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Ator de ‘Stranger Things’ se junta ao elenco da nova série do criador de ‘The Umbrella Academy’

De acordo com o Deadline, Charlie Heaton (‘Stranger Things’) foi confirmado no elenco da nova minissérie da Netflix, que está sendo desenvolvida por Jesse McKeown – showrunner de ‘The Umbrella Academy‘.

Infelizmente, detalhes sobre seu personagem não foram divulgados.

Josh Hartnett (‘Armadilha’) e Mackenzie Davis (‘Não Fale o Mal’) serão os protagonistas.

Na trama, Hartnett interpretará um pescador durão que deve lutar para proteger sua família, sua comunidade e seu modo de vida em extinção quando uma misteriosa criatura marinha aterroriza sua remota cidade em Newfoundland.

O elenco ainda contará com Jamie Childs (‘Sandman’), Helen Shaver (‘Vikings’) e Stephen Dunn (‘Queer as Folk’) serão responsáveis pela direção.

O rotero fica por conta de Karen Walton (‘Possuída’), Perry Chafe (‘Frontier’) e Natty Zavitz.

Além de estrelar, Hartnett também servirá como produtor executivo ao lado de McKeown, Childs, Jessica Rhoades (‘Black Mirror’), Louise Sutton (‘Black Mirror’), Chris Hatcher (‘Shadowhunters’) e Sharon Hall (‘The Expanse’).

Seis episódios foram encomendados para o projeto.

As filmagens irão acontecer em Newfoundland, no Canadá.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Elenco se reúne em novo cartaz da série ‘Alien: Earth’; Confira!

O FX divulgou um novo cartaz da série ‘Alien: Earth‘, que promete expandir o universo da franquia ‘Alien‘.

A arte destaca o elenco principal da produção, liberado pela Sydney Chandler.

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A produção tem lançamento agendado para o dia 12 de agosto no Disney+.

Quando a misteriosa nave de pesquisa espacial USCSS Maginot cai na Terra, Wendy (Sydney Chandler) e um grupo desorganizado de soldados táticos fazem uma descoberta fatídica que os coloca cara a cara com a maior ameaça do planeta.

No ano de 2120, a Terra é governada por cinco corporações: Prodigy, Weyland-Yutani, Lynch, Dynamic e Threshold. Nessa Era Corporativa, ciborgues (humanos com partes biológicas e artificiais) e sintéticos (robôs humanoides com inteligência artificial) coexistem com os humanos. Mas o jogo muda quando o prodígio Fundador e CEO da Prodigy Corporation desbloqueia um novo avanço tecnológico: híbridos (robôs humanoides imbuídos de consciência humana).

O primeiro protótipo híbrido, chamado Wendy (Chandler), marca um novo começo na corrida pela imortalidade. Após a nave espacial de Weyland-Yutani colidir com a Cidade Prodígio, Wendy e os outros híbridos encontram formas de vida misteriosas, mais aterrorizantes do que qualquer um poderia imaginar.

A produção será ambientada em 2120, dois anos antes dos eventos do longa original, ‘Alien, o 8º Passageiro‘.

Ridley Scott, diretor do filme original, entra como produtor da série.

Noah Hawley (‘Legion’) é responsável pelo projeto.

O elenco é formado por Sydney Chandler, Alex Lawther, Timothy Olyphant, Essie Davis, Samuel Blenkin, Babou Ceesay, David Rysdahl, Adrian Edmondson, Adarsh Gourav, Jonathan Ajayi, Erana James, Lily Newmark, Diem Camille e Moe Bar-El.

Richa MoorjaniKaren AldridgeEnzo CilentiMax RineheartAmir BoutrousVictoria MasomaTom MoyaAndy YuMichael SmileyJamie BispingTanapol Chuksrida fazem parte da atração como atores convidados.

Confira o primeiro teaser da série animada ‘Olhos de Wakanda’, spin-off de ‘Pantera Negra’

A Marvel divulgou o primeiro teaser da série animada ‘Olhos de Wakanda‘, spin-off de ‘Pantera Negra‘.

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Criada por Todd Harris, a série estreará oficialmente no dia 27 de agosto, no Disney+.

Na trama, os Hatut Zaraze, guerreiros de Wakanda, realizam missões perigosas ao redor do mundo para recuperar artefatos de vibranium ao longo da história.

A produção conta com as vozes de Winnie Harlow, Cress Williams, Patricia Belcher, Larry Herron, Adam Gold, Lynn Whitfield, Jacques Colimon, Jona Xiao, Isaac Robinson-Smith, Gary Anthony Williams, Zeke Alton, Steve Toussaint e Anika Noni Rose.

’40 Acres’: Thriller pós-apocalíptico abre com 90% de aprovação dos críticos no RT; Confira as reações!

Com 59 críticas publicadas até o momento, o thriller pós-apocalíptico ‘40 Acres‘, estrelado pela Danielle Deadwyler (‘A Mulher da Jardim’), abriu com impressionantes 90% de aprovação no Rotten Tomatoes.

O consenso geral elogia as cenas de suspense e as performances sólidos de seu elenco, além de destacar o roteiro como um dos pontos mais fortes da produção.

Separamos os trechos das principais críticas:

“Um thriller fascinante e intensamente político, tão pungente quanto um poema de T.S. Eliot e tão sangrento quanto um filme de George A. Romero.” (Globe and Mail)

“A forte linguagem visual eleva o filme acima de muitas outras histórias distópicas de sobrevivência em locais limitados que surgiram e desapareceram ao longo dos anos — o que é bom, já que este é um dos poucos que realmente tem algo a dizer.” (IndieWire)

Danielle Deadwyler é naturalmente cativante como uma mulher forte… É um prazer ver a atriz, cujos papéis principais exigiram uma resolução estoica, se inclinar em aspectos mais suaves e até engraçados de sua personagem.” (The Hollywood Reporter)

“Há uma sequência de ação de arregalar os olhos na segunda metade deste brilhante thriller que é muito criativa, visceral e diferente de tudo que já vi em um filme antes.” (San Francisco Chronicle)

“Este filme revigora uma premissa antiga com novas ideias, combina ação bem elaborada com riqueza temática, ostenta atuações comprometidas e é tão tenso que o público pode surtar antes dos personagens.” (Washington Post)

“Um elenco forte e um roteiro autêntico compensam pelo ritmo inconsistente e desenvolvimentos de enredo inacreditáveis.” (RogerEbert)

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Além de dirigir, R.T. Thorne também assina o roteiro ao lado de Glenn Taylor e Lora Campbell.

Após uma praga erradicar toda a vida animal, a fome se espalha pelo globo, deixando a sociedade em guerra e em ruínas, mas os Freeman sobrevivem — e até prosperam — em sua fazenda ancestral, contanto que despachem um grupo ocasional de invasores. Mas de que adianta sobreviver ao fim do mundo se isso significa extinguir a própria humanidade? A ex-soldado Hailey fez essa escolha anos atrás, acreditando que o isolamento era a única maneira de proteger sua família. Ela e seu parceiro Galen fugiram do colapso junto com seus filhos, os isolaram do mundo e os treinaram para lutar. Mas quando o filho mais velho do casal, Emanuel, conhece uma jovem na floresta além da cerca, sua necessidade de contato humano pode colocar toda a família em perigo.

