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‘A Odisseia’: Saiba QUANDO a adaptação de Christopher Nolan estreia no Brasil

‘A Odisseia’, adaptação do épico poema grego de Homero que será dirigida por Christopher Nolan (‘Oppenheimer’), já tem data de estreia para chegar nos cinemas nacionais.

O filme estreia por aqui no dia 16 de Julho de 2016, um dia antes da estreia norte-americana.

Confira a sinopse oficial:

Após a Guerra de Tróia, o guerreiro grego Odisseu (Matt Damon) enfrenta criaturas míticas e deuses em sua épica jornada de volta para casa, onde sua esposa Penélope o aguarda. Para contar essa história grandiosa, a produção reúne um elenco estelar ao lado de Damon, entre os nomes confirmados estão Anne Hathaway, Tom Holland, Zendaya e Lupita Nyong’o.

“O filme é um épico de ação mítico filmado em todo o mundo usando a novíssima tecnologia de filme IMAX e traz a saga fundamental de Odisseu para as telas de filme IMAX pela primeira vez.

O elenco conta com nomes como Matt Damon, Tom Holland, Charlize TheronRobert PattinsonJon BernthalJohn LeguizamoElliot PageHimesh PatelBill IrwinSamantha MortonZendaya e outros.

Nolan começou a escrever o filme em março. Donna Langley, presidente da Universal Pictures, é a única pessoa que já leu o roteiro.

O trailer está atualmente sendo exibido nos cinemas.

Confira o cartaz:

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Retro Dance #29 | Poppy e o conceitualismo musical de ‘I Disagree’

A polêmica e controversa Moriah Rose Pereira ganhou fama no início da década passada ao dar vida a um alter-ego um tanto quanto inusitado e que misturava diversos gêneros musicais – resultando num pastiche identitário de tirar o fôlego (e viralizando ao redor do mundo). Sua presença marcante, descrita como uma Barbie kawaii-punk saída das profundezas do universo underground e posta no centro de um construção surrealista – algo completamente ilógico, inquietante e cuja persona constantemente busca entender a oscilante compreensão entre a inexistência e a existência. E é dessa forma que Poppy, como a artista ficou conhecida, caminhou para seu terceiro álbum de estúdio, ‘I Disagree’, lançado em 2019.

O próprio título da produção já premedita o que podemos esperar – ou não esperar: afinal, as concepções metafísicas e reflexivas trazidas pelo poderoso e conflitante liricismo serve como negação e rechaça puros de uma arte há muito engessada pela indústria que a produz (um paradoxo muito bem-vindo para um escopo como o que nos é apresentado). Não é surpresa que a faixa-título comece com breves versos soltos que logo explodem no cerne do heavy metal, com notas bombardeadas por uma pesada guitarra e um recuo inesperado para uma rendição mais calma, guiada por declarações inquisitivas que duvidam de qualquer coisa que seu interlocutor diga (“eu não concordo”, servindo de mote para grande parte das estrofes”). 

Mais do que isso, é notável o modo com a cantora e compositora utiliza das acepções mais extremas para compor suas incursões sonoras: os instrumentais reverberam suas influências pelo noventismo do J-pop, enquanto buscam referências do dream-pop em diástases vocais conscientes de si mesmas e que seguem o caminho que bem querem, jogando-se em trilhos de uma montanha-russa desgovernada e que não pretende chegar a nenhum lugar. Esse projeto, na verdade, já se ergue com o pós-apocalíptico “Concrete”, que abre o CD em uma viagem psicodélica através de fetiches, pesadelos (e um inexplicável apreço pelo desespero emocional) – cujo resultado bastante palpável se deve principalmente à sua configuração em rapsódia e ao trabalho feito nos anos 1980 pela veterana Cocteau Twins. 

Se nos últimos anos presenciamos uma insurgência fenomenal do industrial pop, Poppy levou esses conceitos a um nível muito maior do que o previsto, iniciando o ano com uma catártica e quase frustrante (por todas as razões corretas) regurgitação caótica intitulada “BLOODMONEY”, chocante desde seu minimalismo até sua deliciosa heresia mitológica; em contrapartida, ela também sabe explorar ambiências neo-noirs com “Anything Like Me”, fazendo questão de deixar que a guitarra elétrica seja o elemento em primeiro plano e que divida os holofotes com o contínuo uso de sintetizadores e de moduladores – antes de migrar para uma balada melodramática (sim, tudo isso num mesmo lugar). 

No momento em que pensamos entender sua linha de raciocínio, a artista nos surpreende com sua habilidade inegável de arquitetar peças experimentais que conversem com praticamente todo tipo de público: “Fill the Crown”, sem sombra de dúvida um dos grandiosos ápices da produção, inicia com uma ambiência que nos relembra imediatamente de Robyn, e então rende-se sem quaisquer escrúpulos a uma mistura impulsiva e inebriante entre Black Sabbath e Megadeth – cultivando espaço de sobra para substanciais e propositais transgressões tonais que culminam num brusco finale. Já em “Nothing I Need”, o onírico pano de fundo é pincelado com um doloroso niilismo que transita entre a melancolia e a apatia. 

É inegável dizer que, eventualmente, as tracks da obra possam cansar ouvidos menos acostumados à visceral originalidade de artistas alternativas – preferindo refugiar-se em construções mais dançantes e mercadológicas. De qualquer forma, é sempre válido dar uma chance àquilo que não conhecemos, e Poppy é um dos grandes nomes da próxima fase da indústria fonográfica que imprime sua característica única em cada peça artística que se propõe a fazer. E, por mais que sua “bizarrice” não seja abraçada com gosto por todos, é justamente ela que nos tira da zona de conforto – como é visto, mais uma vez, nas faixas finais: temos a enérgica e saudosista “Sit/Stay”, a potente e irreverente “Bite Your Teeth” (que mantém certos diálogos com investidas anteriores) e a atemporal e melódica “Sick of the Sun” (já buscando algumas breves notas que se aproximam do trap e do nu pop). 

