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3ª temporada de ‘The Walking Dead: Daryl Dixon’ ganha teaser INÉDITO e data de estreia; Confira!

AMC divulgou um novo teaser trailer oficial da 3ª temporada de ‘The Walking Dead: Daryl Dixon‘, estrelada por Norman Reedus.

O material também revelou a data de estreia do próximo ciclo: 7 de setembro.

Confira:

No Brasil, a série está disponível no Prime Video.

Na trama, Daryl (Reedus) acorda na França pós-apocalíptica e se encontra em uma busca para entender como chegou lá e como voltar para casa. Enquanto isso, ele se depara com novos desafios, inimigos e aliados, e se vê envolvido em uma missão que pode salvar a humanidade. 

O elenco ainda conta com Clémence Poésy, Adam Nagaitis, Anne CharrierEriq EbanoueyLaika Blanc Francard, Louis Puech Scigliuzzi Romain Levi.

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‘Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita’ escala QUATRO novos membros ao elenco do prelúdio

Lionsgate contratou quatro novos nomes ao elenco de Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita’, prelúdio da icônica saga distópica criada por Suzanne Collins.

Jhaleil Swaby, Laura Marcus, Percy Daggs IV e Rada Rae foram escalados como Panache, Silka, Ampert e Wellie, tributos que são selecionados para o 50º Jogos Vorazes, também conhecido como Segundo Massacre Quaternário.

O grupo se junta aos previamente confirmados Joseph Zada (Haynith Abernathy), Whitney Peak (Lenore Dove Baird), Mckenna Grace (Maysilee Donner), Jesse Plemons (Plutarch Heavensbee), Kelvin Harrison Jr. (Beetee), Maya Hawke (Wiress), Lili Taylor (Mags), Ben Wang (Wyatt Callow), Ralph Fiennes (Presidente Snow), Elle Fanning (Effie Trinket), Kieran Culkin (Caesar Flickerman), Billy Porter (Magno Stift) e Glenn Close (Drusilla Sickle).

A trama se passa vinte e quatro anos antes do primeiro capítulo da saga de Katniss Everdeen, “começando na manhã da colheita da 50ª edição dos Jogos Vorazes, também conhecida como o Segundo Massacre Quaternário”.

Para aqueles que não se recordam, a 50ª edição escalou 48 tributos dos Distritos para competirem nos Jogos Vorazes, em vez dos costumeiros vinte e quatro. Haymitch Abernathy (um dos mentores de Katniss e de Peeta Mellark no arco original) foi o vencedor.

O filme chega aos cinemas em 20 de novembro de 2026.

Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita, nos cinemas 2026.

O filme mais recente foi Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes’ (que arrecadou US$340 milhões ao redor do mundo e teve críticas bastante positivas).

Ariana Grande lança clipe de “twilight zone”, faixa do álbum ‘eternal sunshine: brighter days ahead’; Confira!

popstar vencedora do Grammy Ariana Grande lançou recentemente o clipe oficial de “supernatural”, canção que integra a versão deluxe do aclamado álbum eternal sunshine, intitulada ‘eternal sunshne: brighter days ahead’.

Confira:

Lembrando que o álbum já está disponíveis em todas as plataformas de streaming e também conta com as canções “yes, and?”, “we can’t be friends (wait for your love)”“the boy is mine”.

Crítica | Ariana Grande nos convida a uma inebriante e íntima jornada com o irretocável ‘Eternal Sunshine’

Relembre a tracklist:

1. intro (end of the world)
2. bye
3. don’t wanna break up again
4. Saturn Returns Interlude
5. eternal sunshine
6. supernatural
7. true story
8. the boy is mine
9. yes, and?
10. we can’t be friends (wait for your love)
11. i wish i hated you
12. imperfect for you
13. ordinary things (feat. nonna)

Grande se tornou mundialmente famosa ao participar de diversas produções originais da Nickelodeon. Em 2013, fez sua estreia no mundo da música com Yours Truly, ascendendo a uma carreira de enorme sucesso desde então.

Em 2020, além de positions, colaborou com a lendária Lady Gaga no dueto “Rain On Me” para o álbum Chromatica, que se tornou a primeira parceria feminina a estrear em #1 na Hot 100. A canção foi aclamada pelos críticos e levou diversos prêmios para casa.

Em 2024, Grande encarnou Glinda na adaptação cinematográfica do musical ‘Wicked’. Dividindo os holofotes com Cynthia Erivo no papel de Elphaba, Grande conquistou uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante e reprisará o papel no final deste ano com o lançamento da segunda parte.

‘Extermínio: A Evolução’ arrecada US$ 60 milhões em estreia GLOBAL

A aguardada sequência ‘Extermínio: A Evolução‘ arrecadou sólidos US$ 60 milhões em seu primeiro final de semana nas bilheterias mundiais.

Além de representar a maior abertura doméstica, internacional e global da franquia, o novo filme também deve superar a arrecadação total do primeiro filme (US$74.9M) nos próximos dias – tornando-se a maior bilheteria da história da saga.

Nos EUA, o longa abriu com US$ 30 milhões – o que representa um valor três vezes maior do que o lançamento do filme original. Internacionalmente, a produção também acrescenta US$ 30 milhões através de 59 mercados.

Os maiores mercados internacionais conta com o México (US$2.7M), Austrália (US$1.7M) e Coreia do Sul (US$1.5M).

Com 89% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes e uma nota B do público no CinemaScore, este é um ótimo começo nas telonas para uma produção orçada em US$ 60 milhões.

Vale lembrar que o longa foi desenvolvido como a primeira parte de uma trilogia e as filmagens do próximo filme – intitulado ‘Extermínio: O Templo dos Ossos‘ – já foram finalizadas. O lançamento nos cinemas nacionais está programado para o dia 15 de janeiro de 2026.

Confira nossa entrevista e siga o CinePOP no Youtube:

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Nostalgia! ‘Profissão: Perigo’ – Os 40 Anos do herói clássico da TV, MacGyver – Você lembra?

Tudo o que ele precisava era de um clipe e um elástico para desativar uma bomba e fugir de uma cela. E isso não é brincadeira, já que muitos dos episódios de ‘MacGyver – Profissão: Perigo’ seguiam por essa linha. A série clássica de ação e aventura, que chegou para os brasileiros através das exibições na rede Globo, completa nada menos que quatro décadas de sua estreia em 2025. O programa entrou para a história como um dos mais emblemáticos a já terem saído dos anos 80. Abaixo relembraremos esse seriado que deu o que falar na época. Confira.

Em 29 de setembro de 1985, a rede americana ABC exibia o primeiro episódio de uma nova série de ação e aventura que rapidamente se tornaria um fenômeno global: ‘MacGyver, conhecida no Brasil como ‘MacGyver – Profissão: Perigo’. Quatro décadas depois, o nome MacGyver transcende a televisão e virou sinônimo de criatividade e improviso. Em 2025, a série celebra seus 40 anos de estreia com um legado tão sólido quanto as invenções que seu protagonista fazia com clipes de papel e chicletes.

Criado por Lee David Zlotoff, ‘MacGyver surgiu com a proposta de ser uma alternativa ao típico herói armado até os dentes dos anos 1980. A ideia era simples e, ao mesmo tempo, ousada: um protagonista que resolvesse conflitos sem recorrer à violência letal, usando apenas sua inteligência, criatividade e conhecimentos científicos.

Zlotoff, roteirista e produtor que já havia trabalhado em séries como ‘Chumbo Grosso’ (Hill Street Blues), queria construir um personagem que inspirasse o público com soluções engenhosas, ao invés de força bruta. O conceito foi levado à ABC, que aprovou o piloto. A série seria produzida pela Paramount Television e supervisionada por Henry Winkler, o eterno “Fonzie” de Happy Days, que se tornaria um dos maiores defensores do projeto.

Richard Dean Anderson, até então conhecido por papéis secundários em séries e novelas, foi escalado como Angus MacGyver. Seu carisma natural, senso de humor e capacidade de transmitir empatia fizeram dele a escolha ideal. Anderson tornou MacGyver mais do que um herói improvável — ele o transformou em um símbolo cultural.

Durante sete temporadas (1985–1992) e dois telefilmes subsequentes (1994), MacGyver acompanhava as aventuras de Angus MacGyver, um agente da Fundação Phoenix — uma organização fictícia voltada à pesquisa científica e ao combate ao crime — que atuava como uma espécie de agente secreto pacifista.

Seu diferencial? A recusa em usar armas de fogo e a habilidade de criar soluções improváveis com os objetos à sua volta: um clipe de papel, uma bateria de carro, um tubo de pasta de dente… Qualquer item do cotidiano se tornava uma ferramenta de sobrevivência ou desarme de bomba nas mãos de MacGyver. Esse tipo de inventividade virou uma marca registrada do personagem, ao ponto de a série ter consultores científicos para garantir plausibilidade (mesmo que, em muitos casos, a ciência fosse “ajustada” para efeito dramático).

Além disso, MacGyver trazia uma forte carga de ética e consciência social. O personagem era vegetariano, defensor do meio ambiente e crítico de soluções violentas. Em meio à era Reagan, marcada por séries militarizadas como ‘Esquadrão Classe A’ e filmes como ‘Rambo 2′ e ‘Comando Delta’, ‘MacGyver oferecia um contraste humanista.

