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Elas Dominavam! Relembre 10 Atrizes Famosas dos Anos 80 que Foram Esquecidas…

Uma das carreiras profissionais mais instáveis é a dos artistas. Assim como a dos esportistas, ela pode ter uma vida útil curta. No esporte, um profissional precisa dar tudo de si em sua fase de ouro, para colher os frutos depois – isso porque aos 40 anos de idade, um esportista já é considerado velho e está buscando sua aposentadoria. Com muitos artistas acontece o mesmo. Por isso se deve colher os frutos quando ainda se tem muitos produtores batendo à sua porta. Raros são os casos de artistas que se mantém no topo por décadas, ou em alguns casos, por toda a sua carreira.

Mesmo os que se tornam lendários precisam reconhecer que em determinada fase, os tipos de papeis oferecidos já não são mais os mesmos, você se torna quase sempre coadjuvante e só será protagonista em filmes menores e menos significativos. Isso quando não cai diretamente no ostracismo. Ser grande em determinada época não significa que será mantido para sempre no mesmo patamar. É a lei natural não apenas do negócio, como também da vida.

Pensando nisso, resolvemos dar uma olhada em algumas atrizes bem famosas dos anos 80, que estavam em tudo quanto é lugar na época, mas que infelizmente não conseguiram dar continuidade a tal fama nas décadas seguintes. Confira abaixo.

Helen Slater

Para os que cresceram nos anos 1980, a graciosa Helen Slater será sempre a ‘Supergirl’ daquela década. Ou será que será sempre a Billie Jean? Isso porque seus dois primeiros filmes foram justamente os cult ‘Supergirl – O Filme’ (1984 – sua estreia no cinema) e ‘A Lenda de Billie Jean’ (1985). Mas seus maiores sucessos seriam duas comédias: ‘Por Favor, Matem Minha Mulher’ (1986), com Danny DeVito e Bette Midler, dos mesmos criadores de ‘Corra que a Polícia Vem Aí’; e ‘O Segredo do Meu Sucesso’ (1987), com Michael J. Fox. A atriz fecharia a década com ‘Namorados por Acaso’ (1989), comédia romântica com Patrick Dempsey.

 

Shelley Long

A loirinha Shelley Long ficou famosa graças à sitcom ‘Cheers’, um marco da TV norte-americana, no qual interpretou Diane Chambers em 122 episódios (de 1982 a 1993). No cinema, seu filme mais marcante foi a produção de Steven Spielberg, ‘Um Dia a Casa Cai’ (1986), no qual atuou ao lado de Tom Hanks. A atriz ainda estrelou ‘Corretores do Amor’ (1982), ‘Diferenças Irreconciliáveis’ (1984), ‘Que Sorte Danada!’ (1987), ‘Está Sobrando uma Mulher’ (1987) e ‘Bandeirantes de Beverly Hills’ (1989) na década.

Julie Hagerty

Por falar em ‘Corra que a Polícia Vem Aí’, o primeiro filme de Julie Hagerty foi justamente ‘Apertem os Cintos, o Piloto Sumiu’, em 1980, dos mesmos realizadores: Jim Abrahams, David Zucker e Jerry Zucker. A atriz também voltaria para a sequência do filme, em 1982. Ela também foi dirigida por Woody Allen em ‘Sonhos Eróticos de uma Noite de Verão’ (1982), Albert Brooks em ‘Relax’ (1985) e Robert Altman em ‘Além da Terapia’ (1987) e ‘Ária’ (1987). Hagerty também atuou ao lado de Steve Guttenberg em ‘Esses Médicos Muito Loucos’ (1985) e Madonna em ‘Doce Inocência’ (1989).

Rae Dawn Chong

Rae Dawn Chong foi uma das atrizes de grande representatividade nos anos 1980. Ela é uma destas atrizes que víamos em todo lugar, mas a maioria nunca descobriu seu nome. É claro que na década, seu filme mais marcante foi o thriller de ação ‘Comando para Matar’ (1985), ao lado de Arnold Schwarzenegger, que passou sem parar em muitas reprises. No mesmo ano, no entanto, ela era dirigida por Steven Spielberg no indicado ao Oscar ‘A Cor Púrpura’, no papel de Squeak. Depois vieram comédias como ‘Uma Escola Muito Louca’ (1986) e ‘Os Trapaceiros da Loto’ (1987), com Michael Keaton. A atriz também esteve em suspenses dramáticos como ‘Cidade do Medo’ (1984) e ‘Um Diretor Contra Todos’ (1987).

Lori Singer

Lori Singer foi outra loira que marcou a década de 1980 e poderia ser facilmente confundida com Daryl Hannah. É claro que quando falamos em Lori Singer, o filme que vem imediatamente à cabeça foi sua estreia no cinema com ‘Footloose – Ritmo Louco’ (1984), um dos longas mais dançantes da sétima arte, com Kevin Bacon. No ano seguinte, ela apareceria ao lado de Sean Penn e Timothy Hutton no thriller ‘A Traição do Falcão’ (1985), na comédia ‘O Homem do Sapato Vermelho’ (1985), com Tom Hanks, e em ‘Vidas em Conflito’ (1985), com o saudoso Kris Kristofferson (falecido em 28 de setembro deste ano). Singer fecharia a década com o terror ‘Warlock – O Demônio’ (1989).

Alexandra Paul

O caminho normal para grande parte dos atores e atrizes é começar a carreira na TV, para depois escalar até o cinema. Muitos fizeram essa trajetória. Mas com Alexandra Paul foi diferente. Isso porque o segundo trabalho da atriz no cinema já foi ao lado de John Carpenter em ‘Christine – O Carro Assassino’ (1983), baseado no livro de Stephen King. Seria só em 1992 que ela estrelaria seu papel mais famoso, como a salva-vidas Stephanie Holden na série sensação ‘Baywatch – S.O.S. Malibu’, na qual ela ficaria por 92 episódios até 1997. Antes, Paul marcaria em filmes como o drama de esporte ‘Competição de Destinos’ (1985), com Kevin Costner e Rae Dawn Chong, no thriller ‘Morrer Mil Vezes’ (1986), com Jeff Bridges e Rosanna Arquette, e na comédia ‘Dragnet – Desafiando o Perigo’ (1987), com Dan Aykroyd e Tom Hanks.

Catherine Mary Stewart

Com seu jeito de menina, traços fortes e olhos de diamantes, Catherine Mary Stewart foi uma das jovens atrizes mais populares dos anos 1980. Sua estreia no cinema seria em ‘A Maçã’, musical futurista que iniciaria a era da Cannon Films em 1980. Mas o ano divisor de águas na carreira da moça foi mesmo 1984, quando ela estrelou dois cult ainda muito queridos dos fãs: o “clone” de Star Wars, ‘O Último Guerreiro das Estrelas’ e o pós-apocalíptico ‘A Noite do Cometa’. Depois veio a comédia cult ‘A Primeira Transa de Jonathan’ (1985). A atriz fecharia a década com outra comédia cult, a nonsense ‘Um Morto Muito Louco’ (1989).

Kim Greist

Atrizes famosas em determinada década podem sumir dos radares pelos mais variados motivos. Segundo reza a lenda, o “desaparecimento” da loira Kim Greist foi por motivo de ser “difícil” durante as filmagens, que se tratando dos anos 80 pode significar muitas coisas. Seja como for, após a estreia no terror cult ‘C.H.U.D. – A Cidade das Sombras’ (1984), Kim Greist já adentrava o primeiro time de Hollywood como parte vital do elenco de um dos longas mais elogiados da época: ‘Brazil – O Filme’ (1985), de Terry Gilliam. No ano seguinte, foi dirigida por Michael Mann em ‘Caçador de Assassinos’ (1986). O maior sucesso de Greist seria a comédia de Danny DeVito, ‘Jogue a Mamãe do Trem’ (1987). A atriz ainda apareceria em ‘Palco de Ilusões’ (1988), ao lado de Tom Hanks e Sally Field.

