Especialistas se reúnem em uma unidade ultra-secreta para investigar uma série de mortes misteriosas em praias ao longo do Oceano Atlântico. Quando uma cientista (Nana Gouvea) examina as provas em vídeo para descobrir uma possível explicação para as mortes, ela descobre que a ameaça real pode ser mais perigosa – e muito mais antiga – do que qualquer um jamais imaginou. Ela precisa convencer seus colegas (liderados por Eric Roberts) do verdadeiro perigo: uma antiga força que sobe do mar para trazer a loucura e a morte para toda a humanidade.
A saga ‘Harry Potter‘ ganhou sua própria coleção de tênis inspirados nas quatro Casas da Escola de Magia Hogwarts.
Os calçados foram feitos pela marca K-Swiss e trazem detalhes do brasão das quatro casas. Além disso, uma outra linha de sneakers conta com um design mais simples e clean, também inspirado no universo do famoso bruxo.
Lembrando que o clássico ‘Harry Potter e a Pedra Filosofal’, filme dirigido por Chris Columbus e lançado em 2001 será relançado nos cinemas chineses.
A primeira aventura do bruxinho mais famoso de todos os tempos nas telonas será relançado em 4K e, agora, a Warner Bros. divulgou pôsteres exclusivos para promover a versão remasterizada.
O filme chegará novamente aos cinemas no dia 14 de agosto.
Confira:
Durante uma entrevista para a Variety,Daniel Radcliffe, o protagonista da franquia, foi questionado sobre assunto, ao que ele respondeu:
“Não gosto de dizer não às coisas, mas não é algo que eu esteja ansioso para fazer. Sinto que a saga seguiu em frente e está indo bem sem a gente… As filmagens de ‘Animais Fantásticos 3′ estão prestes a começar e estou muito feliz com isso, mas eu gosto da minha vida como ela está agora. Não estou dizendo que nunca mais voltarei a trabalhar em franquias, mas gosto da flexibilidade que tenho com minha carreira agora. Estou satisfeito em fazer filmes que não exigem longos anos de contrato.”
Após o fim da franquia, Radcliffe construiu uma grande carreira no cinema, atuando em filmes como ‘A Mulher de Preto’, ‘Truque de Mestre 2’, e ‘Imperium‘.
Seu último filme, intitulado ‘Escape from Pretoria‘, foi lançado direto em VOD.
A atriz Nana Gouvêa parou a internet com o trailer do terror ‘Acordar Negro‘ (Black Wake), que ela estrela ao lado de Eric Roberts (o irmão da Julia), Tom Sizemore (‘O Resgate do Soldado Ryan’) e Rich Graff.
Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, Nana deu um show de simpatia e nos contou como conseguiu o papel principal em uma produção norte-americana, além de dar dicas para quem sonha em se tornar uma atriz do cinema.
Vamos lá?
Nana, como você conseguiu o papel de protagonista do terror Acordar Negro? Foi difícil participar do teste para o elenco?
Consegui o papel através de um teste que eu fiz pra outro filme. Não foi fácil não, mas também não foi tão difícil. Eu amava a personagem para qual eu estava tentando o papel, fiz com prazer. Foi um teste com 1.000 candidatas, cortaram pra 400, depois 20, e por fim duas. Escolheram a outra atriz e fiquei bem triste. Pouco tempo depois, o diretor me contatou me oferecendo essa personagem (Dra. Luiza Moreira). Isso me confortou. Entendi que aqui nem sempre o melhor ator é o escolhido, às vezes são meninos detalhes que determinam as escolhas de casting. O ator tem que parecer com a personagem que eles têm em mente, tem a questão do sotaque, do profissionalismo, da idade (às vezes o ator é muito novo ou muito velho pra o personagem), às vezes ate o tamanho do cabelo ou a altura do ator pode ser definitivo. A gente nunca realmente sabe a razão das escolhas.
Tem alguma história engraçada ou assustadora para contar dos bastidores do filme?
Em uma das cenas, eu estava concentrada fazendo a minha cena e esqueci que tinha um zumbi atrás de mim, era parte da cena. Em um determinado momento, eu me virei e vi o zumbi. Foi um susto enorme, um grito agudo e um tombão [risos]. Voei longe da cadeira que estava, e me estabaquei apavorada no chão!
Como foram as filmagens? Quanto tempo durou?
Ainda estamos filmando. Tudo está indo muito bem, graças a Deus. Creio que no total serão em torno de quatro meses de filmagens.
Como foi atuar com Eric Roberts, o irmão da lenda Julia Roberts?
Foi ótimo. Um grande prazer e de grande aprendizado. A cada grande ator que eu contraceno, eu sempre aprendo muito.
Você é uma atriz brasileira que conseguiu o sonho de muitas garotas: protagonizar um filme norte-americano. Quais dicas você dá para quem está começando?
Mude-se pra os EUA. Estude muito Inglês, treine muito “American Neutral Speech” [o Inglês exigido pelos diretores de casting]. Faça muitos cursos de interpretação, conhecimento das técnicas [saber os termos técnicos é imprescindível]. Consiga um agente que acredite em você. Comece indo a todos os testes que te mandarem, tenha paciência e bom senso. Se você não tiver jeito pra coisa ou mesmo apenas para aquela personagem, vão notar nos primeiros cinco segundos do teste, vão te mandar embora com uma cara de impaciente e você vai se sentir humilhado. Continue estudando e indo aos testes. Uma hora acontece. Se for da vontade de Deus, é claro!
Você acha que o cinema nacional sofre preconceito dos próprios brasileiros, como é o caso de ‘Que Horas Ela Volta?’, que está fazendo mais sucesso na Europa do que no seu país de origem?
Sim, eu acho. Apesar de não saber qual filme é esse que você está falando.
Você gostaria de mandar um recado para os leitores do CinePOP?
Olá, queridos do CinePOP! Obrigada pelo apoio! Continuem de olho em ‘Acordar Negro‘! Um grande beijo para vocês!
Confira os trailers e o cartaz:
Especialistas se reúnem em uma unidade ultra-secreta para investigar uma série de mortes misteriosas em praias ao longo do Oceano Atlântico. Quando uma cientista (Nana Gouvêa) examina as provas em vídeo para descobrir uma possível explicação para as mortes, ela descobre que a ameaça real pode ser mais perigosa – e muito mais antiga – do que qualquer um jamais imaginou. Ela precisa convencer seus colegas (liderados por Eric Roberts) do verdadeiro perigo: uma antiga força que sobe do mar para trazer a loucura e a morte para toda a humanidade.
