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Mariah Carey lança “Sugar Sweet”, segundo single de seu novo álbum de estúdio

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A icônica cantora e compositora Mariah Carey lançou hoje (25) a canção “Sugar Sweet”, segundo single oficial de seu próximo álbum de estúdio, Here For It All.

A canção é precedida por “Type Dangerous”, que funciona como lead single. O compilado de originais, por sua vez, tem lançamento marcado para 26 de setembro.

Ouça:

Dona de sucessos absolutos como “We Belong Together”“Obsessed”“Touch My Body”, Mariah Carey é uma das artistas mais conhecidas e bem-sucedidas de todos os tempos, além de ser conhecida por seus potentes vocais e por seu icônico falsete.

Com mais de 220 milhões de unidades vendidas ao longo de sua carreira, Carey já levou para casa cinco estatuetas do Grammy e possui um amplo legado que influenciou inúmeros artistas, incluindo a popstar Ariana Grande. Ela também é conhecida como a Rainha do Natal através da clássica “All I Want for Christmas Is You”, um dos singles mais vendidos de todos os tempos.

O último álbum de Carey foi o aclamado ‘Caution’, lançado em 2018.

De 2012 a O Dia Depois de Amanhã | Os Filmes-Catástrofe de Roland Emmerich – Do PIOR ao Melhor

Ser colocado numa caixinha e estereotipado pode ter suas vantagens. Até mesmo para um artista, como um diretor de cinema. Veja que maravilha fez para a carreira de gente como Alfred Hitchcock, considerado “o mestre do suspense”, Martin Scorsese, conhecido por seus dramas criminais de máfia, ou até mesmo Steven Spielberg, que sempre será lembrado por seus filmes família e aventuras de matinê.

Em menor escala, mas seguindo nesta vertente, está o cineasta Roland Emmerich, que hoje clama o posto como um dos reis do cinema catástrofe de Hollywood.

Muitos podem querer acusar Roland Emmerich de fazer o mesmo filme repetidas vezes, mas a verdade é que o diretor está aí, até hoje empregado, produzindo filmes com grandes nomes no elenco, para os maiores estúdios de Hollywood, adentrando a quarta década de atividade. Quantos mais podem exibir tamanha constância? A carreira do diretor alemão é o que podemos descrever como uma história de sucesso.

Moonfall – Ameaça Lunar, seu último filme, já está disponível na HBO Max e Amazon Prime Video. Para celebrar essa tremenda destruição, decidimos recapitular todos os filmes de Roland Emmerich dentro do subgênero “cinema catástrofe”, ranqueando-os do pior ao melhor. Confira abaixo e não esqueça de comentar.

8. Independence Day: O Ressurgimento

Lançado dez anos depois do revolucionário Independence Day original, essa sequência deixou todos estupefatos com a sua existência. A questão é que um total de zero pessoas acreditava que o longa de 1996 precisava ter uma continuação. Mas numa Hollywood regida por sequências, e retornos de marcas pré-estabelecidas, a 20th Century Fox achou por bem revitalizar a marca, com o retorno de um dos filmes sobre invasão alienígena em larga escala definitivos do cinema moderno. Por bem ou por mal, O Ressurgimento marcou a primeira e única (até o momento) sequência da carreira de Emmerich. A principal barreira que esse segundo filme enfrentou foi a ausência do carisma do protagonista Will Smith. Até existiam planos para um eventual terceiro filme que, devido ao resultado, digamos, pobre deste segundo, foram varridos para debaixo dos panos.

7. 10.000 AC

Tudo bem, este filme de 2008 não é necessariamente parte do subgênero cinema catástrofe. Trata-se de uma aventura envolvendo tribos de homens das cavernas, onde um protagonista precisa resgatar sua amada das garras de uma tribo rival – e para isso ele sai numa jornada repleta de perigos. De qualquer modo resolvemos incluir o longa na matéria, pois esta ainda é uma superprodução grandiosa, repleta de muitos efeitos especiais. A “catástrofe” aqui resume-se a ataques de tigres dentes-de-sabre, o estouro de uma manada de mamutes e todo tipo de perigo animal propício da pré-história. Ou seja, os perigos de sobrevivência do homem daquela época eram muitos sem precisar de nenhuma ameaça externa. Justamente por isso, 10.000 AC surge como ponto fora da curva na filmografia de Roland Emmerich, e sua qualidade de “documentário do National Geographic” pré-histórico o fizeram em pouco tempo cair no esquecimento.

6. Moonfall: Ameaça Lunar

Chegamos ao mais novo exemplar de cinema-catástrofe da carreira de Roland Emmerich. Como dito no início do texto, Moonfall é o grande lançamento deste primeiro fim de semana de fevereiro 2022. Voltando à velha forma, o diretor emplaca um novo filme de destruição com todos os elementos que fazem os fãs deste tipo de entretenimento vibrarem e optarem por assistir na maior tela de imersão possível. São entretenimentos como Moonfall que ainda seguram as salas de cinema, já que são equivalentes a simuladores de parques de diversão. Quem comanda a ação nas telas aqui é a vencedora do Oscar Halle Berry, como uma astronauta da NASA que é a única capaz de salvar nosso planeta da destruição iminente, após a lua sair de órbita e entrar de forma desgovernada em rota de colisão com a Terra.

5. Godzilla

Antes de Hollywood saber o que fazer com o monstrão lagarto radioativo japonês, e da propriedade cair nas mãos da Warner (se estabelecendo num universo dividido de monstros com King Kong e outros), a primeira entrada da criatura em terras do tio Sam ocorria em 1998 pelas mãos da Columbia / Sony. E adivinha quem estava por trás do projeto? Nenhum outro senão o alemão Roland Emmerich. O diretor conseguiu a vaga no comando da produção graças ao primeiro Independence Day, sucesso estrondoso que havia sido lançado dois anos antes. Dessa forma, quando o estúdio viu a chance de apresentar Godzilla para uma audiência ocidental, o nome para a tarefa não podia ser outro além de Emmerich. Afinal, o sujeito já havia devastado o planeta com uma das invasões alienígenas mais convincentes da história do cinema. O que seria para ele trazer um bichão escamoso para detonar Nova York? Assim, com uma mega produção e uma das maiores campanhas de marketing para um filme na década de 90, Godzilla foi um das maiores produções do fim da década. Porém, tamanho investimento não se valeu, quando o longa resultou num fracasso de crítica e não atingiu seu potencial nas bilheterias. Hoje, quase 25 anos depois, o filme pode ser visto como item cult.

4. Midway: Batalha em Alto Mar

Tudo bem, tudo bem. Já sabemos. Essa é a segunda trapaceada da lista. Assim como 10.000 AC, este não é exatamente um filme catástrofe. É um filme de guerra. Por outro lado, podemos argumentar que a guerra não deixa de ser a maior das catástrofes humanas. A batalha de Midway foi um momento marcante durante a Segunda Guerra Mundial, seis meses após os ataques a Pearl Harbor. Aeronaves norte-americanas e japonesas travaram uma batalha nos céus e tais relatos já haviam sido transformados em uma superprodução de Hollywood. Uma das obras mais famosas foi lançada em 1976, e trazia no elenco nomes da época como Charlton Heston, Henry Fonda e Robert Mitchum. Sendo um especialista em filmes de larga escala, efeitos grandiosos, muita destruição e explosão, Roland Emmerich se sentiu em casa ao aceitar o projeto como seu próximo trabalho. Assim o diretor deu sua própria versão de Midway, o filme que lançou em 2019, antes do recente Moonfall.

3. 2012

Curiosamente, 2012 não foi lançado… bem, em 2012. E sim estreou nos cinemas em 2009. Seja como for, esse é outro filme tipicamente do cinema-catástrofe – daqueles que são tão repletos das conveniências e clichês do gênero, que muitas vezes terminam parecendo uma paródia. E se Moonfall traz a lua para cair na nossa cabeça, 2012 foi mais simples e direto. A ideia por trás da destruição em massa aqui é: o calendário Maia disse que o fim do mundo seria em 2012 e é verdade. Tudo começa a acabar porque começa. E nós que lutemos para sobreviver. Afinal, para que complicar muito, não é mesmo? No meio desse cataclismo figuras como John Cusack, Woody Harrelson, Thandie Newton e Danny Glover vivendo o segundo presidente negro de filmes assim (o primeiro sendo Morgan Freeman em Impacto Profundo) tentam encontrar uma forma de se salvarem. Como sempre, 2012 foi prezado por seus efeitos, mesmo que a história em si e os dramas dos personagens não importem muito.

