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Novo trailer e cartaz INCRÍVEIS de ‘Guardiões da Galáxia Vol. 2’

A Marvel Studios liberou nessa madrugada o mais novo trailer completo de Guardiões da Galáxia Vol. 2.

De quebra, em suas redes sociais, James Gunn – diretor e roteirista da produção – liberou um cartaz novinho em folha.

Confira, com o cartaz mais abaixo:

 

 

[SPOILER] Saiba novos detalhes da trama de ‘Guardiões da Galáxia Vol. 2’

 

Drax e Senhor das Estrelas em novas imagens de ‘Guardiões da Galáxia Vol. 2’

Com o sucesso absoluto do primeiro filme e depois de vídeos e imagens divulgados, ‘Guardiões da Galáxia Vol. 2‘ já é um dos filmes mais aguardados de 2017.

James Gunn comenta sobre a trilha sonora de ‘Guardiões da Galáxia Vol. 2’

Chris Pratt, o líder da equipe espacial do Marvel Studios, afirmou em entrevista no The Jess Cagle Interview que o segundo longa é ainda melhor que o primeiro.

“É maior e melhor que o primeiro filme de todas as maneiras. E isso é dizer muito porque eu acho o primeiro filme muito bom.” disse Chris Pratt.

Com direção de James Gunn (que esteve no Brasil para participar de um painel sobre o filme na CCXP 2016 – Comic Con Experience) ‘Guardiões da Galáxia Vol. 2‘ tem no elenco Karen Gillan (Nebula), Zoe Saldana (Gamora), Dave Bautista (Drax), Bradley Cooper (a voz de Rocket), Vin Diesel (a voz de Baby Groot),  Kurt Russell (Ego) e Michael Rooker (Yondu). ‘Guardiões da Galáxia Vol. 2‘ estreia dia 27 de Abril de 2017.

‘Guardiões da Galáxia’ pode ganhar derivado focado no Rocket e no Groot

Oscar anuncia vencedor errado em gafe histórica; Assista!

O Oscar 2017 foi marcado por uma grande confusão, no principal prêmio da noite.

Warren Beatty e Faye Dunaway leram o cartão de Melhor Atriz ao invés de Melhor Filme, e anunciaram ‘La La Land‘ como o vencedor da noite.

Depois, o produtor avisou que ‘Moonlight‘ era verdadeiro escolhido.

Assista:

Melhor filme
A Chegada
Até o Último homem
Estrelas além do tempo
Lion
Moonlight: Sob a luz do luar
Um Limite entre nós
A qualquer custo
La la land: Cantando estações
Manchester à beira-mar

Melhor diretor
Dennis Villeneuve (A chegada)
Mel Gibson (Até o último homem)
Damien Chazelle (La la land: Cantando estações)
Kenneth Lonergan (Manchester à beira-mar)
Barry Jenkins (Moonlight: Sob a luz do luar)

Melhor ator
Casey Affleck (Manchester a beira mar)
Denzel Washington (Um Limite entre nós)
Ryan Gosling (La La Land – Cantando estações)
Andrew Garfield (Até o Último Homem)
Viggo Mortensen (Capitão Fantástico)

Melhor atriz
Natalie Portman (Jackie)
Emma Stone (La La Land – Cantando estações)
Meryl Streep (Florence: Quem é essa mulher?)
Ruth Negga (Loving)
Isabelle Huppert (Elle)

Melhor ator coadjuvante
Mahershala Ali (Moonlight: Sob a luz do luar)
Jeff Bridges (A Qualquer Custo)
Lucas Hedges (Manchester à beira-mar)
Dev Patel (Lion: uma jornada para casa)
Michael Shannon (Animais noturnos)

Melhor atriz coadjuvante
Viola Davis (Um Limite entre nós)
Naomi Harris (Moonlight: Sob a luz do luar)
Nicole Kidman (Lion)
Octavia Spencer (Estrelas além do tempo)
Michelle Williams (Manchester à beira-mar)

Melhor fotografia
A chegada
La la land
Moonlight
O silêncio

Melhor animação
Kubo e as cordas mágicas
Moana
My life Courgette
The red turtle
Zootopia

Melhor filme em língua estrangeira
Land of mine
A mand called Ove
O apartamento
Tanna
Toni Erdmann

Melhor roteiro original
La la land: Cantando estações
Manchester à beira-mar
A qualquer custo
O lagosta
20th century woman

Melhor roteiro adaptado
Moonlight
Lion
Um Limite entre nós
Estrelas além do tempo
A chegada

Melhor documentário
Fire at sea
I am no your negro
Life, animated
O.J. Made in America
13th

Melhor curta-metragem
Ennemis Intérieurs
La femme et le TGV
Silent night
Sing
Timecode

Melhor curta-metragem de animação
Blind Vaysha
Borrowed time
Pear Cider and Cigarettes
Pearl
Piper

Melhor documentário em curta-metragem
Extremis
41 miles
Joe’s violin
Watani: My homeland
The white helmets

Melhor edição
A chegada
Até o último homem
A qualquer custo
La la land: Cantando estações
Moonlight: Sob a luz do luar”

Melhor edição de som
A chegada
Deepwater horizon
Até o último homem
La la land: Cantando estações
Sully: O herói do rio Hudson

Melhor mixagem de som
A chegada
Até o último homem
La la land: Cantando estações
Rogue One: Uma história Star Wars
13 Hours: The secret soldiers of Benghazi

Melhor design de produção
A chegada
Animais fantásticos e onde habitam
Ave, Cesar!
La la land: Cantando estações
Passageiros

Melhores efeitos visuais
Deepwater horizon
Doutor Estranho
Mogli
Kubo and the two string
Rogue One: Uma história Star Wars

Melhor canção original
Audition (The fools who dream) (La la land: Cantando estações
Can’t stop the feeling” (Trolls)
City of stars” (La la land: Cantando estações)
The empty chair” (Jim: The James Foley Story)
How far I’ll go” (Moana)

Melhor trilha sonora
Micha Levi (Jackie)
Justin Hurwitz (La la land: Cantando estações)
Nicholas Britell (Moonlight: Sob a luz do luar)
Thomas Newman (Passageiros)

Melhor cabelo a maquiagem
A man called Ove
Star Trek: Sem fronteiras
Esquadrão suicida

Melhor figurino
Allied
Animais fantásticos e onde habitam
Florence: Quem é essa mulher?
Jackie
La la land: Cantando estações

‘Get Out’: Terror sobre RACISMO arrasa nas bilheterias norte-americanas

Com 100% de aprovação no site Rotten Tomatoes, ‘Get Out‘ fez uma abertura grandiosa nas bilheterias norte-americanas e liderou o fim de semana.

Com um orçamento de apenas US$ 4,5 milhões, o filme arrecadou US$ 35 milhões e tirou a liderança de ‘Fragmentado‘.

De maneira surpreendente, o filme escrito e dirigido pelo também comediante Jordan Peele conquistou 100% de aprovação no site Rotten Tomatoes, um dos maiores termômetros do cinema.

Get Out‘ traz a história de um casal inter-racial, Rose (Allison Williams) e Chris (Daniel Kaluuya). Após um período juntos, Rose leva seu namorado para a casa de seus pais, no norte do estado de Nova York. No entanto, Missy e Dean (Catherine Keener e Bradley Whitford) não sabem que o atual parceiro de sua filha é de fato negro. Ao chegar na residência da família, Chris passa a se sentir desconfortável em meio aos sogros, que o convidam a se submeter à hipnose. Com o passar do tempo na casa de Missy e Dean, o jovem começa a descobrir segredos macabros que envolvem a casa localizada no subúrbio, além de uma sinistra história sobre jovens homens negros constantemente desaparecendo na região.

Confira alguns trechos das análises dos principais veículos do ramo do entretenimento:

“’Get Out‘ é extremamente assustador, e também traz muito valor nutricional como bônus”
Kyle Smith, New York Post

 

“Um show de terror com choques a cada minuto, com tensão racial e uma percepção satírica picante. Como apenas um filme é tudo isso? Assista ‘Get Out‘, filme de estreia na direção de Jordan Peele (aquela metade cômica da série ‘Key and Peele’) e leve um chacoalhão”
–  Peter Travers, Rolling Stone

 

“O elenco perfeitamente em sintonia de Peele e o ágil trabalho de câmera desencadeiam seu hilário humor ao lado de uma ira política; Com seu primeiro filme, ele já se torna uma versão americana do cineasta espanhol Luis Buñuel”.
Richard Brody, New Yorker

 

“Ele é vestido de homenagens e ainda sim é uma história original que por si só será homenageada nas gerações que ainda estão por vir ”
Scott Mendelso, Forbes

 

Peele pega o conceito por trás de ‘Adivinhe Quem Vem Para Jantar?’ e leva ao seu limite, no gênero mais extremo possível”
Edward Douglas, Den of Geek

 

“’Get Out‘ pode ser profundamente imperfeito, mas já era a hora de Hollywood dar corpo a um filme que é mais interessado em assustar sua audiência diretamente, do que de fato agradá-la”
David Ehrlich, IndieWire

 

Get Out‘ chega aos cinemas americanos nesta quinta-feira, 24. Ainda não há data de estreia para o Brasil.

‘Resident Evil: O Capítulo Final’ tem 3ª maior abertura da história na China

Resident Evil 6: O Capítulo Final’ teve uma abertura grandiosa na China.

Segundo o Deadline, o filme arrecadou US$ 33 milhões em seu primeiro dia, e encerrou o final de semana com US$ 94 milhões.

Trata-se da terceira maior abertura de um filme hollywoodiano na China, atrás de ‘Velozes e Furiosos 7‘ e ‘Warcraft‘.