O filme é dirigido por Jeremiah Kipp e produzido pelo marido da brasileira, Carlos Keys.
Em seu perfil do Instagram, Nana Gouvea comemorou a chegada de seu filme, ‘Acordar Negro‘ (Black Wake), ao catálogo da Amazon Prime.
No terror Hollywoodiano, Gouvea interpreta uma cientista que investiga o mistério em torno de um parasita que invade o corpo das pessoas, transformando-as em zumbis.
Uma publicação partilhada por Nana Gouvea (@nanagouveaofficial) a
Dirigido por Jeremiah Kipp (‘Diabolical‘), o longa também conta com Eric Roberts (‘Lovelace‘), Tom Sizemore (‘O Resgate do Soldado Ryan‘), e Jonny Beauchamp (Katy Keene)
Especialistas se reúnem em uma unidade ultra-secreta para investigar uma série de mortes misteriosas em praias ao longo do Oceano Atlântico. Quando uma cientista (Nana Gouvea) examina as provas em vídeo para descobrir uma possível explicação para as mortes, ela descobre que a ameaça real pode ser mais perigosa – e muito mais antiga – do que qualquer um jamais imaginou. Ela precisa convencer seus colegas (liderados por Eric Roberts) do verdadeiro perigo: uma antiga força que sobe do mar para trazer a loucura e a morte para toda a humanidade.
‘Black Is King’, novo filme dirigido por Beyoncé, estreou no último dia 31 de julho no Disney+ e, além de ter sido aclamado pela crítica, caiu no gosto dos fãs que se apaixonaram pelo visual e pela história da produção.
O filme é uma celebração do aniversário de um ano de ‘The Lion King: The Gift’, obra reimaginada da artista para o remake em live-action de ‘O Rei Leão’ (2019).
Confira a sinopse oficial abaixo:
Esse álbum visual de Beyoncé reimagina as lições de ‘O Rei Leão’ para os jovens reis e rainhas dos dias de hoje, que buscam por suas coroas. O filme esteve em produção por um ano com um elenco e uma equipe que representam diversidade e conectividade. As viagens das famílias negras através do tempo são honradas em um conto sobre um jovem rei e sua jornada transcendental através de amor, traições e autoidentidade. Seus ancestrais ajudaram-no a trilhar o caminho para seu destino e, com os ensinamentos de seu pai e de seu amor de infância, ele ganha as virtudes necessárias para reclamar sua casa e seu trono.
O filme é considerado uma celebração memorialística para o mundo sobre a experiência negra e terá videoclipes para as canções “My Power”, “Mood 4 Eva” e “Brown Skin Girl”.
No último fim de semana, o dublador Guilherme Briggs se posicionou no Twitter em favor da dublagem em home office para evitar o contágio do Coronavírus.
No entanto, se os estúdios não considerarem esta opção, Briggs pode ser substituído como a voz do Superman (Henry Cavill) no Snyder Cut de ‘Liga de Justiça‘, previsto para o ano que vem na HBO Max.
Depois disso, diversos internautas criticaram o artista, chamando-o de frouxo e afirmando que ele poderia se recuperar facilmente por ser jovem, caso fosse infectado.
“Enfrenta o coronga Briggs! Vai de máscara e tudo! Você é jovem. Vai sobreviver.”, disse um internauta.
O dublador rebateu os comentários, dizendo que prefere se manter isolado por questão de responsabilidade e empatia por seus familiares e qualquer outra pessoa.
Felizmente, ele também recebeu comentários apoiando sua escolha.
Não é “frescura”. É amor, responsabilidade, respeito, cuidado e empatia pela minha família e pelo próximo. Eu posso me manter com home studio e locuções comerciais. Sou uma pessoa de necessidades simples, muito econômica. Ficarei em casa até tudo passar. https://t.co/mpoMkO5nHX
A Netflix divulgou as primeiras imagens oficiais de ‘O Diabo de Cada Dia’ (The Devil All The Time), novo filme da Netflix estrelado por Tom Holland e Robert Pattinson.
A produção é uma adaptação do livro homônimo de Donald Ray Pollock.
Na trama, a esposa de Willard Russell está à beira da morte, lutando contra um câncer. Para tentar salvá-la, ele tenta de tudo: bebe sem medidas, ora e não mede esforços em sacrificar animais. Enquanto isso, seu filho, Arvin, está crescendo, aprendendo a lidar com o bullying da escola, se posicionando como pode. A conturbada família ainda é cercada por personagens dos mais nefastos: um grupo de serial killers insanos, um pregador que come aranhas e um xerife local corrupto.
“Com ‘Hunters’, a visão ousada de David Weil entregou uma primeira temporada emocionante, cheia de reviravoltas e ação para os nossos assinantes ao redor do mundo,” afirmou Jennifer Salke, chefe da Amazon Studios. “Estamos ansiosos que o David, Jordan [Peele] e os caçadores irão retornar para mais um ciclo.”
Criada por David Weil, a série tem produção executiva de Jordan Peele (‘Corra!‘ e ‘Nós‘).
A trama segue um grupo diversificado de caçadores de nazistas em 1977, na cidade de Nova York. Os Caçadores, como são conhecidos, descobriram que centenas de oficiais nazistas de alto escalão estão vivendo entre nós e conspirando para criar um Quarto Reich nos EUA. A equipe eclética dos Caçadores partirá em uma sangrenta busca para levar os nazistas à justiça e frustrar seus novos planos genocidas.
Qual é o fã de ‘Star Wars‘ que não gosta de saber os nomes das naves apresentadas na saga ao longo dos filmes?
Como a nova trilogia introduziu diversos novos modelos, o canal Star Wars Kids divulgou um vídeo reunindo todos os veículos espaciais das sequências.
Além disso, o vídeo revela que os novos filmes incluíram 85 modelos de naves diferentes.
Assista:
Falando em números, ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker‘ teve o menor rendimento financeiro da atual trilogia, acumulando US$ 1,058 bilhão pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 275 milhões.
Em 2017, ‘Os Últimos Jedi‘ arrecadou US$ 1,321 bilhão com um orçamento de US$ 200 milhões. Enquanto ‘O Despertar da Força’ fez 2,066 bilhões e teve um gasto de US$ 300 milhões.
Nas bilheterias de abertura, o ‘Episódio IX‘ também se saiu muito abaixo do esperado, acumulando apenas US$ 376,1 milhões pelo mundo.
