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‘Tron: Ares’: Disney descartou personagem feito por IA devido ao “risco de uma má repercussão”

O aguardado filme da Disney, Tron: Ares, que explora a ascensão da inteligência artificial e suas implicações no mundo real, quase utilizou a própria IA em sua produção.

De acordo com fontes do Wall Street Journal (via Deadline), “executivos sugeriram a ideia de incorporar IA em um dos personagens da sequência do sucesso dos anos 1980, Tron, como uma estratégia de marketing chamativa”.

O personagem em questão seria um assistente do personagem de Jeff Bridges, mas a ideia foi descartada. A razão? “Os executivos foram informados internamente de que a empresa não poderia correr o risco de uma má repercussão”.

Confira o trailer de Tron: Ares’:

O longa-metragem tem lançamento agendado para o dia 10 de outubro de 2025.

Na trama, Leto (‘Morbius’) interpreta Ares, a manifestação do programa Tron.

O elenco ainda conta com Evan Peters (‘Dahmer: Um Canibal Americano’), Greta Lee (‘The Morning Show’), Jodie Turner-Smith (‘Mistério em Paris’), Cameron Monaghan (‘Gotham’) e Jeff Bridges (‘The Old Man’).

‘Jay Kelly’: Dramédia com George Clooney e Adam Sandler para a Netflix ganha trailer; Confira!

A Netflix divulgou o trailrr oficial de seu aguardado novo longa-metragem estrelado por George Clooney e Adam Sandler.

Intitulado ‘Jay Kelly‘, o filme dirigido por Noah Baumbach terá estreia nos cinemas no dia 14 de novembro, durante o competitivo período de lançamentos da temporada de premiações. A produção chegará ao catálogo da plataforma de streaming três semanas depois, em 5 de dezembro.

Confira:

Baumbach, conhecido por ‘História de um Casamento‘ e ‘Frances Ha‘, dirige a produção a partir de um roteiro coescrito com Emily Mortimer, que também integra o elenco.

A Netflix se referiu ao projeto como uma “comédia de partir o coração”, embora pouco se saiba sobre ele além disso. Segundo a sinopse, “todo mundo conhece Jay Kelly… mas Jay Kelly não conhece a si mesmo”.

A comédia dramática conta ainda com um time de peso formado por Billy Crudup, Laura Dern, Grace Edwards, Stacy Keach, Riley Keough, Patrick Wilson, Nicôle Lecky, Thaddea Graham, Jim Broadbent, Eve Hewson, Alba Rohrwacher, Lenny Henry, Josh Hamilton e Greta Gerwig.

Com um elenco estelar e lançamento posicionado estrategicamente, o longa desponta como uma das principais apostas da Netflix para a temporada de prêmios 2024/2025.

Confira a primeira imagem oficial do longa:

‘Moana’: Disney cogitou usar IA para manipular o rosto de The Rock em live-action

A produção do live-action de Moana segue a todo vapor, com Dwayne “The Rock” Johnson reprisando seu papel como Maui. No entanto, a participação do astro no filme quase tomou um rumo inesperado, envolvendo o uso de inteligência artificial (IA).

A The Walt Disney Company, segundo relatos, considerou e depois descartou a ideia de criar um clone digital de Johnson, utilizando um dublê de corpo para algumas cenas.

De acordo com o Wall Street Journal (via Deadline), “o plano da Disney era trabalhar com a empresa de IA Metaphysic para criar deepfakes do rosto de Johnson que seriam sobrepostos à performance de Reed (dublê de corpo) nas filmagens, criando um ‘dublê digital’ que, na prática, permitiria que Johnson estivesse em dois lugares ao mesmo tempo”.

Apesar de Johnson ter supostamente aprovado a ideia, o estúdio “ficou preocupado” que “não poderia, em última instância, reivindicar a propriedade de todos os elementos do filme se partes fossem geradas por IA”.

O impasse entre o estúdio e a empresa de IA resultou no abandono da proposta.

moana

O live-action foi adiado para 10 de Julho de 2026. 

Johnson também irá produzir o filme por meio de sua empresa, Seven Bucks Productions, em parceria com Dany Garcia e Hiram Garcia. Beau Flynn, da Flynn Picture Co., também estará envolvido na produção.

Jared Bush, responsável pelo roteiro do filme original, roteiriza o remake juntamente com Dana Ledoux Miller.

O filme original acompanha uma adolescente polinésia de 16 anos (dublada por Cravalho), que se aventura pelo Oceano Pacífico para desvendar o mistério que envolve seus ancestrais. Durante sua incrível jornada, ela encontra o poderoso semideus Maui (Johnson) e, juntos, eles atravessam o mar aberto em uma viagem cheia de ação, enfrentando criaturas ferozes, com momentos de muita diversão e aventura.

‘Os Pestes’: Novo filme da Laika, produtora de ‘Coraline’, ganha data de estreia na Netflix!

‘Os Pestes’ (Wildwood), a nova animação da Laika, ganhou data de estreia na Netflix.

O longa, que é produzido pela LAIKA (‘Coraline e o Mundo Secreto’, ‘ParaNorman’ e ‘Kubo e as Cordas Mágicas’), chega à plataforma de streaming no dia 17 de outubro.

Confira o primeiro teaser e siga o CinePOP no YouTube:

A produção é baseada na saga fantástica infantil homônima assinada por Colin Meloy e ilustrada por Carson Ellis.

A história acompanha duas crianças, Prue e Curtis, que descobrem uma floresta mágica enquanto estão em uma missão para salvar um bebê, Mac, que viram ser raptados por uma revoada de corvos.

O indicado ao Oscar Chris Butler, que escreveu os filmes ‘ParaNorman’‘Kubo e as Cordas Mágicas’‘Link Perdido’ para a companhia, fica responsável pelo roteiro. Travis Knight entra como diretor.

O longa tem as vozes de Mahershala AliCarey MulliganJacob TremblayPeyton Elizabeth LeeAwkwafinaAngela BassettJake JohnsonCharlie DayAmandla StenbergJemaine ClementMaya ErskineTantoo Cardinal, Tom Waits e Richard E. Grant farão parte do projeto.

‘Os Pestes’ ainda conta com músicas originais de Hayley Williams, vocalista da banda Paramore, e David Byrne, do grupo Talking Heads.

‘Se Não Fosse Você’: Adaptação do romance de Colleen Hoover ganha primeiro trailer; Assista!

A aguardada adaptação de ‘Se Não Fosse Você’, romance da best-seller Colleen Hoover, acaba de ganhar seu primeiro trailer completo.

A produção promete levar às telas a emocionante e complexa história de Morgan e Clara.

Confira:

“Morgan se tornou mãe bem nova, colocando seus próprios sonhos de lado para criar Clara. Enquanto Clara cresce e se torna uma adolescente, o relacionamento entre elas se torna complicado, especialmente após o trágico acidente que custou a vida de Chris, marido de Morgan e pai da Clara”.