Kataem O’Connor, Michael Greyeyes e Milcania Diaz-Rojas também estrelam a produção.

O longa já está em exibição nos cinemas norte-americanos. No Brasil, segue sem previsão.

Diretor da Pixar comenta possível produção de live-action no futuro do estúdio

Pete Docter, diretor criativo da Pixar, abordou recentemente o futuro do estúdio, revelando que a empresa ainda não descartou totalmente a ideia de um projeto live-action.

Conforme o The Direct, embora a Pixar tenha construído seu legado com clássicos animados comoToy Story e Procurando Nemo, Docter deixou a porta aberta com uma resposta simples.

“Hmm… provavelmente não. Bem, quem sabe. Quem sabe”, disse Docter.

Após a resposta, Docter brincou que estava sentindo a pressão da entrevista de um jeito que só um animador experiente entenderia. Ele comentou: “É por isso que estou na animação”, por conta do tempo para pensar nas decisões.

“A questão é, veja, estou super nervoso de estar nessa entrevista porque tenho medo de você me fazer uma sequência rápida de perguntas e tudo desandar… O que acontece sob pressão é que eu fico mais burro e minha esposa fica mais esperta, e isso não é justo. Mas, sabe, é por isso que estou na animação, porque posso ficar sob pressão e dizer: ‘Vamos pensar nisso amanhã'”, destacou.

No passado, Docter já deixou claro que tem pouco interesse em fazer remakes live-action dos filmes da Pixar.

Em junho de 2024, ele descartou a ideia com firmeza: “Não, e talvez eu me arrependa de dizer isso, mas isso meio que me incomoda”.

Ele destacou que a força da Pixar está em criar histórias originais feitas para as possibilidades únicas da animação, observando que muitos dos visuais icônicos do estúdio não se traduziriam bem para o live-action. “Os mundos que construímos simplesmente não se traduzem facilmente.”

Se a Pixar decidir fazer um remake live-action,Os Incríveise Valente parecem ser os candidatos mais viáveis.

Crítica | 2ª temporada de ‘Sandman’ estreia com um gostinho agridoce e prematuro de adeus

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Neil Gaiman é um dos autores mais prolíficos da contemporaneidade e já eternizou diversos clássicos – como ‘Coraline’, ‘Deuses Americanos’, ‘Os Filhos de Anansi’ e, é claro, a obra-prima Sandman. Em 2022, a Netflix lançou a ótima adaptação em live-action dos quadrinhos, recebendo elogios pela fidelidade ao material, pelas atuações do elenco protagonista e coadjuvante e pela qualidade estética e técnica da obra – o que nos deixou muito animados para a segunda temporada. Infelizmente, em meio a inúmeras polêmicas em que Gaiman se envolveu, a gigante do streaming resolveu finalizar a série com um ciclo de encerramento dividido em duas partes, cuja leva inicial chegou ao serviço hoje, 3 de julho.

E a única coisa que podemos pensar com o lançamento desses seis primeiros episódios é que sentiremos muita falta de acompanhar as perigosas e sobrenaturais aventuras de Morpheus (Tom Sturridge) quando a atração for oficialmente finalizada no final deste mês.

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Enquanto a iteração inicial teve a árdua tarefa de nos apresentar ao universo criado por Gaiman, delineando incontáveis personagens para entendermos a progressão dos arcos e de que forma as reviravoltas se aglutinam em um belíssimo reflexo do ser humano em solidão e em comunidade – e de que maneira o comum se transforma em extraordinário. Trazendo elementos conhecidos de narrativas fantásticas e aventurescas, a segunda temporada abre com um pouco mais de “leveza”, por assim dizer, levando o tempo necessário para delinear as tramas que se desenrolam à nossa frente: é claro que Morpheus, também conhecido como Sonho e parte d’Os Perpétuos, é o nosso foco – e é apaixonante a maneira como o showrunner Allan Heinberg humaniza ainda mais essa entidade impalpável e muito poderosa.

O novo ciclo se inicia com uma reunião d’Os Perpétuos, evento que impulsiona Morpheus a consertar erros crassos cometidos em um passado muito remoto – como, por exemplo, regressar ao Inferno e resgatar Nada (Deborah Oyelade), a Rainha do Primeiro Povo, que permanece como prisioneira no submundo há mais de dez mil anos, sendo constantemente torturada, pelo motivo de ter rejeitado o Rei dos Sonhos e atraído sua ira. Porém, ao confrontar Lúcifer (Gwendoline Christie), ele se vê com mais um problema em mãos: o Anjo Caído resolve abdicar do trono infernal e dá a chave de seu reino às mãos de Morpheus, que, por sua vez, é bombardeado por inúmeras criaturas que desejam o controle desse território tão temido (incluindo divindades nórdicas, seres feéricos, agentes do caos e lordes demoníacos).

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Eventualmente, Morpheus consegue chegar à difícil decisão de entregar a chave do Inferno de volta aos anjos mensageiros do Paraíso – e, ao mesmo tempo, resgata Nada apenas para perceber que ela não irá perdoá-lo pela traição e que a poderosa monarca deseja conhecer o mundo dos despertos por conta própria e aproveitando de sua liberdade. E é claro que nosso protagonista não permanece muito tempo em luto e em silêncio, visto que, assim que tais problemas se dissipam, sua irmã Delírio (Esmé Creed-Miles) aparece à porta de seu suntuoso castelo implorando para que ele a ajude a encontrar Destruição (Barry Sloane), um outro Perpétuo que desbandou da família há mais de três séculos e não quer ser encontrado – e, com sorte, cruzar caminho com Nada no plano terreno.

Como podemos perceber, são inúmeras as narrativas que se desenvolvem na primeira metade da 2ª temporada. Todavia, diferente do que poderíamos imaginar, notamos uma cautela aplaudível para garantir que os arcos sejam finalizados de maneira íntegra e palpável, sem se valer de ocasionalismos cansativos e inexplicáveis e fornecendo a dose de drama, tragicomédia e suspense que esperamos de uma obra como essa. Sturridge, marcado pela conhecida expressão franzina e carrancuda, parece mais solto e menos preocupado com sua rendição como Sandman, enquanto Creed-Miles rouba nossa atenção como a desiludida Delírio, singrando entre a loucura e a sanidade com fluidez notável. E, em meio a inúmeras estreias no time de atores, Sloane e Indya Moore (esta dando vida à adorável Wanda), fazem um trabalho magnífico e digno de nota.

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Uma das tramas mais singelas e tocantes envolve Morpheus e seu filho, Orfeu (Ruairi O’Connor), em uma belíssima recontagem da clássica lenda história de Orfeu e Eurídice – que traz uma revitalização e uma visão remodelada da mitologia grega e que permite que tanto Sturridge e O’Connor desfrutem de uma química apaixonante e dilacerante, principalmente pelo modo como o enredo ganha vida. E, acompanhando os dois nessa jornada de sacrifício, família e ressentimentos, temos a presença sempre certeira de Kirby Howell-Baptiste e Jenna Coleman reprisando seus papéis como Morte e Johanna Constantine, respectivamente.

