Inicialmente programado para o dia 7 de novembro, o reboot ‘O Sobrevivente‘ (The Running Man) foi adiado em uma semana pela Universal Pictures.
Estrelada por Glen Powell (‘Todos Menos Você’), a nova versão passará a chegar às telonas no dia 14 de novembro.
A mudança foi feita para que o longa, baseado no livro homônimo de Stephen King, não concorra diretamente com o aguardado ‘Predador: Terras Selvagens‘.
Baseada no livro homônimo de Stephen King, publicado através do pseudônimo Richard Bachman, a trama é ambientada em uma América distópica em 2025 e gira em torno de Ben Richards, um homem desesperado que participa de um reality show violento chamado O Sobrevivente, para ganhar dinheiro e salvar sua filha gravemente doente.
A direção fica a cargo de Edgar Wright(‘Baby Driver – Em Ritmo de Fuga’), que escreveu o roteiro em parceria com Michael Bacall, seu colaborador em ‘Scott Pilgrim Contra o Mundo‘.
A segunda temporada de ‘Pacificador’ chega em breve à HBO Max, trazendo uma nova jornada para Christopher Smith (John Cena), e agoraJames Gunn, abordou a possibilidade de um longa focado no herói.
Durante uma entrevista ao site ComicBookMovie, Gunn foi questionado sobre o assunto e respondeu de forma bem-humorada:
“Na verdade, eu sei a resposta para essa pergunta. Mas não tenho permissão para dizer, sob pena de sofrer a punição do Safran, que consiste na perda de uma junta do meu dedo. Toda vez que eu dou um spoiler, Peter Safran remove mais uma parte com um cortador de charutos. É muito doloroso”, brincou o cineasta.
Apesar da resposta evasiva, os fãs se animaram com a possibilidade, já que Gunn não negou diretamente nem usou respostas genéricas como “não por enquanto”ou “vamos ver o que acontece”, o que sugere que há, de fato, planos para o personagem nas telonas.
Lembrando que o próximo ciclo tem estreia agendada para o dia 21 de agosto.
“Nos novos episódios, o Pacificador descobre um mundo alternativo onde a vida é tudo o que ele deseja. Mas essa descoberta também o força a encarar seu passado traumático e tomar o futuro em suas próprias mãos.”
Cena retornará como o herói titular ao lado de Freddie Stroma (Adrian Chase) e Danielle Brooks (Leota Adebayo).
Frank Grillo será introduzido como Rick Flag Sr., pai do personagem interpretado por Joel Kinnaman (‘Altered Carbon’) em ‘O Esquadrão Suicida‘.
Vanessa Kirby já se tornou uma das atrizes mais queridas do Universo Cinematográfico da Marvel — e não apenas como parte do ‘Quarteto Fantástico‘. Após estrear roubando a cena como Sue Storm, a Mulher Invisível, no longa da Primeira Família da Marvel, a atriz britânica já mergulha em seu próximo desafio: o épico crossover ‘Vingadores: Doomsday‘, que promete ser o capítulo mais sombrio da saga até agora.
Em entrevista recente ao podcast Happy Sad Confused, Kirby compartilhou detalhes emocionantes dos bastidores — incluindo o impacto de atuar ao lado de Robert Downey Jr., que retorna ao MCU sob circunstâncias misteriosas.
“Ele é o ser humano mais incrível — profundo, gentil, com uma alma linda”, disse Kirby. “Ele tem sido um líder fenomenal para nós, especialmente considerando que somos os novatos nesse universo. Muitos dos outros atores já estão familiarizados com esse mundo há anos, e ele nos acolheu de forma generosa. Está fazendo um trabalho extraordinário.”
Além de enfrentar ameaças cósmicas e desafios interdimensionais, Vanessa Kirby está encarando uma jornada igualmente intensa fora da tela: a maternidade. A atriz revelou que está filmando ‘Vingadores: Doomsday‘ grávida — algo que a Marvel Studios e os diretores Anthony e Joe Russo acolheram com entusiasmo e apoio total.
“É a coisa mais incrível estar gravando um filme dosVingadores enquanto estou grávida”, contou. “Os Russo, o Kevin Feige e toda a equipe têm sido absolutamente incríveis. Me senti acolhida e respeitada em cada etapa.”
Ela também revelou, com entusiasmo contido, que há mais filmagens pela frente. “Ainda vou voltar para gravar mais cenas”,afirmou — um indício de que sua personagem, e possivelmente o bebê de Sue Storm (Franklin Richards, nos quadrinhos), terão papel crucial na narrativa.
Kirby também destacou a confiança que sente nos irmãos Russo, diretores veteranos do MCU. “Eles descrevem o processo como se estivessem preparando uma receita, misturando diferentes ingredientes. É impressionante como esses filmes dos Vingadores funcionam com tanta harmonia”, elogiou.
Em um momento em que o MCU busca redefinir sua próxima fase, Vanessa Kirby parece destinada a ocupar um lugar central tanto emocional quanto narrativamente. Seja manipulando campos de força cósmicos ou segurando um bebê em meio ao caos intergaláctico, a nova Sue Storm chegou para ficar.
‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘ está em cartaz nos cinemas. Já ‘Vingadores: Doomsday‘ segue em produção, com estreia prevista para 2026.
Assista nossa crítica:
Ambientado em um vibrante mundo retrofuturista inspirado nos anos 1960, ‘O Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘ apresenta a Primeira Família da Marvel—Reed Richards/Senhor Fantástico (Pedro Pascal), Sue Storm/Mulher Invisível (Vanessa Kirby), Johnny Storm/Tocha Humana (Joseph Quinn) e Ben Grimm/Coisa (Ebon Moss-Bachrach)—enquanto enfrentam seu maior desafio até agora. Forçados a equilibrar seus papéis como heróis e a força dos laços familiares, eles devem defender a Terra de um deus espacial voraz chamado Galactus (Ralph Ineson) e seu enigmático arauto, o Surfista Prateado (Julia Garner). E como se o plano de Galactus para devorar o planeta inteiro e todos nele já não fosse ruim o suficiente, a ameaça se torna ainda mais pessoal.
A novidade foi divulgada pelo site Deadline. Até o momento, não foram revelados detalhes sobre a personagem de George, assim como a trama da sequência segue mantida em sigilo.
