Site Página 4992

‘Entrevista com o Vampiro’ estreia ESTA SEMANA no Prime Video Brasil!

Entrevista com o Vampiro‘, elogiada série baseada na clássica saga literária de Anne Rice, chega esta semana ao catálogo do Prime Video Brasil.

A produção, que está atualmente em sua segunda temporada, será lançada na plataforma de streaming no próximo dia 29 de maio.

Na nova temporada, após os eventos sangrentos em Nova Orleans, em 1940, quando Louis de Pointe du Lac (Jacob Anderson) e a adolescente Claudia (Delainey Hayles) conspiraram para matar o vampiro Lestat de Lioncourt (Sam Reid), Louis passa a contar suas aventuras na Europa, em sua busca pelos Vampiros do Mundo Antigo e o Teatro dos Vampiros. Em Paris, ele conhece o vampiro Armand (Assad Zaman). O relacionamento dos dois terá consequências devastadoras no passado e no futuro, e o jornalista Daniel Molloy (Eric Bogosian) irá arriscar tudo para descobrir as verdades enterradas nestas memórias.

Vale lembrar que a atriz Delainey Hayles dá vida à personagem Claudia no novo ciclo, substituindo Bailey Bass, que interpretou a vampira na primeira temporada.

O elenco conta com Sam Reid (‘The Newsreader’), que interpreta o vampiro Lestat; Jacob Anderson (‘Game of Thrones’), que dá vida a Louis de Pointe du Lac; Eric Bogosian (‘Billions’), que vive Daniel Molloy; e Assad Zaman, que interpreta Rashid.

A trama do primeiro livro gira em torno do vampiro Louis de Pointe du Lac enquanto ele relata a história de sua vida a um repórter, especialmente sobre como ele foi transformado em um vampiro e, em seguida, orientado por Lestat de Lioncourt.

Rolin Jones entra como showrunner, além de ser responsável pelo roteiro da produção.

Lady Gaga e Bruno Mars anunciam versão AO VIVO da colaboração “Die With a Smile”; Saiba mais!

Lady Gaga Bruno Mars são dois dos maiores nomes da indústria da música e, agora, anunciaram que irão lançar a versão ao vivo do aclamado single “Die With a Smile”.

A nova versão, intitulada “Die With a Smile: Live in Las Vegas”, será lançada hoje, às 22h (horário de Brasília).

Juntos, Gaga e Mars já venderam mais de 300 milhões de discos ao redor do mundo, e colecionam 13 #1s nas paradas oficiais da Billboard.

Vale lembrar que o último álbum de originais de Gaga foi o elogiado Chromatica, lançado em 2020 e que lhe rendeu uma estatueta do Grammy. Mars, por sua vez, uniu-se a Anderson .Paak para o aclamado álbum colaborativo An Evening with Silk Sonic, que rendeu ao artista nada menos que quatro estatuetas do Grammy.

Crítica | Borg vs McEnroe – Batalha de gênios

Antes de Sampras vs Agassi, antes de Nadal vs Federer, o universo dos esportes, não só do tênis, conheceu uma das mais expostas rivalidades, muito por conta das inúmeras diferenças entre os dois jeitos de ser. ‘Borg vs McEnroe analisa as emoções e o lado psicológico em esportes de alto rendimento mostrando o início de um duelo que ficou marcado como uma das melhores finais de Grand Slam da história do tênis. Dirigido pelo cineasta dinamarquês Janus Metz Pedersen realiza um trabalho primoroso na direção e conta ainda com uma atuação inspirada do ator sueco, pouco conhecido no Brasil, Sverrir Gudnason que interpreta o complexo Björn Borg na fase adulta.

Na trama, voltamos a década de 80, no célebre dia da final de um dos torneios mais midiáticos de todos os esportes, a final de Wimbledon entre o sueco e tetra campeão do torneio Björn Borg (Sverrir Gudnason) e o nada carismático tenista norte americano John McEnroe (Shia Lebouf). A construção de como eles chegaram até esse grande momento da vida deles é passada a limpa em flashbacks que preenchem as lacunas de personalidade e criação que os levam a serem como são dentro de quadra. Assim, aos poucos vamos entendendo a mente de um verdadeiro campeão em um esporte onde a vitória e a derrota precisam ser aceitas sem perder a elegância.

Nada é ganho por acaso. Nessa verdadeira batalha épica do tênis que foi essa decisão de Wimbledon, com um Borg totalmente consumido pela exposição que tem por sua carreira e a pressão de estar sempre no topo e McEnroe usando e abusando de uma imaturidade constante, o filme navega na mente de um homem conhecido por ser gelado em momentos chaves, ser um adepto de manias, que não sabe lidar com a pressão midiática imposta pelo seu sucesso em contraponto a outro totalmente inconseqüente que se descontrola em entrevistas e exagera dentro de quadra.

