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James Gunn rebate acusações de ‘Superman’ ser “superwoke”: “É uma história sobre bondade”

O cineasta James Gunn, responsável porSuperman, comentou recentemente as polêmicas em torno do longa, após a Fox News acusar o filme de ser “superwoke”.

Durante uma entrevista à Entertainment Weekly, Gunn ressaltou que o filme é sobre bondade:

“Já ouvi pessoas dizendo que o filme é ‘woke’, e outras dizendo que não é. Fico curioso em saber o que exatamente no filme é considerado ‘woke’. Acho que as pessoas distorceram algo que eu disse… Um cara de um jornal de Londres [Jonathan Dean, do The Times] ele mencionou que os criadores do Superman, Jerry Siegel e Joe Shuster, eram filhos de imigrantes e escreveram o Superman como uma história de imigrante. E eu disse: sim, é uma história sobre um imigrante, mas, para mim, é principalmente uma história sobre bondade — e é isso. Esse é o centro do filme para mim”, afirmou.

Gunn enfatizou a importância da bondade como mensagem principal do filme:

“Isso é algo sobre o qual todos nós podemos agir: bondade. E aonde isso leva? Bem, isso influencia como você vota? Claro. Influencia tudo? Sim. Influencia quantas pessoas morrem por causa de brigas no trânsito? Também. Todas essas coisas são impactadas se as pessoas simplesmente começarem a valorizar a bondade. Quero dizer, as pessoas valorizavam a bondade antigamente. A bondade era um valor americano, e não me parece que ainda seja. Então esse sempre foi o ponto central do filme para mim — e nunca foi sobre outra coisa além disso”, concluiu.

 

Superman’ esta em cartaz nos cinemas nacionais.

Crítica | James Gunn dá o pontapé inicial do DCU com o ESPETACULAR ‘Superman’

Crítica 2 | ‘Superman’ mostra que a verdadeira rebeldia é ser bom em um mundo cercado pelo mal

James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.

David Corenswet estrela como Clark Kent/Superman.

O elenco também conta com Rachel Brosnahan (Lois Lane), Nicholas Hoult (Lex Luthor), Edi Gathegi (Michael Holt/Senhor Incrível), Anthony Carrigan (Rex Mason/Metamorfo), Nathan Fillion (Guy Gardner/Lanterna Verde), Isabela Merced (Kendra Saunders/Mulher-Gavião), Skyler Gisondo (Jimmy Olsen), Sara Sampaio (Eve Teschmacher), Wendell Pierce (Perry White), Milly Alcock (Kara Zor-El / Supergirl) e outros.

Ralph Fiennes retoma seu trono como Odisseu no trailer ÉPICO de ‘O Retorno’; Confira!

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O drama épico ‘O Retorno‘, estrelado por Ralph Fiennes (‘Extermínio: A Evolução’) como o icônico Odisseu, ganhou trailer legendado.

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O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 4 de setembro.

Anos após a Guerra de Troia, Odisseu retorna a Ítaca, abatido, irreconhecível e não mais o poderoso guerreiro de outrora. Sua amada esposa, Penélope, é prisioneira em sua própria casa, cercada por pretendentes que disputam o trono.

Uberto Pasolini é responsável pela direção.

O elenco ainda conta com Juliette Binoche, Charlie Plummer, Tom Rhys Harries, Marwan Kenzari, Claudio Santamaria e Ayman Al Aboud.

James Gunn comenta rumores sobre Alan Ritchson como Batman no DCU

O cineasta James Gunn falou recentemente sobre os rumores de que Alan Ritchson poderia dar vida ao icônico Batman no novo DCU, e esclareceu o futuro do Cavaleiro das Trevas em seu universo.

“Provavelmente não, provavelmente não no mesmo ano civil novamente. Eu não vou dizer se ‘The Brave and the Bold’ será a primeira vez que veremos esse Batman. Ainda não pensei no elenco. Sou um grande fã do Alan Ritchson, tanto como ator quanto como pessoa… Vamos apenas esperar para ver o que acontece”, disse Gunn ao Collider.

Vale lembrar que, em uma entrevista recente, Ritchson abordou os rumores de forma direta:

“O mais incrível sobre esse boato é que o James Gunn já disse publicamente: ‘LOL, ele não está interpretando o Batman.’ E mesmo assim isso não morre. Me perguntam todo dia se eu vou ser o Batman. Eu interpretaria o Batman? Sim. Você nem precisaria me pagar para isso. Sim, eu vestiria o traje. ‘Gotham é minha'”, afirmou.

Jonah Hauer-King detalha seu papel vilanesco em ‘The Face of Horror’, novo terror gótico de Anna Biller

O ator Jonah Hauer-King expressou seu entusiasmo para estrelar The Face of Horror, um terror gótico ambientado na Inglaterra do século XIV e dirigido por Anna Biller (‘The Love Witch’).

Segundo o Deadline, Hauer-King destacou o início iminente das filmagens: “Começo na próxima semana. Sim, vou filmar isso neste verão. Eu interpreto um cavaleiro realmente vilão e horrível, que não tem nenhuma qualidade redentora, o que é meio divertido”.

Hauer-King ainda elogiou Anna Biller: “Tenho conhecido ela melhor no último ano, e ela tem uma mente e criatividade incríveis, novamente, as pessoas dizem isso muito, mas ela realmente tem uma visão única e genuína. Se você viu ‘The Love Witch’, sabe. Ela tem um estilo visual muito particular e um tipo próprio de contar histórias”.

O ator também comentou que o cinegrafista M. David Mullen vai filmar o longa em 35mm, e se mostrou empolgado: “É a primeira vez que faço isso, então estou muito animado”.

Além de Jonah Hauer-King, o longa e estrelado por Ben Radcliffe, Kristine Froseth, Ellie Bamber, Leo Suter e Bella Heathcote.

O filme, livremente inspirado no clássico conto de terror japonês Yotsuya Kaidan, acompanha Edward Carnifex (Hauer-King), que se casa com sua antiga paixão Eleanor (Froseth), mas logo se desilude e passa a cortejar uma rica nobre (Heathcote). No entanto, Eleanor não está disposta a ser descartada, e a vingança sangrenta se torna inevitável.

As filmagens deThe Face of Horror começam em julho, em Praga, com produção de Mike Goodridge (via Good Chaos), Anna Biller e James Bowsher. O roteiro é original de Biller, que também assina a produção.

Jamie Lee Curtis e Lindsay Lohan trocam de corpos em clipe inédito de ‘Uma Sexta-Feira Ainda Mais Louca’

A Disney divulgou um clipe inédito da sequência ‘Uma Sexta-Feira Ainda Mais Louca‘, estrelada por Jamie Lee Curtis e Lindsay Lohan.

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A será lançado nos cinemas nacionais no dia 7 de agosto de 2025 – um dia antes da estreia no território norte-americano.

A trama do novo filme será ambientada décadas após Tess (Jamie Lee Curtis) e Anna (Lindsay Lohan) terem passado por uma crise de identidade. Agora, Anna tem uma filha e logo terá uma enteada. Enquanto enfrentam os inúmeros desafios que surgem quando duas famílias se juntam, Tess e Anna descobrem que um raio pode, sim, cair duas vezes no mesmo lugar.

O novo filme ainda contará com o retorno de Mark Harmon, Chad Michael Murray, Christina Vidal Mitchell, Haley Hudson, Lucille Soong, Stephen Tobolowsky e Rosalind Chao.

Julia Butters, Sophia Hammons, Manny Jacinto e Maitreyi Ramakrishnan completam o elenco.

