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O PESADELO continua no arrepiante teaser inédito de ‘Alien: Earth’; Assista!

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Alien: Earth’, série derivada da consagrada franquia de terror sci-fi, acaba de ganhar um novo teaser oficial.

O vídeo apresenta cenas inéditas do spin-off, além de compilar as principais críticas à atração.

Confira:

A série derivada conquistou sólidos 92% de aprovação no Rotten Tomatoes, com base em 53 avaliações.

Os críticos elogiaram o trabalho de Noah Hawley, destacando sua habilidade em transformar a franquia em uma série de sucesso.

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“Esses personagens podem não ser tão chamativos quanto os monstros vorazes, mas oferecem um material muito mais profundo e interessante a ser explorado”, disse Alison Herman da Variety.

“Uma épica instigante, expansiva e ocasionalmente caótica, mas que, no fim, entrega uma experiência eletrizante. Uma reflexão sobre identidade, arrogância e, é claro, o prazer primordial de ver humanos sendo impiedosamente massacrados por monstros espaciais”, disse Angie Han do The Hollywood Reporter.

“Assim como fez com Fargo, transformando um filme clássico e querido em uma série antológica de longa duração e vencedora de prêmios, Hawley pegou um conceito que, em teoria, não deveria funcionar na televisão e o transformou em algo empolgante, estranho e surpreendente”, disse Alan Sepinwall do Rolling Stone.

“O resultado é uma série com suas falhas, mas, sem dúvida, a melhor da franquia desde Aliens O Resgate, de James Cameron. E não é exagero, nos seus melhores momentos, ela realmente alcança esse nível”, disse Will Salmon do GamesRadar+.

“Como Noah Hawley demonstra com maestria em Alien: Earth, este universo atinge seu maior potencial quando todas as suas possibilidades se unem em uma experiência ao mesmo tempo envolvente, eletrizante e provocativa”, disse Ross Bonaime do Collider.

Alien: Earth nem sempre se mantém firme (não com a mesma consistência que “Fargo” costuma apresentar), mas é uma expansão fascinante e aterrorizante de um universo muitas vezes restrito”, disse Ben Travers do IndieWire.

Alien: Earth, de Noah Hawley, brilha especialmente quando se afasta dos temas e ideias já explorados com mais qualidade nos filmes anteriores da franquia Alien. Contudo, o ritmo irregular da série pode dificultar a fidelização do público episódio após episódio”, disse Ron Hilliard do Discussing Film.

“Hawley repetiu o feito, apresentando uma série de Alien que é ao mesmo tempo aterrorizante, divertida e profunda, frequentemente combinando tudo isso de forma brilhante”, disse Sean Boelman do FandomWire.

A produção tem lançamento agendado para o dia 12 de agosto no Disney+.

A produção será ambientada em 2120, dois anos antes dos eventos do longa original, ‘Alien, o 8º Passageiro‘.

Ridley Scott, diretor do filme original, entra como produtor da série.

Noah Hawley (‘Legion’) é responsável pelo projeto.

O elenco é formado por Sydney Chandler, Alex Lawther, Timothy Olyphant, Essie Davis, Samuel Blenkin, Babou Ceesay, David Rysdahl, Adrian Edmondson, Adarsh Gourav, Jonathan Ajayi, Erana James, Lily Newmark, Diem Camille e Moe Bar-El.

Richa MoorjaniKaren AldridgeEnzo CilentiMax RineheartAmir BoutrousVictoria MasomaTom MoyaAndy YuMichael SmileyJamie BispingTanapol Chuksrida fazem parte da atração como atores convidados.

‘Elsbeth’: Série derivada de ‘The Good Wife’ escala TRÊS novos membros ao elenco da 3ª temporada

Segundo o Deadline, a CBS escalou três novos nomes à 3ª temporada de Elsbeth, série derivada de The Good Wife e de The Good Fight.

As informações indicam que Amy Sedaris (‘Unbreakable Kimmy Schmidt’), Andy Richter (‘Late Night with Conan O’Brien’) e Lindsay Mendez (‘American Sports Story’) foram contratados em caráter convidado para o primeiro episódio do novo ciclo.

Sedaris interpretará Laurel Hammond-Muntz, a obstinada e dedicada redatora-chefe e produtora executiva do popular talk show noturno Way Late.

Richter será Mickey Muntz, o hilário, porém sofrido, companheiro de Scotty Bristol (Stephen Colbert), apresentador do programa Way Late. Ele também é marido de Laurel.

Mendez dará vida à Oficial Grace Hackett, uma policial dedicada e aspirante a comediante de stand-up nas horas vagas. Quando ela se junta a Elsbeth em um caso focado no mundo da comédia, seu conhecimento do ramo se mostra útil.

Vale lembrar que Carra Patterson, intérprete da policial Kaya Blanke, deixou o elenco regular da nova temporada e retornará como convidada.

A série serve como uma extensão de The Good Wife e foca na talentosa advogada Elsbeth Tascioni, vivida por Carrie Preston.

Após uma carreira de sucesso em Chicago, a história seguirá a astuta (mas não convencional) advogada enquanto ela utiliza seu ponto de vista singular para fazer observações únicas e pegar criminosos brilhantes ao lado do NYPD.

Wendell Pierce (‘Jack Ryan’) também faz parte do elenco.

Jonathan Tolins servirá como showrunner e produtor executivo. O roteiro será assinado pela dupla Robert King e Michelle King, criadores da série original.

Vale lembrar que Preston participou de 14 episódios de ‘The Good Wife‘ – que lhe rendeu um Emmy como Melhor Atriz Convidada –, e 5 episódios de ‘The Good Fight‘.

‘Twisted Metal’: Anthony Mackie e Stephanie Beatriz são destaque no cartaz INÉDITO da 2ª temporada

Palhaço sinistro com cabelo em chamas dirigindo

A HBO Max Brasil divulgou recentemente um cartaz inédito da 2ª temporada da adaptação live-action de ‘Twisted Metal‘ – e aproveitou para anunciar a data de estreia do novo ciclo em seu catálogo.

A próxima iteração tem estreia agendada para o dia 10 de agosto na plataforma de streaming (alguns dias depois da estreia nos Estados Unidos).

Confira, junto ao trailer, e siga o CinePOP no Youtube:

Twisted metal

Na trama, Anthony Mackie (‘Falcão e o Soldado Invernal’) estrela como um forasteiro deve atravessar uma terra arrasada pós-apocalíptica para entregar um pacote misterioso em busca da promessa de uma vida melhor.

