A atriz Lorna Raver, conhecida por seu papel no filme de terror ‘Arraste-me Para o Inferno’, faleceu em 12 de maio, aos 81 anos. Segundo o Entertainment weekly, a morte foi confirmada por seu ex-agente, Michael Greene, que a descreveu como “uma mulher maravilhosa”.
Nascida em 1943 em York, na Pensilvânia, Raver se mudou para Nova York no final dos anos 1970 para seguir a carreira de atriz. Ela começou sua trajetória no teatro, atuando na estreia off-Broadway da peça “Last Days of the Dixie Girl Café”.
O papel de sua vida, no entanto, veio com o terror de 2009 dirigido por Sam Raimi. No filme, ela interpretou a assustadora Sra. Ganush. Em uma entrevista, a atriz comentou sobre a experiência:
“Foi uma diversão. Eu não imaginava que fosse gostar tanto. Terror não é exatamente o meu gênero favorito. Então eu estava curiosa, achei que seria uma aventura interessante, mas não tinha certeza de como me sentiria até começarmos de fato as filmagens. Claro, acabei adorando”, disse na época.
O terror ‘Good Boy‘, cuja história é contada através da perspectiva de um cachorro, recebeu uma baixa classificação etária (PG-13), e poderá ser assistido por menores de idade.
O longa foi classificado pelo MPAA por “terror, imagens sangrentas e linguagem forte”.
Na trama, um cão fiel se muda com seu humano Todd para uma casa de campo, onde ele descobre forças sobrenaturais escondidas nas sombras. Quando entidades sombrias ameaçam seu dono, o corajoso cão deve lutar para protegê-lo.
Aclamado pelos críticos, o filme conquistou impressionantes 95% de aprovação no Rotten Tomatoes. O consenso geral não poupa elogios ao cão protagonista, destacando o excelente uso do conceito não convencional e o impacto emocional de sua narrativa.
Separamos os trechos das principais críticas:
“Parte do terror do filme, especialmente quando chega à sua conclusão devastadora, é testemunhar esse inocente peludo ver seu mundo inteiro desmoronar lentamente ao seu redor, e não ser capaz de compreender o motivo.” (RogerEbert.com)
“O que poderia ter sido facilmente um truque barato, na verdade, resulta em um dos melhores filmes de terror deste ano.” (Indiewire)
“O que mais chama a atenção e dá ao filme seu poder emocional é a lealdade inabalável de Indy ao seu amado dono e sua disposição de fazer praticamente qualquer coisa para protegê-lo.” (The Hollywood Reporter)
“[O diretor] Ben Leonberg cria um retrato pensativo, perturbador e comovente de quão assustador pode ser para um cão quando seu mundo inteiro vira de cabeça para baixo e ele não consegue entender o motivo.” (Bloody Disgusting)
“‘Good Boy’ é um terror assustador e nada convencional, com uma das melhores atuações que vi este ano (de um cachorro, nada menos).” (Film Inquiry)
“Com uma abordagem inovadora e a atuação alucinante de Indy, ‘Good Boy’ é uma das experiências mais únicas do ano.” (ScreenAnarchy)
“Nosso herói canino, Indy, se encontra em uma nova aventura com seu dono humano — e melhor amigo — Todd, deixando a vida na cidade para viver em uma casa de família antiga no campo. Desde o início, duas coisas ficam bem claras: Indy desconfia da velha casa assustadora e sua afeição por Todd é inabalável.”
“Após se mudar, Indy fica imediatamente incomodado com cantos vazios, rastreia uma presença invisível que só ele consegue ver, percebe avisos fantasmagóricos de um cachorro morto há muito tempo e é assombrado por visões da morte sombria do antigo morador. Quando Todd começa a sucumbir às forças sombrias que rondam a casa, Indy precisa lutar contra uma maldade que pretende arrastar seu amado Todd para a vida após a morte.”
A produção marca a estreia diretorial de Ben Leonberg, a partir de um roteiro que ele escreveu ao lado de Alex Cannon.
Com 46 reviews publicadas até o momento, a sequência ‘Anônimo 2‘ conquistou 85% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.
Apesar de não trazer nenhuma novidade ao gênero ou à própria franquia, o consenso geral destaca o tom divertido da produção – que funciona exclusivamente como uma diversão passageira.
