‘Hora de Aventura com Fionna & Cake’, série derivada da aclamada animação ‘Hora de Aventura’, entrará em sua segunda temporada em breve – e, agora, a HBO Max divulgou a data de estreia oficial do próximo ciclo.
Os novos episódios têm lançamento agendado para o dia 23 de outubro.
Mais detalhes sobre o próximo ciclo não foram revelados.
Na animação, um novo inimigo surge na terra de Ooo e as garotas Fionna e Cake precisam recorrer a ninguém menos que o antigo Rei Gelado para garantir a paz. Nas novas aventuras, temos participações especiais de personagens já queridos como Marceline e Princesa Jujuba.
A produção foi criada por Adam Muto e conta com dez episódios.
Izuku sonhou em ser um herói durante toda a sua vida – um objetivo elevado para qualquer um, mas especialmente desafiador para uma criança sem superpoderes. É isso mesmo, em um mundo onde oitenta por cento da população tem algum tipo de “peculiaridade” superpoderosa, Izuku teve o azar de nascer completamente normal. Mas isso não é suficiente para impedi-lo de se matricular em uma das academias de heróis mais prestigiadas do mundo.
Daiki Yamashita, Nobuhiko Okamoto, Ayane Sakura e outros fazem parte do elenco de dublagem.
A trama acompanha o gato azul Gumball Watterson, de doze anos, e sua família em suas aventuras e confusões na cidade de Elmore. Sempre acompanhado de seu irmão Darwin, eles navegam as brincadeiras e dilemas da pré-adolescência em uma cidade repleta de criaturas peculiares.
A Netflix divulgou o teaser trailer oficial de ‘De Férias com Você’ (‘People We Meet on Vacation’), adaptação do romance best-seller homônimo de Emily Henry.
O longa chega à plataforma de streaming no dia 9 de janeiro de 2026.
A comédia romântica acompanha a história de Poppy, uma jovem espontânea e aventureira, e Alex, um homem metódico e apegado à rotina. Apesar das personalidades contrastantes, eles são melhores amigos há uma década, mantendo a tradição de passar as férias de verão juntos todos os anos, mesmo morando em cidades diferentes. Contudo, a delicada dinâmica dessa amizade é posta à prova quando ambos começam a questionar o que todos ao seu redor já perceberam: seriam eles, na verdade, o par romântico ideal?
A Netflix divulgou o novo trailer oficial de ‘Good News’, seu novo thriller de desastre sul-coreano.
O longa-metragem fez sua estreia no dia 5 de setembro, no Festival de Toronto, e chega à plataforma de streaming em 17 de outubro.
Confira:
O longa é dirigido por Byun Sung-hyun e é inspirado em eventos reais.
Em 1970, logo após deixar o Aeroporto de Haneda, em Tóquio, com destino a Itazuke, um avião de passageiros foi sequestrado por membros da Facção do Exército Vermelho, armados com armas de fogo e facas, exigindo ser levado para Pyongyang. Como o Japão e a Coreia do Norte não tinham planos para tal pouso, o plano dos sequestradores rapidamente começou a apresentar problemas.
Em Seul, uma figura obscura conhecida apenas como “Ninguém”, famosa por seu trabalho invisível, mas impactante, foi trazida para ajudar em um esforço secreto de resgate. Equipes de inteligência e militares do Japão, Coreia do Sul e Estados Unidos tentaram táticas ousadas, desde bloquear a pista durante o reabastecimento até sequestrar sinais de rádio.
A Apple TV+ divulgou mais um teaser oficial de ‘Pluribus’, nova série de Vince Gilligan (‘Breaking Bad’, ‘Better Call Saul’).
O misterioso vídeo fornece alguns detalhes a mais sobre a intrigante atmosfera da atração, dando destaque a Rhea Seehorn como a protagonista Carol.
A série tem estreia marcada para o dia 7 de novembro na plataforma de streaming, com a exibição dos dois primeiros episódios.
Confira:
Gilligan também entra como showrunner.
Ainda sem muitos detalhes revelados, sabe-se que a trama é ambientada na cidade de Albuquerque e acompanha a pessoa mais miserável da Terra, que deve salvar o mundo da felicidade.
