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‘Invocação do Mal 3’: Assista as primeiras cenas do terror

A Warner Bros. divulgou um vídeo com 30 minutos de entrevistas e cenas dos filmes da franquia ‘Invocação do Mal‘, que também traz o primeiro vislumbre do terror ‘Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio‘.

À partir do minuto 1:20, podemos ver cenas inéditas de Vera Farmiga e Patrick Wilson como Lorraine e Ed Warren. 

Além disso, uma das cenas mostra que teremos um exorcismo bem diferente: em cima de uma mesa.

Confira:

Segundo a Warner Bros, a estreia por aqui acontece no dia 3 de junho de 2021, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio‘ será baseado mais uma vez em um dos casos reais solucionados por Ed e Lorraine Warren.

Dessa vez, não veremos uma casa mal-assombrada como nos dois primeiros filmes, e sim um dos casos mais assustadores e POLÊMICOS da história: a possessão demoníaca do jovem Arne Cheyenne Johnson, no caso conhecido como O Julgamento do Demônio Assassino/O Diabo Me Fez Fazer. 

Confira a descrição do trailer:

O vídeo começa falando sobre o caso de um homem que esfaqueou vinte e uma vezes um colega em um canil e foi inocentado alegando uma possessão demoníaca. Os juízes chamaram dois peritos para estudarem o caso: Ed e Lorraine Warren. Vemos os dois recebendo uma ligação e viajando para uma cidade, aonde entram em um necrotério com um corpo carbonizado. A cena é aterrorizante. Quando Lorraine toca no defunto, as luzes se apagam e uma entidade assustadora surge em uma cena extremamente aterrorizante! O clima parece ser tão assustador quanto os primeiros filmes.

James Wan não retornará para a direção; Michael Chaves (‘A Maldição da Chorona‘) assume em seu lugar.

‘Elite’: Carla e Nadia retornam para minisséries que estreiam antes da 4ª temporada

A Netflix acaba de anunciar que ‘Elite‘ vai ganhar três minisséries mostrando o destino de alguns personagens antes da estreia da 4ª temporada.

Ester Expósito e Mina El Hammani retornam como Carla e Nadia.

Confira os títulos e a data de lançamento:

Elite Histórias Breves: Guzmán Caye Rebe  (14/6/2021)

Uma de três minisséries ambientadas no verão antes da volta às aulas em Las Encinas, na Espanha.

Elite Histórias Breves: Nadia Guzmán (15/6/2021)   

Uma de três minisséries ambientadas no verão antes da volta às aulas em Las Encinas, na Espanha.

Elite Histórias Breves: Omar Ander Alexis (16/6/2021) 

Já em remissão, Ander decide passar o verão ajudando Alexis em sua quimioterapia.

Elite Histórias Breves: Carla Samuel  (17/6/2021) 

Uma de três minisséries ambientadas no verão antes da volta às aulas em Las Encinas, na Espanha.

A 4ª temporada de ‘Elite’ tem estreia marcada para o dia 18 de junho.

Assista ao trailer:

Vale lembrar que Danna Paola,Jorge López e Álvaro Riconão retornam como Lu, Valerio e Polo para a 4ª temporada.

Paola não gostou dos rumos de sua personagem na terceira temporada e pediu para deixar a série, assinando contrato para retornar para outra série que ela participava, ‘La Doña‘.  

Manu RiosCarla DíazMartina Cariddi e Granch são as novas adições no elenco.

Confira nossa crítica da temporada anterior:

Tom Holland quer LUTAR com o Morbius em ‘Homem-Aranha 4’

Como foi anunciado há algumas semanas, Tom Holland vai estrelar mais três filmes do ‘Homem-Aranha‘ após as aventuras de ‘Sem Volta Para Casa‘.

Pensando nisso, o Fandango perguntou ao astro qual vilão seria um bom adversário para o herói no futuro.

Em reposta, Holland disse que adoraria ver um embate entre o Aranha e o Morbius, personagem interpretado por Jared Leto no vindouro filme homônimo.

“O filme do Morbius‎‎ ‎‎me parece muito legal. Sinto que será um pouco mais assustador. Acho que pode ser interessante… Homem-Aranha contra um vampiro”, explicou Holland.

‎O astro também revelou quais vilões estão no top 3 entre as lutas que ele mais gostou de fazer desde que assumiu o papel.

“O Abutre com certeza entra na lista por que foi o primeiro. O vilão de Jake [Gyllenhaal, o Mysterio] também tem um lugar na lista porque ele é o meu amor”, brincou ele.

Por fim, ele disse que a luta contra o Duende Verde, que veremos no próximo filme, foi algo assustador.

“Acho que Duende Verde também, as cenas de luta que fizemos com Willem [Dafoe] são incríveis e muito assustadoras… Foi muito bom explorar elementos diferentes nesse filme.”

E aí, será que o Cabeça de Teia seria páreo para o Morbius? O que você acha?

Confira a entrevista:

 

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Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ é oficialmente a maior bilheteria de 2021.

Em um ano em que a bilheteria não voltou totalmente ao normal devido à pandemia, o filme conseguiu quebrar recordes que existiam antes do COVID-19.

A parceria entre a Sony e a Marvel proporcionou a terceira maior estreia dos EUA na história do cinema, além de ser o 5º filme a conquistar a marca de US$ 1 bilhão nas bilheterias sem ter estreado na China, um feito incrivelmente impressionante na era pandêmica.

O filme soma US$ 467,3 milhões nos EUA e US$ 587,1 milhões no mercado internacional, totalizando US$ 1,05 bilhão mundialmente.

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

 

De NOVO? Henry Cavill NÃO deve voltar como Superman e ‘O Homem de Aço 2’ pode ser cancelado

Após o anúncio do cineasta James Gunn como chefe da DC Studios, a produção de ‘O Homem de Aço 2‘ estava caminhando a passos rápidos. Estava.

De acordo com o The Hollywood Reporter, o projeto corre o risco de ser cancelado agora que James Gunn e Peter Safran estão planejando um novo futuro para o DCU.

Henry Cavill não deve retornar para o papel do Superman, que deve ser reescalado futuramente.

Anteriormente, a Warner Bros. Discovery havia aberto solicitações para selecionar roteiros visando a sequência do novo longa do Superman.

Gunn, inclusive, já havia tomando as rédias das decisões criativas a respeito de ‘O Homem de Aço 2‘ – mas agora o projeto não está seguindo em frente.

‘Mulher-Maravilha 3’, com Gal Gadot, também foi CANCELADO

Fora o universo principal, que conta atualmente com ‘Aquaman‘, ‘Shazam‘ e ‘Flash‘, há também os núcleo de ‘Batman‘ comandado por Matt Reeves, e ‘Coringa‘, que voltará a ter um longa solo com ‘Joker: Folie à Deux‘.

Filme da Netflix dá lição de HUMANIDADE e está emocionando os assinantes; Confira!

O drama ‘O Lugar da Esperança‘ (‘Herself’) chegou recentemente ao catálogo da Netflix e está emocionando os assinantes da plataforma.

Estrelado por Clare Dunne (‘Kin’), o filme estreou em terceiro lugar entre os mais assistidos do catálogo.

O longa conta a história de Sandra, uma mulher que se afasta do ex-marido abusivo com duas filhas pequenas e decide colocar em prática um plano ambicioso: reconstruir a vida construindo a própria casa.

Ao receber um terreno de uma mulher para quem ela faz limpeza, Sandra inicia a jornada com a ajuda de um arquiteto que lhe fornece plantas e Aido (Conleth Hill), um empreiteiro que parece disposto a ajudar.

Mas à medida que o seu passado surge junto com Gary (Ian Lloyd Anderson), o seu ex possessivo, burocratas lutam contra o seu espírito independente forçando-a a se questionar se é capaz de reconstruir a sua vida a partir do zero.

Dirigido por Phyllida Lloyd (‘Mamma Mia’), o enredo põe em debate importantes questões sociais, como relacionamentos tóxicos, violência doméstica e a luta diária das mães solteiras para educar seus filhos.

Ao mesmo tempo, o filme também aposta em momentos delicados e sentimentais, estreitando a relação de Sandra com suas filhas, Molly (Molly McCann) e Emma (Ruby Rose O’Hara), reforçando o poder de uma boa influência no desenvolvimento das crianças.

Indicado a diversos prêmios em festivais renomados, como o British Independent Film e o Dublin International Film Festival, o longa conquistou 94% de aprovações dos críticos no Rotten Tomatoes.

Em sua análise, o Film Ireland destaca que:

“A diretora Phyllidia Lloyd faz um trabalho magistral ao reunir as experiências de Sandra em uma narrativa imensamente necessária e frequentemente comovente.”

Nas redes sociais, o sentimento é o mesmo, com diversos internautas testemunhando como ficaram impactados com a história.

Confira:

SUCESSO! ‘Alien: Romulus’ arrecada US$ 18 milhões na sexta-feira

Alien: Romulus‘, dirigido por Fede Alvarez, arrecadou ótimos US$ 18 milhões na sexta-feira.

A expectativa é que o filme encerre o fim de semana nos EUA com US$ 40 milhões a US$ 42 milhões.

A melhor abertura para um filme Alien vai para ‘Prometheus‘ de Ridley Scott, de 2012, que registrou um primeiro dia de US$ 21,4 milhões em prévias/sexta-feira e encerrou o fim de semana com US$ 51 milhões.

Com a franquia produzida por Ridley Scott arrecadando US$ 26 milhões  no exterior até sexta-feira, isso prenuncia um lançamento de US$ 60 milhões internacionalmente, totalizando US$ 100 milhões globalmente (mais ou menos) — um começo fantástico e com semanas claras pela frente.

Além de 81% de aprovação dos críticos, o longa que resgata a franquia de terror sci-fi recebeu nota B+ no CinemaScore.

Para quem não sabe, a pesquisa do CinemaScore já é tradição e acontece desde 1978.

A votação é feita diretamente nos cinemas da América do Norte, com o público preenchendo os cartões de voto logo depois de terem assistido a um filme e atribuindo notas que vão de ‘A+’ a ‘F‘.

Confira a publicação e siga o CinePOP no Youtube:

“É um B+ para #alienromulus. Você já assistiu nos cinemas? Conte nos comentários abaixo.”

Ambientada entre os eventos de ‘Alien, o Oitavo Passageiro‘ (1979) e ‘Aliens, O Resgate‘ (1986), a trama gira em torno de um grupo de jovens colonizadores espaciais se depara com a forma de vida mais aterrorizante do universo enquanto exploram as profundezas de uma estação espacial abandonada.

Confira as análises:

Fede Alvarez se superou com seu melhor filme até agora! #AlienRomulus não é apenas uma carta de amor, é um amálgama da franquia alienígena como um todo. Lindo, aterrorizante, macabro, estranho, distorcido, grotesco, sangrento e, acima de tudo, profundamente repleto de referências à mitologia da franquia. Estou um pouco impressionado com o filme inteiro… E, como alguém que não cresceu totalmente com a franquia ‘Alien‘, mas sempre a amou… Estou muito feliz em dizer que amei ‘Alien: Romulus‘. Além disso, NENHUM de vocês está preparado para os 20 MINUTOS finais! JESUS ​​CRISTO!”

‘Alien: Romulus‘ se apoia fortemente em suas origens de terror para criar uma viagem de emoção implacável e visceral que começa lentamente e aumenta em intensidade até que você fica sem fôlego no final. Desprovido de qualquer profundidade temática, ele incorpora tantas referências e momentos de fan service que muitas vezes se esquece de tentar fornecer algo novo ou profundo. Ainda assim, as performances fundamentadas de Cailee Spaeny e David Jonsson entregam peso emocional suficiente para manter o público envolvido durante o massacre. Definitivamente o mais direto da franquia.”