A performer consegue nos surpreender mais uma vez com “Don’t Go Outside”, uma das melhores músicas do ano e cuja enorme fusão de fato pode servir de inspiração para futuras composições. Seu teor varia desde as realizações mais épicas do grupo Queen até o respaldo idealizado do classicismo do violão e do baixo, valendo-se de certos aspectos que nos recordam longinquamente de Glenn Frey e Don Henley. E, como já era de se esperar, a ativa compleição do rock com a chegada do segundo ato. 

‘I Disagree’ é o que podemos encarar como uma das proximidades mais teóricas do conceito de dadaísmo musical – afinal, levando em consideração seu manifesto, parecemos nos deparar com o resultado de uma mixórdia de vários estilos que resulta numa sinestesia bombástica, que funciona de modo mais coeso do que imaginávamos. 

Dica | ‘Palm Springs’ completa cinco anos e segue mais atual do que nunca

O que você faria se o tempo não tivesse mais influência em sua vida, fazendo com que suas ações não tivessem um impacto real no mundo e nem nas pessoas ao redor? Sim, como seria sua reação se todo dia fosse resetado quando você dormisse, fazendo com que todo dia seja sempre o mesmo dia, mas com infinitas possibilidades? Pois bem, é partindo dessa premissa que Palm Springs se desenrola, criando uma das mais eficientes dramédias dos últimos anos.

Lançado em 2020, essa produção do comediante Andy Sandberg completou cinco anos de existência nesta semana. Infelizmente, por ter saído durante a pandemia, ele não recebeu o devido reconhecimento do público, já que estavam todos presos em casa no auge da explosão dos streamings. Talvez se tivesse conseguido exercer sua passagem pelos cinemas, o longa fosse ainda mais popular. De qualquer forma, mesmo que você não tenha assistido, é bem provável que já tinha visto algum meme com a cena de dança que abre ele.

Pois bem, a trama jamais nega sua inspiração no clássico “Feitiço do Tempo” (1993), mas em momento algum tenta replicá-lo. A história é ambientada em um casamento, no qual Nyles (Sandberg) parece estar curtindo horrores. Por outro lado, Sarah (Cristin Milioti), a irmã da noiva, está muito incomodada, já que se sente uma grande frustração para a família. Seus caminhos se cruzam nessa noite, que termina de um jeito pra lá de inusitado. O rapaz é atacado e se dirige para uma caverna, onde pede que a moça não o acompanhe. Porém, ela está preocupada e acaba entrando lá, dando início a um pesadelo.

Nyles está preso nesse “Loop Temporal” de reviver esse mesmo dia todos os dias há muito tempo. Não é revelado exatamente quanto, mas dá para estimar que talvez passe de anos. Só que ele se acomodou. O que poderia parecer um pesadelo, acabou virando uma rotina de conforto, na qual nada importa ou faz sentido. Se ele for legal, ninguém se lembrará. Se ele for um tosco, ninguém se lembrará. Se ele cometer um crime, ninguém se lembrará. Então, por que não viver uma vida sem regras ou limites? Foi assim que ele passou os últimos anos. Sarah, no entanto, entrou de gaiato nesse navio, vivenciando um verdadeiro pesadelo. Só que, diferentemente de Nyles, ela quer sair disso o quanto antes.

O lado engraçado do filme é mostrar o que essas pessoas fariam nesse contexto de que nem a morte seria mais uma preocupação, já o dia reinicia no segundo em que eles dormem. Então, eles viajam, arrumam brigas, dançam em lugares públicos, conhecem pessoas e depois usam essas informações contra elas, estragam o casamento centenas de vezes e das mais variadas formas, exploram o entorno e tudo mais. É ridiculamente engraçado.

Mas o grande destaque mesmo é o drama, porque Nyles está há tanto tempo nessa vida irresponsável que esqueceu o que é viver de verdade. A sensação de estar preso em uma simulação começa a incomodá-lo conforme Sarah o faz lembrar de como era a vida “real”. Ele vai percebendo que sua “vida dos sonhos” era um pesadelo e que seu jeitão de “não ligo para nada” era, na verdade, um escudo desenvolvido para ajudá-lo a suportar o peso de uma vida sem sentido ou propósito.

É como se ele já tivesse encarado o abismo tantas vezes, mas só agora o abismo o encarasse de volta. E não existe nada melhor para colocar uma vida em perspectiva do que descobrir que você se importa com alguém e que alguém se importa com você. De repente, ele passa a desenvolver um sentimento por Sarah, que o faz perceber que aquele vazio era insuportável.

O filme é todo trabalhado no desenvolvimento dessa relação, mas de um jeito divertido. Só que a trama é incomodamente identificável no dia a dia. Sarah tem sua visão exposta, e vai cedendo aos poucos ao ideal vazio de Nyles, que arrasta a menina para o buraco literal e figurativamente. Ele que a atrai para a caverna, mesmo que sem querer, e ele vai tentando convencê-la a ficar naquele ciclo com ele para sempre. Na vida real, quantas relações dessa forma não acontecem todos os dias? Casais que claramente fazem mal um ao outro, mas que permanecem juntos naquela situação terrível só porque se amam? Enxergar isso no filme é interessantíssimo, e abordar esse tema numa dramédia é genial.

Sarah tem seus motivos, além dos óbvios, para querer sair dali o quanto antes. Mas acaba cedendo sua própria dignidade pela falta de perspectiva que essa vida sem sentido ou responsabilidade traz. E é curioso com Sandberg consegue ser vítima e vilão ao mesmo tempo, mantendo sempre seu carisma habitual. Você até consegue sentir raiva dele, mas também torce para que ele se toque e saia disso.

