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‘Pinguim’: Colin Farrell fala sobre possível 2ª temporada; “Teria que ser algo realmente incrível”

pinguim

Colin Farrell, astro da série ‘Pinguim’, falou recentemente sobre o sucesso da produção da HBO Max, abordando a possibilidade de uma segunda temporada em entrevista à Variety.

O ator refletiu sobre a experiência intensa, equilibrando exaustão e gratidão:

“Falei sobre essa experiência de todos os ângulos possíveis, e eu amei, mas, ao final, também estava esgotado. Não me entenda mal, fui muito bem pago por isso. Mas, falando como um fã de cinema e televisão, eu não consigo separar o homem que está em um trailer, vestindo aquele figurino no início do dia, do garotinho de cinco ou seis anos, de pijama, sentado no chão da sala dos pais assistindo ‘Batman’ de 1966. Simplesmente não consigo”, afirmou Farrell.

Ele continuou, expressando a honra de assumir o papel: “O sentimento de honra ao interpretar mais uma versão desse personagem, depois de Burgess Meredith, Danny DeVito e o ator da série ‘Gotham’, que ainda não assisti, mas de quem ouvi coisas extraordinárias, foi muito real para mim. Mas eu fui mimado por ter oito horas de história e seis meses de filmagem. Pessoalmente, não sinto um desejo ardente de fazer mais oito horas. Mas a vida é maior do que meus próprios desejos”.

Farrell destacou que um possível retorno dependeria de uma ideia de alta qualidade, que respeitasse o contexto do universo de Matt Reeves.

“Se surgisse uma ideia realmente interessante, algo que funcionasse em paralelo ao universo de Matt Reeves, no início de ‘Batman’, talvez. A série ‘The Penguin’ foi construída de forma impecável, arquitetônica, emocional e psicologicamente, a partir do que aconteceu no final de ‘The Batman’: a enchente e a morte de Carmine Falcone, que deixaram um vácuo de poder em Gotham City. Foi a oportunidade perfeita para criarmos uma história paralela de oito horas que pudesse, possivelmente, se conectar ao segundo filme”, destacou.

Por fim, o ator reforçou seu critério rigoroso para a sequência: “Teria que ser algo realmente incrível. Eu não gostaria de voltar só porque a primeira deu certo, e depois deixar o público pensando: ‘Por que não deixou como estava?’, isso seria uma pena. Mas se viesse algo extraordinário, eu com certeza me interessaria em voltar”.

‘Pinguim’ já está disponível na HBO Max.

O diretor Matt Reeves e a showrunner Lauren LeFranc comemoram a chance de revisitar Gotham em seu novo projeto.

“Colin explodiu na tela como o Pinguim em ‘Batman’, e ter a chance de explorar completamente a vida interior desse personagem na HBO Max é uma emoção absoluta”, disse o diretor de ‘Batman’, Matt Reeves, anteriormente. “Dylan e eu estamos muito animados em trabalhar com Lauren para continuar a história de Oz enquanto ele busca violentamente o poder em Gotham.”

“Eu sempre fui fã do universo de Batman, e o filme de Matt é uma entrada tão poderosa e audaciosa no cânone. Estou empolgado e humilde em continuar contando histórias no mundo sombrio de Gotham City, e que melhor desculpa para canalizar meu lado vilão do que contar a história de Oswald Cobblepot? Estou emocionado em trabalhar com Colin, Matt, Dylan, 6th & Idaho, Warners e HBO Max enquanto trabalhamos para levar essa história para as telas”, acrescentou a showrunner Lauren LeFranc.

‘Wicked: Parte 2’: Diretor revela uso de efeitos práticos na sequência; “O resultado é extraordinário”

Jon M. Chu, o diretor de Wicked: For Good’, revelou recentemente detalhes instigantes sobre a aguardada sequência do musical de sucesso da Universal, destacando o uso de efeitos práticos para dois personagens icônicos.

“Esperem até verem o Homem de Lata e o Espantalho”, afirmou o diretor conforme a Variety. “Não há efeitos digitais. É tudo maquiagem e cabelo reais, e o resultado é extraordinário. Eu não pude mostrar nenhuma filmagem aqui, mas quando vocês virem, saibam que não havia margem para erros”.

‘Wicked: Parte 2’: Dorothy será vista apenas de costas e à distância na sequência

Sobre a canção “For Good” , Chu afirmou que a interpretação de Cynthia Erivo (Elphaba) e Ariana Grande (Glinda) é “a versão mais bela e emocional que já ouvi em toda a minha vida”.

“Essa música é sobre o que elas fazem com o olhar”, explicou o diretor a respeito da gravação da cena. “É uma das canções mais regravadas, todo mundo já ouviu inúmeras versões, mas a vantagem que temos é que o público já conhece essas personagens”.

Ele continuou: “A forma como elas cantavam uma para a outra quase não parecia canto, era comunicação pura. Nós, cineastas, só precisávamos sair do caminho e deixar acontecer.”

Chu revelou ainda que, inicialmente, filmou a cena de “For Good” com planos “grandiosos”, mantendo essa versão na montagem por sete meses. “Mas nunca soou certo”, confessou. “Então optei por uma abordagem muito mais íntima”.

Após ‘Wicked: Parte 2’, Jonathan Bailey anuncia pausa na atuação!

Com estreia marcada para 20 de novembro, a sequência dá continuidade ao sucesso global de 2024, que se consolidou como a maior adaptação cinematográfica da Broadway de todos os tempos.

A continuação chega aos cinemas também na versão dublada, com as vozes das atrizes Myra Ruiz (Elphaba) e Fabi Bang (Glinda). O longa recebeu 10 indicações ao Oscar (incluindo Melhor Filme, e venceu as categorias de Melhor Figurino e Melhor Design de Produção) é dirigido pelo premiado cineasta Jon M. Chu e conta ainda com a participação da vencedora do Oscar Michelle Yeoh, por “Tudo Em Todo Lugar Ao Mesmo Tempo”, Jonathan Bailey, de “Jurassic World: Recomeço”, Jeff Goldblum, entre outros no elenco.

‘Superman: O Filme’ (1978) – Revisitando o PRIMEIRO super-herói do cinema e (para muitos) ainda o melhor!

Superman, o maior super-herói de todos os tempos, ganhará um novo filme nas telonas este ano. É claro que você já deve estar cansado de saber. O filme, aliás, estreia agora em julho, no segundo fim de semana do mês – dia 10 no Brasil. Esse, no entanto, não é apenas mais um filme do Homem de Aço, e sim o reinício de todo um universo nos cinemas – o universo dos personagens da DC na Warner, agora debaixo do selo de qualidade do diretor e produtor James Gunn (o homem que entregou a emocionante trilogia dos ‘Guardiões da Galáxia’).

Como forma de irmos aquecendo os motores para este que é o filme mais aguardado do ano para muitos, resolvemos revisitar o primeiro longa para o cinema do Super-Homem, a obra mais importante para o gênero (que domina atualmente) na história da sétima arte.

A ideia para o filme ‘Superman (1978) surgiu do desejo de criar uma produção que trouxesse à tela grande o icônico herói da DC Comics de forma grandiosa e respeitosa. O personagem, é claro, foi criado ainda na década de 1930 por Jerry Siegel e Joe Shuster, e recebeu diversas encarnações em seriados exibidos nos cinemas, filmes nos primórdios da sétima arte e animações. Mas nada que pudesse ser considerado uma superprodução.

Nos anos 1970, os estúdios começaram a perceber o potencial dos quadrinhos como fonte para filmes de grande apelo popular. A Warner Bros., detentora dos direitos do personagem, queria aproveitar esse momento para lançar um filme que combinasse ação, aventura e uma forte carga emocional, além de um tom leve e acessível ao público familiar. A escolha de Richard Donner como diretor veio da sua reputação por trabalhar com gêneros diferentes e conseguir equilibrar efeitos especiais com narrativa sólida. O projeto ganhou força com o roteiro de Mario Puzo (‘O Poderoso Chefão‘), mostrando que deixava de ser “coisa de criança” para ser “coisa de adulto”. Fora isso, existia a ambição de trazer efeitos visuais inovadores para a época.

O sucesso de filmes de super-heróis animados e especiais para TV durante os anos 60 e 70 mostraram que o Superman tinha um apelo que transcendia gerações. Os produtores também queriam evitar que o personagem fosse visto apenas como uma figura de quadrinhos e, para isso, investiram em um roteiro que explorasse a origem, os dilemas e a humanidade do herói. A contratação de Christopher Reeve, um ator carismático e pouco conhecido, foi crucial para dar vida a Clark Kent e Superman de forma convincente. O desenvolvimento do filme foi marcado por desafios técnicos e criativos, mas a visão pioneira de Donner e sua equipe tornou o longa um marco, abrindo caminho para toda a era dos blockbusters de super-heróis.

