O lendário ator Arnold Schwarzenegger revelou recentemente que mantém a esperança de uma sequência para seu icônico filme de fantasia de 1982, ‘Conan, o Bárbaro’.
Segundo o ComicBook, Schwarzenegger afirmou que muitos de seus maiores sucessos ainda mereciam continuações — e “Conan” está no topo dessa lista.
“Às vezes, eu gostaria que pudéssemos fazer mais continuações de Conan, porque acho que, com o diretor e o roteiro certos, poderia haver uma franquia realmente boa para continuar a história do Rei Conan e coisas do tipo”, refletiu Schwarzenegger. “Tem muitos filmes que eu fiz que poderiam ter uma sequência”.
A saga de ‘Conan, o Bárbaro’, teve origem em contos e romances de 1931, mas foi Schwarzenegger quem trouxe o personagem pela primeira vez para as telonas. Ele estrelou a adaptação de 1982, dirigida por John Milius e coescrita com Oliver Stone.
O produtor de elenco Luciano Baldan está em busca de atrizes para interpretar a cantora Marília Mendonça em um filme sobre sua vida e obra. Para o projeto procura-se mulheres com idade entre 18 e 30 anos, que tenham aparência física semelhante à artista e que tenham disponibilidade para possíveis mudanças de visual, com acompanhamento profissional.
Habilidade para interpretação dramática e musical é essencial, assim como experiência com canto ou disposição para realizar preparação vocal para o papel.
As interessadas devem fazer sua inscrição por este link até o dia 03/08/2025, informando nome completo, idade, cidade, peso, altura e informações para contato.
Pede-se também o envio de duas fotos (uma de rosto e uma de corpo inteiro, sem filtros ou maquiagem pesada); um vídeo de apresentação de até um minuto, argumentando por que a candidata acredita ser uma boa escolha para o papel; e um vídeo cantando um trecho de uma música da Marília Mendonça de sua escolha.
Outros detalhes específicos, como diretor, elenco e datas de estreia, ainda não foram divulgados.
Além do filme biográfico, o Prime Video também planeja lançar outras duas produções que explorarão a vida e carreira de Marília Mendonça, que também não possuem outras informações.
Marília Mendonça, conhecida por sucessos como “Infiel”, “Coração Bandido” e “Supera”, revolucionou o cenário sertanejo no Brasil com sua música emocional e autêntica, conquistando um lugar especial nos corações dos fãs.
A cantora foi tragicamente perdida em um acidente de avião em Caratinga, Minas Gerais, em 2021, aos 26 anos de idade, deixando uma lacuna na indústria musical brasileira.
A produção retorna no dia 06 de agosto na Apple TV+, com dois capítulos de estreia. Os demais serão lançado semanalmente, sempre às quartas-feiras.
A trama gira em torno de dois ex-melhores amigos, que se conheceram na juventude e se reconectam depois de muito tempo, agora como adultos. Na tentativa de reconstruir a antiga amizade e superar os motivos que os levaram a se afastar, eles percebem porque não deu certo à medida em que suas vidas começam a se desgastar, então eles são obrigados a reavaliarem o plano.
O projeto também marca o reencontro entre a dupla e o diretor Nick Stoller, depois que o trio trabalhou junto em ‘Vizinhos‘ (2014).
James DeMonaco (‘Uma Noite de Crime’) comanda o projeto. Ele também assina o roteiro ao lado de Adam Cantor.
Max, um homem problemático, começa a trabalhar em uma casa de repouso e descobre que seus moradores e cuidadores guardam segredos sinistros. Ao investigar o prédio e seu quarto andar proibido, ele começa a descobrir conexões com seu próprio passado e sua criação como filho adotivo.
De acordo com o The Hollywood Reporter, Taika Waititi (‘Jojo Rabbit’) será responsável pela direção da nova adaptação live-action de ‘Dredd‘.
