“Recomeçam as 13 lutas entre os deuses e a humanidade. Acompanhe a fatídica sétima luta, que vai desempatar o placar de 3×3 entre os deuses e a humanidade. Nessas batalhas intensas por grandes convicções, não vai faltar sangue e combate!”.
O próximo ciclo tem estreia marcada para dezembro de 2025 na plataforma de streaming.
Confira:
Lembrando que as duas primeiras temporadas já estão disponíveis na plataforma de streaming.
Na trama, a cada mil anos, os Deuses se reúnem para tratar sobre este destino, mas, após 7 milhões de anos, eles decidem que os humanos precisam entrar em extinção. Brunhild, a mais velha das Valquírias, propõe que os humanos devem ter mais uma chance, e todo decidem pelo Ragnarok. Assim, treze humanos devem enfrentar treze deuses, e caso haja sete vitórias para o lado da humanidade, o equilíbrio da vida vai retornar – leia a nossa crítica.
A popstarAva Max lançou no último dia 21 de agosto o seu terceiro álbum de estúdio, ‘Don’t Click Play’.
O compilado de originais já está nas principais plataformas de streaming e conta com 12 faixas inéditas, incluindo os singles “Lost Your Faith”, “Lovin Myself” e “Wet, Hot American Dream”.
Relembre a tracklist:
1. Don’t Click Play 2. How Can I Dance 3. Lovin Myself 4. Sucks to Be My Ex 5. Wet, Hot American Dream 6. Take My Call 7. Know Somebody 8. Lost Your Faith 9. Fight for Me 10. Skin in the Game 11. World’s Smallest Violin 12. Catch My Breath
A cantora e compositora estadunidense conquistou o mundo em 2018 com o lançamento de “Sweet but Psycho”, que se tornou uma das faixas mais ouvidas do Spotify e alcançou o décimo lugar dos charts da Billboard.
Em 2020, ela fez sua estreia oficial com o álbum ‘Heaven & Hell’, enquanto no ano passado deu vida ao compilado ‘Diamonds & Dancefloors’.
Dentre suas músicas mais famosas, podemos citar, além da mencionada nos parágrafos acima, “Kings & Queens”, “Dancing’s Done”, “Torn” e “Choose Your Fighter” (esta última integrando a trilha sonora do filme ‘Barbie’).
Em ‘Ainda Não Morri’, obra que já está em primeiro lugar em listas de mais vendidos no Reino Unido e que chega ao Brasil em setembro pela Intrínseca, a autora inglesa acompanha a narrativa de uma mulher que precisa solucionar seu próprio assassinato. Com um enredo inovador, Holly brinca com as estruturas clássicas do estilo whodunnit, ao subverter sua principal característica e mesclar a vítima e o investigador em um só personagem.
Jet tem um lema na vida: “faço isso depois”. Afinal, ela só tem 27 anos e vai ter muito tempo pela frente para descobrir qual rumo tomar após ter desistido da faculdade de direito. Pelo menos era o que ela achava até ser brutalmente atacada em casa após uma festa de Halloween. A tentativa de assassinato, porém, não foi tão bem-sucedida porque, como diz o título, ela ainda não está morta. Ao acordar no hospital, todavia, Jet descobre que um aneurisma fatal irá se formar em seu cérebro e se romperá em sete dias, em decorrência das pancadas misteriosas que a atingiram na cabeça.
Atormentada com a repentina finitude de sua vida, a jovem fica determinada a achar a pessoa que a sentenciou à morte. Mesmo sem achar que mantinha inimigos, a jovem desconfia de todos à sua volta. Sua família, sua cunhada, seus amigos… Todos se tornam suspeitos em potencial. Contando com a única pessoa que tem certeza ser inocente — Billy, o melhor amigo que a encontrou no chão de casa —, Jet começa uma investigação pessoal, disposta a ir até o final de uma tarefa pela primeira — e última — vez em sua vida.
A partir de dinâmicas familiares complexas, relações estremecidas e muita desconfiança, Ainda não morri revela uma nova face da produção literária de Holly Jackson marcada por enredos intrigantes e surpreendentes.
Holly Jackson se tornou autora best-seller do New York Times com a série ‘Manual de Assassinato para Boas Garotas‘, que vendeu milhões de exemplares em todo o mundo e foi adaptada em uma série de sucesso da BBC, distribuída pela Netflix. Ela é formada na Universidade de Nottingham, onde estudou Linguística Literária e Escrita Criativa, e tem um mestrado em Língua Inglesa. Pela Intrínseca, também publicou ‘Os cinco sobreviventes’ e ‘O reaparecimento de Rachel Price’.