O elenco também conta com a participação de luxo de J.K. Simmons, abrilhantando ainda mais o filme e trazendo uma camada mais profunda para a trama. O ponto é que cinco anos depois, Palm Springs não apenas resistiu ao ‘teste do tempo’, como também se mostra um longa cada vez mais atual e brilhante. É um filme bastante subestimado.

Palm Springs está disponível no Disney+.

Christopher Nolan SUPOSTAMENTE barrou série derivada de ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas’

O aclamado cineasta Christopher Nolan, responsável pela icônica trilogia ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas’, supostamente interveio para que a Warner Bros. cancelasse um spin-off televisivo planejado para a franquia.

De acordo com o ComicBook, a DC tinha planos de desenvolver uma série focada em Robin. No entanto, Nolan teria pedido ao estúdio para descartar o projeto.

Detalhes específicos da trama não foram revelados, mas a reportagem sugere que provavelmente haveria alguma conexão com a trilogia de filmes.

Além do cancelamento do spin-off, ficou decidido que nenhuma sequência para a trilogia de Nolan poderia ser produzida sem o seu envolvimento direto.

A trilogia ‘Batman’ de Christopher Nolan está disponível para streaming no HBO Max.

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‘Ne Zha 2’: Animação de maior bilheteria mundial ganha data de estreia no Brasil; Saiba quando!

A animação chinesa de sucessoNe Zha 2’, que se tornou a animação de maior bilheteria da história na China, finalmente tem data para chegar aos cinemas brasileiros.

Distribuído pela A2 Filmes, Ne Zha 2 estreia no Brasil em 25 de setembro.

Ne Zha 2: O Renascimento‘ é a sequência de ‘Ne Zha‘ (2019), que é baseado na lenda chinesa de Ne Zha, um personagem mitológico que nasceu de um ovo e foi destinado a trazer destruição, mas acaba se tornando um herói que luta contra forças do mal.

Em ‘Ne Zha 2‘, a história segue o jovem Ne Zha enquanto ele enfrenta novos desafios e inimigos, incluindo a luta interna de encontrar seu lugar no mundo e confrontar seu destino. Com uma combinação de cenas de ação eletrizantes e temas emocionais profundos, o filme ressoou fortemente com o público, especialmente com a juventude chinesa, que se viu refletida nas batalhas internas e externas de Ne Zha.

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‘Thunderbolts*’: Olga Kurylenko desabafa após destino trágico de Treinadora

Olga Kurylenko, a intérprete de Treinadora no Universo Cinematográfico Marvel (MCU), revelou recentemente os bastidores do conturbado processo de produção deThunderbolts*’, incluindo as significativas alterações no desfecho de sua personagem.

Conforme apurou o ComicBookMovie, Kurylenko explicou que o roteiro da produção sofreu mudanças drásticas após a paralisação das filmagens em 2023 devido à greve em Hollywood.

“Na verdade, não tivemos sorte porque começamos a filmar esse filme quando a greve aconteceu. Então, basicamente, levamos todas as nossas coisas. Tirei meu filho da escola, nos mudamos para Atlanta por cinco meses, alugamos uma casa e tudo”, relembrou a atriz. “E de repente, duas semanas depois, disseram: ‘Vocês vão voltar pra casa porque está rolando uma greve e não sabemos quando vai acabar’”.

Ao retornar, o que encontrou foi um roteiro irreconhecível.

“No primeiro roteiro, minha personagem estava… ela estava presente até o fim. Mas já não era o mesmo roteiro. Depois da greve, o roteiro não tinha mais nada a ver com o anterior. Mudaram o conceito, mudaram a história, os lugares, o cenário. Já não era mais o mesmo filme. É uma pena. Era uma personagem legal”, lamentou Kurylenko.

Ela ainda completou, elogiando o visual de sua personagem: “Principalmente porque todo mundo, até os figurinistas, dizia: ‘Nossa, ela é a nossa personagem favorita em termos de figurino, porque tem o visual mais legal.’ O meu figurino era o melhor”.

Desde então, foi revelado que os planos originais para Treinadora eram grandiosos. Ela seria uma Nova Vingadora, com um arco narrativo focado em sua aproximação com Fantasma e múltiplas tentativas de matar John Walker (o Agente Americano) devido aos seus problemas de memória.

No entanto, o diretor Jake Schreier decidiu que o filme necessitava de riscos maiores e optou por eliminar um dos protagonistas logo no início da trama.

A Marvel Studios e uma equipe de veteranos guerreiros independentes que se venderam para o lado errado apresentam Thunderbolts*, um grupo irreverente composto pela assassina deprimida Yelena Belova (Florence Pugh) e por figuras desajustadas.

O elenco ainda conta com Sebastian Stan (Bucky Barnes), Wyatt Russell (Agente Americano), Olga Kurylenko (Treinadora), Lewis Pullman (Sentinela), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma) e Julia Louis-Dreyfus (Valentina Allegra de Fontaine).

O roteiro é escrito por Eric Pearson.

Após sucesso na Netflix, 5ª temporada de ‘Fantasmas’ ganha data de estreia nos EUA

A CBS finalmente anunciou quando a 5ª temporada de ‘Fantasmas‘ (Ghosts), comédia sobrenatural estrelada pela Rose McIver (‘Once Upon a Time’), será lançada.

O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 16 de outubro.

Além de ser uma das comédias de maior audiência da televisão norte-americana, a série ainda fez sucesso no catálogo brasileiro da Netflix – alcançando o TOP 10 das produções mais assistidas do serviço de streaming.

Vale lembrar que o seriado, que já está renovado para a 6ª temporada, também está disponível na Paramount+.

Na trama, Samantha e Ryan, cujos sonhos se tornam reais quando eles herdam uma linda casa no campo, descobrirem que o lugar está caindo aos pedaços e é habitado pelos fantasmas dos vários residentes que morreram lá anteriormente.

