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Prédio em São Paulo é multado em R$ 190 mil por grafite de ‘Wandinha’ da Netflix

A Netflix está enfrentando problemas em São Paulo devido a uma ação de marketing da segunda temporada de Wandinha. Um grafite gigante da série em um prédio no centro da cidade, criado para divulgar a Parte 1 da 2ª temporada, que já está disponível na plataforma, violou a Lei Cidade Limpa.

Conforme o UOL Splash, a intervenção artística desrespeitou a legislação municipal, que proíbe intervenções que exibam, direta ou indiretamente, nomes, marcas, logotipos, produtos ou serviços de caráter comercial.

Devido a essa infração, o condomínio do prédio foi multado em R$ 190 mil e tem um prazo de cinco dias para remover a arte. Em caso de descumprimento, novas autuações serão aplicadas a cada 15 dias.

O grafite está localizado em um prédio na Rua Ana Cintra, com vista para o Elevado Presidente João Goulart, mais conhecido como Minhocão. A imagem traz elementos conhecidos da série, apresentando Wandinha (interpretada por Jenna Ortega) e a Mãozinha.

O perfil da Netflix Brasil compartilhou imagens do painel no domingo (3).

“Tão bom ver o humor contagiante da Wandinha tomando as ruas de São Paulo… A parte 1 da 2ª temporada estreia já na quarta-feira, dia 6 de agosto!”, dizia a legenda do post feito no Instagram.

Crítica | 2ª temporada de ‘Wandinha’ expande o universo Addams de maneira diabolicamente divertida | CinePOP

Lembrando que a segunda parte, por sua vez, tem lançamento agendado para 5 de setembro.

A série é um mistério investigativo e sobrenatural que traça os anos de Wandinha como estudante na Escola Nunca Mais, enquanto ela tenta dominar sua habilidade psíquica emergente, frustrar uma monstruosa matança que aterrorizou a cidade local e resolver o mistério sobrenatural que envolveu seus pais há 25 anos – tudo isso ao mesmo tempo em que mergulha em complicados relacionamentos sociais. 

O elenco também conta com Catherine Zeta-JonesLuís GuzmánIsaac OrdonezEmma MyersHunter DoohanPercy Hynes White e outros.

Disney anuncia fusão total do Hulu com o Disney+ em 2026 e chegada da plataforma ao Brasil

A Disney surpreendeu recentemente ao anunciar que a plataforma de streaming Hulu será descontinuada como aplicativo separado, e todas as suas produções serão integradas ao Disney+.

Segundo a Variety, o novo aplicativo unificado, combinando Disney+ e Hulu, estará disponível em 2026. No entanto, de acordo com um porta-voz da Disney, os clientes ainda poderão adquirir assinaturas separadas de ambos os serviços.

“Hoje estamos anunciando um passo importante no fortalecimento de nossa oferta de streaming ao integrar totalmente o Hulu ao Disney+”, disseram o CEO Bob Iger e o CFO Hugh Johnston em comentários preparados para os resultados trimestrais da empresa.

“Isso criará um pacote impressionante de entretenimento, combinando as marcas e franquias de mais alto nível, conteúdo geral, programação familiar, notícias e esportes ao vivo líderes do setor em um único aplicativo”, acrescentou.

Segundo Iger, o novo aplicativo único do Disney+ com Hulu proporcionará uma experiência melhor para o consumidor, o que ajudará a reduzir o cancelamento de assinaturas.

“Ao criar uma oferta de streaming realmente diferenciada, ofereceremos aos assinantes uma escolha tremenda, conveniência, qualidade e personalização aprimorada”, disseram os executivos. “Isso aumentará nossa capacidade de crescer em lucratividade e margens em nosso negócio de streaming, graças ao maior engajamento esperado, menor cancelamento e potencial de receita publicitária, além de ganhos operacionais que, ao longo do tempo, poderão gerar economias reinvestidas no negócio”.

A reportagem ainda revela que o Hulu se tornará uma marca global de entretenimento geral: a partir do outono de 2025, ele substituirá o ícone Star no Disney+ internacionalmente.

“Já estamos trabalhando para aprimorar nossa tecnologia e, nos próximos meses, implementaremos várias melhorias no aplicativo do Disney+, incluindo novos recursos empolgantes e uma página inicial mais personalizada”, disseram Iger e Johnston.

A decisão de fundir totalmente Hulu e Disney+ veio após o fechamento do acordo da Disney com a Comcast, depois de dois anos de negociações.

Em junho de 2025, a Disney comprou a participação de um terço da NBCUniversal no Hulu, pagando à Comcast cerca de US$ 9 bilhões no total, sendo US$ 8,61 bilhões em novembro de 2023 e US$ 438,7 milhões em junho passado.

A Comcast buscava mais de US$ 13 bilhões por sua parte de 33%; o valor final foi determinado por arbitragem com um banco independente.

Relembre “Pagode na Disney”, a composição original de Arlindo Cruz para a Disney

Arlindo cruz

Lenda do samba, Arlindo Cruz faleceu nesta sexta-feira (8) no Rio de Janeiro. A causa da morte não foi divulgada pela família, mas o sambista vivia com sequelas de um AVC sofrido há oito anos. Seu legado para a música e para a cultura brasileira em geral é inestimável, com composições incomparáveis que exaltam a vida no subúrbio carioca e o amor à vida boêmia na Cidade Maravilhosa.

E a história de Arlindo se misturou a um capítulo da centenária trajetória da Disney, que nasceu de um dos capítulos mais polêmicos e interessantes do estúdio e da parceria entre Disney e o Brasil, que, como já contamos algumas vezes aqui no CinePOP, atendeu a interesses políticos dos EUA sobre as potências estratégicas latino-americanas por meio da Política da Boa Vizinhança.

O grande filho desse casamento é o papagaio Zé Carioca, que é amado por uns e considerado estereotipado por outros, mas definitivamente é um dos nomes mais marcantes desses 100 anos. São poucos os países que contam com um representante tão icônico num cenário amplamente dominado por norte-americanos e europeus, como nos filmes da Disney, que historicamente viraram sinônimo de animações de qualidade.

Mais do que o impacto cinematográfico, o Zé Carioca, acompanhado de seu entusiasmo e da forma apaixonada como descrevia e defendia seu tão amado Rio de Janeiro, impactou diretamente na consolidação da Cidade Maravilhosa como parada obrigatória nas rotas do turismo mundial.

Não é por acaso que o Rio, então capital do Brasil, segue como a principal imagem do país no exterior até os dias de hoje. Foi um processo massivo de propaganda trabalhada entre as nações, que resultaram no Rio de Janeiro como o principal cartão postal brasileiro. E o nascimento do Zé Carioca fez parte ativa disso.

Confira também: Zé Carioca 80 anos | Cinco curiosidades sobre o brasileiro mais amado da Disney

Nos anos seguintes, algumas produções menores foram lançadas nos cinemas, e a Disney passou a concentrar seus esforços para o mercado brasileiro quase que exclusivamente para as histórias em quadrinhos, que passaram a contar com artistas nacionais. Porém, o tema do texto de hoje é talvez o lançamento mais aleatório da história da Disney visando o mercado nacional. É também o último grande produto da empresa com foco no público brasileiro e que, infelizmente, acabou não fazendo tanto sucesso assim: o CD Disney Adventures In Samba.

Lançado em 2010, ele integrou um projeto chamado Disney Adventures que compilava versões de músicas clássicas do estúdio cantadas por grandes artistas de diferentes gêneros musicais. No Brasil, o Adventures In Samba foi encabeçado por Rodrigo Caldas, que chamou o produtor musical e mestre do cavaquinho, Alceu Maia, para transformar essa ideia em realidade. E aí a coisa ficou séria. Foi convocado um verdadeiro Dream Team do Pagode e do Samba para interpretar clássicos Disney e clássicos da música nacional que marcaram época nas animações da casa.

