O próximo episódio da terceira temporada de ‘Legends of Tomorrow’, intitulado ‘Necromancing the Stone’, ganhou uma nova promo, que traz Constantine de volta.
O episódio será exibido em 19 de março.
Confira:


O próximo episódio da terceira temporada de ‘Legends of Tomorrow’, intitulado ‘Necromancing the Stone’, ganhou uma nova promo, que traz Constantine de volta.
O episódio será exibido em 19 de março.
Confira:


Até chegarem à versão final, os personagens de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘ passaram por um longo processo de conceitualização e quase tiveram outros visuais, bem distinto daqueles que já conhecemos.
E a Marvel divulgou algumas artes conceituais, que comparam a versão oficial de seus heróis, com aquela que quase foi escolhida. O material foi publicado com exclusividade pela revista EW.
Confira:
‘Vingadores: Guerra Infinita‘ ganhou um vídeo com cenas dos bastidores e trechos inéditos!
Confira, via Entertaintment Tonight:
‘Vingadores: Guerra Infinita‘ ganhou um vídeo com cenas dos bastidores e trechos inéditos!
Confira, via Entertaintment Tonight:
Agora há pouco começaram a surgir algumas supostas imagens vazadas do novo trailer de Os Vingadores: Guerra Infinita. Elas mostram o Aranha de Ferro e o Homem de Ferro voando juntos, o Hulk indo em direção a um meteoro e o Thor olhando para baixo com sua nova arma.
A princípio, as fotos passam veracidade por parecem ter sido tiradas em alguma sala de exibição teste, mas não se enganem, são fakes. Vamos lá!
Fake:
A primeira e mais empolgante era essa “cena” em que o Homem de Ferro apareceria voando junto com o Aranha de Ferro, que exibe não apenas seus braços mecânicos, mas propulsores nos pés.
Original:
Talvez isso realmente aconteça no filme, principalmente esses braços mecânicos, mas por enquanto, é apenas uma Fan Art exibida em baixa qualidade.
Fake:
Thor aparece no meio do nada segurando sua nova arma, o machado Stormbreaker.
Original:
Apenas uma montagem com o ensaio da Hot Toys da figura de ação baseada no personagem.
Fake:
Hulk aparece pulando frente a um meteoro. Talvez seja naquela cena em que Thanos puxa um planeta até eles, certo?
Original:
Na verdade, essa cena foi retirada de um comercial da Renault, ambientado em São Paulo, no qual o Hulk impede a queda de um satélite.
Em época de fake news, até os Vingadores são afetados. Mas é importante ressaltar que está previsto o lançamento de um novo trailer do filme para essa terça-feira, então fiquem ligados aqui no CinePop para mais novidades!
Agora há pouco começaram a surgir algumas supostas imagens vazadas do novo trailer de Os Vingadores: Guerra Infinita. Elas mostram o Aranha de Ferro e o Homem de Ferro voando juntos, o Hulk indo em direção a um meteoro e o Thor olhando para baixo com sua nova arma.
A princípio, as fotos passam veracidade por parecem ter sido tiradas em alguma sala de exibição teste, mas não se enganem, são fakes. Vamos lá!
Fake:
A primeira e mais empolgante era essa “cena” em que o Homem de Ferro apareceria voando junto com o Aranha de Ferro, que exibe não apenas seus braços mecânicos, mas propulsores nos pés.
Original:
Talvez isso realmente aconteça no filme, principalmente esses braços mecânicos, mas por enquanto, é apenas uma Fan Art exibida em baixa qualidade.
Fake:
Thor aparece no meio do nada segurando sua nova arma, o machado Stormbreaker.
Original:
Apenas uma montagem com o ensaio da Hot Toys da figura de ação baseada no personagem.
Fake:
Hulk aparece pulando frente a um meteoro. Talvez seja naquela cena em que Thanos puxa um planeta até eles, certo?
Original:
Na verdade, essa cena foi retirada de um comercial da Renault, ambientado em São Paulo, no qual o Hulk impede a queda de um satélite.
Em época de fake news, até os Vingadores são afetados. Mas é importante ressaltar que está previsto o lançamento de um novo trailer do filme para essa terça-feira, então fiquem ligados aqui no CinePop para mais novidades!
Durante um painel na SXSW 2018, o co-roteirista de ‘Pantera Negra’, Joe Robert Cole, declarou que acredita que ‘Homem de Ferro’ (2008) não teria sido bem aceito se chegasse aos cinemas hoje em dia.
“É só pensar onde estamos agora, com esse presidente pouco inteligente e o nosso mundo se partindo por causa disso. Pense novamente em Tony Stark, sendo babaca e tudo bem. Se esse personagem fosse criado em um filme hoje, me pergunto se a resposta seria como, ‘Ei, que legal ele ser babaca e desrespeitoso com as mulheres… Tudo bem’ Acho que estamos em um mundo diferente hoje, em lugar melhor”
Ao longo dos anos, o personagem tem sofrido uma grande redenção e enfrentado as consequências dos seus atos.
Em entrevista ao Deadline, Gary Newman, um dos chefões da emissora Fox, jogou uma luz sobre a situação que se encontra série ‘The Exorcist‘, que viu sua audiência cair drasticamente no segundo ano. Segundo ele:
“Nós achávamos que [sexta] seria uma boa opção para as pessoas que não queriam ir aos cinemas… e nós conseguimos alguma audiência. Eu acho que a série é incrivelmente bem produzida, e as histórias são ótimas.”
Sobre sua situação atual, ele confirma:
“‘The Exorcist’ é claramente uma série que está na bolha.”