Criada por Joe Port e Joe Wiseman, a série é baseada na comédia homônima lançada originalmente no Reino Unido.

O elenco ainda conta com Brandon Scott Jones (‘The Good Place’), Richie Moriarty (‘What We Do in the Shadows’), Asher Grodman (‘Chicago Med’), Rebecca Wisocky (‘Devious Maids’), Sheila Carrasco (‘Jane the Virgin’), Danielle Pinnock (‘Young Sheldon’) e Román Zaragoza (‘Austin & Ally’).

2ª temporada de ‘Matlock’ ganha data de estreia na CBS; Confira!

A CBS finalmente anunciou quando a 2ª temporada da série ‘Matlock‘, estrelada pela Kathy Bates (‘American Horror Story’), será lançada.

O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 12 de outubro.

Na trama, Madeline Matlock é uma advogada experiente que, após um período afastada do trabalho, retorna a uma prestigiosa firma de advocacia. Lá, ela utiliza suas táticas astutas e experiência para vencer casos e expor irregularidades.

Confira o teaser e siga o CinePOP no YouTube:

Criada por Jennie Snyder Urman (‘Jane the Virgin’), a série serve como um reboot do clássico homônimo de 1986.

O elenco ainda contará com Skye P. Marshall, Jason Ritter, David Del Rio e Leah Lewis.

Warner tentou contratar Kevin Feige para liderar o DCU após o sucesso de ‘Vingadores: Ultimato’

Kevin Feige, a mente por trás do sucesso do Universo Cinematográfico Marvel (MCU), poderia ter tomado um caminho surpreendente em sua carreira após ‘Vingadores: Ultimato’. Rumores indicam que ele foi abordado pela Warner Bros. para liderar o universo da DC.

De acordo com o ComicBook, a Warner Bros. se reuniu com Feige logo após o lançamento de ‘Liga da Justiça’, que não atingiu as expectativas, para discutir a possibilidade de ele assumir a direção criativa do Universo DC.

Embora os detalhes da conversa nunca tenham sido revelados, tudo aponta para que Feige, no mínimo, considerou a proposta ao aceitar o encontro.

Fontes informaram que as negociações “não foram adiante”, e é possível que Feige tenha sido apenas cortês ao ouvir a oferta, sem real intenção de deixar a Marvel. Afinal, com um cargo de tanta importância, é compreensível querer ouvir o que a concorrência tem a dizer.

Provavelmente nunca saberemos exatamente o que foi discutido, mas é curioso pensar que a Warner tentou “roubar” Feige em vez de buscar uma alternativa interna.

No fim das contas, James Gunn foi o escolhido para remodelar o DCU, encerrando o antigo universo e traçando planos para o novo, que começou com o recente lançamento de Superman.

Superman’ esta em cartaz nos cinemas nacionais.

Crítica | James Gunn dá o pontapé inicial do DCU com o ESPETACULAR ‘Superman’

Crítica 2 | ‘Superman’ mostra que a verdadeira rebeldia é ser bom em um mundo cercado pelo mal

James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.

David Corenswet estrela como Clark Kent/Superman.

O elenco também conta com Rachel Brosnahan (Lois Lane), Nicholas Hoult (Lex Luthor), Edi Gathegi (Michael Holt/Senhor Incrível), Anthony Carrigan (Rex Mason/Metamorfo), Nathan Fillion (Guy Gardner/Lanterna Verde), Isabela Merced (Kendra Saunders/Mulher-Gavião), Skyler Gisondo (Jimmy Olsen), Sara Sampaio (Eve Teschmacher), Wendell Pierce (Perry White), Milly Alcock (Kara Zor-El / Supergirl) e outros.

‘IT: Bem-Vindos à Derry’: Pré-sequência de ‘It: A Coisa’ ganha cartaz e previsão de lançamento

A HBO Max divulgou o primeiro cartaz de ‘It: Bem-Vindos à Derry‘, série que servirá de pré-sequência à franquia ‘It: A Coisa‘.

Além disso, o streaming confirmou que a produção estreará em outubro.

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Sem data de estreia, a produção deve ser lançada ainda em 2025.

Anteriormente, o cineasta Andy Muschietti havia revelado que a série ‘Bem-Vindos à Derry‘ contará com três temporadas. Cada ciclo irá explorar uma história diferente, voltando no passado para chegar na origem do Pennywise.: “A primeira temporada é 1962, a segunda temporada é 1935 e a terceira temporada é 1908”.

Durante as férias de 1958, em uma pacata cidadezinha chamada Derry, um grupo de sete amigos começa a ver coisas bizarras. Um conta que viu um palhaço, outro que viu uma múmia. Finalmente, acabam descobrindo que estavam todos vendo a mesma coisa: um ser sobrenatural e maligno que pode assumir várias formas. Ele mesmo. O Pennywise.

Bill Skarsgård retornará como o icônico Pennywise.

O elenco ainda contará com Alixandra Fuchs (‘Hatfields & McCoys’), Kimberly Guerrero (‘A Inglesa’), Dorian Grey (‘Star Trek: Discovery’), Thomas Mitchell (‘Spiral’), BJ Harrison (‘Family Law’), Peter Outerbridge (‘Jogos Mortais VI’), Shane Marriott (‘Fargo’), Chad Rook (‘Joe Pickett’), Joshua Odjick (‘Wildhood’) e Morningstar Angeline (‘Westworld’). Os fãs da obra de Stephen King terão que esperar um pouco mais para mergulhar de volta em Derry.

Welcome to Derry‘ terá como produtor executivo Andy Muschietti, o diretor dos dois filmes de 2017 e 2019, ao lado de sua irmã Barbara Muschietti.