Superman: O Filme (1978) conta a origem do icônico herói, desde seu nascimento no planeta Krypton até sua chegada à Terra, onde é criado como Clark Kent. Ao descobrir seus poderes extraordinários, ele decide usar suas habilidades para proteger a humanidade. Enfrentando o vilão Lex Luthor, que planeja destruir Los Angeles, Superman luta para impedir uma catástrofe e provar que é um símbolo de esperança. O filme mistura ação, romance e drama, explorando a dualidade entre Clark Kent e Superman. Essa história clássica estabeleceu as bases para as adaptações futuras do personagem no cinema.

Antes de ser definido o roteiro final de ‘Superman: O Filme (1978), várias versões alternativas da história foram consideradas e desenvolvidas, mas não chegaram à produção. Uma delas explorava um tom muito mais sombrio e adulto, com uma abordagem mais pesada sobre a origem de Superman, focando na destruição de Krypton e na solidão do herói de forma mais trágica e melancólica, algo que foi deixado de lado para manter o filme mais leve e acessível ao grande público. Outra versão inicial incluía um roteiro em que Lex Luthor tinha um plano mais grandioso envolvendo a manipulação da política mundial e biotecnologia, tornando o vilão mais complexo, mas essa ideia foi simplificada para um esquema de destruição de Los Angeles, mais visual e direto.

Também foram estudadas narrativas que dariam maior destaque à personagem de Lois Lane como protagonista ativa, mas a versão final optou por equilibrar seu papel com o de Clark Kent/Superman para manter o foco na jornada do herói. Por fim, existiam propostas que incluíam sequências mais longas no planeta Krypton, com uma mitologia mais detalhada, que foram cortadas para não alongar demais o filme e preservar seu ritmo.

A escolha de Richard Donner para dirigir ‘Superman: O Filme (1978) aconteceu por sua reputação em lidar bem com filmes de ação e aventura, além de sua capacidade de equilibrar efeitos especiais com narrativa emocional. Donner já havia trabalhado com sucesso em diversas produções para a TV, em episódios de séries como ‘O Fugitivo‘, ‘O Agente da UNCLE‘, ‘Agente 86‘ e ‘Além da Imaginação‘ e mostrava sensibilidade para guiar personagens cativantes, o que agradou os produtores.

Ele também demonstrou entusiasmo pelo projeto e vontade de elevar o gênero de super-herói a um novo patamar. Antes da confirmação de Donner, outros diretores foram cogitados, incluindo Guy Hamilton, conhecido por filmes de James Bond, e John Guillermin, que dirigiu ‘King Kong (1976). Também houve interesse em nomes como Steven Spielberg, que estava muito ocupado com seus próprios projetos, e Sam Peckinpah, que acabou não se encaixando no tom desejado. No fim, a combinação do talento de Donner com a visão do produtor Ilya Salkind foi decisiva para o sucesso do filme.

A escolha de Christopher Reeve para interpretar Superman/Clark Kent foi resultado de um criterioso processo de seleção, no qual o ator se destacou por seu charme, carisma e aparência clássica que remetia ao herói dos quadrinhos. Apesar de ser relativamente desconhecido na época, Reeve convenceu os produtores e Richard Donner com sua combinação de ingenuidade e presença marcante, essenciais para mostrar tanto o lado humano quanto o superpoderoso do personagem. Outros atores famosos foram considerados para o papel, incluindo John Travolta, que chegou a fazer testes, e Jeff Bridges, que estava entre os favoritos por sua versatilidade. Além deles, nomes como Burt Reynolds e Robert Redford foram mencionados em fases iniciais da produção, mas por diferentes razões – como agenda ou interesse – não seguiram adiante. A aposta em Reeve, um ator jovem e com menos experiência, acabou sendo decisiva para dar ao Superman uma identidade fresca e cativante.

O veterano vencedor do Oscar Marlon Brando teve um papel crucial em ‘Superman: O Filme (1978), interpretando Jor-El, o pai biológico de Superman. Seu envolvimento trouxe prestígio e gravidade ao projeto, já que Brando era uma das maiores estrelas de Hollywood na época. Ele foi contratado não apenas por seu talento, mas também para ajudar a legitimar o filme como uma produção séria, elevando o status da obra de super-herói. Brando teve liberdade para colaborar no roteiro de suas falas, o que adicionou uma profundidade maior ao personagem. Além dele, outros atores foram cogitados para o papel de Jor-El, incluindo Laurence Olivier e Trevor Howard, mas nenhum possuía a mesma combinação de prestígio e presença que Brando oferecia. A participação do ator foi curta, mas marcante, e sua imagem como um mentor sábio ficou icônica para o universo do Superman no cinema.

A escolha de Gene Hackman para viver Lex Luthor em ‘Superman (1978) foi bastante estratégica, já que ele trazia um carisma único que combinava com o tom irônico e cômico que o personagem teria no filme. Hackman já era um ator consagrado e sua presença ajudaria a equilibrar a seriedade do Superman com um vilão que tinha uma veia de humor e inteligência, evitando que o antagonista fosse apenas um vilão sombrio. Durante a pré-produção, outros atores foram considerados para o papel, como Jack Nicholson, que poderia ter dado um tom mais excêntrico e ameaçador, e Christopher Walken, conhecido por seus personagens intensos e imprevisíveis. Michael Caine também foi cogitado, e caso tivesse sido contratado traria um estilo mais sofisticado ao vilão. No entanto, a combinação do prestígio de Hackman com seu talento para personagens multifacetados acabou convencendo os produtores e Richard Donner a fecharem com ele, o que resultou em um Lex Luthor memorável e carismático.

Para o papel principal feminino, o da repórter Lois Lane, foi contratada a atriz Margot Kidder. Sua escolha foi resultado de um processo seletivo focado em encontrar uma atriz que conseguisse equilibrar inteligência, charme e uma presença marcante, características essenciais para a repórter destemida e independente. Kidder trouxe uma energia vibrante e um humor sutil que conquistaram os produtores e Richard Donner, ajudando a criar uma dinâmica forte entre Lois e Clark Kent/Superman.

Outras atrizes foram cogitadas para o papel, incluindo Sissy Spacek, que tinha um perfil mais suave, e Diane Keaton, que ofereceria uma abordagem diferente, mais sofisticada e menos convencional. Também houve interesse em nomes como Susan Sarandon e Kathleen Turner, mas questões de agenda ou visão criativa fizeram com que não avançassem na disputa. No fim, Margot Kidder se destacou por seu carisma natural e pela química que desenvolveu com Christopher Reeve, consolidando-se como uma das Lois Lane mais lembradas do cinema.

A recepção da crítica ao filme ‘Superman (1978) foi amplamente positiva na época de seu lançamento, com elogios especialmente direcionados à ambição do projeto e à qualidade técnica inédita para filmes de super-herói. Críticos destacaram a direção de Richard Donner, que conseguiu equilibrar ação, drama e humor, além da performance carismática de Christopher Reeve, que trouxe humanidade ao personagem. Os efeitos visuais, revolucionários para a época, também foram muito elogiados, ajudando a criar a sensação de que um herói realmente voava na tela. Alguns críticos apontaram que o roteiro poderia ser simplista em certos momentos, mas isso não diminuiu o impacto geral do filme. No geral, ‘Superman foi visto como um marco do cinema de aventura e um grande avanço para adaptações de quadrinhos no cinema.

Superman (1978) teve uma estreia de grande sucesso nas bilheterias, rapidamente se tornando um dos filmes mais lucrativos daquele ano. Durante seu fim de semana de estreia nos Estados Unidos, o filme liderou as bilheterias, superando concorrentes e atraindo um público amplo, desde fãs dos quadrinhos até famílias e amantes do cinema de aventura. Ao longo de sua exibição nos cinemas, o filme arrecadou aproximadamente US$300 milhões mundialmente, um valor impressionante para a época e que consolidou ‘Superman como um dos maiores sucessos comerciais dos anos 70. Esse desempenho ajudou a abrir caminho para futuras produções de super-heróis, mostrando o potencial financeiro desse tipo de filme. Além disso, o sucesso garantiu rapidamente a produção das sequências que viriam a seguir.

Sim, ‘Superman (1978) foi indicado ao Oscar em três categorias técnicas importantes: Melhor Trilha Sonora Original, pelo compositor John Williams (o hoje icônico tema do herói); Melhores Efeitos Visuais; e Melhor Edição de Som. Embora não tenha vencido em nenhuma dessas categorias, as indicações reforçaram o reconhecimento da indústria pelo pioneirismo técnico e artístico do filme, especialmente nos efeitos especiais e na música, que até hoje são celebrados como marcos na história do cinema. Essas indicações ajudaram a legitimar ‘Superman como uma produção de alto nível, além do simples entretenimento de super-herói.

