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Leandro Hassum consegue ver espíritos no trailer da comédia ‘O Rei da Feira’; Confira!

A Imagem Filmes divulgou o primeiro trailer de ‘O Rei da Feira‘, comédia nacional estrelada pelo Leandro Hassum (‘Até que a Sorte nos Separe’).

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O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 4 de setembro.

Quando um feirante é misteriosamente assassinado, entra em cena Monarca (Hassum), um detetive nada convencional, que mistura seu faro investigativo com dons paranormais… e um certo talento para se meter em confusão. Ao lado do espírito tagarela da própria vítima, o Bode, ele vai encarar uma investigação cheia de barracos, fofocas e revelações no meio da feira mais agitada do Brasil.

O elenco ainda conta com Pedro Wagner, Dani Fontan, Luana Martau, Renata Castro, Everaldo Pontes e Yuri Yamamoto.

Felipe Joffily é responsável pela direção.

Julia Roberts lida com ESCÂNDALO sexual no trailer de ‘Depois da Caçada’; Confira!

A Sony Pictures divulgou o primeiro trailer de ‘Depois da Caçada‘ (After the Hunt), próximo filme do diretor Luca Guadagnino (‘Me Chame Pelo seu Nome’).

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Estrelado por Julia Roberts (‘O Mundo Depois de Nós’), Andrew Garfield (‘Todo Tempo que Temos’) e Ayo Edebiri (‘O Urso’), o longa explora as consequências e o caos em uma faculdade quando uma aluna acusa um professor de agressão sexual.

O longa está programado para estrear no dia 17 de outubro.

O elenco ainda conta com Chloë Sevigny, Michael Stuhlbarg, Thaddea Graham, Will Price e Christine Dye.

Nora Garrett assina o roteiro.

Crítica | ‘Mãe’ – Uma jornada de resistência e ternura, onde o amor não apenas sobrevive, mas triunfa [Festival Cinemato]

Exibido na Mostra Competitiva de Curtas-Metragens do Festival de Cinema e Vídeo de Cuiabá – o Cinemato –, o curta gaúcho Mãe aborda um tema potente e raramente retratado nas telas: a maternidade de uma mulher trans. Dirigido por João Monteiro – que também atua no filme – e roteirizado por ele ao lado de Julia Katharine e Homero Mendes, o projeto, com apenas 20 minutos de duração, rompe barreiras e amplia horizontes ao tocar em questões profundas como o racismo, a transfobia e os desafios sociais, tudo isso com sensibilidade e força narrativa.

Maria (Valéria Barcellos) é uma mulher trans que vive feliz ao lado do seu carinhoso marido Dário (João Monteiro). Certo dia, o jovem Zezinho é deixado pela mãe biológica na casa deles. O tempo passa e uma relação de afeto e amor é estabelecida pela família mas as barreiras sociais ainda se tornam um quebra-molas que gera insegurança.

Com profundidade e delicadeza, a narrativa prende a atenção desde os primeiros instantes, mergulhando em um recorte intimista e familiar sobre amor, reconhecimento e pertencimento. São poucos minutos, mas repletos de significado — deixam no ar o desejo por mais. O preconceito, embora presente em cenas marcantes, jamais se sobrepõe à força do afeto. O roteiro constrói, com sensibilidade, uma jornada de resistência e ternura, onde o amor não apenas sobrevive, mas triunfa.

A maternidade de uma mulher trans é o fio condutor que ilumina toda a narrativa, atravessando cada cena com a potência de uma personagem inesquecível, vivida com brilho e sensibilidade por Valéria Barcellos. Com representatividade pulsante, o filme confronta o preconceito de frente e reafirma, com firmeza e delicadeza, que o amor é capaz de transformar realidades.

Mãe deve circular por outros festivais, se você tiver a oportunidade de assistir, tenho certeza que não irá se arrepender.

 

‘Stranger Things’: 5ª e última temporada ganha TRAILER e sinopse REVELADORES!

Acaba de ser divulgado o trailer e a sinopse da quinta e última temporada de Stranger Things, sucesso absoluto da Netflix.

Confira:

Outono de 1987. Hawkins segue abalada pela abertura dos portais, e nossos heróis se unem pelo mesmo objetivo: encontrar e matar Vecna. Mas ele desapareceu e ninguém sabe seu paradeiro. Para complicar tudo, o governo colocou a cidade sob quarentena militar e intensificou a caça à Onze, que precisou se esconder novamente. Com o aniversário do desaparecimento de Will cada vez mais próximo, uma ameaça familiar volta à tona. A batalha final se aproxima e, com ela, uma escuridão ainda mais poderosa e mortal. Para acabar com esse pesadelo, o grupo precisará se unir de novo pela última vez.

 

Lembrando que o ciclo de encerramento será dividido em três partes:

Volume 1: 26 de novembro, às 22h
Volume 2: 25 de dezembro, às 22h
Episódio final: 31 de dezembro, às 22h

O elenco estelar inclui, além de Wolfhard, Millie Bobby Brown, Noah Schnapp, Caleb McLaughlin, Gaten Matarazzo e Sadie Sink, bem como Joe Keery, Maya Hawke, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Jamie Campbell Bower, Brett Gelman, David Harbour e Winona Ryder.

 

Agora é oficial! Nintendo ANUNCIA o elenco principal do live-action de ‘The Legend of Zelda’

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A espera finalmente acabou! A Nintendo e a Sony Pictures revelaram nesta quarta-feira (16) os nomes dos atores que darão vida a Zelda e Link no aguardado filme live-action de ‘The Legend of Zelda‘. E, para a alegria dos fãs, as primeiras imagens dos personagens caracterizados também foram divulgadas.

A princesa Zelda será interpretada por Bo Bragason, enquanto o icônico herói de Hyrule, Link, será vivido por Benjamin Evan Ainsworth.

“Tenho o prazer de anunciar que, para o filme live-action de The Legend of Zelda, Zelda será interpretada por Bo Bragason-san e Link por Benjamin Evan Ainsworth-san,” escreveu Shigeru Miyamoto nas redes sociais da Nintendo. “Estou muito ansioso para vê-los nas telonas.”

Confira o anúncio:

Conheça o novo Link e a nova Zelda
Bo Bragason é uma jovem atriz britânica conhecida por seus papéis nas séries da BBCThree Girls‘ e ‘The Jetty‘, além da produção da Disney+Nell, a Renegada‘. No cinema, ela estrelou recentemente a comédia de vampiros ‘Os Radley‘, dirigida por Euros Lyn.

Benjamin Evan Ainsworth, também britânico, já é familiar ao público nerd: ele deu voz ao personagem-título no Pinóquio de Robert Zemeckis (Disney+), interpretou Miles na série ‘A Maldição da Mansão Bly‘ (Netflix) e participou de ‘The Sandman‘. Ele também estrela a série canadense ‘Son of a Critch‘.

Com estreia marcada para 7 de maio de 2027, o filme é dirigido por Wes Ball, responsável por ‘Maze Runner‘ e pelo novo ‘Planeta dos Macacos: O Reinado‘.

A produção fica por conta do próprio Miyamoto, criador da franquia, e de Avi Arad, veterano por trás de várias adaptações da Marvel nos cinemas.

O filme estava inicialmente previsto para março de 2027, mas foi adiado “por razões de produção”.

Após o estrondoso sucesso de ‘Super Mario Bros. – O Filme‘ em 2023 (mais de US$ 1,3 bilhão arrecadado), a Nintendo aposta alto em transformar Zelda em seu próximo fenômeno cinematográfico. Agora, com o elenco principal revelado, a produção entra em uma nova fase e deve atrair ainda mais atenção dos fãs de games e cinema.

Confira a sinopse preliminar divulgada:

The Legend of Zelda acompanha Link, um jovem guerreiro destinado a proteger o reino mágico de Hyrule das forças das trevas. A terra está sob ameaça de Ganon, um cruel senhor da guerra que busca a Triforce – uma relíquia antiga que supostamente concede poder ilimitado. Para detê-lo, Link deve embarcar em uma jornada perigosa, lutando contra criaturas monstruosas, explorando masmorras traiçoeiras e resolvendo quebra-cabeças intrincados para descobrir artefatos sagrados que podem ajudá-lo em sua busca”.