Deborah Foreman

As covinhas de Deborah Foreman merecem todos os louros possíveis, isso porque sobreviveram a filmes com Nicolas Cage e Val Kilmer. Brincadeiras à parte, o primeiro papel de destaque da moça foi mesmo em ‘Sonhos Rebeldes’ (1983) comédia romântica adolescente que ressurgiu com uma forte aura cult – graças em parte ao remake de 2020. É claro que no original, Foreman estrelou ao lado de Nick Cage. Com Val Kilmer atuaria dois anos depois, na comédia ‘Academia de Gênios’. Em 1986, estrelou a comédia ‘Meu Chofer’ e o terror dos mesmos realizadores de ‘Sexta-Feira 13’, ‘A Noite das Brincadeiras Mortais’ (1986), fazendo o papel de irmãs gêmeas. A atriz terminou a década com a comédia de John TravoltaOs Espertinhos’ (1989).

Kelly Jo Minter

Finalizando, temos mais uma atriz incrivelmente representativa, mas que não recebe muito crédito. Os anos 80 são considerados uma época politicamente incorreta. Sendo assim, por mais que tivesse espaço para certa representatividade, Hollywood ainda era dominada por estereotípicos europeus, ou seja, o destaque absoluto era para os brancos – ainda mais no caso de atrizes loiras. Por isso, existe grande valor nas carreiras de Rae Dawn Chong e também de Kelly Jo Minter, heroínas que não tiveram o mesmo reconhecimento de gente como Whoopi Goldberg, por exemplo. Minter, estreou no cinema ao lado de Cher em ‘Marcas do Destino’ (1985). Dois anos depois, participaria de sucessos como ‘Curso de Verão’ (1987), ‘Um Diretor Contra Todos’ (1987) e em um papel menor em ‘Os Garotos Perdidos’ (1987). A atriz terminaria a década enfrentando o maníaco Freddy Krueger em ‘A Hora do Pesadelo 5’ (1989) – e para a nossa alegria não se tornaria uma das vítimas do assassino.

Crítica | ‘O Lago da Perdição’ – Bruxaria e ciúmes em uma trama ‘sem pé nem cabeça’ [Festival do Rio 2025]

Exibido no Festival de Sundance, o longa-metragem argentino O Lago da Perdição é um compilado da fragilidade humana rumo a um conflito existencial. Confuso? Não há outra forma de explicar. É impressionante como em 90 minutos de projeção, somos apresentados a uma história muitas vezes ‘sem pé nem cabeça’, em que a violência ganha destaque em vez de se aprofundar nos conflitos vividos pelas personagens. A contextualização que se propõe só se torna compreensível ao ler a sinopse. Em resumo: Um naufrágio sangrento de uma premissa promissora onde não paramos de olhar para o relógio.

Selecionado também para o Festival do Rio 2025, o projeto busca uma interseção entre um momento conturbado argentino de duas décadas atrás – economicamente falando, algo que persiste até hoje – e as aventuras pela feitiçaria de uma protagonista com sede de vingança, já que seu grande amor está com os olhos em outras direções. Abordando o sobrenatural através do desejo – e aquelas incansáveis e piegas bolhas do ciúmes -, vai se construindo uma narrativa espaçada que acredita que o chocar apresenta a solução.

Ambientado no início dos anos 2000, na periferia de Buenos Aires, encontramos três amigas inseparáveis que adoram se reunir durante o verão num lago próximo. Uma delas é uma adolescente perdida no seu cotidiano, sem almejar nada para um futuro próximo tomada por uma paixão avassaladora por um garoto que conhece desde a infância. Quando uma mulher mais velha se junta a esse grupo e desperta o interesse no crush da protagonista, coisas sinistras começam a acontecer.

 

Dirigido por Laura Casabe e com roteiro assinado por Mariana Enriquez e Benjamín Naishtat, O Lago da Perdição e seu ritmo lento apresenta o terror partindo da complexidade do ciúmes – algo que, de alguma forma, é próximo de todos nós. Em cena, percebemos uma necessidade de maximizar esse sentimento – nada é sutil – seja numa direção de arte que apresenta uma atmosfera sombria, ou no raio-x emocional que se desenvolve em ações da personagem principal. No entanto, os elos dessas correntes até o clímax se desprende da premissa, muito por uma contextualização superficial e coadjuvantes que não somam a todo esse universo construído.

Sem muito desenvolvido nas camadas superficiais que se apresentam, os holofotes se jogam para a violência. É cena de sangue pra todo lado. Essa tentativa de usar o chocar para ampliar o entendimento da inconsequência vira um condensado de situações que arregalam os olhos, mas que, em seu conteúdo, não apresenta consistência para alcançar reflexões mais profundas. Uma decepção.

‘Last Days’: Filme sobre missionário e tribo isolada, baseado em fatos reais, ganha trailer; Confira!

O novo filme do diretor Justin Lin (‘Velozes e Furiosos’),Last Days, ganhou seu primeiro trailer. O longa é baseado na história real do missionário americano John Allen Chau, que faleceu na Ilha Sentinela do Norte, o local mais isolado do mundo.

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O drama é baseado na história real de John Allen Chau (interpretado por Sky Yang), que embarca em uma missão de vida: atravessar o mundo em uma aventura perigosa para compartilhar sua fé com a tribo isolada da ilha.

Enquanto Chau avança, uma detetive das Ilhas Andamã, interpretada por Radhika Apte, corre contra o tempo para impedi-lo antes que ele cause danos a si mesmo ou ao povo sentineles.

Last Days é dirigido por Justin Lin e tem roteiro de Ben Ripley, baseado no artigo da revista Outside de Alex Perry: “Os Últimos Dias de John Allen Chau”.

O elenco conta ainda com Naveen Andrews, Toby Wallace e Ciara Bravo. Lin produz o filme ao lado de Clayton Townsend, Ellen Goldsmith-Vein, Eric Robinson, Salvador Gatdula e Andrew Schneider.

Crítica | ‘Depois da Caçada’ – Um elevador de camadas sem respiros que busca reflexões sobre a sociedade e suas contradições [Festival do Rio 2025]

O italiano Luca Guadagnino é um dos mais interessantes cineastas da atualidade – e isso não vai mudar. Seu cinema busca reflexões sociais atuais, dialogando com o público a cada ponto de suas narrativas, como já se viu na maioria dos seus filmes. Em seu novo trabalho, Depois da Caçada, exibido pela primeira vez no prestigiado Festival de Veneza – e filme de Abertura do Festival do Rio 2025 -, ele volta a recortes sociais importantes e, dessa vez, convida o público a embarcar em um elevador para camadas de assuntos que vão se amontoando, sem respiro para reflexões.

Pra embarcar nesse longa-metragem, é preciso atenção. Pelas entrelinhas de diálogos bem construídos, a filosofia surge como base – o principal ingrediente desse molho que busca, no conflito, as pausas necessárias pra expor a ética e a moral em uma sociedade cada vez mais egoísta. Foucault, Locke são citados e servem de gancho para camadas que exploram desde a necessidade de controle e o cancelamento até as relações interpessoais e as linhas tênues que se apresentam no caminho para pensar a existência.

 

Alma (Julia Roberts) é uma professora renomada da prestigiada universidade de Yale. Casada com Frederick (Michael Stuhlbarg), ela trabalha há anos para ganhar a titularidade e reconhecimento do seu trabalho. Quando Maggie (Ayo Edebiri), uma aluna de doutorado, faz uma acusação contra Hank (Andrew Garfield), outro professor da instituição, Alma se vê perdida em dilemas trazendo à tona um segredo do passado que transforma seu presente num mar de instabilidades emocionais.

 

Com uma trilha sonora muitas vezes incessante – um elemento complementar a composição da ebulição das emoções que se apresentam –, somos colocados no papel de observadores de um castelo de cartas que se constrói e descontrói. Tudo funciona em cena para potencializar o caos interno dos personagens a partir dos assuntos que surgem, elevado por um elenco primoroso que sustenta um roteiro denso com o foco nas perspectivas desses personagens.