O cineasta já é experiente em adaptações de quadrinhos, tendo comandado sucessos como ‘Thor Ragnarok‘ e ‘Thor: Amor e Trovão‘.
Drew Pearce (‘Missão: Impossível – Nação Secreta’) assinará o roteiro.
O site ainda afirma que a nova versão será mais fiel ao material de origem, se apoiando no humor sombrio. A intenção é iniciar um novo universo compartilhado, que poderá ser futuramente explorado em sequências, spin-offs e séries.
Vale lembrar que a primeira adaptação foi estrelada por Sylvester Stallone, em 1995. Posteriormente, em 2012, Karl Urban assumiu o papel titular no reboot.
‘Dredd‘ é baseado em uma HQ de William Wisher Jr. e Michael De Luca.
O filme ‘Superman’, de James Gunn, já está em cartaz e conquistando o público. Agora, foi divulgado o valor que o cineasta recebeu por seu trabalho no longa.
De acordo com o ComicBook, Gunn, que atuou como diretor, roteirista e produtor do filme, recebeu a impressionante quantia de US$ 15 milhões. Esse valor o tornou o maior ganhador da produção.
Para contextualizar, Nicholas Hoult, que interpreta o icônico vilão Lex Luthor, recebeu US$ 2 milhões. Já David Corenswet, o novo Clark Kent, e Rachel Brosnahan, que dá vida a Lois Lane, receberam US$ 750 mil cada.
A diferença salarial se justifica pelo fato de Hoult já ter uma carreira consolidada em grandes franquias de Hollywood.
É importante ressaltar que os três atores terão direito a bônus, que dependerão do desempenho do longa nas bilheterias, o que pode aumentar significativamente seus ganhos.
James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.
Com a chegada iminente de ‘Um Maluco no Golfe 2’ à Netflix, trazendo Adam Sandler de volta ao papel de Happy Gilmore, o diretor Kyle Newacheck já tem outro filme do ator em mente para uma possível sequência.
Durante uma entrevista ao ComicBook, Newacheck expressou seu desejo de criar uma continuação para ‘Little Nicky – Um Diabo Diferente’.
“Tem um que eu acho que seria interessante agora”, disse Newacheck. “Porque o [Sandler] sempre fazia a voz do Pequeno Nicky no set, então só de ouvir aquilo, eu pensava: ‘Aposto que isso funcionaria muito bem hoje também. Aposto que poderíamos fazer algo realmente maluco com Little Nicky – Um Diabo Diferente'”.
O diretor vê potencial na abordagem satírica que uma sequência de ‘Little Nicky’ poderia oferecer no cenário atual.
“Acho que tem algo ali… sabe, Happy Gilmore é mais pé no chão e consegue comentar sobre o mundo nesse novo filme e espalhar essas ideias, mas sinto que O Pequeno Nicky, nesse universo fantástico, conseguiria realmente chamar atenção para umas loucuras que estão rolando no mundo agora”, acrescentou.
Para quem não conhece, ‘Little Nicky – Um Diabo Diferente’ é notório por ser um dos maiores fracassos de crítica e público da carreira de Adam Sandler.
Lançado em 2000, o filme apresenta Sandler como o filho mais novo do próprio Satanás, um ser tímido e desajeitado que compete com seus irmãos mais velhos para herdar o controle do Inferno.
Enquanto a possibilidade de um ‘Little Nicky 2’ permanece no campo das ideias, os fãs de Adam Sandler podem se preparar para a estreia de ‘Um Maluco no Golfe 2’ na Netflix no dia 25 de julho.
Além do sucesso nos cinemas, o novo filme do ‘Superman‘ também está sendo responsável por impulsionar as produções antigas da DC nas telinhas.
De acordo com o Deadline, produções como ‘O Homem de Aço‘, ‘Superman: O Filme‘, a série ‘Pacificador‘ e o documentário ‘Super/Man: A História de Christopher Reeve‘ alcançaram novos picos de popularidade na HBO Max desde o lançamento do novo filme.