O elenco ainda conta com Samoa Joe, Neve CampbellStephanie BeatrizThomas Haden Church, Mike Mitchell, Tahj Vaughans e Lou Beatty Jr.

Kitao Sakurai é responsável pela direção de múltiplos episódios.

O roteiro fica por conta de Michael Jonathan Smith (‘Cobra Kai’).

O primeiro jogo da franquia ‘Twisted Metal‘ foi lançado em 1995, seguido de diversas sequências e derivados. Em algum momento, um filme baseado no jogo com o diretor de ‘Motoqueiro Fantasma‘ estava em desenvolvimento, mas o projeto nunca saiu do papel.

‘Outlander: Blood of My Blood’: Spin-off de ‘Outlander’ chega ao streaming; Saiba onde assistir!

Outlander: Blood of My Blood‘, série pré-sequência do adorado drama de época ‘Outlander, já está disponível no Disney+.

Os dois primeiros episódios do spin-off chegaram à plataforma de streaming no último dia 9 de agosto.

A produção foca em duas histórias de amor paralelas ambientadas em dois períodos de tempo diferentes, com os pais de Jamie nas Highlands escocesas do início do século XVIII e os pais de Claire na Inglaterra da Primeira Guerra Mundial.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Sara VickersBrian McCardieJhon LumsdenPeter Mullan são os protagonistas.

Vickers dá vida a Brian Fraser – avó de Jamie Fraser -, uma governanta da casa Lovat. McCardie será Isaac Grant, líder do Clã Grant; Lumsden, por sua vez, é seu filho, Malcolm, um pretendente em potencial para Ellen MacKenzie. Por fim, Mullan dá vida a Red Jacob MacKenzie, pai de Ellen, Dougal, Colum, Janet e Jocasta.

O restante do elenco conta com Rory Alexander (‘Pistol’), Sam Retford (‘Coronation Street’), Seamus McLean Ross (‘Payback’), Conor MacNeill (‘O Turista’), Harriet Slater (‘Indiana Jones e A Relíquia do Destino’), Jamie Roy (‘Flowers and Honey’), Hermione Corfield (‘Os Renegados’) e Jeremy Irvine (‘Mamma Mia: Lá Vamos Nós de Novo!’).

A trama explora a vida dos pais de Jamie, Ellen MacKenzie (Slater) e Brian Fraser (Roy), assim como a história de origem dos pais de Claire, Julia Moriston (Corfield) e Henry Beauchamp (Irvine).

‘One Piece’: Adaptação da Netflix é RENOVADA para a 3ª temporada!

Após divulgar o primeiro teaser da 2ª temporada de One Piece, a Netflix trouxe ótimas notícias aos fãs da produção.

A série já está renovada para um terceiro ciclo, com as gravações começando em breve. Entretanto, detalhes sobre o vindouro ciclo não foram divulgados.

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Sem data de estreia, a segunda temporada está programada para 2026.

Iñaki GodoyEmily RuddMackenyuJacob Romero GibsonTaz Skylar estrelam a produção.

Em One Piece: A Série’, os mangás mais vendidos do Japão ganham vida no live-action da Netflix. Na série, Monkey D. Luffy (Godoy) é um garoto de espírito livre que tem energia e coragem de sobra. Seu maior sonho é se tornar o Rei dos Piratas e conquistar os mares e, para isso, ele tem como missão encontrar o legado de Gold Roger. O One Piece é o maior tesouro escondido pelo pirata e achá-lo é a única forma de chegar ao seu objetivo. Para essa arriscada missão, Luffy reúne uma tripulação habilidosa e pronta para enfrentar perigosos rivais e explorar ilhas misteriosas.

As Crônicas de Spiderwick | Disponível na Netflix, filme é uma divertida aventura fantástica que entrega o que promete

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O gênero da fantasia passou por um boom considerável nos anos 2000, principalmente pelo impacto causado pela trilogia ‘O Senhor dos Anéis’, comandada por Peter Jackson. Ao longo da década, franquias como ‘Harry Potter’ e ‘Crepúsculo’ tornaram-se sucessos financeiros absolutos, popularizando as adaptações de romances jovens e jovens-adultos que apresentariam um novo lado das narrativas fabulescas e quase mitológicas – estendendo seu legado para produções subsequentes. E, em meio a tantas obras do gênero que dominavam as telonas, uma delas parece ter passado longe do radar mainstream: As Crônicas de Spiderwick.

O longa-metragem dirigido por Mark Waters, que em 2003 havia conquistado popularidade com a ótima comédia ‘Sexta-Feira Muito Louca’, apresenta Jared Grace (Freddie Highmore), um jovem rebelde que se muda da casa que conhecida para uma suntuosa mansão no interior da Nova Inglaterra com a mãe, Helen (Mary-Louise Parker), a irmã mais velha, Mallory (Sarah Bolger), e o irmão gêmeo, Simon (que também é interpretado por Highmore). Nutrindo de um ressentimento pela mãe por ter deixado sua vida em Nova York para trás e por impedir que o pai entre em contato com o filho, Jared se vê sozinho em meio aos pensamentos até descobrir um curioso livro escondido no sótão da casa.

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O objeto em questão é um Guia de Campo assinado por Arthur Spiderwick (David Strathairn), antigo dono da casa – e funciona como um compilado de bizarras descobertas que envolvem criaturas mágicas, incluindo goblins, duendes, fadas, grifos e um poderoso ogro que muda de forma chamado Mulgarath (Nick Nolte). Como avisado por Arthur, o Guia não pode cair nas mãos das forças malignas que tentam adentrar a casa, envolta em um poderoso feitiço de proteção. Todavia, no momento em que Jared abre o livro, uma espécie de canal é aberto entre eles e o místico mundo que se esconde por entre as árvores, dando início a uma batalha que pode definir o rumo de tudo que conhecem.

Baseado no romance homônimo de Tony DiTerlizzi e Holly Black, o divertido filme até fez um modesto barulho quando foi lançado nos cinemas, arrecadando quase o dobro de seu orçamento e conquistando alguns elogios por parte da crítica; porém, é inegável que o título ficou ofuscado por produções de calibre maior e que se tornaram estandartes do gênero fantástico no cenário mainstream. Isso não significa que a adaptação seja fraca: pelo contrário, o trabalho feito por Waters e pelo time de roteiristas formado por Karey Kirkpatrick, David Berenbaum e John Sayles é sólido e prático dentro de um espectro mais reduzido e que se apoia nos efeitos visuais para nos convidar a uma aventuresca jornada entre o bem e o mal.

