Site Página 610

‘Coração de Lutador’: Dwayne Johnson ficou três horas na maquiagem para viver lutador em cinebiografia da A24

O astro Dwayne Johnson, mais conhecido como The Rock, compartilhou recentemente detalhes sobre seu processo de transformação física e uso de maquiagem para interpretar o lutador Mark Kerr em ‘Coração de Lutador’ (The Smashing Machine), novo longa-metragem da A24.

Segundo a Variety, Johnson revelou que passava “três a quatro horas” diárias na cadeira de maquiagem durante as filmagens, utilizando até 14 próteses diferentes para compor o visual do personagem.

“Foi algo muito real. Eu não sentia isso havia muito, muito, muito tempo, aquele medo genuíno, pensando: ‘Não sei se consigo fazer isso. Será que sou capaz?'”, contou Johnson.
“Percebi que talvez essas oportunidades não estivessem vindo até mim porque eu estava com medo de explorá-las. Eu estava faminto por algo cru, intenso, que me obrigasse a me despir emocionalmente. E então, Coração de Lutador apareceu”.

Sobre a transformação física, Johnson explicou: “Sentava em frente ao espelho por três ou quatro horas e via tudo se transformar. Eram 13 ou 14 próteses, discretas, mas muito impactantes. Quando eu chegava ao set, já era o Mark Kerr. Sentia isso na forma como ele andava, falava, e até via o mundo. Se eu e Emily não fôssemos tão próximos, talvez não conseguíssemos chegar aos lugares emocionais que chegamos. Essa confiança nos permitiu vulnerabilidade, e isso nos deu liberdade para explorar tudo”.

Emily Blunt descreveu a performance de Johnson como uma “imersão sem esforço”, afirmando que desde o primeiro dia de filmagem ele parecia ter deixado The Rock para trás.

“Foi quase assustador. Desde o começo, ele já não estava mais ali. Ele absorveu e testemunhou tanto da história de Mark que foi emocionante ver alguém abandonar completamente a imagem que o consagrou e se despedaçar por um papel”, acrescentou.

Johnson finalizou refletindo sobre o processo: “Você precisa estar disposto a acessar tudo o que já viveu, e isso era algo que eu nunca tinha explorado, nem em cena, nem fora dela.
Não sou muito de terapia, embora apoie qualquer método que funcione para a pessoa. Achei esse processo assustador, mas também profundamente nutritivo e libertador. Eu me abri completamente”.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 16 de outubro.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

O filme, que é um original da A24, mergulha na trajetória física e emocional de Kerr. No auge da fama e consagrado como um dos maiores nomes do esporte nos anos 1990 e 2000, o atleta enfrentava batalhas pessoais intensas fora do octógono.

Kerr foi duas vezes campeão do Torneio de Pesos Pesados do UFC e vencedor do Campeonato Mundial de Vale Tudo. Ao longo de sua carreira, ele conquistou mais de duas dúzias de títulos de MMA.

O longa é dirigido por Benny Safdie (‘Bom Comportamento’). Emily Blunt (‘Oppenheimer’) co-estrela o filme como Dawn Staples, esposa de Kerr.

O roteiro é assinado por Safdie, em parceria com o próprio Mark Kerr.

Channing Tatum vive ladrão carismático no trailer LEGENDADO de ‘O Bom Bandido’, filme baseado em história REAL

Diamond Films divulgou o trailer legendado de ‘O Bom Bandido‘ (Roofman), drama criminal estrelado por Channing Tatum (‘Pisque Duas Vezes’).

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 16 de outubro.

Derek Cianfrance (‘Namorados Para Sempre’) é responsável pela direção.

Baseada na história real de Jeffrey Manchester, a trama acompanha um pai em dificuldades que se dedica a roubar restaurantes McDonald’s abrindo buracos nos telhados, o que lhe rendeu o apelido de ‘Roofman’ (Homem do Telhado). Após escapar da prisão, ele vive secretamente dentro de uma loja de brinquedos por seis meses, sobrevivendo sem ser notado enquanto planeja seu próximo passo. Mas quando se apaixona por Leigh, uma mãe divorciada atraída por seu charme inegável, sua vida dupla começa a se desfazer, desencadeando um jogo de gato e rato envolvente e cheio de suspense, à medida que seu passado se aproxima.

O elenco ainda conta com Kirsten DunstPeter Dinklage, Juno Temple, LaKeith Stanfield e Ben Mendelsohn.

10 séries que valem cada segundo!

É tão bom quando encontramos em nossas pesquisas séries que realmente prendem a atenção! E o melhor disso tudo é que alguns projetos são atemporais, percebemos reflexões sociais importantes que se encaixam até nos dias atuais. Pensando em algumas séries que conseguem prender a nossa atenção – e só queremos saber do próximo episódio -, segue abaixo uma lista poderosa para você conferir:

 

Pssica (Netflix)

Tudo começa quando Janalice (Domithila Cattete), após uma situação que leva seus pais a deixá-la na casa da tia (Fátima Macedo), em Belém, é sequestrada por um grupo criminoso ligado ao tráfico de mulheres. Paralelamente, conhecemos outros personagens: um ex-policial em busca da afilhada; Preá (Lucas Galvino), um bandido que se apaixona e vê sua bolha ligada à crimes desmoronar; e Mariangel (Marleyda Soto), uma ex-militar colombiana que vê sua família despedaçar e parte em busca de vingança. Ao longo da trama, esses caminhos se cruzam, nos conduzindo a um desfecho imprevisível.

 

O Repórter do Poder (Globoplay)

Com um contexto repleto de fatos históricos do cenário político brasileiro, ao longo de quatro episódios, vamos conhecendo recortes da vida e do trabalho de um jornalista que marcou seu nome na história, Jorge Bastos Moreno.

 

Vale o Escrito – A Guerra do Jogo do Bicho (Globoplay)

Uma impactante série documental, de tremendo sucesso, que mostra toda a história do jogo do bicho no Rio de Janeiro, do seu início até os tempos atuais.