“Adorei #AlienRomulus. Fascinante do começo ao fim com apostas emocionais surpreendentes e um terceiro ato absolutamente deslumbrante. Álvarez traz imenso estilo e criatividade para a franquia. Os efeitos práticos/cenários reais capturaram o mundo sombrio e corajoso da franquia lindamente. Tenso e assustador, mas nunca exagerado. Graças a Deus, o filme não foi lançado em streaming porque está incrível nas telonas.”

“Eu vi #AlienRomulus. É muito bom, às vezes fantástico. Acima de tudo, é um filme lindamente filmado, ótimo trabalho de câmera, Fede Alvarez e o diretor de fotografia Galo Olivares têm um ótimo senso de luz, sombra e cor. Definitivamente um dos filmes mais bonitos do ano.”

“Sujo, corajoso e vívido, #AlienRomulus perde oxigênio enquanto arrasta seu elenco por uma manopla infernal de horrores antigos e novos. O balanço do ato final é admirável, mas é mais impressionante em seu comando de escala, a maneira como é assustadoramente íntimo e melindricamente expansivo. O CGI, no entanto…”

“Senhoras e senhores, ‘Alien: Romulus‘ é de longe o melhor filme do ano. É o melhor da franquia e pode ser meu novo terror favorito. Mal posso esperar para vê-lo novamente e estou muito animado para que o mundo aproveite esta obra-prima como fizemos esta noite.”

ALIEN: ROMULUS‘ é incrível. Efeitos práticos insanos (uma transformação humano-alienígena verdadeiramente assustadora) e um número musical inesperado no terceiro ato que não tem razão para funcionar, mas funciona completamente. Spaeny grita, luta, dança e canta para entrar no Hall da Fama das Final Girls.”

#AlienRomulus A maldita franquiaestá de volta. Eu estava cética no começo, mas este é facilmente um dos melhores filmes da franquia. Fede Álvarez não decepciona. O design de som e a construção deste mundo estão incríveis. Os efeitos práticos são tão bons que o filme me deu pesadelos.”

“VISCERAL e INTENSO. Tem suspense, é ousado e dramático. Uma produção cinematográfica que traz a franquia de volta às suas raízes. Sustos cheios de ação com toques sensuais. Este não é apenas mais um filme de terror, é uma das MELHORES prequelas de todos os tempos! Um final adequado que prepara o que vem a seguir. Fede Álvarez define a saga ‘Alien‘ para uma nova geração e até supera o ‘Aliens’, de James Cameron, e o ‘Alien’ original de Ridley Scott. Este é um horror cinematográfico em níveis sem precedentes, um banquete para a alma. Dê a ele todos os filmes alienígenas que ele deseja!”

#AlienRomulus é um dos filmes do ano, meu Deus. O ato final mais insano de um filme que eu acho que já vi.”

O elenco conta com Cailee Spaeny, Isabela Merced, David Jonsson, Archie Renaux, Spike Fearn e Aileen Wu.

Ridley Scott, diretor do longa original e das pré-sequências, serve como produtor.

alienromulus

David Harbour quer Frankenstein em LIVE-ACTION da DC após ‘Comando das Criaturas’

David Harbour, conhecido por seu papel em ‘Stranger Things’, falou sobre a possibilidade de trazer seu personagem Eric Frankenstein de ‘Comando das Criaturas’ para uma produção live-action do DCU.

Em entrevista à Collider, o ator expressou sua empolgação com a ideia, embora nada esteja confirmado oficialmente pelo estúdio.

Harbour revelou que já conversou com James Gunn, criador da série animada, sobre os desafios e possibilidades de transpor o personagem para um filme ou série live-action.

“Nós conversamos sobre isso de forma casual. Não há nada planejado, mas eu conversei um pouco com ele sobre as realidades de como isso seria, em termos de efeitos visuais ou práticos, e ele teve várias ideias e pensamentos diferentes”, declarou Harbour.

O ator destacou que, embora a DC Studios ainda esteja em fase de construção do seu universo, a ideia de um crossover entre os personagens animados e os de live-action é algo divertido.

“Eu acho que eles ainda estão construindo o universo deles, e isso é divertido. À medida que vão construindo, acho que vão ver o que as pessoas gostam ou o que funciona, e isso vai ser um componente do que eles seguirão adiante. Mas é uma ideia tão divertida ter, tipo, o Batman encontrar um Frankenstein furioso, ou o Superman, ou seja lá quem for!”, completou o ator.

Marcando o início do DCU, a série animada ‘Comando das Criaturas‘ já chegou ao catálogo da Max com a exibição dos dois primeiros episódios.

A prévia mostrando o que esperar dos próximos capítulos também já foi revelada.

Confira:

Frank Grillo, que interpretará Rick Flag Sr. em ‘Comando das Criaturas’ e na segunda temporada de ‘Pacificador’, no novo DCU de James Gunn, elogiou os planos e o trabalho do cineasta neste universo renovado.

Em entrevista ao Screen Rant, Grillo comentou: “Em termos de cronograma, ‘Comando das Criaturas’ será lançado em dezembro, e ‘Superman’ e ‘Pacificador’ estão previstos para 2025”.

Ele continuou: “Eles não nos informaram nada intencionalmente. James Gunn está editando tudo agora; estou prestes a concluir os últimos episódios sob sua direção em ‘Pacificador’, e isso é o máximo que posso compartilhar. É tudo sobre o Rick Flag, o mesmo personagem ao longo de toda a trama, o que eu realmente adoro”.

“Estou imensamente grato a James e Peter Safran. Esses caras estão à frente da DC agora e me incluíram de maneira significativa nesse projeto. Acredito que os fãs ficarão impressionados com a genialidade de James Gunn. Ele foi liberado para criar. O que ele tem em mente para a DC é muito maior do que ‘Guardiões’. Portanto, fiquem ligados”, concluiu.

Os sete episódios do seriado foram escritos por Gunn, que também serve como produtor executivo do projeto. Os episódios serão exibidos semanalmente até sua conclusão, que está marcada para o dia 16 de janeiro de 2025.

Lembrando que ‘Creature Commandos‘ faz parte de ‘Deuses e Monstros’, o primeiro capítulo da nova safra de produções da DC Studios.

O elenco inclui Frank Grillo como Rick Flag Sr., Maria Bakalova como Princesa Ilana Rostovic, Indira Varma como A Noiva, Zoe Chao como Nina Mazursky, Alan Tudyk como Dr. Phosphorus e David Harbour como Eric Frankenstein. Sean Gunn também emprestará sua voz a G.I. Robot, enquanto Steve Agee reprisa o papel de John Economos, que ele interpretou em ‘Esquadrão Suicida’ e ‘Pacificador’.

O Erro da Sétima Temporada de ‘The Walking Dead’

Os fãs de The Walking Dead – TWD já estão acostumados com o formato sanduíche da maioria das temporadas da série: excelentes episódios no começo e no fim com umas linguiças bem cheias no meio. É, já meio que aceitamos esse fato, o meio de TWD é feita por episódios pouco inspirados, mas não desistimos porque quase sempre somos recompensados com episódios iniciais excelentes e episódios finais grandiosos. São por eles que pagamos a TV a cabo (ou o torrent…).

Se a memória não me falha, as duas únicas temporadas impecáveis foram a primeira e a sexta. A pior foi a segunda, especialmente em sua primeira parte – ainda que reconheça a importância dela para a estruturação da série. Mas, o turbulento ano de 2016 nos trouxe algo para desbancar a segunda em ruindade: a primeira metade de sétima temporada!

Ironicamente seguindo a tradição de TWD, o primeiro episódio da sétima temporada foi excepcional, um dos 10 melhores de toda a séria. Contudo, o segundo episódio já foi perdendo a força e daí para pior. O penúltimo deu uma levantada e o último foi muito bom.

É bizarro como esta primeira metade da sétima temporada conseguiu ser tão ruim. Os roteiristas tinham os ingredientes ideais: personagens consolidados, um cliffhanger eficiente (ainda que clichê), uma temporada anterior excepcional, tramas instigantes e um novo vilão que mesmerizou o público em sua primeira aparição. O que deu errado?

Se você perguntar para um grupo de reacionários dos EUA, eles dirão que o problema de TWD é a violência. Disseram que esta temporada passou de qualquer limite. Sempre há quem reclame da violência, dizendo que isso faz mal às pessoas. Esse argumento só ganhou mais notoriedade por causa da morte de Glenn (Steven Yeun). Foi uma das cenas mais graficamente chocantes que vi em tempos recentes na TV, e a mais mais de TWD. Até fãs ficaram incomodados. Contudo, ainda que alguns espectadores tenha abandonado a série por causa disso, não é suficiente para explicar as reações mornas à atual temporada.

Houve até quem decidiu chamar TWD de fascista. Meu Senhor!, essa moda de enxergar fascista por tudo quanto é lado tá pegando! A tese é no mínimo curiosa: no universo de TWD, a bondade não é premiada; quem tenta agir de forma pura com seus semelhantes acaba morto. Sobrevivem aqueles que pressupõem que todo mundo é mau e que o ideal é mata o seu opositor. Em resumo, a série defenderia a visão de que, no mundo, vale o nós contra eles – já dá até para ler a metáfora dos zumbis como imigrantes mulçumanos e Negan (Jeffrey Dean Morgan) como um Trump sem tope e óleo laranja na cara. Nada mais errado! Essa interpretação mais parece uma tentativa de forçar para encaixar a sua ideologia na série.

TWD fala de um mundo no qual as estruturas sociais esgarçaram e agora os sobreviventes precisam reconstruir tudo. Como num retorno ao paleolítico, temos sim que lutar pela sobrevivência. Nessa realidade alternativa, porém, o simples nós contra eles, que estamos acostumados a ver na política, ou a ideia de que a força vale sempre mais do que qualquer outra qualidade são falsas. Nesse universo, é preciso equilíbrio entre confronto e alianças, entre desconfiança e confiança. Quantos personagens sobreviveram pela esperteza, quantas vezes a série já demonstrou que confiar é preciso?

TWD carrega uma metáfora muito maior. Ela é uma tradução das dificuldades para se reerguer uma sociedade (ou mantê-la de pé). Se você quer aproveitar TWD para ler o tempo atual, pergunte-se: aquele manifestante de internet, que posta textão no Face, que inclui um #ForaQualquerCoisa, sobreviveria num mundo no qual as coisas mais básicas são escassas? Essa geração Toddynho com Nutella duraria quantas temporadas de TWD?

Não, jamais a série ousou elidir a ideia de que a empatia e a solidariedade têm seu espaço, ou negar que fala de coisas profundas. TWD é um verdadeiro drama moral e um estudo sobre a formação da sociedade, que pode dizer muito sobre coisas como a crise causada pelo motim da PM no Espírito Santo.

E se alguém ainda acha que a série é fascista, pergunto, como ela pode ser fascista se seus personagens são tão variados?

Mas, já desvio muito do principal. O que, afinal, fez desta primeira metade da sétima temporada tão fraca? Uma opção errada dos produtores, que poderia ter sido corrigida com edição!

Os produtores da série fizeram uma escolha infeliz. Com o grupo Rick (Andrew Lincoln) dividido, cada episódio focava em um núcleo. Não é a primeira vez que isso acontece na série, mas nunca de forma tão exaustiva. Mas, como eram muitos núcleos, e as ações eram paralelas, a sensação de que estávamos sempre voltando para o começo era recorrente. Parecia que TWD tinha puxado o freio de mão.