“O interessante desse projeto é a reunião desses sambistas todos, desses cantores todos, em torno de um tema que são os clássicos da Disney. Todo mundo que está sendo convidado para cantar tem uma história para contar e recebeu a ideia de coração aberto. Porque o projeto apesar dessa pluralidade, ele tem uma identidade, uma assinatura no samba muito legal. Ele é cheio de Brasilidade, se é que existe isso, musical na história toda. Acho que todo mundo vai gostar disso aí”, comentou, na época, Alceu Maia.

E quando o assunto é qualidade, a Disney realmente não poupou despesas. A proposta era comemorar essa parceria de sucesso, então eles mesclaram artistas consagrados no samba, principalmente carioca e nordestino, com uma galerinha nova que estava surgindo para o cenário nacional da época.

O mais legal é parar para ver hoje quem era considerado aposta em 2010 e como já são artistas consagrados na história da música nacional. Dos experientes, podemos ressaltar Martinho da Vila, Leci Brandão, Daniela Mercury, Jorge Aragão, Alcione, Margareth Menezes, Alexandre Pires, Dudu Nobre e o grupo Molejo. Das “apostas”, Diogo Nogueira, Exaltasamba, Ana Costa e o grupo Casuarina.

É realmente um grupo que reunia o que o Brasil tinha de melhor na época, além de contar com uma canção inédita chamada “Pagode na Disney”, composta por Arlindo Cruz exclusivamente para o álbum.

A música propõe ao público imaginar como seria uma roda de samba com os personagens da Disney, com direito ao Mickey tocando guitarra e o Pato Donald arranhando no cavaquinho, sendo a farra comandada obviamente pelo Zé Carioca. A campanha publicitária do álbum foi maciça no Disney Channel, que exibiu clipes do CD e entrevistas com os músicos contando suas experiências pessoais com a Disney.

“É um prazer cantar sobre essa turma da Disney, porque eu, quando garoto, colecionava gibi do Tio Patinhas. Então ficou fácil cantar sobre esse universo que fez parte da minha infância. Esse samba tá arrumadinho, tá animado. Acho que vai dar pagode lá na Disney, brincou Arlindo Cruz no lançamento.

“Pra mim é uma alegria, um prazer imenso poder participar desse projeto tão bonito, com canções típicas da Disney. Eu sou fanático por todos os desenhos, dos parques da Disney que já tive a oportunidade de conhecer. E ao mesmo tempo, poder cantar um clássico como ‘Aquarela do Brasil’ é, pra mim, uma honra, um prazer. Essa música primeiro se tornou um clássico na voz da Carmen Miranda e eu tô muito feliz de poder participar desse projeto, que tenho certeza que será um grande sucesso”, disse Alexandre Pires.

E o que fascina no álbum é justamente esses encontros inesperados, como o pessoal do Molejo cantando a música dos Sete Anões da Branca de Neve, Alcione cantando A Bela e a Fera com sua sobrinha e um dueto de Péricles e Thiaguinho interpretando O Que Eu Quero Mais É Ser Rei, de O Rei Leão.

O álbum é composto pelas 14 faixas que você pode conferir na imagem ao lado e foi lançado em duas versões. Uma é o CD simples, que conta apenas com as músicas gravadas.

Porém, veio também uma edição especial, um pouco mais difícil de encontrar hoje em dia, que trouxe de brinde um DVD que traz as participações históricas do Zé Carioca nas animações da Disney por meio das músicas. São seis clipes com conteúdos tirados de Alô, Amigos!, Você Já Foi à Bahia? e Tempo de Melodia. E como essas três animações são praticamente curtas compilados em filmes de aproximadamente 1h, o DVD de bônus traz praticamente um resumão de todas as aparições do Zé Carioca na Disney até então.

Além dele, há os videoclipes oficiais da Aquarela do Brasil de Alexandre Pires e de Pagode na Disney, do Arlindo. Encerrando os bônus, um making of do álbum, chamado Um Toque de Magia no Samba, de onde foram tirados os comentários desta matéria. E para quem se interessou pelo álbum, ainda é possível encontrar a versão simples por valores acessíveis em lojas on-line. A versão com o DVD que é realmente mais difícil de achar em loja, até por ser uma edição com 13 anos de idade. Mas se CD não é a sua, a playlist reduzida, distribuída no mercado internacional, está disponível em plataformas on-line de áudio, como o Spotify. Basta clicar aqui.

Por mais estranho que possa parecer, o projeto foi um sopro de criatividade num mercado já cansado da mesmice que era o fonográfico. Além disso, foi uma forma lúdica de aproximar a molecada de músicas e artistas clássicos da música nacional. Foi um projeto realmente interessante que merecia mais atenção do que ganhou.

Nesses 100 anos de Disney, voltar ao tempo em que a empresa lançava essas produções mais voltadas para mercados específicos é uma viagem interessante, porque com essa história de internacionalização das marcas, parece que a empresa está cada vez mais distante desses núcleos.

10 filmes que vão te deixar com RESSACA EMOCIONAL!

Alguns filmes têm o poder de nos arrastar para histórias tão intensas que despertam emoções profundas e variadas. Essa conexão acontece quando algum aspecto do enredo nos toca de forma especial, levando-nos a refletir sobre a vida e até sobre nós mesmos. Pensando nessas obras que fazem o coração transbordar, preparamos uma lista para quem gosta de se entregar – e se rasgar – em emoções diante da tela:

 

De Tirar o Fôlego

O equilíbrio entre a mente e o corpo nos preenchimentos de lacunas ligadas aos limites. Um dos mais impactantes documentários lançados no universo dos streamings em 2023, De Tirar o Fôlego, indicado à cinco prêmios desde seu lançamento, nos mostra o forte elo de dois destinos que se cruzam através dos riscos de um dos esportes mais perigosos do mundo, o mergulho livre. Escrito e dirigido pela cineasta irlandesa Laura McGann, esse projeto tem a maestria de uma narrativa que consegue manter o interesse do espectador do início ao fim onde reviravoltas são vistas aos montes nos levando para enormes caminhos de tensão, angústia e reflexões sobre a vida.

 

O Campeão

Na trama, conhecemos Billy (Jon Voight), ex-boxeador, perto dos 40 anos, que despencou no auge da carreira, consumido pelos seus conflitos emocionais, dominado pelos vícios em jogos e bebida. Ele é pai do pequeno T.J (Ricky Schroder), um garoto super inteligente de oito anos que busca a atenção de seu pai e o ajuda em todos os momentos. Quando Annie (Faye Dunaway), a mãe do garoto, reaparece na vida dos dois, quase uma década sem entrar em contato, novos conflitos surgem em paralelo a uma nova oportunidade para Billy numa luta que poderá trazer seus dias de glórias de volta.

 

No Ritmo do Coração

Indicado para três Oscars em 2022, esse emocionante filme adapta toda a ternura e harmonia do seu original francês.  No Ritmo do Coração aborda temas importantes sobre família, inclusão social, desafios no trabalho, as escolhas da vida no choque entre sonhos e realidade.

 

Fim da Sentença

Na trama, conhecemos Frank (John Hawkes), um vendedor aposentado que passa seus dias de forma pacata ao lado da esposa Anna (Andrea Irvine) no estado do Alabama. Quando ela falece, vítima de câncer, Frank, precisa realizar o último desejo da esposa: uma viagem para a Irlanda junto do filho. A questão é que Sean (Logan Lerman), que acabara de sair da prisão, não se dá bem com o pai. Embarcando nessa viagem, muitas surpresas pelo caminho esperam pai e filho.