 

The Killing (Disney Plus)

Remake do seriado dinamarquês Forbrydelsen, The Killing acompanha as investigações de um misterioso caso que mudam para sempre a rotina de dois detetives. Protagonizada por Mireille Enos e Joel Kinnaman.

 

Seus Amigos e Vizinhos (Apple Tv Plus)

Nessa hilária série, também cheia de camadas de crises existenciais, acompanhamos um homem bem sucedido que passa a viver um verdadeiro inferno astral ao pegar a esposa o traindo, e tempos depois ser demitido. Sem direção do que fazer, resolve roubar seus amigos e vizinhos ricos para não quebrar.

 

Daisy Jones & the Six (Prime Video)

Na trama, conhecemos os integrantes da Daisy Jones & the Six um ex-famoso grupo musical que vendeu milhões de cópias mas ficou marcado também por um último show feito no final da década de 70 em Chicago. Anos depois, os integrantes se reúnem por meio de depoimentos isolados para contar o que houve naquele dia e as razões da banda nunca mais se reunir novamente. Assim, por flashbacks, acompanhamos um pouco sobre a criação da banda e tudo de importante que houve no tempo que faziam sua primeira e única turnê pelos Estados Unidos, com uma lupa maior para os líderes da banda Billy Dunne (Sam Claflin) e Daisy Jones (Riley Keough), duas almas em conflitos permanentes que vão desde o forte interesse amoroso que possuem um pelo outro até os caminhos quase sem volta de vícios.

 

O Falso Sheik (Prime Video)

Reflexões sobre as linhas tênues entre jornalismo e crime. Na década 1990, tablóides sensacionalistas dominam as rodas de conversa de uma sociedade sedenta pela informação e ainda longe dos avanços das redes sociais que se tornaram uma certeza nos tempos atuais. Nesse período, no Reino Unido, um introspectivo e reservado repórter buscava seu espaço Ilustrando situações e transformando em interesse público, inclusive se passando por um falso sheik. Série documental de três episódios disponível na Prime Video, O Falso Sheik busca a reflexão ampla sobre o jornalismo e seus limites dentro da defesa de muitos do que seria liberdade de expressão.

 

Voo 370 – O Avião que Desapareceu (Netflix)

Como é possível com a tecnologia de hoje um avião desaparecer e não ser mais encontrado? Tentando encontrar respostas para algumas perguntas que geram inúmeras interpretações, chegou nesse início de 2023 na Netflix a minissérie documental Voo 370 – O Avião que Desapareceu, dividida em três partes, que nos faz entender alguns pontos sobre uma inacreditável história sem conclusão que começou em um dia de março de 2014, quando, decolando de Kuala Lumpur na Malásia, em direção à Pequim, na China, um avião comercial marcaria para sempre a história da aviação mundial ao sumir menos de uma hora após decolar e nunca mais ser encontrado.

 

The Wire (HBO Max)

Lançada 21 anos atrás e com um total de cinco temporadas, The Wire, que está disponível na HBO Max, é uma das séries mais elogiadas de todos os tempos. Na trama, através de vários pontos de vista, acompanhamos um grupo de policiais da cidade de Baltimore, nos Estados Unidos, que buscam reunir provas contra criminosos.

 

Suits (Netflix)

Na trama, acompanhamos Harvey, um dos mais poderosos advogados de Nova Iorque. Certo dia, vê entrar na sua vida um jovem chamado Mike que tem uma genial memória e acaba sendo contratado para trabalhar no seu escritório, mesmo sem ter diploma.

 

‘Amor Platônico’: Seth Rogen culpa Friends pela expectativa de romance entre os protagonistas

Seth Rogen, astro e produtor de ‘Amor Platônico’, comentou recentemente sobre a série e explicou por que entende o motivo de os espectadores esperarem um romance entre seu personagem e o de Rose Byrne na comédia da Apple TV+.

Segundo o site Deadline, Rogen reconheceu a fixação dos fãs por esse possível casal, atribuindo isso ao “precedente” criado por outras séries, como a icônica ‘Friends’.

“As pessoas estão muito fixadas nessa ideia de que um dia vamos ficar juntos”, disse Rogen. “E eu entendo o motivo, sinceramente. Nós crescemos assistindo a uma série chamada Friends, e todos eles transaram entre si. Todo amigo transou com o outro amigo”.

Rogen ainda brincou: “Nenhum amigo ficou sem transar”.

E concluiu: “Enfim, eu entendo por que as pessoas acham que a gente vai acabar transando, por causa do precedente sexual que Friends estabeleceu”.

A série ‘Amor Platônico’ está disponível no catálogo da Apple TV+.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

A trama gira em torno de dois ex-melhores amigos, que se conheceram na juventude e se reconectam depois de muito tempo, agora como adultos. Na tentativa de reconstruir a antiga amizade e superar os motivos que os levaram a se afastar, eles percebem porque não deu certo à medida em que suas vidas começam a se desgastar, então eles são obrigados a reavaliarem o plano.

O projeto também marca o reencontro entre a dupla e o diretor Nick Stoller, depois que o trio trabalhou junto em ‘Vizinhos‘ (2014).

Além de escrever, Stoller dirige os episódios.

‘Harry Potter’: Novas fotos destacam a Família Weasley; Confira!

harry potter

As gravações da série reboot de Harry Potter seguem o mais rápido possível em Londres e, agora, novas fotos dos bastidores foram divulgadas, revelando a icônica Família Weasley.

As imagens também destacam que a produção da Warner Bros. manteve a ambientação dos anos 1990, aliviando o receio dos fãs de que a série pudesse modernizar a história original.

O elenco também conta com:

Francesca Gardiner entra como roteirista e showrunner.

Sem data de estreia, a primeira e a segunda temporadas devem contar com seis episódios cada, segundo informações recentes.

J.K. Rowling, autora da saga de romances original, assume a cadeira de produtora executiva ao lado de Neil Blair e Ruth Kenley-Letts.

