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‘Outlander’: 8ª e ÚLTIMA temporada ganha trailer e previsão de estreia; Confira!

O canal Starz divulgou o trailer completo da 8ª (e última) temporada de ‘Outlander‘, aclamado drama de época estrelado por Caitriona BalfeSam Heughan.

Além disso, foi revelado que o ciclo de encerramento tem estreia prevista para o início de 2026, ainda sem dia confirmado.

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Baseado nos livros de Diana Gabaldon, o drama histórico segue Claire Randall (Caitriona Balfe), uma enfermeira de combate da Segunda Guerra Mundial que vai parar misteriosamente na Escócia, em 1743.

O elenco também conta com Richard Rankin, Sophie Skelton, John Bell, César Domboy, Lauren Lyle, Caitlin O’Ryan, Mark Lewis Jones, Jessica Reynolds e Alexander Vlahos.

‘Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita’ contrata mais QUATRO atores ao elenco do prelúdio

Lionsgate escalou mais quatro nomes ao elenco de Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita’, prelúdio da icônica saga distópica criada por Suzanne Collins.

Iris ApatowEdvin RydingJax GuerreroSandra Förster foram contratados para o longa-metragem e darão vida a Proserpina, Vitus, Tibby e Hersilia, membros do time de apoio de Haymitch Abernathy e dos outros tributos do Distrito 12.

O grupo se junta aos previamente confirmados Jhaleil Swaby, Laura Marcus, Percy Daggs IVRada Rae, Sky FrancesTatyana MuzondoAlina ReidSalimou ThiamJohn DoebleKaine Buffonge, Kara Tointon, Smylie Bradwell, Jeffrey HallmanSerafin MishievScot GreenanGrace AckaryMelody Chikakane BrownJefferson White.

O elenco ainda conta com Joseph Zada (Haynith Abernathy), Whitney Peak (Lenore Dove Baird), Mckenna Grace (Maysilee Donner), Jesse Plemons (Plutarch Heavensbee), Kelvin Harrison Jr. (Beetee), Maya Hawke (Wiress), Lili Taylor (Mags), Ben Wang (Wyatt Callow), Ralph Fiennes (Presidente Snow), Elle Fanning (Effie Trinket), Kieran Culkin (Caesar Flickerman), Billy Porter (Magno Stift) e Glenn Close (Drusilla Sickle).

A trama se passa vinte e quatro anos antes do primeiro capítulo da saga de Katniss Everdeen, “começando na manhã da colheita da 50ª edição dos Jogos Vorazes, também conhecida como o Segundo Massacre Quaternário”.

Para aqueles que não se recordam, a 50ª edição escalou 48 tributos dos Distritos para competirem nos Jogos Vorazes, em vez dos costumeiros vinte e quatro. Haymitch Abernathy (um dos mentores de Katniss e de Peeta Mellark no arco original) foi o vencedor.

O filme chega aos cinemas em 20 de novembro de 2026.

Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita, nos cinemas 2026.

O filme mais recente foi Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes’ (que arrecadou US$340 milhões ao redor do mundo e teve críticas bastante positivas).

‘Sandman’: Showrunner celebra participação de astro de ‘Game of Thrones’ como [SPOILER]

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[AVISO DE SPOILER]

Nos momentos finais de Sandman, sucesso da Netflix, a série encerra sua jornada com uma adaptação fiel do arco mais longo (e que muitos consideram o melhor) da obra-prima de Neil Gaiman: “The Kindly Ones” (As Bondosas).

No desfecho da história, vemos Daniel Hall assumindo o lugar de Morpheus como o novo Perpétuo dos Sonhos. O personagem é interpretado por Jacob Anderson (Game of Thrones), em uma escalação que surpreendeu e empolgou os fãs.

De acordo com o portal Comicbookmovie, o showrunner Allan Heinberg comemorou a escalação de Anderson, descrevendo-a como um “milagre”.

“A disponibilidade do Jacob foi um milagre, porque eu achava que ele estava ocupado com Entrevista com o Vampiro. Assim que soubemos que ele estava livre, não tive dúvidas. O maior desafio foi explicar o que eu estava oferecendo a ele. (Risos.) Felizmente, na nossa primeira reunião por Zoom, ele já conhecia Sandman de cor. Sabia exatamente quem era Daniel. Era um grande fã da primeira temporada. Eu nem precisei dizer nada, ele já chegou dizendo: ‘Mal posso esperar para interpretar esse papel'”, relembrou Heinberg.

“Eu disse a ele: ‘Não queremos que você imite o Tom Sturridge, mas o Tom está em você, de alguma forma’. É um papel quase impossível, e ele fez parecer fácil. Escrever a nossa versão do Daniel foi um prazer, porque não há nada que o Jacob não consiga fazer. Ele é um ator extraordinário. Especialmente na cena com a Lyta. Todas as cenas dele são desafiadoras, porque, essencialmente, ele é um bebê de oito meses, um bebê no corpo de um homem tentando entender o que acabou de acontecer. E ele faz isso com uma naturalidade que nos faz torcer por ele, amá-lo e nos importar profundamente com sua jornada”, concluiu Heinberg

Relembre o trailer:

1. Season of Mists
2. The Ruler of Hell
3. More Devils Than Vast Hell Can Hold
4. Brief Lives
5. The Song of Orpheus
6. Family Blood
7. Time and Night
8. Fuel for the Fire
9. The Kindly Ones
10. Long Live the King
11. A Tale of Graceful Ends
12. Death: The High Cost of Living

Sandman‘ é a criação mais popular de Neil Gaiman e é centrada no ser mítico Sonho, parte de um grupo conhecido como Os Perpétuos ou Os Sem Fim. Como seu nome indica, o protagonista dos quadrinhos reina sobre o mundo dos sonhos. A trama tem início quando ele escapa de seu cativeiro, que durou 70 anos, e encontra seu reino dilapidado nos dias atuais.

O elenco ainda conta com Vivienne Acheapong (Lucienne), Boyd Holbrook (Coríntio), Charles Dance (Roderick Burgess), Asim Chaudhry (Abel), Sanjeev Bhaskar (Cain), Kirby Howell-Baptiste (Morte), Mason Alexander Park (Desejo), Donna Preston (Desespero), Jenna Coleman (Johanna Constantine), Niamh Walsh (Ethel Cripps) e Joely Richardson (Ethel).

Allan Heinberg (‘Mulher-Maravilha’) é o showrunner da série.

O selo de histórias em quadrinhos Vertigo da DC publicou originalmente a série entre 1989 e 1996, com várias séries adicionais chegando em 2009 e entre 2013 e 2015.

FLOPOU! Porque ‘Superman’ está fracassando nas bilheterias de países como a China?

Apesar de um forte início nos Estados Unidos, o novo filme ‘Superman‘, dirigido por James Gunn, está tendo uma performance abaixo do esperado no mercado internacional.

O longa, que marca o reinício do universo cinematográfico da DC Studios, arrecadou sólidos US$ 125 milhões no mercado doméstico, mas somou apenas US$ 95 milhões nos cinemas estrangeiros — abaixo da projeção de abertura entre US$ 100 milhões e US$ 125 milhões.

