Site Página 5726

‘Modern Love’: Conheça as encantadoras histórias de amor da série em novo trailer; Assista!

A nova série de comédia romântica da Prime Video, intitulada ‘Modern Love‘, ganhou um novo trailer estendido, que explora um pouco mais as oito histórias de amor que já podem ser vistas na produção.

Assista:

A série antológica conta com Anne Hathaway, Tina Fey, Dev Patel, John Slattery, Brandon Victor Dixon, Catherine Keener, Andy Garcia, Cristin Milioti, Olivia Cooke, Andrew Scott, Shea Whigham, Gary Carr, Sofia Boutella, John Gallagher Jr e Julia Garner no elenco. A trama é baseada em uma coluna e podcast do New York Times e a temporada terá oito episódios, de meia hora de duração cada.

O showrunner da produção, John Carney, falou sobre o novo projeto:

“É como se eu tivesse acordado em uma loja de doces de atores. Conseguimos compor um elenco com os meus atores favoritos. Isso é um testemunho do impacto da coluna original e de como, agora mais do que nunca, o amor é a única certeza.”

Sharon Horgan (‘Catastrophe‘), Emmy Rossum (‘Shameless‘) e Tom Hall (‘Sensation’) estão entre os diretores.

Modern Love‘ já está em exibição na plataforma de streaming Prime Video.

‘Doutor Sono’: Sequência de ‘O Iluminado’ ganha novo cartaz nacional; Confira!

Doutor Sono‘, a sequência da clássica adaptação ‘O Iluminado‘ chega em breve nos cinemas brasileiros e a produção ganhou um novo cartaz nacional.

Confira:

Dirigido por Mike Flanagan (‘Jogo Perigoso‘ e ‘A Maldição da Residência Hill‘), o longa é baseado no livro homônimo de Stephen King, além de ser uma sequência direta do filme ‘O Iluminado‘.

Na infância, Danny Torrance conseguiu sobreviver a uma tentativa de homicídio por parte do pai, um escritor perturbado por espíritos malignos, tornado-se um adulto igualmente traumatizado e alcoólatra. Sem residência fixa, ele se estabelece em uma pequena cidade, onde consegue um emprego no hospício local e cria um vínculo telepático com uma menina, paciente da instituição.

O elenco inclui Ewan McGregor, Rebecca FergusonJocelin DonahueZahn McClarnon, Emily Alyn Lind e Jacob Tremblay.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 7 de novembro.

‘Watchmen’: A guerra vai começar na prévia dos próximos episódios; Confira!

Watchmen, aguardada série da HBO, teve sua estreia mundial no último domingo (20). E de maneira inesperada, a produção iniciou sua jornada com muitas mortes, pancadaria e violência.

E uma iminente guerra racial está se formando, conforme revela a prévia dos próximos episódios da produção.

Assista:

Situada em uma história alternativa onde ‘super-heróis’ são tratados como bandidos, ‘Watchmen‘ é baseada na icônica graphic novel de Alan Moore e Dave Gibbons, e acompanha as consequências dos atos dos vigilantes após a morte de Rorschach e a partida do Dr. Manhattan para Marte.

Assista ao trailer:

O elenco conta com nomes de peso, como Jeremy Irons no papel de Ozymandias e Robert Redford interpretando si mesmo. Regina KingDon JohnsonJean SmartAdelaide ClemensTim Blake Nelson e outros completam o time.

Opinião | Medalhões travam batalha justa, mas contra o “inimigo” errado

As últimas semanas vêm sendo meio agitadas no meio das grandes produções inspiradas em histórias em quadrinhos, não apenas pelo desempenho fenomenal de Coringa nas críticas e bilheterias, mas por uma série de críticas gratuitas feitas por diretores consagrados ao “gênero” de super-heróis. Sobrou até pra Jennifer Aniston, que não tem um currículo tão pesado quanto os diretores, porém ganhou bastante holofote por conta da semana de aniversário de Friends.

 Esse texto é um misto de análise com opinião, então esteja apto a discordar nos comentários – com educação, claro.

Pois bem, vamos relembrar as declarações que polemizaram o mundo do cinema nas últimas semanas:

Durante as entrevistas de divulgação de seu novo filme, “O Irlandês”, Martin Scorsese disse que: “Eu não vejo [os filmes de heróis]. Eu tentei, sabe? Mas aquilo não é cinema. Honestamente, o mais próximo que consigo pensar deles, por mais bem-feitos que sejam, com os atores fazendo o melhor que podem sob as circunstâncias, são os parques temáticos. Não é o cinema de seres humanos tentando transmitir experiências emocionais e psicológicas a outro ser humano”.

Poucos dias depois, ele voltou a comentar sobre o assunto: “Os filmes da Marvel transformam cinemas em parques de diversão, são experiências diferentes. Como eu disse antes, isso não é cinema, é diferente. Se você gosta ou não é outro ponto e nós não deveríamos ser invadidos por isso. Isso é bom e está tudo bem para quem gosta desse tipo de filme. A propósito, sabendo o que acontece com eles agora, admiro o que eles fazem. Não é o meu tipo de entretenimento, simplesmente não é. Está criando outro tipo de público, que pensa que cinema é isso. E por isso é uma grande questão. Precisamos que as salas de cinema se imponham para permitir a exibição de filmes narrativos“.

Em Lyon, após receber o Prix Lumière, o diretor Francis Ford Coppola foi ainda mais incisivo: “Quando Martin Scorsese diz que os filmes da Marvel não são cinema, ele está certo porque nós esperamos aprender algo do cinema, ganhar algo, [obter] algum esclarecimento, conhecimento, inspiração. Eu não sei o que alguém ganha assistindo o mesmo filme repetidas vezes. Martin foi bondoso quando ele disse que não é cinema. Ele não disse que é desprezível, que é o que eu acho que é”.

Ele aproveitou para falar sobre Megalopolis, um filme utópico que está na fila de espera há mais de vinte anos: “Eu queria fazer um filme sobre uma expressão humana do que realmente é o paraíso na Terra. Eu diria que é o filme mais ambicioso [em que já trabalhei]. Mais do que ‘Apocalypse Now‘. Esse é o problema“.

Por fim, a eterna Rachel Green, Jennifer Aniston, comentou, em entrevista à Variety, que: “Você vê [os papéis] que estão disponíveis por aí e percebe que [as opções] estão cada vez menores. Só temos filmes grandes da Marvel ou coisas para qual não sou convidada. Para falar a verdade, eu realmente não tenho interesse em viver em uma tela verde”.

Jennifer Aniston afirma não ter interesse em atuar nos filmes sobre super-heróis

Pois bem, vendo a situação de uma forma bem simples, nota-se que nenhum deles, com exceção do Coppola, tem uma birra mesmo com a Marvel. Junto a uma visão elitista de que entretenimento não é arte e com a ideia de que a ousadia não é valorizada em Hollywood, eles estão se vendo cada vez mais longe de conseguirem fazer o que gostam.

Vale lembrar que o próprio Scorsese já deu declarações fortes contra os serviços de Streaming. Em 2017, logo após assinar o acordo com a Netflix que o permitiu fazer “O Irlandês”, o diretor participou de uma sessão de perguntas em Londres e se mostrou bastante crítico ao streaming: “O problema agora é que tudo ao redor do frame é distrativo. Você pode ver um filme em um iPad. Você pode colocar ele bem perto do seu rosto, no quarto, trancar a porta e assistir, mas ainda assim algo permanece brilhando aqui e ali. Mesmo quando você está vendo numa grande TV, existem outras coisas no recinto. O telefone toca. Pessoas entram e saem. Não é a melhor maneira”.

Apesar de ter seu projeto financiado pela Netflix, o diretor manteve a postura de velha guarda de criticar o formato. Na época, quem se juntou a ele foi o também veterano Steven Spielberg, que fechou um contrato de exclusividade com o streaming da Apple em 2019. Ou seja, os princípios dos diretores estão diretamente ligados ao funcionamento do mercado. E é aqui que entra a confusão toda.