Na época de seu lançamento, ‘MacGyver foi bem recebido tanto pelo público quanto pela crítica, embora nunca tenha sido um campeão absoluto de audiência. O que conquistou os espectadores foi justamente sua originalidade. A série manteve uma base fiel de fãs ao longo de seus 139 episódios e conquistou status de cult em diversos países, incluindo o Brasil.

A crítica destacava a abordagem educativa da série e o carisma de Anderson. Em entrevistas da época, Richard Dean Anderson comentou que uma das maiores alegrias era receber cartas de crianças que começaram a se interessar por ciência por causa de ‘MacGyver. Em uma época sem internet, a figura de um herói que resolvia problemas com conhecimento era, no mínimo, revolucionária.

Além disso, ‘MacGyver inspirou inúmeras outras produções a repensarem a construção de protagonistas — mostrando que inteligência e compaixão também podiam gerar boas histórias de ação.

No Brasil, ‘MacGyver – Profissão Perigo’ foi exibida inicialmente pela Rede Globo a partir de 1986, nas tardes de domingo. Logo se tornou um sucesso. A dublagem brasileira, feita pelos estúdios Herbert Richers, foi um dos pontos altos, dando ao personagem um sotaque neutro e uma voz marcante, eternizada pelo dublador Garcia Júnior.

Mais do que um programa de TV, ‘MacGyver virou expressão. “Fazer um MacGyver” virou sinônimo de resolver problemas com improviso. A série foi reprisada extensivamente nos anos 1990 pela Globo, depois pelo SBT e por canais a cabo como a Rede Brasil e a AXN.

Muitos jovens brasileiros cresceram tentando repetir as façanhas do personagem, seja construindo armadilhas caseiras ou fazendo experiências com pilhas, papel alumínio e elásticos. A série também era vista por pais como um conteúdo relativamente seguro e até educativo para seus filhos.

Quarenta anos depois, o nome “MacGyver” ainda é usado como verbo e referência. A expressão “MacGyverizar” algo virou comum no inglês e em outros idiomas para descrever improvisos criativos. A influência da série pode ser sentida em paródias (‘Saturday Night Live’, ‘Os Simpsons’, ‘Todo Mundo em Pânico’), em memes e até em homenagens mais diretas, como o personagem de ‘Stargate SG-1′, também interpretado por Richard Dean Anderson — que herdou parte da personalidade de MacGyver.

Além disso, o conceito de heróis que priorizam a mente em vez da força bruta influenciou personagens como Michael Scofield (‘Prison Break’) e até elementos de ‘Breaking Bad’. A série também contribuiu para o ressurgimento do interesse por experimentos de ciência prática e educação STEM (Science, Technology, Engineering, Mathematics – ou ciência, tecnologia, engenharia e matemática).

Em 2016, a CBS lançou um reboot de ‘MacGyver, com Lucas Till no papel principal. Embora tenha alcançado certa audiência e durado cinco temporadas, a nova versão dividiu os fãs. Críticas foram feitas à descaracterização do personagem e à abordagem mais genérica e cheia de ação explosiva, que contrastava com o espírito do original.

Ainda assim, o reboot apresentou ‘MacGyvera uma nova geração e reacendeu o interesse pelo original, que passou a ser exibido em serviços de streaming e relançado em box de DVDs e blu-rays.

Em 2025, ‘MacGyver completa 40 anos como um dos personagens mais emblemáticos da televisão. Seu legado não está apenas na televisão, mas na linguagem popular, na cultura educacional e na forma como pensamos em criatividade como ferramenta de sobrevivência.

Richard Dean Anderson, hoje aposentado, continua participando de convenções e encontros com fãs, sempre lembrado com carinho pelo papel que o consagrou. Já Lee David Zlotoff segue envolvido em projetos voltados à educação, inclusive criando iniciativas que usam o espírito de MacGyver para ensinar resolução de problemas em comunidades carentes.

Mais do que uma série de ação, ‘MacGyver – Profissão Perigo’ se consolidou como um farol de engenhosidade, ética e inteligência em um mundo muitas vezes dominado pelo barulho da violência. Em tempos em que criatividade e empatia são mais necessárias do que nunca, ‘MacGyver segue sendo um exemplo atemporal de como enfrentar desafios com cabeça fria, mãos habilidosas e um coração generoso.

Crítica | ‘1978’ – Horror sobrenatural que gera expectativas e decepciona na mesma proporção

Trazendo o horror sobrenatural para o centro do palco, com uma construção em forma de crítica social num primeiro momento, o longa-metragem argentino 1978, que entrou recentemente no catálogo da MAX, é uma roda gigante de emoções que vai de um início promissor até virar uma obra sem pé nem cabeça. Dirigido pelos irmãos Onetti (Luciano e Nicolás), esse suspense aterrorizante gera expectativas e decepciona na mesma proporção.

Em 1978, durante o terceiro ano de uma ditadura militar sangrenta na Argentina, um grupo de torturadores inescrupulosos recebem uma informação e invadem um lugar, levando com eles alguns jovens para um centro de detenção clandestino onde acontecem barbaridades diariamente. A questão é que os torturadores levaram as pessoas erradas e logo se percebe que os capturados são parte de um culto sombrio que se manifesta através de uma figura sobrenatural.

A primeira parte da história é feita com uma construção interessante, mostrando através de cenas chocantes as verdades dos tempos sombrios de ditadura no conhecido país vizinho. Inclusive, o filme abre muito bem seu contexto, com uma história passando em apenas um dia e logo na data que marcou a final da copa do mundo de futebol masculino na Argentina, um evento que buscou camuflar os horrores que aconteciam naquele país. Há uma força na crítica social que envolve todo o primeiro ato.

A questão é que num segundo momento, a trama se perde completamente, virando uma série de cenas espaçadas que não encontram muito sentido. O roteiro se mostra confuso, não conseguindo ligar os pontos, em momentos que não entram em contraponto. A entrada do horror sobrenatural é feita sem muitas explicações, mesmo com efeitos até interessantes e alta carga de tensão. O chocar por chocar acaba não fazendo muito sentido quando não conseguimos entender absolutamente nada no meio do desenvolvimento até o desfecho.

1978 força uma ideia de confronto do ‘mal contra o próprio mal’, achando que só isso bastaria para realizar um obra eficiente nas suas mensagens. Tem o mérito de jogar um olhar crítico importante aos horrores dos tempos de ditadura mas o problema é que a narrativa – a maneira como se conta uma história –  não consegue construir elementos concisos suficientes nos levando através da violência e do banho de sangue para um lugar completamente sem sentido.

10 curiosidades de ‘Homem-Aranha: Longe de Casa’, o filme mais ‘esquecível’ do herói

Controverso desde seu lançamento, Homem-Aranha: Longe de Casa (2019) se tornou um daqueles casos de “ame ou odeie”. Enquanto alguns adoram a aventura descompromissada do Cabeça de Teia pela Europa, há quem não suporte ver o Homem-Aranha deixando suas responsabilidades de lado para tirar férias. Fato é que apesar das críticas mistas, a bilheteria colossal desse longa garantiu a existência de Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa (2021), que se tornou um verdadeiro fenômeno de público e crítica.

De qualquer forma, seja você um fã ou um hater do longa, ele esconde algumas histórias muito interessantes de bastidores. Por isso, separamos dez curiosidades sobre ‘Longe de Casa’. Confira!

Origem secreta

Logo no comecinho do filme, na fundação de caridade gerida pela Tia May (Marisa Tomei), é possível ver um cartaz de luta livre que anuncia uma luta de “Crusher Hogan”. Nos quadrinhos, mais especificamente em The Amazing Fantasy #15, esse é o nome do Lutador Mascarado que Peter Parker enfrenta quando decide usar seus poderes para ganhar dinheiro nos ringues.

Happy Hogan

Apesar do “sobrenome”, o Crush Hogan não tem parentesco com o assistente de Tony Stark, Happy Hogan (Jon Favreau). Falando em Happy, o ator que dá vida ao Homem-Aranha da franquia, Tom Holland, disse algumas vezes que o Happy é um de seus personagens favoritos do MCU e que considera ele um grande padrinho dos grandes heróis desse universo.

Mysterio

O grande vilão do filme é o Mysterio (Jake Gyllenhaal). No entanto, isso só é revelado na reta final do longa, fazendo o grande plot twist da história, já que ele inventa uma narrativa absurda para se vender como herói. Mas já era possível ver que o personagem estava seguindo Peter Parker ao longo do filme, quando ele aparece “disfarçado de turista” atrás do garoto na sequência em Veneza.

Amou a roupa

Diferentemente da maioria dos vilões do Universo Cinematográfico Marvel, o Mysterio passa grande parte do filme usando seu traje de supervilão, até mesmo em cenas comuns. Originalmente, ele usaria várias roupas “civis”, mas o ator Jake Gyllenhaal amou tanto seu uniforme que simplesmente começou a recusar vestir outros figurinos, e a produção acabou gostando da ideia e deixou ele perambulando por aí com a roupa verde e roxa.

Cheio de referências

Ainda falando do uniforme do Mysterio, o pessoal da produção decidiu tomar os heróis do MCU como referência para dar um jeitão de super-herói para o personagem, o que combina com a trama do vilão no filme. As referências usadas foram o Homem de Ferro, Visão, Doutor Estranho e o Thor. Já o capacete, feito de CGI, foi inspirado nos quadrinhos clássicos. Por isso, eles deixaram de lado a “funcionalidade” do capacete e focaram em como ele pareceria legal.