A discrepância entre o desempenho nacional e internacional reacende um antigo dilema para a Warner Bros. e a DC: a imagem do Superman como símbolo do “American Way”. Desde os anos 1940, a frase “truth, justice and the American way” (“verdade, justiça e o modo americano”) está associada ao herói. Porém, em tempos de crescente nacionalismo e tensões políticas globais — especialmente em países como a China — esse aspecto tem sido evitado nas campanhas de marketing internacionais.

James Gunn chegou a substituir a clássica expressão por “the human way” (“o modo humano”) no novo filme, em um esforço claro de universalizar a mensagem do personagem. No entanto, a estreia coincidiu com uma postagem de Donald Trump em suas redes sociais, na qual o ex-presidente se comparava ao próprio Superman — o que pode ter reavivado resistências fora dos EUA.

Outros filmes do ‘Superman‘ tiveram melhor desempenho global. ‘Homem de Aço‘ (2013) arrecadou US$ 670 milhões mundialmente, com 57% vindos do exterior. ‘Batman vs Superman‘ (2016) foi ainda mais longe, com 62% da bilheteria vinda de fora dos EUA, totalizando US$ 874,4 milhões.

No caso do novo ‘Superman‘, apenas 42% da receita até agora veio do mercado internacional. Ainda assim, o filme ultrapassou a marca dos US$ 400 milhões globais em menos de duas semanas, com US$ 253,2 milhões nos EUA e US$ 173 milhões no exterior até 22 de julho.

China fora da equação
Um dos maiores obstáculos para blockbusters americanos hoje é a China, que vem restringindo fortemente o acesso de filmes ocidentais. ‘Jurassic World: Recomeço‘, da Universal, que estreou duas semanas antes de ‘Superman‘, surpreendeu com US$ 72 milhões arrecadados na China. Já o herói da DC, mesmo com visitas promocionais de Gunn e Peter Safran, arrecadou apenas US$ 8,5 milhões no país.

Confira os melhores mercados internacionais para ‘Superman‘:
Reino Unido: US$ 22,3 milhões; México: US$ 16,6 milhões; Austrália: US$ 11 milhões; França: US$ 8,2 milhões; China: US$ 8,5 milhões

Apesar do começo tímido fora dos EUA, a Warner Bros. acredita que o filme tem espaço para crescimento, graças ao bom boca-a-boca e a uma recepção crítica sólida. Ainda assim, analistas do setor apontam que a performance internacional está aquém das expectativas e que a sombra do clima político global — especialmente a figura polarizadora de Trump — pode estar atrapalhando a expansão do personagem fora de casa.

Segundo o ComicBookMovie, James Gunn comentou sobre essa disparidade, atribuindo o fenômeno a diversos fatores:

“Estamos, de fato, tendo um desempenho melhor nos Estados Unidos do que no exterior, mas o mercado internacional também está crescendo e apresentando ótimos números durante a semana, assim como aqui. Então, obviamente, o boca a boca está sendo muito positivo tanto aqui quanto lá fora. E isso era o mais importante para nós”, afirmou.

Gunn detalhou os motivos para a diferença no desempenho global: “Ao mesmo tempo, há certos países em que o filme está indo muito bem. Brasil e Reino Unido, por exemplo. O Superman não é uma figura tão conhecida em alguns lugares. Ele não é um super-herói tão familiar em certos países como o Batman é. Isso tem impacto. E também há o fato de que existe um certo sentimento antiamericano no mundo atualmente. Isso não nos ajuda”.

O cineasta expressou otimismo a longo prazo: “Então acho que é apenas uma questão de dar tempo para as coisas crescerem. Mas, de novo, para nós, tudo isso já é uma grande vitória. Ver o filme sendo lançado e abraçado por tanta gente ao redor do mundo, isso é só a semente da árvore que Peter [Safran] e eu temos regado nos últimos três anos. Ver tudo começar de forma tão positiva tem sido algo absolutamente emocionante”.

Lembrando que ‘Superman’ já está em exibição nos cinemas nacionais.

Crítica | James Gunn dá o pontapé inicial do DCU com o ESPETACULAR ‘Superman’

James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.

David Corenswet estrela como Clark Kent/Superman.

O elenco também conta com Rachel Brosnahan (Lois Lane), Nicholas Hoult (Lex Luthor), Edi Gathegi (Michael Holt/Senhor Incrível), Anthony Carrigan (Rex Mason/Metamorfo), Nathan Fillion (Guy Gardner/Lanterna Verde), Isabela Merced (Kendra Saunders/Mulher-Gavião), Skyler Gisondo (Jimmy Olsen), Sara Sampaio (Eve Teschmacher), Wendell Pierce (Perry White), Milly Alcock (Kara Zor-El / Supergirl) e outros.

Novas aventuras no divertido trailer da ÚLTIMA temporada de ‘Solar Opposites’; Confira!

O Hulu divulgou o trailer completo da 6ª (e última) temporada da série animaada ‘Solar Opposites‘.

Além disso, foi confirmado que o ciclo final estreará no dia 13 de outubro.

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A temporada final contará com o comportamento caótico habitual de Korvo, Terry, Jesse e Yumyulack, “enquanto o capítulo final de um drama épico se desenrola para as pessoas encolhidas que eles aprisionaram em sua Muralha.”

Justin Roiland (‘Rick and Morty’) e Mike McMahan são os criadores da atração.

A história gira em torno de uma família de alienígenas de um mundo melhor que se refugiam na América Central. Eles, então, começam a discordar sobre essa repentina mudança ser incrível ou horrível.

A produção conta com as vozes de Dan Stevens, Thomas Middleditch, Sean Giambrone, Mary Mack, Sagan McMahan e Liam Cunningham.

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‘Hazbin Hotel’: 2ª temporada ganha teaser e data de estreia; Confira!

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O Prime Video finalmente anunciou quando a 2ª temporada da série animada ‘Hazbin Hotel‘ será lançada.

O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 29 de outubro.

Confira o teaser e siga o CinePOP no Youtube:

Lembrando que a série já foi renovada até a quarta temporada.

A história gira em torno de Charlie, a Princesa do Inferno, e sua tentativa quase impossível de transformar seus servos demoníacos em empáticos ajudantes para dar um jeito em seu reino caótico, violento e superpopulado. Com a ajuda de sua devota parceira Vaggie, a atriz Angel Dust e uma poderosa entidade conhecida como Demônio do Rádio, Charlie convida pecadores sinistros de todas as descrições para fazer parte do Hotel Hazbin e, com sorte, migrar para o Paraíso.

Vivienne Medrano entra como criadora, roteirista e diretora.

Erika Henningsen, Stephanie Beatriz, Blake Roman, Amir Talai, Keith David, Alex Brightman, Kimiko Glenn, Joel Perez e Christian Borle fazem parte do elenco de dublagem.

Medrano produziu e lançou o episódio piloto no YouTube no final do ano passado, conquistado mais de 94 milhões de visualizações.

Astro fala sobre ‘Five Nights at Freddy’s 3’: “MÁGICA cinematográfica”

Five Nights at Freddy’s 3‘ vai acontecer?

A segunda parte do sucesso de terror da Blumhouse baseado na icônica franquia de jogos chega ainda este ano aos cinemas mundiais – mas os fãs já estão preparados para um terceiro capítulo da saga.

Durante a SDCC 2025, o produtor Jason Blum e o astro Matthew Lillard (que reprisa seu papel como o antagonista William Afton) participaram do painel sobre o longa-metragem e teceram comentários sobre um possível novo filme – afirmando que, caso o segundo capítulo seja um sucesso de bilheteria, é bem provável que a franquia tenha continuidade (via Screen Rant).