Superman: O Filme (1978) deixou um legado profundo ao estabelecer um novo padrão para adaptações de quadrinhos no cinema, provando que filmes de super-heróis podiam ser produzidos com qualidade, respeito à história original e apelo para todas as idades. A combinação de efeitos visuais inovadores, narrativa emocional e personagens bem desenvolvidos abriu caminho para o gênero, que até então era visto como pouco sério. O sucesso comercial e crítico do filme incentivou estúdios a investir em produções similares, impulsionando a popularização dos heróis nas telas grandes. Além disso, o carisma de Christopher Reeve como Superman se tornou um símbolo atemporal, influenciando futuras interpretações do personagem.

No âmbito técnico, ‘Superman também foi pioneiro no uso de efeitos especiais para representar superpoderes de forma convincente, inspirando avanços em tecnologia cinematográfica. A trilha sonora de John Williams tornou-se icônica, ajudando a criar a identidade sonora dos filmes de super-herói. O filme também consolidou a fórmula de combinar ação, romance e humor, que se tornou padrão no gênero. Seu sucesso gerou uma série de continuações e influenciou diretores e roteiristas a tratar os personagens de quadrinhos com maior profundidade e complexidade, marcando o início da era moderna dos blockbusters de super-heróis.

Os 10 MELHORES Vencedores do Oscar de Melhor Filme

Quase cem anos depois de sua inauguração, o Oscar permanece como a maior premiação da sétima arte – celebrando e visando condecorar o melhor do cinema.

É claro que, assim como qualquer outra instância artística, é notável como a Academia de Ciências e Artes Cinematográficas por vezes se deixa levar por fortes campanhas financeiras e é engolfada no costumeiro lobby – dando as estatuetas a títulos controversos ou que, de fato, não mereciam levá-las para casa. Porém, é inegável que boa parte das escolhas dos membros é certeira, ainda mais considerando o legado deixado por inúmeras incursões fílmicas.

Pensando nisso – e aproveitando que a próxima edição do Oscar se aproxima de nós -, preparamos uma breve lista elencando os dez melhores vencedores da premiação na maior categoria da cerimônia: a de Melhor Filme.

Veja abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual o seu favorito:

10. A MALVADA (1950)

Pouco antes de ser rodado, Bette Davis disse com total certeza de que o roteiro de A Malvada foi o melhor que havia lido em toda sua carreira – e sua determinação em estrelar como a perigosa e impiedosa Margo Channing era admirável, ainda mais considerando sua decadência cinematográfica na década anterior. Aqui, sua personagem entrou em um mágico atrito com a aspirante a atriz Eve Harrington, uma jovem que se infiltrou no mundo do show biz através de Margo – apenas usando sua influência para depois descartá-la.

9. MOONLIGHT: SOB A LUZ DO LUAR (2016)

Há quase uma década, um dos filmes mais aclamados do século XXI, ‘Moonlight: Sob a Luz do Luar’, era exibido pela primeira vez no Festival de Telluride e ganhava aplausos e densos elogios da crítica especializada. Estrelado por nomes como Trevante RhodesAndré HollandMahershala Ali, a produção foi escrita e dirigida por Barry Jenkins e funciona como uma espécie de semi-biografia de Tarell Alvin McCraney. A história é centrada no jovem Chiron e nas três fases de sua vida (infância, adolescência e idade adulta), explorando temas como sexualidade, identidade, abuso doméstico e traumas.

8. CHICAGO (2002)

Chicago se tornou o primeiro musical em quase quatro décadas a levar o maior prêmio do Oscar para casa – e não apenas se tornou o título mais premiado daquele ano, como ajudou a reavivar o interesse do público em produções do gênero, alcançando um sucesso crítico e comercial estrondoso. Contando com performances memoráveis de Renée ZellwegerCatherine Zeta-JonesQueen LatifahRichard Gere, a trama é inspirada na peça homônima da Broadway e nos leva para os anos 1920, acompanhando duas mulheres encarceradas cujo maior sonho é o estrelato.

7. LAWRENCE DA ARÁBIA (1962)

lawrence da arábia

Mais de sessenta anos depois de seu lançamento oficial nos cinemas, Lawrence da Arábia permanece como um dos maiores milagres da sétima arte, emergindo como um épico dramático que inspirou inúmeros cineastas – incluindo George LucasMartin ScorseseStanley KubrickDenis Villeneuve, que adotaram diversos aspectos utilizados por David Lean para compor suas próprias obras-primas visuais. A trama acompanha o oficial britânico T.E. Lawrence, que é enviado à Arábia para encontrar o príncipe Faisal e servir de ligação entre árabes e ingleses na luta contra os turcos. Com a ajuda do nativo xerife Ali, Lawrence se rebela contra as ordens de seus superiores e enfrenta uma jornada através do deserto para atacar um porto turco bem protegido.

6. A LISTA DE SCHINDLER (1993)

a lista de schindler

Considerado por muitos como a obra-prima dramática de Steven Spielberg, A Lista de Schindler apresenta uma perspectiva nova e bastante visceral sobre o Holocausto da II Guerra Mundial. Estrelado por Liam Neeson, a trama acompanha o alemão Oskar Schindler, que viu na mão de obra judia uma solução barata e viável para lucrar com negócios durante a guerra. Com sua forte influência dentro do partido nazista, foi fácil conseguir as autorizações e abrir uma fábrica. O que poderia parecer uma atitude de um homem não muito bondoso, transformou-se em um dos maiores casos de amor à vida da história, pois este alemão abdicou de toda sua fortuna para salvar a vida de mais de mil judeus em plena luta contra o extermínio alemão.

5. O SENHOR DOS ANÉIS: O RETORNO DO REI (2003)

Depois de dois filmes impecáveis, ‘O Senhor dos Anéis’ chegou ao fim com um terceiro capítulo épico, emocionante e que honrou a memória de J.R.R. Tolkien da melhor maneira possível. ‘O Retorno do Rei’ não só emocionou o público e levou de forma merecida para casa onze estatuetas do Oscar, como também insurgiu como a obra-prima da carreira de Peter Jackson – e não é por menos; em meio aos seus mais de 240 minutos de exposição cênica, ele nos apresenta a cada um dos aspectos que transformou a Terra-Média em um dos cosmos mais apaixonantes de todos os tempos, fazendo questão de fornecer a cada um dos vários personagens o seu momento de glória, sua complexa construção arquetípica e sua significação além do que poderíamos imaginar.

4. CASABLANCA (1942)

Com Casablanca, o diretor Michael Curtis ousou sair do lugar-comum e afastar-se das investidas fílmicas propagandísticas que visavam criar um panorama otimista em meados da II Guerra Mundial. No longa-metragem, a narrativa toma um rumo inesperado ao insurgir como crítica sociopolítica, visando até mesmo ao debate, mesmo que não tão profundo, do que realmente estava acontecendo em territórios de “terceiro mundo”. E, ao trazer em primeiro plano a história de amor proibida e inviável entre Rick (Humphrey Bogart) e Ilsa (Ingrid Bergman), toda a atmosfera da obra torna-se envolvente do começo ao fim.

3. SEM NOVIDADE NO FRONT (1930)

sem novidade no front

Há quase cem anos, Lewis Milestone trazia às telonas um ambicioso projeto que tinha como principal ideia escapar das propagandas bélicas que dominavam a Europa em meados dos anos 1930. Encabeçando ‘Sem Novidade no Front’, o cineasta entregou-se de corpo e alma a um filme antiguerra que expôs os horrores do conflito armado e que causou alvoroço nos defensores de tais embates. A trama acompanha grupo de estudantes alemães que é convencido por um professor excessivamente nacionalista a se alistar no Exército durante a Primeira Guerra Mundial. Porém, ao chegarem no campo de batalha, a visão romantizada que tinham é colocada em xeque em meio a tantas mortes e mutilações.

2. O PODEROSO CHEFÃO: PARTE II (1974)

o poderoso chefão parte 2

Dois anos depois do legado deixado por O Poderoso ChefãoFrancis Ford Coppola se viu respaldado por uma liberdade criativa bem maior com os executivos da Paramount Pictures para o desenvolvimento de uma inesperada sequência. Com o nascimento de O Poderoso Chefão: Parte II’, o público e a crítica se depararam com mais uma obra-prima cinematográfica que rivalizou com o capítulo predecessor e que, da mesma maneira, sagrou-se como uma das produções mais influentes da história do cinema.

1. O PODEROSO CHEFÃO (1972)

O Poderoso Chefão, primeiro capítulo da trilogia de Coppola, funciona como um épico criminal que conta a história da família Corleone sob o patriarcado Vito Corleone (Marlon Brando), focando essencialmente na tranformação do filho mais novo, Michael (Al Pacino), de relutante forasteiro em um impiedoso chefe da máfia. Contando com um elenco estelar, que também incluiu James CaanRichard CastellanoRobert DuvallSterling HaydenJohn MarleyDiane Keaton e Richard Conte, o filme se tornou um sucesso de crítica e de público e ditou as regras do gênero gângster.