Rhea Seehorn, que trabalhou com Gillian em ‘Better Call Saul’, estrela.
Você sabia que, há quase 40 anos atrás, mais precisamente na cidade de Londrina, ocorreu um dos maiores assaltos a banco da história do Brasil? Jogando luz para alguns curiosos desenrolares desse evento, o novo longa-metragem do experiente cineasta José Eduardo Belmonte,Assalto à Brasileira, recria essa ação com toques certeiros de comédia, sob o ponto de vista de uma peça importante: um jornalista recém-demitido que acabou sendo um elo entre criminosos e a polícia.
Exibido no último dia de programação do CineBH 2025, o filme mergulha nos detalhes que compuseram as intermináveis horas de tensão, mas chega de forma leve para o público pelo foco nas trapalhadas e inexperiências dos personagens envolvidos. Há sempre um risco ao compor sugestões desse tipo: no fim das contas, os ladrões acabam despertando uma torcida – algo que, de fato, ocorreu com boa parte da população na época. Aqui, porém, é completamente justificável esse espírito de ‘Justiça Social’, já que o embate entre sistema e população abalada por instabilidade financeira provocava reações desse tipo, bem retratadas pelo projeto.
Paulo (Murilo Benício) é um jornalista renomado que atravessa um momento turbulento em sua vida: recém-demitido, vai até a agência do Banco do Estado do Paraná (Banestado) para pegar seus trocados da rescisão. Chegando no local, acaba presenciando um inusitado assalto. Enxergando na situação uma oportunidade de reportagem – e percebendo, aos poucos, que os bandidos são completos amadores -, Paulo acaba sendo peça-chave na comunicação entre polícia e os assaltantes.
O ritmo do filme é fundamental para que os olhos do público não se desgrudem da tela- e aqui isso se mostra um fator de grande importância. Com um início promissor, a ótima trilha sonora, com canções que servem para marcar época aos acontecimentos, ajuda a começar com o pé direito. Há uma busca a todo instante por um equilíbrio na narrativa, que encosta nos exageros, mas sem se tornar redundante – o que poderia deixar maçante o contar essa história.
Outro ponto importante é a contextualização, apresentada já na introdução do filme e que segue ao longo dos diálogos, uma manobra complementar que ajuda ao entendimento de certos porquês. Imagine o cenário: você compra um pão de manhã por um preço e, na mesma tarde, o valor é outro. Em 1987, ano desse acontecimento retratado na obra, o Brasil passava pelos primeiros passos da redemocratização, mas ainda carregava uma herança dos tempos de ditadura – uma inflação próxima de 400% ao ano –, realidade que deixou muitas pessoas à beira do desespero.
Mas o grande acerto do projeto é ilustrar eventos que muitas vezes parecem surreais com a força da essência cômica. Ótimos artistas – destaque para Christian Malheiros e Murilo Benício – dão vida à personagens que, em pequenas participações ou grande presença em tela, conquistam espaço na trama. Essa leveza acaba convencendo o público, que provavelmente vai interagir bastante com os acontecimentos quando o filme estrear no circuito exibidor.
Vencedor de três prêmios na última edição do Festival de Brasília, Assalto à Brasileiraapresenta mais uma página curiosa de nosso Brasil de forma consistente e que vai levar o público ao riso mas sem deixar de sugerir reflexões sociais.
Em MISSÃO PET, um grupo de animais de estimação, que encontra-se preso em um trem em alta velocidade, precisa frustrar os planos de Hans, um texugo em busca de vingança. Como o acidente parece inevitável, eles recorrem a Falcon, um guaxinim inteligente e engenhoso, pronto para fazer qualquer coisa para salvá-los.