Isto foi fruto de uma má escolha dos produtores, que nem daria muito trabalho para ser resolvida. Bastava uma edição que congregasse dois ou três núcleos de personagens no mesmo episódio. Além de dar dinamismo, evitava o risco de um episódio foca em um personagem fraco – bicho, até isso teve!, episódio focado em personagem tão importante quanto a pulga do rabo do cachorro.

Não foi a violência, nem o fascismo, nem qualquer outra dessas ideologias de hashtag. O que matou este começo da sétima temporada e derrubou os índices de audiência foi uma má escolha dos produtores, que acharam por bem organizar os episódios por núcleos. Apesar da péssima avaliação (TWD foi eleito o pior programa de 2016 pela revista americana Variety, perdendo apenas para a cobertura da eleição americana) e da queda na audiência, a AMC ainda tem em seu cardápio uma série genial e líder de audiência. O que nós fãs pedimos é uma restante de temporada com menos Swear (o episódio mais mal avaliado no IMDB) e mais The Day Will Come When You Won’t Be (o episódio mais bem avaliado no IMDB).

E, aí, o que achou da primeira metade da sétima temporada? O que mais gostou e o que menos gostou? Ficou chocado com o primeiro episódio? E, como eu, dormiu no meio de Swear e teve que revê-lo? Vamos, comente, compartilhe e curta nossas redes sociais:

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10 ÓTIMOS filmes com canções vencedoras do Oscar!

Tem filmes com canções que se tornam marcantes nas memórias de todos nós amantes da sétima arte. Algumas dessas, foram vencedoras do Oscar de Melhor Canção. Pensando nisso, fizemos uma lista abaixo com ótimos filmes que tiveram vitória nessa categoria:

 

007 – Operação Skyfall (Canção Skyfall, venceu em 2013 o Oscar de Melhor Canção Original)

Na trama, acompanhamos logo no início uma missão que não dá certo e onde ‘M’ precisa tomar uma decisão que influencia sua lealdade perante à Bond. Mas quando um passado escondido da chefe da agência vem à tona, o agente 007 precisa se entender com ‘M’ e combater um vilão excêntrico, especialista em computação.

 

Viva – A Vida é uma Festa (Canção Remember Me, venceu em 2018 o Oscar de Melhor Canção Original)

Na trama, conhecemos o menino sonhador Miguel, um jovem que adora música mesmo sua família não gostando da ideia, pois, anos atrás um parente abandonou a família pela carreira musical e nunca mais voltou para casa. Durante uma pequena investigação descobre segredos desconhecidos da família e após tocar uma canção com um violão mágico, acaba indo para em uma terra dos mortos. Lá, descobre, nesse mundo fantástico e cheio de parentes que nunca conhecera, descobre mais sobre sua família e um novo segredo se torna um objetivo em sua busca constante em voltar para o mundo dos vivos.

 

Flashdance (Canção Flashdance… What a Feeling, venceu em 1984 o Oscar de Melhor Canção Original)

Na trama, conhecemos Alex (Jennifer Beals), uma jovem de 18 anos, amante da dança, com o sonho de entrar em um concorrido conservatório de balé. Para sobreviver, ela trabalha de dia como soldadora em obra e de noite se apresenta em impactantes shows noturnos de dança em uma boate. Certo dia, se aproxima do seu chefe, Nick (Michael Nouri), um homem mais velho, mais maduro, que a ajuda no seu caminho rumo aos sonhos.

 

Dirty Dancing (Canção (I’ve Had) The Time of My Life, venceu em 1988 o Oscar de Melhor Canção Original)

Quase no início da década de 90, chegou aos cinemas Dirty Dancing, dirigido pelo cineasta nova-iorquino Emile Ardolino, que conta a história de um esforçado dançarino (Patrick Swayze) que se apaixona por uma jovem, Baby (Jennifer Grey), que vem de uma família tradicional. Lutando por esse amor contra todos que são contrários, vamos percorrendo cenas dançantes e demonstrações de amor e carinho que ficam pra sempre em nossos corações.

 

Filadélfia (Canção Streets of Philadelphia, venceu em 1994 o Oscar de Melhor Canção Original)

Na trama, conhecemos Andrew Beckett (Tom Hanks), um brilhante advogado, homossexual, que vem crescendo na poderosa empresa onde trabalha. Quando ele é demitido de forma surpreendente por conta da descoberta pela empresa que ele possui AIDS, Andrew resolve processá-los e para isso contrata Joe (Denzel Washington), um advogado, homofóbico, que é o único que aceita o caso.

 

RRR: Revolta, Rebelião, Revolução (Canção Naatu Naatu, venceu em 2023 o Oscar de Melhor Canção Original)

Na trama, ambientada na década de 20 em uma enorme região da Ásia meridional colonizada pelos ingleses (que hoje conhecemos como a Índia) conhecemos uma jovem, integrante de uma pequena tribo, que é levada por um governador britânico e sua esposa contra vontade da família.

Um integrante dessa tribo, o guerreiro gente boa Komaram Bheem (N.T. Rama Rao Jr.) jura ir até o poderoso palácio de domínio inglês e resgatar a jovem sequestrada. Em paralelo a isso, conhecemos a história de um integrante do exército britânico, de origem indiana, chamado Alluri Sitarama Raju (Ram Charan Teja) que está num presente em busca de maior reconhecimento para seus feitos no exército.

Quando alta cúpula britânica descobre que Komaram Bheem quer resgatar a criança sequestrada, uma mobilização é feita como proteção ao governador e essa pode ser a chance de Alluri Sitarama Raju em se destacar. Só que as surpresas nessa história estão em todo lugar, Komaram Bheem e Alluri Sitarama Raju acabam de se tornando grandes amigos sem saberem dos segredos guardados de um e do outro.

 

007 – Sem Tempo para Morrer (Canção No Time to Die, venceu em 2022 o Oscar de Melhor Canção Original)

Na trama, novamente nos encontramos com James Bond (Daniel Craig), um homem que mesmo querendo descansar, ou até mesmo se aposentar, não consegue, pois sempre tem algum fanático, louco, terrorista querendo destruir o mundo e assim o agente secreto é chamado de volta para a ação. Em 007 – Sem Tempo para Morrer Bond precisa lidar com mais uma revelação surpreendente, fruto de seu relacionamento com a psicóloga Madeleine (Léa Seydoux). Em meio a todas as emoções que encontra pelo caminho, um rival complexo de lidar, Lyutsifer Safin (Rami Malek) quer destruir o mundo com um novo vírus seletivo e mortal.

 

Rocketman (Canção (I’m Gonna) Love Me Again, venceu em 2020 o Oscar de Melhor Canção Original)

Na trama, que teve um orçamento na casa dos 40 milhões de dólares, conhecemos pitacos da vida de Sir Elton John (Taron Egerton, na maior parte do tempo) ao longo dos anos, da infância até a adolescência, dos tempos que estudava na prestigiada Royal Academy of Music até perto do ano de 1970 quando começa uma parceria fenomenal com o compositor Bernie Taupin (seu amigo até hoje) e se torna aos poucos, com shows de tirar o fôlego, uma das grandes lendas do universo musical do planeta Terra.

 

La La Land – Cantando Estações (Canção City of Stars, venceu em 2017 o Oscar de Melhor Canção Original)

Na trama, ambientada em Los Angeles, conhecemos o pianista Sebastian (Ryan Gosling), um amante do Jazz que vive buscando seu espaço em meio a mudanças constantes que a vida coloca em seu caminho. Rabugento e completamente sozinho, de maneira inusitada, acaba conhecendo a sonhadora Mia (Emma Stone), uma jovem que partiu para Los Angeles para buscar a difícil carreira de atriz mas que hoje trabalha em uma espécie de Starbucks dentro de um famoso Estúdio de gravações de filmes. Logo o amor entre os pombinhos acontece e, entre as estações do ano, precisarão compreender como é viver a vida a dois e o tamanho que o sonho de cada um tem na vida do outro.

 

Nasce uma Estrela (Canção Shallow, venceu em 2019 o Oscar de Melhor Canção Original)

Na trama, conhecemos a esforçada Ally (Lady Gaga) uma sonhadora que vive de trabalhos pingados mas não deixa de se apresentar como cantora em uma boate na cidade onde mora. Certo dia, em mais uma dessas apresentações acaba sendo avistada pelo famoso músico  Jackson Maine (Bradley Cooper) que fica encantado pela jovem. A partir desse encontro, os dois ficam cada vez mais próximos, apaixonados, e Jackson não medirá forças para conseguir a chance de sucesso que Ally buscava. Mas como tudo na vida tem um preço, o sucesso de Ally acaba afetando demais o relacionamento próximo dos dois.

 

 

Em Home Vídeo | Lutando Pela Família – The Rock e Florence Pugh em biografia de lutadora

A Pequena Notável

Toda estrela tem sua ascensão. Todo ator possui aquele ponto de virada onde passa de um rosto desconhecido para a nova sensação, e parece estar em todos os lugares ao mesmo tempo. Este é o caso com a jovem Florence Pugh, de 24 anos completos em janeiro. Com 15 trabalhos como atriz (entre filmes, séries, minisséries, curtas e filmes para a TV), e uma carreira que se iniciou há apenas seis anos, Pugh caminha para se tornar uma das grandes estrelas de sua geração.

Mesmo antes tendo participado de projetos chamativos, vide O Passageiro, Lady Macbeth, Legítimo Rei e as séries Marcella e Little Drummer Girl, é claro que o divisor de águas de seu currículo foi o ano de 2019, mais conhecido como ano passado. Primeiro, por protagonizar o inquietante novo trabalho de Ari Aster (Hereditário), Midsommar; e segundo, por seu papel conquistado como a ciumenta Amy March na adaptação de Greta Gerwig para o clássico literário Adoráveis Mulheres. O trabalho poderia ter passado em branco, mas nas mãos de uma intérprete poderosa como a pequena Pugh, rendeu-lhe sua primeira indicação ao Oscar. Precoce? Sim. Descabida? Definitivamente não.

A iniciante que de boba não tem nada, garantiu um agente de talentos esperto o suficiente para (ao lado de seu próprio esforço) a colocar no vindouro blockbuster da Marvel, Viúva Negra – onde trabalhará lado a lado com a super-heroína Scarlett Johansson, no papel de sua irmã mais nova, Yelena Belova. Antes de tudo isso, no entanto, Pugh já acumulava elogios no início de 2019 – numa prévia que poucos viram, do que seria seu ano. Os brasileiros então, tiveram que se contentar com o lançamento de Lutando Pela Família (Fighting With My Family) direto no mercado de vídeo, fora do radar da maioria.

Apesar de ser uma produção independente, Lutando Pela Família reuniu elogios suficientes da imprensa especializada, com impressionantes 93% de aprovação dos críticos, e 82% do público – além de se mostrar igualmente um sucesso de bilheteria, já que com um orçamento de US$ 11 milhões estimados, terminou sua estadia nos cinemas com US$ 40 milhões – e isso sem ser exibido em muitos países pelo mundo. Esse filme de prestígio chega ao Brasil agora diretamente na TV a cabo, em cartaz na rede Telecine.