“Se for um sucesso, eles farão um terceiro filme, e se fizerem um terceiro filme, eu vou matar Mike Schmidt [personagem de Josh Hutcherson]… Vai ser mágica cinematográfica”, disse Lillard.

Blum acrescentou: “se pessoas o suficiente forem [aos cinemas]… Nós ficaríamos muito animados em fazer um ‘Five Nights at Freddy’s 3’“.

Confira, com fotos e o trailer dublado da sequência e siga o CinePOP no YouTube:

Em 2023, o fenômeno de bilheteria do terror da Blumhouse, Five Nights at Freddy’s — baseado na famosa série de jogos de Scott Cawthon — se tornou o filme de terror de maior bilheteria do ano. Agora, um novo e chocante capítulo do terror animatrônico começa.

Um ano se passou desde o pesadelo sobrenatural na Freddy Fazbear’s Pizza. As histórias sobre o que aconteceu lá foram distorcidas e viraram uma lenda local exagerada, inspirando o primeiro Fazfest da cidade.

O ex-segurança Mike (Josh Hutcherson) e a policial Vanessa (Elizabeth Lail) esconderam a verdade da irmã de 11 anos de Mike, Abby (Piper Rubio), sobre o destino de seus amigos animatrônicos.

Mas quando Abby foge para se reconectar com Freddy, Bonnie, Chica e Foxy, isso desencadeia uma série assustadora de eventos, revelando segredos sombrios sobre a verdadeira origem da Freddy’s — e libertando um horror há muito esquecido, escondido por décadas.

O elenco de Five Nights at Freddy’s 2′ conta com os retornos de Theodus Crane como Jeremiah e do lendário Matthew Lillard como William Afton. O filme apresenta novos personagens interpretados por Freddy CarterWayne Knight, Mckenna Grace e o ícone do terror Skeet Ulrich.

O primeiro ‘Five Nights at Freddy’s‘ estreou em 2023 e se tornou um sucesso de bilheterias, arrecadando mais de US$ 280 milhões mundialmente, mesmo com lançamento simultâneo na plataforma Peacock. O filme superou as expectativas da Universal e da Blumhouse e garantiu rapidamente a aprovação para uma continuação.

A reunião de Ulrich e Lillard já está sendo celebrada pelos fãs nas redes sociais, relembrando a química entre os dois como Billy Loomis e Stu Macher em ‘Pânico‘, dupla de assassinos que marcou uma geração. Desde então, os atores trilharam caminhos distintos, mas sempre mantiveram laços com o terror e o suspense em suas carreiras.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 4 de dezembro.

O elenco conta com o retorno de Josh Hutcherson, Elizabeth Lail, Piper Rubio e Matthew Lillard, além de introduzir Mckenna Grace e Wayne Knight.

Emma Tammi retorna à direção.

Caminhe ou MORRA no trailer DUBLADO de ‘A Longa Marcha’, adaptação do romance de Stephen King

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A Paris Filmes divulgou o trailer dublado da adaptação ‘A Longa Marcha: Caminhe ou Morra‘ (The Long Walk), baseada no romance homônimo do mestre do terror Stephen King.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O longa está programado para chegar aos cinemas nacionais no dia 11 de setembro – um dia antes do lançamento no território norte-americano.

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Na trama…

“Em um percurso anual que reúne milhares de espectadores, cem garotos devem caminhar por rodovias e estradas dos Estados Unidos acima de uma velocidade mínima estabelecida. Para se manter na disputa, eles não podem diminuir o ritmo nem parar. Cada infração às regras do jogo lhes confere uma advertência.”

Cooper Hoffman e David Jonsson estrelam.

O elenco ainda conta com Ben WangRoman Griffin DavisGarrett WareingTut NyuotCharlie PlummerJordan Gonzalez, Judy Greer, Mark HamillJoshua Odjick.

Francis Lawrence (‘Jogos Vorazes’) é responsável pela direção do longa. O cineasta substitui André Øvredal, que deixou o projeto em agosto do ano passado.

O roteiro da adaptação é assinado JT Mollner (‘Criminosos e Anjos’).

Desenvolvido pela Lionsgate, o projeto conta com Roy Lee (‘It: A Coisa’) como produtor.

Assinada sob o pseudônimo Richard Bachman, a história de King se passa no futuro, no qual cem garotos adolescentes embarcam numa viagem competitiva conhecida como A Longa Marcha.

As regras são simples: manter uma velocidade acima de 6 quilômetros por hora. Receba três avisos e você é assassinado com um tiro. O último a sobreviver ganha o que quiser pelo resto da vida. Sob essas circunstâncias, os garotos desenvolvem amizades muito profundas apesar de saber que, eventualmente, apenas um irá ganhar.

‘Pacificador’: Imagem inédita de bastidores apresenta criatura MONSTRUOSA para a 2ª temporada

A aguardada 2ª temporada de Pacificador (Peacemaker), série da DC estrelada por John Cena, acaba de ganhar uma imagem de bastidores inédita.

A foto, compartilhada pelo perfil Den of Geek, traz o aclamado realizador James Gunn ao lado de “um monstro vestido de borracha e seu pequeno amigo parecido com um rato”, como aponta a legenda.

Não se sabe o que essa criatura de fato é, mas acredita-se que seja um dos antagonistas a serem enfrentados pelo personagem titular nos próximos episódios.

Confira:

A 2ª temporada também ganhou uma nova sinopse oficial compartilhada pela HBO Max: de acordo com a logline, o próximo ciclo seguirá os eventos caóticos do anterior, com Christopher Smith, o Pacificador, tentando lidar com as consequências de suas ações. Mas agora, ele enfrentará ameaças que não se limitam ao seu próprio universo.

“Na 2ª temporada, o Pacificador descobre um mundo alternativo onde a vida é tudo o que ele deseja. Mas essa descoberta também o força a encarar seu passado traumático e tomar o futuro em suas próprias mãos.”

A referência ao Multiverso indica que a série pode se conectar ainda mais ao novo universo compartilhado da DC Studios, que Gunn está liderando ao lado de Peter Safran.

Pacificador’ estreia dia 21 de agosto no Max.

Cena retornará como o herói titular ao lado de Freddie Stroma (Adrian Chase) e Danielle Brooks (Leota Adebayo).

Frank Grillo será introduzido como Rick Flag Sr., pai do personagem interpretado por Joel Kinnaman (‘Altered Carbon’) em ‘O Esquadrão Suicida‘.

Kim Petras lança a inédita “Freak It”, novo single de seu próximo álbum

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A vencedora do Grammy Kim Petras lançou a inédita “Freak It”, segundo single de seu vindouro terceiro álbum de estúdio.

A canção foi co-escrita por Petras, Nicholas WeissOren Ratowsky, e conta com a produção de Frost Children e Margo XS.

Ouça:

Ainda sem muitas informações, o compilado de originais também conta com o lead single “Polo”.

Em um comunicado à imprensa, Petras disse:

“‘Polo’ foi a primeira música que meio que redefiniu todas as músicas em que eu estava trabalhando. Ela me faz sentir fofa e como uma v****! Quando a escrevemos, eu tinha três dedos quebrados e Margo XS e eu estávamos tocando SSX 3 e Silent Hill, e ela meio que surgiu magicamente e foi tudo!”.