Séries que estão na “bolha” são aquelas cujo destino é incerto, mas, se considerarmos os números, a terceira temporada de ‘The Exorcist‘ é infelizmente improvável.
Newman também acrescentou que ‘Gotham‘, ‘LA to Vegas‘ e ‘Empire‘ têm grandes chances de serem renovadas. Já a veterana ‘The Last Man on Earth‘ encontra-se na mesma situação que ‘The Exorcist‘, ou seja, segue na bolha.
A nova série da Marvel pelo canal Freeform, ‘Manto e Adaga’, teve seu primeiro episódio exibido no SXSW 2018 e as primeiras impressões são positivas. Confira:
#CloakAndDagger is a really smart, mature, visually accomplished Marvel show, and I can’t wait to watch more. Super fun having Jeph Loeb on another YA superhero show #sxsw
— Meredith Borders (@xymarla) 11 de março de 2018
“‘Manto e Adaga’ é um esperto, maduro e visualmente sólido programa da Marvel, e mal posso esperar para assistir mais. Muito divertido ter Jeph Loeb em outra série de super-herói”
I’ll have more thoughts on the premiere episode of Marvel’s #CloakAndDagger up on the site soon, but let me just say this: the two young leads are immensely good. They’ll be the reason the watch.
— mclevy @SXSW (@alexm247) 11 de março de 2018
“Terei mais publicações e mais opiniões do episódio de ‘Manto e Adaga’, da Marvel, no site em breve, mas deixem-me dizer isto: os dois jovens protagonistas são imersivamente bons. Eles são o motivo para assistir”
The #CloakAndDagger first episode was a solid, promising start. That said, there’s nothing very new or different on display. If you like the current Marvel tv offerings, you’ll likely enjoy this. pic.twitter.com/e728sN2RA1
— Leon Brill @SXSW (@LeonBrill) 11 de março de 2018
“O primeiro episódio de ‘Manto e Adaga’ foi um começo promissor. Dito isto, não há nada de muito novo ou diferente. Se você gosta do que a Marvel TV oferece, provavelmente gostará desse”
A série ganhou um novo trailer, que traz os personagens títulos se conhecendo.
Confira:
‘Cloak and Dagger‘ é inspirada na dupla ‘Manto e Adaga‘, e que terá os os jovens Aubrey Joseph e Olivia Holt para interpretarem os personagens título.
Gina Prince-Bythewood, que escreveu e dirigiu ‘No Limite da Fama‘, dirigiu o episódio piloto da série. A Marvel TV vai desenvolver o programa, que será transmitido pelo canal Freeform, selo adolescente da ABC – a mesma emissora de ‘Agents of SHIELD‘.
A produção estreia em 7 de junho.
Com o lançamento de tantas séries originais e um catálogo que também inclui outras já consagradas pelo grande público – como é o caso de Grey’s Anatomy, por exemplo -, a Netflix acaba tendo algumas produções ignoradas em sua plataforma. Mas, em um desses dias em que nada parece agradar e bate a vontade de assistir a algo diferente, deixar as maratonas pendentes de lado e dar uma chance para um pôster que já vem te chamando a atenção há algum tempo pode trazer uma grata surpresa – e, quem sabe, até te fazer conhecer sua nova série favorita.
Essa foi exatamente a minha história com Please Like Me – produção australiana do canal ABC2, que conta com roteiro, direção e produção do protagonista Josh Thomas (batizado por mim como “a versão masculina da Lena Dunham“, que é outra que amo e também fez tudo isso na série Girls da HBO). Na história, o ator interpreta um garoto de 21 anos que se descobre gay logo após sua namorada terminar o relacionamento de longa data – muito por conta da opção sexual que ele parecia não querer aceitar. E no meio dessas descobertas e situações cotidianas ao lado dos seus melhores amigos (incluindo a ex), ele também precisa lidar com a depressão de sua mãe e o relacionamento divertido e complicado com seu pai, que já está em outro casamento.
Lembro até hoje que comecei a assistir em um sábado à noite com a pretensão de ver apenas o piloto e, quando me dei conta, já estava pela madrugada fechando o sexto e último episódio da primeira temporada – inclusive mandando mensagens agradecidas ao meu melhor amigo por ter praticamente me obrigado a começar logo minha maratona. Foi amor antes da primeira season finale, sabe? E eu me tornei aquela pessoa que só faltava falar “Você já ouviu sobre a palavra de Please Like Me hoje?” para todos os meus amigos (desculpe se fui chata, gente!).
Com apenas 4 temporadas – de 6 a 10 episódios de 20 e poucos minutos -, a série chegou ao fim em 2016 sem perder a qualidade. Porém, como muita gente sequer ouviu falar nela e deve passar batida pela foto do menino-loirinho-com-cara-assustada no catálogo da Netflix, vale dar uma pausa nas produções deste ano para apresentar essa história que todo mundo está perdendo tempo em não conhecer. Então, para te convencer a começar já essa maratona, preparei uma lista com 10 motivos que mostram porque Please Like Me é tão incrível! Confira (e, desde já, de nada):
10 – Tem um cachorro fofo no cast (que também pertence ao Josh Thomas na vida real)
Para quem é apaixonado por cachorros, como eu, ver o animal de estimação de Josh Thomas em ação já é um bom motivo para dar o play em Please Like Me. Ele é o terceiro morador oficial do apartamento que o protagonista divide com o melhor amigo Tom (Thomas Ward), e faz a gente sentir vontade de apertar a tela da televisão toda vez que aparece em cena.