Menciono Florence Pugh porque este é um show dela! Mas também devo abordar dois outros nomes importantes para a existência deste filme. O primeiro é justamente o seu tema, a jovem lutadora de WWE Paige, pseudônimo de Saraya-Jade Bevis, retratada no longa através da performance inspirada de Pugh. E o segundo, o grande nome saído do WWE (a luta livre ou telequete) para dominar Hollywood, Dwayne ‘The Rock’ Johnson. O ator, considerado um dos maiores empreendedores do cinema atual, e dos negócios de forma geral – com diversas patentes de marcas suas, desde produtos esportivos, roupas, tênis, fones, até tequila e, é claro, uma produtora de filmes -, bateu os olhos em Bevis e sua família pela primeira vez quando estava em Londres filmando Velozes e Furiosos 6 (2013).

Em seu quarto de hotel, The Rock se deparou com o documentário The Wrestlers – Fighting With My Family, que narra a trajetória em família da lutadora britânica e instantaneamente se apaixonou por sua história. Assim, ele decidiu bancar o projeto e entrou em contato com seu amigo de O Fada do Dente (2010), o também ator Stephen Merchant, que igualmente produz, assina o roteiro, a direção e faz uma aparição em tela. Johnson também participa interpretando ele mesmo. E numa das cenas mais curiosas e divertidas do longa, brinca em relação ao seu desentendimento com Vin Diesel.

A história, uma versão ficcional do documentário, que utiliza até mesmo seu título, narra a trajetória de Saraya-Jade Bevis, uma jovem londrina criada no núcleo de uma família de lutadores. Os pais, considerados “White-trash”, vieram da classe baixa inglesa – com o pai sendo inclusive um ex-presidiário, condenado por violência excessiva. Ao lado da esposa, o casal encontrou a “salvação” através da luta, ao invés da religião – ao menos financeiramente, foi mais lucrativo. No filme, os genitores são interpretados por Nick Frost (Todo Mundo Quase Morto) e Lena Headey (Game of Thrones). E neste ambiente, eles criam os dois filhos, o mais velho Zak (Jack Lowden) e a caçula Saraya (Pugh).

Além de ser uma jornada de sucesso da protagonista, na típica história do vencedor que saiu de baixo para conquistar o mundo – visto em inúmeros filmes de esporte, mais notoriamente em Rocky: Um Lutador (1976) -, Lutando Pela Família é um poderoso drama pessoal, descortinando como poucos filmes do gênero o psicológico de sua personagem principal. De forma bem detalhada o roteiro aborda como alguns sonhos frustrados de nossos pais são empurrados para se tornarem os nossos também. Saraya foi criada neste meio, e isso foi o que sempre conheceu. Em momento algum é questionado quais eram suas verdadeiras vontades. Assim, sua aptidão para a luta se torna a salvação de sua família financeiramente, e ao mesmo tempo uma oportunidade imperdível. O filme se propõe a debater este lugar dos filhos “explorados” pelos pais, muito comum até hoje, em especial no terreno artístico e do entretenimento.

Além desta proposta riquíssima, o filme ainda foca na rivalidade que nasce do primogênito Zak – quem realmente buscava uma carreira nesta área. Ele precisou ver sua irmã mais nova atingir algo que ele sempre quis e como se já não bastasse esta “derrota” da vida, a viu questionar sua vontade em relação a esta enorme conquista. Ou seja, uma pressão extra para a jovem lutadora, obrigada a assumir um papel que não lhe pertencia em nome de sua família.

Lutando pela Família é dinâmico e engraçado, brinca muito com o universo do WWE, o que para os fãs é um prato cheio – contando ainda com diversas participações especiais de lutadores reais. O que mais chama atenção, porém, é sua capacidade de inserir dúvidas muito relacionáveis e discutir com propriedade temas universais como culpa, obrigação, sonhos e responsabilidades, às vezes adquiridos de forma muito precoce sem que estejamos completamente preparados para tal fardo. Ah sim, e o filme cresce muito mais devido ao desempenho de uma certa Florence Pugh, atriz precoce, sim. Mas muito preparada para suas responsabilidades.

‘Jason Vai Para o Inferno’ – Os 32 Anos do Início com “Pé Esquerdo” da Franquia ‘Sexta-Feira 13’ fora da Paramount!

Você certamente já ouviu o título ‘Sexta-Feira 13’, mesmo que não goste particularmente de terror ou sequer tenha assistido a um dos capítulos desta que é uma das mais longínquas séries cinematográficas do gênero. É inegável que sua fama a precede. ‘Sexta-Feira 13’ marcou uma época, os anos 80, e ao lado de ‘A Hora do Pesadelo’ foi a franquia assustadora mais famosa do período, e uma das mais bem-sucedidas de todos os tempos. E pensar que a franquia do imortal Jason nem mesmo tinha o Jason em seu primeiro exemplar.

Tudo começou com o produtor Sean S. Cunningham, que estava numa pior e precisava fazer um dinheiro rápido. Antenado, ele percebeu o sucesso que ‘Halloween – A Noite do Terror’, de John Carpenter, havia feito em 1978, se tornando um fenômeno e o filme independente mais rentável da época. ‘Halloween’ pode ser considerado o “pai” dos slasher. E bem, ‘Sexta-Feira 13’ foi a “mãe”. Cunninghan contratou o roteirista Victor Miller e o pediu para “copiar, mas fazer diferente” do que havia visto em ‘Halloween’. Assim, o escritor bolou uma história passada em um acampamento de verão para crianças (um cenário inocente e longe de qualquer perigo).

Apesar de ser a estrela da franquia, o mascarado Jason só daria as caras no segundo filme de ‘Sexta-Feira 13’.

Acontece que o acampamento Crystal Lake tinha fama de ser amaldiçoado. Isso porque décadas antes, assassinatos misteriosos fizeram o lugar fechar. Assim, um grupo de adolescentes anos depois retorna ao local, com o novo dono, com o propósito de reforma-lo e fazê-lo funcionar novamente. Mas alguém não está feliz com esta iniciativa, e irá eliminar os jovens um a um. É a Sra. Voorhees, a antiga cozinheira do local, cujo filho havia se afogado por negligência dos monitores. Assim, numa espécie de ‘Psicose’ invertido, Jason (o filho) e sua mãe se tornam um só, e ela massacra todos que tentam reabrir o lugar traumático.

Corta para 1993, treze anos depois do sucesso do primeiro ‘Sexta-Feira 13’, uma data emblemática. Treze anos depois e nada menos que oito filmes produzidos. Sim, ‘Sexta-Feira 13’ dominou os anos 80, batendo ponto quase em todos os anos da década, deixando escapar apenas dois, com todas as obras produzidas pela Paramount – por uma década a franquia foi uma verdadeira “galinha dos ovos” de ouro para o estúdio, lucrando mais que muitas das produções mais sérias do estúdio. Assim, a Paramount, mesmo tendo um pouco de vergonha de ser associada ao que os críticos da época chamavam de “terror barato”, não recusava suas bilheterias lucrativas.

Durante toda a década de 80, a Paramount foi a casa do maníaco Jason, lucrando com o personagem por oito filmes.

Imagina só, o valor somado do orçamento de todos os ‘Sexta-Feira 13’ nos anos 80 não chegava sequer a US$20 milhões. Por outro lado, o valor somado em bilheteria do resultado destes mesmos oito filmes foi igual a US$206.2 milhões. Ou seja, um lucro de dez vezes mais. Só o primeiro filme, o mais rentável de toda a franquia na época, arrecadou mais do que o investimento na franquia inteira nos anos 80. Apesar disso, com os filmes cada vez mais caros e obtendo um retorno cada vez menor, com o oitavo longa, de Nova York, sendo o maior fracasso financeiro (e o mais caro), a Paramount percebeu que era a hora de passar a bola.

A Paramount havia usado e abusado o quanto pôde da criação de Sean S. Cunninghan, que surgiu como puro plágio de ‘Halloween’.

Aliás, é seguro dizer que o estúdio igualmente descaracterizou bastante o que o criador original havia planejado, e isso logo no segundo episódio. Acontece que a assassina Sra. Voorhees havia sido decapitada ao final do primeiro filme. Mas com o sucesso, o estúdio queria realizar uma parte dois.

Após oito filmes na década de 80, a Paramount disse “está bom”, e passou os direitos para a New Line Cinema nos anos 90.

Como fazer isso? A opção foi por trazer o filho da mulher, Jason, agora adulto e vivendo na floresta. Mas ele também havia morrido afogado ao início do original. Essa investida sem sentido fez todos os envolvidos originais, incluindo o diretor e produtor Cunninghan, o roteirista Victor Miller, o técnico em efeitos Tom Savini e a atriz Betsy Palmer ficarem bem longe da sequência.

Pior que a ideia de ‘jegue’ deu certo, e Jason se tornava a cada filme um vilão mais popular do que sua mãe havia sido, até chegar no ícone pop que conhecemos hoje. Assim, ao longo da década de 80 o assassino mudava de forma, de cabeludo e barbudo ficava careca, sua deformidade facial também mudava a cada filme, o que não podia mudar era seu símbolo máximo, a máscara de hóquei introduzida no terceiro filme (isso mesmo).

Ele foi esfaqueado, machadado, enforcado, picotado, enforcado, afogado, eletrocutado, morreu, foi enterrado, foi ressuscitado por um raio, enfrentou o clone de ‘Carrie – A Estranha’ e foi passear em Nova York, até a Paramount dizer chega e transforma-lo novamente em criança.

Em ‘Jason Vai para o Inferno’, o vilão ganhava uma família para chamar de sua e novas regras em sua mitologia, aos 45 do segundo tempo.

Com o fim dos anos 80, a Paramount finalmente vendia os direitos de ‘Sexta-Feira 13’ para outro estúdio, a New Line Cinema. Bem, em partes. Acontece que quando o assunto envolve dinheiro, todos sempre querem uma parte. Assim, uma briga judicial pelos direitos da franquia se iniciou entre Sean S. Cunninghan, o dono do conceito, e Victor Miller, o roteirista do filme original. Quando foi vendida para o novo estúdio, o novo proprietário poderia usar o vilão Jason e a mitologia, mas não o título ‘Sexta-Feira 13’ e tampouco a mãe do assassino.

Assim surgia ‘Jason Vai Para o Inferno’, frisando em primeiro plano o nome do vilão. Subtitulado ‘A Última Sexta-Feira’ – repare que não é “A Última Sexta-Feira 13”, e sim ‘A Última Sexta-Feira’. Já que não podiam criar um elo na trama com a mãe de Jason, os realizadores resolveram criar uma família para o vilão, uma que nunca havíamos ouvido falar, com inclusive uma irmã para o psicopata imortal e uma sobrinha. Aliás, nesse tempo todo ficou frisado que Jason era filho único. Se isso não é apelar…

Jason sofreu com as mudanças criativas dos realizadores de seu primeiro filme na New Line, e o longa se tornou o menos apreciado de toda a franquia.

 

Vale dizer a esta altura que a primeira incursão de Jason em sua nova casa (a New Line) o castigou mais que qualquer final girl. ‘Jason Vai para o Inferno’ se tornaria o episódio pelo qual, digamos, os fãs possuem menos afeto na franquia. E isso em uma série que possui os já pouco apreciados ‘Parte 5 – Um Novo Começo’ (1985), ‘Parte 8 – Jason Ataca em Nova York’ (1989) e ‘Jason X’ (2001).

O motivo de tanto desprezo é para além de uma família de última hora para Jason, ou sequer o fato de o maníaco ressurgir do nada, sem qualquer conexão com o episódio anterior. A barreira maior se encontra na gimmick encontrada para tirar a franquia da mesmice. Coisa que se for distanciar muito do que o público está acostumado, quase sempre resulta em rejeição. A parte 5, por exemplo, deixou Jason de fora (já que havia morrido) e trouxe um farsante em seu lugar. Ninguém comprou. O mesmo foi tentado com o recente ‘Halloween Ends’, que sofreu enorme backlash.