A aclamada franquia de jogos ‘Gears of War’ encontrou seu diretor para a aguardada adaptação cinematográfica – e o projeto ficará a encargo de David Leitch, diretor conhecido em inúmeros longas-metragens de ação como ‘O Dublê’ e ‘Trem-Bala’.
Agora, em uma recente entrevista ao The Hollywood Reporter, Leitch e sua parceira e esposa Kelly McCormick trouxeram uma promissora atualização sobre o filme ao revelarem que o roteiro já está sendo escrito ao lado de Jon Spaihts – e eles estão “muito animados com isso”.
“Há muita energia da [empresa de ‘Gears of War’] The Coalition e da Netflix, porque a The Coalition lançará um jogo novo em 2026”, disse ela. “Não atingiremos essa data de lançamento, mas talvez algo que pareça relevante para o novo jogo. É uma oportunidade para David fazer um filme de guerra, algo que ele ainda não conseguiu fazer, e um pouco de ficção científica à sua maneira, com essa propriedade intelectual tão amada.”
Embora detalhes da trama ainda não tenham sido revelados, o universo de ‘Gears of War’ se passa em um planeta à beira do colapso social. A humanidade é levada à beira da extinção por uma ameaça monstruosa: criaturas subterrâneas conhecidas como Locust. O Esquadrão Delta, uma equipe improvisada liderada pelo desonrado sargento Marcus Fenix, assume a missão crucial de liderar a última resistência humana.
A Netflix adquiriu os direitos da popular franquia de videogames em novembro de 2022 com planos ambiciosos. A estratégia inicial é adaptar o jogo como um longa-metragem, seguido por uma série animada voltada para o público adulto. O sucesso dessas produções pode abrir caminho para projetos futuros dentro da franquia.
Buscando refletir sobre o caos de alguns veículos de mídia que insistem em se arriscar no polêmico universo do ‘tudo pela audiência’, a nova minissérie da NetflixMagreza na TV: A Verdade de The Biggest Loser conduz o espectador a uma análise relativamente profunda, guiada por depoimentos marcantes de pessoas envolvidas em um controverso reality show que deu o que falar ao longo de 17 temporadas, num dos principais canais de televisão nos Estados Unidos.
Dirigido pela cineasta norte-americana Skye Borgman – responsável também pelo ótimo documentário, da Netflix, A Garota da Foto –, a minissérie busca não fugir do seu foco que tem duas estradas: a questão da obesidade e as polêmicas em torno do programa. Cada episódio amplia o debate, e em alguns casos, embates de opiniões entre os entrevistados, algo que de alguma forma reforça os dramas reais expostos na série.
O The Biggest Loser foi um programa altamente rentável, que explodiu de sucesso entre os anos 2004 a 2016. O foco eram participantes de diferentes faixas etárias com obesidade, que competiam por uma grande quantia em dinheiro: vencia quem alcançasse o menor peso ao final. Os escolhidos eram divididos em grupos e guiados por treinadores que exigiam o máximo de cada pessoa – muitas vezes ultrapassando limites em relação a agressões verbais e outras práticas questionáveis.
Dividido em três episódios, o projeto se propõe em sua narrativa explorar a curiosidade, e revelar detalhes nunca mostrados, trazendo relatos de ex-participantes, de um dos treinadores, ex-produtores, e do médico responsável. Dessa forma, contextualiza bastidores e o reflexo da experiência na vida dessas pessoas após o programa.
Desde a apresentação de personagens importantes para os pontos reflexivos, passando pelas provas exigentes que o programa permitia, até os problemas com a forte opinião pública em relação ao que era feito no programa, somos colocados de frente com pontos de vistas deixando mais fácil cada um de nós tirarmos nossas próprias conclusões.
A obesidade é um tema importante, não só nos Estados Unidos, mas em todo o mundo. Ao levar a questão para milhões de televisores através de um reality show, a exposição constante acaba rompendo barreiras morais, deixando o lado comercial falar mais forte que qualquer debate inicial. Acesse a Netflix e veja, tire suas próprias conclusões.
‘Faça Ela Voltar’ (Bring Her Back), novo terror da A24, estreou nos cinemas nacionais com 89% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.
De modo geral, os críticos elogiaram o longa, destacando sua capacidade de capturar com intensidade o medo de perder alguém, além de transmitir com autenticidade o verdadeiro significado do terror.
“Os Philippou trabalham de uma forma que é impressionista, mas suficientemente refinada para se justificar. Eles não se preocupam em amarrar todos os fios soltos de sangue. O que buscam é uma sensação, uma experiência exuberante de choque maligno”, disse Owen Gleiberman da Variety.
