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VMA 2025 | The Weeknd conquista SETE indicações à premiação, incluindo Vídeo do Ano

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O aclamado cantor e compositor The Weeknd conquistou sólidas sete indicações ao Video Music Awards 2025.

Dentre as categorias, o vencedor do Grammy concorre a Vídeo do AnoMúsica do Ano por “Timeless”, colaboração ao lado do rapper Playboi Carti. Ele também disputa pelo prêmio de Artista do Ano.

Os vencedores serão revelados no dia 7 de setembro.

Vale lembrar que o último compilado de originais do artista foi Hurry Up Tomorrow, que conta com a colaboração já mencionada e os singles “Dancing in the Flames”“São Paulo” (trazendo a participação da cantora brasileira Anitta).

O álbum também funciona como a terceira parte da trilogia composta pelos elogiados ‘After Hours’Dawn FM.

Vale lembrar que a obra contará com um filme homônimo será lançado como projeto paralelo.

O longa homônimo é dirigido por Trey Edward Schults, que também assina o roteiro ao lado de The WeekndReza Fahim. O astro co-estrela o projeto com Jenna OrtegaBarry KeoghanGabby Barrett e tem lançamento agendado para o dia 16 de maio nos cinemas.

VMA 2025 | Sabrina Carpenter conquista OITO indicações à premiação, incluindo Vídeo do Ano

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A vencedora do Grammy Sabrina Carpenter, uma das vozes mais populares da nova geração da música, foi uma das principais relembradas do Video Music Awards 2025.

A artista conquistou nada menos que oito indicações à premiação, incluindo Vídeo do AnoMelhor Música Pop por “Manchild”lead single do vindouro álbum ‘Man’s Best Friend’.

Os vencedores serão revelados no dia 7 de setembro.

Lembrando que o compilado de originais contará com doze faixas e será lançado no dia 29 de agosto.

Confira a tracklist:

1. Manchild
2. Tears
3. My Man on Willpower
4. Sugar Talking
5. We Almost Broke Up Again Last Night
6. Nobody’s Son
7. Never Getting Laid
8. When Did You Get Hot?
9. Go Go Juice
10. Don’t Worry I’ll Make You Worry
11. House Tour
12. Goodbye

O álbum mais recente da artista foi o elogiado ‘Short N’ Sweet’, que lhe duas estatuetas do Grammy Awards – Melhor Álbum Pop Vocal pelo disco e Melhor Performance Pop Solo pelo single “Espresso”.

Carpenter fez sua estreia oficial no mundo da música com ‘Eyes Wide Open’, em 2015, ascendendo a uma carreira meteórica nos últimos anos – principalmente depois de ter lançado o aclamado ‘emails i can’t send’ e sua subsequente versão deluxe.

Em 2023 e 2024, a cantora, compositora e atriz também foi chamada por Taylor Swift como um dos atos de abertura da ‘The Eras Tour’, apresentando-se, inclusive, no Brasil.

Dentre suas músicas mais famosas, podemos citar “Thumbs”“Paris”“read your mind”“feather”.

VMA 2025 | Kendrick Lamar conquista DEZ indicações à premiação, incluindo Vídeo do Ano

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O aclamado musicista Kendrick Lamar foi um dos principais relembrados da próxima edição do Video Music Awards.

rapper vencedor do Grammy concorre em dez categorias, incluindo Vídeo do Ano por “Not Like Us”Colaboração do Ano por “luther” (ao lado de SZA) e Artista do Ano.

Os vencedores serão revelados no dia 7 de setembro.

Lamar é considerado um dos maiores rappers de todos os tempos e já levou para casa inúmeros prêmios, incluindo um Pulitzer e 17 estatuetas do Grammy.

Seu álbum ‘To Pimp a Butterfly’ é considerado um dos melhores da história e, em 2022, lançou o igualmente elogiado ‘Mr. Morale & The Big Steppers’, de 2022. Em 2024, lançou a faixa “Not Like Us” como capítulo final da rixa contra o rapper Drake (rendendo-lhe nada menos que cinco estatuetas do Grammy, incluindo Música do AnoGravação do Ano).

No mesmo ano, Lamar lançou seu sexto álbum de estúdio, ‘GNX’, que conquistou a crítica e os fãs ao redor do mundo, contando com nada menos que três singles.

Artigo | Os 5 anos de ‘Folklore’, o melhor álbum de Taylor Swift

A carreira de Taylor Swift se assemelha a um arco narrativo de um dos personagens mais complexos da indústria do entretenimento. Começando a se apaixonar pela música ainda quando criança e tornando-se um dos expoentes principais da música country com apenas dezessete anos – e levando diversos prêmios para casa com seus primeiros álbuns de estúdio, Swift costumeiramente falava sobre relacionamentos e traumas cotidianos, analisando o mesmo tema com uma diversidade lírica invejável, colocando-a também como uma das melhores compositoras do século. Iniciando sua maturidade com o country-pop ‘Red’ e fechando esse ciclo com ‘1989’, a artista deixou bem claro para todo mundo que não tinha mais nada para provar para ninguém.

Poucos meses depois do lançamento do subestimado ‘Lover’ na esfera fonográfica, Swift entendeu que estava pronta para mostrar sua versatilidade mais uma vez. Anunciando de surpresa Folklore, sua oitava iteração, ninguém conseguiria prever a quais estilos e subgêneros a cantora se envolveria – talvez um retorno para o impactante pop de 2014, ou então um resgate às raízes de seus primeiros dias no conturbado panorama artístico. Mas a verdade é que, assim como qualquer outra de suas incursões, sua oitava obra seria atiçada com gêneros que entraram em desuso na década passada e foram resgatados com força desde o início da década – incluindo Fiona Apple e Bob Dylan, que, sem dúvida alguma, lançaram alguns dos melhores álbuns da memória recente. O resultado de Folklore é maior do que qualquer um poderia imaginar: além de uma coesão sonora quase blasfema, Swift cria uma melancólica e sensorialista mitologia que endossa sua aplaudível e original identidade.