As filmagens estão programadas para o outono norte-americano (período que compreende os meses entre setembro e novembro).
Jake Gyllenhaal retorna ao papel de Dalton, o ex-lutador do UFC que se envolve em confrontos intensos em um ambiente marcado por violência e redenção.
O roteiro da sequência é assinado por Will Beall (Bad Boys: Ride or Die), com produção da Atlas Entertainment (Charles Roven e Alex Gartner), além da Nine Stories Productions de Gyllenhaal. Josh McLaughlin e Ivan Atkinson também atuam como produtores executivos.
O primeiro filme, que reimaginou o clássico dos anos 1980, foi um dos maiores sucessos da Prime Video em 2024, acumulando mais de 50 milhões de visualizações logo após sua estreia. Em oito semanas, esse número chegou à impressionante marca de 80 milhões, consolidando ‘Matador de Aluguel‘ como uma das produções mais assistidas do serviço de streaming.
Após a vitória histórica do longa nacional ‘Ainda Estou Aqui’ na última edição do Oscar, todas as atenções se voltam para qual será o próximo representante brasileiro na categoria de Melhor Filme Internacional em 2026.
Agora, a Academia Brasileira de Cinema divulgou oficialmente a lista dos 16 filmes pré-selecionados que disputarão uma vaga na premiação.
A Comissão de Seleção anunciará uma pré-lista com seis finalistas no dia 8 de setembro, e o filme escolhido para representar o Brasil será revelado no dia 15 de setembro.
A lista final dos indicados ao Oscar será anunciada pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA no dia 17 de janeiro, após a divulgação das pré-listas no final deste ano.
“Para fugir de violência do marido, a recicladora de lixo Gal bota os filhos pequenos, Rihanna e Benin, em cima da sua carroça e cruza São Paulo rumo à casa da prima. No trajeto, ela enfrenta os perigos da rua, enquanto convence os filhos que estão vivendo uma grande aventura”, diz a sinopse.
“Em Ciarema, o avanço do mar destrói casas e desabriga famílias. Alice, uma jovem ambientalista, mora com Helena, sua mãe doente, em uma casa constantemente castigada pelas ressacas. Alice quer ir embora, Helena quer permanecer em frente ao mar. No fim, as duas vão enfrentar seus destinos”, diz a sinopse.
“Depois de ser liberado de um centro de detenção juvenil, Wellington, de 18 anos, se vê sozinho e perdido nas ruas de São Paulo, sem nenhum contato com seus pais e sem recursos para reconstruir sua vida. Ele encontra Ronaldo, um homem maduro, que o ensina novas formas de sobrevivência. Gradualmente, a relação entre os dois se transforma em uma paixão conflituosa”, diz a sinopse.
“A vida e carreira do artista Ney Matogrosso, desde a infância, marcada por conflitos com o pai autoritário, passando pelo início de carreira no Secos e Molhados, até a carreira solo e a maturidade artística”, diz a sinopse.
“Dé é um adolescente negro da periferia da Chatuba, Rio de Janeiro, que recebe a notícia de que sua avó, Almerinda, está na fase terminal da doença de Alzheimer. Ele tem a ajuda de seus dois melhores amigos, Adrianim e Martins, para enfrentar o mundo e aproveitar os últimos dias de vida com ela”, diz a sinopse.
“Malu, uma mulher de meia idade com um passado glorioso, se vê presa em um caos existencial. A complexa relação com sua mãe conservadora e com sua filha adulta torna a crise ainda mais aguda, em meio a momentos de carinho e alegria entre as três. Um retrato de uma mulher em busca da melhor versão de si mesma”, diz a sinopse.
“‘Manas narra a história de Marcielle/Tielle, uma jovem de 13 anos que vive na Ilha do Marajó (PA) junto ao pai, Marcílio, à mãe, Danielle, e os três irmãos. Ela cultua a imagem de Claudinha, sua irmã mais velha, que teria partido para bem longe após ‘arrumar um homem bom’ nas balsas que passam pela região. Conforme amadurece, Tielle vê ruírem muitas das suas idealizações e se percebe presa entre dois ambientes abusivos. Preocupada com a irmã mais nova e ciente de que o futuro não lhe reserva muitas opções, ela decide confrontar a engrenagem violenta que rege a sua família e as mulheres à sua volta”, diz a sinopse.
“MILTON BITUCA NASCIMENTO é o documentário que parte da turnê de despedida de Milton Nascimento, um dos maiores artistas brasileiros de todos os tempos, para entender a complexidade simples de sua obra e da alma brasileira”, diz a sinopse.
“‘O Agente Secreto’ é um thriller ambientado no Brasil de 1977. Na trama, Marcelo é um especialista em tecnologia que foge de um passado misterioso e volta ao Recife em busca de paz. Ele logo percebe que a cidade está longe de ser o refúgio que procura”, diz a sinopse.
“O filme acompanha Crisóstomo, pescador solitário que tem o sonho de ter um filho. Sua vida muda quando ele encontra Camilo, um menino órfão que decide acolher. Em uma tentativa de fugir de sua própria dor, Isaura cruza o caminho dos dois, e, em seguida, Antonino, um jovem incompreendido, também se conecta com eles. Juntos, os quatro aprendem o significado de família e o propósito de compartilhar a vida”, diz a sinopse.
“Tereza tem 77 anos, mora numa cidade industrializada na Amazônia e é convocada oficialmente pelo governo a se mudar para uma colônia habitacional compulsória. Lá, os idosos “desfrutam” de seus últimos anos de vida, enquanto a juventude produtiva do país trabalha sem se preocupar com os mais velhos. Antes do exílio forçado, ela embarca numa jornada pelos rios e afluentes da região para realizar um último desejo, algo que pode mudar seu rumo para sempre”, diz a sinopse.
“No sertão de Goiás, homens brutos que não conseguem lidar com suas fragilidades são constantemente abandonados pelas mulheres que amam. Tristes e amargurados, eles se voltam violentamente uns contra os outros”, diz a sinopse.
“‘Os Enforcados’ conta a jornada de um casal da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, que toma proporções shakespearianas quando Valério, influenciado pela esposa Regina, decide assassinar seu tio para tomar os negócios ilícitos da família. O crime, no entanto, acaba levando Valério a uma escalada de violência e sangue; e Regina a uma paranoia que acabará por destruir, tragicamente, a relação dos dois”, diz a sinopse.