“‘Faça Ela Voltar’ captura a escuridão e o medo de perder alguém, ao mesmo tempo em que se firma como um dos melhores filmes de terror do ano. É essa combinação, assim como em Fale Comigo, que coloca Danny e Michael Philippou entre os cineastas mais promissores e emocionantes do gênero”, disse Ross Bonaime do Collider.
“Com atuações excepcionais de todo o elenco, uma direção brilhante dos irmãos Philippou, um roteiro arrepiante e um foco constante em aterrorizar o público, ‘Faça Ela Voltar’ é um filme que os fãs de terror definitivamente não vão querer perder”, disse Swara Salih do But Why Tho? A Geek Community.
“Hawkins adiciona uma nova camada ao seu já impressionante repertório com uma atuação que transita entre uma malevolência arrepiante e uma desesperação comovente”, disse Carlos Aguilar do IGN Movies.
“Uma experiência exaustiva. Mas não no sentido emocional, onde deveria impactar, já que, apesar do talento dos Philippou para a técnica, eles não conseguem conectar os pontos entre um filme de terror que aborda o luto e um filme de terror que realmente trata do luto”, disse Ryan Lattanzio do IndieWire.
“Embora seja um filme de ritmo mais lento do que Fale Comigo e sua história seja um tanto genérica, o excelente desenvolvimento de personagens, as atuações e as cenas de terror fazem deste um filme de terror que você não vai conseguir esquecer”, disse Sean Boelman do FandomWire.
“O terror baseado no luto dos irmãos Philippou é tão visceral e brutal quanto se poderia esperar após a estreia deles nos cinemas, mas sem qualquer traço de esperança. Em vez disso, ‘Faça Ela Voltar’ funciona a partir de uma sensação constante e palpável de pavor e angústia do início ao fim”, disse Meagan Navarro do Bloody Disgusting.
“Embora seus elementos possam parecer previsíveis e o ritmo seja particularmente lento, quando Faça Ela Voltar finalmente revela todo o seu horror, tanto o pessoal quanto o sobrenatural, é impossível desviar o olhar, por mais que se tente”, disse Hoai-Tran Bui do Inverse.
Na trama, um irmão e uma irmã descobrem um ritual aterrorizante na casa isolada de sua nova mãe adotiva.
O popular diretor de filmes de ação David Leitch outrora esteve em negociações para comandar ‘Jurassic World: Recomeço’, o capítulo mais recente da famosa franquia sci-fi. Porém, Leitch rapidamente deixou o projeto.
Na época, foi relatado que a saída foi cordial, com Leitch e o estúdio simplesmente tendo ideias diferentes sobre a direção do projeto.
Em uma recente entrevista ao The Hollywood Reporter, Leitch e Kelly McCormick, sua parceira de produção e esposa, comentaram sobre seu breve envolvimento com a franquia Jurassic e por que não deu certo.
“Se entrarmos em uma propriedade intelectual ou franquia, tem que ser a certa, no momento certo, pelos motivos certos”, disse McCormick. “E ficamos muito seduzidos pela franquia incrível que ‘Jurassic’ é. Mas está cada vez mais difícil fazer produções originais, e pensamos: ‘se eles saírem, vamos tentar fazer produções originais o máximo possível, o mais rápido possível'”.
Leitch acrescentou: “quando você vê uma oportunidade para um material original que você gosta e que um estúdio vai apoiar e financiar, queremos continuar insistindo nisso.”
Recentemente, ‘Recomeço’ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 820 milhões nas bilheterias mundiais.
Atualmente, o filme se encontra no TOP 4 das maiores arrecadações do ano, atrás apenas do fenômeno chinês ‘Ne Zha 2: O Renascer da Alma‘ (US$1.9B), ‘Lilo & Stitch‘ (US$1B) e ‘Um Filme Minecraft‘ (US$955.1M).
Nos EUA, o longa já arrecadou US$ 332.1 milhões. Internacionalmente, foram US$ 496.4 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 828.5 milhões.
O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com a China (US$78.1M), Reino Unido (US$45.3M), México (US$35.3M), Alemanha (US$30.5M) e França (US$26.6M).
‘Jurassic World: Recomeço’ segue em exibição nos cinemas nacionais!
Na trama, cinco anos após os eventos de ‘Jurassic World – Domínio‘, a ecologia do planeta se mostrou amplamente inóspita para os dinossauros. Os dinossauros que restam existem em ambientes equatoriais isolados com climas que lembram aqueles em que eles prosperaram. As três criaturas mais colossais dentro daquela biosfera tropical detêm a chave para uma droga que trará benefícios milagrosos para salvar vidas da humanidade.