Curiosidades:
» Além de dirigir, Jean-François Tosti também assina o roteiro ao lado de David Alaux e Eric Tosti;
Em LADRÕES, Hank Thompson era um fenômeno do beisebol no colégio, mas agora não pode mais jogar. Mesmo assim, o resto da sua vida vai bem. Ele tem uma namorada incrível, trabalha como barman em um bar em Nova York e seu time favorito está fazendo uma improvável corrida rumo ao título. Quando seu vizinho, Russ, pede que ele cuide de seu gato por alguns dias, Hank de repente se vê no meio de uma turma nada convencional de gângsteres ameaçadores. Todos querem algo dele — o problema é que ele não faz ideia do quê. Enquanto tenta escapar do cerco que se fecha cada vez mais, Hank vai precisar usar toda a sua esperteza para sobreviver tempo suficiente e descobrir o motivo…
Curiosidades:
» O longa é baseado no livro homônimo de Charlie Huston, que também assina o roteiro da adaptação;
Em UMA BATALHA APÓS A OUTRA, quando seu inimigo maligno ressurge após 16 anos, um grupo de ex-revolucionários se reúne para resgatar a filha de um dos seus aliados.
Curiosidades:
» Após chegar às telonas no dia 25 de setembro, o novo longa do diretor vencedor do BAFTA Paul Thomas Anderson, ‘Uma Batalha Após a Outra‘, se tornou a maior bilheteria de estreia do diretor no Brasil, arrecadando R$3,1 milhões em segundo lugar.
» “Este é o primeiro filme contemporâneo que faço em muito tempo, o que é muito libertador. Foi muito divertido porque podíamos simplesmente enlouquecer e filmar o que queríamos, quando queríamos”, conta Anderson.
No entanto, o Homem de Aço é um tipo de super-herói muito diferente, e Gunn sempre deixou claro que adotou uma abordagem muito diferente para o personagem – que incluiu algumas cenas ousadas e controversas.
Em entrevista ao Collider, o co-CEO da DC Studios explicou como sua experiência com ‘Superman’ irá impactar seu trabalho na sequência ‘O Homem do Amanhã’, que cehga aos cinemas mundiais em 2027.
“Fiz muitas experiências com filmagens de voo e acho que aprendi muito sobre o que funcionou e o que não funcionou tão bem”, ele revelou. “Uma das coisas que mais me empolgam são essas certas sequências de ação em ‘O Homem do Amanhã’. E juntá-las tem sido muito divertido. Sempre aprendo muito com cada filme em termos do que funciona e do que não funciona”.
Gunn continua: “acho que a prova de conceito funcionou em termos de quem era o Superman. E, além disso, há coisas que acho que podem ser melhoradas. E não apenas melhoradas, mas simplesmente diferentes. Gosto que meus filmes sejam diferentes. ‘Guardiões Vol. 1’ não é o mesmo que ‘Guardiões Vol. 3’. Eles são diferentes. E ‘O Homem do Amanhã’ não será o mesmo que ‘Superman’. E é a história do Lex também, então são os dois. Isso dá um tom totalmente diferente”.
A Disney atualizou seu cronograma de lançamentos e anunciou a retirada de um projeto secreto da Marvel Studios que estava agendado para estrear em 23 de julho de 2027. O título do filme não havia sido oficialmente revelado, mas sua presença no calendário vinha alimentando especulações entre os fãs sobre uma possível nova franquia ou sequência dentro do Universo Cinematográfico da Marvel (MCU).
Como ontem foi anunciado que o diretor Sam Raimi estava negociando dirigir outro projeto que não fosse a sequência de ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’ – especula-se que o filme adiado foi ‘Doutor Estranho 3‘- nada confirmado.
O segundo filme, apesar de algumas decisões controversas envolvendo Wanda Maximoff/Feiticeira Escarlate, teve uma sólida recepção por parte da crítica e do público. E, agora, parece que Raimi irá retomar parceria com a companhia.
Embora a empresa não tenha dado detalhes sobre o motivo da remoção do filme secreto, a data anteriormente reservada pela Marvel será agora ocupada por uma sequência do filme de ‘Os Simpsons‘, animação baseada na icônica série criada por Matt Groening. O primeiro longa da família amarela foi lançado em 2007 e arrecadou mais de US$ 500 milhões mundialmente, tornando-se um sucesso de bilheteria e crítica.
A troca levanta suspeitas de que o projeto da Marvel pode ter sido cancelado ou adiado indefinidamente. Essa não é a primeira vez que o estúdio faz ajustes em seu cronograma — nos últimos anos, várias produções foram remanejadas devido a fatores como mudanças criativas internas, reestruturações após a pandemia e, mais recentemente, as greves de roteiristas e atores que impactaram Hollywood em 2023.
