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Trump considera seriamente PERDOAR Sean “Diddy” Combs antes da sentença, dizem fontes da Casa Branca

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O presidente Donald Trump está avaliando conceder um perdão presidencial total a Sean “Diddy” Combs, fundador da Bad Boy Records, antes de sua sentença marcada para 3 de outubro deste ano. A informação foi revelada com exclusividade pelo Deadline, com base em fontes ligadas à Casa Branca.

Condenado por transporte com fins de prostituição em julho, após um julgamento de oito semanas por acusações de tráfico sexual e conspiração, Combs escapou das acusações mais graves, mas ainda pode enfrentar entre dois a três anos de prisão federal. O artista está preso desde setembro de 2024 no Metropolitan Detention Center, no Brooklyn, após ter seu pedido de fiança de US$ 50 milhões repetidamente negado.

Apesar da equipe de defesa de Combs, liderada pelos advogados Marc Agnifilo e Teny Gerago, não comentar sobre o assunto, fontes próximas ao artista confirmaram que aliados pessoais e profissionais têm pressionado a Casa Branca por um indulto. Um funcionário da administração declarou apenas que “a Casa Branca não comentará sobre a existência ou inexistência de qualquer pedido de clemência”.

De amigos a opositores — a relação Trump e Diddy
Trump e Combs se conhecem há décadas e, durante os anos 1990 e 2000, frequentavam os mesmos círculos de elite em Nova York. Em 2012, o então empresário do ramo imobiliário chegou a chamar o rapper de “bom amigo”. Porém, a relação azedou durante o governo Trump, com Diddy se tornando crítico feroz da administração e declarando apoio a Joe Biden em 2020.

Mesmo assim, em maio de 2025, durante a realização do julgamento, Trump afirmou publicamente: “Certamente olharia os fatos se achasse que alguém foi tratado injustamente, gostem de mim ou não.”

Justiça sob pressão
O caso de Combs foi conduzido pela promotora Maurene Comey, filha do ex-diretor do FBI James Comey, desafeto de Trump. Após o veredito parcial, a promotora foi demitida abruptamente do cargo de procuradora assistente do Distrito Sul de Nova York. Em comunicado, ela afirmou: “O medo é a ferramenta de um tirano, usado para suprimir o pensamento independente”.

Enquanto isso, Trump enfrenta pressão crescente de sua base MAGA para liberar documentos relacionados ao falecido criminoso sexual Jeffrey Epstein — assunto que voltou à tona após uma reportagem do Wall Street Journal detalhar a amizade entre Trump e Epstein. O ex-presidente, em retaliação, entrou com um processo bilionário contra o conglomerado de mídia de Rupert Murdoch.

50 Cent contra perdão
Enquanto Trump considera o indulto, o rapper Curtis “50 Cent” Jackson prometeu agir contra. “Vou entrar em contato para ele saber exatamente o que penso sobre esse cara”, publicou o artista nas redes sociais, referindo-se a Combs.

Próximos passos
A defesa de Combs ainda tenta, sem sucesso, garantir sua libertação antes da sentença. O juiz Arun Subramanian deu até 30 de julho para que a promotoria e os advogados apresentem um plano detalhado de soltura temporária. No entanto, tudo indica que as partes não chegarão a um acordo comum. Até o momento, mais documentos da defesa podem ser protocolados.

Seja qual for a decisão final de Trump, ela poderá se tornar mais um elemento polêmico na intersecção entre justiça criminal, cultura pop e política americana.

sean diddy

Sobre a condenação

Diddy foi oficialmente condenado por duas acusações de transporte com o objetivo de prostituição. No entanto, ele foi considerado inocente de três acusações mais graves: duas de tráfico sexual e uma de associação criminosa, conforme a Variety.

Diddy pode enfrentar até 10 anos de prisão por cada uma das duas condenações.

Apesar de ainda poder passar décadas atrás das grades, o clima entre sua equipe de defesa era de comemoração. Após o júri anunciar o veredito dividido, Combs ergueu o punho e sussurrou “obrigado” aos jurados.

A reportagem destaca que ele aparentava estar aliviado e eufórico, apertando a mão de seus advogados, voltando-se para a família e iniciando uma salva de palmas. Quando o júri leu o primeiro veredito de “inocente”, houve suspiros na sala do tribunal. Familiares de Combs e sua equipe jurídica começaram a chorar.

Cerca de uma hora depois, ao deixarem o tribunal e entrarem em uma van Sprinter, os filhos e filhas de Combs esboçaram sorrisos contidos enquanto uma multidão erguia câmeras sobre suas cabeças e gritava: “Liberdade! Liberdade!”.

sean combs

A defesa está atualmente pedindo que Combs seja liberado antes da data da sentença, propondo uma fiança de US$ 1 milhão. Os promotores federais disseram que os advogados de Combs estão minimizando a gravidade da condenação e que existe um “risco real” em deixá-lo em liberdade.

O juiz afirmou que irá considerar a lei antes de tomar uma decisão.

O júri chegou ao veredito após um julgamento exaustivo de oito semanas, no qual 34 testemunhas prestaram depoimentos contra o magnata do hip-hop e fundador da gravadora Bad Boy Records.

sean diddy combs rapper

Combs, outrora um titã das indústrias da música e da moda, foi acusado de coagir várias mulheres a participarem de “freak-offs”, maratonas sexuais de vários dias com uso de drogas e acompanhantes masculinos que ele levava de um estado a outro.

A defesa argumentou que Combs pagava aos homens pelo seu “tempo” e que os encontros sexuais aconteciam naturalmente entre três adultos consentindo. Enquanto a acusação rebateu dizendo que a ideia de que os acompanhantes não eram pagos por sexo “não passa nem no teste do riso” e que, quando Combs entregava maços de dinheiro ao fim dos encontros, não era pela “conversa brilhante” deles.

A defesa considera a absolvição de Combs nas acusações de tráfico sexual e associação criminosa uma grande vitória.

ENTENDA O CASO

‘Desenhos’ ganham vida no trailer LEGENDADO da nova fantasia familiar; Confira!

A Paris Filmes divulgou o trailer legendado do filme de fantasia ‘Desenhos‘.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 28 de agosto.

Quando o caderno de desenhos de uma jovem garota cai em um lago estranho, suas criações, imprevisíveis, caóticas e perigosamente reais, ganham vida. À medida que a cidade se torna um caos, ela e o irmão precisam rastrear as criaturas antes que elas deixem danos permanentes.

Seth Worley é responsável pela direção.

O elenco conta com Tony Hale (‘Arrested Development’), D’Arcy Carden (‘The Good Place’), Bianca Belle (‘A Mulher no Lago’) e Kue Lawrence.

