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20 Filmes Imperdíveis que Completam 20 anos em 2020

No mesmo ano em que as rádios nacionais eram dominadas por Raimundos (Mulher de Fases), P. O. Box (Papo de Jacaré) e Karametade (Morango do Nordeste), o cinema nos presenteou com inúmeras produções as quais o CinePOP não vai deixar cair no esquecimento. Aquele ano começou com o Bug do Milênio e terminou com George Bush sendo eleito presidente dos Estados Unidos, contra Al Gore (roteirista de Uma Verdade Inconveniente [2006]). 

Por terras verde-amarelas, a comemoração dos 500 anos do Brasil tornou-se tema recorrente nas ruas, no Carnaval e obras televisivas, mas também chegou ao cinema umas das obras mais memoráveis do acervo nacional, com Selton Mello e Matheus Nachtergaele. Igualmente foi o ano do sequestro do ônibus 174, no Rio de Janeiro. O infeliz episódio foi representado no documentário Ônibus 174 (2002), de José Padilha, e na ficção Última Parada 174 (2008), de Bruno Barreto

Voltando às produções de 2000, confira a nossa lista de 20 obras marcantes daquele ano, sem ordem de preferência: 

1- O Auto da Compadecida (A Dog’s Will, Brasil)

Encurtado do seriado homônimo exibido pela rede Globo no ano anterior, o filme de Guel Arraes tornou-se fenômeno de bilheteria em 2000 no país. Podem passar 20, 30, 50 anos e as tiradas de João Grilo (Matheus Nachtergaele) e Chicó (Selton Mello) não perderão jamais a graça e a irreverência sobre o bem e o mal, a riqueza e a pobreza, e, sobretudo, o céu e o inferno. Com participação especial de Fernanda Montenegro, a obra de Ariano Suassuna é um retrato alegórico das crenças do nosso Brasilzão e a gente jamais esquecerá este bordão: “eu não sei, só sei que foi assim”. 

2 – Todo Mundo em Pânico (Scary Movie, EUA)

Quando lançado o filme tornou-se sucesso imediato, apesar de condenado pela crítica que não via muita graça e originalidade na paródia de outros filmes do gênero terror, além da comédia [American Pie (1999)] e romance [Grease (1978)]. Baseada principalmente nos enredos de Pânico (1996) e Eu Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado (1997), a obra dos irmãos Wayans foi a sensação de 2000, tanto que rendeu mais quatro sequências entre 2001 e 2015. 

3 – Erin Brockovich: Uma Mulher de Talento (Erin Brockovich, EUA)

Aproveitando ao máximo o talento de Julia Roberts, esta cinebiografia supera alguns deslizes e proporciona uma trama inteligente, simpática e engraçada. Apesar das cinco nomeações ao Oscar, a obra de Steven Soderbergh garantiu apenas a estatueta à irreverência de Roberts.  A atriz já havia recebido duas indicações anteriores por Uma Linda Mulher (1990) e Flores de Aço (1989).

4 – Missão: Impossível 2 (Mission: Impossible II, EUA)

Seu cérebro pode desejar algo mais substancial, no entanto, os  seus olhos se deleitarão com todas as incríveis cenas de ação desta sequência do agente Ethan Hunt (Tom Cruise). No estilo James Bond, Tom Cruise domina a tela com seu carisma e cenas engenhosas. Nesta continuação, o diretor John Woo introduz as artes marciais ao estilo de Hong Kong e evita as manobras políticas do seu antecessor em favor da adrenalina. 

5 – X-Men (X-Men, EUA)

Este é o primeiro filme da franquia X-Men, a qual coleciona altos [Logan (2017)] e baixos [X-Men: Fênix Negra (2019)]. Fiel aos quadrinhos e repleta de ação, a produção de Bryan Singer foi bem recebida pelo público e tornou atores como Hugh Jackman (Wolverine), Famke Janssen (Jean Grey) e James Marsden (Ciclope) eternizados em seus personagens. Não podemos esquecer também da incrível dobradinha de Patrick Stewart (Professor Xavier) e Ian McKellen (Magneto).

6 – Premonição (Final Destination, EUA)

Com a premissa de que a gente não pode escapar da morte, o filme de James Wong tornou-se um dos maiores sucesso do gênero terror na virada do milênio. O estilo serviu de inspiração para uma dúzia de obras com mortes bizarras, tais como Jogos Mortais (2004) e A Hora da Sua Morte (2019). O sucesso rendeu mais quatro sequências, entre 2003 e 2011, e nos deixou apavorados com os antes inofensivos elevadores e escadas de incêndio.

7 – A Praia (The Beach, EUA)

Após o estrondoso sucesso de Titanic (1997), Leonardo DiCaprio arriscou-se nesta adaptação do aclamado romance de Alex Garland, sob a direção de Danny Boyle. Apesar de controverso entre os críticos, a história do norte-americano (DiCaprio) que encontra um local paradisíaco e quase inabitado na Tailândia é instigante. Seu problema, no entanto, é o roteiro superficial e confuso comparado à obra literária, embora tenha uma belíssima fotografia. Posteriormente, o local de filmagens na ilha de Koh Phi Phi Leh tornou-se uma famosa atração turística, entretanto, atualmente é considerado zona de preservação ambiental. 

8 – Gladiador (Gladiator, EUA/ Reino Unido/ Malta)

Ganhador de cinco Oscars, a grandiosa (2h51m) obra de Ridley Scott é um dos melhores filmes lançados em 2000, seja pelo primor cinematográfico de reconstrução do império romano, seja pelas excelente atuações de Russel Crowe e Joaquin Phoenix. Saudosistas das superprodução sessentistas, tal como Spartacus (1960) e Ben-Hur (1959), vibraram com a chegada desta obra-prima aos cinemas. Infelizmente, em tempos mais recentes presenciamos a tentativa sem êxito de Êxodo: Deuses e Reis (2014) e a desnecessária refilmagem Ben-Hur (2016).

9 – Traffic (Traffic, EUA/ México/ Alemanha)

Com uma narrativa entrecortada entre três histórias, Steven Soderbergh dirige magistralmente  um elenco repleto de estrelas nesta brilhante dinâmica sobre poder e corrupção. Caminhando pelos diversos meandros do mundo das drogas, a obra mostra que as questões éticas são mais cinzas do que em preto e branco, ou seja, não existem mocinhos e nem vilões bem definidos. Destaque para uma das melhores atuações do porto-riquenho Benicio Del Toro. Lançando em dezembro de 2000 nos Estados Unidos, o filme chegou ao Brasil em março de 2001. 

10 – Náufrago (Cast Away, EUA)

O que torna este filme tão memorável? Com certeza, a resistência dos envelopes FedEx e a icônica bola Wilson. Merchandising à parte, a aventura de Robert Zemeckis é mais que uma história de solidão e superação, na verdade, é uma ode ao amor, tendo a doação física e emocional total de Tom Hank em uma das suas mais brilhantes performances. Esta foi uma das suas seis nomeações ao Oscar. 

11 – Alta Fidelidade (High Fidelity, EUA)

Nesta adaptação fiel do romance de Nick Hornby, John Cusack exerce um dos mais brilhantes papéis da sua carreira. Celebrado por todos os adoradores do cinema alternativo, o personagem Rob Gordon (Cusack) é ícone da faceta do anti-herói. Desolado pelo abandono da atual namorada (Iben Hjejle), ele entra em uma viagem narrativa ao elencar seus cinco piores términos, além de todos os outros elementos da sua vida. Tudo merece um TOP 5!

Após 20 anos, no dia 14 de fevereiro, o canal Hulu lançou um seriado de 10 episódios baseado na mesma história, só que com o gênero dos personagens invertidos. Isto é, a obra é protagonizada por Zoë Kravitz, no papel de Rob, mas, vale lembrar, que a sua mãe Lisa Bonet viveu a cantora Marie de Salle na produção original. 

12 – Miss Simpatia (Miss Congeniality, EUA)

Embora Sandra Bullock seja responsável pelo charme e todos os momentos cômicos do filme, a produção ainda é bastante vilipendiada pelo roteiro pouco criativo. Recheado de clichês e, principalmente, a velha fórmula do banho de loja e maquiagem para tornar uma mulher atraente, o filme não foi bem recebido pela crítica. Por outro lado, tornou-se fenômeno de público e a Warner lançou uma sequência, ainda mais desgastada, em 2005. 

13 – Quase Famosos (Almost Famous, EUA)

Assim como Alta Fidelidade (2000), a produção de Cameron Crowe é queridinha dos amantes do cinema cult. Afinal quem não ama a época do sexo e rock ‘n’ roll, misturada a um pouco de ingenuidade e romance?  Através do olhar de um adolescente de 15 anos (Patrick Fugit), a obra é um belo retrato dos anos 1970 e acompanha a turnê da fictícia banda Stillwater pelos Estados Unidos. Destaque para atuação impecável de Kate Hudson, como Penny Lane, e a memorável cena de todo o elenco cantando “Tiny Dancer”, de Elton John, lançada em 1971.

14 – Malena (Malèna, Itália/EUA)

Mais uma vez sob a perspectiva de um adolescente, a obra italiana de Giuseppe Tornatore conta a história do despertar sexual de Renato Amoroso (Giuseppe Sulfaro) com a chegada da bela Malena (Monica Bellucci) em uma pequena vila da Sicília em 1941. Esposa de um dos soldados em combate durante a Segunda Guerra, Malena é cobiçada pelos homens da região e invejada pelas mulheres. Quando seu marido é dado como morto, sua odisseia de sofrimento e desgraça é embalada pela trilha sonora de Ennio Morricone, além da belíssima fotografia de Lajos Koltai

15- Dançando no Escuro (Dancer In the Dark, Dinamarca/França/EUA)

Se você apenas conhece as obras de Lars Von Trier dos últimos 10 anos, é hora de voltar 20 anos atrás e assistir a este primor cunhado pelo diretor dinamarquês ao lado da cantora islandesa Björk. O musical apresenta um enredo de sonhos, superação e abnegação, sendo impossível sentir-se indiferente em relação à personagem Selma Jezkova (Björk). Prepare-se para o angustiante percurso de uma mãe em meio a cegueira crescente para salvar o filho da mesma doença genética. Destaque para a canção “I’ve Seen It All”, indicada ao Globo de Ouro e ao Oscar.