Perto de Casa

Tom Holland é torcedor declarado do Tottenham. O jogador Son já fez uma comemoração em homenagem ao herói.

Apesar do filme se chamar Homem-Aranha: Longe de Casa, o ator que dá vida ao Cabeça de Teia, Tom Holland, é britânico. Ou seja, como a sequência final do filme foi gravada em Londres, ele estava, na verdade, bem perto de casa.

Tom Netherlands

Em dado momento, Peter Parker acorda em uma prisão holandesa todo machucado e trajado com uma camisa da Seleção da Holanda junto a vários torcedores da Laranja Mecânica. Além da cena fazer uma piada com o sobrenome do ator, a sequência traz esses torcedores que provavelmente foram presos após beberem todas em um jogo e importunarem os outros e acabaram se juntando a ele na cela. A camisa é um modelo oficial da temporada 2018/19. Então, como o filme se passa em 2023, já era uma camisa relativamente antiga, talvez por isso eles tenham cedido ao garoto sem maiores problemas.

Despedida

Homem-Aranha: Longe de Casa foi o último filme da Marvel a ser lançado na China. Isso porque após superar os EUA como o maior mercado cinematográfico do mundo em 2020, a China passou a regulamentar quais filmes podem ou não estrear por lá, como estratégia para fortalecer seu mercado de cinema interno. Por isso, os filmes da Marvel, que dominavam as salas de cinema, incluindo os produzidos em parceria com a Sony, não foram mais lançados nos cinemas do país desde então. Essa estratégia foi abolida em 2023, quando lançaram Pantera Negra: Wakanda Para Sempre no país.

Bolso cheio

Apesar das críticas mistas, Longe de Casa foi um grande sucesso financeiro. Além de ter se tornado o primeiro filme da franquia Homem-Aranha (envolvendo as três versões cinematográficas) a superar a marca de US$ 1 bilhão em bilheteria, ele foi a quarta maior bilheteria de 2019 e fechou o ano como a maior bilheteria da história da Sony. Atualmente, o filme ocupa o posto de segunda maior bilheteria da Sony, sendo superado por Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa (2021), que fez pouco mais de US$ 1,9 bilhão.

Skrulls por toda parte

Logo na primeira cena do filme, Maria Hill (Cobie Smulders) chama Nick Fury (Samuel L. Jackson) de “Nick”, sendo que é quase convencionado que todos chamam o agente de “Fury”. Inclusive, a única pessoa a chamá-lo de Nick havia sido o próprio Talos (Ben Mendelsohn), em Capitã Marvel (2019). Falando nela, foi neste filme que Carol Danvers (Brie Larson) foi chamada pela primeira vez de Capitã Marvel. Peter pergunta ao “Fury” se não podem chamá-la para ajudar, no que ele acaba recebendo uma negativa bem grosseira por parte do espião. Ao fim do filme, é revelado que o Fury de verdade está no espaço e que Talos tomou seu lugar na Terra. Se a galera já achava o filme controverso, saber que essa pós-créditos deu origem a péssima série Invasão Secreta (2023) só deixou tudo pior.

Homem-Aranha: Longe de Casa está disponível no Amazon Prime Video, Mercado Play e Netflix.

10 filmes que são um verdadeiro ESCÂNDALO!

Da perplexidade à indignação, algumas obras cinematográficas abordam temas polêmicos que expõem momentos ou aspectos controversos da nossa sociedade, provocando inúmeras reflexões. Como o cinema também funciona como um espelho do que acontece no mundo, é sempre relevante termos histórias na telona que, mesmo partindo de enredos chocantes e escandalosos, nos ensinam algo sobre a vida. Pensando nisso, separamos abaixo uma lista com 10 filmes que são um verdadeiro ESCÂNDALO!

 

Segredos de um Escândalo

Na trama, conhecemos a famosa atriz Elizabeth (Natalie Portman) que aceitou recentemente um papel no cinema que é o de uma personagem real, Gracie (Julianne Moore), que no passado teve sua vida exposta e envolvida em um crime, já que manteve relações com um jovem menor de idade que hoje é seu marido Joe (Charles Melton). Buscando ir atrás de segredos desse relacionamento, Elizabeth não medirá esforços para descobrir novas verdades desse casal, moradores da cidade costeira de Savannah.

 

O Preço da Verdade

Orçado em cerca de 10 milhões de dólares, Dark Waters, no original, conta a saga de um promissor advogado de defesa corporativa chamado Rob Bilott (Mark Ruffalo) que após ser procurado por moradores de uma comunidade onde passou bons tempos quando criança próximo de sua avó, inicia uma batalha jurídica ambiental de anos para expor uma enorme empresa química que é acusada de destruir muitas vidas com grave poluição. Mas para essa batalha, contará com uma certa paciência de seu chefe mas diversas outras consequências.

 

O Efeito Casa Branca

Por meio de reportagens televisivas que incluem opiniões, coletivas de imprensa, entrevistas, além da exposição de documentos internos que trazem revelações importantes, o chocante documentário O Efeito Casa Branca mete o dedo em feridas, trazendo verdades incômodas via fatos, sobre a relação política x meio ambiente sob a ótica dos Estados Unidos. Filme de abertura da 14ª Mostra Ecofalante de Cinema, esse projeto é um aulão de economia revelando o embate entre interesses políticos e questões ambientais.

 

Bad Education

Li essa frase em algum lugar recentemente: ‘A ganância insaciável é um dos tristes fenômenos que apressam a autodestruição do homem.’, não sei de quem é mas ela ilustra muito bem o que assistimos no ótimo longa-metragem produzido pela HBO, Bad Education. O projeto busca recriar um dos maiores escândalo envolvendo roubos quando falamos na ajuda que o governo norte-americano oferece as escolas públicas.

 

Desastre Total: Prefeito do Caos

Como ser amado e odiado ao mesmo tempo? Contornando os detalhes de conhecimento público sobre a ascensão e a queda de um dos políticos mais polêmicos que já passaram pelo comando em qualquer cidade do Canadá, Desastre Total: Prefeito do Caos apresenta todos os lados e versões da vida de Rob Ford, ex-prefeito de Toronto. Ao longo de menos de 50 minutos, esse média-metragem, que faz parte do projeto ‘Desastre Total’ da Netflix, nos leva de forma contundente ao seu ápice: uma verdadeira batalha entre o político e a mídia.

 

O Escândalo

Na trama, conhecemos três histórias que ocorrem no mesmo ambiente de trabalho mas em situações diferentes. Gretchen Carlson (Nicole Kidman) é um experiente apresentadora que está há 14 anos na Fox News e decide por conta de acontecimentos do passado e do presente denunciar o assédio contra um chefão do alto setor do comando da emissora que trabalha,  Roger Ailes (John Lithgow). Paralelo a isso, acompanhamos também a novata Kayla Pospisil (Margot Robbie) que sofre um terrível assédio na sala de Roger e após conseguir tomar coragem se une ao grupo de mulheres que também sofreram assédio de Ailes. E no foco principal disso tudo Megyn Kelly (Charlize Theron) a apresentadora mais famosa da emissora resolve liderar e reunir as denúncias contra Ailes.

 

Privacidade Hackeada

Após anos desde o início da internet poucas gerações atrás, e com o avanço na maneira instantânea em se comunicar de qualquer lugar através de uso de dados, uma pergunta anda em nossas mentes frequentemente: eu estou sendo manipulado? Justificando essa indagação, no final de julho passado, a toda poderosa do streaming Netflix lançou o impactante documentário Privacidade Hackeada, que fala antes de mais nada sobre o escândalo de papéis de ‘hackers’ da empresa britânica Cambridge Analytica em famosas campanhas políticas.

 

Paterno

Produzido especialmente para a Tv com o selo de qualidade da HBO, o trabalho da lenda Al Pacino, Paterno, explora um drama da vida real que abalou a estrutura dos esportes universitários norte-americanos um par de décadas atrás. Ao longo dos intensos 105 minutos, vamos montando um grande quebra-cabeça através do olhar de todos que viveram perto de Paterno esse grande escândalo que até hoje gera polêmicas versões.

 

Eu, Tonya

Dirigido pelo excelente diretor australiano Craig Gillespie (do inesquecível A Garota Ideal) , Eu, Tonya é antes de tudo um filme sobre as oportunidades perdidas, oriundo de uma formação familiar desproporcional, onde a personalidade e a inocência imatura andam lado a lado nas consequências da vida. Baseado em fatos reais esse foi um verdadeiro escândalo com grande atenção da mídia.

 

Spotlight – Segredos Revelados

Lançado no Festival de Veneza, o filme, baseado em fatos reais, gira em torno de uma equipe de jornalistas investigativos comandados Robby (Michael Keaton) que acabam descobrindo um escândalo ligado à igreja católica que escondia casos de abuso de menores por padres na cidade de Boston. Lutando contra grandes forças que sempre protegeram essa história, os jornalistas precisam lidar com muitas surpresas e bastante paciência para poder apurar todos os fatos e publicar a matéria. A reportagem rendeu aos jornalistas o prestigiado Prêmio Pulitzer de serviço público em 2003.

‘Lua de Cristal’ faz 35 anos e ganha documentário inédito com direção de Rodrigo Nicodemo

Em clima de nostalgia e crítica cultural, o clássico ‘Lua de Cristal‘, protagonizado por Xuxa Meneghel e Sergio Mallandro (disponível no Globoplay), celebra seus 35 anos com o lançamento de um documentário inédito: ‘Lua de Cristal às Avessas‘.