2. O Dia Depois de Amanhã

Até agora na lista, por mais que gostemos dos filmes de Roland Emmerich, precisamos reconhecer que muitos críticos e parte do público torcem o nariz para seus exageros cinematográficos banhados a muita pirotecnia. Ou seja, até agora na lista os filmes apresentados possuem seus defensores, mas igualmente possuem muitos detratores. Ao chegarmos na segunda posição a coisa muda um pouco de figura. Os dois primeiros itens da matéria são os mais unânimes da carreira de Roland Emmerich, e os filmes que a maioria concorda que são os melhores em sua filmografia. De fato, muitos ainda irão apontar para este item aqui, que colocamos em segundo, como o MELHOR filme do diretor. Em partes podemos concordar. O Dia Depois de Amanhã, lançado em 2004, não criou muita expectativa, por já naquela época este tipo de filme se encontrar “manjado”, em especial pelo seu diretor. Mas foi só o longa estrear para percebermos que era verdadeiramente bom, dono de boas atuações e personagens com quem verdadeiramente nos importávamos. E num filme assim, é preciso ter bons personagens. O filme acabou nos convencendo e desde então não saiu mais do gosto e do imaginário popular como um dos melhores representantes do subgênero. Ah sim, na história, devido ao aquecimento global, o clima do planeta fica louco e tudo começa a congelar. Como são as coisas, O Dia Depois de Amanhã talvez esteja mais atual hoje do que na época de seu lançamento.

1. Independence Day

Se olharmos mais friamente, O Dia Depois de Amanhã talvez seja realmente um filme melhor. Mas não tem jeito. É impossível separar um filme de seu contexto e de sua época de lançamento. Sendo assim, Independence Day foi muito mais importante e revolucionário para os blockbusters, do que O Dia Depois de Amanhã – este último lançado numa época em que filmes assim já era muito comuns e estavam banalizados. Acredite ou não, mas Independence Day fez parte do movimento dos filmes de entretenimento que colocaram o cinema blockbuster no patamar que ele se encontra hoje. Então, se você pode curtir seu filme preferido da Marvel a cada fim de semana, ou os super-heróis da DC, saiba que isso é graças, em partes, ao Independence Day original, de 1996. É verdade que os blockbusters surgiram na década de 80 (ou melhor, ficaram estabelecidos). Mas foi na década de 90 que eles deram um passo maior em termos de qualidade técnica. Pois foi no período que o chamado CGI (efeitos especiais gerados por computadores) foi implementado, com o filme O Exterminador do Futuro 2. Depois seguiram Jurassic Park (1993), O Máskara (1994) e Twister (1996), por exemplo. Independence Day veio nessa esteira e ainda de quebra mostrou como nunca anteriormente como poderia ser um filme de invasão alienígena em larga escala com a tecnologia que se tinha em mãos na época. Fazendo o público vibrar, sem acreditar no que estava vendo. Um verdadeiro fenômeno.

Madelaine Petsch é perseguida em clipe inédito de ‘Os Estranhos: Capítulo 2’ divulgado na SDCC

Os Estranhos: Capítulo 2‘ ganhou um clipe inédito durante a SDCC.

O filme foi adiado para o dia 2 de Outubro nos cinemas do Brasil.

Assista e siga o CinePOP no YouTube:

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Madelaine Petsch (‘Riverdale’) retorna como a sobrevivente Maya.

Crítica | Os Estranhos: Capítulo 1 – Primeira Parte da Trilogia de TERROR Frustra Exatamente Por Este Motivo

Renny Harlin (‘Do Fundo do Mar’) retorna à direção.

Sucesso nos cinemas, o primeiro capítulo arrecadou US$ 48.1 milhões mundialmente, o que representa quase seis vezes o valor do seu orçamento – que ficou em torno de US$ 8.5 milhões.

Retrato Filmes lançará TRÊS filmes da competição de Cannes no Brasil – e um deles tem 100% de aprovação dos críticos

A RETRATO FILMES anuncia o lançamento de títulos internacionais em seu catálogo a partir de uma parceria estratégica com a Muv Capital, voltada à aquisição e distribuição de filmes com alto potencial de prêmios e de público. E o movimento já vem com novidades fortes: no mercado de Cannes, a distribuidora garantiu os direitos de quatro longas-metragens, incluindo três da competição oficial do festival – SIRAT, TWO PROSECUTORS e WOMAN AND CHILD – além de SORDA, vencedor do Prêmio do Público na mostra Panorama da Berlinale.

“Inaugurar nossa atuação internacional com três filmes da competição oficial de Cannes e um vencedor do público em Berlim é muito simbólico do tipo de cinema que queremos levar ao público brasileiro: obras potentes, premiadas e com grande força de comunicação”, afirma Daniel Pech, sócio-diretor da RETRATO FILMES.

Felipe Lopes, também sócio da distribuidora, destaca que a nova fase fortalece a linha curatorial da empresa:

“A parceria com a Muv Capital potencializa um movimento que já vínhamos construindo com muito cuidado: apostar em filmes que nos representam como curadores e que têm potência real de diálogo com o público. Nosso catálogo tem produções e coproduções brasileiras que nos enchem de orgulho, e agora ganha um braço internacional que reforça esse compromisso com obras relevantes, provocadoras e de alta qualidade”.

A operação conecta o capital privado a uma das etapas mais lucrativas da cadeia audiovisual: a distribuição e permitirá que investidores co-invistam na exploração comercial de filmes internacionais de alto perfil.

O modelo de co-investimento privado é uma alternativa importante diante da ausência de incentivos públicos à distribuição audiovisual no país desde 2018.

“Apostar em filmes que estão em campanha para o Oscar muda o patamar de retorno do investimento. Com uma estratégia de distribuição assertiva, conseguimos ampliar significativamente o alcance e as receitas desses projetos”, explica Laura Rossi, Head de Investimentos em Audiovisual da MUV Capital, divisão da Hurst focada em entretenimento. Laura acaba de assumir o posto após passagem como produtora executiva da Gullane.

Grande destaque entre os títulos recém-adquiridos, SIRAT foi um dos filmes mais comentados do Festival de Cannes 2025 e vencedor do Prêmio do Júri, o mesmo recebido por BACURAU, A MALVADA e O SÉTIMO SELO. O longa, dirigido por Óliver Laxe, produzido por Pedro Almodóvar e estrelado por Sergi López e Bruno Núñez Arjona, acompanha um pai e um filho em uma jornada pelo deserto do Marrocos, onde buscam uma filha desaparecida em meio a festas eletrônicas clandestinas. No Rotten Tomatoes, SIRAT conquistou 100% de aprovação entre os críticos.

Além do sucesso crítico, o filme também mostrou força de bilheteria: lançado na Espanha, estreou no mesmo fim de semana que o blockbuster BAILARINA, e superou a concorrência. Nos Estados Unidos, o lançamento ficará a cargo da Neon, responsável por filmes como PARASITA e ANORA.

TWO PROSECUTORS 

TWO PROSECUTORS, do veterano Sergei Loznitsa, é um drama histórico impactante ambientado durante o Grande Expurgo de Stalin. Com roteiro inspirado na obra de Georgy Demidov, o filme acompanha um jovem promotor soviético em busca de justiça para um prisioneiro condenado injustamente. Estrelado por Aleksandr Kuznetsov e Aleksandr Filippenko, o longa recebeu o Prêmio François Chalais em Cannes.

WOMAN AND CHILD

Também da competição oficial de Cannes, WOMAN AND CHILD, do iraniano Saeed Roustayi, acompanha Mahnaz, enfermeira viúva que, com um filho adolescente rebelde e um novo casamento, vê sua vida transformada após um acidente trágico.

SORDA 

Já SORDA, da diretora Eva Libertad, foi o grande vencedor do Prêmio do Público na mostra Panorama da Berlinale, prêmio que em 2015 foi dado ao brasileiro QUE HORAS ELA VOLTA?. Protagonizado por Miriam Garlo, atriz surda e irmã da diretora, o filme acompanha Ángela, uma mulher que vive o desafio de comunicar seus desejos e seus limites durante a gravidez. Além de Berlim, o longa também foi premiado em festivais como Málaga, Seattle e Guadalajara.

Quando o terror encontra a INFÂNCIA: A nova onda de animações sombrias…

Menina no túnel colorido, expressão de surpresa.

Um novo subgênero em ascensão?