Dois anos antes, o ‘Episódio VIII‘ fez US$ 450,8 milhões, e ‘O Despertar da Força’ registrou US$ 528,96 milhões.
Curiosamente, esse padrão na queda das bilheterias também aconteceu na trilogia clássica, já que ‘Uma Nova Esperança‘ tebe um custo de US$ 11 milhões e arrecadou US$ 775 milhões pelo mundo.
Apesar de ser o episódio mais aclamado da saga, ‘O Império Contra-Ataca‘ faturou US$ 547 milhões, com um custo de US $ 33 milhões.
E ‘O Retorno de Jedi‘ acumulou US$ 475 milhões, orçado em US$ 40 milhões.
Infelizmente, ‘A Ascensão Skywalker‘ também teve o pior percentual de aprovação entre toda a saga, registrando apenas 52% no Rotten Tomatores. Logo atrás vem ‘A Ameaça Fantasma‘ (53%) e ‘O Ataque dos Clones‘ (65%).
E você, o que achou do desfecho da saga Skwalker?
Assista nossa crítica:
Dirigido por J.J. Abrams, o novo filme traz o desfecho da nova trilogia.
Os sobreviventes da Resistência enfrentam a Primeira Ordem mais uma vez no capítulo final da saga Skywalker.
Desenhos animados fascinam as pessoas desde que foram lançados nos anos 30. Na época, quem quisesse assistir às Silly Symphonies, da Disney, ou às Merrie Melodies, da Warner, teria que ir para um cinema, comprar ingressos e curti-los em uma clássica matinê. No Brasil, por exemplo, era bastante comum que os cinemas de rua exibissem uma sessão só com desenhos do Tom & Jerry nas manhãs dos finais de semana. Era sucesso entre a criançada e, convenhamos, os conteúdos eram tão criativos e bem feitos, que os pais também davam bastante risada. Quando a televisão se popularizou, alguns cinemas conseguiram manter as sessões até os anos 1980, mas a concorrência ficou desleal, já que as animações agora eram transmitidas gratuitamente pelas emissoras.
Com o passar do tempo, as tecnologias de animação foram crescendo e os filmes da Disney já mostravam que o cinema era uma forma de lucrar ainda mais com personagens animados. Sem ter que gastar horrores com atores, os estúdios passaram a investir no gênero e foram achando seu caminho. Em 1988,Uma Cilada Para Roger Rabbit resgatou um conceito interessante, que fora usado nas animações soviéticas dos anos 40, e tinha ficado famoso em filmes da Disney, como Você Já Foi à Bahia? e Mary Poppins, que era mesclar a animação com o live-action. Produzido por Steven Spielberg e dirigido por Robert Zemeckis, o filme trazia um clima noir para a Hollywood dos anos 40, aonde um detetive humano deveria encontrar Roger Rabbit, um coelho em desenho animado que vinha sendo acusado de homicídio. À procura de Roger Rabbit, o detetive passa por diversos astros de animações famosos, como a Betty Boop, o Patolino, o Mickey, o Pernalonga e por aí vai. Cheio de piadas adultas, o longa conseguiu contar uma boa história sem perder a inocência das animações. O resultado foi um sucesso de crítica e bilheteria.
A única vez que os dois maiores ícones das animações interagiram foi nesta cena histórica de ‘Uma Cilada Para Roger Rabbit’.
Esse sucesso permearia a mente de Spielberg, que, anos mais tarde, voltaria a se envolver em um projeto baseado em desenhos animados clássicos. Após trabalhar com John Goodman, o diretor maturou a ideia de um filme dos Flintstonesque deveria ser estrelado pelo ator. Assim, aAmblin (produtora de Steven Spielberg) investiu na ideia. O problema é que os envolvidos no filme não entenderam muito bem o que tinham em mãos. Dessa forma foi difícil encontrar uma história para contar em tela. Por conta disso, o roteiro passou por muita gente e acabou trabalhando uma trama bastante adulta, cheia de piadas sacanas e envolvendo temas como traição e corrupção. O retorno financeiro foi excelente, já que o filme custou menos de 50 milhões e arrecadou cerca de US$ 346 milhões. Já as críticas… A verdade é que o filme consegue adaptar elementos bem divertidos da animação. Mas justamente por adaptar um desenho tão querido e inocente como osFlintstones, o projeto acaba constrangendo ao te mostrar personagens até então bobinhos lidando com problemas adultos. Então, dá para dizer que ele sofreu bastante com um certo conservadorismo da crítica, mas também não é absurdo falar que o diretor, Brian Levant, perdeu completamente a linha na abordagem. A prova de que o público não comprou tanto a ideia veio no desempenho da sequência, lançada em 2000, que acabou sendo um fracasso homérico.
Muito dinheiro e problemas com a crítica. ‘Os Flintstones: O Filme” é quase uma paródia adulta da animação dos anos 60.
Essa virada do final dos anos 90 para o começo dos anos 2000 deveria marcar a consolidação dos live-actions das animações nos cinemas. Depois dos Flintstones, foram lançados alguns outros longas animados que foram verdadeiros sucessos de bilheteria e se tornaram fenômenos, marcando uma geração de crianças e adolescentes, mas que realmente sofreram nas mãos do conservadorismo da crítica da época. Todos eles abraçavam a essência dos personagens, mas ousavam ao não adaptar piamente os cartoons. O resultado foram projetos incríveis sendo abandonados. Vamos falar mais deles lá pra baixo. Aguarde. O ponto é que as críticas incomodaram e os estúdios adotaram o conservadorismo, a ideia de que live-actions que adaptavam animações precisava ser bobos e infantis, se distanciando completamente do ultraje dos Flintstones e da ‘maldade’ adolescente de Scooby-Doo: O Filme. O filho desse pensamento conservador foram os dois filmes do Garfield.
A franquia foi satirizada duas vezes pelo protagonista, Bill Murray, durante a franquia Zumbilândia.
Com dois longas indefensáveis, a franquiaGarfield trouxe um elenco humano completamente insosso, com uma trama sem brilho e um protagonista que deveria ser sarcástico, mas acabou ficando insuportável, chega a ser uma surpresa que tenham insistido nesses filmes. Os pais levavam as crianças para verem um personagem marcante de suas infâncias e terminavam com uma competição para ver quem ficou mais de saco cheio. Depois de Garfield, os estúdios ficaram com um pé atrás na hora de dar sinais verdes para projetos envolvendo animações em carne e osso. O último suspiro do subgênero veio entre 2008 e 2009, com as duas últimas adaptações de grande investimento.