Petras é conhecida por seu estilo único que une sexualidade, empoderamento, pop e eletrônica, tendo ganhado bastante destaque com os dois compilados conhecidos como ‘TURN OFF THE LIGHTS’, lançados no Halloween. Em 2023, ela fez história ao se tornar a primeira artista trans a conquistar uma estatueta do Grammy – realizando o feito ao lado de Sam Smith pela canção “Unholy”.

Cailee Spaeny está em negociações para estrelar live-action de ‘Elden Ring’, aponta insider

De acordo com o famoso jornalista e insider Jeff Sneider, uma das atrizes mais populares da atualidade está em negociações para integrar o elenco do ambicioso live-action de Elden Ring, que está sendo desenvolvido pela A24.

As informações indicam que Cailee Spaeny, que ganhou notoriedade por seu trabalho em títulos como ‘Priscilla’‘Alien: Romulus’, está em negociações para protagonizar a adaptação.

Caso o contrato seja fechado, Spaeny irá se reunir com o diretor Alex Garland, com quem trabalhou em ‘Guerra Civil’.

Vale lembrar que Kit Connor (‘Heartstopper’) também está em negociações para estrelar o projeto. Ele já trabalhou com Garland no recente ‘Tempo de Guerra’.

Além de comandar o projeto, Garland também assinará o roteiro.

Criado por Hidetaka Miyazaki através da FromSoftware, o jogo foi baseado em uma história de George R. R. Martin – autor de ‘Game of Thrones‘.

Martin servirá como produtor ao lado de Peter Rice, Andrew Macdonald, Allon Reich e Vince Gerardis.

Elden Ring‘ é um jogo apresentado através de uma perspectiva de terceira pessoa, com jogadores percorrendo livremente seu mundo aberto. As seis áreas principais são percorridas usando o corcel Torrent do personagem do jogador como modo principal de viagem. Masmorras lineares e ocultas podem ser exploradas para encontrar itens úteis.

Os jogadores podem usar vários tipos de armas e feitiços mágicos, incluindo envolvimento não direto habilitado por mecânica furtiva. Em todo o mundo do jogo, os pontos de controle permitem viagens rápidas e permitem que os jogadores melhorem seus atributos usando uma moeda do jogo chamada runas. ‘Elden Ring‘ também apresenta um modo multijogador online no qual os jogadores se unem por meio de jogo cooperativo para lutar contra chefes ou participar de combates jogador contra jogador.

Situado nas Terras Intermédias, os jogadores controlam um personagem personalizável em uma missão para reparar o Elden Ring e se tornar o novo Elden Lord.

Desde seu lançamento, o game já vendeu nada menos que 25 milhões de cópias, sagrando-se como uma das produções mais bem sucedidas da história.

‘Um Maluco no Golfe 2’: Sequência com Adam Sandler estreia na Netflix; Confira o trailer!

A aguardada sequência ‘Um Maluco no Golfe 2‘ já está disponível no catálogo brasileiro da Netflix.

Na trama, Happy Gilmore (Adam Sandler) está de volta, desta vez para ajudar a filha a correr atrás dos próprios sonhos (e talvez para mais um momento de glória no golfe).

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A sequência ainda contará com o retorno de Julie Bowen, Allen Covert, Dennis Dugan, Christopher McDonald, Ben Stiller e Jake Hoffman, além de introduzir Maxwell Jacob Friedman, Scott Mescudi, Bad Bunny, Margaret Qualley, Benny Safdie e Nick Swardson.

Kyle Newacheck (‘Mistério no Mediterrâneo’) é responsável pela direção. Tim Herlihy e Adam Sandler assinam o roteiro.

‘Percy Jackson e os Olimpianos’ escala filhos de Hades para a 3ª temporada da série no Disney+

A série ‘Percy Jackson e os Olimpianos’, do Disney+, acaba de ganhar dois reforços importantes para a aguardada terceira temporada.

Os atores Levi Chrisopulos e Olive Abercrombie foram confirmados como Nico e Bianca di Angelo, os enigmáticos filhos de Hades, o deus do Submundo.

Confira o anúncio:

Inspirada na saga literária de Rick Riordan, a produção se prepara para adaptar o terceiro volume da franquia, A Maldição do Titã, que marca a introdução dos meio-sangues que rapidamente se tornaram favoritos entre os fãs.

A trama acompanha Percy (Walker Scobell), Annabeth (Leah Sava Jeffries) e Thalia (Tamara Smart) em uma missão para resgatar Nico e Bianca e levá-los ao Acampamento Meio-Sangue — uma jornada repleta de perigos e revelações.

Olive Abercrombie é conhecida por seu papel marcante em ‘A Maldição da Residência Hill’, da Netflix, enquanto Levi Chrisopulos é um rosto em ascensão na TV americana. A escolha dos atores reforça o compromisso da série em construir um elenco jovem e talentoso, capaz de dar vida à complexa mitologia criada por Riordan.

A terceira temporada ainda não tem data de estreia definida, mas a produção está prestes a começar.

Segundo Rick Riordan, que atua como produtor executivo, os novos episódios prometem aprofundar os conflitos internos dos personagens e expandir o universo da série, com um equilíbrio entre ação, emoção e referências mitológicas.

A estreia da temporada anterior foi um sucesso para o Disney+, conquistando tanto o público quanto a crítica. Com a chegada dos filhos de Hades, a série se prepara para explorar lados mais sombrios e complexos do universo dos semideuses — e promete elevar ainda mais o nível da adaptação.

Vale lembrar que a 2ª temporada adapta o livro ‘O Mar de Monstros’ e chega à plataforma de streaming no dia 10 de dezembro de 2025.

Confira o trailer:

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A série acompanha o jovem Percy Jackson, um garoto que acaba de descobrir que é um semideus – metade humano, metade deus. Percy é filho de Poseidon, o deus dos mares e oceanos na mitologia grega, e precisa aprender a controlar suas habilidades especiais. Frequentando o Acampamento Meio-Sangue, um lugar para crianças e adolescentes como ele, Percy se aproxima de Grover e Annabeth. Grover é um sátiro sensível à natureza e as emoções dos outros, enquanto Annabeth é uma garota astuta e curiosa, características de sua mãe, a deusa Atena.

Juntos, os melhores amigos embarcam em uma jornada para impedir que aconteça uma guerra entre os deuses do Olimpo. Pouco depois de descobrir sua verdadeira origem como semideus, Percy é acusado por Zeus, o deus do céu e também seu tio, de ter roubado o seu mais precioso raio. Percy e seus amigos devem viajar pelo país para encontrar o raio e restaurar a ordem no Olimpo.

Crítica | Matt Shakman constrói uma divertida e apaixonante jornada com ‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’

Crítica livre de spoilers.

Quarteto Fantástico é uma das propriedades da Marvel mais conhecidas, configurando-se como a primeira grande família desse panteão super-heroico. Porém, enquanto fizeram sucesso nos quadrinhos, as múltiplas adaptações para o cinema falharam em conquistar o público e a crítica, e até mesmo em honrar o legado dos personagens. Tivemos a duologia dirigida por Tim Story, que apresentou as origens do herói em uma narrativa cômica e despojada, o esquecível reboot comandado por Josh Trank e um projeto dos anos 1990 que nunca viu a luz do dia. E, após a extinta 20th Century Fox ser comprada pela Walt Disney Studios, os fãs esperaram pacientemente pela introdução dos heróis no Universo Cinemático Marvel.