Crítica | Demi Lovato aposta nas incursões do house e da música eletrônica com o inédito single “Fast”

Após ganhar notoriedade no Disney Channel com produções como ‘Camp Rock’‘Sunny Entre Estrelas’, a cantora, compositora e antiga atriz Demi Lovato se lançou a uma carreira musical de reconhecimento significativo, principalmente por ser uma ex-act. Eternizando alguns hits como “Remember December”Confident“Heart Attack”“Cool for the Summer”, Lovato logo mostrou uma predileção clara pelas incursões do rock, fazendo questão de infundir cada uma de suas investidas mercadológicas com elementos do gênero.

Em 2018, Lovato teve um lapso após seis anos de sobriedade e sofreu uma overdose em virtude de opioides, motivo pelo qual lançou a canção “Sober”, pedindo desculpas aos fãs pela “fraqueza”. Após entrar em uma clínica de reabilitação, agradeceu o apoio dos fãs e comentou que contaria ao mundo pelo que passou quando estivesse bem, criticando aqueles que criavam histórias fantasiosas sobre sua vida – e garantindo que ela, de fato, mergulhasse no rock. Não é surpresa que seu mais recente álbum de estúdio tenha sido o elogiado Holy Fvck, que caiu na graça de seus fãs e reiterou a predileção da performer pela expressividade gritante de um estilo musical que considerávamos morto.

Agora, três anos depois de seu último compilado de originais, Lovato abre uma nova página de sua carreira com o lançamento inesperado de “Fast”lead single de seu vindouro nono álbum de estúdio. A faixa se afasta por completo das investidas mais recentes da artista ao funcionar como uma celebração em convergência de inúmeras ramificações do pop, seja na exploração modernizada do diva house e dos característicos elementos das batidas four-on-the-floor, que unem os anos 1990 com a contemporaneidade em uma construção mais abrandada e sensual; seja em esquadrinhações que incluem a música eletrônica e o electro-dance característicos dos anos 2010 – promovendo uma aproximação aos pop bangers de Britney SpearsLady Gaga à medida que trilha sua identidade.

Lovato, aqui, fica responsável por assinar a letra da música ao lado de uma gama de compositores que se afastam da maximização e optam pela nostalgia – ainda que certas repetições existam. Todavia, é muito interessante e divertido ver a performer resgatar suas eras de maior glória no cenário fonográfico e arquitetar uma narrativa conhecida e bastante funcional sobre dois amantes que explodem em química e paixão (“não tenho certeza se já me senti assim antes”“eu quero ir a qualquer lugar, qualquer lugar que você esteja” são alguns dos versos que compõe a empreitada e reiteram esse enredo quase carnal).

Através de breves três minutos de duração, Lovato tem plena ciência do que está fazendo e, de maneira autossuficiente, reclama seu lugar no show business sem intenções mercadológicas baratas – e sim entregando um presente para seus fãs. Unindo-se ao produtor Kevin “Zhone” Hickey, somos convidados para uma jornada que inclusive singra por momentâneas inclinações do deep house e pelo uso constante de sintetizadores, em contraste com uma rendição vocal que foge do exagero antêmico e que preza por um escopo mais intimista e narcótico.

É claro que, como lead single, alguns equívocos não podem ser deixados de lado; mas “Fast” eventualmente posa como uma ressurgência inicial de uma artista que ainda tem muito a nos contar e que, por essa razão, merece ser apreciada na ideia que calca desde os primeiros segundos.

50 Cent comemora recusa de Trump para perdão presidencial a P. Diddy

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Curtis “50 Cent” Jackson não perdeu tempo para provocar seu antigo desafeto, Sean “Diddy” Combs, após o presidente Donald Trump afirmar publicamente que não pretende conceder, por enquanto, um perdão presidencial ao artista e empresário condenado por crimes ligados à prostituição.

Por meio do Instagram, 50 Cent ironizou a tentativa de Diddy e fez piada com as investidas do artista em tentar se livrar de sua condenação.

“Você acredita que ele achou que ia ser perdoado? Não, senhor. Você disse coisas muito desagradáveis”, publicou 50 Cent, acompanhando a legenda com uma imagem gerada por IA zombando da situação. A comemoração do rapper vem após semanas de especulações sobre um possível indulto, inclusive com campanhas discretas de aliados de Combs pressionando o entorno de Trump.

Confira o post:

Na última sexta-feira (01), em entrevista ao canal conservador Newsmax, Trump jogou um balde de água fria nos apoiadores de Diddy ao dizer que, apesar de considerá-lo “meio inocente”, não vê com bons olhos o perdão: “Eu era muito amigo dele, mas quando entrei na política, ele foi muito hostil. Isso torna as coisas mais difíceis.”

O presidente chegou a dizer que consideraria casos de pessoas que, mesmo sem afinidade com ele, tivessem sido injustiçadas — mas no caso de Combs, sua mágoa pessoal pareceu pesar mais.

Combs foi absolvido das acusações mais graves, como tráfico sexual e conspiração, mas foi considerado culpado por transportar pessoas com a intenção de envolvê-las em prostituição.

Ele permanece detido e enfrenta uma possível sentença de vários anos de prisão, com julgamento marcado para 2 de outubro. A promotoria federal quer impedir que ele aguarde o recurso em liberdade, mesmo com a oferta de fiança de US$ 50 milhões.

Trump, que frequentemente usa sua influência para atingir inimigos políticos e desafetos pessoais, estaria considerando um eventual perdão a Diddy como forma de atacar o setor de Justiça de Nova York e, indiretamente, o ex-diretor do FBI James Comey — pai de Maurene Comey, procuradora-chefe do caso e recém-demitida após a derrota parcial no julgamento.

A disputa entre 50 Cent e Diddy não é nova. Ambos já trocaram farpas publicamente ao longo dos anos, mas a condenação e o momento político atual reacenderam a rivalidade. O rapper, que nos últimos anos demonstrou simpatia por Trump, chegou a declarar anteriormente que tentaria convencê-lo a não conceder o perdão.

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Sobre a condenação

Diddy foi oficialmente condenado por duas acusações de transporte com o objetivo de prostituição. No entanto, ele foi considerado inocente de três acusações mais graves: duas de tráfico sexual e uma de associação criminosa, conforme a Variety.

Diddy pode enfrentar até 10 anos de prisão por cada uma das duas condenações.

Apesar de ainda poder passar décadas atrás das grades, o clima entre sua equipe de defesa era de comemoração. Após o júri anunciar o veredito dividido, Combs ergueu o punho e sussurrou “obrigado” aos jurados.

A reportagem destaca que ele aparentava estar aliviado e eufórico, apertando a mão de seus advogados, voltando-se para a família e iniciando uma salva de palmas. Quando o júri leu o primeiro veredito de “inocente”, houve suspiros na sala do tribunal. Familiares de Combs e sua equipe jurídica começaram a chorar.