O site afirma que a adaptação original de 1978, estrelada por Christopher Reeve, teve o maior aumento na audiência – registrando um aumento de 332% de popularidade em comparação ao final de semana anterior.
Além disso, ‘O Homem de Aço‘ e ‘Pacificador‘ registraram um aumento de 218% e 91% na plataforma, respectivamente.
Vale lembrar que o novo ‘Superman‘ abriu com US$ 122 milhões nos EUA – o que representa a terceira maior abertura doméstica do ano, atrás apenas de ‘Um Filme Minecraft‘ (US$162M) e ‘Lilo & Stitch‘ (US$146M).
Internacionalmente, a produção somou US$ 95 milhões através de 78 mercados – totalizando uma estreia global de US$ 217 milhões.
James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.
O cineasta James Gunn, um dos principais arquitetos do novo Universo Cinematográfico da DC (DCU), trouxe à tona uma decisão significativa sobre o futuro da franquia. Apesar de o DCU ainda estar em seus estágios iniciais, Gunn revelou ter descartado um projeto já aprovado devido à má qualidade de seu roteiro.
Em uma entrevista à Rolling Stone, Gunn explicou a rigorosa política que implementou.
“Acabamos de matar um projeto. Todo mundo queria fazer o filme. Ele estava aprovado, pronto para começar. Mas o roteiro não estava pronto. E eu não consigo fazer um filme cujo roteiro não seja bom”, declarou o diretor.
A exigência de um roteiro finalizado e de alta qualidade antes do início da produção tem sido um ponto crucial para Gunn.
Em uma nova entrevista à NPR, ele criticou veementemente a prática comum em Hollywood de produzir filmes com roteiros inacabados, muitas vezes apenas para cumprir prazos de lançamento.
“Em 80% das vezes em que um grande filme está sendo feito, o roteiro ainda está sendo escrito durante as filmagens”, disse o diretor. “E isso é terrível, porque os filmes ficam ruins. Tudo precisa partir do roteiro”.
Segundo Gunn, a DC Studios está empenhada em “valorizar o roteirista”.
“O roteirista é importante. Eles foram diminuídos ao longo dos últimos 20 anos, e isso é horrível. Esse é o motivo pelo qual os filmes são ruins”, enfatizou.
Gunn destacou que muitos roteiros sequer chegam a desenvolver um segundo ou terceiro ato sólido, comprometendo a coerência e o desfecho das histórias.
“Você não pode escrever um primeiro ato que não se relacione com o último. Se o último ato não está escrito, o filme não funciona. A trama não funciona assim. É como um relógio: tudo precisa se encaixar e funcionar junto. E eu já vi isso acontecer repetidas vezes — me irrita profundamente. Por mais que eu fale sobre isso, continuam fazendo. É insano”, concluiu.
Ele foi categórico sobre sua postura no DCU: “Eu nunca farei isso. Nunca começarei uma produção sem um roteiro pronto. Tivemos um filme aprovado, recebemos um segundo e terceiro rascunhos do roteiro, mas ele não evoluía. Não melhorava. Estava estagnado. Eu disse: ‘Não podemos fazer esse filme. Sabemos que não está bom'”.
Gunn concluiu: “Só porque temos um bom diretor e um bom roteirista envolvidos, isso não significa que o roteiro esteja funcionando. Todos vão sair frustrados no final: o filme será ruim, o diretor vai sair por baixo, o roteirista também, e nós do estúdio vamos parecer incompetentes. Então, decidimos não fazer o filme. E cancelamos”.
Lembrando que ‘Superman’, que marca o início do dcu, já está em exibição nos cinemas nacionais.
James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.
O cineasta Jake Schreier se pronunciou recentemente sobre as dúvidas dos fãs a respeito da conexão entre ‘Thunderbolts*’ e a série ‘Demolidor: Renascido’, especialmente considerando que ambos os títulos se passam em Nova York.