16 – Amor à flor da pele (Faa yeung nin wa, Hong Kong/ China, 2000)

Através da deslumbrante fotografia de Christopher Doyle, a obra-prima de Wong Kar-Wai é uma inebriante história de amor nunca consumada e completamente envolvente pela estética de cores quentes e pulsações sexuais. Lançada no festival de Cannes em 2000, a obra chegou aos cinemas nacionais apenas em fevereiro de 2001, mas a gente não poderia deixar de data-lhe com a exatidão do seu sucesso. A produção ganhou duas palmas de ouro: uma para equipe técnica e outra para o ator Tony Leung Chiu-Wai

17 – Batalha Real (Battle Royale, Japão)

Você provavelmente conhece a franquia Jogos Vorazes (2012-2015), não é mesmo? Contudo, conhece a obra que provavelmente inspirou a escritora Suzanne Collins? Com o lançamento da adaptação cinematográfica em 2012, a comparação entre as duas obras foi imediata, no entanto, o filme japonês é baseado no romance homônimo do escritor Koushun Takami, de 1999.

Brutal e violento, o longa apresenta a premissa de um governo autoritário que aprisiona 42 alunos do ensino médio em um campo e lhes propõe como única saída: apenas um sobrevivente. Sem nenhuma preparação e totalmente surpresos pela proposta dada, os adolescentes lutam para escapar de suas coleiras eletrônicas e assassinar os seus amigos. Evidentemente, a obra é bem mais intensa que Jogos Vorazes

18 – Réquiem para um sonho (Requiem for a Dream, EUA)

Logo depois da obra surrealista Pi (1998), Darren Aronofsky foi catapultado ao estrelato por meio deste drama com elementos de horror e gore. O diretor novaiorquino apresenta o mundo do vício de forma grosseira e vibrante, tornando a maioria de suas cenas indeletáveis da memória. Com um elenco de atuação extraordinária, destaque para Ellen Burstyn, o filme é obrigatório aos ávidos por uma imersão cinematográfica. Aliás, como toda a cinematografia de sete longas-metragens de Aronofsky

19 – Psicopata Americano (American Psycho, EUA)

Para alguns a adaptação está aquém do romance de Bret Easton Ellis, entretanto, sob a tutela da canadense Mary Harron, o filme ganhou o seu próprio tempero na mistura de horror e humor. Seu sucesso é advindo principalmente da assustadora performance de Christian Bale. A premissa desta sátira é simples: se você é um homem branco e rico na América, pode se safar de tudo. Assassinato e estupro? Cometa-os sem pudor, porque o mundo está aos seus pés. Atenção: as últimas frases são uma grande ironia. 

20 – Amnésia (Memento, EUA)

Christopher Nolan adora colocar os nossos neurônios para trabalhar, este é o segundo longa do então promissor diretor. Após lançar Following (1998), o suspense protagonizado por Guy Pearce foi o seu grande salto ao sucesso e o levou à indicação de dois Oscars: melhor roteiro original e edição, ou seja, as duas maçãs douradas da  trama. Sua original narrativa deslocada da linearidade e picotada entre episódios é um dos mais engenhosos roteiros do cinema até a atualidade.

Novo filme da franquia ‘Transformers’ ganha data de estreia

Segundo o Deadline, a Paramount Pictures agendou a data de estreia do próximo filme da franquia ‘Transformers‘ para o dia 24 de junho de 2022. Porém, não foi revelado qual será o filme: a sequência de ‘Bumblebee‘ ou o spin-off ‘Beast Wars‘.

Isso porque o estúdio está desenvolvendo esses dois novos filmes da franquia e já contratou os roteiristas que ficarão responsáveis pelas novas histórias.

As informações indicam que James VanderbiltJoby Harold vão assinar as narrativas, cada qual trabalhando em um longa-metragem diferente.

Vanderbilt recentemente escreveu e produziu ‘Mistério no Mediterrâneo’, projeto da Netflix estrelado por Adam SandlerJennifer Aniston. Seus recentes trabalhos incluem também a aclamada comédia de terror ‘Ready or Not’ e a série Altered Carbon.

Harold, por sua vez, supervisionou ‘John Wick 3 – Parabellum’ e assinou o novo projeto de Zack Snyder‘Army of the Dead’.

Lançada em 2007, a saga cinematográfica Transformers sempre teve performance considerável nas bilheterias, apesar das duras críticas negativas à grande parte dos filmes. Dirigida por Michael Bay, os cinco primeiros capítulos arrecadaram mais de US$4,3 bilhões, enquanto o spin-off Bumblebee, comandado por Travis Knight, conquistou 92% de aprovação no Rotten Tomatoes e arrecadou quase US$469 milhões.

12 Atores que se Transformaram para um Papel

Há certo tempo, escrevi uma matéria (que acaba de ser relançada) sobre doze atrizes que se transformaram – ou costumam se transformar – para seus papeis no cinema. E o esforço dá certo, já que na maioria das vezes tais intérpretes são lembradas para nomeações por seus desempenhos nestas produções. É claro que só a mudança física de nada serviria se elas não viessem acompanhadas de uma performance igualmente poderosa – coisa que todas as artistas citadas na lista são conhecidas por entregar. Você pode conferir a lista no link abaixo.

12 Atrizes que se Transformaram para um Papel

Agora, chegou a vez dos homens. E para a lista dos atores pensamos em algo diferente. Iremos nos concentrar em trabalhos mais recentes, mesmo que de atores que costumam sempre modificar sua aparência por toda a filmografia. A ideia se deve porque certas transformações são mais batidas e foram muito comentadas ao longo dos anos por todos os especialistas, sejam as dos anos 1980 – como Robert De Niro em Touro Indomável –, dos anos 1990 – como Jim Carrey em O Mundo de Andy – ou até mesmo da década de 2000 – vide Tom Hanks em Náufrago. Assim, optamos por nos concentrar em transformações ocorridas de 2010 para cá. Vamos a elas.

Christian Bale

Um dos atores mais camaleônicos que o cinema já viu, Bale intercala seus filmes com performances em que está com sua própria aparência e os que não pode ser reconhecido. Não bastasse a notória (e perigosa) mudança de peso radical, passando do esquelético em O Operário (2004) para a montanha de músculos que sequer coube no figurino de Batman Begins (2005), Bale segue em trabalhos recentes se mostrando um dos artistas mais versáteis, não apenas de sua geração, mas do cinema em geral.

Sua primeira indicação ao Oscar seguida de vitória surgiu justamente de uma destas grandes transformações recentes. Continuando o modo de O Operário, Bale emagreceu bastante e apresentou um visual precário para interpretar um ex-boxeador viciado em crack na biografia O Vencedor (2010), de David O. Russell. A segunda indicação veio servida por outra grande metamorfose, e novamente num filme de Russell. Em Trapaça (2013), Bale engordou e exibiu um penteado bizarro para interpretar um vigarista de primeira. Sua quarta e mais recente indicação veio com o retrato do controverso político americano Dick Cheney em Vice (2018), onde mais uma vez engordou e fez uso de uma maquiagem que o envelheceu, tornando-o irreconhecível ao grande público.

Joaquin Phoenix

Não podemos falar de transformações sem falar de Joaquin Phoenix. Há debate inclusive se ele não deveria ter sido o primeiro item da lista. Antes de mais nada, precisamos falar de seu insano desempenho como o palhaço Coringa, que lhe rendeu o Oscar de melhor ator este ano. Phoenix emagreceu, e contorceu seu corpo ficando corcunda para o retrato do sofrido personagem, dono de um dos psicológicos mais abalados do cinema. O ator já havia ensaiado uma performance parecida em O Mestre (2012), de Paul Thomas Anderson. Outras de suas metamorfoses podem ser vistas em trabalhos como Ela (2013), Vício Inerente (2014), Você Nunca Esteve Realmente Aqui (2017), A Pé Ele Não Vai Longe (2018) e Maria Madalena (2018), onde interpretou Jesus Cristo.

Gary Oldman

Outro grande cameleão do cinema, Gary Oldman foi o ator que mais tempo eu levei para reconhecer de trabalho para trabalho. Afinal, dificilmente víamos seu rosto “destransformado” em filmes como Drácula de Bram Stoker (1992), Amor à Queima-Roupa (1993), O Profissional (1994) e O Quinto Elemento (1997). Em Hannibal (2001), por exemplo, sua atuação não creditada fez com que o público demorasse a descobrir que se tratava do ator no papel do farrapo humano Mason Verger, tamanho o brilhantismo da maquiagem. Diabos, Oldman fez até o papel de um deficiente físico de baixa estatura no pouco visto Na Ponta dos Pés (2003), e num filme no qual tínhamos um anão de verdade, o ator Peter Dinklage.

Mas é claro que aqui o foco é em seu desempenho vencedor do Oscar na pele de Winston Churchill em O Destino de uma Nação (2017). O vigor de sua atuação mereceu o prêmio incontestavelmente, mas se não soubéssemos, quem de fato reconheceria o ator no papel?

Jim Carrey

Como citamos acima, seu fenomenal desempenho em O Mundo de Andy (1999) é muito comentado. Assim como seu trabalho em O Máskara (1994), na transição de um personagem introspectivo para outro que é a definição do sem-vergonha. Mas na última década, Carrey igualmente coleciona trabalhos onde as pessoas muitas vezes têm dificuldade de reconhecê-lo. O escolhido aqui na lista é um desempenho não creditado do ator, que certamente passou em branco pelo grande público – assim como o próprio filme em que se encontra. Amores Canibais (2016), da cineasta Ana Lily Amirpour, traz Carrey na pele de um ermitão, um sem-teto que vaga pelo deserto, portando barba e cabelos longos, dentes apodrecidos e um óculos modernoso, já que este é um filme pós-apocalíptico. Ah sim, o ator também se transformou comicamente para viver o vilão no recente Sonic – O Filme.