Cerca de uma hora depois, ao deixarem o tribunal e entrarem em uma van Sprinter, os filhos e filhas de Combs esboçaram sorrisos contidos enquanto uma multidão erguia câmeras sobre suas cabeças e gritava: “Liberdade! Liberdade!”.

sean combs

Combs, outrora um titã das indústrias da música e da moda, foi acusado de coagir várias mulheres a participarem de “freak-offs”, maratonas sexuais de vários dias com uso de drogas e acompanhantes masculinos que ele levava de um estado a outro.

A defesa argumentou que Combs pagava aos homens pelo seu “tempo” e que os encontros sexuais aconteciam naturalmente entre três adultos consentindo. Enquanto a acusação rebateu dizendo que a ideia de que os acompanhantes não eram pagos por sexo “não passa nem no teste do riso” e que, quando Combs entregava maços de dinheiro ao fim dos encontros, não era pela “conversa brilhante” deles.

A defesa considera a absolvição de Combs nas acusações de tráfico sexual e associação criminosa uma grande vitória.

ENTENDA O CASO

‘Terrifier 3’ chega ao streaming; Saiba onde assistir!

terrifier 3

A sequência ‘Terrifier 3‘ já está disponível no catálogo brasileiro do Prime Video.

Na trama, depois de sobreviverem ao último massacre, Sienna (Lauren LaVera) e o seu irmão Jonathan (Elliot Fullman) tentam deixar o passado para trás. Mas, Art (David Horward Thomton), o Palhaço Assassino, volta para transformar o Natal em um novo pesadelo, com as mortes brutais e o humor sarcástico dele.

Sucesso nos cinemas, o terror conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 90 milhões nas bilheterias mundiais – o que representa mais de 45 vezes o valor de seu orçamento, que girou em torno de US$ 2 milhões.

Além disso, a continuação alcançou 78% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

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Machine Gun Kelly diz que RECUSOU teste para ‘Pecadores’ por causa de “polêmica palavra”; Saiba qual!

Durante uma entrevista no The Pat McAfee Show na última quinta-feira (31), Machine Gun Kelly revelou que recusou fazer um teste para o filme ‘Pecadores‘, de Ryan Coogler, por conta de uma exigência no roteiro: o uso da palavra com N, um termo ofensivo e racialmente carregado. Segundo o cantor e ator, essa foi a razão que o levou a não prosseguir com o papel de um dos vampiros da trama.

“Eles me chamaram para fazer o teste, seria o segundo vampiro, aquele que está na casa — o cara que chega e devora a família. Mas no teste ele tinha que dizer a palavra com N, e eu não faria isso,” explicou Kelly.

Ele mencionou que deseja atuar mais no cinema, mas que prefere esperar por projetos que estejam alinhados com seus valores: “Estou no tempo do universo. Os anjos vão alinhar algo.”

O papel em questão parece ter sido o de Bert, um ex-integrante da KKK transformado em vampiro pelo personagem Remmick, interpretado por Jack O’Connell. No corte final do filme, o papel ficou com o ator Peter Dreimanis.

Mesmo com o interesse contínuo em atuar, MGK afirmou que só aceitará papéis que estejam em sintonia com sua consciência:

“Houve vários filmes que eu vi depois e pensei, ‘poxa, eu ia estar nesse’. Mas não vale tudo por um papel”.

A atitude foi elogiada ao vivo no programa pelo co-apresentador Darius Butler, que lhe deu um soquinho de apoio pela decisão.

Pecadores‘, que estreou no HBO Max e vem acumulando bons números de audiência, é estrelado por Michael B. Jordan, Hailee Steinfeld e Miles Caton.

MGK segue com seus planos na música — seu novo álbum, Americana, será lançado no dia 8 de agosto.

Jayme Lawson, Delroy Lindo, Wunmi Mosaku, Omar Miller, Li Jun Li, Jack O’Connell e Christian Robinson,

Na trama, os irmãos gêmeos retornam à sua cidade natal tentando fugir de vidas marcadas por violência e arrependimento. Mas o refúgio rapidamente se transforma em pesadelo quando eles descobrem uma ameaça ainda maior — e sobrenatural — à espreita.

Com elementos de terror psicológico, drama familiar e vampirismo, ‘Pecadores‘ foi aclamado pela crítica e pelo público desde sua estreia nos cinemas, sendo elogiado por sua abordagem visceral e socialmente carregada, marca registrada do diretor de ‘Pantera Negra‘ e ‘Creed‘.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Thiago Lacerda, Claudia Ohana e mais celebridades são eternizados na “Calçada da Fama” do Bonito CineSUR

A terceira edição do BONITO CINESUR – FESTIVAL DE CINEMA SUL-AMERICANO recebeu na tarde da última quinta-feira (31), no Centro de Convenções de Bonito, os consagrados atores Claudia Ohana e Thiago Lacerda para celebrarem o cinema e a natureza no projeto “As Pegadas da Memória do Cinema Sul-Americano”, ação criada em parceria com a Prefeitura de Bonito, que une arte e meio ambiente em uma homenagem simbólica aos grandes nomes do audiovisual sul-americano.

Confira o vídeo e fotos:

Diretor Aurélio Michiles, roteirista Luiz Carlos Lacerda, atriz Claudia Ohana, diretor José Eduardo Belmonte, artista plástico, Humberto Espíndola e ator Thiago Lacerda em frente suas placas

A iniciativa propõe o resgate da memória cultural e a conexão entre o ser humano e o meio ambiente por meio de um simbolismo: gravar mãos de artistas reconhecidos do audiovisual sul-americano e patas de animais típicos da fauna pantaneira – lado a lado – em esculturas simbólicas. As placas são feitas de ferro, cimento e vidro e foram criadas pelo artista plástico Lula Ricardi.

Thiago Lacerda eternizou sua passagem ao lado das pegadas da Queixada, enquanto Claudia Ohana homenageou o Quati.

“Acho tão legal saber que a gente faz parte da história do cinema nacional. Fazer um festival em Bonito é sensacional e ser homenageada é sempre um privilégio.” declarou a atriz que apresentará, no sábado (02), o encerramento e premiação do festival ao lado de Lacerda. Sobre o projeto, o ator se diz honrado pela participação: “ Ter um espaço como o Pantanal, mágico, se encontrando com a arte, com a cultura, com a educação, do ponto de vista do fomento das manifestações artísticas, é vibrante. O Brasil merece, a América Latina merece”.

Além dos dois, foram homenageados, na tarde de quarta-feira, o diretor e roteirista Luiz Carlos Lacerda (Tatu Galinha), o diretor Aurélio Michiles (Capivara), o diretor José Eduardo Belmonte (Paca), e o artista plástico, Humberto Espíndola (Jacaré). O evento foi realizado no Centro de Convenções de Bonito, mas todas as placas serão expostas posteriormente em uma calçada na Praça da Liberdade, no Centro de Bonito.