Franco irá interpretar Jonah, novo interesse amoroso da Morgan após a perda do seu marido. Os detalhes dos demais personagens ainda não foram divulgados.

Josh Boone (‘A Culpa é das Estrelas’) será responsável pela direção. Ele também assina o roteiro a partir de um rascunho prévio escrito por Susan McMartin (‘After’).

Segundo o DeadlineSam Morelos (‘That ’90s Show’), Clancy Brown (‘John Wick 4: Baba Yaga’) e Ethan Samuel Costanilla (‘Oh. What. Fun.’) foram escalados para o projeto.

Dave Franco (‘Truque de Mestre’), Allison Williams (‘M3GAN’), Mckenna Grace (‘Ghostbusters: Apocalipse de Gelo’), Willa Fitzgerald (‘A Queda da Casa de Usher’) e Mason Thames (‘O Telefone Preto’) e Scott Eastwood (‘Infiltrado’) completam o elenco.

‘Zero A.D.’: Sam Worthington e mais aparecem IRRECONHECÍVEIS nos cartazes de filme da mesma produtora de ‘The Chosen’

O sucesso recente de produções religiosas como ‘The Chosen‘ e ‘Som da Liberdade‘ tem mostrado que histórias de fé continuam atraindo multidões — e os estúdios estão atentos.

Agora, em mais uma parceria com a Angel Studios, o diretor Alejandro Monteverde se prepara para lançar ‘Zero A.D.‘, um épico bíblico que promete recontar o nascimento de Jesus com dramaticidade, profundidade e um elenco de peso.

A estreia está marcada para 19 de dezembro, pouco antes do Natal, e os primeiros cartazes foram divulgados com exclusividade pelo Collider.

Além do visual marcante e figurinos autênticos da época, os pôsteres destacam a dualidade que o filme deve explorar: a santidade do nascimento de Cristo e o terror da perseguição liderada por Herodes para tentar impedir que o Messias sobreviva.

Confira:

Apesar da história do nascimento de Jesus ser amplamente conhecida — Maria, uma jovem virgem, dá à luz em um estábulo, visitada por pastores e reis magos — ‘Zero A.D.‘ se propõe a ir além do tradicional tom de celebração natalina.

O longa abordará o lado sombrio e frequentemente ignorado da narrativa: a caçada sangrenta de Herodes, determinada a eliminar qualquer ameaça ao seu trono, culminando no episódio bíblico conhecido como o Massacre dos Inocentes, quando crianças de Belém foram assassinadas.

O elenco é formado por Ben Mendelsohn (Rogue One) como o cruel Nahash, Jim Caviezel (A Paixão de Cristo) como o Rei Herodes, Deva Cassel (The Leopard) como Maria, Jamie Ward (Julieta & Romeu) como José e Sam Worthington (Avatar) e Gael García Bernal (Y tu mamá también) em papéis não revelados.

Sharon Stone revela TRETA nos bastidores com Michael Douglas antes de ‘Instinto Selvagem’

Mais de três décadas após o lançamento de ‘Instinto Selvagem‘ (1992), Sharon Stone voltou a comentar os bastidores do filme que a transformou em estrela global — e dessa vez, com detalhes inéditos sobre sua relação com Michael Douglas.

Em entrevista recente ao Business Insider, a atriz revelou que um desentendimento acalorado com Douglas, durante o Festival de Cannes, fez com que ele recusasse fazer testes de cena com ela antes das filmagens.

Michael Douglas não queria mostrar a bunda dele na tela ao lado de uma desconhecida”, afirmou Stone. “E eu entendi isso. Ele nem sequer quis fazer um teste comigo. Mas também havia outro motivo: nós havíamos brigado antes”.

A discussão, segundo Stone, aconteceu publicamente em Cannes, quando Douglas fez um comentário sobre alguém e seus filhos. “Eu conhecia muito bem essa pessoa sobre quem ele falava. Então eu disse algo, e ele respondeu: ‘O que diabos você sabe?’. Aquilo claramente o tocou em algum ponto sensível”. A atriz conta que não se intimidou com a explosão do astro: “Empurrei minha cadeira para trás e disse: ‘Vamos resolver isso lá fora'”.

Do lado de fora, Stone explicou sua ligação com a família em questão. Apesar da tensão inicial, os dois encerraram o episódio de forma civilizada. Mas, ao chegarem às negociações para ‘Instinto Selvagem‘, a atriz acredita que Douglas ainda preferia outra atriz como parceira de cena.

Curiosamente, foi essa mesma tensão que ajudou a construir a química explosiva entre os personagens de Catherine Tramell e o detetive Nick Curran.

“Funcionou muito bem, porque eu não ficava abalada se ele gritava comigo. Isso era interessante para os personagens, já que Michael tem um temperamento forte, e eu não me importava. Essa dinâmica funcionou perfeitamente. No fim das contas, nos tornamos grandes amigos. Admiro ele imensamente”, explicou Stone.

O filme, dirigido por Paul Verhoeven, se tornou um marco do cinema erótico dos anos 90, mas também foi palco de controvérsias. Em sua autobiografia de 2021, ‘The Beauty of Living Twice‘, Stone revelou que foi enganada em relação à famosa cena do interrogatório, onde aparece sem roupas íntimas. A atriz contou que só descobriu que sua genitália era visível ao assistir ao corte final do filme ao lado de agentes e advogados.

“Foi assim que vi pela primeira vez a cena da minha vagina, muito tempo depois de me dizerem: ‘Não dá para ver nada — só preciso que você tire a calcinha porque o branco está refletindo a luz’”, relatou. “Mas ali estava eu, meus órgãos na tela. E eu precisava tomar decisões.”

Após a exibição, Stone teria ido até a cabine de projeção e esbofeteado Verhoeven.

Mesmo com as controvérsias, ‘Instinto Selvagem‘ consolidou Sharon Stone como um ícone de Hollywood. A atriz reprisou o papel em ‘Instinto Selvagem 2‘, de 2006, que foi um fracasso de crítica.

Agora, com os direitos da franquia adquiridos pela Amazon MGM Studios e Scott Stuber, e o roteirista original Joe Eszterhas envolvido, um reboot está em desenvolvimento. Ainda não há confirmação sobre a participação de Stone.

‘Bad Apples’: Novo filme de Saoirse Ronan abrirá a mostra New Directors no Festival de San Sebastián

O Festival de Cinema de San Sebastián revelou sua aguardada seleção da mostra New Directors, voltada a cineastas emergentes ao redor do mundo.

Entre os destaques está o longa ‘Bad Apples‘, protagonizado por Saoirse Ronan, que abrirá a seção competitiva voltada à primeiras e segundas obras de diretores e concorrerá ao Prêmio Kutxabank-New Directors.