‘Fucktoys’: Brandon Flynn detalha cenas ousadas e revela a inspiração ‘insana’ por trás de seu personagem

Brandon Flynn, ator conhecido por seu trabalho em13 Reasons Why, falou recentemente sobre seu próximo longa, a comédia sombria ‘Fucktoys’, detalhando suas cenas ousadas e destacando a importância da produção.

Segundo a Variety, Flynn, que interpreta o personagem James Francone, uma brincadeira com nomes conhecidos da indústria, baseou sua atuação em referências curiosas:

“Ele é uma mistura de alguns atores que usei como referência. Um deles estrelou um filme meio autobiográfico e disse em uma entrevista que o personagem que ele interpretava tinha um… digamos, apêndice maior que o dele. Então ele usou um extensor. Eu pensei: ‘isso é perfeitamente insano'”, explica Flynn.

No longa, Brandon Flynn interpreta um ator que contrata um trabalhador sexual trans (vivido por Sadie Scott) para uma tarde de prazeres nada convencionais. As cenas de Flynn são intensas: em um momento, ele aparece sendo submetido a uma prática sexual explícita enquanto usa um jockstrap de borracha e um extensor dourado.

Sobre as cenas mais ousadas, Flynn diz que gosta de sair da zona de conforto e explorar novas formas de interpretação.

“Conheço muitos atores famosos que são adeptos do jogo sexual mais fetichista”, comenta. “E também conheço vários profissionais do sexo que tiveram que assinar acordos de confidencialidade com clientes muito conhecidos. Achei que isso trouxe uma camada verdadeira para a história que a Annapurna quis contar, sobre as hipocrisias e os mundos paralelos que se chocam o tempo todo”.

O produtor Dan Hatkoff, por sua vez, destacou o significado cultural da obra:

“Esse filme incorpora de forma linda o espírito de ‘o cinema queer é um ato de rebeldia’. Podemos protestar nas ruas, mas também podemos colocar 500 pessoas queer numa sala rindo sem parar com um filme absolutamente insano como ‘Fucktoys’. As risadas que vão ecoar nas paredes do teatro SVA na sexta à noite, isso é rebeldia”, concluiu.

O filme é descrito como uma comédia sombria, escrita e dirigida por Annapurna Sriram. A trama acompanha uma stripper e trabalhadora sexual (interpretada pela própria Sriram) na cidade fictícia de Trashtown, enquanto ela tenta conseguir mil dólares para pagar uma cartomante (vivida por Big Freedia) que promete livrá-la de uma maldição misteriosa.

Crítica | Keira Knightley e grande elenco não conseguem salvar ‘A Mulher na Cabine 10’ de um desastre quase completo

Keira Knightley é uma das atrizes mais versáteis da indústria e, mesmo anos depois de ter iniciado sua carreira no cenário do entretenimento, continua a nos surpreender com incríveis performances. Ganhando notoriedade por seu trabalho como Elizabeth Bennet na aclamada adaptação de ‘Orgulho e Preconceito’, dirigida por Joe Wright, e por seu icônico papel como Elizabeth Swann na franquia ‘Piratas do Caribe’, Knightley parece te desenvolvido um considerável apreço por produções mais misteriosas e conspiratórias, navegando pelo drama, pela comédia e pelo suspense com títulos como ‘O Estrangulador de Boston’ e ‘Black Doves’. Agora, ela retoma sua parceria com a Netflix para a adaptação do romance A Mulher na Cabine 10.

Baseado no livro homônimo de Ruth Ware, a trama acompanha Laura “Lo” Blacklock, uma jornalista investigativa que é convidada para uma viagem em um iate de luxo ao lado de uma dúzia de bilionários que irão celebrar o legado de Anne Bullmer (Lisa Loven Kongsli), esposa do magnata Richard Bullmer (Guy Pearce) que foi diagnosticada com leucemia e está nos momentos finais de sua vida. Lo, então, descobre que Anne pretende doar toda sua fortuna para a caridade após assinar uma versão atualizada de seu testamento e se pronunciar oficialmente par o público.

Porém, Lo percebe que as coisas são mais complicadas do que aparentam e se vê num antro de mentiras e artimanhas que se iniciam quando ela acidentalmente entra na cabine ao lado da que está hospedada e cruza caminho com uma mulher que ainda não havia conhecido no embarque. Na mesma noite, após um jantar onde conhece os outros bilionários e reencontra um caso romântico antigo na presença de Ben Morgan (David Ajala), ela ouve uma briga na mesma cabine e, pouco depois, testemunha um corpo sendo jogado ao mar. Desesperada e avisando à tripulação do que viu, uma busca para descobrir o que aconteceu se inicia – ainda mais quando não há qualquer indício de que alguém estava hospedado ao seu lado, quanto mais da misteriosa mulher que ela conheceu.

O longa-metragem bebe de incontáveis produções similares para achar seu tom, trazendo várias referências a obras de espionagem e de mistério: a atmosfera traz elementos que nos remontam a populares títulos do gênero, como ‘Garota Exemplar’ e ‘A Garota no Trem’, construindo um crescente mistério que coloca a protagonista em xeque contra suas crenças. E, como podemos imaginar, a trágica e traumática história de Lo é um dos aspectos que a torna alvo de escrutínio constante, sendo taxada de louca e histérica – seguindo os tropos de outras personagens desacreditadas e convidando o público a acompanhar uma jornada tour-de-force pela verdade e pelo que lhe compele a própria ética.

Trazendo todo seu conhecido carisma para o centro dos holofotes, Knightley faz um sólido trabalho ao encarnar toda a complexidade de Lo em um beco sem saída em alto-mar, levando-a em uma corrida contra o tempo e pela sobrevivência conforme enfrenta pessoas muito poderosas e cada qual com um motivo diferente para obrigá-la a parar de investigar. E, acompanhando a atriz, temos um time de ótimos performers que tentam extrair o máximo de arquétipos bastante familiares – incluindo Hannah Waddingham e David Morrisey como o casal Heidi e Thomas Heatherley, que mascaram uma tendência destrutiva com uma condescendência quase imperceptível, e Kaya Scodelario como Grace, que posa como o caso romântico de um dos bilionários e posa como “confidente” de Lo, alertando-a sobre possíveis inimigos.

Infelizmente, o maior sucesso encontrado pelo filme se resume às boas entregas dos atores e atrizes. A direção de Simon Stone é indiferente a quaisquer tentativas de inovação, preferindo o clássico jogo de gato e rato que coloca a vida de Lo em risco e que reitera o inescapável vórtice conspirativo a que foi arrastada. Responsável por adaptar o romance de Ware ao lado de Joe Shrapnel e Anna Waterhouse, Stone constrói uma mixórdia de frases feitas e uma condução narrativa que, apesar de não ser tão previsível quanto poderíamos imaginar, não sabe como arquitetar uma progressão coesa e, inadvertidamente, caminha em direção a uma reviravolta pautada num frustrante anticlímax.

Se o primeiro ato do projeto é construído com esmero, apresentando os personagens principais da trama e utilizando a backstory de Lo como força-motriz para suas incansáveis tentativas de entender o que está acontecendo e trazer a verdade à tona, os dois atos consecutivos gradativamente perdem força e brilho, deixando de lado pontos de apoio essenciais para arrebatar os espectadores e garantir que a resolução do mistério seja, no mínimo, aprazível. E, ao se esquecer de aparar os excessos e as múltiplas pontas soltas, o roteiro transforma o arco dos personagens em uma canastrice sem fim que ofusca as incursões de um elenco que também inclui Art Malik, Daniel Ings, Amanda Collin e Gugu Mbatha-Raw.

A Mulher na Cabine 10 sofre do mal de uma ambição desmedida que não sabe de que maneira se portar em meio a escolhas equivocadas e quase amadoras. Apesar das tentativas claras de trazer o mínimo de entretenimento ao público, o projeto parece ter sido feito às pressas, resultando em um compilado de chances perdidas.

‘Good Boy’: Indy, estrela canina do longa, pede inclusão de atores animais no Oscar

Em uma jogada de marketing inusitada,Good Boy, o novo filme de terror estrelado por um cachorro, divulgou recentemente uma carta aberta à Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, assinada por ninguém menos que Indy, a estrela canina do longa.

Segundo a Variety, o cachorro, que interpreta o protagonista assombrado por espíritos no filme, faz um apelo direto para que os atores animais sejam incluídos nas categorias de atuação do Oscar.

Confira a carta na integra:

“Prezados e estimados membros da Academia,

Escrevo esta carta para solicitar a sua consideração quanto à minha inclusão na corrida deste ano pelo prêmio de melhor atuação do Oscar.

Apesar do meu papel amplamente aclamado pela crítica no recente filme GOOD BOY, fui considerado inelegível para a categoria de Melhor Ator. Essa notícia me atingiu como uma coleira puxada com força — aparentemente, não sou um bom garoto o suficiente para vocês.