Nisha Ganatra é responsável pela direção.

Live-action do Cara-de-Barro será um filme de TERROR, afirma James Gunn

Em entrevista ao CBS Mornings, James Gunn (‘Seres Rastejantes’) confirmou que a adaptação live-action do Cara-de-Barro será um filme de terror de verdade.

“Apesar de se passar no mesmo universo [das outras produções do DCU], o filme do Cara-de-Barro será totalmente terror.”

Ele completa, “Não há um único tom neste universo. Não é como se todos os filmes fossem como ‘Superman’. Os artistas, diretores e roteiristas que criam estes projetos irão trazer seu próprio estilo a este mundo.”

Anteriormente, o produtor revelou ter ficado visivelmente horrorizado com o material do filme: “Eu estava vendo um material de apresentação do filme Cara-de-Barro, que está sendo produzido agora pela DC. E eles me mostraram várias fotos de referência de coisas horríveis, e eram reais. Eles riam de mim porque eu simplesmente não conseguia olhar, fiquei de olhos fechados o tempo todo. E diziam: ‘James Gunn é o cara que fica tão enojado que não consegue ver!'”

Gunn revelou que se considera “muito sensível”, mas destacou uma curiosa diferença na forma como reage a certos estímulos: “Se eu sei que não é real, meu cérebro simplesmente muda. É interessante”.

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Tom Rhys Harries (‘Missão de Sobrevivência’) será o protagonista.

Mike Flanagan, criador de ‘A Maldição da Residência Hill‘, assina o roteiro.

O roteirista havia revelado ter se inspirado na animação ‘Batman: A Série Animada‘, especificamente no episódio duplo “Perito em Formas Humanas”“Claro que sim. Quero dizer, essa é a história perfeita. ‘Perito em Formas Humanas’, Ron Perlman… para mim, é isso. Aqueles dois episódios me deixaram atônito. A resposta curta é que isso absolutamente inspirou meu roteiro. Esse é o mundo em que eu queria viver. Batman: A Série Animada era o meu Batman quando eu crescia. Tanto quanto o [Michael] Keaton era o meu Batman, a série animada realmente era o meu Batman”.

Flanagan então compartilhou seus pensamentos sobre o desenvolvimento do Cara-de-Barro e seu papel no projeto: “Não sei o que estão fazendo com Cara-de-Barro. Eu não estou dirigindo, e o diretor que assumir vai precisar fazer algo próprio. Sei que estão trabalhando no roteiro. Eu estou envolvido em outros projetos agora, e realmente espero que se mantenha fiel ao espírito do que eu queria que fosse. Mas não é meu filme, então estarei na plateia com você, ansioso para ver como vai ficar”.

No episódio descobrimos a história de origem do personagem. Seu nome verdadeiro é Matt Hagen, um ator famoso que sofre um grave acidente de carro. O empresário Ronald Daggett oferece a Matt uma substância experimental chamada Renuyu, que permite ao ator se transformar fisicamente em qualquer pessoa que desejar. Matt desenvolve um vício pela substância e acaba se tornando um peão de Daggett para continuar tendo acesso ao produto.

O longa e chega aos cinemas em 11 de setembro de 2026.

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cara de barro. 02

Astro de ‘General Hospital’, Tristan Rogers, revela diagnóstico de câncer

Tristan Rogers, ator que marcou as telas como Robert Scorpio em General Hospital, revelou recentemente ter sido diagnosticado com câncer. A informação foi divulgada por um representante do ator, conforme o Deadline.

“Embora ele mantenha a esperança e esteja trabalhando de perto com sua equipe médica em um plano de tratamento, este é um momento desafiador para Tristan e sua família”, diz o comunicado. “Ao enfrentarem os encargos emocionais e físicos que acompanham esse diagnóstico, a família gentilmente pede privacidade e compreensão. Eles são profundamente gratos pelo carinho e apoio de amigos e familiares. Tristan envia seu amor aos fãs e quer que saibam o quanto aprecia a lealdade e o incentivo de todos ao longo dos anos. Esse apoio significa mais do que nunca neste momento. Atualizações futuras serão compartilhadas se Tristan e sua família acharem apropriado”.

Rogers interpreta Robert Scorpio, papel que assumiu emGeneral Hospital de forma intermitente desde 1980. Sua última aparição na série foi em 12 de novembro de 2024, quando seu personagem deixou a cidade fictícia de Port Charles.

General Hospital’ está disponível no Prime Video.

‘Grey’s Anatomy’: ABC divulga data de estreia da 22ª temporada; Confira!

greys anatomy

A 22ª temporada de ‘Grey’s Anatomy’ já tem data oficial de estreia! O novo ano da série, conforme o Deadline, irá ao ar na ABC no dia 16 de outubro.

A série tem demonstrado seu fôlego e, atualmente, já é o drama médico de maior duração da televisão americana. O novo ano terá 18 episódios, igualando o número da 21ª temporada. Detalhes da trama e do elenco que retorna ainda não foram divulgados.

No entanto, espera-se que a estrela da série, Ellen Pompeo, retorne, além de Chandra Wilson (Bailey) e James Pickens Jr. (Richard), e também Kevin McKidd (Owen), Kim Raver (Teddy), Camilla Luddington (Jo) e Caterina Scorsone (Amelia).

‘Grey’s Anatomy’ está disponível no Disney+.

 

Nicole Kidman e Sandra Bullock no primeiro vídeo de ‘Da Magia à Sedução 2’

da magia à sedução

Da Magia à Sedução 2’, que chega aos cinemas em 18 de setembro de 2026, ganhou seu primeiro vídeo dos bastidores.

Sandra Bullock e Nicole Kidman retornam como as irmãs Owens.

Assista:

Recentemente,  Kidman falou sobre a aguardada sequência.

Durante a conversa, Kidman falou sobre sua parceria com a diretora Susanne Bier, uma amiga próxima e colaboradora frequente, além de ter comentado sobre seu trabalho com Sandra Bullock.

“Sandy também trabalhou com ela, então nós duas pensamos: bem, esse é o triângulo perfeito porque todas nós nos conhecemos muito bem. Então, poder trabalhar juntas em algo despojado e bruxesco é bem divertido e tem algo muito diferente a dizer [do que Babygirl’]”, ela disse.

O novo filme será uma adaptação do segundo romance da saga de Alice Hoffman, intitulado O Livro da Magia.

Na trama, as Owens vão se unir para quebrar, de uma vez, a maldição relacionada ao amor que paira sobre as mulheres da família. Quando a amada tia Jet ouve o besouro da morte, sabe que é sinal de que não tem mais tempo a perder: precisa revelar o segredo recém-descoberto para quebrar o mal.

Mas o tempo está se esgotando: ela tem apenas sete dias de vida! No mesmo momento, sua sobrinha-neta Kylie, sem saber que pertence a uma linhagem de bruxas condenadas, acaba por se apaixonar. Com a vida do seu amado em risco, três gerações de Owens são obrigadas a usar todos os seus dons para quebrar a magia que tem marcado a vida de todas.

Sobre o que podemos esperar da continuação, a produtora Denise Di Novi declarou: “Acredito que os fãs irão ficar muito satisfeitos com a sequência. A história será muito fiel ao livro. Estamos cientes que aquelas personagens e aquele filme são muito importantes para muitas pessoas. Não vamos inventar algo novo. Vamos nos inspirar nos livros da Alice Hoffman, como fizemos com o longa original, e vamos nos manter fieis em relação à passagem do tempo.”