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Através de breves 95 minutos, o enredo traz os tropos clássicos que auxiliam a construir seu ritmo e sua estética: temos um personagem que funciona como “ovelha negra” da família, distanciando-se de todos e servindo como o bode expiatório de tudo de ruim que acontece; temos uma mãe preocupada em manter a desestabilizada família unida, enquanto lida com uma traição imperdoável; temos a presença de “mentores” que auxiliam Jared e, logo depois, seus irmãos a enfrentarem Mulgarath e seus asseclas; e, é claro, as mensagens de bonança que enfeitam o conhecido desfecho.

Nada foge do padrão nessa honesta produção – e esse é seu aspecto de maior sucesso. Waters sabe como delinear projetos que sejam destinados a entreter o público e que, no final das contas, nos deixam satisfeitos. E com As Crônicas de Spiderwick, ele repete o feito de maneira funcional, sem querer dar um passo maior que a perna e aproveitando a popularização e a evolução dos efeitos visuais para construir um mini-espetáculo movido a convencionalismos confortáveis.

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O time de atores é a força-motriz do longa-metragem e destila atuações irretocáveis que transformam a simplicidade do roteiro em uma história que celebra a importância da família e de proteger aqueles que amamos. Highmore, recém-saído de seu trabalho em ‘A Fantástica Fábrica de Chocolate’, encanta com a personalidade conflitante e ao mesmo tempo complementar de Jared e Simon, enquanto Bolger se diverte ao encarnar Mallory, uma esgrimista habilidosa que se torna peça essencial na luta contra Mulgarath. Parker, Strathairn e Joan Plowright, que interpreta a filha de Arthur, Lucinda, são boas adições ao elenco adulto; e, por fim, nomes como Seth Rogen, Martin Short e Ron Perlman brilham como as vozes das criaturas mágicas.

As Crônicas de Spiderwick funciona dentro do esperado e continua, mesmo dezessete anos depois de ter chegado aos cinemas, como uma boa escolha para se divertir no fim de semana – acertando onde precisa e nos deixando satisfeitos.

Lembrando que o filme está disponível na Netflix.

O Caminho para El Dorado | 25 anos da SUBESTIMADA animação da DreamWorks

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O cenário da animação nos anos 1990 era apenas um: a total hegemonia criativa da Walt Disney Studios era inegável, ainda mais após a Renascença experenciada pela Casa Mouse com o lançamento de ‘A Pequena Sereia’. Apenas à época, títulos como ‘Aladdin’, ‘O Rei Leão’ e ‘Mulan’ encantaram os críticos e o público ao redor do planeta, consolidando o conglomerado como um importante polo criativo, artístico e financeiro. E é claro que a companhia expandiria seu impacto pelos anos 2000, ofuscando produções igualmente bem projetadas de outros estúdios, como a DreamWorks – que eventualmente ganharia prestígio ao conquistar o primeiro Oscar de Animação da história com ‘Shrek’.

Todavia, antes das peripécias do ogro mais amado do cinema, uma singela e subestimada aventura foi lançada nos cinemas: O Caminho para El Dorado. Explorando um dos mitos mais populares da América Latina e do imaginário popular, a trama nos transporta para a competitiva cultura ultramarina do século XVI e acompanha Miguel (Kenneth Branagh) e Túlio (Kevin Kline), melhores amigos golpistas que colocam as mãos em um mapa cuja rota está traçada para a lendária cidade de El Dorado. A lenda diz que o local foi construído em ouro maciço, chamando a atenção da cobiçosa dupla – mas Miguel e Túlio precisam dar um jeito de driblar a fúria das vítimas que enganaram com seus truques e botar as mãos em uma embarcação.

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Inadvertidamente, os dois vão parar no navio do impiedoso Hernán Cortés (Jim Cummings), um conquistador espanhol que não gosta de forasteiros e prende os amigos, que serão vendidos como escravos para as plantações de açúcar em Cuba. Porém, Miguel e Túlio conseguem escapar com a ajuda de um maltratado cavalo que apelidam de Altivo – e, seguindo o mapa, encontram a entrada para El Dorado, onde são recepcionados pelo fanático alto-sacerdote Tzekel-Kan (Armand Assante) e o Chefe Tannabok (Edward James Olmos) e confundidos com deuses de profecias milenares que retornaram para reclamar o trono da imponente cidade. Os dois, então, percebem que podem se aproveitar da ingenuidade dos nativos para levarem o ouro de volta para a Espanha e viverem em mordomia – isto é, até a jovem Chel (Rosie Perez) descobrir sobre o golpe e firmar parceria com eles.

Dirigido por Eric “Bibo” Bergeron e Don Paul, a animação foi um fracasso crítico e comercial à época de seu lançamento, dividindo a crítica com meros 50% de aprovação no Rotten Tomatoes e arrecadando apenas US$76,4 milhões nas bilheterias (contra um alto orçamento de US$95 milhões). E um dos fatos que justifica esses baixos números provêm da já mencionada hegemonia da Disney com animações que não apenas revolucionaram o gênero, como foram abraçadas por inúmeros realizadores nas décadas subsequentes; em outras palavras, O Caminho para El Dorado soou um tanto quanto emulativo quando comparado com produções similares.

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A verdade é que, vinte e cinco anos depois de sua estreia nas telonas, a produção da DreamWorks permanece tão honesta e inofensiva quanto antes – e esse é o aspecto de maior sucesso do longa-metragem. Através de breves noventa minutos que recriam uma espécie de Jornada do Herói bem-humorada e bem-apessoada, o enredo assinado por Ted Elliott e Tery Rossio constrói dois simples e controversos personagens que se tornam heróis improváveis de um povo subjugado ao fanatismo religioso e ao medo constante, esbarrando aqui e ali na síndrome do “salvador branco”, mas que deve ser lida com os olhos da época. Afinal, a ideia aqui é apenas entreter – e é interessante ver como a obra começou a viralizar nas redes sociais, caminhando para se tornar um clássico cult.