A primeira parte do ciclo de encerramento de Sandman mantém o sólido nível de qualidade da temporada de estreia e traz elementos novos que, em momento algum, soam exagerados ou condescendentes – pelo contrário, apenas auxiliam na contínua exploração desse irretocável universo cosmológico. Agora, só podemos esperar para ver o que os criadores nos reservaram para a épica conclusão (e deixar que o gostinho agridoce de adeus comece a nos tomar conta).

‘Sandman’: 1ª parte da 2ª e ÚLTIMA temporada conquista 73% de aprovação no Rotten Tomatoes; Confira!

A primeira parte da 2ª e última temporada de Sandman já está disponível na Netflix, recebendo uma aprovação de 73% baseada em 15 críticas, além de 79% de aprovação do público.

Para efeito de comparação, a primeira temporada conquistou 88% de aprovação, com base em 123 avaliações, e 81% de aprovação do público.

De modo geral, os críticos elogiaram os efeitos visuais impressionantes da nova temporada, a trama envolvente e a atuação de Tom Sturridge como Sonho.

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“O primeiro volume da segunda e última temporada de Sandman entrega visuais deslumbrantes, um desenvolvimento de personagens envolvente e uma construção de mundo riquíssima e imaginativa, mas seu impacto é parcialmente comprometido por um ritmo irregular e mudanças de tom que destoam ao longo da narrativa”, disse Jeff Ewing do Collider.

“Carregada de visuais deslumbrantes, um design de produção impecável e performances memoráveis, a primeira parte da segunda temporada vai deixar os fãs ansiosos por ainda mais”, disse Tessa Smith do The Direct.

“Mesmo quando alguns episódios se arrastam, e, acredite, isso acontece em alguns momentos, cada um deles é uma festa visual incontestável, meticulosamente elaborada com um design de produção e iluminação que compete com as melhores séries de fantasia da atualidade”, disse Kaiya Shunyata do RogerEbert.

Sandman está longe de faltar ideias, mas as envolve em uma camada de pretensão que acaba abafando seu potencial, desperdiçando todas as oportunidades que gera”, disse Jack Seale do The Guardian.

“A segunda temporada novamente traz histórias em grande parte independentes, sem uma estrutura episódica definida, e ainda carece de detalhes suficientes para sustentar o desenvolvimento fragmentado do personagem principal”, disse Ben Travers do IndieWire.

“É como ficar preso em um turbilhão de trama e intriga que nunca se concretiza em algo sólido o suficiente para ser compreendido. Muito fugaz para ser emotivo, rápido demais para ser introspectivo, The Sandman se transforma em um diorama excessivamente complexo”, disse Nick Hilton do Independent.

“Esta temporada (e, na verdade, toda a série) é dominada por Tom Sturridge… Sua atuação flui com naturalidade, equilibrando perfeitamente o afastamento e a proximidade emocional”, disse Lacy Baugher do Paste Magazine.

“É hipnotizante da melhor maneira possível, um sonho sombrio que satisfaz tão intensamente que você resiste a chamá-lo de pesadelo”, disse Bob Strauss do TheWrap.

A parte inicial do ciclo de encerramento foi lançada na plataforma de streaming hoje, 3 de julho. A segunda parte tem estreia agendada para 24 de julho, enquanto o episódio bônus será disponibilizado em 31 de julho.

A nova temporada irá introduzir Orfeu (Ruairi O’Connor), filho de Morfeu (Tom Sturridge), e os deuses nórdicos Odin (Clive Russell), Thor (Laurence O’Fuarain), Loki (Freddie Fox), além de Adrian Lester (Destino), Esmé Creed-Miles (Delírio) e Barry Sloane (Pródigo).

Sandman‘ é a criação mais popular de Neil Gaiman e é centrada no ser mítico Sonho, parte de um grupo conhecido como Os Perpétuos ou Os Sem Fim. Como seu nome indica, o protagonista dos quadrinhos reina sobre o mundo dos sonhos. A trama tem início quando ele escapa de seu cativeiro, que durou 70 anos, e encontra seu reino dilapidado nos dias atuais.

O elenco ainda conta com Vivienne Acheapong (Lucienne), Boyd Holbrook (Coríntio), Charles Dance (Roderick Burgess), Asim Chaudhry (Abel), Sanjeev Bhaskar (Cain), Kirby Howell-Baptiste (Morte), Mason Alexander Park (Desejo), Donna Preston (Desespero), Jenna Coleman (Johanna Constantine), Niamh Walsh (Ethel Cripps) e Joely Richardson (Ethel).

Allan Heinberg (‘Mulher-Maravilha’) é o showrunner da série.

O selo de histórias em quadrinhos Vertigo da DC publicou originalmente a série entre 1989 e 1996, com várias séries adicionais chegando em 2009 e entre 2013 e 2015.

‘Superman’: David Corenswet revela conselho que recebeu de Henry Cavill e Tyler Hoechlin antes de assumir o papel

david corenswet as superman

David Corenswet, o mais novo intérprete do Homem de Aço no aguardado filme Superman, revelou que recebeu conselhos valiosos dos atores que o antecederam no papel: Henry Cavill (‘O Homem de Aço’) e Tyler Hoechlin (‘Superman & Lois’).

De acordo com o Collider, Corenswet compartilhou a natureza dessas interações:“Tive o prazer de trocar cartas com dois ex-Supermans, Henry Cavill e Tyler Hoechlin. Curiosamente, ambos disseram, em suas próprias palavras: ‘Não vou tentar te dar dicas’. Acho que isso é muito Superman. Superman não é do tipo que dá conselhos ou dita como os outros devem ser”.

Corenswet ainda acrescentou: “Eles transmitiram um verdadeiro incentivo e um ‘divirta-se com isso’, que penso ser também a maneira do Superman agir. Eles foram muito encorajadores, tivemos uma troca maravilhosa, e estou ansioso para encontrá-los e dividir a capa com eles”.

Superman’ tem estreia marcada nos cinemas para 10 de julho de 2025.

James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.

David Corenswet estrela como Clark Kent/Superman.

O elenco também conta com Rachel Brosnahan (Lois Lane), Nicholas Hoult (Lex Luthor), Edi Gathegi (Michael Holt/Senhor Incrível), Anthony Carrigan (Rex Mason/Metamorfo), Nathan Fillion (Guy Gardner/Lanterna Verde), Isabela Merced (Kendra Saunders/Mulher-Gavião), Skyler Gisondo (Jimmy Olsen), Sara Sampaio (Eve Teschmacher), Wendell Pierce (Perry White), Milly Alcock (Kara Zor-El / Supergirl) e outros.

‘Sr. & Sra. Smith’ muda produção da 2ª temporada para Los Angeles, estratégicamente impulsionada por incentivos fiscais

A série ‘Sr. & Sra. Smith‘, do Prime Video, está fazendo as malas e trocando Nova York por Los Angeles. A segunda temporada da produção estrelada por Donald Glover será filmada no condado de Los Angeles, marcando um retorno importante para a indústria cinematográfica californiana, conforme revelou o governador Gavin Newsom na última quarta-feira (02).

O anúncio foi feito no contexto da aprovação de um novo pacote de US$ 750 milhões em incentivos fiscais para a indústria do entretenimento no estado da Califórnia. Embora o projeto não esteja oficialmente listado na relação pública da California Film Commission — o que é comum em produções de alto perfil, muitas vezes registradas sob nomes alternativos — fontes confirmaram ao Deadline que a mudança de locação já é certa.