Muito mais focado em Borg do que no seu rival canhoto das Américas, as dificuldades no seu relacionamento com a noiva e com seu técnico, esse último interpretado pelo gigante ator sueco Stellan Skarsgård, são melhor compreendidos por conta de como tudo começou, sua vida de origem humilde onde sua mãe sempre o defendia de um pai um pouco afastado. Quando era jovem e fora escolhido para representar a Suécia no mundialmente torneio conhecido como Copa Davis (uma espécie de copa do mundo do tênis, onde um grupo de tenistas representa seu país em simples e duplas), sua vida ganha novos ares e ele passa a percorrer torneios importantes e a ganhar fama e dinheiro se tornando um verdadeiro iceberg. Nos constantes momentos de crise, cresce a atuação de Sverrir Gudnason que além de tudo é deveras parecido com o ídolo sueco.

John McEnroe era um rebelde desde sempre, que buscava a todo instante a atenção do pai que quase nunca acontecera. Entrou no tênis mostrando um talento técnico e uma falta de preparo emocional, brigando quase sempre com juízes, com outros tenistas e com o próprio público. Borg e McEnroe tem duas maneiras distintas para buscar suas glórias. E esse é o grande mérito do filme: detalhar cada uma dessas personalidades do esporte de maneira transparente, objetiva mas sem perder o ritmo.

Crítica | ‘Tremembé’ – Aguardada produção TRUE CRIME tem ótimas atuações e um calcanhar de aquiles evidente

Não era algo fácil trazer para a ficção uma série de histórias marcantes em nossa sociedade, que tem como elo um presídio que ficou bastante conhecido do público. Das polêmicas aos curiosos fatos expostos, que buscam construir através de escolhas narrativas um complicado quebra-cabeça moral passando pela maldade de crimes bárbaros que chocaram a todos nós, chegou ao Prime Video, nesse final de ano, uma das séries mais aguardadas de 2025: Tremembé.

Com um total de cinco episódios – todos lançados no mesmo dia – que se iniciam mostrando alguns dos mais famosos crimes dos últimos tempos, oferecendo uma parte introdutória para contextualizar o foco de determinado capítulo, acompanhamos transtornos de personalidades e de comportamento, violência e manipulação, além de outras perspectivas sobre fatos de forte impacto emocional, que logo ganharam o sensacionalismo através de parte da mídia.

Suzane von Richthofen, Daniel Cravinhos, Christian Cravinhos, Anna Jatobá, Alexandre Nardoni, Elize Matsunaga são nomes que estamparam páginas dos jornais, envolvidos em crimes chocantes. Poucas pessoas não sabem quem eles são. Esses são alguns dos personagens que tem seu tempo de prisão em Tremembé expostos, seja em disputas de poder ou relações amorosas, passando por questões políticas, a repercussão pública e pelos problemas do sistema penitenciário. Isso tudo, tendo o presídio dos famosos funcionando como outro importante personagem, pelo peso igual a qualquer outro mencionado, fugindo de meramente um pano de fundo.

 

O projeto, baseado nas obras Elize Matsunaga: A mulher que esquartejou o marido e Suzane: assassina e manipuladora, ambas escritas pelo ótimo jornalista Ulisses Campbell, busca tornar-se atraente para o público explorando elementos de fluidez narrativa. Ao longo dos episódios, as surpreendentes histórias daquele lugar proporcionam uma espécie de desafogo, mas acabam fazendo o roteiro se embolar no propósito do discurso.

 

A quebra de tensão é um dos grandes problemas dessa narrativa, um tiro que sai pela culatra. Ao tentar criar os contrates das inquietações que se seguem, acaba dando margens interpretativa ligadas à romantização de situações. Um exemplo disso é a trilha sonora, mirando na linguagem pop, um fator que acaba tendo um certo peso na narrativa, com músicas que marcam a chegada de determinados personagens, fugindo das tensões implícitas de todo um contexto.

Com direção geral de Vera Egito, vale uma menção ao ótimo elenco com destaque para Letícia Rodrigues, Kelner Macêdo, Carol Garcia e Marina Ruy Barbosa, simplesmente sensacionais – que realiza um excelente trabalho nessa grande produção, muito aguardada pelos fãs de True Crime. A questão em torno dessa obra sempre será as interpretações do seu discurso e a forma como apresenta sua narrativa: algumas pessoas vão gostar, outra nem tanto. Mas uma coisa é certa: você não pode deixar de assistir e tirar suas próprias conclusões.