A produção que parou em 2020 devido a crise pandêmica, agora volta de forma independente e sem fins lucrativos.

Assista:

Dirigido por Rodrigo Nicodemo, o filme mergulha nos bastidores e no impacto cultural de um dos maiores sucessos do cinema nacional — que levou mais de 5 milhões
de pessoas aos cinemas e marcou a infância de toda uma geração.

Ao lado de Gabriel Silva (RJ), Nicodemo idealizou o projeto e transformou a admiração de infância em um verdadeiro trabalho de arqueologia pop, que reconstrói memórias, bastidores e legados da obra lançada em 1990, tanto que é um dos pesquisadores da equipe do documentário “Xuxa” (Globoplay).

Lua de Cristal às avessas‘ (documentário) só foi possível graças ao fomento da Lei Paulo Gustavo, por meio de edital da cidade de Poá (SP), onde vive o diretor.
Paulo Vieira representa os fãs do filme e claro da Xuxa.

Entrevistas imperdíveis:

Lua de Cristal às Avessas‘ traz depoimentos inéditos de nomes fundamentais para o longa original e de personalidades impactadas por ele:

• Tizuka Yamasaki(diretora)
• Diler Trindade(produtor)
• Yoya Wursch(roteirista)
• Michael Sullivan(compositor)
• Oswaldo Eduardo Lioi(cenógrafo)
• Abdullah(músico)
• Marcello Faustinie Alexandre Canhoni (ex-Paquitos)
• Julia Lemmertze Adressa Koetz (atrizes)
• Avellar Love(João Penca e Seus Miquinhos Amestrados)
• Paulo Vieira(humorista e fã declarado de Xuxa)
• E uma dasúltimas participações audiovisuais da atriz Marilu Bueno, falecida em 2022.

‘Extermínio: A Evolução’: O que é preciso para sobreviver a um apocalipse zumbi?

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, os astros Aaron Taylor-Johnson, Jodie Comer e Alfie Williams falaram sobre ‘Extermínio: A Evolução‘ e o que é necessário para sobreviver a um apocalipse zumbi.

“Maças. Você precisa andar com um grupo, ter armas e levar maças. Tem que ter um aperitivo.”, eles brincaram.

Assista e siga o CinePOP no Youtube:

Comer também vê no filme uma metáfora ao Brexit, o processo de saída do Reino Unido da União Europeia iniciado em 2017.

“Essa é a grande pergunta. Quero dizer, acho que é um… Acho que é um grande problema. Onde você encontra o Reino Unido no momento, é que o Reino Unido foi colocado em quarentena na esperança de que o vírus da raiva seja contido. Você sabe, e logo você percebe que, na verdade, não se manifesta, cresce e evolui. E acho que provavelmente é verdade como às vezes agimos como sociedade, em que se desviarmos o olhar de algo, esperamos que o problema desapareça. E isso muito raramente acontece. Quer dizer, pode ser como se você estivesse trancado, não trancado, mas você naquele quarto isolado, poderia ser como se você fosse a Grã-Bretanha, talvez. Danny falou sobre o Reino Unido votar pelo Brexit e, na verdade, foi isso que o Reino Unido fez, eles se rejeitaram e se isolaram. Sim, então esse é definitivamente um tipo de tema, que está muito presente, e acho que agora também vivenciamos uma pandemia, há uma essência de solidão e isolamento de quarentena com a qual as pessoas podem se identificar. Há algo muito espiritual sobre isso também.”, ela afirmou.

Abrindo com 95% de aprovação no Rotten Tomattoes, a partir de 85 avaliações, a produção já conquistou o selo “fresh” que indica sua alta qualidade.

E segundo o consenso geral, o filme foi elogiado pela profundidade narrativa e pela perspicaz direção de Danny Boyle, que amplifica as temáticas de ‘Extermínio‘, observando o contexto sociocultural atual.

extermínio a evolução
extermínio a evolução

Algumas avaliações ainda salientam que a continuação é um dos melhores filmes do subgênero e ainda abre margem para uma expansão da franquia.

Confira as principais avaliações:

“Uma ótima série de zumbis se recusa a morrer.”. – Matt Singer, ScreenCrush

“Este é um filme sobre amadurecimento excepcionalmente comovente, considerando a quantidade de medulas espinhais que são arrancadas dos corpos”. – Jake Coyle, Associated Press

Boyle reinventa o filme de zumbi como uma instalação de pop art sangrenta”. – Philip De Semlyen, Time Out

“Sombrio e estranho, ‘Extermínio: A Evolução‘ encontra Boyle mais uma vez seguindo os ritmos irregulares de seu cérebro”. – Richard Lawson, Vanity Fair

“Como o início de uma nova trilogia para a franquia, é uma entrada promissora que sinaliza uma abordagem diferente para um subgênero desgastado”. – Alejandra Martinez, Austin Chronicle

“Um dos filmes de terror mais ricos dos últimos tempos”. – Jordan Hoffman, Entertainment Weekly

“Uma aventura arrebatadora repleta de pavor e admiração, há um classicismo macabro no filme — uma sensação de que, mesmo que a vida como a conhecemos desmorone, alguns elementos essenciais perseveram”. – Jacob Oller, AV Club

“É o médico gentilmente patrício e com sotaque forte de Fiennes que dá a ‘Extermíno: A Evolução‘ sua dor persistente e kiplingiana” – Robbie Collin, Daily Telegraph (UK)

“Normalmente, buscamos entretenimento cheio de adrenalina para a catarse. O reboot emocionante de Boyle também oferece esclarecimento”. – Peter Debruge, Variety

“‘Extermínio: A Evolução‘ tenta superar o filme original e acompanhar a cultura em geral, mas, em vez disso, fica lentamente para trás”. – Rafer Guzman, Newsday

Extermíno: A Evolução‘ já está em exibição nos cinemas e deve arrecadar entre US$ 28 milhões e US$ 30 milhões no final de semana de estreia nos Estados Unidos — números promissores que indicam o apetite do público por mais uma dose de terror com assinatura autoral.

Além de Jodie Comer, o elenco conta com Jack O’Connell (‘Invencível’), Aaron Taylor-Johnson (‘Vingadores: A Era de Ultron’), Ralph Fiennes (‘O Menu’) e Erin Kellyman (‘Falcão e o Soldado Invernal’).

Extermínio: A Evolução’ foi escrito por Alex Garland e conta, mais uma vez, com a direção de Danny Boyle.

Uma das franquias de horror mais aclamadas dos últimos anos, ‘Extermínio’ arrecadou quase US$ 150 milhões com seus dois primeiros filmes, lançados em 2002 e em 2007.

Tá no streaming? Saiba AONDE assistir ‘Extermínio 1 e 2’ online…

Extermínio: A Evolução’ já está em cartaz nos cinemas e é a terceira parte de uma saga de terror sobre uma infestação que dominou o planeta.

O novo capítulo tem novamente direção do vencedor do Oscar Danny Boyle e traz um dos melhores elencos da franquia, encabeçado por Aaron Taylor-Johnson, Jodie Comer e Ralph Fiennes.

Se você quiser assistir ao filme onde tudo começou, o sucesso “independente” ‘Extermínio’, de 2002, você precisa assinar o Universal+ no Prime Video ou pagar R$ 4,90 pelo aluguel.

Já ‘Extermínio 2’, de 2007, pode ser assistido no Disney+.

Leia também: ‘Extermínio’ (2002) – Revisitando o novo Clássico de Danny Boyle – que redefiniu o gênero “filme de zumbi”

A ideia para o filme ‘Extermínio (2002), dirigido por Danny Boyle e roteirizado por Alex Garland, surgiu de uma combinação de influências do cinema de terror e das ansiedades sociais do início dos anos 2000.

Garland se inspirou fortemente em clássicos como ‘O Dia dos Mortos (1985), de George A. Romero, e em temas relacionados a epidemias e colapsos sociais. A proposta inicial não era exatamente criar um filme de zumbis tradicionais, mas sim explorar o comportamento humano diante de uma crise extrema, como uma epidemia de raiva descontrolada.

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, os astros Aaron Taylor-Johnson, Jodie Comer e Alfie Williams falaram sobre ‘Extermínio: A Evolução‘.

“É sempre essa linda história íntima, esse drama familiar dentro de uma grande paisagem e o que está acontecendo. Então, há uma espécie de lindos pequenos dramas íntimos. Então, e eles têm, nós temos essa família que você conhece, e é realmente uma história de amadurecimento através dessa paisagem.”, afirmou Taylor-Johnson.

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Abrindo com 95% de aprovação no Rotten Tomattoes, a partir de 85 avaliações, a produção já conquistou o selo “fresh” que indica sua alta qualidade.

E segundo o consenso geral, o filme foi elogiado pela profundidade narrativa e pela perspicaz direção de Danny Boyle, que amplifica as temáticas de ‘Extermínio‘, observando o contexto sociocultural atual.

extermínio a evolução
extermínio a evolução

Algumas avaliações ainda salientam que a continuação é um dos melhores filmes do subgênero e ainda abre margem para uma expansão da franquia.