Assista nossa visita ao parque do Pennywise:

‘Superman IV’ (1987) – O fim da era Christopher Reeve com um dos PIORES filmes de todos os tempos

Superman, o maior super-herói de todos os tempos, ganhará um novo filme nas telonas este ano. É claro que você já deve estar cansado de saber. O filme, aliás, estreia agora em julho, no segundo fim de semana do mês – dia 10 no Brasil. Esse, no entanto, não é apenas mais um filme do Homem de Aço, e sim o reinício de todo um universo nos cinemas – o universo dos personagens da DC na Warner, agora debaixo do selo de qualidade do diretor e produtor James Gunn (o homem que entregou a emocionante trilogia dos ‘Guardiões da Galáxia’).

Como forma de irmos aquecendo os motores para este que é o filme mais aguardado do ano para muitos, resolvemos revisitar desta vez o quarto longa para o cinema do Super-Homem, que infelizmente viria a encerrar as aventuras do maior herói de todos nas telonas (ao menos nos anos 80, 90 e metade de 2000), encerrando a era de Christopher Reeve no papel.

Superman retornava pela terceira vez nas telonas. Mas dessa vez, com menos orçamento, menos roteiro, menos efeitos especiais e menos paciência do público. ‘Superman IV – Em Busca da Paz é o tipo de filme que parece ter sido feito com boas intenções… e mais nada. Estreando em 1987, o longa ficou conhecido como a pá de cal na franquia do Superman estrelada por Christopher Reeve — e até hoje é estudado como exemplo de como não fazer uma superprodução.

Acredite se quiser: a ideia para o filme partiu do próprio Christopher Reeve. Após o fracasso criativo de ‘Superman III, a Warner havia perdido o interesse, e os Salkind venderam os direitos do personagem para a picareta Cannon Films — produtora famosa por filmes B, orçamentos apertados e decisões criativas no mínimo… exóticas.

Leia também: Zod, Lex Luthor e Beijo do Esquecimento – Revisitando o clássico ‘Superman II: A Aventura Continua’ (1980)

Reeve topou retornar com uma condição: que o novo filme tivesse uma mensagem importante. Assim nasceu o conceito de um Superman engajado politicamente, disposto a acabar com a corrida armamentista e eliminar as armas nucleares do planeta — resolvendo a Guerra Fria com um discurso e um cesto de mísseis lançados ao Sol. Mas estamos falando de um filme onde até a gravidade parece opcional, então por que não?

O problema? A Cannon cortou o orçamento drasticamente. O valor inicialmente prometido, de cerca de US$ 36 milhões, foi reduzido para US$ 17 milhões, com cortes em figurinos, efeitos, cenários e até filmagens. Resultado: o Superman mais pobre da história, com efeitos dignos de tela verde caseira e cabos visíveis até em VHS.

Leia também: ‘Superman: O Filme’ (1978) – Revisitando o PRIMEIRO super-herói do cinema e (para muitos) ainda o melhor!

No enredo, Clark Kent volta à ativa no Planeta Diário, agora sob nova direção: o jornal foi comprado pelo magnata sensacionalista David Warfield, vivido por Sam Wanamaker, que coloca sua filha Lacy (Mariel Hemingway) como chefe de redação. Clark tenta manter sua integridade jornalística enquanto, do lado heroico, Superman decide intervir na geopolítica global, convencido por uma cartinha de um garotinho que pergunta: “Se você é tão poderoso, por que não acaba com as armas nucleares?”

Inspirado pelo toque infantil (literalmente), Superman dá um sermão na ONU e declara que vai destruir todas as armas nucleares do mundo. Pega os mísseis como quem recolhe latinhas e joga tudo no Sol. Pronto. Paz mundial.

Mas nem tudo são flores. Lex Luthor (sim, Gene Hackman voltou, provavelmente seduzido por um contrato ou chantagem emocional) foge da cadeia, com a ajuda do sobrinho Lenny (Jon Cryer, o Alan de ‘Two and a Half Men’), e tem uma ideia genial: pegar um fio de cabelo do Superman (exposto num museu, sustentando uma bola de mil quilos — por que não?), mistura com DNA, roupas brilhantes e energia solar, lança tudo num míssil e cria o vilão… Homem Nuclear. Isso mesmo. Um clone bronzeado, de mullet reluzente, capa dourada e garras pontudas. Ele é basicamente um Wolverine de academia com painéis solares no peito. E, claro, quer destruir o Superman. Ou, no mínimo, arranhar bem forte.

As batalhas entre Superman e o Homem Nuclear são… complicadas. Tem voo (com fundo visivelmente desenhado), tapas no espaço sideral, destruição de Metrópolis com escala de teatro escolar e até uma viagem à Lua, onde os dois trocam socos numa arena sem gravidade. Tudo isso com efeitos reciclados, dublês que nem se parecem com os atores e continuidade que faz tanto sentido quanto a Cannon produzir um filme do Superman.

Tem também cena do Superman doente, cena de Lacy sendo levada ao espaço sem morrer por falta de oxigênio (detalhes), e uma sequência final com um discurso sobre paz mundial que faz até o ‘Rocky IV‘ (lançado dois anos antes) parecer sutil.

Christopher Reeve, como sempre, é o ponto alto — mesmo com um roteiro indigno, ele entrega carisma, presença e dignidade. Gene Hackman parece estar se divertindo fazendo o Lex Luthor cartunesco de sempre. Jackie Cooper (Perry White) e Margot Kidder (Lois Lane) retornam, com mais tempo de tela do que no terceiro filme, mas presos em subtramas irrelevantes. Mariel Hemingway é jogada de qualquer forma numa pseudo-rivalidade amorosa com Lois, que dura 3 cenas e meio sorriso.

E, claro, temos o inesquecível (?) Mark Pillow como o Homem Nuclear, num desempenho que combina a expressividade de um manequim com a fúria de um secador de cabelo.

