. Com isso, ele compõe músicas que tentam desafogar sua alma, dando origem ao seu álbum mais autoral.

Divulgação/ 20th Century Studios. © 2025 20th Century Studios. All Rights Reserved.

O filme, então, aborda simultaneamente essa busca por sentido de Bruce, vivido brilhantemente por Jeremy Allen White, enquanto seu empresário tenta vender a ideia do álbum para as gravadoras, que esperavam, na verdade, um álbum de hits eletrizantes para consolidar o artista no ramo internacional e nas paradas das rádios americanas.

O mais interessante é que o longa é conduzido de forma bem vagarosa, explorando aspectos da vida pessoal de Bruce nesse período entre 1981 e 1982, como a tentativa de relacionamento com a jovem Faye (Odessa Young), uma mãe solteira que conhece o músico em uma escapada da fama, que acaba trazendo o rapaz para sua vida, apesar de todos da família a alertarem para o risco que seria se relacionar com um astro da música. A presença de Faye é fundamental para a trama, porque ela representa os efeitos que uma doença tão séria – e muitas vezes não tratada com a seriedade que merece – pode causar nas pessoas amadas por aqueles que são atormentados por ela.

Divulgação/ 20th Century Studios. © 2025 20th Century Studios. All Rights Reserved.

Sim, pode ser que demore um pouco para que alguns percebam, mas o filme fala essencialmente sobre depressão e seus impactos destrutivos no ser humano, independentemente de quem seja. Ao longo da trama, vemos um jovem Bruce Springsteen vivendo o sonho de todo artista. Ele está prestes a deslanchar, mas já faz shows lotados pelo país e conta com uma base de fãs que não apenas o curte… Eles amam verdadeiramente o Bruce e o que ele tem a dizer. Só que o rapaz se vê incapaz de sentir esse amor. Na verdade, o sonho vira um tormento porque ele passa a se isolar cada vez mais.

E Bruce, nessa fase, ainda tinha a rara capacidade de dar umas escapadas desses momentos megalomaníacos da rotina de shows, fugindo para sua cidade natal, onde fazia pequenos shows para tocar o que ele quisesse, sem a responsabilidade de ter de agradar ou corresponder a expectativas alheias. Mesmo assim, o rapaz não consegue tirar da cabeça essa sensação de que nada faz sentido e de que ele está perdendo tempo. É angustiante, porque ele se vê perseguido por um inimigo invisível que ele sequer tem ideia do que seja ou de como enfrentá-lo.

Divulgação/ 20th Century Studios. © 2025 20th Century Studios. All Rights Reserved.

Nesse contexto, o isolamento de Bruce em sua casa com os instrumentos funciona como um respiro na rotina do músico, porque ele acredita estar se reconectando com suas origens. O problema é que ele começa a afastar as pessoas que ama sem nem perceber. Sua sede por se reencontrar é tanta que ele se perde do mundo, enquanto busca algo intangível. Ao mesmo tempo, o músico cria um apego a essas obras, como se elas fossem a resposta para todos os seus problemas. E isso contrasta justamente com os momentos em que ele tenta vender o álbum para a gravadora e não vê a ideia ser bem recebida. Como assim o meu grito de socorro não é aceito? O que fazer quando você está sob o controle de alguém que não se interessa por quem você é verdadeiramente? O que isso gera? Mais frustração.

O outro contraste interessante é o do Bruce na casa com o Bruce no estúdio. Ele sai de uma suposta paz momentânea para uma rotina infernal atrás da reprodução exata dos efeitos e sentimentos que ele pôs naquela fita que viraria Nebraska. O músico desenvolve um apego sem igual por sua obra e fica frustrado a cada tentativa falha dos engenheiros de som em replicarem o material para os compactos. É como se os sentimentos de Bruce fossem tão sinceros que ninguém ao seu redor fosse capaz de compreendê-los. E essa sensação é uma das mais sufocantes dos quadros de depressão. A de não ser levado a sério, a de não ser compreendido. É enlouquecedor, é desesperador, é exaustivo. Abordar isso por meio das tentativas de replicação da música foi uma tacada de mestre do diretor Scott Cooper, porque conseguiu recriar com maestria o inferno vivido por quem sofre com a doença. Não é uma tristeza, é um vazio que parece sem fim que faz com que a pessoa sinta estar isolada.

Divulgação/ 20th Century Studios. © 2025 20th Century Studios. All Rights Reserved.