A primeira temporada de ‘Sr. & Sra. Smith‘, baseada no filme homônimo de 2005, foi gravada majoritariamente em Nova York, com cenas adicionais na Itália, incluindo as regiões deslumbrantes do Lago de Como e das Dolomitas.

A mudança é interpretada como uma vitória para o estado da Califórnia, que vem enfrentando concorrência crescente de outros polos de produção, como o estado de Nova York — que também aumentou seus subsídios — além de países com políticas agressivas de incentivo fiscal.

Segundo Newsom, trazer séries de grande orçamento de volta para o estado é uma prioridade:

“Quando oferecemos os incentivos certos, as produções voltam. Isso movimenta nossa economia, gera empregos e fortalece o que a Califórnia sempre foi: o coração da indústria audiovisual.”

Sr. & Sra. Smith‘ se junta a outras produções de peso como ‘Fallout‘, também da Amazon, que recentemente transferiram suas gravações para a Califórnia.

A série agora faz parte de uma crescente lista de produções que estão apostando no estado para suas próximas temporadas, incluindo ‘The Pitt‘ (HBO Max), ‘Paradise‘ (Hulu) e ‘NCIS: Origins‘ (CBS).

Ainda não há previsão oficial de estreia para a segunda temporada.

Na trama, um casal entediado apresenta uma surpresa que seu cônjuge desconhece, ao saberem que ambos são assassinos contratados por agências competindo para matar uns aos outros.

Francesca Sloane é cocriadora da série ao lado de Glover.

Relembre o trailer da 1ª temporada:

‘Jurassic World: Recomeço’ ruge ALTO com US$ 28 milhões na quarta e mira estreia de US$ 128 milhões em cinco dias

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Jurassic World: Recomeço‘ começou sua jornada nos cinemas com força total, arrecadando sólidos US$ 28 milhões em sua pré-estreia na última quarta-feira (02), mesmo sem sessões prévias na terça, segundo estimativas iniciais.

Segundo o Deadline, a nova aposta da Universal Pictures e da Amblin Entertainment — dirigida por Gareth Edwards — pode alcançar até US$ 127,5 milhões no acumulado de cinco dias, consolidando-se como mais um sucesso da franquia pré-histórica.

O desempenho coloca o filme levemente acima do que ‘Meu Malvado Favorito 4‘ conquistou no mesmo feriado no ano passado (US$ 27,2 milhões), e sinaliza um potencial de US$ 77,5 milhões em três que englobam o fim de semana. No entanto, os analistas alertam que feriados como o 4 de julho — que este ano caiu em uma sexta-feira — são imprevisíveis e podem impactar o rendimento dos próximos dias.

Entre as estreias de quarta-feira na franquia ‘Jurassic‘, ‘Recomeço‘ já é a maior. No geral, é a quarta maior abertura da série, atrás apenas de:

Jurassic World (2015) – US$ 81,9M (sexta)

Domínio (2022) – US$ 59,5M (sexta)

Reino Ameaçad0 (2018) – US$ 58,5M (sexta)

Apesar das críticas mornas (54% de aprovação no Rotten Tomatoes, um avanço em relação aos 29% de Domínio), o engajamento nas redes sociais indica apetite do público. Segundo a RelishMix, a campanha digital da Universal impulsionou ‘Recomeço‘ a 921 milhões de seguidores combinados nas plataformas sociais, com um desempenho 206% acima da média para filmes do gênero ação/aventura/sci-fi.

Entre os destaques da divulgação está o ator Jonathan Bailey, com seus 5,4 milhões de seguidores no Instagram. Enquanto isso, co-estrelas como Scarlett Johansson e Mahershala Ali optaram por manter discrição online.

O filme está em cartaz em 4.308 salas nos EUA, com reforço de salas premium (PLF), e segue como forte candidato ao maior lançamento de julho — e um alívio para os cinemas em um ano de retomada lenta.

O longa chega aos cinemas nacionais nesta quinta-feira, dia 3 de julho.

Na trama, cinco anos após os eventos de ‘Jurassic World – Domínio‘, a ecologia do planeta se mostrou amplamente inóspita para os dinossauros. Os dinossauros que restam existem em ambientes equatoriais isolados com climas que lembram aqueles em que eles prosperaram. As três criaturas mais colossais dentro daquela biosfera tropical detêm a chave para uma droga que trará benefícios milagrosos para salvar vidas da humanidade.

Gareth Edwards, do aclamado sci-fi ‘Resistência‘, é o responsável pela direção.

David Koepp, roteirista do longa original de 1993, assina o novo filme.

O elenco conta com Scarlett Johansson, Mahershala Ali, Jonathan Bailey, Rupert Friend, Manuel Garcia-Rulfo, Luna Blaise e David Iacono.

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Crítica de Temporada | ‘Coração de Ferro’ mostra que, às vezes, jogar seguro é a melhor escolha

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Cuidado: spoilers sobre a trama à frente.

Ambientada na efervescente cidade de Chicago, Coração de Ferro reintroduz Dominique Thorne como a jovem gênia da tecnologia Riri Williams, que fez sua estreia oficial no Universo Cinemático Marvel em Pantera Negra: Wakanda para Sempre’, sendo uma aliada extremamente importante de Shuri e seus guerreiros na proteção de Wakanda e de seus recursos naturais. Ganhando sua própria minissérie, Riri é centro de uma sutil e despojada narrativa que, injustamente, sofreu ataques racistas e misóginos por internautas, com comentários destinados a desmoralizar uma personagem feminina e negra que merece mais reconhecimento, mesmo nos quadrinhos originais da Marvel.

Ao longo de seis episódios, acompanhamos o arco da protagonista, desde sua expulsão do MIT, seu retorno para casa e o desenvolvimento de uma poderosa armadura à la Homem de Ferro que chama a atenção do mortal Parker (Anthony Ramos) e seus inteligentes e perigosos asseclas. Lidando com os traumas após o assassinato do padrasto e da melhor amiga, Natalie (Lyric Ross), ela se vê escondendo segredos de uma das pessoas que mais ama, sua mãe Ronnie (Anji White), e enfrentando os próprios problemas quando a inteligência artificial de seu impressionante traje assume a forma de Natalie para ajudá-la a recuperar a vontade de fazer do mundo um lugar melhor – ainda que a trajetória até alcançar o objetivo seja árdua e frustrante.

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Funcionando como uma série voltada para o estilo urban e que pega elementos de diversos dramas e comédias similares, Coração de Ferro pode até ter começado de maneira trôpega nos três primeiros episódios liberados pelo Disney+ na semana passada, mas reencontrou o ritmo e o frenesi necessários com os capítulos de encerramento que, de maneira irrefreável, mergulham em uma reviravolta atrás da outra para conquistar o público a que é destinado – uma audiência mais jovem e ática que tem tudo para se divertir em meio a episódios bem estruturados e a uma narrativa familiar e prática.