É claro que alguns temas abordados pelo filme pecam pelos estereótipos forçados e por tropos que, com certeza, seriam deixados de lado no dia de hoje. Entretanto, a ideia aqui é contar as aventuras de dois amigos que se lançam mar adentro para encontrar um tesouro escondido – resgatando os elementos clássicos de filmes de aventura que se popularizaram nos anos 1980 e alcançaram seu ápice na década seguinte. E, através de uma colorida e teatral construção cênica, o resultado é bem mais positivo do que o esperado e, ainda que não seja uma obra-prima, tem seus méritos por não se levar a sério e por ter ciência dos próprios limites.

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Vale lembrar que o filme está disponível no catálogo da Netflix.

Novas aventuras no teaser ÉPICO da 2ª temporada de ‘One Piece’; Confira!

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A Netflix divulgou o primeiro teaser da 2ª temporada do live-action de ‘One Piece‘, que ganhou o subtítulo ‘Rumo à Grand Line‘.

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Sem data de estreia, o próximo ciclo está programado para 2026.

Iñaki GodoyEmily RuddMackenyuJacob Romero GibsonTaz Skylar estrelam a produção.

Em One Piece: A Série’, os mangás mais vendidos do Japão ganham vida no live-action da Netflix. Na série, Monkey D. Luffy (Godoy) é um garoto de espírito livre que tem energia e coragem de sobra. Seu maior sonho é se tornar o Rei dos Piratas e conquistar os mares e, para isso, ele tem como missão encontrar o legado de Gold Roger. O One Piece é o maior tesouro escondido pelo pirata e achá-lo é a única forma de chegar ao seu objetivo. Para essa arriscada missão, Luffy reúne uma tripulação habilidosa e pronta para enfrentar perigosos rivais e explorar ilhas misteriosas.

Vale lembrar que a série já está renovada para a 3ª temporada!

‘A Hora do Mal’ lidera bilheteria com US$ 18,2 milhões no primeiro dia

O terror ‘A Hora do Mal‘ abriu na liderança das bilheterias norte-americanas, superando a comédia ‘Uma Sexta-Feira Mais Louca Ainda‘ e mostrando força no fim da temporada de blockbusters de verão.

Segundo dados preliminares, o filme arrecadou US$ 18,2 milhões na sexta-feira (incluindo pré-estreias), em 3.202 cinemas, com exibições em IMAX e outros formatos premium. Algumas sessões começaram de forma curiosa, às 14h17, horário que desempenha papel importante na trama — quando um grupo de crianças desperta simultaneamente e desaparece misteriosamente.

As projeções iniciais apontavam para uma estreia de até US$ 30 milhões, mas o resultado indica que o filme deve ultrapassar essa marca com folga. Com orçamento de US$ 38 milhões, o desempenho já é excelente — e muito superior ao do filme anterior do diretor e roteirista Zach Cregger, o aclamado ‘Barbarian‘ (2022), que abriu com US$ 10 milhões e chegou a US$ 40 milhões nos EUA graças ao boca a boca.

A New Line adquiriu o projeto após uma disputa acirrada e apostou alto na produção, que também conquistou a crítica e recebeu uma rara nota “A-” no CinemaScore, excelente para o gênero de terror.

A Hora do Mal‘ já está em exibição nos cinemas nacionais.

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A trama está sendo descrita como “uma história épica de terror centrado em bruxaria e crianças desaparecidas, com uma vibe similar que ‘Magnólia‘, filme aclamado de 1999, dirigido por Paul Thomas Anderson“.

Josh Brolin (‘Sicario: Terra de Ninguém’) estrelará a produção – substituindo o ator Pedro Pascal (‘The Last of Us’), que teve que abandonar o projeto por causa de conflitos em sua agenda.

O elenco ainda conta com Renate Reinsve (‘A Pior Pessoa do Mundo’), Alden Ehrenreich (‘O Urso do Pó Branco’), Julia Garner (‘Inventando Anna’), Benedict Wong (‘Doutor Estranho’), Amy Madigan (‘Espíritos Obscuros’), Austin Abrams (‘Euphoria’) e Cary Christopher (‘Days of Our Lives’).

New Line Cinema será responsável pela produção do projeto.

O diretor também servirá como produtor ao lado da equipe que trabalhou anteriormente em ‘Noites Brutais‘, como Roy Lee, JD Lifshitz, Raphael Margules e Miri Yoon.

‘Corra que a Polícia Vem Aí!’: Liam Neeson comenta possibilidade de sequências para o longa

O astro Liam Neeson falou recentemente sobre o remake de ‘Corra que a Polícia Vem Aí!’, clássica comédia dos anos 80, revelando se há planos para continuações após o novo filme.

Segundo o Screen Rant, Neeson indicou que o longa provavelmente será um projeto único:

“Acho que é um projeto único, sim. E se for um sucesso, ótimo. Acho que o filme vai arrancar algumas risadas, e Deus sabe que estamos precisando disso no momento.
Provavelmente é só esse. Não que a experiência não tenha sido ótima, foi. Trabalhar com a Pamela [Anderson], Danny Huston, todos esses caras incríveis, foi maravilhoso”, afirmou o ator.

Vale lembrar que o filme original, estrelado por Leslie Nielsen, gerou duas sequências de sucesso nos anos seguintes.

‘Corra que a Polícia Vem Aí!’ já está em cartaz nos cinemas nacionais.

O elenco da nova versão ainda contará com Pamela Anderson, Paul Walter Hauser e Kevin Durand.

A direção do longa fica a cargo de Akiva Schaffer, com roteiro de Dan Gregor, Doug Mand e Schaffer, a mesma equipe por trás do sucesso Tico e Teco: Defensores da Lei.

Pamela Anderson, que interpretará o interesse amoroso do protagonista, é conhecida por seus papéis icônicos em séries comoS.O.S. Malibu e ‘Baywatch: S.O.S. Malibu, além de filmes como ‘Barb Wire – a Justiceira’ e ‘Super-Herói: O Filme’. Já Liam Neeson coleciona sucessos em filmes de ação como Busca Implacável, A Chamada, A Lista de Schindler e Batman Begins.

Os fãs podem revisitar o clássico original ‘Corra que a Polícia Vem Aí!’ na Netflix.

‘A Odisseia’: Épico de Christopher Nolan encerra as filmagens

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‘A Odisseia’, novo épico dirigido por Christopher Nolan e estrelado por Matt Damon e Tom Holland, encerrou oficialmente suas filmagens após uma longa produção de sete meses.

