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‘Corações Jovens’: Drama LGBTQ+ estilo ‘Heartstopper’ ganha data de estreia no Brasil

A Mares Filmes finalmente anunciou quando o aclamado drama LGBTQ+ ‘Corações Jovens‘ (Young Hearts) será lançado no Brasil.

Com 90% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa estreará nos cinemas nacionais no dia 13 de novembro.

Na trama, Elias desenvolve sentimentos por seu novo vizinho. Ele logo percebe que está se apaixonando pela primeira vez, mas as interações com seus amigos e familiares trazem mais perguntas do que respostas. Confuso com seus sentimentos, Elias tenta resolver o caos interior para provar que merece o coração de Alexander.

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Anthony Schatteman é responsável pela direção e roteiro.

Lou Goossens e Marius De Saeger estrelam a produção. O elenco ainda conta com Geert Van Rampelberg, Emilie De Roo, Dirk van Dijck, Jul Goossens, Ezra Van Dongen, Olivier Englebert e Olga De Saeger.

Ator de ‘It: A Coisa’ se junta ao elenco de novo TERROR baseado em obra de Guillermo del Toro

De acordo com o The Hollywood Reporter, Jaeden Martell (‘It: A Coisa’) será o protagonista do terror ‘The Boy in the Iron Box‘ (O Menino na Caixa de Ferro, em tradução literal), que está sendo desenvolvido pela Netflix.

O elenco ainda contará com Rupert Friend (‘Jurassic World: Recomeço’) e Kevin Durand (‘Abigail’).

O longa é baseado na série de livros de Guillermo del Toro e Chuck Hogan.

Na trama…

“Refugiando-se dos lobos em uma fortaleza há muito abandonada, um grupo de mercenários encontra um poço escondido com uma caixa acorrentada. Logo, eles libertam um terror inimaginável e o caos se espalha.”

Friend interpretará Liev, o líder de uma equipe de Forças Especiais russas que sofre um acidente e cai em uma cordilheira na China.

David Prior (‘O Mensageiro do Último Dia’) será responsável pela direção e roteiro da adaptação.

Guillermo del Toro servirá como produtor ao lado de parceiro de longa data, J. Miles Dale.

As filmagens estão programadas para outubro, em Toronto.

Del Toro também está trabalhando com a Netflix em outro projeto, ‘Frankenstein‘, que deve estrear ainda este ano, estrelado por Jacob Elordi e Oscar Isaac.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Diretor de ‘O Mal que nos Habita’ pode comandar sequência de ‘Alien: Romulus’

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De acordo com o World of Reel, Demián Rugna pode dirigir a aguardada sequência de ‘Alien: Romulus‘.

O site afirma que, durante o painel na convenção HorrorBound Weekend, o diretor Fede Álvarez, ao lado de seu corroteirista Rodo Sayagues, mencionou diversas vezes o nome de Rugna, indicando que ele é um dos principais candidatos para assumir o comando do próximo capítulo da franquia.

Conhecido entre os fãs do gênero, Rugna dirigiu um dos filmes de terror mais aclamados e perturbadores dos últimos anos: ‘O Mal que nos Habita‘, que conquistou impressionantes 96% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

Anteriormente, Alvarez (‘A Morte do Demônio’) explicou por que não retornará como diretor da nova sequência: Acho que nunca tive a intenção de dirigir [‘Alien: Romulus 2’]. Quando terminamos nosso trabalho no primeiro filme, nós sempre soubemos que este seria um daqueles casos em que você chega, dirige e vai embora. [James] Cameron, [David] Fischer… todos esses diretores que eu amo dirigiram apenas um [filme da franquia]. Obviamente, Ridley Scott criou este universo, então ele tem o direito de comandar vários filmes.”

Ele completa, “Nós queríamos apenas roteirizar [a sequência]. Nós amamos os personagens que criamos, então queríamos nos certificar de que ninguém os mataria no início do próximo filme. Eles mataram Hicks e Newt desta forma, mas não iríamos deixar isso acontecer. Nós escrevemos a sequência e mantemos aqueles personagens vivos, e agora outra pessoa pode dirigir esta história.”

Sucesso nos cinemas, ‘Alien: Romulus‘ arrecadou mais de US$ 350 milhões nas bilheterias mundiais, além de alcançar 80% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

Crítica | ‘Alien: Romulus’ é um dos MELHORES capítulos da icônica saga sci-fi

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Ambientada entre os eventos de ‘Alien, o Oitavo Passageiro‘ (1979) e ‘Aliens, O Resgate‘ (1986), a trama gira em torno de um grupo de jovens colonizadores espaciais se depara com a forma de vida mais aterrorizante do universo enquanto exploram as profundezas de uma estação espacial abandonada.

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‘Sonic 3’ estreia em PRIMEIRO LUGAR entre os filmes mais vistos de streaming; Saiba aonde assistir!

Sonic 3: O Filme‘ acabou de chegar no catálogo da Netflix e em seu primeiro dia conquistou logo o primeiro lugar entre os filmes mais assistidos do streaming.

Confira o TOP 6:

Na trama, Sonic, Knuckles e Tails se reunem para enfrentar Shadow, um novo e misterioso inimigo com poderes diferentes de tudo que já enfrentaram antes. As habilidades do trio são superadas em todos os aspectos e eles precisam buscar uma improvável aliança.

Aclamado pelos críticos – com 85% de aprovação no Rotten Tomatoes –, o longa também fez sucesso nas bilheterias, arrecadando quase meio bilhão mundialmente.

A sequência arrecadou US$ 492 milhões nas bilheterias mundiais e se tornou o filme de maior bilheteria da franquia.

Nos EUA, a produção segue como a maior arrecadação da saga, com US$ 236 milhões.

Internacionalmente, o longa soma US$ 256 milhões, o que representa a maior arrecadação internacional da história da franquia. Para termos de comparação, o segundo filme fechou sua passagem pelos territórios internacionais com US$ 214.5 milhões.

O TOP 5 dos maiores mercados conta com o Reino Unido (US$28.9M), México (US$21.1M), França (US$18.4M), Austrália (US$17.1M) e Brasil (US$12.3M).

Ao total, a franquia superou a marca de US$ 1.1 bilhão em arrecadação.

Com o sucesso, o quarto filme da franquia foi confirmado e já tem data de estreia: 19 de março de 2027.

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Crítica | ‘Deu Match: A Rainha de Apps de Namoro’ – Filme sobre a cofundadora do TINDER apresenta uma vitrine de verdades

Você já teve alguma experiência em encontros reais a partir de conversas online? Não é de hoje que estamos em meio a uma revolução tecnológica na comunicação, em que aplicativos viraram senso comum entre todos nós. Em meio a isso, apps de relacionamentos se tornaram uma onda que não perde fôlego.

Dentro desse contexto, há 13 anos chegava ao mercado digital o Tinder, que logo se tornou uma ferramenta das mais acessadas entre pessoas de todas as idades, no mundo todo. Mas você já parou para pensar em como começou esse sucesso? E mais: como funciona ou mesmo quem criou esse produto? Partindo desse contexto, e trazendo verdades por trás do modo de operação dessa plataforma de namoro online, chegamos até a história de Whitney Wolfe, cofundadora do Tinder, personagem fundamental do longa-metragem Deu Match: A Rainha de Apps de Namoro.

Whitney (Lily James) é uma jovem recém-formada que busca uma oportunidade no mundo tecnológico em uma cidade da Califórnia. Ao conhecer Sean (Ben Schnetzer), sócio de uma incubadora de startups, ganha a chance que desejava. Nesse lugar, participa ativamente da criação do Tinder, uma plataforma de namoro que rapidamente ganha a atenção do planeta. Mas o sonho desse sucesso logo vira um pesadelo quando ela inicia um relacionamento com um dos sócios e, tempos depois, passa a enfrentar situações de assédio e percebe as problemáticas diretrizes dessa empresa. Abalada, se reinventa e monta a Bumble, uma plataforma online que vira um enorme sucesso.