‘Vingadores: Apocalipse’: Rumores esclarecem suposta briga entre astros nos bastidores

As filmagens de ‘Vingadores: Apocalipse’ continuam e, devido à tensão nos bastidores, rumores sobre um conflito entre os atores têm circulado. Agora, novas informações sobre a suposta briga foram divulgadas.

Segundo o ComicBookMovie, a desavença não envolve Robert Downey Jr. ou Ryan Reynolds.

A reportagem explica que um dos atores teria feito um comentário que irritou profundamente um colega de elenco. A confrontação foi estritamente verbal e a situação se tornou bastante acalorada.

Todavia a Marvel/Disney interveio e chegou a oferecer uma alteração no roteiro para o personagem do ator, mas ele recusou a proposta quando descobriu o alto custo para reescrever e criar um novo enredo. Eventualmente, ambas as partes se reconciliaram.

Embora o conteúdo exato da fala não tenha sido revelado, a matéria ressalta que a “parte ofendida” teve razão em sua reação.

Além disso, o jornalista Rocha compartilhou informações sobre as refilmagens com Robert Downey Jr. Inicialmente, a Marvel utilizou uma máscara em CGI para o vilão Doutor Destino, pois o figurino “não se ajustava bem” a Downey. O ator não queria usar o traje, mas mudou de ideia ao perceber que usar um dublê para as cenas enquanto ele apenas fazia a dublagem não estava funcionando.

Importante destacar que as informações ainda não foram confirmadas oficialmente e devem ser tratadas como rumores.

Lembrando que Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’, longa mais recente da marvel, está em cartaz nos cinemas nacionais.

Matt Shakman comanda o projeto.

Ambientado em um vibrante mundo retrofuturista inspirado nos anos 1960, ‘O Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘ apresenta a Primeira Família da Marvel—Reed Richards/Senhor Fantástico (Pedro Pascal), Sue Storm/Mulher Invisível (Vanessa Kirby), Johnny Storm/Tocha Humana (Joseph Quinn) e Ben Grimm/Coisa (Ebon Moss-Bachrach)—enquanto enfrentam seu maior desafio até agora. Forçados a equilibrar seus papéis como heróis e a força dos laços familiares, eles devem defender a Terra de um deus espacial voraz chamado Galactus (Ralph Ineson) e seu enigmático arauto, o Surfista Prateado (Julia Garner). E como se o plano de Galactus para devorar o planeta inteiro e todos nele já não fosse ruim o suficiente, a ameaça se torna ainda mais pessoal.

‘Pacificador’: Segunda temporada estreia em alta com impulso de ‘Superman’

Pacificador, série de James Gunn, lançou recentemente sua segunda temporada, três anos após a estreia da primeira. Apesar das expectativas iniciais de uma recepção morna, a estreia surpreendeu e registrou um aumento de quase 25% na audiência, segundo o site ComicBookMovie.

De acordo com a reportagem, a segunda temporada de Pacificadorestreou na HBO Max com 22% de avanço nos EUA, sintonizados nos primeiros quatro dias do que o episódio final da primeira temporada, exibido em 2022.

É inevitável não relacionar esse sucesso ao impacto positivo de Superman, reboot do Homem de Aço, que arrecadou mais de US$ 600 milhões nas bilheteiras mundiais. Além disso, Gunn lançou o filme na Max estrategicamente para impulsionar o interesse pela série.

Nos novos episódios, o Pacificador descobre um mundo alternativo onde a vida é tudo o que ele deseja. Mas essa descoberta também o força a encarar seu passado traumático e tomar o futuro em suas próprias mãos.

Com 38 reviews publicadas até o momento, a segunda iteração abriu com impressionantes 97% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

O consenso geral destaca o tom divertido da produção – que segue afiada, violenta e com sinais de amadurecimento.

Separamos os trechos das principais críticas:

“Ancorada pelo ótimo trabalho de John Cena, a segunda temporada de ‘Pacificador’ eleva seu já alto padrão com uma mistura bem calculada de coração, loucura e uma águia briguenta.” (Empire Magazine)

“Enquanto ‘Pacificador’ continua sendo um destaque do gênero nas telinhas, esta série de super-heróis não se afasta de suas origens humildes.” (RogerEbert.com)

“As piadas e a violência continuam abundantes, mas não são os temas dominantes desta temporada. James Gunn encontra ressonância emocional no conceito de multiverso — algo que a Marvel, apesar de todos os seus esforços nessa dimensão, até agora não conseguiu mostrar.” (TheWrap)

“As cenas de luta continuam criativas, enquanto todos trabalham com um orçamento bem mais modesto do que o de Gunn em seus filmes. E o elenco ainda tem uma boa química. Mas definitivamente há uma mudança de tom.” (Rolling Stone)

“Tudo funciona bem suficiente para provar que Gunn é capaz de operar em tons diferentes dentro do mesmo universo. E, independentemente do ângulo, ele prioriza a diversão dos quadrinhos — um verdadeiro alívio.” (Consequence)

“A segunda temporada de ‘Pacificador’ aborda a transição do DCEU para o DCU de forma brilhante, mas ainda garante a mesma vibração maluca e emocional.” (Moviefone)

Cena retornará como o herói titular ao lado de Freddie Stroma (Adrian Chase) e Danielle Brooks (Leota Adebayo).

Frank Grillo será introduzido como Rick Flag Sr., pai do personagem interpretado por Joel Kinnaman (‘Altered Carbon’) em ‘O Esquadrão Suicida‘.

‘Wandinha’: 2ª parte da 2ª temporada ganha prévia INÉDITA; Confira!

Netflix divulgou uma prévia inédita da segunda parte da 2ª temporada de Wandinha, série estrelada por Jenna Ortega.

A nova leva de episódios tem lançamento agendado para 5 de setembro.