A primeira parte do projeto já havia acontecido na última segunda-feira (28), ocasião em que estiveram no festival os atores Ana Brun (tamanduá-mirim), grande nome do cinema paraguaio homenageada no festival, Maeve Jinkings (lobo-guará) e Antônio Pitanga (onça-pintada); a produtora argentina Cecília Diez (papagaio); e o distribuidor Jean Thomas Bernardini (anta).

Gustavo Cegonha, Lula Ricardi, Cecília Diez, Ana Brun, Humberto Espíndola, Antônio PItanga, Josmail Rodrigues, Maeve Jinkings, Nilson Rodrigues, Andrea Freire e Jean Thomas Bernardini - Créditos: ©️ Fotografando Bonito
Gustavo Cegonha, Lula Ricardi, Cecília Diez, Ana Brun, Humberto Espíndola, Antônio PItanga, Josmail Rodrigues, Maeve Jinkings, Nilson Rodrigues, Andrea Freire e Jean Thomas Bernardini – Créditos: ©️ Fotografando Bonito

O idealizador do Festival de Cinema, Nilson Rodrigues, diz que a iniciativa servirá, sobretudo, como memória para a cidade com o registro de personalidades sul-americanas que fazem a história do audiovisual e que serão retratadas ao longo dos anos, durante a realização dos próximos festivais.

“Nós vamos registrar aqui em Bonito esses artistas sul-americanos, brasileiros e sul-mato-grossenses que fazem a história do cinema e do audiovisual. Vamos ter as patas dos animais ao lado das patas humanas. Como nós estamos em Bonito, esse paraíso ecológico, vamos dizer que os humanos e os animais caminham juntos. É isso que tem significado para a Terra. Somos uma coisa só e precisamos salvar o planeta”, disse Rodrigues. 

JD Vance ironiza POLÊMICA sobre comercial de Sydney Sweeney: “Se acha bonita, é nazista?”

O vice-presidente dos EUA, JD Vance, aproveitou a controvérsia em torno do comercial de jeans estrelado por Sydney Sweeney para provocar os democratas — mesmo sem qualquer declaração oficial do partido sobre o tema.

Durante participação no podcast conservador Ruthless, Vance ironizou:

“Meu conselho político para os democratas é: continuem dizendo que quem acha a Sydney Sweeney bonita é nazista. Isso parece ser a estratégia atual deles.”

A fala faz referência ao intenso debate nas redes sociais sobre um comercial da atriz para a marca American Eagle, em que ela aparece com roupas justas e apresentação hipersexualizada. Parte da discussão online associou a estética do comercial à ideais nacionalistas — o que gerou respostas acaloradas e polarizadas.

Para Vance, o episódio expõe o que ele considera uma desconexão dos democratas com o “americano médio”.

“Você tem uma garota bonita, americana, fazendo um anúncio normal de jeans e eles enlouquecem com isso. É como se tivessem aprendido nada com a eleição de novembro de 2024,” afirmou, referindo-se à vitória do Partido Republicano na última eleição presidencial.

O vice-presidente ainda acusou o Partido Democrata de se afastar dos valores tradicionais:

“Grande parte do que os democratas fazem hoje gira em torno da hostilidade à vida americana básica. Uma garota bonita, num comercial de jeans, e eles surtam. Isso diz muito mais sobre eles do que sobre nós.”

A equipe da atriz Sydney Sweeney não comentou oficialmente sobre o caso até o momento. O comercial, por sua vez, continua circulando nas redes e dividindo opiniões — e, agora, servindo como novo combustível na guerra cultural entre direita e esquerda nos EUA.

O comercial mostra Sweeney falando sobre genética — “Genes são passados de pais para filhos, determinando coisas como cor dos olhos ou cabelo. Meus jeans são azuis.” —, fez alguns críticos acusarem a marca de reforçar ideais eurocêntricos e de beleza excludente, por escolher uma mulher branca, magra e loira como símbolo dos “melhores genes da América”.

Confira o comercial:

Enquanto o comercial continua circulando com alto engajamento nas redes sociais, o debate reacende uma velha polarização cultural entre representatividade, padrões de beleza e liberdade de criação na publicidade.

E agora, com a Casa Branca e comentaristas políticos entrando na discussão, a campanha da American Eagle acabou se tornando um inesperado símbolo da guerra cultural americana.

Uniforme COMPLETO do Homem-Aranha é REVELADO no segundo teaser de ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’

Homem-Aranha: Um Novo Dia - Uniforme

Homem-Aranha: Um Novo Dia’, novo filme da Sony em parceria com a Marvel Studios, teve seu segundo teaser divulgado.

Dessa vez podemos ver mais detalhes do novo uniforme que será usado pelo herói.

Confira os teasers:

 

O universo do Homem-Aranha vai ganhar reforços de peso em . A produção, que marca a continuação da jornada de Peter Parker interpretado por Tom Holland, acaba de confirmar o retorno de Mark Ruffalo ao papel de Bruce Banner, o Hulk — personagem que o ator vive desde Os Vingadores (2012).

Os rumores sobre a participação de Ruffalo já circulavam nos bastidores, mas a confirmação veio com o avanço do roteiro e o início iminente das filmagens, que estão programadas para começar ainda neste mês, no Reino Unido.

Além de Ruffalo, o elenco traz de volta Michael Mando, conhecido por seu trabalho em Better Call Saul, no papel do vilão Escorpião. O personagem apareceu pela primeira vez em Homem-Aranha: De Volta ao Lar (2017), e agora retorna como uma ameaça ainda maior para o herói.

E as novidades não param por aí. O longa também contará com o retorno de Jon Bernthal como o anti-herói Justiceiro (The Punisher). Esta será a primeira vez que o personagem aparece nas telonas dentro do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel), desde a sua última aparição em Punisher: War Zone (2008), onde foi interpretado por Ray Stevenson.

Assim como nos filmes anteriores, a nova produção segue a tradição de colocar o jovem Peter Parker ao lado de figuras mais experientes do universo Marvel. Em De Volta ao Lar, ele dividiu cenas com Tony Stark (Robert Downey Jr.), em Longe de Casa com Nick Fury (Samuel L. Jackson) e em Sem Volta Para Casa com Doutor Estranho (Benedict Cumberbatch). Essa dinâmica remete diretamente à clássica série de quadrinhos Marvel Team-Up, onde o Homem-Aranha frequentemente se unia a outros heróis em aventuras conjuntas.