Descrito como uma sátira mordaz com toques de thriller, ‘Bad Apples‘ é dirigido por Jonatan Etzler, que ganhou reconhecimento por seu curta premiado Swimmer e dirigiu o longa ‘One More Time‘ (2023).

A trama acompanha uma professora que precisa lidar com um aluno de 11 anos considerado altamente problemático. A produção é britânica e marca o segundo longa do diretor sueco.

A mostra reúne cineastas de países como China, Turquia, Dinamarca, Índia, Costa Rica, Espanha, Suécia e Reino Unido, consolidando San Sebastián como uma vitrine global para novos talentos do cinema.

Fechando a programação está ‘White Flowers‘ and ‘Fruits‘, estreia da diretora japonesa Yukari Sakamoto. Ambientado em um internato cristão para meninas, o filme parte da morte por suicídio de uma aluna popular, evento que impacta profundamente uma novata com a habilidade de ver fantasmas.

Entre os outros filmes selecionados estão ‘The Son and the Sea‘, primeiro longa da britânica Stroma Cairns (da série Mood), que coescreveu o roteiro com sua mãe. O filme narra a jornada de dois amigos pela costa nordeste da Escócia e a conexão silenciosa que surge entre eles.

‘As We Breathe‘, estreia do cineasta curdo-turco Seyhmus Altun, é uma coprodução entre Turquia e Dinamarca. A narrativa acompanha as transformações de uma família em uma pequena cidade da Anatólia durante um devastador incêndio florestal.

O Festival de San Sebastián também contará com estreias na mostra principal de nomes consagrados como Alice Winocour, Arnaud Desplechin, Agnieszka Holland e Milagros Mumenthaler.

Couture‘, novo longa de Winocour estrelado por Angelina Jolie e Louis Garrel, ambientado no mundo da moda, foi anunciado como um dos fortes candidatos ao prêmio máximo do festival.

Roteirista de ‘O Diabo Veste Prada 2’ celebra atenção às fotos do set: “É uma honra ver tanto interesse”

Aline Brosh McKenna, roteirista de ‘O Diabo Veste Prada 2‘, comentou com entusiasmo o frenesi em torno das primeiras imagens do set de gravações do aguardado filme.

Em entrevista ao IndieWire, McKenna disse que a equipe já esperava que o retorno dos icônicos personagens chamasse atenção, especialmente por se tratar de um longa centrado no mundo da moda.

“Sabíamos que haveria muito interesse. As pessoas ficam do lado de fora só para ver um vislumbre desses atores e personagens que tanto amam. Ver os figurinos empolgou o público, principalmente porque é um filme de moda. Nunca tinha experimentado esse nível de gente indo até o set, mas é o mundo em que vivemos. Em muitos sentidos, estamos falando com um público diferente do de 2006”, disse a roteirista.

Ela ainda completou: “Vem de um desejo legítimo de rever esses personagens. Enquanto todos estiverem seguros, que honra é ver que ainda há tanto interesse”. 

A sequência do clássico de 2006 ganhou sua primeira imagem oficial em julho, divulgada pela 20th Century Studios, com Anne Hathaway caracterizada novamente como Andy Sachs. Desde então, fãs e fotógrafos têm se aglomerado em frente à lojas de grife para tentar acompanhar de perto as filmagens.

As filmagens deO Diabo Veste Prada 2’ seguem a todo vapor e diversas imagens divulgadas estão circulando nas redes sociais, trazendo Miranda Priestly (Meryl Streep) e Andy Sachs (Anne Hathaway) em destaque.

Confira as imagens e siga o CinePOP no Youtube:

Meryl Streep como a icônica vilã Miranda Priestly em fotos do set de ‘O Diabo Veste Prada 2’

Lucy Liu, Justin Theroux, B.J. Novak e Pauline Chalamet foram confirmados no elenco. A sequência também contará com os talentos da Broadway Helen J. Shen e Conrad Ricamora, além do comediante Caleb Hearon.

Os novos rostos se juntam à icônica equipe de Runway, em um enredo que promete colocar seus conhecimentos de moda à prova — e certamente desafiar os padrões da indústria mais uma vez.

Além disso, dois personagens do filme original estarão de volta: Tracie Thoms, que interpretou Lily, a melhor amiga fashionista de Andy Sachs, e Tibor Feldman, o temido Irv Ravitz, presidente da Elias-Clark, empresa-mãe da Runway. Eles se unirão à atriz Simone Ashley.

Todos eles se juntam às estrelas já confirmadas Anne Hathaway, Meryl Streep, Emily Blunt, Stanley Tucci e Kenneth Branagh.

A estreia do novo filme está prevista para 1º de maio de 2026.

No novo capítulo da franquia, a poderosa editora Miranda Priestly enfrenta o desafio da decadência da mídia impressa em meio à ascensão das plataformas digitais. Sua ex-assistente Emily Charlton tornou-se uma executiva influente no mundo da moda, e agora as duas disputam ferozmente pela atenção, e pelos investimentos, das maiores marcas de luxo.

David Frankel também volta à direção.

Aline Brosh McKenna, que assinou o roteiro do filme de 2006, retorna para escrever a história do projeto.

Lembrando que o filme original está disponível no Disney+.

O Diabo Veste Prada, lançado em 2006, foi dirigido por David Frankel e tornou-se um sucesso de bilheteria e de crítica, faturando quase US$328 milhões ao redor do mundo, bem como duas indicações ao Oscar, cinco ao BAFTA e três ao Globo de Ouro.

Andy, uma moça recém-formada e com grandes sonhos, vai trabalhar na conceituada revista de moda Runway; sua função é ser assistente da diabólica Miranda Priestly. Andy, que não se sente bem no ambiente tenso de trabalho, questiona sua habilidade em continuar como assistente de Miranda.

Trump elogia campanha de Sydney Sweeney ao descobrir sua posição política republicana

O presidente Donald Trump comentou com entusiasmo a recente controvérsia envolvendo a atriz Sydney Sweeney e sua campanha para a American Eagle, após descobrir que a estrela de ‘Euphoria‘ e ‘The White Lotus‘ é supostamente registrada como republicana no estado da Flórida.

“Ela é republicana registrada? Ah, agora eu adoro o anúncio!”, declarou Trump a jornalistas no dia 3 de agosto, ao embarcar no Air Force One em Allentown, Pensilvânia. “Você ficaria surpreso com a quantidade de pessoas que são republicanas. Eu não saberia disso, mas fico feliz que tenham me contado. Se Sydney Sweeney é republicana, então acho o anúncio fantástico!”

O anúncio em questão é a polêmica campanha “Sydney Sweeney Has Great Jeans” da American Eagle, que tem gerado críticas e debates nas redes sociais. A peça publicitária utiliza um trocadilho entre “jeans” (calças) e “genes” (genética), destacando Sweeney como símbolo da marca.