A recepção foi, como dizer… semelhante a um desastre nuclear. A crítica detonou o filme por todos os lados: roteiro fraco, produção amadora, atuações desequilibradas, vilão risível e efeitos que nem nos anos 60 seriam aceitos. O The Washington Post chamou o filme de “insulto à inteligência do público”. O New York Times descreveu como “uma tentativa frustrada de salvar uma franquia já moribunda”. No Rotten Tomatoes, ‘Superman IV ostenta menos de 10% de aprovação. Fazendo dele um dos piores filmes de todos os tempos na opinião dos críticos, mas também do público. Daquele tipo que nem os fãs do personagem conseguem salvar.

Mesmo o público, sempre mais generoso, saiu decepcionado. Muitos fãs consideram este o ponto mais baixo da era Reeve, e até o próprio ator, tempos depois, admitiu que se arrependeu do projeto — mesmo que a ideia original fosse nobre.

Com estreia em julho de 1987, ‘Superman IV faturou apenas US$ 15,6 milhões nos Estados Unidos e cerca de US$ 36,7 milhões no total mundial — abaixo até do orçamento estimado. Foi um fracasso comercial retumbante, encerrando a franquia por quase 20 anos até o reboot tardio em ‘Superman – O Retorno (2006).

A Cannon, que esperava revitalizar sua imagem com um super blockbuster, acabou afundando ainda mais, e o estúdio acabou pedindo falência. Foi um baque tão grande que o próprio personagem Superman saiu de cena nos cinemas por duas décadas inteiras.

Superman IV – Em Busca da Paz é o exemplo perfeito de que boas intenções não salvam más execuções. É um filme lembrado mais pelo que poderia ter sido do que pelo que realmente entregou. Uma história sobre desarmamento nuclear poderia ter rendido uma obra poderosa e simbólica — mas virou uma colagem de ideias mal acabadas, efeitos precários e um vilão que parece saído de um comercial de energético.

Ainda assim, há um charme em sua ruindade. Para muitos fãs, é um filme tão ruim que se torna divertido. Outros preferem fingir que ele nunca existiu. Mas uma coisa é certa: Christopher Reeve, mesmo com um script esburacado e uma produção caótica, ainda consegue manter o coração do Superman pulsando em cada cena.

Superman IV – Em Busca da Paz é como uma carta de amor mal escrita. Tinha sentimento, tinha propósito, mas faltou revisão, verba e juízo. Ainda assim, é parte da história do personagem, e um testemunho do quanto o cinema de super-herói já caiu antes de se reerguer.

Hoje, ele vive na memória dos fãs como uma curiosidade, uma lição e, de certa forma, um lembrete de que nem mesmo o Superman pode vencer um orçamento cortado pela metade. Mas pelo menos ele tentou.

‘Upload’: 4ª e ÚLTIMA temporada ganha primeiras imagens oficiais; Confira!

A 4ª e última temporada de ‘Upload‘, série de ficção científica estrelada por Robbie Amell (‘A Babá’), ganhou suas primeiras imagens oficiais.

Nos episódios finais, “uma IA consciente rapidamente se torna maligna, ameaçando destruir Lakeview (e o mundo!). Além de executivos gananciosos, mistérios persistentes e decepções em realidade virtual e real, nossos personagens são testados como nunca antes. A única maneira de superar tudo isso e salvar a humanidade da extinção é se unindo pela última vez.”

Confira as imagens:

O ciclo final estreará oficialmente no dia 25 de agosto na Prime Video.

Crítica | Upload: Com 3ª temporada arrastada, sátira high-tech da Prime Video começa a se desgastar

A série tem produção executiva de Greg Daniels e Howard Klein, dois dos autores da versão americana de ‘The Office‘.

Na trama, pessoas que estão prestes a morrer podem ser ‘upadas’ em uma pós-vida virtual da sua escolha. O ano é 2033 e aqui temos Nora, uma romântica em segredo, nascida no Brooklyn e que trabalha em um serviço ao consumidor para um luxuoso ambiente de realidade virtual. Quando o belo e festeiro Nathan bate seu carro, sua exigente namorada faz o upload dele permanentemente dentro do mundo virtual onda Nora se encontra.

O elenco também conta Andy Allo, Zainab Johnson, Kevin Bigley, Allegra Edwards, Owen Daniels e Andrea Rosen.

Reboot de ‘Lobisomem’ ganha data de estreia no Prime Video; Confira o trailer!

O Prime Video finalmente anunciou quando o reboot de ‘Lobisomem‘, dirigido por Leigh Whannell (‘O Homem Invisível’), chegará em seu catálogo brasileiro.

A nova versão estreará no serviço de streaming no dia 16 de julho.

Com 48% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o terror arrecadou US$ 34.1 milhões nas bilheterias mundiais.

Na trama, atacados por uma criatura sinistra, Blake e sua família se escondem em uma fazenda enquanto o animal ronda o perímetro. À medida que a noite avança, ele começa a se comportar de forma estranha, transformando-se em algo irreconhecível.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

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‘Amores à Parte’: Comédia com Dakota Johnson e Adria Arjona ganha trailer DUBLADO; Confira!

A Diamond Films divulgou o trailer dublado de ‘Amores à Parte‘ (Splitsville), comédia estrelada por Dakota JohnsonAdria Arjona.

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O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 21 de agosto.

Michael Angelo Covino é responsável pela direção.

Na trama, Carey (Kyle Marvin) vê sua vida virar de cabeça para baixo quando sua esposa Ashley (Arjona) pede o divórcio. Em busca de apoio, ele recorre aos amigos Julie (Johnson) e Paul (Michael Angelo Covino), mas se surpreende ao descobrir que o segredo da felicidade do casal é um relacionamento aberto. Curioso e desesperado, Carey decide se aventurar, mas acaba ultrapassando todos os limites e levando a relação de todos eles à loucura.