Embora os detalhes do enredo estejam sendo mantidos em segredo, fontes próximas à produção sugerem que o trio formado por Homem-Aranha, Hulk e Justiceiro terá confrontos intensos antes de se unirem contra um inimigo comum — uma fórmula consagrada nas histórias da Marvel.

O filme está sendo dirigido por Destin Daniel Cretton, responsável por Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis, com roteiro assinado por Chris McKenna e Erik Sommers, veteranos da franquia do Homem-Aranha. A estreia está marcada para 31 de julho de 2026.

‘O Amor Não Tira Férias’, com Kate Winslet, Cameron Diaz e Jude Law, vai ganhar SÉRIE pela Apple TV+

A clássica comédia romântica natalina ‘O Amor Não Tira Férias‘ (The Holiday, no original) ganhará uma nova versão em formato de série limitada pela Apple TV+. Segundo informações confirmadas pela Variety, o projeto está atualmente em fase de desenvolvimento e contará com novos personagens, ainda que mantenha a premissa central do filme de 2006.

A história continuará girando em torno de duas mulheres — uma britânica e uma americana — que decidem trocar de casas durante as festas de fim de ano e acabam encontrando o amor onde menos esperavam.

Diferentemente da versão original estrelada por Kate Winslet, Cameron Diaz, Jude Law e Jack Black, a série focará em protagonistas inéditas.

Krissie Ducker, conhecida por seu trabalho em ‘Killing Eve‘ e ‘Sweetpea‘, será a roteirista principal e produtora executiva da série.

Rob Delaney, co-criador da aclamada série ‘Catastrophe‘, atuará como consultor criativo. A produção ficará a cargo da Left Bank Pictures, responsável por sucessos como ‘The Crown‘. A criadora do filme original, Nancy Meyers, não está envolvida com a nova adaptação.

Lançado em 2006, ‘O Amor Não Tira Férias‘ arrecadou mais de 200 milhões de dólares ao redor do mundo e conquistou uma base fiel de fãs com o passar dos anos.

A trama original mostrava Iris (Winslet), uma jornalista londrina que troca de casa com Amanda (Diaz), dona de uma empresa de trailers de cinema em Los Angeles. No novo cenário, cada uma encontra o amor — Iris com o compositor Miles (Black) e Amanda com Graham (Law), irmão de Iris.

Ainda não há elenco definido, mas a expectativa é de que, uma vez que os papéis principais sejam preenchidos, a Apple TV+ dê sinal verde para a produção.

‘Ransom Canyon’: Casey W. Johnson terá participação regular na 2ª temporada de série da Netflix

Os fãs de ‘Ransom Canyon‘ podem esperar mais da presença de Casey W. Johnson na próxima temporada. O ator, que interpretou Kit Russell de forma recorrente na primeira leva de episódios, foi promovido ao elenco regular para a segunda temporada da série, segundo fontes próximas à produção revelaram à Deadline.

A produção do segundo ano da série está prevista para começar ainda neste outono (do hemisfério norte), em Albuquerque, no Novo México.

Criada por April Blair e baseada nos livros de Jodi Thomas, ‘Ransom Canyon‘ é um drama familiar com fortes elementos de romance e ambientação contemporânea no oeste americano.

A trama acompanha três famílias tradicionais de pecuaristas que disputam o controle de suas terras, de seus legados e de suas próprias vidas, enquanto enfrentam ameaças externas que colocam em risco o modo de vida que lutam para preservar.

No centro dessa disputa está Staten Kirkland (Josh Duhamel), um rancheiro marcado por uma perda devastadora e consumido por um desejo de vingança. Sua única esperança de redenção está em Quinn O’Grady (Minka Kelly), dona do salão de dança da cidade e amiga de longa data da família. Mas o retorno de um forasteiro misterioso traz segredos do passado à tona, intensificando o conflito pela sobrevivência de Ransom.

Kit Russell, personagem de Johnson, é o irmão mais velho de Lucas (Garrett Wareing). Ambos foram marcados pelo abandono e os abusos do pai, que deixou profundas cicatrizes emocionais. Kit assumiu o papel de figura paterna para o irmão mais novo, enquanto Lucas buscava refúgio nos estudos. Além da relação familiar, Kit teve destaque no enredo envolvendo o acidente de carro que matou Randall, filho de Staten, sendo peça-chave na revelação do mistério.

O elenco da primeira temporada também contou com Eoin Macken, Philip Winchester, Lizzy Greene, Andrew Liner e James Brolin.

Crítica | ‘Ransom Canyon’ – Novo “novelão” da NETFLIX decepciona ao mostrar as dores e os amores no mundo dos cowboys

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Baseada na saga homônima escrita por Jodi Thomas, a produção explora a vida no campo, os dramas de uma pequena cidade do interior e a luta de três fazendeiros para perpetuarem o legado de sua famílias através de suas terras.

“Essa é uma série familiar multigeracional. É como uma mistura entre ‘Virgin River’ e ‘Yellowstone’,” declarou Jinny Howe, chefe do departamento de drama do serviço de streaming.

Crítica | ‘Olhos de Wakanda’ é uma boa antologia que acerta e ESCORREGA na mesma medida

Após sua estreia em 2018, Pantera Negra realmente elevou o nível das produções da Marvel Studios ao não apenas se tornou uma das adaptações de HQs mais aclamadas de todos os tempos, como fez história nas principais premiações ao redor do planeta. Não é surpresa que o sucesso imensurável do longa-metragem culminou em uma sequência, Pantera Negra: Wakanda para Sempre’, expandindo a mitologia e introduzindo personagens como Riri Williams (Dominique Thorne) – que viria a protagonizar sua própria série, ‘Coração de Ferro’. E, continuando essas ramificações, somos convidados a conhecer a antologia animada Olhos de Wakanda, que chegou hoje, 1º de agosto, ao catálogo do Disney+.

Através de quatro breves episódios, o projeto navega por aventuras inéditas que se mantêm fiéis ao que já sabemos sobre Wakanda à medida que dá espaço para um grupo conhecido como Hatut Zaraze (Cães de Guerra, na tradução) e uma apaixonante preocupação artística que se equilibra entre a modernidade e o clássico. Há certos deslizes que aparecem mais de uma vez e convencionalismos difíceis de serem varridos para debaixo do tapete – mas o objetivo aqui é garantir um encontro entre passado e presente em um apreço notável por peripécias, cenas de ação bem coreografadas e uma familiaridade aprazível o bastante para nos manter instigados. E, conforme nos aproximamos do final, as tramas convergem para um ponto em comum que abre ainda mais portas para o Universo Cinemático Marvel.