Eddie Redmayne

Aqui temos outro ator que adora desafios. A cada nova performance, um estilo diferente, mais puxado para o humor ou o drama. Para uma atuação contida ou um exagero. Eddie Redmayene rapidamente se tornou um grande intérprete e o trabalho que serviu como divisor de águas em sua carreira foi o papel do astrofísico Stephen Hawking em A Teoria de Tudo (2014), atuação que lhe rendeu o Oscar de melhor ator. Mas nossa escolha foi um trabalho ainda mais complexo, que veio no ano seguinte. Em A Garota Dinamarquesa (2015), Redmayne entrega um estupendo desempenho, repleto de puro brilhantismo ao viver o primeiro homem da história a realizar a mudança de sexo para se tornar uma mulher. Sentimos a transformação do personagem, provida pelo ator, mesmo antes de começar de fato a incorporar a nova persona feminina. Resultado, nova indicação ao Oscar.

Matthew McConaughey

A Academia adora transformações físicas, isto é fato. E aqui temos outro ator cujo prêmio foi recebido justamente por um trabalho assim. McConaughey ressurgiu das sombras e o epicentro de tal renovação foi Clube de Comprar Dallas (2013), onde viveu um malandro que se descobre com AIDS e começa a contrabandear os remédios que fazem parte do coquetel para conter a doença – ajudando inúmeros portadores. Para o papel, McConaughey emagreceu absurdamente, além de portar um “bigodon”, cabelos mais escuros e longos.

Jared Leto

Por falar em Clube de Compras Dallas (2013), longa de Jean-Marc Vallée, o filme não foi bom apenas para Matthew McConaughey, e o excêntrico Jared Leto igualmente saiu com uma estatueta do Oscar da premiação. Seu personagem é um transexual portador do vírus da AIDS, e Leto consegue emocionar no papel. O ator também perdeu bastante peso, e a equipe de maquiagem fez algo sensacional ao transformar o artista na trans Rayon. No entanto, um papel destes interpretado por um ator hétero, nos tempos politicamente corretos de hoje, possivelmente seria visto com maus olhos.

Javier Bardem

O ator espanhol igualmente levou um Oscar por um desempenho irreconhecível, na pele do matador sem remorso Anton Chigurh na obra-prima dos irmãos Coen, Onde os Fracos Não Tem Vez (2007). Poderíamos citar também seu recente trabalho em Piratas do Caribe: A Maldição de Salazar (2017), onde interpretou o personagem título, fazendo uso de muita maquiagem pesada e efeitos visuais. Mas o escolhido para esta lista foi outro vilão, de outra franquia bilionária. Na pele de Silva em 007 Operação Skyfall (2012), Bardem optou por um visual mais clean (dentro do possível), com um penteado rico em volume, cabelos loiros platinados e uma arcada dental digna de Jaws.

Jamie Foxx

O versátil Jamie Foxx é outro intérprete que já pode descansar sossegado, sendo dono de uma estatueta da Academia. A vitória veio por Ray (2004), onde interpretou o músico icônico Ray Charles. Em 2009, participou ao lado de Robert Downey Jr. de O Solista, uma obra que tem muito a ver com música também, na qual ele viveu um homem sem-teto e para isso seu visual precisou corresponder. Mas a transformação que iremos mencionar aqui é a de um filme “maldito”, que desagradou mais do que agradou. Falamos do filme de super-herói O Espetacular Homem-Aranha 2 (2014), longa que pôs um fim nas investidas do cineasta Marc Webb no personagem, mas que trouxe um Foxx irreconhecível na pele de Max Dillon, vulgo Electro. Tanto sua caracterização humana – de óculos, pouco cabelo e dentes separados – quanto sua versão vilanesca (parecendo um membro do blue man group) apresentam um exímio trabalho de maquiagem.

Brad Pitt

O veterano Pitt é outro que desde cedo pegou o gostinho por mudanças no seu visual galã nas telonas. Tanto que já em 1995, quando atuou em 12 Macacos, o ator fez questão de apresentar uma caracterização, digamos, peculiar para seu personagem. Assim seguiram obras como O Curioso Caso de Benjamin Button (2008) e Bastados Inglórios (2009), por exemplo, que pouco lembram o Pitt que conhecemos na vida real. Aqui dois trabalhos poderiam ser citados. Primeiro, em A Grande Aposta (2015), filme indicado ao Oscar, produzido por Pitt, no qual ele faz uma participação na pele de um economista estilo nerd, mais rechonchudo, de barba e mais desleixado. Mas a que escolhemos é sua “imitação” do amigo George Clooney, de cabelos grisalhos platinados, fazendo caras e bocas como um atrapalhado general na sátira militar da Netflix, Máquina de Guerra (2017).

Adam Sandler

Adam Sandler, ame-o ou odeie-o. Famoso humorista, Sandler já viveu tipos de caracterizações pra lá de estranhas em suas comédias, vide um filho de diabo com problema de fala e cabelo emo em Little Nicky (2000), e se travestiu para viver a irmã gêmea de seu personagem em Cada um tem a Gêmea que Merece (2011). Mas aqui, iremos nos concentrar em suas obras mais sérias e dramáticas. O simples fato de Sandler evitar seus maneirismos, vozes caricatas e atuação exagerada já faz pensarmos estar diante de outra pessoa. Mas na pele do enrolador negociante de diamantes Howard Ratner no injustiçado Joias Brutas, Sandler entrega um dos melhores desempenhos de sua carreira – pelo qual muitos acreditam que o ator deveria ter recebido uma indicação ao Oscar. De óculos, cordões, anéis e uma prótese nos dentes, Sandler constrói seu personagem tipicamente judeu, que só pensa em dinheiro e mantém um caso extraconjugal.

Jake Gyllenhaal

De ator adolescente, Jake Gyllenhaal se tornou um ator favorito para muitos no início da última década. Mais precisamente quando protagonizou O Abutre (2014), o jovem foi celebrado e sua atuação elogiada ao ponto de ser considerado injustiçado sem uma menção ao Oscar daquele ano. Um dos melhores trabalhos, e um dos melhores filmes de sua carreira, o ator emagreceu e ficou com a aparência cadavérica do sociopata Louis Bloom, cuja ambição desenfreada o afastou totalmente dos elementos humanos que nos compõem, como a apatia. No ano anterior, Gyllenhaal já havia chamado atenção na pele do policial obcecado em desvendar seus casos, e o ator cria tiques específicos para ele, como piscar constantemente, no filme Os Suspeitos (2013). Mas o que lhe rendeu o título de ator sanfona, foi seguir de perto os colegas Robert De Niro, Tom Hanks e Christian Bale, que iam do ponto A do sobrepeso à magreza extrema em pouquíssimo tempo. Depois de perder muito peso, ele o encontrou todo de volta ao viver um boxeador musculoso em Nocaute (2015).

‘Dracula’: Ator quer voltar para a 2ª temporada série da Netflix

Em entrevista ao Collider, o ator Claes Bang, que interpretou o icônico vilão ‘Drácula‘, na adaptação da Netflix, em parceria com a BBC, afirmou que adoraria retornar para mais uma temporada.

“[Uma potencial segunda temporada] está sendo discutida, mas acredito que ainda não há nenhuma novidade sobre isso. Eu não ouvi nada, mas adoraria fazer mais uma temporada. Eu iria amar voltar com todas essas pessoas e fazer mais. Foi uma experiência muito incrível.”

Ele continua, “Acho que a Netflix e a BBC estão conversando sobre mais uma temporada, mas eu não sei. Adoraria voltar e fazer mais, mas ainda não me passaram nenhuma notícia sobre isso.

A série é desenvolvida pela mesma equipe criativa da aclamada ‘Sherlock‘ e tem Claes Bang (‘Millennium: A Garota na Teia de Aranha‘) como o icônico vilão.

Criada por Steven Moffat e Mark Gatiss, a série é inspirada no clássico livro de Bram Stoker.

Na Transilvânia, em 1897, o conde sedento por sangue traça seus planos contra a Londres vitoriana.

O elenco ainda conta com John Heffernan, Dolly Wells, Joanna Scanlan, Morfydd Clark, Lujza Richter, Jonathan Aris, Sacha Dhawan, Nathan Stewart-Jarrett, Catherine Schell, Youssef Kerkour e Clive Russell.

Os três primeiros episódios serão dirigidos por Jonny Campbell (‘Westworld‘), Damon Thomas (‘Killing Eve‘) e Paul McGuigan (‘Sherlock‘), respectivamente.

Gosta de ‘Todo Mundo Odeia o Chris’? Temos uma dica de série para você na Netflix!

NEVER HAVE I EVERCredit: Courtesy Netflix

A Netflix lançou uma divertidíssima série que tem a pegada de ‘Todo Mundo Odeia o Chris‘, ‘Meninas Malvadas‘ e todos os filmes teens que se tornaram clássicos do cinema.

Assista nossa crítica:

Todos os 10 episódios do novo ciclo já estão disponíveis no serviço de streaming.

Crítica | 1ª temporada de ‘Eu Nunca…’ é um presente para quem gosta de comédias adolescentes

Lang Fisher é a showrunner e roteirista.

A série é uma comédia coming-of-age que gira em torno de Devi, uma estudante ansiosa que tem um leve surto e se envolve em situações difíceis enquanto lida com o fato de ser a primeira geração moderna de descendentes de indianos nos Estados Unidos.

Maitreyi Ramakrishnan estrela a produção. Sendhil Ramamurthy e Richa Shukla completam o elenco.

‘The Batman’: Johnny Depp pode interpretar o Coringa na sequência da adaptação

De acordo com o WGTC, a Warner Bros está considerando Johnny Depp como intérprete do Coringa na sequência de ‘The Batman’.

A informação veio da mesma fonte que revelou o retorno de Viola Davis como Amanda Walller em ‘O Esquadrão Suicida‘.

Até o momento, não foi revelado se a Warner já entrou em contato com o astro, mas ele é o principal nome na lista de desejos do estúdio.

Lembrando que Depp foi um dos atores cotados para viver o Palhaço do Crime em ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas‘ (2008), antes de Heath Ledger conseguir o papel, então seria uma ótima oportunidade para resgatá-lo como o vilão.