Steven Spielberg durante as gravações de ‘Jogador Número 1’

As críticas recentes se mostram para um grito de socorro que clama desesperado: “queremos trabalhar!”. Mesmo direcionando os palavreados ofensivos para os filmes de heróis, a grande necessidade comum a esses diretores e atores é o financiamento de seus projetos. A compra da FOX pela Disney criou uma bolha econômica nunca antes vista na história do cinema. É um monopólio de entretenimento assustador. E como eles estão no topo, acabam sendo a meta a ser batida pelos estúdios rivais, financeiramente falando, claro.

Então, por mais que seja completamente insensível e desrespeitoso com a contribuição dessas lendas para o cinema, o problema é puramente mercadológico. Por que um estúdio vai financiar um filme “de arte” que rende no máximo 300 milhões de dólares, se pode produzir longas que vão lucrar 1 bilhão? É cruel, mas é como funciona o mercado.

A reclamação deles é completamente coerente no sentido da crítica mercadológica, mas esbarrar no elitismo pode não ser a maneira mais eficaz de atrair investidores para seus projetos. Esses discursos aparentemente cheios de ódio clamam por ajuda, mas atingem no “inimigo” errado: jovens diretores. Ao atacar filmes de heróis, os medalhões tentam fechar a maior porta para as promessas da direção internacional.

O diretor da franquia Guardiões da Galáxia, James Gunn, fez um comentário cirúrgico em seu Instagram sobre o caso: “Muitos dos nossos avós pensavam que todos os filmes de gângsters eram a mesma coisa, frequentemente chamando eles de ‘desprezíveis’. Alguns de nossos bizavós pensavam o mesmo de Faroestes, e acreditavam que filmes de John Ford, Sam Peckinpah e Sergio Leone eram exatamente iguais. Eu lembro de um tio-bisavô com quem eu estava divagando sobre Star Wars. Ele respondeu dizendo: ‘Eu vi isso quando se chamava 2001[Uma Odisséia no Espaço] e, rapaz, foi chato!’. Super Heróis são simplesmente os gângsters/ cowboys/ aventureiros do espaço dos dias de hoje. Alguns filmes de heróis são horríveis, outros são lindos. Assim como filmes de gângsters ou faroestes (que são, antes de qualquer coisa, apenas FILMES) nem todo mundo vai conseguir apreciar eles, inclusive alguns gênios. E tá tudo bem. ❤️”

James Gunn tem sido voz ativa nas redes sociais na defesa dos filmes sobre super-heróis

James sabe que a fase dos heróis de Hollywood é passageira, assim como diversos outros gêneros já vivenciaram situação semelhante. Para ele, um dos grandes expoentes da Era Heróica Cinematográfica, é uma situação extremamente desconfortável. Deve ser dureza ver seus ídolos sofrendo para conseguirem financiamento para seus projetos e achando que é batendo no trabalho dos outros que vão conseguir alguma coisa. Mas ainda assim, ele se mostra bastante lúcido quanto ao caso.

Olhando pelo lado positivo, os filmes de heróis e as grandes franquias têm aberto cada vez mais espaço para diretores menos conhecidos poderem mostrar seu trabalho. Foi assim com o espetacular Ryan Coogler, que ganhou os holofotes com Creed e fez um dos filmes mais etnicamente inclusivos dos últimos tempos: Pantera Negra. O mesmo caso de Taika Waititi, que já tinha comédias independentes espetaculares no currículo, mas só foi ganhar atenção do grande público após dirigir Thor: Ragnarok. Hoje, Taika emplaca críticas positivíssimas com um filme cômico sobre uma criança aconselhada por Adolf Hitler, Jojo Rabbit. E adivinhem só: provável candidato na próxima temporada de premiações.

Taika Waititi promete ser um grande nome das comédias provocativas

O certo é que vivemos uma época de incertezas financeiras. Isso é nítido em qualquer setor de trabalho. Os empregos estão cada vez mais escassos e as empresas prezam cada vez mais exclusivamente pelo lucro. Quem souber fazer mais dinheiro, indubitavelmente terá mais projetos aprovados. Além disso, a juventude parece possuir uma pequena vantagem sobre os mais velhos, por conta da necessidade de renovação.

Essa questão do monopólio Disney/ FOX é realmente preocupante e ainda vai render muito pano pra manga. É uma competição desleal que dita os rumos do mercado e fecha as portas para os medalhões e os chamados “filmes de arte”. Por fim, a reclamação dos diretores é sinal de que a água do mercado está batendo no pescoço dos grandes nomes, que se vêem sufocados à procura de verbas para externarem sua criatividade pulsante. Mas não é adotando um discurso elitista que eles vão conseguir fôlego para sobreviver. Há de se buscar alternativas enquanto a solução não vem e cobrar dos grandes estúdios oportunidades para todos.

Crítica TIFF | Três Verões: O jeitinho brasileiro na era da corrupção em divertida dramédia

Filme assistido durante o Festival de Toronto 2019

Todos os dias ela está lá, estampada diante dos nossos olhos. Entre capas de jornais, revistas semanais e os inesgotáveis e intermináveis telejornais da TV a cabo, a corrupção é a temática que – infelizmente – permanece sine qua non no Brasil. E, naturalmente, o assunto se transformou em livros, análises, artigos e produções artísticas que visam explorar o cerne dessa antiga prática brasileira. Mas o que acontece no cenário pós-guerra, ao findar das prisões e delações premiadas? Como ficam os espólios e todos aqueles que orbitam ao redor dos crimes, sempre alheios ao que acontecia? Sandra Kogut tenta responder a essas e tantas outras perguntas por meio da divertida comédia dramática Três Verões.

Aqui, o aftermath da corrupção é abordado em três contextos temporais distintos, todos ligados por dois eixos: o verão e uma família corrupta de classe alta. Após um de seus patrões ter sido preso, com sua esposa se exilando na Europa como se nada tivesse acontecido, a governanta Madá (Regina Casé) fica responsável por tentar administrar sua casa de veraneio. Entre trocas de decoração e festas luxuosas regadas a comida e bebida da mais alta qualidade, o belo lar com vista para o oceano perde o seu vigor, à medida que novos nomes ligados a um caso suspeito começam a surgir – principalmente quando o deu seu chefe emerge no jornal das 21h. Mas nesta trama, pouco importa quais os crimes cometidos. De maneira rara no cinema brasileiro, Kogut opta por deixar de lado a narrativa dos tubarões que se alimentam de tudo e de todos e direciona o seus e os nossos olhos para aquela extremidade pouco ou nada explorada: a da classe trabalhadora.

Que há um preço alto na corrupção, em termos sócio econômicos, isso é óbvio. Mas pouco se aborda no cinema o impacto existencial e emocional que tais crimes têm gerado na vida da população. Mesmo com tantos Postos de Saúde da Família sendo fechados por falta de mão de obra e insumos e hospitais abarrotados de macas com doentes nos corredores dos pronto socorros, a indústria cinematográfica brasileira muitas vezes carece de histórias que contem a vida desse seu Zé e daquela dona Maria, vítimas de um sistema que não se importa com eles. Mas com delicadeza, ironia e um ar esperançoso, Três Verões assim o faz, trazendo Madá para o olho do furacão como uma das poucas sobreviventes de um país que emana injustiça a plenos pulmões. E mesmo tendo sido vinculada às práticas ilegais de seu chefe – por sua própria inocência e senso de honestidade, ela é o relato cru daquele brasileiro que não desiste nunca e que faz de um limão quase o álbum Lemonade da Beyoncé. Se reinventando com o que tem, Madá é como o país inteiro e representa o jeitinho brasileiro da forma mais autêntica e realista possível.