Até o momento, a Disney não se pronunciou oficialmente sobre o futuro do projeto da Marvel retirado da agenda.
Segundo o insider Daniel RPK, as filmagens de ‘Doutor Estranho 3‘ deveriam começar em 2026.
O longa da Marvel apresentaria Benedict Cumberbatch como o Mago Supremo.
‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’ está disponível no Disney+.
Em entrevista ao Empire, Guillermo del Toro (‘O Labirinto do Fauno’) comentou sobre seus planos para o futuro após o lançamento de sua adaptação de ‘Frankenstein‘.
O cineasta afirmou que planeja levar sua carreira para uma direção completamente nova, confirmando que o longa baseado no clássico de Mary Shelley encerrará um ciclo em sua vida.
“[‘Frankenstein’] encerrará um ciclo. Se você der uma olhada na minha filmografia, desde ‘Cronos’, ‘A Espinha do Diabo’, ‘O Labirinto do Fauno’, ‘A Colina Escarlate’ até este filme, há uma evolução em um certo tipo de visual, um certo tipo de ritmo e um certo tipo de empatia. Sinto que preciso mudar isso.”
Ele completa, “Nunca se sabe. Depois de amanhã talvez eu dirija ‘Jekyll & Hyde’, ou qualquer coisa assim. Mas, no momento, meu desejo é tentar fazer algo muito diferente. Para mim, ‘Frankenstein’ é a culminação de uma jornada que ocupou a maior parte da minha vida. Eu li o livro da Mary Shelley quando ainda era criança, e os monstros se tornaram meu sistema pessoal de crença.”
‘Frankenstein‘ será lançado na Netflix no dia 7 de novembro.
Na trama, o brilhante e egoísta cientista Victor Frankenstein dá vida a uma criatura em um experimento monstruoso que, no fim das contas, leva à ruína tanto do criador quanto de sua trágica criação.
Oscar Isaac interpretará Victor Frankenstein, enquanto Jacob Elordi dará vida ao seu monstro. O elenco ainda contará com Mia Goth e Christoph Waltz como Elizabeth e Dr. Pretorius, respectivamente.
A 19ª CineBH – Mostra Internacional de Cinema de Belo Horizonte foi um SUCESSO, com 80 mil acessos nas plataformas online e 2,2 milhões de visualizações nas redes sociais, com público de mais de 60 países.
Foram 101 filmes de 13 países em uma programação que incluiu atividades formativas, debates e sessões comentadas, provando que o evento é um importante centro do cinema latino-americano.
Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP,Raquel Hallak – diretora da Universo Produção e coordenadora geral da Mostra CineBH e do Brasil CineMundi – revelou que gostaria de trazer Ricardo Darin para o 20º CineBH.
Ricardo Darín consolidou-se na televisão argentina, estreando no cinema com ‘Nove Rainhas‘ (2000) e alcançando fama internacional com filmes como ‘O Segredo dos Seus Olhos‘ (2009), vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro.
O prêmio de melhor filme da Mostra Território foi para “Quemadura China”, produção do Uruguai dirigida por Verónica Perrotta. Pela justificativa do júri oficial, a obra “ousa encarar de frente a fragilidade, lembrando-nos de que os corpos guardam memória e de que, mesmo na perda, pulsa a ternura”. A decisão destacou ainda “a beleza nascida do imperfeito, a ousadia estética e a entrega absoluta de seus intérpretes” e ressaltou a maneira como o filme entrelaça “o íntimo com o coletivo, o grotesco com o lírico, o teatral com o cinematográfico, num gesto de radical originalidade”.
Na categoria Melhor Presença, na qual o júri pode escolher livremente, foi escolhido o elenco de “Chicharras”, do México, dirigido por Luna Marán. A justificativa apontou que a obra retrata “atos de resistência dentro do território que percorre” e que experimenta “possibilidade de reinventar seus processos criativos e romper com as hierarquias individuais do cinema”. Foi apontada a consciência coletiva da produção: “Fazer filmes é um processo conjunto capaz de retratar a complexidade e o encanto de uma comunidade”.