Ela completa,  “[As filmagens] estão programadas para 2025, mas ainda não temos certeza de quando irão começar. Nós apenas começamos o desenvolvimento da história, e Akiva Goldsman, que trabalhou no longa original, está escrevendo o roteiro.”

Akiva Goldsman, que escreveu o roteiro do clássico de 1998, irá retornar como roteirista da continuação.

Dirigido por Griffin Dunne e baseado no romance homônimo de Alice Hoffman de 1995, Da Magia à Sedução não foi um sucesso de bilheteria na época de seu lançamento, arrecadando apenas US$68 milhões com um orçamento de US$75 milhões. No entanto, o filme conquistou um status de clássico cult ao longo dos anos, sendo reverenciado por sua história, personagens e elementos mágicos.

Da Magia à Sedução está disponível no Google Play.

‘Jurassic Park’: Relembre os Filmes e Séries de quando os Dinossauros DOMINAVAM os anos 90

Podemos dizer que as duas criaturas que dominaram a carreira do cineasta Steven Spielberg foram os alienígenas e os dinossauros. O fascínio por estes dois temas permeou a filmografia do diretor megalomaníaco, que é um dos grandes pilares da indústria audiovisual Hollywoodiana. Vindos do espaço, os seres extraterrestres motivaram o realizador em filmes icônicos como Contatos Imediatos do Terceiro Grau, E.T. – O Extraterrestre e Guerra dos Mundos, salpicando até mesmo em obras como A.I. – Inteligência Artificial e Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal. Olhando para a Terra, os dinossauros reinaram absolutos em nosso planeta há milhões de anos atrás. E no tema, a produção que todos mais associam ao diretor, é claro, é Jurassic Park – O Parque dos Dinossauros, lançado em 1993. Hoje, uma franquia estabelecida, o fenômeno chega ao seu sexto filme com o recente Jurassic World – Domínio, já um dos grandes sucessos de 2022, tendo estreado no início de junho nos cinemas.

A febre que temos hoje com os filmes de Jurassic World não é novidade, e de fato se estabeleceu lá atrás, há mais de 30 anos, na década de 1990. Desde então, os dinossauros nunca saíram de moda, rendendo de tudo, desde brinquedos para a criançada, desenhos animados e os mais variados produtos do audiovisual. As criaturas pré-históricas sempre estiveram inseridas na cultura popular, porém, depois dos anos 90, sua popularidade foi alçada a novos níveis. Isso porque Steven Spielberg capturou nossa imaginação, o consciente popular que se tinha sobre estes grandes animais e materializou como nunca havia sido feito antes. Ou seja, da forma mais realista possível.

Spielberg, no entanto, já havia começado a concretizar sua paixão pelos gigantescos répteis pré-históricos no fim dos anos 80. Através de sua produtora Amblin – um ícone do cinema entretenimento -, o diretor lançava a animação Em Busca do Vale Encantado (The Land Before Time, 1988), que contava sobre cinco filhotes de dinossauro (um apatossauro, um tricerátops, um saurolophus, um pterodáctilo e um stegossauro) que se perdem de suas respectivas famílias e precisam se unir para encontra-los, enquanto atravessam uma longa distância repleta de perigos, como o temível Tiranossauro Rex. Essa foi a primeira vez que o cineasta deixava fluir sua paixão sobre o tema em tela, aqui como produtor, numa animação bem trabalhada e que fez muito sucesso na época. O impacto nos pequeninos foi tanto que geraria nada menos do que treze continuações, todas lançadas direto em vídeo, além de uma série animada de TV, começando em 1994 – logo no ano seguinte de Jurassic Park.

O passo seguinte na dinomania seria dado não por Steven Spielberg, mas pelos produtores Michael Jacobs e Bob Young, responsáveis pela criação do clássico querido da TV, Família Dinossauro (Dinosaurs). Estreando na rede norte-americana ABC em 1991, o programa durou até 1994, mas ficou imortalizado pelas reprises intermináveis – no Brasil indo ao ar pela rede Globo. Na época, muito comparado à outra família que fazia muito sucesso, Os Simpsons, até a composição do núcleo era muito parecida: com pai, mãe, filho mais velho, filha do meio e um bebê – além de um idoso (avô ou avó). A grande sacada aqui, é claro, estava no fato de serem todos dinossauros, criados através de uma técnica ainda impressionante de animatrônicos dos estúdios de Jim Henson (responsável por criações como Os Muppets, O Cristal Encantado e Labirinto – A Magia do Tempo). Pelo fato de ser também uma produção da Disney, os fãs podem matar a saudade com o seriado completo disponível atualmente no Disney Plus.

Com a dinomania “atualizada com sucesso”, o caminho estava pavimentado para, agora sim, Steven Spielberg dar o tiro de misericórdia, no que se tornaria uma das maiores sensações de todos os tempos da história do cinema. Só quem estava vivo na época sabe a loucura que foi Jurassic Park – O Parque dos Dinossauros. Totalmente sem precedentes, podemos dizer que o cinema entretenimento sofria ali uma ruptura de antes e depois. O filme mostrou, entre outras coisas, que não existia mais limite para a imaginação e tudo o que fosse pensado por um realizador, poderia de fato ser concretizado e virar realidade em tela. Até mesmo trazer dinossauros de volta à vida de forma realista. É claro que filmes que recriam dinossauros são muitos e remontam dos primórdios da sétima arte. Mas aqui falamos da primeira vez em que tais criaturas foram retratadas em tela de maneira realista e bastante convincente. Estar vivo e poder assistir a Jurassic Park em sua época de lançamento, foi testemunhar em primeira mão uma revolução. Não eram apenas os personagens do filme que se emocionavam de ver os grandes répteis vivos de novo, o público igualmente se colocava neste lugar.

Na época do lançamento de Jurassic Park nos cinemas, alguns críticos reclamaram que o filme era intenso demais para crianças pequenas. Antevendo este pequeno problema, o próprio Spielberg produziria no mesmo ano a animação Os Dinossauros Voltaram (We’re Back! A Dinosaur’s Story), baseado no livro infantil de Hudson Talbott, que era febre com a garotada. Desta forma, a reclamação dos pais e o desejo dos pequenos, que ansiavam pelos dinos, era contornada.

Ainda em 1993, as criaturas pré-históricas novamente dariam as caras, mas de forma bem mais sutil, num pretenso blockbuster. A primeira adaptação de um vídeo game da história foi o filme do Super Mario Bros., que é claro levava às telonas o jogo homônimo de sucesso da Nintendo. Com produção da Disney (através da subsidiária Hollywood Pictures), o filme foi pensando no estilo de uma superprodução e visava dominar o verão americano, sendo lançado algumas semanas antes de Jurassic Park. Na trama, os lagartos gigantes são grande parte da história do filme, que mostra um universo paralelo onde os humanos evoluíram deles ao invés dos mamíferos, como os primatas. Mas não espere ver dinossauros detalhados em cena, pois tudo o que ganhamos são pequenos vislumbres aqui e acolá de personagens, como o pequeno dino Yoshi.