Gareth Edwards, do aclamado sci-fi ‘Resistência‘, é o responsável pela direção.
David Koepp, roteirista do longa original de 1993, assina o novo filme.
Segundo o Deadline, a cantora e compositora Hayes Warner foi escalada para o elenco de ‘The Shards’, série de suspense criada pelo prolífico realizador Ryan Murphy (‘American Horror Story’) (via Variety).
Warner, conhecida por seu trabalho na trilha sonora de ‘The Barbie Chronicles’ e da franquia ‘Os Descendentes’, dará vida a Debbie. Mais informações não foram reveladas.
A série é baseada no livro homônimo de Ellis, lançado em 2023, que mistura elementos autobiográficos com ficção, em uma narrativa tensa ambientada na Los Angeles dos anos 1980.
Na trama, um adolescente de 17 anos vive um turbilhão emocional enquanto tenta desvendar o mistério de um novo colega enigmático e um serial killer à solta — o “Trawler” — cujos crimes parecem se aproximar perigosamente de seu círculo de amigos.
A produção será dirigida por Max Winkler (filho de Henry Winkler) e contará com o próprio Ellis entre os produtores, ao lado de Nick Hall, Kathleen McCaffrey, Brian Young e da equipe da Ryan Murphy Productions.
A série será transmitida pelo canal FX e distribuída pelo estúdio 20th Television, com quem Murphy mantém um contrato de exclusividade.
Com um enredo denso e atmosfera de paranoia juvenil, ‘The Shards‘ promete seguir a linha de sucessos anteriores de Murphy como ‘American Horror Story’ e ‘Dahmer’, explorando o lado sombrio do desejo, do medo e da obsessão em um cenário de privilégios, violência e juventude.
Em um recente comunicado emitido por Laura Lancaster, Presidente do Desenvolvimento Televisivo e Seriado da Amazon MGM Studios, foi revelado que a série derivada ‘Blade Runner 2099’ já tem previsão de lançamento.
Como aponta o Deadline, o spin-off estrelado pela vencedora do Oscar Michelle Yeoh (‘Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo’) e por Hunter Schafer (‘Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes’) chegará ao catálogo do Prime Video em 2026.
Na trama, Yeoh interpreta Olwen, uma replicante próxima do fim de sua vida.
Jonathan van Tulleken (‘Xógun: A Gloriosa Saga do Japão’) foi contratado para dirigir os dois primeiros episódios da série.
A produção se passará no universo cyberpunk baseado no clássico de Philip K. Dick., e sua história será ambientada 50 anos após os eventos de ‘Blade Runner 2049‘.
“Blade Runner de Ridley Scott é considerado um dos maiores e mais influentes filmes de ficção científica de todos os tempos e estamos empolgados em apresentar Blade Runner 2099 aos nossos assinantes do Prime Video”, afirmouVernon Sanders, chefe de televisão global do Amazon Studios.
A série é produzida pelo diretor do original, Ridley Scott (‘Casa Gucci’), juntamente com a Amazon.
O cineasta James Gunn relembrou recentemente sua experiência ao escrever o roteiro de ‘Scooby-Doo’ (2002), revelando que a versão original do filme tinha um tom muito mais ousado e voltado para o público adulto.
“O primeiro filme foi um pesadelo. Muitos sabem que nossa primeira classificação foi para maiores, por causa de algo estúpido — o filme nem era realmente para maiores de idade”, disse Gunn, conforme a Games Radar. “Removemos aquele único elemento e ele se tornou PG-13. A ideia era fazer um filme para adolescentes, com um tom parecido com Austin Powers, mais provocativo”.
Segundo o diretor, a Warner Bros. acabou optando por tornar o projeto mais familiar:
“Eles decidiram que seria um filme totalmente voltado para famílias e crianças, e tudo precisou ser ajustado para esse público. Algumas coisas, porém, não puderam ser totalmente apagadas. O decote das atrizes principais, por exemplo, foi removido digitalmente após uma pessoa numa sessão de teste em Sacramento perguntar: ‘Por que os vestidos delas são tão decotados?’ Então, acabaram editando digitalmente os decotes da Sarah [Michelle Gellar] e da Linda [Cardellini]”, acrescentou.
‘Scooby-Doo’ e sua sequência ‘Scooby-Doo 2: Monstros à Solta’ foram lançados respectivamente em 2002 e 2004.
