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‘Buffy’: Atriz que denunciou Joss Whedon espera que sua personagem VOLTE para o reboot

charisma carpenter buffy

Apesar do lamentável falecimento de Cordelia Chase no spin-off de Buffy’, ‘Angel’, Charisma Carpenter está disposta a reviver a personagem no já confirmado reboot da atração.

Carpenter foi uma personagem regular em Buffy’ até a terceira temporada. Depois, ela migrou para a série derivada, mas após várias temporadas, ela foi descartada da narrativa e encontrou seu fim em uma breve participação especial na quinta iteração.

Em entrevista ao IGN, a atriz sugeriu o retorno de Cordelia à série, dizendo que isso seria “poético” após o fim “injusto” da personagem.

“Não sei bem o que fazer com isso”, disse ela, referindo-se ao fato de sua personagem agora ser elegível para um retorno. “Tenho certeza de que há ressalvas — Cordelia morreu em Angel’, não em Buffy’. Não sei o que isso significa para Cordelia especificamente, mas tenho esperança de que [o reboot] a inclua, obviamente. Seria um sonho ser incluída, e seria tão poético que isso acontecesse, e que acontecesse com este grupo”.

Ela continua: “esses roteiristas são extremamente criativos. Tenho certeza de que conseguiriam se quisessem, se fosse algo dos fãs, se houvesse sede, desejo ou necessidade de que Cordelia estivesse lá. Tenho certeza de que, com uma equipe criativa incrível liderando a sala de roteiristas, seria possível”.

Carpenter acrescenta: “[Cordelia] era tão grande, ela tinha crescido tanto, ela tinha passado por uma jornada extraordinária, e para ela sair daquele jeito soou muito injusto”.

Vale lembrar que a atriz foi uma das principais responsáveis em trazer à tona os abusos cometidos pelo criador da série, Joss Whedon, chegando a dizer que ele era “casualmente cruel”.

Há algum tempo, em entrevista à Vanity Fair, Sarah Michelle Gellar, que interpretou a personagem titular em ‘Buffy’ e retorna como produtora executiva do reboot, revelou que adoraria trazer de volta todos os personagens que já morreram na série original, mas destaca é necessário haver um equilíbrio com a nova geração.

[A nova série] será mais leve do que as últimas temporadas do seriado original. Nós tentaremos encontrar o equilíbrio entre personagens novos e veteranos. Meu sonho é trazer todos os que morreram de volta, mas precisamos de espaço para contar novas histórias.”

Ela completa: “estamos tentando modernizar os temas da série, especialmente sobre o que significa ser uma pessoa isolada em um mundo dominado pelas redes sociais. Queremos explorar as barreiras que afetam a sociedade atual.”

Ryan Kiera Armstrong será a nova caçadora protagonista.

Vale lembrar que a série original está disponível no Disney+.

Paramount pagará US$16 MILHÕES ao presidente Donald Trump para encerrar processo contra o programa ’60 Minutes’

O grupo Paramount Global optou por emitir um cheque de US$16 milhões para o presidente dos Estados Unidos Donald Trump em vez de lutar contra o que chamou de um processo “sem mérito” (via Variety).

Nesta última terça-feira à noite (1), a empresa disse que pagará o montante em questão a Trump para resolver um processo judicial vinculado ao programa 60 Minutes, acreditando que o pagamento ajudará a companhia e acelerará um acordo planejado com a Skydance Media, mesmo que isso corra o risco de manchar uma das marcas mais históricas da CBS.

A Paramount revelou em um comunicado que concordou em pagar os US$16 milhões a Trump para encerrar o processo aberto pelo próprio presidente que acusou o programa supracitado de editar enganosamente uma entrevista com a então candidata presidencial Kamala Harris e enganar os eleitores dos EUA, embora tanto a empresa quanto especialistas jurídicos tenham dito que a posição de Trump sobre o assunto era fraca.

O episódio de 60 Minutes em questão foi ao ar em outubro de 2024 e ocorreu entreo correspondente Bill Whitaker e Harris, do Partido Democrata dos EUA, apresentada em uma edição especial do programa quatro semanas antes da eleição para presidente.

O processo movido por Trump, aberto em um tribunal federal no Distrito Norte do Texas em novembro, alegava que o programa tentou enganar os eleitores ao exibir duas edições diferentes de comentários feitos na entrevista com Harris, então rival de Trump na disputa pela Casa Branca.

A CBS havia buscado o arquivamento do caso. Entretanto, a Comissão Federal de Comunicações (FCC) posteriormente abriu uma investigação sobre o assunto, e a CBS e os advogados de Trump contrataram um mediador. A Paramount agendou uma reunião corporativa anual com investidores para hoje (2), onde se espera eleger três novos diretores.

O coautor de Trump no caso era Ronny Jackson, um deputado conservador do Partido Republicano cuja presença permitiu ao presidente encaminhar o caso a um juiz federal receptivo em Amarillo, Texas: o Juiz Distrital Matthew J. Kacsmaryk. A ação foi movida cinco dias antes de Trump vencer a eleição presidencial de 2024, que o levou de volta à Casa Branca apenas quatro anos após sua derrota para o democrata Joe Biden.

A cruzada de Trump contra a CBS e o programa 60 Minutes representou uma extraordinária e perturbadora demonstração de poder político por parte de um presidente em exercício.

‘A Odisseia’: Após trailer VAZAR, épico de Chris Nolan ganha novo cartaz

a odisseia

O primeiro teaser trailer do filme ‘A Odisseia‘, ambiciosa adaptação de Chris Nolan para o poema épico grego de Homero, vazou online ontem nas redes sociais.

O vídeo está sendo exibido exclusivamente nos cinemas dos EUA, mas alguém ficou e disponibilizou na internet. Em consideração à Universal Pictures, não vamos embedar o teaser no site enquanto não for divulgado oficialmente. Você pode conferir o que acontece neste link.

Agora, o filme ganhou um novo cartaz:

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Informações inéditas sobre o projeto estão viralizando nas redes sociais.

Segundo o famoso perfil insider @MyTimeToShineH, o longa-metragem terá classificação indicativa para maiores de 18 anos (rated-R) – o que vem com surpresa, considerando que a Universal Pictures normalmente aposta fichas em produções PG-13 para maximizar o público e os lucros.

Todavia, nada ainda foi confirmado pelo estúdio.

Lembrando que o filme segue envolto em mistério, com poucos detalhes revelados até o momento.