O júri deu ainda um destaque à montagem de “Huaquero”, do Peru, dirigido por Juan Carlos Donoso Gómez. Foi enfatizado o caráter político e a densidade histórica do filme, que constitui “uma arqueologia de terras ainda habitadas por mistérios a serem revelados; uma síntese de oito anos que nos lembra que a verdadeira escrita do cinema está na articulação de suas imagens e sons”. A decisão destacou a capacidade do filme de “tornar visível o invisível, como na alquimia da prata, onde os halos ocultos na emulsão se revelam e se transformam em matéria perceptível”.
O Prêmio Abraccine, dado por críticos de cinema, foi para “Punku”, também do Peru, dirigido por Juan Daniel Fernández Molero e descrito como “uma refinada arquitetura do (in)consciente, entre memória, sonho, mito e realidade”. O júri ressaltou a força do feminino na condução da narrativa, que revela “um território íntimo e múltiplo, em que corpos e paisagens se transformam em matéria poética e perturbadora”. A Abraccine ainda conferiu uma menção honrosa a “Chicharras”, reconhecendo a vitalidade do filme “ao nos envolver em uma comunidade viva e autônoma, que, mesmo diante das caravelas perenes do colonialismo, afirma-se como um corpo político coletivo e insubmisso, uma verdadeira inspiração”.
A 19ª CineBH – Mostra Internacional de Cinema de Belo Horizonte anunciou, na noite de domingo, 28 de setembrol, os filmes premiados da Mostra Território e os projetos contemplados no Brasil CineMundi – 16th International Coproduction Meeting. A cerimônia de encerramento do evento aconteceu no Cine-Theatro Brasil. O prêmio de melhor filme da Mostra Território foi para “Quemadura China”, produção do Uruguai dirigida por Verónica Perrotta. Pela justificativa do júri oficial, a obra “ousa encarar de frente a fragilidade, lembrando-nos de que os corpos guardam memória e de que, mesmo na perda, pulsa a ternura”. A decisão destacou ainda “a beleza nascida do imperfeito, a ousadia estética e a entrega absoluta de seus intérpretes” e ressaltou a maneira como o filme entrelaça “o íntimo com o coletivo, o grotesco com o lírico, o teatral com o cinematográfico, num gesto de radical originalidade”.
Na categoria Melhor Presença, na qual o júri pode escolher livremente, foi escolhido o elenco de “Chicharras”, do México, dirigido por Luna Marán. A justificativa apontou que a obra retrata “atos de resistência dentro do território que percorre” e que experimenta “possibilidade de reinventar seus processos criativos e romper com as hierarquias individuais do cinema”. Foi apontada a consciência coletiva da produção: “Fazer filmes é um processo conjunto capaz de retratar a complexidade e o encanto de uma comunidade”.
O júri deu ainda um destaque à montagem de “Huaquero”, do Peru, dirigido por Juan Carlos Donoso Gómez. Foi enfatizado o caráter político e a densidade histórica do filme, que constitui “uma arqueologia de terras ainda habitadas por mistérios a serem revelados; uma síntese de oito anos que nos lembra que a verdadeira escrita do cinema está na articulação de suas imagens e sons”. A decisão destacou a capacidade do filme de “tornar visível o invisível, como na alquimia da prata, onde os halos ocultos na emulsão se revelam e se transformam em matéria perceptível”.
O Prêmio Abraccine, dado por críticos de cinema, foi para “Punku”, também do Peru, dirigido por Juan Daniel Fernández Molero e descrito como “uma refinada arquitetura do (in)consciente, entre memória, sonho, mito e realidade”. O júri ressaltou a força do feminino na condução da narrativa, que revela “um território íntimo e múltiplo, em que corpos e paisagens se transformam em matéria poética e perturbadora”. A Abraccine ainda conferiu uma menção honrosa a “Chicharras”, reconhecendo a vitalidade do filme “ao nos envolver em uma comunidade viva e autônoma, que, mesmo diante das caravelas perenes do colonialismo, afirma-se como um corpo político coletivo e insubmisso, uma verdadeira inspiração”.
A 16ª edição do Brasil CineMundi também anunciou os projetos premiados em suas diferentes categorias, vindos dos vários parceiros que compõem a programação do encontro e colaboram nos processos de parceria, coprodução e fomento para o cinema do futuro.