“Líbano, 1949. O país enfrenta uma guerra iminente. Dois irmãos católicos, Emilie e Emir, embarcam em uma viagem rumo ao Brasil em busca de dias melhores. Durante a jornada, Emilie se apaixona por um comerciante muçulmano, Omar. Emir sofre de um ciúme incontrolável e usará suas diferenças religiosas para separá-los. Antes de chegar ao destino final, durante uma briga com Omar, Emir é gravemente ferido em um acidente com arma de fogo. A única opção de Emilie é descer em uma aldeia indígena no meio da selva para encontrar um curandeiro que o salve. Quando seu irmão se recupera, eles seguem para Manaus, onde Emilie toma uma decisão que levará a consequências trágicas. Retrato de um certo Oriente é um filme sobre memória, paixão e preconceito, que revela a saga dos imigrantes libaneses na Floresta Amazônica”, diz a sinopse.
“‘Um Lobo entre os Cisnes’ conta a história de Thiago Soares, um garoto do subúrbio carioca que deixa para trás o hip hop e embarca no mundo do balé clássico. Sua história ganha rumos inesperados depois que conhece o dançarino cubano Dino Carrera, que vira seu mentor e aprimora o talento de Thiago até ele atingir o estrelato ao se tornar o primeiro bailarino do Royal Ballet de Londres”, diz a sinopse.
“Inspirado em uma incrível história real, ‘Vitória’, interpretada pela nominada ao Oscar Fernanda Montenegro, conta a emocionante trajetória de uma aposentada que desmontou uma perigosa quadrilha de traficantes e policiais a partir de filmagens feitas da janela do seu apartamento no Rio de Janeiro. Com a ajuda de um amigo jornalista, ela enfrenta os riscos e perigos de uma situação inimaginável. Um filme sobre a coragem, a força e a resiliência de uma mulher”, diz a sinopse.
O texto abaixo aborda os dois primeiros episódios da série. Cuidado com alguns spoilers.
Em 1979, Ridley Scott fazia história no cenário cinematográfico com o lançamento de ‘Alien, o 8º Passageiro’. O longa-metragem, responsável por popularizar a união entre ficção científica e terror, nos convidou a uma viagem mortal e sangrenta pelo espaço sideral, acompanhando uma tripulação a bordo de uma nave que se tornou alvo de uma perigosa criatura conhecida como xenomorfo. A partir daí, o filme transformou-se em um dos mais influentes do gênero, garantindo uma franquia em constante expansão e que já trouxe nomes como James Cameron e Fede Alvarez assumindo as rédeas de capítulos aclamados pela crítica e pelo público.
Após o sucesso de ‘Alien: Romulus’, a incursão cinematográfica mais recente da saga, Noah Hawley resolveu investir esforços em uma série derivada ambientada antes dos eventos do filme original. O realizador, conhecido por seu trabalho em produções como ‘Fargo’ e ‘Legion’, nos convidou para um futuro distante ambientado no ano de 2120 através de ‘Alien: Earth’ – que trouxe os mercenários e perigosos alienígenas ao nosso planeta em um misto de drama distópico, ação, terror e suspense. Com o lançamento dos dois primeiros capítulos no catálogo do Disney+, o resultado não poderia ser diferente: Hawley, aliando-se a um time técnico, criativo e performático de altíssimo calibre, mostra que esse cosmos ainda tem muitas histórias a serem contadas – e da melhor maneira possível.
Como bem sabemos, o criador e showrunner é apaixonado por colocar múltiplas referências interculturais em suas produções, e isso não seria diferente aqui. Logo de cara, somos introduzidos a Wendy (Sydney Chandler), a primeira forma de vida híbrida da história – isto é, um humano que teve sua consciência transferida para um corpo sintético. Anteriormente conhecida como Marcy, Wendy é parte de um experimento comandado por Boy Kavalier (Samuel Blenkin), CEO da Prodigy Corporation o trilionário mais jovem do mundo, que utilizou sua imensurável fortuna para inovações tecnológicas que escolhiam crianças com doenças terminais transformadas em espécies de supersoldados que nunca envelheceriam e a que seriam atribuídas habilidades incomparáveis.
Em outro espectro, a tripulação a bordo da USS Maginot retorna para a Terra com inúmeras amostras de vidas extraterrestres para serem estudadas – sem imaginar que uma delas se transformaria em uma criatura sedenta por sangue e impiedosa, caçando um a um até a nave se chocar com o planeta com um único sobrevivente, o engenhoso ciborgue Morrow (Babou Ceesay), que, de maneira indireta, sacrificou seus companheiros para se salvar. A partir daí, dois universos diferentes se chocam em uma luta pela sobrevivência que presta incontáveis homenagens às iterações predecessoras.
Hawley empresta suas habilidades como diretor do primeiro capítulo e roteirista dessa dupla de episódios que chegou recentemente à plataforma de streaming – e, como já mencionado, constrói um ponto de convergência entre inúmeros estilos narrativos que ampliam um dos universos mais populares e adorados da cultura pop. E, acompanhando a conhecida identidade do realizador, as diversas inflexões são pinceladas com inteligentes críticas sociais e políticas mascaradas por um escopo quase epopeico – seja nas investidas acerca do capitalismo predatório ou da desmedida ambição humana (algo que, inclusive, foi retratado ao longo da franquia com durabilidade significativa).
O teor mais dramático e intimista pode ser um tanto quanto dissonante para os fãs inveterados das investidas de terror e suspense imortalizadas pelas iterações anteriores – mas isso não tira o brilho da produção. Pelo contrário, Hawley percebe que tem espaço de sobra para que cada trama e cada personagem seja tratado com a profundidade merecida, desde a derradeira relação entre Wendy e seu irmão Joe (Alex Lawther), um paramédico da Força de Segurança da Prodigy que acredita que a irmã está morta sem se dar conta de que sua versão híbrida o está protegendo a todo custo; passando pela mentalidade neoimperialista de Boy Kavalier, que enxerga a espaçonave que caiu em seu território como mais uma possibilidade de lucro e de reafirmar seu poder irrefreável; e culminando na inesperada releitura do clássico ‘Peter Pan’ que se desenrola minuto a minuto.