 

Uncle Frank

Na trama, conhecemos a jovem Beth (Sophia Lillis) que mora no interior dos Estados Unidos e não possui muitos sonhos na vida. Sua grande referência acaba sendo o seu tio Frank (Paul Bettany) um homem inteligente, educado, professor da Universidade de Nova Iorque, distante do resto da família, por motivos que a princípio não sabemos, que a faz entender alguns conceitos básicos para que tenha independência e consiga ser quem ela realmente quiser ser. Os anos se passam e Beth passa para a mesa Universidade que o tio dá aulas e acaba, durante uma festa meio que secreta, descobrindo que ele é gay e vive casado com Wally (Peter Macdissi), um engenheiro aeronáutico, a mais de 10 anos. Dias depois, Frank recebe a notícia que seu pai, avô de Beth, faleceu, e os dois precisam embarcar para a cidade natal deles para o funeral.

 

Nonnas

Joe (Vince Vaughn), um simpático homem de meia idade que trabalha com consertos automotivos, acaba de perder a mãe. Nesse momento de luto, lembranças das comidas que ela e sua vó faziam dominam suas lembranças. Um dia, com o dinheiro da herança, resolve comprar um restaurante e fazer dele um lugar especial. Para isso, contará com a ajuda de amigos de longa data e quatro mulheres na melhor idade que tem receitas deliciosas para atrair o público.

 

Monster

Na trama, conhecemos Saori (Sakura Andô), uma mãe, viúva, em busca das verdades sobre o recente comportamento do jovem filho Minato (Soya Kurokawa). Ela aciona a escola onde ele está matriculado e seu destino se cruza com o professor Hori (Eita Nagayama) acusado de agredir Minato. Esse é um dos pontos de vistas de uma história que abre seu leque com o olhar de Hori e também o de Minato.

 

Vidas Passadas

Na trama acompanhamos em algumas passagens de tempo a relação de amizade e quem sabe até mesmo amor entre Nora (Greta Lee) e Hae Sung (Teo Yoo). No início amigos de escola, com a imigração da primeira para um outro país ficam distantes, voltando a se encontrar pela internet mais de uma década depois. Após mais uma pausa, sem conseguirem dar aquele passo necessário na relação, se reencontram mais uma década depois, já adultos e estabelecidos profissionalmente, ela uma escritora em Nova Iorque casada com o também escritor Arthur (John Magaro), ele um engenheiro ainda na Coreia do Sul. Um último encontro pelas ruas da cidade mais famosa do mundo, contemporânea, acontece, onde precisam lidar com o que o tempo e o destino tem para oferecê-los. Será o suficiente?

 

Todo o Silêncio

Na trama, conhecemos Miriam (Adriana Llabres), filha de pais surdos que trabalha como professora de libras em uma escola. Ela vive uma vida feliz ao lado da namorada Lola (Ludwika Paleta) e investe tempo e dedicação na carreira teatral. Às vésperas de interpretar uma personagem de uma peça de Tchekhov, após uma consulta médica, descobre estar ficando totalmente surda, fato esse que mudará para sempre sua trajetória e sonhos.

 

Nascida para Você

Na trama conhecemos Luca (Pierluigi Gigante), solteiro, homossexual, que trabalha fazendo um lindo trabalho em uma ONG para pessoas especiais. Ele tem o sonho de ser pai e quando é selecionado para tentar a adoção de uma recém-nascida com síndrome de Down, rejeitada por vinte famílias, enfrenta uma dolorosa batalha com o sistema judiciário de Nápoles.

 

‘The Pitt’ vai abordar impacto dos cortes de Trump na área da saúde na 2ª temporada

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A série médica ‘The Pitt‘, da HBO Max, conhecida por retratar de forma realista os bastidores de um pronto-socorro, promete manter o tom crítico na segunda temporada.

Segundo o elenco e a equipe, os novos episódios irão explorar as consequências diretas dos cortes no Medicaid incluídos no recente projeto de lei sancionado pelo ex-presidente Donald Trump.

A chamada “big, beautiful bill”, assinado em 4 de julho, prorroga cortes de impostos de 2017, amplia verbas para defesa e muro na fronteira, mas inclui US$ 930 bilhões em cortes no Medicaid, além de reduções em programas de assistência alimentar, energia limpa e empréstimos estudantis.

“Você não precisa tomar uma posição política para discutir o impacto real dessas mudanças. Elas terão consequências imediatas nos prontos-socorros, e isso é consenso entre diferentes espectros políticos”, disse o produtor executivo John Wells à Variety.

O protagonista e produtor Noah Wyle reforçou que o drama seguirá mostrando múltiplos pontos de vista:

“Não estamos fazendo julgamentos de valor. Pintamos um retrato fiel e o público tira suas próprias conclusões”. 

Além dos cortes no Medicaid, a nova temporada vai abordar questões como tratamento desigual de pacientes negros, imigrantes e famílias indocumentadas, agravadas por recentes operações do ICE.

O produtor R. Scott Gemmill destacou que a série pretende alertar para o colapso do sistema:

“Com menos apoio governamental, as pessoas vão recorrer mais ao único lugar onde conseguem atendimento gratuito: a emergência. E ela já está sobrecarregada”.

Assim como na primeira temporada, os novos episódios retratarão um único turno de 15 horas, acompanhando médicos e equipe em tempo real. A estreia está prevista para janeiro de 2026.

Renovada em fevereiro, ‘The Pitt‘ é hoje o título mais assistido globalmente na HBO Max, segundo a Warner Bros. Television. As filmagens da segunda temporada começaram em junho.

Lembrando que a temporada de estreia se tornou uma das mais elogiadas dos últimos meses e conquistou 13 indicações ao Emmy Awards 2025, incluindo Melhor Série de Drama.

No Brasil, a série está disponível na HBO Max.

Lembrando que a 2ª temporada tem estreia prevista para janeiro de 2026 e contará com Charles Baker (‘Breaking Bad’), Irene Choi (‘Insaciável’), Laëtitia Hollard (‘Trauma’) e Lucas Iverson (do circuito teatral norte-americano).

Criada por R. Scott Gemmill (ER) e produzida por John Wells (‘Shameless‘, ‘The West Wing‘), ‘The Pitt‘ é uma série médica de formato quase em tempo real, ambientada no fictício Pittsburgh Trauma Medical Center. A narrativa acompanha médicos e enfermeiros lidando com emergências em meio a um sistema de saúde sobrecarregado e à beira do colapso — uma proposta elogiada pela autenticidade e intensidade dramática.

Estrelada por Noah Wyle (E’R’), que também escreve e produz, ‘The Pitt‘ conta com um elenco de apoio forte, incluindo Katherine LaNasa, Tracy Ifeachor, Taylor Dearden, Isa Briones e Shawn Hatosy como convidado especial.

Aclamada em sua estreia, a série venceu prêmios no Gotham TV Awards e está cotada para diversas indicações ao Emmy. Os novos episódios — agora ambientados durante o feriado de 4 de julho — prometem ainda um salto temporal, mudanças hierárquicas no hospital e a chegada desses novos rostos para mexer na dinâmica já estabelecida.

O elenco ainda conta com Tracy Ifeachor, Patrick Ball, Supriya Ganesh, Fiona Dourif, Taylor Dearden, Isa Briones, Gerran Howell, Shabana Azeez e Katherine LaNasa.

‘A Última Missão’: Keke Palmer detalha bastidores das cenas picantes com Pete Davidson

Keke palmer a ultima missao

A atriz Keke Palmer recentemente abriu o jogo sobre as “cenas apimentadas” de ‘A Última Missão’, a nova comédia estrelada por Eddie Murphy, onde contracenou com Pete Davidson.

Segundo o Deadline, Palmer elogiou a química entre eles.

“Honestamente, acho que eu e ele temos química. Olha, não conheço ninguém com quem o Pete não tenha química. Quero dizer, ele é bem querido no universo feminino”, disse Palmer.

Ela lembrou que a conexão entre os dois era perceptível “mesmo só com as nossas vozes”, antes mesmo de se conhecerem pessoalmente.

“Às vezes você e a pessoa simplesmente têm um entrosamento. Talvez nem se falem muito na vida real, mas quando estão no set trabalhando juntos, a química aparece. E acho que nós tivemos isso”, completou.