Ao longo de dezesseis faixas, Taylor é inteligente o suficiente para não deixar se render aos amadores erros de sua investida anterior, não nos cansando ao escolher a dedo down tempos místicos que refletem com ambiguidade explosiva o título do CD. As inclinações para o folk, que remetem em partes a Florence Welch e a Aurora, não deixam de fora as inflexões eletrônicas típicas de Jack Antonoff, que volta pela terceira vez para trabalhar com Swift – e pouquíssimo tempo depois de ter entregue outra produção impecável, ‘Gaslighter’ (2020). Mais do que isso, a dupla, que também se une às competentes mãos de Aaron Dessner (guitarrista da banda The National), sujeita-se não exatamente a uma tristeza, mas a uma taciturnidade extensiva que diz para si mesmo que os tempos de outrora não vão voltar. O evocativo lirismo, digno das melhores canções da performer, é transformado numa narrativa poética que foge do comedido cotidiano e abre asas para uma externalização necessária.

Swift foge do escapismo e, ao mesmo tempo, retorna a ele: as impalpáveis texturas que delineia se distanciam de um teatralismo exacerbado, acompanhando de perto uma “humanização” que, mais que nunca, faz-se necessária. “Cardigan”, o carro-chefe do álbum, é uma crítica quase sociológica e hierárquica, guiada pelas notas lo-fi do piano que, numa rápida busca pela discografia da artista, quase nunca foi usado. De fato, Taylor sempre teve em mente construções mercadológicas, essencialmente voltadas para a compra em massa. Folklore renega tudo o que ela já foi e o que é, mas não a deixa de lado por completo, escolhendo mostrar um lado visto com brevidade em incursões menos conhecidas. “The Last Great American Dynasty”, por exemplo, permanece dentro da mesma imagética instrumental, mas volta-se para uma trama um pouco mais dinâmica; “Exile” é um dueto inesperado que une as vozes de Swift com a grave epopeia Bon Iver, criando um cenário belamente conflitante e emocionante.

Ainda que a obra não seja a representação clássica do bubblegum pop a que estamos acostumados, algumas progressões misturam com perfeição estilos secundários, como em “Seven”: indiscutivelmente um dos muitos ápices, os violinos à la ‘FEVER DREAM’ (2019), a dissonância do piano e a momentânea voz da bateria arquitetam um dégradé instrumental que entra em contradição com os crescendos da lead singer, cujos versos saudosistas pintam um retrato idílico, puro e ingênuo. “This Is Me Trying” já abre espaço para o ecoante chamber pop, mas sem deixar de lado o indie folk do qual se valeu até aqui; “Invisible String” traz o retorno sólido do violão em uma descontruída balada romântica, uma história de amor que permitiu que o eu lírico (no caso a própria Taylor) pudesse se livrar das amarras de seu passado e encontrar paz interior, dialogando com basicamente tudo o que qualquer pessoa já quis.

“Mad Woman”, por sua vez, marca o retorno da cantora para um ressonante solilóquio daquilo que está preso em sua garganta, flertando com a dramatização de um tóxico enlace que precisa chegar ao fim. Logo no último quarto da obra, Swift resolve mudar a construção, fazendo isso sem cair nas armadilhas da fragmentação coesiva: nesse empolgante trajeto, surge “Epiphany”, uma mítica e narcótica faixa que sagazmente não sai da linearidade instrumental, mas impede que essa una composição seja cansativa – aliás, é difícil encontrar qualquer mínima sequência de notas que não seja bem pensada e bem estruturada.

Talvez o maior sucesso de Folklore seja sua capacidade natural e orgânica de não ser convencional. Ousadias borbulham em cada uma das tracks, com elegância e requinte que merecem atenção – e que com certeza terão. Mais do que isso, o álbum é, quando em comparação com a carreira completa de Taylor Swift, o auge de uma donaire artística que ainda tem muito para nos mostrar.

VMA 2025 | Lady Gaga conquista DOZE indicações à premiação, incluindo Vídeo do Ano

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Depois de ter dominado o primeiro semestre de 2025, a titânica popstar Lady Gaga começou a aparecer na próxima temporada de premiações – e foi a mais relembrada do Video Music Awards 2025.

Gaga conquistou doze indicações, incluindo Vídeo do AnoColaboração do AnoMúsica do Ano por “Die With a Smile”, aclamado dueto performado ao lado de Bruno Mars (que, por sua vez, foi nomeado a onze categorias). Dentre outras categorias, Gaga aparece também em Artista do Ano.

Os vencedores serão revelados em 7 de setembro.

Lembrando que o último compilado da artista foi o aclamado ‘MAYHEM’, que ainda conta com os singles “Disease”“Abracadabra”.

O compilado anterior de originais de Gaga foi o elogiado Chromatica, lançado em 2020 e que lhe rendeu uma estatueta do Grammy. Em 2021, ela se uniu a Tony Bennett para o elogiado Love for Sale, que rendeu a ambos os artistas mais um gramofone dourado – marcando o último disco da lenda do jazz antes de seu falecimento.

Em 2024, ela também lançou um álbum de covers de jazz e duas músicas originais intitulado Harlequin, que funcionou como um projeto-irmão do filme Coringa: Delírio a Dois. Além disso, uniu-se a Bruno Mars para uma das canções mais bem-sucedidas e aclamadas do ano, “Die With a Smile”.