Nos últimos anos, uma tendência curiosa começou a emergir com mais frequência nas telas do cinema e do streaming: animações com estética infantil que mergulham profundamente em temas de terror psicológico, suspense e até existencialismo. Esse contraste entre o visual inocente e os conteúdos perturbadores não é exatamente novo, mas o número de produções que investem nesse estilo cresceu notavelmente após o sucesso cult de obras como Coraline e A Noiva Cadáver.

A nova leva de títulos vai além do simples susto. Ela busca provocar desconforto emocional, explorando traumas da infância, abandono, distorções da realidade e o medo do desconhecido. Animações como Marianne & Leonard e Inu-Oh (embora não sejam estritamente infantis) ilustram bem como o audiovisual está derrubando fronteiras entre gêneros e formatos.

O poder da estética “fofa e sombria”

Parte do fascínio está justamente no contraste. A paleta de cores suaves, os traços arredondados e os personagens com olhos grandes evocam a estética clássica de desenhos infantis. No entanto, as narrativas frequentemente envolvem atmosferas opressoras, dimensões paralelas, mortes simbólicas e até elementos de body horror estilizado.
Esse fenômeno é particularmente forte na animação independente. Curtas como There’s a Monster in My House ou longas como The House, da Netflix, misturam stop motion com temas de isolamento, desintegração familiar e loucura. O apelo está na capacidade de comunicar o inexplicável por meio do absurdo visual, algo que a animação permite de forma muito mais expressiva do que o live-action.

A audiência, em sua maioria jovem adulta, parece reagir bem à experiência: o misto de nostalgia estética e inquietação emocional ressoa especialmente com espectadores que cresceram com os desenhos da década de 90, mas hoje buscam histórias mais densas e desafiadoras.

A influência dos games nesse novo imaginário

Curiosamente, essa estética híbrida também tem se manifestado com força no mundo dos videogames. Títulos como Limbo, Little Misfortune e Fran Bow usam uma interface visual lúdica para inserir o jogador em tramas perturbadoras, muitas vezes com desfechos trágicos. A interatividade intensifica a imersão, permitindo que o usuário sinta o peso das decisões e das emoções propostas.

Esse cruzamento de linguagens tem gerado uma nova sensibilidade narrativa. Sites como o https://www.vbet.bet.br/pb/ vêm explorando essas atmosferas estilizadas em suas interfaces e narrativas de usuário, criando experiências que flertam com o imaginário do suspense e da curiosidade lúdica, mesmo fora do campo tradicional das mídias audiovisuais.

De onde vem esse fascínio pelo “trauma estilizado”?

Psicólogos e teóricos da mídia sugerem que há uma função catártica nesse tipo de conteúdo. A infância, tradicionalmente tratada como um espaço de segurança e leveza, também é marcada por medos intensos, experiências traumáticas e sentimentos difíceis de nomear. Ao representar esses aspectos por meio de uma linguagem visualmente acessível, a animação sombria oferece uma ponte entre o inconsciente e o simbólico.

Além disso, em um mundo cada vez mais saturado de violência explícita e hiperrealismo, esse tipo de produção oferece uma alternativa mais sutil, mas não menos impactante. O horror aqui não está em monstros visíveis, mas naquilo que se insinua — no som que não vem de lugar algum, na sombra que se move sozinha, na repetição de gestos cotidianos até que se tornem absurdos.

Exemplos recentes que merecem atenção

Entre os lançamentos mais comentados nesse estilo estão Scavengers Reign, uma série animada de ficção científica com ambientação onírica e hostil, e My Father’s Dragon, que, embora voltado ao público infantojuvenil, apresenta subtextos melancólicos sobre perda e amadurecimento. Outro título que causou frisson foi Wendell & Wild, dirigido por Henry Selick (o mesmo de Coraline) com produção de Jordan Peele — uma colaboração que já aponta para um futuro fértil nessa intersecção entre terror e animação.

No Japão, essa abordagem tem uma longa tradição. Obras como Serial Experiments Lain e Boogiepop Phantom já exploravam o psicológico perturbador sob um véu visual aparentemente inofensivo desde o final dos anos 90. No entanto, a recepção ocidental recente parece mais aberta do que nunca a esse tipo de conteúdo.

O que vem por aí?

Com o aumento das produções independentes, da popularidade dos festivais de animação (como Annecy e Ottawa) e do apoio das plataformas de streaming a projetos autorais, é provável que vejamos cada vez mais obras que ousam explorar os limites do terror emocional sob uma estética de “conto de fadas invertido”.

Afinal, como já dizia Neil Gaiman, “os contos de fadas não existem para dizer às crianças que dragões existem. Elas já sabem disso. Eles existem para dizer que os dragões podem ser vencidos.” Esse novo ciclo de animações sombrias parece estar nos dizendo que, às vezes, o dragão está dentro de nós — e que entendê-lo pode ser tão assustador quanto libertador.

CINESUR – Festival de Cinema de Bonito divulga os Filmes que serão exibidos em sua 3ª edição

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O BONITO CINESUR – FESTIVAL DE CINEMA SUL-AMERICANO anuncia a programação da sua terceira edição, reforçando seu papel como espaço de encontro entre culturas e linguagens do continente.

Serão exibidas obras de países como BRASIL, ARGENTINA, PERU, CHILE, BOLÍVIA, COLÔMBIA, VENEZUELA, URUGUAI e EQUADOR, além de co-produções com outros países, em cinco mostras competitivas.

Na MOSTRA DE LONGAS, destacam-se:

  • A MELHOR MÃE DO MUNDO e BRASILIANA (BRASIL)

  • CHUZALONGO (EQUADOR)

  • ORO AMARGO (CHILE/URUGUAI/ALEMANHA)

  • QUINOGRAFIA (ARGENTINA)

  • REDENCIÓN (PERU)

A MOSTRA DE CURTAS traz seis filmes de ficção e animação de países como COLÔMBIA, PERU, VENEZUELA, ARGENTINA, URUGUAI, BRASIL e CHILE.

Duas mostras abordam a temática ambiental, com destaque para:

  • Longas como KARUARA, KOPENAWA, LA CUENCA, POR EL PARANÁ, RUA DO PESCADOR Nº 6 e SINFONIA DA SOBREVIVÊNCIA

  • Curtas como INSUSTENTÁVEL, UMA MENINA, UM RIO, JICHI e POR LA TIERRA

A produção de MATO GROSSO DO SUL será representada por seis títulos na mostra local, como A ÚLTIMA PORTEIRA, ELEONORA, KOI E O RIO e TEMPESTADE OCRE.

A curadoria reforça o compromisso com a diversidade cultural e temas contemporâneos, alinhada ao espírito de BONITO.

O festival é uma realização da ASSOCIAÇÃO AMIGOS DO CINEMA E DA CULTURA, com apoio do MINISTÉRIO DA CULTURA, FECOMÉRCIO, SESC, ANCINE, GOVERNO DO MS e outros parceiros.

BONITO CINESUR 2025
Centro de Convenções de BONITO
25 de julho a 02 de agosto de 2025
bonitocinesur.com.br

‘Premonição 6’? Homem morre após acidente com máquina de RESSONÂNCIA MAGNÉTICA

Um homem de 61 anos de idade que sofreu sérios ferimentos após ser puxado contra uma máquina de ressonância magnética enquanto usava uma corrente de metal morreu neste último dia 17 de julho em Nova York.

Segundo a ABC News, o incidente ocorreu na quarta-feira (16) em um centro médico em Westbury, de acordo com o Departamento de Polícia do Condado de Nassau.

Os policiais responderam ao Nassau Open MRI após uma ligação para o 911 e foram informados de que o homem “entrou em uma sala de ressonância magnética (MRI) não autorizada enquanto o exame estava em andamento”, conforme afirmou departamento de polícia em um comunicado.

“A vítima do sexo masculino estava usando uma grande corrente metálica no pescoço, o que fez com que ele fosse puxado para dentro da máquina, o que resultou em um incidente médico”, disse a polícia.

O homem, cujo nome não foi divulgado, foi transportado para um hospital local em estado crítico, acrescentaram os oficiais

Ele não resistiu aos ferimentos e foi declarado morto na tarde de quinta-feira, informou a polícia.

O estranho caso chama a atenção por ser muito parecido com uma das sequências mais agonizantes do recente filme Premonição 6: Laços de Sangue’, capítulo da icônica franquia de terror/slasher.

No longa-metragem, que arrecadou mais de US$250 milhões ao redor do mundo e conquistou espetaculares 92% de aprovação no Rotten Tomatoes, acompanhamos a jovem Stefani Reyes, que é atormentada por uma aterrorizante visão de uma mulher que ela não conhece. Quando descobre que ela e a família estão sendo caçadas pela morte e que nenhum deles deveria existir, Stefani deve correr contra o tempo para impedir que as pessoas que ama morram uma a uma.