As especulações surgiram porque, no final de ‘Demolidor: Renascido’, Wilson Fisk declara lei marcial na cidade e impõe uma Força-Tarefa Anti-Vigilantes para “manter a ordem”. No entanto, em ‘Thunderbolts*’, os heróis enfrentam uma ameaça no Vácuo, no centro da cidade, sem qualquer menção a Fisk ou sinais de que Yelena Belova e sua equipe estivessem impedidos de atuar.
Segundo o ComicBookMovie, Jake Schreier finalmente trouxe uma explicação direta para essa aparente inconsistência.
“Estávamos cientes disso, com certeza”, afirmou Schreier. “Mas sentimos que… essas perguntas sempre surgem nesses filmes, tipo: ‘Por que fulano não apareceu?’ Existem muitas coisas acontecendo no mundo, e sempre achamos que o nosso filme era muito contido”.
Schreier detalhou a abordagem que buscaram para ‘Thunderbolts*’: “Toda a história se passa em poucos dias. Há uma urgência imediata na ameaça do Vazio, então tentamos construir uma narrativa onde os Thunderbolts são as pessoas perfeitas para lidar com isso, por conta da causa comum e da compreensão sobre o vilão”.
Ele continuou, justificando a ausência de maiores referências à situação política da cidade: “Ninguém mais poderia chegar ali daquela forma. É um momento muito específico no tempo e tudo acontece tão rápido que essas questões de lei marcial ou interferência política acabaram ficando de fora, e ainda assim pareceu crível dentro daquele mundo. Assim, cada história poderia seguir seu próprio caminho sem uma atropelar a outra”.
A Marvel Studios e uma equipe de veteranos guerreiros independentes que se venderam para o lado errado apresentam Thunderbolts*, um grupo irreverente composto pela assassina deprimida Yelena Belova (Florence Pugh) e por figuras desajustadas.
O elenco ainda conta com Sebastian Stan (Bucky Barnes), Wyatt Russell (Agente Americano), Olga Kurylenko (Treinadora), Lewis Pullman (Sentinela), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma) e Julia Louis-Dreyfus (Valentina Allegra de Fontaine).
Após ter conquistado inúmeros elogios por seu trabalho na 3ª temporada de ‘The White Lotus’, Michelle Monaghanfoi escalada para o elenco de ‘Little Brother’ (via Deadline).
A atriz se junta aos previamente confirmados John Cena e Eric André, que serão os protagonistas.
A comédia foi criada por Matt Spicer (‘Ingrid Goes West’) para a Netflix.
O filme acompanha um famoso corretor imobiliário cujo mundo cuidadosamente planejado é virado de cabeça para baixo quando seu excêntrico “irmãozinho” reaparece inesperadamente. Embora não confirmado, somos informados de que Monaghan interpretará a esposa do personagem de Cena.
O astro Jack Lowden, conhecido por seu trabalho na aclamada série ‘Slow Horses’, irá se reunir com a Apple TV+ para um novo e ambicioso projeto.
Segundo o Deadline, Lowden será potagonista na série baseada em ‘Metrópolis’, título da saga de romances best-seller‘Berlin Noir’.
As informações também indicam que Tom Shankland, indicao ao BAFTA por ‘Bait’ e ‘Going Down’, entra como diretor e produtor executivo.
Peter Straughan, que venceu o Oscar de Melhor Roteiro Adaptado por ‘Conclave’, assume o cargo de showrunner, de roteirista e produtor executivo.
Tom Hanks e Gary Goetzman também ficam responsáveis pela produção executiva através da companhia Playtone (‘Mestres do Ar’).
A série de livros ‘Berlin Noir’ gira em torno do icônico detetive Bernie Gunther; a adaptação começa com ‘Metrópolis’ e sua história de origem em 1928. Gunther é um policial recém-promovido ao intimidador e elitista Esquadrão de Homicídios de Berlim, e precisa investigar o que parece ser um serial killer que tem como alvo vítimas à margem da sociedade. Sua Berlim é uma cidade de liberdade sem precedentes e turbulência vertiginosa, com os nazistas apenas um pesadelo distante à espreita. Com o mundo político e social se adaptando a uma nova norma, vemos Bernie lutando pela verdade, custe o que custar.