Compreendo que existam regras para proteger meus colegas humanos, mas não há regras que reconheçam as ricas e complexas contribuições de nós, cães atores. Quantas grandes performances ainda precisarão ser ignoradas antes que a Academia nos jogue um osso?

Quando eu era apenas um filhote, fiquei profundamente marcado pela comovente atuação de Jed, o cão-lobo, em Caninos Brancos. Foi naquele momento que percebi: eu queria correr atrás dos meus próprios sonhos em Hollywood.

De Free Willy a Babe, de Os Pássaros a Cavalo de Guerra, atores animais têm carregado arcos emocionais — e, em alguns casos, franquias inteiras — enquanto sofrem com a indiferença e o descaso da comunidade de atores bípedes. Até hoje, permanecemos amplamente ausentes de suas homenagens anuais, sem reconhecimento por nosso ofício e deixados de fora — ainda que com um abrigo menor, mas digno — pela Academia como um todo.

Agora, só me resta sentar silenciosamente ao lado da mesa do banquete do Oscar, aguardando a chance de competir entre meus colegas artistas.

Pedimos que parem de fazer pouco caso da contribuição minha e de tantos outros grandes atores animais, cujo trabalho continua sendo ignorado.

Com sincera esperança, profundo respeito
e olhos de cachorrinho pidão,

Indy”.

Embora o apelo tenha gerado grande repercussão e simpatia do público, é pouco provável que a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas aceite a demanda e inclua atores animais nas categorias de premiação.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

“Nosso herói canino, Indy, se encontra em uma nova aventura com seu dono humano — e melhor amigo — Todd, deixando a vida na cidade para viver em uma casa de família antiga no campo. Desde o início, duas coisas ficam bem claras: Indy desconfia da velha casa assustadora e sua afeição por Todd é inabalável.

Após se mudar, Indy fica imediatamente incomodado com cantos vazios, rastreia uma presença invisível que só ele consegue ver, percebe avisos fantasmagóricos de um cachorro morto há muito tempo e é assombrado por visões da morte sombria do antigo morador. Quando Todd começa a sucumbir às forças sombrias que rondam a casa, Indy precisa lutar contra uma maldade que pretende arrastar seu amado Todd para a vida após a morte.”

A produção marca a estreia diretorial de Ben Leonberg, a partir de um roteiro que ele escreveu ao lado de Alex Cannon.

O filme é estrelado por Indy, o cachorro do próprio cineasta, além de Larry FessendenShane Jensen Arielle Friedman.

[Entrevista] Oliver Laxe fala sobre ‘Sirât’, filme de abertura da Mostra SP e aposta espanhola ao Oscar

Em uma tarde de fim de setembro, em um restaurante-café discreto, em Paris, conversei com Oliver Laxe, o cineasta franco-espanhol que vem encantando a crítica internacional desde sua estreia em Cannes, em 2010. O motivo do encontro? A apresentação para membros da Acadêmia de Sirât, seu novo e mais ambicioso filme, que será a obra de abertura da 49ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo no próximo dia 16 de outubro, e a aposta espanhola no Oscar 2026

Vencedor do Prêmio do Júri em Cannes, em empate com O Som da Queda, da Alemanha, Sirât é uma travessia física e espiritual pelo deserto do Marrocos, onde um pai e um filho buscam a filha desaparecida em meio a uma rave perdida entre dunas e tempestades de areia. É um épico íntimo sobre fé, perda e transcendência, e, como Laxe resume, “um caminho de provação”. 

A narrativa é um trampolim para colocar as imagens em evidência”, me diz o diretor com o olhar sereno de quem prefere o poder da imagem ao da palavra. “Meu cinema é para causar sensações físicas no espectador e, assim, reflexão sobre vida e morte.” Essa declaração define bem a experiência de Sirât: um cinema sensorial, quase místico, cujas batidas e paisagens bruscas são feridas na tela, ao encontro dos traumas dos personagens e do público. Não por acaso, a obra foi condecorada com o prêmio de melhor composição sonora para Kangding Ray também em Cannes. 

Um caminho entre Espanha e Marrocos

Oliver Laxe carrega em sua trajetória uma geografia afetiva dividida entre alguns países. Filho de espanhóis, nasceu na França e viveu quase uma década no Marrocos, onde filmou parte de suas obras. “Sinto-me em casa nos dois lugares. Espanha e Marrocos são os dois corações do meu cinema”, admitiu. 

Embora nascido em terras francesas, o cineasta poliglota tem muito mais afetividade com a Espanha, nação que viabilizou seu filme, com a produção executiva do maior nome cinematográfico do país: Pedro Almodóvar. Os dois se conheceram, em 2019, durante as celebrações do Goya — o Oscar espanhol —, no qual Almodóvar concorria com Dor e Glória, e ele, O Que Arde. O veterano levou a melhor na disputa.

Essa dualidade cultural também atravessa Sirât. O filme foi rodado entre Aragão, na Espanha, e três semanas no deserto marroquino, onde Laxe recriou uma rave real, após dez anos tentando viabilizar o projeto. “Na juventude, participei de várias raves no sul do Marrocos. Eu queria capturar essa energia, essa comunhão de corpos e espírito. Mas filmar em um evento real é impossível, então precisei construir um com o consentimento de todos os participantes”, explicou.

O resultado é uma mise-en-scène de rara potência: alto-falantes cravados na areia, multidões em transe, corpos livres — porém castigados pelo sol — em movimento, uma visão hipnótica que abre caminho para o drama de um pai e seu filho, interpretados por Sergi López e Bruno Núñez Arjona.

Um elenco marcado por cicatrizes reais

Entre os rostos que habitam Sirât estão também Tonin Janvier e Richard “Bigui” Bellamy, ambos não-atores e com deficiência física. O segundo é amigo de longa data do cineasta. “Bigui perdeu a mão dois anos antes das filmagens”, contou Laxe. “Ter dois personagens principais com limitações físicas não estava no roteiro. Cheguei a duvidar se manteria os dois, pois não queria que isso fosse uma questão, mas percebi que isso dava ainda mais força ao filme.

Essa escolha resultou em cenas ainda mais humanas, em que corpos dançam, suam e resistem em meio ao caos, sem jamais serem reduzidos às suas ausências. Em Sirât, a imperfeição é sinônimo de plenitude.

Do deserto à glória de Cannes

A jornada de Sirât começou em maio, quando o filme estreou em Cannes e arrebatou o Prêmio do Júri, consolidando Laxe como um dos autores mais singulares da nova geração europeia. Ele já havia chamado atenção no festival em 2010, com Todos vós sodes capitáns, que lhe rendeu o prêmio da crítica (FIPRESCI) na mostra Semana da Crítica. Desde então, cada novo projeto tem reforçado sua busca por uma espiritualidade visual, como o próprio título sugere.

Em uma temporada acirrada de títulos internacionais, ele disputa espaço no Oscar 2026. Sirât enfrentará produções premiadas como O Agente Secreto, do Brasil, Valor Sentimental, da Noruega, e Foi Apenas um Acidente, do iraniano Jafar Panahi — vencedor da Palma de Ouro, mas representante da França. “Chegar à shortlist [com 15 títulos e lançada em dezembro] já seria uma vitória. E se isso acontecer, vamos produzir uma rave inspirada no filme em Nova York, para umas trezentas pessoas”, promete o diretor.

Laxe encerra nosso encontro com a consciência de quem sabe que seu filme não oferece respostas fáceis: “O cinema, para mim, é uma travessia. O importante não é chegar do outro lado, mas o que acontece no caminho.Sirât propõe — ao público, à Mostra SP — um cinema ousado mesclado entre duas línguas e cheio de mistérios como a vastidão do deserto.

‘Mortal Kombat 3’ é CONFIRMADO antes do lançamento do segundo filme

Durante o painel de ‘Mortal Kombat 2‘ na NYCC, o roteirista e produtor Jeremy Slater confirmou que ‘Mortal Kombat 3‘ está em produção.

O estúdio está empolgado com ‘Mortal Kombat 2‘, que foi adiado para o dia 15 de maio de 2026.

No segundo filme, os campões favoritos dos fãs – agora acompanhados pelo próprio Johnny Cage – são colocados uns contra os outros numa sangrenta e derradeira batalha, sem regras ou limites, para derrotar o sombrio governo de Shao Kahn que ameaça a própria existência do Plano Terreno e seus defensores.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

O elenco conta com o retorno de Lewis Tan (Cole Young), Jessica McNamee (Sonya Blade), Josh Lawson (Kano), Tadanobu Asano (Lord Raiden), Mehcad Brooks (Jax), Ludi Lin (Liu Kang), Chin Han (Shang Tsung), Joe Taslim (Bi-Han & Sub-Zero), Hiroyuki Sanada (Hanzo Hasashi & Scorpion) e Max Huang (Kung Lao), além de introduzir Karl Urban (Johnny Cage), Tati Gabrielle (Jade) e Adeline Rudolph (Kitana), além de Martyn Ford (‘The Sandman’), Desmond Chiam (‘Falcão e o Soldado Invernal’), Ana Thu Nguyen (‘Suka’) e Damon Herriman (‘A Casa de Cera’).