Prejudicado pela própria ambição, o filme do Speed Racer lucrou muito com merchandising, mas sofreu nas bilheterias.
A primeira foi Speed Racer, dirigido pelas Irmãs Wachowski, o longa é realmente interessante e destoante da animação original. E isso incomodou os fãs, que queriam algo mais próximo do desenho. Trazendo um visual recheado de neons e cores saturadas, o filme adota uma ótima infantil sobre o mundo das corridas, abordando a paixão pelo esporte, a noção simplista da corrupção e as relações familiares sob uma perspectiva bastante inocente. E isso é fantástico, porque, ao mesmo tempo em que vemos elementos clássicos ganhando vida – como os exóticos carros de corrida -, contemplamos uma abordagem diferenciada, quase nostálgica de quando os dias eram mais simples. O problema é que o investimento foi muito alto e a bilheteria sequer conseguiu que a produção se pagasse. Fora isso, o CGI da época não ajudou e algumas cenas ficaram absurdamente artificiais, dando aquela sensação de trabalho inacabado. Considero esse filme injustiçado, porque a crítica detonou principalmente os efeitos especiais cansativos. Outro ponto mal visto pela crítica internacional foi que o filme – sobre um piloto de corridas – tinha muita cena de corrida. E o elenco era fantástico, trazendo nomes como John Goodman, Susan Sarandon e Roger Allam.
Apesar de muito fofa, a dupla de ursos não conseguiu conquistar público e crítica.
O lançamento do ano seguinte foi a gota d’água. Apostando no sucesso de um dos personagens mais carismáticos dos EUA, a Warner investiu pesado no live-action de Zé Colmeia. Tudo nesse filme é errado. Seguindo a mesma linha de Garfield, que era inocente e trazia Bill Murray para fazer a voz do gatinho, Zé Colmeia trouxe Dan Aykroyd para dar voz ao personagem título e Justin Timberlake para o papel do Catatau. São nomes que levam público aos cinemas, principalmente se o estúdio apostasse na identificação do desenho e de Dan com as crianças dos anos 80. O ponto dessa estratégia é que filmes infantis costumam chegar aos cinemas do mundo com mais cópias dubladas do que legendadas, já que o público alvo muitas vezes sequer sabe ler. Então, o peso desses atores é completamente descartado, considerando que eles não aparecem fisicamente. Assim, o nome mais famoso a ser visto em tela foi Anna Faris, que fazia sucesso na franquia adolescente Todo Mundo Em Pânico, mas que não tinha nada a ver com esse longa. Sem ter o chamariz principal a nível mundial e indo pelo conservadorismo da trama estritamente infantil, o filme foi um verdadeiro sonífero. Diferentemente de Speed Racer, esse aqui conseguiu se pagar e ter um lucro considerável. Nada que justificasse uma sequência ou um derivado.
‘Pica-Pau’ é um clássico exemplo de como não se fazer um filme.
Depois de Zé Colmeia, o maior destaque foi o filme do Pica-Pau. Produzido pela Universal, o live-action do passarinho endiabrado foi completamente pensado para agradar o público brasileiro. Lançado sob forte campanha publicitária no Brasil e trazendo a brasileira Thaila Ayalano elenco, a aventura sequer foi lançada nos cinemas americanos. A ideia era surfar no enorme número de fãs que o passarinho tem aqui. Para evitar riscos de prejuízo, o filme contou com uma verba de apenas US$ 10 milhões, lucrando o dobro com bilheteria. Mas não se engane, nada se salva aqui. O filme é uma completa ofensa ao personagem, que é famoso por ser carismaticamente maldoso. Eles pegam o Pica-Pau e o transformam em um coadjuvante de luxo. O problema é que o elenco principal não tem o mínimo de carisma e a história realmente não é interessante, além de não ter a mínima graça. O visual ficou até legal, mas não compensa o fracasso retumbante que é esse longa.
Então é isso, não tem como adaptar um desenho para os cinemas?
Muito pelo contrário!
A primeira aventura dos Looney Tunes nos cinemas se tornou a maior bilheteria que um filme sobre basquetebol já conseguiu na história.
No final dos anos 1990 e comecinho dos anos 2000, tivemos quatros exemplares de como realizar essas adaptações. O primeiro é provavelmente o filme que mais é lembrado pela mistura de animação com live-action depois de Uma Cilada Para Roger Rabbit. Space Jam: O Jogo do Século chega aos cinemas trazendo o melhor que os Looney Tunes tinham a oferecer: muita criatividade e humor non-sense. A turma do Pernalonga é fantástica porque permite que a equipe criativa trate as situações mais absurdas de forma natural, já que 70% do filme é ambientado em um cenário animado em 2D e 3D. Dessa forma, o astro humano, o lendário Michael Jordan, que estava no auge de sua popularidade, pode ser tratado como um humano no mundo animado. Completamente diferente das outras tentativas, que traziam os desenhos para o mundo real. Dessa forma, o absurdo dos Looney Tunes pôde ser utilizado de forma divertida e em sua totalidade. Quando se abraça as regras dos desenhos animados, um mundo de possibilidades se abre.
Uma verdadeira viagem pela loucura dos Looney Tunes e pelos estúdios Warner.
Vários anos depois de Space Jam: O Jogo do Século, os Looney Tunes voltaram para as telonas. Dirigido por Joe Dante, Looney Tunes: De Volta à Ação é uma sátira dos filmes de espionagem que, divergindo de Space Jam, traz os desenhos para o mundo real. O interessante é que eles se inspiram bastante em Roger Rabbit. Ou seja, toda a insanidade do mundo animado passa a valer no mundo real, o que rende situações divertidíssimas. Os Looney Tunes são muito versáteis e permitem que a equipe criativa seja… Bem, criativa.
Com um humor adolescente e mantendo a essência dos personagens, ‘Scooby-Doo: O Filme” foi sucesso de bilheteria.
Outro longa que soube mesclar o original com a inovação foram os dois filmes do Scooby-Doo. Roteirizados por James Gunn e dirigidos por Raja Gosnell, os longas mantém a essência da trupe jovem, mas os coloca no século XXI, como jovens modernos e com comportamentos mais condizentes com adolescentes. O resultado é um primeiro filme que flerta com o terror, trazendo vários elementos macabros dentro de um parque de diversões, insere muitas piadas adultas na dose certa para entreter os pais, mas sem deixar na cara dos pequenos certos temas que eles só viriam a entender anos mais tarde. O primeiro filme tem um roteiro muito sagaz e conquistou o público, rendendo uma sequência.