Separamos os trechos das principais críticas:
“Sem as reviravoltas que tornaram o primeiro um sucesso inesperado, esta sequência oferece apenas um entretenimento leve e eletrizante para o público pouco exigente do fim do verão.” (The Film Verdict)
“[O diretor Timo] Tjahjanto introduz criatividade suficiente em suas cenas de ação para nos manter interessados. Mas o mais fascinante em ‘Anônimo 2’, assim como no filme anterior, continua sendo a presença de Bob Odenkirk.” (Vulture)
“Dirigido com uma alegria cafona e poderosa por Timo Tjahjanto, ‘Anônimo 2’ é honesto o suficiente para nos fazer entender que o filme está rindo junto com a gente.” (Variety)
“O elemento surpresa está inerentemente ausente na sequência, para seu detrimento, mas a premissa simples, porém engenhosa, dos roteiristas Derek Kolstad e Aaron Rabin proporciona bastante diversão.” (The Hollywood Reporter)
“Este filme consegue divertir em alguns momentos, mas todo senso de surpresa se foi.” (The Daily Beast)
“Infelizmente, a história rasa serve apenas como desculpa para cenas previsivelmente exageradas. E poucas delas conseguem se equiparar com as do primeiro filme, sem falar em produções como ‘John Wick’ e outros filmes semelhantes.” (Screen International)
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 21 de agosto.
Quatro anos após ter enfrentado acidentalmente a máfia russa, Hutch ainda deve 30 milhões de dólares à organização criminosa e está pagando a dívida com uma sequência interminável de assassinatos de criminosos internacionais. Por mais que goste da ação explosiva do seu “trabalho”, Hutch e sua esposa Becca se veem sobrecarregados e se distanciando um do outro. Por isso, decidem levar os filhos para uma pequena viagem ao Wild Bill’s Majestic Midway and Waterpark — o único lugar onde Hutch e seu irmão Harry passaram férias quando eram crianças.
Com o pai de Hutch a reboque, a família chega à pequena cidade turística de Plummerville, ansiosa por um pouco de diversão ao sol. Mas quando um encontro trivial com alguns valentões locais coloca a família na mira de um operador corrupto de parque temático e de seu xerife duvidoso, Hutch se torna o alvo principal da chefe do crime mais insana e sanguinária que ele (ou qualquer um) já enfrentou.
Em entrevista ao Comicbookmovie, o ator David Castañeda revelou que sua experiência como Diego em ‘The Umbrella Academy’ o ajudou a se preparar para o papel de Javier em ‘Bailarina’, derivado da franquia ‘John Wick’.
O ator explicou que sua experiência em artes marciais foi fundamental para as cenas de ação do filme: “Sim, eu sempre sinto que os elementos da coreografia datam de coisas anteriores que eu fiz, até mesmo da minha infância, quando eu costumava dançar break. E, você sabe, quando eu tinha 18 anos, minha mãe me colocou em aulas de salsa. Então, o trabalho de pés, eu acho, é um grande passo na direção certa para aprender a coreografia de luta”.
Castañeda continuou, destacando a importância da série da Netflix em sua preparação: “E então, você adiciona The Umbrella Academy, onde eles realmente tiveram que me mostrar taekwondo, boxe, eu treinei Muay Thai. Comecei a juntar todas essas peças, e meio que funcionou perfeitamente, porque não acredito que se eu não tivesse nenhum desses treinamentos, quatro semanas não teriam sido suficientes para eu entrar e fazer o que fiz em Bailarina. Eu precisaria de pelo menos alguns meses. Mas, felizmente, por causa de Umbrella, eu tive quase seis anos de algum tipo de treinamento de dublês”.
‘Bailarina’, filme derivado de ‘John Wick’, está em cartaz nos cinemas nacionais.
Len Wiseman, de ‘Anjos da Noite‘; ‘O Vingador do Futuro‘, é responsável pela direção.
Ambientada após os eventos de ‘John Wick 3: Parabellum‘, a trama acompanha Eve Macarro, uma jovem assassina treinada pela organização Ruska Roma, que busca vingança pela morte de seu pai.
A série ‘9-1-1’ está se preparando para a estreia de sua nona temporada e, segundo o site Deadline, dois atores foram confirmados para retornar como membros fixos do elenco: Corinne Massiah, que interpreta May Grant, e Elijah M. Cooper, que dá vida a Harry Grant. Os personagens são filhos da policial Athena Grant, interpretada por Angela Bassett.
A promoção marca o retorno de Corinne Massiah ao elenco principal. Ela começou na série como recorrente na primeira temporada, foi promovida a regular da segunda à quinta, e voltou a ter um papel recorrente enquanto sua personagem frequentava a universidade, o que coincidiu com sua própria vida acadêmica na UCLA. Agora, Massiah se formou e retorna à série.
Já Elijah M. Cooper, que interpreta Harry, participou de forma recorrente desde a sétima temporada. Antes dele, o papel de Harry foi vivido por outro ator entre a primeira e a quinta temporada. O personagem ficou ausente na sexta temporada, pois havia se mudado para morar com o pai.
A nova temporada de ‘9-1-1’ estreia no dia 9 de outubro.
A trama explora as vidas de policiais, paramédicos e bombeiros que precisam enfrentar as situações mais assustadoras e chocantes, enquanto respondem a chamados de emergência, e devem equilibrar o trabalho de salvar os mais vulneráveis e resolver os problemas em suas próprias vidas.
