O cineastaJames Gunn falou recentemente sobre ‘Pacificador’ (Peacemaker), esclarecendo que, apesar das mudanças na história, a nova temporada não fará um retcon na série.
Segundo o Deadline, Gunn explicou que, mesmo tendo substituído dois personagens do DCEU que aparecem no final da primeira temporada por Hawkgirl (Isabela Merced) e Lanterna Verde (Nathan Fillion), isso não significa que os eventos anteriores serão apagados.
“Não, infelizmente eu teria que mudar muitas pequenas coisas ao longo da 1ª temporada, e isso custaria muito dinheiro”, disse o diretor. “E eu prefiro simplesmente gastar esse dinheiro em mais algumas cenas em CGI com super-heróis”.
Ele acrescentou: “Acho que lidamos bem com isso. Dizemos que o cânone oficial começa com Comando das criaturas, Superman e Pacificador, Temporada 2. Eu adoraria que as pessoas assistissem à 1ª temporada. É claro que estamos mudando esse único detalhe, mas não vamos refilmar toda a primeira temporada, pelo menos por enquanto”.
Gunn ainda brincou: “Em algum momento, eu adoraria ‘fazer um George Lucas’ com ela, mas no momento não tenho dinheiro pra isso”.
Nos novos episódios, o Pacificador descobre um mundo alternativo onde a vida é tudo o que ele deseja. Mas essa descoberta também o força a encarar seu passado traumático e tomar o futuro em suas próprias mãos.
Cena retornará como o herói titular ao lado de Freddie Stroma (Adrian Chase) e Danielle Brooks (Leota Adebayo).
Frank Grillo será introduzido como Rick Flag Sr., pai do personagem interpretado por Joel Kinnaman (‘Altered Carbon’) em ‘O Esquadrão Suicida‘.
A 4ª e última temporada de ‘Upload‘, série de ficção científica estrelada por Robbie Amell (‘A Babá’), já está disponível no Prime Video.
O ciclo de encerramento foi lançado hoje, 25 de agosto, na plataforma de streaming.
Na leva final de episódioso, “uma IA consciente rapidamente se torna maligna, ameaçando destruir Lakeview (e o mundo!). Além de executivos gananciosos, mistérios persistentes e decepções em realidade virtual e real, nossos personagens são testados como nunca antes. A única maneira de superar tudo isso e salvar a humanidade da extinção é se unindo pela última vez.”
Relembre o trailer:
O ciclo final estreará oficialmente no dia 25 de agosto na Prime Video.
A série tem produção executiva de Greg Daniels e Howard Klein, dois dos autores da versão americana de ‘The Office‘.
Na trama, pessoas que estão prestes a morrer podem ser ‘upadas’ em uma pós-vida virtual da sua escolha. O ano é 2033 e aqui temos Nora, uma romântica em segredo, nascida no Brooklyn e que trabalha em um serviço ao consumidor para um luxuoso ambiente de realidade virtual. Quando o belo e festeiro Nathan bate seu carro, sua exigente namorada faz o upload dele permanentemente dentro do mundo virtual onda Nora se encontra.
Bening se junta aos previamente confirmados Kelly Reilly, Cole Hauser e Finn Little, que irão reprisar seus papéis da produção original.
Além disso, Chad Feehan (‘Homens da Lei: Bass Reeves’) foi contratado como showrunner.
O Rancho Dutton, lar de Beth Dutton (Reilly) e Rip Wheeler (Hauser), é um testemunho da paz que buscaram, lutaram e quase morreram, pois passaram a valorizar sua terra de sete mil acres. Em tempos difíceis e competição acirrada, Beth e Rip fazem o que podem para sobreviver, ao mesmo tempo em que garantem que Carter (Little) se torne o homem que deveria ser.
Bening interpretará Beulah Jackson, a poderosa, astuta e charmosa chefe de uma grande fazenda no Texas.
Mais informações não foram reveladas.