A sequência volta com o humor ousado, mas presta uma grande homenagem aos desenhos clássicos.
A dupla criativa voltou para realizar a sequência, que foi um pouquinho mais conservadora que a anterior, mas sem perder o charme do humor adolescente. A diferença é que dessa vez o longa trouxe ainda mais elementos da animação clássica, resultando numa grande homenagem ao desenho dos anos 60. Um ponto muito importante para o sucesso dessa franquia, que também sofreu com algumas críticas conservadoras, foi realmente dar relevância e carisma para o elenco humano. Diferentemente de Garfield, Zé Colmeia, Pica-Pau e vários outros, os filmes do Scooby-Doo valorizam a parte de carne e osso, deixando muito mais interessante e divertido. Não depender exclusivamente do personagem título é um mérito enorme dessa franquia.
O anacronismo de ter personagens dos anos 60 jogando Guitar Hero é divertido demais.
Outro exemplo mais recente é o primeiro filme dos Smurfs, também dirigido por Raja Gasnell. Ele soube como trazer os pequetuchos azuis para o mundo real. A sensibilidade do diretor em utilizar uma visão anacrônica cai muito bem aqui, fazendo com que o filme se desenrole de uma maneira fofa, divertida e com piadas que não são nem adultas nem bobinhas. Ou seja, uma trabalho incrível de adaptação. O elenco humano, encabeçado por Neil Patrick Harris, também é divertido e carismático, proporcionando o casamento perfeito.
Enquanto os estúdios não entenderem muito bem as franquias que têm nas mãos e não permitirem que seus roteiristas e diretores possam se desprender do conservadorismo, as chances de um retorno tanto de crítica quanto de bilheteria são bem maiores. O próximo filme que virá misturando animação com live-action é a sequência/reboot Space Jam: Um Novo Legado, que será lançado em 2021. Vamos aguardar para ver como será.
A Netflix fez um anúncio um tanto quanto chocante e que, apesar de já ter sido ruminado nos últimos anos, havia sumido do mapa: a sequência da clássica e aclamada animação ‘A Fuga das Galinhas’. Coincidentemente, a plataforma de streaming confirmou o lançamento da continuação (ainda sem data ou início da produção) no aniversário de duas décadas do longa-metragem, o que o fez ganhar a atenção da geração que já havia se deliciado com a envolvente história de empoderamento, drama e ação – e também do novo público que, a cada dia, vem redescobrindo obras que merecem lugar especial em nossos corações.
No arco cronológico do cinema, o gênero em questão acabou se transformando em um recuo confortável para os outros tipos narrativos circundantes – principalmente o drama fantástico. Em outras palavras, é possível contar nos dedos as iterações animadas que fogem da zona de conforto e apresentam coisas novas. Com exceção da exemplaridade irretocável do Studio Ghibli e da conhecida Laika, ambos tendo nos entregado volumes de tirar o fôlego e com uma competência exímia, o restante dos estúdios rende-se ao fator mercadológico para dar vida a seus produtos – o que não é condenável, inclusive quando consideramos o infindável lobby da esfera do entretenimento. E, nesse seleto grupo, existe ‘A Fuga das Galinhas’, cujo lançamento em 2000 não poderia ser usado como reflexo melhor das polêmicas sociopolíticas atuais.
À prima vista, o próprio título parece nos guiar em uma direção errônea, talvez como marketing não premeditado para nos fazer assistir à obra e entender o que realmente vai acontecer. No final das contas, a obra britânica, seguindo os passos de tantas outras antes dela, cria uma análise antropológica sobre autoritarismo, fascismo e luta de classes, utilizando elementos científico-históricos para fazer o paralelo entre a execrável “mão invisível” do capitalismo e até mesmo aos campos de concentração nazistas da década de 1930. Entretanto, a pesada atmosfera é mascarada tanto com uma caprichosa trilha musical quanto o uso de animais antropomorfizados como protagonistas – deixando que as nuances falem por si mesmas em níveis diferentes com os pequenos e com os adultos.
Arquitetada pelas geniais mentes de Peter Lord e Nick Park, a trama é centrada em um grupo de galinhas que, sendo observadas pela obtusa e arbitrária Sra. Tweedy (Miranda Richardson), tentam fugir de seu galinheiro todo custo para começar uma nova vida para além das colinas – mas acabam sendo capturadas e mandadas de volta para a prisão. As coisas ficam mais complicadas quando a Sra. Tweedy, percebendo que a venda dos ovos não está rendendo lucros, decide comprar uma monstruosa máquina de fazer tortas e usar seus animais como recheio. No topo de tudo isso, temos a determinada Ginger (Julia Sawalha), uma jovem galinha que pretende salvar todas as suas colegas, dando ideia de construírem um avião improvisado para fugirem de uma vez por todas.
O fantástico e incrível cenário parece impalpável, mas é recheado de construções exuberantes com as mais chocantes críticas sobre praticamente todos os assuntos que consiga pensar. Para começar, temos a representação imagética do próprio galinheiro: afastando-se do convencionalismo com brutalidade, cada viveiro é erguido para nos relembrar dos encarceramentos austríacos da II Guerra Mundial, cujos muros altos e a vigilância constante cercavam os judeus, homossexuais e negros da Europa Ocidental. Aqui, as galinhas ocupam o lugar dos humanos e, sendo controladas pela Sra. Tweedy e pelo estúpido marido, são obrigada a se enfileirar e a botar ovos todos os dias para que não sejam degoladas e descartadas. Em um âmbito mais metafórico (e talvez não tão complexo assim, considerando as cartas de que o longa se vale), há a dicotomia funcional do operário e do patrão transferidas para as telonas em uma didática explicação que oscila entre o levante da minoria contra o opressor.
‘A Fuga das Galinhas’ ganha mérito ao homenagear o atemporal ‘Fugindo do Inferno’, drenando inspiração do épico drama bélico dirigido por John Sturges. Até mesmo os personagens nutrem de similaridades inegáveis e que aumentam a complexidade do que é apresentado aos espectadores: assim como os prisioneiros de guerra desta obra são versados em especialidades diferentes e unem esforços para criar um plano de escape, os galináceos também tem habilidades distintas e, apesar de conflitos internos e um certo ceticismo por parte das personagens mais rebeldes, elas também se juntam para arquitetar o escape. Ginger, assim como Big X (vivido por Richard Attenborough no longa de Sturges), é uma meticulosa e organizada líder cujo propósito já sólido sofre um desnivelamento na presença do irreverente Rocky (Mel Gibson), um ex-galo de circo egocêntrico que tem outros planos em mente – o equivalente ao personagem de Steve McQueen no drama de 1963.