Mundialmente, o longa já soma US$ 239 milhões.
Confira as maiores bilheterias da franquia:

1. Resident Evil: Recomeço – US$ 300.2 milhões mundialmente
2. Resident Evil: Retribuição – US$ 240 milhões mundialmente
3. Resident Evil: O Capítulo Final – US$ 239 milhões mundialmente
4 .Resident Evil: Extinção – US$ 148.4 milhões mundialmente
5. Resident Evil: Apocalipse – US$ 129.3 milhões mundialmente
6. Resident Evil – US$ 103.0 milhões mundialmente

‘Resident Evil’ deve ganhar reboot nos cinemas

Assista nossa crítica:

Os Melhores e Piores Filmes da Franquia ‘Resident Evil’

Crítica | Resident Evil 6 – O Capítulo Final 

EXCLUSIVO: Milla Jovovich revela se toparia fazer mais filmes da franquia ‘Resident Evil’

Arlequina surge com visual diferente em nova foto de ‘Esquadrão Suicida’

Esquadrão Suicida‘ teve uma imagem inédita dos bastidores divulgadas, que mostra Margot Robbie com um vestido. A cena foi cordata do filme.

Confira:

Recentemente, o diretor David Ayer falou pela primeira vez sobre a polêmica envolvendo o Coringa de Jared Leto em ‘Esquadrão Suicida‘.

O personagem foi usado para vender o filme, mas acabou tendo poucas cenas no corte final. E ele se arrepende de não tê-lo deixado como o principal vilão da história.

“Queria ter uma máquina do tempo para voltar e fazer do Coringa o vilão principal. Eu criaria uma história mais realista. Precisei aprender o que foi bom, e o que foi ruim. Eu adoro fazer filmes, e também adoro a DC”, ele falou.

Em resposta a um fã, ele revelou mais detalhes da produção.

“Foi um filme controverso… Tentei fazer algo inédito, com visual e linguagem própria. Quis trazer a insanidade das HQs. Foi uma jornada e eu aprendi muito. Esquadrão Suicida teve seus erros, e todo mundo sabe. É horrível abrir um jornal e ver anos de trabalho e suor serem despedaçados”, ele concluiu.

Recentemente, foi divulgado um vídeo com mais cenas cortadas do vilão:

‘Esquadrão Suicida’: Jared Leto compara o Coringa ao Diabo

Saiba quem são as criaturas misteriosas de ‘Esquadrão Suicida’ 

Batman em imagens de ‘Esquadrão Suicida’ 

Em ‘Esquadrão Suicida‘, Amanda Waller dirige uma agência secreta do governo que se chamado ARGUS e cria uma força tarefa ‘suicida’ de super-vilões. O governo norte-americano recruta um grupo de criminosos, formado por Pistoleiro, Arlequina, Capitão Bumerangue, Coringa e Rick Flagg, para missões especiais.  Eles são obrigados a embarcar em uma missão perigosa e mortal em troca de penas mais curtas.

‘Carros 3’ ganha novo trailer DUBLADO

A animação ‘Carros 3‘, da Disney/Pixar ganhou um novo trailer dublado.

Assista:

 

O filme vai se concentrar em Relâmpago McQueen, agora um piloto veterano, enquanto participa em corridas ao redor da América com uma nova treinadora, Cruz Ramirez, e um novo rival, Jackson Storm. E também personagens que retornam como Mate, Sally, e Ramom.

Surpreendido por uma nova geração de corredores incrivelmente rápidos, o lendário Relâmpago McQueen é repentinamente afastado do esporte que ama. Para voltar com tudo às corridas, ele precisará da ajuda da jovem treinadora de corridas, Cruz Ramirez. Com o seu plano para vencer, mais a inspiração do Fabuloso Doc Hudson e alguns acontecimentos inesperados, eles partem para a maior aventura de suas vidas. O teste final do campeão será na maior prova da Copa Pistão!

O estúdio agendou a estreia para 16 de junho de 2017.

As melhores aberturas de séries de TV

15Algumas fazem a gente cantar, outras situam o que vai acontecer na série, tem as que apresentam os atores/personagens e tantas outras de vários estilos. O fato é que uma abertura ou uma simples intro marcante e bem feita dá sim o tom e a cara de uma boa série.

É praticamente impossível colocar em alguma sequência que diga que uma é melhor que a outra, então essa lista não será um top, mas virá na sequencia me pipocar na mente, o que quer dizer que provavelmente as que aparecerem primeiro na lista são as quais me lembro mais e tenho mais carinho. Também recomendo que vocês as assistam, ou seja, não vai ter textão, apenas algumas coisas que me chamam atenção nelas.

Dexter

Uma das aberturas mais peculiares e marcantes de todos os tempos. A gente vai acompanhando algumas atitudes cotidianas e rotineiras que, por algum motivo, parecem sufocantes e animalescas. Seja para amarrar o cadarço ou mastigar carne, tudo que é mostrado na abertura da série nos dá uma impressão ruim, até que somos introduzidos ao personagem. É claro que quanto mais assistimos a série, mais nos encaixamos no contexto e mais nos apaixonamos por essa abertura tão eficiente.

 

Pushing Daisies

Uma série que durou pouco e passou meio batidinha. Ela conta a história de um confeiteiro que tem o inusitado dom de devolver as pessoas à vida com um toque, mas como todo bônus vem com um ônus, um segundo toque é fatal e mata a pessoa de vez. A abertura tem uma estética toda fofa e parece um mundo de fantasias, assim como o contexto da série em si. Ela é explicativa, funcional e muito bacana.

 

Mad Men

Passada na década de 60, é uma querida e obrigatória da galera que, como eu, vive no mundo das publicidades da vida. Com uma trilha sensacional e marcante, é uma das aberturas com maior número de referências ao mundo pop, já sendo de cara uma boa lembrança do filme “Um Corpo que Cai”. Todos os prédios que vemos enquanto o protagonista é derrubado da sua glória são recheados de propagandas. O despenque todo elegante do personagem no sofá mostra bem o conceito de uma vida vivida de imagens, bem assim como vemos a trajetória de Don na série.

 

Six Feet Under

Sabe quando você pega um filme do Tarantino e todas aquelas imagens de mortes, violência de sangue ficam tão poéticas que saem lindas? A abertura dessa série maravilinda é exatamente isso. Toda fúnebre, afinal é disso que a série que se trata, ela tem umas imagens incrivelmente bem exploradas relacionadas com o tema guia da série, já sugerido no próprio título. A linha do tempo dos acontecimentos, os tons de cores e os ângulos explorados, tudo sobre essa abertura é uma verdadeira lição sobre como produzir algo sensacional.

 

The Nanny

Muito antes da música de ‘Um maluco no pedaço’ grudar na nossa cabeça e nos deixar neuróticos tentando decorar a letra, essa sitcom britânica incrível já tinha feito uma abertura nesse esquema de narrar a trajetória da personagem protagonista e o mais bacana ainda é o visual, uma vez que todo o esquema de abertura não é feito com imagens da série ou foram filmadas pelos personagens, tudo é no maior estilo desenho e dá um tom todo especial na abertura. Mesmo não tendo todo aquele ritmo, ainda assim a música fica na cabeça… E a série em si é uma delicinha de se assistir.

 

The Big Bang Theory

A série dos meus nerds do coração é um pacotinho completo. Além de uma trilha sonora que gruda na cabeça e deixa a gente com vontade de fazer curso de Inglês pra chegar num nível de conseguir cantar também a parte rápida da letra, a série também deixou o pessoal enlouquecido para conseguir capturar e desvendar frame por frame e figura por figura da história do universo sendo narrada em tão poucos segundos. E, claro, tudo sempre amarradinho no final mostrando o elenco reunido no clássico sofá.

 

New Girl

Provavelmente eu sou o tipo de pessoa que vai viver uma vida lastimando o fato de que a abertura tenha sido alterada. Ela era bem insossa no piloto, mas depois virou uma coisa toda bacaninha. Assim como em Pushing Daisies, a vibe das cenas da abertura são tão fantasiosas quanto o mundo da protagonista em si. Os garotos estão lá, participando também. A musiquinha é toda gostosa e cantável junto e o estilo da abertura me lembra muito um clipe que eu adoro – e vou indicar sim, se reclamar indico dois – da música “I don’t know” da fofa da Lisa Hannigan.

 

True Blood

http://youtu.be/4E4U96fA-qE

Primeiramente, aquela trilha né! True blood tem dois elementos de séries que já foram citadas aqui, e consegue unir ambos com perfeição. As imagens são chocantes e agonizantes, assim como no caso de Dexter, e tratam também da morte, como no caso de Six feet under, com a diferença de que as imagens de morte e decomposição são bem mais viscerais. Mas não dá pra negar que é isso tudo – e…. eu já falei daquela trilha??? – que impacta e imprime uma qualidade única na abertura da série, que não passa despercebida. Ah, e é claro que eu não posso deixar de falar da trilha, que é ótima!

 

Buffy – A Caça Vampiros

Tem uma pancada de séries que têm uma abertura nessa mesma linha que mostra cenas da série e utiliza os personagens pra apresentar o elenco pro pessoal que assiste, mas essa, em específico, tem um clima todo ação, tiro, porrada e bomba que é todo gostoso de assistir. A série, que tem sua ação e tals, mas também é toda teen, conseguiu parecer algo muito mais eletrizante e cheio de aventuras do que é. O fato é que a abertura vende, e muito bem, a série em si.

 

Fringe

Pra mim esse é o melhor exemplo de uma intro toda funcional. Com pouquíssimo tempo de duração, música e imagens fazem um casamento entre si que é espetacular. A série, que é uma ficção científica – incrível – fica muito bem representada em poucos segundos. Geralmente eu falo muito ou pouco de uma coisa que amo, o muito é quando algo me empolga demais, o pouco é quando eu amo algo, mas quero muito que as pessoas vejam. Dá um play e vê por si, é muito sensacional.