Sobre as cenas de quarto, Palmer revelou que a experiência foi tranquila: “Antes de mais nada, ele é supergentil, então foi tranquilo, mesmo com a gente pelado e tudo mais. Mas isso foi logo na primeira semana de filmagem, acho que foi no segundo dia, mais ou menos. Então estávamos tipo, ‘Isso é empolgante. Você já conheceu o Eddie? Já conheceu o Eddie?’ E estávamos empolgados com isso”.

A estrela também destacou o comprometimento de ambos para que as cenas funcionassem, impulsionados pela oportunidade de trabalhar com um ícone como Eddie Murphy:

“Acho que é uma grande oportunidade para nós dois. Começamos atuando e nos apresentando ainda crianças”, continuou Palmer. “Ele começou no stand-up com 12 anos. Eu comecei a atuar com 9. Então, estarmos nesse ponto das nossas vidas, aos trinta e poucos anos, trabalhando com Eddie Murphy… Para nós, parece um daqueles momentos com os quais sempre sonhamos. Estávamos apenas muito felizes por estar lá”.

‘A Última Missão’, comédia de ação estrelada por Eddie Murphy, está disponível no Prime Video.

Na trama, uma coleta de dinheiro de rotina se transforma em uma perseguição mortal quando dois motoristas de caminhão blindado são emboscados por criminosos cruéis com planos além do dinheiro.

Relembre o trailer:

Matt Mider e Kevin Burrows assinam o roteiro.

Tim Story, do terror cômico ‘The Blackening: Jogo Mortal‘, comanda a produção.

O elenco ainda contará com Pete Davidson, Keke Palmer, Andrew Dice Clay, Eva Longoria, Ismael Cruz Cordova, Jack Kesy e Marshawn Lynch.

Jame Gunn REBATE rumores de que Robin estará em ‘The Batman II’

Divulgação/ Warner Bros. Pictures.

O co-CEO da DC Studios, James Gunn, usou as redes sociais nesta sexta-feira (08) para encerrar especulações sobre a aguardada sequência de ‘The Batman‘, dirigida por Matt Reeves. Entre os boatos que circulavam, estavam a suposta presença do parceiro do herói, Robin, e do vilão Hush na trama.

“Parem de acreditar nessas bobagens. Acho que apenas seis pessoas leram o roteiro. Ninguém sabe nada sobre The Batman 2“, escreveu Gunn.

O diretor de Superman também reforçou que qualquer informação divulgada até agora é pura especulação. “Tudo o que vocês ouviram é palpite ou invenção”, respondeu a um fã. Em outra interação, foi ainda mais categórico: “No mundo todo, apenas quatro pessoas sabem qual é o conceito da história.”

Apesar das diversas adaptações cinematográficas do Batman, o personagem Robin apareceu poucas vezes nas telonas. Suas versões em live-action incluem Burt Ward no longa de 1966, derivado da série clássica com Adam West, e Chris O’Donnell em ‘Batman Eternamente‘ (1995) e ‘Batman & Robin‘ (1997).

Há ainda quem considere Joseph Gordon-Levitt em ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge’ (2012) como uma versão indireta do herói, embora sua história seja distinta das versões tradicionais dos quadrinhos.

No universo animado, Robin já marcou presença em produções como ‘Batman: The Animated Series‘, ‘Os Jovens Titãs‘ e ‘Lego Batman: O Filme.

Gunn já havia anunciado que a DC Studios produzirá duas franquias cinematográficas distintas do Batman:

O universo iniciado por ‘The Batman‘ (2022), com Robert Pattinson no papel principal, comandado por Matt Reeves.

O Batman do DCU, que estreará em ‘The Brave and the Bold‘, dirigido por Andy Muschietti, e deverá interagir com outros personagens como o Superman de David Corenswet e os Lanternas Verdes da série ‘Lanterns‘.

Segundo Gunn, o elenco para essa nova versão do Batman ainda não foi definido.

Produção e estreia
Após sucessivos adiamentos, a Warner Bros. confirmou que as filmagens de ‘The Batman – Parte II‘ começam na primavera de 2026, com estreia prevista para 1º de outubro de 2027.

Além de ‘The Batman II‘, o calendário da DC para 2026 inclui ‘Supergirl: A Mulher do Amanhã‘, ‘Cara de Barro‘ e a série ‘Lanterns‘, na HBO.

Relembre o trailer do primeiro filme:

Sam Nivola, de ‘The White Lotus’, rebate rótulo de “nepo baby”

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Sam Nivola, filho dos renomados atores Alessandro Nivola (‘O Brutalista’) e Emily Mortimer (‘O Retorno de Mary Poppins’), abordou recentemente o polêmico termo “nepo baby”. Ele afirmou, com convicção, que sua carreira foi construída com pouco auxílio de seus pais.

Durante uma entrevista à Variety, Nivola caiu na risada ao ouvir a expressão.

“Tirando os genes, não posso atribuir meu sucesso aos meus pais. Tenho orgulho de ter conseguido sozinho, às vezes até apesar deles”, declarou o ator.

Sua jornada começou aos 17 anos, quando conseguiu um teste secreto para ‘Ruído Branco’ (White Noise), filme no qual interpretou o filho dos personagens de Adam Driver e Greta Gerwig.

Nivola explicou que obteve a oportunidade graças ao apoio de seu professor de teatro do colégio. Seus pais só foram informados quando ele passou para a próxima fase.

“P* que pariu, é um filme do Noah Baumbach?! Tem que fazer o callback!”, foi a reação entusiasmada de seus pais.

Sobre seu primeiro grande papel no cinema, Sam ressaltou: “Não pedi para o agente do meu pai ligar pra ninguém. Conquistei por mérito. Não queria dar chance para alguém dizer que o que conquistei veio por causa de outra pessoa. E me orgulho disso”.

Hoje, a dinâmica familiar mudou: quando a família Nivola sai em público e um fã pede uma selfie, a atenção frequentemente se volta para Sam. Contudo, ele pondera: “Mas isso mostra as armadilhas da fama. Não tenho nem metade do talento do meu pai ou da minha mãe”.

O primeiro “ato de fé” de Sam foi o teste secreto, e o segundo, deixar a faculdade após apenas um semestre em Columbia, onde estudava latim e cinema.

“Meus pais ficaram chateados. Eles ficaram com medo, o que é compreensível. Eu não era feliz, não podia me dedicar totalmente à atuação. E”, diz, corando, “tenho problemas com figuras de autoridade”.

Nos anos seguintes, ele fez inúmeros testes até conseguir sua grande chance poucos meses antes de seus amigos se formarem. A história de como conquistou o papel emThe White Lotus, onde estrelou como Lochlan Ratliff, um adolescente reflexivo e desajeitado, é descrita por ele como “chata”.

“Gravei um vídeo, tive uma leitura com Mike White, e três dias depois, me chamaram para o papel”, contou.

Sam expressa gratidão pelo processo de seleção que valoriza o talento acima de tudo: “Sou só grato por ainda existirem pessoas que não escolhem elenco pelo número de seguidores no Instagram. Eles escolhem quem é certo para o papel. Tipo: ‘Você pode não ser Jacob Elordi, mas é o cara'”.

Sua interpretação emThe White Lotus transformou o jovem de 21 anos em uma das maiores promessas de Hollywood.

A terceira temporada de ‘The White Lotus’ está disponível no catálogo da Max.

Ambientada na Tailândia, a terceira temporada foca em um grupo multigeracional, incluindo um patriarca, uma executiva, uma atriz, duas mães, um desajustado e um praticante de ioga.

O elenco conta com Walton Goggins, Carrie Coon, Leslie Bibb, Michelle Monaghan, Parker Posey e Lisa, além do retorno de Natasha Rothwell.