‘Viúva Negra’ e as Espiãs Mais Famosas do Cinema

Viúva Negra, primeiro filme solo da heroína da Marvel, já está entre nós. Finalmente! Membro dos Vingadores, todos os seus colegas de equipe já haviam ganhado seus respectivos filmes próprios, e não apenas isso como também sequências de tais filmes. Por fim, a comoção dos fãs foi tão grande que os executivos da Marvel não tiveram mais como enrolar e atenderam ao pedido do grande público entregando ao povo o que ele queria. Viúva Negra saiu do papel, mas a odisseia da primeira Vingadora não terminava aí. Veio a pandemia e o filme precisou ser engavetado por um ano. Nada de filme da Marvel no cinema. Além disso, o longa da personagem se tornou o primeiro do MCU a ser lançado de forma simultânea nos cinemas e na plataforma da Disney+, marcando assim uma nova quebra de barreira para o estúdio.

Novamente interpretada por Scarlett Johansson, Natasha Romanoff é a mais especial dos Vingadores, já que sem poderes e apenas com suas técnicas aprendidas na época em que era uma espiã russa enfrenta as mesmas ameaças que o Homem de Ferro, Thor, Capitão América e Hulk sem descer do salto ou perder o penteado. Em seu primeiro filme solo, a personagem volta às origens e viaja para sua pátria na Rússia, para ao lado de sua “família” destruírem o programa que os criou. Pegando como gancho este que é um dos maiores lançamentos de 2021, vamos relembrar algumas das mais marcantes espiãs do cinema. Veja abaixo e não esqueça de comentar.

Lorraine Broughton

“Estou apaixonado”. É o que o personagem de James McAvoy diz para a protagonista do filme Atômica (2017), vivida por Charlize Theron. E esse é o sentimento de todos nós na plateia ao assistirmos ao filme também. Uma das personagens femininas mais duronas de anos recentes, a protagonista de Theron é visceral e demonstra bem isso numa das cenas mais legais do longa, uma pancadaria filmada em plano-sequência. Theron funciona muito em filmes assim, e com Atômica cria uma das espiãs mais memoráveis da sétima arte. Tanto que uma continuação com a estrela novamente produzindo e protagonizando já foi anunciada.

Evelyn Salt

Outra atriz que funciona maravilhosamente bem em filmes de ação, espionagem e suspense é a musa Oscarizada Angelina Jolie. Bem antes de aderir à família da Marvel em Os Eternos (a ser lançado este ano), há 11 anos para ser mais exato, Jolie protagonizava um filme do gênero. Em Salt, ela interpreta a personagem título, uma agente da CIA acusada por um prisioneiro de ser uma agente dupla, sendo na verdade uma espiã russa. Agora, a mulher precisa fugir de seus colegas na agência e provar sua inocência. Há algum tempo, boatos sobre uma possível continuação do filme eram constantes. Mas agora, ao que parece, a sequência pode ter sido enterrada.

Ilsa Faust

Não existe nada que seja tão bom que não possa melhorar. A franquia Missão: Impossível sempre foi uma das maiores do cinema recente quando o assunto é filme de entretenimento e blockbuster. Pois bem, precisaram passar os quatro primeiros longas da série para ganharmos um verdadeiro presente no quinto episódio. Foi em Nação Secreta (2015), o quinto filme, a primeira aparição da personagem Ilsa Faust, interpretada pela ótima Rebecca Ferguson, que sequestra o filme para si sendo uma rival à altura do protagonista de Tom Cruise. A grosso modo, traduzindo para o “quadrinês”, Faust é a Mulher-Gato para o Batman de Ethan Hunt (Cruise). Deu para entender mais ou menos a relação de amor e ódio aqui, né? A personagem é tão boa que voltou em Efeito Fallout (2018) sem perder sua ferocidade, e é prometida também para o sétimo e oitavo filme, a serem lançados em 2022 e 2023.

Nomi

Há tempos os fãs se perguntam como seria uma versão mulher de 007. Bem, talvez esta questão possa ser respondida com o mais recente episódio da franquia, Sem Tempo para Morrer – que estreia ainda este ano. O espião mais famoso da sétima arte já teve muitas mulheres agentes aparecendo ao longo de seus filmes, algumas inclusive o deixando no chinelo – iremos adereçar as principais mais abaixo. Porém, algo nos diz que o novo longa trará algo diferente com Nomi, a personagem de Lashana Lynch no filme. Isso porque de começo ela vinha sendo vendida como a substituta de James Bond na agência enquanto ele esteve afastado. Essa será a primeira vez que uma mulher será uma agente 00 dentro da própria equipe do protagonista. É esperar para ver.