A série não é livre de erros, visto os problemas de ritmo que aparecem aqui e ali em determinadas sequências, além da quantidade exagerada de personagens que provam ser descartáveis. Entretanto, o comprometimento do elenco, com destaque à performance encantadora e recheada de nuances promovida por Chandler, é forte o suficiente para ofuscar os obstáculos enfrentados e deixa claro que, episódio a episódio, a luta pela sobrevivência ficará mais acirrada – transformando ‘Alien: Earth’ não apenas em um dos títulos mais ambiciosos do ano, como uma das melhores entradas da franquia sci-fi.
A magia do cinema tem o poder de abrir nossos olhos para questões que, na correria do dia a dia, muitas vezes passam despercebidas. Refletir sobre uma obra é um exercício fascinante, capaz de nos conduzir a novas formas de enxergar o mundo à nossa volta. Pensando nisso, reunimos abaixo uma seleção especial de filmes que despertam esse tipo de reflexão – e que você precisa conferir!
Mal Viver (Filmicca)
Na trama, conhecemos uma família de cinco mulheres que estão prestes a passar alguns dias juntas no hotel da família, numa região praiana, localizado em uma vila portuguesa do Município de Esposende. Entre idas e vindas dos hóspedes, conflitos entre elas se estabelecem tendo o passado como algo desafiador a ser relembrado. O epicentro se coloca na relação entre Piedade (Anabela Moreira) e Salomé (Madalena Almeida), mãe e filha, a primeira cheia de angústias e medos com uma depressão evidente, a segunda já na fase da faculdade, acabou de perder o pai e tenta se reconectar com a mãe com quem não nunca se deu bem.
Hirayama (Kôji Yakusho) é um homem metódico, de uma simplicidade notável, que trabalha limpando banheiros públicos em uma Tóquio atual. Avesso à tecnologia na contramão dos agitos de um Japão pulsante nesse sentido, seu cotidiano é regado por seu gosto por fotografia, leitura e música (com direito a uma bela coleção de fitas k7). Será ele um ser humano estacionado no tempo? Qual será sua história até ali? Alguns personagens que surgem em sua vida vão começando a remexer lembranças, encostando no seu passado.
Eu, Capitão
Na trama, conhecemos os primos Seydou (Seydou Sarr) e Moussa (Moustapha Fall), dois jovens senegaleses que resolvem fazer uma viagem de Dakar até a Itália em busca de seus sonhos. Só que essa jornada não será como ele imaginam, sofrem com os horrores da ganância humana, conflitos geopolíticos, esgotando as curtas margens de esperança mas também encontrando pelo caminho novas formas de entender o mundo.
Baseado num livro homônimo escrito por Anthony Robles e Austin Murphy, em Imparávelconhecemos a trajetória repleta de obstáculos de um jovem, nascido sem uma das pernas, que com a ajuda da mãe vai atrás do sonho de ser reconhecido como um grande lutador de luta livre universitária.
Na trama, conhecemos o introspectivo e solitário Memo (Jorge Garcia), um homem já adulto que vive distante do grande centro em uma ilha com seu tio Braulio (Luis Gnecco). Aos poucos vamos conhecendo mais a fundo a peculiar personalidade dessa alma amargurada que na infância foi descoberto por ter uma voz maravilhosa mas que a ganância dos outros fraudaram seus sonhos o levando a uma depressão e distância de tudo aquilo que pensara que iria acontecer com sua vida. Mas, a chegada de Marta (Millaray Lobos), fará Memo ter uma nova chance de mostrar ao mundo quem ele realmente é.
Ollie (Tye Sheridan) é um esforçado novato na função de paramédico que se dedica também aos estudos para uma vida melhor. No seu ofício, no complexo turno da noite, logo de cara enfrenta o caos das emoções que chegam forte por um cotidiano repleto de dor e emoções conflitantes. Aos poucos busca na sua única referência, Rut (Sean Penn), um experiente na função, algum sentido para seu presente. Mas nada será tão simples.
Na trama, conhecemos Kate (Kristin Scott Thomas) a esposa de um general de uma base militar na Inglaterra que não possui muito contato com as outras espoas de militares, principalmente após o falecimento do seu único filho. Certo dia, resolve se juntar a Lisa (Sharon Horgan), uma mulher que possui muito problemas de relacionamento com a filha e comanda uma espécie de mercearia na base militar. Elas resolvem criar um coral com as mulheres dos militares. A iniciativa é um sucesso e assim elas conseguirão encontrar forças umas nas outras principalmente quando notícias ruins chegam.
O Filho de Jean (Cindie)
Na trama, conhecemos o tímido e inteligente Mathieu (Pierre Deladonchamps), um homem que vive uma vida pacata na capital francesa. Divorciado, possui uma relação excelente com a ex-mulher e juntos cuidam do filho Valentin. Certo dia, uma coisa inusitada acontece, Mathieu recebe uma ligação dizendo que seu pai que nunca conhecera faleceu. Assim, parte em busca de conhecer mais sobre sua história indo até o local onde morou seu pai, no Canadá. Chegando lá, seu contato é Pierre (Gabriel Arcand), grande amigo de seu pai que o ajuda bastante nessa jornada reveladora e surpreendente.
Na trama conhecemos Filipa (Sally Hawkins), uma mulher infeliz no trabalho, num recente término de relacionamento com o ex-marido John (Steve Coogan) que certo dia embarca em uma busca inusitada pelos restos mortais do Rei Ricardo III. Indo atrás desse enorme desafio vai descobrindo a solidariedade e novos conflitos que surgem quando pingos de sucesso começam a aparecer nessa jornada.
As montanhas sempre ouvem e nunca respondem de volta. Explorando duas forças emocionais conflitantes, o fugir e o ter esperança, Tempestade Infinita parte de uma história sobre luta pela sobrevivência onde o instinto maternal e a solitude são parte de uma engrenagem fundamental que contempla os desafios de superar perdas. Dirigido pela dupla Malgorzata Szumowska e Michal Englert, o projeto é baseado em fatos reais de uma dramática história ocorrida no ano de 2010. No elenco, a duas vezes indicada ao Oscar, Naomi Watts.