Lindsay Lohan IMPROVISOU hilária cena de ‘Uma Sexta-Feira Ainda Mais Louca’

No aguardado ‘Uma Sexta-Feira Ainda Mais Louca‘ sequência que marca o retorno de Lindsay Lohan aos cinemas após mais de uma década longe das telonas, uma das cenas mais comentadas nasceu de um improviso inesperado da própria atriz.

Em entrevista à Entertainment Weekly, Lohan contou que decidiu transformar um simples momento de flerte — descrito no roteiro apenas como “Anna joga o cabelo” — em uma sensual dança sobre uma mesa, arrancando reações genuínas do elenco.

“Eu assisti à cena com um olho aberto e outro fechado”, brincou Lohan. “O roteiro pedia um momento de leve paquera, mas eu pensei: ‘Vamos com tudo’. Subi na mesa e quase caí algumas vezes.”

Na cena em questão, Harper no corpo de Anna tenta seduzir Jake (Chad Michael Murray), ex-namorado de Anna e agora dono de uma loja de discos. Foi nessa cena que Lohan surpreendeu a todos com a performance improvisada, embalada por Britney Spears em uma referência ao primeiro filme.

Curtis lembra que nada daquilo estava no script: “O roteiro dizia apenas ‘Anna joga o cabelo’. Claramente, ela fez muito mais do que isso.”

Murray, por sua vez, garante que suas expressões de surpresa e admiração eram autênticas.

“Uma das melhores coisas deste filme foi que muito dele foi criado no dia da gravação. Só porque está na página não significa que é exatamente o que vamos fazer. Foi incrível ver a Lindsay dominar aquela cena. Foi como dizer: ‘Ah, aí está ela’”, disse o ator.

Segundo Murray, a liberdade criativa foi tanta que até uma sequência perto do final, que tinha apenas um oitavo de página no roteiro, acabou se transformando em cinco páginas de filmagem.

Com 94% de aprovação do público no Rotten Tomatoes, o longa é a primeira grande estreia em semanas voltada especificamente para o público feminino e deve se beneficiar do forte apelo nostálgico — especialmente entre os jovens adultos que cresceram assistindo ao clássico da Disney dos anos 2000.

Com um orçamento modesto de US$ 42 milhões, a nova trama acompanha Tess (Curtis) e Anna (Lohan) em uma nova confusão sobrenatural. Agora, em um twist multigeracional, mãe e filha trocam de corpos com, respectivamente, a filha e a futura enteada de Anna, dando início a mais uma série de situações caóticas, hilárias e emocionantes.

Uma Sexta-Feira Ainda Mais Louca‘ já está em exibição nos cinemas nacionais.

Confira nossa crítica em vídeo e siga o CinePOP no Youtube:

A trama do novo filme será ambientada décadas após Tess (Jamie Lee Curtis) e Anna (Lindsay Lohan) terem passado por uma crise de identidade. Agora, Anna tem uma filha e logo terá uma enteada. Enquanto enfrentam os inúmeros desafios que surgem quando duas famílias se juntam, Tess e Anna descobrem que um raio pode, sim, cair duas vezes no mesmo lugar.

O novo filme ainda contará com o retorno de Mark Harmon, Chad Michael Murray, Christina Vidal Mitchell, Haley Hudson, Lucille Soong, Stephen Tobolowsky e Rosalind Chao.

Julia Butters, Sophia Hammons, Manny Jacinto e Maitreyi Ramakrishnan completam o elenco.

Nisha Ganatra é responsável pela direção.

Emma Thompson revela que Donald Trump a convidou para um encontro: “Eu poderia ter mudado o curso da história americana!”

Durante sua participação no Festival de Locarno, a vencedora do Oscar Emma Thompson surpreendeu o público ao contar uma história inusitada: anos atrás, Donald Trump a convidou para sair.

“Um telefone tocou no meu trailer, e era o Donald Trump. Achei que fosse uma piada. Ele disse: ‘Oi, aqui é o Donald Trump’. Eu respondi: ‘Como posso ajudá-lo?’. Pensei que ele precisasse de direções. Mas ele disse: ‘Eu adoraria que você ficasse em um dos meus belos lugares e talvez pudéssemos jantar'”, relembrou a atriz.

Thompson contou que o convite aconteceu no mesmo dia em que seu divórcio havia sido finalizado. “Aposto que ele tinha pessoas procurando por divorciadas adequadas para sair… Ele até encontrou o número do meu trailer! Isso é perseguição! Então sim, eu poderia ter saído com Donald Trump. Eu poderia ter mudado o curso da história americana!”, brincou.

Conhecida por seu humor político desde o início da carreira, Thompson relembrou piadas que fez sobre Margaret Thatcher, comparando-a com herpes — “ambos muito difíceis de se livrar”.

Ela também falou sobre seu início como roteirista, revelando que um de seus esquetes de comédia chamou a atenção do produtor de ‘Razão e Sensibilidade‘, que acabou confiando a ela a adaptação do clássico de Jane Austen.

Embora no começo não quisesse seguir a carreira de atriz — cogitando até trabalhar como administradora hospitalar — Thompson acabou se tornando uma das intérpretes mais respeitadas de sua geração, com papéis marcantes em ‘Retorno a Howards End e ‘Vestígios do Dia‘.

Ao falar sobre Miss Kenton, de ‘Vestígios do Dia‘, a atriz revelou que se inspirou na história de sua avó, que foi vítima de abuso aos 13 anos e viveu marcada pelo trauma.

Thompson também comentou sobre trabalhar em Hollywood, lembrando que ‘Primary Colors‘, de Mike Nichols, foi filmado em meio ao escândalo Monica Lewinsky.

Ela fez ainda comparações entre experiências em projetos como ‘Harry Potter‘ — que descreveu como “não exatamente um desafio artístico” — e Nanny McPhee, filme que escreveu e estrelou.

“Não escrevi para crianças, escrevi para todos. É sobre luto, e eu perdi meu pai muito jovem. Ela é uma personagem muito importante para mim e me conecta a todas as gerações.”

Crítica | Nova animação Marvel, ‘Olhos de Wakanda’ diverte, mas não empolga

Divulgação/ Marvel © 2024 MARVEL. All Rights Reserved.

Lançada na última semana, a nova animação da Marvel, Olhos de Wakanda, chegou timidamente ao Disney+, que não parece ter feito muita questão de promover a minissérie antológica ambientada nos primórdios do Universo Cinematográfico Marvel, dando foco obviamente à nação africana extremamente tecnológica que foi introduzida em Capitão América: Guerra Civil (2016) e expandida na franquia Pantera Negra (2018 e 2022).

A proposta é bem interessante. Ao longo dos séculos, Wakanda foi construindo sua mitologia com o apoio da tecnologia avançadíssima oriunda do Vibranium. Essa temática já havia sido brevemente mencionada em Pantera Negra, mas aqui ganha um pouco mais de desenvolvimento com quatro episódios de cerca de 30 minutos, cada. E o mais interessante é que o herói em si aparece apenas em um episódio, mas não na pele de T’Challa (Chadwick Boseman) ou Shuri (Letitia Wright). O foco é realmente em outras faces do reino.

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Cada capítulo é ambientado em uma “era” diferente. O primeiro, por exemplo, é ambientado na época das grandes navegações e das colonizações realizadas pelos europeus, e foca na criação dos Hatut Zeraze, os “Cães de Guerra” de Wakanda. Ele e estrelado por uma Dora Milaje renegada que recebe uma segunda chance no reino ao receber a missão de investigar o Leão, um colonizador misterioso que vem conquistando povos com armas Wakandanas roubadas.

A proposta é muito interessante, porque mostra a diferença que a tecnologia do Vibranium faria na hora de batalhas. Enquanto portugueses e espanhóis, por exemplo, usavam caravelas e armas de pólvora, o Leão já ostentava naves e armas energéticas, o que deu a ele um status divino. O debate do episódio é justamente sobre até que ponto seria aceitável a colonização pela perspectiva de um homem ressentido pelas leis da nação mais fechada do planeta.