Considerada uma das maiores artistas da história, Gaga já conquistou inúmeros prêmios ao longo de sua carreira, incluindo 14 Grammys1 Oscar2 Globos de Ouro2 Critics Choice Awards1 BAFTA e 1 Emmy Award. Ela também é uma das musicistas mais bem-sucedidas da indústria, tendo vendido 110 milhões de álbuns175 bilhões de streamings758 milhões de unidades ao redor do mundo.

‘A Ressurreição de Cristo’: Sequência de Mel Gibson será dividida em duas partes; Confira as datas de estreia!

A Ressurreição de Cristo (The Resurrection of the Christ), a aguardada sequência do longa de Mel Gibson, ganhou novidades e será dividida em duas partes.

Segundo o The Hollywood Reporter, a Parte Um chegará aos cinemas, nos EUA, na Sexta-feira Santa, 26 de março de 2027, enquanto a Parte Dois será lançada 40 dias depois, no Dia da Ascensão, que cai em 6 de maio de 2027.

No Brasil ainda não tem confirmação de estreia.

Os dois longas seguirão os eventos após A Paixão de Cristo. Gibson está produzindo o ambicioso projeto com seu parceiro na Icon Productions, Bruce Davey.

A Ressurreição de Cristo está em desenvolvimento há quase uma década, e Gibson já afirmou em entrevistas que pretende que Jim Caviezel retorne ao papel de Jesus. A produção deve começar no final do verão de 2026, em locações na Europa.

“Para muitas pessoas ao redor do mundo, ‘A Ressurreição de Cristo’ é o evento cinematográfico mais aguardado de uma geração. É também um filme épico, espetacular e impressionante, que deixará o público ao redor do mundo sem fôlego”, disse Adam Fogelson, presidente do Lionsgate Motion Picture Group, ao anunciar em maio que a Lionsgate faria parte do projeto.

“Mel é um dos maiores diretores de nosso tempo, e este projeto é profundamente pessoal para ele, além de ser uma vitrine perfeita para seu talento como cineasta. Minha relação com Mel e Bruce já tem 30 anos, e estou empolgado por me juntar a eles mais uma vez nesse evento histórico para o público”, concluiu.

A Paixão de Cristo’ está disponível no Prime Video.

Walker Scobell, de ‘Percy Jackson’, comenta comparações com ‘Harry Potter’: “É louco pensar nisso”

Walker Scobell, o jovem astro que deu vida a Percy Jackson na elogiada série do Disney+ que adapta os livros de Rick Riordan, falou recentemente sobre as comparações entre a produção e a aclamada franquia Harry Potter.

Em entrevista ao Screen Rant, Scobell expressou seu entusiasmo e surpresa com o alcance da série: “É louco pensar nisso, sabe? Ainda mais porque todos nós [do elenco] somos grandes fãs dessas séries e filmes, sempre assistimos muito, acho que é isso que a gente faz com eles, né? Mas é maluco fazer parte de algo assim”.

Ele continuou, destacando a magnitude de participar de um universo tão vasto: “Assistir a filmes como Harry Potter, onde construíram um universo inteiro, e agora nós fazemos parte de um desses mundos. É surreal, sabe? É muito louco”.

Vale lembrar que a saga literária de J.K. Rowling ganhará uma nova adaptação, desta vez em formato de série, pela HBO.

Sem data de estreia, a primeira e a segunda temporadas devem contar com seis episódios cada, segundo informações recentes.

Rowling servirá como produtora executiva ao lado de Neil Blair e Ruth Kenley-Letts.

‘Stranger Things’: David Harbour garante que série terá um desfecho satisfatório

A aguardada 5ª e última temporada de Stranger Things está a caminho, e David Harbour, que conquistou o público como o querido Jim Hopper, deu algumas pistas sobre o desfecho de seu personagem e o que esperar do final da série.

Em uma entrevista ao Collider, Harbour descreveu a gravação da temporada como um processo exaustivo, mas recompensador: “Levou um ano inteiro para gravar 8 episódios, o que é muito tempo para uma série de TV. É extremamente cinematográfica. É gigantesca”.

Ele explicou que a série vem crescendo a cada temporada, com a 4ª sendo a maior, mas prometeu que a próxima irá superar todas as expectativas: “A 5ª temporada é tipo cinco vezes maior que a 4ª. A escala e o escopo da produção foram imensos. Quase nos mataram durante as filmagens… mas ainda estamos vivos”.

Embora tenha evitado revelar o desfecho, Harbour garantiu que toda a equipe, dos irmãos Duffer ao elenco, está focada em entregar um final satisfatório: “Os Duffers queriam encerrar muitas das tramas originais. A série cresceu bastante em termos de elenco, mas havia arcos que precisavam ser concluídos, e a ideia é dar a todos um encerramento recompensador”.

Sobre o popular casal, ele comentou: “Desde a 1ª temporada, Hopper e Joyce têm uma relação esquisita. Dá pra ver que namoraram no ensino médio, se afastaram, tiveram casamentos ruins com outras pessoas, e depois se reencontraram. Claramente se amam, mas também não se suportam às vezes. A 5ª temporada vai explorar isso”.

O outro grande arco emocional em destaque será a relação entre Hopper e Eleven: “O outro relacionamento que precisa de um desfecho forte é o de Hopper e Eleven. Vimos um pouco da reunião deles no final da 4ª temporada, mas agora vamos mergulhar profundamente nisso”.

Mesmo sem entregar detalhes, Harbour deixou claro que a emoção vai tomar conta: “No episódio 8 da 4ª temporada, fizemos uma leitura de mesa com todo o elenco. Nunca vi tanta gente chorando na minha vida. Não era só tristeza, era pela beleza e perfeição da cena”.

Por fim, ele garantiu que, independentemente do que acontecer, final feliz ou não, o desfecho será digno e satisfatório:

“Essa temporada vai te levar por uma jornada em várias dimensões, colocando cada personagem onde ele precisa estar. Algumas coisas que sabíamos que não podiam continuar, vão ser encerradas do jeito certo. […] Não posso dizer quem ganha ou perde. Só posso dizer que você vai se sentir satisfeito com os finais dos personagens”, afirmou.