A Warner Bros. Pictures Brasil anunciou o retorno do icônico filme aos cinemas, com sessões especiais entre os dias 28 de agosto e 3 de setembro.
Essa é mais uma oportunidade de embarcar novamente, ou pela primeira vez, em uma jornada épica pelo espaço e tempo.
O filme já havia reestreado nos cinemas de 9 e 15 de janeiro de 2025.
Excluindo a Trilogia Batman, Interestelar é o melhor trabalho de Christopher Nolan. Essa exclusão é necessária para se ter noção dos avanços do seu trabalho. Acontece que a Trilogia Batman é muito boa, inevitavelmente colocando Interestelar em segundo lugar. Outra razão para se colocar de lado a Trilogia é porque não é um trabalho “plenamente autoral”. Sim, Nolan teve uma autonomia absurda, mas o projeto não partiu dele; e alguma limitação havia, ainda que fosse a grandeza do herói.
Desse jeito, comparando Interestelar com seus trabalhos mais autorais, como Amnésia ou A Origem, a evolução do diretor fica mais evidente (Vá lá!, o filme não faria feio se comparado com O Cavaleiro das Trevas Ressurge…).
A evolução mais perceptível de Nolan é o lado humano. Pela primeira vez, as emoções de suas personagens são sentidas pelo espectador. Mesmo em sua obra-prima – O Cavaleiro das Trevas – essas emoções são “teorizadas”.
Em tese, Harvey Dent está destruído pela morte de Rachel; em tese, Leonardo DiCaprio, em A Origem, sofre por sua amada (Marion Cotillard), mas o espectador não sente na alma essa dor. Os dramas de Cooper (Matthew McConaughey) são sentidos pelo público, e o culpado não é apenas a qualidade do ator.
Cooper não embarca na missão para salvar a Terra, mas para salvar sua família. Nisto Interestelar é diferente da maioria das produções sobre fim do mundo. A primeira hora é gasta para construir a relação entre Cooper e sua filha Murph (Mackenzie Foy), tanto por pequenos gestos, quanto por diálogos, como quando ele explica para a filha que não existem fantasmas.
interestelar
O espectador não só é informado das motivações de Cooper, ele sente. O ato de deixar os filhos para trás para salvá-los seria provavelmente o gesto da maioria da plateia – ao menos daqueles que tem algum afeto escondido. Quantos recusariam uma chance, mesmo remota, de salvar seus filhos?
O tema de Interestelar não é apenas a sobrevivência da nossa raça, mas a sobrevivência daqueles que amamos. Ele toca em dois sentimentos primitivos: amor e sobrevivência. Esses sentimentos são mencionados em uma penca de filmes-catástrofes. Aqui, a diferença é a paciência de envolver os sentimentos da plateia. Uma coisa é gastar alguns instantes com declarações burocráticas sobre o amor filial. Outra coisa é usar 60 minutos de projeção para depurar a relação de duas personagens. Essa opção do diretor fez toda diferença, dando até mais urgência às dificuldades da missão.
Outra coisa inédita nos filmes do diretor, a ação não sufoca o lado humano. Nolan sempre usou com competência os efeitos práticos (aqueles obtidos durante as filmagens, sem ajuda do computador) e a montagem em paralelo (várias ações exibidas ao mesmo tempo até um ponto de desfecho) para arrancar adrenalina do público. Porém, o lado humano ficava em segundo plano. Em Interestelar, os laços afetivos reforçam a tensão.
As demais qualidades de Nolan estão presentes, com destaque para o roteiro engenhoso e para a concepção visual do filme, especialmente nas cenas do espaço. Até um defeito de Nolan passa quase despercebido: os diálogos didáticos e expositivos encontram a função de explicar conceitos da Física.
Contudo, as falhas impedem de tirarmos de O Cavaleiro das Trevas o título de “maior trabalho do diretor.” Fora dos temas científicos, o roteiro expositivo fica óbvio e patético; diálogos cafonas, – como quando Brand (Anne Hathaway) fala pela primeira vez sobre amor – o uso pouco inspirado da música – além do mais, a trilha de Hans Zimmer é fraquinha. Há até uma sequência em paralelo – marca do diretor – enfadonha.
Não poderia deixar de comentar o final do filme. Assim, quem não quiser spoilers, obrigado pela leitura!
É curioso como o diretor estimulou as comparações com 2001 – Uma Odisseia no Espaço, de Stanley Kubrick. Ele disse: “Sempre que se pensa em ficção científica, há os marcos: Metrópolis, Blade Runner, 2001. Sempre que uma trama viaja para fora do planeta é inevitável pensar em 2001. Mas só existe um único 2001. É preciso manter uma certa distância [do filme de Kubrick].”
Que bom que ele reconhece! Nolan é exaustivo demais para alcançar o patamar de um 2001… Kubrick é simbólico, fugindo de explicações e produzindo imagens que permitem múltiplas interpretações. Nolan parece que não se aguenta! Tudo é explicado, drenando o lado simbólico. Seus filmes são uma espécie de jogo: uma estrutura engenhosa para o público decifrá-la na mesa da lanchonete. Mas, depois de decifrada, a carga simbólica é baixa. Se em 2001… o monólito pode representar da aurora do conhecimento humano à angustia do protagonista, em Interestelar, o fundo do buraco negro será…
Ao longo do filme, o surgimento do buraco de minhoca é atribuído a uma divindade, uma força cósmica dando uma mãozinha para a humanidade. Depois de Cooper cair no buraco negro, – um dos cenários mais impactantes do filme – uma nova explicação surge: para Cooper essa divindade seríamos nós mesmos, seres humanos em um estágio mais avançado.
É tudo tão amarrado que poucos simbolismos são permitidos. O público irá discutir os detalhes até montar o quebra-cabeça. Resultado, fica difícil voos mais altos da crítica. Por exemplo, com certo esforço, poderia perguntar: com esse final, que coloca uma humanidade futura como responsável por algo tão divino, e ao mesmo tempo, a humanidade presente tão frágil diante de um planeta destruído, Interestelar estaria ironizando com nosso narcisismo, nossa vontade de tomar o lugar de Deus e conduzir nossas vidas?