A aclamada sequência ‘Duna: Parte 2‘ será lançada na grade de programação da Netflix. O longa, que conquistou cinco indicações ao Oscar2025, levando nas categorias de Efeitos Visuais e Melhor Som, chega à plataforma de streaming no dia 21 de agosto.
Na trama, a jornada de Paul Atreides continua. Ele está determinado a buscar vingança contra aqueles que destruíram sua família e seu lar. Com a ajuda de Chani e dos Fremen, ele embarca em uma jornada espiritual, mística e marcial. Se torna Muad’Dib, o líder messiânico dos Fremen, enquanto luta para evitar um futuro sombrio que ele testemunhou em visões.
No entanto, suas ações inadvertidamente desencadeiam uma Guerra Santa em seu nome, que se espalha pelo universo conhecido. Enquanto enfrenta escolhas difíceis entre o amor por Chani e o destino de seu povo, Paul precisa usar suas habilidades e conhecimentos para evitar o terrível futuro que previu.
Vale lembrar que as filmagens de ‘Duna: Parte Três’ estão prestes a começar, com Timothée Chalamet e Zendaya reprisando seus papéis. Jason Momoa também confirmou seu retorno para ao vindouro capítulo, após ter participado do primeiro filme, mas não da Parte Dois.
De acordo com o Deadline, o novato Nakoa-Wolf Momoa e Ida Brooke (‘Silo’) foram confirmados no elenco da terceira sequência. Eles irão interpretar Leto II e Ghanima, filhos gêmeos de Paul Atreides (Timothée Chalamet) e Chani (Zendaya).
Na trama do livro, Paul Atreides governou como Imperador por 12 anos. Ao aceitar o papel de messias para os Fremen, ele desencadeou uma jihad que conquistou a maior parte do universo, mas é impotente para deter os excessos letais movimento religioso que ele criou.
Denis Villeneuve retornará à direção.
Com 92% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, a sequência ‘Duna: Parte 2‘ arrecadou US$ 714.6 milhões nas bilheterias mundiais – o que representa a sexta maior arrecadação de 2024.
A atriz Jennifer Aniston revelou recentemente que precisou enfrentar a Warner Bros. para usar uma peruca morena na comédia ‘Quero Matar Meu Chefe’ (2011). O estúdio queria que ela aparecesse com seu icônico cabelo loiro, temendo que o público não a reconhecesse.
“Eu lutei por aquela peruca. Não foi uma batalha fácil”, disse Aniston, conforme a Variety. “Eu queria que minha personagem tivesse uma aparência diferente. O argumento do estúdio foi: ‘Temos medo de que não pareça com você.’ E esse é meio que o ponto! Ainda acho que parece um pouco comigo, mas fico feliz por ter insistido e mantido minha posição”.
“Sempre fui vista como a garota da casa ao lado ou como a boazinha”, explicou Aniston. “Foi muito divertido interpretar algo assim porque está tão distante de quem eu sou. E foi isso que o diretor gostou. É algo que ninguém esperaria de mim. Essa foi a graça, o que tornou a experiência mais criativamente empolgante para mim”.
Em ‘Quero Matar Meu Chefe’, Aniston interpretou a Dra. Julia Harris, uma dentista sexualmente agressiva que assedia seu assistente, vivido por Charlie Day. O papel marcou uma virada na carreira da atriz, que até então era conhecida por personagens mais doces.
Dungey interpretará a Sra. LaDuca, a conselheira universitária da Academia New Sunnydale. Hsieh e Marshall interpretarão Keiko e Jessica, respectivamente, estudantes do ensino médio e membros do grupo cristão evangélico do colégio.
As personagens aparecerão em caráter convidado, como apontam as informações.
O trio se junta a Chase Sui Wonders(‘O Estúdio’), que foi confirmada como Shirley.
A nova série será intitulada ‘Buffy – The Vampire Slayer: New Sunnydale‘ (Buffy, a Caça-Vampiros: Nova Sunnydale, em tradução livre).
O subtítulo faz referência ao final da série original. Sunnydale, a cidade onde a história é ambientada, foi construída sobre uma “Boca do Inferno”, que serve como um portal entre a Terra e dimensões demoníacas, e foi implodida no final da narrativa – resultando na destruição da cidade.
Infelizmente, a informação não foi confirmada. Trate-a como um rumor.
O reboot é estrelada por Ryan Kiera Armstrong (‘Chamas da Vingança’), que dará vida à Nova, uma jovem caçadora. Sarah Michelle Gellar, que estrelou a clássica série dos anos 1990, retorna como Buffy Summers e entra como produtora executiva.
A história da comunidade LGBTQIA+ no Brasil é inegavelmente complexa e recheada de estigmas pejorativos que, mesmo com o passar das décadas, permanecem arraigados em uma cultura preconceituosa e retrógrada. E, em meio a celebrações de supostos “heróis” nacionais, os verdadeiros emblemas que defenderam causas sociais e contribuíram para diminuir o abismo entre os favorecidos e os marginalizados se perdem sob uma melancólica névoa. Esse é o caso de Brenda Lee: a ativista não apenas é considerada como o “anjo da guarda das travestis”, como fundou a primeira casa de acolhimento a pessoas HIV+, que sofriam discriminação com a epidemia do vírus nos anos 1980 e 1990.