“Há séries por aí que decepcionam no final. Não acho que esse será o caso. Acho que o público vai sentir que esses personagens foram fiéis a quem sempre foram, e que entregaram o que prometeram”, concluiu.

Lembrando que o ciclo de encerramento será dividido em três partes:

Volume 1: 26 de novembro, às 22h
Volume 2: 25 de dezembro, às 22h
Episódio final: 31 de dezembro, às 22h

O elenco estelar inclui, além de Wolfhard, Millie Bobby Brown, Noah Schnapp, Caleb McLaughlin, Gaten Matarazzo e Sadie Sink, bem como Joe Keery, Maya Hawke, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Jamie Campbell Bower, Brett Gelman, David Harbour e Winona Ryder.

Molly Shannon se junta a Will Ferrell em nova série de comédia sobre golfe da Netflix

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Uma reunião icônica do elenco de Saturday Night Live está prestes a acontecer: Molly Shannon vai estrelar ao lado de Will Ferrell na nova série de comédia da Netflix, centrada no universo do golfe.

Conforme divulgado pelo Deadline, o projeto marca o primeiro papel de Ferrell como protagonista em uma série de comédia para TV e já passou por grandes reformulações desde o anúncio original em maio de 2024.

A comédia, ainda sem título oficial, terá 10 episódios e traz o veterano da comédia no papel de Lonnie “The Hawk” Hawkins, uma lenda fictícia do golfe. Shannon interpretará Stacy, sua ex-esposa de língua afiada e personalidade explosiva.

Inicialmente, a série seria co-criada e estrelada por Ramy Youssef (Ramy), ao lado de Ferrell e dos roteiristas Josh Rabinowitz e Andy Campagna, da produtora Cairo Cowboy. No entanto, os três deixaram o projeto em 2024 por diferenças criativas.

Com a saída da equipe original, Ferrell convocou colaboradores de longa data, como:

Chris Henchy (parceiro em várias produções de Ferrell), Harper Steele (que atuou com Ferrell no documentário Will & Harper), David Gordon Green (Halloween Ends) e Andrew Guest (Brooklyn Nine-Nine, Community)

Todos são agora produtores executivos ao lado de Ferrell, Jessica Elbaum e Alix Taylor, da Gloria Sanchez Productions, e também do aclamado diretor Rian Johnson (Entre Facas e Segredos), pela produtora T-Street.

Shannon e Ferrell dividiram o palco do SNL durante o final dos anos 1990 e protagonizaram diversos esquetes memoráveis — como o hilário Dog Show. Eles também atuaram juntos no longa derivado do programa, ‘Superstar‘, no qual Shannon reviveu sua icônica personagem Mary Katherine Gallagher.

Mais recentemente, a dupla se reuniu para apresentar a Rose Parade em um especial do Funny or Die/Prime Video, como os excêntricos anfitriões Cord Hosenbeck e Tish Cattigan.

A série de golfe com Ferrell e Shannon ainda não tem previsão de estreia, mas promete ser um dos grandes destaques cômicos da plataforma.

‘Gen V’: Jaz Sinclair fala sobre a 2ª temporada e contracenar com elenco de ‘The Boys’

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A série ‘Gen V’, do Prime Video, retorna em breve com sua aguardada 2ª temporada. E agora, a protagonista Jaz Sinclair comentou sobre a experiência de contracenar com personagens de The Boys, o universo original do qual o spin-off faz parte.

Em entrevista divulgada pelo ComicBook, Sinclair revelou que foi “muito divertido trabalhar com Erin [Moriarty], ela é incrível”, referindo-se à Erin Moriarty, que da vida a Luz das Estrelas. “Nos divertimos muito juntas”.

Sinclair também adiantou detalhes sobre a reação de Marie ao ser recrutada por Luz das Estrelas para uma missão importante, ressaltando o ceticismo natural da personagem:

“Marie não conhece a Luz das Estrelas além do que viu na mídia, e está em uma situação complicada”, explicou.

“No trailer, dá pra ver que ela está apanhando feio, e então a Starlight aparece oferecendo essa missão cheia de informações desconhecidas. Marie nem sabe quem ela é de verdade. Então, há um misto de empolgação e lisonja, mas também um ceticismo saudável, tipo: ‘Por que eu deveria confiar em você para me mandar nessa missão?'”, acrescentou.

Além disso, a showrunner Michele Fazekas confirmou que a nova temporada se passa após os eventos do final da 4ª temporada de The Boys, em uma realidade conhecida como “América do Capitão Pátria”, e terá início com um salto temporal.

“Todos começam em lugares completamente diferentes, e eles não estão juntos”, explicou Fazekas. “Eles estão em um lugar que, na 1ª temporada, já foi apontado como o pior destino possível: Elmira. No primeiro episódio, Marie ouviu: ‘Você nunca vai querer acabar em Elmira’. Pois bem, alguns deles acabam lá, mas nem todos”.

A 2ª temporada de Gen V estreia no dia 17 de setembro, exclusivamente no Prime Video.

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Vale lembrar que Keeya King (‘Yellowjackets’), Stephen Kalyn (‘Warrior Strong’), Julia Knope (‘No Escuro’), Stacey McGunnigle (‘This Hour Has 22 Minutes’), Tait Fletcher (‘The Mandalorian’), Wyatt Dorion (‘Eerie Hall’) e Georgie Murphy (‘Acusado’) integrarão os próximos episódios em papéis recorrentes.

The Boys’ e ‘Gen V’ está disponível no Prime Video.