Não! Infelizmente, o final não parece acomodar essa visão. Se Nolan conseguiu mexer com sentimentos tão primitivos do espectador, ele não resiste e é exaustivo: foram os humanos que possibilitaram a salvação da humanidade. Se foi a ideia que ele quis passar, tudo bem! Não há problemas em não ser mais simbólico. Embora os filmes mais duradouros costumem serem os mais ambíguos, há grandes filmes redondinhos.
Mesmo sendo um ótimo filme – inserindo-se no quadro de renovação da ficção científica cinematográfica – se Nolan dissesse mais falando menos, Interestelar seria maior, o público ganharia e a vida dos críticos seria mais fácil!
‘Eddington’, longa estrelado por Joaquin Phoenix e Pedro Pascal, teve uma estreia mediana no Rotten Tomatoes, conquistando 62% de aprovação, com base em 21 análises.
Os críticos, em geral, elogiaram o longa, embora tenham apontado algumas falhas na narrativa.
“O filme provavelmente teria sido melhor se fosse mais focado (e mais curto), mas a visão insana de Aster faz com que a maioria dos diretores pareça tímida em comparação”, disse Nicholas Barber do BBC.
“Sem cerimônia nem piedade, Eddington arranca o curativo de uma vez — e nem todos vão querer olhar ou pensar sobre o que está por baixo dele”, disse Damon Wise do Deadline.
“Há um lado indulgente em Ari Aster e, embora esteja mais contido aqui, é possível sentir que ele ainda se entrega a isso. No entanto, esse traço também é inseparável do que faz dele, em Eddington, um cineasta tão estimulante”, disse Owen Gleiberman do Variety.
“Se Hereditário e Midsommar mexeram com o psicológico por meio de narrativas genuinamente assustadoras e imagens impactantes, e Beau Tem Medo foi igualmente desconcertante e enlouquecedor, Eddington é apenas irritante e vazio”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.
“Aster nos entregou mais um filme que arrepia, perturba e dá vontade de sair da própria pele. Você só gostaria que este não parecesse tão próximo da não ficção”, disse David Fear do Rolling Stone.
“O quarto longa de Aster é menos impactante como um choque ao sistema do que pela forma vívida, e desconfortável, com que retrata, no dia a dia, o quanto o nosso futuro digital tem tirado das pessoas a capacidade de identificarem suas próprias verdades”, disse David Ehrlich do IndieWire.
“‘Eddington’ pode parecer um passo atrás para Ari Aster no que diz respeito aos seus visuais marcantes e à sua habilidade de criar experiências cinematográficas perturbadoras. No entanto, o filme revela justamente o contrário: Aster mostra que é capaz de transportar esses pesadelos para o mundo real — e fazê-los funcionar dentro dele”, disse Emma Kiely do Collider.
“Um filme melhor sintetizaria de forma coesa o macro com o micro, mas Aster, em vez disso, os deixa lado a lado de forma dissonante, ressoando ao vento do deserto”, disse Richard Lawson do Vanity Fair.
No elenco temos Joaquin Phoenix(‘Coringa‘), Emma Stone (‘Pobres Criaturas‘), Pedro Pascal (‘The Last of Us‘), Austin Butler (‘Elvis‘), Deirdre O’Connell (‘The Affair: Infidelidade‘), Micheal Ward (‘Top Boy‘) e Clifton Collins Jr. (‘Vermelho, Branco e Sangue Azul‘) completam o elenco.
A Paramount+ revelou recentemente que a 4ª temporada do suspense policial, estrelado por Jeremy Renner (‘Vingadores’), já tem data de estreia em seu catálogo (via Deadline).
O novo ciclo chegará à plataforma de streaming no dia 26 de outubro.
A trama de ‘Mayor of Kingstown‘ segue a família McLusky – corretores poderosos em Kingstown, Michigan, onde o negócio do encarceramento é a única indústria próspera. Abordando temas como o racismo sistêmico, corrupção e desigualdade, a série oferece um olhar severo em sua tentativa de trazer ordem e justiça a uma cidade que não possui nenhum dos dois.
Conquistando sólidos 88% de aprovação no Rotten Tomatoes, ‘Thunderbolts*’ é estrelado por Florence Pugh (Yelena Belova), Sebastian Stan (Bucky Barnes), Wyatt Russell (Agente Americano), Olga Kurylenko (Treinadora), Lewis Pullman (Sentinela), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma) e Julia Louis-Dreyfus (Valentina Allegra de Fontaine) no elenco.
A Marvel Studios e uma equipe de veteranos guerreiros independentes que se venderam para o lado errado apresentam Thunderbolts*, um grupo irreverente composto pela assassina deprimida Yelena Belova (Pugh) e por figuras desajustadas.
Em março deste ano, a Marvel Studios revelou o impressionante elenco que fará parte de ‘Vingadores: Doomsday’, um dos capítulos mais aguardados do Universo Cinemático Marvel. Desde então, os fãs estão ansiosos para descobrir quem mais será anunciado no ambicioso projeto dirigido pelos Irmãos Russo.
Agora, um novo rumor despontou nas redes sociais: segundo o site The Cosmic Circus, a Marvel deve confirmar mais uma série de personagens que darão as caras no filme.
As informações indicam que Peter Parker (Tom Holland), Stephen Strange (Benedict Cumberbatch), Clea (Charlize Theron), Monica Rambeau (Teyonah Parris), Bruce Banner (Mark Ruffalo), Mulher-Hulk (Tatiana Maslany), Kate Bishop (Hailee Steinfeld), Kamala Khan (Iman Vellani), Cassie Lang (Kathryn Newton), Love (India Rose Hemsworth), Hope Van Dyne (Evangeline Lilly), Okoye (Danai Gurira), Deadpool (Ryan Reynolds), Wolverine (Hugh Jackman) e membros-chave do elenco da série ‘Loki’ serão oficialmente anunciados nas próximas semanas.
Vale lembrar que ‘Vingadores: Doomsday’ chega aos cinemas no dia 18 de dezembro de 2026, enquanto ‘Vingadores: Guerras Secretas’ tem estreia marcada para o dia 17 de dezembro de 2027.
Durante o tapete vermelho da estreia da 2ª temporada de ‘Pacificador’, o The Hollywood Reporter conversou com o prestigiado realizador James Gunn, co-presidente da DC Studios, sobre o futuro de ‘Superman’ nos cinemas – e o diretor e roteirista aproveitou o momento para confirmar a Saga Superman.