O roteiro desse projeto é bem construído, baseado em informações de domínio público, já que a protagonista mantém um acordo de confidencialidade com a ex-empresa. Avançando nesse primeiro desafio, e com a liberdade criativa, chegamos em pontos-chaves que colocam em evidência como o Tinder foi criado e as diretrizes controversas que moldam as políticas de proteção dos usuários.

Com uma narrativa envolvente que se aproxima do dinamismo e ritmo eletrizante das interações online, esse novo filme disponível no catálogo da Disney Plus expõe, com impacto, situações chocantes. A partir da trajetória de uma mulher resiliente que, após sofrer abusos, deu a volta por cima e, há quatro anos atrás, se tornou a bilionária mais jovem do mundo, chegamos em reflexões urgentes sobre relacionamentos abusivos, o machismo, pautas importantes e que precisam ser debatidas.

Dirigido pela cineasta norte-americana Rachel Lee Goldenberg, Deu Match: A Rainha de Apps de Namoro é um filme que rompe as camadas do superficial se tornando uma vitrine de verdades sobre o ambiente tóxico machista que invadem empresas pelo mundo.

Crítica | ‘O Refúgio Atômico’ explora temas deterministas através de narrativa prática e envolvente

Álex Pina ganhou fama inegável em 2017 com o lançamento de ‘La Casa de Papel’, uma das séries mais populares da Netflix. Alcançando proeminência significativa, o sucesso da gigante do streaming logo abriu portas para que Pina construísse outras narrativas elogiadas pela crítica e pelo público, como ‘Vis a Vis’ e ‘Sky Rojo’. Agora, o showrunner retorna para mais uma parceria com a plataforma com o suspense O Refúgio Atômico, que estreou no último dia 19 de setembro. Apoiando-se na popularização contínua de histórias conspiracionistas e do crescente e derradeiro sentimento do fim inevitável do mundo como o conhecemos, a narrativa segue as tendências mainstream em uma sucessão de reviravoltas inesperadas e comentários ácidos sobre a sociedade em si.

Na iminência de uma guerra atômica, um grupo de bilionários espanhóis é levado a um bunker subterrâneo para se protegerem dos corolários destrutivos das bombas, protegendo-se da radiação e com uma remota chance de sobreviver. Tendo financiado a construção desse refúgio, a elite é encaminhada para observar, a salvo, enquanto a humanidade é destruída pela própria ambição e pelas tendências autodestrutivas que existem desde sempre. O problema é que nada disso é verdade: na verdade, esses bilionários foram enganados a acreditar que precisavam preservar seu inestimável patrimônio, arrastados para um experimento social que cria uma realidade pós-apocalíptica e os trata como ratos de laboratórios.

Confinados em um labiríntico inferno particular, as tensões escalam a níveis incontroláveis à medida que fantasmas de um passado não muito distante revelam ressentimentos perigosos, traumas inescapáveis e ímpetos violentos que exploram o que acontece que um indivíduo é forçado ao limite de sua moral frente a situações terminantes. É a partir daí que somos engolfados em múltiplas tramas que revelam os verdadeiros planos por trás da construção do bunker, oferecendo uma análise antropológica sobre a essência do ser humano quando movido pelo desejo de vingança e de mudanças radicais e uma perspectiva sobre luta de classes e a predação social.

Por trás desse ambicioso escopo, o público é apresentado a vários arcos que envolvem os protagonistas e coadjuvantes. Um dos principais envolve Max (Pau Simon), um jovem que ficou três anos preso pela morte da namorada em um acidente de carro envolvendo bebidas e drogas, e que, pelas alegações de bom comportamento compradas pela família bilionária, conseguiu sair do cárcere para ser levado ao bunker ao lado do pai, Rafa (Carlos Santos), da mãe, Frida (Natalia Verbeke), e da avó, Victoria (Montse Guallar). O problema é que o pai e a irmã da falecida namorada, Guillermo (Joaquín Furriel) e Asia (Alícia Falcó), também estão no bunker e enxergam Max como um assassino que ainda não pagou pelos crimes que cometeu.

Tentando descobrir como irão conviver pelos próximos dez anos em facilidades a quase trezentos metros abaixo da terra, eles são acompanhados por outros membros da elite espanhola e são assistidos pela misteriosa Minerva (Miren Ibarguren), que controla a instalação com condescendência e uma defesa da felicidade como recurso de salvação – e conduzindo-os para uma protegida sala em formato de arena onde observam, impotentes, o mundo ser obliterado. E é a partir daí que a primeira reviravolta da narrativa toma forma em um glorioso episódio piloto: Minerva, na verdade, é líder de um grupo dissidente que resolve enfrentar os malefícios do capitalismo de maneira categórica e incisiva, fazendo os bilionários acreditarem no fim do mundo através de um espetáculo minuciosamente encenado.

Como podemos perceber, Pina tem um apreço significativo por colocar seus personagens em situações de puro estudo sociopolítico e como peças da complexa engrenagem que rege a realidade como a conhecemos. Enquanto ‘La Casa de Papel’ denotou seus comentários sobre medidas desesperadas como consequência de tempos desesperadores, O Refúgio Atômico mostrou-se mais claro e direto às críticas construídas, chegando a tangenciar uma proposital e exagerada teatralidade para arquitetar uma atmosfera quase retrofuturista e movida a arquétipos que são bastante conhecidos dentro do gênero retratado. E, mesmo que de maneira inadvertida, o suspense abre espaço para ácidas tiradas cômicas que reiteram a dúbia ambientação da série.

O showrunner se une mais uma vez a Esther Martínez Lobato para delinear a narrativa, e, ainda que tropece aqui e ali, a dupla constrói um enredo que nos envolve logo nos primeiros minutos e que tem plena ciência da história que está construindo. E, enquanto algumas escolhas parecem impalpáveis demais, os deslizes são ofuscados pelo ótimo trabalho do elenco, com destaque às atuações precisas de Simon, Furriel e Iberguren, cujos traços são imbuídos de uma exploração determinista a que cada um é envolvido. E, singrando por pulsões que transformam os conceitos de espetacularização e de enfrentamento do status quo em uma pungente e envolvente jornada pela sobrevivência e pela vitória do mais forte.

O Refúgio Atômico é uma boa adição ao catálogo da Netflix e mais um acerto da parceria entre a plataforma de streaming e Pina. Ainda que não seja impecável, os temas esquadrinhados e as ótimas atuações são aprazíveis o suficiente para nos envolver do começo ao fim.

Comédia com Leandro Hassum estreia fazendo sucesso na Netflix e Mostra os Desafios Que Mulheres Enfrentam no Trabalho

A comédiaUma Advogada Brilhante’ chegou fazendo sucesso na Netflix e figura em segundo lugar entre os filmes mais assistidos do catálogo do streaming.

Na trama, Michelle (Leandro Hassum) é um ótimo advogado que sonha em um dia trabalhar no escritório TOP. Um dia, descobre que a TOP está comprando a empresa em que está atualmente empregado, e ele acha que essa é a grande chance da sua vida… até descobrir que a TOP vai demitir todos os homens e manter apenas as advogadas mulheres. Só que, por conta do seu nome, Michelle, que é um nome masculino italiano, acaba sendo confundido com uma mulher, já que, no Brasil, Michelle é um nome feminino.

Para não perder o emprego e o filho, Michelle decide se vestir de mulher e assumir uma nova persona, só que ele não imaginava que o mundo das mulheres era tão mais desafiador do que o mundo dos homens.