 

Presença de Anita

A gente não pode deixar de lado algumas coisas muito bacanas que a Globo já fez, tanto em relação a novelas quanto séries. E tem muita coisa legal mesmo! Mas essa, especificamente, é uma das primeiras que eu lembro. A série toda Lolita, que nos apresentou a já esquecida e apagada Mel Lisboa, foi uma das produções mais marcantes da emissora e tinha uma abertura toda spoiler com aquele pianinho e aquela música toda sacana da “ne me quitte pas“.

 

Castelo Rá-Tim-Bum

Falando em produções nacionais, um dos grandes vícios televisivos da galera da minha época foi essa produção inesquecível da TV Cultura. O mais legal da abertura, na verdade, é a produção dela. Sempre assistimos o castelo do tio Victor sendo construído quando, na verdade, a produção original foi feita toda ao contrário. A gravação começa com a maquete completa e o castelo vai sendo desconstruído no decorrer da produção. Outra coisa que também foi gravada toda ao contrário é aquela bandeirinha que, tecnicamente, sobe chega ao topo do castelo. Toda a sequencia foi filmada de cabeça para baixo. E assim a gente vai descobrindo como o mundo da TV é realmente uma ilusão.

 

Game of Thrones

É muito possível que você já tenha ouvido alguma versão da música dessa abertura sem nem saber de onde ela veio. Talvez muito mais do que falar da icônica abertura de uma icônica série é identificar a repercussão que ela já gerou. Sendo reproduzida de todos os modos que você puder imaginar, tanto a trilha quanto o conceito visual da abertura de GOT viraram verdadeiros ícones culturais que não passam ilesos nem pela rainha da Inglaterra. Outro detalhe que sempre vale ser destacado é o lance de como a abertura vai expandindo de acordo com o andamento da série, onde novos territórios e partes do mapa vão sendo mostrados.

 

How I Met Your Mother

São apenas 13 segundos que você nem pensa em pular. Geralmente você vai cantar o párapapá todas as vezes e cantar variações dela na sua cabeça no ritmo da música. Mesmo bem curtinha, a abertura deixa a gente querendo dar aquelas pausas para ver todas as fotos e, recentemente, jogou um forninho na cabeça da sociedade que fica tentando entender por qual causa, motivo, razão ou circunstância parece que a Lily está meio que algemada já no primeiro frame da abertura. Fica o questionamento de um detalhe que eu nunca tinha reparado e agora salta diante dos meus olhos toda vez que assisto.

 

Treme

http://www.youtube.com/watch?v=1M1Iagf3GSs

A gente sabe (bem) que as séries da HBO tem muito cuidado com as suas aberturas. Um ótimo caso está aqui! A série que narra a história de uma New Orleans destruída pelos fenômenos do furacão Katrina tem um tom muito certeiro na mistura entre imagens antes e depois do incidente quanto na sua trilha. A mistura de momentos de vida normal e de vidas alegres e bem constituídas com momentos que nos deixam totalmente tristes ao lembrar de quantas pessoas perderam tudo em um momento como aquele são guiadas por uma trilha que ainda nos faz ver beleza nas coisas e manter algum otimismo diante das tragédias inesperadas.

 

The Walking Dead

É bacana ver uma série que consegue a proeza de mudar de abertura com o tempo e ainda assim manter um padrão de qualidade. A trilha marcante e o tom de cores e as cenas sempre apocalíticas que deixam uma sensação de vazio e abandono são mantidas, o que faz a abertura sempre ter um jeitinho um tanto quanto macabro. Vale lembrar que, assim como no caso de algumas outras que já foram citadas aqui, a abertura da série também dá o que falar quando algumas pistas são colocadas ou quando alguns nomes não aparecem.

 

Lost

A única coisa que passa na minha cabeça quando eu vejo a intro de Lost é como apenas 12 segundos com apenas o nome da série escrito com um efeitinho de nada pode ser tão chamativa. Nem tem muito o que falar dela, pois ela é mega curta e, ao contrário de Fringe ou How I Met Your Mother, não tem uma sequência de imagens, mas ela é incrível mesmo assim.

 

Família Dinossauro

Tem muita coisa legal de antiga que deveria entrar aqui, mas estamos falando de um caso que não apenas é genial, mas também introduziu um bordão. Pensar nela é lembrar da frase “Querida, cheguei!”. Além da vibe de mostrar o lado tenebroso dos dinossauros primeiro, muito antes de vermos o Dino, depois de um tempo ela fica com aquela trilha toda bonachona e mostra aquela assustadora família da espécie de um modo todo normal e aprontando aventuras de montão, no melhor estilo de frase de filme da Sessão da tarde.

 

American Horror Story

A série que a cada temporada se passa em um contexto doido e diferente é muito precisa em apresentar os elementos das coisas que podemos esperar nas suas respectivas aberturas. Sempre com uma trilha de dar arrepios e imagens macabras, a abertura em si já é assustadora o suficiente e imagens nada amigáveis para quem não gosta muito do estilo de AHS. O bom é que a abertura por si já é honesta, ou seja, se você não simpatizar com a abertura, não veja a série. Caso contrário, veja!

 

Friends

Um clássico Simples assim! A mãe das sitcoms conta com uma abertura tão lendária quanto as 10 temporadas que narram a saga dos 6 amigos mais famosos do universo. Contando sempre com as imagens do chafariz e clássica trilha composta especialmente para a série, é impossível saltar a abertura sem ao menos bater palminhas com a música. Outra coisa bacana são as aberturas com alguma coisinha especial, como o episódio que é um flashback e mostra como poderia ter sido a vida dos personagens caso eles tivessem tomado outras decisões de vida e também o episódio que passou na época que Courteney Cox casou, onde o sobrenome de casada dela foi colocado no nome de todos os outros atores.

Anos 90! Fotos dos Tapetes Vermelhos vão te deixar com “Vergonha Alheia”…

Para muitos, as celebridades nos tapetes vermelhos (e seus indefectíveis figurinos só que não) são as melhores partes de qualquer cerimônia de premiação.

É bem verdade que a coisa já foi bem mais divertida e atualmente, no monocromático cenário do politicamente correto, a mesmice do genérico toma conta. Dificilmente, encontramos aquelas esplendorosas gafes de outrora.

Como recordar é viver, decidimos alegrar seu início de semana mostrando o que você não lembrava – ou em muitos casos, não conhecia: os famigerados tapetes vermelhos dos anos 1990 e suas celebridades, vestidas para matar. Com base na matéria do site Konbini, relembre conosco como era a vida e a moda naquela, agora distante, época.

Rose McGowan e Marilyn Manson

CinePOP - McGowan e Manson

O andrógeno Manson já foi o maior astro de rock do mundo e namorou diversas atrizes de Hollywood, entre elas a jovem Evan Rachel Wood. Aqui, no entanto, vamos relembrar a época em que era noivo da atriz Rose McGowan (hoje uma politizada feminista), que exibia atitude tão rock n roll quanto o músico. Entre os figurinos exuberantes da dupla em premiações, estão o infame vestido transparente da moça e o pijama da vovó do roqueiro.

Gwen Stefani

CinePOP - Rossdale e Stefani

Stefani, também roqueira e atriz, é um símbolo da moda e porta-voz feminino atualmente. Nos anos 1990, no entanto, quando era casada com o também músico e ator Gavin Rossdale, possuía um estilo muito mais despojado e excêntrico. Aqui ela aparece com um penteado que talvez tenha sido a inspiração para Rey (Daisy Ridley) de Star Wars.

Pamela Anderson e Tommy Lee

CinePOP - Anderson e Lee

Essa lista não trata apenas de moda e penteados, mas sim de comportamentos. Nesta imagem, como podemos ver, a musa Pamela Anderson se comporta de uma forma que seria considerada imprópria para os padrões atuais. Tá certo que a estrela do seriado SOS Malibu nunca foi conhecida pelo bom senso e discernimento. Na época de seu casamento com o maloqueiro Tommy Lee, brigas, escândalos e até mesmo uma fita pornô vieram à tona, colocando um prego no caixão de sua carreira.

Jennifer Lopez

CinePOP - Walhberg e Lopez

Aqui, aparecendo ao lado do hoje astro Mark Wahlberg, a latina Jennifer Lopez surge com um chapéu de cowboy. Bem, nem uma origem country a musa possui, mas por algum motivo apareceu desta forma em um evento. Se J-Lo, hoje um ícone de moda e glamour, pudesse recolher certas imagens públicas…

Will Smith e Celine Dion

CinePOP - Smith e Dion

Nunca esqueceremos que Will Smith foi Um Maluco Pedaço (Fresh Prince of Bel Air), não importa quantos blockbusters o astro emplaque (hoje em dia nenhum). O próprio não nos fazia esquecer do mesmo, pelo menos na época, na qual aparecia com os figurinos mais deslumbrantes, só que não. Aqui, Smith apareceu ao lado da igualmente elegante Celine Dion – trajando um misto de roupa íntima, camisola e tapete persa.

Chloe Sevigny

CinePOP - Sevigny

Sóbria e sem exageros, a indie Chloe Sevigny – na época uma menina – era a cara do atemporal. Mesmo que sua roupa nesta foto lembre muito um poste.

Freddie Prinze Jr. e Brandy

CinePOP - Prinze Jr. e Brandy

Ok. Está é a foto mais anos 90 da lista. Para começar, as personalidades aqui apresentadas basicamente existiram apenas no período. A dupla participou do terror Eu Ainda Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado (1998), o que por si só já é outro mito da década. Na imagem, Prinze Jr. aparece com as pontas do cabelo arrepiado pintadas de rosa. Não dá para ficar muito mais datado do que isto.