‘Stranger Things’: Criador provoca início da 5ª temporada; “Abertura mais insana”

Ross Duffer, cocriador do fenômeno da NetflixStranger Things, usou suas redes sociais para expressar seu entusiasmo pelos primeiros episódios da 5ª temporada, que trará de volta Millie Bobby Brown e o elenco.

Comemorando o progresso da produção, Duffer revelou que os dois primeiros capítulos estão prontos: “Capítulos um e dois: trancado, misturado, marcado, colorido, feito”.

Ele fez questão de destacar a qualidade desses episódios, afirmando: “The Crawl é o nosso primeiro episódio favorito e mais agitado desde a 1ª temporada. ‘O desaparecimento de… ‘ (sim, sim, você acha que sabe quem blá blá) tem de longe a abertura mais insana que já fizemos. Uma das sequências de que mais nos orgulhamos nesta temporada”.

Lembrando que o ciclo de encerramento será dividido em três partes:

Volume 1: 26 de novembro, às 22h
Volume 2: 25 de dezembro, às 22h
Episódio final: 31 de dezembro, às 22h

O elenco estelar inclui, além de Wolfhard, Millie Bobby Brown, Noah Schnapp, Caleb McLaughlin, Gaten Matarazzo e Sadie Sink, bem como Joe Keery, Maya Hawke, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Jamie Campbell Bower, Brett Gelman, David Harbour e Winona Ryder.

10 filmes que mostram: crescer é mesmo um processo doloroso (e necessário)!

A vida nos leva por caminhos que, muitas vezes, não fazem sentido de imediato — mas, de algum modo, são esses momentos que nos preparam para desafios ainda maiores no futuro. O amadurecimento pode acontecer em qualquer fase, e quase sempre nasce das experiências mais difíceis. É nesse processo que aprendemos, nos fortalecemos e passamos a enxergar o mundo com outros olhos. Pensando nisso, preparamos uma lista especial para quem gosta de refletir sobre a vida e encarar a verdade: crescer é, sim, um processo doloroso — e absolutamente necessário:

 

Por Lugares Incríveis

Na trama, logo de cara somos testemunhas do primeiro encontro inusitado entre os jovens Violet (Elle Fanning) e Theodore (Justice Smith), a primeira está à beira de atitudes inconsequentes por não conseguir se livrar de pensamentos de uma tragédia e o segundo passava pelo local durante suas diárias corridas. A partir desse ponto as duas almas se conectam, principalmente pelo esforço de Theodore em entender o porquê daquela situação que conheceu Violet. Aos poucos, a jovem vai se abrindo e nisso vai nascendo uma grande amizade que chega em seu clímax quando resolvem ser uma dupla para realizar um trabalho que consiste em visitar lugares incríveis de Indiana.

 

Arame Farpado

Uma família leva uma vida simples no interior de São Paulo, batalhando diariamente pelo sustento. Tudo muda quando os dois filhos mais novos provocam um acidente em uma área isolada, obrigando a irmã mais velha a conduzir a vítima até a UPA (Unidade de Pronto Atendimento) mais próxima. Já à noite, ao chegar ao local, através de um silêncio ensurdecedor em muitos momentos, começam a revelar, pouco a pouco, os conflitos internos que marcam essa família.

 

Meu Nome é Chihiro

Na trama, conhecemos Chihiro (Kasumi Arimura), uma jovem cheia de energia, leitora de mangá, que faz a diferença na vida de muitas pessoas, com simples gestos. Ela abandonou a vida como acompanhante em uma casa de massagens para trabalhar num pequeno estabelecimento em uma região litorânea japonesa. Parece se dar bem nesse recomeço na vida, exala alegria por onde passa mas por dentro as reflexões do passado se juntam a histórias de muitos personagens que vão cruzar seu caminho ao longo das pouco mais de duas horas de projeção.

 

Um Pai para Lily

Premiado com mais de 25 prêmios ao redor do mundo, Um Pai para Lily chegou à Netflix trazendo uma história real comovente que toca o coração de forma genuína. No centro da trama, duas pessoas solitárias se cruzam e descobrem, na amizade, um novo sentido para a vida. Escrito e dirigido pela cineasta texana Tracie Laymon — em seu segundo longa-metragem — o filme aborda traumas afetivos, luto e recomeços, criando uma atmosfera delicada e tocante que conquista rapidamente o público.

 

Uma História em Montana

Na trama, conhecemos Cal (Owen Teague), um jovem estudando para ser engenheiro civil  volta às pressas para o rancho da família no Estado de Montana para ajudar no momento crítico em que se encontra seu pai, à beira da passagem. Buscando resolver os problemas burocráticos, afetado pelas dívidas de seu progenitor, acaba reencontrando seu irmã Erin (Haley Lu Richardson), após sete anos. Os irmãos, que se mantiveram distantes durante todo esse tempo, precisarão encontrar novas formas de entender um ao outro, além de resolver um impactante trauma do passado.

 

Palmer

Na trama, conhecemos Palmer (Justin Timberlake), um ex-atleta com bolsa na faculdade que acaba se metendo em uma enorme confusão, sendo preso e passando bastante tempo na prisão. Ele volta pra casa da avó e assim busca recomeçar sua vida. Paralelo a esse momento que passa de sua vida, o destino colocar em seu caminho Sam (Ryder Allen), um jovem garoto que mora com a drogada mãe Shelly (Juno Temple) no terreno da avó de Palmer. Aos poucos Palmer e Sam vão se aproximando e um tenta aprender mais com o outro.

 

The Tender Bar

Jr (Tye Sheridan) é um jovem repleto de sonhos que cresceu nas dificuldades que sua mãe (Lily Rabe) enfrentou em sua jornada de mãe solteira, tendo que recomeçar a vida e voltando para a casa do seu avô (Christopher Lloyd), onde mora também seu tio Charlie (Ben Affleck) que acaba virando sua grande referência na vida. Charlie tem um bar, com enormes referências à literatura, e onde Jr passa muitos de seus dias aprendendo nas leituras de clássicos mas também com as histórias de vida dos frequentadores.