Instintiva e otimista, a protagonista é a face ideal para contar essa história. E pelos traços cativantes e excelente atuação de Regina Casé, ela é uma mostra genuína de que é possível encontrar calmaria em meio à tormenta, quando se olha para a tragédia como uma oportunidade de algo novo. Quase como uma fênix, a personagem transforma uma linda casa de verão deixada a Deus dará em um brechó de roupas de alta costura, venda de garagem, churrascos da classe C e até mesmo um estúdio para comerciais. Com bom humor e dinamismo, ela encara a peleja com graciosidade, põe a casa para alugar no Airbnb e encontra amor em tempos de cólera, no vô da família que sempre cuidou com tanto carinho. E ali mesmo, em meio a tantos perrengues bem conhecidos por aqueles brasileiros que mais sofrem com o nosso sistema, ela também se entrega às lágrimas. Contempla suas perdas pela primeira vez de maneira inadvertida e leva a audiência ao mesmo, em um sublime monólogo que – de maneira singela e única – relata toda a sua vida em um piscar de olhos, respondendo as perguntas que nutríamos quanto ao mistério da sua vida pessoal, que ficara de fora durante quase todo o longa.

Fazendo um equilíbrio saudável entre o drama e o humor, a produção nacional possui uma direção simples, com um roteiro bem trabalhado e não é do tipo que se pode definir com apenas um gênero. Tão agridoce como a própria vida do brasileiro médio, ela é cercada pelas alegrias e mazelas de uma existência que transita entre boas memórias e sofrimentos dilacerados. Como uma história que é fruto de tantas outras histórias que a corrupção construiu em nosso país, Três verões é o reflexo prático do que o crime do colarinho branco pode fazer, essencialmente, na trajetória de seu povo. Divertido, mas também triste, o longa de Sandra Kogut é mais uma prazerosa surpresa que o nosso cinema tem para oferecer ao restante do mundo, ainda que o governo brasileiro insista em calá-lo.

 

‘Coringa’ ultrapassa ‘Capitão América: O Soldado Invernal’ nas bilheterias mundiais

Sucesso! Em menos de três semanas, ‘Coringa‘ já arrecadou mais de US$ 700 milhões mundialmente e se aproxima rapidamente da marca bilionária.

Nos EUA, o longa acumula US$ 247.2 milhões. No mercado internacional, são US$ 490.3 milhões.

Ao total, a produção já arrecadou US$ 737.5 milhões mundialmente.

Para termos de comparação, o longa já ultrapassou sucessos como ‘Capitão América 2: O Soldado Invernal‘ (US$ 714.3m) e ‘Doutor Estranho‘ (US$ 677.7m).

Considerando o seu baixo orçamento de US$ 55 milhões, o longa já pode ser considerado um dos maiores sucessos do ano.

Vale lembrar que ‘Coringa‘ já é a maior bilheteria da Warner Bros em 2019.

Lembrando que Coringa‘ já está em exibição nos cinemas.

Coringa‘, do diretor Todd Phillips, centra-se no icônico arqui-inimigo e é uma história fictícia original e inédita, nunca vista na tela grande. A história de Arthur Fleck, interpretado majestosamente por Joaquin Phoenix, é de um homem que luta para encontrar seu caminho na sociedade fragmentada de Gotham. Ele é um palhaço de festas durante o dia, ele aspira a ser um comediante stand-up a noite… mas ele acha que a piada sempre parece estar sobre ele. Preso em uma existência cíclica entre a apatia e a crueldade, Arthur toma uma decisão ruim que provoca uma reação em cadeia de eventos crescentes neste estudo de caráter arenoso. 

Além de Phoenix, Robert DeNiroZazie BeetzMarc MaronFrances ConroyShea WhighamBill Camp e outros completam o elenco.

‘Ready or Not’ ultrapassa US$ 50 milhões nas bilheterias mundiais

O aclamado terror ‘Ready or Not‘ conseguiu manter uma boa estabilidade nas bilheterias e, apesar de uma estreia morna de US$ 11 milhões, o longa conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 50 milhões nas bilheterias mundiais.

Nos EUA, o longa acumula US$ 28.7 milhões. No mercado internacional, são US$ 23.3 milhões.

Ao total, a produção já arrecadou US$ 52 milhões mundialmente.

Considerando o seu pequeno orçamento de US$ 6 milhões, o longa já pode ser considerado mais um sucesso do gênero este ano.

Dirigido por Tyler Gillett e Matt Bettinelli-Olpin, o roteiro é assinado por Guy BusickRyan Murphy (de ‘American Horror Story‘).

A trama segue uma jovem noiva (Weaving) enquanto ela conhece a família rica e excêntrica de seu marido (O’Brien) em uma tradição que logo se transforma em um jogo mortal com todos lutando para sobreviver.

O elenco inclui Samara Weaving (‘A Babá‘), Adam Brody (‘Garota Infernal‘), Mark O’Brien (‘A Chegada‘), Henry Czerny (‘Objetos Cortantes‘) e Andie MacDowell.

‘Zumbilândia 2’ surpreende nas bilheterias e supera estreia do primeiro filme

Apesar de ter demorado 10 anos para a sequência ter sido lançada, parece que a espera valeu a pena. Nos EUA, ‘Zumbilândia: Atire Duas Vezes‘ arrecadou ótimos US$ 26.7 milhões em seu primeiro final de semana – superando a estreia do primeiro filme (US$ 24.7m).

Internacionalmente, o longa acrescenta US$ 5.3 milhões, elevando sua estreia global a US$ 32 milhões.

Considerando o seu orçamento relativamente baixo de US$ 42 milhões, a produção não deve ter dificuldades em garantir retorno em um curto período de tempo.

https://www.facebook.com/113852248646167/posts/2552416658123035?s=100024688641357&v=e&sfns=cl

Ruben Fleischer retorna à direção, assim como o quarteto do filme original, Emma Stone, Woody Harrelson, Jesse Eisenberg e Abigail Breslin.

A sequência seguirá o grupo carismático de matadores de zumbis após os eventos do primeiro filme, enquanto eles se estabelecem em suas vidas pós-apocalípticas. Eles escolheram um estilo de vida mais luxuoso e decidiram montar um acampamento na Casa Branca. Depois que um desentendimento entre Columbus (Eisenberg) e Wichita (Stone) faz o grupo se separar, Little Rock (Breslin) foge com Berkeley (Jogia), um cara que ela acabou de conhecer.

O grupo então parte para resgatar Little Rock, mas, claro, eles não estão sozinhos no mundo. Novos tipos de zumbis invadiram o mundo, que incluem Homers (burros), Hawkings (inteligentes) e Ninjas (mortais). Ao longo do caminho, Tallahassee (Harrelson) encontra sua partida na forma de uma caçadora de zumbis fodona chamada Nevada. Esta família improvisada terá que usar todas as suas habilidades e seguir as regras de sobrevivência de Colombo se quiserem sair vivos.

Os novatos Zoey DeutchAvan Jogia, Luke Wilson e Rosario Dawson completam o elenco.

Zumbilândia 2‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 24 de outubro.

‘Malévola: Dona do Mal’ estreia em 1º lugar, mas decepciona nas bilheterias

Apesar de ter liderado as bilheterias em seu primeiro final de semana, ‘Malévola: Dona do Mal‘ teve uma arrecadação abaixo do esperado nos EUA, com uma estreia de apenas US$ 36 milhões.

Para termos de comparação, o resultado é quase metade da estreia do primeiro filme, que arrecadou US$ 69.4 milhões em seu primeiro final de semana, em 2014.

No mercado internacional, a sequência se saiu um pouco melhor, arrecadando US$ 117 milhões.

Ao total, o longa teve uma estreia global de US$ 153 milhões.

Só nos resta saber como a produção se sairá nas próximas semanas. Apesar de ter desagradado os críticos (apenas 40% de aprovação no Rotten Tomatoes), o púbico parece ter gostado do filme, garantindo-lhe uma nota A.

https://www.facebook.com/113852248646167/posts/2511932655504769?s=100000425583181&v=e&sfns=mo

A sequência também traz o retorno da roteirista Linda Woolverton, que coescreve o roteiro ao lado de Jez Butterworth (‘No Limite do Amanhã‘).