Mas nem mesmo o fracasso de Super Mario Bros. nas bilheterias prepararia o público para o verdadeiro horror. Pegando carona, com uma cara de pau inigualável, no sucesso de Jurassic Park, o lendário produtor de filmes B Roger Corman tratou de tirar da cartola o seu próprio filme de dinossauros no mesmo ano de 1993. De tempos em tempos, Hollywood produz o que chamamos de filmes gêmeos, produções lançadas no mesmo ano, ou com uma diferença bem pequena de tempo, que tratam do mesmo tema – ou algo muito similar. E sem qualquer cerimônia, Corman quis empurrar seu Carnossauro (Carnosaur) (1993) para ser o gêmeo de Jurassic Park. Mas aqui não se trata do caso do primo rico e do primo pobre, seria mais algo como o primo miserável ou morto de fome. Sim, Carnossauro é grotesco neste nível. Uma produção trash, que traz uma trama sem noção e sem sentido, se comportando muito mais como um filme de terror de baixo orçamento, do que algo mágico e repleto de encantamento como o filme de Spielberg. Para completar, Corman tratou de escalar ninguém menos do que Diane Ladd para protagonizar no papel da cientista maluca que resolve trazer os dinos de volta à vida. Isso porque sua filha na vida real, a atriz Laura Dern, estava estrelando o filme “rival”. E deu certo, já que dadas as proporções, Carnossauro conseguiu fazer sucesso ao surfar nessa onda.

Os dinossauros não descambaram apenas para o território de filmes trash de baixo orçamento e conseguiram esquivar da extinção com outros sucessos. No ano seguinte de Jurassic Park, o próprio Steven Spielberg voltaria ao tema com a produção de Os Flintstones – O Filme, primeiro live-action da família da idade da pedra, criada pela Hanna-Barbera ainda na década de 1960. Seguindo a surfar no tópico dos dinossauros, o cineasta através de sua Amblin em parceria com a Universal Pictures, daria vida ao clássico, com direito a Fred Flintstone escorregando no rabo de brontossauro e tudo. Para o papel protagonista era escalado John Goodman, que no ano anterior havia dado voz ao tiranossauro protagonista de Os Dinossauros Voltaram. A versão de carne e osso para o desenho foi um grande sucesso de 1994.

Algumas outras produções, não muito memoráveis, davam asas à criatividade na hora de utilizar as criaturas pré-históricas em sua narrativa. Foi o caso de Meu Parceiro é um Dinossauro (Theodore Rex, 1995), filme no qual a vencedora do Oscar Whoopi Goldberg contracena com um dinossauro. Pensado como uma sátira aos filmes buddy cop (de parceiros policiais), a diferença aqui era que um dos membros da dupla é um dinossauro falante. É claro que a trama se passa numa realidade alternativa do futuro. Mesmo assim, Goldberg afirma que este foi o único filme de sua carreira que ela se arrepende de ter feito. De fato, ela tentou fugir do projeto, mas foi processada pelos produtores e concordou em voltar.

Não pense você, porém, que Carnossauro foi a única bizarrice a se utilizar da temática dos dinossauros convivendo com humanos em tempos modernos. No ano seguinte de Carnossauro (que ainda gerou mais duas continuações) era lançado Tammy and the T-Rex, filme que passou em branco em sua estreia, mas que hoje possui status de cult (que só aumenta com cada vez mais adeptos o descobrindo). O filme conta com os então jovens Denise Richards e o saudoso Paul Walker no elenco protagonizando. Veja essa trama para lá de bizarra: Walker e Richards são dois adolescentes colegiais apaixonados; o pior acontece e o rapaz é gravemente ferido após uma brincadeira sair terrivelmente errado. Um cientista resolve usá-lo para seu experimento insano. Ele resolve transferir o cérebro do rapaz… não para um dinossauro, mas sim para um robô em forma de dinossauro que havia criado. Assim, o rapaz, agora transformado num Tiranossauro Rex mecânico, recorre à sua namorada para ajuda, e os dois seguem com seu romance. Diga se não nasceu para ser cult.

O início da década ainda viu produções como Dinossauros – O Filme (Adventures in Dinosaur City, 1991) e Meus Amigos Dinossauros (Prehysteria!, 1993), até que o próprio Spielberg seguisse elevando o jogo para as bestas colossais com as continuações de Jurassic Park, em 1997 e 2001. Hoje, a franquia se mantém de pé graças ao derivado / reboot Jurassic World, que basicamente patenteou os dinos para os novos tempos.

ABC divulga data de estreia da nova temporada de ‘9-1-1’ e do spin-off ‘9-1-1: Nashville’

A ABC anunciou recentemente a data de estreia da 9ª temporada de 9-1-1, o aclamado drama de Ryan Murphy. A série retorna às telinhas no dia 16 de outubro, conforme o Deadline.

No mesmo dia, o canal também estreia a primeira temporada do novo derivado da franquia,9-1-1: Nashville’, ampliando o universo de emergência e ação que conquistou o público ao longo dos anos.

Lembrando que 9-1-1está disponível no Disney+.

A série foi criada por Ryan Murphy, Brad Falchuk e Tim Minear.

A trama explora as vidas de policiais, paramédicos e bombeiros que precisam enfrentar as situações mais assustadoras e chocantes, enquanto respondem a chamados de emergência, e devem equilibrar o trabalho de salvar os mais vulneráveis e resolver os problemas em suas próprias vidas.

O elenco conta com Angela Bassett, Peter Krause, Jennifer Love Hewitt, Oliver Stark, Aisha Hinds, Kenneth Choi, Ryan Guzman, Corinne Massiah e Gavin McHugh.

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DC Studios e Warner Bros. estão ACELERANDO projeto focado na Mulher-Maravilha, apontam fontes

Quando James GunnPeter Safran foram escalados como chefes da DC Studios, a dupla tinha um trabalho árduo pela frente: revitalizar as adaptações dos aclamados quadrinhos da DC Comics no cenário cinematográfico, principalmente após inúmeros fracassos críticos e comerciais do DCEU.

Não demorou muito até que Gunn e Safran anunciassem o reboot desse panteão super-heroico com o anúncio do DCU, cujo primeiro capítulo emergiu na forma de Superman. Estrelado por David Corenswet como o Homem de Aço e Rachel Brosnahan como Lois Lane, o longa-metragem teve críticas muito positivas, conquistando 83% de aprovação no Rotten Tomatoes, além de já ter arrecadado mais de US$314,5 milhões ao redor do mundo desde sua estreia na semana passada.

O sucesso mostrou que Gunn, notado por seu trabalho em produções como ‘Guardiões da Galáxia’‘O Esquadrão Suicida’, possuía o necessário para driblar a fadiga das produções de super-heróis – porém, ele não tem planos para anunciar uma sequência de Superman tão cedo.

De acordo com a Variety, fontes próximas ao realizador, à DC Studios e à Warner Bros. Pictures afirmaram que os executivos por trás das companhias estão acelerando o processo para a produção de um projeto focado na Mulher-Maravilha.

Todavia, nenhum porta-voz das companhias se pronunciou sobre o rumor.

Lembrando que ‘Superman’ continua em exibição nos cinemas nacionais.

Crítica | James Gunn dá o pontapé inicial do DCU com o ESPETACULAR ‘Superman’

James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.

David Corenswet estrela como Clark Kent/Superman.

O elenco também conta com Rachel Brosnahan (Lois Lane), Nicholas Hoult (Lex Luthor), Edi Gathegi (Michael Holt/Senhor Incrível), Anthony Carrigan (Rex Mason/Metamorfo), Nathan Fillion (Guy Gardner/Lanterna Verde), Isabela Merced (Kendra Saunders/Mulher-Gavião), Skyler Gisondo (Jimmy Olsen), Sara Sampaio (Eve Teschmacher), Wendell Pierce (Perry White), Milly Alcock (Kara Zor-El / Supergirl) e outros.

‘Superman’ ultrapassa a marca de US$ 300 milhões ao redor do mundo

O novo ‘Superman‘, dirigido por James Gunn, ultrapassou a marca de US$ 300 milhões em bilheteria global na última quinta-feira (17), consolidando-se como o maior sucesso recente da DC Studios. Só nos Estados Unidos, o longa já soma impressionantes US$ 177,7 milhões, impulsionado por um forte desempenho durante a semana.