“O filme é um épico de ação mítico filmado em todo o mundo usando a novíssima tecnologia de filme IMAX e traz a saga fundamental de Odisseu para as telas de filme IMAX pela primeira vez. A estreia nos cinemas acontece mundialmente em 17 de julho de 2026.”

O elenco conta com nomes como Robert PattinsonJon BernthalJohn LeguizamoElliot PageHimesh PatelBill IrwinSamantha MortonZendaya e outros.

Nolan começou a escrever o filme em março. Donna Langley, presidente da Universal Pictures, é a única pessoa que já leu o roteiro.

Em Breve! 16 Filmes de TERROR que Chegam ainda na segunda metade de 2025…

Com as estreias de ‘Extermínio: A Evolução’ e ‘M3GAN 2.0’, em cartaz nos cinemas do Brasil e do mundo, resolvemos tirar um tempo para trazer para você quais os outros grandes filmes do gênero terror que ainda chegam aos cinemas (ou streamings) na segunda metade de 2025.

Esse ano foi particularmente bom para o gênero, com a primeira metade de 2025 vendo grandes obras elogiadas, ou de grande hype nas telonas. Filmes como ‘O Macaco’, por exemplo, uma insana incursão pela mente de Stephen King. Ou ‘Acompanhante Perfeita’, mistura de ficção, romance e thriller.

Tivemos também a adaptação dos games ‘Until Dawn’, e o elogiado ‘Premonição 6’, o melhor da franquia na opinião dos críticos.

Mas nada se compara ao sucesso de ‘Pecadores’, filme de vampiro de Ryan Coogler que atualmente se situa no posto como o melhor filme de 2025 na opinião dos críticos e do público. Ou seja, é muito mais do que apenas um filme de vampiros.

O ano ainda trouxe ‘Drop: Ameaça Anônima’, ‘A Mulher no Jardim’ e ‘Lobisomem’, por exemplo. Mas quem pensa que 2025 já extinguiu seu estoque de terror, está redondamente enganado. Abaixo iremos dar uma olhada em 16 filmes de terror que estreiam ainda este ano – nos cinemas e nos streamings. Confira.

Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado

Reboot, que também funciona como sequência, do clássico slasher dos anos 1990, dirigido por Jennifer Kaytin Robinson. A nova versão atualiza a trama para a era digital, onde um grupo de jovens é assombrado por um segredo mortal enquanto alguém, que sabe o que eles escondem, os chantageia e os persegue, tentando matá-los. Além de um jovem elenco de nomes como Madelyn Cline e Chase Sui Wonders protagonizando, temos as voltas dos veteranos Jennifer Love Hewitt e Freddie Prinze Jr. retornando como Julie James  Ray Bronson. A estreia é no dia 17 de julho nos cinemas.

A Morte de um Unicórnio

Comédia de terror satírica escrita e dirigida por Alex Scharfman, o filme é estrelado por Paul Rudd e Jenna Ortega como pai e filha que atropelam acidentalmente um unicórnio durante uma viagem a um retiro corporativo. O filme se destaca pela crítica afiada ao capitalismo e à ganância dos bilionários — especialmente através da família Leopold, que busca explorar cientificamente o corpo da criatura para obter curas milagrosas — e equilibra humor ácido com reviravoltas violentas e cenas brutais. O filme estreia no dia 31 de julho nos cinemas.

A Hora do Mal

Um épico de terror original escrito e dirigido por Zach Cregger (Noites Brutais), que se desenrola em uma pequena cidade abalada pelo inexplicável desaparecimento de 17 crianças da mesma classe, exceto uma sobrevivente. Estrelado por Josh Brolin como um pai desesperado e Julia Garner no papel da professora Justine, o filme traz uma narrativa em múltiplas histórias interligadas — envolvendo corrupção, trauma geracional, bruxaria e rituais sombrios. A estreia é no dia 7 de agosto nos cinemas.

Juntos

Horror corporal estrelado pelo casal da vida real Alison Brie e Dave Franco, o longa é dirigido por Michael Shanks em sua estreia, e mergulha na codependência conjugal através de uma maldição que literalmente une fisicamente os protagonistas – corpo e mente se distorcem à medida que uma presença sobrenatural os consome. A química real do casal intensifica momentos de humor ácido e tensão visceral, com efeitos práticos e CGI para cenas grotescas. A estreia é no dia 14 de agosto nos cinemas.

Faça Ela Voltar

Dirigido pelos irmãos Danny e Michael Philippou — os mesmos de ‘Fale Comigo —, é um terror psicológico intenso que acompanha Andy e Piper, irmãos adotivos que se mudam para a casa de sua mãe adotiva Laura (interpretada por Sally Hawkins). Lá descobrem um ritual macabro envolvendo demônios e tragédias do passado, com atmosferas de found footage e muito sangue. A estreia ocorre no dia 21 de agosto nos cinemas.

Invocação do Mal 4

Capítulo final da saga dos Warrens, dirigido por Michael Chaves e estrelado por Vera Farmiga e Patrick Wilson como Lorraine e Ed Warren. O filme aborda o real caso de possessão da família Smurl em West Pittston, Pensilvânia, em 1986, sendo descrito como o mais sombrio da franquia – com um demônio guiado por uma vingança pessoal . Estreando em 4 de setembro, promete fechar com chave de ouro a jornada emocional dos protagonistas, agora acompanhados da filha adulta Judy (Mia Tomlinson) e seu namorado Tony (Ben Hardy).

A Longa Marcha: Caminhe ou Morra

Adaptação distópica do livro homônimo de Stephen King — publicado em 1979 sob o pseudônimo Richard Bachman — dirigida por Francis Lawrence. O filme acompanha 100 jovens obrigados a marchar sem parar, mantendo um ritmo cruel (em torno de 4,8 km/h): quem afrouxa encontra a morte até restar apenas um vencedor . Estrelado por Cooper Hoffman, Judy Greer e Mark Hamill num papel autoritário, o longa estreia em 11 de setembro, prometendo tensão psicológica intensa, exaustão real (atores caminharam até 15 milhas/dia) e uma reflexão brutal sobre resistência, sacrifício e camaradagem.

Him

Anteriormente intitulado ‘GOAT, este é um thriller psicológico de terror esportivo produzido por Jordan Peele e dirigido por Justin Tipping. O filme segue Cameron Cade (Tyriq Withers), um promissor quarterback que sofre uma lesão cerebral antes do NFL. Desesperado para retomar sua carreira, ele aceita a oferta de seu ídolo, o lendário quarterback Isaiah White (Marlon Wayans), para treinar em um complexo isolado. À medida que o treinamento avança, Cam percebe que o custo da excelência pode ser mais alto do que imaginava, envolvendo rituais sombrios e pressões psicológicas extremas. A estreia é no dia 18 de setembro.