Uma aventura que se passa vários anos depois de “Malévola” – em que o público aprendeu sobre os eventos que endureceram o coração da vilã mais famosa da Disney e a levou a amaldiçoar a pequena princesa Aurora, “Malévola II” continua a explorar a relação complexa entre a fada de chifres e a quase rainha, ao formarem novas alianças e enfrentarem novos adversários em sua luta para proteger os mouros e as criaturas mágicas.

Angelina Jolie e Elle Fanning retornam. Michelle Pfeiffer e Harris Dickinson se juntam ao elenco como a Rainha Ingrith e o Príncipe Phillip, respectivamente. Chiwetel Ejiofor, Ed Skrein, Robert Lindsay, Sam Riley, Imelda Staunton, Juno Temple e Lesley Manville completam o elenco.

O longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

‘As Golpistas’ ultrapassa US$ 100 milhões nas bilheterias dos EUA

Sucesso! O longa ‘As Golpistas‘ (Hustlers) conseguiu ultrapassar a impressionante dos US$ 100 milhões nos EUA – tornando-se a maior bilheteria de um live-action da carreira da Jennifer Lopez no país.

Nos EUA, o longa acumula US$ 101.8 milhões. No mercado internacional, são US$ 23.6 milhões.

Ao total, a produção já arrecadou US$ 125.4 milhões mundialmente.

Escrito e dirigido por Lorene Scafaria (‘Procura-se um Amigo para o Fim do Mundo‘), o longa é inspirado em um artigo feita pela jornalista Jessica Pressler para a New York Magazine, intitulado The Hustlers at Scores.

Na trama, um grupo de ex-strippers se une para roubar seus clientes milionários, mas o plano acaba indo além do esperado. O longa se passará em Nova York e terá como pano de fundo a crise financeira norte-americana, abordando “o dano que isso gerou na subsistência das dançarinas, que dependiam de sua clientela de Wall Street”, em contraste com uma temática com o foco em “identidade, lealdade, sobrevivência e controle”.

O elenco conta com Jennifer Lopez, Constance Wu, Julia Stiles, Keke Palmer, Lili Reinhart, Lizzo e Cardi B.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 20 de novembro.

‘Aves de Rapina’: Comercial traz Arlequina mudando de vida após término com o Coringa

A Warner Bros. divulgou o primeiro comercial de TV de ‘Aves de Rapina‘, mostrando Harley Quinn mudando de vida após terminar com o Coringa.

Assista:

Assista ao o trailer:

O longa é dirigido por Cathy Yan, com um roteiro de Christina Hodson (‘Bumblebee‘), e terá classificação Rated-R (para maiores de 17 anos).

Depois de terminar com o Coringa, Harley Quinn se junta às super-heroínas Canário Negro, Caçadora e Renee Montoya para salvar uma jovem de um lorde do crime.

O elenco conta com Margot Robbie (Arlequina), Mary Elizabeth Winstead (Caçadora), Jurnee Smollett-Bell (Canário Negro), Rosie Perez (Renee Montoya), Ella Jay Basco (Cassandra Cain), McGregor (Máscara Negra) e Chris Messina (Victor Zsasz).

Aves de Rapina‘ será lançado nos cinemas  nacionais no dia 6 de fevereiro de 2020.

Disney planeja sequência de ‘Aladdin’

Aladdin‘ superou todas as expectativas e arrecadou US$ 1,048 bilhão nas bilheterias mundiais.

Com o sucesso, a Disney está considerando produzir ‘Aladdin 2‘ e trazer de volta o elenco principal, formado por Will Smith (Gênio), Mena Massoud (Aladdin), Naomi Scott (Jasmine) e Marwan Kenzari (Jafar).

Segundo o We Got This Covered, a ideia ainda está em estágio inicial e o projeto só sairá do papel se o roteiro agradar os executivos.

Inicialmente, o plano é adaptar ‘O Retorno de Jafar‘, continuação da animação lançada em 1994.

Na continuação do clássico, o cruel feiticeiro Jafar escapa da lâmpada em que era prisioneiro e tem um único objetivo: vingar-se.

Novidades devem surgir em breve.

Assista nossa crítica de ‘Aladdin‘:

Bomba! Remake de ‘Mulan’ passará por 4 meses de refilmagens após recepção fria

De acordo com o DisInsider, as refilmagens do remake live-action de ‘Mulan‘ serão mais extensas do que se imaginava.

O site afirma que exibições-teste do filme tiveram um resultado negativo, o que acendeu a luz no estúdio.

Enquanto as produções normalmente passam por duas semanas de refilmagens, o live-action da Disney precisará de quatro meses de refilmagens para corrigir as falhas do filme – o que é bastante preocupante.

O motivo das refilmagens é corrigir algumas tomadas envolvendo as batalhas do filme, que são cruciais para a narrativa.

As filmagens começam em outubro e vão até fevereiro do próximo ano.

Maiores detalhes não foram revelados, e ainda não se sabe se a adaptação irá manter sua data de estreia para março de 2020.

A versão live-action é dirigida por Niki Caro, e é estrelada pela chinesa Liu Yifei, também conhecida como Crystal Liu, uma das atrizes mais populares desta geração no país.

Assista ao trailer:

Confira as imagens:

O live-action deMulan’ deve se tornar um dos filmes mais caros da história. De acordo com informações do Pursue News, a Disney está disposta a investir mais de US$ 290 milhões na produção, algo equivalente ao que vimos em Vingadores: Guerra Infinita, que custou em torno de US$ 321,2 milhões.

Jet Li será o Imperador da China no filme. Gong Li foi escalada no papel da vilã da trama, que contará com uma grande mudança em relação à animação original. Li interpretará uma poderosa bruxa, enquanto que no original o vilão era o líder dos Hunos, Shan Yu. Donnie Yen, de ‘Rogue One: Uma História Star Wars‘, viverá um mentor/professor, chamado Comandante Tung. O personagem foi especificamente criado para essa nova versão e não existe na animação original. O ator Yoson An interpretará Chen Honghui, um confiante e ambicioso recruta que, nessa nova versão, será um importante aliado da protagonista e eventualmente se tornará seu interesse amoroso.

A confirmação do personagem marca mais uma mudança do live-action em relação à animação original, na qual o capitão do exército chinês, Li Shang, é o par romântico da heroína.

Rick Jaffa e Amanda Silver são os roteiristas. 

 

 

[EXCLUSIVO] Wasp Network | Diretor, produtor e atores falam sobre as dificuldades de filmar em Cuba

Filme de abertura da 43ª edição da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, Wasp Network é dirigido pelo cultuado cineasta francês Olivier Assayas e produzido pelo brasileiro Rodrigo Teixeira, um dos nomes mais quentes do mercado audiovisual nacional e internacional. No elenco, nomes como Édgar Ramírez, Penélope Cruz, Leonardo Sbaraglia, Wagner Moura, Ana de Armas e Gael García Bernal.

O CinePOP conversou com exclusividade com Assayas, Teixeira e com a dupla de atores Édgar Ramírez e Leonardo Sbaraglia. O quarteto falou sobre o novo trabalho e sobre as dificuldades e restrições de se rodar um grande projeto em Cuba. Adaptação para os cinemas do livro “Os Últimos Soldados da Guerra Fria”, de Fernando Morais, o filme acompanha agentes do governo de Fidel Castro que se infiltram nos movimentos de resistência localizados na Flórida, no início dos anos 90.

Segundo a equipe, a primeira grande dificuldade foi conseguir filmar em Cuba. A produção chegou a iniciar a procura por outras locações diante da negativa do governo cubano em autorizar as gravações na ilha. “Foi muito divertido fazer Wasp Network, mas também muito difícil, pois estávamos diante de um sistema que não estava disposto a nos ajudar. Tudo era complicado em Cuba, afinal existe o embargo, muitas pessoas vivem na miséria. A experiência foi incrível pela oportunidade de poder conhecer o povo cubano. Trabalhamos com uma grande equipe cubana e atores maravilhosos. A maior parte foi incrível, mas, ao mesmo tempo, você está fazendo um grande filme em um país que não possui experiência com isso. Muitas vezes, eles não entendiam o que pretendíamos fazer. Então, todos os dias tínhamos que encontrar soluções”, afirmou Assayas. O cineasta disse ainda que as gravações foram monitoradas pelo governo local, embora sem interferência direta.