A produção ganha pontos por não funcionar exatamente como uma história de origem, mas uma continuação de um ponto de partida que, eventualmente, não precisou nos ser apresentado da maneira convencional. Riri, após entrar para o grupo criminoso de Parker, percebe que as coisas são mais complexas do que aparentavam – impulsionando-a a se interessar pelo misterioso manto que veste e que lhe dá seu alter-ego, Capuz. Em meio a uma missão que inclui aterrorizar um magnata multimilionário e dono de uma poderosa empresa de tecnologia, Riri coloca as mãos em um pedaço da capa para analisá-la e, com sorte, encontrar a resposta que precisa para transformar o traje robótico em uma máquina sem erros e sem desestabilizações. Porém, ao se tornar responsável pela morte do braço-direito de Parker, John (Manny Montana), e ao perceber o poder que se esconde na roupa de seu “chefe”, ela se envolve em um vórtice de mentiras e armadilhas que a tornam alvo – e que ameaçam todas as pessoas que ela ama.

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É notável a clara divisão artística que se estende pelos primeiros episódios e a que se forma nos últimos: a princípio, somos arremessados em uma repetitiva narrativa que foca nos corolários do luto e da perda que não foram enfrentados de maneira saudável por Riri, desencadeando constantes ataques de pânico que a colocam em xeque com sua própria crença – e que afastam aqueles à sua volta. Logo depois, a protagonista percebe que precisa se impor e atacar de volta, deixando que a racionalização excessiva e as emoções que insistem em explodir de seu peito se unam em uma força-motriz imprescindível para o desenrolar do enredo e para uma recuperação rítmica que resgata nosso interesse e que fornece mais complexidade a cada uma das personas (incluindo Alden Ehrenreich como Ezekiel Stane, que parecia apagado apenas para ganhar um momento fugaz de destaque).

A ideia da criadora e showrunner Chinaka Hodge é clara desde o princípio e mantém-se fiel ao objetivo a que almeja por toda a história: há uma mistura de incursões melodramáticas que se aglutinam a acuidades cômicas e a uma tensão típico de produções super-heroicas e de ação que funcionam em quase sua completude – principalmente quando percebemos que a ideia por trás do projeto é um entretenimento pincelado com temáticas como luto, solidão, racismo e aceitação (de maneira superficial, como é de se esperar, mas sem o propósito de delinear discussões sociais importantes). Nesse meio-tempo, o elenco, que ainda conta com nomes como Shea Coulée, Matthew Elam, Zoe Terakes, Shakira Barrera, nos presenteia com sólidas atuações, com destaque à personalidade controversa de Riri re-imortalizada por Thorne, e a ótima presença de Ross como Natalie.

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Coração de Ferro finaliza a Fase 5 do MCU de maneira interessante e bem construída, remando contra as nossas expectativas e servindo como um “tapa na cara” nos descrentes de que a série se mostraria competente o bastante para nos envolver. Mais do que isso, a obra mostra que, às vezes, voltar às origens e jogar seguro é uma alternativa muito melhor do que se lançar a ambições impossíveis de se alcançar, sobretudo quando pensamos nesse crescente panteão cinematográfico.

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‘The Old Guard 2’, com Charlize Theron, conquista apenas 27% de aprovação no Rotten Tomatoes; Confira a crítica!

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‘The Old Guard 2’ já está disponível na Netflix, mas, apesar da empolgação pela sequência com Charlize Theron, o filme amargou apenas 27% de aprovação no Rotten Tomatoes, 41 dos críticos e 44% do público.

Para efeito de comparação, o primeiro longa conquistou 80% de aprovação, baseado em 286 análises, e 71% de aprovação do público.

De forma geral, os críticos consideraram ‘The Old Guard 2’ simplista, monótono e mal-executado.

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“O filme, dirigido por Victoria Mahoney, é uma aventura firme e confiante que aumenta a tensão, principalmente ao apresentar um elenco maior e expandir o universo da série original de quadrinhos”, disse Brandon Yu do New York Times.

“Preguiçoso e monótono, The Old Guard 2 continua desperdiçando nosso tempo de várias formas”, disse M.N. Miller do FandomWire.

“Embora ainda haja história a ser explorada, não me parece que a tentativa de preparar uma continuação justifique o desperdício do tempo valioso que The Old Guard 2 exige do espectador”, disse Mae Abdulbaki do Screen Rant.

“The Old Guard 2 é um preenchimento que não nos dá muitos motivos para nos importarmos com o filme. É todo feito de sinopse, não é uma obra que se sustenta por si só. O tema é o tempo e seu impacto, mas o filme desperdiça demais do próprio”, disse Shawn Van Horn do Collider.

“Esses filmes acima da média, mas um tanto esquecíveis, podem não durar para sempre, mas a atitude imbatível de Theron, sim”, disse William Bibbiani do TheWrap.

“Apesar do elenco de peso, da performance marcante de Ngô e das presenças de Thurman e Golding, a química nunca chega a realmente brilhar”, disse David Reddish da CBR.

“Theron comanda o filme com sua intensidade característica e uma química impressionante com todo o elenco, mas a presença de um vilão fraco e mal desenvolvido impede que esse retorno triunfante alcance todo o seu potencial”, disse Lyvie Scott do Inverse.

“Em seus melhores momentos, o filme traduz com beleza o estilo visual da obra original; e, mesmo em seus piores, ainda conta com um elenco carismático e comprometido com o material, por mais absurdo que tudo possa parecer quando descrito em detalhes”, disse Liam Gaughan do Paste Magazine.

Crítica | ‘The Old Guard 2’ é uma sequência DECEPCIONANTE que desperdiça o próprio potencial

‘The Old Guard 2’ esta disponível na Netflix.

 

‘Superman’: James Gunn explica por que escolheu David Corenswet em vez de Nicholas Hoult para o papel principal

Superman, novo filme dirigido por James Gunn, chega em breve aos cinemas, marcando o início oficial do novo Universo DC (DCU). Em entrevista recente, o cineasta revelou detalhes sobre o processo de escolha do elenco e explicou por que David Corenswet foi selecionado para viver o Homem de Aço, mesmo após testes com Nicholas Hoult, conhecido por seu trabalho em ‘X-Men’.

“Muitas vezes, escalar um elenco é sobre encontrar a pessoa certa para o papel certo”, disse Gunn, conforme a Variety. “A maioria das pessoas que fez teste para Superman não fez nada de errado, elas apenas não se encaixavam na minha visão para o personagem. Nicholas Hoult é um grande ator. Alguns podem até dizer que ele é melhor que o David em certos aspectos, mas ele simplesmente não combinava com esse Superman. Por isso, não ficou com o papel”.

Gunn também destacou a importância da química entre os atores durante as audições. Segundo ele, foi essencial testar combinações entre Lois Lane e Clark Kent:

“Nicholas é um ator mais controlado. Quando fizemos os testes, ele teve ótima química com uma atriz que interpretava uma Lois mais impulsiva, eles se equilibravam como opostos. Já o David teve mais química com a Rachel [Brosnahan], que é uma atriz bastante controlada. O David é mais espontâneo, e essa combinação criou uma dinâmica interessante em cena”, concluiu.

Essa dinâmica, segundo o diretor, foi determinante para a escolha do elenco. Enquanto Corenswet assumiu o papel de Clark Kent/Superman, Hoult acabou escalado como o icônico vilão Lex Luthor.

Superman’ estreia nos cinemas em 10 de julho.

James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.

David Corenswet estrela como Clark Kent/Superman.