A estratégia, porém, provocou indignação em alguns setores, que acusaram a campanha de exaltar atributos ligados à “branquitude” e padrões de beleza eurocêntricos, com alguns usuários nas redes até comparando a estética à propaganda nazista.

Apesar da reação negativa de parte do público, a American Eagle defendeu firmemente a campanha em comunicado oficial:

“‘Sydney Sweeney Has Great Jeans’ sempre foi — e continua sendo — sobre os jeans. Os jeans dela. A história dela. Continuaremos celebrando como todos usam seus AE jeans com confiança, à sua maneira. Grandes jeans ficam bons em todo mundo.”

A controvérsia ganhou ainda mais atenção com os relatos recentes de que Sweeney registrou-se como eleitora republicana em junho de 2024, pouco antes da eleição presidencial que culminou na vitória de Trump sobre Kamala Harris.

Embora a atriz tenha evitado se manifestar diretamente sobre a polêmica, sua suposta filiação política adicionou uma nova camada ao debate cultural que envolve publicidade, política e representação.

A repercussão segue intensa nas redes sociais, com parte do público criticando a exploração estética e simbólica da campanha, enquanto outros defendem Sweeney e a American Eagle pela originalidade da ação.

O comercial, que mostra Sweeney falando sobre genética de forma bem-humorada — “Genes são passados de pais para filhos, determinando coisas como cor dos olhos ou cabelo. Meus jeans são azuis.” — fez alguns críticos acusarem a marca de reforçar ideais de beleza excludente, por escolher uma mulher branca, magra e loira como símbolo dos “melhores genes da América”.

Confira o comercial:

Sydney Sweeney faz primeira aparição pública após polêmico comercial acusado de ser eugenista

Após dias fora dos holofotes em meio à controvérsia envolvendo sua campanha para a American Eagle, Sydney Sweeney reapareceu publicamente na noite do último domingo (03), durante a estreia do filme ‘Americana‘, em Los Angeles. A produção, gravada em 2022, será lançada oficialmente no dia 15 de agosto nos cinemas norte-americanos.

Sweeney surgiu ao lado dos colegas de elenco Halsey e Simon Rex, marcando sua primeira aparição desde que conservadores e até o vice-presidente dos EUA, JD Vance, passaram a usar a campanha publicitária como símbolo de um embate cultural.

A polêmica surgiu após críticas severas de progressistas à linguagem e à estética da propaganda, que remetem a valores tradicionais americanos — algo que acabou sendo amplificado em debates políticos.

Apesar do burburinho, Sweeney tem evitado comentar diretamente o caso, conforme pontuado pelo Deadline em sua cobertura da pré-estreia. Sua presença discreta no evento pode indicar uma tentativa de focar na divulgação de seus projetos artísticos, evitando alimentar ainda mais a controvérsia.

Americana‘ acompanha um grupo de personagens envolvidos em um roubo que dá errado no deserto dos EUA, com tons de faroeste moderno. O longa será disponibilizado em salas selecionadas e plataformas digitais e ainda não possui data de estreia para o Brasil.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Tony Tost (‘Poker Face’) é responsável pela direção e roteiro.

Depois que um artefato valioso cai no mercado negro, uma garçonete tímida e sonhadora (Sweeney) se une a um veterano militar apaixonado (Paul Walter Hauser) para se apossar dele, colocando-os na mira de um criminoso implacável (Eric Dane) que trabalha para um negociante de antiguidades do Velho Oeste (Simon Rex). O derramamento de sangue começa quando outros se juntam à batalha, incluindo o líder de um grupo indígena (Zahn McClarnon) e uma mulher desesperada que foge de seu passado misterioso (Halsey).

‘Possible Love’: Lee Chang-dong, aclamado diretor coreano, dirigirá novo drama familiar pela Netflix

O aclamado diretor sul-coreano Lee Chang-dong está de volta à direção após oito anos de hiato, e seu retorno marca também uma aguardada reunião com a premiada atriz Jeon Do-yeon.

O novo projeto, intitulado provisoriamente ‘Possible Love‘, será um longa-metragem original da Netflix e trará o cineasta de ‘Burning‘ e ‘Sol Secreto‘ novamente ao centro da cena cinematográfica internacional.

O filme acompanhará a vida entrelaçada de dois casais casados, cujas rotinas completamente opostas colidem, revelando rachaduras profundas em suas existências aparentemente estáveis.

Jeon Do-yeon, que conquistou o prêmio de Melhor Atriz no Festival de Cannes em 2007 por ‘Sol Secreto’, dará vida a Mi-ok. Ao seu lado estará Sul Kyung-gu (A Normal Family, Idol), interpretando seu marido, Ho-seok.

O segundo casal será formado por Zo In-sung (Moving, Escape from Mogadishu), no papel de Sang-woo, e Cho Yeo-jeong (Parasita, Hidden Face), como Ye-ji.

O elenco traz uma combinação de nomes consagrados, com histórico de colaborações marcantes: Jeon e Sul já contracenaram juntos em ‘I Wish I Had a Wife‘, ‘Birthday‘ e ‘Kill Boksoon‘. Sul também é um colaborador de longa data de Lee, tendo estrelado ‘Peppermint Candy‘ e ‘Oasis‘.

O roteiro é coassinado por Lee Chang-dong e Oh Jung-mi, sua parceira criativa em ‘Burning‘, reforçando a promessa de um drama profundo e com camadas psicológicas complexas — marca registrada da filmografia do diretor.

A produção ficará por conta da Pinehouse Film, em parceria com a americana Anonymous Content e a coreana NowFilm Co. Pinehouse já havia produzido ‘Burning‘, outro sucesso internacional de Lee.

George Clooney REBATE críticas à sua falta de versatilidade como ator

George Clooney não está interessado nas críticas sobre seu alcance como ator — e deixou isso bem claro.

Em entrevista à Vanity Fair para uma prévia do filme ‘Jay Kelly‘, novo longa de Noah Baumbach que estreia no Festival de Veneza, o astro vencedor de dois Oscars rebateu a ideia de que estaria apenas interpretando a si mesmo em seus papéis.

“As pessoas dizem que eu só interpreto a mim mesmo? Eu não dou a mínima. Não existem muitos caras da minha faixa etária que podem fazer comédias amplas como ‘E aí, Meu Irmão, Cadê Você?‘ e depois fazer ‘Conduta de Risco‘ ou ‘Syriana‘ [que lhe rendeu o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante]. Então, se isso significa que estou interpretando a mim mesmo o tempo todo, sinceramente, eu não dou a mínima”, afirmou Clooney.

O ator ainda citou uma fala do personagem que interpreta em ‘Jay Kelly‘, um astro de cinema sessentão em crise de identidade:

“Você já tentou interpretar a si mesmo? É difícil”.