Criada em 1986 por Shigeru Miyamoto e Takashi Tezuka, a série de jogos mistura, fantasia ação e aventura ao narrar as missões de Link, um destemido herói que luta contra forças do mal para salvar a Princesa Zelda e o Reino de Hyrule.

Representatividade nos Emmys 2024 sofre queda: indicações a atores e apresentadores não brancos caem 18%

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A diversidade nas indicações do Emmy deu um passo atrás em 2024. Segundo o Deadline, apenas 28 atores e apresentadores de realities não brancos foram indicados este ano — uma queda de 18% em relação a 2023, quando houve 34 indicações, e próxima do ponto mais baixo da década (26 em 2019).

A estatística é especialmente desanimadora se comparada ao ano mais inclusivo da premiação: 2021, quando 49 artistas de origem diversa foram reconhecidos nas categorias de atuação e apresentação.

Enquanto no ano passado apenas duas categorias estavam completamente ausentes de representatividade, em 2024 três categorias principais não indicaram nenhum ator ou atriz não branco, sendo elas a de Melhor Atriz em Série de Drama, Melhor Atriz Convidada em Série de Drama e Melhor Ator em Série de Comédia.

A National Hispanic Media Coalition criticou duramente os resultados. Em nota, a presidente Brenda Victoria Castillo declarou:

“Em um momento em que nossa existência está sendo apagada, desafiada e atacada, este deveria ser um momento para elevar histórias inclusivas. A comunidade latina merece ser vista, ouvida e reconhecida. A Academia de Televisão falhou este ano.”

Apesar do retrocesso geral, algumas categorias se destacaram pela presença de atores e atrizes de origem diversa:

Atriz Coadjuvante em Série de Comédia: Jessica Williams (Shrinking)

Sheryl Lee Ralph e Janelle James (Abbott Elementary)

Liza Colón-Zayas (O Urso), indicada pela segunda vez e vencedora histórica em 2023 como a primeira latina a vencer a categoria

Atriz Protagonista em Comédia:

Uzo Aduba (The Residence) — sua sexta indicação ao Emmy

Ayo Edebiri (O Urso) — com duas indicações este ano, por atuação e direção

Quinta Brunson (Abbott Elementary), que já acumula 11 indicações ao Emmy na carreira e quebrou recordes como a primeira mulher negra a vencer por roteiro de comédia

Ainda na atuação, Pedro Pascal (The Last of Us) foi o único latino indicado para Melhor Ator em Série de Drama. Se Diego Luna (Andor) tivesse sido indicado, teria sido a primeira vez que dois latinos dividiriam essa categoria. O ator chileno agora soma quatro indicações ao Emmy.

Já no campo da diversidade asiática, os números continuam tímidos. Apenas Bowen Yang (Saturday Night Live) aparece entre os indicados, tornando-se o ator asiático-americano mais indicado na história do Emmy, agora com quatro nomeações. A chef Kristen Kish também foi lembrada, com sua segunda indicação por Top Chef.

Entre os estreantes nas indicações, aparecem nomes como:

Anthony Mackie por ‘O Estúdio‘ (Ator em Comédia)

Zach Cherry e Travel Tillman por ‘Ruptutra‘ (Ator Coadjuvante em Drama)

Zoë Kravitz por ‘O Estúdio‘ (Atriz Convidada em Comédia)

Javier Bardem por ‘Monstros‘ (Ator Coadjuvante em Minissérie/Antologia)

Ashley Walters por ‘Adolescência‘ (Ator em Minissérie/Antologia)

Ruth Negga por ‘Acima de Qualquer Suspeita‘ (Atriz Coadjuvante em Minissérie/Antologia)

Rashida Jones, em sua primeira indicação como atriz principal, por ‘Black Mirror

Com a crescente produção de séries e filmes protagonizados por pessoas de cor, órgãos voltados para comunidades diversas esperavam que o Emmy refletisse tal transformação. No entanto, os dados mostram uma realidade diferente, conforme ponderou Childs:

“Os profissionais não brancos continuam sendo os primeiros a sofrer quando a indústria vacila”, apontou Philippa Childs, do sindicato britânico Bectu.

Colin Farrell revela que ainda não leu o roteiro de ‘The Batman II’ — mas promete: “Vai ser profundo e brilhante”

Duas pessoas olhando seriamente, fundo desfocado.

Mesmo comemorando sua primeira indicação ao Emmy por ‘Pinguim‘, o spin-off de ‘The Batman’ da HBO e DC Studios, Colin Farrell ainda não colocou as mãos no roteiro da sequência do Homem Morcego — mas está ansioso para o momento.

“Ainda não li, mas estou muito perto disso”, disse o ator com um sorriso ao Deadline. “Quando acontecer, vou ter que separar algumas horinhas, preparar uma boa xícara de chá e me concentrar. Matt [Reeves] é um escritor extraordinário e um artista incrivelmente inteligente. Tenho certeza de que o roteiro será envolvente e profundo. Ele é perfeccionista.”

O cineasta James Gunn, atual co-CEO da DC Studios, já antecipou no início de julho que leu o roteiro e não poupou elogios: “É ótimo”, publicou nas redes.

Além da expectativa por ‘The Batman II‘, Farrell celebrou as 24 indicações ao Emmy que ‘Pinguim‘ recebeu — a segunda série inspirada em quadrinhos mais nomeada da história, atrás apenas de ‘Watchmen‘ (2019), que levou 11 estatuetas.

Farrell venceu prêmios importantes na temporada, incluindo SAG Awards, Critics Choice e Globo de Ouro como Melhor Ator em Série Dramática. Mas a segunda temporada ainda não está confirmada.

“Ouvi dizer que estão conversando sobre o que uma segunda temporada poderia ser, mas não passou disso”, disse o ator. “A ideia original sempre foi fazer oito horas e pronto.”

Ao falar sobre Oz Cobb, o icônico Pinguim, Farrell explicou como a série foi uma oportunidade de transformar o vilão de um coadjuvante estilizado em um personagem completo, humano e complexo:

“No filme, estava claro que o Oz estava lá para cumprir um papel. Era um leve antagonista, quase uma distração. Mas quando ouvi a proposta da série, percebi: sempre que você introduz um parente, especialmente a mãe, na história de um filho, esse personagem é imediatamente humanizado.”

Com a veterana Deirdre O’Connell interpretando Frances, a mãe de Oz, a série mergulhou nas raízes emocionais do vilão.

“Esse relacionamento sombrio com a mãe foi o que ancorou o personagem para mim. São essas cicatrizes que empurram Oz pra frente. É por isso que ele é ambicioso, ganancioso, cruel. Tudo isso vem dessa origem.”

E o que esperar de The Batman II?
Enquanto os fãs esperam qualquer detalhe sobre a sequência de ‘The Batman‘, o que se sabe é que Matt Reeves está levando seu tempo para lapidar o roteiro — o que, segundo Farrell, é um bom sinal. Com o nível de profundidade que ele espera do diretor, e o peso emocional que já vimos em ‘Pinguim‘, tudo indica que a próxima aparição de Oz Cobb pode ser ainda mais intensa.

Entre as 24 nomeações à premiação estão as categorias Melhor Série LimitadaMelhor Ator em Série Limitada para Farrell e Melhor Atriz em Série Limitada para Cristin Milioti.

Os vencedores serão revelados no dia 14 de setembro.

O diretor Matt Reeves e a showrunner Lauren LeFranc comemoram a chance de revisitar Gotham no projeto.

“Colin explodiu na tela como o Pinguim em ‘Batman’, e ter a chance de explorar completamente a vida interior desse personagem na HBO Max é uma emoção absoluta”, disse o diretor de ‘Batman’, Matt Reeves, anteriormente. “Dylan e eu estamos muito animados em trabalhar com Lauren para continuar a história de Oz enquanto ele busca violentamente o poder em Gotham.”