O cancelamento e os caminhos para lidar com isso – tanto dos envolvidos quanto por quem está ao redor – é um dos temas que mais se projetam, onde realmente há uma construção mais constante, um assunto que busca lapidar as camadas que se expandem. A questão é que essas muitas camadas que se abrem, deixam o respiro em segundo plano, alongando o tempo de projeção – mesmo que sem redundância. É maçante em muitos momentos, pois enquanto estamos pensando sobre um ponto, logo outro se apresenta, e costurar isso tudo quando se chega ao fim é uma tarefa árdua – talvez até um convite para assistir ao filme de novo.

A partir também da moral e da ética, o roteiro busca com seu discurso cheio de significados pensar o hoje sob muitos olhares. Provavelmente vai dividir opiniões, mas tem méritos que são facilmente absorvidos.

Lupita Nyong’o revela que Marvel achava que ‘Pantera Negra’ seria um FRACASSO de bilheteria…

Pantera Negra foi um verdadeiro sucesso, sendo um dos filmes mais importantes entre todos os lançamentos do Universo Cinematográfico da Marvel.

No entanto, o estúdio não parecia tão seguro com o título.

Em uma entrevista no BFI London Film Festival, a atriz Lupita Nyong’o, uma das estrelas do longa, afirmou que a Marvel Studios não tinha tanta confiança em ‘Pantera Negra e acreditava que o filme poderia ser um fracasso de bilheteira.

“[Havia] muito medo, definitivamente por parte dos executivos — a Marvel estava um pouco apreensiva. Então, o trailer foi lançado, e todos nós ficamos tipo: ‘Uau, isso é incrível!’ Lembro que estávamos em um grupo de chat, compartilhando memes e comentando sobre como o mundo estava respondendo.”

Após a ótima recepção do trailer, o filme também não decepcionou nas bilheteiras. ‘Pantera Negra arrecadou mais de US$ 1 bilhão ao redor do mundo, tornando-se um dos principais sucessos do estúdio.

Além dos ótimos números de bilheteira, o filme também se tornou um dos longas com melhor avaliação do UCM, agradando tanto aos críticos quanto ao público.

Com o destaque o personagem alcançou, a Marvel Studios segue expandindo sua história.

Jennifer Lawrence TOPARIA voltar como Katniss em novos ‘Jogos Vorazes’

A franquia Jogos Vorazes se tornou um verdadeiro fenômeno mundial, conquistando fãs ao redor do globo e transformando a vida de muitos envolvidos na produção — especialmente a da atriz Jennifer Lawrence. Foi interpretando Katniss Everdeen, a corajosa protagonista da saga distópica baseada nos livros de Suzanne Collins, que Jennifer alcançou o estrelato em Hollywood e consolidou seu nome como uma das grandes estrelas de sua geração.

Em uma entrevista concedida à Variety, Jennifer Lawrence reacendeu a esperança dos fãs ao expressar seu carinho pela personagem e seu desejo de retornar ao papel que marcou sua carreira. Quando questionada sobre a possibilidade de reviver Katniss nas telonas, a atriz não hesitou em demonstrar entusiasmo, ainda que sua resposta tenha sido breve e direta:

“Se a Katniss puder voltar à minha vida algum dia, 100%.”

Apesar dessa declaração animadora, a volta da personagem ao universo cinematográfico ainda parece improvável no futuro próximo. Tanto a produtora da franquia, Nina Jacobson, quanto o diretor Francis Lawrence já comentaram publicamente que a trajetória de Katniss teve um encerramento satisfatório e completo. Para eles, a história da heroína foi concluída de forma sólida e coerente, o que torna difícil justificar um novo capítulo com a personagem no centro da narrativa.

Mesmo assim, o carinho do público e o próprio entusiasmo de Jennifer Lawrence mantêm viva a chama da possibilidade — ainda que remota — de ver Katniss Everdeen novamente em ação. Afinal, em se tratando de Hollywood, nunca se pode dizer nunca.

 

Esse grande mistério precisa ser EXPLICADO na temporada final de ‘Stranger Things’

A quinta temporada de Stranger Things será a última e promete finalmente responder uma das maiores questões deixadas pela série: a origem dos poderes de Vecna.

Embora Henry Creel tenha sido revelado como o grande vilão na quarta temporada, com sua transformação sendo mostrada para o público, a série ainda não explicou exatamente como ele adquiriu suas habilidades sobrenaturais.

Sabemos que Henry Creel era uma criança poderosa que matou sua própria família; no entanto, ainda não temos nenhum detalhe sobre a fonte de seus poderes.

Enquanto os poderes de Onze surgiram como resultado de experimentos no projeto MK Ultra, as habilidades de Vecna ainda são um enigma. A série da Netflix não confirmou se Henry conseguiu seus poderes de alguma forma ou se simplesmente nasceu assim.

Com a quinta temporada estreando em 26 de novembro, há grande expectativa de que Stranger Things finalmente explique a origem dos poderes de seu vilão mais temido e poderoso. 

Os novos episódios se passam no outono de 1987. Hawkins segue abalada pela abertura dos portais, e nossos heróis se unem pelo mesmo objetivo: encontrar e matar Vecna (Jamie Campbell Bower). Mas ele desapareceu e ninguém sabe seu paradeiro. Para complicar tudo, o governo colocou a cidade sob quarentena militar e intensificou a caça à Onze (Millie Bobby Brown), que precisou se esconder novamente.

Conforme o aniversário do desaparecimento de Will (Noah Schnapp) se aproxima, uma ameaça familiar volta à tona. A batalha final se aproxima e, com ela, uma escuridão ainda mais poderosa e mortal. Para acabar com esse pesadelo, todo o grupo precisará se unir de novo pela última vez.

Lembrando que o ciclo de encerramento será dividido em três partes:

Volume 1: 26 de novembro, às 22h
Volume 2: 25 de dezembro, às 22h
Episódio final: 31 de dezembro, às 22h

O elenco estelar inclui, além de Wolfhard, Millie Bobby Brown, Noah Schnapp, Caleb McLaughlin, Gaten Matarazzo e Sadie Sink, bem como Joe Keery, Maya Hawke, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Jamie Campbell Bower, Brett Gelman, David Harbour e Winona Ryder.

 

10 Atores que Poderiam Interpretar o Pantera Negra no Terceiro Filme

Na manhã do dia 28 de agosto de 2020, o mundo amanheceu mais triste. Foi nesta data que perdemos o talentoso e carismático Chadwick Boseman, um dos astros mais boa-praça de Hollywood. O ator, é claro, ficaria para sempre imortalizado como o herói ‘Pantera Negra’, da Marvel. O herói e o filme se tornaram muito mais do que um blockbuster de US$1 bilhão, se tornaram um movimento social de representatividade.

Boseman faleceu aos 43 anos de idade, vítima de um câncer. O ator, no entanto, tinha outros sucessos em sua carreira e viveu, por exemplo, lendas culturais como o jogador Jackie Robinson em ’42 – A História de uma Lenda’ e James Brown em ‘Get on Up – A História de James Brown’. Boseman interpretou o herói Pantera Negra em quatro filmes e inclusive o dublou na série ‘What If…?’ (2021), tendo sido lançado como trabalho póstumo.

Quando foi a hora de lançar a continuação do sucesso esmagador, a opção dos produtores foi por não substituir Boseman no papel, matando o personagem também nas telas. Assim, com o peso maior de um drama, e uma despedida na vida real que invadia também o filme. ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre’ (2022) foi um filme de despedida e de como seguir em frente após uma enorme perda.

Os fãs, por outro lado, acreditavam que a melhor solução seria ter reescalado o herói com outro ator. Decisão essa que a Marvel começa a reconsiderar, segundo rumores cada vez mais fortes. E esse parece o caminho a ser seguido no eventual ‘Pantera Negra 3’, que começa a ganhar forma e já confirmou Denzel Washington no elenco, segundo o próprio deixou escapar em uma entrevista. Porém, outros rumores dizem que alguns atores recusaram a oportunidade, já que seguir os passos de Chadwick será um grande fardo.