Confira as principais avaliações:

“Uma ótima série de zumbis se recusa a morrer.”. – Matt Singer, ScreenCrush

“Este é um filme sobre amadurecimento excepcionalmente comovente, considerando a quantidade de medulas espinhais que são arrancadas dos corpos”. – Jake Coyle, Associated Press

Boyle reinventa o filme de zumbi como uma instalação de pop art sangrenta”. – Philip De Semlyen, Time Out

“Sombrio e estranho, ‘Extermínio: A Evolução‘ encontra Boyle mais uma vez seguindo os ritmos irregulares de seu cérebro”. – Richard Lawson, Vanity Fair

“Como o início de uma nova trilogia para a franquia, é uma entrada promissora que sinaliza uma abordagem diferente para um subgênero desgastado”. – Alejandra Martinez, Austin Chronicle

“Um dos filmes de terror mais ricos dos últimos tempos”. – Jordan Hoffman, Entertainment Weekly

“Uma aventura arrebatadora repleta de pavor e admiração, há um classicismo macabro no filme — uma sensação de que, mesmo que a vida como a conhecemos desmorone, alguns elementos essenciais perseveram”. – Jacob Oller, AV Club

“É o médico gentilmente patrício e com sotaque forte de Fiennes que dá a ‘Extermíno: A Evolução‘ sua dor persistente e kiplingiana” – Robbie Collin, Daily Telegraph (UK)

“Normalmente, buscamos entretenimento cheio de adrenalina para a catarse. O reboot emocionante de Boyle também oferece esclarecimento”. – Peter Debruge, Variety

“‘Extermínio: A Evolução‘ tenta superar o filme original e acompanhar a cultura em geral, mas, em vez disso, fica lentamente para trás”. – Rafer Guzman, Newsday

Extermíno: A Evolução‘ já está em exibição nos cinemas e deve arrecadar entre US$ 28 milhões e US$ 30 milhões no final de semana de estreia nos Estados Unidos — números promissores que indicam o apetite do público por mais uma dose de terror com assinatura autoral.

Além de Jodie Comer, o elenco conta com Jack O’Connell (‘Invencível’), Aaron Taylor-Johnson (‘Vingadores: A Era de Ultron’), Ralph Fiennes (‘O Menu’) e Erin Kellyman (‘Falcão e o Soldado Invernal’).

Extermínio: A Evolução’ foi escrito por Alex Garland e conta, mais uma vez, com a direção de Danny Boyle.

Uma das franquias de horror mais aclamadas dos últimos anos, ‘Extermínio’ arrecadou quase US$ 150 milhões com seus dois primeiros filmes, lançados em 2002 e em 2007.

Tony Gilroy, criador de ‘Andor’, detalha projeto recusado de ‘007’

O criador de ‘Andor’, Tony Gilroy, falou recentemente sobre um projeto que apresentou para a franquia 007 e que foi recusado. Ele também comentou se teria interesse em tentar produzir um filme do agente secreto novamente após a recente aquisição pela Amazon Prime.

Conforme o The Playlist, Gilroy foi questionado se gostaria de revelar os detalhes dessa antiga história. Ele respondeu com uma risada: “Não.” Mas confirmou a proposta, que envolvia o cineasta Steven Soderbergh:

“Acho que Steven tentou entrar no universo Bond duas vezes. E, pelo que parece, o que estão fazendo agora é bem parecido com o que ele sugeriu há anos”, disse Gilroy, referindo-se à tentativa de Soderbergh de convencer os produtores da franquia, a darem mais liberdade criativa.

Gilroy revelou a visão que tinham para o filme: “Queríamos voltar para os anos 60, fazer tudo em preto e branco, com o clima de Carnaby Street. Achei a ideia superestilosa, um filme de uns US$ 30 milhões. Mas eles simplesmente não queriam entregar o controle a ninguém”.

Gilroy também comentou que tinha um vilão específico em mente, mas preferiu não dar detalhes, sugerindo que talvez ainda possa aproveitar a ideia em outro projeto.

Ele criticou a abordagem da franquia em relação aos antagonistas: “O problema da franquia Bond é que eles não conseguem criar um vilão que realmente funcione. Na minha opinião, faz muito tempo que isso não acontece. E isso compromete tudo, porque o resto se ajeita por si só”.

Ele contou que tinha um vilão de outro roteiro que poderia ser adaptado para Bond. “Steven e eu tínhamos esse sonho de fazer algo juntos, mas acho que nunca avançou”, completou.

Gilroy afirmou que nunca conheceu os Broccoli pessoalmente nem apresentou o projeto a eles, mas acredita que Soderbergh chegou a fazer isso.

‘Os Simpsons’: Animação terá menos episódios por temporada após mais de 30 anos

A clássica animaçãoOs Simpsons passará por uma mudança significativa em sua 37ª temporada: a série deixará de produzir as tradicionais 22 episódios por temporada e passará a lançar 17 episódios por ano.

De acordo com o ComicBook, o showrunner Matt Selman confirmou a informação durante o Festival de Animação de Annecy. Segundo ele, a mudança se deve ao novo modelo de distribuição da série, que agora inclui projetos originais exclusivos para o Disney+, além dos episódios regulares exibidos na Fox.

“Costumávamos fazer 22 episódios por ano. Nas próximas quatro temporadas, faremos 17 por ano. Quinze vão estrear nos Estados Unidos pela Fox, e dois serão exclusivos do Disney+. Ainda é um trabalho em tempo integral”, explicou.

Além da redução no número de episódios, Selman também revelou algumas novidades interessantes sobre o conteúdo da próxima temporada:

“Estamos nos divertindo nos aprofundando nos personagens secundários. Estamos fazendo um episódio de Chalmers em que ele se torna uma espécie de guru da manosfera que vende produtos de beleza masculinos. Temos um programa realmente fantástico de Lisa e Marge sobre a cultura da economia que é tão popular entre as crianças. Outro personagem secundário em que nos aprofundamos é o Professor Frink. Temos um pouco de sua história emocional – isso é emocionante. Há um sobre a família Quimby. Nós nos aprofundamos em sua história de fundo de uma forma muito criativa”, concluiu.

Os Simpsons’ está disponível no Disney+.

Criada por James L. Brooks, Matt Groening e Sam Simon, ‘Os Simpsons‘ é a série de comédia e animada de maior longevidade da história da televisão americana.

A trama segue as aventuras satíricas de uma família da classe trabalhadora na cidade desajustada de Springfield.

A produção conta com as vozes de Dan Castellaneta, Nancy Cartwright, Harry Shearer, Julie Kavner, Yeardley Smith, Hank Azaria e Pamela Hayden.

James Gunn explica inclusão do filme do Cara-de-Barro no DCU principal: “Precisávamos de conteúdo”

O cineasta James Gunn recentemente detalhou a decisão de integrar o filme do Cara-de-Barro ao universo principal do DCU, Capítulo Deuses e Monstros, em vez de classificá-lo sob o selo Elseworlds.

Em entrevista à Entertainment Weekly, Gunn foi questionado sobre essa escolha estratégica.

“Bem, acho que precisávamos de conteúdo para o DCU, admitiu o cineasta. Ele revelou que a ideia surgiu de uma colaboração inesperada: “O Mike Flanagan é alguém com quem tenho amizade há anos, e ele me escreveu sobre o Cara-de-Barro. Ele me mandou uma mensagem bem no início da minha jornada na DC”.

Gunn confessou que não esperava que o projeto avançasse inicialmente.

“Sendo honesto, eu não achava que isso realmente fosse acontecer. Mas ele veio e apresentou a ideia e eu pensei: ‘Oh, m****! Isso é legal’. É um filme de horror corporal. Um filme de terror que, como qualquer boa história de horror corporal, simplesmente acontece dentro do DCU. E então ele escreveu o roteiro — que ficou fantástico. A gente não planejava fazer Cara-de-Barro”, explicou.

O roteiro mais recente de Cara-de-Barro foi escrito por Hossein Amini. Gunn elogiou o trabalho: “O novo roteiro está ótimo. Sério. O primeiro já era excelente, mas essa nova versão está ainda melhor. O filme vai realmente acontecer”.

clayface tom rhys harries

De acordo com o Deadline, Tom Rhys Harries (‘Missão de Sobrevivência’) será o protagonista do longa, que está sendo desenvolvido pela DC Studios.

Mike Flanagan, criador de ‘A Maldição da Residência Hill‘, assina o roteiro.

Anteriormente, o roteirista revelou ter se inspirado na animação ‘Batman: A Série Animada‘, especificamente no episódio duplo “Perito em Formas Humanas”“Claro que sim. Quero dizer, essa é a história perfeita. ‘Perito em Formas Humanas’, Ron Perlman… para mim, é isso. Aqueles dois episódios me deixaram atônito. A resposta curta é que isso absolutamente inspirou meu roteiro. Esse é o mundo em que eu queria viver. Batman: A Série Animada era o meu Batman quando eu crescia. Tanto quanto o [Michael] Keaton era o meu Batman, a série animada realmente era o meu Batman”.

Flanagan então compartilhou seus pensamentos sobre o desenvolvimento do Cara-de-Barro e seu papel no projeto: “Não sei o que estão fazendo com Cara-de-Barro. Eu não estou dirigindo, e o diretor que assumir vai precisar fazer algo próprio. Sei que estão trabalhando no roteiro. Eu estou envolvido em outros projetos agora, e realmente espero que se mantenha fiel ao espírito do que eu queria que fosse. Mas não é meu filme, então estarei na plateia com você, ansioso para ver como vai ficar”.