“Eu sempre fui fã do universo de Batman, e o filme de Matt é uma entrada tão poderosa e audaciosa no cânone. Estou empolgado e humilde em continuar contando histórias no mundo sombrio de Gotham City, e que melhor desculpa para canalizar meu lado vilão do que contar a história de Oswald Cobblepot? Estou emocionado em trabalhar com Colin, Matt, Dylan, 6th & Idaho, Warners e HBO Max enquanto trabalhamos para levar essa história para as telas”, acrescentou a showrunner Lauren LeFranc.

Os Filmes Cult de Maior SUCESSO dos Últimos Anos

O que significa um filme “cult”? Para o público geral, um filme cult é aquele que conquista um grupo apaixonado, mesmo que não seja um blockbuster ou um sucesso comercial imediato. São obras que desafiam o convencional, que têm estilo próprio, personagens marcantes e temas que ficam na cabeça – seja pelo impacto, pela estranheza ou pela originalidade.

E quais são os filmes mais cult dos últimos anos? Abaixo reunimos filmes que fizeram exatamente isso: conquistaram fãs fiéis e criaram seu próprio universo. Trazemos os filmes que mais sacudiram o cenário cult recente com estilo, ousadia e aquela pitada de loucura que só o cinema de verdade tem.

De épicos vikings a terrores sobrenaturais, de dramas familiares multiversais a pesadelos psicológicos em preto e branco, cada filme é uma experiência única, com diretores que se atrevem a experimentar, atores entregues a personagens intensos e roteiros que mexem com a cabeça. Seja na brutalidade sangrenta, na poesia sombria ou no caos delicioso, esses filmes são verdadeiros cults, obras que permanecem na memória e na paixão do público. Confira

A Substância

Mistura de body horror, sátira social e diva pop em um liquidificador. Demi Moore e Margaret Qualley dão um show de presença (e ausência de pele, às vezes), o longa virou queridinho de quem ama bizarrices elegantes. É grotesco, glamouroso e faz você repensar o conceito de juventude eterna… com náusea. Julia Ducournau não fez um filme: ela lançou um feitiço estético! Resultado? Um sucesso cult instantâneo, amado em Cannes e viral no TikTok cinéfilo.

Pobres Criaturas

Pobres Criaturas é o Frankenstein feminista que Mary Shelley teria curtido se tivesse acesso a LSD e direção de arte maximalista! Emma Stone encarna Bella Baxter com a ousadia de quem acaba de descobrir o mundo – e os prazeres carnais – com uma curiosidade científica e zero filtro social. Yorgos Lanthimos mistura crítica social, erotismo e o “vitoriano absurdo” como quem monta um teatro de marionetes demente. O resultado é uma ópera barroca sobre liberdade, reinvenção e rebeldia. Um cult instantâneo, premiado, provocador e deliciosamente esquisito.

Nosferatu

Gótico até a medula – e medula aqui não é metáfora, é jantar! Com Robert Eggers no comando, o clássico do terror ganha nova vida (ou morte) com atmosfera densa, velas tremulantes e ratos mais carismáticos que muito ator. Bill Skarsgård surge como o vampiro mais assustador desde o último vampiro assustador, enquanto Lily-Rose Depp ilumina a escuridão com angústia e beleza melancólica. É arte sombria com gosto de sangue e poesia. Um banquete visual para quem ama terror com pedigree e olhos arregalados.

Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo

É como se ‘Matrix‘, Wong Kar-Wai e um meme tivessem um filho hiperativo e existencialista. Michelle Yeoh brilha (em mil versões de si mesma) numa montanha-russa multiversal que mistura kung fu, crises familiares, dedos de salsicha e filosofia de lavanderia. Os Daniels criaram um caos controlado que faz rir, chorar e pirar – às vezes na mesma cena. É blockbuster indie, é drama absurdo, é tudo ao mesmo tempo literalmente. Um cult moderno que chutou a porta do Oscar.

O Homem do Norte

Robert Eggers de novo na lista. Afinal, não dá para ter uma lista cult sem o atual queridinho que define o título. E o cineasta entrega um épico viking suado, brutal e místico, onde Alexander Skarsgård urra, sangra e arranca cabeças com elegância ancestral. É Hamlet com machados, visões de valquírias e Björk como bruxa. Cada cena parece saída de um pesadelo nórdico pintado a óleo. Um cult musculoso que une poesia, pancadaria e paganismo em uma saga digna de Odin.

X – A Marca da Morte

Imagine se ‘Boogie Nights invadisse ‘O Massacre da Serra Elétrica com um filtro retrô e muito sangue falso. Ti West entrega um slasher com pé na lama, câmera na mão e um  cinema autoral, enquanto Mia Goth reina absoluta em dose dupla, mostrando que terror também é arte performática (e perturbadora). Sexo, vísceras e crítica à obsessão pela juventude se misturam num clima de VHS mofado e tensão crescente. É grindhouse com cérebro e muito charme macabro. Um cult instantâneo que faz gritar — de medo e aplauso.

Fale Comigo

Mistura de Ouija e Red Bull com trauma adolescente – rápido, tenso e impossível de ignorar. Os irmãos Philippou, Youtubers transformados em mestres do terror, invocaram um filme que mistura possessão, dor emocional e uma mão embalsamada mais famosa do cinema recente. Sophie Wilde segura “na mão” do filme com intensidade visceral, enquanto o roteiro martela: brincar com o além nunca acaba bem. É terror com alma (literalmente) e ritmo de clipe perturbador. Um cult moderno que faz você pensar duas vezes antes de apertar qualquer mão estranha.

O Poço

Encontro entre ‘Jogos Mortais e Bong Joon-ho numa prisão vertical onde o estômago ronca mais alto que a moral. Com metáfora social martelada a cada andar, o filme espanhol serve um banquete de tensão, desespero e canibalismo conceitual. É distopia gourmet com pitadas de Kafka e tempero de revolta. Ivan Massagué encara a fome física e existencial com olhos cada vez mais fundos. Um cult inquietante que te faz olhar torto pro elevador e repensar o sistema… e o jantar. Sucesso na Netflix do começo da pandemia.

O Farol

Desculpe a redundância, mas Robert Eggers é o diretor mais cult da atualidade. Então, que tal mais um filme dele? O diretor tranca Willem Dafoe e Robert Pattinson num farol isolado, mistura delírio, flatulência e gaivotas vingativas, e o resultado é puro cinema febril. É masculinidade tóxica destilada em querosene poético, com gritos, mitologia e insanidade subindo com a maré. Cada frame parece uma pintura enlouquecida com cheiro de peixe podre. Um cult hipnótico que ilumina (e queima) como um raio divino.

Longlegs – Vínculo Mortal

Imagine se o capeta escrevesse um episódio de ‘True Detective usando batom e sangue como tinta? Oz Perkins entrega um pesadelo elegante e sufocante, onde Nicolas Cage surge irreconhecível (e aterrorizante) como um serial killer saído direto dos recônditos do inferno. Maika Monroe é a detetive que mergulha num labirinto de símbolos, presságios e paranoia satânica. É terror investigativo com atmosfera dos anos 90 e alma do além. Um cult instantâneo que arrepia até os ossos – longos ou não.

“Não existe ‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado’ sem Helen Shivers”, afirma diretora [EXCLUSIVO]

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, a diretora Jennifer Kaytin Robinson falou sobre o próximo filme da franquia ‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado‘.

Questionada sobre uma possível ponta de Sarah Michelle Gellar como Helen Shivers, ela desconversou.

“Eu acho que o filme é icônico. Esses personagens são icônicos. E, para mim, eu queria ter certeza de que os fãs estivessem satisfeitos e se alimentando bem de referências. Então eu não acho que haja… Eu sei que você fez isso no verão passado sem Helen Shivers. Eu a amo.”, ela afirmou.