 

Dias Perfeitos

Na trama, conhecemos Hirayama (Kôji Yakusho) um homem metódico, de uma simplicidade notável, que trabalha limpando banheiros públicos em uma tóquio atual. Avesso à tecnologia na contramão dos agitos de um Japão pulsante nesse sentido, seu cotidiano é regado por seu gosto por fotografia, leitura e música (com direito a uma bela coleção de fitas k7). Será ele um ser humano estacionado no tempo? Qual será sua história até ali? Alguns personagens que surgem em sua vida vão começando a remexer lembranças, encostando no seu passado.

 

Bunny Drop – Surpresas da Vida

Na trama, acompanhamos um jovem trabalhador de vinte e poucos anos, o Daikichi (Ken’ichi Matsuyama), que volta para casa após anos para o funeral de seu querido avô e descobre que o mesmo tinha uma filha pequena de cinco anos fora do casamento. Como toda sua família não quer cuidar da jovem, Daikichi assume essa responsabilidade e assim passará por situações e aprendizados que nunca esperava.

 

Verão Feliz

Na trama, conhecemos Masao (Yusuke Sekiguchi) um triste menino, de olhar para baixo, que está sem amigos para brincar durante as férias. Ele é criado desde sempre pela sua avó já que sua mãe nunca aparece pois trabalha em uma outra cidade para poder sustentar ele. Certo dia, Masao resolve ir atrás de sua mãe e para isso vai contar com a inusitada ajuda de um amigo de sua avó, Kikujiro (Takeshi Kitano) um homem que vive seus dias sem muitos objetivos ao lado da esposa (Kayoko Kishimoto).  Assim, passando por diversas situações, ambos embarcam em uma saga à procura da mãe do menino.

 

‘Star Wars’: Temuera Morrison faz apelo aos fãs por retorno à franquia; “Coloquem-nos em algum lugar”

Temuera Morrison, conhecido por interpretar o icônico caçador de recompensas mandaloriano Jango Fett e seus clones na franquiaStar Wars, fez um apelo direto aos fãs para que o ajudem a retornar aos projetos recentes da saga.

Conforme a Variety, durante a Tampa Bay Comic Convention, questionado sobre sua participação atual em algum projeto deStar Wars‘, Morrison respondeu de forma categórica: “Não”.

Ele então convocou os fãs a agir:

“Agora, precisamos valorizar esses momentos. Todos vocês precisam enviar um fax, uma carta ou um e-mail para os responsáveis na Lucasfilm. Tenho certeza de que eles adorariam ouvir de vocês. Por favor, deem a Daniel Logan e Temuera Morrison outra chance e coloquem-nos em algum lugar”, afirmou o ator.

Morrison estreou na franquia em Star Wars: Episódio II – Ataque dos Clones’ (2002), interpretando Jango Fett. A partir daí, ele deu vida a diversos clones genéticos do personagem, incluindo a versão adulta de seu “filho” adotivo, Boba Fett.

Daniel Logan, que participou do painel ao lado de Morrison, também comentou sobre a imprevisibilidade das produções de Star Wars:

“A parte maluca sobre Star Wars é que você nunca sabe quando vai gravar algo até, tipo, uma semana antes, talvez duas, ou até menos que isso, né?”. Ele ainda brincou sobre a vasta lista de personagens de Morrison na saga: “Mas o lance é que o Temuera é o cara mais ganancioso de Star Wars. Ele já interpretou tantos personagens! Se você for contar, Jango, Boba, todos os clones, Rex, Cody, Fives, ele é quem mais interpretou personagens em Star Wars”.

Apesar do apelo, Logan expressou otimismo quanto ao futuro: “Vão surgir muitas oportunidades, especialmente para esse cara, especialmente nessa era de Star Wars, como em Ahsoka e tudo que se passa depois de O Retorno de Jedi”.

Vale lembrar que Morrison interpretou Boba Fett na popular série do Disney+, The Mandalorian, e chegou a ganhar seu próprio spin-off, O Livro de Boba Fett, que teve sete episódios exibidos na plataforma entre o final de 2021 e o início de 2022.

O Livro de Boba Fett’ estão disponíveis no Disney+.

Jason Isaacs se junta ao elenco de ‘Eleven Days’, thriller de sequestro com Taylor Kitsch

De acordo com o Deadline, Jason Isaacs (‘The White Lotus’) foi confirmado no elenco de ‘Eleven Days‘, que está sendo descrito como um “eletrizante thriller de sequestro”.

Infelizmente, detalhes sobre seu papel não foram revelados.

Ele se junta aos atores Taylor Kitsch (‘A Lista Terminal’) e Diego Luna (‘Andor’, previamente anunciados.

Na trama…

Durante o escaldante verão texano, de 1974, Jim Estelle (Kitsch), chefe do Departamento de Correções do Texas, que se vê envolvido em um tenso jogo psicológico com o implacável traficante de heroína Federico Carrasco (Luna). Após um plano de fuga malsucedido, Carrasco toma o controle da Penitenciária de Huntsville, fazendo dezenas de pessoas reféns. Ao longo de onze dias aterrorizantes, as fronteiras entre justiça e sobrevivência, captor e cativo, começam a se dissolver em meio ao caos.

O roteiro é baseado no livro ‘Eleven Days in Hell: The 1974 Carrasco Prison Siege at Huntsville, Texas‘, de William T. Harper.

Peter Landesman (‘Um Homem Entre Gigantes’) é responsável pela direção.

Kevin Sheridan assina o texto original, com revisões do próprio Landesman.

A produção fica por conta de Vincent Newman e Vance Howard.

As filmagens estão programadas para começarem em setembro, no Texas.