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A partir daí, os outros episódios seguem imaginando aventuras pelo mundo nos séculos seguintes. Há um capítulo, por exemplo, que insere um guerreiro Wakandano no contexto da lendária Guerra de Troia, sendo parceiro do herói Aquiles. Mas o melhor episódio certamente é o terceiro, que se passa na China e conta história de um Cão de Guerra que se infiltra na dinastia e começa um relacionamento amoroso com uma super-heroína. Ele está nessa para recuperar um artefato de Vibranium, mas acaba se apaixonando de verdade. O problema é que ele não faz a menor ideia de que a amada é uma das primeiras versões do Punho de Ferro, dando início a uma batalha intensa e muito divertida. É, por muito, o melhor episódio da minissérie.

O que incomoda um pouco é o último capítulo, que traz ligações com o filme de 2018 e acaba trazendo uma interpretação meio problemática sobre os saques realizados durante as guerras contra a colonização na África. Uma Pantera Negra do futuro volta no tempo para tentar garantir que uma arma Wakandana seja roubada pelos europeus durante uma batalha na Etiópia, dando a entender que esse saque colonial seria fundamental para um futuro decente. É complicado.

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Apesar de trazer premissas interessantes, a série acaba não empolgando tanto justamente por ter episódios curtos e apostar em um estilo de animação bastante incômodo, com uma estética que remonta aos gráficos dos jogos de PlayStation 2. Esse tem sido um ponto de bastante dor de cabeça para a Marvel Animation. Enquanto as artes conceituais divulgadas investem em estilo um 2D belíssimo, os resultados são sempre animações 3D que não se sustentam sem causar estranhamento. Lembram muito os filmes animados da Hot Wheels nos anos 2000. Só que nos anos 2020.

E isso é muito pouco para a franquia Pantera Negra, que tem justamente o design de produção mais diverso, ousado e complexo de todo o Universo Cinematográfico Marvel. Olhos de Wakanda merecia um carinho maior com o estilo de animação. Sobre a duração, talvez 10 a 15 minutinhos a mais fossem o suficiente para desenvolver melhor as boas ideias dos episódios. Com 28/30 minutos, fica aquela sensação de que a direção está sempre correndo com as histórias, o que não permite ao público se apegar a personagens que tinham tudo para serem memoráveis. É uma pena que Olhos de Wakanda apenas divirta, mas não empolgue. Chega bem perto de ser uma minissérie realmente muito boa, só que parece se contentar em ser apenas boa. Tanto que nem a própria Disney parece ter colocado fé no projeto.

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Olhos de Wakanda está disponível no Disney+.

‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado’: Nicholas Alexander Chavez comenta corte do filme e possível retorno à franquia

Homem jovem em terno formal no tribunal.

O ator Nicholas Alexander Chavez, conhecido por seu papel em ‘Monstros’, recentemente compartilhou suas memórias e sentimentos sobre sua participação no filme Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado. Embora sua cena tenha sido cortada da versão final, Chavez expressa carinho pela franquia e se mostra aberto a um possível retorno.

Conforme o Deadline, Chavez brincou sobre a situação: “Quero dizer, a Jennifer é uma boa amiga. Ela é uma pessoa realmente incrível e, sabe, eu e a Lola [Tung] nos divertimos muito. Mas, veja bem, isso é cinema”.

Para o ator, a experiência de gravar foi mais marcante do que a ausência de sua cena no corte final: “Tudo em que consigo pensar é no tempo que passei na Austrália, andando com cangurus, fazendo passeios de balão ao nascer do sol, colhendo cerejas com minha namorada. Isso é, na verdade, tudo o que me vem à mente quando penso nesse filme”.

Quando questionado sobre qual personagem ele interpretaria na cena deletada, Chavez desconversou com bom humor: “Isso eu deixo para os outros!”.

Com o final do filme dando fortes indícios de uma sequência, o ator parece realmente considerar voltar para a franquia de terror: “Sabe, me pergunta amanhã e eu terei um milhão de respostas diferentes pra te dar. O que realmente importa neste momento da minha carreira é fazer bons trabalhos com pessoas que eu amo, em quem acredito, e que também acreditam em mim”.

‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado’: Diretora explica remoção das cenas de Lola Tung e Nicholas Alexander Chavez

Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado’ está em cartaz nos cinemas nacionais.

Jennifer Love Hewitt e Freddie Prinze Jr. retornam como Julie James e Ray Bronson, respectivamente.

O elenco ainda conta com Chase Sui Wonders, Madelyn Cline, Sarah Pidgeon, Tyriq Withers, Jonah Haur-King, Nicholas Alexander Chavez, Lola Tung, Austin Nichols e Gabbriette.

No filme, quando cinco amigos (Cline, Wonders, Hauer-King, Withers e Pidgeon) causam um acidente de carro mortal, eles encobrem seu envolvimento e fazem um pacto para manter isso em segredo em vez de enfrentar as consequências. Um ano depois, seu passado volta para assombrá-los e eles são forçados a confrontar uma verdade horripilante: alguém sabe o que eles fizeram no verão passado… e está decidido a se vingar. À medida que os amigos são perseguidos por um assassino, eles descobrem que isso já aconteceu antes e recorrem a dois sobreviventes do lendário Massacre de Southport de 1997 para obter ajuda.

Jennifer Kaytin Robinson é responsável pela direção, a partir de um roteiro que ela coescreveu ao lado de Sam Lansky.

 

‘Esqueceram de Mim’: Macaulay Culkin revela qual seu longa preferido da franquia

Macaulay Culkin, o eterno Kevin McCallister deEsqueceram de Mim, surpreendeu os fãs ao revelar qual dos filmes da famosa saga natalina é o seu preferido.

Conforme a Variety, sem hesitar, Culkin escolheu Esqueceram de Mim 2: Perdido em Nova York’, e o motivo, segundo ele, vai além da trama.

“Fui melhor pago. Acho que tenho 5% do lucro líquido. E também 15% do licenciamento de produtos. Então, se você comprar um Talkboy, eu fico tipo: ‘Sim, eu fico com 15% disso. Muito obrigado’. Aliás, compre um Talkboy neste Natal”, afirmou.

Ambos os filmes  são considerados clássicos do cinema e foram grandes sucessos de bilheteria, permanecendo queridos por gerações. Para Culkin, a franquia é especial não apenas pelo sucesso, mas também pelos laços que criou com o elenco.

Um exemplo marcante é sua relação com Catherine O’Hara, que interpretou sua mãe nas telas. Em 2023, quando Culkin recebeu sua estrela na Calçada da Fama de Hollywood, O’Hara fez um discurso emocionante.

“‘Esqueceram de Mim’ foi, é e sempre será uma sensação global amada… o motivo pelo qual famílias do mundo inteiro não deixam passar um ano sem assistir e amar ‘Esqueceram de Mim’ juntos é por causa de Macaulay Culkin, declarou O’Hara. “Eu sei que você trabalhou muito, eu sei mesmo, mas você fez a atuação parecer a coisa mais natural do mundo”.

Esqueceram de Mim’ está disponível no Disney+.

“Não é tão ruim assim”: Eddie Murphy defende ‘Norbit’ e diz que ainda ri do filme

O astro Eddie Murphy defendeu o filme Norbit, de 2007, das críticas que o associam à perda do Oscar de Melhor Ator Coadjuvante por sua atuação em ‘Dreamgirls – Em Busca de um Sonho’ (2006).

Conforme o Deadline, Murphy reafirmou seu amor pela comédia, escrita por ele em parceria com seu falecido irmão Charlie Murphy.

“Eu adoro ‘Norbit’. ‘Norbit’ foi lançado logo depois que recebi a indicação ao Oscar. Saíram artigos dizendo: ‘Como ele pode ser indicado ao Oscar, ele fez esse filme?’ São dois filmes completamente diferentes”, explicou Murphy.