Confira, junto ao trailer, e siga o CinePOP no Youtube:

A série é um mistério investigativo e sobrenatural que traça os anos de Wandinha como estudante na Escola Nunca Mais, enquanto ela tenta dominar sua habilidade psíquica emergente, frustrar uma monstruosa matança que aterrorizou a cidade local e resolver o mistério sobrenatural que envolveu seus pais há 25 anos – tudo isso ao mesmo tempo em que mergulha em complicados relacionamentos sociais. 

O elenco também conta com Catherine Zeta-JonesLuís GuzmánIsaac OrdonezEmma MyersHunter DoohanPercy Hynes White e outros.

Crítica 2 | ‘Cortina de Fumaça’ – Nova série da Apple TV+ incendeia nossas reflexões com surpresas a todo instante

Desde Sobre Meninos e Lobos, passando por Ilha do Medo, o escritor norte-americano Dennis Lehane vem, cada vez mais, buscando em seus trabalhos um olhar para camadas profundas do ser humano e seus comportamentos em uma sociedade que se transforma e caminha a passos largos ao descontrole. Em Cortina de Fumaça, nova série da Apple TV+, ele retorna a essa análise complexa – e por que não dizer, também fascinante – através de personagens à beira do precipício moral.

Com nove episódios nessa primeira temporada – não sabemos se haverá uma segunda – todos já disponíveis na plataforma mencionada, acompanhamos histórias de pessoas que, de alguma forma, estão nos limites – muitas vezes ambíguos – entre heróis e vilões. Tendo a reviravolta (plot twist) como uma carta na manga, exposta em fragmentos dos primeiros aos últimos episódios, a narrativa mergulha no sombrio da mente humana de forma envolvente.

No centro desse tabuleiro está o investigador de incêndios criminosos Dave (Taron Egerton), um homem que leva uma rotina comum, casado, bem-visto no trabalho, que se vê de frente com dois incendiários tocando o terror pela cidade. Sem conseguir avançar nas investigações, é designado para ajudá-lo a policial Michelle (Jurnee Smollett), uma mulher com traumas no passado. Essa dupla precisará encontrar o caminhos para chegar até aos criminosos. Só que há um detalhe, no final de um dos primeiros capítulos, nossos olhos se voltam para verdades inesperadas e passamos a acompanhar os desenrolares de outras perspectivas.

Seguindo uma estrutura – a mais atraente ao público – de fazer episódios iniciais envolventes entregando prévias de desenvolvimento e indo direto à raiz do seu discurso, Cortina de Fumaça é o fogo fora do controle, em todos os sentidos. Esse preenchimento das lacunas, através de um alicerce contextual e de seus paralelos, nos apresenta ações e inconsequências que vão ao encontro das nossas reflexões sociais. Dos traumas do passado, passando pelo comportamento humano até o distúrbio de personalidade, o roteiro nos fisga a atenção em muitos momentos.

Para onde quer que viremos nossa atenção, encontramos peças de encaixe. O desenvolvimento dos personagens é algo que impressiona: todos tem espaço e se tornam elementos importantes para contar essa história. Partindo de duelos sugeridos, conforme avançamos nos episódios, percebemos respingos também sobre a ética, onde o certo e o errado encontram barreiras de compreensão. A grande graça desse projeto não é saber a identidade dos suspeitos, é muito mais que isso, são os caminhos que levam pessoas a atos no impulso, tendo o desprezo na ponta das atitudes.

Cortina de Fumaça se consolida, nessa primeira temporada, como um das gratas surpresas no universo das séries. Sem muita divulgação desde sua estreia, mal sabe o público o que o espera. É ver e se deliciar!

 

Primeiras Impressões | ‘Outlander: Blood of My Blood’ é um glorioso spin-off que não deve nada à série original

Outlander blood of my blood

Atenção: o texto a seguir aborda os três primeiros episódios da série. Cuidado com spoilers.

Outlander tornou-se uma das produções mais adoradas e elogiadas da televisão contemporâneo, apostando fichas em um potente drama romântico de época pincelado com incursões sci-fi que honraram os escritos de Diana Gabaldon. Acompanhando a jornada de Jamie Fraser (Sam Heughan) e Claire Beauchamp (Caitríona Balfe), a trama nos transportou à Escócia do século XVIII em um envolvente e apaixonante enlace romântico que se estendeu por oito temporadas. Agora, somos convidados a revisitar esse universo icônico com a série pré-sequência Outlander: Blood of My Blood’, que chegou recentemente ao catálogo do Disney+.

A trama é dividida em duas e, a princípio, ocupa os dois primeiros capítulos da temporada para se firmar. Logo no piloto, somos transportados ao início dos anos 1700 e acompanhamos os futuros pais de Jamie. De um lado, temos Ellen (Harriet Slater), a única filha do clã MacKenzie, que passa por um profundo luto após a morte do pai, com quem mantinha uma relação bastante próxima. Com os fervores tomando conta da família, seus irmãos disputam para quem ascenderá ao controle das terras – acendendo uma necessidade de poder absurda em Colum (Séamus McLean Ross), irmão mais novo de Ellen que deseja desposá-la com um nobre do clã aliado, Malcolm Grant (Brian McCardie). Porém, o pai jurou que ela não precisaria firmar matrimônio com qualquer homem – e seu crescente amor por Brian Fraser (Jamie Roy) deixa tudo mais complicado, considerando que o melhor amigo do rapaz, Murtagh (Rory Alexander), também está apaixonado pela moça.

Outlander 1

Logo após sermos arremessados ao melodrama romântico envolvendo Ellen e Brian, somos levados para o período próximo ao fim da I Guerra Mundial. Tentando sobreviver nas claustrofóbicas trincheiras, Henry Beauchamp (Jeremy Irvine) percebe que, talvez, viver não valha a pena, confidenciando seus pensamentos a uma carta que, com sorte, cairá nas mãos de alguém. E esse alguém é Julia Moriston (Hermione Corfield): inteligente e versada na escrita e na organização sistemática, a jovem encontra a carta de Henry e começa a se corresponder com ele em um enlace epistolar digno de aplausos e que configura um dos melhores episódios do ano. Eventualmente, os dois se apaixonam e, após se encontrarem, logo se casam e navegam pelos traumas e por um amor verdadeiro incorrigível – isto é, até serem separados em uma viagem de volta no tempo para uma Escócia em polvorosa.