Animais Perigosos

Dirigido por Sean Byrne, esta produção australiana mistura tensão de um slasher com horror aquático ao seguir Zephyr (Hassie Harrison), surfista sequestrada pelo capitão serial killer Tucker (Jai Courtney), que força suas vítimas a serem devoradas por tubarões num ritual macabro e grava tudo . Com ambiente claustrofóbico de um barco isolado na Grande Barreira de Corais e uma performance aterrorizante de Courtney, o filme alia suspense psicológico ao terror visceral, enquanto Zephyr luta pela própria sobrevivência. A estreia também ocorre no dia 18 de setembro nos cinemas.

Os Estranhos: Capítulo 2

Sequência do reboot da franquia de terror, dirigida por Renny Harlin e estrelada por Madelaine Petsch, que retorna como Maya, a única sobrevivente do ataque brutal de três psicopatas mascarados. O filme retoma a história onde o primeiro capítulo terminou, com Maya fugindo de um hospital e enfrentando novos horrores enquanto é perseguida pelos mesmos assassinos. A trama se passa ao longo de quatro dias, explorando mais profundamente o passado dos antagonistas e expandindo o universo da franquia com novos personagens e ameaças. A estreia é no dia 25 de setembro.

O Telefone Preto 2

Aguardada sequência do sucesso de terror de 2022, dirigida por Scott Derrickson e baseada no conto de Joe Hill. A trama segue Finney Shaw (Mason Thames), agora com 17 anos, que tenta superar o trauma de seu sequestro anterior. Sua irmã, Gwen (Madeleine McGraw), começa a ter visões perturbadoras de três garotos sendo perseguidos em um acampamento chamado Alpine Lake. Decidida a desvendar o mistério, ela convence Finney a investigar o local durante uma tempestade de neve, descobrindo uma conexão sinistra com o passado da família e com o assassino conhecido como “O Pegador” (Ethan Hawke), que agora ameaça de além-túmulo. A estreia é no dia 16 de outubro nos cinemas.

Frankenstein

Dirigido por Guillermo del Toro, o longa é uma adaptação sombria, poética e intensamente emocional do clássico de Mary Shelley, que chega à Netflix em novembro. O filme traz Oscar Isaac como Victor Frankenstein e Jacob Elordi como a criatura — retratada com empatia e profundidade, não apenas como um monstro, mas um ser humano trágico cuja existência é marcada por abandono e autoquestionamento. Del Toro amplia elementos originais, incorporando cenas no Ártico e investindo em visuais góticos ricamente desenhados.

Keeper

Osgood Perkins, conhecido por ‘Longlegs – Vínculo Mortal‘ (2024), já lançou um filme de terror esse ano, com o insano ‘O Macaco‘. Mas o cineasta ainda trará mais uma carta na manga com ‘Keeper‘. Na trama, Tatiana Maslany e Rossif Sutherland viajam até uma cabana isolada no meio da mata para celebrar o aniversário de namoro. O que começa como um fim de semana romântico logo toma um rumo sinistro: Malcolm é forçado a retornar inesperadamente à cidade, deixando Liz sozinha no local. Porém, o que ela imaginava ser apenas um momento de descanso transforma-se em um pesadelo quando uma presença maligna começa a se manifestar. A estreia é no dia 13 de novembro nos cinemas.

Five Nights at Freddy’s 2

Sequência do sucesso de terror baseado na franquia de jogos de Scott Cawthon. Com direção de Emma Tammi e roteiro de Cawthon, o filme retoma a história de Mike Schmidt (Josh Hutcherson), que retorna à Freddy Fazbear’s Pizza para enfrentar novos horrores mecânicos. O elenco conta com Matthew Lillard como o vilão William Afton, Elizabeth Lail como Vanessa e Piper Rubio como Abby Schmidt, irmã de Mike. O filme promete expandir o universo da franquia, introduzindo novos animatrônicos e aprofundando a mitologia estabelecida no primeiro filme. A estreia é no dia 4 de dezembro nos cinemas.

Anaconda

O remake de ‘Anaconda (1997) é dirigido por Tom Gormican, que traz uma abordagem cômica e metalinguística à história original. A trama segue um grupo de amigos enfrentando crises de meia-idade que decidem refazer seu filme favorito da juventude, apenas para se depararem com desastres naturais, cobras gigantes e criminosos violentos na floresta tropical. O elenco é estrelado por Jack Black, Paul Rudd e o nosso Selton Mello. A estreia ocorre no dia de natal, dia 25 de dezembro nos cinemas.

O Vingador Tóxico

Releitura cômica e ultraviolenta do cult dos anos 1980, dirigida por Macon Blair e estrelada por Peter Dinklage. O filme mistura humor negro, ação exagerada e crítica social, mantendo o espírito trash do original, mas com um visual mais moderno. Com participações de Elijah Wood e Kevin Bacon, a produção agradou fãs do gênero por seu tom irreverente e estética grotesca. Exibido em festivais, o longa ganhou data de estreia para agosto nos EUA em circuito, mas no Brasil deverá chegar em algum streaming.

F1

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(F1)

Elenco:

Brad Pitt
Damson Idris
Kerry Condon
Javier Bardem

 

Direção: Joseph Kosinski

Gênero: Drama

Duração: 120 min.

Distribuidora: Warner Bros

Orçamento: US$ 300 milhões

Estreia: 26 de Junho de 2025

Sinopse: 

Em F1, o lendário piloto Sonny Hayes (Brad Pitt) sai da aposentadoria e volta às pistas com uma nova missão: guiar o promissor novato Joshua Pearce (Damson Idris) rumo ao sucesso na equipe fictícia ApexGP. Produzido por Lewis Hamilton, heptacampeão mundial de Fórmula 1, o filme acompanha o retorno de Sonny ao universo competitivo do automobilismo, onde ele precisa unir experiência e ousadia para transformar a equipe em uma verdadeira potência. Enfrentando desafios dentro e fora das pistas, Sonny conta com o apoio da equipe técnica e de figuras influentes do esporte para provar que vencer exige muito mais do que talento ao volante. Com cenas gravadas durante o Grande Prêmio da Inglaterra e participações especiais de pilotos reais, F1 leva o espectador para o coração da velocidade e da superação.