Produtor de obras como Ad Astra, Me Chame pelo Seu Nome e A Vida Invisível, Rodrigo Teixeira classificou a produção como maluca, e completou: “Para levantar tudo foi algo bem difícil. Em Cuba, existem muitas limitações tecnológicas para acessar o mundo exterior e ainda o embargo econômico que faz com que o dinheiro não chegue na ilha. Foi algo muito intenso e não sei como te dizer como foi feito. Foi um processo difícil e paguei muito caro em minha vida pessoal por causa disso.

O projeto chegou para Teixeira há aproximadamente nove anos, quando Fernando Morais apresentou a ideia e solicitou uma bolsa para a realização do livro. O produtor gostou e ofereceu a bolsa, possibilitando que o autor se mudasse para Cuba para pesquisar melhor sobre a história. Dois anos depois, com o livro pronto, Teixeira foi em busca de um diretor. “Eu tenho um amigo em comum com o Assayas, um produtor francês que me disse que ele estava procurando um novo projeto. Eu apresentei o livro e ele respondeu muito bem”, disse o brasileiro, que foi também o responsável por apresentar Wagner Moura ao cineasta.

Após uma série de dramas intimistas como Acima das Nuvens e Vidas Duplas, Assayas estava com vontade de realizar uma obra de maior amplitude, nos moldes que havia feito em Carlos. E Wasp Network foi o projeto ideal para isso. Inclusive, acabou convocando seu protagonista de Carlos, Édgar Ramírez, para assumir a figura central na nova obra.

Conhecido pelo trabalho em The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story, Ramírez falou ao CinePOP que seu principal interesse no projeto foi voltar a trabalhar com Assayas e poder estudar a humanidade de seu personagem. “Sempre me atrai quando a natureza do personagem é testada pelas circunstâncias políticas e históricas de um tempo. Neste caso, quis fazer uma exploração pela mente dessas pessoas. Estes personagens, geralmente, são reduzidos a caricaturas, como se fossem vilões ou meros peões em um tabuleiro de xadrez. Foi muito importante explorar essas pessoas por uma perspectiva humana”, apontou o ator.

Após trabalhar com Teixeira em O Silêncio do Céu e O Hipnotizador, o argentino Leonardo Sbaraglia também foi uma indicação do produtor ao diretor. O ator revelou que entrou para o projeto de última hora. “Foi algo bem repentino. O Rodrigo me chamou e dois dias depois já estava viajando para Cuba. Lá, tive um mês de trabalho para poder aprimorar o sotaque e a construção do personagem. Foi ótimo poder trocar experiência com todo o elenco, mas principalmente com o povo e os artistas cubanos”, disse. 

Wasp Network é um filme rodado em Cuba, com diretor, autor e atores politizados. Em um momento de polarização política no Brasil, Rodrigo Teixeira não se preocupa com eventuais ataques ao longa: “Eu não me preocupo com ignorância, sinceramente. Ignorante não me atinge e não me aflige. Não leio comentário ignorante e evito ficar dando ouvido para ignorante. O que pretendo é estar perto de gente sensível, inteligente e educada.

O filme ainda não possui previsão de lançamento nos cinemas brasileiros, embora o produtor tenha a expectativa que a estreia aconteça entre dezembro de 2019 e março de 2020.

‘Coringa’ já arrecadou mais de US$ 700 milhões mundialmente

Sucesso! Em apenas três semanas semanas, ‘Coringa‘ já arrecadou mais de US$ 700 milhões mundialmente e se aproxima rapidamente da marca bilionária.

Nos EUA, o longa acumula US$ 247,2 milhões. No mercado internacional, são US$ 490,3 milhões.

Ao total, a produção já arrecadou US$ 737,5 milhões mundialmente.

Considerando o seu baixo orçamento de US$ 55 milhões, o longa já pode ser considerado um dos maiores sucessos do ano.

Lembrando que ‘Coringa‘ já é a maior bilheteria da Warner Bros. em 2019

É o quarto ano consecutivo em que uma adaptação da DC Comics atinge a marca para o estúdio.

Anteriormente, ‘Batman vs Superman‘ registrou 872,7 milhões em 2016. Já em 2017, ‘Mulher Maravilha’ faturou 821,8 milhões.

Lembrando que Coringa‘ já está em exibição nos cinemas.

Coringa‘, do diretor Todd Phillips, centra-se no icônico arqui-inimigo e é uma história fictícia original e inédita, nunca vista na tela grande. A história de Arthur Fleck, interpretado majestosamente por Joaquin Phoenix, é de um homem que luta para encontrar seu caminho na sociedade fragmentada de Gotham. Ele é um palhaço de festas durante o dia, ele aspira a ser um comediante stand-up a noite… mas ele acha que a piada sempre parece estar sobre ele. Preso em uma existência cíclica entre a apatia e a crueldade, Arthur toma uma decisão ruim que provoca uma reação em cadeia de eventos crescentes neste estudo de caráter arenoso. 

Além de Phoenix, Robert DeNiroZazie BeetzMarc MaronFrances ConroyShea WhighamBill Camp e outros completam o elenco.

Coppola apoia Martin Scorsese e diz que filmes da Marvel ‘são desprezíveis’

Mandatory Credit: Photo by Rob Latour/Variety/REX/Shutterstock (9446337by) Francis Ford Coppola Dorothy Arzner building dedication ceremony, Los Angeles, USA - 01 Mar 2018

A polêmica envolvendo o aclamado cineasta Martin Scorsese e os filmes da Marvel ganhou um novo capítulo.

O diretor Francis Ford Coppola apoiou as críticas de Scorsese aos filmes da Marvel Studios e adotou uma postura ainda mais agressiva.

“Quando Martin Scorsese diz que os filmes da Marvel não são cinema, ele está certo. Esperamos aprender algo com o cinema, esperamos obter algo, alguma iluminação, conhecimento e inspiração. Eu não sei como as pessoas conseguem assistir a esses filmes várias vezes. Martin foi gentil quando disse que não é cinema. Na minha opinião, os filmes da Marvel são desprezíveis”, disse em entrevista durante o Prêmio Prémio Lumiere.

Após fazer a declaração polêmica, Scorsese se justificou dizendo que as produções desse tipo são como parques de diversões, possuem o seu valor, mas são uma “experiência diferente” e não cinema.

“O que precisa ser protegido é a experiência singular de viver um filme, idealmente com uma audiência. Mas há espaço para tantos outros agora e para tantas outras formas. Completamente haverão crossovers. O valor de um filme que é como um parque de diversões, por exemplo, os filmes do tipo da Marvel – onde os cinemas se tornaram parques de diversão, isso é uma experiência diferente. Eu estava dizendo isso antes, não é cinema, é outra coisa, independente de você ir aos cinemas para isso ou não”.

 

Entenda a polêmica

Martin Scorsese fez duras críticas à Marvel durante uma entrevista em que promovia o seu novo filme, ‘O Irlandês‘.

Ao ser questionado pela revista Empire sobre sua opinião a respeito dos filmes da Marvel Studios, ele foi categórico em dizer:

“Eu não vejo esses filmes. Eu até tentei, sabia? Mas isso não é cinema de verdade. Sinceramente, são mais como parques de diversão do que cinema. Por mais bem feitos que sejam, mesmo que os atores façam o seu melhor, não é algo que transmite experiências emocionais e psicológicas a outro ser humano.”