A Warner Bros. Studios em Leavesden, que será a casa de produção da série de televisão ‘Harry Potter’ da HBO, está construindo uma escola temporária para que as dezenas de jovens atores do show possam continuar seus estudos escolares durante as filmagens, segundo a BBC (via Variety).
A emisorra anunciou no último dia 15 de julho que a produção da série havia começado oficialmente.
Segundo o site, o Conselho Distrital de Three Rivers está autorizando o estúdio a “usar uma série de prédios portáteis como instalações escolares pela próxima década. As salas de aula propostas foram projetadas para atender até 600 alunos durante os períodos de pico, quando cenas com grandes multidões são filmadas, mas normalmente atenderão cerca de 150 alunos. O estúdio funcionará durante a semana, das 5h30 às 20h30, para que os jovens atores possam conciliar seus estudos presenciais com as filmagens noturnas, refilmagens e filmagens em locações”.
Embora os documentos de planejamento não tenham citado ‘Harry Potter’ nominalmente, eles observaram que as escolas seriam usadas para uma “nova série de TV significativa que ficará sediada no estúdio pelos próximos oito a dez anos”. A BBC acrescentou: “a infraestrutura da escola permanecerá em funcionamento por um período máximo de dez anos”.
Dominic McLaughlin interpreta o protagonista titular.
Alastair Stout e Arabella Stanton co-estrelam a produção como Rony Weasley e Hermione Granger, respectivamente.
As informações indicam que o projeto apresentará uma abordagem radical à infame história da casa mal-assombrada, com enfoque à nova geração de espectadores e fãs de terror.
O casal formado por Joseph e Vanessa Winter, que ganhou notoriedade por terem dirigido e escrito o elogiado terror ‘Deadstream’, irão comandar o longa-metragem e assinar a história.
A franquia conhecida como ‘Horror em Amityville’ teve início em 1979 com ‘A Cidade do Horror’ e se tornou famosa por nunca conseguir entregar uma história que conseguisse traduzir a icônica e arrepiante lenda sobre o local. Com fraca recepção crítica e uma baixa bilheteria, a saga entregou seu mais recente capítulo em 2017 com ‘Amityville: O Despertar’, estrelado por Bella Thorne e Jennifer Jason Leigh.
O terror ‘Bambi: The Reckoning‘ (‘Bambi: O Acerto de Contas’, tradução livre), baseado no clássico livro infantil, ganhou um clipe inédito mostrando o protagonista homicida pronto para o ataque.
O terror será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 25 de julho.
Dirigido por Dan Allen, o longa faz parte do Poohniverso, um universo compartilhado de produções de terror iniciado com ‘Ursinho Pooh: Sangue e Mel‘.
“Xana (McKee) e seu filho Benji (Mulheron) sobrevivem a um acidente de carro, apenas para se tornarem alvos de um implacável assassino: Bambi. O animal sanguinário está determinado a causar destruição em seu caminho, em busca de vingança pelo assassinato de sua mãe por um caçador”.
O elenco conta com Roxanne McKee (‘Pânico na Floresta 5’), Nicola Wright (‘Jack – A Caixa Maldita’), Tom Mulheron (‘O Último Vermeer’) e Samira Mighty (‘A Bela e a Fera’).
A produção está sendo desenvolvida pela ITN Studios em parceria com a Jagged Edge Productions, a mesma equipe por trás do filme de ‘Ursinho Pooh: Sangue e Mel‘ e ‘Peter Pan: Neverland Nightmare‘.
Lembrando que ‘Bambi‘ não é mais propriedade da Disney, já que entrou em domínio público, junto com o ‘Ursinho Pooh‘.