Major Anya Amasova

Por falar em 007, voltamos agora no tempo para a primeira Bondgirl (como são conhecidas as personagens femininas na franquia) que foi também uma espiã operante, atuando de igual para igual com James Bond. Conhecida também como triplo X (porém com mais cabelo que Vin Diesel), a personagem é a contraparte russa de 007, vivida pela atriz Barbara Bach na fase de Roger Moore, em O Espião que Me Amava (1977). Pelo título já se pode deduzir inclusive a trama. Sim, Amasova e Bond são inimigos históricos que precisam se unir para combater uma ameaça em comum, no caminho terminando por se apaixonar e mostrando que o amor pode vencer a guerra. Pelo menos no cinema.

Nikita / Marie Clément

Se você perguntar para 10 cinéfilos, ao menos 9 deles colocarão Nikita: Criada para Matar (1990), filme francês de Luc Besson, como um dos melhores exemplares de obra protagonizada por uma espiã no cinema. Interpretada por Anne Parillaud, Nikita é uma mulher condenada à prisão, que recebe uma segunda chance na vida. Tudo que ela precisa fazer é aceitar o treinamento para se tornar uma super espiã / assassina para o governo francês. O filme foi tão influente que gerou uma refilmagem americana (A Assassina, 1993) e duas séries de TV: La Femme Nikita (1997-2001) e Nikita (2010-2013).

Susan Cooper

Subversão criativa e muito engraçada do gênero de espionagem no cinema tendo uma mulher como protagonista, A Espiã que Sabia de Menos (2015) é uma das melhores comédias da carreira de Melissa McCarthy. Na trama, ela é uma agente que cuida da parte burocrática do escritório sempre atrás de uma mesa enquanto espiões no estilo James Bond fazem o serviço de campo. Quando os homens dão mancada, cabe à mulher simplória e nem um pouco em forma para o serviço, se tornar uma super espiã e impedir os planos do inimigo. Ao mesmo tempo em que dá uma guinada na imagem da heroína com McCarthy, ainda tira sarro com a imagem indefectível do machão Jason Statham, aqui um espião atrapalhado.

Wai Lin

Seguimos por grandes espiãs do acervo da franquia 007. Depois da oficial russa de O Espião que me Amava, temos outra agente secreta vinda de um país comunista se aliando ao espião britânico. Trata-se de Wai Lin, a agente chinesa vivida por Michelle Yeoh em O Amanhã Nunca Morre (1997), segundo e melhor filme da fase de Pierce Brosnan como James Bond. Igual ao filme citado acima, aqui de começo os dois são inimigos, afinal cada um tem seu próprio interesse na história. Ao longo de suas jornadas, porém, percebem possuir um inimigo em comum, o magnata da mídia que planeja jogar os países dos espiões um contra o outro para controlar a transmissão da guerra. A criatividade aqui é ter como vilão alguém que controla a mídia – algo muito plausível e atual. A Wai Lin de Michelle Yeoh fez tanto sucesso (além de tudo era uma expert em artes marciais) que lhe foi prometido um filme solo. Produção esta que não saiu da estaca zero.

Dominika Egorova

Até a musa Jennifer Lawrence aderiu aos filmes de espionagem com Operação Red Sparrow (2018). Baseado num livro, o filme foi dirigido por Francis Lawrence, usual colaborador da atriz, a tendo comandado nos filmes da franquia muito bem sucedida Jogos Vorazes. A reunião da dupla era uma receita de sucesso certa. Essa, no entanto, não é muito uma obra voltada para o entretenimento, e trata o tema de jovens mulheres sendo treinadas de forma intensa para se tornarem espiãs russas, de forma séria, sóbria e adulta. Justamente por isso, resultou num filme sombrio e sisudo. Ainda mais se levarmos em conta suas 2 horas e 20 minutos de exibição. De certa forma, Red Sparrow pode ser considerada uma versão realista de Viúva Negra. Porém, infelizmente, o longa ficaria marcado somente como “o filme em que Jennifer Lawrence aparece nua”.

Agente 99

No auge da popularidade de 007 no cinema, ainda na década de 1960, os filmes de James Bond foram responsáveis por lançar uma verdadeira febre de espiões na cultura popular mundial. A franquia fazia tanto sucesso que já naquela época gerava inúmeros imitadores, fosse no cinema ou na TV. Nas telinhas, uma das mais criativas foi justamente uma paródia do gênero, usando muito humor ao apresentar Maxwell Smart, o agente secreto mais trapalhão da cultura pop. O eterno Agente 86 foi imortalizado por Don Adams, no programa criado por Mel Brooks, que durou de 1965 a 1970. Na trama, Smart possuía sua parceira de trabalho, a muito mais eficiente e sagaz Agente 99 (vivida por Barbara Feldon). Em 2008, quase 40 anos após o fim da série, a Warner tirou do forno uma adaptação cinematográfica do programa, na forma de uma superprodução. Nesta versão para o cinema, Maxwell foi vivido por Steve Carell, enquanto a 99 ganhou as formas de Anne Hathaway.