Firmando um espaço necessário para que essas pessoas tivessem um “santuário” de proteção e saúde, Brenda garantiu que todos recebessem afeto e amor em uma grande família escolhida – afinal, como bem sabemos, inúmeros jovens da comunidade queer foram expulsos de casa pelos pais, sujeitando-se a viver nas ruas e subjugando-se a qualquer coisa para sobreviverem. Diferente de outras pensões espalhadas por São Paulo, o Palácio das Princesas, como idealizado pela ativista, era um refúgio que, merecidamente, tornou-se marco histórico da cidade e um símbolo de resistência que perdura até os dias de hoje.
A figura de Brenda Lee foi eternizada com o musical ‘Brenda Lee e o Palácio das Princesas’, que em 2025 retornou com uma nova montagem no Teatro Vivo, na Zona Sul da capital. E, em meio a constantes ressurgimentos das pautas LGBTQIA+, minadas dia após dia com a ascensão da extrema direita e de grupos conservadores, a peça mostra-se mais importante do que nunca: afinal, a história de Brenda é um reflexo que parece se manter imóvel frente a pessoas que não entendem a pluralidade de gêneros e de identidades e que transformam essa comunidade em um bode expiatório de problemas estruturais muito maiores. E, guiada por um elenco irretocável, a nova versão dessa memorável história é espetacular e tocante do começo ao fim.
Dirigido pelo prestigiado Zé Henrique de Paula, o enredo funciona não como uma biografia de Brenda Lee, mas uma celebração de sua pessoa e da importância para a comunidade queer. Iniciando-se com um divertido número inspirado em “Cell Block Tango”, de ‘Chicago’, somos apresentados às personagens principais que compõe essa obra-prima artística ao lado de Verónica Valentino como a protagonista titular: Olívia Lopes como Cinthia Minelli, uma respeitada performer que conhece Brenda há bastante tempo e que, entrando como uma inesperada mestre de cerimônias, nos guia por essa jornada fabulosa; Tyller Antunes como a tímida Ariella Del Mare, apaixonada pelo canto e que deseja fazer a cirurgia de redesignação de sexo para ser aceita pela família; Andrea Rosa Sá como Raíssa, dotada de habilidades de hair styling incríveis e que tem o sonho de abrir o próprio salão; Leona Jhovs como Blanche de Niège, uma ingênua e sonhadora jovem cujo maior objetivo é encontrar o amor verdadeiro e construir uma família; e Elix como a responsável e metódica Isabelle Labete, devota aos estudos e que deseja ingressar em uma faculdade.
Morando sob o teto construído a muito sangue e suor por Brenda, cada uma das personas que agracia os palcos materializa um problema social que, para as travestis e transexuais, é elevado à enésima potência. Afinal, como bem sabemos, essa parcela da comunidade LGBTQIA+ é a mais marginalizada e impregnada com estigmas idióticos e sem sentido. Não é à toa que Brenda, emergindo como uma figura materna que cuida das filhas com garras ferozes, comente através de belíssimos e jocosos solilóquios, sobre a falta de oportunidades para pessoas como elas, motivo pelo qual quer transformar a pensão em um palácio – um lugar cujas suntuosidade e majestade emanem de suas moradoras.
O prospecto técnico do espetáculo é reduzido e toma forma com apenas um cenário imóvel; entretanto, diferente do que podíamos imaginar, a mescla industrial e vaudeville que compõe a arquitetura do palco torna-se entidade viva para que acompanhemos o arco das protagonistas em meio a uma divertida multiplicidade artística que singra pelo tango, pelo samba, pelas baladas pop e pelo rock. Dessa maneira, somos engolfados em uma verborrágica e apaixonante declamação que quase se transforma em poesia através de atuações certeiras e recheadas de impecáveis sutilezas – com destaque ao glorioso retorno de Valentino como Brenda Lee.
Contando com referências constantes à cultura pop e um coração aberto para qualquer um que deseje conhecer ou re-conhecer uma das figuras mais emblemáticas da história do Brasil, ‘Brenda Lee e o Palácio das Princesas’ é uma das melhores peças do ano e merece nossa atenção total – emergindo como uma análise sociológica e musical de extrema importância para o que vemos hoje.
A atriz Sharon Stone demonstrou seu apoio a Eric Dane, que retorna para a 3ª temporada de ‘Euphoria’, e compartilhou detalhes sobre como o ajudou a se preparar para o papel na série de sucesso da HBO.
Stone foi discreta sobre sua possível participação no programa, mas não poupou elogios a Dane, que voltará à série após ser diagnosticado com Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA).