Remake de ‘O Vingador Tóxico’ conquista 92% de aprovação dos críticos no RT; Confira as reações!

Com 25 reviews publicadas até o momento, o remake de ‘O Vingador Tóxico‘, estrelado por Peter Dinklage (‘Game of Thrones’), alcançou impressionantes 92% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

O consenso geral destaca que, apesar deste filme não ser para todos, os amantes de violência e gore ficarão extremamente satisfeitos.

Separamos os trechos das principais críticas:

“É um filme agradavelmente estúpido. É uma escolha deliberada por parte do diretor — uma que irá alienar grande parte do público potencial do filme, mas que irá agradar àqueles que já estão preparados para rir durante a sessão.” (Indiewire)

“É ainda mais fácil torcer por essa versão do Toxie; ele consegue ser ainda mais carismático e emotivo em meio às cenas bobas.” (Austin Chronicle)

“Este remake foi criado principalmente para os fãs [do longa original], o que não é necessariamente algo ruim.” (Variety)

“‘O Vingador Tóxico’ fica melhor à medida que sua trama progride, especialmente porque isso significa se distanciar dos filmes tradicionais de super-heróis.” (Mashable)

“Um passatempo maluco e sangrento. ‘O Vingador Tóxico’, de Macon Blair, é extremamente divertido e barulhento que também parece uma celebração da magia do cinema, especialmente das coisas malucas que se podem criar com engenhosidade, efeitos práticos e muita paixão pelo gênero.” (Collider)

“Ninguém pode acusar ‘O Vingador Tóxico’ de ser um remake diluído. Ele tem todo o sangue e a comédia imatura que tornaram o original tão querido, e é exatamente disso que o gênero de super-heróis pós-Marvel precisa atualmente.” (United Press International)

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A nova versão chega aos cinemas estadunidenses em 29 de agosto – ainda sem confirmação de estreia no Brasil.

Na trama, Dinklage estrela como o zelador oprimido Winston Gooze que, depois de cair em um tanque de lixo tóxico, se torna ninguém menos que o Vingador Tóxico. Esta reimaginação oportuna está à altura de seus olhos em temas ambientais, enquanto Winston enfrenta as forças malignas da ganância e da corrupção para salvar seu filho, seus amigos e sua comunidade. Mesmo que esta história exista em seus próprios termos, o espírito, sem dúvida, permanece conectado ao original. 

O elenco ainda conta com Jacob Tremblay (‘O Predador’), Kevin Bacon (‘O Ataque dos Vermes Malditos’), Elijah Wood (‘Maníaco’), Julia Davis (‘Trama Fantasma’), Sarah Niles (‘I May Destroy You’), Jonny Coyne (‘A Voz Suprema do Blues’) e Taylour Paige (‘A Voz Suprema do Blues’).

O remake é escrito e dirigido por Macon Blair, que ganhou o aval de Lloyd Kaufman, o criador do clássico.

Confira o trailer DUBLADO e LEGENDADO de ‘Ne Zha 2’, fenômeno chinês que se tornou a MAIOR arrecadação do ano

ne zha 2

A A2 Filmes divulgou o trailer nacional da animação chinesa ‘Ne Zha 2: O Renascer da Alma‘.

Fenômeno nas telonas, a produção arrecadou quase US$ 2 bilhões nas bilheterias mundiais – tornando-se a maior arrecadação do ano.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Distribuído pela A2 Filmes, o longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 25 de setembro.

Ne Zha 2: O Renascimento‘ é a sequência de ‘Ne Zha‘ (2019), que é baseado na lenda chinesa de Ne Zha, um personagem mitológico que nasceu de um ovo e foi destinado a trazer destruição, mas acaba se tornando um herói que luta contra forças do mal.

Em ‘Ne Zha 2‘, a história segue o jovem Ne Zha enquanto ele enfrenta novos desafios e inimigos, incluindo a luta interna de encontrar seu lugar no mundo e confrontar seu destino. Com uma combinação de cenas de ação eletrizantes e temas emocionais profundos, o filme ressoou fortemente com o público, especialmente com a juventude chinesa, que se viu refletida nas batalhas internas e externas de Ne Zha.

Roku lança Howdy, serviço de streaming sem anúncios por apenas US$ 2,99 mensais

A Roku acaba de anunciar o lançamento do Howdy, seu novo serviço de streaming por assinatura sem anúncios, com preço super acessível: apenas US$ 2,99 por mês.

A plataforma já chega com um catálogo de cerca de 10 mil horas de conteúdo, incluindo produções de grandes estúdios como Lionsgate, Warner Bros. Discovery, FilmRise e títulos originais da própria Roku.

Entre os destaques do lançamento estão filmes e séries como ‘Mad Max: Estrada da Fúria‘, ‘Um Sonho Possível‘, ‘Weeds‘ e ‘Kids in the Hall‘.

O Howdy estreia nesta terça-feira (05) nos Estados Unidos, posicionando-se como uma alternativa acessível às plataformas premium do mercado. A novidade complementa o já existente Roku Channel — serviço gratuito com anúncios — e chega pouco depois da aquisição da plataforma paga Frndly TV, feita pela Roku em maio.

“Por menos que uma xícara de café, o Howdy é livre de anúncios e foi pensado para complementar, e não competir, com os serviços premium. Estamos atendendo a uma necessidade real dos consumidores: assistir aos seus filmes e séries favoritos sem interrupções e no seu próprio ritmo”, afirmou Anthony Wood, fundador e CEO da Roku.

Com presença confirmada em mais de 90 milhões de lares nos EUA, a Roku aposta no enorme alcance da sua base para escalar rapidamente o novo serviço.