O elenco também conta com Rachel Brosnahan (Lois Lane), Nicholas Hoult (Lex Luthor), Edi Gathegi (Michael Holt/Senhor Incrível), Anthony Carrigan (Rex Mason/Metamorfo), Nathan Fillion (Guy Gardner/Lanterna Verde), Isabela Merced (Kendra Saunders/Mulher-Gavião), Skyler Gisondo (Jimmy Olsen), Sara Sampaio (Eve Teschmacher), Wendell Pierce (Perry White), Milly Alcock (Kara Zor-El / Supergirl) e outros.

‘O Mundo Perdido: Jurassic Park’ (1997) – Revisitando a continuação mais desnecessária do cinema, mas que rendeu uma das maiores franquias

Jurassic World: Recomeço’, o sétimo filme de uma das maiores franquias do cinema, estreia mundialmente neste primeiro fim de semana de julho (no Brasil hoje), aquecendo os motores para o que promete ser o mês mais movimentado do ano para as grandes produções. Estrelado pela duas vezes indicada ao Oscar Scarlett Johansson e pelo duas vezes vencedor do Oscar Mahershala Ali, o longa promete ser o reinício de uma nova saga jurássica nas telonas – e oferece para toda uma nova audiência a maravilha de ter dinossauros realistas nas telonas.

E quando falamos em dinossauros realistas precisamos voltar ao filme onde tudo começou: o ‘Jurassic Park’ original, de 1993. Nada jamais poderá ser comparado ao que foi ter pela primeira vez os dinossauros “vivos” de novo no cinema. Um verdadeiro divisor de águas, que só quem estava vivo na época pôde experienciar. Para irmos aquecendo os motores para o novo ‘Jurassic World’, continuaremos com nossa série de matérias revisitando todos os filmes da saga. Confira agora a primeira sequência de ‘Jurassic Park‘, que chegou quarto anos depois, com ‘O Mundo Perdido: Jurassic Park‘ (1997).

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A ideia para O Mundo Perdido: Jurassic Park (1997) surgiu logo após o enorme sucesso do primeiro filme, dirigido por Steven Spielberg e baseado no livro de Michael Crichton. Spielberg e os produtores queriam continuar explorando o fascinante universo dos dinossauros ressuscitados, aproveitando o impacto revolucionário dos efeitos visuais e animatrônicos que haviam encantado o público.

Michael Crichton, autor do romance original, já havia escrito uma sequência para seu livro — The Lost World (1995) — que serviu de base para o roteiro do segundo filme. O enredo foi expandido para mostrar um segundo parque, em uma ilha diferente, onde os dinossauros vivem soltos, criando uma atmosfera mais selvagem e perigosa. Spielberg buscava um tom mais intenso e aventureiro, explorando temas como o risco da intervenção humana na natureza e as consequências imprevisíveis da ciência.

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Além disso, o sucesso comercial do primeiro filme e o avanço tecnológico em efeitos especiais e CGI permitiram aos criadores imaginar cenas ainda mais grandiosas e emocionantes, justificando a continuação da franquia. Assim, O Mundo Perdido: Jurassic Park nasceu da combinação entre a vontade de dar continuidade à história, o material literário da sequência original e a ambição de elevar o espetáculo visual para novos patamares.

O Mundo Perdido: Jurassic Park‘ (1997) é a sequência direta de ‘Jurassic Park‘ e se passa quatro anos após os eventos do primeiro filme. A trama revela que a InGen, empresa responsável pelos experimentos genéticos, criou os dinossauros em uma segunda ilha, a Isla Sorna, onde os animais vivem soltos, sem cercas ou supervisão humana. John Hammond, agora afastado do controle da InGen, convoca o matemático Ian Malcolm para liderar uma expedição de pesquisa com o objetivo de documentar os dinossauros e proteger o ecossistema da exploração comercial.

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Malcolm, inicialmente relutante, aceita a missão ao descobrir que sua namorada, Sarah Harding, já está na ilha como parte da equipe de campo. A situação se agrava com a chegada de um segundo grupo, liderado por caçadores mercenários contratados pelo novo chefe da InGen, Peter Ludlow, que planeja capturar dinossauros para exibição em um parque temático em San Diego. O conflito entre os cientistas e os caçadores gera uma série de confrontos emocionantes com várias espécies de dinossauros, incluindo os temidos Velociraptores e um casal de Tiranossauros Rex, que protagonizam algumas das cenas mais memoráveis do filme.

O ápice do filme, no terceiro ato, mostra um dos Tiranossauros, que é levado para os Estados Unidos, causando caos ao escapar no centro de San Diego durante a noite, em uma sequência inspirada nos clássicos filmes de monstros. Ian e Sarah precisam correr contra o tempo para capturar o animal e devolvê-lo à ilha antes que a situação saia totalmente do controle. ‘O Mundo Perdido termina com Hammond fazendo um apelo público pela preservação da Isla Sorna, destacando que a natureza deve seguir seu curso sem mais intervenções humanas.

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Uma das primeiras propostas de roteiro envolvia os personagens voltando à Isla Nublar (ilha do primeiro filme), para explorar os destroços do antigo parque, com dinossauros agora soltos e mais selvagens. A trama envolveria equipes diferentes explorando os laboratórios abandonados e tentando resgatar material genético antes que os dinossauros destruíssem tudo.

Outra ideia descartada previa que, logo no início da trama, alguns dinossauros já estariam soltos em território continental (na Costa Oeste dos EUA), com a história mostrando uma caçada urbana desde o começo, não apenas no final. Spielberg gostou desse conceito, mas optou por usá-lo apenas no terceiro ato (com o T-Rex em San Diego).

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Havia também um esboço centrado em crianças presas na ilha, sobrevivendo sozinhas aos ataques dos dinossauros. Spielberg considerou a ideia porque queria manter um apelo para o público mais jovem, mas acabou preferindo incluir a personagem Kelly, filha de Malcolm, como a representante juvenil do elenco – e utilizando parte dessa narrativa para o terceiro filme apenas.

Outra versão inicial explorava uma guerra de bastidores entre corporações rivais tentando roubar o segredo da clonagem genética da InGen. Esse conceito mais conspiratório acabou sendo deixado de lado, mas alguns elementos desse tipo só foram reaproveitados em filmes posteriores da franquia.

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Spielberg também queria ampliar a escala dos dinossauros e chegou a considerar uma sequência focada em uma caçada prolongada com múltiplos Tiranossauros Rex, incluindo perseguições de longo alcance, o que inspirou as cenas do casal de T-Rex no filme final.

No fim, Spielberg optou por uma combinação de elementos do livro de Crichton com algumas dessas ideias iniciais, focando na exploração de uma nova ilha (Isla Sorna), com mais dinossauros, caçadores humanos e o grande clímax urbano com o T-Rex em San Diego.

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Em ‘O Mundo Perdido: Jurassic Park(1997), vários dinossauros fizeram sua estreia nas telas da franquia, aparecendo pela primeira vez, já que haviam ficado de fora do filme original de 1993. Entre os principais estão o Estegossauro, uma das adições mais marcantes, ele aparece em uma das primeiras cenas, quando Sarah Harding observa um grupo com filhotes. Foi um dos dinossauros mais pedidos pelos fãs após o primeiro filme.