Criada por Todd Harris, a atração bebe bastante de outra recente animação da plataforma de streaming‘Predador: Assassino de Assassinos’. Todavia, essa similaridade não se confere à atmosfera construída, e sim ao fato de convidar o público a uma jornada pelo tempo e pelo espaço, recontando histórias muito conhecidas com um toque de fantasia e de magia. Dessa maneira, passeamos por Creta de 1260 a.C., em que uma guerreira Dora Milaje desonrada recebe a missão de encontrar um dissidente wakandano que se tornou um ditador opressor; pela Grécia Antiga, onde somos convidados a conhecer uma “narrativa não contada” do mito de Aquiles; pela China imperial, em que um soldado enfrenta uma ameaça inesperada ao reaver uma importante relíquia; e pela Guerra Ítalo-Etíope, cujas consequências reverberam quase setecentos anos mais tarde.

Harris não é nenhum novato no gênero super-heroico, mas faz sua estreia como showrunner após ter trabalhado no departamento artístico de títulos como Pantera Negra e ‘Vingadores: Ultimato’, além de ter sido escalado como membro da equipe criativa do subestimado ‘Trem-Bala’, filme de ação estrelado por Brad Pitt. Dessa maneira, o criador tem contato o suficiente com obras do gênero para fornecer uma perspectiva diferenciada em alguns elementos, mas que joga na zona de conforto para garantir um total aproveitamento pelos espectadores. E, comandando todos os capítulos da minissérie, Harris esquadrinha um caminho que desfaz as linhas do tempo-espaço em um atemporal e burlesco espetáculo visual.

De fato, não há muito de novo em se ver por aqui e, da mesma maneira que acerta em cheio em certos quesitos, a animação escorrega em problemas de ritmo e em convencionalismos excessivos que mancham uma bela e ambiciosa estrutura. O primeiro e o terceiro episódios têm um sólido início que soa como uma arquitetura em videogame ganhando vida, em que cada cena convida a presença do público de maneira quase ativa; porém, os incontáveis diálogos e os arquétipos engessados de seus respectivos personagens não conseguem sustentar o que prometem e nos deixam com um gosto agridoce de frustração. Em compensação, o segundo e o quarto capítulos aproveitam seus respectivos backgrounds para focar no entretenimento e em arcos bem construídos e envolventes dentro dos limites de sua dimensionalidade.

É notável como o esmero artístico fala mais alto, permitindo que as técnicas em 3D vibrem em uma explosão de cores e uma escolha on point de figurinos e acessórios que correspondam à imensa contribuição de Wakanda para o planeta – desde os aparatos tecnológicos a um elaborado arsenal bélico. Dessa maneira, o enredo é “deixado de lado” e recebe um tratamento simplificado; mas percebemos um comprometimento significativo do elenco, que inclui Winnie Harlow como a rebelde Noni, protagonista do episódio de estreia; Cress Williams como o poderoso e psicótico antagonista Leão; Jona Xiao como Jorani, uma guerreira chinesa que funciona como outra versão do Punho de Ferro; e Zeke Alton como o irrefreável e inconsequente Príncipe Tafari.

Olhos de Wakanda pode ter um número considerável de deslizes, mas em momento algum deseja dar um passo maior que a perna, optando por se posicionar em uma zona confortável e que entregue aos fãs do MCU o que eles esperam – histórias bem-intencionadas de aventura e ação, pinceladas com a dosagem correta de quebras de expectativa e o coração no lugar certo.

Tom Holland desconversa sobre rumores de ser o novo James Bond: “Há especulações”

Tom Holland voltou a ser assunto entre os fãs de franquias de peso — e desta vez, não apenas por sua presença no teaser de ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia‘, divulgado nesta sexta-feira (01).

O ator britânico de 28 anos também foi envolvido em rumores recentes que o colocam como um dos possíveis nomes para interpretar o próximo James Bond no reboot comandado por Denis Villeneuve.

Questionado sobre os boatos em um vídeo no canal de YouTube de Gordon Ramsay, Holland preferiu manter o mistério. “Olha, há especulações no momento. Vamos manter isso no mínimo por enquanto”, respondeu com um sorriso enigmático. “A gente chega lá um dia.”

Embora não tenha confirmado nem negado diretamente, o ator demonstrou gratidão por sua trajetória até aqui:

“Para qualquer jovem ator britânico, [interpretar James Bond] é o auge da nossa indústria. Eu já me considero o garoto mais sortudo do mundo. Nunca poderia ter sonhado com a carreira que tive.”

Com o novo filme de 007 em desenvolvimento — o primeiro sob total controle criativo da Amazon MGM e com roteiro de Steven Knight (Peaky Blinders) —, o mistério sobre quem será o sucessor de Daniel Craig continua alimentando a curiosidade do público.

Além de ter criado a icônica série ‘Peaky Blinders‘, o novo roteirista também foi responsável pelo enredo de ‘Jornada da Liberdade‘, ‘Spencer‘, ‘Toda Luz que Não Podemos Ver‘ e ‘Maria Callas‘.

Aclamado pelos críticos, Knight ainda foi indicado ao Oscar de Melhor Roteiro Original por ‘Coisas Belas e Sujas‘.

Amy Pascal e David Heyman servirão como produtores.

Vale lembrar que a busca por um novo ator para vestir o icônico terno do espião mais famoso do cinema continua. Entre os cotados, Taron Egerton, Jacob Elordi, Tom Holland e Harris Dickinson estão entre os favoritos do estúdio.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Primeiras Impressões | ‘Uma Sexta-Feira Mais Louca Ainda’ é uma ÓTIMA e ENCANTADORA sequência

Em 2003, a Walt Disney Studios lançava um inesperado projeto que marcaria época e que seria relembrado até os dias de hoje: Sexta-Feira Muito Louca. Funcionando como um remake do clássico estrelado por Jodie Foster, o longa-metragem de Mark Waters se afastou da atmosfera mais melancólica e sóbria da obra anterior e apostou fichas em uma divertida e comovente narrativa centrada em Anna (Lindsay Lohan) e Tess Coleman (Jamie Lee Curtis), mãe e filha que se veem no centro de um embate contínuo – até trocarem de corpo e enxergarem o mundo um sob a perspectiva da outra.

Tal qual foi nossa surpresa quando, em meados de 2023, a Casa Mouse anunciou uma sequência que viria a ganhar o título de ‘Uma Sexta-Feira Mais Louca Ainda’. O longa traz boa parte do elenco original de volta, incluindo Lohan e Curtis, e abre espaço para subtramas inéditas e atores e atrizes que trazem ainda mais brilho às telonas – e o resultado é simplesmente apaixonante, mantendo-se no mesmo nível do capítulo anterior, por mais que aposte em um enredo bastante semelhante.