Ok, se você não liga muito para animais, já te odeio devo ter te perdido logo no começo do texto. Mas não precisa desistir de mim e da lista, porque prometo que os demais motivos vão ser mais sérios. Eu só não podia deixar de destacar que a série já ganha pontos no quesito “fofura”, sabe como é.
9 – Tem uma abertura criativa e com uma música que certamente vai grudar na sua cabeça (‘Yeah, I’ll be fineeee’!)
Outro ponto positivo de Please Like Me é a abertura. Além de cada episódio ter um nome de um prato de comida – como uma referência ao talento do protagonista para a gastronomia -, a cena que aparece enquanto a música tema toca nunca é a mesma em nenhum deles.
É que, no lugar de um clipe tradicional, a abertura roda já com a história do dia acontecendo, com uma pequena pausa nos diálogos para os personagens que estão em cena cantarolarem a ótima “I’ll Be Fine”, de Clairy Browne e The Bangin’ Rackettes. Ah, e já adianto que você vai passar dias cantando os versinhos dela por aí – ainda mais se fizer uma maratona intensa, como foi o meu caso.
8 – Conta com Hannah Gadsby no elenco, a atriz do elogiado stand-up ‘Nanette’
Recentemente, a Netflix colocou em seu catálogo um stand-up que deu o que falar nas redes sociais: Nanette, da comediante australiana Hannah Gadsby. Com o objetivo de mudar a lógica da comédia, a estrela – que é assumidamente lésbica e se veste de maneira diferente do convencional – promete abandonar o humor autodepreciativo que a acompanhou durante anos, contando histórias que tocam em assuntos polêmicos e que conseguem levar o público do riso às lágrimas.
Se você já conferiu o stand-up, certamente percebeu o carisma e talento de Hannah – e vai gostar de saber que, antes de se tornar tão falada por essa apresentação, a atriz interpretou uma das personagens mais importantes de Please Like Me. Com o mesmo nome da vida real, ela deu vida à amiga depressiva da mãe de Josh, que protagonizou momentos tocantes e fez parte de alguns dos diálogos mais importantes sobre problemas mentais no programa.
7 – Tem cenas musicais memoráveis
Por ser apaixonada por música, amo quando a trilha sonora também é usada para contar um pouco da história, de maneira que a gente sempre lembre de determinada cena quando escuta a canção no rádio ou em qualquer outro lugar. Esse é outro detalhe que adoro em Please Like Me – pois, apesar de não ser um musical, criou vários momentos incríveis em que os personagens cantam juntos músicas famosas do cenário pop.
Uma das melhores é a do episódio da galinha Adele, em que todos se reúnem no final cantando “Someone Like You” em volta da mesa. É do tipo de cena que dá vontade de abraçar a tela de tão natural e divertida (você vai saber do que estou falando quando assistir e entender a situação). Outro momento tocante é quando Arnold (Keegan Joyce) canta a ótima “Chandelier”, da Sia, ao ensaiar com Josh e seu pai o momento em que irá revelar que é gay para sua família. Cantor na vida real, Joyce cativa com a voz e interpretação – tanto que fiquei voltando a cena várias vezes para rever.
Além dessas, também não posso deixar de falar de um episódio que caminha bem tenso e, ironicamente, termina com todos juntos cantando “Love Yourself” do Justin Bieber na van. E para provar como a trilha sonora tem poder: eu nem ligava muito para essa música antes, e agora ela não sai da minha playlist justamente por me fazer relembrar um dos meus momentos favoritos na série.
6 – É perfeita para maratonar de uma vez só
Se você é do tipo que tem preguiça de começar uma série que já tem mais de uma temporada pela frente, provavelmente, já deu uma desanimada ao saber que Please Like Me tem quatro. Mas nem precisa se preocupar achando que vai ser mais uma maratona pendente entre todas as outras que já estão atrasadas: para quem gosta dessa temática cotidiana, é um desafio começar o primeiro episódio e não sentir vontade de acompanhar logo o desenrolar das histórias.
Talvez, assim como aconteceu comigo, você só queira dar uma segurada quando chegar na quarta temporada por saber que vai ter que dizer adeus a todos os personagens que aprendeu a amar. Mas aí sempre tem a opção de ignorar as séries que estão pendentes e rever os episódios favoritos quando bater a saudade…
5 – As atuações e situações te fazem sentir como se estivesse assistindo a seu próprio grupo de amigos
Se tem algo que me conquista em filmes e séries é a habilidade de me fazerem esquecer que estou assistindo a uma história fictícia. Sabe quando tudo parece tão natural que, por um momento, você acha que está vendo a vida de pessoas reais na sua televisão? Então. É exatamente assim que funciona em Please Like Me, e por isso é tão fácil se sentir parte do mundinho dos personagens desde os primeiros episódios.
Além do mérito do roteiro e direção de Josh, essa qualidade também é fruto do entrosamento dos atores fora das telas. Josh e Tom, melhores amigos na série, também são bffs de longa data na vida real – e o último é atualmente casado com Emily Barclay, que interpreta uma de suas namoradas na história. Assim, quase autobiográfico e “com tudo em casa”, os 20 e poucos minutos de episódio passam e nos sentimos parte de tudo, como se estivéssemos assistindo a um grupo de amigos como os nossos.
4 – Leva da gargalhada às lágrimas sem apelar
Por se tratar de uma dramédia, a série transita entre momentos divertidos e tensos ao longo das temporadas. Em alguns episódios, inclusive, pode te fazer sair de uma intensa crise de risos e te deixar precisando de um lencinho para enxugar as lágrimas – e tudo de uma maneira bem natural, como os altos e baixos que toda vida tem. É aquela velha história do “shit happens” que todos temos que lidar, quando um dia que parecia ter tudo para dar certo acaba com um problema que a gente nem sequer imaginou que um dia enfrentaria.