O filme também promove pequenas viagens acerca de um trauma familiar que resulta em uma das cenas mais bonitas de reconciliação do cinema recente. Mas o ponto mais importante dessa obra é a mensagem que existe uma saída. O longa é uma grande mensagem de esperança de que você não está sozinho e que, procurando ajuda profissional, conforme o próprio Bruce Springsteen busca ao longo da trama, e tendo uma rede de apoio verdadeira, é possível se reencontrar e corrigir a química mental.

Não fosse essa rede de apoio singela, mas sincera, que o músico tem no filme, talvez as coisas tivessem sido diferentes. É uma obra necessária, belíssima e angustiante sobre um dos ícones mais influentes da música americana, cuja mensagem pode ser um sopro na vida de quem precisa procurar ajuda e talvez não tenha percebido ainda ou não saiba como.

Divulgação/ 20th Century Studios. © 2025 20th Century Studios. All Rights Reserved.

Springsteen: Salve-me do Desconhecido está em cartaz nos cinemas.

Dica | Filmes para fugir do Halloween, mas não muito

O halloween vem crescendo bastante no Brasil. O feriado americano contou com bastante resistência da sociedade brasileira, mas já é possível ver crianças fantasiadas para pedirem doces em algumas cidades do país hoje em dia.

A semana é marcada também pelos fãs de franquias de terror, que tiram uns dias para assistirem os longas de franquias como Halloween, Sexta-Feira 13 e afins. As dicas de hoje, porém, não são desse tipo de filme. A ideia aqui é recomendar filmes que dialogam com o 31 de outubro, mas sem necessariamente precisarem abordar o Halloween como centro da trama. Confira!

Batman

Divulgação/ Warner Bros. Pictures.

Um dos mais celebrados Batman dos cinemas, esse épico do mundo do crime traz um jovem Bruce Wayne (Robert Pattinson) começando na vida de justiceiro mascarado. E quer forma melhor de introduzir esse herói gótico do que no meio do Halloween de Gotham City? Pois é, Matt Reeves não estava de brincadeira quando acabou criando acidentalmente um filme 100% adequado para a época do Halloween, mas necessariamente falar sobre o tema.

Donnie Darko (fim do mundo no dia 31)

Nessa ficção científica que nasceu cult e foi abraçada pela galera de tanta encheção de saco alheia, o clima esquisito de um jovem isolado que tem visões de um coelho bizarro que o incentiva a fazer coisas estranhas já faria dela uma opção muito interessante para ver na época de Halloween. Porém, ele traz mais elementos que casam perfeitamente com a data, como a data do suposto fim do mundo previsto pelo jovem Donnie ser exatamente dia 31 de outubro. Mais uma grande obra que respira Halloween, mesmo sem ser um filme focado no Dia das Bruxas.

ET – O Extraterrestre

Clássico imortal do cinema, E.T. – O Extraterrestre conta a história de um garotinho bagunceiro que encontra um alienígena que caiu acidentalmente em seu quintal. Tentando esconder o ET dos adultos, ele traz a criatura para casa, onde descobrirá que ele tem poderes especiais e está apenas tentando voltar para sua casa. E uma das sequências mais memoráveis dessa aventura extraterrestre de Steven Spielberg começa justamente no Halloween, quando a criançada decide passear com o ET pelas ruas. Afinal, quem vai desconfiar de um alien em meio a fantasias ainda mais bizarras?

Lutero

Além de Halloween e Dia do Saci, o dia 31 de outubro marca também a publicação das 95 teses de Martinho Lutero, pai da reforma protestante. E esse tema é abordado em Lutero, filme biográfico de 2003 que acompanha a trajetória do monge Martinho Lutero, que acredita que a Igreja do século XVI se afastou dos dogmas de Deus, sendo corrompida pelo poder e pela ganância. Então, ele propõe reformas para se aproximar de sua interpretação da bíblia, dando início ao protestantismo. Tá vendo como dá para fugir completamente do Halloween sem escapar das datas?

Harry Potter e a Pedra Filosofal

Por fim, a saga do bruxinho mais famoso dos cinemas tem início justamente em uma noite de Halloween. É nela que o Lorde das Trevas tenta matar o menino, marcando a vida do bebê para sempre e iniciando a jornada que renderia uma das franquias de maior sucesso da história do cinema. Sem contar que o filme é todo marcado pelas bruxarias dos alunos de Hogwarts e pelas criaturas mágicas e masmorras do lugar. Bom para curtir o clima de Halloween sem estar focado nele.