Assista ao trailer:

Escrito por Luiz Felipe Mazzoni, Ale McHaddo e Cris Wersom, o roteiro apresenta duas histórias paralelas que o protagonista percorre: a vida real masculina, da luta para que seu filho não se mude para longe, enquanto mostra à ex-mulher que ele é um pai presente e interessado; e a vida ficcional, em que a Dra. Michelle descobre os desafios de ser mulher no mundo corporativo, sofrendo assédio, interrupções, roubo de ideias e rebaixamentos constantes. Esta segunda parte se desdobra em dois casos de tribunal, o que acaba transformando o filme de uma hora e meia em muitas histórias para o espectador acompanhar.

Até por conta de ser uma comédia, o roteiro não exatamente se aprofunda nas questões enfrentadas pelo/a protagonista, mas sim apenas os demonstra para o público-alvo – que é, em sua maioria, presume-se, masculino. Nesse sentido, é muito importante que Leandro Hassum tenha interpretado esse papel, pois se o público de Hassum, que gosta de uma comédia mais solta, conseguir identificar as situações e refletir sobre elas, então assim o cinema cumpre seu papel de dialogar com o contemporâneo.

É muito interessante ver como essa construção se dá no filme, pois ainda que o/a protagonista viva dois papéis, é Ale McHaddo – diretora do filme e que interpreta uma advogada de defesa – quem profere o discurso mais importante do longa, o argumento da produção, enquanto todos os outros personagens literalmente ficam sentados e ouvem (porque estão num tribunal, mas isso é muito simbólico).

Com Bruno Garcia e Paulinho Serra vivendo personagens bem arquétipos, com os quais qualquer mulher tem que lidar várias vezes na vida, ‘Uma Advogada Brilhante´ é divertido por se debruçar sobre o que realmente importa: que a mulher é competente para exercer qualquer função laboral, e que as empresas precisam urgentemente igualar a balança dos gêneros em seus quadros de funcionários.

‘The Batman 2’: Saiba QUANDO o filme estrelado por Robert Pattinson estreia nos cinemas

Divulgação/ Warner Bros. Pictures.

A sequência do aclamado filme ‘Batman’ de Matt Reeves já tem data de estreia nos cinemas.

The Batman 2’ teve seu lançamento agendado para 1º de Outubro de 2027.

O roteiro já está pronto e é tão secreto que foi enviado para ator Robert Pattinson em uma mala com cadeado e senha. O diretor e roteirista Matt Reeves revelou a informação para a Variety.

“Tem sido uma longa jornada, mas estou muito empolgado. Estou muito orgulhoso do roteiro que eu e Mattson Tomlin escrevemos e já o enviei para o Robert Pattinson. Colocamos em uma mala que tem um cadeado de verdade, com senha. Ele estava em Nova York e foi tudo feito com muita segurança”, ele afirmou.

As filmagens começam entre “o fim de abril e começo de maio de 2026″, revelou o diretor. 

A história ainda não foi revelada, mas Reeves comentou os rumores de que a sequência vai introduzir o Robin (Damian Wayne) no longa.

“Bem, claro, você conversa sobre tudo. Provavelmente não há nenhum personagem sobre o qual não conversamos. ‘E se for esse?’ ‘E se for aquele?’ Isso faz parte do começo de qualquer projeto, então…”, revelou ao ComicBookMovie.

Embora a resposta não confirme a inclusão do personagem, ela indica que Reeves considera, sim, trazer o Robin para a sua franquia do Batman.

Roteiro de ‘Batman: Parte 2’ é tão secreto que foi enviado para Robert Pattinson em MALA com cadeado

Lembrando que o primeiro filme está disponível na Max.

A série de Suspense do Prime Video que vai te deixar PRESO na poltrona do começo ao fim!

O Prime Video lançou uma série de suspense como há tempos não viamos. ‘A Namorada Ideal‘ (The Girlfriend), estrelada por Olivia Cooke e Robin Wright, entrou no catálogo e é uma delícia de maratonar. Intriga, caos, confusão e alpinismo social.

A trama acompanha a Laura (Robin Wright), uma mulher que tem uma ótima carreira, um marido amável e um filho adorável. Entretanto, sua vida começa a ruir quando o filho traz para casa uma namorada, que Laura acredita estar mentindo sobre quem realmente é.

Querendo protegê-lo, ela fará o que for preciso para provar que ele está sendo enganado.

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Laurie Davidson, Waleed ZuaiterTanya MoodieShalom Brune-FranklinKaren HenthornAnna ChancellorLeo SuterFrancesca Corney integram o elenco.

Wright entra como diretora da série. A série é baseada no romance homônimo de Michelle Frances.

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Após confirmar que faria ‘As Branquelas 2’, Marlon Wayans volta atrás: “Não acho que a sequência vai acontecer”

Marlon Wayans não está tão empolgado para uma sequência do clássico ‘As Branquelas‘, segundo ele revelou na live Mafiathon 3, do streamer Kai Cenat.

“Não acho que a sequência vai acontecer. São sete horas de maquiagem todos os dias, e depois trabalhávamos 14 horas após a maquiagem de sete horas, porque também produzíamos o filme”, ele afirmou.

No ano passado, Marlon Wayans tinha revelado que finalmente iria fazer a sequência.

“Está na hora. Depois que terminarmos Todo Mundo em Pânico 6, nós vamos fazer As Branquelas 2”, ele afirmou ao GMA. 

Os irmãos Shawn Wayans e Marlon Wayans começaram a produzir ‘As Branquelas 2‘ em meados de 2010, mas a Sony acabou cancelando a produção. Com o sucesso do primeiro filme, e o interesse dos fãs no segundo, os irmãos levaram o roteiro a outro estúdio de Hollywood.

O longa custou US$ 37 milhões e arrecadou US$ 113 milhões mundialmente.

Na trama, Kevin e Marcus Copeland são dois agentes do FBI muito atrapalhados, que acbam se dando mal em uma investigação e são ameaçados de perder seus empregos. Quando um plano para seqüestrar as mimadas irmãs socialites Brittany e Tiffany Wilson é descoberto, Kevin e Marcus ficam com a humilhante missão de escoltar as duas socialites do aeroporto para o hotel.

Enquanto são escoltadas, as duas mulheres se ferem e eles se vêem obrigados a se disfarçar como elas para que seu chefe não descubra o ocorrido.

‘Wicked: Parte 2’ ganha novos cartazes promocionais; Confira!

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Wicked: Parte 2’ divulgou recentemente novos cartazes promocionais, destacando Elphaba, a Bruxa Má do Oeste (vivida por Cynthia Erivo), e Glinda, a Bruxa Boa do Sul (interpretada por Ariana Grande).

Com estreia marcada para 20 de novembro, a sequência dá continuidade ao sucesso global de 2024, que se consolidou como a maior adaptação cinematográfica da Broadway de todos os tempos.

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O segundo capítulo traz de volta o premiado diretor Jon M. Chu (‘Podres de Ricos’) à cadeira de direção, prometendo mais magia, emoção e grandiosidade no encerramento desta épica história.

‘Demon Slayer: Castelo Infinito’ se torna a maior bilheteria para um filme de anime nos EUA

O novo filme da franquia, Demon Slayer: Castelo Infinito’, está se consolidando como um verdadeiro fenômeno de bilheteria e já se tornou o filme de anime com a maior arrecadação da história dos EUA.

Segundo o ComicBook, o longa ultrapassou o recorde do clássico ‘Pokémon: O Filme’, alcançando impressionantes US$ 87,4 milhões em bilheteria até o momento.