‘Wicked: Parte 2’ está cada vez mais próxima das telonas, e o diretorJon M. Chu revelou novos detalhes sobre o aguardado desfecho da história. Segundo ele, o segundo filme não só expande o universo apresentado anteriormente, como também aprofunda a jornada emocional das protagonistas, Elphaba e Glinda.
“Adoro que as pessoas finalmente vão ver o plano completo, toda a dimensão do que Cynthia [Erivo] e Ariana [Grande] fazem nesse filme”, disse Chu em entrevista à Empire. “Fico feliz que elas tenham sido reconhecidas no primeiro, mas o segundo é onde a verdadeira essência da história ganha vida”.
Ele acrescentou: “As apostas estão mais altas do que nunca para ela. Elphaba está lutando para desmascarar o Mágico, mas está sozinha nessa batalha. Será que uma única pessoa consegue fazer a diferença? Ela enfrenta uma propaganda poderosa que a pinta como a Bruxa Má, ataca sua aparência e questiona sua essência. O que fazer quando o lar em que você acreditava não te aceita mais? Ainda vale a pena lutar por ele? Por que permanecer?”.
Com estreia marcada para 20 de novembro, a continuação da sensação global de 2024 – que se tornou a maior adaptação cinematográfica da Broadway de todos os tempos – ainda traz Jonathan Bailey (Fiyero), Jeff Goldblum (O Mágico) e Michelle Yeoh (Madame Morrible) no elenco protagonista.
O segundo capítulo traz o premiado cineasta Jon M. Chu (‘Podres de Ricos’) de volta à cadeira de direção.
O atorChadwick Boseman (1976–2020), que conquistou o público como o herói ‘Pantera Negra’, será homenageado em um novo documentário produzido pelo estúdio Words + Pictures, responsável por títulos como ‘Super/Man: The Christopher Reeve Story’, segundo o Boardwalk Times.
Boseman foi um ator querido e icônico, que faleceu em 2020 após uma batalha privada de quatro anos contra o câncer de cólon. Durante sua carreira ele estralou longas como ‘Crime sem Saída’, ’42 – A História de uma Lenda’ e ‘A Voz Suprema do Blues’.
‘Super/Man: A História de Christopher Reeve’ está disponível no HBO Max.
A história de Christopher Reeve é de uma ascensão surpreendente de ator desconhecido a estrela de cinema icônica, e sua interpretação clássica de Clark Kent/Superman estabeleceu a referência para os universos cinematográficos de super-heróis que dominam o cinema hoje. Reeve interpretou Superman em quatro filmes e atuou em dezenas de outros papéis que reiteraram seu talento e alcance como ator, antes de se ferir em um acidente de equitação quase fatal em 1995, que o deixou paralisado do pescoço para baixo.
O longa, dirigido por Ian Bonhote (‘The Contestant’) e Peter Ettedgui (‘A Verdade sobre Marlon Brando’), com roteiro de Bonhote, Ettedgui e Otto Burnham, apresenta filmagens e arquivos pessoais inéditos para proporcionar uma visão íntima do cotidiano de Christopher Reeve e contar a história do homem que foi de um ator desconhecido a uma estrela do cinema.
O estúdio teve que desembolsar US$ 15 milhões para garantir os direitos globais do documentário.
Infelizmente, Christopher Reeve ficou tetraplégico após um acidente de cavalo em 1995. O ator faleceu em 2004, aos 52 anos, devido a uma grave infecção relacionada ao seu estado de saúde.
A atriz Margot Robbie, conhecida por interpretar a excêntrica Harley Quinn/Arlequina, falou recentemente sobre a possibilidade de reprisar seu papel no novo universo criado por James Gunn.
Segundo a Variety, durante uma conversa com Colin Farrell, Robbie afirmou que ainda não foi procurada para futuros projetos da DC. “Não ouvi nada”.
Questionada se já se cansou de interpretar a personagem, ela respondeu: “Nunca. Não dá para enjoar da Harley. Eu a amo profundamente. Sempre tive grandes esperanças nela, assim como com o Batman. É um personagem que permanece amado muito tempo depois de eu tê-la vivido”.
Robbie também disse que adoraria ver como outros atores poderiam interpretar a anti-heroína. “Sinto que preciso compartilhar a Harley”, afirmou.
Sobre a possibilidade de um crossover com o universo de ‘Batman’, dirigido por Matt Reeves, Robbie brincou: “Você vai ter que perguntar para James Gunn”.
“Como isso funcionaria?”, perguntou Farrell, provocando Robbie a responder: “Quente!”
“Essa não é a palavra que me vem à mente”, rebateu Farrell. “Harley e o Pinguim poderiam ser o novo casal poderoso da DC?”
“Isso. Seria um casal doido”, concluiu.