Coube a Matt Shakman, conhecido por seu trabalho em ‘WandaVision’ e em ‘Monarch: Legado de Monstros’, introduzi-los nesse universo em contínua expansão com Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’ – e, remando contra a maré de recentes produções frustrantes da Marvel, Shakman pega páginas emprestadas do “livro de regras” de adaptações e constrói uma apaixonante e divertida narrativa cujo enfoque principal é a importância da família e celebração das pessoas que amamos.

Diferente do que poderíamos imaginar, a história não mostra a origem do Quarteto: a trama principal se inicia com os heróis já estabelecidos e sendo homenageados pelas emissoras locais pelos serviços prestados na proteção do planeta contra forças externas e muito perigosas. Todavia, Reed Richards (Pedro Pascal), Sue Storm (Vanessa Kirby), Johnny Storm (Joseph Quinn) e Ben Grimm (Ebon Moss-Bachrach) se veem arrastados para uma trama ardilosa com a chegada de uma misteriosa entidade prateada conhecida como Shalla-Bal (Julia Garner), que aparece em meio à Times Square, em Nova York, para anunciar a chegada de Galactus, o Devorador de Mundos (Ralph Ineson) – afirmando que a Terra está marcada para ser destruída e aconselhando seus habitantes a passarem os últimos momentos com seus entes queridos.

A princípio engolfados em um choque inexplicável, o Quarteto logo arquiteta um plano que os compele a cruzar os limites do tempo e espaço para encontrar Shalla-Bal e, com isso, Galactus, tentando convencê-lo de não seguir com seus planos. A cosmológica entidade oferece uma contraproposta: Reed e Sue deverão abrir mão de seu filho, Franklin, para salvarem a humanidade (visto que o infante possui um dom ainda não explorado que o torna o único capaz de assumir o manto do eterno sofrimento voraz de Galactus e colocá-lo em paz de uma vez por todas). É claro que eles se recusam a isso e, retornando para casa, são abordados por uma legião de homens, mulheres e crianças desesperados com a iminência de um apocalipse.

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Engolfados em uma luta contra o tempo, nossos heróis constroem um plano que precisará do apoio de cada um dos habitantes do planeta e que culminará numa viagem só de ida de Galactus a um lugar bem longe da realidade em que vivem – até perceberem que as coisas não são tão simples quanto imaginam e que, agora, os quatro devem tomar uma importante decisão para garantir a sobrevivência da Terra.

Assim como a minissérie ‘Coração de Ferro’, ‘Primeiros Passos’ não soa como um filme da Marvel Studios – e escrevo isso da maneira mais elogiosa possível. Apostando fichas em uma realidade alternativa que nos leva para a Terra-828, Shakman demonstra seu apreço por produções clássicas dos anos 1990 e do início dos anos 2000, pegando páginas emprestadas de obras similares para gestar um universo vibrante e retrofuturista, pincelado com um encontro entre passado e presente que nos arrebata desde os primeiros segundos. Seja com o adorável robô-assistente H.E.R.B.I.E., seja com televisões retrô que nos transportam de volta aos anos 1960, cada elemento estético é pensado com cautela e emerge como um personagem impalpável que fornece ritmo e dinamismo ao enredo.

O roteiro, assinado a quatro mãos, tem plena noção de que as originalidades dentro do gênero super-heroico são escassas e, por isso mesmo, vale-se da exploração dos relacionamentos entre os protagonistas e cada coadjuvante que cruza seu caminho – cimentando uma trajetória épica que, apesar de previsível, vale a pena por diálogos bem escritos e uma dosagem quase perfeita de drama, comédia, ação e suspense. Através de três atos bem delineados, Shakman e seus colaboradores unem entretenimento a mensagens de bonança e boa-fé que, eventualmente, culminam na primeira adaptação cinematográfica do Quarteto que vale a pena ser conferida, do início ao fim.

A cereja do bolo é colocada com perfeição em cima de uma deliciosa sobremesa marcada por uma sisuda e clara fotografia e por jogos de câmera que ousam aqui e ali, mas que preferem o conforto cinemático em vez de uma vazia presunção, vem com o elenco. Pascal, que se sagrou um dos atores mais populares da atualidade com produções como ‘The Mandalorian’ e ‘The Last of Us’, traz vulnerabilidade e humanidade a Reed, enquanto Kirby domina cada uma das cenas com uma interpretação fabulosa e que transforma Sue em uma verdadeira líder política cujo principal objetivo é proteger a humanidade – além de posar com uma ávida mãe que fará de tudo para proteger seu filho. Quinn diverte-se como o impetuoso Johnny e brilha ao lado de Moss-Bachrach como se fizessem parte de uma única engrenagem. E, quando juntos, esse elenco formidável explode e reverbera em uma instigante química que nos torna incapazes de desviar o olho das telonas.

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Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’ é um dos melhores filmes da Marvel Studios dos últimos anos e se posta como um ótimo capítulo inicial para a Fase 6 do MCU – funcionando de maneira independente às produções que já assistimos e nos arrebatando com um brilho próprio que há muito não víamos em produções do gênero.

Lembrando que o filme estreia nos cinemas nacionais em 24 de julho.

Sinopse confirma que a 2ª temporada de ‘Pacificador’ abordará o Multiverso

A aguardada 2ª temporada de Pacificador (Peacemaker), série da DC estrelada por John Cena, acaba de ter sua sinopse oficial divulgada — e ela traz uma surpresa para os fãs: a menção direta ao Multiverso.

De acordo com a sinopse revelada pela HBO Max, a nova temporada seguirá os eventos caóticos da primeira, com Christopher Smith, o Pacificador, tentando lidar com as consequências de suas ações. Mas agora, ele enfrentará ameaças que não se limitam ao seu próprio universo.

“Na 2ª temporada, o Pacificador descobre um mundo alternativo onde a vida é tudo o que ele deseja. Mas essa descoberta também o força a encarar seu passado traumático e tomar o futuro em suas próprias mãos.”

A referência ao Multiverso indica que a série, criada por James Gunn, pode se conectar ainda mais ao novo universo compartilhado da DC Studios, que Gunn está liderando ao lado de Peter Safran. A 2ª temporada vai estrear após o lançamento de Superman (2025), o primeiro grande filme do novo DCU.

A HBO Max divulgou um vídeo promocional inédito da segunda temporada, que nos leva aos bastidores do próximo ciclo e traz John Cena de volta como o irreverente anti-herói titular.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Pacificador’ estreia dia 21 de agosto no Max.

Cena retornará como o herói titular ao lado de Freddie Stroma (Adrian Chase) e Danielle Brooks (Leota Adebayo).

Frank Grillo será introduzido como Rick Flag Sr., pai do personagem interpretado por Joel Kinnaman (‘Altered Carbon’) em ‘O Esquadrão Suicida‘.

‘Jurassic Park III’ (2001) – Revisitando o Filho “Bastardo” da Franquia

Jurassic World: Recomeço’, o sétimo filme de uma das maiores franquias do cinema, já arrecadou US$ 600 milhões mundialmente. Estrelado pela duas vezes indicada ao Oscar Scarlett Johansson e pelo duas vezes vencedor do Oscar Mahershala Ali, o longa promete ser o reinício de uma nova saga jurássica nas telonas – e oferece para toda uma nova audiência a maravilha de ter dinossauros realistas nas telonas.