De acordo com o Word of Reel, as gravações foram finalizadas na última sexta-feira (8), marcando o fim de uma das produções mais ambiciosas da carreira do cineasta.

O filme foi rodado em diversas locações ao redor do mundo, incluindo Los Angeles, Marrocos, Grécia, Itália, Malta, Escócia e Islândia, em uma verdadeira jornada global que reflete a travessia lendária do herói Odisseu.

A estreia no Brasil está marcada para o dia 16 de julho de 2026, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

Confira a sinopse oficial:

Após a Guerra de Tróia, o guerreiro grego Odisseu (Matt Damon) enfrenta criaturas míticas e deuses em sua épica jornada de volta para casa, onde sua esposa Penélope o aguarda. Para contar essa história grandiosa, a produção reúne um elenco estelar ao lado de Damon, entre os nomes confirmados estão Anne Hathaway, Tom Holland, Zendaya e Lupita Nyong’o.

“O filme é um épico de ação mítico filmado em todo o mundo usando a novíssima tecnologia de filme IMAX e traz a saga fundamental de Odisseu para as telas de filme IMAX pela primeira vez.

O elenco conta com nomes como Matt Damon, Tom Holland, Charlize TheronRobert PattinsonJon BernthalJohn LeguizamoElliot PageHimesh PatelBill IrwinSamantha MortonZendaya e outros.

A aposta é alta: com um orçamento de US$ 250 milhões, ‘A Odisseia‘ será o filme mais caro da carreira de Nolan.

Nolan começou a escrever o filme em março. Donna Langley, presidente da Universal Pictures, é a única pessoa que já leu o roteiro.

O trailer está atualmente sendo exibido nos cinemas.

Confira o cartaz:

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‘A Longa Marcha: Caminhe ou Morra’: Adaptação do romance de Stephen King ganha novo trailer; Confira!

A aguardada adaptação A Longa Marcha: Caminhe ou Morra’ (The Long Walk), baseada no romance homônimo do mestre do terror Stephen King, acaba de ganhar um novo e impactante trailer.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Na trama, um evento anual brutal reúne milhares de espectadores para acompanhar uma competição extrema: cem adolescentes são forçados a caminhar por estradas dos Estados Unidos sem jamais parar ou diminuir o ritmo abaixo de um limite mínimo. Cada violação das regras resulta em advertências — e três advertências significam a morte. Apenas um sairá vivo.

A Longa Marcha: Caminhe ou Morra’ estreia nos cinemas brasileiros em 11 de setembro.

O filme recebeu classificação indicativa para maiores de 18 anos pela MPAA, devido a violência forte e sangrenta, imagens perturbadoras, suicídio, linguagem imprópria e referências sexuais.

Cooper Hoffman e David Jonsson estrelam.

O elenco ainda conta com Ben WangRoman Griffin DavisGarrett WareingTut NyuotCharlie PlummerJordan Gonzalez, Judy Greer, Mark HamillJoshua Odjick.

Francis Lawrence (‘Jogos Vorazes’) é responsável pela direção do longa. O cineasta substitui André Øvredal, que deixou o projeto em agosto do ano passado.

O roteiro da adaptação é assinado JT Mollner (‘Criminosos e Anjos’).

Desenvolvido pela Lionsgate, o projeto conta com Roy Lee (‘It: A Coisa’) como produtor.

Assinada sob o pseudônimo Richard Bachman, a história de King se passa no futuro, no qual cem garotos adolescentes embarcam numa viagem competitiva conhecida como A Longa Marcha.

As regras são simples: manter uma velocidade acima de 6 quilômetros por hora. Receba três avisos e você é assassinado com um tiro. O último a sobreviver ganha o que quiser pelo resto da vida. Sob essas circunstâncias, os garotos desenvolvem amizades muito profundas apesar de saber que, eventualmente, apenas um irá ganhar.

Pedro Pascal encerra gravações de ‘Vingadores: Apocalipse’

Pedro Pascal, o ator que atualmente interpreta Reed Richards (Sr. Fantástico) no Universo Cinematográfico Marvel (UCM), encerrou recentemente suas gravações para o aguardado filmeVingadores: Apocalipse.

Segundo o Deadline, Pascal finalizou sua participação na produção que tem estreia prevista para 2026.

No mesmo ano, o ator também retornará ao seu papel como Din Djarin na série Star Wars: The Mandalorian e Grogu, consolidando sua presença em duas das maiores franquias da cultura pop.

‘Vingadores: Doomsday’ chega aos cinemas no dia 18 de dezembro de 2026, enquanto ‘Vingadores: Guerras Secretas’ tem estreia marcada para o dia 17 de dezembro de 2027.

Além de Robert Downey Jr. como Victor Von Doom/Doutor Destino, o elenco contará com Tom Hiddleston (Loki), Anthony Mackie (Capitão América), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Letitia Wright (Pantera Negra), Wyatt Russell (Agente Americano) Simu Liu (Shang-Chi), Florence Pugh (Yelena Belova), Danny Ramirez (Falcão), Winston Duke (M’Baku), Vanessa Kirby ( Mulher Invisível), Ebon Moss-Bachrach (Coisa), Joseph Quinn (Tocha Humana), Lewis Pullman (Bob), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma), Patrick Stewart (Professor Xavier), Alan Cumming (Noturno), Ian McKellen (Magneto), Rebecca Romijn (Mística), James Marsden (Ciclope), Kelsey Grammer (Fera), Channing Tatum (Gambit), Paul Rudd (Homem-Formiga), Chris Hemsworth (Thor) e Pedro Pascal (Sr. Fantástico).

robert downey jr dr destino marvel vingadores
robert downey jr dr destino marvel vingadores

Sam Nivola abre o jogo sobre impacto emocional da trama de incesto em ‘The White Lotus’

Sam Nivola, que interpretou o complexo adolescente Lochlan Ratliff na aclamada série The White Lotus, recentemente revelou como a polêmica trama de incesto vivida por seu personagem impactou sua vida pessoal, incluindo o recebimento de mensagens desconfortáveis.

Em entrevista à Variety, sobre as gravações da série, o ator comentou a intensidade de se entregar ao papel: “Sempre fui o ator que diz: ‘Se você se perde demais no personagem? Vai se f***, isso é bobagem.’ Às vezes, eu realmente não era eu mesmo. Foi aí que entendi o que significa se perder no personagem”.