Em uma das cenas, dois dos personagens que são perseguidos pela Morte, Erik (Richard Harmon) e Bobby (Owen Patrick Joyner), criam um plano para tentar enganar essa entidade impalpável, mas os planos saem pela culatra. Erik decide causar uma grave reação alérgica em Bobby para que ela morra por alguns segundos antes de ser trazido de volta à vida – mas Erik é puxado por uma máquina de ressonância magnética por conta dos vários piercings em seu corpo e eventualmente empalado por uma cadeira de rodas.

Crítica | ‘Premonição 6: Laços de Sangue’ REVITALIZA a icônica franquia slasher da melhor maneira possível | CinePOP Cinema

Paramount vive rebelião criativa e alvo comum é Trump — e seu “ego”

A tensão entre criadores de conteúdo e executivos da Paramount Global chegou a um novo patamar esta semana — e, segundo o The Hollywood Reporter, o alvo da revolta não é apenas corporativo, mas também pessoal: o presidente Donald Trump.

O veículo relata que, após anos de críticas políticas sérias que pouco abalaram a popularidade de Trump, vozes da comédia e da mídia parecem ter encontrado um novo caminho: zombar, de forma escancarada, o ego (e o corpo) do político republicano.

A revolta explodiu após uma série de decisões controversas da Paramount, incluindo o cancelamento do The Late Show with Stephen Colbert e um suposto acordo com Trump envolvendo o programa 60 Minutes. Para criadores como Jon Stewart, da versão atual de The Daily Show, essas escolhas revelam um alinhamento perigoso com os interesses do ex-presidente — algo que Stewart satirizou com veemência em seu programa:

“Talvez seja o caminho mais fácil para um acordo de fusão de US$ 8 bilhões matar um programa que incomodava um presidente frágil e vingativo, que sofre de insuficiência peniana crônica”, disparou o apresentador, em comentário que viralizou nas redes.

Stephen Colbert também entrou na onda. No ar, ironizou documentos relacionados ao caso Epstein, dizendo que continham nomes como Donald Trump, Donald John Trump, Donald J. Trump… e um homem misterioso conhecido apenas como micropênis DJT.”

Mas a sátira mais extrema, conforme revelou o The Hollywood Reporter, veio do ‘South Park‘. No episódio mais recente, a série utilizou inteligência artificial para retratar Trump na cama com Santaná e em uma caminhada delirante pelo deserto, nu, suando, e conversando com um pênis falante — uma representação grotesca e cômica que levou a crítica ao limite do surreal.

O histórico de piadas sobre o órgão genital de Trump é longo — e, segundo o THR, não parece ser apenas pela comédia: elas atingem um ponto sensível. Trump já se defendeu em debates públicos sobre o tamanho de suas mãos, dizendo em 2016: “Se são pequenas, algo mais também deve ser pequeno. Garanto que não há problema.” A fala virou um dos momentos mais bizarros da corrida presidencial daquele ano.

A Casa Branca respondeu diretamente ao episódio de ‘South Park‘. Em nota oficial, a assessoria de imprensa declarou que a série “não é relevante há mais de 20 anos” e acusou os criadores de buscar “atenção desesperadamente”, mesmo com o programa tendo firmado recentemente um contrato de renovação de US$ 1,5 bilhão por cinco anos com a Paramount.

A matéria do The Hollywood Reporter também destaca o pano de fundo dessa crise: a fusão bilionária entre Paramount e Skydance, e a percepção de que a empresa estaria silenciando vozes críticas para viabilizar acordos corporativos.

Diante de uma figura política aparentemente imune à denúncias, investigações e análises sérias, a mídia parece agora testar a força da humilhação pessoal — por mais absurda e explícita que pareça. Resta saber se esse tipo de ataque surtirá mais efeito do que os embates tradicionais.

O controverso episódio

A 27ª temporada de ‘South Park‘ estreou na última quarta-feira (23) e, como já era de se esperar da série criada por Trey Parker e Matt Stone, começou com uma dose pesada de sátira política. O primeiro episódio, intitulado “Sermon on the ‘Mount”, coloca Donald Trump não apenas de volta à Casa Branca — mas também, literalmente, na cama com o Diabo.

O episódio mergulha o público em um South Park caótico. Cartman está deprimido pelo fim de seu programa favorito da NPR, Randy tenta impedir que Jesus assuma o controle da escola South Park Elementary, e o presidente dos EUA está ocupado demais prendendo e processando seus inimigos políticos para se importar com a crise na cidade.

Quando uma multidão enfurecida invade a casa de Mr. Garrison para pedir respostas, ele revela que não está mais na presidência há anos. A cena corta então para a Casa Branca, onde Trump — representado de forma grotesca — está em pleno comando, discutindo com o Primeiro-Ministro do Canadá e soltando frases como:

“Você quer que eu te bombardeie como fiz com o Iraque?”
“Não foi o Irã?”
“Irã, Iraque… Qual a porra da diferença?”

Logo em seguida, Trump aparece se despindo e tentando seduzir Satanás, que o rejeita de forma contundente. Trump insiste:

“Vamos lá, Satan, trabalhei duro o dia inteiro.”
“Você não fez nada, só ficou fazendo memes idiotas,” rebate Satanás.
Trump então tenta se exibir sexualmente, mas acaba humilhado:
“Não consigo nem ver nada… é tão pequeno,” diz o Diabo, encerrando a cena com escárnio.

O retorno da série acontece após atrasos causados por conflitos entre a Paramount e a Skydance, envolvidos na fusão que impactou o cronograma da 27ª temporada. No início do mês, a estreia foi adiada de 9 para 27 de julho, e a conta oficial da série no X (ex-Twitter) não poupou palavrões ao culpar a fusão corporativa pelo transtorno.

Com essa estreia explosiva, ‘South Park‘ reafirma seu lugar como uma das sátiras mais ousadas da TV — e não dá sinais de suavizar o tom nesta nova fase.

Já no Brasil, a animação está disponível no Prime Video.

Vanessa Kirby fala sobre contracenar com Robert Downey Jr. em ‘Vingadores: Doomsday’: “Ele é um líder incrível”

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Vanessa Kirby está oficialmente dentro do Universo Cinematográfico da Marvel — e não apenas como parte do ‘Quarteto Fantástico‘. Após estrear como Sue Storm, a Mulher Invisível, no longa da Primeira Família da Marvel, a atriz britânica já mergulha em seu próximo desafio: o épico crossover ‘Vingadores: Doomsday‘, que promete ser o capítulo mais sombrio da saga até agora.

Em entrevista recente ao podcast Happy Sad Confused, Kirby compartilhou detalhes emocionantes dos bastidores — incluindo o impacto de atuar ao lado de Robert Downey Jr., que retorna ao MCU sob circunstâncias misteriosas.

“Ele é o ser humano mais incrível — profundo, gentil, com uma alma linda”, disse Kirby. “Ele tem sido um líder fenomenal para nós, especialmente considerando que somos os novatos nesse universo. Muitos dos outros atores já estão familiarizados com esse mundo há anos, e ele nos acolheu de forma generosa. Está fazendo um trabalho extraordinário.”

Além de enfrentar ameaças cósmicas e desafios interdimensionais, Vanessa Kirby está encarando uma jornada igualmente intensa fora da tela: a maternidade. A atriz revelou que está filmando ‘Vingadores: Doomsday‘ grávida — algo que a Marvel Studios e os diretores Anthony e Joe Russo acolheram com entusiasmo e apoio total.

“É a coisa mais incrível estar gravando um filme dos Vingadores enquanto estou grávida”, contou. “Os Russo, o Kevin Feige e toda a equipe têm sido absolutamente incríveis. Me senti acolhida e respeitada em cada etapa.”

Ela também revelou, com entusiasmo contido, que há mais filmagens pela frente. “Ainda vou voltar para gravar mais cenas”, afirmou — um indício de que sua personagem, e possivelmente o bebê de Sue Storm (Franklin Richards, nos quadrinhos), terão papel crucial na narrativa.

Kirby também destacou a confiança que sente nos irmãos Russo, diretores veteranos do MCU. “Eles descrevem o processo como se estivessem preparando uma receita, misturando diferentes ingredientes. É impressionante como esses filmes dos Vingadores funcionam com tanta harmonia”, elogiou.

Em um momento em que o MCU busca redefinir sua próxima fase, Vanessa Kirby parece destinada a ocupar um lugar central tanto emocional quanto narrativamente. Seja manipulando campos de força cósmicos ou segurando um bebê em meio ao caos intergaláctico, a nova Sue Storm chegou para ficar.

Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘ está em cartaz nos cinemas. Já ‘Vingadores: Doomsday‘ segue em produção, com estreia prevista para 2026.

Assista nossa crítica:

Ambientado em um vibrante mundo retrofuturista inspirado nos anos 1960, ‘O Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘ apresenta a Primeira Família da Marvel—Reed Richards/Senhor Fantástico (Pedro Pascal), Sue Storm/Mulher Invisível (Vanessa Kirby), Johnny Storm/Tocha Humana (Joseph Quinn) e Ben Grimm/Coisa (Ebon Moss-Bachrach)—enquanto enfrentam seu maior desafio até agora. Forçados a equilibrar seus papéis como heróis e a força dos laços familiares, eles devem defender a Terra de um deus espacial voraz chamado Galactus (Ralph Ineson) e seu enigmático arauto, o Surfista Prateado (Julia Garner). E como se o plano de Galactus para devorar o planeta inteiro e todos nele já não fosse ruim o suficiente, a ameaça se torna ainda mais pessoal.

O longa é dirigido por Matt Shakman.

Anthony Mackie brinca que é uma “lenda dos brancos indicados” após finalmente ser nomeado ao Emmy: “Eu fiz Ryan Gosling famoso”

Anthony Mackie está comemorando sua primeira indicação ao Emmy por atuação — mas, fiel ao seu estilo irreverente, fez piada com um padrão recorrente em sua carreira: ser constantemente ofuscado por seus colegas brancos nas premiações.

Durante entrevista no The Tonight Show with Jimmy Fallon, o astro de ‘Twisted Metal‘ e ‘Capitão América: Amirável Mundo Novo‘ comentou com bom humor sobre sua indicação como melhor ator convidado em série de comédia por ‘O Estúdio‘, da Apple TV+.

“Eu estava no set… e todo mundo começou a me parabenizar. Eu pensei: ‘Ah, qual ator branco foi indicado dessa vez?’”, disse, rindo. “Porque eu sou a lenda dos brancos indicados. Eu fiz o Ryan Gosling famoso. Fiz o Jeremy Renner famoso. Fiz o Bryan Cranston famoso. Agora fiz o Ron Howard famoso! Se você quer ser indicado, é só me colocar do lado.”

A fala de Mackie, embora em tom de brincadeira, toca num ponto sério. Ao longo da carreira, ele viu seus coadjuvantes brancos serem aclamados, enquanto ele mesmo era ignorado:

Em ‘Half Nelson: Encurralados‘  (2006), Mackie contracenou com Ryan Gosling — indicado ao Oscar por aquele papel.

Em ‘Guerra ao Terror‘ (2008), atuou ao lado de Jeremy Renner, também nomeado ao Oscar.

No telefilme da HBOAté o Fim‘, Mackie interpretou Martin Luther King Jr. frente a Lyndon B. Johnson de Bryan Cranston — indicado ao Emmy.

Agora, em ‘O Estúdio‘, atua ao lado de Ron Howard — e ambos estão indicados.

“Dessa vez, finalmente, me colocaram na lista também”, ironizou.

Confira a entrevista:

Em outras entrevistas, Mackie já havia demonstrado frustração com a falta de reconhecimento. Em 2020, contou à Men’s Health que ficou tão abalado com o desprezo da Academia por ‘Guerra ao Terror‘ que precisou se afastar da atuação por um ano.

“Nós tentamos fingir que não ligamos, que fazemos pelo amor à arte. Mas aquele maldito Oscar importa, sim”, disse. “Doeu.”

Já em 2024, em conversa com a Esquire, ele resumiu com alívio: “O Capitão América é o meu Oscar. Depois de tantas vezes sendo ignorado, é uma forma de recompensa.”

A série da Apple TV+ foi a grande surpresa da temporada, com 23 indicações ao Emmy — recorde para uma comédia em sua temporada de estreia. Mackie divide a categoria de melhor ator convidado com Ron Howard, Bryan Cranston e Dave Franco.

Com bom humor e alívio, o ator parece finalmente ver seu nome sendo reconhecido pelas instituições. Mas, como ele mesmo brinca, talvez o segredo seja simples: “Quer ser indicado? Me coloca na cena.”

Saiba AONDE assistir ao trailer de ‘Avatar: Fogo e Cinzas’…

O aguardado primeiro trailer de ‘Avatar: Fogo e Cinzas‘, novo capítulo da saga de James Cameron, está sendo exibido exclusivamente nos cinemas — e apenas antes das sessões de ‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘.

A prévia poderá ser vista nas telonas até o domingo, 27 de julho, em todas as sessões brasileiras que estiverem exibindo o filme da Marvel.

Não há previsão para o lançamento oficial online do trailer.

CinePOP foi convidado para a cabine de imprensa do novo capítulo do MCU e teve a oportunidade, em primeira mão, de assistir ao primeiro vislumbre do terceiro filme da saga ‘Avatar’.

Confira nossas impressões:

O primeiro trailer de Avatar: Fogo e Cinzas’ foi exibido antes de Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’ – nos convidando de volta para o incrível mundo de Pandora e para a genial mente de James Cameron.

O breve material apresenta nossos amados personagens enfrentando uma tribo Na’Vi que domina os ares e que, pelo que aparentamos ver, possui uma poderosa e implacável líder que posa como uma das ameaças principais e antagonista de Jake, Neytiri e vários heróis que retornam para o terceiro capítulo da franquia. Conhecidos como Wind Traders, esses novos personagens cruzam os céus com veículos parecidos com balões de ar quente e mantêm uma rixa mortal contra o povo do fogo, seus rivais, que monta criaturas voadoras flamejantes. O confronto entre as tribos ganha tom trágico quando um Na’vi é atingido por uma flecha em chamas – o que indica que Jake deve ser arrastado para esse barril de pólvora prestes a explodir.

O trailer também mostra atritos entre Jake, sua esposa e seus filhos, nos levando para uma terra desolada e marcada pela morte que deve ser palco de uma das principais linhas narrativas do filme. Mais do que isso, essa líder da “tribo do ar” parece se aliar aos avatares de soldados humanos que permaneceram em Pandora após os eventos do filme anterior – talvez encarando Jake e seus protegidos como uma ameaça que precisa ser eliminada.

A nova trama retoma os acontecimentos de ‘Avatar: O Caminho da Água‘, que mostrou Jake e sua família unindo forças com os Metkayina — o clã aquático de Pandora — para enfrentar a opressiva RDA (Recursos de Desenvolvimento da Administração). Em ‘Fogo e Cinzas‘, a ameaça vem dos Ash People, grupo que rompeu com a cultura tradicional dos Na’vi e abandonou sua conexão com a natureza.

Avatar: Fogo e Cinzas‘ estreia no dia 11 de dezembro de 2025. As sequências seguintes, ‘Avatar 4‘ e ‘Avatar 5‘, estão programadas para 21 de dezembro de 2029 e 19 de dezembro de 2031, respectivamente.

Lembrando que ‘Avatar 3 mostrará como nova a tribo habita um território devastado por erupções vulcânicas, o que faz com que o Povo das Cinzas tenha características diferentes de outros Na’vi.

“Eles foram destruídos por erupções vulcânicas, então se ressentem da natureza e de tudo o que os Na’vi da floresta pregam”, afirmou James Cameron.

Joel McHale diz que Kevin Williamson ajudou no roteiro de ‘Pânico 7’ e que Neve Campbell é “digna de Oscar”

Em entrevista ao Collider, Joel McHale (‘Community’) aclamou o trabalho do diretor Kevin Williamson e da atriz Neve Campbell na aguardada sequência ‘Pânico 7‘.

O ator, que interpretará o marido da sobrevivente Sidney Prescott, ainda indicou que o cineasta ajudou no roteiro da próxima iteração – marcando o seu retorno como roteirista da saga desde o quarto capítulo.

Kevin Williamson é um gênio e a Neve Campbell é uma estrela digna de Oscar. É preciso levar a sério quando você está fazendo essas cenas dramáticas que o Kevin constrói em sua mente. Tenho servir ao personagem que ele escreveu nestas situações e estar aberto à sua direção.”

Ele completa, “Trabalhar em ‘Pânico 7’ foi muito divertido e aterrorizante. Havia momentos engraçados, mas, ao mesmo tempo, havia um assassino. Eu me senti como uma criança desejava fazer parte de um filme do Indiana Jones. Foi como um sonho.”