Para comparação, ‘Pokémon’, que por muitos anos liderou como o anime mais lucrativo nos EUA, havia arrecadado US$ 85,7 milhões.

Vale lembrar que Demon Slayer: Castelo Infinito’ teve uma estreia avassaladora, arrecadando mais de US$ 70 milhões apenas no primeiro fim de semana.

A trama acompanha Tanjiro Kamado, que entra para a Corporação de Caçadores de Demônios após sua família ser massacrada, buscando transformar sua irmã Nezuko de volta em humana. Ao lado de seus companheiros Zenitsu e Inosuke, e dos poderosos Hashira, Tanjiro enfrenta os maiores desafios de sua jornada, culminando no confronto final dentro do misterioso Castelo Infinito.

‘Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba – Castelo Infinito’ recebe classificação 18 anos no Brasil; Menores de 16 não podem assistir!

Atualmente, ‘Castelo Infinito’ já é o terceiro filme japonês de maior bilheteria da história, e isso antes mesmo de estrear fora do Japão. No topo do ranking segue Demon Slayer: Mugen Train – O Filme’, seguido por ‘A Viagem de Chihiro’, do Studio Ghibli.

‘Your Name’, de Makoto Shinkai, que antes ocupava o terceiro lugar, foi superado por ‘Castelo Infinito’.

Castelo Infinito‘ é o primeiro filme da trilogia final do aclamado anime shonen produzido pelo estúdio Ufotable, adaptando o arco derradeiro do mangá de Koyoharu Gotouge.

A direção é de Haruo Sotozaki, responsável por todos os arcos animados da série.

‘Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba – Castelo Infinito’: Novo longa conquista 96% de aprovação no Rotten Tomatoes; Confira as críticas!

10 filmes que seu amigo chato vai ter que admitir que gosta!

Sempre temos aquele amigo mala que não gosta de nada e atrapalha alguns programas que queremos fazer! Imagine reunir os amigos para assistir a um filme e não conseguir definir qual será o escolhido por conta da chatice alheia! Se você está nessa situação, ou conhece alguém que já passou por isso, segue abaixo uma lista com ótimos filmes para convencer qualquer chato por aí:

 

Deu Match: A Rainha de Apps de Namoro (Disney Plus)

Inspirado em fatos reais, esse longa-metragem – que acabou de chegar no catálogo da Disney Plus – nos leva à história de Whitney Wolfe. Desde o início de carreira, até situações complexas vividas no ambiente de trabalho, acompanhamos a trajetória de sucesso da cofundadora do Tinder e fundadora do Bumble.

 

Puan (Prime Video)

Marcelo (Marcelo Subiotto) é um conceituado professor de filosofia de uma Universidade pública de Buenos Aires que vê uma oportunidade de assumir a chefia do departamento ao qual pertence. Só que a chegada de um outro professor, o super carismático Rafael (Leonardo Sbaraglia), acaba frustrando seus planos, ao mesmo tempo que sua vida pessoal e as escolhas que eram certas começam a ir ladeira abaixo.

 

Close (Netflix)

Na trama, acompanhamos a forte amizade entre os adolescentes Leo (Eden Dambrine) e Remi (Gustav De Waele). Quando o primeiro começa a se afastar do segundo, um acontecimento trágico abala toda a cidade. Buscando forças para entender alguns porquês e seguir em frente, Leo enfrentará uma caminhada de aprendizado sobre o viver.

 

The Doors (Tem para aluguel em algumas plataformas)

No início da década de 1990, chegava aos cinemas de todo o planeta um longa-metragem pulsante que retrata a história de uma das bandas mais influentes da década de 1960. Com um enorme foco no seu líder, um astro do rock que viveu menos de 30 anos mas marcou sua história na indústria fonográfica, The Doors é um filme inesquecível!

 

O Próximo Passo (Tem para aluguel em algumas plataformas)

Na trama, conhecemos a bailarina profissional Elise (Marion Barbeau), uma mulher que após sofrer uma contusão durante uma apresentação parte para uma estrada de redescobertas.

 

Kompromat (Prime Video)

Kompromat nos mostra a saga de um francês que é chantageado, acusado e punido na Rússia tendo que correr contra o tempo para limpar sua reputação e voltar para casa. Livremente baseado em fatos reais, o filme mete o dedo em feridas geopolíticas e coloca em xeque questões sobre as relações internacionais.

 

Madame (Prime Video)

Maria (Rossy de Palma) trabalha na casa de Anne (Toni Colette) e Bob (Harvey Keitel), um casal de norte-americanos que mora na França. Quando Anne decide dar um jantar para a alta sociedade, percebe que um convidado faltará. Para não ficar um lugar na mesa, Anne convida Maria a vestir uma de suas belas roupas e se juntar ao grupo. Tudo corre bem até Anne perceber o interesse do ricaço David (Michael Smiley) por Maria.

 

Um Pai para Lily (Netflix)

A vida da jovem Lily Trevino (Barbie Ferreira) não tá fácil, completamente esquecida pelo pai Robert (French Stewart), trabalha como cuidadora para se sustentar. Um dia, numa navegada pelo facebook acaba acidentalmente chegando até um homônimo de seu progenitor, um outro Bob Trevino (John Leguizamo), um homem casado e com uma perda recente irreparável. Logo uma linda amizade surge e juntos vão aprender um pouquinho sobre a arte do recomeçar.

 

Manas (Telecine)

Manas apresenta o recorte de uma família pela visão de uma jovem adolescente que sofre com muitos tipos de violência em seu cotidiano. Dirigido por Marianna Brennand, o projeto dilacera de forma contundente os muitos tipos de abusos dentro e fora de casa.

 

Caminhos Cruzados (MUBI)

Colocando na mesma balança o acaso e o destino, o longa-metragem europeu Caminhos Cruzados apresenta através de uma forte protagonista um novo olhar para o mundo e as renovações de felicidade que a vida pode nos trazer quando menos esperamos.

‘The Senior’: Drama esportivo baseado em fatos reais conquista 80% de aprovação no Rotten Tomatoes; Confira as críticas!

‘The Senior’, um drama esportivo estrelado por Michael Chiklis, baseado em uma história real, conquistou 80% de aprovação com base em 20 avaliações.

No geral, os críticos elogiaram o filme, destacando seu tom inspirador. No entanto, alguns consideraram a produção um tanto genérica em sua abordagem.

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“Você pode simplesmente se entregar às lições morais genéricas do filme, mas mesmo assim, é difícil não sentir que essa história teria funcionado melhor como uma daquelas matérias curiosas de interesse humano em um dia sem muitas notícias”, disse Brandon Yu do New York Times.

“Os elementos já conhecidos são conduzidos com tanta habilidade que você nem se importa com a manipulação. E embora você possa ficar chocado, chocado!, ao descobrir que o filme toma algumas liberdades com a verdade, elas não são tão graves a ponto de diminuir seu impacto geral”, disse Frank Scheck do The Hollywood Reporter.

“The Senior é elevado pela atuação sincera e comovente de Michael Chiklis, que encarna o homem comum. Imperfeito, mas inspirador e envolvente”, disse M.N. Miller do FandomWire.

“Sem surpresas aqui, mas ninguém realmente espera surpresas em uma história de superação baseada em fatos. O que queremos são obstáculos reais, um herói imperfeito porém cativante, e talvez um pouco de realização de desejo para quem sonha em ter uma segunda chance. E, nesse quesito, o filme marca um gol”, disse Nell Minow do RogerEbert.

“The Senior é uma inspiradora história esportiva baseada em fatos reais, no estilo clássico, dirigida por Rod Lurie”, disse Joey Magidson do Awards Radar.