Jinx

Fechando a trinca de espiãs mais marcantes da franquia 007 (isto é, até a chegada de Nomi para virar um quarteto), temos outra personagem da era de Pierce Brosnan na série. Um Novo Dia para Morrer (2002) marcou o último filme protagonizado por Brosnan como James Bond e trouxa uma atriz vencedora do Oscar num papel importante. Halle Berry viveu Jinx, a espiã americana que é a “inimiga que se torna amiga” da vez. Um dos momentos mais legais do filme é quando a personagem sai da água usando um biquíni que remete à primeira Bondgirl da franquia, a Honey Ryder de Ursula Andress, que por sua vez não era uma agente, em O Satânico Dr. No (1962). Assim como Wai Lin, Jinx chamou tanta atenção que logo lhe prometeram um filme solo. Mas bem… você já deve saber o resultado disso.

Foxxy Cleopatra

Voltando aos “imitadores” de 007, um dos mais bem sucedidos atende pelo nome Austin Powers. Criado por Mike Myers em 1997, o filme fez enorme sucesso com sua sátira certeira do universo clássico do maior espião da sétima arte, além é claro, de criar muitos momentos memoráveis próprios. O sucesso foi tanto que gerou duas continuações, e não sabemos por que não aconteceram mais filmes. O vilão Dr. Evil é uma cópia deslavada de Blofeld e seu nome faz referência ao Dr. No; até mesmo os títulos das continuações eram brincadeiras com os do satirizado – O Agente Bond Cama (The Spy Who Shagged Me – referência à O Espião que Me Amava) e O Homem do Membro de Ouro (cópia de Goldfinger). No meio dessa insanidade toda saía a personagem mais legal da franquia de comédia. No terceiro filme conhecemos Foxxy Cleopatra, vivida por ninguém menos que a estrela da música Beyoncé, em seu primeiro papel de destaque no cinema. A personagem é uma mistura de espiã com as policiais negras da década de 1970 dos filmes blaxploitation – vide Foxy Brown (1974) e Cleópatra Jones (1973), interpretadas por Pam Grier e Tamara Dobson.

Revival de ‘Roseanne’ é renovado para a 2ª temporada pela ABC

Depois de registrar números altíssimos de audiência em sua estreia, não é surpresa para ninguém que a série ‘Roseanne‘ seria renovada. O canal ABC tratou de oficializar rapidamente, e agora o revival está garantido para o seu segundo ano.

Sobre a quantidade de episódios, o showrunner da série, Bruce Helford enfatizou:

“Eu não sei se nós faremos uma temporada com 22 episódios. Isso é muito! Todo mundo está muito ocupado, então seria difícil fazer 22 episódios. Eu adoraria fazer outras temporadas na base de 10 ou 12 episódios.”

Em sua estreia, a série obteve 5.1 pontos na demo, e 18,16 milhões de espectadores no total.

‘Doctor Who’: Especial de Ano Novo ganha primeiro trailer; Assista!

A BBC America divulgou o primeiro trailer do Especial de Ano Novo de ‘Doctor Who‘, intitulado Resolution.

Confira:

O especial será lançado no dia 1º de janeiro de 2019.

A série já está renovada para a 12ª temporada, que estreará somente em 2020.

Jodie Whittaker, que deu vida à primeira encarnação feminina do personagem, retornará para o próximo ano.

 

 

‘Atlanta’ é renovada para a 4ª temporada

O canal FX renovou oficialmente a série ‘Atlanta‘ para a 4ª temporada.

Vale lembrar que o terceiro ciclo ainda não possui previsão de estreia.

A série foi criada por Donald Glover, que também estrela a produção.

Earnest “Earn” Marks (Glover) vira o agente da carreira de súbito sucesso de seu primo. Porém, os dois discordam em diversos pontos sobre a divisão entre arte e entretenimento no hip-hop. Além disso, ele terá que lidar com a mãe de seu filho e com o colaborador do primo.

O elenco ainda conta com Brian Tyree Henry, LaKeith Stanfield, Zazie Beetz e Khris Davis.

No Brasil, as duas primeiras temporadas estão disponíveis no catálogo da Netflix.