O Universo Yellowstone também inclui as séries pré-sequência ‘1823’ e ‘1923′, ambas já concluídas. Duas outras produções derivadas se juntam à série de Beth e Rip: ‘The Madison’, para a Paramount+, estrelada por Michelle Pfeiffer como Stacy Clyburn; e ‘Y: Marshals’, para a CBS, estrelada por Luke Grimes como Kayce Dutton. ‘1944’ e ‘6666’ também fazem parte do crescente panteão criado por Taylor Sheridan.
As gravações da série-reboot de ‘Harry Potter’ continuam a todo vapor em Londres – e, enquanto nomes de grande calibre participaram das adaptações para o cinema dos romances de J.K. Rowling, Chris Columbus definitivamente não quer se envolver com a nova versão da HBO.
Em uma recente entrevista à Variety, Columbus, que dirigiu ‘A Pedra Filosofal’ (2001) e ‘A Câmara Secreta’ (2002), e produziu ‘O Prisioneiro de Azkaban’ (2004), contou que já entregou o que podia para o universo mágico.
“Não, já fiz isso, vocês vieram minha versão. Não há nada a mais para eu fazer no mundo de Potter”, ele comentou. “O mais legal sobre tudo isso é que, com o primeiro, o segundo e o terceiro livros, queríamos fazer tudo. Queríamos levar tudo para as telonas, mas não tivemos a oportunidaed”.
Columbus fez referência ao personagem Pirraça, um irritante fantasma que habita os corredores de Hogwarts que “nunca entrou para o filme – não tínhamos tempo para desenvolver o personagem”. Outra cena que nunca entrou na versão cinematográfica foi uma cena entre Harry e Hermione na série de desafios para encontrar a Pedra Filosofal – e que os fazia experimentar poções potencialmente envenenadas.
“Nunca conseguimos colocar essa cena incrível no filme, e tenho certeza de que ela aparecerá na série da HBO. Então, para mim, essa é uma oportunidade para trazer essas cenas à vida”.
Enquanto Columbus é a favor da nova versão, ele condena os comentários transfóbicos que Rowling fez nas redes sociais nos últimos anos, afirmando que as polêmicas a transformaram numa figura controversa. “Às vezes gosto de separar o artista da arte, acho isso importante de se fazer. É triste o que aconteceu. Certamente não concordo com o que ela fala. Mas é triste, muito triste”.
Vale lembrar que o reboot contará com Dominic McLaughlin (Harry), Arabella Stanton (Hermione) e Alastair Stout (Rony) como protagonistas.
A Netflix anunciou recentemente o lançamento de uma nova espécie de “playlist” em sua plataforma dedicada à astrologia (via The Hollywood Reporter).
O novo recurso Sua Lista de Observação do Zodíaco foi disponibilizado nas páginas de abertura dos usuários neste último sábado, 23 de agosto (que coincidiu com início do mês astrológico de Virgem). O recurso em questão recomenda filmes e séries com base em cada signo astrológico. A coleção será atualizada ao longo do ano para acompanhar o calendário do zodíaco.
“Na Netflix, nossa equipe de curadores na área de experiência do usuário cria essas coleções temáticas para ajudar os membros a descobrir algo novo, divertido e atual”, disse o serviço de streaming em um comunicado oficial.
Por exemplo, escorpianos são considerados “apaixonados, carismáticos, sedutores e misteriosos” e serão apresentados a mistérios como ‘Wandinha’ e ‘O Agente Noturno’. Geminianos, por sua vez, são considerados “sociais, brincalhões e engraçados” e serão apresentados a especiais de stand-up e programas com “personagens falantes”. Leoninos são considerados “confiantes, generosos e leais” e serão apresentados a conteúdo sobre realeza e líderes, como ‘The Crown’ e ‘Bridgerton’.
Algumas características são menos lisonjeiras do que outras. Aquarianos, por exemplo, são considerados “excêntricos, peculiares, forasteiros” e serão apresentados a conteúdo sobre alienígenas, ficção científica e espaço — como ‘Rebel Moon’.