“Eu escrevi Norbit com meu irmão, Charlie [Murphy], e nós achamos Norbit engraçado”, acrescentou Murphy. “O lance com Norbit é o seguinte: o filme foi lançado e me deram prêmios Framboesa de Ouro de pior atriz, pior ator e pior ator da década. E eu pensei: ‘Ah, vamos lá, não é tão ruim assim’. Eu gosto de Norbit. Até hoje, eu gosto de Norbit. Tem coisas em Norbit que me fazem rir”.

Apesar da baixa aprovação de 9% no agregador de críticas Rotten Tomatoes e de Murphy ter sido premiado com três Framboesas de Ouro, incluindo o prêmio de Pior Ator da Década, o ator defendeu o longa.

Apesar das críticas, Norbit foi um sucesso de bilheteria, arrecadando mais de US$ 159 milhões mundialmente.

O filme também foi reconhecido com uma indicação ao Oscar de Melhor Maquiagem, graças às impressionantes transformações de Murphy nos personagens Rasputia e Sr. Wong.

‘Trama Fantasma’, ‘Cruella’ e outros filmes em que a MODA se torna personagem

Uma das partes mais essenciais de qualquer boa produção cinematográfica é o seu figurino.

Afinal, para além de meras roupas bonitas e que ajudam a contextualizar determinada produção fílmica, as roupas, às vezes, se tornam personagens ativos de complexas narrativas – seja para auxiliar na construção e na jornada dos protagonistas e coadjuvantes, seja como reflexo de tramas que falam sobre a complexa engrenagem da indústria da moda, seja como motor para um enlace romântico.

Pensando nisso, preparamos um breve lista elencando cinco filmes em que a moda se torna personagem.

Confira abaixo as nossas escolhas:

MARIA ANTONIETA (2006)

O clássico Maria Antonieta, dirigido por Sofia Coppola, funciona como uma cinebiografia irreverente e que se apoia profundamente no anacronismo fashion para garantir um total aproveitamento dessa colorida e vibrante experiência na França pré-revolucionária. Não é surpresa que, em meio aos vestidos ostensivos e às perucas exageradas, encontremos uma aproximação contemporânea com, por exemplo, peças de vestuário modernas.

Disponível no Prime Video, a dramédia é focada em uma das figuras histórias mais contraditórias da família real franco-austríaca – a qual empresta seu nome para o título – e sobre seu conturbado reinado como arquiduquesa da Áustria, porém fornecendo uma perspectiva completamente nova para a nobreza europeia, focando em um lado mais descontraído e romântico em detrimento de uma narrativa sólida. 

O DIABO VESTE PRADA (2006)

Quando pensamos no cinema da moda, O Diabo Veste Prada automaticamente nos vem à mente. O longa-metragem lançado em 2006 continua estendendo seu impacto na cultura pop de maneira inegável, motivo pelo qual ganhará uma vindoura sequência muito em breve. Levando os espectadores aos bastidores do jornalismo fashion e mostrando a moda como um império multibilionário que rege as regras da socidade, o filme envelhece como um bom vinho ano após ano.

A trama acompanha Andy Sachs (Anne Hathaway), uma recém-formada jornalista que consegue um emprego na poderosa revista de moda Runway, comandada pela impiedosa e lendária Miranda Priestly (Meryl Streep). O problema é que Andy não entende nada sobre esse universo e, lidando com colegas de trabalho que a desprezam e com uma chefe que lhe pede as coisas mais insanas do mundo, ela vê sua vida virar de cabeça para baixo.

A VINGANÇA ESTÁ NA MODA (2015)

Baseado no romance homônimo de Rosalie HamA Vingança Está na Moda provavelmente passou longe do seu radar, mas conta com um elenco de peso que nos transporta para os anos 1950 no sertão australiano – apresentando uma narrativa cuja força-motriz se apoia na arte da costura e na moda como maneira de expressão (e que, de maneira divertida, traz referências aos clássicos dirigidos por Clint Eastwood).

Contando com nomes como Kate WinsletJudy DavisLuke HemsworthHugo Weaving e outros no elenco, a trama acompanha a talentosa costureira Tilly, que regressa à sua cidade natal para tentar se reconciliar com a mãe e se vingar de algumas pessoas do seu passado. O que ela não esperava é que uma paixão inesperada cruzaria o seu caminho – e a levaria em uma inesperada jornada de amor e de autodescoberta.

TRAMA FANTASMA (2017)

Dirigido pelo prestigiado realizador Paul Thomas Anderson, Trama Fantasma é um drama histórico ambientado na Londres dos anos 1950, que acompanha o renomado costureiro Reynolds Woodcock (Daniel Day-Lewis) e sua irmã, que administram a casa de alta costura The House of Woodcock. Reynolds, um artista meticuloso e obsessivo, vê seu mundo cuidadosamente construído ser perturbado quando conhece Alma, uma jovem de temperamento forte que se torna sua musa e amante. O relacionamento deles é uma disputa de poder, com Alma desafiando o rígido controle de Reynolds e forçando-o a confrontar suas próprias vulnerabilidades.

Aqui, os figurinos não são apenas belas peças; são extensões da personalidade de Reynolds, refletindo sua natureza rígida e detalhista, além de seu temperamento artístico. Sua preferência por ternos sob medida, pijamas de seda e gravatas-borboleta lilás, contrastando com o guarda-roupa vibrante e em constante evolução de Alma, destaca suas diferentes abordagens à vida e ao amor.

CRUELLA (2021)

Em uma das melhores investidas em live-action da Walt Disney StudiosCruella conta a história de origem de uma das maiores vilãs do panteão da Casa Mouse – transformando-a em uma inesperada anti-heroína que entra em embate com a impiedosa e narcisista Baronesa em uma luta entre o novo e o ultrapassado. Contando com nomes como Emma StoneEmma Thompson no elenco protagonista, o projeto garantiu merecidamente o Oscar de Melhor Figurino para Jenny Beavan em meio à sua reestruturação da estética punk-rock dos anos 1970.

Na produção, Beavan presta homenagem a nomes como Malcolm McLarenVivienne Westwood, que despontaram em meio a incertezas e fragilidades sociopolíticas no período da Guerra Fria e que promoveram críticas ferrenhas e artísticas a uma cultura elitizada, excludente e retrógrada – garantindo que os extravagantes looks idealizados por Cruella mantivessem essa ideia no confronto contra a Baronesa.

Sacrifício BRUTAL em clipe inédito do remake de ‘Witchboard: Espírito Assassino’; Confira!

O terror ‘Witchboard‘, remake do clássico ‘Espírito Assassino‘, ganhou um clipe inédito.

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Chuck Russell (‘A Bolha Assassina’, ‘O Máskara’) é responsável pela direção.

Emily (Madison Iseman) e seu noivo Christian (Aaron Dominguez) descobrem um misterioso artefato wiccaniano, um pêndulo, enquanto se preparam para abrir um bistrô em um Bairro Francês de Nova Orleans. Uma escuridão descende sobre Emily quando ela fica obcecada com o poder de adivinhação do tabuleiro e a habilidade de invocar espíritos. Desesperado para ajudar sua noiva, Christian busca o conselho do especialista em ocultismo Alexander Babiaste (Jamie Campbell Bower). Mas Babiaste tem seus próprios segredos, incluindo uma conexão com um coven moderno de bruxas. Logo, um jogo perigoso começa quando cada balanço do pêndulo coloca a alma de Emily em risco.

Antonia Desplat (‘Operação Final’) e Charlie Tahan (‘Ozark’) completam o elenco.

Russell e Greg McKay escreveram o roteiro e estão produzindo com Kade Vu e Bernie Gewissler, em uma produção da A-Nation Media.

A nova versão estreará nos cinemas norte-americanos no dia 15 de agosto.