Clooney finalizou refletindo sobre sua carreira:

“Fui beneficiado por não ter tido um sucesso massivo em várias frentes desde o início. A fama de verdade só veio aos 33 anos com ER. Já trabalhava havia 12 anos. Tive um entendimento real de como tudo isso é passageiro — e de como tem pouco a ver com você, para ser honesto”.

Jay Kelly‘ estreia nos cinemas em 14 de novembro e chega à Netflix em 5 de dezembro. Clooney contracena com Adam Sandler.

O filme é dirigido por Noah Baumbach.

Confira os cartazes:

Baumbach, conhecido por ‘História de um Casamento‘ e ‘Frances Ha‘, dirige a produção a partir de um roteiro coescrito com Emily Mortimer, que também integra o elenco.

A Netflix se referiu ao projeto como uma “comédia de partir o coração”, embora pouco se saiba sobre ele além disso. Segundo a sinopse, “todo mundo conhece Jay Kelly… mas Jay Kelly não conhece a si mesmo”.

A comédia dramática conta ainda com um time de peso formado por Billy Crudup, Laura Dern, Grace Edwards, Stacy Keach, Riley Keough, Patrick Wilson, Nicôle Lecky, Thaddea Graham, Jim Broadbent, Eve Hewson, Alba Rohrwacher, Lenny Henry, Josh Hamilton e Greta Gerwig.

Com um elenco estelar e lançamento posicionado estrategicamente, o longa desponta como uma das principais apostas da Netflix para a temporada de prêmios 2024/2025.

Retro Dance #30 | ‘Só’ e o derradeiro intimismo poético de Adriana Calcanhotto

Em diversas entrevistas para promover ‘Só’, a lendária musicista Adriana Calcanhotto comentou sobre surtos de criatividade que teve em plena pandemia do novo coronavírus COVID-19. Apesar de ter levado uma década completa para terminar sua trilogia marítima (com o último capítulo, ‘Margem’, sendo lançado em 2019), a estreia surpresa de seu 12º álbum de estúdio insurgiu de modo urgente – o que poderia premeditar uma produção crua demais para honrar seu legado. Felizmente, nossas expectativas para essa íntima e crítica incursão musical foram atendidas para além do esperado, com as “reflexões de quarentena” mesclando diversos estilos em uma profusão explosiva cujo único pecado é sua brevidade. A obra, no final das contas, mostra o que a artista tem de melhor: manter-se original e sem escrúpulos para que divulgue suas mensagens para quem esteja disposto a ouvi-las.

Calcanhotto já não precisa provar nada para ninguém. Suas irretocáveis rendições vocais são conhecidas seja no escopo adulto, seja no infantil (como não recordar da série de álbuns infantis que assinou sob a alcunha de Adriana Partimpim?). Aqui, a meio-soprano lírico volta sua personalidade para elegíacos versos que puxam elementos do MPB e da bossa-nova, é claro, mas mergulhando-os no cenário contemporâneo do samba e do funk moderno, criando uma amálgama única que funciona do começo ao fim. Retomando a colaboração com o icônico Arthur Nogueira e com a presença de Dennis DJ para a oitava faixa, fica claro que a performer nunca deixa de lado simbologias ambíguas, fazendo questão de imprimir uma construção que tangencia um parnasianismo desconstruído e buscando uma releitura de tudo que já nos foi apresentado.

Enquanto os estilos dos quais se dispôs desde 1990 poderiam se render à óbvia datação, Adriana é sagaz ao impedir que isso aconteça. Logo de cara, os furtivos batuques pavimentam o profundo caminho de “Ninguém na Rua”, flertando com a melancolia do isolamento e da solidão – nem mesmo a luz da lua ousa sair em tempos de crise. Ao longe, o espectro envolvente é pincelado com investidas do electro-funk, que poderiam ter um protagonismo maior. O lirismo convida os ouvintes a meditar da janela de nossos quartos sobre um tempo que por enquanto não irá voltar – e talvez nunca volte, levando em conta que a própria dinâmica social foi colocada em xeque. E, se a track inicial já vem à tona com estrondo, “Era Só” mantém o altíssimo nível ao ser arquitetada com a sutileza pungente do piano em primeiro plano e do violino e da bateria auxiliando na saudosista e taciturna ambientação.

A cantora exibe sua paixão pelo samba diversas vezes: em “Eu Vi Você Sambar”, as estrofes alternam entre aliterações e assonâncias retumbantes, mascaradas pelos acordes da guitarra, do inesperado saxofone e por uma entrega extremamente pura. O arranjo foge das fórmulas e faz com que o múltiplo experimentalismo funcione de cabo a rabo, saindo de um extremo comedido e reverberando em uma dançante análise sobre alguém que, outrora afável à farra e a levar “a vida na flauta” e que, agora, tornou-se uma sonhadora inveterada, transmutando as familiares declarações de amor para um platonismo amargurado que dialoga com as gerações atuais com força descomunal. Já em “Sol Quadrado”, a irônica melodia volta-se para as raízes do gênero supracitado – e, tradicional que seja (inclusive pela presença do coro da roda de samba), a lacônica música é funcional naquilo que deseja ser.

Apesar deste álbum ser, de fato, uma pesquisa sobre o distanciamento social autoimposto em meio a uma aflição mundial, algumas escolhas parecem precisas e redundantes demais – principalmente quando levamos em conta o teor poético das músicas. Seja em “O Que Temos”, seja em “Tive Notícias”, a repetição substantiva soa como um ruído por não permanecer fiel ao que nos vinha sendo apresentado desde o princípio; ainda assim, a fluida permeabilidade ofusca esses deslizes ao transitar de um sentimental retrato sonoro para uma agridoce e trágica balada, ambas guiadas pela atuação inenarrável de Calcanhotto.

A artista não deixa de lado seu acabrunhamento em praticamente nenhum momento do breve álbum. Seja com a mercadológica e vibrante “Lembrando da Estrada” – que, sem dúvida, é uma das melhores iterações de sua carreira -, seja com a fortuita “Bunda Le Lê” – apesar das boas intenções, uma fragmentada produção quando colocada ao lado de suas antecessoras -, ela prova que está pronta para fazer o que bem entender. Já “Corre o Munda” é o desfecho perfeito e necessário para uma obra deste calibre, perscrutado com um solilóquio romântico e que faz alusões a Fernando Pessoa sobre Coimbra, cidade portuguesa para a qual retornaria antes da pandemia, discorrendo sobre o caudaloso rio Mondego e sua vivência naquele país europeu.

Adriana Calcanhotto nunca nos decepciona – e ‘Só’ é prova de sua versatilidade musical e de como sempre está a par do que acontece. Além disso, a performer é um dos poucos nomes da indústria musical brasileira que utiliza sua voz para denunciar, através de críticas cruciantes, cada coisa errada que vê da janela de seu quarto.