Vale lembrar que ‘Superman‘, o primeiro capítulo do novo universo cinematográfico da DC, se tornou um sucesso de crítica e público. Além de ter alcançado 83% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.
A Disney divulgou recentemente o mais novo trailer de ‘Tron: Ares’, sequência estrelada porJared Leto (‘Morbius’), que mergulha em um universo de inteligência artificial.
O longa-metragem tem lançamento agendado para o dia 10 de outubro de 2025.
Na trama, Leto (‘Morbius’) interpreta Ares, a manifestação do programa Tron.
O elenco ainda conta com Evan Peters (‘Dahmer: Um Canibal Americano’), Greta Lee (‘The Morning Show’), Jodie Turner-Smith (‘Mistério em Paris’), Cameron Monaghan(‘Gotham’) e Jeff Bridges (‘The Old Man’).
‘Bon Appétit, Vossa Majestade’, o mais novo K-Drama da Netflix, chega à plataforma amanhã, 23 de agosto. Para celebrar esse momento, a Netflix lançou um novo teaser oficial.
“Uma chef talentosa viaja no tempo até a era Joseon e conquista o paladar de um príncipe tirano com seus pratos modernos. Mas agradar a realeza é o menor dos desafios”, diz a sinopse.
A aclamada animação da Netflix, ‘Samurai de Olhos Azuis’, iniciou oficialmente a produção de sua segunda temporada. Para comemorar esse momento, a plataforma compartilhou um vídeo celebrando o início das gravações.
A trama é ambientada durante o período Edo (Século 17), no Japão, e segue uma mestre espadachim, Mizu (Maya Erskine), que busca vingança contra os quatro homens brancos que permaneceram ilegalmente no Japão durante o fechamento de suas fronteiras.
Sem data de estreia, o próximo ciclo está programado para 2026.
Na trama, forças sinistras estão em jogo para abrir o portal entre os reinos humano e demoníaco. No meio de tudo isso está Dante, um caçador de demônios de aluguel, sem saber que o destino de ambos os mundos está pendurado em seu pescoço.
A série foi criada por Adi Shankar, que também servirá como showrunner e produtor executivo.
“Fiquem tranquilos, nós estamos trabalhando muito duro porque amamos a franquia e porque queremos entregar algo ótimo,” declarou o showrunner. “Nosso objetivo não era apenas produzir outra série de animação. Meu objetivo é fazer um dos melhores programas da plataforma Netflix — ponto final.”
O projeto foi desenvolvido em parceria com o Studio Mir, estúdio responsável por ‘A Lenda de Korra‘ e ‘The Witcher: Lenda do Lobo‘.
Em entrevista ao DNA, a autora Casey McQuiston confirmou que o roteiro da sequência ‘Vermelho, Branco e Sangue Azul 2‘ já foi finalizado.
Ela havia comentado que já “tinha largado da caneta” ao ser questionada sobre a continuação, mas suas palavras acabaram causando confusão entre os fãs da saga.
“Não sei quem precisa ouvir isso, mas quando eu disse que ‘tinha largado a caneta’, eu quis dizer que o roteiro estava pronto – é como falamos quando fazemos uma prova. Já usei essa expressão umas mil vezes para descrever o sentimento de entregar um roteiro. Não é nada demais.”
Vale lembrar que a Amazon MGM Studios anunciou o desenvolvimento da sequência em maio do ano passado, após o primeiro filme se tornar um sucesso estrondoso, alcançando a posição de número 1 no Prime Video globalmente em seu fim de semana de estreia e mantendo-a por três semanas.
Lembrando que o filme é baseado no romance LGBTQIA+ de mesmo nome assinado por Casey McQuinston.
O que pode acontecer quando o filho da presidenta dos Estados Unidos se apaixona pelo príncipe da Inglaterra? Quando sua mãe foi eleita presidenta dos Estados Unidos, Alex Claremont-Diaz se tornou o novo queridinho da mídia norte-americana. Bonito, carismático e com personalidade forte, Alex tem tudo para seguir os passos de seus pais e conquistar uma carreira na política, como tanto deseja. Mas quando sua família é convidada para o casamento real do príncipe britânico Philip, Alex tem que encarar o seu primeiro desafio diplomático: lidar com Henry, irmão mais novo de Philip, o príncipe mais adorado do mundo, com quem ele é constantemente comparado ― e que ele não suporta. O encontro entre os dois sai pior do que o esperado, e no dia seguinte todos os jornais do mundo estampam fotos de Alex e Henry caídos em cima do bolo real, insinuando uma briga séria entre os dois. Para evitar um desastre diplomático, eles passam um fim de semana fingindo ser melhores amigos e não demora para que essa relação evolua para algo que nenhum dos dois poderia imaginar ― e que não tem nenhuma chance de dar certo. Ou tem?.