Pensando nisso, resolvemos entrar na brincadeira e eleger dez atores que poderiam assumir o manto do Pantera Negra no terceiro filme. Aqui, ranqueamos do décimo ao primeiro todas as opções. Confira abaixo e não esqueça de comentar, elegendo também os seus favoritos.

10) Edi Gathegi

Edi Gathegi tem 45 anos e já esteve em filmes da Marvel e da DC. O ator foi visto em ‘X-Men: Primeira Classe’, 2011, no papel de Darwin. Esse ano, ele aparecerá no novo filme do ‘Superman’, que dará o pontapé inicial para o novo universo DC no cinema, comandado por James Gunn. No filme, Gathegi interpreta o herói Senhor Incrível.

09) Shameik Moore

Aqui temos uma escolha mais jovem, caso a opção da Marvel seja por esse caminho – afinal não sabemos em que circunstâncias o personagem voltará, ou se terá alguma coisa a ver com seu filho, mostrado ao final do segundo filme. Shameik Moore possui 29 anos e é mais conhecido como a voz de Miles Morales nas animações ‘Homem-Aranha no Aranhaverso’ e ‘Através do Aranhaverso’. Mas também já esteve na série ‘The Get Down’ e no filme de herói ‘Samaritano’, com Sylvester Stallone.

08) Toheeb Jimoh

Seguimos por uma opção de um Pantera Negra mais jovem. Toheeb Jimoh é britânico e tem 27 anos, sendo dois anos mais novo que o ator acima. Seu grande papel na carreira até o momento é como o jogador de futebol Sam Obisanya, na série sensação ‘Ted Lasso’, da Apple. No programa, o ator demonstra uma boa forma física para as cenas do esporte.

07) Derek Luke

Agora trazemos uma opção com um pouco mais de idade. O ator Derek Luke está com 50 anos, idade próxima a de Chadwick Boseman. O ator é um daqueles que sabemos ter visto antes, mas não exatamente onde. Ele já fez ótimos trabalhos, mas parece nunca ter decolado verdadeiramente. Luke esteve até no primeiro ‘Capitão América’ (2011), mas isso não seria um problema já que Gemma Chan viveu personagens diferentes em ‘Capitã Marvel’ e ‘Eternos’. Luke inclusive obteve destaque no primeiro filme dirigido por Denzel Washington, ‘Voltando a Viver’ (2002), e aí está uma conexão favorável.

06) Sope Dirisu

Descendente de nigerianos, Sope Dirisu tem 33 anos. O ator já fez de tudo um pouco, mas sua especialidade são as séries de TV. Dirisu já esteve em programas como ‘Black Mirror’, ‘Gangs of London’ e na recente ‘Slow Horses’. Ele também estrelou para a Netflix o terror social ‘O Que Ficou para Trás’ (2020), sobre os terrores da imigração. E este ano aparecerá ao lado de Miles Teller e Anya Taylor-Joy em ‘Entre Montanhas’, da Apple.

05) LaKeith Stanfield

Esse dispensa apresentações. Embora grande parte do público não saiba pronunciar seu nome. O ator esteve em ‘Corra!’ (2017), de Jordan Peele, e ‘Entre Facas e Segredos’ (2019), de Rian Johnson. Stanfield também tem 33 anos. Muitos talvez não lembrem, mas ele foi indicado ao Oscar pelo excelente trabalho em ‘Judas e o Messias Negro’ (2021). Ou seja, traria prestígio ao personagem.

04) John Boyega

Outro que dispensa apresentação, John Boyega será para sempre o Finn, o Stormtrooper desertor da mais recente trilogia de ‘Star Wars’. Além de permanecer para sempre na “friendzone” com Rey, o ator também esteve em filmes como ‘Círculo de Fogo: A Revolta’, ‘A Mulher Rei’ e ‘Clonaram Tyrone!’. Boyega também é inglês e tem 32 anos.

03) Damson Idris

Agora adentramos o top 3 de nossas escolhas para o papel do novo Pantera Negra na Marvel. Em terceiro lugar temos um rosto ainda desconhecido de grande parte do público, o que poderia mudar com a entrada do ator no projeto. Outro ator inglês, Damson Idris tem 33 anos de idade e em breve aparecerá ao lado de Brad Pitt no filme de esporte e corrida, ‘F1’, do mesmo diretor de ‘Top Gun Maverick’. O ator também esteve em ‘Black Mirror’, no filme da Netflix ‘Zona de Combate’ e mais recentemente na série ‘Snowfall’.

02) Aldis Hodge

Agora chegamos aos dois últimos itens da lista. Se dependesse apenas de nossa opinião, Aldis Hodge possui o físico e a presença certa para ser o intérprete do personagem, além de ter a idade aproximada (38 anos). Mas acreditamos que o primeiro lugar é quem deverá ficar com o papel. Você já vai ficar sabendo. Hodge já interpretou um herói no cinema, o alado Gavião Negro em ‘Adão Negro’ (2022). O filme, no entanto, não teve o sucesso esperado. Já na TV, Hodge acaba de lançar a série de suspense ‘Detetive Alex Cross’, da Amazon, revivendo um personagem dos livros, que já foi interpretado por Morgan Freeman em dois filmes.

01) John David Washington

E se Derek Luke possui a vantagem de ter trabalhado com Denzel Washington (que já confirmou estar no elenco), o que dirá John David Washington, filho do astro. John David é o que está no radar de todos para assumir o manto do herói. O ator não é apenas o filho de Denzel, já que coleciona trabalhos significativos em sua carreira, como ‘Infiltrado na Klan’, ‘Tenet’, ‘Amstedã’ e ‘Resistência’. Washington tem 40 anos. Porém, a maior questão quanto a ele assumir o papel talvez seja a sua altura. Com 1.75m, o ator é considerado baixo para os padrões americanos. Mas temos certeza de que isso será contornado.

‘(Des)controle’: Filme que traz Carolina Dieckmmann como alcoólatra terá pré-estreia mundial no Festival do Rio 2025

(Des)controle‘, dirigido por Rosane Svartman e Carol Minêm, terá pré-estreia mundial no Festival do Rio 2025, a maior vitrine do cinema nacional. A sessão de gala para convidados ocorre no dia 9 de outubro, às 21h45, no histórico Cine Odeon – CCLSR, no Centro do Rio de Janeiro.

A noite terá presença das diretoras, da produtora Iafa Britz, que criou o argumento da história, e de grande parte do elenco: Carolina Dieckmmann, Caco Ciocler, Julia Rabello, Stefano Agostini, Rafael Fuchs, Mouhamed Harfouch, Assucena, entre outros. O longa tem nova previsão de estreia: 5 de fevereiro de 2026, nos cinemas de todo o país.

20 filmes para ficarmos de olho no Festival do Rio 2025

Inspirado em histórias verdadeiras, ‘(Des)controle‘ traz Carolina Dieckmmann em uma performance que transita em emoções extremas. A personagem precisa lidar com a antiga adicção enquanto a vida segue seu curso, numa corda bamba em busca do controle, tentando desesperadamente preservar suas conquistas, responsabilidades e afetos.

‘Virtuosas’: Terror com Bruna Linzmeyer que se passa em retiro VIP tem estreia mundial no Festival do Rio

Assista ao trailer:

O filme também retrata o impacto do alcoolismo na família de Kátia e a importância de uma rede de apoio, reunindo nomes de peso nestes papéis: Irene Ravache e Daniel Filho, como pais da escritora; Caco Ciocler, como o marido; e Júlia Rabello, interpretando a melhor amiga e também agente de Kátia. Já Stefano Agostini e Rafael Fuchs Müller interpretam os filhos, que acabam lidando pela primeira vez com o alcoolismo da mãe.

(Des)controle‘ acompanha a história de Kátia Klein, escritora bem-sucedida e mãe dedicada, que vê sua vida sair do eixo quando passa por um bloqueio criativo que a impede de trabalhar, além de um casamento em ruína. Isso tudo ao mesmo tempo que administra o acúmulo das demandas de seus dois filhos e de seus pais.