‘Nice to Not Meet You’: Astro de ‘Round 6’ vai estrelar novo dorama da Prime Video

O Prime Video anunciou o dorama ‘Nice to Not Meet You‘, estrelado por Lee Jung-jae, protagonista do sucesso mundial ‘Round 6’. A produção ainda conta com Lim Ji-yeon como protagonista.

Nice to Not Meet You‘ une os bastidores do entretenimento com o improvável romance entre Lim Hyeon-jun (Lee Jung-jae), um ator em decadência em busca de um recomeço na carreira, e Wi Jeong-sin (Lim Ji-yeon), uma jornalista política respeitada que é destinada a cobrir o mundo do entretenimento contra sua vontade.

O que começa como uma relação conflituosa entre os protagonistas, termina em uma comédia romântica cheia de amor, risadas e química.

A série é dirigida por Kim Ga-ram e escrita por Jung Yeo-rang.

Outras novidades serão divulgadas em breve.

‘Jay Kelly’: Dramédia com George Clooney e Adam Sandler ganha cartazes INÉDITOS; Confira!

A Netflix divulgou dois cartazes inéditos de seu aguardado novo longa-metragem estrelado por George Clooney e Adam Sandler.

Intitulado ‘Jay Kelly‘, o filme dirigido por Noah Baumbach terá estreia em cinemas selecionados em 20 de novembro, durante o competitivo período de lançamentos da temporada de premiações. A produção chegará ao catálogo da Netflix três semanas depois, em 5 de dezembro.

Confira:

Baumbach, conhecido por ‘História de um Casamento‘ e ‘Frances Ha‘, dirige a produção a partir de um roteiro coescrito com Emily Mortimer, que também integra o elenco.

A Netflix se referiu ao projeto como uma “comédia de partir o coração”, embora pouco se saiba sobre ele além disso. Segundo a sinopse, “todo mundo conhece Jay Kelly… mas Jay Kelly não conhece a si mesmo”.

A comédia dramática conta ainda com um time de peso formado por Billy Crudup, Laura Dern, Grace Edwards, Stacy Keach, Riley Keough, Patrick Wilson, Nicôle Lecky, Thaddea Graham, Jim Broadbent, Eve Hewson, Alba Rohrwacher, Lenny Henry, Josh Hamilton e Greta Gerwig.

Com um elenco estelar e lançamento posicionado estrategicamente, o longa desponta como uma das principais apostas da Netflix para a temporada de prêmios 2024/2025.

‘Death of a Brewer’: Mena Suvari, Tyler Posey e mais vão estrelar drama de época

O novo drama de época ‘Death of a Brewer‘ já está em produção nos estados de Iowa e Illinois, e traz um elenco de peso com Jefferson White (Yellowstone, Civil War), Crispin Glover (De Volta para o Futuro, Alice no País das Maravilhas), Mena Suvari (Beleza Americana, American Pie) e Tyler Posey (Teen Wolf, Queen of the Ring).

Dirigido e roteirizado por Mokotsi Rukundo (East of Middle West), o longa se passa em 1884, mergulhando em uma trama densa onde um jovem médico se vê preso em um conflito mortal entre um império cervejeiro e um movimento radical pela abstinência alcoólica. À medida que a tensão cresce, ele é forçado a questionar sua moralidade em um mundo onde sobrevivência e lealdade se chocam.

O elenco ainda conta com Andy Dispensa, Sydney Pierick e Mickey O’Sullivan.

A produção é assinada por Keli Price, da Price Productions, com Doug Alberhasky como produtor executivo ao lado de Ron Kirchhoff.

Com fortes nomes por trás e uma trama recheada de dilemas morais e tensões históricas, ‘Death of a Brewer‘ promete ser um novo destaque no cinema independente.

Ainda não há previsão de estreia.

Juiz NEGA pedido de fiança de Diddy e destaca “risco de fuga” e “perigo”

sean diddy combs rapper
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A menos de dois meses da sentença definitiva, o rapper e empresário Sean “Diddy” Combs teve mais um revés judicial: seu novo pedido de liberdade provisória mediante fiança de 50 milhões de dólares foi negado nesta segunda-feira (04) pelo juiz federal Arun Subramanian, conforme divulgado pelo Deadline. A decisão reforça a gravidade do caso e aponta o artista como um risco real de fuga e perigo à sociedade.

“No que se refere ao risco de fuga ou perigo, Combs não conseguiu comprovar, de forma clara e convincente, que não representa uma ameaça, conforme já exposto na audiência de 2 de julho”, declarou o juiz, referindo-se ao processo em curso que envolve acusações federais de transporte para fins de prostituição.

A defesa de Combs, que desde o início da investigação tenta reforçar a imagem de um homem em processo de reabilitação pessoal, anexou ao pedido uma carta da ex-namorada Virginia Huynh, identificada como “Vítima 3” no processo.

Ela afirmou que o artista “não representa um perigo” e que ele “mudou” com o tempo. No entanto, para o juiz, o histórico de violência doméstica e o perfil de Combs continuam sendo um obstáculo intransponível à sua libertação, independentemente do valor da fiança.

“Inclusive aumentar o valor da fiança ou adicionar novas condições não altera a equação”, escreveu Subramanian. “Esse tipo de violência, que acontece a portas fechadas, é impossível de ser controlado apenas com medidas condicionais.” Ele ainda destacou que a própria defesa admitiu, durante o julgamento, os episódios de violência praticados por Combs em relacionamentos pessoais.

Preso desde setembro de 2024 no Metropolitan Detention Center, em Nova York, Diddy enfrenta duas acusações formais de transporte de pessoas para fins de prostituição, além de diversas denúncias públicas envolvendo coerção, abuso e suborno. Sua sentença está marcada para o dia 03 de outubro.

Nem os promotores do Distrito Sul de Nova York, nem os advogados de defesa se pronunciaram publicamente após a decisão mais recente.

Vale lembrar que na última sexta-feira (01), em entrevista ao canal conservador Newsmax, o presidente Donald Trump jogou um balde de água fria nos apoiadores de Diddy ao dizer que, apesar de considerá-lo “meio inocente”, não vê com bons olhos o perdão: “Eu era muito amigo dele, mas quando entrei na política, ele foi muito hostil. Isso torna as coisas mais difíceis.”

O presidente chegou a dizer que consideraria casos de pessoas que, mesmo sem afinidade com ele, tivessem sido injustiçadas — mas no caso de Combs, sua mágoa pessoal pareceu pesar mais.

Combs foi absolvido das acusações mais graves, como tráfico sexual e conspiração, mas foi considerado culpado por transportar pessoas com a intenção de envolvê-las em prostituição.