Crítica | ‘F1’ será o filme favorito do seu pai – e ele estará absolutamente correto nisso

 

Curiosidades: 

» Apple lança novo trailer de ‘F1’, com Brad Pitt, que literalmente faz seu iPhone VIBRAR!

» Orçado em cerca de US$ 300 milhões, o longa é considerado a maior aposta da Apple Studios, até o momento;

» O filme está sendo rodado durante os finais de semana das rodadas do Grande Prêmio da Fórmula 1, com a equipe de produção em competição com os titãs do esporte;

» Stefano Domenicali, presidente da Fórmula 1, comentou sobre a produção: “As filmagens vão acontecer em Silverstone, e esse será a primeira produção de Hollywood a realizar gravações internas durante um evento real”;

» A produção de ‘F1’ foi realizada em colaboração com a Fórmula 1 e a comunidade da Fórmula 1, incluindo as dez equipes em competição e seus pilotos, a FIA (Federação Internacional de Automobilismo) e os promotores das corridas. A CEO da Copper, Penni Thow, atua como produtora executiva;

» O elenco ainda conta com Tobias Menzies, vencedor do Emmy e indicado ao Globo de Ouro; Emmy Sarah Niles, indicada ao Emmy; Kim Bodnia; e Samson Kayo;

Trailer:

Cartazes: 

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Fotos: 

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MEGAN 2.0

(M3GAN 2.0)
Elenco:

Jenna Davis
Allison Williams
Ivanna Sakhno

 

Direção:  Gerard Johnstone

Gênero: Terror

Duração: — min.

Distribuidora: Universal Pictures

Orçamento: R$ 20 milhões

Estreia: 26 de Junho de 2025

Sinopse: 

Dois anos após MEGAN, uma maravilha da inteligência artificial, sair do controle, iniciar uma matança (impecavelmente coreografada) e ser destruída, sua criadora Gemma (Allison Williams) tornou-se uma renomada autora e defensora da supervisão governamental da IA. Enquanto isso, sua sobrinha Cady (Violet McGraw), agora com 14 anos, transformou-se em uma adolescente que desafia as regras superprotetoras de Gemma. Sem que elas saibam, a tecnologia subjacente de M3GAN foi roubada e usada indevidamente por um poderoso contratante de defesa para criar uma arma de nível militar conhecida como Amelia (Ivanna Sakhno; Ahsoka, Círculo de Fogo: A Revolta), a espiã infiltrada mais letal já concebida. Mas, à medida que a autoconsciência de Amelia cresce, seu interesse em seguir ordens humanas diminui — assim como sua vontade de tê-los por perto.

Com o futuro da humanidade em risco, Gemma percebe que a única solução é trazer M3GAN (Amie Donald, com voz de Jenna Davis na versão original) de volta e aprimorá-la para torná-la mais rápida, mais forte e ainda mais letal. E, quando seus caminhos se cruzam, a IA mais implacável do cinema encontrará sua maior rival.

Crítica | ‘M3GAN 2.0’ é DESPRETENSIOSA comédia que cumpre com o que promete (Nota: 8.0)

Curiosidades: 

» As filmagens ocorreram na Nova Zelândia em 52 dias, com conclusão em setembro de 2024 .

»  O orçamento do filme foi de aproximadamente US$ 12 milhões, similar ao do primeiro filme, que teve um orçamento de US$ 12 milhões e arrecadou US$ 181 milhões .

»  O filme promete expandir o universo da inteligência artificial, explorando temas como os perigos da IA e suas implicações na sociedade moderna .

» O primeiro filme apresentou cenas icônicas de dança de M3GAN, que se tornaram virais nas redes sociais. Espera-se que a sequência traga mais momentos memoráveis .

Entrevistas:

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Miley Cyrus: Something Beautiful

(Miley Cyrus: Something Beautiful)

 

Elenco:

Miley Cyrus

 

Direção: Jacob Bixenman, Miley Cyrus, Brendan Walter

Gênero: Show

Duração: 55 min.

Distribuidora: Trafalgar

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 27 de Junho de 2025

Sinopse: 

Uma ópera pop única, movida pela fantasia, com 13 novas músicas originais do álbum visual Something Beautiful, de Miley Cyrus.

Crítica | ‘Something Beautiful’ é o projeto mais AUDACIOSO e experimental de Miley Cyrus

Curiosidades: 

» Something Beautiful é o nono álbum de estúdio da cantora;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Crítica | ‘Something Beautiful’ é o projeto mais AUDACIOSO e experimental de Miley Cyrus

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Miley Cyrus não conquistou o nome e o legado que carrega nos dias de hoje por qualquer razão: despontando em uma das melhores séries do Disney Channel, ‘Hannah Montana’, e eternizando duas personas que conquistaram o público ao redor do mundo, a cantora e compositora logo deixou os arquétipos da Casa Mouse para trás ao começar a apostar em sua carreira solo – ascendendo a um estrelato invejável que nos rendeu sucessos atemporais como “See You Again”, “We Can’t Stop”, “Wrecking Ball”, “Flowers” e tantos outros. Agora, dois anos depois de ter dominado o planeta com o ótimo ‘Endless Summer Vacation’ (que lhe rendeu duas estatuetas do Grammy) e uma participação no aclamado ‘Cowboy Carter’, de Beyoncé’, ela retornou ao cenário fonográfico com o projeto mais ambicioso de sua discografia.

Something Beautiful, como é intitulado seu nono álbum de estúdio, vem sendo promovido através de inúmeras canções – incluindo a dupla marcada por um profundo poema que antecede a faixa-título, o melancólico lead single “End of the World” e a antêmica e catártica faixa “More To Lose” (que, como explorei em outro texto, configura-se como uma das maiores obras-primas não apenas do ano, mas da carreira da performer). Através de uma identidade amadurecida e despida de quaisquer amarras mainstream, Cyrus mostra que ainda tem muito a nos contar, pouco se importando com números quando o conceito de legado fala muito mais alto a esse ponto. Não é surpresa, pois, que ela também tenha anunciado um longa-metragem que acompanha o disco, com lançamento agendado para o Festival de Tribeca e chegando ao Brasil no dia 27 de junho.