Gunn revelou que está trabalhando em uma espécie de “sequência” do elogiado filme estrelado por David Corenswet e Rachel Brosnahan, e confirmou que já terminou o tratamento para a próxima história, com esperanças de que as gravações comecem em breve.
“É um papel importante, definitivamente ‘Superman’ culmina diretamente no ‘Pacificador’; vale ressaltar que isso é para adultos, não para crianças, mas ‘Superman’ trilha caminho a essa série e então temos a preparação de todo o restante do DCU nesta temporada de ‘Pacificador’; é incrivelmente importante”, ele acrescentou. “Muitas estrelas convidadas surgindo, muitos personagens que já conhecemos no ‘Superman’ estão aparecendo. Acho que não há nada que eu já tenha feito que eu ame mais do que esta temporada de ‘Pacificador’, então estou muito animado para que as pessoas vejam”.
Com 82% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa conquistou uma nota A- do público no CinemaScore. Enquanto esta é a mesma média alcançada por ‘O Homem de Aço‘, a aprovação dos espectadores ficou acima de ‘Superman: O Retorno‘ (B+).
O filme também arrecadou US$583,2 milhões ao redor do mundo.
James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.
Lembrando que o próximo ciclo tem estreia agendada para o dia 21 de agosto.
“Nos novos episódios, o Pacificador descobre um mundo alternativo onde a vida é tudo o que ele deseja. Mas essa descoberta também o força a encarar seu passado traumático e tomar o futuro em suas próprias mãos.”
Cena retornará como o herói titular ao lado de Freddie Stroma (Adrian Chase) e Danielle Brooks (Leota Adebayo).
Frank Grillo será introduzido como Rick Flag Sr., pai do personagem interpretado por Joel Kinnaman (‘Altered Carbon’) em ‘O Esquadrão Suicida‘.
Em SÃO MIGUEL ARCANJO – SANTUÁRIO DE BATALHA, o renomado escritor católico Fábio Almeida sempre acreditou no poder da fé, mas jamais imaginou que sua própria crença seria testada. Quando sua mãe, uma devota fervorosa de São Miguel Arcanjo, começa a sofrer ataques espirituais inexplicáveis, ele se vê forçado a confrontar um mal que ultrapassa sua compreensão.
Curiosidades:
» O longa é inspirado no livro São Miguel Arcanjo: Um Tratado Sobre Angelologia, escrito por Loo Burnett;
A série é um mistério investigativo e sobrenatural que traça os anos de Wandinha como estudante na Escola Nunca Mais, enquanto ela tenta dominar sua habilidade psíquica emergente, frustrar uma monstruosa matança que aterrorizou a cidade local e resolver o mistério sobrenatural que envolveu seus pais há 25 anos – tudo isso ao mesmo tempo em que mergulha em complicados relacionamentos sociais.
O elenco também conta com Catherine Zeta-Jones, Luís Guzmán, Isaac Ordonez, Emma Myers, Hunter Doohan, Percy Hynes White e outros.
A vida e a obra de Martin Scorsese, um dos maiores cineastas da história do cinema, serão exploradas em profundidade na nova série documental ‘Mr. Scorsese‘, produção original da Apple TV+.
Agora, foi revelado que a atração terá sua estreia mundial na próxima edição do Festival de Nova York, que ocorre entre os dias 26 de setembro e 13 de outubro.
The unflaggingly vital American cinema legend gets the definitive portrait his epochal career deserves in Rebecca Miller’s five-part documentary, told through Scorsese’s own words and new interviews with creative collaborators and… pic.twitter.com/d3kpSUQpOf
A produção chega à plataforma de streaming no dia 17 de outubro.
A direção fica a cargo de Rebecca Miller, conhecida por filmes como ‘O Tempo de Cada Um‘ e ‘Vidas Cruzadas: A Vida Íntima de Pippa Lee‘, e filha do dramaturgo Arthur Miller e da fotógrafa Inge Morath.
A série terá cinco partes e promete um retrato íntimo e cinematográfico do diretor por trás de obras-primas como ‘Taxi Driver‘, ‘Touro Indomável‘, ‘Goodfellas‘, ‘O Irlandês‘ e ‘Assassinos da Lua das Flores‘. Com acesso irrestrito aos arquivos pessoais de Scorsese, Miller conduz a narrativa com base em conversas extensas com o próprio diretor e depoimentos inéditos de amigos, familiares e colaboradores próximos.
O projeto, que levou cinco anos para ser realizado, parte desde os primeiros curtas de Scorsese na NYU — como ‘The Big Shave‘ e ‘Who’s That Knocking At My Door‘ — até seus clássicos aclamados e a fase mais recente da carreira.
“Sou muito grata por ter recebido liberdade artística e acesso para criar um retrato cinematográfico de um dos maiores artistas vivos, Martin Scorsese”, disse Miller. “Sua obra e vida são tão vastas e fascinantes que o projeto evoluiu de um filme para cinco partes ao longo de cinco anos. Criar este documentário ao lado dos meus colaboradores de longa data foi uma das experiências mais marcantes da minha vida como cineasta”.
‘Mr. Scorsese‘ é uma produção da Expanded Media e Round Films, em associação com a LBI Entertainment e a Moxie Pictures.
Além de Miller, os produtores executivos incluem Damon Cardasis, Cindy Tolan, Rick Yorn, Christopher Donnelly e Julie Yorn. Ron Burkle assina a produção, com Robert Fernandez e Patrick Walmsley como co-produtores executivos.
Mesmo com a homenagem em andamento, Scorsese já declarou recentemente que não tem planos de se aposentar.
Dia após dia, detalhes sobre o aguardado reboot da clássica série ‘Buffy, a Caça-Vampiros’ ganham manchetes ao redor do mundo. Agora, de acordo com um recente rumor, a nova versão trará uma reviravolta interessante e inesperada para os personagens vampiros que aparecerão nos episódios.
Segundo o famoso insiderDaniel Richtman, “os vampiros que irão atacar New Sunnydale estavam dormentes desde 2003. Ainda estarão usando roupas no estilo 2003”.