Nivola descreveu o desconforto com a repercussão da cena em que Lochlan beija o irmão e o estimula sexualmente.“Foi doloroso em certos momentos. É difícil quando as pessoas veem seu personagem como um monstro ou pervertido”.

A cena em que Lochlan beija o irmão e, posteriormente, o estimula sexualmente foi amplamente criticada, sendo considerada “chocante”, “nojenta” e “desnecessária” por muitos.

Nas redes sociais, Lochlan foi rotulado de “estranho” e “doente”, e uma revista chegou a questionar: “Está errado pensar que a cena era quente?”. O ator revelou ter recebido até mensagens diretas de homens mais velhos.

“Dói sentir que as pessoas perderam empatia por esse cara em que vivi. Eu fiquei meio na defensiva”, disse ele. “Você precisa amar seu personagem, senão está f****. Meu personagem fez algo ruim com Patrick. Não gosto disso. Mas tento não julgar”.

O sucesso da série trouxe uma mudança radical para a vida de Nivola, que descreveu a intensidade da fama: “Mudou totalmente minha vida e o rumo da minha carreira. Quando ‘The White Lotus’ estava no auge, eu realmente não conseguia andar pelas ruas do Brooklyn, minha cidade natal, sem ser cercado”.

A fama chegou a um ponto em que, em busca de um lugar tranquilo para escapar da atenção, Nivola e seus amigos recorreram à inteligência artificial. Eles perguntaram ao ChatGPT: “Qual é o pior bar do East Village?”.

A resposta foi um bar onde falar é estritamente proibido. “A gente gritava, ‘Esse lugar é f***** incrível!’ e todo mundo respondia, ‘Shhh!’”, relembra Nivola, com um sorriso e o indicador nos lábios.

Após o sucesso emThe White Lotus, Nivola confessa que a série influenciou os convites que tem recebido: “Recebi vários convites para papéis parecidos, garotos socialmente estranhos, virgens, meio esquisitos. Começo a me sentir preso nos papéis que fiz na carreira”.

“Mas, finalmente, estou recebendo convites para ser mais adulto. Tomara que o próximo seja diferente”, concluiu Nivola, esperançoso por novos desafios em sua promissora carreira.

A terceira temporada de ‘The White Lotus’ está disponível no catálogo da Max.

Ambientada na Tailândia, a terceira temporada foca em um grupo multigeracional, incluindo um patriarca, uma executiva, uma atriz, duas mães, um desajustado e um praticante de ioga.

O elenco conta com Walton Goggins, Carrie Coon, Leslie Bibb, Michelle Monaghan, Parker Posey e Lisa, além do retorno de Natasha Rothwell.

Feliz DIA DOS PAIS! 10 filmes para assistir com o papai e guardar mais esse momento na memória!

Neste domingo, 10 de outubro, celebramos o Dia dos Pais – uma data especial que nos convida a refletir sobre a importância dessas pessoas que, de alguma forma, nos guiaram pelos caminhos da vida. Se você estiver ao lado do seu pai, ou mesmo recordando dele neste dia, que tal dar play em alguns desses filmes e criar mais uma lembrança inesquecível? Feliz Dia dos Pais a todos os papais incríveis que fazem a diferença por aí!

 

Estranho Caminho (MUBI)

Na trama, conhecemos um jovem (Lucas Limeira) cineasta que após longos anos volta para o lugar onde nasceu e morou para apresentar o seu mais recente trabalho em um Festival de Cinema. Com a pandemia da Covid batendo na porta, ele busca se encontrar com seu pai (Carlos Francisco) com quem não fala faz mais de uma década. Após uma tentativa quase frustrada, já que o pai se tornou uma pessoa cada vez mais reclusa, algumas situações peculiares começam a atingir seu caminho.

 

Viva (Prime Video)

Jesús (Héctor Medina) é um jovem que ganha a vida como cabeleireiro e sonha se tornar uma grande estrela do show de transformistas de um clube de Havana comandado por Mama (interpretado pelo excelente Luis Alberto García). Certo dia, após conseguir sua chance depois de uma audição, durante seu primeiro show, é agredido por um homem bem mais velho que se revela seu pai, de quem não tem notícias desde os 3 anos de idade. A partir desse inusitado encontro, ambos precisarão equilibrar suas diferenças e tentar ter uma relação verdadeira de pai e filho.

 

Além do Tempo (Prime Video)

No início dos anos 1980, tudo ia bem na vida dos jovens apaixonados Johanna (Sallie Harmsen) e Lucas (Reinout Scholten van Aschat) que estão à bordo de um cativante navio viajando por lugares lindos junto de seu filho, Kai. Certa hora, em pleno alto-mar, eles percebem que a criança sumiu e aos poucos o desespero daquela situação viraria uma página triste na história deles. Décadas mais tarde, eles se reencontram e muito do não dito vem à tona.

 

Laços de Afeto (Netflix)

Na trama, conhecemos Leone (Francesco Gheghi), um jovem estudante do ensino médio que resolve fazer um documentário caseiro sobre a relação dos seus pais Paolo (Filippo Timi) e Simone (Francesco Scianna). Só que paralelo a isso, diversas coisas acontecem, como: ele se apaixona, os pais rumam ao divórcio, questões que levam o protagonista para um pensar mais reflexivo sobre toda sua vida.

 

Uma Lição de Amor (Looke)

Antoine (Thomas Blanchard) é um jovem que teve escolhas difíceis no passado. Ele retorna para a cidade onde nasceu e foi criado logo procurando Camile (Judith Chemla), sua ex-namorada e sua filha, a pequena Elsa que nunca conheceu. Quando Camille resolve deixar Elsa com Antoine, o protagonista embarca em uma jornada de descobertas sobre o valor de ser um pai presente.

 

Meu Pai

Anthony (Anthony Hopkins) é um homem já no terço final de sua vida, perto dos 80 anos, que vive seus dias em um apartamento confortável em Londres onde recebe a visita constante de sua filha Anne (Olivia Colman). Quando essa última conta para ele que está indo morar em Paris, situações diferentes começam a aparecer nos seus dias, até mesmo personagens diferentes mas que significam algo ao redor da vida dele, e assim conflitos familiares são trazidos à tona. Alucinações? Lembranças? Quais peças não estão lugar?