O prêmio principal do júri oficial, formado por Luana Melgaço, Jorge Cohen e Juliette Lepoutre, foi concedido ao alagoano “Filhas do Mangue”, escrito e dirigido por Stella Carneiro e produzido por Rafhael Barbosa (La Ursa Cinematográfica, Alagoas). O júri destacou que o projeto traz “uma voz jovem, promissora e profundamente singular” ancorando-se em vivências íntimas e familiares que, contadas com humor e ternura, ecoam debates mais amplos sobre preservação ambiental, assimetrias regionais e irreverência das novas gerações. “Trata-se de um cinema que “nasce nas margens de uma lagoa, em um estado ainda pouco representado, mas que, pela sua especificidade, tem o poder de dialogar com audiências maiores”.
Na categoria Work in Progress, o Prêmio O2 Pós reconheceu O Filho da Puta, a ser dirigido por Erica Maradona, Otto Guerra, Sávio Leite e Tânia Anaya, com produção de Cissa Carvalho, Elisa Rocha e Tatiana Mitre. A escolha chamou atenção pela “narrativa sólida e envolvente, conduzida com humor ácido e estética crua” e ressaltou que “mais do que uma viagem física, a obra é um percurso de identidade e afirmação”. Já o Prêmio Mistika foi para “Lusco-Fusco”, de Bel Bechara e Sandro Serpa, produzido por Rafaella Costa, pela “sensibilidade em abordar feminismo e violência contra a mulher” e por sua “coragem em demonstrar esperança mesmo nos territórios mais sombrios”.
O prêmio The End foi para “A Fabulosa Máquina do Tempo”, com direção de Eliza Capai e produzido por Mariana Genescá. O reconhecimento veio por sua “capacidade de unir potência artística e relevância social” e por oferecer “um olhar sensível sobre a infância feminina no sertão do Piauí, revelando como imaginação e ludicidade se tornam ferramentas de resistência”. Na categoria Foco Minas, o prêmio Cinecolor/CTAV/Edina Fujii/Parati Films foi de “Arrudas”, de Matheus Moura, com produção de Antonio Pedroni e roteiro de Ian Chang. A justificativa ressaltou que o projeto “nos confronta com a vulnerabilidade de nossas próprias estruturas sociais” e que transforma “a dor em poesia e o caos em uma reflexão lúcida sobre nossa fragilidade compartilhada”.
“Você? Mãe?”, direção de Daniel Gonçalves e Nathalia Santos e produzido por Dani Nascimento, Daniel Gonçalves, Roberto Berliner e Sabrina Garcia, foi agraciado em mais de uma premiação por júris distintos. Recebeu o DocBrasil, pelo “potencial de transformar o íntimo em universal e o pessoal em político” e pela relevância das questões sobre maternidade e capacitismo, e o Prêmio Conecta, pela “coragem em desafiar convenções visuais com uma estética que parte da perspectiva de uma pessoa cega e de uma cineasta com deficiência motora”. Além disso, “Você? Mãe?” conquistou o Prêmio DocSP pela “continuidade de uma carreira criativa que amplia perspectivas de viver e experimentar o mundo”.
Já o DocSP Study Center foi para “Tomba Homem”, de Gibi Cardoso, produzido por Lucas Uchôa e Victória Morais, pela importância de resgatar “a história de vida de referência em BH no movimento LGBTQIA+ e na resistência à ditadura”. O prêmio FIDBA #Link contemplou “Febre Tropical”, de Andy Malafaia e Carolina Hofs, pela advertência histórica “em um momento em que discursos autoritários ressurgem”.
O Nuevas Miradas selecionou “Toshi Voltou do Japão”, direção de Marcos Yoshi e produzido por Rica Saito, por abrir “um espaço de reflexão sobre a experiência silenciada de uma geração de homens imigrantes atravessados pelo sofrimento mental”. Já o RIDM foi atribuído a “Enquanto te Escrevo a Paisagem Muda”, de Anna Lu Machado e Artur Monteiro, produção de Thaís Vidal, por “reinventar a road movie como cartografia afetiva e ecológica” e por entrelaçar “memória e amizade em uma narrativa poética que denuncia os impactos ambientais do nosso tempo”.