“The Senior conta a notável história real de Mike Flynt, que superou falhas pessoais significativas e traumas de infância para se tornar um homem de profunda fé cristã. Sua trajetória no futebol nos lembra que mudanças positivas são possíveis em qualquer idade”, disse Julian Roman do MovieWeb.

Nos EUA, o longa estreia no dia 19 de setembro nos cinemas. No Brasil, o longa ainda não tem data de estreia.

Co-criador revela motivo de atraso em novo episódio de ‘South Park’

Matt Stone, um dos co-criadores de South Park, explicou recentemente por que a série de sucesso adiou o lançamento de seu episódio mais recente em uma semana: simplesmente não conseguiram finalizá-lo a tempo.

“Ninguém retirou o episódio, ninguém nos censurou, e você sabe que a gente diria se fosse verdade. Simplesmente não conseguimos terminar. Quando você sempre deixa tudo para a última hora, às vezes você erra. Esse é o preço de ser um procrastinador”, disse Stone, segundo o ComicBook.

Essa explicação vai ao encontro da nota oficial divulgada pelos criadores no momento do adiamento: “Aparentemente, quando você faz tudo na última hora, às vezes não dá tempo de terminar. Esse erro foi nosso. Não conseguimos terminar a tempo. Agradecemos à Comedy Central e aos fãs de South Park pela compreensão. Fiquem ligados para a próxima semana!”

Apesar do novo cronograma já estar definido, ainda existe a possibilidade de novos atrasos no futuro, já que a equipe costuma trabalhar sempre no limite do prazo.

South Park’ está disponível no Paramount+.

Dica | Onde ver os heróis de James Gunn nos streamings?

CEO do DC Studios, James Gunn tem uma longa trajetória quando o assunto é produções de super-heróis. Seja escrevendo, dirigindo ou até mesmo atuando, Gunn tem uma estrada de 25 anos envolvido nessas produções. E um ponto interessante é que ele carrega seu time de amigos para o elenco em praticamente todas as suas obras.

Pensando nisso, o CinePOP listou filmes e séries escritos ou dirigidos por James Gunn para você conhecer ou relembrar. Confira!

Os Especiais – Heróis em Liquidação (2000)

Lançado em 2000, Heróis em Liquidação é o primeiro trabalho de Gunn focado no mundo dos super-heróis. Além de escrever, ele atua no filme como uma paródia do Homem-Formiga, que é constantemente zombado por ter um uniforme ridículo. Nesse longa, os supers são uma realidade no mundo, mas Os Especiais são apenas a sétima equipe mais popular dos EUA. Além do mais, eles não são amigos das principais empresas que patrocinam os heróis, então tudo que diz respeito a eles é de baixa qualidade. Para complicar mais as coisas, eles têm poderes especiais, mas seguem com vícios humanos, como bebidas, cigarros, drogas e sexo. O filme mostra o grupo vivendo uma grave crise, com o estopim para a separação sendo o lançamento de uma linha de bonecos de péssima qualidade. O curioso é que o elenco dessa comédia politicamente incorreta é formado por nomes como Rob Lowe, Thomas Haden Church, Judy Greer e Sean Gunn – Sean, inclusive, protagoniza uma cena de dança divertidíssima ao som de Life Is a Rock. Além de contar com um cameo de Jenna Fischer (a Pam de The Office), que casaria com James Gunn ainda em 2000.

Infelizmente, por ser um filme de baixíssima procura, ele só está disponível no Looke, além de cópias disponíveis no YouTube. Mas é legal ver os primeiros passos do humor característico de James Gunn se manifestando aqui.

Super (2010)

Lançado em 2010, esse filme foi fundamental na carreira de James Gunn, porque mesmo sendo um “Cult”, acabou chamando atenção de Kevin Feige, que viria a convidar o diretor para comandar um projeto revolucionário. Escrito e dirigido por James Gunn, Super é uma comédia dramática politicamente incorreta sobre Frank (Rainn Wilson), um chapeiro de baixa capacidade social, cuja vida se resume a dois momentos de felicidade: o dia que casou com sua esposa (Liv Tyler) e o dia em que avisou a um policial que um ladrão de bolsas passou correndo naquela direção. Fanático religioso, ele vai para o trabalho, faz hambúrgueres e volta para casa, onde assiste programas evangélicos para crianças, enquanto a esposa se perde nas drogas. Sua vida, porém, muda de uma vez por todas quando um traficante barra-pesada (Kevin Bacon) leva sua mulher embora. Ele reza para Deus dar poderes a ele, e acredita ter sido escolhido para virar um super-herói. Então, pega uma Chave Inglesa, arruma um uniforme vermelho e parte para as ruas, onde combate trombadinhas até eventualmente entrar numa jornada para acabar com o tráfico na região e tentar recuperar sua amada. É um longa cheio de momentos bizarros, mas ainda assim é divertidíssimo.

Por ter um pouco mais de popularidade, Super já perambulou pelos catálogos de Netflix, MUBI e Amazon Prime Video. Ele também já esteve disponível completinho no YouTube, mas assim que ficou em alta há uns dois anos, a plataforma derrubou. No momento, ele só está disponível para aluguel no Prime Video.

Guardiões da Galáxia (2014)

Kevin Feige, CEO do Marvel Studios, assistiu Super e ficou encantado com a forma como Gunn escreveu e dirigiu um protagonista que era um completo fracassado e excluído da sociedade de forma que o público simpatizasse e torcesse por ele. Na época, ele precisava de alguém para tocar o projeto mais arriscado da Marvel desde Homem de Ferro (2008), que falaria justamente de um grupo de párias que teria de aprender a trabalhar como equipe. Foi assim que James Gunn chegou à franquia Guardiões da Galáxia. Com liberdade criativa praticamente total sobre o primeiro filme – segundo ele, a única interferência do estúdio foi a inserção da cena do Thanos (Josh Brolin) -, James escreveu e dirigiu o longa que mudaria de uma vez por todas a perspectiva do Universo Cinematográfico Marvel com a criação de um núcleo espacial sólido que viria a ser explorado nos dois filmes mais importantes do estúdio.

O longa acompanha Peter Quill (Chris Pratt), um humano que foi sequestrado da Terra quando era criança. Em sua mochila havia uma porção de brinquedos dos anos 80, algumas figurinhas e um walkman com duas fitas de música. Os anos se passaram e ele virou um pirata espacial, que acabou interceptando uma das mais mortais Joias do Infinito. Capturado, ele faz um acordo com outros criminosos espaciais para formarem uma aliança, escaparem da prisão e venderem a Joia para o Colecionador. No entanto, eles acabam embarcando em uma aventura musical que vai mudar as perspectivas de todos, mostrando que até mesmo os bandidos mais tontos da galáxia podem fazer a diferença quando decidem fazer o que é certo. O longa foi um sucesso avassalador, conquistando uma bilheteria altíssima e críticas ridiculamente positivas, rendendo elogios até mesmo de Steven Spielberg. Por seu sucesso inquestionável, o filme está disponível no Disney+.

Guardiões da Galáxia Vol.2 (2017)

Com o sucesso estrondoso do primeiro filme, os Guardiões saíram de um time conhecido apenas nos quadrinhos para verdadeiros ícones da Cultura Pop mundial. Mais do que isso, James Gunn voltou como roteirista e diretor, tendo liberdade criativa total para fazer o que achasse melhor. Sem precisar se preocupar com a trama das Joias do Infinito novamente, ele focou o longa nas relações familiares. Peter Quill descobre que seu verdadeiro pai é Ego (Kurt Russell), um celestial homicida. Rocket Raccoon assume um papel mais paternal com o Bebê Groot, enquanto descobre seu papel no grupo; Gamora tenta se reaproximar da irmã, que nutre um ódio de anos por ela; Drax tenta se aproximar de todos, após anos sentindo apenas ódio e sede por vingança. Da mesma forma, Yondu quebra a casca de pirata sem coração e assume o verdadeiro motivo de não ter concluído a missão do rapto de Peter.