E quando falamos em dinossauros realistas precisamos voltar ao filme onde tudo começou: o ‘Jurassic Park’ original, de 1993. Nada jamais poderá ser comparado ao que foi ter pela primeira vez os dinossauros “vivos” de novo no cinema. Um verdadeiro divisor de águas, que só quem estava vivo na época pôde experienciar. Para irmos aquecendo os motores para o novo ‘Jurassic World’, continuaremos com nossa série de matérias revisitando todos os filmes da saga. Confira agora a segunda sequência de ‘Jurassic Park‘, que chegou em 2001, com ‘Jurassic Park III‘.

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Jurassic Park III‘ (2001) surgiu, é claro, após o enorme sucesso dos dois primeiros filmes da franquia, ‘Jurassic Park (1993) e ‘O Mundo Perdido: Jurassic Park (1997). Inicialmente, Steven Spielberg não tinha planos imediatos para uma terceira parte, mas com o crescimento do interesse dos fãs e a possibilidade de explorar mais histórias dentro do universo dos dinossauros, a Universal Pictures decidiu avançar com uma sequência. Dessa vez a trama de ‘Jurassic Park III (2001) não foi baseada em nenhum livro de Michael Crichton. O filme apresenta uma história original, criada especialmente para o cinema, embora traga alguns elementos descartados dos livros anteriores (Jurassic Park e O Mundo Perdido).

Inicialmente, várias versões de roteiro foram escritas e descartadas. A versão final que chegou às telas foi escrita por Peter Buchman, com reescritas de Alexander Payne e Jim Taylor. Apesar de não seguir um livro específico, o filme reaproveita ideias e cenas dos romances de Crichton que não haviam sido usadas nos dois primeiros filmes. Como por exemplo: O barco abandonado, depois de ter sido atacado por dinossauros no começo lembra passagens de O Mundo Perdido (livro). A sequência com os pteranodontes na jaula vem diretamente de uma cena do primeiro livro (Jurassic Park), mas que não foi usada no filme de 1993. E o uso dos velociraptores com comunicação mais avançada é inspirado em teorias mencionadas brevemente nos livros.

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Antes da versão final, houve ideias envolvendo caçadores de dinossauros, híbridos de dinossauros e humanos e até um grupo de adolescentes presos na ilha. Todas foram abandonadas. A versão com Alan Grant foi escolhida por trazer familiaridade e conexão com o filme original. Ou seja, ‘Jurassic Park III traz uma história nova, mas construída a partir de fragmentos das ideias de Crichton que não tinham sido usadas antes — adaptadas para uma aventura mais direta e com foco na ação.

Em ‘Jurassic Park III(2001), o paleontólogo Dr. Alan Grant é surpreendido quando um casal, Paul e Amanda Kirby, o contrata para um voo turístico sobre a misteriosa Isla Sorna, apesar de suas reservas quanto ao perigo da ilha. Durante o sobrevoo, o avião sofre uma pane e cai na ilha, deixando-os presos em território dominado por dinossauros ferozes. Para sobreviver, Grant precisa unir forças com os Kirbys e enfrentar perigos como o imponente Espinossauro, que ameaça constantemente o grupo. Enquanto isso, uma equipe de resgate é enviada para encontrá-los, mas a ilha se mostra ainda mais traiçoeira do que imaginavam.

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No desenrolar da trama, descobrimos que os Kirbys mentiram sobre o verdadeiro motivo da viagem: eles procuram seu filho perdido, Eric, que caiu de parapente na ilha meses antes. A busca pelo garoto leva o grupo a cruzar com diversos dinossauros, desde velociraptores até o predador Espinossauro, em perseguições tensas e cenas de ação eletrizantes. Dr. Grant assume o papel de protetor, usando seu conhecimento para tentar manter todos vivos. O filme conclui com a fuga arriscada da ilha e uma reflexão sobre os perigos de se brincar com a engenharia genética e a natureza.

Alguns dinossauros inéditos foram introduzidos na franquia, ampliando o elenco pré-histórico da série. O destaque maior foi o Spinosaurus aegyptiacus, ou Espinossauro, que assumiu o papel de principal antagonista, substituindo o Tiranossauro Rex em cenas-chave. O Espinossauro é maior e mais ameaçador, com uma estrutura única, incluindo sua famosa vela dorsal, e protagoniza várias cenas memoráveis de perseguição e combate.

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Além do Espinossauro, o filme também trouxe o Pteranodon, uma espécie de réptil pré-histórico voador (e não um dinossauro, como é constantemente classificado) que causa tensão em cenas aéreas e em um cativeiro na ilha. Outro destaque foi o Anquilossauro (Ankylosaurus), um dinossauro blindado que aparece em cenas de ação, mostrando sua defesa poderosa com uma cauda em forma de clava. Já os velociraptores e o Tiranossauro Rex retornaram, mas o Espinossauro e os outros novos dinossauros foram as grandes novidades do terceiro filme.

Steven Spielberg decidiu não dirigir ‘Jurassic Park III por alguns motivos. Após o sucesso estrondoso dos dois primeiros filmes, ele queria se dedicar a outros projetos que já estavam em sua agenda, além de sentir que a história do terceiro filme poderia ser conduzida por outro diretor, permitindo que a franquia continuasse sem sua presença direta. Spielberg também tinha interesse em evitar a repetição criativa, buscando novos desafios e experiências em filmes diferentes. Além disso, ele permaneceria envolvido como produtor executivo, garantindo que o filme mantivesse o padrão da franquia e seu DNA visual e narrativo. Na época em que ‘Jurassic Park III estava em produção (final dos anos 1990 e início dos 2000), o cineasta estava envolvido em vários outros projetos importantes. Um dos principais foi ‘A.I. – Inteligência Artificial, um filme de ficção científica que ele desenvolveu a partir de um projeto iniciado por Stanley Kubrick.

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Joe Johnston, escolhido para dirigir ‘Jurassic Park III, já era conhecido por seu trabalho em filmes de aventura e fantasia com forte apelo visual. Antes deste longa, ele já havia dirigido títulos como ‘Rocketeer (1991) e ‘Jumanji (1995), que combinavam ação, aventura e efeitos especiais. Johnston também tinha uma carreira sólida como designer de efeitos visuais — ele trabalhou em clássicos como Star Wars e Indiana Jones — o que o tornou uma escolha natural para comandar um filme que exigia uma combinação equilibrada de ação e tecnologia.

Antes da escolha do diretor, outros nomes  foram cogitados para assumir o comando do filme. Um dos nomes discutidos foi John McTiernan, famoso por ‘Duro de Matar e ‘Predador, que traria uma pegada mais intensa e focada na ação. Também houve rumores sobre possíveis envolvimentos de diretores como Peter Jackson, que na época já ganhava destaque com ‘O Senhor dos Anéis, e até mesmo James Cameron, embora nenhuma dessas opções tenha avançado oficialmente. No fim, a Universal e Spielberg optaram por Joe Johnston, buscando alguém que unisse experiência com aventura familiar e domínio técnico, para manter a essência da franquia.