“Eric e eu somos amigos há muito tempo”, revelou Stone, conforme o Deadline. “E eu, na verdade, fui como uma rede de apoio para ele quando ele estava tentando conseguir o papel em Euphoria. Ele ia até minha casa e me levava cookies sem glúten, e a gente se sentava para conversar sobre isso, porque ele realmente queria muito aquele papel”.
De acordo com a Mayo Clinic, “A Esclerose Lateral Amiotrófica é uma doença do sistema nervoso que afeta as células nervosas no cérebro e na medula espinhal. A ELA causa perda do controle muscular e piora com o tempo”.
A nova temporada de ‘Euphoria’, que contará com oito episódios, tem previsão de estreia para 2026.
O próximo ciclo contará com o retorno de Zendaya, Hunter Schafer, Eric Dane, Jacob Elordi, Sydney Sweeney, Alexa Demie e Maude Apatow, além da participação especial de Colman Domingo.
Os novatos Toby Wallace, Rosalía, Marshawn Lynch, Kadeem Hardison, Darrell Britt-Gibson, Priscilla Delgado, James Landry Hébert e Anna Van Patten também foram confirmados na produção.
Criada por Sam Levinson, a série é baseada na produção israelense homônima lançada em 2012.
A trama é envolta em drogas, sexo, busca por identidade, traumas, redes sociais, amor e relacionamentos. Todas essas temáticas serão relatadas pela ótica de Rue (Zendaya), uma garota de 17 anos viciada em drogas e mentirosa.
Antony Starr, intérprete do icônico e controverso Homelander, publicou nesta quarta-feira (13) uma emocionante despedida ao personagem, marcando o fim das filmagens da quinta e última temporada de ‘The Boys‘, da Amazon Prime Video.
Em um longo texto publicado em sua conta oficial do Instagram, acompanhado de fotos dos bastidores, Starr revelou que esperou “as coisas se assentarem” para conseguir expressar o que essa jornada significou.
Em um dos trechos de sua carta aberta, ele pondera que Homelander “foi o destaque da minha carreira. Quando começamos, eu não fazia ideia do que viria. Esse trem saiu da estação e nunca parou… Não existe nada igual”, escreveu.
O ator agradeceu ao elenco, equipe técnica, Amazon, Sony e ao showrunner Eric Kripke, a quem chamou de “co-pai” de Homelander. “Criamos um monstro, senhor. E vou sentir falta dele e de você”, disse.
Starr também destacou a importância dos fãs: “Vocês são o sangue que mantém isso vivo. Sem vocês, nada disso aconteceria. Muito amor e respeito”.
“Difícil (para mim) expressar em palavras o quão incrível esta jornada tem sido. Quanta vida e crescimento ocorreram. Como a equipe é incrível. Foi realmente o ponto alto da minha carreira.
Quando começamos, eu não tinha ideia do que estava por vir. Este enorme trem saiu da estação e nunca mais parou. Exceto por aquele momento da Covid. Ah, e as greves. Isso também aconteceu. Mas, tirando aquelas duas vezes, nunca parou, deixando sua marca ousadamente no cenário televisivo. Não há nada igual. Vive em seu próprio ritmo.
E no final das filmagens, tudo o que realmente há a dizer é: obrigado. À incrível equipe canadense. À incrível equipe de produção. Ao elenco incrivelmente talentoso. Às pessoas da Amazon e da Sony que se arriscaram nessa coisa insana (e fizeram a ótima escolha de me escalar) e todas as outras pessoas que contribuíram de alguma forma, grande ou pequena, para essa série linda, complexa, distorcida e deliciosa.
Eu amo essa série. E eu amo esse personagem. De verdade. Sentirei muita falta de ir para o trabalho, sabendo o que estávamos buscando, mas sem nunca saber onde estaríamos no final do dia… apenas que nos divertiríamos e seria criativamente recompensador ao extremo.
Esse personagem complexo me deu espaço e amplitude para descobrir e ultrapassar limites de uma forma que eu nunca esperava, e sempre serei grato por essa experiência. E, claro, uma enorme gratidão ao meu co-pai com essa joia distorcida de personagem – Eric Kripke. Criamos um monstro, senhor. E sentirei falta dele e de você. Até lançarmos a última temporada. Quando nos veremos. Mas este capítulo criativo está encerrado, e sentirei falta dele, irmão.
E, finalmente, um enorme obrigado aos fãs. Vocês são a força vital. Sem vocês, não conseguiríamos fazer isso. E nossos fãs são inigualáveis. Muito amor por vocês… e o mais profundo respeito pelo seu gosto.
Ok pessoal. Cozinhamos pela última vez. Mal posso esperar para mostrar o que fizemos. Até lá, Homelander. Me despedindo. Beijos”.
‘The Boys‘ estreou em 2019 e rapidamente conquistou público e crítica, recebendo oito indicações ao Emmy, incluindo Melhor Série Dramática. A última temporada ainda não tem data exata de estreia, mas chega em 2026.
Enquanto isso, o spin-off ‘Gen V‘ retorna com a segunda temporada em 17 de setembro de 2025.