Como mencionado, Virgem foi escolhido como o primeiro signo e, como podemos ver no site oficial, títulos como ‘O Gambito da Rainha’, ‘Alerta Vermelho’ e ‘La Casa de Papel’ foram recomendados, visto que virginianos são descritos como metódicos e pessoas que “fazem acontecer”.
Todavia, em virtude do acordo de confidencialidade, a Netflix não sabe a data de nascimento de seus assinantes e não é necessário informar o signo na plataforma para utilizar a “playlist”. Todos os usuários podem ver as sugestões para qualquer signo do zodíaco.
Com seus quase 80 anos de idade – muitos deles dedicados à sétima arte e marcado com três indicações ao Oscar – o cineasta sueco Lasse Hallström já nos proporcionou emoções diversas: de excelentes filmes a outros um tanto sonolentos. Diretor de Sempre ao seu Lado, Regras da Vida, Chegadas e Partidas e Gilbert Grape – Aprendiz de Sonhador, o experiente artista lança agora seu novo trabalho direto no Prime Video: O Mapa que me Leva até Você. E olha… que decepção!
Com uma trama que se desenrola dentro da já conhecida ‘receita de bolo’ das histórias de amor – superficiais e apressadas – o filme caminha a passos largos para uma espécie de sessão de autoajuda. Baseado no livro do professor de inglês e escritor Joseph Monninger – falecido no primeiro dia de 2025 –, o projeto tenta se impor, em seu discurso, a ideia de ‘viver o presente’. Essa proposta, no entanto, acaba refletindo na narrativa como uma corrida desenfreada em busca de qualquer emoção imediata, sem muitas referências à exploração da variável tempo.
Heather (Madelyn Cline) é uma jovem organizada e dedicada rumando para um futuro de sucesso na profissão que escolheu. Antes de entrar com toda força no mercado de trabalho, resolve fazer um mochilão pela Europa com as amigas Connie (Sofia Wylie) e Amy (Madison Thompson). Em terras estrangeiras, acaba conhecendo o desbravador de emoções e aventuras, Jack (KJ Apa). Logo, uma atração mútua chega com impacto. Esses dois apaixonados resolvem esticar a viagem, indo atrás dos lugares mencionados no diário deixado pelo avô de Jack. Em certo momento, percebemos que Jack esconde um segredo que colocará um ponto de interrogação no futuro dessa história.
Em muitos momentos, parece que estamos assistindo a um filme que já vimos. Esquisito, né? Nem tanto: a mesmice vem agarradinha à inúmeras produções lançadas todos os anos. Essa sensação estranha nasce do ‘mais do mesmo’, daquela receita de bolo que se joga em clichês, caminha para a previsibilidade e não expande pontos reflexivos. É sempre frustrante se deparar com uma obra que, no universo literário, tem fôlego, mas que no cinema se mostra completamente limitada pela falta de habilidade em encontrar soluções criativas na tela.
É uma pena que falte emoção. O filme não alcança seu clímax em nenhum momento. O primeiro grande amor – um dos fortes elementos que se apresentam – é retratado de forma fria, em contraste com a protagonista, definida como cética. De romance com ar filosófico, o filme vira uma vitrine de pontos turísticos europeus, um caminho que se mostra decepcionante.
Apenas simpático – muito graças à leve, mas eficiente, sintonia entre os intérpretes dos personagens principais, O Mapa que me Leva até Você entrega uma história de amor cinematográfica igual a tantas outras, daquelas que esquecemos rapidamente.
Antes de chegar aos cinemas, ‘Eternos’ veio acompanhado de uma grande expectativa por parte dos fãs do Universo Cinemático Marvel – não apenas por um elenco estelar que incluiu Richard Madden, Gemma Chan, Angelina Jolie e Salma Hayek, mas pela presença da vencedora do Oscar Chloé Zhao (‘Nomadland’) na cadeira de direção.