A produção da DC Studios e Warner Bros. segue firme no topo das bilheteiras em sua segunda semana de exibição e supera com folga as estreias da vez, como ‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado‘ e ‘Smurfs‘, ambos reboots que devem abrir com menos de US$ 13 milhões no mercado doméstico.

Entre os lançamentos, o terror ‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado‘ arrecadou US$ 2,2 milhões em pré-estreias na noite de quinta. O filme, produzido pela Columbia e Screen Gems, é estrelado por Jennifer Love Hewitt e Freddie Prinze Jr., que retornam aos papéis clássicos, e apresenta um novo elenco com nomes como Madelyn Cline, Chase Sui Wonders, Jonah Hauer-King e Sarah Pidgeon.

No entanto, todas as atenções estão voltadas para o desempenho de ‘Superman‘ em seu segundo fim de semana. A expectativa é de que o longa ultrapasse facilmente a bilheteria total de ‘Thunderbolts*‘, da Marvel, que encerrou sua trajetória com US$ 383 milhões globalmente.

Outro título da rival, ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo‘, também teve desempenho modesto em 2025, somando US$ 415 milhões no mundo.

Superman’ esta em cartaz nos cinemas nacionais.

Crítica | James Gunn dá o pontapé inicial do DCU com o ESPETACULAR ‘Superman’

Crítica 2 | ‘Superman’ mostra que a verdadeira rebeldia é ser bom em um mundo cercado pelo mal

James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.

David Corenswet estrela como Clark Kent/Superman.

O elenco também conta com Rachel Brosnahan (Lois Lane), Nicholas Hoult (Lex Luthor), Edi Gathegi (Michael Holt/Senhor Incrível), Anthony Carrigan (Rex Mason/Metamorfo), Nathan Fillion (Guy Gardner/Lanterna Verde), Isabela Merced (Kendra Saunders/Mulher-Gavião), Skyler Gisondo (Jimmy Olsen), Sara Sampaio (Eve Teschmacher), Wendell Pierce (Perry White), Milly Alcock (Kara Zor-El / Supergirl) e outros.

Os PIORES! Saiba Quais são os Filmes de Super-Heróis com Mais Indicações no Framboesa de Ouro…

Os filmes de super-heróis hoje são a fonte mais rentável de ideias para blockbusters em Hollywood. Tanto que muitos afirmam que tudo o que é produzido em larga escala hoje segue tais moldes, com filmes cada vez mais megalomaníacos e recheados de efeitos visuais. Em especial a Marvel domina o mercado, ano após ano entregando as obras mais caras e fazendo uso de mais salas de cinema a cada lançamento. No entanto, nem sempre foi assim para os filmes do gênero, e os longas baseados em heróis tiveram que amargar décadas de puro desprezo por parte dos críticos e, pior ainda, por parte dos fãs. Nessa época triste para o gênero, tivemos algumas das maiores atrocidades cinematográficas de suas respectivas décadas.

Aqui iremos falar justamente delas, as piores produções baseadas em heróis. Mas não pense você que os filmes ruins do gênero se restringem ao passado, porque hoje, vira e mexe ganhamos alguma obra execrável, que parece não ter aprendido nada com os que deram errado no passado. Esses são os piores filmes de super-heróis de acordo com os organizadores do Framboesa de Ouro – que “premia” o pior do cinema.

10) Quarteto Fantástico (2015)

Quando a Fox viu o que o diretor Josh Trank havia feito com o gênero dos super-heróis num filme de baixo orçamento no estilo found footage (‘Poder Sem Limites’, 2012) ficou impressionada e logo trouxe o cineasta para comandar seu reboot de ‘Quarteto Fantástico’. Mas até o presente momento, a primeira superequipe da Marvel parece “amaldiçoada”, com quatro filmes lançados que ficaram muito aquém do material. Esta versão mais “sombria” é considerada a pior. Foram 5 indicações no Framboesa, incluindo 3 “vitórias”: pior filme, pior diretor e pior reboot.

09) Morbius (2022)

Um dos grandes destaques negativos da lista dos filmes de super-heróis mais detonados pelo Framboesa de Ouro é ‘Morbius’, derivado do universo do Homem-Aranha na Sony. É difícil achar algum defensor desta superprodução com Jared Leto, que tentava pegar carona no sucesso de ‘Venom’, seguindo seus moldes. O filme do médico vampiro foi indicado para 5 Framboesas este ano: pior filme, pior diretor (Daniel Espinosa), pior ator (Leto), pior atriz coadjuvante (Adria Arjona) e pior roteiro.

Seguindo de perto, também poderíamos ter em décima posição o ‘Hellboy’ de 2019, que foi nomeado para 5 Framboesas igualmente (pior roteiro, pior diretor, pior ator, pior reboot e “pior desdém pela vida humana”), mas não saiu “vitorioso” de nenhum. Ainda temos ‘As Tartarugas Ninja’ (2014), de Michael Bay, que também recebeu 5 indicações no Framboesa (pior filme, pior diretor, pior reboot, pior roteiro) e levou o “prêmio” de pior atriz coadjuvante para Megan Fox.

08) Howard – O Super-Herói (1986)

Agora voltamos lá para os anos 80, com um filme que é considerado uma das maiores atrocidades daquela década – mas que hoje ressurgiu como obra cult. Muitos podem não saber, mas o Framboesa tem história, inaugurado ainda no início da década de 1980, e já tendo visto passar muita coisa ruim. ‘Howard: O Super-Herói’ tem produção de George Lucas e é baseado nos quadrinhos da Marvel, acredite! O pretenso blockbuster foi indicado para 7 Framboesas, incluindo pior diretor (Willard Huyck) e pior coadjuvante (Tim Robbins), e levou nas categorias de pior filme, pior roteiro, piores efeitos visuais e pior revelação (para o Pato Howard).

07) Transformers – A Era da Extinção (2014)

A franquia ‘Transformers’ no cinema pode ser considerada a pior série de blockbusters mais rentável da história. Os personagens carros-robô não nasceram nos quadrinhos, mas sim como uma linha de brinquedos, que logo viraram desenho animado nos anos 80. O primeiro filme fez sucesso, mas as continuações logo de cara começaram a ser desmerecidas pelos críticos e parte do público. Este aqui é o quarto, que marcou a entrada de Mark Wahlberg como protagonista e foi indicado para 7 Framboesas de Ouro, incluindo pior filme, roteiro e continuação, e “venceu” como pior diretor (Michael Bay) e pior ator coadjuvante (Kelsey Grammer).

06) Transformers – A Vingança dos Derrotados (2009)

Voltamos para a franquia dos robôs gigantes que destroem tudo em seu caminho. O que muitos podem não saber, ou escolheram esquecer, é que se trata de uma produção de Steven Spielberg. Aqui, nos deparamos com a era de Shia LaBeouf protagonizando no segundo filme. ‘A Vingança dos Derrotados’ obteve 7 indicações no Framboesa, incluindo pior atriz (Megan Fox) e pior continuação, e “venceu” pior filme, pior diretor (Michael Bay) e pior roteiro. E algo me diz que não será o último ‘Transformers’ na lista.