O filme ‘Superman’ continua em cartaz nos cinemas e, recentemente, James Gunn revelou um momento marcante dos bastidores, onde viveu um intenso debate com o astro David Corenswet.
Segundo a Variety, a discussão girou em torno de uma das cenas mais importantes do filme: o monólogo final de Superman para Lex Luthor, interpretado por Nicholas Hoult.
Na cena, após Lex ofender Superman chamando-o de “pedaço de alienígena de merda”, o herói responde: “É aí que você sempre errou sobre mim, Lex”, antes de começar um discurso sobre como suas falhas e fragilidades o tornam humano.
Durante as filmagens, Gunn queria uma performance mais intensa de Corenswet, que de repente parou a cena para questionar a abordagem.
Corenswet explicou que ele precisa entender a motivação de cada palavra para que a cena faça sentido, mesmo que isso irrite as pessoas.
“Adoro falar sobre texto e o que cada palavra significa e o que cada sinal de pontuação significa, e posso irritar as pessoas fazendo isso”, diz Corenswet. “Eu preciso que isso faça sentido. Preciso saber o que estou tentando fazer”.
A questão principal para ele era por que Superman, já confortado por seu pai adotivo, Pa Kent, que lhe disse que suas escolhas o definem, ainda se sentiria tão emocionado ao repreender Lex.
Corenswet expressou sua preocupação no set, dizendo que se sentia fraco ao gritar com Lex. Gunn, por sua vez, explicou que a vulnerabilidade era o ponto chave:
“É o momento em que você reconhece sua própria fraqueza, seus próprios sentimentos feridos, para que todo mundo que ouvir o Superman saiba que está tudo bem sentir isso”, explicou Gunn.
“Mas, agora eu sei que Pa Kent me deu o que eu preciso. Se [Lex] disser: ‘Você é um alienígena’, isso não faz o que fez comigo antes, certo?”, rebateu Corenswet.
“Exceto, acho que não é uma bala mágica”, respondeu Gunn.
O debate se aprofundou quando Corenswet saiu do set para conversar diretamente com Gunn. O ator argumentou que gritar a frase “Isso é ser humano!” soaria como se ele estivesse tentando provar algo, em vez de realmente saber quem ele é.
Gunn se aproximou e, tocando o peito de Corenswet, reforçou seu ponto: “Seus sentimentos sobre se sentir mal estão OK. Nesse momento, para você falar que está tudo bem ser vulnerável, você tem que ser vulnerável, o que significa mostrar para o Lex que seus sentimentos estão feridos”.
Convencido, Corenswet retornou e entregou sua performance. O resultado levou Gunn e o produtor Peter Safran às lágrimas.
No final, Gunn resumiu o valor daquela troca: “Não há raiva nenhuma nisso tudo. Tem um motivo para ele estar fazendo todas essas perguntas. Porque isso melhora tudo”.
This was one of my favorite moments on the set of #Superman and was freaked out (and so happy) to find out it had been filmed.
This and many other moments were captured in
“Adventures in Making Superman,” a 60-minute making-of feature showcasing intimate behind-the-scenes of… pic.twitter.com/5bkFCRDZkO
James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.
Quando chega o fim de semana, a primeira coisa que fazemos ao relaxar em nosso sofá é procurar um bom filme para conferir! Se você está nessa situação: não se preocupe! Selecionamos abaixo 10 obras bem legais para você esquentar a pipoca e assistir!
Lynette (Vanessa Kirby) precisa sobreviver em um contexto familiar complicado, convivendo com a mãe, Doreen (Jennifer Jason Leigh), e o irmão mais velho, Kenny (Zack Gottsagen). Quando ficam à beira de perder a casa onde moram, a protagonista precisa arranjar uma alta quantia em apenas 24 horas. Percorrendo, noite adentro, o submundo de uma cidade de oportunidades perdidas, ela é obrigada a confrontar o passado e ultrapassar qualquer limite de inconsequência.
Iris (Angela Schijf) é uma advogada e mãe de um filho autista que, inesperadamente, descobre a existência de um irmão (Fedja van Huêt) até então desconhecido — e, para sua surpresa, ele está preso, acusado de assassinato. Movida pela urgência de entender essa história, ela se lança em uma corrida contra o tempo, desvendando segredos profundos ligados ao crime e, sobretudo, à sua própria família.