Aqui, a diretora Nisha Ganatra (‘A Batida Perfeita’), que assume as rédeas do projeto, mostra ter amor e apreço significativos pela obra eternizada por Waters mais de duas décadas atrás, mas imprime sua própria identidade ao nos conduzir por uma jornada envolvente e muito hilária. É claro que não há muito do que fugir considerando os tropos do gênero explorado, e o roteiro assinado por Jordan Weiss expande esse universo ao aumentar os embates geracionais – sem se valer de ambições desmedidas e sem sequer tangenciar um problemático pedantismo cinematográfico.

Lohan e Curtis retornam de maneira gloriosa em seus respectivos papéis, mantendo-se fiéis aos laços concretizados no primeiro filme e mergulhando em uma realidade totalmente diferente e que inclui as jovens Harper (Julia Butters) e Lily (Sophia Hammons), aumentando o número de peripécias incríveis pelas quais o quarteto passa. E, para além da inegável e aplaudível química do elenco protagonista, temos a presença certeira de nomes como Chad Michael MurrayManny JacintoMaitreyi Ramakrishnan e outros, cada um fazendo um ótimo trabalho em cena.

Escapar da nostalgia é uma tarefa complicada, mas Ganatra abraça o saudosismo de maneira honrosa e não como força-motriz, garantindo que qualquer pessoa – seja estreante nessa hilária “comédia de erros”, seja um fã inveterado que mal podia esperar por uma vindoura sequência – se divirta do começo ao fim.

Lembrando que o filme chega aos cinemas nacionais no dia 7 de julho.

Margot Robbie deve estrelar remake de ‘A Mulher de 15 Metros’, de Tim Burton

De acordo com o insider Variety, Margot Robbie (‘Barbie’) está em negociações para estrelar o remake do clássico ‘A Mulher de 15 Metros‘ (Attack of the 50 Foot Woman), que está sendo desenvolvido pela Warner Bros.

Caso o contrato seja fechado, ela também servirá como produtora do novo filme.

A atriz deve assumir o papel da mulher gigante titular – originalmente interpretada por Allison Hayes, no filme de 1958.

Tim Burton (‘Os Fantasmas se Divertem’) será responsável pela direção.

Gillian Flynn (‘Garota Exemplar’) assinará o roteiro da nova versão.

No longa original, uma mulher é transformada em gigante depois de ser atingida por um raio alienígena, e decide se vingar do seu marido traidor.

Em 1993, a HBO lançou um remake de baixo orçamento estrelado pela Daryl Hannah (‘Kill Bill’) no papel titular.

Além de dirigir, Burton também servirá como produtor ao lado de Andrew Mittman e Tommy Harper. Kai Dolbashian entra como produtor executivo.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Top Gun: Maverick’: Justiça toma decisão parcial em PROCESSO por direitos autorais

A disputa judicial entre a Paramount Pictures e Shaun Gray, que se autodeclara um dos roteiristas de Top Gun: Maverick, recebeu recentemente um resultado misto. Após os argumentos apresentados pelas partes em 18 de julho, o juiz federal de Nova York, Jed S. Rakoff, proferiu uma decisão que não favoreceu totalmente nenhum dos lados.

Segundo o Deadline, o juiz Rakoff declarou: “Após consideração cuidadosa, o tribunal concede em parte e nega em parte a moção dos réus para arquivamento. Especificamente, o tribunal rejeita com prejuízo (isto é, de forma definitiva) a alegação de coautoria e copropriedade, bem como a reivindicação relacionada de prestação de contas e pagamento de lucros, ganhos, benefícios e vantagens; no entanto, o tribunal nega a moção para arquivar a acusação de violação de direitos autorais”.

Em resumo, Shaun Gray não terá direito a uma fatia dos US$ 1,5 bilhão de bilheteria do filme, o que significa que ele não será reconhecido como coproprietário da obra. Por outro lado, Gray ainda pode receber alguma compensação financeira por sua suposta contribuição ao roteiro, já que a acusação de violação de direitos autorais foi mantida.

O processo, portanto, encontra-se em um impasse até que o juiz Rakoff divulgue os detalhes que fundamentam sua decisão.

Na queixa original, apresentada em abril, Gray alegou que foi recrutado por seu primo, o produtor Bryan Singer, e pelo diretor Joseph Kosinski para colaborar no roteiro.

Ele afirma ter “escrito cenas-chave que se tornaram as principais sequências de ação eletrizantes do filme, responsáveis por seu sucesso de bilheteria”.

Essa alegação foi parcialmente validada pelo consultor militar do filme, Capitão JJ “Yank” Cummings, que já mencionou publicamente a contribuição de Gray em sessões de escrita intensas realizadas em hotéis.

Top Gun: Maverick’ está disponível no Prime Video.

‘O Problema dos 3 Corpos’: Ator de ‘Game of Thrones’ se junta ao elenco da 2ª temporada

De acordo com o Deadline, Alfie Allen (‘Game of Thrones’) foi confirmado no elenco da 2ª temporada de ‘O Problema dos 3 Corpos‘ (3 Body Problem).

Infelizmente, detalhes sobre seu personagem não foram divulgados.

Com as filmagens já iniciadas, o próximo ciclo ainda irá introduzir David Yip (‘Armadilha’), Jordan Sunshine (‘The Pitt’), Claudia Doumit (‘The Boys’) e Ellie De Lange (‘O Paraíso e a Serpente’).

Na nova temporada, enquanto a invasão alienígena se aproxima, a humanidade de prepara para contra-atacar – no planeta Terra e em outro lugar.

Sucesso no serviço de streaming, a primeira temporada passou três semanas no topo das produções mais assistidas da plataforma, além de ter alcançado o TOP 10 em 93 países.

Baseada na saga literária do autor chinês Cixin Liu, a produção foi adaptada por David Benioff, D.B. Weiss e Alexander Woo.

Vale lembrar que a 3ª temporada já foi confirmada pela Netflix.

 

‘FUBAR’: Série com Arnold Schwarzenegger é CANCELADA pela Netflix após 2 temporadas

fubar

A Netflix cancelou oficialmente ‘FUBAR‘, série de comédia de ação estrelada por Arnold Schwarzenegger, depois de apenas duas temporadas.

De acordo com o Deadline, o novo ciclo registrou apenas 2.2 milhões de visualizações em sua primeira semana, entrando somente na última colocação do TOP 10 das produções mais assistidas da plataforma.

Para termos de comparação, a primeira temporada alcançou 11 milhões de visualizações neste mesmo período.

Os números representam uma queda drástica de -80% na audiência.

Além disso, o novo ciclo alcançou apenas 47% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

Na série, Luke e sua filha (Monica Barbaro) descobrem que ambos têm trabalhado em segredo para a CIA há anos. Ao perceber que todo o seu relacionamento é uma mentira e que eles não se conhecem de verdade, a dupla é forçada a trabalhar junta em uma missão cheia de ação, humor e espiões.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

O elenco ainda conta com Adam Pally, Jay Baruchel, Aparna Brielle, Andy Buckley, Milan Carter, Fortune Feimster, Barbara Eve HarrisGabriel Luna, Fabiana Udenio e Travis Van Winkle.