Jim Packer, presidente de distribuição da Lionsgate, também celebrou a parceria:

“A Roku tem mais de 125 milhões de usuários ativos por dia. É o parceiro ideal para lançarmos um serviço mais acessível que complementa os SVODs mais caros. Isso nos dá uma nova forma de monetizar nosso conteúdo e alcançar novas audiências.”

O Howdy reforça a tendência de serviços mais acessíveis, voltados para consumidores que buscam praticidade e economia sem abrir mão de conteúdo de qualidade.

Ainda não há previsão de lançamento internacional.

KJ Apa estrelará como Jimmy Stewart em nova cinebiografia

De acordo com o Variety, KJ Apa (‘Riverdale’) será o protagonista de ‘Jimmy‘, cinebiografia baseada na vida do astro James Stewart.

“Sempre fui um grande fã do James Stewart e me sinto muito honrado por ter a oportunidade de dar vida à sua história,” declarou o ator. “Como alguém na Nova Zelândia, sempre admirei essa geração de homens americanos que defendiam o patriotismo, a integridade e um profundo senso de dever. É importante para mim retribuir a um país que me deu tanto. E que melhor maneira de fazer isso do que homenageando um homem que o serviu com tanta honra?”

O filme narrará a ascensão de Stewart, nascido na Pensilvânia, em Hollywood, incluindo a conquista de um Oscar por seu trabalho em ‘A Filadélfia‘, antes de se alistar no Corpo Aéreo do Exército dos EUA como piloto de combate no início da Segunda Guerra Mundial.

Aaron Burns (‘Segredos de Família’) será responsável pela direção.

O elenco ainda contará com Jason Alexander como Louis B. Mayer; Max Casella como Frank Capra; Sarah Drew como Hedda Hopper; Julian Works como Segundo Tenente Martinez; e Jen Lilley como a esposa de Stewart, Gloria.

Kelly Stewart-Harcourt, filha de Stewart, servirá como produtora executiva.

As filmagens estão programadas para setembro, na Irlanda.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘One Piece’: Mugiwara se reúnem em nova foto do live-action; Confira!

A Netflix usou suas redes sociais para atiçar a curiosidade dos fãs ao divulgar uma nova imagem deOne Piece, série que adapta o famoso mangá de Eiichiro Oda.

Na imagem, vemos os Mugiwara reunidos, aumentando ainda mais a expectativa para a próxima fase da jornada.

Vale lembrar que recentemente a plataforma prometeu revelações bombásticas sobre a aguardada 2ª temporada do live-action, que devem ser anunciadas durante o One Piece Day.

O One Piece Day é uma celebração anual dedicada ao mangá criado por Eiichiro Oda, cuja publicação teve início em 1997. A edição deste ano ocorrerá nos dias 9 e 10 de agosto de 2025.

O evento promete exposições, eventos no palco, lançamentos de produtos e uma série de anúncios, incluindo um painel especial dedicado à série live-action da Netflix.

A primeira temporada de ‘One Piece’ está disponível na Netflix.

Iñaki GodoyEmily RuddMackenyuJacob Romero GibsonTaz Skylar estrelam a produção.

Em One Piece: A Série’, os mangás mais vendidos do Japão ganham vida no live-action da Netflix. Na série, Monkey D. Luffy (Godoy) é um garoto de espírito livre que tem energia e coragem de sobra. Seu maior sonho é se tornar o Rei dos Piratas e conquistar os mares e, para isso, ele tem como missão encontrar o legado de Gold Roger. O One Piece é o maior tesouro escondido pelo pirata e achá-lo é a única forma de chegar ao seu objetivo. Para essa arriscada missão, Luffy reúne uma tripulação habilidosa e pronta para enfrentar perigosos rivais e explorar ilhas misteriosas.

Daniel Kaluuya estrelará derivado de ‘Aranhaverso’ focado no Spider-Punk

De acordo com o Variety, um novo spin-off de ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso‘ está oficialmente em desenvolvimento pela Sony Pictures Animation.

O derivado animado será focado no Spider-Punk. Daniel Kaluuya (‘Pantera Negra’), que dublou o personagem no longa de 2023, reprisará o papel.

Ele também assinará o roteiro do longa ao lado de Ajon Singh.

Detalhes sobre a trama não foram revelados, mas o filme focará na versão punk-rock do Homem-Aranha – também conhecido como Hobie Brown –, cuja arma principal é a sua guitarra.

Além do spin-off, o personagem também deve retornar na sequência ‘Homem-Aranha: Além do Aranhaverso‘ – que está programada para estrear no dia 25 de junho de 2027.

Vale lembrar que, na CinemaCon 2025, o primeiro trailer da animação foi exibido e está sendo descrito como “maior e mais ousado que os capítulos anteriores” e deve trazer novas técnicas de animação.

Confira a descrição do trailer e siga o CinePOP no Youtube:

“O trailer começa com um tom sombrio, mostrando cenas dos filmes anteriores, com o Miles Morales lembrando dos vários conselhos que recebeu. Corta para a Gwen falando que não quer perder outro amigo. Ela sai correndo de moto. Logo após, o Spot aparece sugando as cores de diversos ambientes. Ele também parece ter a habilidade de trocar de forma, assumindo uma forma aracnídea que ameaça nossos protagonistas.”

“O vídeo ainda traz o Miles enfrentando uma versão alternativa de si mesmo que se tornou o Gatuno. No final, os dois Miles parecem estar trabalhando juntos para deter uma grande ameaça. O herói comenta sobre como as pessoas prometeram que tudo ia dar certo – o que não aconteceu –, e afirma que agora vai fazer as coisas do seu próprio jeito.”

Vale destacar que Homem-Aranha: Através do Aranhaverso, arrecadou impressionantes US$ 683 milhões em todo o mundo, consolidando-se como um dos grandes sucessos do ano passado.

Confira a nossa crítica!

Crítica | ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso’ é ambicioso e prepara terreno para um desfecho épico