O elenco ainda conta com Nicholas BraunDavid CastañedaO-T FagbenleCharlie GillespieSimon Webster.

Johnson também assume a cadeira de produtora.

‘Mr. Wonderful’: Último filme de Michael Madsen ganha primeiro trailer; Confira!

‘Mr. Wonderful’, o último trabalho cinematográfico do ator Michael Madsen, que nos deixou em 3 de julho de 2025, acaba de ganhar seu primeiro trailer. O filme oferece um vislumbre da performance emocional de Madsen neste drama independente dirigido por Mark David.

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No longa, Madsen interpreta Brian Fenton, um professor universitário que se esforça para sustentar uma carreira em declínio e resgatar seu filho rebelde das drogas e da autodestruição. Ao mesmo tempo, ele lida com a deterioração mental de seu próprio pai, que sofre de demência.

Mark David, que já havia trabalhado com Madsen como diretor de fotografia em vários projetos, relembrou o ator com carinho. Ele o descreveu como “um cara realmente doce, caloroso, engraçado e uma potência em cena. Eu acreditava em cada palavra que ele dizia diante da câmera. Queria fazer mais filmes com ele”.

O roteirista e produtor Daniel Blake Smith também elogiou a atuação de Madsen: “Sua própria irmã, a atriz Virginia Madsen, o descreveu como ‘trovão e veludo… travessura envolta em ternura.’ E em nenhum outro lugar essa complexidade emocional ficou tão evidente quanto no trabalho vulnerável e profundamente emocional que ele entregou no papel principal do nosso filme”.

Michael Madsen faleceu aos 67 anos em 3 de julho, vítima de insuficiência cardíaca.

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‘O Verão Que Mudou Minha Vida’: Prime Video revela novos cartazes com personagens da 3ª e última temporada

O Prime Video divulgou novos cartazes com os personagens da terceira e última temporada de ‘O Verão Que Mudou Minha Vida‘.

Os pôsteres incluem Belly (Lola Tung), Conrad (Christopher Briney), Jeremiah (Gavin Casalegno), Steven (Sean Kaufman) e Taylor (Rain Spencer).

Os dois primeiros episódios da esperada temporada serão lançados na quarta-feira, 16 de julho, e um novo episódio estreará semanalmente até o dia 17 de setembro. A produção será transmitida em mais de 240 países e territórios em todo o mundo.

Confira os cartazes:

O ciclo de encerramento terá um total de 11 episódios, um deles dirigido pela própria Jenny Han, e promete encerrar de vez o triângulo amoroso de Belly com os irmãos Jeremiah e Conrad .

Também retornam ao elenco: Sean Kaufman como Steven, irmão mais velho de Belly; Rain Spencer como Taylor, melhor amiga de Belly; Jackie Chung como Laurel, mãe de Belly e Steven.

Enquanto a 1ª temporada foi lançada de uma vez só em 2022, a 2ª já adotou o modelo híbrido — com três episódios iniciais e depois lançamentos semanais. Agora, a série conclui sua trajetória com um modelo mais tradicional, reforçando a expectativa e o drama semana após semana.

O Verão Que Mudou Minha Vida‘se consolidou como um dos maiores sucessos YA da Prime Video, e a temporada final promete respostas definitivas, amadurecimento emocional e o desfecho do verão mais marcante da vida de Belly.

Confira o trailer:

Na nova temporada, Belly conclui o terceiro ano da faculdade e volta ansiosa para mais um verão em Cousins Beach ao lado de Jeremiah, com quem vive um relacionamento aparentemente estável. Mas a tranquilidade logo é abalada quando Conrad, seu primeiro amor, retorna inesperadamente, forçando-a a confrontar velhos sentimentos e a tomar decisões que podem mudar tudo. Em meio à transição para a vida adulta, ela terá que encarar a pergunta que assombra os fãs desde o início: qual dos irmãos realmente tem seu coração?

O elenco conta com Lola Tung, Christopher Briney, Gavin CasalegnoRachel Blanchard e Jackie Chung.

Isabella Briggs e Kristen Connolly farão parte do ciclo de encerramento, enquanto Sofia Bryant, Lily Donoghue, Zoé de Grand’Maison, Emma Ishta e Tanner Zagarino se juntam ao time em participações recorrentes.

‘O Verão que Mudou a Minha Vida’ foi lançado originalmente em 2009. Seu sucesso rendeu nada menos que duas sequências: Sem Você Não é Verão, publicada em 2010; e Sempre Teremos o Verão, de 2011.

‘Fight for ’84’: Jamie Foxx e Malachi Beasley estrelarão drama Esportivo na Netflix

Malachi Beasley e Jamie Foxx foram confirmados como estrelas de ‘Fight for ’84’, um novo drama esportivo da Netflix.

A informação, divulgada pelo Deadline, indica um projeto promissor com direção de Andrés Baiz e roteiro assinado por Andrea Berloff, John Gatins e Andy Weiss.

A trama se desenrola nos anos 1980, após um trágico acidente aéreo que dizima a equipe de boxe olímpica dos EUA. Diante da devastadora perda, um novo treinador é convocado para a difícil missão de reconstruir o time do zero. Seu objetivo: liderar a nova equipe rumo à vitória nas Olimpíadas de 1984, onde deverão alcançar o maior número de medalhas na história do boxe olímpico.

Até o momento, a Netflix não se pronunciou oficialmente sobre o longa, mas a expectativa em torno da produção já é grande, considerando o elenco e a equipe envolvida.

‘Nosferatu’: Aclamado terror de Robert Eggers estreia no streaming; Saiba onde assistir!

O aclamado remake de ‘Nosferatu‘, dirigido por Robert Eggers (‘A Bruxa’)  já está disponível no streaming. A produção chegou à grade de programação do streaming nesta sexta-feira, 11 de julho.