Ele permanece detido e enfrenta uma possível sentença de vários anos de prisão. A promotoria federal quer impedir que ele aguarde o recurso em liberdade, mesmo com a oferta de fiança de US$ 50 milhões.

Trump, que frequentemente usa sua influência para atingir inimigos políticos e desafetos pessoais, estaria considerando um eventual perdão a Diddy como forma de atacar o setor de Justiça de Nova York e, indiretamente, o ex-diretor do FBI James Comey — pai de Maurene Comey, procuradora-chefe do caso e recém-demitida após a derrota parcial no julgamento.

sean diddy

Sobre a condenação

Diddy foi oficialmente condenado por duas acusações de transporte com o objetivo de prostituição. No entanto, ele foi considerado inocente de três acusações mais graves: duas de tráfico sexual e uma de associação criminosa, conforme a Variety.

Diddy pode enfrentar até 10 anos de prisão por cada uma das duas condenações.

Apesar de ainda poder passar décadas atrás das grades, o clima entre sua equipe de defesa era de comemoração. Após o júri anunciar o veredito dividido, Combs ergueu o punho e sussurrou “obrigado” aos jurados.

A reportagem destaca que ele aparentava estar aliviado e eufórico, apertando a mão de seus advogados, voltando-se para a família e iniciando uma salva de palmas. Quando o júri leu o primeiro veredito de “inocente”, houve suspiros na sala do tribunal. Familiares de Combs e sua equipe jurídica começaram a chorar.

Cerca de uma hora depois, ao deixarem o tribunal e entrarem em uma van Sprinter, os filhos e filhas de Combs esboçaram sorrisos contidos enquanto uma multidão erguia câmeras sobre suas cabeças e gritava: “Liberdade! Liberdade!”.

sean combs

Combs, outrora um titã das indústrias da música e da moda, foi acusado de coagir várias mulheres a participarem de “freak-offs”, maratonas sexuais de vários dias com uso de drogas e acompanhantes masculinos que ele levava de um estado a outro.

A defesa argumentou que Combs pagava aos homens pelo seu “tempo” e que os encontros sexuais aconteciam naturalmente entre três adultos consentindo. Enquanto a acusação rebateu dizendo que a ideia de que os acompanhantes não eram pagos por sexo “não passa nem no teste do riso” e que, quando Combs entregava maços de dinheiro ao fim dos encontros, não era pela “conversa brilhante” deles.

A defesa considera a absolvição de Combs nas acusações de tráfico sexual e associação criminosa uma grande vitória.

ENTENDA O CASO

Ex-namorada de Diddy pede LIBERDADE em carta a juiz e declara: “Não vejo o Sr. Combs como uma ameaça”

diddy
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A ex-namorada de Sean “Diddy” Combs, Virginia “Gina” Huynh — identificada como “Vítima-3” na acusação federal contra o rapper — escreveu uma carta ao juiz responsável pelo caso, manifestando apoio à sua liberação sob fiança enquanto aguarda a sentença, marcada para 3 de outubro.

Apesar de citada diversas vezes no processo, Huynh nunca chegou a testemunhar durante o julgamento. Em carta enviada no último domingo pela equipe de defesa de Diddy, Huynh afirma que ele “não é violento há muitos anos” e que, hoje, está comprometido com o papel de pai.

“Estou escrevendo porque não vejo o Sr. Combs como uma ameaça para mim ou para a comunidade. Este é seu primeiro processo criminal. Durante toda a investigação e os procedimentos legais, ele se manteve cooperativo, respeitoso e em conformidade com a Justiça. Ele possui vínculos substanciais com sua família e comunidade, incluindo filhos que dependem dele emocional e financeiramente”, escreveu ela.

Huynh ainda ressaltou que conceder a liberdade provisória permitiria que o rapper continuasse cuidando da família e cumprindo suas responsabilidades, sob supervisão do tribunal. Segundo ela, ele respeitaria todas as condições impostas e “não colocaria em risco sua liberdade ou o bem-estar de seus filhos”.

Ela também comentou sobre o histórico da relação entre os dois, reconhecendo dificuldades e erros no passado, mas afirmando que viu mudanças visíveis em seu comportamento.

“Ao longo dos anos, ele fez esforços visíveis para se tornar uma pessoa melhor e lidar com os danos que causou. Quando nossa relação terminou, ele já demonstrava um comportamento mais amoroso, paciente e gentil, bem diferente do passado”.

O governo norte-americano acusa Combs de utilizar “força, ameaças e coerção” para obrigar pelo menos três mulheres — incluindo Gina — a se envolverem em atos sexuais comerciais, oferecendo dinheiro, oportunidades profissionais e moradia em troca.

Durante o julgamento, o ex-assistente de Diddy, George Kaplan, declarou ter testemunhado o rapper jogando maçãs em Gina dentro de sua casa em Miami. Já a cantora Cassie Ventura, uma das principais testemunhas, afirmou que Diddy foi infiel a ela durante o relacionamento, mantendo um envolvimento com Gina ao mesmo tempo.

Atualmente preso, Diddy foi condenado por duas acusações de transporte para fins de prostituição. Seus advogados tentam, sem sucesso até o momento, garantir sua soltura antes da audiência de sentença. A carta de Gina Huynh agora reforça esse pedido, contrastando com os relatos mais duros apresentados ao longo do processo.

Vale lembrar que na última sexta-feira (01), em entrevista ao canal conservador Newsmax, o presidente Donald Trump jogou um balde de água fria nos apoiadores de Diddy ao dizer que, apesar de considerá-lo “meio inocente”, não vê com bons olhos o perdão: “Eu era muito amigo dele, mas quando entrei na política, ele foi muito hostil. Isso torna as coisas mais difíceis.”

O presidente chegou a dizer que consideraria casos de pessoas que, mesmo sem afinidade com ele, tivessem sido injustiçadas — mas no caso de Combs, sua mágoa pessoal pareceu pesar mais.

Combs foi absolvido das acusações mais graves, como tráfico sexual e conspiração, mas foi considerado culpado por transportar pessoas com a intenção de envolvê-las em prostituição.

Ele permanece detido e enfrenta uma possível sentença de vários anos de prisão. A promotoria federal quer impedir que ele aguarde o recurso em liberdade, mesmo com a oferta de fiança de US$ 50 milhões.

Trump, que frequentemente usa sua influência para atingir inimigos políticos e desafetos pessoais, estaria considerando um eventual perdão a Diddy como forma de atacar o setor de Justiça de Nova York e, indiretamente, o ex-diretor do FBI James Comey — pai de Maurene Comey, procuradora-chefe do caso e recém-demitida após a derrota parcial no julgamento.

sean diddy

Sobre a condenação

Diddy foi oficialmente condenado por duas acusações de transporte com o objetivo de prostituição. No entanto, ele foi considerado inocente de três acusações mais graves: duas de tráfico sexual e uma de associação criminosa, conforme a Variety.