Sobrecarregada e em busca de um alívio, ela passa de uma simples taça de vinho ao descontrole total, reativando seu alcoolismo. Protagonizado por Carolina Dieckmmann, acompanhada de grande elenco, (Des)controle é um drama envolvente, com pitadas de humor que busca discutir o alcoolismo e mostrar a vida como ela é.

20 filmes para ficarmos de olho no Festival do Rio 2025

Como todo amante da sétima arte sabe, outubro é mês de Festival do Rio! Em 2025, na 27ª edição desse evento – que ao longo dos anos foi se consolidou como uma importante vitrine das produções de nosso país – mais de 120 filmes brasileiros serão exibidos entre os dias 02 a 12 de outubro, em diversos espaços na capital carioca. Para você que curte uma lista, ou já está em busca sobre o que assistir no festival, selecionamos abaixo 20 produções para você ficar de olho durante o evento:

 

Cyclone, de Flavia Castro

São Paulo, 1919. Desafiando todas as regras, uma jovem operária e dramaturga conquista uma cobiçada bolsa para estudar teatro em Paris, mas logo descobre que o maior obstáculo para realizar seu sonho é ter nascido em um mundo onde as mulheres sequer são donas do próprio corpo. (Sinopse Oficial)

 

Ato Noturno, de Marcio Reolon e Filipe Matzembacher

Um ator ambicioso e um político em ascensão vivem um caso em sigilo e, juntos, descobrem ter fetiche por sexo em lugares públicos. À medida que se aproximam da fama, mais intenso se torna o desejo de se colocarem em risco. (Sinopse Oficial)

 

Dolores, de Marcelo Gomes e Maria Clara Escobar

Às vésperas de completar 65 anos, Dolores tem uma premonição: sua vida irá mudar. Ela será dona de um cassino de sucesso. Mas seu passado de vício no jogo pode atrapalhar. Deborah, sua única filha, espera a saída do namorado da prisão para começar uma nova vida, enquanto Duda, neta de Dolores, recebe uma oferta para trabalhar nos Estados Unidos. As três mulheres tentam transformar seus sonhos de uma vida melhor em realidade, apostando no tudo ou nada. (Sinopse Oficial)

 

Quase Deserto, de José Eduardo Belmonte

 

Em uma Detroit pós-pandêmica, dois imigrantes latinos indocumentados se veem envolvidos em um assassinato e, sem querer, resgatam a única testemunha: uma mulher com uma síndrome rara que lhe dá olhos infantis, dificuldades de socialização e uma percepção além do comum – ela enxerga o que ninguém mais vê. Agora, essa tríade improvável protagoniza sua própria aventura, onde redenção, traição e ironia se entrelaçam em meio aos escombros de uma cidade que esconde segredos sujos sob o disfarce de reconstrução. (Sinopse Oficial)

 

Virtuosas, de Cíntia Domit Bittar

Um retiro VIP para mulheres em busca de sua melhor versão se transforma em uma jornada absurda e perigosa. (Sinopse Oficial)

 

#SalveRosa, de Susanna Lira

 

Rosa, 13 anos, é uma celebridade da internet no auge da carreira. A angústia se instala quando ela descobre que é manipulada e vive uma vida de mentiras. O contraste entre a imagem perfeita nas redes sociais e a realidade opressiva cria um drama visceral sobre exposição precoce e relações tóxicas. (Sinopse Oficial)

 

Honestino, de Aurélio Michiles

O documentário retrata a trajetória de Honestino Guimarães, líder estudantil da UnB assassinado pela ditadura aos 26 anos. A partir de arquivos e escritos inéditos, o filme reflete sobre sua luta, legado e o Brasil que ele sonhou transformar. (Sinopse Oficial)

 

Massa Funkeira, de Ana Rieper

 

Documentário sobre sexo a partir do universo do funk, gênero musical de maior potência e popularidade no país. Sem moralismos, o filme revela como, através do corpo, da dança, das letras e vivências de seus artistas, o funk expressa resistência, desejo, prazer e afirmação pessoal. Combinando registros de bailes, corpos em movimento, grandes personagens desse universo, cenas cotidianas e um batidão que quando toca ninguém fica parado, o filme celebra o funk como força vital e cultural da periferia brasileira. (Sinopse Oficial)

 

Eu Não Te Ouço, de Caco Ciocler

Um encontro improvável entre dois brasileiros transforma-se num road movie inusitado, um dispositivo radical de espelhamento onde sobrevivem apenas fragmentos de discursos. Trafegando pelo humor, a tensão e momentos poéticos, o filme faz um retrato de uma sociedade dilacerada pela impossibilidade de escuta e equilíbrio entre narrativas truncadas e ideologias cooptadas. (Sinopse Oficial)

 

Nada a Fazer, de Leandra Leal

Documentário que acompanha a transformação na relação entre mãe e filha das atrizes brasileiras Angela e Leandra Leal, quando confinadas durante a pandemia de COVID-19. Com o teatro da família em crise e temendo o futuro, decidem ler e estudar a peça Esperando Godot, início de uma jornada de amor e arte onde o Teatro é espaço de transformação. Captado de forma íntima e artesanal, é amparado em profundo arquivo familiar, que atravessa o tempo e reverencia a memória e a maternidade. (Sinopse Oficial)

 

Anos 90: A Explosão do Pagode, de Emílio Domingos e Rafael Boucinha

Doc “Pagode 90”: Péricles e Salgadinho.

 

Documentário que revive a década de ouro do pagode, celebrando o gênero musical que marcou uma geração, dominando festas, programas de tv e rádios por todo o Brasil. Com imagens de arquivo e depoimentos de artistas e personalidades dos bastidores, o filme explora as raízes desse fenômeno, seu meteórico sucesso e o legado que ainda ecoa na música atual. Em um musical nostálgico, formado por grandes nomes do gênero, sucessos atemporais ganham novas interpretações, homenageando o impacto do pagode na cultura brasileira. (Sinopse Oficial)

 

(Des)controle, de Rosane Svartman e Carol Minêm

Kátia é uma escritora bem-sucedida e mãe dedicada que vê sua vida sair do eixo quando passa por um bloqueio criativo, ao mesmo tempo que seu casamento entra em ruína. Isso tudo enquanto administra o acúmulo das demandas de seus dois filhos e de seus pais. Sobrecarregada e em busca de um alívio, ela passa de uma simples taça de vinho ao descontrole total, reativando seu alcoolismo. (Des)controle é um drama envolvente, com pitadas de humor, que busca discutir o alcoolismo e mostrar a vida como ela é. (Sinopse Oficial)

 

As Vitrines, de Flavia Castro

Chile, 1973. Logo após o golpe militar de Pinochet, centenas de militantes de esquerda latino americanos se refugiam na embaixada da Argentina, à espera de um visto para poder sair do país. Para Pedro (12) e Ana (11), filhos de militantes, esse confinamento forçado se torna um parêntesis no tempo. Juntos, experimentam uma rara liberdade ao mesmo tempo em que tentam lidar com as rupturas que o golpe provocou em suas vidas. (Sinopse Oficial)

 

O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho

Brasil, 1977. Fugindo de um passado misterioso, Marcelo, um especialista em tecnologia, na casa dos quarenta, volta ao Recife em busca de um pouco de paz, mas percebe que a cidade está longe de ser o refúgio que procura. (Sinopse Oficial)

 

Para Vigo Me Voy, de Lírio Ferreira e Karen Harley

Documentário que mergulha na obra de Carlos Diegues, cineasta que retratou a história e o espírito do Brasil desde 1961. O longa navega entre os filmes dele e sua trajetória pessoal. Trechos das obras são intercalados com entrevistas do diretor. Acompanhamos a evolução de seu cinema e de seu discurso, costurando esse diálogo com imagens inéditas da última filmagem de Diegues em Deus Ainda é Brasileiro, uma sessão de Bye Bye Brasil no Vidigal em que esteve presente e um grande encontro com artistas que foram companheiros de jornada. (Sinopse Oficial)

 