No episódio descobrimos a história de origem do personagem. Seu nome verdadeiro é Matt Hagen, um ator famoso que sofre um grave acidente de carro. O empresário Ronald Daggett oferece a Matt uma substância experimental chamada Renuyu, que permite ao ator se transformar fisicamente em qualquer pessoa que desejar. Matt desenvolve um vício pela substância e acaba se tornando um peão de Daggett para continuar tendo acesso ao produto.

O longa e chega aos cinemas em 11 de setembro de 2026.

cara de barro. 02
cara de barro. 02

Diretor de ‘A Morte do Demônio’ promete sequência “experiência visceral e sensorial”

O próximo capítulo da franquia A Morte do Demônio (Evil Dead) ganhou novidades animadoras através do diretor francês em ascensão, Sébastien Vaniček. Conforme a Variety, o cineasta compartilhou sua visão criativa para abordar a cultuada série de terror e o motivo de seu entusiasmo em ter Souheila Yacoub como protagonista.

“Admiro o trabalho de Souheila na França há muito tempo, especialmente no teatro”, afirmou. “Ela traz uma fisicalidade rara e uma intensidade emocional às suas performances — exatamente o tipo de presença crua e visceral que eu procurava para este filme”.

Vaniček expressou sua atração pelo projeto, descrevendo A Morte do Demônio como “um playground criativo, um laboratório ousado para cineastas dispostos a explorar algo cru, brutal e profundamente transgressor”.

Souheila Yacoub
souheila yacoub

O jovem diretor também mencionou ter conversado com a equipe de Sam Raimi sobre a possibilidade de expandir o alcance do filme para além do público tradicional da franquia, manifestando sua “ambição de trazer algo novo e significativo para este universo, oferecendo a franquia a um público que não conhece ‘A Morte do Demônio’, mas busca experiências únicas, imersivas e sensoriais”.

“Meu objetivo era construir uma história poderosa, singular — quase pessoal — que se sustente por si só, mas que também ressoe profundamente dentro do rico e complexo mundo que Sam criou”, explicou, acrescentando que, “como cineasta francês”, sente orgulho em adicionar “profundidade e nuances, algo que seja unicamente nosso, mas com o qual qualquer pessoa possa se conectar”.

Embora este novo A Morte do Demônio seja “um projeto em um nível totalmente diferente de ‘Infestação'”, Vaniček afirma que seu trabalho anterior lhe ensinou “a ser engenhoso e a focar na essência da narrativa”.

“A ambição continua sendo a mesma de ‘Infestação’: criar uma experiência visceral e sensorial que acerte o público em cheio”, concluiu o cineasta. “Quero que as pessoas saiam do cinema exaustas, como se tivessem passado por uma jornada emocional e intensa”.

Intitulado ‘Evil Dead Burn‘, o terror estreará em 24 de julho de 2026.

Souheila Yacoub, de ‘Duna: Parte 2‘, será a protagonista.

O diretor francês Sébastien Vaniček (‘Infestação’) comandará o próximo capítulo.

“Quero fazer um filme que machuque, que desafie quem assiste. Vou canalizar todo o meu lado mais sombrio para fazer algo catártico,” declarou o cineasta.

Além de dirigir, ele também assina o roteiro ao lado de Florent Bernard.

Além de Vaniček, a Ghost House Pictures contratou Francis Galluppi (‘A Última Parada do Arizona’) para escrever e dirigir outro filme da franquia. No entanto, este projeto ainda não teve mais detalhes revelados.

Com orçamento de US$ 19 milhões, ‘A Morte do Demônio: A Ascensão‘, filme mais recente da saga de terror, conquistou 84% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

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Curiosidades de ‘Lilo & Stitch’, a adorada animação da Disney, completa 23 anos em 2025!

O panteão Disney é recheado de filmes incríveis e que conquistam o público ano após ano – e um deles é a clássica animação Lilo & Stitch.

Lançada em 2002, a dramédia de ficção científica consagra-se como um dos poucos sucessos sólidos da Casa Mouse na era pós-Renascença e gira em torno de Lilo (Daveigh Chase), uma pequena garota havaiana de seis anos que adora cuidar de animais e que vive com sua irmã Nani (Tia Carrere). Lilo tem o costume de coletar lixo reciclável nas praias para, com o dinheiro recebido, comprar comida para peixes e nadar até o alto-mar para alimentá-los.

Até que, num belo dia, ela encontra um cachorro e decide adotá-lo. Entretanto, este cachorro na verdade é Stitch (Chris Sanders), um ser alienígena que é um dos criminosos mais perigosos da galáxia. Stitch foi preso em um planeta distante pela polícia interplanetária, mas ao ser encaminhado para um planeta-prisão consegue escapar, caindo acidentalmente na Terra. Agora, para escapar da polícia que ainda o persegue, Stitch esconde quatro de suas seis pernas e decide se fazer passar por um cachorro comum, desenvolvendo com o tempo um laço de amizade com Lilo.

O título teve alta recepção favorável por parte da crítica especializada e, além disso, fez um barulho considerável nas bilheterias, arrecadando mais de US$273 milhões mundialmente e conquistou uma indicação ao Oscar de Melhor Animação.

Por incrível que pareça, Lilo & Stitch completa 23 anos desde sua estreia oficial e, para celebrar o longa-metragem, preparamos uma breve lista separando dez curiosidades de bastidores para você conferir.

Veja:

  • Carrere e Jason Scott Lee, este também parte do elenco, ajudaram os roteiristas com os diálogos do filme e os sotaques, visto que ambos nasceram no Havaí.
  • Uma das partes mais difíceis sobre a caracterização de Stitch foi o fato de ser muito complicado compreender a emoção que ele sentia, principalmente por ele não ter pupilas nos olhos. Dessa forma, os animadores solucionaram o problema ao tornar as emoções parte de sua linguagem corporal.

  • O nome “Lilo” significa “A Generosa” e tem origem havaiana. “Nani”, por sua vez, significa “Linda” na mesma língua.
  • Quase todos os cenários do filme são locações reconhecíveis no Havaí. É possível inclusive reconhecer o panorama com mais força no começo do filme, quando Lilo e Stitch estão andando de bicicleta pela ilha.
  • Ao longo de ‘A Princesa e o Sapo’, este é um dos únicos dois filmes da Disney lançados nos anos 2000 a receber aclame por parte da crítica e ter retorno financeiro.

  • Para capturar os movimentos corretos da hula, típica dança havaiana, a Disney levou uma equipe de cinegrafistas para uma renomada halau (uma escola de hula). Toda a dança introdutória é modelada em sequências capturadas na escola.
  • Além de dublar Stitch, Sanders também serviu como um dos diretores e um dos roteiristas do longa-metragem. Sanders criou o personagem em 1985, para uma ideia de livro infantil que nunca viu a luz do dia.
  • Os elementos extraterrestres do longa-metragem, como as espaçonaves, foram construídas em semelhança à vida marinha.
  • Assim como o monstro em live-action que aparece brevemente, as fotografias de Elvis Presley utilizadas no filme são de verdade, e não desenhadas.
  • Originalmente, Stitch seria um gângster intergaláctico, enquanto Jumba seria um membro enfadado de sua gangue que é deixado para trás durante um roubo. Entretanto, os produtores viram que Stitch era mais simpático, mudando-o de um criminoso brutal a um experimento genético, fazendo com que Jumba fosse o cientista a tê-lo criado.

‘007’, ‘Batman’, ‘Duro de Matar’ e As Sequências de Filmes Famosos que Completam 30 Anos em 2025

Não é de hoje que grande parte do público de cinema prefere apostar no seguro. Isso é do ser humano. Arriscar pode levar à decepção, então preferimos muitas vezes a zona de conforto. Os cinéfilos arriscam de tudo, assistem a muitos filmes e gostam de experimentar o que não conhecem, o pouco usual, o fora da caixinha. Mas os cinéfilos são uma parcela muito pequena da população, a maior parte das pessoas geralmente possuem outros tipos de entretenimento e quando resolvem sair para assistir a um filme e gastar dinheiro, preferem optar por algo que conhecem e que já tenham gostado antes.

É justamente por isso que Hollywood segue apostando nas continuações e reboots (para segurar uma marca valiosa junto ao público). Aqui no Brasil, os produtores já perceberam essa tendência (ela é mundial realmente) e vêm apostando cada vez mais em continuações de sucessos do cinema (‘O Auto da Compadecida 2’ foi o mais recente deles) e até nas telinhas, a rede Globo tem investido em revisitar seus maiores títulos de novela: ‘Pantanal’, ‘Renascer’ e agora ‘Vale Tudo’.

Essa nova matéria é justamente para falar de continuações no cinema, as marcas que fizeram sucesso (o que não é fácil) e resolveram capitalizar em cima (e por que não?). Mas para isso, vamos com mais uma matéria nostálgica (e você achou que seria diferente), voltando 30 anos no passado, para conhecer as sequências mais famosas do cinema naquela época. Confira.

007 Contra Goldeneye

James Bond é indiscutivelmente o maior agente secreto do cinema e um de seus maiores heróis. Podemos dizer que ele é o mais duradouro, pois iniciou suas aventuras ainda no começo dos anos 60 e segue firme e forte até hoje, a cada iteração gerando bastante falatório sobre sua escalação. E ‘Goldeneye’ abria a era dos anos 90 para o espião, assim como a era de um novo intérprete. Pierce Brosnan foi o primeiro 007 de toda uma geração (a minha) e serviu de porta de entrada de muita gente na franquia. Tá certo que o personagem já tinha nada menos que 16 filmes no currículo, mas com ‘Goldeneye’ tais filmes atingiam outro nível. Acredite.