Pânico 7’ está programado para estrear no dia 27 de fevereiro de 2026.

O novo filme contará com o retorno dos veteranos Neve Campbell, Courteney Cox, Mason Gooding e Jasmin Savoy Brown, além de David Arquette, Matthew Lillard e Scott Foley.

Os novatos Isabel May, Celeste O’Connor, Asa Germann, Mckenna Grace, Sam Rechner, Mark Consuelos, Anna Camp e Joel McHale completam o elenco.

Confira a logotipo e siga o CinePOP no Youtube:

Chelsea Simmons (Sidney Prescott) deixou seu passado para trás e está se concentrando em ser uma mãe feliz e casada e administrar uma pequena cafeteria na cidade. No entanto, ela nunca parou de olhar para trás e, com certeza, mais uma vez, seu passado volta para assombrá-la.

10 Blockbusters que continuam na boca dos fãs mesmo depois de 10 anos!

Alguns filmes têm o poder raro de permanecer vivos na memória e no coração dos fãs, mesmo após uma década ou mais desde seu lançamento. Eles vão além do entretenimento imediato, criando conexões emocionais profundas, seja pela história envolvente, personagens marcantes ou cenas icônicas que se tornam referências culturais. Esses filmes geram debates, inspirações e nostalgias que atravessam gerações, mantendo seu espaço especial em conversas, redes sociais e maratonas de cinema. A força dessas obras está em sua capacidade de tocar temas universais e inovar em suas narrativas, conquistando públicos novos e antigos.

Além disso, esses filmes frequentemente redefinem gêneros, estabelecem novos padrões de produção e marcam fases importantes na carreira de atores e diretores. Eles se tornam símbolos de épocas, refletindo tendências sociais, tecnológicas e artísticas que ressoam com o público. Seja através de trilhas sonoras inesquecíveis, efeitos visuais impressionantes ou mensagens impactantes, continuam a inspirar novas produções e a alimentar a paixão dos fãs. Essa longevidade é a prova do impacto duradouro que o cinema pode ter, transformando simples histórias em verdadeiros legados culturais.

Pensando nisso, resolvemos revisitar 10 blockbusters que continuam na boca dos fãs, mesmo após uma década. Confira abaixo.

Mad Max- Estrada da Fúria

Mad Max: Estrada da Fúria continua sendo assunto entre os fãs mesmo após 10 anos de seu lançamento, graças à sua ação visceral, estética única e direção impecável de George Miller. O filme redefiniu o gênero pós-apocalíptico com sequências eletrizantes, efeitos práticos impressionantes e personagens marcantes, como Furiosa, vivida por Charlize Theron. Sua narrativa frenética e visual arrojado renderam seis Oscars e o status de obra-prima moderna. Além disso, inspira debates sobre representatividade, empoderamento feminino e cinema de ação autoral. É um marco cultural que permanece vivo na memória coletiva dos cinéfilos.

Star Wars – O Despertar da Força

O Despertar da Forçacontinua sendo lembrado com carinho pelos fãs por ter revitalizado uma das sagas mais amadas do cinema. Dirigido por J.J. Abrams, o filme trouxe de volta personagens icônicos como Han Solo e Leia, enquanto apresentou novos heróis, como Rey, Finn e Poe, para uma nova geração. Com cenas épicas, batalhas espaciais e a emocionante reintrodução de Luke Skywalker, ele resgatou a nostalgia dos clássicos. Sua estreia quebrou recordes de bilheteria e reacendeu o entusiasmo pelo universo criado por George Lucas. Até hoje, segue sendo um marco no retorno triunfal de Star Wars às telonas. Pena que o que começou bem, terminou de forma, digamos, tão pouco inspirada.

Perdido em Marte

Perdido em Marteé outro que segue vivo na memória dos fãs mesmo após 10 anos, graças à sua mistura envolvente de ficção científica, humor e esperança. Dirigido por Ridley Scott e estrelado por Matt Damon, o filme conta a história do astronauta Mark Watney, que luta para sobreviver sozinho em Marte após ser dado como morto por sua equipe. Com uma narrativa empolgante, efeitos visuais deslumbrantes e um tom otimista, conquistou público e crítica, recebendo prêmios e indicações ao Oscar. Sua mensagem sobre resiliência e trabalho em equipe continua inspirando. É um clássico moderno da ficção científica que ainda rende conversas e admiração.

Vingadores: Era de Ultron

Vingadores: Era de Ultronpode ter sido um dos filmes mais decepcionantes da Marvel, mas nesses 10 anos foi reavaliado e subiu no conceito dos fãs – que ainda falam sobre o vilão Ultron. O longa continua sendo lembrado pelos fãs por ter expandido ainda mais o universo cinematográfico da Marvel. Dirigido por Joss Whedon, o filme trouxe os heróis mais poderosos da Terra enfrentando Ultron, uma inteligência artificial que se volta contra a humanidade. Com cenas de ação épicas, novos personagens como Wanda Maximoff e Visão, além de conflitos internos entre os Vingadores, a trama marcou uma fase importante rumo à Guerra Infinita. Apesar de opiniões divididas, ele é essencial para entender a evolução do time e suas dinâmicas. Até hoje, é reverenciado como um capítulo crucial da saga Marvel.

Divertida Mente

Divertida Mente continua encantando o público graças à sua abordagem criativa e sensível sobre as emoções humanas. Produzido pela Pixar, o filme leva os espectadores a uma viagem pelo universo interno da mente de uma menina, onde personagens como Alegria, Tristeza e Raiva guiam suas decisões. Com animação vibrante, roteiro inteligente e uma mensagem profunda sobre aceitação e equilíbrio emocional, conquistou crítica e público, ganhando o Oscar de Melhor Animação. Sua capacidade de falar sobre sentimentos complexos de forma acessível faz com que permaneça relevante e querida. É uma obra-prima que emociona e diverte todas as idades até hoje. Ah sim, e deu origem à igualmente bem-sucedida continuação.

Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros

Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros permanece na memória dos fãs devido à sua ação empolgante e o retorno triunfante da franquia Jurassic Park. Dirigido por Colin Trevorrow, o filme reintroduziu os dinossauros em um parque temático moderno, mas com riscos inesperados quando uma criatura geneticamente modificada escapa, causando caos. Com efeitos visuais impressionantes e sequências eletrizantes, conquistou o público de todas as idades, renovando o interesse pela saga. Seu sucesso impulsionou uma nova trilogia e expandiu o universo dos dinossauros na cultura pop. Até hoje, é referência em entretenimento e aventura na tela grande. E como o Star Wars lançado naquele ano, se tornou o melhor capítulo de sua trilogia.

007 Contra Spectre

007 Contra Spectremarcou um capítulo importante na era de Daniel Craig como James Bond. O filme, dirigido por Sam Mendes, mergulha Bond em uma missão global para desmantelar a misteriosa organização Spectre, trazendo ação intensa, espionagem sofisticada e um toque emocional mais profundo para o icônico agente secreto. Com cenas espetaculares, reviravoltas intrigantes e o retorno de personagens marcantes, a produção solidificou a renovação da franquia. Seu estilo moderno, aliado à tradicional elegância de Bond, somou pontos para esta encarnação. Embora não seja o preferido de ninguém, se destaca pelos vilões – mas nem tanto Christoph Waltz como Blofeld, e sim mais por Dave Bautista como o letal Hinx, protagonista da melhor luta da era Craig.

Missão: Impossível – Nação Secreta

Sabemos que um filme é marcante quando continua sendo referenciado. Por exemplo, toda vez que você ouvir sobre as loucuras de Tom Cruise e suas proezas, certamente ouvirá que o astro se pendurou do lado de fora de um avião enquanto este decolava. E bem, foi neste filme que isso aconteceu. E logo na cena de abertura, mostrando que não tinha tempo a perder. Fora isso, o quinto ‘Missão: Impossível‘ foi o responsável por apresentar a melhor personagem feminina da franquia, a dúbia Ilsa Faust, interpretada com maestria pela subestimada Rebecca Ferguson. Uma pena que ela tenha perdido a serventia para Cruise no decorrer da franquia, até ser “morta” e substituída pela bem mais insossa Grace, vivida por Hayley Atwell.