Ela foi questionada sobre ‘Eu Ainda Sei…‘ usar o Brasil como plottwist, quando as protagonistas Julie e Karla erram que a capital do Brasil é o Rio de Janeiro.

Assista a entrevista completa e siga o CinePOP no Youtube:

Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado‘ foi classificado pelo MPAA para maiores de 18 anos por “violência sangrenta, linguagem e conteúdo sexual”.

Para termos de comparação, os dois primeiros filmes da saga também receberam na mesma classificação – então não é uma surpresa que o novo capítulo, descrito como um dos brutais da franquia, mantenha a tradição.

O terror será lançado nos cinemas nacionais amanhã, dia 16 de julho.

Jennifer Love Hewitt e Freddie Prinze Jr. retornam como Julie James e Ray Bronson, respectivamente.

O elenco ainda conta com Chase Sui Wonders, Madelyn Cline, Sarah Pidgeon, Tyriq Withers, Jonah Haur-King, Nicholas Alexander Chavez, Lola Tung, Austin Nichols e Gabbriette.

No filme, quando cinco amigos (Cline, Wonders, Hauer-King, Withers e Pidgeon) causam um acidente de carro mortal, eles encobrem seu envolvimento e fazem um pacto para manter isso em segredo em vez de enfrentar as consequências. Um ano depois, seu passado volta para assombrá-los e eles são forçados a confrontar uma verdade horripilante: alguém sabe o que eles fizeram no verão passado… e está decidido a se vingar. À medida que os amigos são perseguidos por um assassino, eles descobrem que isso já aconteceu antes e recorrem a dois sobreviventes do lendário Massacre de Southport de 1997 para obter ajuda.

Jennifer Kaytin Robinson é responsável pela direção, a partir de um roteiro que ela coescreveu ao lado de Sam Lansky.

 

 

‘The Big Bang Theory’: Estrelas revelam brincadeira PERIGOSÍSSIMA que faziam na Comic-Con

Johnny Galecki (Leonard) e Simon Helberg (Howard), estrelas de The Big Bang Theory, compartilharam recentemente que tinham uma perigosa tradição de alugar barcos sempre que iam à Comic-Con com o elenco.

A história foi contada no livro de Jessica Radloff, The Big Bang Theory: The Definitive, Inside Story of the Epic Hit Series”, lançado em 2022.

“Por algum motivo, Simon e eu tínhamos essa coisa de alugar vários barcos juntos, o que não faz sentido porque nenhum de nós é marinheiro. Mas toda vez que íamos à Comic-Con e alugávamos um barco, ele comprava um chapéu de capitão, e nós simplesmente colocávamos a vida de todos em risco”, disse Galecki.

A brincadeira, apesar de parecer inocente, assustou os criadores da série, Chuck Lorre e Bill Prady.

Prady revelou que ficou enjoado só de ouvir sobre navegar, e comparou a sensação à que teve quando sua filha sofreu um acidente de carro.

Lorre ficou furioso quando soube e, conforme Jim Parsons (Sheldon), ele gritou: “‘Espera aí, o quê? Eles fizeram o quê?! Você sabe quanto dinheiro e seguro tem naquele barco?'”.

Jim Parsons, por sinal, explicou que mesmo sem lembrar se tinha aceitado, ele de repente estava lá: “Graças a Deus eu estava sóbrio. Nem sei em que massa de água estávamos. Quer dizer, pela graça de Deus, eu ainda ando nesta terra depois disso”.

Galecki confirmou que Parsons fez uma performance digna de Sheldon: recusou-se a embarcar e ficou muito relutante em pular na água, ao contrário dos colegas.

Apesar de nada de ruim ter acontecido, Galecki explicou que hoje ele entende que realmente era uma ação irresponsável.

“Só percebemos a gravidade quando vimos as reações dos nossos chefes. Eles começaram até a nos separar em veículos diferentes durante as viagens de divulgação, para minimizar os riscos. Se um carro explodisse, pelo menos metade do elenco sobreviveria”, brincou.

Ele ainda relembrou o acidente que Kaley Cuoco (Penny) sofreu quando caiu de um cavalo, o que quase levou à amputação de sua perna.

“Isso realmente colocou em perspectiva o quanto nossas ações afetaram o sustento de muitas pessoas. Antes disso, nos víamos apenas como um bando de atores esquisitos e desorganizados que não se consideravam o suficiente para entender que tínhamos valor para muitas pessoas com quem nos importávamos profundamente”, disse Galecki.

Chuck Lorre chegou a criar uma regra interna sobre a segurança do elenco: “Nada de cavalos, nem os de carrossel. A única atividade de barco permitida na Comic-Con é na banheira do seu quarto de hotel”.

The Big Bang Theory’ está disponível na Max.

‘Casamento Sangrento 2’ ganha data de estreia no Brasil

A 20th Century Studios finalmente anunciou quando a sequência ‘Casamento Sangrento 2‘ será lançada no Brasil.

O terror estreará nos cinemas nacionais no dia 9 de abril de 2026.

Samara Weaving retornará, reprisando seu papel como Grace Le Domas. O elenco ainda contará com Kathryn Newton, Sarah Michelle Gellar, Shawn Hatosy, Néstor Carbonell, Kevin Durand, Olivia Cheng, David Cronenberg e Elijah Wood.

Confira a primeira imagem dos bastidores:

Intitulado ‘Ready or Not 2: Here I Come’, o novo capítulo traz de volta a dupla de diretores Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, do coletivo Radio Silence, responsáveis também por ‘Pânico V’ e ‘Pânico VI‘.

O roteiro é assinado por Guy Busick e R. Christopher Murphy, que prometem manter o tom ácido e sangrento da franquia.

Com produção de Tripp Vinson, James Vanderbilt, Bradley J. Fischer e William Sherak, o longa é uma das principais apostas da Searchlight no cinema de gênero.

O primeiro filme arrecadou mais de US$ 57 milhões mundialmente, tornando-se um sucesso inesperado com fãs fiéis e status de filme cult graças à sua crítica mordaz às elites e sua protagonista carismática.

Ainda sem detalhes oficiais da trama revelados, a sequência promete expandir o universo macabro e elitista do original, mantendo a sátira social envolta em muito sangue, violência estilizada e reviravoltas.

Relembre o trailer do primeiro longa:

Aaron Taylor-Johnson e Lily Rose-Depp devem estrelar novo TERROR de lobisomens de Robert Eggers

De acordo com o Deadline, Aaron Taylor-Johnson (‘Extermínio: A Evolução’) foi confirmado no elenco de ‘Werwulf‘, próximo terror de lobisomem dirigido por Robert Eggers (‘A Bruxa’).

Além dele, Lily Rose-Depp (‘The Idol’) também está em negociações para estrelar o longa.

O projeto deve marcar a reunião da dupla com o cineasta após a colaboração com o aclamado remake de ‘Nosferatu‘.

O longa está programado para estrear no dia 25 de dezembro de 2026.

O longa-metragem ainda não teve muitos detalhes divulgados, mas sabe-se que a narrativa é ambientada na Inglaterra do século XIII e contará com diálogos próprios da época em que se passa.

Eggers co-assina o roteiro ao lado de Sjón, que já trabalhou com o diretor no elogiado ‘O Homem do Norte’.

Eggers e Sjón entram como produtores ao lado da Focus FeaturesChris ColumbusEleanor Columbus ficam responsáveis pela produção executiva.

Eggers é um dos diretores de maior prestígio da atualidade, tendo feito sua estreia com o ovacionado terror psicológico de época ‘A Bruxa’. Seus filmes subsequentes, ‘O Farol’‘O Homem do Norte’, também caíram no gosto da crítica e do público. No final do ano passado, o realizador lançou o remake do clássico Nosferatu, que foi igualmente aclamado pela crítica e arrecadou mais de US$156 milhões ao redor do mundo.