O compilado de originais é uma experiência sinestésica que, volta e meia, escorrega em construções repetitivas e cansativas, mas que, ao mesmo tempo, reitera a apaixonante ousadia que a artista carrega consigo desde sempre. Se em sua investida anterior Cyrus mostrou que poderia acompanhar incursões populares – quebrando recordes de streamings e se apossando dos holofotes -, aqui ela preza pelo experimentalismo e por arranjos não convencionais. À medida que presta homenagens a ídolos que a influenciaram ao longo dos anos, ela explora um novo capítulo de sua apaixonante sonoridade e imagética, construindo uma ponte artística que liga cinema, música e Haute Couture sob uma perspectiva ávida e milimetricamente arquitetada.

É possível encarar o projeto em uma arquitetura tripartida: o ato de abertura comprime as faixas mencionadas alguns parágrafos acima, refletindo e reiterando a beleza que é buscada pelo eu-lírico adotado por Miley: navegando pela iminência do fim do mundo (e, com isso, o fim da beleza em si), complacente com a austeridade inescapável do tempo e lidando com a efemeridade da própria vida, ela se entrega de corpo e alma a narrativas pessoais e declamatórias. Há uma emblemática construção intimista que acompanha tais faixas, seja no encontro entre soul e electro-clash da faixa-título, seja no soft pop-rock explorado no lead single.

A segunda parte, ao menos na opinião deste que vos escreve, é o mais breve e o mais “diferenciado” de todos, por assim dizer: temos as teatrais e inesperadas construções do “Interlude I” e do “Interlude II”, ambos abraçando o mais recente single da era, “Easy Lover”. A sensual e despojada track se afasta da catarse dramática e inclina-se para uma mercadológica e envolvente mistura de R&B, funk e pop-rock que arranca da vocalista versos divertidos. Porém, nesse “caos controlado” de que se dispõe desde a faixa de abertura, ela permanece fiel às mensagens da constante procura da beleza e da exaltação de suas várias formas – por mais que, ao encontrá-la, tenha que lutar para mantê-la e celebrá-la (“qualquer coisa acontece embaixo dos lençóis, mas você não é um amante fácil”).

O ato de encerramento é o mais complexo – para o bem ou para o mal. Integrado pelas faixas de maior duração, Miley se reúne com um competente time de produtores e compositores que a auxiliam nessa conclusão, pecando a mão aqui e ali e manchando o que poderia se tornar uma impecável obra de arte. De um lado, ela une forças com Brittany Howard para a espetacular “Walk of Fame”, trazendo referências do disco e do dance em um épico de seis minutos que faz brincadeiras com a máxima “walk of shame” e que traz certos elementos melancólicos de volta para o refrão; de maneira similar, porém mais vibrante, ela posa ao lado de Naomi Campbell com “Every Girl You’ve Ever Loved”, trazendo o EDM e o synth-pop em uma atemporal libertação artística e pessoal.

Em contraste “Golden Burning Sun” estende-se por um período extenuante de regurgitações esquecíveis e uma falta de originalidade e ousadia que, de fato, não dialoga com a estrutura das outras canções; “Pretend You’re God” sofre de um mal parecido, mas elevado à enésima potência e configurando-se como a track mais fragilizada do álbum. “Reborn” pega as repetições supracitadas e as torna propositais e com um objetivo esclarecedor que faz sentido com as incursões do house – revitalizando os erros das iterações anteriores e nos preparando para um sólido finale com uma das músicas mais bem escritas de Cyrus, “Give Me Love”.

Something Beautiful pode não ser livre de alguns equívocos gritantes; todavia, esse corpo artístico é competente e interessante o bastante para nos manter envolvidos em uma jornada de autodescobrimento e de empoderamento que tenta responder a perguntas milenares feitas pela própria humanidade – e que coloca Miley Cyrus em total e completo controle de sua arte (e mostrando que ainda tem muito para nos contar).

Nota por faixa:

1. Prelude – 4,5/5
2. Something Beautiful – 4,5/5
3. End of the World – 4/5
4. More To Lose – 5/5
5. Interlude I – 4/5
6. Easy Lover – 4/5
7. Interlude II – 4/5
8. Golden Burning Sun – 2/5
9. Walk of Fame, feat. Brittany Howard – 5/5
10. Pretend You’re God – 1/5
11. Every Girl You’ve Ever Loved, feat. Naomi Campbell – 4/5
12. Reborn – 3,5/5
13. Give Me Love – 3,5/5

Crítica 2 | ‘Jurassic World: Recomeço’ é uma OFENSA à franquia de Steven Spielberg

jurassic world recomeço

Jurassic Park é um filme incomparável. Principal fenômeno cinematográfico de sua época, ele reinventou o conceito de Blockbuster, inspirou uma revolução cultural na Coreia de Sul e foi o grande responsável pelas crianças da década de 1990 desenvolverem amor pelo cinema. É uma obra daquelas que marcam e mudam vidas, fazendo que gerações se apaixonem por dinossauros e sonhem com aventuras para além da imaginação. Uma obra-prima desenvolvida com muito esmero por Steven Spielberg e Michael Crichton, autor que adaptou o próprio livro para os cinemas.

Com o sucesso comercial e de críticas, fazer o filme virar franquia já era esperado. Ao longo dos anos seguintes, a saga ganhou dois novos capítulos. Apesar de não chegarem aos pés do original, ambas as obras trouxeram novas perspectivas e novas espécies para as telonas, fazendo bastante sucesso junto ao público. Em 2015, em um reviravolta, a franquia ganhou uma nova chance com o nome de Jurassic World. Essa nova empreitada, ambientada no mesmo universo, trouxe o parque funcionando e planejava desenvolver uma trama dos dinossauros soltos pelo mundo novamente e qual seu impacto na sociedade. Apesar de alguns problemas de execução e um grande desgaste da saga, eles conseguiram arrecadar quase 4 bilhões de dólares com os três filmes. O último, inclusive, parecia fossilizar de vez a franquia.

Infelizmente, a vida encontrou um meio: a ganância do estúdio. Anunciado meio de surpresa, Jurassic World: Recomeço chega aos cinemas nesta semana em uma história que requenta a trama de pelo menos quatro dos sete capítulos da saga. A grande diferença é que o diretor dessa nova aventura era o nome mais promissor da franquia desde a saída de Spielberg. Gareth Edwards se notabilizou com filmes que exploram o suspense e a aventura por meio de um trabalho sensacional de escalas, representando em tela a real dimensão de monstros e armas gigantes, como em Godzilla (2014) e Rogue One (2016). E sabe o que é o pior? Nem mesmo a presença dele é capaz de salvar o público desta bomba. Na verdade, por saber que é um profissional de sua competência por trás das câmeras, a experiência acaba sendo ainda mais arruinada.