Além disso, foi dito que a sequência já está sendo planejada para estrear o mais rápido possível, com previsão de lançamento para 2024.

Maiores detalhes não revelados, e como a Warner Bros. não se pronunciou sobre a informação, considere como rumor.

O diretor Matt Reeves divulgou as primeiras imagens oficiais da adaptação, revelando o novo visual do Batmóvel ao lado do personagem titular (interpretado por Robert Pattinson).

Confira:

The Batman‘ tem previsão de estreia para Outubro de 2021. 

Pattinson viverá o personagem-título. O elenco ainda conta com Andy Serkis (Alfred), Zoe Kravitz (Mulher-Gato), Paul Dano (Charada), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Peter Skarsgaard e Jayme Lawson.

Dirigido por Reeves, a trama irá se concentrar em Bruce Wayne desenvolvendo suas habilidades de detetive.

“Este novo Batman precisava estar em conformidade com uma faixa etária definida. Ele é descrito como um jovem com cerca de 30 anos de idade, e a história não vai focar em sua origem, nem em seu combate ao crime em Gotham City. Ele é Bruce Wayne, ainda tentando encontrar o caminho para se tornar aquele detetive genial.”

Livro de ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker’ revela que o pai de Rey era [SPOILER]

O parentesco de Rey sempre foi uma grande dúvida dos fãs de ‘Star Wars, até que foi revelado que ela é neta do Imperador Palpatine, mesmo assim restava a dúvida sobre quem eram os verdadeiros pais dela.

Um trecho da novelização de ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker‘ revela que o pai de Rey era um clone do Lorde Sombrio dos Sith, e não seu filho, como alguns acreditavam.

Em um dos capítulos, é revelado que os adoradores dos Sith fizeram experiências genéticas na tentativa de abrigar o espírito do vilão em novos corpos, inclusive aquele visto na sequência.

No entanto, um dos clones não obedecia às ordens da seita e acabou se rebelando e fugindo do planeta Exegol, a partir daí ele começou a vagar pela galáxia tentando se esconder de seus criadores.

Até o momento, não foi revelado quem é a mãe de Rey, mas é possível que novas informações sobre a novelização sejam divulgadas pelos próximos meses.

E aí, o que você achou da explicação?

Assista nossa crítica sobre o filme:

‘Capitã Marvel’: Fãs fazem abaixo-assinado para trocar Brie Larson por uma atriz negra e lésbica

Capitã Marvel‘ foi um sucesso de público e bilheterias, atraindo milhões de pessoas ao redor do mundo para os cinemas.

E durante esse processo, a intérprete da personagem, Brie Larson, passou por alguns contratempos em relação à sua imagem diante do público. Considerada antipática por alguns fãs e até mesmo membros da imprensa, ela foi alvo de críticas por comentários feitos no passado, além de ver seu nome associado a um momento de suposto desconforto com o colega de ‘Vingadores‘, Chris Hemsworth.

Na ocasião, ele teria feito uma brincadeira, sugerindo que ela gostaria de ser o próximo Tom Cruise (pelo fato de ela ter feito suas cenas de luta). Em resposta, ela rebateu o comentário, dizendo que não será “o próximo Tom Cruise. Eu serei a próxima eu”.

E agora, um fã decidiu fazer uma petição para que Larson deixe o papel da heroína, abrindo espaço para que uma atriz negra e da comunidade LGBTQ+ seja escalada para o papel. A iniciativa ainda faz duras críticas à atriz, pedindo para que ela se posicione em atitudes e não apenas em discurso.

A petição já conta com quase 30.000 assinaturas. Confira sua descrição:

“Nós precisamos que Brie Larson deixe o papel e prove que ela é uma aliada à justiça social e garanta que uma mulher negra e gay assuma o papel. Coloque a Monica, a Capitã Marvel original e negra, ao invés de personagens embranquecidos para o benefício dos caras brancos e héteros que comandam a Disney.

Ela não doou dinheiro para nenhuma caridade, além da Fundação do Fundo de Cinema e Televisão e chegou a hora de ela mostrar que não se baseia apenas em discurso”.

Para conferir a petição, clique aqui.

 

‘Solar Opposites’: Animação do Hulu ganha duas novas artes oficiais; Confira!

O Hulu divulgou duas novas artes oficiais de Solar Opposites, sua mais recente animação original do mesmo criador de ‘Rick e Morty’.

Confira:

A série estreia no dia 08 de maio.

A produção foi criada por Justin Roiland (Rick and Morty) e Mike McMahan.

A história gira em torno de uma família de alienígenas de um mundo melhor que se refugiam na América Central. Eles, então, começam a discordar sobre essa repentina mudança ser incrível ou horrível.

Roiland, Sean Giambrone e Mary Mack fazem parte do elenco de dubladores.

‘Eu Nunca…’: Mindy Kaling e Maitreyi Ramakrishnan celebram o aniversário de Ganesha em novo vídeo; Confira!

Netflix divulgou um novo vídeo de bastidores de ‘Eu Nunca…’, comédia adolescente criada por Mindy Kaling.

featurette traz Kaling e a protagonista Maitreyi Ramakrishnan celebrando o aniversário da divindade Ganesha, cuja comemoração é tema de um dos episódios da série.

Confira:

A primeira temporada já está disponível na plataforma de streaming.

Crítica | 1ª temporada de ‘Eu Nunca…’ é um presente para quem gosta de comédias adolescentes

Lang Fisher entra como showrunner e roteirista.

A série é uma comédia coming-of-age que gira em torno de Devi, uma estudante ansiosa que tem um leve surto e se envolve em situações difíceis enquanto lida com o fato de ser a primeira geração moderna de descendentes de indianos nos Estados Unidos.

Maitreyi Ramakrishnan estrela a produção. Sendhil Ramamurthy e Richa Shukla completam o elenco.

‘Em Casa com o Olaf’: Assista aos quatro últimos episódios da websérie com Olaf!

Walt Disney divulgou os quatro últimos curtas-metragens de sua websérie intitulada Em Casa com o Olaf (At Home with Olaf no original).

Os vídeos se chamam “Doggies”“Hobbies”“Ice“Sounds”.

Assista:

Hyrum Osmond, diretor de animação dos longas-metragens em questão, é o criador. Ele também é conhecido por seu trabalho em ‘Moana – Um Mar de Aventuras’.

Vale lembrar que Frozen 2 arrecadou mais de US$ 1.4 bilhão nas bilheterias mundiais, tornando-se a animação com a MAIOR bilheteria da história dos cinemas.

‘Rapture’: Diretores de ‘Escolhida’ vão dirigir novo drama pós-apocalíptico

Segundo o The Hollywood ReporterGerard Bush e Christopher Renz, dupla de diretores conhecida pelo terror Escolhida (‘Antebellum), já escolheram seu próximo projeto.

O novo filme, intitulado Rapture, é descrito como um drama pós-apocalíptico e um pesadelo mental de proporções bíblicas. A história gira em torno de uma “família que é destruída por crenças totalmente opostas e que deve se unir mais uma vez para descobrir o mistério por trás do súbito desaparecimento da população mundial – antes que seja muito tarde”.

O longa também será produzido pela Lionsgate. Nenhuma outra informação foi divulgada.

Enquanto isso, Escolhida, que é estrelado por Janelle Monáe, chega aos cinemas no dia 21 de agosto de 2020.

No Brasil, o terror será lançado pela Paris Filmes, que ainda não anunciou uma nova data de estreia.

Na trama, a célebre autor Veronica Henley se vê presa numa realidade terrível e deve descobrir o mistério por trás de sua jornada antes que seja tarde demais.

O título faz referência ao período da história estadunidense em que o sistema plantation (baseado no trabalho escravo) comandava a economia sul-americana.

Eric LangeJena MaloneJack HustonKiersey ClemonsTongayi Chirisa, Gabourey Sidibe, Robert AramayoLily Cowles completam o elenco.

‘The Boys’: Episódios da 2ª temporada ganham títulos oficiais; Confira!

A 2ª temporada de ‘The Boys‘ chegará à Amazon Prime em julho deste ano e, agora, a plataforma de streaming divulgou os títulos oficiais do novo ciclo.

Confira:

Criada por Evan GoldbergEric Kripke e Seth Rogen, a série é baseada nos quadrinhos homônimos lançados em 2006.

A trama se passa em um mundo onde os super-heróis abraçaram o lado negro de suas famas, e irá focar em um grupo de vigilantes conhecido como “Os Garotos”, que são mandados para derrotar super-heróis corruptos com não mais do que coragem e disposição para lutar sujo.

O elenco inclui Karl Urban, Karen Fukuhara, Erin Moriarty, Antony Starr, Dominique McElligott, Chace Crawford e Nathan Mitchell.

‘Star Wars’: Saga Skywalker ganha INCRÍVEL pôster; Confira!

Disney+ divulgou em seu Twitter oficial um novo cartaz incrível de Star Wars, mais especificamente da Saga Skywalker que chegou ao fim no ano passado.

A imagem também revela que todos os filmes da franquia estarão disponíveis no serviço de streaming a partir de 04 de maio.

Confira:

Enquanto isso, no Brasil, todos os filmes podem ser assistidos na Amazon Prime Video – incluindo o recente Star Wars: A Ascensão Skywalker’ e o spin-off Rogue One.

 

A saga Skywalker chegou ao fim no ano passado com o lançamento de ‘A Ascensão Skywalker’ – que, apesar de prometer uma épica conclusão para a icônica narrativa, decepcionou a maioria dos fãs e tornou-se a menor bilheteria da nova trilogia.

O longa acumulou US$ 1,058 bilhão pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 275 milhões. Em 2017, ‘Os Últimos Jedi‘ arrecadou US$ 1,321 bilhão com um orçamento de US$ 200 milhões. Enquanto ‘O Despertar da Forçafez 2,066 bilhões e teve um gasto de US$ 300 milhões.

Nas bilheterias de abertura, o ‘Episódio IX‘ também se saiu muito abaixo do esperado, acumulando apenas US$ 376,1 milhões pelo mundo.

Dois anos antes, o ‘Episódio VIII‘ fez US$ 450,8 milhões, e ‘O Despertar da Forçaregistrou US$ 528,96 milhões.