Winona Ryder

Winona Ryder during 66th Annual Academy Awards at Dorothy Chandler Pavillion in Los Angeles, CA, United States. (Photo by Barry King/WireImage)

A melhor atriz de sua geração na época, Ryder reinou nos anos 1990, não existindo um diretor no período que não a quisesse abrilhantando sua produção. Além de todo o talento, a atriz tinha a silhueta ideal para preencher um vestido justo como poucas. Bem, quando o figurino não era o de uma odalisca em fuga.

Elijah Wood e Leonardo DiCaprio

CinePOP - Wood e DiCaprio

Wood e DiCaprio não começaram suas vidas profissionais nas peles de Frodo Bolseiro e Jack Dawson, pelo contrário, a carreira da dupla foi iniciada com os atores ainda menininhos. Aqui, eles aparecem exalando elegância de smokings, e ainda apoiando a causa contra a Aids. Impecáveis e politizados. Fecha a boca, DiCaprio.

Will Smith e Mariah Carey

CinePOP - Carey e Smith

Smith aparece mais uma vez na lista, se tornando o campeão dos tapetes vermelhos bregas dos 90´s. As famosas regatas cavadas e coloridas fizeram a época e a década de 1990 não seria nada sem elas. De óculos a la Fresh Prince, Smith alista uma amiga para pagar mico com ele: uma Mariah Carey (de fru fru no cabelo) bem diferente da que estamos acostumados.

11 Filmes baseados em Games que estreiam nos próximos anos

Quadrinhos, em especial de super-heróis, são as maiores fontes de ideias para os grandes blockbusters que permeiam os cinemas a cada ano. Muitos fãs, inclusive, esperam pelo lançamento do novo filme de super-herói para sair de casa e ir até o cinema. Na contramão desta tendência, os filmes baseados em games ainda não encontraram seu lugar ao sol. Muitos já tentaram, mas o sucesso absoluto ainda não foi alcançado. A série Resident Evil segue firme e forte, mas seus defensores são, digamos, dúbios. Já Warcraft, lançado este ano, prometia quebrar a barreira, se tornando um divisor de águas. Não foi o caso. Seja como for, tais fontes de ideias continuam a ser procuradas pelos estúdios e produtores, e alguns irão aportas nas salas de cinema nos próximos anos. Aproveitando o lançamento de Resident Evil: O Capítulo Final e Assassin´s Creed, as próximas investidas a chegarem, ambos com lançamento programado para janeiro de 2017,  e baseado numa matéria do site CheatSheet, fizemos uma lista com o que os aficionados devem aguardar para os próximos anos. Boa diversão.

Dead Island

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Os zumbis são mesmo os monstros mais em voga dentro da cultura pop atual. E nos videogames isso não é diferente. Dead Island apresenta o resort perfeito para as suas férias, numa ilha paradisíaca. Não fosse pela infestação de uma horda de mortos-vivos.  O projeto de levar o game, lançado em 2011 e que já rendeu duas continuações, aos cinemas esteve com o estúdio Lionsgate, abandonando os direitos comprados para o longa antes de tirá-lo do papel. Agora, nas mãos das produtoras Occupant Entertainment e da editora Deep Silver, o filme pode finalmente ver a luz do dia, com planos do início da pré-produção para o fim deste ano. Dead Island ainda não possui data de estreia programada.

Shadow of the Colossus

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Um favorito dos fãs, hoje considerado um clássico, Shadow of the Colossus fez sua estreia no console Playstation 2, em 2005. Na trama do game, um homem precisa derrotar dezesseis criaturas colossais a fim de trazer sua amada de volta à vida. Isso que é amor. E pensávamos que Scott Pilgrim tinha uma tarefa difícil. Já que a plataforma é de propriedade da Sony, o filme igualmente está nas mãos da empresa, que de forma conveniente também possui seu próprio estúdio de cinema. Shadow of the Colossus – o filme já escalou inclusive um diretor. Trata-se do argentino Andrés Muschietti, que comandou Mama (2013), terror produzido por Guillermo del Toro. Por sua vez, o cineasta mexicano esteve à frente de Círculo de Fogo (2013), que igualmente trazia criaturas colossais. Resumindo, está tudo em casa. O roteiro é assinado por Seth Lochehad (Hanna). Shadow of the Colossus ainda não possui data de estreia divulgada.

Metal Gear Solid

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A série de games Metal Gear Solid, iniciada em 1998, se tornou uma das mais cultuadas no gênero pelos fãs. A história apresenta o superespião Solid Snake, cuja inspiração foi o personagem Snake Plissken (Kurt Russell), dos filmes Fuga de Nova York (1981) e Fuga de Los Angeles (1996), de John Carpenter. Entre vilões megalomaníacos e intrincadas conspirações intermináveis, as aventuras do personagem são tidas como inadaptáveis ao cinema. Bem, isso não significa que não irão tentar. A deixa é a presença de Kieffer Sutherland dublando o protagonista no último jogo. Quem entende, diz que o ator seria perfeito para viver o personagem. O que vocês acham? Outro rumor, este mais plausível, aponta para a possível direção de Jordan Vogt-Roberts, cineasta responsável por Kong: A Ilha da Caveira, blockbusters que promete fazer estrago no ano que vem.

The Division

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Os games atuais funcionam cada vez mais como obras cinematográficas, prontas para a transferência para os cinemas. Este, lançado em 2016, tem uma trama curiosa, e fala sobre membros de uma força-tarefa designados a manter a paz após uma epidemia de varíola deixar Nova York em ruínas. Detalhe, o evento ocorreu numa Black Friday e dizimou a cidade em cinco dias. Soa como sátira, não é? Mas trata-se de uma ficção científica de ação. Baseado numa ideia de Tom Clancy, o filme The Division irá contar com as presenças ilustríssimas dos talentosos Jake Gyllenhall (Nocaute) e Jessica Chastain (A Colina Escarlate), nos papeis protagonistas, dando credibilidade à obra.

Uncharted

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Não é de hoje que mídias se homenageiam, ou simplesmente pegam ideias emprestadas. Aqui, a inspiração para este game sobre um caçador de tesouro, com jeito debochado de espertalhão, criado em 2007, foi claramente o arqueólogo Indiana Jones – ok, Lara Croft já havia feito antes também. Bem, mesmo depois de filmes que também pegaram carona na ideia, como A Lenda do Tesouro Perdido (2004) e Sahara (2005), e até mesmo livros (O Código Da Vinci), chegou a vez de Uncharted, um jogo extremamente cinematográfico tentar também.  Do filme, tudo o que sabemos é que a trama centrará na busca pela lendária cidade de El Dorado, e que o roteirista e diretor vinculados ao projeto são respectivamente Joe Carnahan (Esquadrão Classe A) e Shawn Levy (Gigantes de Aço).

The Last of Us

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Tido como o mais cinematográfico dos games, ao menos dos contidos nesta lista, The Last of Us gerou polêmica ao ser lançamento em 2013, por criar uma das protagonistas na forma exata da atriz Ellen Page sem o consentimento ou participação da mesma no projeto. O irônico seria se Page aceitasse protagonizar o longa. Na história, um homem e uma menina precisam atravessar os EUA após um apocalipse mutante (e não zumbi!) ter devastado o país há quase vinte anos. Neil Druckmann, responsável pelo roteiro dos games, fará a transição para o roteiro do filme.

Sly Cooper

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O primeiro game bonitinho da lista, que mira no público mais infantil. A história fala sobre um grupo de amáveis animaizinhos ladrões, que só roubam de outros criminosos, comandados guaxinim (seres extremamente populares, que o diga Rocket de Guardiões da Galáxia), Sly Cooper. O filme, que mistura ação e aventura, no entanto, conta com um elenco não muito conhecido cedendo as vozes aos personagens, o que deverá tirar certo chamariz da obra. Além disso, a direção é de Kevin Munroe. Quem? Pois é, o sujeito que escreveu e dirigiu Heróis da Galáxia – Ratchet e Clank, lançado este ano e também baseado num game.

Tomb Raider

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Agora sim chegamos ao topo da lista. Lara Croft é a musa dos games e deixou muitos nerds babões noites acordados jogando, sonhando e sabe-se lá o que mais (não queremos nem pensar sobre isso) com suas aventuras. Versão feminina e mais bem dotada de Indiana Jones, Croft é uma milionária durona, e no cinema já teve as formas de Angelina Jolie duas vezes, em Tomb Raider (2001) e A Origem da Vida (2003). Em 2013, os jogos da arqueóloga ganharam um reboot, e o mesmo ocorre no cinema, com Alicia Vikander (vencedora do Oscar por A Garota Dinamarquesa) assumindo a forma mais mignon de Croft. Programado para 2018, o novo filme Tomb Raider tem roteiro da promissora estreante Geneva Robertson-Dworet (sem trabalhos lançados, alguém confia muito no taco da moça, já que tem programado os roteiros do reboot de Dungeons & Dragons e Sherlock Holmes 3), e direção do norueguês Roar Uthaug (A Onda).

Splinter Cell

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Mais uma vez baseado numa história do autor Tom Clancy (mais conhecido pelos livros do agente da CIA Jack Ryan), Splinter Cell apresenta as aventuras do espião Sam Fisher. O longa, programado para 2017, trará um Fisher mais jovem, na pele de Tom Hardy (Mad Max – Estrada da Fúria). A direção está vinculada ao cineastas Doug Liman (A Identidade Bourne e No Limite do Amanhã).