Apesar da sólida equipe envolvida no projeto, o resultado foi bem aquém do esperado: o filme amargou 47% de aprovação no Rotten Tomatoes e arrecadou pouco mais de US$402 milhões ao redor do mundo (contra um altíssimo orçamento de US$236,2 milhões).
Em uma recente entrevista à Vanity Fair, Zhao comentou sobre como seu trabalho em ‘Eternos’ a preparou para o vindouro ‘Hamnet’ – e quais experiências com a Marvel Studios levou para sua carreira.
“‘Eternos’ me preparou para ‘Hamnet’ porque é uma construção de mundo”, ela explica. “Antes disso, eu só tinha feito filmes que existiam no mundo real. Também aprendi o que fazer e o que não fazer — o que é realista e o que não é”.
Zhao continua: “‘Eternos’ tinha uma quantidade ilimitada de dinheiro e recursos. E aqui temos uma esquina que podemos pagar, para [substituir] Stratford. [O filme da Marvel] não tinha muitas limitações, e isso é bem perigoso. Como agora só temos aquela esquina, de repente tudo tem um significado”.
Os Eternos são uma raça de seres imortais que viveram durante a antiguidade da Terra, moldando sua história e suas civilizações enquanto batalhavam os malignos Deviantes.
‘100 Nights of Hero’, fantasia histórica estrelado por Nicholas Galitzine (‘Vermelho, Branco e Sangue Azul’, ‘Mestres do Universo’), acaba de ganhar seu trailer oficial.
O longa chega aos cinemas norte-americanos em 5 de dezembro, ainda sem previsão de estreia no Brasil.
Inspirada em “As Mil e Uma Noites”, ‘100 Nights of Hero’ acompanha a história de duas mulheres apaixonadas, Cherry e Hero. Cherry é casada com Jerome, que, apesar do casamento, faz uma aposta com seu amigo Manfred, um vilão lascivo. Jerome aposta que Manfred conseguirá seduzir Cherry em 100 noites; se Manfred tiver sucesso, Jerome entregará Cherry a ele. Cherry, entretanto, não está interessada e desenvolve um plano com Hero. Ao longo das 100 noites, Hero contará uma série de histórias fascinantes para desviar Manfred de suas tentativas de sedução.
Em comemoração aos dez anos do álbum ‘Badlands’, a cantora e compositora Halsey divulgou o videoclipe oficial da faixa “Gasoline”.
A música integrou seu primeiro compilado de originais e, apesar de não ter sido lançada como single oficial, tornou-se a mais popular com mais de 400 milhões de streamings.
A faixa foi escrita por Halsey e Peder Losnegård, com produção de Lido.
Confira:
Halsey fez sua estreia no mundo da música com ‘Badlands’, em 2015. Desde então, lançou dois álbuns que cimentaram seu estrelato: ‘Hopeless Fountain Kingdom’ (2017) e o elogiado ‘Manic’ (2020), ambos ganhando elogios por parte da crítica especializada. Vendendo mais de um milhão de álbuns e recebendo mais de 6 bilhões de streamings apenas nos Estados Unidos, a artista já foi indicada duas vezes para o Grammy e já levou para casa quatro Billboard Music Awards.
Seus álbuns mais recente foram os elogiados ‘If I Can’t Have Love, I Want Power’ (2021) e ‘The Great Impersonator’ (2024).
A BBC e a BritBox divulgaram recentemente o trailer oficial de ‘Riot Women’, série estrelada por Joanna Scanlan (‘Depois do Amor’).
A produção tem estreia marcada para o dia 22 de outubro, ainda sem previsão de chegada ao Brasil.
Confira:
A série, que conta com seis capítulos, foi escrita e criada por Sally Wainwright (‘Gentlemen Jack’).
Em ‘Riot Women’, mergulhamos de cabeça no mundo de cinco mulheres que se unem para criar uma banda improvisada de punk rock a fim de participar de um concurso de talentos local, mas, ao compor sua primeira música original, logo descobrem que têm muito a dizer – e esta é a sua maneira de fazer isso.