O jovem estudante Simon (Simon Lööf) chega à cidade de Lund com o objetivo de cursar Direito em uma prestigiada universidade, mesmo carregando o sonho de se tornar escritor. Logo se depara com as desigualdades sociais à sua volta, especialmente ao conviver com colegas de quarto abastados, o que o coloca diante de um cotidiano de contrastes. É nesse cenário que conhece Max (Nora Rios), uma jovem carismática e integrante de um grupo que comete pequenos delitos contra os mais ricos. Fascinado pela rebeldia e pelo idealismo do grupo, Simon se vê cada vez mais envolvido — até que eventos marcantes o forçam a encarar as consequências de suas escolhas.
Maren (Sandra Hüller) e Robert (Max Riemelt) são um casal que vivem os tempos de incertezas após o início da reunificação da Alemanha, meses depois da queda do Muro de Berlim. Moradores de um condomínio onde outros moradores passam pelas mesmas dificuldades e sem saber o que será do futuro, um dia encontram um bunker cheio de dinheiro prestes a perder o valor. Buscando trocar esse dinheiro o mais rápido possível, a família comunista e seus amigos embarcam numa série de aventuras para conseguir estabilidade num mundo novo que está por vir.
Na trama, conhecemos Bella Baxter (Emma Stone), uma jovem que ganhou uma segunda chance na vida após ser salva da morte pelo Dr. Godwin Baxter (Willem Dafoe), um excêntrico cientista famoso por experiências bizarras. Buscando reaprender valores e o básico da vida, Bella logo se abraça a necessidade do livre-arbítrio embarcando assim em uma enorme aventura quando foge com um duvidoso advogado chamado Duncan Wedderburn (Mark Ruffalo).
Johanne (Ella Øverbye) é uma jovem estudante do ensino médio que após a chegada da nova professora de francês Johanna (Selome Emnetu) começa a desenvolver uma intensa paixão por ela. Buscando uma solução para entender melhor toda essa bomba de emoções que está vivendo, resolve escrever todos seus sentimentos e experiências em um diário. Até que um dia convida sua avó Karin (Anne Marit Jacobsen) e sua mãe Kristin (Ane Dahl Torp) para ler todas as páginas desse amor proibido, causando um choque entre as três gerações.
Na trama, conhecemos em diversas passagens de sua vida o curandeiro Jan Mikolásek (Ivan Trojan) que na adolescência, depois de ajudar a irmã que estava à beira de ter a perna direita amputada, começa a acreditar que possui um dom ou mesmo alguma habilidade quase inexplicável pelo seu conhecimento de ervas medicinais. Filho de um jardineiro, ele possui um relacionamento muito complicado com o pai que é rompido de vez quando o protagonista foge de casa e busca mais explicações para suas técnicas que se baseiam em diagnósticos por meio de análises das urinas dos que procuravam sua ajuda, técnica que lapidou com uma curandeira no início de sua fase adulta. O tempo passa e a questão da fé e também do amor começam a ganhar protagonismo na sua reclusa vida.
Na trama, conhecemos o pacato Tomás (Javier Cámara), um homem de meia idade que mora no Canadá e convencido pela esposa embarca em um vôo para a Espanha onde irá encontrar o seu melhor amigo de toda uma vida, Julian (Ricardo Darín) um ator que está à beira do falecimento por conta de tumores que se espalharam por seu corpo e busca um novo e futuro lar para seu fiel companheiro, Truman. Ao longo de poucos dias, a dupla viverá situações inesquecíveis, misturado a um tsunami emocional, que se juntarão ao grande álbum de amizade que colecionam durante anos.
Dungeons & Dragons – Honra Entre Rebeldes (Paramount Plus)
Na trama, conhecemos o carismático ladrão Edgin (Chris Pine) que viveu toda sua vida dando pequenos golpes ao lado de sua companheira de aventuras Holga (Michelle Rodriguez) até que um dia precisa largar a família para mais uma jornada e acaba sendo preso por algum tempo. Quando consegue sair dessa prisão, a dupla de aventureiros embarca em mais uma aventura, agora ao lado de outros novos amigos, em busca de uma relíquia que está nas mãos de pessoas que querem criar o caos no mundo onde eles vivem.
Na trama conhecemos o jovem Wellington (João Pedro Mariano), que ao sair de um reformatório vai em busca dos pais que não mantiveram contato enquanto ele estava em reclusão. Ao se ver perdido na maior cidade do país, certo dia seu destino se cruza com o de Ronaldo (Ricardo Teodoro), um homem que sobrevive se prostituindo e traficando. Aos poucos esse relacionamento se estabelece com muitas fases que vão desde amor intenso até caóticos desencontros.