A trama se passa anos após os eventos de Jurassic World: Domínio (2022). Os dinossauros seguem soltos pelo mundo, mas estão sendo extintos gradativamente por conta das questões climáticas. Os poucos sobreviventes caminham pelas ruas dos EUA ou foram levados para uma ilha no Equador, onde o calor e a alta concentração de oxigênio permitem que eles sobrevivam. Curiosamente, essa ilha é também um laboratório da InGen, no qual os cientistas do Jurassic World cozinhavam dinossauros híbridos lá pra 2010 e descartavam os “defeituosos”, criando um ambiente extremamente hostil e repleto de bestas voadoras, dinossauros com duas cabeças e um monte de besteiras mais que só aparecem mortas no laboratório. Nesse contexto, a indústria farmacêutica descobre um potencial medicamento para prevenir doenças cardíacas, mas precisa de amostras de DNA de um Mosassauro, um Titanossauro e um Quetzalcoatlus. Coincidentemente, as três espécies disponíveis na ilha, veja você. Pois bem, o empresário contrata Zora (Scarlett Johansson), uma mercenária, e obriga um consultor de paleontologia, o Dr. Henry (Jonathan Bailey), a embarcarem em uma missão com ele para extraírem as amostras de DNA na ilha.

Homem e mulher observam atentamente em campo de milho

Se o filme se prestasse a ser apenas um filme de assalto, no qual o grupo vai com seu bando para a ilha, uma porção de coadjuvantes morrem de forma escabrosa e eles voltassem felizes para casa com a sensação de dever cumprido, talvez cativasse pela beleza da mesmice. Um feijão com arroz bem-feito, apostando na ação e aventura. O problema é que a trama soca no caminho desse grupo um núcleo familiar extremamente insuportável. O pai mais irresponsável da história do cinema decide levar as duas filhas – e o namorado maconheiro de uma delas – para atravessar o oceana em um veleiro. Porém, no caminho, eles acabam sendo atacados pelo Mosassauro e são “resgatados” pelos mercenários. No fim das contas, ambos os grupos param na ilha dos Dinossauros da Shopee, o que prejudica demais o ritmo da narrativa.

Essa divisão tira todo o impacto das aventuras – e perdas – dos mercenários farmacêuticos, porque não deixam que sua jornada tenha continuidade. A partir do momento em que eles chegam na ilha, toda vez que chegam as poucas cenas de ação, o diretor intercala essa aventura com cenas extremamente vergonhosas do pai tentando se entender com o namorado da filha. Essa relação entre pai e namorado é a pior ideia dentre todas as más ideias às quais essa franquia já sobreviveu. Primeiro porque o namorado é um imbecil. A cada aparição do infeliz, a torcida é para que um dinossauro apareça e estraçalhe o rapaz por completo. Já o pai… Sério, cadê o conselho tutelar? Ele é o pai presente mais ausente da história do cinema. Em momento algum o ator Manuel Garcia-Rulfo consegue passar qualquer sinal de preocupação para com as “filhas”. Se o filme falasse que ele era um advogado que foi obrigado a cuidar das crianças do casal ao qual está mediando o divórcio, talvez passasse um pouco mais de credibilidade. Seu papel é tenebroso. Sem contar que ele machuca a perna assim que chega a ilha e logo aparece escalando montanha, correndo de dinossauro. Realmente muito difícil de compreender seu papel ali.

Na verdade, isso se estende até mesmo às filhas. A garota mais velha tem uma participação minimamente importante em um conflito, enquanto a caçula foi inserida na trama exclusivamente para justificar a presença da Dolores, a “dinossaurinha de bolso” que ela adota. Falando sério, não fosse a Dolores, a menina seria completamente insignificante. E isso fica nítido porque o filme faz a garota entrar em greve de silêncio por cerca de 90% da história. Se ela tem oito falas nas duas horas de filme, é muito. A sensação que fica é que Edwards e David Koepp, um dos roteiristas do Jurassic Park original, quisessem muito adaptar passagens do livro que não entraram nos outros filmes e tivessem escrito esses personagens intragáveis para tentar emular fidelidade à história. O problema é que isso faz deles tentativas patéticas de alívios cômicos – eles não têm graça – e não cria o mínimo de empatia do público por eles. É sério, se caísse uma pedra gigante em cima deles, ninguém se importaria.

O mais frustrante de tudo é assistir ao filme percebendo que todas as situações anticlimáticas vividas pela família do barulho poderiam ser facilmente integradas ao núcleo dos mercenários, que chegam a ensaiar um rascunho de carisma, e poderiam render momentos memoráveis. Essa divisão dos grupos é realmente uma tragédia. Isso porque Bailey e Johansson criam personagens que poderiam render e ganhar mais desenvolvimento. As poucas cenas que prestam dessa bomba são protagonizadas por eles, mas acabaram ficando de lado para dar espaço a esse grupo familiar insuportável.

Fugindo dos personagens, o roteiro é ofensivo. Ninguém vai ao cinema ver um filme de dinossauros com a expectativa de sair com reflexões filosóficas, apesar do primeiro Jurassic Park ser genial justamente por levantar esses questionamentos de forma orgânica. Para muitos, basta ser uma trama que leve os personagens para um buraco com dinossauros, eles corram por duas horas e apenas 1/3 deles retorne vivo para casa, após muitas mortes e aventuras. Só que nem isso Jurassic World: Recomeço consegue fazer. Dentro da franquia Jurassic, fazer um filme ruim, mas divertido, chega  ser aceitável. Agora, fazer um filme chato? Impossível. Ao menos, era o que eu acreditava. ‘Recomeço’ conseguiu a façanha de colocar uma das atrizes mais carismáticas de Hollywood para fugir de dinossauros em uma produção extremamente chata e cansativa. Imperdoável.

Mais do que isso, a divisão dos dinossauros é muito irregular. Apesar de ter o D-Rex, o suposto dinossauro mais ameaçador de toda a franquia, ele é completamente esquecido até os 15 minutos finais do longa. Enquanto isso, o filme tem algumas cenas de ação interessantes, como o ataque do Mosassauro e a perseguição do T-Rex no rio. Mas é uma ação tão isenta de consequências, que no primeiro ataque você já sente que nenhum rosto conhecido ali vai morrer. Se você não desenvolve essa sensação de que ninguém está a salvo, a ação e o suspense perdem o peso.