Simon McQuoid retorna na cadeira de direção, enquanto Jeremy Slater assina o roteiro.

Lembrando que o primeiro filme está disponível no streaming da Max.

‘Vingadores: Apocalipse’: Atores do ‘Quarteto Fantástico’ querem voltar a interpretar seus papéis no épico da Marvel

Os atores Ioan Gruffudd e Michael Chiklis, que interpretaram o Senhor Fantástico e o Coisa, respectivamente, na franquia original ‘Quarteto Fantástico’, detalharam suas experiências desafiadoras no set e manifestaram o desejo de reprisar seus papéis em Vingadores: Apocalipse’.

Segundo a Variety, os atores revelaram que estariam abertos a reprisar seus papéis. Chiklis ainda brincou com o público, dizendo: “É hora do pau!”.

‘Vingadores: Apocalipse’: Rumores indicam retorno de personagens queridos

Michael Chiklis ainda relembrou o processo físico e psicológico de interpretar o Coisa, especialmente o desconforto com o traje pesado:

“Depois que colavam o traje do Coisa, eu não conseguia mais sair dele. Assim que colavam as mãos, eu ficava preso naquele traje sem zíper. Sentia sede o tempo todo, porque o látex era mais espesso na região do peito e não respirava de forma alguma”, afirmou.

O ator revelou que a experiência foi claustrofóbica e exigiu ajuda profissional: “Imediatamente, minha temperatura corporal subia, eu começava a suar e, às vezes, entrava em pânico. Eu nunca fui claustrofóbico, mas naquela situação, fiquei”.

Sua ansiedade ficou tão intensa que ele precisou recorrer a uma psiquiatra para evitar abandonar o filme:

“Ela me deu várias técnicas para me tirar da minha cabeça e me manter presente. Mesmo assim, houve duas ocasiões em que eu surtei e gritei: ‘Preciso sair!’ A equipe teve que retirar tudo, e isso custou horas de filmagem. Eu não queria causar, só estava em pânico”, destacou.

‘Vingadores: Apocalipse’: Channing Tatum celebra participação no longa “além dos meus sonhos mais selvagens”

Ioan Gruffudd contou que interpretar Reed Richards foi um desafio diferente, focado em dominar o sotaque americano e entender profundamente o personagem:

“É importante encontrar a voz autêntica do personagem”, explicou. “Isso vem de ler o roteiro várias vezes e trabalhar com um treinador de dialeto para entender o que soaria natural. Ele é um homem muito inteligente e honrado, e isso ajudou a construir sua essência. A voz e o sotaque precisavam refletir quem ele era. Tenho muito orgulho do resultado”.

‘Vingadores: Apocalipse’: Roteirista de ‘Loki’ explica suas contribuições para os roteiros do épico da Marvel

Vale lembrar que o próximo grande capítulo do UCM será ‘Vingadores: Apocalipse’.

O filme tem estreia marcada nos cinemas brasileiros para o dia 17 de dezembro de 2026, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

Já a sequência, ‘Vingadores: Guerras Secretas’, está programada para chegar às telonas exatamente um ano depois, em 17 de dezembro de 2027.

Evan Peters fala sobre possível RETORNO como Mercúrio em ‘Vingadores: Doomsday’

Além de Robert Downey Jr. como Victor Von Doom/Doutor Destino, o elenco contará com Tom Hiddleston (Loki), Anthony Mackie (Capitão América), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Letitia Wright (Pantera Negra), Wyatt Russell (Agente Americano) Simu Liu (Shang-Chi), Florence Pugh (Yelena Belova), Danny Ramirez (Falcão), Winston Duke (M’Baku), Vanessa Kirby ( Mulher Invisível), Ebon Moss-Bachrach (Coisa), Joseph Quinn (Tocha Humana), Lewis Pullman (Bob), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma), Patrick Stewart (Professor Xavier), Alan Cumming (Noturno), Ian McKellen (Magneto), Rebecca Romijn (Mística), James Marsden (Ciclope), Kelsey Grammer (Fera), Channing Tatum (Gambit), Paul Rudd (Homem-Formiga), Chris Hemsworth (Thor) e Pedro Pascal (Sr. Fantástico).

Jennifer Garner indica possível RETORNO como Elektra em ‘Vingadores: Doomsday’

Dominic Cooper revela surpresa ao ser substituído como Howard Stark em ‘Vingadores: Ultimato’: “Achei que estaria”

Dominic Cooper, que deu vida à versão jovem de Howard Stark em ‘Capitão América: O Primeiro Vingador eAgent Carter’, revelou recentemente sua decepção por ter ficado de fora deVingadores: Ultimato’.

Em uma entrevista ao ComicBook, Cooper brincou sobre sua rivalidade com John Slattery, que interpretou a versão mais velha do pai de Tony Stark.

“É engraçado. Eu realmente quero conversar com ele”, disse Cooper. “Eu o amo em Mad Men, eu era obcecado. E, irritantemente, quando estava filmando o final de Capitão América, me disseram que eu participaria de um filme dos Vingadores no futuro. Mas acabou não sendo eu, foi ele [Slattery]. Então eu meio que quero disputar uma queda de braço ou discutir o motivo. Por quê? Quem decide isso? Deveria ter sido eu, não? Era minha era, não era? Eles o fizeram parecer mais jovem, por que não me fizeram parecer mais velho?”.

O ator, então, hesitou e brincou sobre a situação: “Mas ele é um ator melhor, então… e, no fim das contas, ele não era o original? Agora já nem sei mais quem foi o primeiro!”

‘Vingadores: Apocalipse’: Roteirista de ‘Loki’ explica suas contribuições para os roteiros do épico da Marvel

A confusão de Cooper é compreensível, visto que três atores diferentes já interpretaram Howard Stark no Universo Cinematográfico Marvel (MCU):

Vale lembrar que o próximo grande capítulo do UCM será ‘Vingadores: Apocalipse’.

O filme tem estreia marcada nos cinemas brasileiros para o dia 17 de dezembro de 2026, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

Já a sequência, ‘Vingadores: Guerras Secretas’, está programada para chegar às telonas exatamente um ano depois, em 17 de dezembro de 2027.

Evan Peters fala sobre possível RETORNO como Mercúrio em ‘Vingadores: Doomsday’

Além de Robert Downey Jr. como Victor Von Doom/Doutor Destino, o elenco contará com Tom Hiddleston (Loki), Anthony Mackie (Capitão América), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Letitia Wright (Pantera Negra), Wyatt Russell (Agente Americano) Simu Liu (Shang-Chi), Florence Pugh (Yelena Belova), Danny Ramirez (Falcão), Winston Duke (M’Baku), Vanessa Kirby ( Mulher Invisível), Ebon Moss-Bachrach (Coisa), Joseph Quinn (Tocha Humana), Lewis Pullman (Bob), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma), Patrick Stewart (Professor Xavier), Alan Cumming (Noturno), Ian McKellen (Magneto), Rebecca Romijn (Mística), James Marsden (Ciclope), Kelsey Grammer (Fera), Channing Tatum (Gambit), Paul Rudd (Homem-Formiga), Chris Hemsworth (Thor) e Pedro Pascal (Sr. Fantástico).

Jennifer Garner indica possível RETORNO como Elektra em ‘Vingadores: Doomsday’

‘Wonder Man’: Nova série da Marvel ironiza o UCM em primeiro teaser; Confira!

Wonder Man, nova série da Marvel, ganhou seu primeiro teaser! Ainda envolta em mistério, a produção promete ser uma comédia que vai zoar e satirizar o próprio Universo Cinematográfico da Marvel.

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Sem data de estreia, a produção está prevista para 2026.

Ainda cercada de mistérios, ‘Wonder Man‘ promete expandir os limites do MCU com uma abordagem mais cômica e metalinguística — e a presença de Moayed reforça a continuidade e profundidade do universo compartilhado da Marvel.

Brad Winderbaum, chefe da Marvel Television, informou que a série terá 8 episódios com duração de 30 minutos cada.

O diretor Destin Daniel Cretton, responsável por ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis‘, está à frente do projeto como produtor e também dirigirá alguns episódios da série.

O elenco também conta com Lauren Glazier (‘Mindhunter’), Demetrius Goose (‘Fear the Walking Dead’), Torrey Vogel (‘Logan’) e Ben Kingsley, que vai reprisar seu papel como Trevor Slattery após ‘Homem de Ferro 3‘ e ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis‘.

O roteiro fica a cargo de Andrew Guest (‘Gavião Arqueiro’).