O roteiro cuida para que a massificação, espectro imprescindível para a pesquisa psicossocial, não seja o mote principal, mas exista enquanto premissa para unir as galinhas em uma comunidade que, com a força coletiva em detrimento do individualismo, consigam superar os obstáculos e alcançar a glória – no caso, fugir para uma paradisíaca ilhota em que possam viver livres, longe das amarras e das grades de seus antigos “lares” e, mais do que isso, longe da temível Sra. Tweedy. Não é surpresa que cada construção arquetípica represente um medo escondido ou um temor subconsciente da nossa própria sociedade, movimentando-se da frustração à passividade, do conformismo ao pessimismo.
‘A Fuga das Galinhas’ continua com um legado vivo e como uma das maiores análises sociológicas da história do cinema, servindo inclusive como resiliente estrutura para diversos artigos científicos que ousem explorar as sutilezas dessa obra-prima. Guiado pela perfeição saudosista do stop-motion e pelo propositalmente exagerado viés artístico de sua equipe técnica (a mesma responsável pela joia ‘Wallace e Gromit’), reassistir à animação é um convite singelo a descobrir mais e mais detalhes inteligentes sobre sua criação – e também sobre nós mesmos.
Começaram a circular boatos de que a Disney estaria considerando “rebootar” a franquia Star Warsnos cinemas por conta das bilheterias frustrantes não apenas de Star Wars: A Ascensão Skywalker, mas também pela arrecadação muito abaixo do esperado de Solo: Uma História Star Wars. Problemas esses que teriam ressaltado que a franquia estaria seguindo para rumos errados. Se esses boatos se concretizarem, a casa do Mickey Mouse estará cometendo um dos maiores crimes da história do cinema.
Não só por estar passando uma enorme borracha na saga de Luke, Leia, Han Solo, Darth Vadere diversos outros personagens imortalizados e amados por mais de 40 anos, mas também por assinar um recibo de que é incapaz de usar sua criatividade para explorar uma franquia de forma inteligente sem ter que mexer no passado. A relação entre Disney e Lucasfilm, por enquanto, passou longe de ser brilhante como a situação com a Marvel. E tudo isso é culpa daDisney, que não soube tratar bem, comercialmente falando, a franquia que tem em mãos.
Os filmes de Star Wars costumavam ser grandes eventos. Cada trilogia marca uma geração diferente, sendo que as duas primeiras realmente foram tratadas como filmes eventos – mesmo que alguns tenham qualidade bastante discutível. A trilogia mais recente sofreu com um desgaste de público muito grande porque a Disney decidiu empurrar spin-offs enquanto o próximo capítulo da saga principal não chegava aos cinemas. E por mais que tenha saído um longa-metragem espetacular nesse selo de spin-offs (Rogue One), foi uma estratégia de mercado ruim para conquistar o público e dar essa sensação de importância para trilogia nova.
Para quê correr para os cinemas se todo ano tem um novo filme de Star Wars?
O primeiro filme da nova trilogia fez mais de US$ 2 bilhões em bilheteria, sendo uma exceção na “Fase Disney”
Isso sem contar que a trilogia nova tem dois filmes que dialogam bem entre si, O Despertar da Forçae A Ascensão Skywalker, e uma aventura no meio que ignora o Ep. VII e meio que foi apagada pelo Ep. IX, mostrando que houve um erro gravíssimo de planejamento da produção.
Colocar o Rian Johnson, que é conhecido por suas gracinhas e vontade de inovar, para dirigir o capítulo intermediário de uma trilogia, sabendo que o próximo diretor seguia um estilo mais nostálgico e conservador – seria o Colin Trevorrow, mas ele acabou abandonando e foi substituído por J.J. Abrams, que também costuma apostar na nostalgia – foi um erro crasso de planejamento. Resultado, o fim da saga Skywalker nos cinemas foi realizado em uma trilogia que não conversa com si mesma tão bem quanto poderia.
O filme do Han Solo foi um prejuízo histórico na franquia “Star Wars”No entanto, a saga da família Skywalker já foi. Mas nem por isso a Disney precisa passar a borracha nisso tudo para tornar a franquia vistosa e lucrativa de novo. E há lições que a empresa pode tirar de seus próprios filmes.
Han Solo era um personagem amado pelo público e que tinha poucas coisas mais a serem mexidas nele. Ainda assim, optaram por fazer uma prequel dele, que despertou repulsa dos fãs logo de cara, principalmente por não ter o amado Harrison Ford no projeto. Resultou em uma bilheteria catastrófica.
Já Rogue One: Uma História Star Wars mostrou que o público quer ver essa galáxia muito, muito distante ser mais explorada.
Rogue Onetrouxe pela primeira vez uma aventura estrelada por gente normal. O povo daquele universo sofreu demais nas mãos do Império. E enquanto Luke duelava com Darth Vader utilizando seus poderes Jedie sabres de luz, a Aliança Rebelde se virava como podia para se manter viva e atrasar os planos imperiais de dominação.
Ver como era isso é um caminho interessantíssimo e cheio de possibilidades. The Mandalorian se junta a Rogue One como ver outras facetas dessa galáxia é realmente chamativo e pode ser trabalhado em outras mídias, sem precisar necessariamente ir para os cinemas e ainda assim conquistar os fãs.
O ideal agora é que a Disney abrisse mão de filmes com Jedi e Sith nos cinemas e explorasse mais a franquia poderosa no mundo televisivo.
Essa duplinha já mostrou que não precisa de personagens famosos, apenas de uma boa históriaSéries requerem um engajamento maior e fazem os fãs criarem expectativas para os próximos episódios. E é essa palavra que pode salvar a franquia: expectativa. Depois de alguns anos tendo acesso a materiais mais ousados e apenas pelo streaming, haverá expectativas pelo que virá para os cinemas.
Aí podem trabalhar a Antiga República, acompanhar a Ahsoka Tano (Rosario Dawson) ou até mesmo trazer a nova trilogia (iniciada e concluída) de Rian Johson. Não há necessidade de esquecer tudo que aconteceu até aqui para continuar ganhando dinheiro, Dona Disney. Basta ter um pouco mais de carinho com o que se tem em mãos.