Enquanto conciliam empregos exigentes, filhos adultos, pais complicados, maridos ausentes e encontros e relacionamentos desastrosos, a banda se torna um catalisador para mudanças em suas vidas, e isso as fará questionar tudo. A série é um testemunho do poder da amizade, da música e da resiliência de mulheres que se recusam a ser silenciadas pela idade ou pelas expectativas. À medida que a história avança, é mais do que a música que as une; um segredo profundamente poderoso e há muito enterrado começa a vir à tona – um segredo que inesperadamente envolve Kitty e Beth, as duas improváveis mentes criativas por trás da banda, em um triângulo complexo – e ameaça destruir tudo.
‘Heartstopper’ caminha para seu aguardado finale com um longa-metragem mais que especial para os fãs – e o astro Kit Connor, intérprete de Nick na produção da Netflix, trouxe uma atualização interessante sobre o projeto.
Em uma recente entrevista à revista VMan, Connor disse que o capítulo de encerramento da adaptação contará com uma “cena bem quente” que deixará o coração dos espectadores acelerado.
“Então, estava fazendo meu treino de rugby hoje, daí toda aquela lama e as coisas adoráveis – minha atividade favorita”, ele contou. “Sempre algum jeito de me jogar no chão. Rodamos uma cena bem quente ontem. Então, estou me jogando no chão de uma maneira diferente”.
Vale lembrar que as filmagens do longa já se encerraram.
O projeto, intitulado ‘Heartstopper Forever’ funcionará como encerramento da história de amor entre Nick e Charlie (Joe Locke) e chegará à plataforma de streaming apenas em 2026.
As gravações do filme de Heartstopper já terminaram!
Segundo o Deadline, o longa-metragem terá a direção de Wash Westmoreland (‘Para Sempre Alice’).
Alice Oseman, a criadora da série de graphic novels que inspirou ‘Heartstopper’, retorna como roteirista do filme. A trama se baseará no sexto e último volume dos quadrinhos, ainda inédito.
Vale lembrar que a primeira temporada da série adaptou os volumes 1 e 2, a segunda temporada foi baseada no volume 3, e a terceira temporada cobriu os volumes 4 e 5.
A data de lançamento do Volume 6 ainda não foi divulgada, pois a obra está em processo de escrita. Oseman expressou o desejo de que o livro seja lançado antes da conclusão da série na televisão.
Joe Locke e Kit Connor se juntam à equipe de produtores executivos do filme ao lado de Oseman, Lyn, Patrick Walters, Iain Canning e Emile Sherman, todos produtores das três temporadas anteriores.
“Estou absolutamente radiante por termos a oportunidade de contar o final da história de Heartstopper”, declarou Oseman. “Sou imensamente grata a todos que trabalharam arduamente para tornar isso possível e aos incríveis fãs de Heartstopper por sua paciência e paixão. Mal posso esperar para apresentar este final mágico.”
O Prime Video divulgou o trailer oficial de ‘Hotel Costiera’, novo drama de ação italiano estrelado por Jesse Williams (‘Grey’s Anatomy’, ‘Only Murders in the Building’).
A série chega à plataforma de streaming no dia 24 de setembro.
Na trama, Daniel De Luca (Williams), um ex-fuzileiro naval, retorna à Itália para trabalhar em um hotel de luxo em Positano, na Costa Amalfitana. Pouco tempo depois, a filha do proprietário desaparece e De Luca é encarregado de encontrá-la.
A aguardada sequência ‘Um Maluco no Golfe 2‘ chegou recentemente ao catálogo da Netflix e, agora, foi divulgado um vídeo inédito nos levando aos bastidores da produção.
Na trama, Happy Gilmore (Adam Sandler) está de volta, desta vez para ajudar a filha a correr atrás dos próprios sonhos (e talvez para mais um momento de glória no golfe).