Diddy pode enfrentar até 10 anos de prisão por cada uma das duas condenações.

Apesar de ainda poder passar décadas atrás das grades, o clima entre sua equipe de defesa era de comemoração. Após o júri anunciar o veredito dividido, Combs ergueu o punho e sussurrou “obrigado” aos jurados.

A reportagem destaca que ele aparentava estar aliviado e eufórico, apertando a mão de seus advogados, voltando-se para a família e iniciando uma salva de palmas. Quando o júri leu o primeiro veredito de “inocente”, houve suspiros na sala do tribunal. Familiares de Combs e sua equipe jurídica começaram a chorar.

Cerca de uma hora depois, ao deixarem o tribunal e entrarem em uma van Sprinter, os filhos e filhas de Combs esboçaram sorrisos contidos enquanto uma multidão erguia câmeras sobre suas cabeças e gritava: “Liberdade! Liberdade!”.

sean combs

Combs, outrora um titã das indústrias da música e da moda, foi acusado de coagir várias mulheres a participarem de “freak-offs”, maratonas sexuais de vários dias com uso de drogas e acompanhantes masculinos que ele levava de um estado a outro.

A defesa argumentou que Combs pagava aos homens pelo seu “tempo” e que os encontros sexuais aconteciam naturalmente entre três adultos consentindo. Enquanto a acusação rebateu dizendo que a ideia de que os acompanhantes não eram pagos por sexo “não passa nem no teste do riso” e que, quando Combs entregava maços de dinheiro ao fim dos encontros, não era pela “conversa brilhante” deles.

A defesa considera a absolvição de Combs nas acusações de tráfico sexual e associação criminosa uma grande vitória.

ENTENDA O CASO

Crítica | ‘Juntos’ é um VISCERAL terror que se beneficia das incríveis atuações de Alison Brie e Dave Franco

together cinepop

O body horror, ou “horror corporal” em tradução direta, é um dos subgêneros mais populares do terror e pode ser traçado inclusive para a Era de Ouro do cinema – ainda que tenha sido firmado como vertente com ninguém menos que o icônico David Cronenberg, responsável por produções de baixo orçamento e recheadas de efeitos práticos como ‘Scanners’, ‘A Mosca’ e ‘Gêmeos: Mórbida Semelhança’. Cronenberg pautou essas incursões através de um arranjo considerável de tropos que influenciariam diversos realizadores, como foi o caso do espetacular trabalho de Coralie Fargeat no recente ‘A Substância’. Agora, somos convidados a retornar para esse tipo de história com o antecipado Juntos, que chega aos cinemas nacionais no dia 14 de agosto.

A trama é centrada em Millie (Alison Brie) e Tim (Dave Franco), um casal que resolve dar um passo a mais em sua relação – por mais que ela não esteja claramente definida para nenhum dos dois – ao se mudar para uma pequena cidade do interior, visto que Millie conseguiu um emprego como professora na escola local. Ainda que feliz pela conquista de sua amada, Tim se vê abrindo mão de mais uma oportunidade em sua vida repleta de sonhos não realizados ao ceder às prioridades da “namorida”, por mais que ela insiste que ele precisa decidir o que quer e de que forma irá alcançar seus objetivos. Percebendo que, talvez, o relacionamento esteja desgastado, Millie tenta engajar em uma conversa importante que logo é varrida para debaixo do tapete pela perigosa indulgência de Tim.

Assim que chegam a uma nova realidade, os dois percebem que levarão um tempo para se acostumar a um cotidiano muito diferente e menos frenético do que estão acostumados e, pouco a pouco, vão se instalando. Em um determinado dia, os dois resolvem passear por uma das trilhas turísticas que permeiam os parques locais e, eventualmente, caem em um buraco aberto no chão – que guarda bancos de madeira desgastados e objetos religiosos estranhos. Passando a noite nesse “depósito” subterrâneo, Millie e Tim conseguem sair dali apenas para perceberem que algo está errado e que, de alguma maneira, eles estão sendo atraídos um para o outro a ponto de seus membros se fundirem em um único corpo.

O projeto marca a estreia diretorial de Michael Shanks, que também fica responsável pelo roteiro – e, ao longo de breves cem minutos, o realizador arquiteta uma instigante e tenebrosa narrativa que funciona em quase sua completude, pecando aqui e ali com um frustrante e exagerado final que poderia ter sido melhor executado. Shanks sabe muito bem o tipo de enredo que tem em mãos e, à medida que presta homenagens a outros diretores do terror, com jogadas de câmera que fazem menção a Cronenberg pelo uso de planos-detalhe e inclinações para planos-sequência que remontam à estética de James Wan, constrói uma mitologia própria e uma identidade convincente o bastante para nos guiar por essa jornada.

É quase óbvio pensar que o filme é uma metáfora para relacionamentos de codependência emocional, mas Shanks se mostra comprometido em trazer elementos novos e se afastar de alguns arquétipos de personagens bem comuns ao gênero: em outras palavras, a construção dos protagonistas traz fórmulas remodeladas, em que Tim se mostra frustrado por estar à sombra de Millie ao mesmo tempo que morre de medo de perdê-la, fazendo concessões constantes para que a falsa harmonia do casal prevaleça; Millie, por sua vez, não é pintada como vilã, e sim como alguém que quer apenas o melhor para os dois, por mais que isso signifique que tenham que se separar. E, no final das contas, essas gritantes diferenças acabam por aproximá-los em vez de afastá-los (literal e figurativamente).

O escopo trilha um caminho familiar para os fãs de terror e, de maneira brilhante, permite que tropos conhecidos se transformem em um escape entretenido cujo objetivo principal de envolver os espectadores é alcançado sem muitos esforços. Assim, Millie e Tim são catapultados a uma jornada que envolve os deuses da Grécia Antiga e uma releitura livre de Platão para justificar a bizarra conexão física, carnal e emocional que se apossa dos dois – além de reler os clássicos conceitos de “alma gêmea” de maneira inesperada e prática. E, dentre os muitos aspectos que funcionam na obra, a presença magnética de Brie e Franco, que são um casal na vida real, dominam as telonas em uma explosiva química que nos mantém vidrados e presos aos nossos assentos.

O maior obstáculo enfrentado pelo longa se destina à conclusão: Shanks trabalha os dois primeiros atos com minúcia apaixonante, porém, se deixa perder em uma conclusão propositalmente anticlimática que deve dividir a reação da audiência e que, apesar de amarrar as pontas soltas e explicar sem muitas condescendências certos acontecimentos intrigantes, parece não fazer jus ao que foi fomentado.

Juntos é um bom body horror que, mesmo não sendo irretocável e pincelado com alguns excessos, nos estimula a querer entender o que está acontecendo – fazendo o espectador comprar essa excêntrica história que vale a pena principalmente pelas ótimas performances do elenco.