Curiosamente, esse padrão na queda das bilheterias também aconteceu na trilogia clássica, já que ‘Uma Nova Esperança‘ tebe um custo de US$ 11 milhões e arrecadou US$ 775 milhões pelo mundo.

Apesar de ser o episódio mais aclamado da saga, ‘O Império Contra-Ataca‘ faturou US$ 547 milhões, com um custo de US $ 33 milhões.

E ‘O Retorno de Jedi‘ acumulou US$ 475 milhões, orçado em US$ 40 milhões.

Infelizmente, ‘A Ascensão Skywalker‘ também teve o pior percentual de aprovação entre toda a saga, registrando apenas 52% no Rotten Tomatores. Logo atrás vem ‘A Ameaça Fantasma‘ (53%) e ‘O Ataque dos Clones‘ (65%).

E você, o que achou do desfecho da saga Skwalker?

Assista à nossa crítica:

Dirigido por J.J. Abrams, o novo filme trará o desfecho da nova trilogia.

Os sobreviventes da Resistência enfrentam a Primeira Ordem mais uma vez no capítulo final da saga Skywalker.

O grandioso elenco conta com Daisy RidleyAdam DriverJohn BoyegaOscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall GleesonKelly Marie TranJoonas Suotamo, Billie Loud, Naomi AckieRichard E. Grant, Kery Russell e os veteranos Mark Hamill e Billy Dee Williams.

Carrie Fisher também aparecerá como a General Leia Organa através do uso de imagens nunca antes divulgadas de ‘O Despertar da Força‘.

‘Harley Quinn’: Promo do episódio 2×05 faz piada com Snyder Cut, ‘Star Wars’ e ‘Uma Família da Pesada’

A série animada de Arlequina, intitulada originalmente ‘Harley Quinn‘, ganhou uma hilária promo, que faz piada com o famoso movimento “Release the Snyder Cut”, ‘Star Wars‘ e ‘Uma Família da Pesada‘.

O vídeo, que anuncia o que vem por ai no episódio 2×05, ainda tira sarro dos fãs homens que se recusam a assistir à série, por erroneamente considerá-la muito feminina e até mesmo voltada para o público adolescente (vale lembrar que a série animada possui censura R-rated).

Confira a hilária promo:

Vale lembrar que recentemente, o showrunner Justin Halpern comentou sobre a possibilidade de um romance entre Arlequina e Hera Venenosa na 2ª temporada:

“[A trama] está sendo desenvolvida em torno de um relacionamento amoroso com a Hera Venenosa na segunda temporada. Isso faz parte dos nossos planos. Nós queríamos que a primeira temporada focasse na Harley se libertando do seu relacionamento com o Coringa, se virando sozinha, focando em sua carreira. Não queríamos que ela pulasse de um relacionamento para outro.”

‘Harley Quinn’, baseada nos personagens da DC, foca em Arlequina, que finalmente terminou de uma vez por todas qualquer que fosse seu relacionamento com o Coringa, tentando criar uma reputação para si mesma como a Rainha do Crime de Gotham City. A série traz Arlequina, Hera Venenosa e um elenco gigante de heróis e vilões, novos e antigos, do Universo DC.

Kaley Cuoco dubla a personagem-título. O elenco também inclui Lake Bell, Ron Funches, JC Smoove, Jason Alexander, Wanda Syker, Giancarlo Esposito, Natalie Morales, Jim Rash, Diedrich Bader, Tony HaleChris Meloni.

‘Tenet’: Christopher Nolan está lutando para manter estreia para julho de 2020

A indústria do cinema tem feito constantes reajustes e re-agendamentos nos lançamentos de seus filmes nas telonas, mas o cineasta Christopher Nolan continua insistindo em manter a data de estreia de ‘Tenet‘, seu mais novo e aguardadíssimo projeto.

Segundo o CEO da IMAX, Richard Gelfond, Nolan está lutando para manter a data de estreia para julho de 2020, na expectativa de que os cinemas voltem a funcionar em breve. É importante salientar que, ‘Tenet’ é um dos poucos filmes que não haviam sido adiados pela Warner Bros. até o momento.

Durante uma reunião trimestral sobre faturamento, o presidente da IMAX revelou:

“Eu sei que o Chris quer muito lançar seu filme nos cinemas, mas isso depende de uma série de coisas, incluindo as regulamentações dos cinemas, o vírus e todos os demais aspectos relacionados. Alguns cineastas estão muito ansiosos para estrear seus longas, mas não conheço ninguém que esteja lutando mais que o Chris Nolan para garantir que os cinemas sejam abertos, para que ele possa lançar sua produção em julho, conforme já estava previamente agendado”.

Até o momento, ‘Tenet’ permanece com sua estreia agendada para o dia 17 de julho de 2020.

Confira as primeiras imagens oficiais, estampadas pelos astros Robert PattinsonJohn David Washington:

Mais detalhes não foram informados, mas tudo indica que os executivos do estúdio estão confiantes de que a indústria cinematográfica recupere suas forças após o meio do ano.

Tenet‘ será uma trama de ficção científica mesclada com suspense investigativo que acompanha um agente secreto encarregado de impedir a 3ª Guerra Mundial através da viagem no tempo.

Confira o trailer:

Além de dirigir, Nolan também é responsável pelo roteiro.

O elenco conta com John David Washington, Robert Pattinson, Michael Caine, Kenneth Branagh, Dimple Kapadia, Aaron Taylor-Johnson, Clémence Poésy e Elizabeth Debicki.

‘Killing Eve’: Villanelle e Eve se enfrentam em bela imagem dos bastidores; Confira!

A 3ª temporada de Killing Evesegue a todo vapor e a protagonista Sandra Oh compartilhou uma nova imagem dos bastidores, onde ela e a atriz Judie Comer se enfrentam em um ônibus em movimento.

Confira, com a promo do próximo episódio:

 

Ver essa foto no Instagram

 

I love this shot. Not so easy shooting on a moving bus! Read article link in bio

Uma publicação compartilhada por Sandra Oh (@iamsandraohinsta) em

“Eu amo essa foto. Não é tão fácil gravar em um ônibus em movimento!”

Vale lembrar que a produção já está renovada para a 4ª temporada.

‘Killing Eve’: Sandra Oh é a primeira atriz asiática a ser indicada ao Emmy

A trama acompanha Eve, uma entediada operadora que trabalha no serviço de segurança, que está frustrada com sua profissão por não corresponder aos seus anseios por espionagem. Ela acaba se envolvendo em uma constante rixa com a bela assassina Villanella.

Sandra Oh (‘Grey’s Anatomy‘) e Jodie Comer (‘My Mad Fat Diary‘) estrelam.

Baseada nos contos do autor Luke Jennings, a série foi criada por Phoebe Waller-Bridge.

‘Homem-Aranha’: Tobey Maguire não descarta possibilidade de viver outro herói

O ator Tobey Maguire foi o Homem-Aranha na trilogia do cineasta Sam Raimi e o fato de já ter interpretado um super-herói não significa que ele não possa retornar a este universo. Em entrevista ao site The Hoolywood Reporter, o ator foi perguntado se um dia voltaria a viver um super-herói e ele não descartou a ideia.

Nunca tive o discurso de: ‘Jamais farei isso novamente’. Posso fazer qualquer coisa, depende apenas do material. Qualquer coisa que me atraia e que se encaixe naquilo que tenho vontade de fazer.

Maguire ainda comentou o trabalho dos seus sucessores, Andrew Garfield e Tom Holland. “Eu não vi todos os filmes. Mas os que vi gostei muito. Gosto muito dos dois atores. Eles são super talentosos e gostei da escolha deles para o papel.”

O próximo filme do Cabeça de Teia será ‘Homem-Aranha 3’. A direção é mais uma vez de Jon Watts e o roteiro é assinado por Chris McKenna e Erik Sommers.

Os Melhores Filmes de 2020 (Até o Momento)

Continuamos com a saga da retrospectiva do ano que não aconteceu. Depois da lista com os piores filmes de 2020 (até o momento) – que você confere no link abaixo -, é a vez da bonança. 2020 pode ter estagnado (esperamos que momentaneamente), mas mesmo assim tivemos quase três meses de lançamentos, o suficiente para elegermos os melhores e piores do primeiro trimestre. Tudo bem que grande parte deles são resquícios de 2019, lançados em nossos cinemas no início de 2020 – a maioria de candidatos ao Oscar deste ano.

Os Piores Filmes de 2020 (Até o Momento)

Enquanto alguns dos filmes mais esperados do ano, e que tem tudo para conquistar nossos corações, não chegam, elegemos o que fez nossa cabeça neste início de ano – e já esperamos ansiosamente pelo restante. Vamos conhecer.

10) Luta por Justiça

Exibido pela primeira vez em setembro de 2019 no Festival de Toronto, este filme estreou nos EUA de forma limitada em dezembro do ano passado, e depois seguiu para um circuito maior em janeiro de 2020. No Brasil, chegou um pouco mais de um mês depois, no fim de fevereiro. Muitos acreditavam inclusive que Luta por Justiça pudesse chegar até o Oscar, já que tem todos os componentes para agradar os votantes da Academia, mas terminou fora de seu radar.

A trama edificante e representativa é baseada no livro de Bryan Stevenson, e traz o astro Michael B. Jordan no papel de um advogado renomado mundialmente por sua luta de causas sociais, tentando provar a inocência de um homem negro (Jamie Foxx) condenado à pena de morte. Luta por Justiça impressionou os críticos e recebeu 83% de aprovação no Rotten Tomatoes. Junto ao público igualmente agradou com uma nota 75 no IMDB.

09) Jojo Rabbit

Agora sim, entramos em território de Oscar. Um dos filmes mais inusitados e criativos da última edição dos prêmios da Academia, Jojo Rabbit é uma sátira de guerra, engraçada, insana e, acima de tudo, muito tocante – o que é grande parte de seu charme. Na história, na Alemanha nazista, um menino patriota idolatra os militares e quer ser digno de seu líder Adolf Hitler – a quem ele inclusive vê como amigo imaginário e mentor. De uma forma inocente, ele aprende a verdadeira natureza das atrocidades cometidas por seu ídolo, quando sua mãe esconde em sua casa uma menina judia – marcada para morrer.