Querido Mundo, de Miguel Falabella e Hsu Chien

Filme sobre amor, esperança e possibilidades. A queda de uma ponte numa noite de tempestade une os mundos de Elsa e Oswaldo, que acabam por se encontrar no Rio de Janeiro às vésperas do Ano Novo, nos escombros de um prédio abandonado por seus construtores. (Sinopse Oficial)

 

Fernanda Abreu – Da Lata 30 anos, o documentário, de Paulo Severo

O documentário parte do vasto material inédito captado em vídeo no ano de 1995 durante as gravações do álbum Da Lata, da cantora Fernanda Abreu. Registros feitos nos estúdios no Rio de Janeiro, e mixagem no Soul II Soul Studio / Londres, nas filmagens de videoclipes, na sessão de fotos com Walter Carvalho para a capa e em trechos do show Da Lata. Conta também com depoimentos atuais dos colaboradores envolvidos no universo “da lata” na época. Uma celebração musical e visual contextualizada na expressão social e cultural da cidade do Rio de Janeiro e do Brasil de 1995. (Sinopse Oficial)

 

Milton Gonçalves, Além do Espetáculo, de Luiz Antonio Pilar

 

Documentário sobre a vida e obra de um dos mais prolíficos artistas do país, Milton Gonçalves, ator e diretor com mais de 80 trabalhos na televisão, 70 obras no cinema e 30 produções no teatro. De clássicos como Macunaíma e O Beijo da Mulher Aranha a algumas das principais dramaturgias da televisão brasileira, como O Bem-Amado e Roque Santeiro, Milton rompeu barreiras impostas aos artistas negros e participou da história da televisão brasileira, da fundação do teatro contemporâneo e do cinema nacional, tornando-se uma das maiores referências de nossa arte. (Sinopse Oficial)

 

Sexa, de Gloria Pires

Bárbara, 60 anos, está indignada com as injustiças do envelhecimento feminino. Depois de seu último romance, resolve abrir mão do amor para ter uma boa relação com o filho, que a vê como uma idosa recatada e do lar. Mas Bárbara é mais do que uma sexagenária, ela é SEXA! Já diria a amiga Cristina, com quem cultua o botox e amaldiçoa a falta de colágeno entre boas doses de sarcasmo e vinho. Aí ela conhece Davi, 35 anos, e eles se apaixonam. Agora Bárbara precisa decidir entre ser o que a sociedade conservadora espera de uma mulher madura ou viver essa paixão arrebatadora. (Sinopse Oficial)

 

Perto do Sol é Mais Claro, de Regis Faria

Comovente retrato de Regi, engenheiro carioca de 85 anos, no momento em que lida com a perda recente de sua esposa. A narrativa nos guia por sua rotina solitária, mostrando o apoio dos filhos e sua determinação em seguir em frente ao escrever um livro e se apaixonar por uma talentosa atriz. O filme celebra a vida, a resiliência e o poder do amor em meio às complexidades do processo de envelhecimento. (Sinopse Oficial)

 

O Festival do Rio 2025 terá uma ampla cobertura no Cinepop. Acompanhem tudo de 02 a 12 de outubro, em nossas redes sociais e aqui no site.

James Cameron se REVOLTA e afirma que ‘Avatar 4’ pode ser cancelado…

Avatar: Fogo e Cinzas‘ chegará aos cinemas em dezembro e quase certamente será um sucesso de bilheteria. Mesmo em um momento em que é mais difícil do que nunca para os sucessos de bilheteria de Hollywood superar US$ 1 bilhão em todo o mundo, US$ 2 bilhões parecem uma aposta segura para a trilogia de James Cameron.

Msmo com o sucesso, Cameron revelou que não está feliz e se revoltou com os altos custos de produção que o cinema está demandando.

˜A grande oscilante em tudo isso é, ganharemos algum dinheiro com Avatar 3? Quero dizer, vamos ganhar algum dinheiro. Mas a questão é: que tipo de margem de lucro, se houver, existe, e quanto de incentivo é esse para continuar neste universo? Ou talvez esperemos um pouco até descobrirmos como reduzir os custos. Porque os custos de produção subiram em espiral nos últimos anos, especialmente em Efeitos Especiais. Tudo subiu muito, e está começando a atrapalhar o tipo de filmes que eu gosto de fazer.”, ele afirmou à Variety.

Cameron desenvolveu sua própria tecnologia para criar o mundo de Pandora.

“Então há um argumento para fazer uma pausa e descobrir isso”, continuou ele. “Há um argumento para sair e fazer um filme menor e mais pessoal enquanto isso, enquanto isso é resolvido. Há um argumento, em sucesso selvagem, para nós apenas lançarmos e irmos direto para [Avatar 4 e 5] e eu descobrir uma metodologia de produção em que tenho um pequeno hiato onde posso fazer outro filme.”

O último trailer de ‘Avatar: Fogo e Cinzas‘ pegou os fãs de surpresa foi uma reviravolta que promete mudar o destino da franquia.

O humano Spider aparece respirando o ar de Pandora — sem máscara. Sim, você leu certo. Até agora, a toxicidade da atmosfera de Pandora era um dos pilares da trama: os humanos não podiam sobreviver sem o auxílio de máscaras ou da transferência para avatares. O simples fato de um humano estar ali, ao ar livre e respirando normalmente, não é só chocante — é um indicativo de que as regras desse universo estão prestes a mudar.

No trailer, Jake Sully (vivido por Sam Worthington) verbaliza o impacto dessa possível mudança com uma frase que já está dando o que falar:

“E se todo humano pudesse viver aqui sem máscara? Os Na’vi estariam condenados.”

‘Avatar: O Caminho da Água’ retorna aos cinemas com prévia exclusiva de ‘Fogo e Cinzas’

Essa fala expõe um medo real: a balança do poder entre humanos e Na’vi pode estar prestes a pender para o lado dos invasores. Se o que torna Pandora protegida da colonização humana for neutralizado, o povo azul enfrentará uma ameaça sem precedentes.

A cena de Spider (Jack Champion), filho humano criado entre os Na’vi, caminhando livremente por Pandora sem qualquer equipamento respiratório, não parece ser um erro de continuidade ou um descuido de roteiro. Pelo contrário, é uma pista cuidadosamente colocada que pode indicar o próximo grande arco narrativo da franquia.

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Outra pista importante vem de uma sequência simbólica no trailer: Spider aparece junto à Árvore das Almas — centro espiritual sagrado para os Na’vi — em um momento que sugere uma espécie de renascimento. Há quem diga que ele teria sido tocado (ou até escolhido) por Eywa, a força viva que conecta toda a vida em Pandora.

Se for esse o caso, Spider não seria apenas um humano adaptado. Ele se tornaria algo novo — uma ponte viva entre dois mundos, um símbolo de reconciliação ou destruição, dependendo de qual caminho ele escolher.

Nova vilã de ‘Avatar: Fogo e Cinzas’ é revelada em foto inédita

E isso levanta uma questão ousada: será que Spider está sendo moldado para substituir Jake Sully como protagonista da franquia? Afinal, ele carrega dentro de si o conflito central da saga — humano de nascimento, mas Na’vi de coração.

 

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O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 18 de dezembro.

James Cameron (‘Titanic’) retorna à direção.

A nova trama retoma os acontecimentos de ‘Avatar: O Caminho da Água‘, que mostrou Jake e sua família unindo forças com os Metkayina — o clã aquático de Pandora — para enfrentar a opressiva RDA (Recursos de Desenvolvimento da Administração). Em ‘Fogo e Cinzas‘, a ameaça vem dos Ash People, grupo que rompeu com a cultura tradicional dos Na’vi e abandonou sua conexão com a natureza.

O elenco conta com Sam Worthington, Zoe Saldaña, Sigourney Weaver, Stephen Lang, Oona Chaplin, Cliff Curtis, Britain Dalton, Trinity Bliss, Jack Champion, Bailey Bass e Kate Winslet.

Vale lembrar que as sequências ‘Avatar 4‘ e ‘Avatar 5‘ já foram confirmadas, estão programadas para 21 de dezembro de 2029 e 19 de dezembro de 2031, respectivamente.