Outra frustração gigante é que nem mesmo a famosa característica de Gareth Edwards de explorar as escalas das criaturas se deu aqui. Dinossauros do tamanho de aviões aparecem entrando em cavernas apertadas até para seres humanos, o tal do Velociraptor voador é outro que aparece gigante em um momento e logo depois aparece perseguindo gente dentro de um cano. Nem mesmo o tal do D-Rex é bem explorado nos seus 15 minutos de fama. Primeiro porque não dá pra ver nada além da testa do cidadão. Segundo, ele é retratado sempre no escuro. Não fossem o brinquedo dele lançado nas lojas, ninguém saberia realmente como ele é. E isso poderia ser usado para criar tensão suspense, só que deixa apenas a sensação de que pouparam despesas e optaram por não animar o resto do corpo do boneco.

Para não dizer que o filme é um fracasso completo, existe uma cena, a de contemplação dos Titanossauros, que realmente é bem realizada. Tudo ali funciona e causa um deslumbramento. De resto, Jurassic World: Recomeço não é apenas uma aberração prejudicial a sua própria existência. Esse filme é lesivo ao resto da franquia, não só pelos retcons que promove, mas principalmente porque ele é ruim a ponto de desgastar a imagem dos dinossauros. Saí da sessão e passei em frente a uma loja de brinquedos que tinha uma banner gigante da T-Rex. Olhei e senti tristeza, quase uma repulsa. A impressão que fica é que Gareth Edwards é o maior ‘hater’ da saga Jurassic Park e se infiltrou neste filme disposto a destruir e urinar em cima do legado de Steven Spielberg e Michael Crichton. E ele fica muito próximo de conseguir.

Existem poucos pecados no mundo capazes de se igualar à destruição da aura dos dinossauros para pessoas que cresceram com os filmes de Jurassic Park, e Jurassic World: Recomeço consegue fazer isso. É lesivo a sua memória afetiva, é como se Gareth Edwards abusasse dos dinossauros por 2h, amarrando o público na poltrona, enquanto assiste sem ter como impedir a consumação dessa crime. É imperdoável. Se existia um plano para fazer mais filmes da saga, esse capítulo enterra qualquer resquício de esperança, porque é ofensivo. Às vezes, a extinção nem é tão ruim assim. Talvez, ‘Recomeço’ seja o asteroide que vai por fim à passagem da franquia Jurassic nos cinemas. Um fim desrespeitoso, chato e melancólico, é verdade, mas um fim definitivo.

Jurassic World: Recomeço estreia nos cinemas em 3 de julho de 2025.

Podemos Sonhar? Variety aponta ‘O Agente Secreto’ e Wagner Moura como possíveis indicados ao Oscar

O Brasil pode estar de volta ao Oscar! A Variety, renomado portal dos EUA, compartilhou recentemente suas apostas para os indicados da próxima edição da premiação, e o longa nacional O Agente Secreto aparece em duas categorias importantes.

Após o sucesso de ‘Ainda Estou Aqui’, a reportagem indica que O Agente Secreto, filme que conquistou os prêmios de Melhor Direção e Melhor Ator em Cannes, pode alcançar as aclamadas indicações.

Wagner Moura, recém-saído de sua vitória de melhor ator em Cannes, parece ser uma força no thriller político brasileiro de Kleber Mendonça Filho, ‘O Agente Secreto'”, diz a reportagem.

A reportagem aponta que Moura é um dos principais candidatos a melhor ator, concorrendo com:

A reportagem ainda aposta que o filme pode ser indicado para Melhor Longa Internacional, concorrendo com:

O filme tem estreia marcada para 6 de novembro.

Na trama, em Recife, em 1977, Marcelo (Wagner Moura), um especialista em tecnologia, retorna à cidade após anos fora em busca de paz, mas acaba descobrindo que perigos e segredos absurdos rondam sua cidade natal.

Além de Moura, o longa conta com um elenco de peso, incluindo Maria Fernanda Cândido, Gabriel Leone, Carlos Francisco, Alice Carvalho, Roberto Diogenes e Hermila Guedes.

A direção e o roteiro são de Kleber Mendonça Filho (‘Bacurau‘).

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The Old Guard | Antes da sequência, relembre o SUCESSO da Netflix estrelado por Charlize Theron

O período marcado pela pandemia de COVID-19 foi problemático por inúmeros fatores – e é inegável o impacto que o entretenimento pelo streaming teve em nos acompanhar nesses tempos difíceis e solitários. E, no primeiro ano da quarentena, a Netflix lançou a ambiciosa adaptação de ‘The Old Guard’, baseado nos quadrinhos homônimos criados por Greg Rucka e ilustrados Leandro Fernandéz, e lançados em 2017. O sucesso imediato de crítica e de vendas colocou as HQs no centro dos holofotes e logo atraiu a atenção da plataforma em questão e da Skydance Media, que uniram forças para trazer às telinhas uma sólida releitura em live-action que conquistou os assinantes.

A trama é centrada em um grupo de soldados imortais cujo principal objetivo é fazer do mundo um lugar melhor – não importa o custo. Liderados pela poderosa e cínica Andrômaca de Cítia (papel dado a Charlize Theron em seu glorioso retorno aos filmes de ação), os guerreiros são forçados a permanecer no anonimato geração a geração, para que não sejam pegos por pessoas que não entendem sua natureza ou que desejam explorá-los para descobrir o segredo da vida eterna. Porém, o time, conhecido por Velha Guarda, se vê correndo contra o tempo e pela sobrevivência quando caem em uma armadilha arquitetada por um suposto aliado, James Copley (Chiwetel Ejiofor), que revela sua imortalidade e os coloca como alvo do impiedoso e egocêntrico empresário Steven Merrick (Harry Melling), que quer usar os genes dos soldados a fim de criar uma cura e vender sua patente para o monopólio farmacêutico.

As coisas viram de cabeça para baixo com a chegada de um quinto membro para essa disfuncional família – que choca todos, incluindo Andy, por torná-los um alvo ambulante para todos aqueles que querem encontrá-los: Nile (KiKi Layne). A jovem personagem faz parte do exército militar dos EUA e, após ser assassinada por um terrorista, volta à vida e compele Andy e os outros a encontrarem-na para protegê-la e explicar quem são. Em meio a tentativas fúteis de renegar a nova vida que lhe é concedida, Nile transforma-se em um bem-vindo trunfo para o impecável embate final – e emerge como uma futura líder quando a personagem de Theron, que já lida com o fim de sua imortalidade, der adeus aos outros.