Batman Eternamente

Não foi apenas James Bond que ganhava um novo filme e um novo intérprete há 30 anos no cinema, o Homem Morcego passava igualmente por uma reformulação. O curioso é que estes são justamente os dois personagens que mais geram comoção do público a respeito de seus atores. Sendo assim, após a saída de Michael Keaton do papel, o saudoso Val Kilmer foi escalado para se tornar o cavaleiro das trevas, em um filme menos sombrio, mais colorido e recomendado para as crianças e adolescentes – mais próximo ao clima dos quadrinhos (ao menos alguns deles). E deu certo na época, pois o resultado foi o esperado pelo estúdio.

Duro de Matar: A Vingança

E se as continuações de 007 e Batman sempre geram um grande hype, há 30 anos no cinema, um terceiro ‘Duro de Matar’ não ficava muito atrás. Para falar a verdade, ‘Duro de Matar’ (1988), o original, revolucionou a forma de se fazer filmes de ação, criando algo mais cru e realista, e fez escola. Logo, heróis clássicos como 007 estavam olhando para o policial John McClane como forma de inspiração, a fim de ficar mais antenado com os novos tempos e o realismo que os fãs curtiam. O primeiro ‘Duro de Matar’ se tornou um sucesso surpresa, e o segundo, de 1990, se tornou um dos blockbusters mais badalados daquele verão, não deixando a peteca cair. Para o terceiro, as apostar foram ainda mais aumentadas, com uma superprodução digna de… bem, 007. É claro, uma versão nua e crua.

Ace Ventura: Uma Maluco na África

Mas e quanto aos sucessos recentes? Ao contrário dos três itens acima, os anos 90 também traziam sucessos imediatos. Um dos mais chamativos foi o escrachado ‘Ace Ventura’, o detetive de animais protagonizado por Jim Carrey. Ninguém sabia quem o ator era quando o filme foi lançado em 1994. Mas no final do mesmo ano, Carrey já era um dos astros mais badalados de Hollywood – isso graças também ao sucesso de filmes como ‘O Máskara’ e ‘Debi e Loide’ – os três filmes deram muito certo. ‘Ace Ventura’ foi o único que ganhou continuação logo no ano seguinte, e muito bem poderia voltar nos dias de hoje, politicamente corretos – em que um sujeito meio amalucado protegendo animais em extinção tem tudo a ver.

A Balada do Pistoleiro

Agora temos uma espécie de continuação, espécie de remake. Se formos levar em conta que ‘El Mariachi’ (1992) é um filme mexicano, independente e que, apesar do sucesso em festivais, ninguém havia assistido fora das rodinhas cinéfilas, o que o diretor Robert Rodriguez tentou fazer foi jogar uma luz em seu filme original com um novo filme de apelo maior. Para isso, o diretor trouxe Antonio Banderas (astro em ascensão em Hollywood na época), substituindo Carlos Gallardo no papel principal, a fim de ter um ator famoso para atrair mais público. E deu certo. Apesar disso, grande parte foi assistir ao filme ‘A Balada do Pistoleiro’ sem saber se tratar de uma sequência.

A Força em Alerta 2

Aqui temos outra franquia iniciada nos anos 90. Lançada no mesmo ano de ‘El Mariachi’, ‘A Força em Alerta’ foi não apenas o maior sucesso da carreira do então astro da ação Steven Seagal, como também um dos sucessos surpresa para a Warner naquela temporada. Uma espécie de ‘Duro de Matar’ no navio encouraçado, um grupo de terroristas (com a ajuda de oficiais renegados da marinha) sequestra um grande navio de guerra ancorado, com todos os oficiais dentro dele, e pedem resgate para não usar as poderosas armas. O único que pode salvar o dia é um oficial condecorado agora trabalhando como cozinheiro do navio. Na sequência, Seagal volta, tendo que proteger a sobrinha de uma ameaça tecnológica, o chamado cyber-terrorismo, de dentro de um trem em alta velocidade.

O Pai da Noiva 2

Por falar em franquias iniciadas nos anos 90, ‘O Pai da Noiva’ se tornou um dos filmes de Steve Martin mais conhecidos e adorados por toda uma geração. Quem cresceu no fim dos anos 90 e anos 2000 certamente lembra das reprises do filme nas sessões de fim de semana à tarde na TV aberta. Na verdade, o longa é um remake atualizado de um clássico da década de 1950. Na trama, o patriarca de uma família tem uma crise de nervos quando sua filha resolve casar. A sequência seria inevitável, e ela saiu quatro anos depois. Desta vez o nervosismo é pela maternidade da filha.

Dois Velhos Mais Rabugentos

Mais uma comédia família na lista, que fez bastante sucesso no início dos anos 90 e ganhava continuação há 30 anos. Jack Lemmon e Walter Matthau são verdadeiros baluartes de Hollywood e trabalharam juntos em 10 filmes. Ambos os queridos atores faleceram no início dos anos 2000. Um de seus projetos mais memoráveis (pelo menos para a geração que cresceu nos anos 80 e 90) é ‘Dois Velhos Rabugentos’, no qual interpretam vizinhos que arrumam qualquer motivo para brigar.

O filme se passa no inverno gelado, com bastante neve, foi lançado em 1993 e traz a dupla disputando uma nova vizinha. Lemmon ganha a disputa. Assim, na continuação, dois anos depois, Matthau ganha seu próprio romance, na pele de Sophia Loren. A temperatura está mais aprazível, mas a rivalidade entre a dupla continua.

Halloween: A Vingança de Michael Myers

Agora mudamos de gênero e chegamos no terror, para os dois últimos itens da lista. Começamos com uma das maiores franquias de terror de todos os tempos – com ‘Halloween’. O primeiro filme, de 1978, dirigido por John Carpenter, ainda hoje se mantém como uma das maiores obras-primas do gênero. É claro que nada jamais se compararia ao original, mas Carpenter até tentou, produzindo e roteirizando as duas primeiras continuações. A série voltaria com mais dois filmes no fim dos anos 80 – produções rotineiras, bem abaixo. Há 30 anos, estreava sem qualquer hype este sexto filme. A esta altura a franquia já havia se tornado bem trash, recomendada apenas para os fanáticos. Seria apenas em 1998, com a volta de Jamie Lee Curtis em ‘Halloween H20’ que o prestígio seria recuperado.

Candyman 2

Finalizando, temos a sequência de um dos poucos ícones do terror saídos dos anos 90. ‘Candyman’ (1992) foi uma obra provocativa, que fala muito sobre mitos e lendas urbanas, e aborda de forma bem pertinente a cultura negra norte-americana da época. O filme se passa numa área pobre e perigosa da cidade, em um conjunto habitacional, onde a maioria dos moradores são negros segregados.

No local, uma estudante branca começa a investigar uma lenda urbana sobre o Candyman, uma figura fantasmagórica, dona de grande carga racial e social. Ela descobrirá da pior maneira, em um filme elegante e delirante, que o mito assombrado é real. Nessa continuação, a proposta é mais rotineira e a intenção parece ser tornar o personagem em um símbolo pop assim como Jason e Freddy se tornaram.

A adição bem-vinda foi a história de origem do personagem, um artista torturado e morto por ser negro e ter se apaixonado por uma mulher branca, em uma época que isso não era permitido. Em 2021, uma continuação recente adicionou bastante qualidade à mitologia, modernizando o mito para os dias de hoje.

10 MINISSÉRIES já lançadas esse ano que VOCÊ PRECISA CONFERIR

Pra quem curte projetos seriados de curta duração, as famosas minisséries, pode ficar no entusiasmo pois 2025 veio com tudo! Ótimas produções desse tipo, em muitos streamings, já desfilam pelos catálogos. Para ajudar você a escolher uma boa minissérie, separamos uma lista bem legal abaixo:

 

As Quatro Estações do Ano (Netflix)

Baseada em filme escrito e dirigido por Alan Alda no início dos anos 1980, a minissérie As Quatro Estações do Ano nos mostra três casais que sempre passam juntos os momentos onde encontram uma folguinha. Quando um casal se separa o ciclo de amizade passa por desafios.

 

Os Ladrões de Diamante (Netflix)

Com um roteiro bem bolado que explora uma tentativa de roubo cinematográfico, chegou sem muito ‘oba oba’ na Netflix uma intrigante minissérie policial de apenas três capítulos que consegue jogar uma lupa para um amplo contexto de uma Inglaterra no início dos anos 2000. Produzido por Guy Ritchie e tendo no centro dos holofotes os pontos de vistas ladrões, polícia e imprensa, Os Ladrões de Diamante é um prato cheio pra quem curte true crime!

 

Congonhas: Tragédia Anunciada (Netflix)

Vida, verdade, justiça. Trazendo ao público detalhes impressionantes da trágica história do maior acidente aéreo da América Latina, a minissérie documental investigativa Congonhas: Tragédia Anunciada parte da dor das famílias – com muitos depoimentos de cortar o coração – rumo a uma análise bem apurada sobre responsabilidades pelo ocorrido, chegando em fatores políticos e econômicos de um setor que vinha de uma série de instabilidades e incertezas.