Igualmente baseado num livro, o filme tem roteiro e direção de Taika Waititi, conhecido por suas loucuras maravilhosas nas telonas. E o resultado não poderia ser outro. O longa foi indicado para 6 Oscar, incluindo melhor filme e atriz coadjuvante para Scarlett Johnasson, que interpreta a mãe do menino, e levou o prêmio de roteiro para Waititi. O menininho protagonista Roman Griffin Davis é uma graça e recebeu indicação de coadjuvante no Globo de Ouro. Jojo Rabbit marca 79% de aprovação da imprensa especializada e tem nota 79 do grande público no IMDB.

08) Os Miseráveis

O clássico eterno de Victor Hugo já foi adaptado inúmeras vezes para as telonas e telinhas, inclusive em produções hollywoodianas, vide a versão de 1998 com Uma Thurman e Liam Neeson, e a mais prestigiada versão de 2012, indicada ao Oscar, com Hugh Jackman, e que rendeu a vitória da Academia para Anne Hathaway. Mas podemos dizer que a história nunca havia sido adaptada desta forma. O longa francês escrito e dirigido pelo cineasta Jadj Ly transporta a clássica trama para a Paris de hoje, reciclando os temas atemporais e modernizando-os.

O mais recente Os Miseráveis estreou em Cannes deixando desde lá sua marca como um dos melhores longas do ano. No resto do mundo, foi sendo lançado a partir do final de 2019, chegando até o início de 2020, onde estreou no Brasil no dia 16 de janeiro. E veio bem a calhar, pois realizou uma bem sucedida campanha ao Oscar, sendo indicado entre os cinco filmes estrangeiros, representando a França. O longa viria a perder para o colosso Parasita, da Coreia do Sul. Além de tal honraria, Os Miseráveis caiu nas graças dos críticos com 85% de aprovação no Rotten Tomatoes, seguindo caminho similar com nota 76 do grande público do IMDB.

07) Adoráveis Mulheres

Ainda no rastro do Oscar, a diretora Greta Gerwig entregou sua produção mais ambiciosa até o momento com esta nova adaptação do muito filmado clássico livro de Louisa May Alcott. E se sua estreia rendeu o intimista Lady Bird, igualmente celebrado, agora Gerwig dá um passo maior em sua carreira como cineasta, e entrega uma obra mais madura em todos os aspectos. Podemos arriscar a dizer inclusive que esta é a melhor versão de Adoráveis Mulheres para o cinema e a que soube aproveitar melhor os paralelos com o contexto da época em que o filme foi rodado – assim misturando passado e presente em seu discurso.

O mundo é das mulheres e as irmãs March são grandes personagens femininas, e seguem atemporais, mais relevantes e atuais do que nunca. Em tela, um exército de talento, com Saoirse Ronan, Laura Dern, Florence Pugh, Emma Watson e Eliza Scanlen. Não podemos esquecer de uma novata chamada Meryl Streep. O resultado aqui foram 6 Indicações ao Oscar (que deixaram injustamente Gerwig de fora como diretora), incluindo melhor filme, e atrizes para Ronan e Pugh. A diretora recebeu uma indicação pelo roteiro, e o longa levou o prêmio de consolo: melhor figurino. Adoráveis Mulheres marca impressionantes 95% de aprovação com a imprensa no Rotten Tomatoes, e com o público no IMDB, sua nota é 79.

06) O Preço da Verdade

Todo ano temos dezenas de produções indicadas ao Oscar, mas temos também aqueles filmes que quase chegaram lá, terminando por perder a força no meio do caminho. Filmes que, por mais que tenham toda a cara do maior prêmio da sétima arte, são relegados a morrer na praia e a sair de mãos abanando, sem sequer uma única indicaçãozinha. Já tivemos na lista Luta por Justiça, que se enquadra em tal categoria, e agora chega este Dark Waters (no título original) para lhe fazer companhia.

Tão digno quanto o colega acima em sua causa apresentada, aqui é o combate de um advogado de casos ambientais a uma empresa poluidora que contamina a água de uma cidade. Soa familiar? Mark Ruffalo é quem protagoniza na pele do homem comum, o Davi em sua luta contra Golias. Baseado num artigo da New York Times, o longa é dirigido por Todd Haynes, de Carol (2015). No elenco, Anne Hathaway vive a esposa do protagonista, em seu único filme bom nos últimos anos. O Preço da Verdade foi bastante elogiado pela imprensa e conseguiu 90% de aprovação no Rotten Tomatoes. O caminho foi o mesmo com o grande público, com nota 76 no IMDB.

05) O Farol

O que dizer sobre O Farol que já não tenha sido muito dito antes. Inventivo e autoral, este era um dos filmes mais aguardados do início do ano, desde sua estreia no Festival de Cannes há quase um ano. A distribuidora brasileira do filme usou a estratégia e segurou o longa – que fez uma muito bem sucedida campanha em festivais pelo mundo visando o prêmio máximo do cinema. Por ser também um filme pra lá de estranho e muito diferente de tudo (desde sua fotografia em preto e branco até o aspecto do formato da tela, que emula o quadrado de outrora, ao invés do moderno retangular), o filme conquistou apenas uma indicação técnica ao Oscar, o que já é uma tremenda vitória para uma produção pequena.

Novo trabalho do cineasta Robert Eggers, do cult A Bruxa (2015), o longa conta apenas com dois personagens, presos numa ilha. Dois faroleiros, um veterano (Willem Dafoe) e um novato (Robert Pattinson), precisam passar um tempo considerável juntos enquanto trabalham no local, mas terminam gradativamente perdendo sua sanidade e a paciência um com o outro. Este é um verdadeiro tour de force dos intérpretes, em especial do ótimo Dafoe, que merecia uma lembrança de nomeação. O filme foi um dos maiores sucessos de crítica deste início de ano, um terror psicológico único. O Farol marcou impressionantes 90% de aprovação da imprensa no Rotten Tomatoes, e com o público obteve nota 76 no IMDB.

04) Um Lindo Dia na Vizinhança

O nome de Tom Hanks atrelado a um projeto é sempre sinônimo de uma obra no mínimo interessante. E em quarto lugar da lista temos este filme dirigido pela talentosa jovem cineasta Marielle Heller, do igualmente ótimo Poderia me Perdoar? (2018) – que também marcou presença no Oscar de seu respectivo ano. Ah sim, Hanks foi indicado por seu trabalho neste longa.

O veterano vencedor de 2 Oscar consecutivos interpreta o querido apresentador americano Mr. Rogers, quase um… bem, Tom Hanks da época. Deu para entender o carisma e persona do sujeito boa praça, né? A trama apresenta uma entrevista do sujeito com um jornalista decidido a descortinar o verdadeiro Fred Rogers. Um Lindo Dia na Vizinhança estreou no Festival de Toronto 2019 e seguiu em circuito no início de 2020. O filme viveu para se tornar um dos mais elogiados deste ano com impressionantes 96% de aprovação da imprensa no Rotten Tomatoes. Junto ao público, conquistou uma nota 73 no IMDB.

 

03) O Homem Invisível

Esta era uma das maiores incógnitas do ano – mas uma que viveu para se tornar um dos maiores sucessos do início de 2020. Depois que o Dark Universe foi cancelado pela Universal Pictures após o fracasso de seu carro-chefe, A Múmia (2017), o projeto de levar o clássico O Homem Invisível (1933) novamente às telonas em nova roupagem teve que ser reformulado. Assim, saiu Johnny Depp e o clima blockbuster para uma proposta mais minimalista e voltada para o terror. Para a empreitada foi chamado Leigh Whannell, saído do sucesso cult Upgrade (2018), que escreveu e dirigiu o filme.

Nesta nova versão, uma adição muito bem-vinda: o filme discute com propriedade em sua trama o abuso doméstico, a violência contra a mulher e a masculinidade tóxica, tudo inserido no contexto de um filme de terror (afinal, quer terror maior que este), sem esquecer os temas clássicos do original, ou seja, a invisibilidade e a loucura. O protagonismo aqui é da ótima Elisabeth Moss, que vive a mulher maltratada. Com um subtexto pulsante tão poderoso, podemos dizer que O Homem Invisível faz pela causa feminina o que Corra! (2017) fez pela causa racial.

Com o orçamento enxuto de US$7 milhões, o filme fez fenomenais US$123 milhões, mostrando que Whannell e a Blumhouse estão com toque de Midas. Fora isso, o terror impressionou bastante os críticos, e somou 91% de aprovação da imprensa (uma das maiores notas do ano). Com o público, ficou um pouco mais abaixo, porém, ainda acima da média com nota 72 no IMDB.

 

02) 1917

Por falar em filmes impressionantes, um dos maiores sucessos de crítica e público de anos recentes atende pelo título que é o ano no qual sua história se passa: 1917. Um dos diferenciais propostos pelo diretor cultuado Sam Mendes é um filme de guerra passado na Primeira Guerra Mundial, já que muitos já foram feitos sobre a Segunda Guerra Mundial e as Guerras do Vietnã e Iraque nos últimos anos. Ah sim, devemos mencionar também a tão alardeada falta de cortes do filme, dando a impressão de ter sido gravado de uma tacada só, como um dos mais longos planos sequência da história do cinema.

Fora isso, o roteiro mistura elementos de Apocalypse Now (1979) e O Resgate do Soldado Ryan (1998). 1917 já é um dos filmes mais queridos do grande público no IMDB, o de número 79 para ser mais preciso – entre apenas 250 -, o que é impressionante. E para isso, conquistou uma nota 83. Com os críticos, 1917 também fez bonito com 89% de aprovação no Rotten Tomatoes. Não podemos esquecer também que o longa de guerra foi indicado para nada menos que 10 Oscar, incluindo filme e diretor e levou 3 prêmios técnicos para casa.

E o melhor filme do ano é… francês!