Novo drama policial da Netflix CONQUISTA o público e escala o Top 10 global

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Para os amantes de dramas policiais, uma nova produção da Netflix está conquistando os assinantes e dominando as paradas de streaming: ‘Sob a Escuridão do Sol’. Agora, a série ocupa o 2º lugar do ranking global das séries mais assistidas da plataforma.

A série estreou na semana passada, no dia 9 de julho, com seis episódios.

A trama acompanha Ava Baya como Alba Mazier, ou Alba Lassere, uma mãe solteira que aceita um emprego na extensa fazenda de flores Lassere antes de começar uma nova vida em Barcelona com seu filho pequeno. Fugindo de um passado difícil, ela se torna a principal suspeita de um crime quando o proprietário da fazenda é encontrado morto. À medida que as investigações avançam, ela é exposta a uma verdade chocante: o homem assassinado era, na verdade, seu pai biológico.

O elenco também conta com nomes como Amina Ben Ismail, Claire Romain, Isabelle Adjani, Guillaume Gouix, Simon Ehrlacher,  Nicolas Vaude,  Redouanne Harjane, Juliette Plumecocq-Mech e Louise Coldefy.

EXCLUSIVO | Luccas Neto fala sobre seu novo projeto: “É um filme feito com o coração”

Lançado na última sexta-feira (11), Luccas e Gi em: Amor de Mãe marca uma nova fase na carreira de Luccas Neto, fenômeno do cinema infantil e dos vídeos de YouTube que fazem sucesso com a molecada. O novo longa chegou à Netflix e não saiu do Top 10 da plataforma desde então.

Na trama, Luccas Neto e sua irmã, Gi Alparone, retornam uma história repleta de emoção e aventura, que fala essencialmente sobre a busca pela conexão familiar, algo tão complexo e importante que vem sendo discutido cada vez mais no universo infantil.

Divulgação/ Luccas Toon Studios.

Ao CinePOP, Luccas Neto contou que o filme dialoga com ele de forma especial, além de reforçar sua missão no cinema, que é entreter as crianças com uma diversão que tenha conteúdo, que agregue às família.

“Esse filme tem um significado muito especial pra mim, porque ele fala de algo que toca todo mundo: o amor de mãe. A gente sempre buscou trazer mensagens positivas nos nossos filmes, mas dessa vez a emoção está ainda mais presente. ‘Luccas e Gi em: Amor de Mãe’ é um tributo ao carinho, ao cuidado e à força que vem das mães — e isso conecta com qualquer pessoa, de qualquer idade”, disse.

Mais do que o público infantil, o ator e YouTuber acredita que o longa seja capaz de dialogar e emocionar todos os membros da família.

“Sim, eu acredito que esse longa tem tudo pra atingir não só as crianças, que já nos acompanham há anos, mas também os pais, as mães, as famílias inteiras. É um filme feito com o coração, que emociona, diverte e ensina ao mesmo tempo. Foi um passo importante na nossa missão de entreter com propósito”, reforçou Luccas Neto.

Divulgação/ Luccas Toon Studios.

O longa também aproximou o ator de sua irmã, Gi, que também contribuiu na construção da história, conforme ele revelou à imprensa, e ver o projeto tomar forma dessa maneira o deixou bastante emocionado.

“Esse filme nasceu de um lugar muito íntimo. A gente quis falar sobre o valor da família, das conexões reais e do quanto precisamos uns dos outros para crescer. A Gi está brilhante no papel e, como irmã, me emocionou em várias cenas. É um projeto feito com o coração. A gente cresceu na frente das câmeras, mas esse filme mostra um lado mais sensível e maduro do nosso trabalho. A Gi está com apenas 16 anos e já tem um olhar artístico muito forte. Ela ajudou muito no processo criativo, trouxe ideias e mergulhou na personagem. Foi lindo de ver”, explicou Luccas.

Com direção de Bruno Bennec e produção da Luccas Toon Studios em coprodução com a Take4Content, o filme traz a novidade de ter sido produzido em qualidade 4K e áudio em 2.0 e 5.1, que dá ao longa um visual espetacular.

Ao CinePOP, Luccas definiu as filmagens em 4K como desafiadoras, mas que entregaram um resultado muito satisfatório que faz a diferença para a molecada.

“Gravar em 4K foi um desafio técnico, mas também uma evolução natural do nosso trabalho. Já tínhamos a experiência de gravar nesse formato para nossas produções no YouTube através da Luccas Toon, e trazer essa experiência também para o cinema está sendo incrível. A gente está sempre buscando melhorar a qualidade do que entrega para nossa audiência, e o 4K leva isso pra outro nível!”, afirmou.

“Na prática, tudo fica mais nítido, mais bonito, mais vivo. As cores, os cenários, os efeitos — tudo salta aos olhos. E pra uma criançada que é super conectada, super atenta aos detalhes, isso faz toda a diferença. Elas percebem! A gente quer que o público mergulhe de verdade na história, e a tecnologia ajuda muito nisso. É como se eles estivessem ali com a gente, vivendo cada momento do filme”, concluiu Luccas Neto.

Divulgação/ Luccas Toon Studios.

Ao longo de 1h35 de duração, a trama acompanha Luccas, um jovem sonhador que quer se tornar um influenciador famoso para tirar sua mãe das dificuldades e reconstruir sua família. No entanto, os planos mudam drasticamente quando sua irmã, Gi, é capturada por uma agência misteriosa e transformada em uma marionete digital. A partir daí, mãe e filho precisam se unir para salvá-la — e, nesse processo, redescobrem a força da união, da criatividade e do amor incondicional.

Luccas e Gi em: Amor de Mãe está disponível na Netflix.

Superwoman? James Gunn comenta possibilidade de Lois Lane ganhar poderes após sucesso de ‘Superman’

O cineasta James Gunn falou recentemente sobre o futuro do DCU, levantando a possibilidade de Lois Lane poder ganhar superpoderes no novo universo. Nos quadrinhos, Lois ocasionalmente adquire poderes, tornando-se a Superwoman.

Segundo o The Direct, Gunn comentou se essa ideia já passou por sua mente durante a criação desse novo universo: “Ela tem superpoderes nos quadrinhos neste exato momento. Penso nisso toda vez que a vejo com poderes”.

Rachel Brosnahan, a atriz que interpreta Lois Lane no filme Superman, também demonstrou entusiasmo com a ideia, dizendo na mesma entrevista que os fãs deveriam pedir isso diretamente para Gunn:

“Sim, ela tem [poderes]! Nossa, como tem! Ela se torna a Superwoman por um dia no seu aniversário em ‘All-Star Superman’, e há outros quadrinhos em que ela ganha poderes… Digam ao James que vocês querem uma continuação em que Lois Lane voe”, afirmou.

Lembrando que ‘Superman’ já está em exibição nos cinemas nacionais.

Crítica | James Gunn dá o pontapé inicial do DCU com o ESPETACULAR ‘Superman’

Crítica 2 | ‘Superman’ mostra que a verdadeira rebeldia é ser bom em um mundo cercado pelo mal

James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.

David Corenswet estrela como Clark Kent/Superman.

O elenco também conta com Rachel Brosnahan (Lois Lane), Nicholas Hoult (Lex Luthor), Edi Gathegi (Michael Holt/Senhor Incrível), Anthony Carrigan (Rex Mason/Metamorfo), Nathan Fillion (Guy Gardner/Lanterna Verde), Isabela Merced (Kendra Saunders/Mulher-Gavião), Skyler Gisondo (Jimmy Olsen), Sara Sampaio (Eve Teschmacher), Wendell Pierce (Perry White), Milly Alcock (Kara Zor-El / Supergirl) e outros.

‘Bad Day’: Cameron Diaz vai estrelar nova comédia de ação da Netflix

cameron diaz

Cameron Diaz está oficialmente de volta à ativa — e parece que não pretende desacelerar tão cedo. Após quase uma década longe das câmeras, a estrela de sucessos como ‘O Amor Não Tira Férias‘ e ‘Professora Sem Classe‘ retorna mais uma vez ao catálogo da Netflix, agora como protagonista da nova comédia de ação ‘Bad Day‘.