 

Whiskey on the Rocks (Disney Plus)

No ano de 1981, nos últimos anos de guerra fria, um fato curioso aconteceu em águas escandinavas. Um submarino russo classe Whiskey, U-137, em treinamento, após uma enorme bebedeira por parte de sua tripulação, acaba ficando encalhado no território sueco. Durante quase duas semanas uma série de situações políticas criou um verdadeiro alarde para os mandachuvas das duas maiores potências mundiais tendo no centro do tabuleiro o ex-primeiro ministro sueco Thorbjörn Fälldin (Rolf Lassgård) que fez de tudo para que a diplomacia vencesse quem tinha a pólvora nas mãos.

 

A História da minha Família (Netflix)

Ao longo de seis episódios, essa minissérie – que entrou no catálogo da Netflix nesse início de 2025 – nos apresenta a vida de Fausto (Eduardo Scarpetta) em dois momentos. No primeiro, como um carinhoso pai de família que encontrou o amor de sua vida de forma inusitada, numa cafeteria. Anos mais tarde, já separado e com a ex-esposa Sara (Gaia Weiss) enfrentando graves problemas psicológicos, é diagnosticado com uma doença terminal e precisa arrumar as peças soltas em sua família desestruturada antes de partir.

 

Dia Zero (Netflix)

O ex-mandachuva da maior potência mundial George Mullen (Robert de Niro) vive seus dias na tranquilidade de sua confortável residência ao lado da esposa Sheila (Joan Allen). Certo dia, após um ataque hacker sem precedentes, é convocado pela atual presidente Evelyn Mitchell (Angela Bassett) para ser o encarregado pela ‘comissão do dia zero’ – uma ação definida pela presidente com extensão de poderes totais até os responsáveis serem descobertos. Aos poucos vai percebendo que nada será simples.

 

Sobrevivendo à Queda dos Black Hawks (Netflix)

O que é o certo e o errado em uma guerra? Não é de hoje que ações militares de países em território distante sempre nos colocam de frente com evidências sobre as formas e os porquês de determinada ordem. Trazendo depoimentos de dois lados de uma batalha ocorrida num país da África Oriental, a nova série documental da Netflix, dividida em três partes, Sobrevivendo à queda dos Black Hawks nos leva de volta até os horrores documentados quando um fato mudaria os rumos dessa ação norte-americana na capital da Somália, Mogadíscio.

 

A Grande Descoberta (Netflix)

As mãos dadas da ciência com quem protege a sociedade. Trazendo os detalhes – de forma cirúrgica – de uma das mais famosas e extensas investigações de assassinato da história da Suécia, a minissérie true crime da Netflix, A Grande Descoberta, nos mostra de maneira incisiva e sem rodeios como a ciência e uma operação policial andaram lado a lado através da genealogia genética.

 

Jerry Springer: Brigas, Câmera, Ação (Netflix)

Tudo – e realmente tudo – pela audiência. Chegou na Netflix nesse início de 2025, uma minissérie de dois episódios que mostra os bastidores e depoimentos da equipe de um dos mais polêmicos shows televisivos da história da televisão mundial. Tendo como foco as quase inacreditáveis pautas de The Jerry Springer Show – programa camuflado de um talk show – vamos percorrendo as ações de produtores, suas relações de trabalho e com os convidados. Antes de mais nada, esse é um projeto assustador quando pensamos em nós como sociedade.

 

Vinagre de Maçã (Netflix)

Trazendo ao público a ascensão, o dolo e a queda de uma influenciadora australiana completamente narcisista, que inventou estar com câncer para fazer sucesso pelas redes sociais, ao longo de seis episódios maravilhosos acompanhamos os desenrolares com uma narrativa acelerada, contemporânea, atual, quebrando a quarta parede em muitos momentos.

‘Jessica Jones’ pode ganhar nova série no MCU, aponta rumores

A atriz Krysten Ritter, que marcou o público com sua interpretação de Jessica Jones, está prestes a retornar ao papel na segunda temporada de Demolidor: Renascido’. Agora, parece que a personagem pode ter um futuro ainda mais promissor no MCU.

Segundo um novo rumor divulgado pelo ComicBookMovie, a Marvel Studios estaria considerando desenvolver uma nova série focada emJessica Jones.

A reportem ainda aponta que a concretização dessa ideia dependeria do sucesso da segunda temporada de Demolidor: Renascido’ e da recepção do público ao aguardado retorno de Ritter a um dos papéis mais icônicos de sua carreira.

Lembrando que até o momento são apenas rumores. 

Durante o evento Disney Upfronts, Ritter subiu ao palco ao lado de Charlie Cox para anunciar oficialmente sua volta: “É maravilhoso estar de volta, revivendo a Jessica depois de três temporadas, Os Defensores e agora entrando no MCU. Estou muito empolgada em trazer essa personagem icônica de volta e, sem revelar demais, ainda há muito por vir para Jessica Jones. Esta será uma temporada incrível!”.

Questionado sobre a possibilidade de Luke Cage (Mike Colter) e Punho de Ferro (Finn Jones) também aparecerem na segunda temporada de Demolidor: Renascido’, o chefe da Marvel Television, Brad Winderbaum, respondeu:

“É sobre não se apressar e contar a melhor história. Sim, é empolgante pensar em personagens interagindo, mas é preciso ter motivo para isso. Às vezes fizemos isso muito bem, outras vezes nos apressamos. A história precisa guiar o caminho”, afirmou.

Demolidor: Renascido’ está disponível no Disney+.

Na trama, Matt Murdock, um advogado cego com habilidades aprimoradas, está lutando por justiça por meio de seu movimentado escritório de advocacia, enquanto o ex-chefe da máfia Wilson Fisk vai atrás de seus próprios empreendimentos políticos em Nova York. Quando suas identidades passadas começam a emergir, os dois homens se encontram em rota de colisão inevitável.

A produção conta com o retorno de Charlie Cox no papel do herói titular. Ele já havia sido introduzido ao MCU no filme ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa‘ e na série ‘Mulher-Hulk: Defensora de Heróis‘.

O elenco conta com o retorno de Vincent D’Onofrio (Wilson Fisk), Elden Hanson (Foggy Nelson), Deborah Ann Woll (Karen Page), Jon Bernthal (Justiceiro) e Wilson Bethel (Ben Poindexter/Mercenário).

Lembrando que a 2ª temporada contará com Matthew Lillard e com o retorno de Krysten Ritter como Jessica Jones.

‘Euphoria’: Eric Dane revela que temia que elenco se tornasse insuportável

Eric Dane, conhecido por seu papel de destaque em Euphoria, recentemente compartilhou suas percepções sobre trabalhar em uma das séries de maior sucesso da atualidade, e como foi conviver com um elenco mais jovem.

Em uma entrevista à Variety, o ator revelou que, no início, tinha receio de que alguns dos jovens talentos pudessem mudar de postura com o sucesso repentino.

“Eu só esperava que nenhum deles tivesse uma má atitude. Isso é muito fácil de conseguir quando seus seguidores no Instagram passam de 30.000 para 30 milhões da noite para o dia. Mas estou feliz em informar que todo mundo tem uma boa cabeça em seus ombros. Eles eram profissionais e ainda são. Eu amo Jacob, eu amo Z [Zendaya]”, afirmou.

Dane detalhou sua relação com Jacob Elordi: “Eu trabalho muito com Jacob; temos conversas profundas quando não estamos filmando. Ele é um ator inteligente, brilhante e intuitivo. Você pode aplicar isso em toda a linha com este elenco. Sam [Levinson, criador da série] tinha uma ideia muito específica do que ele queria, e ele saiu e conseguiu. Eu tenho um radar muito bom quando se trata de pessoas que vão se transformar em idiotas absolutos. Eu só sabia com [Jacob] que ele seria um atirador direto, equilibrado. Ele manteve isso”.

O ator também comentou sobre seus próprios esforços para evitar a arrogância: “Eu tenho meus momentos. Na maior parte, sou um cara muito bom. O profissionalismo é muito importante para mim. Como você se comporta em um set, e fora de um set, é muito importante para mim. Eu tenho meus momentos; todos nós fazemos. Mas não acho que sou capaz de ser uma pessoa terrível”.

Além das dinâmicas de elenco, Dane destacou como Euphoria o ajudou a se ver como um artista. “Sempre tive um profundo respeito pelo ofício de atuar, mas nunca me considerei um artista. Eu nunca poderia admitir isso, até que comecei a fazer ‘Euphoria’. Foi quando me dei a permissão para me sentir como se fosse um artista”.

A nova temporada de ‘Euphoria’, que contará com oito episódios, tem previsão de estreia para 2026.

O próximo ciclo contará com o retorno de Zendaya, Hunter Schafer, Eric Dane, Jacob Elordi, Sydney Sweeney, Alexa Demie e Maude Apatow, além da participação especial de Colman Domingo.

Os novatos Toby Wallace, Rosalía, Marshawn Lynch, Kadeem Hardison, Darrell Britt-Gibson, Priscilla Delgado, James Landry Hébert e Anna Van Patten também foram confirmados na produção.

Criada por Sam Levinson, a série é baseada na produção israelense homônima lançada em 2012.

A trama é envolta em drogas, sexo, busca por identidade, traumas, redes sociais, amor e relacionamentos. Todas essas temáticas serão relatadas pela ótica de Rue (Zendaya), uma garota de 17 anos viciada em drogas e mentirosa.