Quando a fama sobe à cabeça, alguns super-heróis passam a se corromper e usar seu status para se promoverem ainda mais, o que pode colocar em risco a própria população. Uma equipe independente de foras-da-lei, então, se prepara para cuidar do caso.
A estrela Sharon Stone revelou que sua atuação como a vilã Lendina, uma contrabandista em ‘Anônimo 2’, foi inspirada na forma como as pessoas interagem nas redes sociais hoje em dia.
Em uma entrevista à Variety, a atriz explicou que a falta de empatia no mundo digital influenciou sua personagem.
“Sou mãe de três filhos, e quando você passa por essa atmosfera, com a COVID e o ataque das redes sociais a três meninos que estão se tornando jovens, há muitos sentimentos reprimidos sobre várias coisas que eu coloquei na tela”, disse Stone. “Não estou muito feliz com o que sai das redes sociais e queria retratar essa crueldade, a falta de qualquer tipo de cuidado ou senso de responsabilidade. Não há empatia, e isso está se tornando uma atmosfera que as pessoas estão começando a achar que está correta porque é algo que viram em um videogame. Então, baseei a personagem nisso, porque já estou farta disso, realmente farta, e queria demonstrar isso porque senti que era o espírito do momento agora”.
A atriz continuou, explicando que é importante para ela que seus vilões tenham uma conexão com a realidade atual. “Isso é muito importante para mim quando vou interpretar alguém que está matando um monte de pessoas… Quero que meus filhos tenham uma realidade ética. Eu interpreto vilões e, quando faço isso, quero que eles se conectem com algo no espírito do momento, algo que as pessoas vão deixar o cinema pensando, ‘Cara, isso foi ótimo, mas uau'”.
Stone também mencionou que adora quando seus papéis geram reações fortes. “É sério? Olhe em volta. O que você acha que é ir longe demais? Eu acho que você deveria acordar”.
“Tínhamos um grande vilão e, para mim, a diversão nisso tudo é ver um cara comum terminando em um filme de James Bond. Começa no mundo real, termina no filme”, explicou ele. “Precisávamos de um grande vilão, uma grande presença, uma grande personalidade. Fiquei me perguntando se Sharon estaria disposta a ser isso, e ela disse sim. Ela domina completamente o terceiro ato”.
‘Anônimo 2’ estreia nos cinemas nacionais em 21 de agosto de 2025.
Quatro anos após ter enfrentado acidentalmente a máfia russa, Hutch ainda deve 30 milhões de dólares à organização criminosa e está pagando a dívida com uma sequência interminável de assassinatos de criminosos internacionais. Por mais que goste da ação explosiva do seu “trabalho”, Hutch e sua esposa Becca se veem sobrecarregados e se distanciando um do outro. Por isso, decidem levar os filhos para uma pequena viagem ao Wild Bill’s Majestic Midway and Waterpark — o único lugar onde Hutch e seu irmão Harry passaram férias quando eram crianças.
Com o pai de Hutch a reboque, a família chega à pequena cidade turística de Plummerville, ansiosa por um pouco de diversão ao sol. Mas quando um encontro trivial com alguns valentões locais coloca a família na mira de um operador corrupto de parque temático e de seu xerife duvidoso, Hutch se torna o alvo principal da chefe do crime mais insana e sanguinária que ele (ou qualquer um) já enfrentou.
Charlie Sheen está pronto para confessar seu erros do passado no primeiro trailer de seu novo documentário para a Netflix, intitulado ‘aka Charlie Sheen‘.
No vídeo promocional, o controverso ator revisita suas memórias e enfrenta – de forma definitiva – todos os seus erros, vícios, má decisões e o histórico de pessoas que magoou ao longo de sua trajetória.
Além de remontar a infância de Sheen até seu estrelato na juventude – nos idos dos anos 80 -, ‘aka Charlie Sheen‘ reúne entrevistas com uma série de artistas e personalidades que tiveram algum tipo de relacionamento com o veterano, tanto profissional, bem como pessoal.
Confira o trailer:
Com sete anos de sobriedade conquistados com muito esforço, Charlie Sheen — como você nunca viu — finalmente deixa tudo claro e revisita os altos e baixos públicos de sua vida com humor, emoção e uma franqueza de cair o queixo.
O buraco negro dos tabloides, Charlie Sheen, sabe o que foi dito sobre ele e está finalmente pronto para confessar. O documentário acompanha sua criação em Malibu até sua ascensão sem esforço ao estrelato — e sua queda dramática — tudo sob os olhos do público. Com uma clareza impressionante conquistada ao longo de sete anos de sobriedade, Sheen fala abertamente sobre assuntos e eventos que nunca havia discutido publicamente antes.