O filme será dirigido por Jake Szymanski, conhecido por seu trabalho na série ‘Na Mira do Júri‘ e no longa ‘Os Caça-Noivas‘, e promete misturar humor ácido e muita adrenalina.

Com roteiro original de Laura Solon (A Última Ressaca do Ano), ‘Bad Day‘ acompanha uma mãe solteira tentando cumprir uma pequena promessa feita à filha — no pior dia da sua vida. A premissa tem sido descrita como uma espécie de ‘Um Dia de Fúria‘ (o drama estrelado por Michael Douglas em 1993), mas com uma abordagem cômica e feminina.

O roteiro foi escrito de forma independente por Solon, que também atua como produtora executiva ao lado de Mark Moran. A produção fica por conta de Beau Bauman, da Good One Productions, repetindo a parceria de Back in Action com Diaz.

As gravações de ‘Bad Day‘ começam ainda neste outono (primavera no Brasil), com locações em Nova York e Nova Jersey. A Netflix está acelerando a produção, apostando no nome de Diaz e na popularidade crescente de comédias de ação com protagonismo feminino.

Após anunciar sua aposentadoria em 2014, Diaz surpreendeu ao retornar aos holofotes com o lançamento de ‘De Volta à Ação‘, lançado em janeiro deste ano. O filme, onde divide a cena com Jamie Foxx, se tornou um fenômeno:

Ele é atualmente o 6º filme mais assistido da história da Netflix, o longa original mais assistido de 2024 na plataforma e o 3º mais assistido entre todos os streamings, com 5,26 bilhões de minutos visualizados (dados da Nielsen).

‘Superman’ se torna a terceira maior estreia de 2025; Confira o TOP 10 das bilheterias de abertura!

Superman’, superprodução da Warner/DC que planeja recomeçar um universo inteiro de personagens nas telonas, estreou no último fim de semana no Brasil e grande parte do mundo, incluindo os EUA, é claro. Ninguém tinha dúvidas que o longa se tornaria um dos maiores de 2025 – e seu primeiro fim de semana de arrecadação mostrou isso. Mas o novo longa do maior super-herói de todos não se tornou a maior abertura nos cinemas do ano, e sim chegou em terceiro.

O feito ainda assim é impressionante, levando em conta que este ano tivemos muitos sucessos nas telonas. Como forma de comemorar essa vitória, muito necessária para a DC/ Warner no cinema, iremos recapitular para você o top 10 das maiores estreias (em território norte-americano) de 2025 até o momento. Levando em conta que o ano ainda está na metade e muita água pode rolar até o dia 31 de dezembro (e as posições se reconfigurarem algumas vezes). Confira abaixo.

10 – Premonição 6: Laços de Sangue

E não é que a franquia de terror juvenil ‘Premonição’ ainda tinha gás para dar em seu sexto exemplar. Se você perguntasse há seis meses, qual filme iria fazer mais impacto nas bilheterias: ‘Premonição 6’ ou a nova animação da Disney/Pixar, não existiria qualquer dúvida para grande parte dos cinéfilos. Porém, ‘Premonição 6’ não atropelou apenas ‘Elio’, ele tirou de jogada ‘Branca de Neve’ (o remake em live-action) e até mesmo o elogiadíssimo ‘Pecadores’, de Ryan Coogler. ‘Premonição 6’ estreou com impressionantes US$51 milhões em seu fim de semana, e já juntou US$285 milhões ao redor do mundo. Alguém duvida que o sete vem aí?

09 – F1: O Filme

Levando em conta que ‘F1’ tem o mesmo diretor de ‘Top Gun: Maverick’ e prometia fazer com carros de corrida fórmula 1 o mesmo que havia feito com caças a jato, o sucesso do filme era garantido. Melhor ainda quando protagonizando temos um astro do porte do vencedor do Oscar Brad Pitt. Porém, apesar da expectativa, e da trama com certa semelhança, ‘F1’ não chegou perto da estreia de ‘Top Gun 2’, que obteve impressionantes US$126.7 milhões em um único fim de semana. ‘F1’ teve uma abertura mais “modesta”, com US$55.6 milhões, que foram o suficiente para coloca-lo como uma das 10 maiores estreias do primeiro semestre de 2025. Já no fim do ano, o longa deve deixar o ranking.

08 – Missão: Impossível – O Acerto Final

Por falar em ‘Top Gun: Maverick’, quem chega agora ao ranking é o astro do filme. Tom Cruise é dono de um feito impressionante e inigualável. Ele conseguiu se manter no topo da cadeia alimentar de Hollywood por nada menos que quatro década, chegando à metade da quinta. Ou seja, se mantendo relevante para os estúdios e para o público, e ainda possuindo a capacidade de levar nas costas as maiores superproduções. Só na franquia ‘Missão: Impossível’ são oito longas, no período de três décadas. O oitavo ‘Missão: Impossível’ estreou com US$63 milhões e já soma mais de meio bilhão de dólares ao redor do mundo. Mas como está no fundo do ranking, pode ser que seja substituído em breve no top 10.

07 – Thunderbolts*

Bom era o tempo em que a Marvel dominava as bilheterias mundiais, lançando um sucesso irretocável atrás do outro. Esse tempo ficou para trás – não que não possa ser recuperado. Porém, hoje o maior estúdio do mundo fica entre erros e acertos, entre sucessos e fracassos. Bom também o tempo que o MCU podia lançar qualquer filme de personagens secundários e fazer deles grandes estrelas pop. ‘Thunderbolts’ foi a tentativa de a Marvel obter o mesmo sucesso de ‘Guardiões da Galáxia’ com seu próprio ‘Esquadrão Suicida’. Apesar de ser melhor do que os dois filmes da citada franquia da rival DC, e também um dos mais interessantes filmes da casa, o longa não teve a mais expressiva das bilheterias. No entanto, o interesse foi o suficiente para garantir a sétima posição do ranking, com US$74.3 milhões.

06 – Como Treinar o seu Dragão

A onda dos remakes em live-action das animações clássicas da Disney pegou esse ano um outro estúdio. Falo da Dreamworks / Universal, que decidiu refazer ‘Como Treinar o seu Dragão’, filme animado de 2010. Esperava-se que o longa fizesse muito sucesso. Dito e feito. A versão de carne e osso (e CGI) de dragões e vikings superou sua contraparte animada, e já tem no cofre mais de meio bilhão de dólares. Sua estreia foi com impressionantes US$84.6 milhões, o que deverá garantir uma possível sequência.

05 – Capitão América: Admirável Mundo Novo

Para todos aqueles que afirmam que o mais recente filme do ‘Capitão América’, agora estrelado por Anthony Mackie, foi um fracasso, saiba que ele ocupa a quinta posição, abrindo o top cinco, das maiores estreias de 2025 no primeiro semestre. Se fosse tão fracasso assim, por que poucos filmes conseguiram superá-lo? Tudo bem que sua bilheteria total não foi das mais expressivas do estúdio, mas a expectativa pelo filme era inegável, ainda mais se formos analisar sua arrecadação na estreia. O longa somou US$88.8 milhões em um único fim de semana.

04 – Jurassic World: Recomeço

É inegável que os cinemas não possuem mais a força que tinham antes da pandemia. Na realidade, a pandemia só serviu para fortalecer os streamings, que já travaram uma batalha dura com as telonas antes do coronavírus. Durante a pandemia, diversas empresas viram a oportunidade de lançar seus serviços de streaming, como a Disney+ e a HBO Max. Quando as coisas voltaram ao normal, grande parte do público casual escolheu assistir aos filmes de casa ao invés de pagar para ir ao cinema. Isso prejudicou a indústria e grande parte dos blockbusters. Por exemplo, esperava-se um desempenho melhor do quarto ‘Jurassic World’. Mesmo assim o longa obteve um desempenho bom, com US$91.5 milhões em seu fim de semana de estreia – que apesar de ser inferior à trilogia que veio antes, o colocou como quarto de 2025.