Velozes e Furiosos 7

Deixamos o melhor por último. Ou por penúltimo. O que dizer do sétimo ‘Velozes e Furiosos‘ que não seja a emocionante despedida de Paul Walker. Mesmo quem não era fã da franquia, resolveu dar uma chance e saiu com os olhos “suando” do cinema. Foi também o primeiro filme da saga a render mais de US$1 bilhão em bilheteria mundial. Também pudera, com um elo afetivo deste. Fora esse grande fator, tínhamos também a introdução do vilão Shaw, vivido por Jason Statham, que depois ganhou derivado próprio, e a graciosa Nathalie Emmanuel como a hacker Ramsey, que viraria uma favorita da equipe. A música “See You Again”, de Wiz Khalifa, virou sinônimo do filme, tocou sem parar e segue como hino da amizade.

Homem-Formiga

Tudo bem, ‘Homem-Formiga‘ é uma das “menores” franquias da Marvel, com o trocadilho sem perdão. É a sub-franquia menos rentável e menos, digamos, significativa de todas – sempre com uma trama em menor escala, que nunca possui grande repercussão no universo do MCU como um todo. E bem, parecia que eles haviam pego o jeito para a coisa, sempre com “o filme de assalto” do estúdio, assim como os filmes do ‘Homem-Aranha’ são centrados em escalas menores e mais urbanas. Afinal nem tudo precisa ter uma ameaça cósmica.

Porém, fica difícil defender o caso depois do horrendo ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania‘ (2023). Mas aqui falamos do primeiro, você lembra do hype? Depois da saída de Edgar Wright, muitos perderam o interesse, mas o resultado foi melhor que todos esperavam. Um ponto extremamente positivo e comentado na época foi ter Paul Rudd como o protagonista. E a sacada de mestre ao introduzir dois Homens-Formiga no mesmo filme, com o veterano Hank Pym já aposentado. Justamente por causa disso, o longa original ainda recebe muito carinho dos fãs.

Criadores de ‘Fantasmas’ estão desenvolvendo nova comédia sobrenatural com VAMPIROS

De acordo com o The Hollywood Reporter, a CBS deu sinal verde para a produção de um episódio piloto de ‘Eternally Yours‘, uma comédia sobrenatural focada em uma família de vampiros.

Joe PortJoe Wiseman, criadores do remake americano de ‘Fantasmas‘, serão responsáveis pelo projeto.

Na trama…

“Um casal de vampiros casados há muito tempo — ou seja, há mais de 500 anos — tem dificuldades para aceitar o humano que está namorando sua filha.”

O site afirma que o projeto está em desenvolvimento desde agosto de 2024.

Port e Wiseman irão escrever o episódio piloto, além de servirem como produtores executivos ao lado de Eric Tannenbaum, Kim Tannenbaum e Jason Wang.

Vale lembrar que ‘Fantasmas‘ se tornou uma das comédias mais aclamadas e populares da CBS. A trama segue um casal que herda uma casa no campo, mas acaba descobrindo que ela está cheia de espíritos.

Com as duas primeiras temporadas disponíveis no catálogo brasileiro da Netflix, a produção retornará com o quinto ciclo no dia 16 de outubro, nos EUA.

‘Reacher’: Alan Ritchson sofre acidente nas gravações da 4ª temporada

Através do seu Instagram, Alan Ritchson (‘Velozes e Furiosos 10’) revelou ter sofrido um acidente durante as gravações da 4ª temporada da série de ação ‘Reacher‘.

Com um evidente hematoma logo acima de seu olho, o ator brincou: “Sim, estou com um pequeno roxo. Filmar ‘Reacher’ tem sido difícil este ano.”

Vale lembrar que essa não é a primeira vez que o astro se machuca nos bastidores da produção. Durante as gravações da terceira temporada, ele foi nocauteado de verdade durante uma cena de luta ao ser arremessado em uma mesa de madeira.

Confira a publicação e siga o CinePOP no Youtube:

Lembrando que as três primeiras temporadas estão disponíveis na plataforma de streaming.

Baseado no terceiro livro da saga de Lee Child, intitulado Acerto de Contas, a terceira temporada jogará Jack Reacher no coração de uma vasta empresa criminosa ao tentar resgatar um informante disfarçado da DEA cujo tempo está se esgotando. Trabalhando disfarçado, ele encontra um novo mundo de segredos e violência — e confronta alguns negócios inacabados de seu próprio passado.

Nick Santora (‘Scorpion’) é o showrunner da série.

O elenco ainda conta com Maria Sten, Anthony Michael Hall, Sonya Cassidy, Brian Tee, Johnny Berchtold e Roberto Montesinos.

Homem de costas, logo 'Reacher', nova temporada em fevereiro

Bomba! Pedro Pascal é acusado de comportamento IMPRÓPRIO por internautas, mas fãs rebatem

Pedro Pascal, o ator escalado para viver Reed Richards/Senhor Fantástico emQuarteto Fantástico: Primeiros Passos’, encontra-se no centro de uma polêmica. Internautas têm questionado seu comportamento com as colegas de elenco nas redes sociais.

O ator, que alega sofrer de ansiedade, costuma trocar afeto física com as atrizes para se acalmar. Contudo, essa atitude foi interpretada por alguns como inapropriada, sendo rotulada de “maldosa” e “ligeiramente assediadora”.

Confira alguns dos comentários que surgiram online:

“Curioso como Pedro Pascal nunca parece sentir ‘ansiedade’ quando está com colegas de trabalho homens”, disse

Pedro Pascal no modo: ‘Ai, eu tenho ansiedade ‘”, escreveu.

Pedro Pascal tentando encontrar a bunda feminina mais próxima depois de ter uma leve crise de ansiedade”, afirmou.

Pedro Pascal acalmando sua ansiedade”, ironizou.

Por outro lado, muitos internautas saíram em defesa do ator, alegando que suas colegas de elenco parecem confortáveis com sua presença e não se incomodam com suas ações.

“Grande parte dos gestos de carinho parte da própria Vanessa, que claramente demonstra estar à vontade ao lado dele. Além disso, esse tipo de afeto não é exclusivo com colegas mulheres: Pedro é conhecido por ser igualmente carinhoso com amigos homens como Oscar Isaac, Chris Evans e Ebon Moss-Bachrach. Isso mostra que ele é apenas uma pessoa espontânea e afetuosa no ambiente de trabalho.

Essa campanha de difamação começou nos Estados Unidos, impulsionada por grupos que se opõem às posições políticas do ator — principalmente seu apoio às pessoas trans e outras minorias.

O mais curioso (e trágico) é ver essas acusações sendo replicadas no Brasil por gente que, ironicamente, diz apoiar as mesmas causas que Pedro defende. Mas basta um tweet viral com julgamento raso para que o “twitteiro médio” — com seu intelecto de símio carente — entre no efeito manada. Sem refletir, sem buscar contexto, só repetindo o que leu. Porque o pai foi ausente, a terapia é cara, e atacar alguém na internet é mais fácil do que olhar pra si mesmo. Aí surge esse moralismo de mentira, onde a indignação é performática e o alvo, muitas vezes, sequer fez algo de errado.

É tão forçado que beira a sátira”, destacou.

Pedro Pascal demonstra afeto físico com mulheres de forma natural e respeitosa, sem sexualizar o momento. Muitos homens simplesmente não conseguem entender isso, porque, para eles, toda interação com uma mulher é filtrada pela sexualização”, afirmou.

“‘Pedro pascal deixa as mulheres desconfortáveis'”, mulheres com Pedro pascal, ironizou.

“Engraçado ver tantos homens reclamando do Pedro, mas ninguém fala nada sobre a Vanessa — que, aliás, é quem inicia quase todos os toques, rs. Estão agindo como se ele fosse um predador, quando, literalmente, em todos os vídeos, ela também está envolvida. Se a Vanessa estivesse desconfortável, duvido muito que colocaria a mão dele na própria barriga grávida e o chamaria de ‘bebê’.

Eles estão promovendo um filme onde interpretam um casal que tem um filho. Com certeza o time de marketing orientou os dois a demonstrarem química fora das telas também — faz parte do jogo.

David Corenswet e Rachel Brosnahan também têm agido como um casal nas entrevistas, e ninguém está apontando o dedo para o David. É bem estranho ver tanta gente tentando pintar o Pedro como algo sinistro, quando ele claramente não está fazendo nada que deixe a Vanessa desconfortável. E, sejamos honestos: ele provavelmente nem é heterossexual — o que talvez ajude a explicar a naturalidade entre eles. São apenas amigos”, defendeu.

Lembrando que ‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’, novo filme do ator, já está em cartaz nos cinemas nacionais.