05) Mulher-Gato (2004)

Agora sim, chegamos ao top 5 dos piores filmes de heróis segundo o Framboesa de Ouro, com um longa que é um grande favorito quando falamos do ponto mais baixo do gênero. É claro que falamos de ‘Mulher-Gato’ com Halle Berry, a atrocidade que mais lembra um videoclipe ruim e que a atriz fez questão de ir pessoalmente receber seu “prêmio” e falar mal da produção (nem ela consegue defender). ‘Mulher-Gato’ foi indicado para 7 Framboesas, incluindo piores coadjuvantes (Sharon Stone e Lambert Wilson) e “venceu” os de pior roteiro, pior diretor (Pitof) e, claro, pior atriz (Berry) e pior filme.

04) Transformers – O Lado Oculto da Lua (2011)

E lá vamos nós de novo para mais um filme dos ‘Transformers’. Percebendo o barco afundando, a azarada Megan Fox resolveu pular fora (ou foi “pulada”) após o segundo episódio, deixando o pepino para Rosie Huntington-Whiteley. Já Shia LaBeouf insistiu em ficar para mais um round. O terceiro ‘Transformers’ foi ainda mais longe que o segundo e chega agora em quarta posição dos piores, com 8 nomeações no Framboesa, incluindo pior filme, pior roteiro, pior diretor (Michael Bay), piores coadjuvantes (Huntigton-Whiteley, Patrick Dempsey e Ken Jeong) e pior elenco; mas não “venceu” nenhuma.

03) Batman vs. Superman (2016)

Era para ter sido o filme-evento do ano de 2016, mas terminou se tornando uma dor no coração dos fãs, que nunca sarou. A decepção tomou conta da maioria, com dois dos personagens mais amados do gênero, num filme que fez pouco caso deles. Alguns fãs entraram numa desilusão tão grande que iniciaram um surto coletivo acreditando de pés juntos que o filme era bom. ‘Batman vs. Superman’ também possui 8 nomeações ao Framboesa, incluindo pior filme, pior diretor (Zack Snyder) e piores atores (Ben Affleck e Henry Cavill), a diferença é que saiu “vitorioso” nas categorias de pior roteiro, pior spin-off, pior dupla (Cavill e Affleck) e pior coadjuvante (Jesse Eisenberg).

02) Transformers – O Último Cavaleiro (2017)

Algo me dizia que ainda não tinha sido o último ‘Transformers’ da lista, e eu estava certo. Pegando a segunda posição do fundo do poço, está o quinto filme da franquia, que reprisa Mark Wahlberg como protagonista. Esse foi o filme menos rentável da franquia, que fez os produtores repensarem e lançarem o derivado ‘Bumblebee’ (2018), que rendeu o prêmio “redenção” no Framboesa para a série no cinema. ‘O Último Cavaleiro’, no entanto, foi indicado para 10 Framboesas, incluindo pior filme, pior diretor (Michael Bay), pior ator (Mark Wahlberg), pior roteiro e sobrou até para o grande Anthony Hopkins como pior coadjuvante. Sim, a franquia ‘Transformers’ pode fazer isso com você.

01) Batman & Robin (1997)

Batman é considerado o melhor super-herói de todos por grande parte dos fãs. Suas histórias são as mais sérias, sombrias e realistas dentro de um universo de fantasia como este. O personagem já teve algumas obras primorosas em seu currículo, como os primeiros filmes de Tim Burton, a trilogia do ‘Cavaleiro das Trevas’, de Christopher Nolan, e o recente ‘The Batman’, de Matt Reeves. Mas quem acha que a vida do Homem-Morcego foi moleza certamente não viu ‘Batman & Robin’. Considerado um dos piores filmes de todos os tempos, e sem dúvida o pior do gênero para o Framboesa de Ouro, o longa tem o recorde de 11 indicações, incluindo pior filme, pior diretor (Joel Schumacher), pior roteiro, piores coadjuvantes (Arnold Schwarzenegger, Uma Thurman e Chris O’Donnell) e pior continuação. Mas levou apenas o “prêmio” de pior coadjuvante para Alicia Silverstone.

‘Patel’: Releitura de Shakespeare revela elenco sul-asiático estrelado por Utkarsh Ambudkar, Kal Penn e mais

A aguardada adaptação ‘Patel‘, inspirada em Macbeth, acaba de finalizar suas filmagens e revelou um elenco repleto de nomes de destaque da comunidade sul-asiática no cinema e na televisão.

Conforme revelado com exclusividade pela Variety, a produção, comandada pelo diretor e roteirista Ravi Kapoor (Four Samosas), traz uma nova abordagem à tragédia clássica de Shakespeare, ambientada no universo dos motéis gerenciados por imigrantes indianos nos Estados Unidos.

O filme será estrelado por Utkarsh Ambudkar (Fantasmas), Richa Moorjani (Eu Nunca…), Kal Penn (The Namesake), Kunal Nayyar (The Big Bang Theory), Danny Pudi (Community), Meera Simhan (Cross), Pete Holmes (Crashing), Nik Dodani (Atípico), Bernard White (The Matrix Revolutions), Punam Patel (Special), Randall Park (Meu Eterno Talvez), Rizwan Manji (Schitt’s Creek) e Jae Suh Park (Friends From College).

Segundo Kapoor, Patel é uma “tragédia gângster com humor deadpan”, que propõe uma leitura ousada e contemporânea de Macbeth, centrada na ambição e nas dinâmicas familiares no contexto da diáspora sul-asiática.

“É o ‘Macbeth’ como você nunca viu antes — sombrio, sangrento e cômico, com um elenco que representa o melhor do nosso talento”, comentou o diretor.

O elenco ainda está envolvido na produção como parte do time executivo, comprometido com a valorização de vozes sub-representadas no cinema. Kal Penn, Richa Moorjani, Danny Pudi, Meera Simhan e Rizwan Manji também atuam como produtores executivos, ao lado de nomes como Anita Bhatia, Shruti Ganguly, Jennifer Verma (Camelback Productions) e Christine Yi (Gold House).

Com produção de Junglee Films, Prism Entertainment e Camelback Productions, o filme teve as filmagens realizadas em Los Angeles e está previsto para ser finalizado ainda este ano.

Causa da morte de Michael Madsen é revelada!

michael madsen

A causa da morte do ator Michael Madsen (1957 – 2025) foi oficialmente divulgada. Segundo o Deadline, o ator morreu de parada cardíaca provocada por uma combinação de cardiomiopatia, doença arterial coronariana e alcoolismo crônico.

O atestado de óbito, emitido pelo Instituto Médico Legal do Condado de Los Angeles, revela que outro fator que contribuiu foi uma doença tromboembólica, condição em que coágulos sanguíneos se formam em vasos e viajam até obstruírem outro vaso, causando um tromboembolismo.

Os policiais foram chamados à residência do ator em 3 de julho de 2025, após uma ligação para o serviço de emergência (911), e ele foi declarado morto no local. Ele tinha 67 anos.

O ator foi casado três vezes e deixou seis filhos, incluindo o também ator Christian Madsen.

‘007’: Barbara Broccoli reage à escolha de Denis Villeneuve para dirigir o próximo James Bond

Barbara Broccoli, a produtora por trás da icônica franquia 007, falou recentemente sobre o anúncio da escolha de Denis Villeneuve (‘Duna’) para assumir a direção do próximo filme da saga de espionagem.

“Ele é um cineasta fantástico. Estou empolgada que ele vai dirigir”, disse Broccoli, conforme o Deadline.

Essa foi a primeira declaração pública de Broccoli sobre a contratação de Villeneuve. Vale lembrar que a produtora se afastou da franquia, deixando a Amazon MGM Studios como a nova responsável pelo controle criativo.