Por meio de entrevistas extraordinariamente francas com sua família, amigos e membros do elenco, incluindo Denise Richards, Heidi Fleiss, Jon Cryer, Sean Penn, Ramon Estevez, Brooke Mueller, Chris Tucker e seu traficante Marco, os momentos mais escandalosos da vida de Sheen são revisitados com emoção crua e calor excepcional, pintando o retrato de um homem imperfeito cuja propensão à autodestruição não é párea para o amor feroz e o perdão que ele inspira naqueles mais próximos a ele.
Andrew Renzi (Pepsi, Cadê Meu Avião?) assina a direção.
‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’ segue em cartaz nos cinemas nacionais, e agora, com o lançamento do novo longa da Marvel, foram divulgadas algumas primeiras páginas de jornais do universo, incluindo uma com uma foto em preto e branco da Primeira Família da Marvel, vestindo trajes inspirados por Jack Kirby.
A manchete diz: “Confronto Épico: Quarteto Fantástico derrota o mentor, o pensador louco”.
Ambientado em um vibrante mundo retrofuturista inspirado nos anos 1960, ‘O Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘ apresenta a Primeira Família da Marvel—Reed Richards/Senhor Fantástico (Pedro Pascal), Sue Storm/Mulher Invisível (Vanessa Kirby), Johnny Storm/Tocha Humana (Joseph Quinn) e Ben Grimm/Coisa (Ebon Moss-Bachrach)—enquanto enfrentam seu maior desafio até agora. Forçados a equilibrar seus papéis como heróis e a força dos laços familiares, eles devem defender a Terra de um deus espacial voraz chamado Galactus (Ralph Ineson) e seu enigmático arauto, o Surfista Prateado (Julia Garner). E como se o plano de Galactus para devorar o planeta inteiro e todos nele já não fosse ruim o suficiente, a ameaça se torna ainda mais pessoal.
O icônico espião Jason Bourne continuará a chamar a Universal Pictures de casa. A NBCUniversal anunciou ter adquirido, de forma perpétua, todos os direitos — exceto os de publicação — das aclamadas séries literárias Jason Bourne e Treadstone, criadas por Robert Ludlum.
O acordo, resultado de uma acirrada disputa com sete propostas (incluindo dois streamers – sendo eles a Netflix e a Apple, segundo o The Hollywood Reporter), garante o futuro da franquia no ecossistema NBCU, abrindo espaço para novos filmes, produtos derivados e experiências imersivas.
Segundo Peter Cramer, presidente da Universal Pictures, “a franquia Bourne redefiniu o gênero de espionagem e estamos animados para expandir esse universo com novas histórias para o público global”.
Frank Marshall, produtor de longa data da série, seguirá à frente dos próximos projetos, ao lado de Jeffrey Weiner e Ben Smith, da Captivate Entertainment, que administra os direitos desde 2001.
O cineasta Edward Berger está desenvolvendo um novo longa, com roteiro de Joe Barton e possibilidade de retorno de Matt Damon ao papel principal — embora o projeto ainda não esteja oficialmente aprovado.
Charlie Cox, estrela de ‘Demolidor: Renascido’, que interpreta o icônico Matt Murdock, revelou uma novidade sobre o futuro da série, dando a entender que a próxima temporada pode ser a última do sucesso do Disney+.
Durante um evento, ao falar sobre o novo traje do Demolidor, Cox disse: “Cada traje que tivemos até agora, de alguma forma, está representado nos quadrinhos. Mas tem algo que fazemos nesta temporada final que não existe nos quadrinhos, então é único para nossa série”.
A frase “temporada final”logo viralizou nas redes sociais, levantando a preocupação de que a próxima temporada seria a última. No entanto, seu colega de elenco, Vincent D’Onofrio, interveio para acalmar os ânimos.
Respondendo a um vídeo dos comentários de Cox no X (antigo Twitter), D’Onofrio afirmou que há uma “boa chance de haver uma terceira temporada”.
‘Demolidor: Renascido’ está disponível no Disney+.
Na trama, Matt Murdock, um advogado cego com habilidades aprimoradas, está lutando por justiça por meio de seu movimentado escritório de advocacia, enquanto o ex-chefe da máfia Wilson Fisk vai atrás de seus próprios empreendimentos políticos em Nova York. Quando suas identidades passadas começam a emergir, os dois homens se encontram em rota de colisão inevitável.
A produção conta com o retorno de Charlie Cox no papel do herói titular. Ele já havia sido introduzido ao MCU no filme ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa‘ e na série ‘Mulher-Hulk: Defensora de Heróis‘.
O elenco conta com o retorno de Vincent D’Onofrio (Wilson Fisk), Elden Hanson (Foggy Nelson), Deborah Ann Woll (Karen Page), Jon Bernthal (Justiceiro) e Wilson Bethel (Ben Poindexter/Mercenário).
A Netflix revelou o elenco completo de ‘Big Mistakes‘, nova comédia policial familiar criada por Dan Levy, vencedor do Emmy, que já começou a ser filmada em Nova Jersey.