O roteiro realista e os personagens humanos são os responsáveis por tornar essa “montanha-russa” que é a vida tão verossímel na telinha, e o sentimento de catarse acompanha, praticamente, toda a série.
3 – Faz de Josh o retrato de uma geração – e o protagonista perfeito para amar e odiar
O nome “Please Like Me” não é por acaso: Josh, o protagonista, é um personagem complicado e bem difícil de ser amado. Por mais que seja extremamente divertido e carismático, ele é cheio de defeitos que vão te fazer olhar para a tela e pensar “não acredito que ele está fazendo isso” – enquanto controla a vontade de desligar tudo para não se irritar ainda mais com o desenrolar dos acontecimentos.
Mas, ainda que seja difícil acompanhar certas decisões de Josh, ter um protagonista tão humano e falho é um dos maiores atrativos da série; afinal, não somos todos bons e maus o tempo todo? Seguir a história de alguém perfeito demais já não convence e torna tudo muito artificial, sejamos sinceros. Além disso, com suas indecisões, dúvidas sobre a escolha da profissão, inseguranças, relações familiares e amizades – e até um pouco do egoísmo irritante – , não dá para deixar de apontar que ele pode ser visto como o retrato perfeito de grande parte da Geração Y, os Millennials.
2 – Traz discussões sobre relacionamentos atuais e representatividade LGBT
Como a maioria das séries com personagens jovens, Please Like Me também fala bastante sobre relacionamentos amorosos. Com a descoberta sobre sua sexualidade sendo o plot principal, os namoros complicados de Josh são o foco – embora a busca de Tom pela namorada perfeita também ganhe bastante destaque. Da autosabotagem e confusão sobre o que realmente quer à tentativa de amor livre (sim, já imaginou uma série Millennial sem abordar essa temática?), acompanhamos seus altos e baixos ao longo das quatro temporadas enquanto refletimos sobre situações de nossas próprias vidas.
E vale destacar que, no meio disso tudo, a história também ganha muitos pontos pela representatividade LGBT – já que discute tabus, aceitação e a dinâmica de um relacionamento gay bem longe de estereótipos e ideias pré-concebidas de uma sociedade que, infelizmente, ainda é carregada de preconceitos.
1 – Trata sobre transtornos mentais de maneira responsável
Apesar da sinopse e da maior parte dos episódios ter um clima leve e descontraído, não se engane: Please Like Me toca em assuntos bem pesados ao longo das quatro temporadas, como o transtorno mental de alguns personagens. O foco principal nessa questão é a mãe de Josh (vivida pela ótima atriz Debra Lawrence), que é internada após tentar suicídio por conta de sua depressão e bipolaridade; mas, além dela, o problema também é tratado através da personagem Hannah (Hannah Gadsby) e de Arnold, o namorado de Josh que sofre com intensas crises de ansiedade.
Depois de toda a polêmica envolvendo a série 13 Reasons Why, um dos maiores questionamentos é sobre até onde o entretenimento pode ir para abordar um assunto que pode funcionar como um gatilho para pessoas que sofrem com problemas desse tipo. Mas, bem longe de ter a pretensão de causar choque nos telespectadores – e, talvez, por também ter convivido com a depressão de sua mãe na vida real – , Josh Thomas merece aplausos por falar sobre suicídio e os males da mente com um roteiro delicado e responsável. Explicações sobre os estereótipos e dificuldades da doença se destacam nos diálogos, além do olhar sensível da direção no episódio mais triste da série (que, inclusive, foi o que mais me fez chorar até hoje entre todas as maratonas que já fiz na vida).
Por tudo isso, mesmo com tantas qualidades, o motivo número 1 da lista não poderia ser outro: um dos maiores méritos de Please Like Me é conseguir provar que dá para falar de uma temática tão séria sem apelar, sim (e qualquer alfinetada que essa frase pode parecer direcionar à 13 Reasons Why é mera coincidência).
Jessica Jones fez um tremendo estardalhaço no mundo da cultura pop / nerd quando estrelou sua própria série de TV na Netflix em 2015. Mais do que isso, Jones foi simplesmente a segunda série da Marvel a dar certo na plataforma. Então, é apenas natural manter as expectativas lá em cima para a segunda temporada, que estreou no último dia 8 de março. Obviamente, já conferimos todos os 13 episódios e comentamos para você no vídeo abaixo. Confira e deixe sua opinião.
É inegável. Atualmente as produções audiovisuais criadas para exibição nas telinhas tem muito cacife e não precisam sequer mais exigir respeito. Pois já o têm. Pensa só, não existe basicamente nenhum grande artista do meio – seja diretor, atores ou roteiristas – que já não tenha migrado para esta outra mídia e conseguido emplacar algum sucesso. E a coisa pode até ter começado nas TVs a cabo, mas se consolidou mesmo com as plataformas de streaming, encabeçadas pelo colosso Netflix. Esse é o futuro, e em breve mídias assim surgirão aos montes – este é apenas o prenúncio – e se juntarão à corrida por audiência da Amazon, Hulu e outras.