O Prêmio Burning foi para “Soberbo”, de Camila Matos e Juliana Antunes, pela ousadia de entrelaçar “ficção, fantasia e experimentalismo a partir de um mito urbano de Belo Horizonte”. Já o WCF – World Cinema Fundpremiou “Sapatour”, direção de Gab Laurenzato e produzido por Well Darwin, por ser “uma celebração rebelde e vibrante, com enorme potencial de ressonância global”.
O MAFF/Projeto Paradiso foi para “Diamante, o Bailarina”, direção de Pedro Jorge e produzido por Heverton Lima, pela “capacidade de promover a inclusão social ao refletir realidades muitas vezes invisibilizadas” e por inspirar “uma cultura de respeito e aceitação em todas as formas de ser e viver”. Já o coletivo Filmes de Plástico, que concedeu prêmios de incentivo, dividiu sua contribuição em duas distinções: um especial para “Brilhante”, de Carol Silva e Karen Suzane, pela originalidade e relevância LGBTQIAPN+, e o Prêmio Principal para “Omágua Kambeba”, de Adanilo e produzido por Ítalo Bruce, por ser “um projeto ambicioso e ousado, capaz de renovar a cinematografia brasileira”.
Sucesso! O terror ‘Invocação do Mal 4: O Último Ritual‘ liderou as bilheterias do Brasil após quatro semanas em cartaz, arrecadando R$ 3,8 milhões.
Após chegar às telonas no dia 25 de setembro, o novo longa do diretor vencedor do BAFTA Paul Thomas Anderson, ‘Uma Batalha Após a Outra‘, se tornou a maior bilheteria de estreia do diretor no Brasil, arrecadando R$3,1 milhões em segundo lugar.
“Este é o primeiro filme contemporâneo que faço em muito tempo, o que é muito libertador. Foi muito divertido porque podíamos simplesmente enlouquecer e filmar o que queríamos, quando queríamos”, conta Anderson.
Demon Slayer: Kimetsu no yaiba – Castelo Infinito se manteve bem em terceiro lugar.
O terror conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 430 milhões nas bilheterias mundiais.
O longa superou a arrecadação total de ‘Premonição 6: Laços de Sangue‘ (US$310.4M) e, atualmente, se encontra no TOP 2 dos maiores filmes de terror do ano, atrás apenas de ‘Pecadores‘ (US$366.6M).
Nos EUA, o longa soma US$ 161 milhões. Internacionalmente, foram US$ 274 milhões através de 71 mercados – totalizando uma arrecadação global de US$ 435 milhões.
Para termos de comparação, o terror já se encontra no TOP 2 das maiores arrecadações deste universo, atrás apenas de ‘A Freira‘ (US$366M).
A animação chinesa ‘Ne Zha 2: O Renascimento‘, que já arrecadou impressionantes US$ 2,2 bilhões nas bilheterias mundiais, finalmente estreou nos cinemas nacionais.
O longa conseguiu superar a bilheteria total de ‘Star Wars: O Despertar da Força‘ (US$2.071B) e ‘Titanic‘ (US$2.2B), se tornando a quarta maior bilheteria da história do cinema mundial.
Porém, no Brasil o filme estreou em décimo lugar nas bilheterias, arrecadando apenas 339 mil.
O fim de semana de 25 a 28 de setembro foi O PIOR do ano em termos de bilheterias, levando apenas 720 mil espectadores aos cinemas.
Atualmente, ‘Ne Zha 2: O Renascimento‘ se encontra atrás apenas de ‘Avatar: O Caminho da Água‘ (US$2.3B), ‘Vingadores: Ultimato‘ (US$2.7B) e ‘Avatar‘ (US$2.9B) mundialmente.
Além disso, a produção ainda soma US$ 155 milhões em IMAX – o que representa a sexta maior arrecadação da história do formato.
Vale lembrar que o filme também superou ‘Divertida Mente 2‘ (US$1.69B), tornando-se a maior animação da história do cinema.