Resident Evil: O Capítulo Final

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Será que o sexto episódio da cine-série Resident Evil será mesmo o último? Os fãs de cinema torcem o nariz, muitos fãs do game também. Na verdade, a franquia funciona mais no quesito prazer culposo, em especial as partes dois, três e quatro, e para os fãs das acrobacias de Milla Jovovich. Seja como for, a atriz está de volta, novamente sob o comando do maridão Paul W.S. Anderson, para mais uma investida contra zumbis e criaturas modificadas em laboratórios. Desta vez, ao som da banda Guns n Roses. A Sony lança o filme no Brasil no dia 26 de janeiro de 2017.

Assassin´s Creed

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Lançado em 2007, o game é um favorito dos fãs. A trama mistura história antiga e ficção científica, quando um homem nos tempos atuais, tem sua memória transportada através de um artefato, para o corpo de um assassino histórico do passado longínquo. Pelo trailer, o filme parece respeitar a complexa premissa. Além disso, Assasssin´s Creed conta com nomes como Michael Fassbender e Marion Cotillard, impulsionando e a direção de Justin Kurzel. O trio havia trabalhado junto no recente Macbeth: Ambição e Guerra (2015). Assassin´s Creed chega ao Brasil, trazido pela Fox, no dia 12 de janeiro de 2017.

Vencedores do Oscar 2017

 

Melhor filme
A Chegada
Até o Último homem
Estrelas além do tempo
Lion
Moonlight: Sob a luz do luar
Um Limite entre nós
A qualquer custo
La la land: Cantando estações
Manchester à beira-mar

Melhor diretor
Dennis Villeneuve (A chegada)
Mel Gibson (Até o último homem)
Damien Chazelle (La la land: Cantando estações)
Kenneth Lonergan (Manchester à beira-mar)
Barry Jenkins (Moonlight: Sob a luz do luar)

Melhor ator
Casey Affleck (Manchester a beira mar)
Denzel Washington (Um Limite entre nós)
Ryan Gosling (La La Land – Cantando estações)
Andrew Garfield (Até o Último Homem)
Viggo Mortensen (Capitão Fantástico)

Melhor atriz
Natalie Portman (Jackie)
Emma Stone (La La Land – Cantando estações)
Meryl Streep (Florence: Quem é essa mulher?)
Ruth Negga (Loving)
Isabelle Huppert (Elle)

Melhor ator coadjuvante
Mahershala Ali (Moonlight: Sob a luz do luar)
Jeff Bridges (A Qualquer Custo)
Lucas Hedges (Manchester à beira-mar)
Dev Patel (Lion: uma jornada para casa)
Michael Shannon (Animais noturnos)

Melhor atriz coadjuvante
Viola Davis (Um Limite entre nós)
Naomi Harris (Moonlight: Sob a luz do luar)
Nicole Kidman (Lion)
Octavia Spencer (Estrelas além do tempo)
Michelle Williams (Manchester à beira-mar)

Melhor fotografia
A chegada
La la land
Moonlight
O silêncio

Melhor animação
Kubo e as cordas mágicas
Moana
My life Courgette
The red turtle
Zootopia

Melhor filme em língua estrangeira
Land of mine
A mand called Ove
O apartamento
Tanna
Toni Erdmann

Melhor roteiro original
La la land: Cantando estações
Manchester à beira-mar
A qualquer custo
O lagosta
20th century woman

Melhor roteiro adaptado
Moonlight
Lion
Um Limite entre nós
Estrelas além do tempo
A chegada

Melhor documentário
Fire at sea
I am no your negro
Life, animated
O.J. Made in America
13th

Melhor curta-metragem
Ennemis Intérieurs
La femme et le TGV
Silent night
Sing
Timecode

Melhor curta-metragem de animação
Blind Vaysha
Borrowed time
Pear Cider and Cigarettes
Pearl
Piper

Melhor documentário em curta-metragem
Extremis
41 miles
Joe’s violin
Watani: My homeland
The white helmets

Melhor edição
A chegada
Até o último homem
A qualquer custo
La la land: Cantando estações
Moonlight: Sob a luz do luar”

Melhor edição de som
A chegada
Deepwater horizon
Até o último homem
La la land: Cantando estações
Sully: O herói do rio Hudson

Melhor mixagem de som
A chegada
Até o último homem
La la land: Cantando estações
Rogue One: Uma história Star Wars
13 Hours: The secret soldiers of Benghazi

Melhor design de produção
A chegada
Animais fantásticos e onde habitam
Ave, Cesar!
La la land: Cantando estações
Passageiros

Melhores efeitos visuais
Deepwater horizon
Doutor Estranho
Mogli
Kubo and the two string
Rogue One: Uma história Star Wars

Melhor canção original
Audition (The fools who dream) (La la land: Cantando estações
Can’t stop the feeling” (Trolls)
City of stars” (La la land: Cantando estações)
The empty chair” (Jim: The James Foley Story)
How far I’ll go” (Moana)

Melhor trilha sonora
Micha Levi (Jackie)
Justin Hurwitz (La la land: Cantando estações)
Nicholas Britell (Moonlight: Sob a luz do luar)
Thomas Newman (Passageiros)

Melhor cabelo a maquiagem
A man called Ove
Star Trek: Sem fronteiras
Esquadrão suicida

Melhor figurino
Allied
Animais fantásticos e onde habitam
Florence: Quem é essa mulher?
Jackie
La la land: Cantando estações

Ouça a música-tema de Meghan Trainor para ‘Os Smurfs e a Vila Perdida’

A cantora Meghan Trainor divulgou a música “I’m a Lady”, criada especialmente para ‘Os Smurfs: A Vila Perdida‘ (Get Smurfy).

Assista:

Get Smurfy‘ encontra Smurfette e seus irmãos em uma caminhada pela inexplorada Floresta Encantada para tentar descobrir uma lendária aldeia de Smurfs antes que seu rival, o malvado feiticeiro Gargamel, o faça. Ao longo do caminho, alguns dos mistérios das origens das pequenas criaturas azuis são trazidos à luz: os Smurfs vêm em outras cores? Suas casas são de cogumelos orgânicos? E… por que há 99 meninos e apenas uma menina???

Demi Lovato, artista honrada com discos de platina, foi escalada para dar voz à poderosa Smurfette, com o ator cômico indicado ao Emmy, Rainn Wilson (The Office, Monstros vs. Aliens) encarnando o papel do inimigo dos Smurfs, Gargamel. O Papai Smurf será interpretado pelo vencedor do Emmy, Mandy Patinkin (A Princesa Prometida, Homeland).

Julia Roberts dublará a SmurfWillow.

Com lançamento mundial marcado para 31 de março de 2017, o novo longa-metragem de aventura de animação será dirigido por Kelly Asbury (Shrek 2, Gnomeu e Julieta), produzido por Jordan Kerner (A Menina e o Porquinho, Os Smurfs) e coproduzido por Mary Ellen Bauder (Hotel Transilvânia).

 

James Franco e Zachary Quinto no trailer do drama gay ‘I Am Michael’

I Am Michael‘, drama baseado em fatos sobre pastor que diz ser “ex-gay”, teve seu primeiro trailer divulgado.

Confira, com o trailer:

O filme é baseado no artigo “My Ex Gay Friend”, publicado por Benoit Denizet-Lewis na New York Times Magazine, que conta a história de Michael Glatze (vivido por Franco), pastor cristão do estado americano de Wyoming que diz ter curado sua homossexualidade.

O cineasta Gus Van Sant (‘Milk: A Voz da Igualdade’, ‘Gênio Indomável’) serve como produtor executivo ao lado de Franco. Justin Kelly dirige.

Morre Bill Paxton, ator de ‘Titanic’ e ‘Aliens’

Bill Paxton morreu neste domingo, 26, após complicações em uma cirurgia cardíaca.

“É com muito pesar que comunicamos a notícia de que Bill Paxton faleceu por complicações após uma cirurgia cardíaca. Sua paixão pela arte era percebida por qualquer um que o conhecesse e sua calorosa e incansável energia era inegável”, afirmou a família.

Bill Paxton nasceu em 1955 e se criou em Fort Worth, Texas.

Entre seus filmes mais conhecidos estão ‘Titanic‘ (1997), ‘Aliens – O Resgate‘ (1983) e ‘Tornado‘ (1995).

Atualmente, ele participava da série ‘Training Day’, do canal americano CBS.
Paxton foi casado com Louise Newbury por 30 anos, com quem teve dois filhos.

Rita Repulsa ameaça a Ranger Amarela em novo comercial de ‘Power Rangers’

A Lionsgate divulgou um novo clipe de  ‘Power Rangers‘, que traz a vilã Rita Repulsa (Elizabeth Banks) ameaçando a Ranger Amarela.

Confira, com o trailer:

Escrita por Ryan Parrott (‘Star Trek: Academia da Frota Estelar’, ‘Batman: Portões de Gotham’), com arte de Lucas Werneck e capa ilustrada de Greg Smallwood, ‘Power Rangers: Aftershock‘ (‘Power Rangers: Depois do Choque‘) será lançada no dia 29 de março do próximo ano. A sinopse não revela muito sobre a história, até porque se tratando de uma sequência direta do filme ela poderia revelar algum spoiler do longa. 

Dirigido por Dean Israelite, ‘Power Rangers‘ acompanha a trajetória de cinco adolescentes comuns, que descobrem dons extraordinários quando eles percebem que a sua pequena cidade, Angel Grove, e o mundo inteiro está a beira de ser extinto por uma ameaça alienígena. Escolhidos pelo destino, os jovens heróis descobrem rapidamente que eles são os únicos que podem salvar o planeta. Mas, para isso, eles terão que superar seus problemas da vida real e se unir como os Power Rangers. O elenco da ficção inclui Dacre Montgomery (Ranger Vermelho), Becky G. (Ranger Amarelo), Ludi Lin (Ranger Preto), Rj Cyler (Ranger Azul), Naomi Scott (Ranger Rosa), além de Elizabeth Banks e Bryan Cranston.