A 1ª temporada da nova popular série da DC, intitulada ‘Stargirl‘, está chegando ao seu fim. E o episódio de encerramento, “Stars & S.T.R.I.P.E. Part 2”, ganhou suas primeiras imagens oficiais.
O capítulo vai ao ar em 11 de agosto.
Confira:
Lembrando que a série já foi renovada para a sua 2ª temporada.
Criada por Geoff Johns e Greg Berlanti, a série acompanha a história de Courtney Whitmore (Bassinger), uma garota do ensino médio que se junta a um grupo de adolescentes para combater o crime em Los Angeles.
Amy Smart interpreta a mãe da heroína, Barbara. Na trama, ela faz o máximo para ser a melhor provedora para a filha, seu novo marido (Luke Wilson) e seu enteado (Trae Romano).
A protagonista de ‘Friends‘ se junta ao ex-marido David Arquette, que também volta como Dewey Riley.
“Não podemos imaginar Pânico sem a icônica Gale Weathers e estamos incrivelmente emocionados e felizes por ter a oportunidade de trabalhar com Courteney. Nós somos mega fãs do trabalho dela e estamos muito animados para se juntar a ela no próximo capítulo da saga Pânico!”, afirmou o produtor Chad Villella.
Uma publicação compartilhada por Courteney Cox (@courteneycoxofficial) em
Lembrando que a atriz NeveCampbell revelou ao Collider que está em negociações para participar do novo filme.
As filmagens vão acontecer no Spyglass Media Group, em Wilmington, Carolina do Norte.
O plano da Paramount Pictures é lançar o novo filme em 2021.
Em entrevista ao ComicBook.com, Kevin Williamsonrevelou que já leu o roteiro da sequência e afirmou que o novo capítulo da saga será “inventivo” e irá “honrar o legado de Craven“.
“Estou animado por voltar a trabalhar com os diretores Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillertt no próximo filme da franquia ‘Pânico‘. A visão deles para a sequência é original, inventiva e irá honrar o legado do Wes Craven de um jeito incrível. ‘Casamento Sangrento‘ foi um dos meus filmes favoritos do ano passado e mal posso esperar para ver o que o talento deles irá trazer ao universo ‘Pânico‘. Estou animado por fazer parte disso.”
Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillertt , do elogiado ‘Casamento Sangrento’, dirigem.
O primeiro filme da franquia estreou em 1996 e tornou-se um clássico instantâneo e revolucionário que misturou elementos do terror slasher com a metalinguagem cinematográfica. Dirigido por Wes Craven e roteirizado por Kevin Williamson, a trama focava em um serial killer mascarado conhecido pelo nome de Ghostface, que utilizava bordões e um assustador conhecimento sobre produções do gênero para perseguir suas vítimas.
Juntas, as quatro iterações arrecadaram mais de 608 milhões de dólares nas bilheterias mundiais.
Depois do lançamento de ‘Pânico 4’ em 2011 e com a morte de Craven, a MTV resolveu produzir um reboot seriado da saga, reinventando o icônico personagem de Ghostface para as telinhas em 2015.
Neste ano, o aclamado scifi ‘A Origem‘ completa 10 anos de lançamento e para comemorar a reabertura dos cinemas em meio à redução da pandemia do coronavírus, a Warner Bros. decidiu relançar o indicado ao Oscar nas telonas.
A estratégia veio também como uma alternativa, após o adiamento por tempo indeterminado do aguardado ‘Tenet’, novo filme também dirigido por Christopher Nolan.
Inicialmente programado para ser uma das primeiras grandes estreias do segundo semestre de 2020, o novo scifi agora permanece sem data de lançamento.
E enquanto isso, ‘A Origem‘ fará seu breve retorno aos cinemas no lugar do inédito longa, conforme anuncia o novo trailer.
Confira:
‘Tenet’ parece seguir a minha linha complexa de ‘A Origem‘. A produção segue como um grande mistério de 2020, trazendo uma narrativa enigmática que tem feito os fãs do longa de 2010 acharem que o mais recente filme poderia ser uma sequência ou até mesmo uma prequel do anterior.
Até mesmo o cartaz de ‘Tenet‘ traz uma estética bem semelhante de ‘A Origem‘.
Confira, com o trailer:
Além de dirigir, Christopher Nolan também é responsável pelo roteiro da produção.
A sinopse revelada pelo estúdio só entrega que se trata de “um épico de ação envolvendo o mundo da espionagem internacional”.
Além de John David Washington, Robert Pattinsone Michael Caine, que já trabalhou em vários filmes de Nolan, incluindo os três filmes do ‘Cavaleiro das Trevas’, o elenco é composto por Kenneth Branagh, Dimple Kapadia, Aaron Taylor-Johnson, Clemence Poesy eElizabeth Debicki.
Agora que as gravações de ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis‘ já foram retomadas em Sydney, na Austrália, novas atualizações estão começando a surgir.
Em seu perfil do Twitter, o noticiário 7News divulgou um vídeo dos bastidores revelando uma espécie de templo construído nos estúdios da Marvel.
A locação ainda reúne diversas casas no que parece ser uma área rural.
Confira:
“Não é a Ásia e não é Hollywood; é a Sydney Ocidental, lar da mais nova produção da Marvel Studios. O helicóptero do 7NEWS capturou essas cenas hoje, quando o trabalho foi retomado na construção do cenário de ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis.”
It’s not Asia and it’s not Hollywood; it is Western Sydney, home to the newest addition of the @Marvel movie franchise. The 7NEWS chopper captured these scenes today as work resumed building the set for the upcoming production, Shang-Chi and the Legend of the Ten Rings. #7NEWSpic.twitter.com/pvDbMyRHlb
Lembrando que o portal Murphy’s Multiverse afirmou que o elenco já retornou à área de produção e que a expectativa é de que as filmagens sejam iniciadas nos próximos dias.
Lembrando que as gravações da adaptação começaram em fevereiro, na Austrália, mas foram interrompidas para evitar a propagação do Coronavírus, o que resultou no atraso da estreia em três meses.
Recentemente, uma fan page compartilhou algumas imagens dos bastidores da adaptação.
Em uma delas, é possível ver um exército de ninjas reunidos em um campo aberto próximo a uma instalação protegida por helicópteros de combate.
Ainda não há informações sobre os guerreiros mascarados, mas alguns fãs estão especulando que eles fazem parte da guarda do Mandarim, o principal vilão da adaptação.
Confira:
‘Shang Chi e a Lenda dos Dez Anéis’ estreia em abril de 2021.