A lista de séries, filmes e minisséries é imensa e só aumenta. E só estou me referindo às que se destacam. Neste quesito, acaba de se juntar ao pacote a nova minissérie Collateral, que é uma produção em conjunto da BBC britânica e da Netflix. À frente do projeto está a jovem atriz inglesa Carey Mulligan, a talentosa indicada ao Oscar por Educação (2009), e de filmes como Shame (2011), Drive (2011) e o recente Mudbound – Lágrimas Sobre o Mississipi (2017). Com quatro episódios de 1 hora de duração (o que pode ser visto como um longo filme de 4 horas), esta minissérie britânica desenvolve uma investigação policial no estilo mais “raiz” da palavra. Pense, por exemplo, em The Night Of (2016), da HBO.
Na trama, Mulligan interpreta a detetive da polícia inglesa Kip Glaspie, ex-esportista profissional. A melhor forma para descrever a personagem seria compará-la a Marge Gunderson, a policial grávida, doce, de aparência ingênua, porém, esperta como uma raposa, interpretada por Frances McDormand no papel que lhe rendeu o Oscar de melhor atriz em Fargo (1996). Tais traços físicos e de personalidade se encaixam perfeitamente na personagem de Mulligan também. A diferença está na localidade (sai a gélida Fargo nos EUA, e entra a igualmente fria, mas sem neve, Londres) e o tipo de crime investigado.
Desta forma, Glaspie levanta da cama confortável ao lado do marido após atender a uma ligação e aceitar um caso de assassinato. A vítima: um simples entregador de pizza. O motivo mais provável: crime de intolerância racial – já que o rapaz era sírio. Ao lado do parceiro, papel de Nathaniel Martello-White, a protagonista junta as peças e vai descortinando praticamente uma conspiração por trás do que parecia ser um crime comum, possivelmente associado a roubo ou preconceito racial.
Neste meio tempo, somam-se à narrativa subtramas envolvendo uma militar passando pelo maior trauma de sua carreira, papel da bela Jeany Spark; uma clériga lésbica (Nicola Walker) e sua companheira vietnamita ilegal no país (Kae Alexander) – que presencia o assassinato – a drogada ex-mulher de um político (Billie Piper); a gerente da pizzaria na qual a vítima trabalhava (Harley Squires); e a família do sujeito, suas duas irmãs (Ahd – sim, este é o nome da atriz que interpreta Fatima, a mais falante da dupla, A-H-D, e July Namir).
O interessante do roteiro de Collateral, todo confeccionado por David Hare (de As Horas e O Leitor), é que vai aos poucos descascando as camadas do que imaginávamos caminhar por um lado, para mostrar agendas pessoais, num amontoado de acasos, que de forma alguma esquecem de sua crítica inicial à intolerância, denunciando a política atual dos imigrantes na Europa, em especial na Inglaterra, e nos EUA.
Esse paralelo é bem traçado no roteiro de Hare, que equilibra a investigação com os discursos e postura do personagem David Mars (John Simms), o tal deputado que se pronuncia abertamente contra a exclusão de imigrantes no país. Seus diálogos inflamados sobre a postura de segregação sem dúvida reflete muito do pensamento do autor, que nem precisou colocar tais diálogos na boca de sua protagonista, embora saibamos exatamente o que a policial pensa sobre o assunto, num debate com o corrupto agente do MI-5 – o qual vocifera o pensamento de governantes radicais.
Além deste forte paralelo com o momento atual do mundo, o que faz de Collateral uma obra urgente e de relevância extrema, a minissérie é confeccionada com esmero, prestando atenção em detalhes e dando ênfase a um trabalho de qualidade. Agora, imagine Mindhunter, série produzida por David Fincher, na qual a investigação policial é levada a sério em seus mínimos detalhes. Collateral chega neste rastro, então esqueça se seu objetivo é um suspense acelerado, cheio de adrenalina, cortes rápidos e montagem frenética.
Collateral leva seu tempo, vivencia uma verdadeira investigação policial, apostando no real trabalho de tais profissionais, como interrogatórios e muita conversa e análise com os envolvidos, ou seja, nada de tiroteios, perseguições de carro, ou qualquer elemento batido do gênero. O que nem de perto deixa a minissérie chata ou arrastada, muito pelo contrário, o trabalho da diretora S.J. Clarkson (Orange is the New Black e Os Defensores), que comandou todos os episódios, é tão dinâmico e criativo – encenando inclusive um longo plano sequência chamativo assim que os detetives chegam à cena do crime – que nossa única opção é embarcar nessa viagem pelo lado sombrio de Londres em companhia destes personagens.
O grande público ficou acostumado a um certo tipo de filme que se passa por ficção científica. As verdadeiras obras do gênero existem para questionar, para criar infinitas possibilidades através da fantasia, e perguntar como determinada situação correria caso estivéssemos defrontados por ela. De visitas de seres espaciais, passando por estadias no futuro (que servem mais para espelhar a atualidade), chegando até as mais altas tecnologias, a ficção científica foi criada como gênero inquisidor no qual respostas fáceis se encontram ausentes.
Obviamente, até mesmo a ficção precisou ser moldada para acomodar o público cada vez mais preguiçoso e ávido por tudo mastigado. Assim, a ficção precisou ser incorporada a outros gêneros, como a ação, o suspense e o terror.
Ainda é possível encontrar bons exemplares do gênero verdadeiro da ficção, como Lunar (2009) e Sob a Pele (2014), por exemplo, filmes definitivamente não palatáveis a todo tipo de audiência. Pelo contrário, a maioria irá torcer o nariz quando encontrar uma ficção científica verdadeira, esperando aquela explosão ou cena de ação vindo acompanhada.
Este é exatamente o caso com Aniquilação, novo filme do diretor Alex Garland, o qual a Paramount prontamente vendeu para a Netflix, acreditando ter em mãos mais um Cloverfield Paradox. Este é o segundo filme do gênero que o estúdio se desfaz em cima da hora, indo parar nas mãos da plataforma de streaming mais popular da atualidade.