03 – Superman

Agora sim, chegamos ao anunciado novo filme do Homem de Aço. O novo Superman dos cinemas, comandado por James Gunn, tem uma missão muito maior do que apenas ser um blockbuster de sucesso. Ele precisa ser o primeiro pilar de um universo cinematográfico compartilhado – que promete reerguer a DC na cultura pop. É indiscutível que esse objetivo foi conquistado, já que o longa chega como a terceira maior estreia nas bilheterias norte-americanas em 2025. E se você está se perguntando por que apenas americanas e não mundial, o motivo é que fica difícil medir de forma justa pois cada filme estreia em determinados mercados de forma diferente e em datas diferentes. Ou seja, não seria uma comparação justa, pois determinado blockbuster pode estrear em mais países do que outro. Seja como for, ‘Superman’ obteve a maior estreia para um filme solo do herói, batendo ‘O Homem de Aço’ (2013), com US$122 milhões. E que venha não só a continuação, como outros filmes do universo DC.

02 – Lilo & Stitch

Por falar em remakes em live-action de animações da Disney, ‘Lilo & Stitch’ foi uma das produções mais recentes a ganhar nova encarnação – sendo que sua animação data de 2002. Existia certa dúvida se o longa iria se sair bem, ainda mais levando em conta que teria a concorrência do clássico ‘Branca de Neve’, agora em carne e osso. Mostrando que a vida real pode influenciar bastante uma produção na atualidade, ‘Branca de Neve’ se tornou um fracasso, enquanto ‘Lilo & Stitch’, pegando bastante do apelo junto às crianças, se tornou um dos maiores sucessos do ano. ‘Lilo & Stitch’ foi o filme chegou mais perto de ser considerado um fenômeno em 2025, quase tão grande quanto ‘Barbie’, por exemplo. Daquele tipo do qual para todo lugar que olhávamos, víamos pessoas usando roupas com Stitch. O longa arrecadou US$145.5 milhões em um único fim de semana.

01 – Um Filme Minecraft

A maior estreia de 2025 é também um campeão bastante inusitado, que demonstrou que nem sempre um filme fadado ao fracasso irá seguir o destino que todos esperam dele. Quando lançou seu primeiro trailer, ‘Um Filme Minecraft’ era anunciado pela grande maioria como um fiasco garantido, isso porque ninguém gostou das prévias, e esperava-se que o filme seguisse pelo mesmo caminho. De forma bastante imprevisível, foi só o filme estrear que se tornou o maior sucesso do ano. Explicação para isso? Bem, podemos começar dizendo que o público chamado “comum” não dá muita atenção para análises de trailer e previsões de sucesso. Foi como capturar um raio na garrafa, afinal o filme é totalmente recomendado para as crianças, e se mostrou um excelente programa com a família. ‘Minecraft’  fez US$167.7 milhões em seu fim de semana de estreia, e será difícil ser batido. De cabeça, pensamos apenas em ‘Wicked 2’ e ‘Avatar 3’ como potenciais filmes a bater tal estreia.

Cristin Milioti comemora sua primeira indicação ao Emmy: “Profundamente agradecida”

Em entrevista ao Deadline, Cristin Milioti comentou sobre sua primeira indicação ao Emmy Awards de Melhor Atriz em Série Limitada pelo seu trabalho na série ‘Pinguim‘, derivada do filme ‘Batman‘.

“Eu mal posso esperar para comer uma sobremesa enorme em comemoração à minha indicação [ao Emmy] mais tarde. Estou muito animada com a quantidade de indicações que ‘Pinguim’ recebeu. Estou feliz por nossos diretores, meus colegas atores, nossos roteiristas, nossa equipe de maquiagem e cabelo, a equipe de efeitos visuais e os editores.”

Ela completa, “Tantas pessoas foram necessárias para fazer esta série. Você nunca sabe quem será indicado, mas estou profundamente agradecida pela quantidade de reconhecimento que recebemos.”

A produção conquistou 24 nomeações à premiação, incluindo Melhor Série Limitada e Melhor Ator em Série Limitada para Colin Farrell.

Os vencedores serão revelados no dia 14 de setembro.

O diretor Matt Reeves e a showrunner Lauren LeFranc comemoram a chance de revisitar Gotham em seu novo projeto.

“Colin explodiu na tela como o Pinguim em ‘Batman’, e ter a chance de explorar completamente a vida interior desse personagem na HBO Max é uma emoção absoluta”, disse o diretor de ‘Batman’, Matt Reeves, anteriormente. “Dylan e eu estamos muito animados em trabalhar com Lauren para continuar a história de Oz enquanto ele busca violentamente o poder em Gotham.”

“Eu sempre fui fã do universo de Batman, e o filme de Matt é uma entrada tão poderosa e audaciosa no cânone. Estou empolgado e humilde em continuar contando histórias no mundo sombrio de Gotham City, e que melhor desculpa para canalizar meu lado vilão do que contar a história de Oswald Cobblepot? Estou emocionado em trabalhar com Colin, Matt, Dylan, 6th & Idaho, Warners e HBO Max enquanto trabalhamos para levar essa história para as telas”, acrescentou a showrunner Lauren LeFranc.

Já imaginou um ‘Jurassic Park’ com GORILAS pré-históricos? Esse filme existe!

Em meados dos anos 1990, Hollywood estava sedenta por novos blockbusters que misturassem ciência, aventura e um toque de terror. E quando deu muito certo com os dinossauros em ‘Jurassic Park (1993), por que não tentar com gorilas assassinos? Essa foi a lógica por trás de ‘Congo, baseado no livro homônimo de Michael Crichton, o mesmo autor que havia inspirado o sucesso jurássico de Steven Spielberg. O filme está completando 30 anos de seu lançamento em 2025. Confira detalhes abaixo.

O romance, publicado em 1980, já circulava nos bastidores de Hollywood na mesma década, mas só ganhou fôlego quando os estúdios viram que transformar a ciência pop de Crichton em entretenimento lucrativo era uma aposta certeira.

Ainda que ‘Congo compartilhasse o DNA de ‘Jurassic Park — tecnologia futurista, expedições perigosas, cientistas em apuros e criaturas mortais —, a diferença aqui estava no tom. Onde Spielberg apostava no assombro e na maravilha, ‘Congo mergulhava de cabeça na aventura pulp, evocando filmes de safári e os seriados no cinema dos anos 40 e 50, com direito a vulcões em erupção, selvas traiçoeiras, civilizações perdidas e macacos hostis que pareciam saídos de um pesadelo. Combinava-se um enredo de ficção científica com uma estética que flertava com o exagero — algo que dividiu opiniões, para dizer no mínimo.

Produzido por Kathleen Kennedy e Frank Marshall — parceiros frequentes de Spielberg —, o projeto foi entregue justamente a Marshall na direção. Embora conhecido até então mais como produtor, Marshall já havia dirigido ‘Vivos (1993), e agora assumia as rédeas de uma superprodução com um orçamento de aproximadamente US$ 50 milhões.

O elenco reuniu nomes como Laura Linney, então em ascensão, Dylan Walsh, Ernie Hudson (de ‘Os Caça-Fantasmas), Tim Curry em modo histriônico como um explorador com sotaque duvidoso, além de Grant Heslov e Joe Don Baker. Ah, e é claro, uma gorila chamada Amy, interpretada por uma atriz fantasiada e animatrônicos de última geração, projetados por Stan Winston — o mesmo gênio por trás dos dinossauros de ‘Jurassic Park.

Para o papel protagonista do Dr. Peter Elliot, que ficou com Dylan Walsh – um ator sem muita expressividade na época (mas que com o filme ganhou vitrine) -, nada menos que um dos maiores astros de Hollywood foi considerado. Tom Cruise chegou a ser mencionado nos anos 80, quando o projeto ainda era considerado uma adaptação de prestígio, com a expectativa de ser dirigido pelo próprio Michael Crichton ou Spielberg. Na época, Cruise era associado a projetos mais sérios e sofisticados, como ‘Questão de Honra‘, ‘A Firma‘ e ‘Entrevista com o Vampiro‘. A contratação não foi adiante, mas na mesma época, Cruise diria sim para outra superprodução da Paramount: ‘Missão: Impossível‘.