Mais do que isso, Gunn ouviu as críticas negativas e tentou melhorar. Ele trouxe uma nova direção de fotografia que trouxe cores vibrantes e planos mais abertos, valorizando os cenários espaciais, além de ter trabalhado mais o desenvolvimento do vilão, que foi um dos pontos mais criticados do primeiro filme. O visual colorido dos planetas acabou virando referência para o núcleo espacial da Marvel, que abraçou as cores numa época em que a DC apostava apenas no filtro azul e cinza do Snyderverso. O resultado foi uma bilheteria enorme, uma trilha sonora ainda mais vendida e ainda mais moral dentro da Marvel. O filme pode ser assistido no Disney+.

Brightburn – Filho das Trevas (2019)

Diferentemente dos outros projetos, Brightburn não foi escrito ou dirigido por James Gunn, que atuou apenas como produtor. Porém, o filme foi aprovado e financiado por ele. Além disso, a história é ambientada no mesmo universo de Super, e deveria ter dado início a um universo cinematográfico desses personagens alternativos engavetados por Gunn. Na round table que participei com o diretor em 2025, James contou que tentou interferir o mínimo possível neste filme, porque tinha achado um projeto muito interessante, mas queria ver seu irmão e seu primo desenvolvendo suas próprias ideias no roteiro, além de apoiar a direção de David Yarovesky, que considera um nome promissor. Infelizmente, o filme não foi bem nos cinemas, mas ganhou sobrevida nos streamings.

Leia também: ‘Superman’ | James Gunn comenta diferenças entre ‘Brightburn’ e ‘Superman’

A trama é uma paródia da origem do Superman. Porém, em vez do bebê cair na Terra com uma missão de paz, ele vem como uma arma de conquista que deve dominar o planeta para permitir a invasão de sua espécie. Quando o menino começa a entrar na adolescência, seus poderes despertam e ele acaba tomado pelo medo e pelo ódio, espalhando o terror pela cidadezinha de Brightburn. O filme pode ser visto na Netflix.

O Esquadrão Suicida (2021)

Em 2018, após Gunn se posicionar contra falas e medidas do então presidente americano Donald Trump, o diretor foi alvo de um ataque coordenado da extrema-direita que resgatou tweets de uma década atrás, nos quais ele fazia piadas politicamente incorretas de temas como pedofilia e estupro. Gunn veio a público pedir desculpas e dizer que não compactuava mais com esse tipo de humor. Ele assumiu o erro e se afastou das redes. Porém, a cúpula da Disney foi pressionada e demitiu o diretor, muito a contragosto de Kevin Feige, que tentou ao máximo mantê-lo. Enquanto a polêmica era apurada, a Warner, que vivia uma crise sem fim com os personagens da DC, apostou em James Gunn e o contratou para escrever e dirigir uma continuação com jeitão de soft reboot de Esquadrão Suicida (2016), um filme da casa que deu muito dinheiro, levou um Oscar, mas foi massacrado pela crítica. E um comentário bastante comum na época era que a DC havia fracassado por tentar fazer seu Guardiões da Galáxia sem James Gunn. Ouvindo os fãs, eles trouxeram o cara, e o resultado mudaria para sempre os rumos da DC nos cinemas.

Isso porque O Esquadrão Suicida (2021) foi um unânime: sucesso estrondoso de crítica, algo que não acontecia com a DC há muito tempo. Apesar da baixa bilheteria, resultado de ter sido lançado nos cinemas no auge da pandemia, o filme elevou a moral de James Gunn dentro da Warner, que passou a cogitar novos projetos com ele, tanto que confiou uma série sobre um personagem praticamente desconhecido a ele antes mesmo do fim da passagem do filme pelos cinemas. A trama era a mesma do longa de 2016. O governo americano tinha uma missão que, por motivos políticos, não poderia envolver heróis ligados aos EUA. Por isso, enviaram um grupo de supervilões ou anti-heróis para resolverem uma crise de estado na América do Sul, podendo eventualmente ocasionar a morte de todos eles no caminho. Porém, eles não apenas resolvem a missão, como também viram heróis locais e se voltam contra o imperialismo americano, gerando eventos que repercutem no Universo DC até hoje. Com violência para maiores de 18 anos e personagens extremamente carismáticos, O Esquadrão Suicida pode ser assistido no HBO Max.

Pacificador (2022)

A tal série que a Warner “deu de brinde” para James Gunn foi Pacificador. Considerado um dos melhores personagens de O Esquadrão Suicida, o Pacificador era um completo desconhecido do público em geral e não era exatamente bem quisto nem mesmo pelos leitores de quadrinhos, mas Gunn assumiu o projeto, assinando roteiro e a direção de alguns episódios, mudando o patamar de John Cena no cenário Hollywoodiano. A produção deu sequência aos eventos do filme, mostrando o Pacificador acordando no hospital e tentando seguir com a vida, enquanto busca ser um super-herói reconhecido pelos grandes ícones do DCEU.

Porém, sua família desestruturada e os traumas do passado voltam para assombrá-lo, enquanto ele embarca sem saber na investigação de uma invasão alienígena silenciosa e mortal na Terra. Com a ajuda dos agentes da ARGUS, ele desmascara esses ETs borboletas e salva o dia com muita violência e boa vontade. O sucesso da série foi imediato, transformando o Pacificador em um novo ícone da Cultura Pop. Paralelamente a isso, a Marvel sofria para encontrar um novo diretor para Guardiões da Galáxia Vol.3. Depois de muitas tentativas e uma grande recusa de diretores de assumir o projeto em solidariedade a Gunn, a Disney reconheceu que o diretor havia sofrido um boicote político, mesmo não compactuando mais com o tipo de humor de seu início de carreira, e o convidou para voltar. Porém, agora com muito prestígio na Warner, ele concordou em retornar apenas para finalizar a saga dos Guardiões. Ah sim, a primeira temporada de Pacificador pode ser vista no HBO Max.

Guardiões da Galáxia: Especial de Natal

Em sua volta à Marvel (vale destacar que ele não deixou a DC, apenas se licenciou para esses projetos), Gunn ousou com um especial de natal dos Guardiões da Galáxia feito exclusivamente para o Disney+, mas que seria parte do cânone do grupo, introduzindo personagens como a cachorrinha Cosmo na equipe. Além de escrever e dirigir o especial, Gunn também escreveu a música de abertura da produção, que é um rock sobre a visão alienígena do que é o natal. A canção foi top das plataformas de música nos EUA.

O especial é completamente surtado, bem do jeitinho dos Guardiões, e traz o Peter meio triste na época do natal. O problema é que seus amigos não fazem a menor ideia do que a data representa, então Drax e Mantis decidem viajar para a Terra, onde vão tentar pegar materiais para criar um natal memorável, mas também sequestram o ator Kevin Bacon, o grande herói da infância de Peter, para “dá-lo de presente” ao amigo. É simplesmente hilário! No final, tudo se resolve e eles conseguem um natal inesquecível, ainda que por motivos diferentes. O especial pode ser visto no Disney+.

Guardiões da Galáxia Vol.3 (2023)

Quando já havia sido “reapresentado” pela Marvel, Gunn foi convidado para assumir o cargo de CEO da DC, capitaneando um reboot total daquele universo cinematográfico, o que ele obviamente aceitou. Sabendo que seria sua despedida não apenas da Marvel, mas dos personagens que o consagraram no cinema mundial, James Gunn veio com tudo e criou uma verdadeira obra-prima do gênero. Com foco no Rocket Raccoon (Bradley Cooper), declaradamente o personagem favorito de James, o longa construiu uma aventura espacial extremamente emotiva, com mensagens contra os maus-tratos aos animais e sobre a importância da família, embalado por um visual de tirar o fôlego e uma trilha musical explosiva.