O filme estreia em 23 de Março de 2017.

‘Power Rangers’: Teoria afirma que Rita Repulsa era a Ranger Verde; Entenda! 

Ator de ‘The Flash’ faz campanha para estrelar reboot de ‘Power Rangers’

Os ‘Power Rangers‘ tiveram um filme lançado nos cinemas em 1995, dirigido por Bryan Spicer.

Mulher-Maravilha’ ganha novo pôster e revelações

Mulher-Maravilha‘ teve uma nova arte divulgada para divulgar o livro ‘Wonder Woman: The Deluxe Junior Novel‘.

Além do pôster, foi revelado em entrevista à Empire que a diretora Patty Jenkins já havia iniciado um projeto sobre a Mulher-Maravilha há dez anos, mas o filme acabou sendo cancelado porque o estúdio temia que um filme protagonizado por uma mulher não fizesse sucesso.

Anos mais tarde, a diretora foi recontratada para comandar o projeto.

Confira:


A estreia do novo filme da personagem acontece em 2 de junho de 2017.

Gal Gadot elogia o Batman de Ben Affleck em entrevista

Gal Gadot fala sobre a bissexualidade da ‘Mulher-Maravilha’ 

Chris Pine (franquia ‘Star Trek‘) será Steve TrevorRobin Wright vive Antíope e Connie Nielsen será a Rainha Hipólita, mãe de Diana, também estão no elenco.

A direção ficará a cargo de Patty Jenkins, que dirigiu ‘Monster: Desejo Assassino’ e episódios das séries ‘The Killing’ e ‘Entourage’. Ela substitui Michele MacLaren (‘Game of Thrones’, ‘Breaking Bad’), que deixou o cargo por diferenças criativas com o estúdio.

Antes de tornar-se Mulher-Maravilha, ela era Diana, princesa das Amazonas, treinada para ser uma guerreira invencível. Criada numa isolada ilha paradisíaca, Diana descobre que um grande conflito assola o mundo para além de suas fronteiras quando um piloto americano cai com seu avião nas areias da costa. Convencida de que é capaz de vencer a ameaça de destruição, Diana parte da ilha. Lutando lado a lado com homens numa guerra que pretende acabar de vez com todas as guerras, ela vai descobrir todos os seus poderes… e seu verdadeiro destino.

Com ‘Stranger Things’, ‘House of Cards’, Netflix comemora o Carnaval com Marchinha

Com uma marchinha hilária, a Netflix chegou com tudo para comemorar o Carnaval.

A plataforma de streaming sabe que muita gente aproveita a festa, mas por outro lado, uma grande parcela dos brasileiros também vai da sala pro quarto, do quarto para a Netflix, da Netflix para a própria Netflix.

Com isso, a empresa fez uma Marchinha hilária para mostrar todo o conteúdo original da plataforma.

Assista:

10 Filmes para você assistir e fugir do carnaval

Brasil, terra do futebol, das lindas mulheres, da corrupção, dos governos festeiros, e, óbvio, a terra do carnaval. Uma data festiva, que todos comemoram, vista por muitos como importante para o turismo em nosso país. Agitos dos trios elétricos mais barulhentos do planeta, bundas rebolando, curtição, bebedeira, pegação, Ivete, Claudia, calor e uma ressaca terrível no dia seguinte. Legal! #sqn. Para quem foge de momentos como esse, vista o seu abadá cinéfilo, vá ao cinema, alugue um montão de filmes, entre no ar condicionado e faça a sua folia!

Abaixo, 10 filmes para você curtir o carnaval se deliciando como todo e bom cinéfilo:

 

10) Inside Llewyn Davis – Balada de um Homem Comum

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Com uma introdução musical belíssima, o novo trabalho dos irmãos mais famosos do mundo do cinema pode ser considerado uma baladinha Folk dentro do cinema. Tecnicamente excelente, Inside Llewyn Davis – Balada de um Homem Comum mostra uma incrível jornada, rumo ao fundo do poço, ao mundo do Entretenimento musical norte-americano, trajeto vivido por uma alma conturbada e deveras sonhadora. A história fica engessada no protagonista mas bons coadjuvantes ajudam a contar esse conto sonhador moderno.

Esse filme mostra que cantar é a alegria e a expressão da alma. Quando o protagonista chega ao limite de suas forças, coadjuvantes surgem para contribuírem com um certo tipo de direção ou mesmo aprendizagem para o jovem cantor solo. Assim, vemos aparições relâmpagos de Justin Timberlake, a sempre ótima Carey Mulligan e o excelente John Goodman que dá um verdadeiro show com seu personagem folgado por si só que vai tirar risadas a todo instante da plateia.

A melancolia do personagem principal e a forma como vê e sente o mundo ao seu redor é muito parecidacom as letras das canções de Folk, gênero imortalizado pelo grande Bob Dylan (que é mencionado e interpretado em uma rápida sequência). Driblando sua própria desarmonia, somos testemunhas do sofrimento e desenvolvimento de um homem em busca do seu tão sonhado eldorado. É possível nos identificarmos facilmente com esse ótimo personagem, seu jeito enrolado de ver o mundo reflete o sentimento de muitos do lado de cá das telas.

Com o Folk tomando conta da telona, você vai sair do cinema querendo ter o cd com todas as músicas cantadas neste projeto. Mesmo sendo considerado Cult, o trabalho deve e merece ser assistido por pessoas de todas as idades, gostos cinéfilos, gostos musicais. Mais um acerto dos Coen. Viva essa experiência, bravo!

 

O que esse filme ensina: O Folk é um gênero musical bem melhor que qualquer trio elétrico. Assistir a esse ‘show’ no ar condicionado e sem abadá, é o que há!

 

09) Clube de Compras Dallas

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Até onde um homem vai em busca de sua salvação? Uma das grandes sensações em festivais importantes mundo à fora, e um dos indicados ao Oscar de Melhor Filme neste ano, Clube de Compras Dallas é um retrato escancarado de um homem em busca da cura para uma doença que já matou milhões de pessoas neste planeta. Dirigido pelo canadense Jean-Marc Vallée (que comandou o ótimo A Jovem Rainha Victoria) e com uma atuação digna de Oscar dos atores  Matthew McConaughey e Jared Leto, o drama deve comover do início ao fim qualquer um que tiver a sorte de assistir a este belo trabalho.

O longa-metragem aborda muito bem toda a mentalidade da população perante aos riscos do vírus HIV. O preconceito exacerbado (para muitos, quem tinha Aids era porque tivera relações homossexuais), as dúvidas sobre os tratamentos confiáveis pelos portadores do vírus, as brigas judiciais entre fabricantes de medicamentos norte-americanos e pessoas que procuravam novas soluções para combater a doença. Clube de Compras Dallas não deixa de ser uma crítica à indústria farmacêutica que lucra milhões anualmente. É um trabalho inteligente e muito corajoso de Vallée e toda a equipe.

Todo o elenco esteve inspirado durante o período de gravações. O antes rejeitado pelos cinéfilos, Matthew McConaughey consegue a melhor atuação de sua carreira (que decolou com muito mais talento nos pelos menos últimos cinco filmes que participou) e tem reais chances de conseguir um dos Oscars na próxima noite da grande festa. A certeza maior de prêmio é para Jared Leto. O cantor/ator mais uma vez interpreta um personagem envolvido no mundo das drogas e mais uma vez mostra que é um artista completo, magnífica atuação. Até a mulher do ex-novo Batman Ben Aflleck, Jennifer Garner, consegue desempenhar com muita eficácia sua complicada personagem.

Clube de Compras Dallas é um filme que conquistará muito fãs no Brasil e no mundo. A qualidade cênica é importante para toda a história fluir e captar a atenção do espectador durante toda a fita. Esse é um daqueles filmes impactantes que marcará a carreira de todos seus participantes.

O que esse filme ensina: A nossa vida vale muito e lutamos por ela todos os dias.

08) Grand Central

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Quando o amor não basta, o medo consome. Para falar sobre as problemáticas nucleares, uma pincelada crítica dos abalos energéticos de muitos países, a diretora Rebecca Zlotowski (em seu segundo longa-metragem) utiliza uma cobertura romântica protagonizada pela mais nova musa do cinema francês, Léa Seydoux. Grand Central pode ser definido também como a história de homens e seu traiçoeiro trabalho que geram conflitos emocionais, físicos e familiares muito bem reproduzidos na telona.

A conflituosa relação que o destino cravou gira quase que exclusivamente em torno do protagonista, um homem que nunca esteve apaixonado e que vive de maneira intensa sua vida. Nas mesas de sinuca ou na estrada andando como nômade à procura de uma razão para sua existência, encontra no amor seus conflitos mais profundos. Um jogo de paixão, desejo e razão vão se misturando, deixando o personagem à deriva de ações inconseqüentes.

Obviamente, a intenção da fita era transmitir e criar uma discussão em cima da problemática e os perigos das usinas nucleares. Só que a história que a princípio viria em segundo plano, o amor singelo e bruto entre dois personagens, acaba tomando o papel de protagonista no processo de interação com o espectador muito por conta da intensidade e competência da atriz Léa Seydoux, iluminada (mais uma vez) em cena.

Longe de ser o melhor filme da coadjuvante principal de Azul é a Cor Mais Quente (nem tão pouco seu filme mais polêmico), Grand Central merece ser conferido por todos os cinéfilos pois consegue encontrar em suas subtramas uma inteligente razão de existência.

O que esse filme ensina:  Nas histórias mais confusas encontramos os amores mais intensos.