O aclamado diretor Robert Eggers e o ator indicado ao Oscar Willem Dafoe estão prestes a retomar sua bem-sucedida parceria. Segundo o Deadline, Dafoe está em negociações para estrelar ‘Werwulf‘, o novo longa de Eggers que será lançado pela Focus Features em 25 de dezembro de 2026.
O elenco também deve contar com Aaron Taylor-Johnson e Lily-Rose Depp, ambos em fase final de negociações com o estúdio.
A trama do projeto ainda é mantida em sigilo, mas o título ‘Werwulf‘ já sugere o mergulho em um universo de horror mitológico — uma marca registrada do diretor conhecido por obras como ‘A Bruxa‘, ‘O Farol‘ e ‘O Homem do Norte‘.
O roteiro foi escrito por Eggers em colaboração com Sjón, parceiro criativo no épico’O Homem do Norte‘.
Com ‘Werwulf‘, Dafoe marca sua quarta colaboração consecutiva com Eggers, depois de performances memoráveis em: ‘OFarol‘ (2019), ao lado de Robert Pattinson; ‘O Homem do Norte‘ (2022), em papel simbólico e perturbador; ‘Nosferatu‘ (2024), onde também divide a tela com Lily-Rose Depp.
A química entre os dois artistas tem se mostrado potente, com Dafoe frequentemente explorando personagens densos e viscerais sob a direção estilizada e sombria de Eggers.
O filme será financiado e produzido pela própria Focus Features, em parceria com a Working Title Films, sob comando de Tim Bevan e Eric Fellner. A Maiden Voyage, de Chris e Eleanor Columbus, entra como produtora executiva. A dupla Eggers e Sjón também assina a produção criativa.
Embora detalhes não tenham sido revelados, o nome Werwulf remete à forma antiga da palavra “werewolf” (lobisomem, em inglês), indicando que o longa pode abordar lendas germânicas ou escandinavas, com a atmosfera gótica e mitológica já característica do diretor.
Além de ‘Werwulf‘, Eggers e Dafoe também planejam uma nova versão de A Christmas Carol (Os Fantasmas de Scrooge), em desenvolvimento na Warner Bros., com o ator em negociações para protagonizar.
Eggers é um dos diretores de maior prestígio da atualidade, tendo feito sua estreia com o ovacionado terror psicológico de época ‘A Bruxa’. Seus filmes subsequentes, ‘O Farol’ e ‘O Homem do Norte’, também caíram no gosto da crítica e do público. No final do ano passado, o realizador lançou o remake do clássico ‘Nosferatu’, que foi igualmente aclamado pela crítica e arrecadou mais de US$156 milhões ao redor do mundo.
A Amazon Prime Video finalmente revelou o elenco principal de sua aguardada série ‘Every Year After‘, adaptação do romance best-seller Every Summer After, de Carley Fortune.
Conforme revelado pela Variety, os protagonistas serão Sadie Soverall (Saltburn, Fate: The Winx Saga) no papel de Percy, e Matt Cornett (High School Musical: The Musical: The Series) como Sam, o par romântico da história.
A série foi anunciada em julho de 2024 e agora ganha fôlego com um elenco jovem e promissor, apostando no charme e na nostalgia da trama que conquistou leitores no mundo todo.
A história, descrita pela autora como “romântica e nostálgica”, se passa ao longo de seis anos e uma semana na charmosa cidade fictícia de Barry’s Bay, um típico refúgio à beira do lago. Lá, um relacionamento que nasceu em verões ensolarados será testado pelo tempo, pelas escolhas e pelos fantasmas do passado.
“As audições me fizeram rir, suspirar e chorar. Este elenco é incrivelmente talentoso. Os fãs vão se apaixonar novamente por esses personagens”, celebrou Carley Fortune, que também atua como produtora executiva da série.