A partir daí, a história dos nossos protagonistas se entrelaça e dá as cartas de um inescapável destino que culminaria na união entre Jamie e Claire – e que expande a mitologia eternizada por Gabaldon de maneira sublime e muito sólida. Apresentando uma releitura convincente de duas épocas distintas entre si que se chocam em um espetacular e envolvente enredo, os três capítulos iniciais desse aguardado spin-off são certeiros em sua completude e nos deixam animados e ansiosos para o que as próximas semanas reservam. Mais do que isso, é notável como a produção reacende o interesse do público em produções de época, mostrando que, às vezes, certos convencionalismos funcionam mais que ambições desmedidas.

Outlander 2

Jamie Payne está às rédeas dessa magnífica tríade televisiva, conduzindo com maestria uma aventura que atravessa séculos e que, de maneira sutil e comedida, explora a inevitabilidade da condição humana. O diretor não é nenhum estranho ao universo Outlander, visto que já comandou outras iterações da série original, e demonstra ter domínio do que se propõe a contar através de uma bem-vinda liberdade criativa. Cada cena preza por uma beleza inexplicável que transmuta os cenários em pinturas épicas e sonhadoras, que reúnem elementos oníricos tanto na Inglaterra quanto na Escócia, em contraposição à árdua jornada a ser enfrentada pelos personagens – e que singra entre prisões sem grades e artimanhas de sobrevivência.

O trabalho do elenco é impecável, com óbvio destaque aos protagonistas. Slater encarna uma complexa jovem que se recusa a seguir os mandamentos do irmão, agora apossado do “trono” do clã e almejando recuperar a glória política e social do império do pai, enquanto Fraser posa como um humilde e ingênuo rapaz que se vê numa corda bamba entre os caprichos do pai e o desejo de trilhar o próprio caminho. Porém, Irvine e Corfield usurpam a atenção dos espectadores através de uma química explosiva e poética, construindo um microcosmos que os envolve em uma epopeica jornada de encontros e desencontros e que nos petrifica do começo ao fim.

Outlander 3

Os três primeiros capítulos de Outlander: Blood of My Blood’ não apenas honram o legado deixado pela série original, como brilha com uma luz única e com uma paixão cinemática de tirar o fôlego – não devendo nada à narrativa de Claire e Jamie e garantindo que cada cena e cada gancho nos deixe ansiosos por mais e nos embebede com uma inebriante dose artística de criatividade e de honestidade.

Lembrando que a série já está disponível no Disney+.

‘Lightyear’: Snoop Dogg detona filme da Pixar por casal LGBTQIA+; “Não vim aqui pra isso”

O rapper Snoop Dogg falou recentemente sobreLightyear, animação da Pixar lançada em 2022, e revelou que ficou “assustado” ao levar seus netos ao cinema. Em entrevista ao podcast It’s Giving, o artista contou que foi pego de surpresa ao ter que lidar com perguntas sobre casais do mesmo sexo durante a sessão.

No filme, há uma breve montagem em que duas mulheres formam uma família e criam um filho juntas, algo que gerou dúvidas imediatas por parte de seu neto.

“Ele disse: ‘Ela teve um bebê, com outra mulher’. No meio do filme, meu neto me perguntou: ‘Vovô Snoop, como ela teve um bebê com uma mulher? Ela também é mulher!'”, contou o rapper, conforme a Variety.

Snoop disse que, naquele momento, pensou: “P*rra, eu não vim aqui pra isso. Só queria assistir ao maldito filme”. 

Mas a curiosidade do neto não parou por aí: “‘Elas disseram que ela e ela tiveram um bebê, as duas são mulheres. Como isso funciona?'”.

“Isso me pegou de jeito”, concluiu Snoop. “Fiquei tipo: tô com medo de ir ao cinema agora. Estão me colocando em situações para as quais eu não tenho resposta. Me pegou de surpresa. Fiquei pensando: ‘Que parte do filme é essa?’ São crianças. Precisamos mostrar isso tão cedo? Eles vão perguntar, e eu não tenho o que responder”.

Lightyear se tornou um marco para a representatividade LGBTQIA+ na Disney e na Pixar, trazendo o primeiro beijo entre pessoas do mesmo sexo em uma animação do estúdio. Inicialmente, a cena chegou a ser cortada, mas foi restaurada após protestos internos de funcionários da Pixar, que acusaram a Disney de censurar demonstrações de afeto LGBTQ+.

Na época, Chris Evans, que dublou o protagonista, comentou: “É ótimo. E maravilhoso, me deixa feliz. Mas é difícil não ficar frustrado por isso ainda ser um tópico de discussão. Que ainda seja considerado ‘notícia’. O ideal é que, um dia, isso seja algo normal. Que representação em todos os níveis faça parte natural da criação de filmes. É uma honra fazer parte de algo que está caminhando nessa direção, mas o objetivo é olhar para trás e se perguntar por que demoramos tanto”.

Lightyear’ está disponível no Disney+.

Crítica | ‘A Mulher da Casa Abandonada’ – Ainda que pela superfície, novo TRUE CRIME do PRIME VIDEO conduz para um recorte sociológico relevante

Um fato jornalístico relevante, trazido através de um podcast, logo se transforma em matéria de diversos jornais, ganhando ampla repercussão. No centro do debate está um caso macabro que envolve um casarão – que parecia abandonado -, uma foragida da justiça norte-americana e uma subtrama que se desenrola entre o Brasil e o Estados Unidos, ao longo de anos. Esses são alguns dos principais elementos da nova minissérie do Prime Video, A Mulher da Casa Abandonada.