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O elenco reuniu atores experientes e alguns rostos conhecidos da franquia para dar vida à nova aventura na Isla Sorna. Sam Neill retornou como o paleontólogo Dr. Alan Grant, personagem central que lidera o grupo na ilha, trazendo familiaridade e continuidade para a série. Ao seu lado, o casal William H. Macy e Téa Leoni interpretam Paul e Amanda Kirby, que contratam Grant para a missão, ambos trazendo uma dinâmica interessante de mistério e urgência para o enredo.

Outro destaque é o jovem ator Trevor Morgan, que vive Eric Kirby, o filho desaparecido que motiva a expedição ao redor dos dinossauros. Além disso, o elenco inclui figuras como Alessandro Nivola como Billy Brennan, um piloto e ex-militar que auxilia no resgate, e Michael Jeter no papel de um personagem menor, mas memorável. A combinação de atores veteranos com novos talentos ajudou a manter o equilíbrio entre a ação, o suspense e o lado emocional da história.

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A crítica do filme foi mista, com muitos especialistas destacando que não alcançava o impacto inovador dos dois primeiros da franquia. Enquanto o primeiro ‘Jurassic Park’ (1993) foi aclamado pela revolução nos efeitos especiais e pela narrativa envolvente, e ‘O Mundo Perdido (1997) trouxe um tom mais sombrio e novos aspectos (como as cenas na cidade), o terceiro filme foi visto como mais focado na ação e no suspense simples, com menos profundidade no roteiro e nos personagens. Muitos críticos apontaram que faltou a grandiosidade e a originalidade que marcaram os filmes anteriores.

Por outro lado, o desempenho dos efeitos visuais e das cenas de ação recebeu elogios, especialmente pelas sequências com o Espinossauro, que foi um destaque visual e trouxe uma nova ameaça ao universo dos dinossauros. A atuação de Sam Neill também foi elogiada por trazer carisma e conexão ao papel de Dr. Alan Grant. No geral, ‘Jurassic Park III foi considerado um filme divertido para fãs de aventura, mas ficou aquém das expectativas criadas pelos predecessores, sendo visto como uma produção mais comercial e menos inspirada.

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Jurassic Park III estreou em 18 de julho de 2001 e teve uma bilheteria sólida, mas inferior aos dois primeiros filmes da franquia. No fim de semana de estreia, o filme arrecadou cerca de US$ 50 milhões nos Estados Unidos, ficando em primeiro lugar nas bilheterias daquele fim de semana. Porém, bastaria a segunda semana em cartaz para cair para a segunda posição, com a estreia de Planeta dos Macacos, de Tim Burton, que obteve um lançamento ainda maior, com US$ 68 milhões no primeiro fim de semana, demonstrando certo desgaste nas aventuras jurássicas. Globalmente, a bilheteria total do filme atingiu aproximadamente US$ 370 milhões, um bom desempenho, mas que ficou abaixo do sucesso estrondoso dos filmes anteriores.

O terceiro filme colocaria um grande hiato nas aventuras jurássicas no cinema, em uma das franquias mais lucrativas da época, mas que nunca deveria ter se tornado uma franquia de fato. O terceiro ‘Jurassic Park‘ demonstrava a clara perda de fôlego e a falta de novidade, tornando a coisa apenas um caça-níquel com o propósito de apresentar novas espécies, contando a mesma história de maneira pouco plausível. Assim, ‘Jurassic Park‘ ficou estacionado por 14 anos, até ser tirado da gaveta em 2015, na era da nostalgia e dos reboots…

Crítica | ‘Monsieur Aznavour’ – Um quebra-cabeça emocional do lendário cantor francês Charles Aznavour

A incessante busca pelos aplausos. Com o enorme desafio de contar em cerca de duas horas momentos marcantes de um dos mais populares e longevos cantores franceses da história, a dupla Mehdi Idir e Grand Corps Malade opta pelas pinceladas em atos bem divididos trazendo ao público fragmentos da vida de Shahnour Vaghinagh Aznavourian, também conhecido como Charles Aznavour. E para dar vida a esse ícone musical, o escolhido foi o ator Tahar Rahim que brilha com uma atuação maravilhosa e uma intensidade nítida do início ao fim. Não há dúvidas que esse era o nome certo para o papel.

Em Monsieur Aznavour somos testemunhas da reunião de um apanhado de histórias reais que moldaram a vida pessoal e carreira do conhecido artista das multidões. Passando por inúmeros anos, desde a infância com a instabilidade financeira do pais refugiados, percorrendo os horrores da guerra e também seu lado mulherengo, no longa-metragem selecionado para a 1ª edição do Festival de Cinema Europeu Imovision vemos uma história com altos e baixos de uma trajetória guiada pela força de canções românticas imortalizadas.

O roteiro busca um retrato amplo mas com poucos contextos, fato que deixa lacunas com a falta de profundidade. Mesmo com uma narrativa impulsionada por um dinamismo que funciona, derrapa no bumerangue de informações que envolvem ambições conflitantes e dilemas. Ao apresentar uma personalidade melancólica, um eterno insatisfeito e até certo ponto distante dos laços familiares, vemos de maneira simplória um homem atrás dos seus sonhos, vivendo intensamente a boemia e aproveitando cada lição dos encontros que o destino lhe reservou.

Para os amantes da música europeia, momentos marcantes são reservados. O convívio e aprendizagem com Edith Piaf (Marie-Julie Baup) ganham ótimas cenas dentro do projeto. Ela foi um elemento impulsionador de sua carreira ao levá-lo para abrir seus shows na França e em outros lugares do mundo. Junto a esse ponto, seu convívio e conflitos com o pianista Pierre Roche (Bastien Bouillon) se tornam os momentos de maior destaque. Sobre esse último citado, formou um duo com o protagonista que foi praticamente o início de tudo para Aznavour.

O processo criativo, fator importante dessa caminhada do cantor e compositor que escreveu mais de 800 canções e vendeu cerca de 200 milhões de álbum em todo o mundo, é aqui aliado a sua eterna luta para provar seu talento. Não passando a mão na cabeça do elemento central dessa cinebiografia, é apresentado visões de fatos que culminam numa personalidade workholic e muitas vezes insensível. Será isso algo que possa chocar os fãs?

Monsieur Aznavour teve quatro indicações ao Prêmio César (o Oscar Francês) e deve chegar ao cinemas brasileiros ainda em 2025.

10 filmes para ficarmos de olho no Bonito CineSur 2025

Entre os dias 25 de julho e 2 de agosto de 2025, todos os olhares do universo cinematográfico estarão voltados para Bonito, no Mato Grosso do Sul, que recebe mais uma aguardada edição do Bonito CineSur. Com uma curadoria que reúne 63 filmes de diversos países da América do Sul, a programação deste ano promete emocionar e provocar reflexões profundas sobre as múltiplas realidades que atravessam nosso continente — um território diverso quando o assunto é Cinema.

Filme 'Quinografia', de Mariano Donoso e Federico Cardone
Filme ‘Quinografia’, de Mariano Donoso e Federico Cardone

A seguir, destacamos alguns dos títulos que já chamaram nossa atenção e que estaremos acompanhando de perto para trazer todos os detalhes para vocês:

 

A Melhor Mãe do Mundo

Gal é uma batalhadora. Trabalha como recicladora de lixo. Certo dia, num ato desesperado para fugir dos absurdos cometidos pelo marido, foge de casa junto com seus dois filhos. Durante esse período, fortalece seus laços maternos transformando esse momento numa grande aventura para essas duas crianças.