Logo na cena de abertura de ‘Jason Vai para o Inferno’, as expectativas são subvertidas quando o maníaco é explodido em pedaços.

Em ‘Jason vai para o Inferno’, o que os produtores quiseram tentar para sair da mesmice de “Jason ataca jovens no acampamento” foi trazer uma trama totalmente sobrenatural para o episódio 9. Na história, Jason é explodido em pedaços logo na cena de abertura, quando o psicopata acha que vai se dar bem com uma nova vítima sozinha em sua casa no lago – acontece que era uma emboscada do FBI; e o maníaco encontra finalmente o seu fim, já que fica desmembrado.

“The End”? Ainda não. Pois na mesa do legista o coração de Jason começa a bater novamente, e enfeitiça o sujeito que o come a dentadas, assim sendo possuído pelo espírito maligno do vilão. Sem dúvidas é diferente e original, algo nunca tentado na franquia anteriormente. E o que acontece depois daí? O legista assume o manto de Jason, mas o que vemos é um sujeito normal cometendo os crimes do matador de Crystal Lake. E aí temos o mesmo problema da Parte 5: não é quem queremos ver, mesmo que a essência seja dele, a forma não.

A trama inventiva do nono filme traz Jason pulando de corpo em corpo, antes de literalmente ir parar no inferno.

Mas não para por aí, pois a invencionice dos realizadores parece transbordar cada vez mais. Jason não fica no corpo do legista para sempre, já que para fazer graça, o nono filme resolve se tornar também um “whodunit”, aquela espécie na qual temos que adivinhar quem dentre os personagens é o assassino. Aqui sabemos que é Jason, mas a pegadinha se torna: “no corpo de quem Jason está agora”? Isso porque sua essência maligna fica pulando de corpo em corpo, possuindo a população da pequena cidade, desde policiais até advogados. E como ele faz isso: passando uma criatura que mais parece um verme gigante pela boca das vítimas – esse ser é o “Jason real”. É mole?

Mexer tanto no cânone de uma franquia, mesmo sendo um terror slasher, é procurar encrenca com sua base de fãs. E foi justamente isso que ‘Jason vai para o Inferno’ fez. Quis ousar demais, e terminou se tornando blasfemo. Para piorar a situação dos “acréscimos narrativos aos 45 do segundo tempo”, ainda somos introduzidos a um arqui-inimigo de Jason, nas formas de Creighton Duke (Steven Williams), de uma adaga com poderes mágicos, que é a única coisa que de fato pode matar o vilão (e que só pode ser empunhada por uma parente dele) e a regra de que ele poderá voltar à sua forma original caso possua o corpo de alguém da família, coisa que faz e retorna como o mascarado monstruoso. Esse é também o único filme da franquia em que Jason não mostra seu belo rosto para o público.

O nono filme de Jason deveria ser o tão sonhado encontro com Freddy Krueger, já que ambos agora estavam no mesmo estúdio.

No fim das contas, como diz o título, Jason finalmente é mandado para o inferno, com direito a demônios vindo busca-lo aqui na Terra, e puxá-lo para embaixo do solo. A cena final é a mais comentada do filme, e a única coisa pela qual os fãs possuem carinho de verdade. Acontece que ficamos com aquela sensação de que o filme todo só foi produzido para unir no mesmo estúdio os dois grandes monstros dos anos 80: Jason e Freddy Krueger, encontro que já era ensaiado em tal década. Agora, com ambos na New Line o sonho era possível. E a prova disso é tal cena: na qual após ser puxado para o inferno, a mão de Freddy sai do solo para buscar a máscara de Jason, que havia ficado para trás. Esse encontro, no entanto, levaria nada menos que dez anos para sair do papel. O filme está disponível na HBO Max.

7ª temporada de ‘Orange is the New Black’ será a ÚLTIMA da série

A Netflix anunciou que a 7ª temporada de ‘Orange is the New Black‘ será a última da série.

“Depois de sete temporadas, é hora de sair da prisão,” disse a criadora da série Jenji Cohan em uma declaração. “Eu vou sentir falta de todas essas mulheres fortes de Litchfield e a incrível equipe com quem trabalhamos.”

Sobre a conclusão da série, a vice-presidente de conteúdo original do serviço de streaming, Cindy Holland, disse: “Durante a produção da primeira temporada, todos envolvidos com ‘Orange is the New Black’ sentiram que sabíamos um segredo especial que não podíamos esperar para contar ao mundo. Desde então, nós rimos, choramos, ficamos enfurecidos e torcemos com as mulheres de Litchfield, e todo momento que passamos com ela pareceu um tempo emprestado – bom demais para durar pra sempre. Nós estamos tristes em dizer adeus, mas definitivamente vamos terminar em alta.”

O final de ‘Orange is the New Black‘ marca o fim de um era, considerando que foi uma das primeiras produções originais da Netflix.

O último ano da série será exibido em 2019.

‘Justiça Jovem’: Segunda metade da 3ª temporada ganha trailer; Assista!

A DC divulgou o trailer da segunda metade da 3ª temporada de ‘Justiça Jovem‘ (Young Justice: Outsiders).

Confira:

Criada por Brandon ViettiGreg Weisman, a série serve como uma contraparte jovem para a famosa equipe adulta Liga da Justiça.

A trama centra-se na jornada de um grupo de ajudantes e protegidos de super-heróis tentando mostrar-se eles próprios como heróis, enquanto lidam com problemas típicos da adolescência em suas vidas pessoais.

O elenco é formado por Jesse McCartney, Nolan North, Stephanie Lemelin, Jason Spisak, Zehra Fazal, Troy Baker, Khary Pyton, Alyson Stoner, entre outros.

A segunda temporada da 3ª temporada será lançada no dia 2 de julho.

 

‘The Circle Brasil’: Versão nacional do reality da Netflix ganha trailer; Assista!

A Netflix divulgou o trailer do reality show ‘The Circle Brasil‘.

Confira:

O programa será lançado na plataforma no dia 11 de março.

O conceito do reality é um grupo de pessoas interagindo on-line e ganhando popularidade entre os participantes, seja através de verdades… ou mentiras.

Giovanna Ewbank será a apresentadora da versão nacional.

‘Supernatural’: Winchesters enfrentam a Morte na prévia do próximo episódio; Confira!

A CW divulgou o trailer do 18º episódio da última temporada de ‘Supernatural‘, que irá ao ar no dia 5 de novembro.

Confira:

Intitulado Despair, o próximo capítulo acompanhará um plano ousado, enquanto Sam, Dean, Castiel e Jack lutam por um objetivo em comum.

Criada por Eric Kripke, a série inicialmente foi planejada para durar 5 temporadas, mas continuou após se tornar um dos maiores sucessos do canal.

Sam (Padalecki) e Dean (Jensen Ackles) lutaram contra demônios e anjos, criaturas míticas e monstros, em uma busca aparentemente interminável para salvar o mundo. Mas na batalha final, eles enfrentam o próprio Deus (Rob Benedict), recusando-se a matar seu filho Nephilim Jack (Alexander Calvert), trazendo assim a decisão de Deus de acabar com essa realidade de uma vez por todas…

O elenco conta com Jared Padalecki, Jensen Ackles, Misha Collins, Samantha Smith, Mark Pellegrino, Ruth Connell e Alexander Calvert.

‘Red – Crescer é uma Fera’: Nova animação da Pixar ganha teaser divertido; Assista!

A Disney divulgou o primeiro teaser dublado de ‘Red – Crescer é uma Fera‘, nova animação da Pixar.

Confira:

O longa foi escrito e dirigido por Domee Shi.

Na trama, uma garotinha de 13 anos se transforma em um panda gigante e vermelho sempre que ela fica muito animada.

A produção conta com as vozes de Sandra Oh e Rosalie Chiang.

A animação será lançada nos cinemas nacionais no dia 10 de março de 2022.

‘The Boys’: Teaser violento da 3ª temporada foi DENUNCIADO mais de 20 milhões de vezes

O primeiro teaser da 3ª temporada de ‘The Boys‘ deixou os fãs animados e chocados com as inúmeros cenas sangrentas, mas parece que nem todos gostaram do conteúdo violento.

Através do Twitter, a conta oficial da série anunciou que o vídeo foi reportado mais de 20 milhões de vezes.

“Todo mundo está ensandecido que o teaser da 3ª temporada é ‘profundamente doentio’ e se perguntando ‘que p**ra nós acabamos de assistir?’,” declara o tweet.

Confira o teaser:

Vale lembrar que o novo ciclo também irá introduzir Laurie Holden (Condessa Carmesim), Sean Patrick Flanery (Supersonic), Nick Wechsler (Blue Hawk) e Miles Gaston Villanueva (Gunpowder).

Confira nossa crítica da 2ª temporada:

Crítica | The Boys – 2ª temporada: Ainda mais sádica, violenta e ofensiva

Criada por Evan GoldbergEric Kripke e Seth Rogen, a série é baseada nos quadrinhos homônimos lançados em 2006.

A trama se passa em um mundo onde os super-heróis abraçaram o lado negro de suas famas, e irá focar em um grupo de vigilantes conhecido como “Os Garotos”, que são mandados para derrotar super-heróis corruptos com não mais do que coragem e disposição para lutar sujo.

O elenco inclui Karl Urban, Jack Qaudi, Karen Fukuhara, Erin Moriarty, Antony Starr, Dominique McElligott, Chace Crawford, Jessie T. Usher e Nathan Mitchell.

Serial killer espreita no trailer do aclamado thriller ‘Missing’

O aclamado thriller japonês ‘Missing‘, que conquistou impressionantes 95% de aprovação no Rotten Tomatoes, ganhou um novo trailer.

Confira:

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O longa foi escrito e dirigido por Shinzô Katayama.

“Depressivo e cheio de dívidas após a morte de sua esposa, Santoshi (Jiro Sato) conta pa sua filha que ele encontrou uma solução. Ele pretende encontrar um infame serial killer, conhecido como Sem Nome (Hiroya Shimizu), e lucrar com a recompensa. Apesar de alegar ter visto o assassino recentemente, Kaeda (Aoi Ito) não consegue levar seu pai distante a sério. Mas, quando ele desaparece sem deixar rastros, ela começa a pensar no pior – e deve procurar por ele.”

Nos EUA, o longa foi lançado direto em VOD e em Blu-ray. No Brasil, segue sem previsão.

‘Aquaman 2: O Reino Perdido’: Imagem promocional destaca o novo traje do herói titular

A DC divulgou uma nova imagem promocional da sequência ‘Aquaman 2: O Reino Perdido‘, destacando o novo traje usado pelo herói titular interpretado pelo Jason Momoa (‘Velozes e Furiosos 10’).

Diferente do clássico visual com tons dourados, o novo traje traz uma paleta mais fria, com tons azulados e armadura prateada.

Confira:

Vale lembrar que o longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 20 de dezembro.

Além de Jason Momoa, o elenco conta com o retorno de Patrick Wilson, Amber Heard, Dolph Lundgreen Temuera MorrisonJani ZhaoIndya MooreVincent Regan foram as novas adições ao time.