Criado pelo jornalista Chico Felitti, o podcast homônimo em que se baseia esse projeto foi um enorme sucesso no ano de 2022, tornando-se um dos mais ouvidos em todo o país. Com a grande divulgação dos fatos apresentados nesse produto digital, um casarão em Higienópolis – um bairro de alto padrão em São Paulo – passou a atrair as atenções de todos. Foi assim que chegamos ao nome de Margarida Bonetti, figura central da trama e moradora da tal casa abandonada.

Com a polícia abrindo investigações a partir de denúncias, novos fatos são revelados, nos levando para uma história aterrorizante que envolve patrões submetendo uma mulher, longe de casa, a condições desumanas. Assim, um elo jurídico é construído entre dois países tendo as mesmas figuras como elementos principais.

Com três episódios, com cerca de 30 minutos de duração, A Mulher da Casa Abandonada, busca, num primeiro momento, relatar os fatos base do caso que chocou o país. Como apoio à narrativa, entrevistas com o jornalista que jogou luz ao caso, com Margarida, com forças policiais que acompanharam o caso – tanto no Brasil, quanto nos Estados Unidos – além de um depoimento exclusivo da vítima dos maus-tratos praticado pelos patrões.

A questão é que, nos episódios que se seguem, com tanto material para ser colocado em evidência – e novas informações surgindo -, o projeto acaba soando como um complemento do podcast. Quando percebemos isso, e pra quem nunca tinha ouvido o que foi esmiuçado pelos aúdios que correram o país, a minissérie parece confusa e com aprofundamento apressado. Algo que limita mas não diminui a importância do registro realizado.

Do subúrbio de Washington a uma área nobre da maior cidade do país, tendo o abuso psicológico e físico como um dos importantes tópicos a serem refletidos, A Mulher da Casa Abandonada busca, ainda que pela superfície, apresentar uma história real: um true crime chocante que envolve muitas variáveis que conduz para um recorte sociológico relevante e que – felizmente – foi registrado, podendo gerar valiosos debates e reflexões sobre nossa sociedade.

James Wan comenta sobre o FUTURO do universo de ‘Invocação do Mal’ e indica 2ª FASE

Em entrevista ao Bloody Disgusting, James Wan (‘Jogos Mortais’) comentou sobre o futuro do universo de ‘Invocação do Mal‘ após o lançamento do 4º filme focado nos investigadores paranormais Ed e Lorraine Warren.

O cineasta confirmou que o próximo capítulo servirá como um desfecho para a saga, mas indicou que este não será o fim deste popular e aterrorizante universo.

“Não queremos fazer 20 desses filmes e perder o interesse dos espectadores. Amamos a ideia de finalizar a narrativa enquanto todos ainda amam este universo, estes filmes e estes personagens. Parece certo. Já estamos neste universo por mais de uma década, então é legal poder fazer uma pausa.”

Sobre o futuro da saga, ele declara: “Sou um pouco supersticioso e não quero me precipitar, mas se houver uma ‘fase 2’ [para o universo de ‘Invocação do Mal’], não será algo desconexo. Na verdade, sinto que é algo muito orgânico.”

Invocação do Mal 4: O Último Ritual‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 4 de setembro.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Ben Hardy (‘X-Men: Apocalipse’) e Mia Tomlinson (‘The Beast Must Die’) completam o elenco.

A direção ficará a cargo de Michael Chaves, conhecido por seu trabalho em ‘A Maldição da Chorona‘. O cineasta já é uma figura familiar no universo da franquia, tendo dirigido ‘Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio‘ e ‘A Freira 2‘.

O roteiro foi assinado por David Leslie Johnson-McGoldrick, que coescreveu o terceiro filme ao lado de James Wan.

Lembrando que a franquia vai virar uma série de TV na plataforma de streaming Max.

‘Toy Story 4’: Tony Hale achou que seria cortado do filme; “Vão me substituir por uma grande estrela”

toy story 1

Toy Story 4’ marcou a estreia de Garfinho na icônica franquia da Pixar, mas o ator Tony Hale, responsável pela voz do personagem, revelou recentemente que passou boa parte da produção achando que seria cortado do filme.

“Não percebi que ainda estava no filme até ouvir minha voz no trailer de Toy Story 4… o tempo todo pensei: ‘Vão me tirar. Vão me substituir por uma grande estrela'”, contou o ator em entrevista ao ComicBook.

Hale também falou sobre o que o personagem representa: “Quando você entra no universo do Garfinho em Toy Story, tudo gira em torno do poder da simplicidade. É por isso que os livros infantis são tão populares, às vezes até os adultos são atraídos por eles justamente por essa simplicidade”.

“O que eu mais amei no Garfinho é que ele foi o primeiro brinquedo feito por uma criança. E olha só: é um garfo com braços de limpador de cachimbo e pés de palito de picolé”, destacou.

Sobre a essência do personagem, ele completou: “Garfinho tem essa simplicidade encantadora, esse olhar curioso e inocente sobre o mundo que é simplesmente lindo”.

A estreia de ‘Toy Story 5’ está marcada para 18 de junho de 2026, ano em que a franquia completa 31 anos.

Tim Allen e Tom Hanks retornarão nas icônicas vozes de seus personagens, Buzz Lightyear e Woody, respectivamente. Além do retorno de Joan Cusack (Jessie), o filme trará de volta Combat Carl, agora dublado por Ernie Hudson.

A nova aventura será dirigida por Andrew Stanton (roteirista de Toy Story e diretor de ‘Procurando Nemo’) em parceria com McKenna Harris, com produção de Jessica Choi.

‘Pacificador’: 1ª temporada da série teria OUTRO final, revela James Gunn

Com exceção de Clemson Murn, Auggie Smith (o vilanesco pai supremacista do protagonista Chris Smith) e outros personagens coadjuvantes, a primeira temporada de Pacificador concluiu cada um dos principais arcos de maneira “positiva”. Porém, esses não eram os planos originais de James Gunn.