De Hamburgo a Istambul: criada na Alemanha, Mavi descobre que faz parte de uma dinastia turca. Porém, este novo mundo cheio de glamour coloca seu relacionamento à prova.
Toda quinta, em um retiro para aposentados no sudeste da Inglaterra, quatro idosos se reúnem para — segundo consta na agenda da sala de reunião — discutir ópera japonesa. Mas não é bem isso que acontece ali dentro. Elizabeth, Ibrahim, Joyce e Ron usam o horário para debater casos policiais antigos sem solução, confiantes de que podem trazer justiça às vítimas e encontrar os responsáveis por algumas daquelas atrocidades do passado.
Com todos os integrantes acima dos setenta anos, o Clube do Crime das Quintas-Feiras não é a equipe de detetives mais convencional em que se conseguiria pensar, mas com certeza está mais do que acostumada a fortes emoções. Afinal, Joyce foi enfermeira por décadas, Ibrahim ajudou pacientes psiquiátricos em situações dificílimas, Ron era um reconhecido líder sindical e Elizabeth… Bom, digamos que assassinatos e redes de contatos sigilosas não eram nenhuma novidade para ela.
Quando um empreiteiro local com projetos bastante questionáveis na cidade aparece morto, o grupo tem a oportunidade de seguir as pistas de um caso atual. Apostando em seus semblantes inocentes e habilidades investigativas estranhamente eficazes — além de trocas de favores clandestinas com a polícia, que, apesar de todos os esforços, parece estar sempre um passo atrás de seus colegas amadores —, os quatro amigos embarcam em uma aventura na qual as mortes do presente se entrelaçam com antigos segredos, e em que saber demais pode trazer consequências perigosas.
O sucesso do primeiro livro rendeu duas sequências: ‘O Homem que Morreu Duas Vezes’ e ‘A Bala que Errou o Alvo’, também lançados no Brasil pela Editora Intrínseca.
As gravações da série-reboot de ‘Harry Potter’ continuam a todo vapor em Londres e, agora, foi divulgado um vídeo de bastidores inédito dando destaque à Família Weasley.
No material abaixo, podemos ver Alastair Stout como Rony, melhor amigo de Harry (Dominic McLaughlin) e de Hermione (Arabella Stanton), além de Gina (Gracie Cochrane) e Molly (Katherine Parkinson).
O vídeo também mostra os atores chegando à estação de King’s Cross, onde os jovens estudantes embarcam na plataforma 9 ¾ para a Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts.
Confira:
WORLD EXCLUSIVE: The Weasleys have arrived at King’s Cross for #HarryPotter filming. Hoping for more exciting reveals soon!
O adorado álbum ‘Teenage Dream’, da popstarKaty Perry, completa 15 anos no dia de hoje (24). Apesar de ser fortemente criticado pelos especialistas internacionais, a produção fez um estrondo comercial e emplacou nada menos que cinco músicas em primeiro lugar na Billboard Hot 100, tornando Perry a única artista feminina e a segunda na história a conseguir tal feito (ao lado do rei do pop, Michael Jackson).
Contando com inúmeras músicas-assinatura da artista, é ímpar que celebremos um dos CDs que moldaram a década de 2010 e que, mesmo uma década mais tarde, se mantém vivo no imaginário popular e representa uma ascensão ao estrelato gigantesca.
Para tanto, preparamos um ranking especial selecionado as sete melhores canções do álbum.
Confira abaixo e conte para nós qual a sua favorita:
A faixa-título do álbum é divertida e bastante perspicaz em sua produção chiclete e envolvente. Girando em torno de um eu poético que se volta para o passado e se recorda dos “sonhos de adolescente”, a música tem uma atmosfera retrô, nutrindo-se tanto do electro-pop quanto do power-pop. “Teenage Dream” conquistou uma indicação ao Grammy e alcançou o topo da Hot 100.