A série foi criada por Nick Santora (‘Reacher’).

Além de estrelar, Schwarzenegger também serve como produtor executivo ao lado de Adam Higgs, Scott Sullivan, David Ellison, Dana Goldberg e Bill Bost.

Sarah Michelle Gellar e Ryan Kiera Armstrong em vídeo treinando para ‘Buffy, a Caça-Vampiros – Nova Sunnydale’

Sarah Michelle Gellar e Ryan Kiera Armstrong estrelam o primeiro vídeo dos bastidores da sequência de de ‘Buffy, a Caça-Vampiros‘.

No vídeo, elas surgem malhando e se preparando para as filmagens:

A nova série será intitulada ‘Buffy – the Vampire Slayer: New Sunnydale‘ (Buffy, a Caça-Vampiros: Nova Sunnydale, em tradução livre).

O subtítulo faz referência ao final da série original. Sunnydale, a cidade onde a história é ambientada, foi construída sobre uma “Boca do Inferno”, que serve como um portal entre a Terra e dimensões demoníacas, e foi implodida no final da narrativa – resultando na destruição da cidade.

Infelizmente, a informação não foi confirmada. Trate-a como um rumor.

A nova versão será estrelada por Ryan Kiera Armstrong (‘Chamas da Vingança’), que dará vida à Nova, uma jovem caçadora. Sarah Michelle Gellar, que estrelou a clássica série dos anos 1990, retorna como Buffy Summers e entra como produtora executiva.

O elenco ainda contará com Faly Rakotohavana (‘Fora da Prisão’), Ava Jean (‘Law & Order: SVU’), Sarah Bock (‘Ruptura’), Daniel Di Tomasso (‘CSI: Vegas’) e Jack Cutmore-Scott (‘Frasier’).

Gellar recentemente se pronunciou sobre o reboot, desmentindo uma série de rumores que têm circulado em torno da nova versão, que contará com a produção da aclamada cineasta Chloé Zhao.

Conforme reportado pelo Deadline,a atriz fez questão de esclarecer que as informações de que a nova série se centraria em “uma jovem de 16 anos chamada Nova” são completamente infundadas.

“Todos esses personagens que têm sido divulgados são falsos. Absolutamente tudo o que foi noticiado sobre isso é falso”, afirmou categoricamente a atriz.

Os rumores previamente veiculados descreviam a trama como focada em “uma jovem de 16 anos chamada Nova… que é extremamente inteligente e um tanto solitária”, além de seus amigos “Hugo, um nerd assumido que provém de uma família abastada, e Gracie, uma jovem especialista em vampiros que é uma fervorosa seguidora da Buffy de Gellar”.

Embora Gellar não tenha fornecido detalhes específicos sobre o roteiro, ela compartilhou o que a convenceu a retornar à franquia após anos de negativas diante de inúmeros rumores e especulações.

“Todas as propostas que eu ouvia eram basicamente: ‘Vamos simplesmente refazer Buffy’. E eu sempre me perguntava: ‘Por quê?’. Mas a paixão genuína com que [Zhao] veio até mim, sua visão para a série e para a personagem, e a relevância de Buffy nos dias atuais – essa foi a primeira vez em que pensei: ‘Ok, isso realmente faz sentido’”, explicou Gellar.

A atriz também assegurou que o reboot continuará a valorizar a representação de personagens LGBTQIA+ e outros que se sentem marginalizados.

“O cerne de um anti-herói é ser um herói para aqueles que não se encaixam nos padrões, para aqueles que não são como todo mundo”, elucidou ela. “É para essas pessoas que eu quero contar histórias: para aqueles que genuinamente buscam conexão através dessas narrativas”.

Observando que o reboot está em desenvolvimento há “três anos e meio, talvez quatro”, Gellar garantiu com convicção: “Não iremos adiante com isso a menos que esteja 100% certo e haja um motivo 100% válido para sua existência”.

Vale lembrar que a série original está disponível no Disney+.

Fãs COMEMORAM o cancelamento de ‘And Just Like That’: “Estragaram o legado de Sex and the City”

kim cattrall sex and the city (1)
kim cattrall sex and the city (1)

Após o cancelamento de ‘And Just Like That…‘, derivado de ‘Sex and the City‘, vários fãs foram às rede sociais comemorar o fim da série sequências.

Entre as reclamações, muitas pessoas criticaram os rumos dos personagens, furos do roteiro, falta de boas ideias… e claro, a falta da Samantha.

Confira as reações:

“O último episódio deveria ser apenas um pedido de desculpas de 30 minutos.”

“Que porcaria. Todo roteirista e produtor executivo da temporada nunca mais deveria trabalhar.”

“Eles mataram seu legado para sempre com esta temporada”.

“Eles precisam, os roteiristas desta temporada causaram um estrago enorme. Eles perderam a criatividade. Esta temporada foi uma chatice. Só que, tirando aqui o grand finale, seria o casamento da Carrie e do Aiden. Esperamos ”

“Graças a Deus. Arruinaram os finais da série (e até dos filmes) ao desenterrar esses personagens, desfazendo suas felicidades, só para criar um conteúdo medíocre para o Max.”

Através do seu Instagram, Sarah Jessica Parker (‘Abracadabra’) compartilhou uma emocionante despedida de sua personagem Carrie Bradshaw.

Carrie Bradshaw tem dominado minha carreira por 27 anos. Eu a amei imensamente. Sei que outros a amaram tanto quanto eu. Sentiram-se frustrados, condenados e torceram por ela. A sinfonia de todas essas emoções tem sido a melhor trilha sonora e a companheira mais consequente. Portanto, tenho a gratidão mais profunda e uma dívida para a vida toda. A todos vocês.”

Ela completa, “Sou melhor por todos os dias que passei com você. Nunca te esquecerei. Agradeço a todos. Eu os amo. Espero que vocês gostem destes dois episódios finais tanto quanto eu.”

A atração finalizará sua última leva de doze episódios, que atualmente está em exibição, com um episódio duplo.

Criada por Darren Star, a série se passa 10 anos após os eventos do filme ‘Sex and the City 2‘.

A trama acompanha Carrie, Miranda e Charlotte conforme navegam pela complicada jornada da vida e da sua amizade de quando estavam no auge dos seus 30 anos, agora para uma fase ainda mais complicada no auge dos seus 50 anos.

O elenco conta com o retorno de Sarah Jessica Parker, Cynthia Nixon, Kristin Davis, Mario Cantone, David Eigenberg e Evan Handler, além de introduzir Sara Ramirez e Sarita Choudhury.