Ao ser questionada se ainda teria envolvimento com o novo James Bond, ela deu a entender que encerrou seu ciclo com a franquia:

“Foram 44 anos e eu amei cada minuto, mas agora estou em outra fase da vida. Há muitas coisas que quero fazer… como esse musical lindo”, afirmou. “Estou envolvida em outros projetos. Tenho outros filmes que quero produzir e peças que quero levar aos palcos”.

Atualmente, a Amazon, nova detentora dos direitos da franquia ‘007’, está em busca do próximo ator a vestir o terno do espião britânico. O próximo filme da saga terá direção de Denis Villeneuve (‘Duna’).

SUCESSO! ‘A Odisseia’, de Christopher Nolan, tem ingressos ESGOTADOS quase imediatamente

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O aguardado épico ‘A Odisseia’, de Christopher Nolan, tem demonstrado sinais de um sucesso estrondoso mesmo antes de sua estreia no próximo ano. Ontem, a venda de ingressos para o filme começou e, segundo o ComicBook, as entradas esgotaram praticamente de imediato.

A reportagem afirma que os ingressos para essas exibições se esgotaram em apenas minutos.

Essa alta demanda se deve, em grande parte, ao formato de exibição preferido por Nolan. Existem menos de 30 cinemas na América do Norte que exibirão ‘A Odisseia’ em IMAX 70MM, que é o formato idealizado pelo diretor.

Até o momento, não há confirmação sobre a pré-venda internacional dos ingressos.

O filme estreia por aqui no dia 16 de Julho de 2026, um dia antes da estreia norte-americana.

Confira a sinopse oficial:

Após a Guerra de Tróia, o guerreiro grego Odisseu (Matt Damon) enfrenta criaturas míticas e deuses em sua épica jornada de volta para casa, onde sua esposa Penélope o aguarda. Para contar essa história grandiosa, a produção reúne um elenco estelar ao lado de Damon, entre os nomes confirmados estão Anne Hathaway, Tom Holland, Zendaya e Lupita Nyong’o.

“O filme é um épico de ação mítico filmado em todo o mundo usando a novíssima tecnologia de filme IMAX e traz a saga fundamental de Odisseu para as telas de filme IMAX pela primeira vez.

O elenco conta com nomes como Matt Damon, Tom Holland, Charlize TheronRobert PattinsonJon BernthalJohn LeguizamoElliot PageHimesh PatelBill IrwinSamantha MortonZendaya e outros.

A aposta é alta: com um orçamento de US$ 250 milhões, ‘A Odisseia‘ será o filme mais caro da carreira de Nolan.

Nolan começou a escrever o filme em março. Donna Langley, presidente da Universal Pictures, é a única pessoa que já leu o roteiro.

O trailer está atualmente sendo exibido nos cinemas.

Confira o cartaz:

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‘Crystal Lake’: Callum Vinson será Jason Voorhees em série baseada em ‘Sexta-Feira 13’

O terror em Crystal Lake está prestes a ganhar uma nova forma. A Peacock confirmou que o ator Callum Vinson (Chucky, Long Bright River) foi escalado para viver o icônico Jason Voorhees na série ‘Crystal Lake‘, prequela da franquia ‘Sexta-feira 13‘, produzida pelo estúdio A24.

Diferente das produções cinematográficas, que focam no infame assassino mascarado, ‘Crystal Lake‘ mergulha nas origens da lenda. A narrativa acompanhará a juventude de Jason e, principalmente, a trajetória emocional de sua mãe, Pamela Voorhees, interpretada por Linda Cardellini. Na nova versão, Pamela é retratada como uma ex-cantora que abandonou a carreira para cuidar de seu filho com necessidades especiais. Sua vida toma um rumo sombrio após a aparente morte do garoto no lago.

Vinson será um ator convidado recorrente na série, sugerindo que a presença de Jason estará ligada a momentos específicos e possivelmente simbólicos, enquanto a trama se concentra na espiral psicológica de Pamela. A série se passará no emblemático acampamento e cidade de Crystal Lake, cenário que se tornou sinônimo da franquia de terror iniciada em 1980.

Além de Vinson e Cardellini, o elenco inclui Nick Cordileone como Ralph — possivelmente uma nova versão do “Louco Ralph”, conhecido por alertar sobre a maldição do acampamento nos dois primeiros filmes — Joy Suprano como Rita, Danielle Kotch como Claudette e Phoenix Parnevik como Barry. Os dois últimos remetem diretamente aos primeiros conselheiros assassinados por Pamela na trama original.

Ao propor uma nova abordagem para o universo de ‘Sexta-feira 13‘, ‘Crystal Lake‘ promete revisitar o passado do personagem de forma mais intimista, reforçando a mitologia que tornou Jason Voorhees um dos maiores ícones do terror. Com a assinatura da A24 e um elenco robusto, a série desperta expectativa tanto entre os fãs nostálgicos quanto em um novo público.

Através do seu Instagram, o showrunner Brad Caleb Kane (‘IT: Bem-Vindos à Derry’) compartilhou uma imagem inédita dos bastidores da série.

“A floresta é adorável, sombria e profunda, mas tenho promessas a cumprir e pessoas para matar antes de ir dormir,” brincou.

Confira a imagem e siga o CinePOP no Youtube:

Linda Cardellini (‘Scooby-Doo’) interpretará a Pamela Voorhees.

William Catlett (‘A Thousand and One’), Cameron Scoggins (‘Nashville’), Devin Kessler (‘Godfather of Harlem’) e a novata Gwendolyn Sundstrom completam o elenco.

Brad Caleb Kane (‘Bem-Vindos a Derry’) será o showrunner da atração.

Michael Lennox (‘Derry Girls’), Celine Held & Logan George (‘O Segredo do Caddo Lake’) e Quyen Tran (‘The Pitt’) serão responsáveis pela direção.

Confira a publicação e siga o CinePOP no Youtube:

Os direitos da franquia estavam divididos e impossibilitados de serem adaptados, sobretudo quando mudou da Paramount Pictures para a New Line Cinema. Isso impediu a realização de qualquer projeto nos cinemas ou TV.

A dupla Sean S. Cunningham e Victor Miller, diretor e roteirista do filme original, respectivamente, estavam envolvidos nessa situação. Em maio, Miller saiu vitorioso na batalha judicial, onde recebeu controle sobre os personagens originais.

O último filme da franquia foi lançado em 2009 e estrelado por Jared Padalecki. Apesar dos esforços em reviver a franquia, o longa foi um fracasso de crítica, registrando 26% de aprovação no Rotten Tomatoes e arrecadando apenas US$ 90 milhões nas bilheterias mundiais.

Quais são as PIORES cenas dos filmes de super-heróis? Ajudamos você a escolher!

Os filmes de super-heróis têm a missão de nos levar a universos épicos, cheios de ação e emoção — mas às vezes, acabam nos presenteando com momentos tão desastrosos que viram verdadeiras fontes de vergonha alheia. Aqueles instantes em que a grandiosidade pretendida se esconde atrás de escolhas absurdas ou atuações questionáveis, nos fazendo rir quando queríamos sentir empolgação.

É justamente nessa mistura de amor e frustração que esses “fails” se tornam parte do charme cult das franquias. Porque, sejamos honestos, nada une mais os fãs do que lembrar juntos daqueles segundos em que o herói virou meme e a seriedade foi para o espaço — tudo isso enquanto a gente continua torcendo para o próximo capítulo. Pensando nisso, resolvemos reunir as 10 piores cenas contidas em um filme de super-herói. Confira.