Para quem não conhecia, Aniquilação é simplesmente um dos filmes mais aguardados deste ano. Tudo porque seu diretor, Alex Garland, entregou em 2015 uma das obras do gênero mais cultuadas dos últimos tempos, Ex-Machina: Instinto Artificial. O longa se tornou um enorme sucesso, transcendendo o universo cult para o qual foi confeccionado, e fez de Garland um daqueles diretores que começaremos a prestar atenção a cada novo trabalho.
Com Aniquilação, Garland entrega um filme ainda mais denso e enigmático do que sua primeira incursão nas telonas. E se o universo da robótica e da inteligência artificial eram o alvo de sua obra existencialista, uma visita interplanetária como nenhuma outra toma o palco em seu segundo longa.
Na trama, Natalie Portman vive uma cientista trabalhando como professora universitária desde que seu marido militar sumiu há um ano em missão. Ele é interpretado por Oscar Isaac, ator fetiche de Garland. Portman então, assim como Amy Adams em A Chegada (2016), logo é aproximada por uma equipe do governo para que faça parte de seu time. A missão? Ir aonde nenhum homem jamais foi. Bem, sem querer parafrasear o clássico de Gene Roddenberry, é exatamente este o objetivo apresentado a ela pela líder desta expedição, a personagem de Jennifer Jason Leigh. A chefe passa as informações e conta sobre um objeto alienígena que caiu na Terra e aos poucos foi afetando a atmosfera de uma localidade específica (uma espécie de floresta), criando uma verdadeira redoma e dentro seu próprio habitat. Dentro desta espécie de campo de força, diversas equipes de militares, incluindo uma com o personagem de Isaac, adentraram e desapareceram. Desta vez, estão enviando somente cientistas, todas mulheres, o que faz de Aniquilação uma ficção científica feminista.
Além de Portman e Jason Leigh, fazem parte da equipe as cientistas interpretadas por Tessa Thompson, Gina Rodriguez e Tuva Novotny – todas donas de suas próprias personalidades distintas e bem desenhadas. Uma vez no local, o time precisa lidar com perigos de todos os tipos, desde alucinações, perda de memória, lapsos temporais – ei, estamos falando de uma nova atmosfera, alienígena. Além disso, a fauna e a flora local também evoluíram para algo mais ao que estamos acostumados, assim temos criaturas levemente semelhantes às de nosso planeta, vide crocodilos e ursos, porém, mais perigosos ainda e garantidos de dar pesadelos.
Assim como em A Chegada, Aniquilação vai e volta no tempo, e aqui seguimos, não em duas, mas três linhas temporais narrativas. O presente, com Portman sendo interrogada sobre o que de fato ocorreu dentro de tal redoma, conhecida como “Área X”, ou “The Shimmer”, algo como “o brilho”; os trechos com Portman e a equipe dentro do local, tentando sobreviver à toda insanidade – aonde se desenrola a maior parte do filme – e ainda um flashback maior, com Portman lidando com as lembranças e falta do marido.
Aniquilação é baseado no livro de Jeff VanderMeer, e tem propostas interessantes o suficiente para fascinar os verdadeiros amantes da ficção científica. Porém, fique avisado, este não é um filme de ação, não é uma superprodução da qual o grande público está acostumado. É uma obra de conceitos e ideias, de um ritmo deliberadamente lento, que irá desafiar ainda mais o espectador do que Ex-Machina. Um filme lisérgico e poético, cujas cenas podem extrair um amontoado de significados implícitos, mesmo as que mais parecem não querer dizer nada.
Aniquilação ainda reserva cenas pra lá de perturbadoras, como o ataque da criatura urso e o desfecho apoteótico e saído diretamente dos lugares mais obscuros de nossas mentes. Sim, Aniquilação entrará para o hall das grandes ficções científicas de todos os tempos, das quais temos 2001 – Uma Odisseia no Espaço (1968), Alien (1979) e Blade Runner (1982) como primórdios irretocáveis, e ricos descendentes como Lunar (2009), Sob a Pele (2013), A Chegada (2016) e o próprio Ex-Machina (2015), cimentando Garland como uma voz de grande diferencial no segmento.
Mais uma vez, para apreciar Aniquilação por completo é necessário ter a mente bem aberta, preparado para receber de braços abertos as demências oferecidas na loucura do argumento – afinal, o que pode ser mais insano do que o bebê espacial de 2001, ou a viscosa criatura negra de Sob a Pele.
Rumores recentes apontavam que os ‘Deadpool 2‘, ao fazer exibições teste, foi considerado um completo desastre pela audiência. No entanto, fontes mais confiantes afirmam que a verdade está muito longe disso.
De acordo com o Marvel Studios News, eles tiveram contato com várias pessoas que tiveram a oportunidade de assistir ao filme, e eles adoraram o que viram. Em um tweet, o crítico Steve Weintraub revelou que a pontuação dos testes foi alta, e conseguiram um taxa de aprovação acima de 90%.
Have seen a completely untrue report of ‘Deadpool 2’ testing poorly. From what I heard the first 2 test screenings both scored over 90 with the second one scoring close to the top mark. I’ve also spoken to people that saw it. Everyone said it’s excellent. Fans will love. pic.twitter.com/2WfL63aya9
— Steven Weintraub (@colliderfrosty) 12 de março de 2018
O site ainda confirma que há uma determinada cena que pode causar uma enorme controvérsia entre os fãs – comparando-a com a polêmica envolvendo a aparição do Mandarin em ‘Homem de Ferro 3‘. Eles completaram afirmando ser “brilhante”, mas que “pode incomodar alguns fãs”. Mais detalhes infelizmente não foram fornecidos.