Outros nomes que circulavam na época para o papel protagonista eram os de Jeff Bridges e Kevin Bacon. O primeiro, mais velho, traria mais experiência ao papel do cuidador da gorila Amy. Na época, Bridges saía do thriller subestimado ‘Contagem Regressiva‘ e ao não fechar acordo para ‘Congo‘, decidiu se aventurar no velho oeste, no western ‘Wild Bill – Uma Lenda do Oeste‘. Já Bacon, que havia contracenado com Tom Cruise em ‘Questão de Honra‘, significava juventude e energia ao personagem. Ele também havia acabado de sair de um thriller, com ‘O Rio Selvagem‘, ao lado de Meryl Streep. Ao invés de ‘Congo‘, no mesmo ano ele apostava no drama ‘Assassinato em Primeiro Grau‘, com Gary Oldman e Christian Slater; no blockbuster sobre o desastre real em ‘Apollo 13 – Do Desastre ao Triunfo‘, com Tom Hanks; e dublando o protagonista na animação ‘Balto‘.

O papel protagonista feminino da Dra. Karen Ross chamou atenção de algumas das maiores estrelas de Hollywood na época – ou pelo menos dos produtores do filme para que elas o estrelassem. Julia Roberts, então considerada a maior estrela de cinema, foi cogitada durante o “boom” pós-‘Uma Linda Mulher (1990). A Paramount, empolgada com a possibilidade de tornar ‘Congo um evento cinematográfico, considerou Roberts como o rosto ideal para atrair o público feminino e elevar o status do filme.

Demi Moore também foi sondada no início dos anos 90, logo após o sucesso de ‘Ghost (1990) e ‘Proposta Indecente’ (1993). Sua imagem mais agressiva e determinada agradava a alguns produtores, dado que Karen é uma ex-agente da CIA com perfil de ação. Até mesmo Gillian Anderson, ainda antes de sua fama em ‘Arquivo X, chegou a fazer testes para o papel, mas foi considerada “desconhecida demais” na época.

A trama de ‘Congo‘ acompanha uma expedição ao coração da África com múltiplos interesses: a busca por uma equipe desaparecida, a procura de diamantes raros e um experimento linguístico com uma gorila que “fala” por meio de um aparelho tradutor de linguagem de sinais. A empresa de telecomunicações que financia a viagem está atrás de diamantes para turbinar a comunicação global, mas o grupo logo descobre que o local é guardado por uma antiga civilização e uma espécie de gorilas violentos e altamente inteligentes — verdadeiros assassinos pré-históricos. Com a floresta e seus mistérios se fechando ao redor, os personagens enfrentam traições, fenômenos naturais e criaturas hostis, tudo isso enquanto tentam sobreviver a um território inóspito.

Em meio a raios laser, tiroteios, ruínas escondidas e gorilas homicidas, o filme avança em ritmo acelerado até seu clímax explosivo, com direito a um vulcão em erupção digno de filme-catástrofe. Em sua essência, ‘Congo é uma jornada de sobrevivência e ambição, temperada por um charme retrô e efeitos práticos que, hoje, soam deliciosamente datados — o que só contribui para seu status cult entre fãs de aventuras excêntricas dos anos 90.

Na época do lançamento, a recepção da crítica foi, digamos, morna. Muitos críticos acharam a trama absurda, os personagens caricatos e os efeitos especiais abaixo do esperado — especialmente após o alto padrão estabelecido por ‘Jurassic Park. Roger Ebert descreveu o filme como “tão ruim que beira a comédia involuntária”, enquanto outros viram nele um potencial trash que se levava a sério demais. Ainda assim, houve quem enxergasse um charme despretensioso na mistura de ação, mistério e ficção científica.

Apesar das críticas, ‘Congo foi um sucesso comercial considerável. Com um orçamento de US$50 milhões, recuperou metade do valor somente em seu fim de semana de estreia no dia 9 de junho de 1995. O filme foi capaz de tirar da primeira posição o antigo campeão, a aventura infantil ‘Gasparzinho‘, com Bill Pullman e Christina Ricci, produzido por Steven Spielberg – que estava a duas semanas no topo. No fim de sua estadia nos EUA, ‘Congo‘ arrecadou US$81 milhões e cerca de US$152 milhões mundialmente, mais que triplicando seu orçamento.

Nos anos seguintes, ‘Congo‘ virou figurinha carimbada em locadoras e tardes televisivas. O marketing do filme também foi marcante, com a gorila Amy estampando brinquedos, pôsteres e até copos de fast-food, como um mascote não oficial da temporada de verão de 1995.

Hoje, trinta anos depois, ‘Congo é lembrado como um dos mais curiosos produtos do “efeito Crichton” pós-Jurassic Park. Mesmo com suas falhas, conquistou um legado peculiar: virou símbolo de uma era em que os estúdios apostavam alto em adaptações de best-sellers de ficção científica, mesmo que o resultado beirasse o bizarro. É um filme que dividiu opiniões, mas uniu fãs de aventuras exageradas, gorilas falantes e vilões com sotaques indecifráveis. No fim das contas, ‘Congo é como sua protagonista Amy: estranho, carismático, e impossível de esquecer.

‘Besouro Azul’: Xolo Maridueña fala sobre série animada e futuro no DCU

besouro azul

O ator Xolo Maridueña, que interpreta o icônico herói ‘Besouro Azul’, falou recentemente sobre o status do personagem no DCU. Apesar de o filme ter sido um dos últimos do antigo universo DC, James Gunn afirmou que o herói vai continuar no novo DCU, e o ator confirmou o desenvolvimento de uma série animada.

Segundo o ComicBookMovie, Maridueña expressou seu entusiasmo: “O universo está escancarado. A Caixa de Pandora foi aberta, por assim dizer”.

“Eu amo o meio da animação. Amo poder continuar explorando e fazendo o meu melhor para dar vida a esse personagem. Depois de já ter feito o Besouro Azul, agora conheço o personagem e a voz dele. Estou empolgado para vê-lo no formato animado e ver quais histórias podemos contar que não seriam possíveis no live-action… Estou animado para ver como o Besouro Azul vai se encaixar nesse novo universo”, acrescentou Maridueña.

Maridueña também mencionou o futuro do ‘Besouro Azul’ sob a nova liderança da DC:

“James Gunn, Peter Safran, John Rickard, todos na DCU têm sido muito receptivos comigo. Eles acabaram de fazer um lançamento incrível, e estou muito empolgado por isso ser um ótimo primeiro passo na abertura desse novo universo”, disse Maridueña, referindo-se à estreia doméstica de ‘Superman’ nos cinemas.

Ele completou: “Temos coisas animadas, coisas em live-action, várias áreas em que o Besouro Azul e a família Reyes podem se encaixar, então estou muito agradecido. Só espero que tudo isso seja ao lado de Ángel Manuel Soto, ele é o meu cara”.

‘Besouro Azul’ está disponível no Max.

O live-action de ‘Besouro Azul‘ já está disponível no catálogo brasileiro do Prime Video.

Na trama, o adolescente Jaime Reyes ganha superpoderes quando um misterioso escaravelho se prende à sua coluna e lhe fornece uma poderosa armadura alienígena azul.
na nova série animada que narrará as aventuras do herói latino dos quadrinhos da DC.

Com 77% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa arrecadou US$ 130.7 milhões nas bilheterias mundiais.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Vale lembrar que uma série animada do herói está oficialmente em desenvolvimento, que deve contar com o retorno de Xolo Maridueña como o personagem titular.

Miguel Puga (‘Os Casagrandes’) atuará como showrunner e diretor, trabalhando no projeto desde o início do ano.

Cristian Martinez (‘Good Trouble’) será responsável pelo roteiro.