6. E.T.
Quando pensamos em mistura de gêneros, o resultado costuma ser bem aquém do esperado – mas “E.T.” foge dessa verdade absoluta e se alicerça na junção de hip-hop, electro-pop, dubstep e techno numa jornada romântica e sensual que gira em torno de dois amantes diferentes e que se cruzam apesar das adversidades e de pertencerem a lugares diferentes.
5. CIRCLE THE DRAIN
“Circle the Drain” é a faixa que mais destoa da coesa produção de ‘Teenage Dream’ e, por incrível que parece, é uma das melhores do álbum. Merecidamente entrando para o nosso Top 5, a canção mergulha numa densidade fonográfica bem diferente de suas conterrâneas, ganhando a atenção dos fãs por tal motivo. Aqui, Perry se joga de cabeça no goth-rock e no disco-rock, fazendo menção aos artistas que inspiraram sua estreia e mostrando que, mesmo ousando no pop, não abandona suas raízes.
4. HUMMINGBIRD HEARTBEAT
O sétimo e último single de ‘Teenage Dream’, “Hummingbird Heartbeat”, merecia mais reconhecimento do que tem, ainda mais por se configurar como uma das melhores canções do álbum, senão da década passada. Inspirado pelos estilos de hard rock e eletrônica dos anos 1980, o enredo explora o amor ao compará-lo com a velocidade de um beija-flor.
3. FIREWORK
Considerada até hoje como uma das melhores canções de Katy Perry, “Firework” é uma das investidas de maior sucesso de todos os tempos, tendo vendido mais de 10 milhões de cópias apenas nos Estados Unidos, além de alcançar, novamente o topo da Hot 100 da Billboard. A faixa nutre de uma construção dance-pop de empoderamento e é um dos hinos LGBTQIA+ da contemporaneidade, aparecendo em diversas playlists de orgulho queer.
2. THE ONE THAT GOT AWAY
A semi-balada “The One That Got Away” é inspiradora, emocionante e tocante em todos os seus aspectos, guiada por uma irretocável produção de Lukasz Gottwald e Max Martin, que já haviam colaborado com Katy em outras iterações. Aqui, a artista constrói uma declamatória e confessional história que gira em torno de um amor perdido e que entra em contraste com a progressão mid-tempo e impactante.
1. LAST FRIDAY NIGHT (T.G.I.F.)
Inegavelmente a melhor track do álbum, “Last Friday Night (T.G.I.F.)” é tudo o que esperaríamos ouvir numa balada. Enquanto boa parte dos apreciadores de música esperam construções densas e filosóficas sobre a vida, Perry rema contra a maré e não quer nada além de diversão – exatamente o que entrega com uma das canções mais famosas de todos os tempos.
Regada à nostalgia narcótica do dance-pop, cada verso da iteração é conhecida e nos transporta a um mundo em que os problemas desaparecem e tudo o que queremos é abraçar a leveza envolvente da diversão. Como se não bastasse, o memorável videoclipe conta com a aparição de inúmeras celebridasdes, incluindo Corey Feldman, Rebecca Black e Darren Criss, além de prestar homenagem ao trabalho do lendário cineasta John Hughes.
A aclamada cantora, compositora e rapper Doja Cat lançou neste último dia 21 de agosto a faixa inédita “Jealous Type”.
A canção funciona como lead single de seu vindouro quinto álbum de estúdio, intitulado ‘Vie’ e agendado para o dia 26 de setembro.
Confira:
Ainda sem muitas informações divulgadas, sabe-se que o compilado de originais trará Jack Antonoff e Y2K como produtores.
O álbum marca o primeiro da artista desde ‘Scarlet’, lançado em 2023.
Doja Cat começou a fazer sucesso estrondoso com o single“Say So”, do álbum ‘Hot Pink’, ascendendo a um sólido estrelato que lhe garantiu uma legião de fãs ao redor do mundo. Seus outros hits incluem “Need to Know”, “Woman”, “Vegas” e a vencedora do Grammy “Kiss Me More”, colaboração ao lado de SZA.