O resultado foi uma das melhores avaliações de público e crítica de um filme da Marvel pós-Ultimato. A trama mostra o Rocket sendo mortalmente ferido. O problema é que eles precisam de um código para desarmar um dispositivo interno que ameaça a vida do guaxinim, então eles vão atrás do responsável pelas modificações feitas no Rocket, o Alto Evolucionário (Chukwudi Iwuji), que é um tirano com complexo de Deus, que é capaz de matar e torturar qualquer um para conseguir seu objetivo de criar a espécie ‘perfeita’. Agora, os Guardiões precisam correr contra o tempo para salvar o amigo, enquanto tentam encontrar um meio de acabar com o Alto Evolucionário. O longa foi extremamente elogiado pela crítica, pelo público e pelas organizações de direitos dos animais pelo mundo. O filme pode ser assistido no Disney+.

Comando das Criaturas (2024)

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De volta à DC, o primeiro capítulo do novo Universo DC foi a série animada Comando das Criaturas. Criada e escrita por James Gunn, ela segue com os eventos de O Esquadrão Suicida (2021), que mesmo tendo acontecido em outro universo foi aproveitado nessa nova realidade, e mostra a solução de Amanda Waller (Viola Davis) para a proibição do governo da ‘Força-Tarefa X’. Sem poder usar humanos, ela convoca um time de “Criaturas” para realizar uma missão que um super-herói não poderia assumir, que é manter a princesa do Pokolistão protegida em uma guerra.

Enquanto a trama avança, os membros dos Comandos vão tendo suas histórias explicadas e desenvolvidas, tornando a série uma produção incrível de acompanhar. Apesar de ser uma animação, ela aborda temas pesados e traz cenas de violência e sexo, mas nada gratuito. É muito divertido e muito interessante, até porque é a produção que introduz Rick Flag Sr. (Frank Grillo), o personagem que apareceu em todas as produções do DCU até o momento. A série está disponível no HBO Max.

Superman (2025)

Lançado sob forte expectativa, o primeiro filme do DCU foi escrito e dirigido por James Gunn, que apostou em David Corenswet, um ator em ascensão em Hollywood, para dar vida ao maior super-herói dos quadrinhos. A história mostra o Superman já atuante nesta realidade, após perder sua primeira batalha. Vivendo uma polêmica sem precedentes, após interferir em um conflito geopolítico no Oriente Médio contra um antigo aliado americano, o herói entra no olho de um furacão midiático influenciado por Lex Luthor (Nicholas Hoult), que bola um plano mirabolante para expandir sua atuação no governo e destruir o Superman. Porém, ao lado do cachorrinho Krypto, dos heróis da Gangue da Justiça e da equipe do Planeta Diário, o herói vai fazer de tudo para salvar o dia.

Fenômeno de crítica e bilheteria, o filme já é tratado como um sucesso geracional, com diversas crianças tendo como referência o Superman “bom moço” de David como espelho para o futuro. O longa incentivou uma onda de bem e trouxe mensagens positivas para o público, além de resgatar a credibilidade não só do herói, mas do Universo DC nas telonas. E ele acabou de chegar ao catálogo do HBO Max.

Pacificador – 2ª Temporada (2025)

Por fim, o último projeto com envolvimento criativo de James Gunn com super-heróis, até o momento, é a segunda temporada de Pacificador. Ele escreveu os capítulos e dirigiu alguns episódios que trazem Chris (John Cena) vivendo uma crise existencial sem precedentes. Apesar de ter salvo o mundo, ele segue com o tratamento de um anti-herói. Ninguém o valoriza, ninguém o reconhece. Em meio a essa crise, ele entra acidentalmente em uma outra dimensão na qual seu pai e seu irmão estão vivos, e eles são os maiores heróis do planeta. O problema é que ele encontra sua versão desse mundo e acaba matando o rapaz sem querer. Enquanto isso, suas viagens ligam o alerta na ARGUS, que teme uma nova falha dimensional na realidade do DCU. Para complicar ainda mais, o novo chefe da ARGUS é Rick Flag Sr., que tem uma rivalidade pessoal com Chris pelo assassinato de seu filho (lá em O Esquadrão Suicida).

Em meio a esses problemas, Chris decide ir para esse “mundo perfeito”, só que as coisas não saem exatamente como o esperado. A série está em exibição neste momento no HBO Max. Com novos episódios lançados semanalmente, a produção está a três capítulos do fim.

Outros projetos

Antes de sua demissão da Marvel, a moral de James Gunn era tão alta que ele foi escolhido para dirigir especificamente as participações especiais de Stan Lee nos filmes do MCU. Além dos cameos de Guardiões da Galáxia e Guardiões da Galáxia Vol.2, ele dirigiu Stan em suas participações em Doutor Estranho (2016), Homem-Aranha: De Volta ao Lar (2017) e Thor: Ragnarok (2017).

Outro papel que ele assumiu foi de produtor executivo em três produções da Marvel: Vingadores: Guerra Infinita (2018) – no qual também escreveu diálogos adicionais, Vingadores: Ultimato (2019) e na série animada Eu Sou o Groot (2022). Na DC, ele entrou como produtor de Superman (2025) e dos vindouros Supergirl: a Mulher do Amanhã (2026) e Cara-de-Barro (2026), além da série dos Lanternas Verdes (2026). Essa função será cada vez mais frequente, já que ele está por trás de todo o Universo DC.

E aí, qual seu projeto favorito do James Gunn? Diga nos comentários!

Crítica | ‘Ela Disse Talvez’ – Comédia romântica na NETFLIX não sai da mesmice

Dirigido por Buket Alakus e Ngo The Chau, a nova comédia romântica turca/alemã Ela Disse Talvez apresenta sua narrativa de forma simples e objetiva, sem pretensões maiores. Isso não é um problema, longe disso. A questão é que logo percebemos paralelos com uma mistura de outros filmes previsíveis – naquele ritmo e direção que não conseguem se aprofundar em nenhum dos temas que propõem.

Uma jovem arquiteta criada na Alemanha está em um momento radiante de sua vida. Encontrou o amor de seus sonhos – um advogado em crescimento na carreira – e segue em busca dos seus sonhos. Porém, durante uma viagem de férias para a Turquia, descobre segredos do seu passado: ela é filha de um herdeiro de uma família nobre. A partir dessa revelação, ela precisa entender essa situação através de desenrolares que a farão refletir sobre a vida.

Percorrendo lindas cidades e a rica cultura turca – seus costumes e tradições – o pano de fundo dessa obra é arrebatador. Pena que o roteiro insiste em simplificar alguns temas que poderiam ser mais relevantes. A partir de uma protagonista que enfrenta uma crise existencial após uma notícia surpreendente, embarcamos em um história de amor insossa, tomada por clichês, que tem seu respiro apenas no conflito cultural.

Alguns dos méritos de uma obra audiovisual aparecem quando situações despertam a reflexões em quem assiste. Mas, quando chegamos aos créditos finais e não conseguimos pensar em praticamente nada sobre o que vimos, tem algo que não funcionou. Com o ritmo acelerado – fruto de uma edição que se mostra presente -, e personagens simpáticos, porém longe de serem carismáticos, a maior fragilidade desta obra é o conteúdo e o que se busca transmitir.

Como o foco apontado para a jornada mirabolante da protagonista – única e exclusivamente -, chegamos em choques culturais, problemas no relacionamento, tradições e rupturas. Um grave problema é que não há um bom desenvolvimento desse conjunto de elementos ligados aos conflitos existenciais, frustrando o público que busca mais do que uma história de amor previsível.