“Fogo no parquinho” (Demolidor, 2003)

A “célebre” cena do duelo no parquinho entre Matt Murdock (Ben Affleck) e Elektra (Jennifer Garner) em ‘Demolidor (2003) é tão sutil quanto um soco de Zack Snyder em câmera lenta. Dois adultos (um deles, cego) trocando acrobacias em brinquedos infantis, diante de uma plateia de crianças que claramente acharam tudo normal. Ficou parecendo mais um encontro do Power Couple com o Xou da Xuxa. É o único momento na história do cinema em que uma gangorra virou cenário para um flerte à base de artes marciais. Fora que destoa completamente do teor mais sombrio do resto do filme.

…é “fantástico” (Quarteto Fantástico, 2015)

Poderíamos citar qualquer cena de ‘Quarteto Fantástico’ (2015), um dos filmes mais flopados da história do cinema. Mas a cena final é bem propícia e fecha tudo com chave de b*sta. A cena final tenta entregar um momento épico, mas tropeça feia na obviedade. Na cena em questão, O Coisa, à vontade em sua nudez rochosa — porque aparentemente cueca é supérflua quando se é feito de pedregulho — solta um “isso é fantástico”, e Miles Teller, no melhor estilo “roteiro de quinta série”, tem um estalo: “Espere, eu tive uma ide… — “corta para os créditos”. Nunca antes o cinema viu um nome de equipe surgir com menos esforço e mais constrangimento.

“Kal-El, não!” (Liga da Justiça, 2017)

Na Liga da Justiça (2017) a Gal Gadot diz "Kal-El não!". A fala foi tão incrível que as pessoas pediram outro corte do filme só pra ver ela falando a frase de

A imortal frase “Kal-El, não!”, dita por Gal Gadot em ‘Liga da Justiça (2017), tem a intensidade emocional de um GPS avisando “recalculando rota”. Entoada com a paixão de quem lê bula de remédio, virou meme instantâneo — uma relíquia da era Snyder que sintetiza o talento dramático da atriz com a sutileza de uma aula de teatro dada por Tommy Wiseau. Gal Gadot é carismática, sem dúvida, mas quando o assunto é atuação, muitos ainda acham que seu superpoder é passar por cenas dramáticas com a mesma expressão de quem acredita estar arrasando ao cantar “Imagine”.

Martha! (Batman vs Superman, 2016)

Batman vs Superman | Equipe do filme não entende críticas a cena "Salve Martha" – Terraverso

Ah, o momento “Martha” de ‘Batman vs Superman (2016) — aquele plot twist que tentou ser profundo, mas caiu no abismo do ridículo colocando um ponto final, antes mesmo do começo, na era Zack Snyder. No auge da porradaria entre dois heróis traumatizados e carrancudos, Batman decide que talvez não precise mais esmagar o Superman ao descobrir que… suas mães têm o mesmo nome?! É como se a guerra acabasse porque os dois gostavam de lasanha. Foi a tentativa mais ambiciosa da história de resolver um conflito com um grito de “amizade instantânea” patrocinado por telenovelas mexicanas.

O último suspiro (O Cavaleiro das Trevas Ressurge, 2012)

Marion Cotillard comments on her criticized death scene in 'The Dark Knight Rises' | Batman News

A trilogia de Christopher Nolan para o ‘Cavaleiro das Trevas‘ é praticamente irretocável. Praticamente. A morte de Talia al Ghul, vivida por Marion Cotillard em ‘O Cavaleiro das Trevas Ressurge (2012), é o tipo de cena que faz até vilão de novela acreditar em canastrice. Após um discurso dramático no banco de um caminhão, ela solta um último suspiro que parece menos natural que os esquetes de Roberto Bolaños para ‘Chaves‘ — e então, desliga-se com a rapidez de quem foi vencida por dose cavalar de Rivotril. É um momento tão involuntariamente cômico que fez até fãs de Nolan duvidarem se aquilo era ensaio ou se a câmera só seguiu gravando por educação.

Bat-Cartão de Crédito (Batman & Robin, 1997)

Tão memorável hoje quanto em sua estreia nas telonas, o bat-cartão de crédito em ‘Batman & Robin (1997), segue deixando os espectadores perplexos. Um momento que fez o mundo inteiro perguntar se Gotham também tinha programa de milhas. Em meio a uma disputa por um encontro com Hera Venenosa (Uma Thurman), Batman (George Clooney) saca seu “BatCard” com a desenvoltura de quem vai parcelar uma Batmoto em 12 vezes sem juros. A cereja no bolo? A validade eterna (trocadilho com “Batman Forever”, do filme anterior). Sim, o Cavaleiro das Trevas tem um cartão sem vencimento, porque o ridículo, nesse filme, também é infinito.

Bar do jazz (Homem-Aranha 3, 2007)

Este é o momento em que Peter Parker (Tobey Maguire), tomado pelo simbionte e por um surto de autoconfiança cringe, decide que virar um emo dançarino é a melhor forma de mostrar que está “mudado”. Com um penteado de vilão de novela turca e passos de quem assistiu a ‘Os Embalados de Sábado à Noite demais, ele invade um clube de jazz, humilha Mary Jane (Kirsten Dunst) no palco e nos presenteia com uma aula de vergonha alheia. É a única cena em que um super-herói derrota sua própria dignidade — sem precisar de vilão nenhum.

Um estranho ruído (Kraven, 2024)

Em ‘Kraven – O Caçador (2024), o momento em que o personagem de Alessandro Nivola reage à morte de seus capangas com um grunhido indecifrável — algo entre um mugido existencial e um soluço de rinoceronte — é pura poesia involuntária. A cena tenta evocar fúria e dor, mas o resultado lembra mais a esquisitice presente em algum filme alternativo de arte. É um instante tão bizarro que deveria ser estudado em escolas de atuação como exemplo de quando emoção e direção correm em sentidos opostos na savana da lógica.

X-Women (Fênix Negra, 2019)

De tudo que há errado em ‘Fênix Negra‘, o último filme de ‘X-Men‘ na Fox, uma cena se sobressai por tentar ser espertinha demais para o próprio bem – o que muitos podem ver com tentativa frustrada em “lacrar”. É algo que todo mundo já pensou, mas só esse filme teve a coragem de enunciar. Há um momento em que Mística, vivida por uma visivelmente entediada Jennifer Lawrence, solta a frase “Deveriam trocar o nome da equipe para X-Women, já que as mulheres vivem salvando os homens por aqui”. A intenção era empoderar, mas o efeito foi de reunião de RH com pauta de LinkedIn. Lançada no meio de um roteiro morno como sopa de vó, a fala soa menos como um grito de justiça e mais como alguém querendo ir embora do set antes das 17h. Se o feminismo tivesse um botão de “forçar relevância”, seria esse diálogo.

Basquete “requebra” (Mulher-Gato, 2004)

The worst basketball scene in movie history...(Catwoman) : r/videos

Catwoman Basketball Scene on Make a GIF

Deixamos o melhor para o final. Ou o pior. ‘Mulher-Gato‘, com Halle Berry, assim como outros itens da lista, possui uma infinidade de cenas ruins a serem escolhidas (que resultam no filme todo). Mas dentre tantas situações desgracentas, escolhemos a infame cena de basquete. A cena é uma coreografia de flerte tão constrangedora que faz comerciais de desodorante parecerem Shakespeare. Com cortes frenéticos, piruetas aleatórias e closes desconfortáveis, o jogo parece ter sido dirigido por alguém que só ouviu falar de basquete através do remake de ‘Homens Brancos não sabem Enterrar‘ (que aposto que você nem sabia que existia). É como se um videoclipe dos anos 2000 tivesse feito um filho com um comercial da Nike e depois se arrependido. Nunca o esporte sofreu tanto — e isso inclui o time do Vasco em 2013.