Um dos elementos mais memoráveis de ‘Pânico’ é sua música – e, agora, tivemos o primeiro gostinho da trilha sonora da sétima entrada da saga slasher.
Através das redes sociais, foi revelado que o compositor Marco Beltrami já finalizou seu trabalho no longa-metragem e compartilhou uma prévia da faixa inédita “Trouble In PineGrove”.
O trecho, inclusive, traz referências aos quatro primeiros capítulos da franquia, que também contaram com a assinatura musical de Beltrami.
Ouça:
Notícia – A trilha sonora de “Pânico 7” está concluída e com ela uma melodia muito conhecida para nossa personagem Sidney Prescott está de volta.
Chelsea Simmons (Sidney Prescott) deixou seu passado para trás e está se concentrando em ser uma mãe feliz e casada e administrar uma pequena cafeteria na cidade. No entanto, ela nunca parou de olhar para trás e, com certeza, mais uma vez, seu passado volta para assombrá-la.
O terror ‘Good Boy‘, cuja história é contada através da perspectiva de um cachorro, alcançou um nível inimaginável de popularidade nas últimas semanas – e isso já está sendo refletido no lançamento oficial do filme nos cinemas.
Após ter estreado no Festival SXSW no começo deste ano e conquistado impressionantes 95% de aprovação no Rotten Tomatoes, o longa passou por uma reação fenomenal, com aumento de buscas no Google de nada menos que 2000%.
Por causa do inesperado sucesso, a IFC, que adquiriu os direitos do projeto ao lado da Shudder, resolveu expandir a exibição de ‘Good Boy’ nos cinemas, de um lançamento limitado para um lançamento amplo – colocando-o oficialmente no circuito mainstream (via Screen Rant).
O longa chega aos cinemas norte-americanos em 3 de outubro.
O consenso geral não poupa elogios ao cão protagonista, destacando o excelente uso do conceito não convencional e o impacto emocional de sua narrativa.
Separamos os trechos das principais críticas:
“Parte do terror do filme, especialmente quando chega à sua conclusão devastadora, é testemunhar esse inocente peludo ver seu mundo inteiro desmoronar lentamente ao seu redor, e não ser capaz de compreender o motivo.” (RogerEbert.com)
“O que poderia ter sido facilmente um truque barato, na verdade, resulta em um dos melhores filmes de terror deste ano.” (Indiewire)
“O que mais chama a atenção e dá ao filme seu poder emocional é a lealdade inabalável de Indy ao seu amado dono e sua disposição de fazer praticamente qualquer coisa para protegê-lo.” (The Hollywood Reporter)
“[O diretor] Ben Leonberg cria um retrato pensativo, perturbador e comovente de quão assustador pode ser para um cão quando seu mundo inteiro vira de cabeça para baixo e ele não consegue entender o motivo.” (Bloody Disgusting)
“‘Good Boy’ é um terror assustador e nada convencional, com uma das melhores atuações que vi este ano (de um cachorro, nada menos).” (Film Inquiry)
“Com uma abordagem inovadora e a atuação alucinante de Indy, ‘Good Boy’ é uma das experiências mais únicas do ano.” (ScreenAnarchy)
“Nosso herói canino, Indy, se encontra em uma nova aventura com seu dono humano — e melhor amigo — Todd, deixando a vida na cidade para viver em uma casa de família antiga no campo. Desde o início, duas coisas ficam bem claras: Indy desconfia da velha casa assustadora e sua afeição por Todd é inabalável.
Após se mudar, Indy fica imediatamente incomodado com cantos vazios, rastreia uma presença invisível que só ele consegue ver, percebe avisos fantasmagóricos de um cachorro morto há muito tempo e é assombrado por visões da morte sombria do antigo morador. Quando Todd começa a sucumbir às forças sombrias que rondam a casa, Indy precisa lutar contra uma maldade que pretende arrastar seu amado Todd para a vida após a morte.”
A produção marca a estreia diretorial de Ben Leonberg, a partir de um roteiro que ele escreveu ao lado de Alex Cannon.