O Pachycephalosaurus é conhecido por sua cabeça em formato de cúpula óssea, esse dinossauro protagoniza uma cena de ataque contra os caçadores da InGen, usando sua força para derrubar veículos. O Compsognathus, ou Compy, são pequenos e aparentemente inofensivos, esses dinossauros aparecem em grupo e atacam de forma coordenada. Têm destaque em cenas de suspense, inclusive na abertura do filme. O Mamenchisaurus é um dinossauro de pescoço extremamente longo, que aparece brevemente em uma cena de observação na ilha, impressionando os personagens por seu tamanho. E o Parasaurolophus, que embora tivesse sido apenas mencionado visualmente no primeiro filme em uma cena distante, só em ‘O Mundo Perdido ele tem participação mais evidente, sendo capturado pelos caçadores. Esses dinossauros ajudaram a ampliar a diversidade de espécies no universo da franquia, oferecendo novas possibilidades de ação e suspense para a sequência.

A principal diferença entre ‘Jurassic Park e ‘O Mundo Perdido: Jurassic Park está no tom e na ambientação. Enquanto o primeiro filme tem uma estrutura mais contida, com suspense e clima de descoberta dentro de um parque controlado, o segundo é mais focado na ação, com um cenário de floresta selvagem na Isla Sorna, onde os dinossauros vivem livres. O primeiro destaca o terror da tecnologia descontrolada, enquanto o segundo aborda a exploração e caça predatória dos animais. Além disso, o primeiro tem um elenco mais científico e familiar, enquanto o segundo inclui caçadores e mercenários. Por fim, o segundo filme tem um terceiro ato urbano, com o T-Rex invadindo San Diego, algo ausente no original.

A mudança de elenco em ‘O Mundo Perdido: Jurassic Park refletiu a nova direção que Steven Spielberg quis dar à sequência. Dos personagens principais do primeiro filme, apenas Ian Malcolm (Jeff Goldblum) retornou com papel de destaque, enquanto os protagonistas anteriores, como Alan Grant (Sam Neill) e Ellie Sattler (Laura Dern), ficaram de fora. Spielberg queria focar mais em Malcolm e explorar o personagem além de seu papel cômico anterior. Para contracenar com ele, foi criada a personagem Sarah Harding, uma paleontóloga comportamental.

Para o papel de Sarah, várias atrizes foram consideradas. Entre os nomes cogitados estiveram Juliette Binoche, que recusou para fazer ‘O Paciente Inglês, e Helen Hunt, que estava em alta após o sucesso de ‘Twister‘ (1996). Spielberg também chegou a considerar atrizes como Jodie Foster e Gillian Anderson, mas acabou escolhendo Julianne Moore, que vinha se destacando em filmes independentes. Moore trouxe à personagem uma combinação de força, inteligência e vulnerabilidade, ajudando a criar uma figura feminina mais ativa e aventureira em meio ao caos dos dinossauros.

Na época de seu lançamento em maio de 1997, ‘O Mundo Perdido: Jurassic Park recebeu uma recepção crítica mista, com opiniões divididas. Muitos elogiaram os efeitos visuais avançados, a ação intensa e as sequências grandiosas com os dinossauros, destacando principalmente o realismo das criaturas e a tensão das cenas na floresta. No entanto, a maioria dos críticos considerou que o filme não tinha o mesmo frescor, magia e senso de descoberta do original de 1993.

O tom mais sombrio e violento, aliado a um roteiro considerado menos coeso e com personagens menos carismáticos, gerou críticas sobre o desenvolvimento da história e o excesso de ação em detrimento da narrativa. O terceiro ato, com o T-Rex solto em San Diego, também foi alvo de opiniões divergentes: alguns o viram como um divertido tributo aos filmes de monstros clássicos, enquanto outros o acharam deslocado e exagerado. No geral, a crítica reconheceu o apuro técnico, mas apontou o filme como uma continuação inferior ao clássico original.

O Mundo Perdido: Jurassic Park estreou nos Estados Unidos em 23 de maio de 1997, com uma abertura histórica de US$ 72,1 milhões, quebrando o recorde de maior estreia da época. O filme liderou com ampla vantagem o ranking de bilheteria, superando produções ainda em cartaz como ‘O Quinto Elemento e ‘Volcano: A Fúria, e ofuscando a estreia de ‘A Lente do Amor, comédia romântica com Meg Ryan. No total, o filme arrecadou cerca de US$ 618 milhões mundialmente, consolidando-se como uma das maiores bilheterias de 1997, atrás apenas de fenômenos como ‘Titanic.

O Mundo Perdido: Jurassic Park ficou marcado por sua importância como uma das primeiras grandes sequências de um blockbuster da era moderna dos efeitos visuais digitais. Embora não tenha alcançado o mesmo prestígio crítico do original, o filme consolidou a franquia ‘Jurassic Park como uma marca de sucesso global, abrindo caminho para novas continuações e produtos licenciados. A sequência trouxe inovações técnicas em CGI e animatrônicos, com destaque para as cenas de ação mais ousadas e para a emblemática sequência do T-Rex em San Diego, que virou referência em filmes de monstros urbanos. Outra cena de destaque ocorreu com o ataque ao trailer, que fica pendurado no penhasco, e o momento que o precede com os vidros rachando.

Além disso, o filme ajudou a estabelecer Jeff Goldblum como um ícone pop, tornando Ian Malcolm um dos personagens mais lembrados da série. A produção também reforçou o debate sobre os limites da intervenção humana na natureza, um tema que continuaria sendo explorado nos filmes seguintes da franquia. Mesmo com suas críticas, ‘O Mundo Perdido mantém até hoje uma base sólida de fãs e é frequentemente reassistido por sua ação intensa e pelo aumento da escala de perigo que trouxe para o universo dos dinossauros no cinema.

‘People We Meet on Vacation’: Netflix anuncia adaptação estrelada por Tom Blyth e Emily Bader

people we meet on vacation

O aclamado livro People We Meet on Vacation ganhará uma adaptação cinematográfica pela Netflix, em parceria com a Temple Hill e a 3000 Pictures. O filme tem estreia global marcada para 9 de janeiro de 2026 na plataforma, conforme noticiado pelo Deadline.

A direção do longa-metragem fica por conta de Brett Haley (I’ll See You in My Dreams), Tom Blyth (‘Jogos Vorazes – A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes’)
e Emily Bader (‘Minha Lady Jane’) vão liderar o longa.

“A comédia romântica acompanha a história de Poppy, uma jovem espontânea e aventureira, e Alex, um homem metódico e apegado à rotina. Apesar das personalidades contrastantes, eles são melhores amigos há uma década, mantendo a tradição de passar as férias de verão juntos todos os anos, mesmo morando em cidades diferentes. Contudo, a delicada dinâmica dessa amizade é posta à prova quando ambos começam a questionar o que todos ao seu redor já perceberam: seriam eles, na verdade, o par romântico ideal?”, diz a sinopse.

O roteiro foi assinado por Yulin Kuang, em colaboração com Amos Vernon e Nunzio Randazzo. Esta produção faz parte de um acordo no qual a Sony Pictures concede à Netflix prioridade para desenvolver filmes voltados ao streaming.

O elenco do filme ainda inclui nomes como Sarah Catherine Hook, Lucien Laviscount, Miles Heizer, Jameela Jamil, Tommy Do, Lukas Gage, Alice Lee, Molly Shannon e Alan Ruck.