 

Kamchatka

Na trama, conhecemos um pai (Ricardo Darín) advogado e uma mãe trabalhadora (Cecilia Roth) que do dia pra noite se veem em incertezas e decepções após os militares darem o golpe pelo poder na Argentina em meados da década de 70. Tendo que fugir do lar onde moram, por conta de estarem em uma lista que são contrários ao regime que agora domina o país, vão enfrentar muitas dificuldades para contar aos filhos pequenos sobre o porquê precisam ir morar em outro lugar e viverem longe dos amigos. Assim, tentam seguir em frente, com novas identidades, à bordo de um carro amarelo, olhando as estrelas cadentes e vivendo momentos que podem ser último como família unida.

 

A Escolha (Looke)

O protagonista é um jovem de cerca de 30 anos, de origem e família na Estônia, que não sabe direito o que fazer da vida profissional e trabalha em obras na Finlândia. Completamente confuso e sem saber o que fazer após a notícia de que é pai, embarca em uma jornada de paternidade e os cuidados da recém-nascida sozinho já que a mãe não a quis assumir naquele momento.

 

Nascida para Você (Belas Artes à La Carte)

Na trama conhecemos Luca (Pierluigi Gigante), um homem solteiro, homossexual, que trabalha fazendo um lindo trabalho em uma ONG para pessoas especiais. Ele tem o sonho de ser pai e quando é selecionado para tentar a adoção de uma recém-nascida com síndrome de Down, rejeitada por vinte famílias, enfrenta uma dolorosa batalha com o sistema judiciário de Nápoles.

 

Maestro (s) (Looke)

Denis (Yvan Attal) é um maestro em total ascensão na carreira após vencer um cobiçado prêmio. Ele possui uma trajetória de repleta tensão com seu pai François (Pierre Arditi), esse também maestro. Um dia, após um bizarro erro de comunicação a partir um inesperado convite para assumir uma prestigiada orquestra na Itália, Denis precisará lidar com uma situação que logo se torna um problema de família.

Crítica | ‘Sombras do Passado’ – Um filme no PRIME VIDEO que vai explodir sua mente com um PLOT TWIST surpreendente!

Apesar de partir de uma premissa aparentemente frágil — uma mãe solteira que descobre nunca ter tido um irmão — o longa holandês Sombras do Passado ultrapassa as camadas superficiais dos conflitos para nos conduzir a um drama intenso, marcado por uma reviravolta surpreendente. Embora exija um pouco de paciência no início, o filme aos poucos conquista o espectador.

Sob a direção de Diederik Van Rooijen, a obra combina elementos de thriller jurídico com descobertas comoventes, mantendo o suspense sempre presente. Além disso, aborda temas profundos e relevantes, como autismo, maternidade, bullying e as complexas surpresas que permeiam os laços familiares.

Iris (Angela Schijf) é uma advogada e mãe de um filho autista que, inesperadamente, descobre a existência de um irmão (Fedja van Huêt) até então desconhecido — e, para sua surpresa, ele está preso, acusado de assassinato. Movida pela urgência de entender essa história, ela se lança em uma corrida contra o tempo, desvendando segredos profundos ligados ao crime e, sobretudo, à sua própria família.

Com o autismo como tema central, acompanhamos duas gerações de mães e suas distintas percepções sobre o assunto. Nesse cenário, a narrativa mergulha no suspense, onde cada nova descoberta da protagonista revela uma peça fundamental de um complexo tabuleiro emocional, marcado pelas consequências dos atos do passado. No embate entre presente e passado, dilemas e surpresas surgem constantemente, mantendo a tensão viva. A excelente fotografia intensifica e reflete essas emoções profundas, potencializando ainda mais a experiência do espectador.

Uma das grandes sacadas deste filme é direcionar a trama para um plot twist totalmente inesperado, sem oferecer nenhuma pista antecipada. Prepare-se para ficar de queixo caído! É aquele tipo de obra que merece sua atenção até os últimos segundos, pois a surpresa está garantida. Embora apresente momentos que beiram clichês já conhecidos, a história se mantém firme graças às atuações sólidas e a um roteiro habilidoso na dosagem dos mistérios.

Perdido no catálogo do Prime Video, esse longa-metragem de 2013 é atemporal! Vale a pena dar uma conferida!

 

Bob Iger NEGA que Disney priorize sequências em seus próximos lançamentos

Bob Iger, CEO da Disney, abordou recentemente os planos do estúdio para seus próximos lançamentos, garantindo que, apesar da grande quantidade de sequências, a empresa continuará focando no desenvolvimento de filmes originais.

Segundo a Variety, durante uma conferência, Iger reforçou o compromisso com a criação de novas propriedades intelectuais. “Continuamos focados em criar novas propriedades intelectuais (IP). Obviamente, isso tem um grande valor para nós no longo prazo”.

Ele explicou que a estratégia da Disney é balanceada, aproveitando o apelo das franquias existentes ao mesmo tempo em que investe em novidades. “Mas também sabemos que a popularidade de nossas IPs mais antigas continua significativa, e as oportunidades de produzir sequências ou converter o que antes era animação em live-action — como estamos fazendo com ‘Moana’, em 2026, são apenas uma grande oportunidade para a empresa e fortalecem nossas franquias”.

Iger enfatizou que não há uma prioridade exclusiva. “Então, eu não diria que temos uma prioridade para um lado ou para o outro. Nossa prioridade é lançar grandes filmes que, no final das contas, ressoem com os consumidores”, afirmou.

O CEO também destacou a importância de cultivar narrativas inéditas. “Quanto mais pudermos encontrar e desenvolver propriedades originais, melhor”, continuou Iger.

Ele mencionou os selos 20th Century e Searchlight como fontes de conteúdo original. “E veja, você poderia até argumentar que a Marvel continua a explorar sua biblioteca de personagens como propriedade original. Mesmo que, por exemplo, já tenham existido filmes do Quarteto Fantástico antes, meio que consideramos o que fizemos como uma propriedade original em muitos aspectos, porque estamos apresentando esses personagens para pessoas que não os conheciam”.

Macaulay Culkin lamenta ter perdido teste para ‘Três é Demais’, de Wes Anderson

Mais de 25 anos depois, Macaulay Culkin revelou que quase trabalhou com Wes Anderson em ‘Três é Demais‘ (Rushmore, 1998), mas deixou escapar a oportunidade durante sua pausa na carreira após o sucesso em ‘Riquinho‘ (Richie Rich, 1994).

Em entrevista ao programa Hot Ones, o indicado ao Globo de Ouro contou que, na época, recebia e lia diversos roteiros, mas alguns acabaram passando despercebidos.