O elenco conta com Simu Liu,Tony Leung, Awkwafina, e Rosalind Chao.
Sobre o personagem
A criação de Shang-Chi, que significa Ascensão Espiritual em chinês, data dos anos 70, quando filmes e séries de Kung Fu eram uma verdadeira febre no mercado de entretenimento norte-americano. Seus idealizadores eram grandes fãs desse tipo de material e, acima de tudo, fanáticos pela Lenda das Artes Marciais, o inigualável Bruce Lee. Esse fanatismo refletiu diretamente na identidade do honrado herói, que além de ter aventuras inspiradas em Lee também teve seu rosto baseado no artista multitalentoso.
Criado por Steve Englehart, dono de uma fase bem interessante dos Vingadores, e Jim Starlin, a mente por trás de Thanos, Shang-Chi é filho do mítico Fu Manchu. Você provavelmente já ouviu falar em Fu Manchu. Ele é oriundo da literatura inglesa e é o grande estereótipo do chinês Líder de Quadrilha.
Ele possui ascendência da Família Imperial Chinesa, fascínio pelo misticismo e sua característica mais marcante são os bigodes finos e compridos. Como o Shang-Chi ganhou muita popularidade entre os fãs de quadrinhos, a Marvel decidiu comprar os direitos das histórias de Fu Manchu do autor Sax Rohmer e incorporou alguns elementos delas à mitologia do herói, fazendo as devidas adaptações, é claro, e até mesmo misturando com alguns personagens dos filmes de Bruce Lee.
A Netflix divulgou um novo vídeo promocional de ‘Lucifer’, fazendo um resumão da 4ª temporada antes da estreia do próximo ciclo.
Assista:
Recentemente, a plataforma também divulgou novas imagens oficiais do 5º ano, oferecendo uma prévia do retorno do Diabo (Tom Ellis) à Terra… Ou não, já que seu irmão gêmeo, Miguel, pretende tomar seu lugar.
Como o trailer deixou claro, ainda não foi revelado se as imagens mostram o verdadeiro Lucifer ou Miguel, que também é vivido por Ellis.
Lembrando que a 5ª temporada estreia na plataforma de streaming em 21 de agosto.
Confira:
Lucifer faz um retorno triunfal, Chloe repensa o amor, Ella finalmente encontra um cara legal e Amenadiel se adapta à paternidade.
Criada por Tom Kapinos, a série gira em torno de Lucifer Morningstar, entediado e infeliz como o Senhor do Inferno. Ele renuncia seu trono e abandona seu reinado para tirar férias em Los Angeles, onde dá início a uma casa noturna com a ajuda de sua aliada demoníaca chamada Mazikeen. Depois que uma celebridade a quem Lucifer ajudou a alcançar a fama é assassinada, ele se envolve com a polícia de Los Angeles, onde começa a ajudar a Detetive Chloe Decker a resolver casos de homicídio e encontrar os responsáveis para que possa “puni-los”.
A EW divulgou com exclusividade as primeiras imagens oficiais de ‘The Devil All The Time’, novo filme da Netflix estrelado por Tom Holland e Robert Pattinson.
Confira:
O filme tem estreia marcada para o dia 16 de setembro.
A produção será uma adaptação do livro homônimo de Donald Ray Pollock. Na trama, a esposa de Willard Russell está à beira da morte, lutando contra um câncer. Para tentar salvá-la, ele tenta de tudo: bebe sem medidas, ora e não mede esforços em sacrificar animais. Enquanto isso, seu filho, Arvin, está crescendo, aprendendo a lidar com o bullying da escola, se posicionando como pode. A conturbada família ainda é cercada por personagens dos mais nefastos: um grupo de serial killers insanos, um pregador que come aranhas e um xerife local corrupto.
Segundo o site Trailer Track, o novo trailer oficial de ‘Mulher-Maravilha 1984’ deve ser lançado na penúltima semana deste mês.
As informações indicam que o vídeo, ainda sem detalhes revelados, será lançado no dia 21 de agosto – mais precisamente, antes da re-exibição do aclamado longa-metragem ‘A Origem’, de Christopher Nolan. ‘Duna’ também ganhará seu primeiro trailer no mesmo dia.
Lembrando que o filme estreia no dia 1º de outubro no Brasil.
Avançando para a década de 1980, a próxima aventura nos cinemas da Mulher-Maravilha a coloca frente a novos inimigos. Mulher-Maravilha 1984, da diretora Patty Jenkins, é estrelado por Gal Gadot no papel-título ao lado de Chris Pine como Steve Trevor, Kristen Wiig como A Mulher-Leopardo, Pedro Pascal como Max Lord, Robin Wright como Antíope e Connie Nielsen como Hipólita.
Segundo o site Trailer Track, o primeiro trailer do remake de ‘Duna’ ganhou data de lançamento: 21 de agosto.
Reiterando previsões anunciadas na semana passada, o vídeo será exibido antes da re-exibição de ‘A Origem’, aclamado filme de Christopher Nolan. Além disso, ele será acompanhado do novo trailer oficial de ‘Mulher-Maravilha 1984’.
Em entrevista ao podcast Team Deakins, o aclamado diretor Denis Villeneuve revelou que foi inspirado pelo lendário diretor de fotografia vencedor do Oscar, Roger Deakins, para dar vida à arte imagética do remake.
Os dois trabalharam juntos em ‘Blade Runner 2049’, obra que rendeu a Deakins a estatueta da Academia.
“Quando estou trabalhando com você, estarei em uma posição onde vou aprender coisas todos os dias sobre a realização cinematográfica. Estou em um processo de aprendizagem trabalhando com você. É muito enriquecedor e animador. Agora, estou fazendo o trabalho de efeitos visuais de ‘Duna’ e me vi pensando coisas do tipo: ‘eu sei que é Roger’. Sei posso fazer coisas [por causa de Roger]”.
A Warner Bros. permanece com planos de lançar o filme em 18 de dezembro de 2020.
Uma jornada de herói mítica e emocionante, ‘Duna’ conta a história de Paul Atreides, um jovem brilhante e talentoso nascido com um grande destino além de seu entendimento, que deve viajar para o planeta mais perigoso do universo para garantir o futuro de sua vida, família e seu povo. À medida que as forças malévolas explodem em conflito sobre o recurso mais precioso existente no planeta – uma mercadoria capaz de desbloquear o maior potencial da humanidade –, somente aqueles que podem dominar seu medo sobreviverão.