 

07) Pais e Filhos

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Depois do maravilhoso trabalho O Que Eu Mais Desejo, o diretor japonês Hirokazu Koreeda volta a falar sobre a relação da família no seu mais novo projeto, o cativante Pais e Filhos. Usando de uma simplicidade e uma delicadeza impressionante, o filme é uma grande jornada sentimental nas escolhas difíceis que pais e filhos se envolvem. O espectador é alvo fácil de cada palavra, cada sentimento, contidos em todas as linhas desse roteiro.

O que mais deixa o público envolvido com a história é a construção belíssima do personagem Ryota. Um Workaholic assumido, deixa sua família em segundo plano, assim como seu pai no passado fizera com ele. Perdido em meio ao caos emocional estabelecido pela trágica notícia, Ryoto, a cada passo que tenta dar pra frente se esquece dos pequenos detalhes afetivos e comete uma série de ignorâncias, fruto de sua frieza característica. Quando a mudança se torna eminente, o filme ganha contornos tão emocionantes que fica impossível os olhos não se encherem de água.

Se você já teve uma relação difícil com seus pais, esse filme chegará como um cometa colorido que vai atingir a superfície de seu coração. O poder dessa história, juntamente com a mágica do cinema, é enorme e pode fazer você querer mudar certas situações, quem sabe até mesmo perdoar. As lições são inúmeras, esteja de coração aberto para receber esse lindo trabalho. Sábio, é o pai que conhece o seu próprio filho. E vice-versa. Não perca esse filme.

O que esse filme ensina: Pais e filhos é uma relação eterna de amor, na maioria do tempo.

 

06) Fruitvale StationA Última Parada

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Em seu primeiro longa-metragem, o cineasta californiano Ryan Coogler surpreende o mundo do cinema com um poderoso drama baseado em fatos reais que gera indignação e calafrios do início ao fim. Fruitvale Station: A Última Parada é aquele tipo de filme que faz o espectador não conseguir desgrudar os olhos da telona. A impactante trama não deixa de ser uma bandeira contra a violência policial e o despreparo da segurança, que ainda ocorre em muitas grandes cidades ao redor do planeta.

Fruitvale Station: A Última Parada é um filme independente. Partindo desse ponto, já sabemos que a força cênica precisa funcionar, exatamente para conseguir criar toda a atmosfera de sofrimento que a trama pede. A vencedora do Oscar Octavia Spencer domina o filme com sua sofrida, controlada e bastante racional personagem. Aos olhos dessa mãe em desespero por dentro mas controlada por fora, o público se sente, cada minuto que passa, mais próximo desta trágica história.

O projeto como um todo, pode ser visto como uma grande crítica às injustiças do destino, ao despreparo de policiais e ao preconceito que ainda cisma em sobreviver nesse mundo. Ao causar indignação do público, ou para todos que não conheciam essa história, o diretor consegue que a mensagem seja passada de forma muito objetiva nas telonas. Fruitvale Station: A Última Parada é um filme que pode e deve ser usado em salas de aula, principalmente em disciplinas ligadas à sociologia e direito. Essa é, sem dúvidas, uma fita que todo cinéfilo precisa conferir.

05) Breathe In

Breathe In, film

As músicas mais bonitas são aquelas que chegam ao coração de alguém que nos entende. Depois de conquistar plateias no mundo todo com o tênue romance Loucamente Apaixonados, o cineasta californiano Drake Doremus dirige e assina o roteiro da atraente fita Breathe In. Falando sobre a redescoberta da arte do viver em meio a um caos familiar derivado das conseqüências de atos naturais e impensáveis, o drama possui um enredo envolvente que vai conquistar o público do primeiro ao último minuto de fita.

A profundidade em que chegam os personagens quando são atingidos por novas perspectivas é visto nas telas com uma verdade tocante. A trama gira toda em cima de Keith que teve uma vida cheia de alegria interrompida muito cedo por conta da gestação de sua namorada e atual mulher. Um certo complexo de juventude paira pela cabeça dele com a chegada da linda Sophia. Qualquer lembrança sobre como era mais divertida sua vida vivendo de música e na cidade grande, é motivo para um isolamento instantâneo que só Sophia parece entender.

Uma relação madura e carinhosa de desejo entre homem e mulher (e também pela arte que conhecem) vai dominando os dois personagens. Um encontra no outro um porto seguro. O jeito que se olham, aquele brilho no olhar, a maneira como sentem e se identificam com a música levam essas duas almas a um relacionamento de respeito, desejo, confiança e carinho, por mais que o restante dos envolvidos (mais precisamente a filha imatura e a passiva mulher de Keith) sofram as conseqüências desses atos.

Selecionado no Festival de Sundance em 2013, Breathe In é um daqueles trabalhos em que a força dos personagens faz a riqueza da história. As melancolias, os dramas, as situações constrangedoras são passadas ao público de maneira muito verdadeira. Os últimos 20 minutos de fita são cheios de momentos intensos, dramáticos, surpreendentes e avassaladores. Vocês não podem perder esse ótimo filme, afinal, quem nunca buscou novos sentidos para sua vida?

O que esse filme ensina: A felicidade está ao alcance de quase todos nós. Os opostos não se atraem.

 

04) Enquanto você Dorme

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Já trancou direito a porta da sua casa hoje? A nova fita espanhola “Enquanto Você Dorme” é um drama misturado com suspense que deixa o espectador completamente abismado com o que está vendo em cena. O roteiro assinado por Alberto Marini mostra o dia-a-dia de um condomínio sob os olhos do psicótico César, um porteiro que controla tudo e todos, que possui uma avassaladora obsessão por uma das moradoras, a bela Clara.  Esse Thriller, muito bem dirigido pelo catalão Jaume Balagueró (um dos diretores de “Rec”), é uma grata surpresa e por conta do desfecho em aberto pode muito bem ter uma continuação. Os cinéfilos adorariam.

Na história, acompanhamos o porteiro (César) de um edifício. A princípio tudo aparentemente normal, até que aos poucos vamos sendo introduzidos à mente desse curioso personagem. Completamente insano despeja infelicidade ao seu redor, pois isso, é um remédio para sua tristeza e solidão. Está à beira do suicídio em muitos momentos, principalmente quando se sente dominado pelos raciocínios negativos de sua mente com problemas. A nova obsessão de Carlos tem apenas um nome: Clara. Completamente sem juízo, toda madrugada, invade o apartamento dessa moradora, aplica um mecanismo de dormência e se deita junto dela. Conforme os dias da semana vão passando a obsessão só cresce, a sorte de Clara é que alguns acontecimentos prejudicarão a continuidade da maluquice de César.

O veterano ator espanhol Luis Tosar (do eletrizante Cela 211) dá vida ao protagonista. Extremamente complexo e muito bem executado em cena, César é um dos melhores papéis de Tosar no cinema. A atriz Marta Etura, que interpreta Clara, também está muito bem e passa todo o clima de tensão que vive sua sofrida personagem. Fato curioso: Luis Tosar e Marta Etura são namorados na vida real.

Um filme tenso, com pitadas de loucura, que possui ótimas interpretações e personagens bastante originais. Não deixem de conferir! Merece uma continuação! Hitchcock ficaria feliz se visse esse filme!

O que esse filme ensina: O Cinema argentino dá de 10 a 5 em nosso cinema.

 

03) As Delícias da Tarde

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Em seu primeiro longa-metragem, a ex-roteirista de seriados famosos, Jill Soloway resolve abordar os dramas familiares e as problemáticas diárias que o sexo pode provocar em alguns casais na dramédia As Delícias da Tarde. Contando com um elenco oriundo de diversas séries norte-americanas, a estreante procura dar liberdade na composição dos personagens causando alguns exageros mas no geral uma fórmula que dá muito certo em cena.

É possível falar sobre sexo no cinema sem ser piegas ou ofensivo. As Delícias da Tarde é um grande consultório onde todos nós somos convidados a participar dos debates que acontecem entre os carismáticos personagens. A relação da protagonista com todos os outros coadjuvantes são excelentes, comovem e ajudam a contar essa boa história. O destaque para essas tramas secundárias fica para a ótima participação de Jane Lynch (Glee) na pele da psicóloga totalmente maluca Lenore.

Jill Soloway ganhou o prêmio de Melhor Direção no prestigiado Festival de Sundance deste ano. Realmente a direção surpreende positivamente, conseguem transformar uma história complicada em um filme gostoso de assistir. A liberdade que o elenco teve para criar os personagens poderiam ser um problema por conta do formato que estão acostumados (seriados) mas o saldo final é muito positivo e os personagens se sustentam com louvor até o final da história.

O único pecado é que o filme não tem data definida para ser exibido no Brasil. Os sortudos que frequentaram o Festival do Rio deste ano – assim como quem vos escreve – são os únicos brindados com essa delícia, seja ela de manhã, de tarde ou de noite. Se pintar por aqui, não esqueçam, anotem na agenda e vão ao cinema, essa história vocês precisam conferir.

 

02) 7 Caixas Paraguaias

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O sonho e a violência ganham contornos surpreendentes no elogiado drama paraguaio 7 Caixas Paraguaias. Dirigido pela dupla Juan Carlos Maneglia e Tana Schembori, o filme é uma grande caixinha de surpresas onde o espectador é o grande privilegiado. O longa-metragem (a maior bilheteria da história do cinema paraguaio) mostra o sonho, nos gestos e expressões do jovem protagonista que leva uma vida na pobreza, trabalhando duro todos os dias em um mercado de muambas, uma espécie de 25 de março (SP) ou Uruguaiana (RJ).