 

Los Sueños de Pepe

Em um planeta a caminho do colapso climático, a filosofia do ex-presidente uruguaio Pepe Mujica, guiada pela justiça social e pela sustentabilidade, acende um alerta em todos nós pelas gerações futuras. (Sinopse Oficial)

 

Oro Amargo

No deserto do Atacama, Carola assume o comando da mina de ouro do pai após ele se ferir, enfrentando a hostilidade dos outros trabalhadores. (Sinopse Oficial)

 

Quinogafia

Com imagens inéditas, descobrimos o trabalho, os afetos e os lugares significativos da história de Quino. (Sinopse Oficial)

 

Chuzalongo

No século XIX, um padre enfrenta um dilema cruel ao cuidar de uma criança. (Sinopse Oficial)

 

La Falta

Após a mãe de Bianca sofrer um grave acidente indo buscá-la, a escola tenta proteger a menina da verdade. (Sinopse Oficial)

 

Revelación

Um jovem fotógrafo faz uma descoberta inesperada que o leva a confrontar um passado obscuro de seu país. (Sinopse Oficial)

 

Kopenawa – Sonhar a Terra-Floresta

As palavras de Davi Kopenawa Yanomami ecoam na defesa da Amazônia, oferecendo um olhar poético sobre a terra-floresta. (Sinopse Oficial)

 

Redención

Um casal obcecado por ter um filho acolhe uma jovem grávida. (Sinopse Oficial)

 

Rua do Pescador No 6

À medida que as águas das enchentes no Rio Grande do Sul baixam, uma equipe audiovisual registra a busca de uma comunidade ribeirinha por pertencimento. (Sinopse Oficial)

 

O Cinepop fará a cobertura do evento à convite do festival. Não deixem de acompanhar tudo aqui no site e também pelas nossas redes sociais.

 

‘Buffy, a Caça-Vampiros’: Novo título do reboot traz CONEXÃO com o seriado original

O insider Daniel RPK revelou que o reboot de ‘Buffy, a Caça-Vampiros‘ terá um novo título.

A nova série será intitulada ‘Buffy the Vampire Slayer: New Sunnydale‘ (Buffy, a Caça-Vampiros: Nova Sunnydale, em tradução livre).

O subtítulo faz referência ao final da série original. Sunnydale, a cidade onde a história é ambientada, foi construída sobre uma “Boca do Inferno”, que serve como um portal entre a Terra e dimensões demoníacas, e foi implodida no final da narrativa – resultando na destruição da cidade.

Infelizmente, a informação não foi confirmada. Trate-a como um rumor.

A nova versão será estrelada por Ryan Kiera Armstrong (‘Chamas da Vingança’), que dará vida à Nova, uma jovem caçadora. Sarah Michelle Gellar, que estrelou a clássica série dos anos 1990, retorna como Buffy Summers e entra como produtora executiva.

O elenco ainda contará com Faly Rakotohavana (‘Fora da Prisão’), Ava Jean (‘Law & Order: SVU’), Sarah Bock (‘Ruptura’), Daniel Di Tomasso (‘CSI: Vegas’) e Jack Cutmore-Scott (‘Frasier’).

Gellar recentemente se pronunciou sobre o reboot, desmentindo uma série de rumores que têm circulado em torno da nova versão, que contará com a produção da aclamada cineasta Chloé Zhao.

Conforme reportado pelo Deadline,a atriz fez questão de esclarecer que as informações de que a nova série se centraria em “uma jovem de 16 anos chamada Nova” são completamente infundadas.

“Todos esses personagens que têm sido divulgados são falsos. Absolutamente tudo o que foi noticiado sobre isso é falso”, afirmou categoricamente a atriz.

Os rumores previamente veiculados descreviam a trama como focada em “uma jovem de 16 anos chamada Nova… que é extremamente inteligente e um tanto solitária”, além de seus amigos “Hugo, um nerd assumido que provém de uma família abastada, e Gracie, uma jovem especialista em vampiros que é uma fervorosa seguidora da Buffy de Gellar”.

Embora Gellar não tenha fornecido detalhes específicos sobre o roteiro, ela compartilhou o que a convenceu a retornar à franquia após anos de negativas diante de inúmeros rumores e especulações.

“Todas as propostas que eu ouvia eram basicamente: ‘Vamos simplesmente refazer Buffy’. E eu sempre me perguntava: ‘Por quê?’. Mas a paixão genuína com que [Zhao] veio até mim, sua visão para a série e para a personagem, e a relevância de Buffy nos dias atuais – essa foi a primeira vez em que pensei: ‘Ok, isso realmente faz sentido’”, explicou Gellar.

A atriz também assegurou que o reboot continuará a valorizar a representação de personagens LGBTQIA+ e outros que se sentem marginalizados.

“O cerne de um anti-herói é ser um herói para aqueles que não se encaixam nos padrões, para aqueles que não são como todo mundo”, elucidou ela. “É para essas pessoas que eu quero contar histórias: para aqueles que genuinamente buscam conexão através dessas narrativas”.

Observando que o reboot está em desenvolvimento há “três anos e meio, talvez quatro”, Gellar garantiu com convicção: “Não iremos adiante com isso a menos que esteja 100% certo e haja um motivo 100% válido para sua existência”.

Vale lembrar que a série original está disponível no Disney+.

E temos um vencedor: Novo ‘Quarteto Fantástico’ SUPERA ‘Superman’ em aprovação da crítica!

Superman triste e Quarteto Fantástico desenhados animados
superman e quarteto fantastico (1)

Julho marcou mais um capítulo na rivalidade entre Marvel e DC nos cinemas, e, dessa vez, a Marvel saiu na frente. Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’ superouSuperman na aprovação da crítica, colocando o filme da família heroica à frente do Homem de Aço.

No Rotten Tomatoes, Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’ conquistou uma aprovação de 88% da crítica, baseada em 197 análises. Em contrapartida, Superman obteve 84% de aprovação, com base em 445 análises.

Até o momento, a aprovação do público não foi divulgada para o filme do Quarteto Fantástico, masSuperman já conta com sólidos 92% de aprovação da audiência.

Se essa diferença na aprovação da crítica irá se refletir nas bilheterias, ainda não se sabe, embora Superman já tenha demonstrado um bom desempenho.

O filme já está em exibição nos cinemas nacionais.

Assista nossa crítica:

Ambientado em um vibrante mundo retrofuturista inspirado nos anos 1960, ‘O Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘ apresenta a Primeira Família da Marvel—Reed Richards/Senhor Fantástico (Pedro Pascal), Sue Storm/Mulher Invisível (Vanessa Kirby), Johnny Storm/Tocha Humana (Joseph Quinn) e Ben Grimm/Coisa (Ebon Moss-Bachrach)—enquanto enfrentam seu maior desafio até agora. Forçados a equilibrar seus papéis como heróis e a força dos laços familiares, eles devem defender a Terra de um deus espacial voraz chamado Galactus (Ralph Ineson) e seu enigmático arauto, o Surfista Prateado (Julia Garner). E como se o plano de Galactus para devorar o planeta inteiro e todos nele já não fosse ruim o suficiente, a ameaça se torna ainda mais pessoal.

O longa é dirigido por Matt Shakman.