Sua fala reverberou em Hollywood, com os diretores Joss Whedon (‘Vingadores‘), James Gunn (‘Guardiões da Galáxia‘), Rian Johnson (‘Star Wars: Os Últimos Jedi‘) e Taika Waititi (‘Jojo Rabbit‘ e ‘Thor: Ragnarok‘) se pronunciando publicamente.

Lembrando que o novo filme de Scorsese, ‘O Irlandês‘, será lançada nos cinemas em 1 de novembro, e chega à Netflix no dia 27.

Assista ao trailer:

Conhecido como “O Irlandês”, Frank Sheeran (De Niro) é um veterano de guerra cheio de condecorações que concilia a vida de caminhoneiro com a de assassino de aluguel número um da máfia. Promovido a líder sindical, ele torna-se o principal suspeito quando o mais famoso ex-presidente da associação desaparece misteriosamente.

O elenco conta com Robert De Niro, Al Pacino, Joe Pesci, Ray Romano, Anna Paquin e Harvey Keitel.

Os Melhores e Piores Remakes em Live-Action da Disney

O império Disney chegou em uma nova e conturbada era: a dos remakes em live-action.

Por incrível que pareça, essas investidas cinematográficas não começaram há pouco tempo, tendo aparecido desde os últimos anos do século passado e ganhando uma dimensão assustadora na década de 2010. Entretanto, poucas dessas produções conseguiram cativar o público ou mostrarem-se competentes o bastante para acrescentar alguma coisa nova a uma esfera que já dá ares de saturação.

Com raríssimas exceções – e com projetos que se estendem para a década inteira, praticamente -, é um fato dizer que a companhia em questão precisa voltar a suas histórias originais ou ao menos entender o que de errado se repete em tantos longas-metragens péssimos ou medíocres.

Nessa mais nova matéria, fizemos um ranking com todos os live-actions da Disney – excluindo ‘Peter Pan (2003), visto que ele pertence à Universal Pictures, e Pan(2015), que é, na verdade, uma história de origem. Mantivemos o restante, incluindo Malévola (2014), que se intrinca com A Bela Adormecida, e sequências como Alice Através do Espelho e ‘102 Dálmatas’.

Confira abaixo nossa lista e não se esqueça de comentar quais são seus remakes favoritos!

  1. ALICE ATRAVÉS DO ESPELHO (2016)

Se Tim Burton não conseguiu nos encantar com sua releitura da clássica obra de Lewis Carroll em 2010, era pouco provável que James Bobin alcançasse tal feito – e o resultado da sequência Alice Através do Espelho é tão insossa quanto o longa-metragem anterior.

Apesar dos competentes efeitos visuais, que já são conhecidos dentre as obras supervisionadas por Burton, a narrativa que traz a personagem-título de volta ao mundo das Maravilhas peca irreparavelmente ao tentar explicar um panteão que não tem explicação. Como se não bastasse, a bizarra narrativa é acompanhada por péssimas atuações de Mia Wasikowska, Johnny Depp e Sacha Baron Cohen.

  1. 102 DÁLMATAS (2000)

101 Dálmatas se tornou um clássico do panteão Disney principalmente por sua estética impressionista bastante inovadora e que ainda não havia sido utilizada nas animações predecessoras. Qual foi nossa surpresa quando a companhia anunciara um live-action com os fofos cachorrinhos liderados por Glenn Close – e mais ainda quando o fracassado filme gerou uma sequência.

Close retorna para o papel de Cruella de Vil, agora reabilitada devido a um tratamento de hipnose, e carrega consigo um gatilho que a coloca de volta numa jornada para fazer casacos com peles de dálmata. O conto é tão impalpável que consegue transformar alguns dos maiores performers da geração – incluindo Close e Gérard Depardieu – em caricaturas ridículas de algo que não tinha a menor chance de ficar bom.

  1. ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS (2010)

A viagem non-sense de Alice começou em 1951 e, desde então, foi relida das mais diversas formas para mídias completamente diferentes. E, considerando que Burton já havia nos entregado algumas pérolas do cinema – como ‘Sweeney Todd’ e ‘Edward Mãos-de-Tesoura’ -, poderíamos nos convencer erroneamente de que o remake da animação seria bom.

O resultado catastrófico é mascarado pelo incrível uso dos efeitos especiais, que também não chegam a ser suficientes para nos desviar da podre trama arquitetada. Em um filme tão vibrante quanto este, é irônico pensar que ele insurge numa miscelânea incompreensível sem vida e sem qualquer envolvência.

  1. 101 DÁLMATAS (1996)

‘102 Dálmatas’ foi uma produção desnecessária, mas seu predecessor 101 Dálmatas ainda tentou recuperar as glórias do longa-metragem da década de 1960. Entretanto, como boas intenções não querem dizer muita coisa, não é surpresa que o filme se tornou mais uma investida desnecessária (e isso perto da virada do século).

Com exceção da competente e memorável atuação de Close como uma das maiores e melhores vilãs do panteão Disney, o live-action não cumpre sua promessa de nos emocionar, criando um tour-de-force sem sentido e sem qualquer prospecto para conquistar o público. Ao menos os cachorrinhos estão fofos.

  1. DUMBO (2019)

Convém-se dizer que Dumbo não necessariamente é um dos filmes mais adorados de todos os tempos, visto que a obra de 1941 passa por muito pouco a duração de uma hora e arquiteta uma narrativa que vale mais a pena por seu nonsense e por suas sutis críticas. Entretanto, Burton voltava mais uma vez aos holofotes ao se lançar na missão de não apenas trazer o icônico elefante voador para as telonas mais uma vez, mas também expandir seu universo.

O resultado é mais uma vez falho e, na verdade, parece ter deixado a marca de que as releituras da Disney seguiam há algum tempo: sua completa falta de necessidade. De fato, o longa-metragem poderia ter acabado com seu primeiro ato e não faria a mínima diferença – nem mesmo a sedutora presença de Eva Green é competente o bastante para apagar o espetáculo de horror.

  1. MALÉVOLA (2014)

Malévola é relembrado por dois breves aspectos: sua direção de arte, aliadas aos efeitos especiais de ponta, e a atuação de Angelina Jolie em um esforço para salvar o longa-metragem de uma ruína iminente – seja para o bem ou para o mal.

Recontar a história de A Bela Adormecida não é uma tarefa fácil, mas o diretor Casper Van Dien nem ao menos se esforçou para recuperar os clássicos elementos de 1959. O resultado final é uma decepção atrás da outra, com resoluções apressadas, cenas de ação incabíveis e uma péssima performance de Elle Fanning e Van Dien como Aurora e Stefan, respectivamente.

  1. O REI LEÃO (2019)

Com um visual impecável e que traz o melhor do fotorrealismo, o retorno de Simba e Nala para a nova versão de O Rei Leão só vale mesmo a pena por sua estética. De resto, o longa-metragem é uma falha cópia de uma memorável narrativa à qual falta magia e até mesmo expressividade – seja pela feição dos animais ou pela força da dublagem (original ou brasileira).

Na verdade, o longa-metragem poderia muito bem ser apenas uma extensão cinematográfica de qualquer programa do National Geographic. Nem mesmo a tensão das novas sequências e a repaginação dark do roteiro conseguem nos comover, e isso sem falar da completa falta de química entre basicamente todos os personagens – salvo Timão (Billy Eichner) e Pumba (Seth Rogen).

  1. CINDERELA (2015)

Cinderelaparece ter tido o efeito contrário do esperado no público, o qual alegava que a produção era ruim por não ser fiel à animação – mas, na verdade, a investida de Kenneth Branagh no panteão Disney é competente o suficiente para alcançar o patamar de uma boa remasterização.

Apesar de Lily James entregar uma boa atuação, Cate Blanchett rouba nossa atenção em uma versão ainda mais cruel de Lady Tremaine. E, se as músicas clássicas fizeram falta, Helena Bonham Carter como a Fada Madrinha e os incríveis efeitos especiais desviam nosso foco e, no final das contas, nos divertem mais uma vez.