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Ambientado em um vibrante mundo retrofuturista inspirado nos anos 1960, ‘O Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘ apresenta a Primeira Família da Marvel—Reed Richards/Senhor Fantástico (Pedro Pascal), Sue Storm/Mulher Invisível (Vanessa Kirby), Johnny Storm/Tocha Humana (Joseph Quinn) e Ben Grimm/Coisa (Ebon Moss-Bachrach)—enquanto enfrentam seu maior desafio até agora. Forçados a equilibrar seus papéis como heróis e a força dos laços familiares, eles devem defender a Terra de um deus espacial voraz chamado Galactus (Ralph Ineson) e seu enigmático arauto, o Surfista Prateado (Julia Garner). E como se o plano de Galactus para devorar o planeta inteiro e todos nele já não fosse ruim o suficiente, a ameaça se torna ainda mais pessoal.

O longa é dirigido por Matt Shakman.

‘A Lenda de Vox Machina’ é RENOVADA para a 5ª e ÚLTIMA temporada

O Prime Video renovou oficialmente a série animada ‘A Lenda de Vox Machina‘ para a 5ª temporada – que também será a última da produção.

“Parabéns aos nossos colaboradores criativos da Critical Role e da Titmouse por darem vida à incrível história de ‘A Lenda de Vox Machina’ para nossos clientes globais do Prime Video,” declarou Melissa Wolfe, chefe de animação da Amazon MGM Studios. “Conquistar cinco temporadas é um marco significativo para todos os envolvidos, e mal podemos esperar para que os fãs vejam o que planejamos para a épica temporada final.”

Além disso, um clipe inédito do quarto ciclo foi divulgado na SDCC 2025.

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Sem data de estreia, a próxima temporada será lançada apenas em 2026.

A trama acompanha o grupo de desajustados Vox Machina, um time de improváveis heróis que gosta de beber e brigar. Eles recebem a missão de salvar o reino de Exandria de uma ameaça mortal que utiliza magias ocultas e obscuras. Durante o percurso, eles terão de enfrentar diversos inimigos poderosos, testando não apenas suas habilidades em batalha, mas também seu vínculo enquanto grupo.

A série foi criada por Matthew Mercer, que também estrela a produção.

A produção ainda conta com as vozes de Ashley JohnsonTravis WillinghamLaura BaileyLiam O’BrienTaliesin JaffeMarisha RaySam Riegel.

‘Avatar: Seven Havens’: Nova série ganha primeira imagem oficial; Confira!

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Uma nova produção derivada do universo de Avatar: A Lenda de Aang está a caminho. Intitulada Avatar: Seven Havens, a série animada será a sequência de Avatar: A Lenda de Korra e acaba de ter sua primeira imagem divulgada.

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Conforme a Variety, a nova série terá 26 episódios de meia hora, divididos em duas temporadas — ou Livros 1 e 2, no estilo tradicional de “Avatar”.

‘Seven Havens’ vem dos criadores originais de ‘Avatar’, Michael DiMartino e Bryan Konietzko, através do selo Avatar Studios, da Nickelodeon Animation em Burbank.

A sinopse oficial revela detalhes intrigantes da trama: “A história se passa em um mundo devastado por um cataclismo. Uma jovem dobradora de terra descobre que é a nova Avatar após Korra, mas, nessa era perigosa, esse título a marca como destruidora da humanidade, não como sua salvadora. Caçada por inimigos humanos e espirituais, ela e sua irmã gêmea desaparecida precisam desvendar suas origens misteriosas e salvar os Sete Refúgios antes que os últimos redutos da civilização colapsem”.

‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’: Ralph Ineson DETONA balde gigante de pipoca do Galactus

Ralph Ineson, o ator que dá voz e vida a Galactus em Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’, comentou recentemente sobre os baldes de pipoca promocionais do filme, que apresentam o temível Devorador de Mundos.

Segundo o Games Radar, Ineson explicou que o rosto do balde não foi modelado no dele e que apenas “pessoas muito ricas” provavelmente conseguirão adquirir o item.

“É a cabeça do Galactus com olhos brilhantes, [é] uma coisa enorme. Não se parece comigo. Não é meu rosto”, explicou o ator.

A colega de elenco, Julia Garner, brincou: “80 dólares?! Eles deviam te dar um balde!”, ao que Ineson respondeu: “Deveriam, mas eu preferia que parecesse comigo, sabe? Mas sim, isso é realmente estranho, para ser sincero. Não vou mentir, é esquisito… esquisito”.

Confira vídeo, fotos e siga o CinePOP no Youtube:

 

O filme já está em exibição nos cinemas nacionais.

Assista nossa crítica:

Ambientado em um vibrante mundo retrofuturista inspirado nos anos 1960, ‘O Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘ apresenta a Primeira Família da Marvel—Reed Richards/Senhor Fantástico (Pedro Pascal), Sue Storm/Mulher Invisível (Vanessa Kirby), Johnny Storm/Tocha Humana (Joseph Quinn) e Ben Grimm/Coisa (Ebon Moss-Bachrach)—enquanto enfrentam seu maior desafio até agora. Forçados a equilibrar seus papéis como heróis e a força dos laços familiares, eles devem defender a Terra de um deus espacial voraz chamado Galactus (Ralph Ineson) e seu enigmático arauto, o Surfista Prateado (Julia Garner). E como se o plano de Galactus para devorar o planeta inteiro e todos nele já não fosse ruim o suficiente, a ameaça se torna ainda mais pessoal.

O longa é dirigido por Matt Shakman.

Após trailer, ‘Five Nights at Freddy’s 2’ ganha sinopse REVELADORA e fotos

Five Nights at Freddy’s 2‘, aguardada sequência do sucesso de terror da Blumhouse baseado na icônica franquia de jogos, ganhou sinopse oficial.

Confira, com fotos e o trailer dublado da sequência e siga o CinePOP no YouTube:

Em 2023, o fenômeno de bilheteria do terror da Blumhouse, Five Nights at Freddy’s — baseado na famosa série de jogos de Scott Cawthon — se tornou o filme de terror de maior bilheteria do ano. Agora, um novo e chocante capítulo do terror animatrônico começa.

Um ano se passou desde o pesadelo sobrenatural na Freddy Fazbear’s Pizza. As histórias sobre o que aconteceu lá foram distorcidas e viraram uma lenda local exagerada, inspirando o primeiro Fazfest da cidade.

O ex-segurança Mike (Josh Hutcherson) e a policial Vanessa (Elizabeth Lail) esconderam a verdade da irmã de 11 anos de Mike, Abby (Piper Rubio), sobre o destino de seus amigos animatrônicos.

Mas quando Abby foge para se reconectar com Freddy, Bonnie, Chica e Foxy, isso desencadeia uma série assustadora de eventos, revelando segredos sombrios sobre a verdadeira origem da Freddy’s — e libertando um horror há muito esquecido, escondido por décadas.

O elenco de Five Nights at Freddy’s 2 conta com os retornos de Theodus Crane como Jeremiah e do lendário Matthew Lillard como William Afton. O filme apresenta novos personagens interpretados por Freddy Carter (Sombra e Ossos, Pennyworth), Wayne Knight (Jurassic Park, Seinfeld), Mckenna Grace (franquia Ghostbusters, Annabelle 3) e o ícone do terror Skeet Ulrich (Pânico, Riverdale).

Skeet Ulrich foi confirmado no elenco e voltará a contracenar com Matthew Lillard, seu parceiro de cena em ‘Pânico‘ (1996), filme que os consagrou como ícones do terror slasher nos anos 1990.

Ainda não há detalhes oficiais sobre o personagem que Ulrich interpretará, mas espera-se que ele desempenhe um papel central na nova fase da história, que promete expandir o universo sombrio e animatrônico de Freddy Fazbear’s Pizza. Lillard, que apareceu no primeiro filme como William Afton — o grande vilão da franquia — deve ter participação ainda mais destacada na sequência.

O primeiro ‘Five Nights at Freddy’s‘ estreou em 2023 e se tornou um sucesso de bilheterias, arrecadando mais de US$ 280 milhões mundialmente, mesmo com lançamento simultâneo na plataforma Peacock. O filme superou as expectativas da Universal e da Blumhouse e garantiu rapidamente a aprovação para uma continuação.

A reunião de Ulrich e Lillard já está sendo celebrada pelos fãs nas redes sociais, relembrando a química entre os dois como Billy Loomis e Stu Macher em ‘Pânico‘, dupla de assassinos que marcou uma geração. Desde então, os atores trilharam caminhos distintos, mas sempre mantiveram laços com o terror e o suspense em suas carreiras.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 4 de dezembro.

O elenco conta com o retorno de Josh Hutcherson, Elizabeth Lail, Piper Rubio e Matthew Lillard, além de introduzir Mckenna Grace e Wayne Knight.

Emma Tammi retorna à direção.