Em 7 Caixas Paraguaias somos apresentados a Víctor (Celso Franco), um carreteiro de 17 anos, que trabalha dia e noite em um famoso mercado no centro de Assunção (Paraguai) sonhando em algum dia ser famoso e aparecer nas telinhas das televisões que lotam as lojas do grande mercado. Certo dia, recebe uma proposta diferente e misteriosa, transportar 7 caixas de madeira até um lugar, cujo conteúdo ele desconhece, em troca de uma nota rasgada ao meio de 100 dólares. Assim, ao lado de sua amiga Liz (Lali Gonzalez) precisa chegar até o seu destino fugindo de todos que não querem que isso aconteça.

O drama vira suspense em questões de minutos. Somos jogados em uma história envolvente de ambição, segredos e assassinato. Com um ritmo ao melhor estilo Corra, Lola, Corra (1998), a câmera dos diretores apresenta uma realidade impressionante, sempre tremendo e captando as expressões dos personagens de maneira detalhista mesmo que alguns cortes secos mal feitos e enquadramentos esquisitos apareçam de vez em quando.

Os diálogos e situações inusitadas que acontecem são bem recebidos pelo público que executa gargalhadas em muitas sequências. O ritmo dinâmico, a inversão rápida entre os gêneros drama, suspense e comédia são uma ótima sacada e conquistam a todos. Dê uma chance aos nossos vizinhos, os vinte minutos finais de filme valem o ingresso. Bravo!

O que esse filme ensina: Você pode fazer sucesso a qualquer minuto. O Cinema paraguaio será outro depois desse filme.

 

1) Tiranossauro

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Com uma história intensa que fala sobre raiva e redenção de maneira muito comovente, o ator e agora diretor Paddy Considine (que assina a direção e o roteiro) faz a alegria dos cinéfilos com seu novo trabalho, “Tiranossauro”. O nome assusta um pouco, tem gente que acha até que o filme é de ficção científica, porém, qualquer suposição é apenas ilusão. O filme é recheado de pontos positivos e com duas atuações pra lá de convincentes.

Na trama, conhecemos Joseph um homem rodeado por desilusões e que está à beira da loucura dominado completamente pelo ódio que sente. Um certo dia, após beber todas em uma tarde, acaba indo parar na loja de Hannah, uma simpática vendedora que também possui seus problemas no cotidiano. Aos poucos, entre um drama e outro, vai surgindo entre eles uma amizade muito forte que acaba virando um conforto para essas duas almas perturbadas por fantasmas que os assombram à muito tempo.Ao analisarmos os dois personagens percebemos dois lados em cada um deles.

O longa possui cenas fortes e marcantes provocadas pela fúria sem limite dos personagens principais. O desfecho caracteriza um novo caminho e a liberdade de alguns desses carmas passado, porém, toda ação tem suas consequências. Bruto, intenso, brilhante!  Você não pode perder essa fita irlandesa que foi um dos filmes sensação dos últimos festivais do Rio de cinema.

O que esse filme ensina: A vida não é fácil pra ninguém

Crítica 2 | Logan

Hugh Jackman além da Cúpula do Trovão

A fonte mais rentável dentro do cinema de entretenimento / os chamados blockbusters / atualmente são os filmes de super-heróis. No subgênero, três estúdios dominam o mercado: a Disney (dona de quase todos os personagens da Marvel), a Warner (dona de todos os personagens da DC Comics) e a Fox (que tem como carro-chefe os personagens mais populares da Marvel, os X-Men, donos de um universo próprio quase tão amplo quanto o da própria Marvel). Dos três estúdios citados, embora seja o menos lucrativo, a Fox pode ser considerado o estúdio mais influente e revolucionário.

A afirmação se deve por, primeiro, ter dado o pontapé inicial com X-Men (2000), mudando definitivamente a forma como o subgênero era percebido pelo público e crítica, fazendo surgir o que temos hoje em matéria deste tipo de cinema. E segundo, por novamente mudar o jogo, trazendo um formato para tais obras nunca anteriormente tentado. Ano passado, a Fox lançou Deadpool, filme solo de um personagem secundário do universo X, e primeiro filme maninstream do gênero a usar a censura alta, com palavrões, violência e tudo que costuma assustar o órgão que determina a adequação de público nos EUA. Foi uma aposta arriscada, mas que se fez valer, e tornou o filme citado – que ainda possui muito mais méritos próprios – um tremendo sucesso. Vendo o potencial da coisa, a Fox lança agora sua segunda produção sob tais circunstâncias.

Logan é o terceiro filme solo do mutante Wolverine, personificado pela nona vez pelo indicado ao Oscar Hugh Jackman (se tornando o ator que por mais vezes interpretou o mesmo personagem na história do cinema). Anunciado como a última investida de Jackman no personagem (o que tenho lá minhas dúvidas), Logan é novamente dirigido por James Mangold (Wolverine: Imortal) e pode ser considerado o filme mais intenso dentro deste universo, seja no aspecto dramático, na visceralidade ou na forma em que retrata os personagens que viemos a conhecer e nos envolver ao longo desta jornada de 17 anos.

Na trama, passada no ano de 2029 – que pega emprestada parte da história icônica Old Man Logan – encontramos o protagonista mais velho, mais fraco e debilitado, com seus poderes de cura oscilando, sem uma recuperação instantânea. Nesta realidade, os mutantes já foram quase todos erradicados, e os X-Men são apenas uma lenda, que deram origem a, entre outras coisas, histórias em quadrinhos. Logan ganha a vida como motorista de limusine e cuida da saúde de seu velho amigo e mentor Charles Xavier (Patrick Stewart), agora um idoso débil, aos 90 anos de idade, precisando ser mantido dentro de uma grande estrutura de metal, com a ajuda de medicamentos fortíssimos, para que seus poderes fora de controle não aniquilem a todos dentro de um raio de perímetro.

Desta forma, apenas esperando a morte chegar, Logan e Xavier vivem, com a ajuda do intolerante ao sol Caliban (Stephen Merchant), na sombra do que foram um dia. Seu passado heroico ficou para trás. Mas algo sempre está na espreita e desta vez o protagonista é aproximado pela mexicana Gabriela (Elizabeth Rodriguez) para que proteja sua filha Laura (Dafne Keen) do namorado abusivo. Logo, o mutante de garras afiadas percebe que a história não é bem assim e acaba se vendo no meio de uma disputa pela menina, que ainda envolve uma equipe de militares altamente treinados, conhecidos como Carniceiros, comandados pelo biônico Donald Pierce (Boyd Holbrook).

A menina Dafne Keen é a alma e espinha dorsal de Logan. No roteiro, sua personagem é o motivador que faz a trama girar. Era necessário uma atriz que justificasse a importância da personagem e Keen é essa atriz. A jovem é um verdadeiro achado, seu carisma impressiona, mesclando perfeitamente a selvageria e violência implícitas na personagem conhecida como X-23, com a doçura de uma criança na faixa de seus 10 anos de idade. De veteranos como Jackman e Stewart era esperado bons desempenhos (mesmo que aqui reservem os melhores de suas carreiras nas peles dos respectivos personagens), mas quem rouba os holofotes é Keen, num inspirado debute em forma de tour de force.

Sem alarmismo, Logan é um filme do gênero super-heróis acima da média, cujo encantamento está na liberdade de poder ser o que deve ser sem restrições – como é o caso com a maioria. Sua kriptonita, no entanto, está no tempo de duração excessivamente e despropositadamente longo e no roteiro, de certa forma, simples, escrito a três mãos pelo diretor James Mangold, Scott Frank (Wolverine: Imortal) e Michael Green (Lanterna Verde), elementos que nem de longe prejudicam o resultado final. Logan pode não ser o melhor filme de super-heróis já produzido (vaga ainda ocupada por O Cavaleiro das Trevas), mas chega para mostrar que tais filmes podem e devem ser levados a sério, estabelecendo uma nova tendência no mercado, aonde a Fox se torna novamente a pioneira, quebrando paradigmas.

‘The Belko Experiment’: Terror de James Gunn ganha vídeo com cenas inéditas

Escrito e produzido por James Gunn (‘Guardiões da Galáxia‘),’The Belko Experiment‘ ganhou um novo vídeo com várias cenas inéditas.

Assista, com o trailer:

 

O Experimento Belko reúne 80 funcionário de uma grande empresa em Bogotá que são obrigados a participar de um jogo de matar ou morrer por uma voz desconhecida vinda do sistema de intercomunicação. Somente um sobreviverá ao experimento.

A direção é de Greg McLean, do ótimo ‘Wolf Creek – Viagem ao Inferno‘. James Gunn (‘Guardiões da Galáxia’) roteiriza e produz.

John Gallagher Jr., Melonie Diaz, John C. McGinley, Tony Goldwyn, David Dastmalchian, Michael Rooker, James Earl e Ben Davis estrelam.

A estreia nos EUA acontece no dia 17 de março de 2017.

Produtor de ‘Quarteto Fantástico’ diz que outro fracasso seria irreversível

O produtor do fracassado reboot do ‘Quarteto Fantástico’ comentou em entrevista com o site Collider sobre o futuro dos heróis no cinema.

Atualmente em divulgação do sucesso de crítica ‘Logan’ – o qual ele também produziu -, Simon Kinberg falou que ainda tem fé no elenco escolhido para a adaptação, mas insistiu que não tinha certeza se a 20th Century Fox de fato precisaria fazer outro filme da franquia para assegurar os direitos dos personagens.

Kinberg também admitiu que eles só procederão com uma nova produção quando tiverem convicção de que o filme está apto para ser filmado. Segundo ele, um novo fracasso seria irreversível:

“Eu creio que a verdade é que nós não faríamos nenhuma outra adaptação de ‘Quarteto Fantástico’ até que ela esteja pronta para ser feita. Uma das lições que aprendemos com este filme é que queremos garantir que acertaremos 100%, porque não teremos outra chance com os fãs”.