  1. A BELA E A FERA (2017)

Nenhum remake em live-action é necessário, por assim dizer. Nem mesmo as melhores produções se desvencilham desse rótulo – afinal, por que não apenas ficar com as obras originais? Dito isso, Bill Condon fez um trabalho considerável ao levar ‘A Bela e a Fera’ de volta aos cinemas, ganhando aclame pela fidelidade à obra original, pelos elementos teatrais que compuseram a narrativa e pelas atuações de Emma Watson, Dan Stevens e Luke Evans.

É claro que a estética da mobília que compõe o elenco coadjuvante pode assustar por seu chocante realismo, mas ao menos as vozes por trás dos personagens imprimem uma atuação surpreendentemente boa – e até mesmo as canções originais recebem um escopo diferente e prático.

  1. ALADDIN (2019)

Aladdin pode não ter feito o sucesso que prometeu entre a crítica, mas considerando as extensas investidas da Disney em recriar suas próprias peças fílmicas, o longa-metragem cumpre o que promete e cria uma mística aventura liderada por Mena Massoud como o personagem-título e Will Smith como uma hilária rendição do icônico Gênio da Lâmpada.

Com exceção de alguns deslizes, incluindo a música original e a atuação canastrona de Marwan Kenzari, o resultado é interessante, envolvente e dançante em aspectos inesperados – além de uma hábil performance de Naomi Scott como a Princesa Jasmine.

  1. MOGLI: O MENINO LOBO (2016)

Jon Favreau é conhecido por ser um dos nomes mais versáteis da indústria do entretenimento contemporânea – mas seu sucesso veio com um dos filmes mais memoráveis da década: ‘Mogli: O Menino Lobo’.

A nova versão do clássico de Rudyard Kipling alcançou o feito de melhorar a animação original, mesmo tendo feito alguns cortes de protagonismo (como Kaa, que aparece menos do que deveria) e abandonado o choque pós-vaudeville de 1967. Porém, no geral, as aventuras do protagonista-título ganharam uma dimensão fotorrealista de impressionante catarse cênica e todas as expressões antropomorfizadas que não existem em O Rei Leão aparecem aqui com deliciosas atuações de Bill Murray, Ben Kingsley, Scarlett Johansson e outros.

Não é surpresa que o filme tenha recebido uma série de prêmios, incluindo a estatueta de Melhores Efeitos Especiais no Oscar 2017 e Melhor Produção no Annie Awards (um dos circuitos de maior prestígio na animação). Além de recuperar a glória dos estúdios Disney, ‘Mogli’ tornou-se base para longas-metragens futuros – e suas conquistas deveriam ser seguidas à risca.

‘Coringa’: Após sucesso de Joaquin Phoenix, Jared Leto não voltará a viver o vilão

Quando ‘Coringa‘ foi anunciado com Joaquin Phoenix como protagonista e Todd Phillips como diretor, a Warner afirmou que pretendia manter Jared Leto como o vilão nos filmes do DCEU.

Porém, com o sucesso de Phoenix como o personagem e a recepção negativa de Leto no papel, o estúdio decidiu cortar as futuras participações do Coringa no DCEU.

Segundo o Hollywood Reporter, Jared Leto não irá reprisar o papel em novas produções da DC/Warner Bros.

A informação vem logo após vazarem a informação de que Leto não ficou nada satisfeito ao saber do anúncio de um novo filme do Coringa e até tentou impedir a produção do filme.

Fontes próximas ao ator revelaram que Leto pediu para seu agente, Irving Azoff, convencer os executivos da Warner Bros a não seguir em frente com a adaptação de Todd Phillips.

Como Azoff não atendeu ao pedido, o astro ficou tão irritado que cancelou o contrato com sua agência e assinou com uma concorrente.

Lembrando que o Coringa terá uma pequena participação em ‘Aves de Rapina‘, mas será interpretado por um figurante.

Confira o trailer:

‘Blade’: Veja Mahershala Ali como o Caçador de Vampiros em fan art

O ator Mahershala Ali, vencedor do Oscar por “Moonlight“, dará vida ao Caçador de Vampiros.

O conceituado design gráfico Death Streak criou um belo cartaz para reboot de Blade, estampado pelo ator Mahershala Ali.

Confira:

Segundo o site We Got This Covered, o reboot trará dois vilões principais para as telonas.

Como confirmado algumas semanas atrás, Conde Drácula será um deles e seu principal objetivo será transformar todos os humanos em vampiro. O segundo será Nina Price, vampira-sobrinha de Jack Russell (um lobisomem). Nina é uma criatura de raça híbrida única que, nos quadrinhos, não funciona como vilã – mas tudo indica que os estúdios Marvel irão mudar seu arco narrativo.

O elenco e o diretor do reboot ainda não foram anunciados oficialmente.

A lista de candidatos inclui Spike Lee como principal nome para comandar o projeto, mas Lee Daniels, Steve McQueen, e Nia DaCosta também estão sendo considerados.

Por enquanto, Mahershala Ali é o único nome confirmado, e espera-se que novos detalhes sejam divulgados pelos próximos meses.

Blade ainda não tem estreia definida, mas acredita-se que deva estrear apenas em 2022.

Datas de estreia dos próximos filmes da DC após o sucesso de ‘Coringa’

Coringa‘ estreou nos cinemas e começou a estabelecer novos recordes. O filme quebrou o recorde de abertura de ‘Venom‘ em outubro ao arrecadar mais de US$ 39,8 milhões na sexta-feira. Ele teve o maior fim de semana de abertura de outubro de todos os tempos, faturando US$ 93,5 milhões contra os US$ 80 milhões de ‘Venom‘ em 2018.

O longa teve o maior fim de semana de abertura da Warner Bros desde ‘Liga da Justiça‘ em novembro de 2017. ‘Coringa‘ quase  igualou a abertura do filme da Liga da Justiça, que fez US$ 93,8 milhões e contou com um orçamento muito maior.

Com o sucesso, a DC está mais em alta que nunca e começou a planejar seus próximos filmes.

Próximos lançamentos: 

Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa

6 de Fevereiro de 2020

O primeiro filme 100% feminino da DC. O longa é dirigido por Cathy Yan, com um roteiro de Christina Hodson (‘Bumblebee‘), e terá classificação Rated-R (para maiores de 17 anos).

Depois de terminar com o Coringa, Harley Quinn se junta às super-heroínas Canário Negro, Caçadora e Renee Montoya para salvar uma jovem de um lorde do crime.

O elenco conta com Margot Robbie (Arlequina), Mary Elizabeth Winstead (Caçadora), Jurnee Smollett-Bell (Canário Negro), Rosie Perez (Renee Montoya), Ella Jay Basco (Cassandra Cain), McGregor (Máscara Negra) e Chris Messina (Victor Zsasz).

 

Mulher Maravilha 1984

5 de Junho de 2020

Sequência do fenômeno de 2017, Mulher Maravilha 1984 mostrará Diana (Gal Gadot) nos anos 80. Ele enfrenta a Cheetah (Kristen Wiig) e deverá ter algum embate com os soviéticos. A diretora Patty Jenkins retorna para a continuação, assim como Chris Pine, que interpretou Steve Trevor no primeiro filme. [SPOILER] Os fãs estão especulando como vão abordar esse retorno, já que Steve morreu ao final de Mulher Maravilha [SPOILER].

No novo filme, Diana Prince/Mulher-Maravilha irá “atuar como uma espiã durante a Guerra Fria” e terá como objetivo “caçar um nefasto espião russo”. Ao que tudo indica, Diana já é uma super-heroína bastante conhecida por todos.

 

The Batman

25 de Junho de 2020

Sem o Superman, pode ser que a Warner decida reestruturar também seu Homem-Morego… Nunca na história um filme do Batman foi tão conturbado e marcado por incertezas como está sendo The Batman. Ele foi anunciado na leva de 2015, quando Zack Snyder ainda era o Cabeça por trás do UDC e Ben Affleck ainda gerava desconfiança da internet.