No episódio mais recente do Peacemaker Podcast (via CBM), Gunn revelou que a primeira temporada traria um final alternativo com uma profunda mudança a uma das personagens: Emilia Harcourt (Jennifer Holland).

“Harcourt teria sido tomada por Goff. Havia uma linha mais pronunciada de Goff apaixonado pelo Pacificador, e Pacificador está apaixonado por Harcourt. Ele a mantém viva e permanece com Harcourt, mesmo que ela tenha sido tomada por Goff”, ele explicou.

Por “sido tomada por Goff”, acredita-se que a consciência de Harcourt teria sido substituída pelo parasita alienígena conhecido como Butterfly que estava controlando o Senador Royland Goff. Caso Gunn tivesse mantido os planos originais, a personagem de Holland teria morrido – visto que não há qualquer maneira de restaurar a psique original de um indivíduo após a infecção.

“Quando digo que mudei, eram apenas esboços onde eu estava tentando entender as coisas”, acrescentou o realizador. “Não era um roteiro completo. Mas naquela versão, a segunda temporada teria terminado com Goff como Harcourt.”

Vale lembrar que o novo ciclo da série estreia no próximo dia 21 de agosto na HBO Max.

Nos novos episódios, o Pacificador descobre um mundo alternativo onde a vida é tudo o que ele deseja. Mas essa descoberta também o força a encarar seu passado traumático e tomar o futuro em suas próprias mãos.

Com 38 reviews publicadas até o momento, a segunda iteração abriu com impressionantes 97% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

O consenso geral destaca o tom divertido da produção – que segue afiada, violenta e com sinais de amadurecimento.

Separamos os trechos das principais críticas:

“Ancorada pelo ótimo trabalho de John Cena, a segunda temporada de ‘Pacificador’ eleva seu já alto padrão com uma mistura bem calculada de coração, loucura e uma águia briguenta.” (Empire Magazine)

“Enquanto ‘Pacificador’ continua sendo um destaque do gênero nas telinhas, esta série de super-heróis não se afasta de suas origens humildes.” (RogerEbert.com)

“As piadas e a violência continuam abundantes, mas não são os temas dominantes desta temporada. James Gunn encontra ressonância emocional no conceito de multiverso — algo que a Marvel, apesar de todos os seus esforços nessa dimensão, até agora não conseguiu mostrar.” (TheWrap)

“As cenas de luta continuam criativas, enquanto todos trabalham com um orçamento bem mais modesto do que o de Gunn em seus filmes. E o elenco ainda tem uma boa química. Mas definitivamente há uma mudança de tom.” (Rolling Stone)

“Tudo funciona bem suficiente para provar que Gunn é capaz de operar em tons diferentes dentro do mesmo universo. E, independentemente do ângulo, ele prioriza a diversão dos quadrinhos — um verdadeiro alívio.” (Consequence)

“A segunda temporada de ‘Pacificador’ aborda a transição do DCEU para o DCU de forma brilhante, mas ainda garante a mesma vibração maluca e emocional.” (Moviefone)

Cena retornará como o herói titular ao lado de Freddie Stroma (Adrian Chase) e Danielle Brooks (Leota Adebayo).

Frank Grillo será introduzido como Rick Flag Sr., pai do personagem interpretado por Joel Kinnaman (‘Altered Carbon’) em ‘O Esquadrão Suicida‘.

Amazon está sendo PROCESSADA pela “venda” de filmes aos seus assinantes

De acordo com o The Hollywood Reporter, a Amazon está sendo processada por “vender” filmes que seus assinantes não têm o direito de possuir.

A gigante do streaming disponibiliza lançamentos de filmes para aluguel temporário e compra. No entanto, o título só permanece no catálogo dos seus assinantes enquanto a empresa mantiver os direitos da obra.

Mesmo com a compra, os filmes podem desaparecer ou até mesmo serem substituídos por outras versões (corte do diretor, corte de cinema, etc) sem aviso prévio.

Na sexta-feira, uma ação coletiva foi movida no tribunal federal de Washington contra a Amazon, alegando que a empresa supostamente engana os consumidores ao fazê-los acreditar que compraram conteúdo quando estão apenas obtendo uma licença para assistir, que pode ser revogada a qualquer momento.

O processo acusa a Amazon de deturpar a natureza das transações de filmes durante o processo de compra.

Apesar de alegar que os assinantes podem “comprar” um filme, a empresa oculta intencionalmente a informação que só pode ser vista em uma nota de rodapé, com letras bem pequenas: “Você recebe uma licença para o vídeo e concorda com nossos termos.”

A ação judicial alega violações das leis de concorrência desleal, propaganda enganosa e recursos legais ao consumidor da Califórnia. O processo busca indenização por danos não especificados, incluindo a devolução de lucros e danos punitivos por conduta supostamente intencionalmente maliciosa.

‘A Mulher na Cabine 10’: SUSPENSE com Keira Knightley ganha instigante trailer; Confira!

A Netflix divulgou o trailer de A Mulher na Cabine 10, suspense estrelado por Keira Knightley (‘Black Doves’) e baseado no romance de Ruth Ware.

O longa-metragem cchegaà plataforma de streaming no dia 10 de outubro.

Confira:

Guy Pearce, Hannah Waddingham, David Ajala, Gitte Witt, Art Malik, Daniel Ings, David Morrissey, Christopher Rygh, Paul Kaye, Kaya Scodelario, Lisa Loven Kongsli e Gugu Mbatha-Raw integram o elenco.

O grupo se junta a Keira Knightley, que será a protagonista.

A trama acompanha uma jornalista que testemunha um passageiro sendo jogado ao mar de um iate de luxo à noite – apenas para ser informada de que isso não aconteceu, pois todos os passageiros e tripulantes foram contabilizados. Apesar de ninguém acreditar nela, ela continua em busca de respostas, colocando sua própria vida em perigo.

Simon Stone, conhecido por seu trabalho em ‘A Escavação’, entra como diretor. Ele também fica responsável pelo roteiro ao lado de Joe ShrapnelAnna Waterhouse.