Diretor afirma que novo ‘Resident Evil’ terá uma história ORIGINAL

Mulher correndo de zumbis em cenário apocalíptico.

Em entrevista ao The Hollywood Reporter, Zach Cregger (‘Noites Brutais’) revelou novos detalhes sobre sua aguardada adaptação live-action de ‘Resident Evil‘.

Enquanto o cineasta já havia revelado que o novo filme não seria “completamente fiel” aos jogos, ele confirmou que a produção seguirá uma história original.

“É um roteiro original. É uma história estranha. Eu escrevi e amei a narrativa. Não tem nada a ver com os outros filmes baseados em ‘Resident Evil’. Se eu fizer meu trabalho do jeito certo, [a nova adaptação] será única e diferente.”

Anteriormente, ele havia declarado que a adaptação honrará os jogos: “Sou um grande fã dos jogos, já os joguei. Não sei quantas vezes já joguei o quarto jogo. Eu realmente amo. Eu definitivamente não estou tentando ser completamente fiel à mitologia dos jogos. Quero contar uma história que seja autêntica à experiência que você sente ao jogar os jogos”.

O reboot está programado para estrear no dia 18 de setembro de 2026.

Cregger assina o roteiro ao lado de Shay Hatten (‘Army of the Dead: Invasão em Las Vegas’).

“Sou um grande fã desses jogos por décadas e ter a chance de trazer este título para as telonas é uma verdadeira honra,” declarou o cineasta.

A Constantin Film, que detém os direitos de exibição do título desde o final dos anos 1990 e está por trás dos filmes anteriores, produzirá o reboot junto com a PlayStation Productions.

Vale lembrar que a adaptação mais recente, ‘Resident Evil: Bem-vindo a Raccoon City‘, foi massacrada pelos críticos – com apenas 30% de aprovação no Rotten Tomatoes –, além de ter fracassado nas bilheterias, arrecadando meros US$ 41.9 milhões mundialmente, a partir de um orçamento de US$ 25 milhões.

Confira o visual da Sarah Michelle Gellar no reboot de ‘Buffy, a Caça-Vampiros’

Com as gravações do reboot de ‘Buffy, a Caça-Vampiros‘ já iniciadas, as primeiras imagens dos bastidores da produção foram reveladas.

As imagens destacam o retorno da Sarah Michelle Gellar, reprisando seu papel como a caça-vampiros titular.

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A nova série será intitulada ‘Buffy – the Vampire Slayer: New Sunnydale‘ (Buffy, a Caça-Vampiros: Nova Sunnydale, em tradução livre).

O subtítulo faz referência ao final da série original. Sunnydale, a cidade onde a história é ambientada, foi construída sobre uma “Boca do Inferno”, que serve como um portal entre a Terra e dimensões demoníacas, e foi implodida no final da narrativa – resultando na destruição da cidade.

Infelizmente, a informação não foi confirmada. Trate-a como um rumor.

A nova versão será estrelada por Ryan Kiera Armstrong (‘Chamas da Vingança’), que dará vida à Nova, uma jovem caçadora. Sarah Michelle Gellar, que estrelou a clássica série dos anos 1990, retorna como Buffy Summers e entra como produtora executiva.

O elenco ainda contará com Faly Rakotohavana (‘Fora da Prisão’), Ava Jean (‘Law & Order: SVU’), Sarah Bock (‘Ruptura’), Daniel Di Tomasso (‘CSI: Vegas’) e Jack Cutmore-Scott (‘Frasier’).

Vale lembrar que a série original está disponível no Disney+.

Confira o divertido teaser da 2ª temporada de ‘Os Feiticeiros Além de Waverly Place’

A Disney divulgou o primeiro teaser da 2ª temporada de ‘Os Feiticeiros Além de Waverly Place‘.

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Os dois primeiros episódios do novo ciclo serão lançados no Disney Channel no dia 12 de setembro. A produção, no entanto, só chegará ao streaming do Disney+  no dia 8 de outubro – com todos os novos capítulos sendo lançados de uma só vez.

A trama da nova série começa após um misterioso incidente na Feitiço Tec, onde Justin Russo (David Henrie), agora adulto, escolheu deixar os seus poderes para trás para viver uma vida humana e normal com a sua esposa e dois filhos.

O elenco também conta com composto por Max Matenko (‘Platonic’), que interpretará o filho mais novo de Justin, Milo; Mimi Gianopulos (‘O Que Esperar Quando Você Está Esperando’) será a esposa de Justin, Giada; Janice LeAnn Brown (‘Euphoria’) assumirá o papel da protagonista Billie, enquanto Alkaio Thiele (‘Call Me Kat’) será o filho mais velho de Justin, Roman.

Do elenco original, também retornam David DeLuise (Jerry Russo) e Maria Canals-Barrera (Theresa Russo).

Conforme a sinopse, a série seguirá Justin Russo que “optou por levar uma vida normal e mortal com sua família, Giada, Roman e Milo. Quando a irmã de Justin, Alex, traz Billie para sua casa em busca de ajuda, Justin percebe que deve resgatar suas habilidades mágicas para orientar a feiticeira em treinamento, enquanto também equilibra suas responsabilidades cotidianas – e protege o futuro do Mundo dos Feiticeiros”.

Além de atuar, Gomez e Henrie são produtores executivos ao lado de Jed Elinoff e Scott Thomas (‘Casa da Raven’), que assim os roteiros.

Gary Marsh, ex-presidente do Disney Channel e figura chave emOs Feiticeiros de Waverly Place, também é produtor executivo.

Andy Fickman (‘Operação Babá’) é o diretor responsável pela produção do piloto e pela direção de vários episódios.

‘Uma Sexta-Feira Ainda Mais Louca’ deve SUPERAR abertura do 1º filme em estreia nos EUA

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De acordo com o Deadline, a sequência ‘Uma Sexta-Feira Ainda Mais Louca‘ deve arrecadar em torno de US$ 30 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA.

O novo filme deve superar a estreia do longa original, que abriu com US$ 22.2 milhões neste mesmo período no país.

Vale lembrar que a continuação registrou US$ 3.1 milhões em sua pré-estreia no território norte-americano, o que coloca a produção no mesmo patamar de lançamentos recentes como ‘Elvis‘ (US$3.5M), ‘Meninas Malvadas‘ (US$3.3M) e ‘Cidade Perdida‘ (US$2.5M).

Com 94% de aprovação do público no Rotten Tomatoes, o longa é a primeira grande estreia em semanas voltada especificamente para o público feminino e deve se beneficiar do forte apelo nostálgico — especialmente entre os jovens adultos que cresceram assistindo ao clássico da Disney dos anos 2000.

Com um orçamento modesto de US$ 42 milhões, a nova trama acompanha Tess (Curtis) e Anna (Lohan) em uma nova confusão sobrenatural. Agora, em um twist multigeracional, mãe e filha trocam de corpos com, respectivamente, a filha e a futura enteada de Anna, dando início a mais uma série de situações caóticas, hilárias e emocionantes.

Uma Sexta-Feira Ainda Mais Louca‘ já está em exibição nos cinemas nacionais.

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A trama do novo filme será ambientada décadas após Tess (Jamie Lee Curtis) e Anna (Lindsay Lohan) terem passado por uma crise de identidade. Agora, Anna tem uma filha e logo terá uma enteada. Enquanto enfrentam os inúmeros desafios que surgem quando duas famílias se juntam, Tess e Anna descobrem que um raio pode, sim, cair duas vezes no mesmo lugar.

O novo filme ainda contará com o retorno de Mark Harmon, Chad Michael Murray, Christina Vidal Mitchell, Haley Hudson, Lucille Soong, Stephen Tobolowsky e Rosalind Chao.

Julia Butters, Sophia Hammons, Manny Jacinto e Maitreyi Ramakrishnan completam o elenco.

Nisha Ganatra é responsável pela direção.