“Eu era bom em ler, devorava os roteiros, mas alguns escaparam. Lembro que, uns dois anos depois, estava limpando a casa, jogando fora roteiros antigos, e vi um que eu não tinha lido: Rushmore. Pensei: ‘Ah, droga’. Eu provavelmente poderia ter feito esse”.

Culkin reconheceu que não consegue imaginar outro ator que não Jason Schwartzman no papel principal, mas ainda assim sente que teria sido divertido.

“Ao mesmo tempo, penso: ‘Cara, teria sido uma bola e um biscoito, esse aí’.”

Em ‘Três é Demais‘, Schwartzman fez sua estreia no cinema como Max Fischer, um adolescente ambicioso que busca conselhos com Herman Blume (Bill Murray) para conquistar a nova professora Rosemary Cross (Olivia Williams). O problema é que seu mentor acaba se apaixonando pela mesma mulher.

O longa marcou o início de uma parceria duradoura entre Schwartzman e Anderson, que já trabalharam juntos em filmes como Viagem a Darjeeling (2007), O Fantástico Sr. Raposo (2009), Moonrise Kingdom (2012), O Grande Hotel Budapeste (2014), Ilha dos Cachorros (2018), A Crônica Francesa (2021) e Asteroid City (2023).

Alison Brie quer voltar em ‘Pânico 7’ e critica “problema” da era atual da franquia

Mesmo após a morte brutal de sua personagem em ‘Pânico 4‘, Alison Brie acredita que há espaço para um retorno inesperado no próximo filme da franquia.

A atriz, indicada duas vezes ao Globo de Ouro e conhecida por interpretar a publicista Rebecca Walters, participou do podcast Shut Up Evan ao lado do marido, Dave Franco, e brincou sobre um possível “renascimento” no sétimo filme.

“Com as novas regras de Pânico, mesmo eu morrendo brutalmente, acho que poderiam me trazer de volta”, disse Brie, após Franco comentar que “ela era famosa em Pânico 4 e merece retornar”.

O comentário vem após a confirmação de que David Arquette, Matthew Lillard e Scott Foley — todos mortos em filmes anteriores — irão reprisar seus papéis em ‘Pânico 7‘, seguindo o exemplo de Skeet Ulrich, que já retornou nos dois últimos longas.

Brie aproveitou para criticar o excesso de sobreviventes na nova fase da franquia, que mantém vivos os chamados “core four”: Sam Carpenter (Melissa Barrera), Tara Carpenter (Jenna Ortega), Chad Meeks-Martin (Mason Gooding) e Mindy Meeks-Martin (Jasmin Savoy Brown).

“O problema da era atual é que muita gente sobrevive. O ‘core four’ precisa morrer. Em Pânico 2 matamos Randy Meeks (Jamie Kennedy). Já em Pânico 7 deveríamos estar com, no máximo, dois do grupo original ainda vivos”.

A atriz também lamentou a morte de Dewey Riley (Arquette) em Pânico (2022):

“Foi muito triste. Acho que foi um erro. Devíamos manter os três principais.”

Pânico 7‘ marcará o retorno de Neve Campbell como Sidney Prescott, ao lado de Courteney Cox, Arquette, Foley, Lillard, Gooding e Brown.

O elenco também contará com Isabel May, Celeste O’Connor, Asa Germann, Mckenna Grace, Sam Rechner, Michelle Randolph, Jimmy Tatro, Anna Camp, Joel McHale, Mark Consuelos e Ethan Embry.

Com as gravações da aguardada sequência ‘Pânico 7‘ acontecendo atualmente, um vídeo inédito dos bastidores foi revelado recentemente.

A cena mostra a personagem de Isabel May, que interpretará a filha da Sidney Prescott, sendo perseguida pelo Ghostface.

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Pânico 7’ está programado para estrear no dia 27 de fevereiro de 2026.

O novo filme contará com o retorno dos veteranos Neve Campbell, Courteney Cox, Mason Gooding e Jasmin Savoy Brown, além de David Arquette, Matthew Lillard e Scott Foley.

Os novatos Isabel May, Celeste O’Connor, Asa Germann, Mckenna Grace, Sam Rechner, Mark Consuelos, Anna Camp e Joel McHale completam o elenco.

Chelsea Simmons (Sidney Prescott) deixou seu passado para trás e está se concentrando em ser uma mãe feliz e casada e administrar uma pequena cafeteria na cidade. No entanto, ela nunca parou de olhar para trás e, com certeza, mais uma vez, seu passado volta para assombrá-la.

‘Anna Pigeon’: Jordan Sledz, Crystle Lightning e Nikki Hallow terão papéis regulares na nova série

Anna pigeon

A nova série ‘Anna Pigeon‘, do USA Network, ganhou três reforços no elenco recorrente: Jordan Sledz (Heartland), Crystle Lightning (Ghosts) e Nikki Hallow (High School). As gravações estão acontecendo em Calgary, Alberta, no Canadá. A novidade foi divulgada com exclusividade pelo Deadline.

Eles se juntam à protagonista já anunciada Tracy Spiridakos (Chicago P.D.) e ao ator Ronnie Rowe Jr. (Star Trek: Discovery), que integra o elenco fixo.

Baseada nos romances de Nevada Barr, a trama acompanha Anna Pigeon (Spiridakos), uma ex-moradora da cidade que se tornou guarda florestal após uma perda devastadora mudar completamente o rumo de sua vida. Enquanto tenta escapar de seus traumas, ela passa a se dedicar a resolver crimes que ocorrem dentro dos parques nacionais — custe o que custar.

Jordan Sledz será Zach Redhill, um ator clássico e antigo interesse amoroso de Anna. Crystle Lightning viverá Frieda Dierkz, a despachante e “coluna vertebral” do parque, que sabe tudo sobre todos.

Nikki Hallow interpretará Christina Clark, administradora do parque e mãe solteira em meio a um divórcio difícil, que tem um carinho especial pelos guardas florestais.

A primeira temporada terá 10 episódios e é dirigida e produzida por Lea Thompson (De Volta para o Futuro).

A produção é da Cineflix Studios, December Films e Seven24 Films, com distribuição mundial exclusiva da Cineflix Rights. No Canadá, a série marca a primeira coprodução da Bell Media com o USA Network.

Ainda não há data de estreia confirmada para ‘Anna Pigeon‘.