01) Retrato de uma Jovem em Chamas

Se você ainda não assistiu a esta impressionante história de amor, pare tudo o que está fazendo e corra. Retrato de uma Jovem em Chamas é o filme mais belo do ano – até o momento. Com astronômicos 98% de aprovação da imprensa especializada – falta pouco para ser um filme perfeito segundo os críticos -, o longa escrito e dirigido pela jovem cineasta Céline Sciamma demonstra que até o momento, 2020 foi um ano de forte representatividade feminina. Elas estão nas cabeças com dois dos melhores trabalhos, atuando como roteiristas e diretoras – donas de um cinema bem autoral.

Este também é um filme de época, passado no século XVIII, e tem toda a pompa de ser baseado num livro. No entanto, é uma ideia original da cineasta, que propõe um caso de amor proibido, com a delicadeza e intensidade que só os europeus são capazes de realizar. Aqui, além da representatividade feminina, temos também um romance entre duas mulheres – extremamente condenável na época. Protagonizando, dois dos grandes nomes de jovens estrelas francesas da atualidade: Adèle Haenel e Noémie Merlant. A primeira vive uma jovem infeliz por estar prometida para um casamento com um sujeito que nunca viu. A segunda, uma artista contratada em segredo para pintar o retrato dela, a fim de enviá-lo para que o pretendente a veja pela primeira vez.

Desta relação com segredos floresce uma amizade e depois um amor que as arrebata. Tudo é realizado com muita sensibilidade em Retrato de uma Jovem em Chamas, e igualmente pode ser traçado um paralelo com o tempo em que vivemos. O filme estreou em Cannes e era o favorito de muitos críticos à Palma de Ouro – derrubada pelo avassalador Parasita. Com o grande público, o longa também impressiona com nota 82, entrando no hall das produções mais adoradas de todos os tempos no IMDB.

Bônus:

Dois Irmãos: Uma Jornada Fantástica

Um dos filmes prejudicados pelo fechamento dos cinemas, Dois Irmãos havia acabado de estrear, um pouco antes da explosão da epidemia. Mesmo assim a nova produção da Disney/Pixar conseguiu uma bilheteria de um pouco mais de US$100 milhões – é claro que faria mais em circunstâncias normais. A trama apresenta um mundo como o nosso onde dois jovens saem numa viagem pelas estradas a fim de encontrar seu pai desaparecido. A grande diferença é que esta aventura se passa num mundo mágico de criaturas mitológicas. O filme conquistou uma nota 75 junto ao público no IMDB, e com os críticos no Rotten Tomatoes tem 88% de aprovação – uma ótima avaliação.

Milagre na Cela 7

Não estamos vivendo em circunstâncias normais, e nesta nova realidade, os canais de streaming são a solução. Dentro do quesito, a Netflix segue campeã, e já presenteou os cinéfilos com algumas obras bem originais e criativas. O Poço foi muito badalado, mas unanimidade mesmo parece estar tendo este lacrimoso filme turco, que conta uma história muito adaptada, em países como as Filipinas, Coreia do Sul e Indonésia, por exemplo. A versão turca conta sobre um homem com problemas mentais, que o fazem ter o intelecto de uma criança de 7 anos. Ele termina preso por um crime que não cometeu. Mas a esperança e o amor de sua pequena e encantadora filha serão as armas que farão o milagre acontecer. O filme do diretor Mehmet Ada Öztekin vem conquistando “plateias” nas casas brasileiras desde sua estreia, emocionando seus espectadores.

Os 10 Atores Mais Odiados de Hollywood

Ah, o cinema. O mundo da sétima arte é repleto de magia e feito de sonhos. Bem, ao menos o que vemos na tela, pois os bastidores de uma produção podem ser verdadeiros pesadelos. Aquele filme que nós adoramos pode ser maravilhoso, mas sua criação pode ter sido um parto doloroso. E muitas vezes a dor é creditada aos astros e estrelas envolvidos, e seus comportamentos no mínimo, digamos, problemáticos. Pensando nisso, o CinePOP resolveu listar dez casos de atores explosivos, difíceis de se lidar durante as gravações de um filme. Apertem os cintos, pois a viagem será turbulenta.

Shia LaBeouf

Shia LaBeouf CinePOP

De ator mirim adorável, de filmes como O Mistério dos Escavadores (2003), até astro do momento e queridinho do diretor Steven Spielberg (um dos maiores nomes da indústria, você sabe que chegou no topo quando cai nas graças do cineasta), vide Transformers (2007) e Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal (2008), poucos são os que não sabem do trágico destino do jovem LaBeouf (de 29 anos).

Inicialmente seguindo os passos polêmicos de sua companheira de tela, Megan Fox, o ator foi escalando até se tornar um dos mais infames bad boys do cinema atual de Hollywood. A má fama do sujeito é tanta que muitos o comparam com Charlie Sheen e quem vem sofrendo com o fato é sua carreira. Prisões, alcoolismo, escândalos e polêmicas constantes cercam o ator.

LaBeouf já falou mal do diretor Michael Bay, foi acusado de plágio, saiu no meio da coletiva de imprensa do filme Ninfomaníaca (talvez querendo chamar mais atenção do que o filme em si), usou um saco de papel na cabeça com os dizeres: “Não sou mais famoso”, durante uma pré-estreia, participou de um vídeo clipe pornô e foi exibido em uma exposição na qual apenas ouvia o que os visitantes tinham para lhe dizer. As bizarrices parecem não terminar.

Além disso tudo, dois casos chamaram atenção recentemente. O primeiro foi o grande atrito com o ator Alec Baldwin (igualmente famoso pelo temperamento explosivo) durante a produção do espetáculo teatral “Orphans” na Broadway, o qual resultou na demissão de LaBeouf da peça – dizem as más línguas que os atores chegaram a sair no braço, o que o jovem chamou de “paixão”. E o segundo foi o que resultou na prisão do jovem ator, ao adentrar o espetáculo da Broadway “Cabaret” totalmente bêbado causando confusão. LaBeouf está afastado das telonas desde 2014, quando participou do drama de guerra Corações de Ferro, com Brad Pitt.

Lindsay Lohan

Lindsay Lohan CinePOP

Essa é uma piada pronta. É difícil não sucumbir à vida das estrelas de Hollywood, e se você não tiver uma base e uma fundação sustentável, pode facilmente encontrar o fundo do poço. Lohan guarda muitas semelhanças com LaBeouf, igualmente começou a carreira ainda na infância (protagonizando filmes da Disney) e inclusive tem a mesma idade do ator (29 anos). O ano de 2004 trouxe seu maior sucesso, Meninas Malvadas, e no ano seguinte ela aproveitava a popularidade com o reboot de Herbie – Meu Fusca Turbinado, também da Disney.

Depois disso, os problemas com alcoolismo e drogas foram se agravando, tornando impossível a convivência profissional com a moça. Lohan chegava atrasada aos sets de filmagens e causava desconforto aos colegas. As entradas e saídas consecutivas em clínicas de reabilitação igualmente danificaram sua carreira. Em 2007, trabalhou com a musa Jane Fonda em Ela é a Poderosa, que a aconselhou sem grande êxito. No início desta década já havia virado uma paródia de si mesma e estacionado no patamar de persona non grata.

Lohan trabalhou com Charlie Sheen, que tentava igualmente colocar sua carreira nos trilhos, duas vezes: participando de um episódio da série Tratamento de Choque e da comédia Todo Mundo em Pânico 5. Mas sua má fama era tanta, que nem mesmo Sheen a aguentou, reclamando de seus atrasos, da falta de profissionalismo da atriz e até mesmo do sumiço de alguns itens dos sets, que possivelmente foram levados pela problemática jovem. Em 2013, a atriz fez sua última aparição até o momento no filme The Canyons (ainda inédito no Brasil), do diretor Paul Schrader, no qual retratava uma personagem bem próxima de sua própria vida conturbada. O diretor disse em entrevistas que queria retratar a atmosfera do que seria ter Lindsay Lohan em seu filme, o que no final das contas acabou se arrependendo.

Charlie Sheen

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Falando no ator, ele ocupa um lugar especial em nossa lista. Sheen começou a carreira ainda adolescente e em meados da década de 1980, protagonizou dois filmes de prestígio dirigidos pelo cultuado Oliver StonePlatoon e Wall Street: Poder e Cobiça. Aos poucos seus problemas com a lei também foram se tornando notórios e Sheen, adepto de festas selvagens, drogas, álcool e prostitutas, começou a manchar sua reputação.

Seus casamentos duravam pouco e eram motivo de piada, vide a união com a beldade Denise Richards. O auge dos problemas ocorreu com o caso envolvendo a série Two and a Half Man, a qual Sheen protagonizava, foi responsável por salvar sua carreira (diversos atores recorrem para a telinha quando a carreira no cinema perde o gás) e fez do ator um dos mais ricos da atualidade – chegando a ganhar um milhão de dólares por episódio.

As festas do ator se tornaram cada vez mais intensas, o que causava atrasos, e até mesmo ausência de ensaios e gravações. O produtor do programa, Chuck Lorre, resolveu parar a produção até segunda ordem, deixando a equipe inteira do seriado à deriva. Sheen estava cada vez mais magro, portando uma aparência nada saudável devido às drogas e sua imagem estampava as primeiras páginas de tabloides, como no caso em que trancou uma prostituta no armário, causando pânico em um hotel. A batalha judicial entre Sheen e os produtores do programa terminaram por afastar o ator da bem sucedida série, sendo substituído por Ashton Kutcher nas últimas temporadas.

Mike Myers

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Taí um sujeito que vocês jamais imaginariam ver nesta lista. Pois é, o humorista Mike Myers é conhecido por sua persona brincalhona e amável. Nos bastidores de seus filmes, no entanto, o sujeito exige controle criativo e não está para brincadeiras. O criador de Quanto Mais Idiota Melhor e Austin Powers é conhecido por causar pavor na equipe de seus filmes e “segundo a lenda”, já exigiu a demissão de membros da equipe que o olharam nos olhos em seus momentos de chilique. Myers está afastado das telonas como protagonista desde seu último fracasso retumbante, O Guru do Amor (2008).