O Macaco

(The Monkey)

 

Elenco:

Theo James
Elijah Wood
Tatiana Maslany

 

Direção: Oz Perkins

Gênero: Terror

Duração: 98 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ 3 milhões

Estreia: 6 de Março de 2025

Sinopse: 

Na trama de O MACACO, quando os irmãos gêmeos Hal e Bill descobrem o antigo brinquedo de macaco de seu pai no sótão, uma série de mortes horríveis começa a ocorrer ao seu redor. Os irmãos decidem se livrar do macaco e seguir com suas vidas, se afastando ao longo dos anos. No entanto, quando as misteriosas mortes começam novamente, os irmãos precisam se reunir para encontrar uma maneira de destruir o macaco de uma vez por todas antes que ele tire a vida de todos os que estão próximos a eles.

Curiosidades: 

» ‘O Macaco’: Terror baseado na obra de Stephen King conquista 93% de APROVAÇÃO no Rotten Tomatoes; Confira as críticas!

» O longa é baseado no conto homônimo de Stephen King;

» Do mesmo diretor de ‘Longlegs – Vínculo Mortal‘, um dos filmes de terror mais aclamados de 2024 – com 97% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes;

Trailer:

Cartazes: 

Cartaz do filme The Monkey, terror psicológico.

the monkey macaco

Fotos: 

Macaco assustador em jaqueta vermelha. the monkey macaco 02

‘Pecadores’: Terror com Michael B. Jordan ganha quatro novos cartazes BELÍSSIMOS; Confira!

O terror ‘Pecadores‘, próximo filme do diretor Ryan Coogler (‘Pantera Negra’), ganhou quatro novos cartazes.

Michael B. Jordan (‘Creed’) estrela como irmãos gêmeos que retornam à sua cidade natal para recomeçar suas vidas do zero, quando descobrem que um mal ainda maior está à espera deles para recebê-los de volta.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 17 de abril.

O elenco ainda conta com Hailee Steinfeld, Jack O’Connell, Wunmi Mosaku, Jayme Lawson, Omar Benson Miller e Delroy Lindo.

Além de dirigir, Coogler também assina o roteiro do longa.

EUA registra a MAIOR arrecadação de Natal desde a pandemia de COVID

De acordo com o Deadline, o território norte-americano somou sólidos US$ 68.4 milhões em arrecadação no dia de Natal.

O resultado representa o maior retorno nas bilheterias do feriado festivo desde o início da pandemia de COVID.

Em 2023, o país arrecadou US$ 62.3 milhões neste mesmo período. Nos dois anos anteriores, o Natal caiu no final de semana, o que tende a diminuir seu retorno nas telonas.

A sequência ‘Avatar: Fogo e Cinzas‘ liderou o dia natalino, com US$ 24 milhões. O valor representa uma queda de -18% em comparação ao filme anterior neste mesmo feriado, ‘Avatar: O Caminho da Água‘ (US$29.1M).

A segunda colocação fica por conta da cinebiografia ‘Marty Supreme‘ (US$9.5M), que conseguiu desbancar o reboot de ‘Anaconda‘ (US$9.1M).

As projeções, no entanto, indicam que o filme da cobra gigante deve levar a melhor sobre a cinebiografia estrelada pelo Timothee Chalamet (‘Me Chame Pelo seu Nome’). Analistas apontam que o reboot deve abrir em torno de US$ 22-24 milhões no final de semana estendido no território norte-americano.

Para termos de comparação, o novo filme deve se tornar a maior estreia da história da franquia, superando o longa original de 1997 (US$16.6M).

Brie Larson fala sobre a expectativa e emoção de viver a ‘Capitã Marvel’ nos cinemas

Brie Larson está atualmente promovendo ‘Kong: Ilha da Caveira’, mas aproveitou a oportunidade para compartilhar o pouco que pode sobre a adaptação dos quadrinhos de ‘Capitã Marvel’.

Durante uma entrevista com IGN, ela falou da pressão popular sobre o visual da Capitã Marvel nos cinemas:

“Eu não posso dizer nada…Eu sinto que isso é uma grande conversa e todo dia eu tenho gente gritando comigo no Twitter dizendo: ‘é melhor você ter cabelos longos’, ‘é melhor você ter um moicano’, ‘é melhor você usar o capacete’, ‘é melhor você não usar o capacete!’ Então alguém vai acabar ficando louco”.

Ela aproveitou a ocasião para compartilhar como se sente em poder viver uma heroína tão particular:

“Eu acho muito difícil poder condensar o que ela significa para mim. Quando criança eu era confusa sobre o que um herói era, o que eu gostaria de ser quando crescer e o que era importante para mim. E então eu acho tão complicado crescer e tentar me tornar um símbolo da verdade, navegando por todas essas estranhas questões que o crescer implicam – fico emotiva só de falar, pois é tão importante para mim. Quando se trata dela, só o fato de ela poder ser essa ponte entre dois mundos, que transita entre o espaço e a Terra e que tem como seu próprio lugar essa pequenina área entre o fim da Terra e o começo do espaço – que pertence somente a ela – é tão impactante para mim. Eu simplesmente estou inspirada”.

Capitã Marvel‘ chega aos cinemas em 8 de março de 2019.

Netflix vai cancelar série ‘Love’ após 3ª temporada

A Netflix anunciou o cancelamento da série cômica ‘Love‘, do produtor Judd Apatow. Segundo a plataforma de streaming, a 3ª temporada será também a última.

A notícia veio com surpresa, considerando que o 3º ciclo havia sido confirmado pela empresa antes mesmo da estreia do 2º.

Mas mesmo com a mudança nos rumos da produção, Apatow acalmou os fãs, pontuando que a última temporada será “a mais doce, engraçada e encerra nossa história de uma maneira linda”.

Ainda não há uma data de estreia para a terceira temporada de ‘Love‘.

‘Nasce Uma Estrela’: Estreia mundial reúne elenco e convidados como Steven Spielberg; Confira as fotos!

O remake de ‘Nasce Uma Estrela’, protagonizado por Lady Gaga e Bradley Cooper, teve sua estreia mundial nesta semana e o tapete vermelho reuniu uma série de personalidades do ramo, como Steven Spielberg, Ru Paul, Sam Elliot, Jerry Seinfeld, entre outros.

Confira as imagens:

Confira um teaser da canção “Is That Alright?”:


As primeiras críticas também já estão saindo na internet. O longa está recebendo inúmeras reações positivas e já conquistou 94% de aprovação no site Rotten Tomatoes, com 15 críticas positivas e apenas uma negativa. Vale ressaltar que essa média deve mudar conforme novas críticas forem sendo liberadas.

‘Nasce Uma Estrela’: ‘Me apaixonei pelos olhos dela’, se derrete Bradley Cooper por Lady Gaga

Entre as principais avaliações, os críticos afirmam ser um dos melhores filmes do ano, elogiam a atuação e química do casal protagonista, além das canções de Lady GagaBradley Cooper.

Confira algumas críticas:

Entertainment Weekly:

‘Nasce Uma Estrela’ é menos uma história agora do que um mito – não tenta renascer, mas sim reformular o original, e passar para os cuidados da próxima geração.”.

The Wrap:

“Cooper e Lady Gaga são dinamites juntos; Está é uma história que vive e morre pela relação central e a química instantânea que deve florescer entre eles, e estes dois estão à todo vapor.”.

Revista TIME:

“Você vai embora sentindo algo por essas pessoas, indivíduos falhos que estão tentando manter seus pedaços juntos – ou tentando consertar as rachaduras daqueles que amam.”.

Variety:

“‘Nasce Uma Estrela’ é aquele filme lindo pelo qual sempre ansiamos, mas raramente conseguimos ver: um filme de Hollywood transcendente.”.

The Hollywood Reporter:

“Este é um conto épico de romance, a inebriante fama e a tragédia esmagadora, recontada para uma nova geração com coração e coragem.”.

Geoffrey Macnab:

“A diva pop Lady Gaga dá um desempenho perfeitamente meritório ao lado de Bradley Cooper (que também dirige o filme), mas isso ainda me parece um remake desnecessário.”

Us Weekly:

‘Nasce Uma Estrela’ tenta muito, muito difícil ser o filme mais emotivo de 2018. Não estou convencido de que vença nesse quesito, mas posso dizer que recebe o prêmio pelo melodrama mais histérico. Tome isso como um elogio.”

Jessica Kiang:

“Apresenta ótimas performances de todo o elenco, mas a estrela que realmente nasceu aqui é Bradley Cooper como diretor.”

Animou para assistir o filme?

A Warner Bros. lança o filme por aqui dia 11 de Outubro, uma semana após a estreia norte-americana.

‘Star Wars: A Ascensão Skywalker’: Os Cavaleiros de Ren estão de volta em nova imagem; Confira!

A revista Empire divulgou uma nova imagem exclusiva de ‘Star Wars: a Ascensão Skywalker’, que traz em destaque os Cavaleiros de Ren.

Confira:

O desfecho da saga estreia em 19 de dezembro nos cinemas nacionais.

Assista ao trailer:

Dirigido por J.J. Abrams, o novo filme trará o desfecho da nova trilogia.

Os sobreviventes da Resistência enfrentam a Primeira Ordem mais uma vez no capítulo final da saga Skywalker.

O grandioso elenco conta com Daisy Ridley, Adam Driver, John Boyega, Oscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall Gleeson, Kelly Marie Tran, Joonas Suotamo, Billie Loud, Naomi Ackie, Richard E. Grant, Kery Russell e os veteranos Mark Hamill e Billy Dee Williams.

Carrie Fisher também aparecerá como a General Leia Organa através do uso de imagens nunca antes divulgadas de ‘O Despertar da Força‘.

‘A Maldição da Mansão Bly’ ganha vários e misteriosos cartazes apresentando os personagens

A aguardada série ‘A Maldição da Mansão Bly‘, sequência da aclamada ‘A Maldição da Residência Hill‘, ganhou vários e misteriosos cartazes individuais.

Confira:

Apesar da nova temporada ser uma adaptação do livro clássico ‘A Volta do Parafuso‘, escrito por Henry James, o cineasta Mike Flanagan revelou que se inspirou em diversas obras do autor para compor o projeto, alguns nunca antes adaptadas.

Confira o trailer oficial:

Lembrando que todos os episódios serão lançados no dia 9 de Outubro.

Sem emprego, uma jovem mulher (Victoria Pedretti) começa a trabalhar em uma enorme e antiga mansão, cuidando de duas crianças aparentemente inocentes. A medida que os dias vão se passando, os irmãos Flora e Miles apresentam um comportamento cada vez mais assustador e abusivo.

A 2ª temporada terá uma nova trama, baseada no livro de terror gótico ‘A Outra Volta do Parafuso‘, escrito por Henry James.

No livro, a trama é narrada por um governanta responsável por cuidar de uma assustadora mansão, onde dois órfãos serão hóspedes por um período que irá traumatizar suas vidas.

Além de Flanagan, a direção dos episódios também conta com Yolanda RamkeBen Howling (‘Cargo’), Liam Gavin (‘A Dark Song’) e Axelle Carolyn (‘Tales of Halloween’) e Ciarán Foy (‘Eli’).

O elenco contará com o retorno de Oliver Jackson-Cohen, Kate Siegel, Victoria PedrettiHenry Thomas, interpretando personagens diferentes.

Além deles, o novo ciclo irá introduzir Catherine ParkerT’Nia MillerRahul KohliAmelia EveBenjamin Ainsworth,Amelie Smith.

‘Wimbledon: O Jogo do Amor’: Comédia romântica com Paul Bettany e Kirsten Dunst já está disponível na Netflix

A comédia romântica ‘Wimbledon: O Jogo do Amor‘, estrelada por Paul Bettany, James McAvoy e Kirsten Dunst, já está disponível na Netflix. A produção teve a sua estreia nesta sexta-feira (01) na grade de programação.