Além de Soverall e Cornett, o elenco conta com: Aurora Perrineau (KAOS, Westworld) como Chantal; Abigail Cowen (Fate: The Winx Saga, The Ritual) como Delilah; Michael Bradway (Chicago Fire) como Charlie; Joseph Chiu (Rua do Medo: Rainha do Baile) como Jordie.
Amy B. Harris assume o papel de showrunner. Ela tem um histórico consolidado com a Amazon MGM Studios, onde possui um acordo global de desenvolvimento. Ela também foi responsável por séries como ‘The Wilds‘ (Prime Video), ‘The Carrie Diaries‘ (prequel de Sex and the City) e atuou como produtora e roteirista na série original ‘Sex and the City‘. Outras passagens notáveis de Harris incluem ‘Gossip Girl‘, ‘Designated Survivor‘ e ‘The Comeback‘.
Além de Harris, estão na produção executiva a própria Carley Fortune, Lindsey Liberatore, Amy Rardin e John Stephens. Leila Gerstein foi oficialmente removida da equipe de produtores.
“É uma história romântica e nostálgica sobre primeiros amores e as pessoas e escolhas que nos marcam para sempre”, declarou a Amazon sobre a adaptação.
Depois Daquele Verão vendeu mais de 1 milhão de cópias, permaneceu por 14 semanas na lista de mais vendidos do The New York Times e tornou-se um fenômeno no BookTok. A autora já publicou outros romances com temáticas sazonais, como One Golden Summer, This Summer Will Be Different e Meet Me at the Lake — embora não sejam interligados, há especulações de que sua próxima obra, ainda sem título, possa inspirar uma segunda temporada da série.
Antes de se tornar romancista, Carley Fortune atuou como jornalista e editora em veículos como The Globe and Mail, Chatelaine, Toronto Life e Refinery29 Canada.
Demorou, mas chegou: a tão aguardada série live-action de Assassin’s Creed finalmente foi oficialmente encomendada pela Netflix, segundo informações exclusivas da Variety.
Anunciada pela primeira vez em 2020, a parceria entre a gigante do streaming e a Ubisoft passou por mudanças ao longo dos anos, mas agora conta com nomes de peso à frente da produção: Roberto Patino (Westworld, Sons of Anarchy) e David Wiener (Halo, Brave New World) serão os criadores, showrunners e produtores executivos da série.
“Todos os dias em que trabalhamos nesta série, saímos ainda mais empolgados com as possibilidades que Assassin’s Creed nos oferece”, disseram Patino e Wiener em comunicado. “Mais do que uma história sobre ação e conspirações, é uma trama sobre identidade, fé, vingança e a conexão humana ao longo da história.”
Segundo a sinopse oficial, a série será centrada na guerra secreta entre Assassinos e Templários, duas facções que disputam o controle da humanidade — uma pelo livre arbítrio, outra pelo domínio e manipulação.
A adaptação vai explorar momentos cruciais da história da humanidade por meio dos protagonistas que acessam as memórias genéticas de antepassados por meio de uma avançada tecnologia. Uma viagem no tempo carregada de ação, filosofia e dilemas morais, exatamente como os fãs esperam.
Legado consagrado nos games
Desde seu lançamento em 2007, Assassin’s Creedvendeu mais de 230 milhões de cópias, se consolidando como uma das franquias mais bem-sucedidas da história dos videogames. O título mais recente, Assassin’s Creed: Shadows, chegou em 2025 com ótima recepção crítica.
A nova série promete honrar o legado dos jogos com cenas de parkour, lutas coreografadas, referências históricas e, claro, os misteriosos Artefatos do Éden. E, diferente do filme de 2016 com Michael Fassbender, agora a Ubisoft tem controle direto sobre a adaptação via seu braço de audiovisual, com Margaret Boykin, Gerard Guillemot e Austin Dill entre os produtores executivos.
“Trabalhar com Roberto, David e a Netflix tem sido uma jornada criativa incrível. Estamos confiantes de que os fãs vão reconhecer a alma da franquia na tela, enquanto novos públicos poderão descobrir esse universo fascinante pela primeira vez”, declarou Boykin.