Assista ao trailer:
‘Ne Zha 2: O Renascimento‘ é a sequência de ‘Ne Zha‘ (2019), que é baseado na lenda chinesa deNe Zha, um personagem mitológico que nasceu de um ovo e foi destinado a trazer destruição, mas acaba se tornando um herói que luta contra forças do mal.
Em ‘Ne Zha 2‘, a história segue o jovem Ne Zha enquanto ele enfrenta novos desafios e inimigos, incluindo a luta interna de encontrar seu lugar no mundo e confrontar seu destino. Com uma combinação de cenas de ação eletrizantes e temas emocionais profundos, o filme ressoou fortemente com o público, especialmente com a juventude chinesa, que se viu refletida nas batalhas internas e externas de Ne Zha.
A animação apresenta uma estética impressionante e utiliza tecnologias de ponta para criar sequências de luta deslumbrantes, com movimentos de câmera e efeitos visuais que impressionam pela sua fluidez e realismo.
Esses elementos, combinados com a conexão emocional com os personagens, fizeram de ‘Ne Zha 2‘ um grande sucesso de crítica e público, principalmente na China.
De acordo com a CBC, Josh Hartnett (‘Armadilha’) foi hospitalizado após sofrer um acidente de carro em St. Johns, no Canadá.
O ator colidiu com um carro de polícia na última quinta-feira (25) após retornar das filmagens da nova série da Netflix, que está sendo gravada no local.
Hartnett estava no banco do passageiro. Por precaução, ele e o motorista foram levados ao hospital. Nenhum dos dois ficou gravemente machucado.
Os policiais da viatura também foram enviados para o hospital.
O site ainda afirma que as filmagens não foram afetadas pelo acidente.
Ainda sem título, a série estrelada por Hartnett acompanhará um pescador durão que deve lutar para proteger sua família, sua comunidade e seu modo de vida em extinção quando uma misteriosa criatura marinha aterroriza sua remota cidade em Newfoundland.
Além de estrelar, Hartnett também servirá como produtor executivo ao lado de McKeown, Childs, Jessica Rhoades (‘Black Mirror’), Louise Sutton (‘Black Mirror’), Chris Hatcher (‘Shadowhunters’) e Sharon Hall (‘The Expanse’).
Dan Castellaneta (Homer)
Julie Kavner (Marge)
Nancy Cartwright (Bart)
Yeardley Smith (Lisa)
Hank Azaria (Moe, Chief Wiggum, Apu)
Direção: —
Gênero: Animação
Duração: — min.
Distribuidora: Walt Disney
Orçamento: US$ 100 milhões
Estreia: 22 de Julho de 2027
Sinopse:
Homer e Marge retornam com seus filhos Bart, Lisa e Maggie para ‘Os Simpsons 2 – O Filme‘.
Curiosidades:
» O filme original foi lançado em julho de 2007 e se tornou um grande sucesso financeiro ao arrecadar US$536 milhões ao redor do mundo e conquistou sólidos 87% de aprovação no Rotten Tomatoes, bem como indicações ao Globo de Ouro e ao Critics’ Choice Awards.
» A série animada é um sucesso mundial há mais de três décadas e já está em sua 37ª temporada – com mais três confirmadas. Criada por James L. Brooks, Matt Groening e Sam Simon, a produção acompanha as aventuras satíricas de uma família da classe trabalhadora na cidade desajustada de Springfield.
A 20th Century Studios, subsidiária da Walt Disney, confirmou ‘Os Simpsons 2 – O Filme‘ e divulgou o primeiro cartaz do filme.
“Homer quer repetir…”, afirma a arte.
O novo longa-metragem baseado na aclamada e popular animação chegará aos cinemas no dia 23 de julho de 2027.
Confira:
O filme original foi lançado em julho de 2007 e se tornou um grande sucesso financeiro ao arrecadar US$536 milhões ao redor do mundo.
Além disso, o projeto conquistou sólidos 87% de aprovação no Rotten Tomatoes, bem como indicações ao Globo de Ouro e ao Critics’ Choice Awards.
A série animada é um sucesso mundial há mais de três décadas e já está em sua 37ª temporada – com mais três confirmadas. Criada por James L. Brooks, Matt Groening e Sam Simon, a produção acompanha as aventuras satíricas de uma família da classe trabalhadora na cidade desajustada de Springfield.