Katherine Heigl

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Outra atriz de aparência tranquila, cujos filmes românticos fazem passar uma imagem de pessoa adorável, Katherine Heigl tem fama de falar mal das produções que participa, muitas vezes se negando a divulgar tais filmes. Isto é, após descontar seus cheques pelas participações, é claro. Heigl renegou Ligeiramente Grávidos (2007), por exemplo, o filme que a colocou no mapa, acusando-o de sexista. Em diversas entrevistas, ela não esconde a falta de apreço pela obra.

O mesmo ocorreu com sua participação no seriado Grey´s Anatomy, no qual permaneceu pelas quatro primeiras temporadas. Colegas de elenco revelaram a insatisfação de trabalhar com a moça, que sempre desmerecia a produção. Não demorou para Heigl, a eterna insatisfeita, deixar a série.

Christian Bale

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Quando o ator britânico foi anunciado como o novo Batman do cinema em 2005, todos acharam perfeita sua escalação. O motivo era a atuação de Bale como o psicótico Patrick Bateman de Psicopata Americano (2000). Bem, talvez não tenha sido um grande esforço para o astro personificar um homem com a psique abalada.

Todos conhecem o caso de exaltação extrema envolvendo o ator durante as filmagens de Exterminador do Futuro: A Salvação (2009), no qual Bale solta toda a sua fúria para cima do diretor de fotografia do longa, Shane Hurlbut. Acontece que Bale é um ator metódico, muito sério e concentrado em sua performance (será que era realmente necessário algo do nível para este filme?), e no momento em que entregava uma atuação dramática e intensa, Hurlburt resolveu passear de um lado para o outro atrapalhando a cena. Nem precisa dizer (pois está na internet) que Bale espumou pela boca e soltou os bichos pra cima do fotógrafo, ameaçando demiti-lo e dar umas pancadas no profissional. O caso ficou famoso como um dos maiores escândalos recentes de bastidores.

Em outra ocasião, perto da cerimônia do Oscar 2011, que terminou por premiar Bale pelo filme O Vencedor, outro escândalo veio à tona, ocorrido em um hotel onde o ator estava hospedado. Segundo rumores, o ator teria se envolvido em uma briga e agredido a esposa Sibi Blazic (com quem tem dois filhos e permanece casado até hoje) e a mãe Jennifer James Bale. Nada foi confirmado.

Julia Roberts

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Julia Roberts é sinônimo de elegância, beleza e muito bom humor, já que a estrela é outra associada a filmes cômicos e românticos. A grande explosão em sua carreira ocorreu em 1990, quando protagonizou Uma Linda Mulher (1990), trabalho pelo qual é lembrada até hoje e lhe rendeu a primeira indicação ao Oscar como atriz principal. No início da década de 1990, Roberts estava na crista da onda e foi justamente em tal época que desabou psicologicamente.

Durante as filmagens de Hook – A Volta do Capitão Gancho (1991), do diretor Steven Spielberg, no qual interpretou a fada Sininho (Tinkerbell), Roberts transformou o set em um verdadeiro inferno. A atriz se encontrava psicologicamente abalada devido ao término de um namoro e, num ataque de estrelismo, se isolava de todos os membros da equipe, proibindo muitos de falarem com ela. Nem mesmo o grande Spielberg, e sua persona de eterna criança, foi capaz de criar uma atmosfera agradável com a estrela.

O resultado foi a redução máxima das cenas com a atriz e o apelido que ganhou dos envolvidos na produção, incluindo o diretor: “Tinkerhell”, um trocadilho com o nome de sua personagem e a palavra “infernal”. Também é sabido o fato de que Julia tem relações cortadas com o irmão, o também ator Eric Roberts, mas o motivo é desconhecido. Coisas de família. A relação com a sobrinha, Emma Roberts, filha de Eric, no entanto, é boa. Hoje, Roberts se estabilizou e nada mais de ruim foi dito dela. Porém, a estrela revelou que atualmente só trabalha com amigos na frente e atrás das câmeras. Afinal, evitar problemas é sempre bom.

Jennifer Lopez

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Passando de um ataque de diva do passado para um do presente. Ao contrário de Julia Roberts, que parece ter se emendado, Jennifer Lopez ainda é conhecida por seus ataques de estrelismo. O curioso é que todos os veículos que relatam seus ataques não entendem o motivo, dizendo que Lopez possui uma autoestima demasiadamente elevada não correspondente ao seu nível de talento, que talvez seja grande somente para a mesma. Bem, em matéria de atuação não podemos discordar de tais afirmações.

O lance é que Lopez se tornou uma artista multifacetada e seu tino para negócios vem sempre à frente. Lopez é cantora, empresária, dona de marcas de perfume, roupas, bolsas, maquiagem, apresentadora, entre outras coisas, tudo antes de ser atriz atualmente. Por isso, a estrela é conhecida por fazer exigências ridículas para participar de um projeto, só aceitando de fato se as mesmas forem cumpridas. Quem lembra do caso na última copa do mundo, sediada em nosso país, na qual Lopez havia desistido de cantar na abertura e só compareceu nos 45 do segundo tempo. Quem sabe o que rolou por trás? Seja como for, a atriz desmentiu recentemente, no programa do apresentador James Corden, que fez seguro de sua retaguarda (e que retaguarda).

Existe uma teoria de que Lopez apenas crie este mito de diva como forma de se promover. Em 2005, a veterana Jane Fonda (também conhecida por um temperamento difícil) falou em entrevista sobre participar com Lopez da comédia A Sogra (que marcaria o retorno de Fonda às telonas, afastada então há quinze anos). Fonda disse que estava preparada para o comportamento de diva de Lopez, pelas histórias que havia ouvido, mas o que encontrou foi algo totalmente diferente. Será que a veterana estava apenas querendo ser simpática? O fato é que Lopez já foi casada três vezes, e após a separação com o cantor Marc Anthony, exigiu que nenhum membro da equipe da produção O Que Esperar Quando Você Está Esperando (2012), no qual fazia uma participação, se dirigisse a ela para evitar perguntas sobre o fim do casamento.

Bruce Willis

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Willis é um veterano da indústria e está no jogo há muitos anos. Isso não o impede, no entanto, de ser uma pessoa agradável com os companheiros de profissão. O ator é conhecido como um dos mais antipáticos e ranzinzas da atualidade. Não é por menos que sua carreira esteja em declínio absoluto. Já no início, ainda na época do seriado A Gata e o Rato, na década de 1980, programa que lançou a carreira do astro, uma treta se fez notória e sua companheira de série, a atriz Cybill Shepherd, tornou-se também seu desafeto.

Willis é conhecido por querer passar por cima de seus diretores e comandar as produções nas quais está envolvido. Quando seu nome é maior do que o do diretor em questão, o que quase sempre é, Willis deita e rola, como foi com o rei dos nerds, Kevin Smith. No set do fracasso Tiras em Apuros (2010), Smith descreveu a experiência como a pior de sua carreira, disse que Willis é um pesadelo ambulante e se referiu ao ator como “indirigível”, um ser humano desagradável e sem alegria. Além disso, Willis se recusou a promover o filme.

No entanto, quando o nome do diretor é maior que o de Willis, o ator deixa o projeto, ou é afastado. Como foi o recente caso com Café Society, o novo e ainda inédito trabalho de Woody Allen, no qual Willis faria um papel. Por algum motivo ainda não decifrado verdadeiramente (várias versões foram dadas, desde conflitos de agenda, até perceber que o ator não condizia com o papel), o astro desistiu do projeto durante as filmagens. Outro caso recente foi o de Mercenários 3  (2014) e a treta com Stallone, outro brucutu da década de 1980. Willis fez ponta nos dois primeiros filmes da franquia, mas quando chegou a hora de reprisas o Sr. Church no terceiro, exigiu mais dinheiro. Stallone disse as seguintes palavras para o agora ex-amigo: “Ganancioso e preguiçoso. A receita certa para o fracasso”.

Marlon Brando

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O maior ator de todos os tempos é também notoriamente conhecido por seu temperamento excessivo. E poderia ser diferente? O ego inflado de Brando não o fez uma pessoa ruim necessariamente, o ator era conhecido por abraçar causas humanitárias e no recente documentário A Verdade Sobre Marlon Brando (2015) sua vida pessoal, um tanto trágica, é exposta.

No terreno profissional, no entanto, a coisa muda de figura. Brando se tornava uma figura cada vez mais difícil de se lidar durante as gravações de determinados filmes. No mesmo documentário, o astro diz que se sentiu humilhando em ter que fazer teste para o papel em O Poderoso Chefão (1972), que terminou se tornando seu trabalho mais icônico. Talvez por isso, o ator tenha dado o troco no diretor Coppola quando este o comandou novamente no drama de guerra Apocalipse Now (1979). Brando não decorava suas falas, precisando usar um ponto no ouvido ou ler de cartões fora de tomada enquanto rodava suas cenas.

Seu último trabalho no cinema ficou conhecido pelos bastidores conturbados. Robert De Niro, então considerado o grande ator de sua geração, queria trabalhar com Brando, seu ídolo pessoal. O projeto escolhido por De Niro para tanto foi A Cartada Final (2001), precisando convencer o ícone a dividir a cena com ele na produção, mesmo que por míseras três cenas. Já o diretor do longa, Frank Oz (a voz de Yoda no original), não teve tanta sorte. Brando se aborreceu com o cineasta e não aceitava que o diretor lhe dirigisse a palavra, precisando ser instruído nas cenas através de De Niro. Além disso, Brando se referia ao cineasta somente como Miss Piggy, a porquinha dos Muppets, personagem igualmente dublado por Frank Oz.

Bônus: Gwyneth Paltrow

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Esta pode causar espanto aos leitores, já que a atriz possui uma aparência e fama bem serenas. No entanto, Paltrow (de 43 anos), não é a figura mais popular de Hollywood, por tentar forçar seu estilo de vida ultra saudável em seus colegas e fãs em geral (algo que a jovem Shailene Woodley repete). Além disso, o que chama atenção negativamente em Paltrow são suas exigências, no mínimo, dignas de uma dondoca mimada. De acordo com fontes, Paltrow exige, por exemplo, que o chuveiro de sua academia seja seco por funcionários antes de usá-lo. Acontece que a Sra. Paltrow não gosta de encostar na água em que outras pessoas tomaram banho.