‘Batman: Knightfall’: Warner Bros. anuncia adaptação animada em 3 partes da icônica saga dos anos 90

batman cruzado encapuzado

A icônica saga dos quadrinhos dos anos 1990, ‘Batman: Knightfall’, ganhará uma adaptação em múltiplas partes pela Warner Bros. Animation.

Segundo o ComicBookMovie, o primeiro longa animado, intitulado ‘Batman: Knightfall Parte 1: A Queda do Morcego’, já está em produção, com lançamento previsto para o próximo ano. Espera-se que outras três partes sejam lançadas em sequência.

A adaptação terá direção de Jeff Wamester e roteiro de Jeremy Adams.

A saga original dos quadrinhos foi dividida em três arcos principais, Knightfall, Knightquest e KnightsEnd, e narrava o maior desafio físico e psicológico do Cavaleiro das Trevas: o supervilão Bane, que consegue “quebrar o Batman”. Com Bruce Wayne incapacitado, o violento e instável Azrael assume temporariamente o manto do herói.

Embora a trama nunca tenha sido adaptada integralmente para o cinema, ela serviu de inspiração para a conclusão da trilogia de Christopher Nolan, ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge’ (2012).

A sinopse oficial de ‘Batman: Knightfall – Parte 1’ é: “Quando o misterioso gigante conhecido apenas como Bane liberta toda a galeria de vilões de Arkham Asylum, o Cavaleiro das Trevas é levado ao seu limite físico e mental’.

‘Guerreiras do K-Pop 2’: Produtora revela empolgação da equipe para a sequência

Michelle Wong, produtora do fenômeno da NetflixGuerreiras do K-Pop (K-Pop: Demon Hunters), compartilhou recentemente seus pensamentos sobre a possibilidade de desenvolver uma sequência para a produção de sucesso.

Questionada sobre a continuação, Wong fez uma pausa antes de responder ao Deadline: “Este momento tem sido simplesmente surreal e incrível. Estamos todos muito cansados [risos]. Mas estamos animados para o próximo passo”.

Documentário ‘Número Desconhecido’ desbanca ‘Guerreiras do K-Pop’ e lidera ranking global da Netflix

Joshua Beveridge, diretor de animação do projeto, comentou que trabalhar no filme expôs centenas de animadores e membros da equipe ao vasto público do K-pop.

“É realmente uma cultura”, afirmou. Atento aos fãs, ele acrescentou que o principal objetivo era “garantir que não os decepcionássemos. Esse público é muito maior do que jamais imaginamos.”

A co-produtora Jacky Priddle explicou a gênese do projeto: “a proposta era: ‘façam um filme de K-pop’, mas não queríamos apenas fazer um filme 3D sobre K-pop. Queríamos criar algo empolgante e interessante”.

Assim surgiu o conceito musical e de ação.

‘Guerreiras do K-Pop 2’: Diretores sugerem que teorias de fãs podem influenciar a sequência

A tecnologia utilizada no filme permitiu à produção fazer escolhas ousadas, especialmente nas sequências de canto e dança. Embora o painel de discussão não tenha se aprofundado muito no aspecto técnico, um vídeo impressionante dos bastidores mostrou o processo coreográfico, com dançarinos reais e suas versões animadas se movendo em perfeita sincronia.

“Quando as superestrelas do K-pop Rumi, Mira e Zoey não estão esgotando estádios ao redor do mundo, elas usam suas identidades secretas como caçadoras de demônios para proteger seus fãs dos perigos sobrenaturais que espreitam pelas sombras. Juntas, elas precisarão enfrentar sua maior ameaça: uma boy band rival irresistível — que, na verdade, são demônios disfarçados”, diz a sinopse.

‘Street Fighter’: Orville Peck celebra o fim das filmagens do live-action

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O cantor Orville Peck usou suas redes sociais para anunciar que encerrou suas gravações na Austrália para ‘Street Fighter’, o longa-metragem live-action no qual interpretará o vilão Vega.

Para celebrar o fim de sua participação no set, o artista, que recentemente fez a transição para a atuação, compartilhou uma série de novas fotos dos bastidores, mostrando seu tempo trabalhando na adaptação do famoso videogame.

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A estreia está marcada para o dia 16 de outubro de 2026.

“Ambientado em 1993, a trama acompanha os lendários lutadores Ryu e Ken Masters, que são arrastados de volta ao combate quando a enigmática Chun-Li os recruta para o próximo World Warrior Tournament, um torneio brutal que envolve punhos, destino e fúria.
Porém, por trás dessa batalha intensa, esconde-se uma conspiração mortal que pode forçá-los a lutar entre si — e contra os demônios de seu passado. Se falharem… é fim de jogo”, diz a sinopse.

Confira o elenco:

Noah Centineo – Ken Masters

Andrew Koji – Ryu

Callina Liang – Chun-Li

Cody Rhodes – Guile

Orville Peck – Vega

Curtis “50 Cent” Jackson – Balrog

Jason Momoa – Blanka

Vidyut Jammwal – Dhalsim

Olivier Richters – Zangief

Hirooki Goto – E. Honda

David Dastmalchian – M. Bison

Joe “Roman Reigns” Anoa’i – Akuma

Andrew Schulz – Dan Hibiki

Eric André – Don Sauvage

Mel Jarnson – Cammy

Rayna Vallandingham – Juli

Alexander Volkanovski – Joe

Live-action de ‘Street Fighter’ contrata novo diretor

Com mais de 55 milhões de unidades vendidas no mundo, Street Fighter é uma das franquias de games mais lucrativas e amadas da história. A nova adaptação promete combinar ação intensa com visual moderno e personagens fiéis aos jogos que conquistaram gerações.

‘Vivo ou Morto: Um Mistério Knives Out’: Rian Johnson compara novo filme aos livros de Agatha Christie

Rian Johnson, roteirista e diretor da franquia Entre Facas e Segredos, revelou que o terceiro filme da série, ‘Vivo ou Morto: Um Mistério Knives Out, terá uma estrutura mais tradicional e focada no mistério, semelhante aos clássicos de Agatha Christie.

Johnson detalhou a abordagem que será usada no novo longa: “A realidade deste filme é que ele tem uma estrutura quase mais tradicional de mistério de assassinato. É assim que a maioria dos livros de Agatha Christie funciona, no primeiro ato você conhece todos os suspeitos e o protagonista, que não é o detetive. Depois o assassinato acontece, e então o detetive [Benoit Blanc, interpretado por Daniel Craig] aparece”.

‘Vivo ou Morto’: Conheça a história do novo filme da franquia ‘Entre Facas e Segredos’, que virou ‘Um Mistério Knives Out’

O produtor Ram Bergman contou que a preparação do filme começou antes mesmo de Johnson terminar o roteiro, já que o cineasta tinha uma visão clara do cenário.

“A história se passa principalmente em uma antiga igreja de pedra em uma pequena cidade. Vocês [no Reino Unido] têm muito mais dessas do que nós nos Estados Unidos”, comentou Bergman. “Nós simplesmente nos apaixonamos por trabalhar com equipes britânicas”.

Entre Facas e Segredos | Como a franquia de Rian Johnson apresentou um novo lado dos filmes de mistério

‘Vivo ou Morto: Um Mistério Knives Out’, tem estreia marcada para 12 de dezembro de 2025 na Netflix.

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Lembrando que o grandioso elenco conta com Thomas Haden Church (‘Homem-Aranha 3’)se junta aos atores Josh Brolin (‘Duna’, ‘Vingadores: Ultimato’), Daryl McCormack (‘Peaky Blinders’), Josh O’Connor (‘Rivais’), Mila Kunis (‘Uma Garota de Muita Sorte’), Cailee Spaeny (‘Guerra Civil’), Andrew Scott (‘Todos Nós Desconhecidos’), Glenn Close (‘A Esposa’), Jeremy Renner (‘Gavião Arqueiro’) e Kerry Washington (‘Scandal’), que haviam sido previamente anunciados.s.

Daniel Craig reprisará o seu papel como o detetive Benoit Blanc.

Morre a atriz Diane Keaton aos 79 anos

A atriz Diane Keaton, 79, morreu hoje, na Califórnia, nos Estados Unidos. A morte foi confirmada por um porta-voz da família de Diane à revista People. A causa do óbito não foi divulgada.

A família pediu respeito e privacidade nesse momento. Maiores detalhes sobre o velório não foram divulgados.

O último filme da atriz foi ‘Do Jeito Que Elas Querem – O Próximo Capítulo‘.

Com direção de Bill Holderman, o longa traz de volta o icônico quarteto formado por Jane Fonda (Vivian), Diane Keaton (Diane), Mary Steenburgen (Carol) e Candice Bergen (Sharon).

A tão esperada sequência segue nossas quatro melhores amigas enquanto elas levam seu clube do livro para a Itália para a divertida viagem de garotas que nunca tiveram. Quando as coisas saem dos trilhos e segredos são revelados, suas férias relaxantes se transformam em uma aventura de cross-country única na vida.