Desfilando no TOP 10 logo na semana de estreia, no maior streaming do planeta (é impressionante como as produções turcas são sinônimo de sucesso em nosso país), Ela Disse Talvez é aquele entretenimento rápido, igual a tantos outros por aí. Mas veja, vai que você gosta!

Astro de ‘Emily em Paris’ promete reviravoltas: “Ninguém poderia ter previsto aquilo”

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O ator Lucien Laviscount, que interpreta Alfie em ‘Emily em Paris’, afirmou recentemente que a nova temporada está repleta de reviravoltas inesperadas.

“Tudo o que vou dizer é: prepare-se, porque a história vai para a esquerda, muito para a esquerda, e um pouquinho para a direita nesta temporada”, brincou Laviscount, conforme o Deadline.

“Eu não sabia o que esperar, nenhum de nós sabe antes de receber os roteiros, e quando recebemos os roteiros desta temporada foi tipo… É, acho que ninguém poderia ter previsto aquilo”, acrescentou.

‘Emily em Paris’: Gravações da 5ª temporada são interrompidas após morte no set

Falando sobre as filmagens, Laviscount comentou que foi “incrível”, acrescentando: “É bom estar de volta, estar de volta a Paris. Também filmamos um pouco em Roma”.

A sinopse oficial da Netflix confirma que Emily agora é a chefe do escritório da Agence Grateau em Roma, onde enfrentará novos desafios. Um plano de trabalho que dá errado causa revezes na carreira e na vida pessoal, e um grande segredo ameaça um de seus relacionamentos mais próximos.

‘Emily em Paris’: Bryan Greenberg e Michèle Laroque se juntam ao elenco da 5ª temporada

Os fãs podem esperar o retorno dos personagens regulares da série, como Philippine Leroy-Beaulieu (Sylvie Grateau), Ashley Park (Mindy Chen), Samuel Arnold (Julien), Bruno Gouery (Luc) e William Abadie (Antoine Lambert), além de Thalia Besson, Paul Forman e Arnaud Binard.

Entre as novidades no elenco estão Bryan Greenberg e Michèle Laroque, que interpretarão Jake, um americano vivendo em Paris, e Yvette, uma antiga amiga de Sylvie, respectivamente. Minnie Driver, também recém-chegada à série, interpretará a Princesa Jane nesta nova temporada.

Rupert Everett afirma ter sido DEMITIDO de ‘Emily em Paris’

A nova temporada estreia marcada para o dia 18 de dezembro, na Netflix.

Voldemort pode virar mulher na série de ‘Harry Potter’, afirma insider

Por essa ninguém esperava. Segundo o insider DanielRPK, a nova série deHarry Potter da HBO está procurando não só atores, mas também atrizes para interpretar o Lord Voldemort.

Isso indica que o personagem pode ter seu sexo trocado na adaptação da série. Nenhuma informação oficial foi divulgada a respeito da escalação.

O Lorde Voldemort foi interpretado por Richard Bremmer no primeiro filme da franquia ‘Harry Potter‘. Ralph Fiennes assumiu o personagem à partir de ‘Harry Potter e o Cálice de Fogo‘.

Rumores antigos indicam que Cillian Murphy, conhecido por seus papéis em ‘Peaky Blinders’ e Oppenheimer, pode viver o personagem.

Segundo o Deadline, Murphy comentou a especulação: “Não, meus filhos me mostram essas coisas de vez em quando, mas não, não sei nada sobre isso”.

“Além disso, é muito difícil substituir qualquer coisa que o Ralph Fiennes tenha feito. Esse homem é uma lenda da atuação. Então, boa sorte para quem for ocupar esse lugar”, acrescentou.

Vale lembrar que Ralph Fiennes marcou o cinema ao dar vida ao terrível vilão na saga de filmes original.

Dramione!: Fanfic de ‘Harry Potter’ sobre Draco e Hermione vira filme milionário

Vale lembrar que o universo deHarry Potter ganhará uma nova adaptação em formato de série pela HBO.

O elenco também conta com:

  • John Lithgow como Alvo Dumbledore
  • Warwick Davis como Minerva McGonagall
  • Janet McTeer como Filius Flitwick
  • Paapa Essiedu como Severo Snape
  • Luke Thallon como Profº Quirrell
  • Paul Whitehouse como Argus Filch
  • Lox Pratt como Draco Malfoy
  • Johnny Flynn como Lúcio Malfoy
  • Katherine Parkinson como Molly Weasley
  • Rory Wilmot como Neville Longbottom
  • Louise Brealey como Madame Rolanda Hooch
  • Anton Lesser como Garrick Olivaras
  • Bel Powley como Petúnia Dursley
  • Daniel Rigby como Válter Dursley
  • Amos Kitson como Duda Dursley
  • Nick Frost como Rúbeo Hagrid
  • Gracie Cochrane como Gina Weasley
  • Katherine Parkinson como Molly Weasley
  • Tristan Harland como Fred Weasley
  • Gabriel Harland como George Weasley
  • Ruari Spooner como Percy Weasley.

Kit Harrington, Keira Knightley e MAIS são escalados para a versão audiobook de ‘Harry Potter’

Francesca Gardiner entra como roteirista e showrunner.

Sem data de estreia, a primeira e a segunda temporadas devem contar com seis episódios cada, segundo informações recentes.

J.K. Rowling, autora da saga de romances original, assume a cadeira de produtora executiva ao lado de Neil Blair e Ruth Kenley-Letts.

Mais uma atriz dos filmes originais vai RETORNAR em ‘Pânico 7’

Segundo a EW, a atriz Hayden Panettiere vai retornar como Kirby Reed em ‘Pânico 7‘. Até então, o retorno da atriz era incerto.

Rumores afirmam que além de ‘Pânico 8‘, também teremos uma série de TV focada na personagem.

Kirby foi dada como morta em ‘Pânico 4‘, mas ressurgiu no sexto filme da franquia. Sua personagem é uma das preferidas da saga.

Recentemente, Matthew Lillard (‘Five Nights at Freddy’s – O Pesadelo Sem Fim’) comentou sobre o seu inesperado retorno e revelou ter recebido o convite do próprio diretor, Kevin Williamson, garantindo que sua participação no longa não irá “arruinar a franquia”.

“Eu recebi uma ligação do Kevin Williamson no meio do ano. Eu atendi, nós conversamos um pouco e ele me perguntou: ‘Você gostaria de retornar [para a franquia Pânico]?’. Eu literalmente pensei comigo mesmo: ‘Estou esperando essa ligação por uns 20 anos’. Fiquei muito animado.”

Ele completa, “Estou muito feliz por retornar. O filme está fantástico, e estou muito ansioso para que as pessoas possam assisti-lo. Não irá arruinar a franquia, essa é a boa notícia. [Originalmente], eles queriam que meu retorno fosse segredo até o lançamento do filme.”

Lembrando que ‘Pânico 7’ está programado para estrear no dia 27 de fevereiro de 2026.

O novo filme contará com o retorno dos veteranos Neve Campbell, Courteney Cox, Mason Gooding e Jasmin Savoy Brown, além de David Arquette, Matthew Lillard e Scott Foley.

Os novatos Isabel May, Celeste O’Connor, Asa Germann, Mckenna Grace, Sam Rechner, Mark Consuelos, Anna Camp e Joel McHale completam o elenco.

Sidney Prescott deixou seu passado para trás e está se concentrando em ser uma mãe feliz e casada e administrar uma pequena cafeteria na cidade. No entanto, ela nunca parou de olhar para trás e, com certeza, mais uma vez, seu passado volta para assombrá-la.

Panico