Encontramos VÁRIAS REFERÊNCIAS no teaser-trailer de ‘Deadpool 2’
‘Deadpool 2‘ foi escrito por Drew Goddard (‘O Segredo da Cabana’, ‘Perdido em Marte’) e Ryan Reynolds.
Na trama da sequência, depois de sobreviver a um ataque bovino quase fatal, um chefe de cafeteria desfigurado (Wade Wilson) luta para alcançar seu sonho de se tornar o barman mais quente de Mayberry, enquanto também aprende a lidar com sua perda de paladar. Procurando reencontrar seu gosto pela vida, junto com um capacitor de fluxo, Wade precisa lutar contra ninjas, Yakuza, e uma alcateia de caninos sexualmente agressivos, enquanto faz uma jornada pelo mundo para descobrir a importância da família, amizade e sabor – encontrando um novo gosto para a aventura e ganhando o cobiçado título de Melhor Amante do Mundo em sua caneca de café.
O filme do anti-herói teve sua estreia antecipada e agora chega aos cinemas em 18 de maio de 2018.
Com a legenda “quase pronto”, o diretor Gareth Evans (‘Operação Invasão’) compartilhou a primeira imagem oficial de seu novo filme, ‘Apostle‘, que será lançado pela Netflix. Confira:
Michael Sheen e Dan Stevens vão estrelar o terror sobre uma seita religiosa. Dirigido por Gareth Evans, a produção também conta com Lucy Boynton, Bill Millner e Kristine Froseth no elenco.
A trama acompanha Stevens como um homem que viaja para uma ilha remota com o objetivo de resgatar sua irmã, que foi sequestrada por uma seita religiosa. Mas quando o grupo exige um resgate pela mulher, ele se vê em uma situação desafiante. Os demais papéis interpretados pelo elenco ainda não foram divulgados.
A Netflix comprou os direitos de distribuição, e a expectativa é que ‘Apostle’ seja lançado em alguns cinemas e logo já esteja disponível em sua plataforma de streaming.
Os fãs da Marvel estão preparados para ser recompensados por sua paciência com um novo trailer, que será lançado amanhã.
A Marvel India revelou um novo trailer de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘ será lançado na terça-feira, 13 de março. O anúncio foi feito com um clipe de 10 segundos mostrando cenas de Thanos, Homem-Aranha, bem como os Vingadores em Wakanda.
Confira os teasers:
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A trama vai mostrar o vilão Thanos juntando as Jóias do Infinito e declarando guerra contra os Vingadores, que estão separados após os eventos de ‘Capitão América: Guerra Civil‘.
‘Guerra Infinita‘ será lançado nos cinemas em 26 Abril de 2018, com ‘Vingadores 4‘ chegando aos cinemas um ano depois, em 02 de Maio de 2019. A direção será de Joe e Anthony Russo.
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Dirigido e protagonizado por John Krasinski (’13 Horas: Os Soldados Secretos de Benghazi’), ‘Um Lugar Silencioso‘ na sua primeira exibição, durante o festival South by Southwest (SXSW), no Texas.
Com estreia marcada para o dia 5 de abril, o longa narra a história de uma família que precisa se manter em total silêncio para sobreviver a uma ameaça que pode atacá-los ao menor sinal de barulho. O filme traz Emily Blunt (‘A Garota do Trem’) no papel de Evelyn, uma mãe de família que, ao lado do marido, tenta proteger os dois filhos pequenos e o bebê que está por vir.
Com 100% de aprovação no Rottem Tomatoes, site americano que reúne críticas de cinema e televisão, o filme foi aclamado por especialistas.
“Um Lugar Silencioso” marca um passo adiante de Krasinski como ator e diretor. Ele encontrou um material ideal para um recomeço, oferecendo uma experiência eletrizante, onde os sustos não vêm dos estrondos, mas dos sussurros e do silêncio. Na era em que vivemos hoje, do ‘caos da informação’, é libertador ficar imerso num filme silencioso onde o menor sinal de barulho pode matar você”, opina Eric Kohn, do Indiewire.
“Por mais que nem sempre a gente compre a ideia que vemos no filme, Krasinski é um cineasta suficientemente talentoso para esconder nossas objeções. Ele dirige com todos os seus sentidos”, elogia Owen Gleiberman, da Variety.
Já a crítica da Vanity Fair, Joanna Robinson, elogia a escolha de Emily Blunt para protagonizar o filme.
“Embora seja a terceira vez de Krasinski como diretor, é sua primeira vitória, e, grande parte disso, deve-se a ênfase na questão familiar e na sua escolha por dar a sua mulher o papel de protagonista”, revela. “Mesmo os espectadores que não aceitam a metáfora do filme, morrerão de medo”, conclui o crítico John DeFore, do Hollywood Reporter.

‘Um Lugar Silencioso‘ chega aos cinemas brasileiros no dia 5 de abril.
John Krasinski (13 Horas: Os Soldados Secretos de Benghazi), que dirige e atua na produção, também assina o roteiro com Bryan Woods e Scott Beck. Emily Blunt (A Garota do Trem) é a mãe de uma família que tenta se manter em total silêncio para sobreviver à uma ameaça que ronda a sua casa e que pode atacá-los ao menor sinal de barulho.