O boato dialoga com os eventos da série original: para aqueles que não se lembram, a narrativa acabou com Sunnydale colapsando sobre a caverna conhecida como Boca do Inferno, um portal entre a Terra e as dimensões demoníacas. Além disso, a atração chegou ao fim em 2003, indicando que alguns rostos familiares possam voltar para o reboot.
A nova série será intitulada ‘Buffy – The Vampire Slayer: New Sunnydale‘ (Buffy, a Caça-Vampiros: Nova Sunnydale, em tradução livre).
O reboot é estrelado por Ryan Kiera Armstrong (‘Chamas da Vingança’), que dará vida à Nova, uma jovem caçadora. Sarah Michelle Gellar, que estrelou a clássica série dos anos 1990, retorna como Buffy Summers e entra como produtora executiva.
Segundo o Deadline, Munya Chawawa (‘Mood’) e Charithra Chandran(‘Bridgerton’) foram escalados na nova série de comédia do Channel 4, intitulada ‘Schooled’.
A produção foi criada por Delia-René Donaldson, baseada em suas próprias experiências de cuidado pastoral em uma academia londrina.
A dupla se junta aos previamente confirmados Shiloh Coke, Judi Love, Michelle de Swarte, Rebecca Humphries, Alex Bhat e Elliot Barnes-Worrell.
Chawawa dará vida a um personagem chamado “T”, enquanto Chandran será Lara. Mais detalhes não foram revelados.
As gravações da série já começaram.
Descrita como uma “carta de amor cômica aos professores de todo o Reino Unido”, a série acompanha Kayleigh Clarke (Coke), uma professora recém-contratada que, apesar da falta de recursos, da equipe sobrecarregada e dos alunos implacáveis, está determinada a transformar sua falta de credenciais em força, criando laços inesperados e descobrindo que, às vezes, a empatia é a melhor ferramenta para a sobrevivência.
Depois de um dia cheio, nada mais justo do que relaxar com um bom filme. Tem programa melhor? Pensando nesses e em outros momentos de descanso, preparamos uma lista especial com ótimas produções disponíveis nas principais plataformas de streaming no Brasil:
O britânico Leonard (Mark Rylance) é um experiente alfaiate que após uma tragédia se mudou para Chicago em meados da década de 1950. Nesse novo lugar, acabou se envolvendo, mesmo que de forma indireta, com a máfia, inclusive um dos chefões da região é o seu principal cliente. Quando em uma noite, uma série de acasos acontecem, o alfaiate precisará de muita habilidade para se livrar de uma peculiar situação.
O caos do mundo lá fora. Abordando de forma madura e inteligente o universo das emoções, Goyo é um caminhar de personagens pelo aprender para entender. Escrito e dirigido pelo cineasta argentino Marcos Carnevale, imerso numa narrativa que contempla a arte e suas relações com as sensações, acompanhamos algumas fases do maior dos sentimentos sob dois pontos de vistas. Esse projeto busca abrir espaços de reflexões também para as formas como lidar com a rejeição através de dilemas que percorrem os caminhos dos ótimos personagens.
Ao longo de um dia vamos conhecendo um pouco da chegada de Paula (Thalita Carauta) a uma casa isolada no interior que pertence ao amigo de infância Marcelo (Pierre Santos). Chegando nesse lugar, se depara com as histórias de dois casais, além de sentir na pele o assédio e o machismo descarado conforme o tempo passa.
Amargurada por anos de sofrimento e sem saber o que fazer quando é ameaçada pelo conhecido Assassino do Calendário, Klara (Luise Heyer) está à beira de um precipício emocional e acaba entrando em contato com um telefone que ajuda vítimas a chegarem em casa. Do outro lado da linha, o traumatizado Jules (Sabin Tambrea) faz de tudo para ajudá-la durante toda noite que se segue. Só que aos poucos vamos entendendo melhor toda essa história que apresenta muitas surpresas.
Com um forte trauma recente em seu passado e com problemas superados com bebida, o jovem Justin (Nicolau Hoult) está prestes a ser pai pela primeira vez e vive seus dias na expectativa ao lado da esposa Allison (Zoey Deutch). A calmaria muda quando ele é selecionado para o júri de um julgamento midiático e aos poucos percebe que está mais envolvido no caso do que imaginava.
A sobrevivência em meio as leis da selva. Reunindo uma série de detalhes sobre um dos resgates mais emocionantes de toda a história da América do Sul, o excelente documentário As Crianças Perdidas nos leva até uma região conflituosa, onde grupos paramilitares, indígenas e militares entram em embates faz muitos anos e se tornam variáveis de uma busca por crianças que sofreram uma traumática tragédia no coração da Amazônia Colombiana.
Um delicado recorte sobre amores, afetos e família. Partindo de um drama familiar e abrindo um leque de camadas contextualizadas por dilemas da vida, o longa-metragem Kasa Branca, que teve sua estreia no Festival do Rio 2024, é um passeio sobre verdades da realidade. Escrito e dirigido por Luciano Vidigal, de forma simples, objetiva e sem esquecer do bom humor, somos apresentados a carismáticos amigos, seus dramas e cotidianos.
Na trama, conhecemos o amargurado Totó (Ângelo Antônio), dono de um bar decadente, que após ser abandonado pela companheira, resolve acertar as contas com um outro morador da cidade onde mora, Durval (Babu Santana). Totó então contrata Jerominho (Rodger Rogério), que diz ser um competente pistoleiro, para matar Durval. Mas as coisas não saem conforme o planejado, levando essa história para uma série de desencontros rumo às profundezas da solidão.
Emilie (Ada Eide) é uma mãe solteira, com péssima relação com o pai da filha, que está completamente perdida sobre o que fazer da vida. Certo dia, após se encontrar com o seu único irmão, Gjermund (Trond Fausa), resolve se inscrever numa famosa competição de esqui cross-country, um árduo evento com o objetivo de percorrer 54 km na neve. Ao longo de todo o processo de preparação começa a perceber novos olhares para o futuro.
Na trama, acompanhamos Eleanor (Shailene Woodley), uma inexperiente policial, com um passado de traumas e vícios que é recrutada pelo oficial do FBI com mais de 30 anos de experiência Lammark (Ben Mendelsohn) para fazer parte de uma operação de captura a um psicopata que está matando pessoas inocentes e de forma aleatória em uma grande cidade.