Na trama, Peter Colt é um tenista que ocupa uma posição bastante baixa no ranking mundial de tenistas. Em uma colocação baixa demais para participar do torneio de Wimbledon, ele recebe um convite dos organizadores para que possa disputar a que pode ser a última competição de sua carreira. Porém, após conhecer Lizzie Bradbury, a mais nova estrela do tênis feminino, Colt ganha novo fôlego para disputar o título da competição.

Jon Favreau, Nikolaj Coster-Waldau, Sam Neill e Bernard Hill também estrelam a comédia.

Confira o trailer:

Richard Loncraine assina a direção, a partir de um roteiro escrito por Mark Levin, Jennifer Flackett e Adam Brooks.

Sabrina Carpenter estreia no topo da Billboard Hot 100 com “Manchild” e mira novo hit do verão

Sabrina Carpenter conquistou mais um marco em sua carreira musical: o single “Manchild” estreou diretamente no topo da Billboard Hot 100, conforme anunciado pela publicação nesta segunda-feira (16).

Essa é a segunda vez que a cantora lidera o ranking mais importante da música nos Estados Unidos — a primeira foi em junho do ano passado com “Please Please Please”.

A nova faixa, que serve como single principal do sétimo álbum de Carpenter, Man’s Best Friend, acumulou 27,1 milhões de streams e vendeu 20 mil cópias em sua semana de estreia, segundo dados divulgados pela Billboard. Com isso, “Manchild” desbancou “Ordinary”, de Alex Warren, que ocupava o primeiro lugar havia duas semanas.

O sucesso de estreia reitera a força de Carpenter na corrida pelo título de música do verão, repetindo o impacto de “Espresso”, que foi um dos grandes hits de 2024.

Na mesma atualização do chart, “What I Want”, colaboração entre Morgan Wallen e Tate McRae, caiu para a terceira posição, seguida por “Just in Case”, também de Wallen. “Luther”, parceria entre Kendrick Lamar e SZA que passou 13 semanas consecutivas no topo, completou o Top 5.

Apesar do desempenho comercial, Carpenter também esteve no centro de polêmicas recentemente. A capa de Man’s Best Friend e sua foto para a Rolling Stone, onde aparece nua usando apenas uma meia-calça branca rendada, geraram reações diversas nas redes sociais.

Na própria entrevista para a revista, a artista rebateu as críticas sobre a sexualização em sua imagem e música.

“É sempre engraçado quando as pessoas reclamam. Dizem: ‘Ela só canta sobre isso.’ Mas essas são as músicas que vocês tornaram populares”, afirmou Carpenter.

Ela foi ainda mais além:

“Vocês claramente adoram sexo. São obcecados por isso. Está no meu show. Há muitos outros momentos além das posições ‘Juno’, mas são esses que vocês postam todas as noites e comentam. Isso eu não posso controlar.”

No ranking de álbuns, Morgan Wallen manteve a liderança pela quarta semana consecutiva com I’m The Problem. O novo álbum de Lil Wayne, Tha Carter VI, estreou em segundo lugar com cerca de 108 mil unidades vendidas.

Em seguida, aparecem Desire: Unleash, do grupo de K-pop Enhyphen, em terceiro, e o disco de estreia de Addison, influenciadora do TikTok que agora se aventura na música pop, em quarto.

Com o impulso de “Manchild” e a expectativa para o lançamento completo de Man’s Best Friend, Sabrina Carpenter se consolida como uma das principais vozes do pop atual — e, mais uma vez, uma forte candidata à trilha sonora do verão americano.

Vale lembrar que o vindouro disco de originais será disponibilizado nas plataformas de streaming em 29 de agosto.

Confira o anúncio:

Lembrando que seu álbum mais recente foi o elogiado ‘Short N’ Sweet’, que lhe duas estatuetas da 67ª edição do Grammy Awards – Melhor Álbum Pop Vocal pelo disco e Melhor Performance Pop Solo pelo single “Espresso”.

Carpenter fez sua estreia oficial no mundo da música com ‘Eyes Wide Open’, em 2015, ascendendo a uma carreira meteórica nos últimos anos – principalmente depois de ter lançado o aclamado ‘emails i can’t send’ e sua subsequente versão deluxe.

Em 2023 e 2024, a cantora, compositora e atriz também foi chamada por Taylor Swift como um dos atos de abertura da ‘The Eras Tour’, apresentando-se, inclusive, no Brasil.

Dentre suas músicas mais famosas, podemos citar “Thumbs”“Paris”“read your mind”“feather”.

‘It: A Coisa’ é o filme mais procurado no Google em 2017; Confira a lista!

O Google divulgou seu levantamento anual de pesquisas e, para a surpresa de todos, ‘It: A Coisa’ é o longa mais procurado no site em 2017. Ele lidera tanto as buscas nacionais, quanto as internacionais. Confira as listas:

Filmes mais buscados no mundo:

  1. It: A Coisa
  2. Mulher-Maravilha
  3. A Bela e a Fera
  4. Logan
  5. Liga da Justiça
  6. Velozes e Furiosos 8
  7. Baahubali 2: The Conclusion
  8. Dunkirk
  9. La La Land – Cantando Estações
  10. Thor: Ragnarok

Filmes mais buscados no Brasil:

  1. It: A Coisa
  2. Velozes e Furiosos 8
  3. Liga da Justiça
  4. Logan
  5. Mulher-Maravilha
  6. Cinquenta Tons Mais Escuros
  7. A Cabana
  8. La La Land – Cantando Estações
  9. Meu Malvado Favorito 3
  10. Thor: Ragnarok

‘It: A Coisa – Parte 2’ está confirmado para 6 de setembro de 2019.

Agora vai? Academia divulga trailer do Oscar 2018 que inclui ‘It: A Coisa’ e ‘Corra!’

Confirmação? Diretor publica foto de ‘It: A Coisa’ e marca Jessica Chastain; Confira!

‘Deadpool 2’: Ryan Reynolds interpretou outro personagem no filme; Saiba qual!

[CUIDADO COM SPOILERS]

Ryan Reynolds voltou a reprisar seu papel de protagonista em ‘Deadpool 2’, porém, poucos sabem que o ator também deu vida à outro personagem no filme: o Fanático, gigantesco meio-irmão do Professor Xavier.

Como nos créditos finais diz apenas que o personagem foi interpretado “Como ele mesmo”, o co-roteirista Rhett Reese revelou ao CBR que Reynolds dublou o Fanático:

“Caso ainda não saibam, Ryan acabou dublando o Fanático. Ele também fez a captura facial de movimentos. Não sei como fizeram a captura corporal, mas acho que não foi ele não. Sempre quisemos um Fanático feito com CGI e finalmente conseguimos”

‘Deadpool 2’: Classificação indicativa baixa para 16 anos no Brasil!!!

De acordo com estimativas do Deadline, ‘Deadpool 2’ deve arrecadar cerca de US$ 150 milhões na estreia nos Estados Unidos.

Caso se confirme, a sequência arrecadará mais do que o primeiro (US$ 132 milhões) e também marcará um novo recorde para Fox de lançamento nos EUA.

Recentemente, a Fox divulgou o novo trailer de Deadpool 2’, que apresenta os heróis da X-Force em ação, em diversas cenas eletrizantes. O vídeo ainda traz uma série de hilárias referências de produtos da cultura POP, como Universo DCMCU e até mesmo ‘Os Goonies‘.

Confira:

Deadpool 2‘ foi escrito por Drew Goddard (‘O Segredo da Cabana’, ‘Perdido em Marte’) e  Ryan Reynolds.

Na trama da sequência, depois de sobreviver a um ataque bovino quase fatal, um chefe de cafeteria desfigurado (Wade Wilson) luta para alcançar seu sonho de se tornar o barman mais quente de Mayberry, enquanto também aprende a lidar com sua perda de paladar. Procurando reencontrar seu gosto pela vida, junto com um capacitor de fluxo, Wade precisa lutar contra ninjas, Yakuza, e uma alcateia de caninos sexualmente agressivos, enquanto faz uma jornada pelo mundo para descobrir a importância da família, amizade e sabor – encontrando um novo gosto para a aventura e ganhando o cobiçado título de Melhor Amante do Mundo em sua caneca de café.

‘Aves de Rapina’ ganha teaser e listamos os próximos filmes da DC…

Aquaman‘ se tornou o filme de maior bilheteria da história da DC, com um total de US$ 1,09 bilhão, superando ‘O Cavaleiro das Trevas Ressurge‘, que faturou US$ 1,084 bilhões.

Com o sucesso, a DC está mais em alta que nunca e começou a planejar seus próximos filmes.

Hoje, tivemos o lançamento SURPRESA de um teaser-trailer de ‘Aves de Rapina‘, que mostra o visual de Margot Robbie como Arlequina, Mary Elizabeth Winstead como a Caçadora, Rosie Perez como Renee Montoya, Ella Jay Basco como Cassandra Cain e Jurnee Smollett-Bell no papel da Canário Negro.

Além disso, James Gunn (‘Guardiões da Galáxia’) assinou contrato com DC Films e com a Warner para roteirizar e dirigir Esquadrão Suicida 2′. E a DC contratou Joss Whedon e está finalizando as filmagens de um filme do Coringa estrelado por Joaquin Phoenix.

Ou seja? Estão criando um time de profissionais conceituados para reviver seu universo de filmes de super-heróis nos cinemas.

Com tantas novidades, vamos atualizá-los sobre como estão os projetos futuros da DC. Confiram!

EM BREVE:

SHAZAM!

De pensar que o filme traria uma grande participação do Superman, que acabou não rolando… Porém, o trailer de SHAZAM! agradou em cheio e se mostrou um grande sucesso! O filme parece apostar na inocência de um garoto ao receber poderes de deuses e deve adaptar a boa fase do personagem nos Novos 52. Assim como Aquaman, Shazam! está em fase final, só esperando ser lançado. A aventura com Zachary Levi chega aos cinemas em 4 de abril de 2019!

 

CORINGA

Esse filme vai focar na origem do Coringa. É um projeto separado, portanto, não fará parte do Universo DC dos cinemas. Ele chama atenção por ter Todd Phillips, da franquia Se Beber Não Case, na direção. Joaquin Phoenix já foi confirmado no papel do personagem título e terá a produção do lendário Martin Scorsese. Para ter chamado a atenção de Martin, podemos esperar um longa-metragem com ênfase no passado mafioso do Palhaço do Crime! A estreia acontece dia 3 de Outubro de 2019.

Aves de Rapina

O primeiro filme 100% feminino da DC tem início de produção marcado para janeiro de 2019. Além disso, as únicas confirmações que temos é Margot Robbie reprisando seu papel de Arlequina e que Lady Gaga NÃO estará no longa, visto que a cantora negou o papel oferecido. O vilão é o mafioso Máscara Negra, ainda sem ator.

A trama se passa após a separação da Arlequina com o Coringa (Jared Leto). A DC quer que toda a produção seja feita por mulheres. A diretora é Cathy Yan (Dead Pigs) e o roteiro fica a cargo de Christina Hodson (Bumblebee).

Além de Margot Robbie, o elenco também é formado por Mary Elizabeth WinsteadJurnee Smollett-BellElla Jay Basco e Rosie PerezAli WongChris MessinaMichael MasiniSteven WilliamsDerek WilsonDana Lee e outros completam o time.

A estreia acontece em 7 de Fevereiro de 2020.