Três anos depois, cá estamos nós em uma situação completamente diferente. Batman Vs Superman não atingiu a bilheteria esperada, Esquadrão Suicida foi um fracasso nas críticas (mas fez bem em bilheteria), Mulher Maravilha foi um sucesso e Liga da Justiça foi um fracasso total. Nesse meio tempo, Zack Snyder foi demitido, o comando da DC já passou pelas mãos de Geoff Johns e tudo que resta agora é incerteza e talvez esperança. Em meio a tantas incertezas, The Batman sofreu com troca de diretores, troca de elenco, roteiros descartados e agora vive o maior drama possível: não sabe se vai poder contar com seu protagonista, o Batman de Ben Affleck.

A trama irá se concentrar em Bruce Wayne desenvolvendo suas habilidades de detetive.

“Este novo Batman precisava estar em conformidade com uma faixa etária definida. Ele é descrito como um jovem com cerca de 30 anos de idade, e a história não vai focar em sua origem, nem em seu combate ao crime em Gotham City. Ele é Bruce Wayne, ainda tentando encontrar o caminho para se tornar aquele detetive genial.”

Era de se esperar que essa nova abordagem do personagem pudesse se distanciar dos clichês dos filmes anteriores, que muitas vezes o tratavam mais como um justiceiro do que como um investigador e isso só aumenta a curiosidade em saber que tipo de filme Reeves está preparando.

Lembrando que apenas Robert Pattinson foi confirmado no elenco, e Jeffrey Wright e Jonah Hill estão em negociações para participar do filme.

 

O Esquadrão Suicida 

6 de Agosto de 2021

Gavin O’Connor abandonou o projeto, e James Gunn (‘Guardiões da Galáxia’) assinou com a DC Films e com a Warner para roteirizar e dirigir Esquadrão Suicida 2′.

O projeto não está sendo tratado como uma sequência, mas como uma espécie de reboot. Gunn terá a oportunidade de essencialmente reiniciar esta série como sua própria visão: “Fomos informados que o Esquadrão Suicida de Gunn não será uma sequência, ele terá uma visão totalmente nova sobre o grupo de vilões. Mas se isso significa uma reformulação total ou não, não está claro”, afirmara.

O diretor do primeiro ‘Esquadrão Suicida‘, David Ayer, ofereceu seu total apoio à contratação: “Eu acho que é uma atitude incrivelmente corajosa e inteligente do estúdio. James é o homem certo para o trabalho!”, afirmou.

Lembrando que Margot Robbie (Harley Quinn), Viola Davis (Amanda Waller), Joel Kinnaman (Rick Flag) e Jai Courtney (Capitão Boomerang) irão reprisar seu papéis.

Além dos astros citados, o elenco também é formado por Peter CapaldiPete DavidsonMichael Rooker, Idris Elba, Storm Reid, John CenaJoaquín Cosío, Taika WaititiAlice Braga, e Steve Agee.

Boatos falam no Adão Negro (The Rock) como vilão.

AQUAMAN 2

16 de Dezembro de 2022

Aquaman‘ arrecadou US$ 325 milhões nos EUA e US$ 778 milhões no resto do mundo, totalizando US$ 1,109 bilhão. Com o sucesso, a sequência está mais que confirmada e terá o retorno do astro Jason Momoa.

Patrick Wilson e Nicole Kidman também retornam. Wilson interpretou Orm, o Mestre do Oceano, no primeiro filme. Na trama, ele estava determinado a impedir que seu meio-irmão Arthur Curry roubasse dele o trono da Atlântida. Já Kidman volta como a mãe do casal, a rainha Atlanna.

 

EM PRÉ-PRODUÇÃO:

Supergirl

Não sabemos absolutamente nada sobre o filme, mas foi anunciado há pouco tempo, então aguardem as novidades aqui no CinePOP. Boatos dizem que o filme deve apresentar um Superman mais jovem, já que sua prima ainda será adolescente aqui…

 

The Flash

Há muito tempo tem se falado sobre a possibilidade dos quadrinhos Flashpoint serem adaptados para as telonas. E após diversos rumores, o assunto voltou a chamar a atenção, com novas especulações circulando em torno do projeto.

Segundo o portal We Got This Covered, fontes seguras afirmam que a Warner Bros./DC estaria interessada e fazer da HQ o material fonte para o roteiro de ‘The Flash 2‘. De acordo com a publicação, os informantes seriam os mesmos que disseram – em primeira mão – que Tom Welling retornaria como o Superman em Crise nas Infinitas Terras, bem como que a série ‘Arrow‘ ganharia um spin-off.

Detalhes relacionados ao projeto ainda não foram divulgados, mas o portal salienta que a essa altura, Robert Pattinson já teria sido apresentado como o novo Batman e que poderia aparecer em ‘The Flash 2‘, ao lado dos novos membros do reboot de ‘Liga da Justiça‘, que não contarão com Ben Affleck e Henry Cavill nos papéis de Batman e Superman.

É importante salientar que as informações não foram confirmadas pela Warner, portanto, trate tudo como especulação.

 

Adão Negro

A única coisa confirmada nesse filme é The Rock como protagonista. O resto é uma incógnita sem precedentes. Em entrevistas recentes, o ator disse que ainda não há um roteiro pronto e sequer foi feita a escolha de um diretor. A impressão que dá é a de que o projeto só não foi cancelado pelo entusiasmo de The Rock. Então, por enquanto, o filme não foi nem cancelado e nem confirmado para alguma data.

 

Batgirl

Esse filme tinha um enorme potencial. Abordaria a fase mais adolescente da Batgirl e seria dirigido por Joss Whedon. Após o fracasso de Liga da Justiça, Joss pediu demissão da DC e o projeto parece que foi engavetado. Com o anúncio de Supergirl, o filme da Batgirl deve estar arquivado até o lançamento da prima do Superman.

 

Tropa dos Lanternas Verde

Assim como o filme do Ciborgue, Tropa dos Lanternas foi anunciado na primeira leva e não apareceu no último anúncio. A presença de um Lanterna Verde no filme da Liga da Justiça aqueceu as esperanças de alguma novidade sobre a produção, mas nada ainda. Chegaram a falar que o diretor George Miller, da franquia Mad Max, tinha interesse no filme. Depois de Geoff Johns afirmar estar trabalhando como um doido no roteiro do filme, nada mais foi falado.

 

Asa Noturna

Anunciado na última leva da DC, o filme do ex-Robin, Dick Grayson, criou um auê em seu anúncio, gerou polêmica ao proporem um ator asiático no papel e só. O filme do Asa Noturna se resume a isso.

 

Falcão Negro

Steven Spielberg vai produzir e dirigir esse filme ambientado na Segunda Guerra Mundial. Só se sabe isso.

 

Novos Deuses

A diretora Ava DuVernay (Uma Dobra no Tempo) foi contratada para fazer um filme de visual espetacular para abordar a origem do vilão Darkseid. Depois disso, não houve mais notícia alguma sobre o filme.

 

Liga da Justiça Sombria

Esse projeto tem pelo menos 10 anos de planejamento nas costas. Guillermo del Toro já implorou para realizar esse filme, mas nunca obteve o aval da DC. Ele apareceu na última lista de lançamentos, mas se não aproveitaram o buzz gerado pelo Oscar de del Toro para anunciar o início das filmagens, duvido um pouco que toquem esse filme tão cedo. É uma pena, porque o potencial é enorme!

 

Liga da Justiça 2

O fracasso de Liga da Justiça foi um banho de água fria em todo mundo. Por mais que houvesse desconfiança, ninguém imaginaria que o filme iria tão mal nas bilheterias e nas críticas. Com isso, o projeto de uma segunda parte, que já era planejada, não deve acontecer da maneira como era idealizada. Zack Snyder já revelou detalhes de como seria seu filme. Esse tom de “luto” nas palavras do diretor não são animadoras para o futuro da sequência. Talvez aconteça, mas beeeeem lá pra frente e com uma trama beeeeeem diferente.