SisterDebra Hayward entram como produtoras.

‘Luta de Classes’: Vídeo nos leva aos bastidores do suspense CRIMINAL com Denzel Washington; Confira!

Luta de classes

Apple TV+ divulgou um vídeo inédito nos levando aos bastidores de Luta de Classes (Highest 2 Lowest, no original), novo suspense criminal estrelado pelo vencedor do Oscar Denzel Washington.

A produção será lançada na plataforma de streaming em 5 de setembro.

Assista, junto ao trailer dublado:

O filme teve uma estreia impressionante no Rotten Tomatoes, conquistando 89% de aprovação com base em 37 análises.

Os críticos, de modo geral, elogiaram o filme, destacando o trabalho do diretor Spike Lee, que conseguiu dar vida e uma identidade própria ao longa, originalmente inspirado em um filme japonês.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

“A premissa se encaixa perfeitamente com a indústria da música, e Washington está impecável, entregando uma de suas melhores atuações recentes como um homem preso em um dilema moral impossível”, disse Pete Hammond do Deadline.

“Ao final, Lee eleva Highest 2 Lowest a novos patamares, entregando um filme de gênero envolvente e provocativo, que entretém enquanto faz um alerta sobre os possíveis caminhos que a cultura contemporânea pode estar seguindo”, disse Peter Debruge da Variety.

“O diretor assume aqui o papel de um showman chamativo e cheio de estilo, e o interpreta com perfeição, entregando um grande e altamente refinado pedaço de cinema que é puro entretenimento”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.

“Embora esteja longe de ser o melhor de Lee, Highest 2 Lowest é um filme divertido, e para os fãs de Denzel Washington, é imperdível”, disse Therese Lacson do Collider.

“Descaradamente épico, corajosamente engraçado e orgulhosamente negro, Highest 2 Lowest pode ter origem em um cineasta japonês, mas sua alma pertence claramente a Lee”, disse Robert Daniels do RogerEbert.

“Lee é muito mais interessante pelo que ele acrescenta a um projeto do que pelo que ele retira dele, e Highest 2 Lowest está naturalmente em seu melhor quando se desvia do material original”, disse David Ehrlich do IndieWire.

Highest 2 Lowest é uma mistura de cinema reluzente e profissional com escolhas curiosas. É uma vitrine tanto para um veterano consagrado, Washington, quanto para uma revelação promissora, ASAP Rocky, disse Steve Pond do TheWrap.

“O filme pulsa com uma energia e vitalidade incríveis, movendo-se na tela com a elegância expansiva de seu astro Denzel Washington, embora um pouco da melancolia discreta, do pessimismo complexo e do cinismo do filme original tenha se perdido”, disse Peter Bradshaw do The Guardian.

O filme é dirigido por Spike Lee, com roteiro assinado por Alan Fox e inspirado no clássico ‘Céu e Inferno’, de Akira Kurosawa.

Quando um magnata da música (Washington), amplamente conhecido por ter os “melhores ouvidos do ramo”, é alvo de um plano de resgate, ele se vê preso em um dilema moral de vida ou morte.

Ilfenesh HaderaJeffrey WrightIce SpiceASAP RockyDean WintersJohn Douglas Thompson completam o elenco.

Shaboozey e Stephen Wilson Jr. irão lançar canção INÉDITA para ‘A Longa Marcha’

a longa marcha

A aguardada adaptação ‘A Longa Marcha: Caminhe ou Morra‘ (The Long Walk), baseada no romance homônimo do mestre do terror Stephen King, chega em breve aos cinemas mundiais.

Agora, foi revelado que o projeto contará com uma faixa inédita intitulada “Took a Walk”. Performada por ShaboozeyStephen Wilson Jr., a canção será lançada oficialmente no dia 5 de setembro nas plataformas de streaming.

Confira o anúncio:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 11 de setembro.

Cooper Hoffman e David Jonsson estrelam.

O elenco ainda conta com Ben WangRoman Griffin DavisGarrett WareingTut NyuotCharlie PlummerJordan Gonzalez, Judy Greer, Mark HamillJoshua Odjick.

Francis Lawrence (‘Jogos Vorazes’) é responsável pela direção do longa. O cineasta substitui André Øvredal, que deixou o projeto em agosto do ano passado.

O roteiro da adaptação é assinado JT Mollner (‘Criminosos e Anjos’).

Desenvolvido pela Lionsgate, o projeto conta com Roy Lee (‘It: A Coisa’) como produtor.

Assinada sob o pseudônimo Richard Bachman, a história de King se passa no futuro, no qual cem garotos adolescentes embarcam numa viagem competitiva conhecida como A Longa Marcha.

As regras são simples: manter uma velocidade acima de 6 quilômetros por hora. Receba três avisos e você é assassinado com um tiro. O último a sobreviver ganha o que quiser pelo resto da vida. Sob essas circunstâncias, os garotos desenvolvem amizades muito profundas apesar de saber que, eventualmente, apenas um irá ganhar.

Kevin Costner e Jake Gyllenhaal irão estrelar nova DRAMÉDIA do criador de ‘This Is Us’

A Amazon MGM Studios escalou Kevin Costner (‘Yellowstone’) e Jake Gyllenhaal (‘Matador de Aluguel’) ao elenco da comédia dramática Honeymoon with Harry, baseada no romance homônimo de Bart Baker (via Deadline).

A trama é centrada em um homem (Gyllenhaal) que decide sair em lua de mel com seu futuro sogro (Costner) após sua noiva morrer dois dias antes do casamento.

Glenn FicarraJohn Requa assumem a cadeira de direção, enquanto Dan Fogelman assina o roteiro. O trio já colaborou nas populares e prestigiadas séries ‘Paradise’‘This Is Us’, além do filme ‘Amor a Toda Prova’.

Fogelman, Mike KarzJennifer Salke entram como produtores.

Mais detalhes não foram divulgados.