Metcalf interpretará a mãe da dupla. Innanen será Max, Kuzum viverá Yusuf e Quinn interpretará Natalie. Entre os coadjuvantes, Perkins será Annette, Gutierrez fará Tareq, Barbara será Mike, Fadem viverá Ashley e Ivanir interpretará Ivan.
A trama acompanha dois irmãos totalmente despreparados (Levy e Ortega) que acabam sendo chantageados e mergulham no mundo do crime organizado.
As filmagens da série também foram iniciadas e as primeiras imagens dos bastidores foram divulgadas.
Confira:
‘Big Mistakes‘ é a primeira série do contrato global de Levy com a Netflix e seu segundo projeto roteirizado original após o sucesso de ‘Schitt’s Creek‘. Em 2023, ele fez sua estreia na direção de longas com ‘Do Outro Lado da Dor‘, também para a Netflix, onde atuou ao lado de Ruth Negga, Himesh Patel e Luke Evans.
Além de estrelar, Levy assina como criador, showrunner e produtor executivo, ao lado de Rachel Sennott. A produção executiva também inclui Anne-Marie McGintee pela Not a Real Production Company.
A primeira temporada terá oito episódios, mas a data de estreia ainda não foi divulgada.
De acordo com o Deadline, Shailene Woodley (‘Big Little Lies’) foi confirmada no elenco de ‘Count My Lies‘, minissérie de suspense que está sendo desenvolvida pelo Hulu.
A atriz interpretará uma mentirosa compulsiva que consegue emprego de babá para uma família que guarda segredos sombrios.
Lindsay Lohan (‘Uma Sexta-Feira Mais Louca Ainda’) será a protagonista.
Na trama…
“Quando a mentirosa compulsiva Sloane Caraway (Woodley) consegue um emprego de babá para os lindos e carismáticos Violet (Lohan) e Jay Lockhart, parece que ela finalmente conseguiu o emprego dos seus sonhos. Mas Sloane mal sabe que acaba de entrar em uma casa repleta de segredos que estão prestes a explodir — com consequências potencialmente catastróficas para todos.”
A produção é baseada no livro homônimo escrito por Sophie Stava.
O projeto está sendo desenvolvido porIsaac Aptaker e Elizabeth Berger, que foram os produtores executivos e co-showrunners de ‘This Is Us‘, em parceria com a 20th Television.
Além disso, Lohan e Woodley também servirão como produtoras executivas ao lado de Aptaker e Berger, que também assinam o roteiro.
Seu maior papel em uma série de TV americana até hoje também foi na Disney, um arco de quatro episódios de ‘Ugly Betty‘, da ABC, produzido pela ABC Studios, agora parte da 20th Television.
Em uma entrevista recente ao site Comicbookmovie, o ator David Castañeda discutiu a possibilidade de reprisar seu papel como Javier em uma prequela de ‘Bailarina’, o mais novo spin-off da aclamada franquia ‘John Wick’.
“Eu adoraria”, disse Castañeda, mostrando-se entusiasmado com a ideia. “Eu estaria muito aberto à possibilidade de trabalhar com toda a equipe novamente. Ainda estou cruzando os dedos para que haja uma grande história que possa ser contada como uma prequela”.
O ator também expressou sua gratidão pelo papel no novo filme, que tem a estreia prevista para 2025. “Honestamente, apenas a oportunidade de ter esse papel naquele filme para este momento é bastante surreal e gratificante”, concluiu.
‘Bailarina’, filme derivado de ‘John Wick’, está em cartaz nos cinemas nacionais.
Len Wiseman, de ‘Anjos da Noite‘; ‘O Vingador do Futuro‘, é responsável pela direção.
Ambientada após os eventos de ‘John Wick 3: Parabellum‘, a trama acompanha Eve Macarro, uma jovem assassina treinada pela organização Ruska Roma, que busca vingança pela morte de seu pai.
O terror ‘Invocação do Mal 4: O Último Ritual‘, que marcará o encerramento da jornada cinematográfica do icônico casal de investigadores paranormais Ed e Lorraine Warren, recebeu uma alta classificação etária (R) nos EUA, e só poderá ser assistido por maiores de idade.
A produção foi classificada pelo MPAA por “violência sangrenta e terror”.
Apesar da franquia não ser particularmente conhecida por cenas violentas, a classificação não é uma surpresa, considerando que todos os capítulos anteriores também foram indicados para maiores.
O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 4 de setembro.
Ben Hardy (‘X-Men: Apocalipse’) e Mia Tomlinson (‘The Beast Must Die’) completam o elenco.
A direção ficará a cargo de Michael Chaves, conhecido por seu trabalho em ‘A Maldição da Chorona‘. O cineasta já é uma figura familiar no universo da franquia, tendo dirigido ‘Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio‘ e ‘A Freira 2‘.
O roteiro foi assinado por David Leslie Johnson-McGoldrick, que coescreveu o terceiro filme ao lado de James Wan.
Lembrando que a franquia vai virar uma série de TV na plataforma de streaming Max.