Andy GarciaDon JohnsonCraig T. Nelson também irão reprisar seus papéis como Mitchell, Arthur e Bruce, respectivamente. Giancarlo GianniniHugh QuarshieVincent Riotta são as mais novas adições ao elenco.

Crítica | ‘Pequenas Criaturas’ – Uma poética tempestade de sensações humanas através de personagens fascinantes [Festival do Rio 2025]

Costurando a sensibilidade humana de forma poética – mastigando a imaginação e a expressividade –, chegou, em um dos últimos dias de Festival do Rio, a sessão do longa-metragem brasileiro Pequenas Criaturas: um filme que você assiste e não esquece. Escrito e dirigido por Anne Pinheiro Guimarães, esse projeto encantador busca a comunicação com o público através de um roteiro envolvente, com personagens complexos e fascinantes, reunindo fragmentos de uma família dentro de recortes geracionais que se entrelaçam pelas amarguras do presente.

Ambientada numa Brasília de quase quarenta anos atrás, conhecemos Helena (Carolina Dieckmann) e seus dois filhos – uma criança e um adolescente – que chegam à capital do Brasil e se mudam para um prédio numa região central. Frustrada pela partida do marido, que logo viaja a negócios, ela se vê perdida e aflita, enquanto marcas do passado e inesperadas aventuras do presente se chocam, nos levando a um recorte cheio de conflitos, não só pra ela, mas para seus dois filhos.

Crédito foto: Pablo Baião
Crédito foto: Pablo Baião

Sob os três olhares desse núcleo familiar, as amarguras do presente logo se chocam com o acaso e o inusitado. Algumas vezes a bordo de uma Brasília amarela – símbolo interpretativo dentro da trama – percebemos a profundidade dos relacionamentos interpessoais sendo tratada com sutileza, fugindo da melancolia, mas sem deixar de ser incisivo nas provocações de reflexões.

Crédito foto: Pablo Baião
Crédito foto: Pablo Baião

Um dos grandes desafios do filme era deixar atual um retrato familiar de quatro décadas atrás – e ele consegue. A construção dos personagens é envolvente, vai do riso à emoção, um dos trunfos de uma obra que contextualiza os primeiros anos de uma nova democracia – após a Ditadura Militar –, tendo como ambiente justamente a capital do Brasil. Assim, o roteiro parece se dividir em parábolas, que não fogem das lições morais, mas as tornam complementares. Uma mãe em um casamento infeliz, as descobertas da adolescência, até os amigos imaginários – cada peça desse quebra-cabeça emocional se encaixa para um norte de chegadas e partidas.

Crédito foto: Pablo Baião
Crédito foto: Pablo Baião

A solidão, as perdas, os medos, os perigos, as travessuras, o cuidar, a vida e a morte, se tornam elementos jogados em uma tempestade de sensações que nos entrega uma obra atemporal, vibrante e capaz de deixar marcas em nossos corações. Um dos melhores filmes exibidos no Festival do Rio 2025.

Robert Englund revela se reprisaria seu papel como Freddy Krueger na franquia ‘A Hora do Pesadelo’

Robert Englund, ator que marcou o cinema de horror como o icônico Freddy Krueger em ‘A Hora do Pesadelo’, revelou recentemente que está interessado em voltar a viver o terrível assassino dos sonhos.

Conforme o FearHQ, Englund revelou interesse em dar voz ao personagem em um projeto de animação:

“Oh, claro. Quero dizer, já estou bastante ocupado com trabalhos de voz. Acabei de fazer Pinocchio: Unstrung, eu sou o grilo mau. Gosto dessa ideia. Quando participo de convenções e festivais de cinema, me deparo com tantas ilustrações incríveis de Freddy Krueger, concebidas de várias formas, seja em storyboards, graphic novels violentas, quadrinhos, pôsteres ou até versões cômicas do Freddy. Eu adoro isso”, afirmou.

Jason Blum ainda quer os direitos de ‘Sexta-Feira 13’ e ‘A Hora do Pesadelo’: “NUNCA vou desistir”

Em outra entrevista, Englund comentou sobre a possibilidade de outro ator assumir o papel físico de Freddy, mencionando um nome que ele considerava ideal:

“Acho que, pelo bem da franquia, eles precisam encontrar alguém como Doug Jones. Anos atrás, ouvi dizer que estavam considerando Kevin Bacon para Freddy Krueger. Kevin está em alguns dos meus filmes de terror favoritos; Stir of Echoes eu amo, e Tremors, obviamente. Adoro Kevin como ator. Ele é um verdadeiro ator de personagem, só que preso em um corpo de galã, mas Kevin também é muito físico. Achei uma ótima escolha, mas isso foi há uns cinco anos. Sei que ele tem vários outros projetos agora e não está ficando mais jovem, então provavelmente não se interessaria”, afirmou na epoca.

‘A Hora do Pesadelo’: Patricia Arquette revela condição para RETORNAR à franquia

‘A Hora do Pesadelo’ está disponível na HBO Max.

No clássico slasher de 1984, dirigido por Wes Craven, vários adolescentes do Meio-Oeste caem nas garras de Freddy Krueger (Robert Englund), um mutilador deformado que persegue os jovens em seus sonhos, o que acaba matando-os na realidade.

A protagonista Nancy (Heather Langenkamp) e seu namorado Glen (Johnny Depp) tentam desvendar o mistério.

‘Guerreiras do K-Pop’: Produtora revela processo “brutal” que transformou animação em fenômeno da Netflix

Michelle Wong, produtora deGuerreiras do K-Pop, revelou o que ela acredita ser o segredo por trás do estrondoso sucesso do filme da Netflix: um processo de escalação de elenco incrivelmente rigoroso.

Em entrevista ao Deadline, Wong relembrou a complexidade da busca por talentos: “Tivemos três diretores de elenco e fizemos uma busca ao redor do mundo. O desafio do nosso filme era que queríamos que todos os talentos fossem coreanos, bilíngues e que soubessem cantar. E isso simplesmente não acontece”.

As performances gravadas para a trilha sonora ajudaram a impulsionar o título da Sony Pictures Animation ao topo do ranking de filmes da Netflix, transformando-o em um verdadeiro fenômeno cultural.

‘Guerreiras do K-Pop’ quebra recorde e se torna o filme em inglês com maior permanência no Top 10 da Netflix

Segundo Wong, as três personagens principais foram escaladas quase na última hora, e a gravação final das vozes só foi concluída no início deste ano, pouco antes da estreia em agosto.

“As pessoas dizem: ‘Ah, eu sei cantar, eu sei cantar.’ Mas quando você ouve nossas músicas, percebe que não é nesse nível”, disse a produtora, destacando que as canções são uma fusão de “musical teatral e pop”. Ela acrescentou que era essencial que os membros do elenco cantassem de forma emocional, transmitindo sentimentos genuínos através da voz.

A produtora comentou que houve pressão dos estúdios, Sony e Netflix, que acreditavam ser necessário contar com nomes famosos. “Mas nós temos nomes conhecidos”, rebateu.

Sony vendeu os direitos de ‘Guerreiras do K-Pop’ para a Netflix, e franquia virou FENÔMENO

Wong explicou que os atores nunca estiveram juntos durante a produção, gravando suas partes individualmente. “A primeira vez que eles se apresentaram juntos foi no Fallon”, contou, referindo-se à performance da música de sucesso “Golden” no programa de TV (o grupo também se apresentou no Saturday Night Live).

‘Guerreiras do K-Pop’: Sucesso da Netflix pode virar trilogia, ganhar live-action e até musical

Joshua Beveridge, chefe de animação de personagens na Sony Pictures Imageworks e diretor de animação do filme, descreveu o momento em que a equipe percebeu que o filme estava tomando forma:

“‘Ah, estamos chegando em algo.’ Depois das gravações com os talentos principais, a equipe de áudio começou a dizer: ‘Rumi é tão Rumi! Mira é tão Mira!’”. Ele completou: “E a equipe de animação dizia o mesmo… Não havia um favorito claro… todos são estrelas”.

Jacky Priddle, co-produtora do filme e produtora de VFX, admitiu que finalizar o elenco no último minuto não foi o ideal, mas a equipe se ajustou à necessidade.

“É apenas uma questão de prioridades. Algumas sequências estavam seguras, outras precisaram de ajustes na coreografia ou em outros elementos. À medida que as vozes chegavam… às vezes era preciso animar sem as vozes e depois substituí-las. Às vezes, era necessário esperar. Às vezes, gravar depois”, concluiu.

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“Quando as superestrelas do K-pop Rumi, Mira e Zoey não estão esgotando estádios ao redor do mundo, elas usam suas identidades secretas como caçadoras de demônios para proteger seus fãs dos perigos sobrenaturais que espreitam pelas sombras. Juntas, elas precisarão enfrentar sua maior ameaça: uma boy band rival irresistível — que, na verdade, são demônios disfarçados”, diz a sinopse.