Ainda sem data oficial de estreia, a série está em desenvolvimento ativo e deve entrar em produção nos próximos meses. Segundo o vice-presidente de séries roteirizadas da Netflix, Peter Friedlander, trata-se de “uma aventura épica guiada por mãos habilidosas, que respeita o DNA da franquia e promete uma experiência inédita para os fãs”.
Lembrando que o longa lançado em 2016 e estrelado por Michael Fassbender está disponível no Disney+.
Relembre o trailer:
O filme decepcionou nas bilheterias, tendo um lucro doméstico de US$54 milhões e uma recepção mundial de US$240 milhões – além de ter amargado míseros 18% de aprovação no Rotten Tomatoes.
A adaptação foi comandada por Justin Kurzel (‘Macbeth – Ambição e Guerra’).
Peter Weller, o icônico ator que deu vida ao ‘Robocop – O Policial do Futuro’ original, abriu o coração recentemente sobre o impacto duradouro do personagem em sua carreira.
Durante uma entrevista ao ComicBookMovie, ele destacou como os temas atemporais do filme, dirigido por Paul Verhoeven, ressoam profundamente com ele.
“Com o passar dos anos… Lembro que Dean Martin disse uma vez: ‘A melhor coisa que fiz foi me juntar a Jerry Lewis, e a segunda melhor foi sair de Jerry Lewis.’ Então, a melhor coisa que fiz foi RoboCop, e a segunda melhor foi sair de RoboCop para fazer ‘Mistérios e Paixões'”, relembrou Weller.
Ele compara a longevidade de RoboCop a grandes clássicos: “Depois que o tempo passa, você vê um filme que fez que vive e vive e vive, e como Bogart disse: ‘Você tem sorte se fizer três.’ Bogart provavelmente fez oito ou nove, e talvez eu tenha sorte se fizer três que me sobrevivam, mas as perguntas que me fazem… é ótimo que [o jogo] Rogue City reacenda o ideal do RoboCop.”
Weller ainda se aprofundou nas camadas temáticas do filme: “Se isso faz as pessoas irem ver o filme, que vai viver para sempre, porque Verhoeven fez um filme sobre ressurreição. E perda. Perda de identidade, perda da família, e a tragédia de ser roubado. Não de bens, mas de quem você é”.
Ele também aponta para a crítica social intrínseca à obra. “A terceira coisa é a história de fundo, a ópera continua, é a Reganomics. Se Reagan fez coisas boas ou ruins, toda essa ideia de privatizar tudo para que o dinheiro possa mandar… volta para o MI6 e a CIA. Isso não foi criado para espionagem… sim, foi, mas o que os irmãos Dulles queriam era o capitalismo. Controlar o capitalismo. Não era a democracia que todos buscavam, era controlar o dinheiro”.
“Esse tema que permeia RoboCop… as pessoas falam sobre ele repetidas vezes”, continua Weller. “A coisa que eu agradeço em Rogue City. Ok, é um jogo. Mocinhos, bandidos. Mas faz as pessoas verem o filme, e quando voltam para vê-lo depois de 30 anos, eles captam esses temas de ressurreição, família, perda, economia, não só tiroteio ou risadas. Essas coisas são ótimas e tornam tudo divertido, mas não é só isso, são os temas”.
O ator expressa sua gratidão pela obra hoje, algo que nem sempre sentiu. “Estou muito feliz. Não poderia dizer isso há 25 anos. Eu não ligava. Só queria seguir em frente, mas agora, quando me falam disso em uma Comic-Con, numa entrevista, ou algum diretor ou ator que admiro chega e diz ‘Você sabe, esse filme ficou comigo’, eu sou grato. Muito grato. Estou emocionado por ter feito parte de um filme que ainda hoje é tão resistente”.
‘RoboCop – O Policial do Futuro’ está disponível no Prime Video.