A Disney divulgou parte do elenco principal de ‘Artemis Fowl’, adaptação para os cinemas do livro de fantasia de Eoin Colfer, que contará com Kenneth Branagh (‘Assassinato No Expresso do Oriente’) na direção.
Além disso, as filmagens da produção começaram essa semana, de cordo com o Collider, tendo como cenário a Inglaterra e a Irlanda do Norte, além da Cidade de Ho Chi Minh, no Vietnã.
O novato Ferdia Shaw interpretará o personagem principal. Josh Gad será Mulch Diggums, um anão leal apenas a ele mesmo. Judi Dench será a comandante Root, que lidera a força policial das fadas. Lara McDonnell será a Capitã Holly Short, uma heroína entre os elfos. Por fim, Nonso Anozie será o guarda-costas de Artemis, Butler.
A trama do livro traz as aventuras de um garoto de 12 anos, o último descendente de uma lendária família do crime prestes a desaparecer. Com a ajuda de seu guarda-costas, ele planeja uma maneira de retomar a antiga glória dos Fowls: Sequestrar uma fada e exigir resgate. Entretanto, o jovem não desconfia que as fadas também têm seus recursos incluindo uma perigosa polícia do mundo fantástico.
A franquia conta com 8 livros e foi uma das primeiras a se beneficiar da onda de popularidade do gênero de fantasia infanto-juvenil iniciada por Harry Potter.
A Disney lançará o filme nos cinemas em 2019.

‘Logan‘ se tornou um fenômeno de críticas e bilheterias, arrecadando mais de US$ 616 milhões mundialmente. E, apesar da saída de Hugh Jackman, a Fox já tem planos de continuar a franquia.
E candidatos para substituir o insubstituível Hugh Jackman não faltam.
Recentemente, o ator Scott Eastwood revelou que gostaria de interpretar o Wolverine nos cinemas.
Agora, em uma nova entrevista ao Screen Rant, o ator mencionou que o personagem é seu favorito nos quadrinhos:
“Cara, eu adoro o Wolverine. Ele é um dos meus personagens favoritos dos quadrinhos. É um renegado muito intimidante. É imprevisível, não segue regras… É o tipo de personagem que gosto”
Então, ao ser perguntada se viveria o personagem nos cinemas ele soltou um: “Com certeza!”
Eastwood estrelou ‘Uma Longa Jornada‘, ‘Esquadrão Suicida‘ e ‘Velozes e Furiosos 8‘. Em Breve, será visto em ‘Círculo de Fogo: A Revolta‘.
Recentemente, Stacey Snider, a CEO da Fox, revelou que o estúdio pode encontrar um ator mais jovem para viver o personagem nos cinemas em um reboot.
“Tudo é possível. Logan nos surpreendeu de maneira muito positiva”, revelou.
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Que ator você gostaria de ver interpretando o personagem imortalizado por Jackman?
CRÍTICA COM SPOILERS
CRÍTICA SEM SPOILERS
O ator Tommy Wiseau que também dirigiu o controverso ‘The Room’ (servindo de inspiração para ‘Artista do Desastre’, de James Franco), já declarou que gostaria de viver o Coringa nos cinemas, e agora divulgou um vídeo de audição caracterizado como o vilão. O resultado merece sua atenção. Assista!
Recentemente, um fã talentoso recriou o trailer de ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas’ com Tommy Wiseau como Coringa usando cenas do clássico ‘The Room’. Confira:
Já o Coringa mesmo vai ganhar um novo filme, dirigido por Todd Phillips e podendo ter o astro Joaquin Phoenix no papel do vilão da DC.
A aguardada animação ‘Jovens Titãs em Ação’ ganhou novidades que vão deixar os fãs da DC felizes! A Warner revelou que Mulher-Maravilha, Superman e Lanterna Verde farão participações no filme.
A Mulher-Maravilha será dublada pela cantora Halsey, o Lanterna Verde pelo rapper Lil Yachty e Superman ainda não foi revelado quem fará a voz. Confira a imagem:

Enquanto isso, a Warner Bros. Animation e o Cartoon Network divulgaram um novo cartaz da animação ‘Jovens Titãs em Ação’, que tira sarro de ‘Liga da Justiça’.
“Eles definitivamente não conseguem salvar o mundo sozinhos”, brinca a arte.
Confira, com o trailer:
A Warner Bros. agendou a data de lançamento de sua nova animação, ‘Jovens Titãs em Ação’ (Teen Titans Go!), para 27 de julho de 2018. Além de revelar detalhes sobre a trama do filme animado dos heróis da DC.
O ComicBook revelou a sinopse do filme, que mostra as dificuldades que os heróis enfrentarão nos cinemas:
“Ao que parece, todos os grandes heróis estão ganhando seus próprios filmes, menos os Jovens Titãs. Mas Robin, o líder do grupo, está determinado a mudar essa situação, tornando-se uma estrela em vez de ser apenas um ajudante. Se eles ao menos conseguissem fazer com que o maior diretor de Hollywood os notasse. Com algumas ideias loucas e uma música no coração, os Jovens Titãs viajam para Tinsel Town, para realizarem seus sonhos. Mas quando tudo dá errado por causa de um super vilão com um plano louco para dominar a Terra, as coisas realmente desandam. A amizade e o espírito guerreiro do grupo são abalados, colocando em risco o destino de cada um”
Scott Menville é Robin, Khary Payton é o Ciborgue, Tara Strong é Ravena, Hyden Walch é Estelar e Greg Cipes faz o Mutano. Will Arnett e Kristen Bell, que ainda terão os papéis revelados.
Além da animação dos Titãs na telona, o grupo também chegará em sua forma live-action a TV em 2018.
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