ELA VEM AÍ! ‘Supergirl’ é exibido para executivos da DC

Superman‘ foi um dos maiores sucessos do ano, e o público está empolgado para aprender mais sobre o retorno da Garota de Aço à tela grande com ‘Supergirl‘ – que estreia em Junho de 2026.

De acordo com o THR, “Supergirl teve uma exibição tranquila no lote de Burbank para um grupo seleto de executivos e alguns membros do confiável estábulo de James Gunn na DC”.

A exibição não revela nenhum detalhe, mas alguns scoopers confiáveis alegaram ter ouvido grandes coisas sobre o filme, e não ficaríamos surpresos se algumas primeiras reações começassem a se infiltrar nas próximas semanas.

James Gunn revela detalhes da nova ‘Supergirl’: “Ela não é o Superman”

A direção do longa fica por conta de Craig Gillespie, conhecido por filmes como Cruella e Eu, Tonya. O roteiro é assinado por Ana Nogueira, e a estreia de ‘Supergirl’ está prevista para 2026 nos cinemas.

A protagonista será interpretada por Milly Alcock (‘House of the Dragon’), e o elenco também conta com Eve Ridley (‘Ruthye’), Matthias Schoenaerts (‘Krem’), David Krumholtz (‘Zor-El’) e Emily Beecham (‘Alura In-Ze’).

DC Studios escala roteirista de ‘Supergirl’ para novo filme da ‘Mulher-Maravilha’

‘Virtuosas’: Terror com Bruna Linzmeyer que se passa em retiro VIP tem estreia mundial no Festival do Rio

No dia 10 de outubro, o filme ‘Virtuosas‘, da cineasta Cíntia Domit Bittar, estreia no Festival do Rio, o maior festival de cinema da América Latina.

O terror, que tem produção da Novelo Filmes, produção associada da Cajamanga e coprodução da Olhar Filmes, foi selecionado para a mostra competitiva “Première Brasil: Ficção” e é o primeiro longa-metragem de ficção da diretora catarinense.

A obra se passa em um retiro VIP para mulheres, que estão em busca de sua melhor versão. Porém, tudo se transforma em uma jornada absurda e perigosa.

Bruna Linzmeyer, Maria Galant e Juliana Lourenção fazem parte do elenco principal. Linzmeyer dá vida à Virgínia, uma coach que tem como o foco o público feminino conservador e que prega sobre os valores da mulher virtuosa e seu papel na família e na sociedade. Um desconforto rapidamente se instala e, conforme o retiro avança, a tensão cresce na tela por meio do fascínio e inquietação do público diante das atitudes das personagens, surpreendendo-se com até onde podem chegar.

“A ideia da “mulher virtuosa”, embora desconhecida por muitos, é um conceito comum em contextos conservadores. Mergulhei em uma densa pesquisa sobre o assunto, em busca de verossimilhança e solidez para a criação das personagens, dos diálogos, da estética como um todo. E, a partir desse contexto, exploro as possibilidades do terror, trabalhando com o absurdo, a ironia e a tragédia.”, explica a diretora Cíntia Domit Bittar.

Virtuosas‘ promove uma narrativa de suspense com uma inquietude constante e sem motivo tão explícito no início, com humor ácido e um final amargo.

“O terror é um gênero que me fascina desde a infância. É muito rico e são diversas as maneiras de evocar o medo e o estranho. Um território fértil para abordar temas contemporâneos da sociedade e tecer críticas, ainda mais no meu caso, pois o que mais me assusta não são demônios e espíritos, mas sim a maldade das pessoas e até onde elas são capazes de ir para conseguir o que querem”, comenta a diretora, que explora o feminismo no terror de forma diferente da usual final girl. “É interessante e desafiador ampliar o conceito do olhar feminista para o cinema a partir do terror, já que o lugar comum disso é a mulher que sobrevive, a mulher que é possuída, a mulher que dá a luz ao demônio, a que vence o mal e por aí vai. Acredito que uma forma de contribuir é criar mulheres ambíguas, por vezes sem qualquer escrúpulo, porque são demasiadamente e monstruosamente humanas. Isso também é fortalecer mulheres no cinema, pois trazer a complexidade e a contradição é trazer humanidade. E é também colocar as personagens mulheres em foco, já que é sobre elas e não sobre algum personagem homem que está ali”. Cíntia acrescenta que “É empolgante ver o gênero em alta mais uma vez”.

No Festival do Rio, o filme tem estreia marcada para o dia 10 de outubro, às 19h15, no Estação NET Gávea. Também haverá sessão no dia 11, às 13h30, no Cine Odeon, e no dia 12 de outubro, às 18h45, no Cinesystem Belas Artes.

‘Lago dos Ossos’: Terror ERÓTICO com Marco Pigossi conquista 87% de aprovação no RT; Confira as reações!

Com 62 reviews publicadas até o momento, o terror erótico ‘Lago dos Ossos‘ (Bone Lake), estrelado pelo brasileiro Marco Pigossi (‘Gen V’), conquistou 87% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

Os críticos aclamaram a performance de seus quatro protagonistas, destacando o contraste bem equilibrado entre o humor sombrio e as cenas sangrentas da produção.

Separamos os trechos das principais críticas:

Marco Pigossi e Maddie Hasson entregam performances realistas e críveis, enquanto Andra Nechita e Alex Roe trazem uma energia mais exagerada e envolvente, que resulta em um magnetismo assustador.” (New York Times)

“Até mesmo quando ‘Bone Lake’ mostra ao seu veio e liberta toda a sua insanidade, o filme traz uma execução sagaz e afiada. A trama também oferece aos seus quatro atores a chance de brilhar.” (San Jose Mercury News)

“Embora não seja perfeito, este terror foi criado de forma inteligente e executado com confiança o suficiente para ser uma aventura divertida, que eventualmente mergulha de cabeça em uma comédia sombria e sangrenta.” (Variety)

“‘Lago dos Ossos’ é perversamente divertido, em vez de moderadamente incisivo.” (Austin Chronicle)

“Em sua primeira hora, este filme parece um drama de relacionamento europeu… antes de explodir em um caos extremamente sangrento.” (RogerEbert.com)

“Este filme tem um bom senso de humor sem se tornar uma paródia; traz o equilíbrio perfeito entre risos e cenas sangrentas.” (Detroit News)

O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 5 de fevereiro de 2026.

Confira o trailer siga o CinePOP no Youtube:

Mercedes Bryce Morgan é responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por Joshua Friedlander (‘Holly Slept Over’).

As férias românticas de um casal em uma propriedade isolada à beira de um lago são interrompidas quando eles são forçados a dividir a mansão com um casal misterioso e atraente. Uma escapada dos sonhos se transforma em um labirinto de pesadelos, sexo, mentiras e manipulação, revelando segredos aterrorizantes e desencadeando uma batalha sangrenta pela sobrevivência.

O elenco ainda conta com Maddie Hasson (‘Maligno’), Alex Roe (‘O Chamado 3’) e Andra Nechita (‘Professora Sem Classe’).

Bone lake poster

Ursinho Pooh: Sangue e Mel 3

(Winnie-the-Pooh: Blood and Honey 3)

 

Elenco:

 

Direção:  Scott Chambers

Gênero: Terror

Duração: — min.

Distribuidora: Imagem Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 3 de Setembro de 2026

Sinopse: 

Em URSINHO POOH: SANGUE E MEL 3, o clássico personagem infantil retorna para mais um massacre doentio e sangrento.

Curiosidades: 

» Richard Stanley (‘A Cor que Caiu do Espaço’) assinará o roteiro. “Estou muito animado em me juntar à equipe criativa como roteirista no terceiro filme desta amada e sangrenta franquia, que ajudou a revitalizar a produção independente de filmes no Reino Unido. O Bosque dos Cem Acres nunca mais será o mesmo,” declarou;

» Rhys Frake-Waterfield, diretor dos filmes anteriores, servirá como produtor;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘Ursinho Pooh: Sangue e Mel 3’ ganha data de estreia no Brasil

A sequência ‘Ursinho Pooh: Sangue e Mel 3‘ finalmente ganhou data de estreia no Brasil.