Assista ao teaser:

Mulher Maravilha 1984

Sequência do fenômeno de 2017, Mulher Maravilha 1984 mostrará Diana (Gal Gadot) nos anos 80. Ele enfrenta a Cheetah (Kristen Wiig) e deverá ter algum embate com os soviéticos. A diretora Patty Jenkins retorna para a continuação, assim como Chris Pine, que interpretou Steve Trevor no primeiro filme. [SPOILER] Os fãs estão especulando como vão abordar esse retorno, já que Steve morreu ao final de Mulher Maravilha [SPOILER].

Mulher Maravilha 1984 já está sendo gravado e teve até cenas vazadas na internet. Sua data de lançamento é 5 de Junho de 2020.

Esquadrão Suicida 2

Gavin O’Connor abandonou o projeto, e James Gunn (‘Guardiões da Galáxia’) assinou com a DC Films e com a Warner para roteirizar e dirigir Esquadrão Suicida 2′.

Segundo o Hollywood Reporter, o projeto não está sendo tratado como uma sequência de Esquadrão Suicida, mas como uma espécie de reboot. Gunn terá a oportunidade de essencialmente reiniciar esta série como sua própria visão: “Fomos informados que o Esquadrão Suicida de Gunn não será uma sequência, ele terá uma visão totalmente nova sobre o grupo de vilões. Mas se isso significa uma reformulação total ou não, não está claro”, afirmara.

O diretor do primeiro ‘Esquadrão Suicida‘, David Ayer, ofereceu seu total apoio à contratação: “Eu acho que é uma atitude incrivelmente corajosa e inteligente do estúdio. James é o homem certo para o trabalho!”, afirmou.

Boatos falam no Adão Negro (The Rock) como vilão. Novidades surgirão em breve.

Supergirl

Não sabemos absolutamente nada sobre o filme, mas foi anunciado há pouco tempo, então aguardem as novidades aqui no CinePOP. Boatos dizem que o filme deve apresentar um Superman mais jovem, já que sua prima ainda será adolescente aqui…

EM PRÉ-PRODUÇÃO:

The Batman

Sem o Superman, pode ser que a Warner decida reestruturar também seu Homem-Morego… Nunca na história um filme do Batman foi tão conturbado e marcado por incertezas como está sendo The Batman. Ele foi anunciado na leva de 2015, quando Zack Snyder ainda era o Cabeça por trás do UDC e Ben Affleck ainda gerava desconfiança da internet.

Três anos depois, cá estamos nós em uma situação completamente diferente. Batman Vs Superman não atingiu a bilheteria esperada, Esquadrão Suicida foi um fracasso nas críticas (mas fez bem em bilheteria), Mulher Maravilha foi um sucesso e Liga da Justiça foi um fracasso total. Nesse meio tempo, Zack Snyder foi demitido, o comando da DC já passou pelas mãos de Geoff Johns e tudo que resta agora é incerteza e talvez esperança. Em meio a tantas incertezas, The Batman sofreu com troca de diretores, troca de elenco, roteiros descartados e agora vive o maior drama possível: não sabe se vai poder contar com seu protagonista, o Batman de Ben Affleck.

O diretor Matt Reeves (Planeta dos Macacos) disse que espera o sinal verde para começar a rodar e quer focar no lado mais detetivesco do Morcegão. Mas por enquanto, o filme segue sem Data de Estreia.

The Flash

Talvez o único filme mais problemático que The Batman seja The Flash. Foram “apenas” DOIS diretores demitidos e nenhuma confirmação de roteiro. A grande dúvida agora é se vão utilizar a aventura solo do Velocista Escarlate para adaptar a saga “Flashpoint” e dar um tipo de reboot no Universo DC ou se vão fazer um filme normal.

Os diretores atuais são John Francis Daley e Jonathan Goldstein, recém-saídos do surpreendente A Noite do Jogo. Se o filme receber sinal verde, deve estrear em 2020!

NO LIMBO:

Adão Negro

A única coisa confirmada nesse filme é The Rock como protagonista. O resto é uma incógnita sem precedentes. Em entrevistas recentes, o ator disse que ainda não há um roteiro pronto e sequer foi feita a escolha de um diretor. A impressão que dá é a de que o projeto só não foi cancelado pelo entusiasmo de The Rock. Então, por enquanto, o filme não foi nem cancelado e nem confirmado para alguma data.

Batgirl

Esse filme tinha um enorme potencial. Abordaria a fase mais adolescente da Batgirl e seria dirigido por Joss Whedon. Após o fracasso de Liga da Justiça, Joss pediu demissão da DC e o projeto parece que foi engavetado. Com o anúncio de Supergirl, o filme da Batgirl deve estar arquivado até o lançamento da prima do Superman.

ESQUECIDOS:

Ciborgue

Outro filme que foi anunciado na primeira leva da DC, o personagem do Ciborgue perdeu um pouco do prestígio após o filme da Liga da Justiça. Desde então, não se ouviu falar mais nada sobre o filme solo do personagem de Ray Fisher. Houve boatos de que ele havia sido cancelado, mas nada foi confirmado. Para vocês terem uma ideia, a DC fez um anúncio dos filmes para o futuro na última CCXP e o logo de Ciborgue não estava ali no meio!

Tropa dos Lanternas Verde

Assim como o filme do Ciborgue, Tropa dos Lanternas foi anunciado na primeira leva e não apareceu no último anúncio. A presença de um Lanterna Verde no filme da Liga da Justiça aqueceu as esperanças de alguma novidade sobre a produção, mas nada ainda. Chegaram a falar que o diretor George Miller, da franquia Mad Max, tinha interesse no filme. Depois de Geoff Johns afirmar estar trabalhando como um doido no roteiro do filme, nada mais foi falado.

Asa Noturna

Anunciado na última leva da DC, o filme do ex-Robin, Dick Grayson, criou um auê em seu anúncio, gerou polêmica ao proporem um ator asiático no papel e só. O filme do Asa Noturna se resume a isso.

Falcão Negro

Steven Spielberg vai produzir e dirigir esse filme ambientado na Segunda Guerra Mundial. Só se sabe isso.

Novos Deuses

A diretora Ava DuVernay (Uma Dobra no Tempo) foi contratada para fazer um filme de visual espetacular para abordar a origem do vilão Darkseid. Depois disso, não houve mais notícia alguma sobre o filme.

SERÁ?

Liga da Justiça Sombria

Esse projeto tem pelo menos 10 anos de planejamento nas costas. Guillermo del Toro já implorou para realizar esse filme, mas nunca obteve o aval da DC. Ele apareceu na última lista de lançamentos, mas se não aproveitaram o buzz gerado pelo Oscar de del Toro para anunciar o início das filmagens, duvido um pouco que toquem esse filme tão cedo. É uma pena, porque o potencial é enorme!

O Homem de Aço 2

Henry Cavill não será mais o Superman nos cinemas. Toda aquela situação do bigode não desceu muito bem e o ator decidiu seguir em frente e assinar contrato com a Netflix para estrelar The Witcher.

Houve uma época em que sondaram George Miller para a direção, mas não foi para frente. Atualmente, o favorito para levar o filme é Matthew Vaugh, da franquia Kingsman. Seria incrível ver um Superman pelas mãos dele, mas não há nada que indique o lançamento desse filme.

Liga da Justiça 2

O fracasso de Liga da Justiça foi um banho de água fria em todo mundo. Por mais que houvesse desconfiança, ninguém imaginaria que o filme iria tão mal nas bilheterias e nas críticas. Com isso, o projeto de uma segunda parte, que já era planejada, não deve acontecer da maneira como era idealizada. Zack Snyder já revelou detalhes de como seria seu filme. Esse tom de “luto” nas palavras do diretor não são animadoras para o futuro da sequência. Talvez aconteça, mas beeeeem lá pra frente e com uma trama beeeeeem diferente.

 

Crítica | Dora e a Cidade Perdida – Live-action diverte e surpreende com uma vibe ‘Os Goonies’

No início do milênio, o canal Nickelodeon apresentou um desenho animado chamado ‘Dora Aventureira’, que contava a história de uma menina de sete anos, latino-americana, que vivia altas aventuras na floresta junto com sua mochila falante, um mapa antropomorfo e seu melhor amigo, o macaco Botas. Hoje, dezenove anos depois, a animação ganha uma versão live action com atores mais adultos e que traz todos os elementos essenciais da versão original, em um longa que surpreende até quem não acompanhava o desenho.

Dora (Isabela Moner, que agora atende pelo nome Isabela Merced e está perfeita para o papel) teve que se separar de seu primo Diego (Jeff Wahlberg, um pouco desconfortável na pele de um jovem inseguro) ainda pequena, quando o menino foi morar com a família na Califórnia. Porém, dez anos depois, seus pais (Eva Longoria, com poucas cenas, e Michael Peña, fazendo o que faz de melhor: provocar o riso fácil) decidem partir numa expedição atrás da cidade perdida de Parapata, e, portanto, enviam Dora para a família na Califórnia.

Assustada, a jovem decide encarar a selva de pedras (olha a alegoria aí gente!) sendo ela mesma – e, como vocês podem imaginar, todo mundo estranha aquela menina extremamente disposta e alegre, que faz questão de conhecer todo mundo. Só que uma reviravolta faz com que Dora, Diego e dois jovens norte-americanos, Sammy (Madeleine Madden, bem antipática e desorientada) e Randy (Nicholas Coombe, bem estereotipado como o nerd deslumbrado) acabem indo parar na Amazônia peruana, em busca de Parapata.

O surpreendente de ‘Dora e a Cidade Perdida’ é que ele realmente entretém. As crianças pequenas ficarão vidradas no longa, especialmente no início, quando ele é mais interativo e Dora quebra a quarta parede, perguntado ao espectador se ele consegue pronunciar determinados nomes de objetos que aparecem em cena. Os momentos de ação são bem colocados e conseguem manter o ritmo do longa sempre alto.

Estes são alguns dos pontos positivos do roteiro de Danielle Sanchez-Witzel, Nicholas Stoller e Matthew Robinson, que também tiveram o cuidado em inserir um universo indígena amazônico bastante respeitoso, sem caricaturar e sem inventar em cima da cultura alheia. O resultado é que ‘Dora Aventureira’ entretém o público infantil e aos adultos em aspectos distintos, porém, na mesma proporção.

Vale destacar a entrega de Isabela Moner para representar a conhecida personagem. Isabela convence com sua atitude positiva inabalável, sua felicidade ininterrupta e sua fonte de energia inesgotável. Ela pula, corre, dança, canta, se suja, se joga… o carisma que ela empresta ao personagem é palpável e contagiante. Você sai da sala de cinema energizado, quase com inveja da disposição que essa menina tem. Bravo!

Como nem tudo são flores (nem mesmo uma história que se passa na selva), a trama possui algumas falhas, como a caracterização dos personagens norte-americanos, que não conseguem gerar empatia em nenhum momento; a inserção de falas que levantam temas que não são desenvolvidos; e algumas soluções convenientes demais.

A direção de James Bobin poderia ter dado conta dessas questões, pois geram confusão, porém, não são pontos essenciais no longa, nada que comprometa a percepção final. E para aqueles preocupados com os efeitos especiais para fazer os bichinhos falarem, tranquilizem-se: os efeitos estão bem bons, e os animais interagem com os humanos de maneira bastante natural.

Por tudo isso, ‘Dora e a Cidade Perdida’ é uma aventura dinâmica e energizante, imperdível na tela grande e que tem todas as chances de ganhar uma merecida continuação.