Peter-Henry Schroeder, ator de ‘Jornada nas Estrelas: Enterprise’, morre aos 90 anos

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O ator Peter-Henry Schroeder, conhecido por seus trabalhos emArgo e ‘Jornada nas Estrelas: Enterprise’, faleceu pacificamente aos 90 anos no dia 7 de junho, no Lake City VA Medical Center, na Flórida, cercado por sua família. A notícia foi confirmada pelo Deadline.

Em Hollywood, Schroeder fundou sua própria produtora, a PHS Productions, para desenvolver projetos pessoais. Ele também atuou como professor convidado na American Academy of Dramatic Arts e, em 1979, criou o Actor/Artist Group Workshop.

No mesmo ano de 1979, Schroeder atuou ao lado de Meryl Streep e Alan Alda no filme The Seduction of Joe Tynan. Em 2001, interpretou o Chanceler Klingon em dois episódios de ‘Jornada nas Estrelas: Enterprise’. Mais recentemente, teve um papel como produtor no premiado Argo.

Mesmo nos últimos dias de vida, no centro médico de veteranos da Flórida, Schroeder mantinha seu espírito ativo, costumando dizer: “Quando vocês vão me tirar daqui? Preciso voltar para Los Angeles [para trabalhar]”.

Seu corpo será levado de volta a Los Angeles para ser sepultado com honras militares no VA National Cemetery. A data da cerimônia será anunciada futuramente.

Peter-Henry Schroeder deixa sua filha, Valerie Lynn Schroeder, seu filho Peter Henry Schroeder II e a nora Felicia Cristiani Bass, além de dois netos: Peter Henry Schroeder III e Jarrid Michael Schroeder.

‘Nosferatu’: Aclamado terror de Robert Eggers será lançado na Prime Video; Saiba quando!

Mulher jovem com sangue falso escorrendo da boca

O aclamado remake de ‘Nosferatu‘, dirigido por Robert Eggers (‘A Bruxa’) será lançado na Prime Video.

A produção chega à grade de programação do streaming no dia 11 de julho.

Sucesso entre os críticos – com 91% de aprovação no Rotten Tomatoes –, o longa recebeu uma nota B- do público no CinemaScore, que é considerada uma avaliação aceitável para o gênero.

A trama é um conto gótico de obsessão entre uma jovem assombrada na Alemanha do século XIX e o antigo vampiro da Transilvânia que a persegue, trazendo consigo um horror incalculável.

Crítica | Robert Eggers cria uma carta de amor ao terror gótico com o estupendo ‘Nosferatu’

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O filme recebeu uma classificação etária alta (R), o que significa que só poderá ser assistido por maiores de 18 anos ou menores acompanhados de um responsável, devido a “violência sangrenta, nudez gráfica e conteúdo sexual”.

O elenco conta com Bill Skarsgard (It: A Coisa) Lily Rose Depp (‘The Idol’), Aaron Taylor-Johnson (‘Trem-Bala’), Willem Dafoe (‘Pobres Criaturas’), Nicholas Hoult (‘X-Men: Primeira Classe’) e Emma Corrin (‘Deadpool 3’).

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‘O Vingador Tóxico’ retorna em novo cartaz do remake; Confira!

O remake de ‘O Vingador Tóxico‘, estrelado por Peter Dinklage (‘Game of Thrones’), ganhou um novo cartaz.

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O longa recebeu 92% de aprovação dos críticos, e chega aos cinemas estadunidenses em 29 de agosto – ainda sem confirmação de estreia no Brasil.

Na trama, Dinklage estrela como o zelador oprimido Winston Gooze que, depois de cair em um tanque de lixo tóxico, se torna ninguém menos que o Vingador Tóxico. Esta reimaginação oportuna está à altura de seus olhos em temas ambientais, enquanto Winston enfrenta as forças malignas da ganância e da corrupção para salvar seu filho, seus amigos e sua comunidade. Mesmo que esta história exista em seus próprios termos, o espírito, sem dúvida, permanece conectado ao original. 

O elenco ainda conta com Jacob Tremblay (‘O Predador’), Kevin Bacon (‘O Ataque dos Vermes Malditos’), Elijah Wood (‘Maníaco’), Julia Davis (‘Trama Fantasma’), Sarah Niles (‘I May Destroy You’), Jonny Coyne (‘A Voz Suprema do Blues’) e Taylour Paige (‘A Voz Suprema do Blues’).

O remake é escrito e dirigido por Macon Blair, que ganhou o aval de Lloyd Kaufman, o criador do clássico.

Brad Pitt surpreende ao aconselhar jovens atores a evitarem filmes de super-heróis: “Eles vão morrer”

Brad Pitt, renomado ator de filmes comoClube da Luta, compartilhou recentemente um conselho valioso para as novas gerações de atores em ascensão em Hollywood, expressando preocupação com as pressões da indústria atual.

De acordo com a Variety, Pitt revelou que gosta de acompanhar o surgimento de novos talentos, embora não tenha citado nomes específicos. Ele fez um alerta para que esses jovens não cedam às armadilhas de certos projetos.

“Gosto de ver o que a nova geração está trazendo”, disse Pitt. “Gosto de observar os desafios que enfrentam e a forma como lidam com isso. Eles se divertem mais. Nós éramos mais rígidos, tudo tinha que ser sobre atuação… tipo, você não podia se vender, não podia ‘se vender’. Mas agora é como: ‘Podemos ser artistas em várias áreas, então vamos fazer isso e curtir’. Mas também se prendem à ideia de que ‘precisam de uma franquia’ ou ‘precisam de um super-herói’. E eu continuo dizendo: ‘Não façam isso! Não! Eles vão morrer'”.

Quando os irmãos Kelce comentaram que entrar nesse tipo de projeto, especialmente franquias ou filmes de super-heróis, pode levar ao esgotamento, Pitt concordou e afirmou que realmente pode ser “mortal” para os jovens atores.

2ª temporada de ‘Dan Da Dan’ estreia na Netflix; Confira a abertura!

A 2ª temporada do anime ‘Dan Da Dan‘ já está disponível no catálogo brasileiro da Netflix.

Na trama, após ganharem poderes sobrenaturais, Okarun e Momo se deparam com alienígenas, fantasmas e vários tipos de criaturas paranormais.

Para promover o lançamento, o serviço de streaming compartilhou a sequência de abertura do novo ciclo.

Confira, com o trailer:

Esta é uma história sobre Momo, uma garota do ensino médio que vem de uma família de médiuns espirituais, e seu colega de classe Okarun, um garoto fanático pelo ocultismo. Depois que Momo resgata Okarun de uns valentões, eles se tornam amigos. No entanto, suas visões de mundo distintas os levarão a um dilema: Será mesmo que aliens e fantasmas existem?

Visando provar que o que acreditam é real, Momo vai a um hospital abandonado onde um OVNI foi avistado, enquanto Okarun vai a um túnel que dizem ser assombrado. Para surpresa deles, cada um se depara com atividades paranormais avassaladoras que transcendem a compreensão. Em meio a isso tudo, Momo desperta seu lado oculto e Okarun ganha o poder de uma maldição para superar esses novos perigos! Será que o amor deles destinado também começará aqui?

Hiroshi Seko assina a criação da série.

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