O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 3 de setembro de 2026, pela Imagem Filmes.

O terceiro filme contará com um orçamento maior do que as iterações anteriores, e deve introduzir novos personagens do universo do Ursinho Pooh, como o coelho Abel, os Efalantes e os Woozles.

Richard Stanley (‘A Cor que Caiu do Espaço’) assinará o roteiro.

“Estou muito animado em me juntar à equipe criativa como roteirista no terceiro filme desta amada e sangrenta franquia, que ajudou a revitalizar a produção independente de filmes no Reino Unido. O Bosque dos Cem Acres nunca mais será o mesmo,” declarou o roteirista.

Scott Chambers, produtor dos dois primeiros filmes e diretor de ‘Peter Pan: Pesadelo na Terra do Nunca‘, assumirá o comando do próximo capítulo – substituindo Rhys Frake-Waterfield, que retornará apenas como produtor.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Sean “Diddy” Combs é condenado a quatro anos de prisão

sean diddy

Um ano após ter sido preso por acusações de tráfico sexual e extorsão, o rapper e magnata da música Sean “Diddy” Combs finalmente foi sentenciado a quatro anos e dois meses de prisão.

Em julho, ao fim do julgamento dele, que teve grande repercussão, o rapper já havia sido considerado culpado por duas acusações, relacionadas ao transporte para prostituição. Agora, sua pena foi definida.

De acordo com o Variety, os doze meses que o rapper passou na prisão irão contar em sua sentença, e ainda afirmou que seus advogados devem apresentar um recurso imediatamente.

Vale lembrar que Diddy foi considerado inocente de três de suas acusações mais graves: duas de tráfico sexual e uma de associação criminosa.

Combs, outrora um titã das indústrias da música e da moda, foi acusado de coagir várias mulheres a participarem de “freak-offs”, maratonas sexuais de vários dias com uso de drogas e acompanhantes masculinos que ele levava de um estado a outro.

A defesa argumentou que Combs pagava aos homens pelo seu “tempo” e que os encontros sexuais aconteciam naturalmente entre três adultos consentindo. Enquanto a acusação rebateu dizendo que a ideia de que os acompanhantes não eram pagos por sexo “não passa nem no teste do riso” e que, quando Combs entregava maços de dinheiro ao fim dos encontros, não era pela “conversa brilhante” deles.

A defesa considera a absolvição de Combs nas acusações de tráfico sexual e associação criminosa uma grande vitória.

ENTENDA O CASO

‘The Life of a Showgirl’: Novo filme da Taylor Swift deve arrecadar US$ 30 milhões em estreia nos EUA

De acordo com o Deadline, o novo filme da Taylor Swift, que está sendo descrito como um evento cinematográfico ligado ao seu 12º álbum de estúdio – intitulado The Life of a Showgirl –, deve dominar as bilheterias em sua estreia nos EUA.

Projeções recentes indicam que a produção deve abrir em torno de US$ 29-31 milhões em seu primeiro final de semana no país.

Crítica em Vídeo | Taylor Swift transforma o mundo em seu próprio palco com o álbum ‘The Life of a Showgirl’

No entanto, o longa pode acabar surpreendendo. Alguns estimativas apontam um lançamento ainda maior, na faixa dos US$ 40 milhões.

Intitulado ‘The Official Release Party of a Showgirl‘, o filme será lançado nos cinemas nacionais apenas no dia 24 de outubro.

Vale lembrar que o álbum já foi lançado. O compilado de originais já está disponível em todas as plataformas de streaming e conta com 12 faixas inéditas.

Confira a tracklist:

1. “The Fate of Ophelia”
2. “Elizabeth Taylor”
3. “Opalite”
4. “Father Figure”
5. Eldest Daughter”
6. “Ruin the Friendship”
7. “Actually Romantic”
8. “Wi$h Li$t”
9. “Wood
10. “CANCELLED!”
11. “Honey”
12. “The Life of a Showgirl (feat. Sabrina Carpenter)”

O último álbum de Swift foi The Tortured Poets Department, que conquistou seis indicações ao Grammy 2025, incluindo Álbum do Ano.

Swift é uma das mais artistas mais vendidas de todos os tempos e uma das mais premiadas também. Ela já possui 14 estatuetas do Grammy em sua coleção, incluindo quatro Álbuns do Ano por ‘Fearless’, ‘1989’‘Folklore’‘Midnights’.

Recentemente, ela lançou novas versões dos álbuns ‘Fearless’‘Red’‘Speak Now’ e ‘1989’, todos ovacionados pela crítica especializada e pelo público.

‘Bone Lake’: Terror erótico com Marco Pigossi ganha data de estreia no Brasil

O terror erótico ‘Bone Lake‘, estrelado pelo brasileiro Marco Pigossi (‘Gen V’), finalmente ganhou data de estreia no Brasil.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 5 de fevereiro de 2026.

Na trama, as férias românticas de um casal em uma propriedade isolada à beira de um lago são interrompidas quando eles são forçados a dividir a mansão com um casal misterioso e atraente. Uma escapada dos sonhos se transforma em um labirinto de pesadelos, sexo, mentiras e manipulação, revelando segredos aterrorizantes e desencadeando uma batalha sangrenta pela sobrevivência.

Confira o trailer siga o CinePOP no Youtube:

Mercedes Bryce Morgan é responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por Joshua Friedlander (‘Holly Slept Over’).

O elenco ainda conta com Maddie Hasson (‘Maligno’), Alex Roe (‘O Chamado 3’) e Andra Nechita (‘Professora Sem Classe’).

Bone lake poster

Três novos atores são confirmados no reboot de ‘Resident Evil’, do diretor de ‘A Hora do Mal’

Mulher correndo de zumbis em cenário apocalíptico.

De acordo com o The Hollywood Reporter, três novos atores foram anunciados no elenco do reboot de ‘Resident Evil‘, que está sendo desenvolvido pela Sony Pictures.

Zach Cherry (‘Ruptura’), Kali Reis (‘True Detective’) e Johnno Wilson (‘A Casa da Raven’) foram confirmados na produção.

Cherry interpretará um cientista em um hospital, enquanto Reis dará vida a uma ex-militar, que originalmente seria um personagem masculino. Infelizmente, detalhes sobre o personagem de Wilson não foram divulgados.

Austin Abrams, do terror ‘A Hora do Mal‘, será o protagonista.

O elenco ainda contará com Paul Walter Hauser (‘Black Bird’).

Zach Cregger (‘Noites Brutais’) será responsável pela direção.

Anteriormente, o cineasta havia revelado que a nova adaptação não será “completamente fiel” aos jogos: “É um roteiro original. É uma história estranha. Eu escrevi e amei a narrativa. Não tem nada a ver com os outros filmes baseados em ‘Resident Evil’. Se eu fizer meu trabalho do jeito certo, [a nova adaptação] será única e diferente.”

Ele completa, “Sou um grande fã dos jogos, já os joguei. Não sei quantas vezes já joguei o quarto jogo. Eu realmente amo. Eu definitivamente não estou tentando ser completamente fiel à mitologia dos jogos. Quero contar uma história que seja autêntica à experiência que você sente ao jogar os jogos”. 

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 17 de Setembro de 2026.

Além de dirigir, Cregger também assina o roteiro ao lado de Shay Hatten (‘Army of the Dead: Invasão em Las Vegas’).

A Constantin Film, que detém os direitos de exibição do título desde o final dos anos 1990 e está por trás dos filmes anteriores, produzirá o reboot junto com a PlayStation Productions.

Vale lembrar que a adaptação mais recente, ‘Resident Evil: Bem-vindo a Raccoon City‘, foi massacrada pelos críticos – com apenas 30% de aprovação no Rotten Tomatoes –, além de ter fracassado nas bilheterias, arrecadando meros US$ 41.9 milhões mundialmente, a partir de um orçamento de US$ 25 milhões.