Sucesso entre os críticos – com 91% de aprovação no Rotten Tomatoes –, o longa recebeu uma nota B- do público no CinemaScore, que é considerada uma avaliação aceitável para o gênero.

A trama é um conto gótico de obsessão entre uma jovem assombrada na Alemanha do século XIX e o antigo vampiro da Transilvânia que a persegue, trazendo consigo um horror incalculável.

Crítica | Robert Eggers cria uma carta de amor ao terror gótico com o estupendo ‘Nosferatu’

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O filme recebeu uma classificação etária alta (R), o que significa que só poderá ser assistido por maiores de 18 anos ou menores acompanhados de um responsável, devido a “violência sangrenta, nudez gráfica e conteúdo sexual”.

O elenco conta com Bill Skarsgard (It: A Coisa) Lily Rose Depp (‘The Idol’), Aaron Taylor-Johnson (‘Trem-Bala’), Willem Dafoe (‘Pobres Criaturas’), Nicholas Hoult (‘X-Men: Primeira Classe’) e Emma Corrin (‘Deadpool 3’).

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‘Sterling Point’: Jeffrey Dean Morgan e Jay Duplass entram para nova série da Amazon, produzida por Margot Robbie

A nova série jovem adulta da Amazon, Sterling Point‘, acaba de ganhar dois nomes de peso em seu elenco: Jeffrey Dean Morgan (The Walking Dead) e Jay Duplass (Transparent), segundo informações exclusivas da Variety. Ambos atuarão em papéis recorrentes, interpretando os personagens Joe e Steven, respectivamente.

Criada por Megan Park, a série foi anunciada oficialmente em janeiro deste ano e será lançada pelo Prime Video.

Morgan e Duplass se juntam ao elenco jovem já confirmado, que conta com Ella Rubin, Amélie Elisabeth Hoeferle, Daniel Quinn-Toye, Jacob Whiteduck-Lavoie, Bo Bragason e Keen Ruffalo (filho de Mark Ruffalo, em um de seus primeiros papéis).

Os detalhes do enredo ainda estão sendo mantidos em sigilo, mas fontes próximas à produção revelam que a trama gira em torno de dois irmãos gêmeos adotivos (vividos por Rubin e Ruffalo) que embarcam em uma jornada misteriosa até uma ilha localizada em um lago. O local foi deixado para eles como herança por um avô distante, com quem quase não tiveram contato.

‘Sterling Point‘ será produzida pela LuckyChap, produtora de Margot Robbie, bem como pela Fake Empire. Park também assume a função de produtora executiva do projeto.

Hoeferle interpretará Ramona, uma adolescente que vive na ilha e que fora criada pelo avô.

Sterling Point‘ é parte do novo acordo firmado entre a LuckyChap e a Amazon MGM Studios para a produção de projetos televisivos.

Whoopi Goldberg sobre o novo ‘Superman’: “Esqueci como a gentileza se parecia”

Superman, o aguardado filme de James Gunn que inicia o novo DCU, já chegou aos cinemas e, além do sucesso de bilheteria, tem gerado discussões acaloradas, principalmente sobre sua abordagem política. Agora, a icônica atriz Whoopi Goldberg se posicionou sobre a produção.

Em uma conversa com David Corenswet e Rachel Brosnahan, estrelas do longa, Goldberg, conforme o Deadline que sua reação inicial ao ver as primeiras cenas do filme foi de estranhamento.

“Eu comecei a ficar irritada e não conseguia entender o porquê”, admitiu ela. “E o que era… é que eu me esqueci de como a gentileza se parece. Fiquei esperando o Superman fazer piadinhas, e ele não é assim. Ele nunca foi assim”.

Goldberg prosseguiu, expressando sua conexão pessoal com o herói: “Eu me apaixonei por você como Superman. Christopher Reeve era meu amigo, então [o novo filme] me permitiu questionar a mim mesma: por que eu não reconheci a gentileza? Fiquei esperando que você se tornasse alguém que você nunca foi. Sei que parece loucura, mas isso me balançou, porque pensei: ‘Ah, é verdade. Ele é legal, gentil e diferente'”.

Questionado por Goldberg sobre o que espera que o público absorva do filme, David Corenswet, que interpreta o Homem de Aço, respondeu: “Pode ser pedir demais, mas é exatamente o que você descreveu: olhar para dentro e se perguntar, ‘Será que posso fazer mais? Posso ser um pouco mais gentil com as pessoas? Posso assumir mais responsabilidade por mim, pela minha família, pelos meus entes queridos? Posso ser alguém que aparece num momento de crise e diz: vou cuidar disso?'”.

As declarações de Whoopi Goldberg chegam em um momento em que o filme enfrenta críticas de alguns espectadores, que o acusam de ser uma produção “lacradora” devido à sua suposta mensagem política.

Superman’ esta em cartaz nos cinemas nacionais.

Crítica | James Gunn dá o pontapé inicial do DCU com o ESPETACULAR ‘Superman’

Crítica 2 | ‘Superman’ mostra que a verdadeira rebeldia é ser bom em um mundo cercado pelo mal

James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.

David Corenswet estrela como Clark Kent/Superman.

O elenco também conta com Rachel Brosnahan (Lois Lane), Nicholas Hoult (Lex Luthor), Edi Gathegi (Michael Holt/Senhor Incrível), Anthony Carrigan (Rex Mason/Metamorfo), Nathan Fillion (Guy Gardner/Lanterna Verde), Isabela Merced (Kendra Saunders/Mulher-Gavião), Skyler Gisondo (Jimmy Olsen), Sara Sampaio (Eve Teschmacher), Wendell Pierce (Perry White), Milly Alcock (Kara Zor-El / Supergirl) e outros.