Enquanto a delineação dos acontecimentos segue um padrão prático o suficiente para nos manter intrigados, mas longe de ousadias exageradas que poderiam transformá-lo em épico bélico, a química do elenco protagonista é o que fala mais alto. Além de Theron e Layne, temos também a presença de Matthias Schoenaerts como o problemático Booker, que viu seus filhos morrerem um a um durante a Era Napoleônica enquanto permanecia com a mesma idade – lidando com a dor de não poder compartilhar esse dom com aqueles que ama; e um irreconhecível Marwan Kenzari e o adorável Luca Marinelli como Joe e Nicky, respectivamente – inimigos milenares que se enfrentaram nas Cruzadas e acabaram se apaixonando.

O projeto é comandado por Gina Prince-Bythewood, um novo relativamente novo no cenário do entretenimento e, principalmente, dentro do gênero de ação e aventura – e, por essa razão, seu trabalho é competente o bastante para nos envolver, permitindo que ela se esquive do que criara em ‘A Vida Secreta das Abelhas’ e ‘Nos Bastidores da Fama’ e adentre território desconhecido com sucesso. Aliando-se ao roteiro assinado por Rucka e às investidas de Terilyn A. Shropshire na montagem e Tami Reiker e Barry Ackroyd na fotografia, todos unindo forças para uma frenética jornada marcada por impecáveis sequências de luta e um reflexo humanitário inesperado e tocante.

Entre histórias de amor eternas e perdas inestimáveis, o principal obstáculo enfrentado pelo filme é tentar se transformar em uma obra que abranja o máximo de estilos narrativos e cinematográficos possíveis: temos as nuances das produções de execução entrando em conflito com os ressentidos diálogos humanizados entre os personagens; as inflexões melodramáticas que explicam a frieza com a qual Andrômaca encara vida; e reviravoltas premeditadas por alguns foreshadowings previsíveis, mas estruturados bem o bastante para deixar os fãs satisfeitos. E, em outra medida, Theron emerge como o principal ponto de apoio ao se render a uma atuação incrível, desfrutando do talento de seus colegas à medida que singra pelo drama e pela aventura em medidas bem balanceadas.

‘The Old Guard’ permanece prático e satisfatório do jeito que precisava ser à época de seu lançamento – emergindo como uma diversão muito bem-vinda que, em tempos de crise, cumpriu com todas as exigências de um bom blockbuster. E, é claro, o ótimo gancho do final da narrativa abriu portas para uma vindoura sequência que, felizmente, chegará à Netflix amanhã, 2 de julho.

‘Round 6’: 3ª e última temporada quebra novo RECORDE e fecha trilogia com chave de ouro na Netflix

A temporada final de ‘Round 6‘ (Squid Game) estreou na última sexta-feira (27) na Netflix e já se consagrou como um dos maiores fenômenos da história do streaming.

Segundo o Deadline, em apenas três dias, a terceira temporada acumulou 60,1 milhões de visualizações, estabelecendo um novo recorde de audiência para uma série em seu fim de semana de estreia.

Com seus seis episódios, a conclusão da distopia sul-coreana criada por Hwang Dong-hyuk ficou no topo do ranking semanal da Netflix em todos os 93 países em que a plataforma possui Top 10 — um feito inédito até hoje.

A performance é ainda mais impressionante quando comparada à segunda temporada, que estreou após o Natal de 2024 e contou com um dia a mais de exibição e o impulso das férias. Mesmo assim, a terceira temporada conseguiu rivalizar com os 68 milhões de visualizações dos quatro primeiros dias de sua antecessora, provando a força duradoura do fenômeno global.

Além dos números de audiência, ‘Round 6‘ segue como um colosso nas redes sociais. A terceira temporada já soma mais de 4,5 bilhões de impressões nas redes globais da Netflix — mais do que qualquer temporada anterior da série.

Emocionado com o encerramento, Hwang Dong-hyuk compartilhou um agradecimento especial em entrevista ao Deadline:

“Sou profundamente grato aos espectadores que nos acompanharam com tanto apoio e amor até o fim desta jornada. Foram quatro anos desde a estreia da primeira temporada e seis anos da minha vida dedicados a este projeto. Foi um período precioso, cheio de aprendizados e encontros. Não sei se algum dia viverei algo assim novamente.”

O criador ainda incentivou o público a revisitar a narrativa completa:

“Como as temporadas 2 e 3 formam uma história contínua, recomendo que assistam a partir da segunda para aproveitar ainda mais a experiência da terceira.”

A primeira temporada de ‘Round 6‘ segue sendo o maior sucesso da Netflix de todos os tempos, com 265 milhões de visualizações em 91 dias. Agora, a terceira e última parte promete encerrar essa trilogia com o mesmo impacto — crítico, comercial e cultural — que redefiniu o alcance da televisão sul-coreana no mundo.

Com o fim da série sul-coreana, ‘Round 6‘ continua repercutindo globalmente, e uma versão americana da produção está em desenvolvimento por David Fincher.

Round 6’ está disponível na Netflix

A série foi criada por Hwang Dong-hyuk.

O elenco conta com Lee Jung-jae, Lee Byung-hun, Wi Ha-jun e Gong Yoo.

Round 6 temporada 3, estreia Netflix 2025, pôr do sol.

Eric Kripke se DESPEDE da série ‘The Boys’: “Gratidão”

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As gravações da 5ª e última temporada da aclamada série The Boys chegaram ao fim – e o criador e showrunner Eric Kripke se despediu do elenco e da equipe por trás da atração em uma tocante e agridoce postagem.

Em seu Instagram oficial, Kripke postou uma foto de bastidores no set de filmagens do ciclo de encerramento e escreveu:

“Essa é a última vez que estarei neste set. Ele será demolido em breve. É agridoce, mas meu principal sentimento é gratidão. Temos o melhor elenco, a melhor equipe, a história mais divertida de escrever e algo impossível de prever: o momento certo. Você espera a carreira inteira para ter talvez duas dessas coisas, se tiver sorte. Conseguimos todas elas. Para a família The Boys: obrigado, amo todos vocês. Para os fãs: obrigado por assistirem, mal posso esperar para verem o grand finale. É isso aí”.

Em uma recente entrevista ao Los Angeles Times, Kripke trouxe detalhes sobre o próximo ciclo, agendado para 2026, e deixou claro que a série continuará sem filtros ou suavizações políticas — especialmente diante do cenário atual dos Estados Unidos, sob o segundo mandato de Donald Trump.

“Obviamente, coisas estão acontecendo no país onde eu moro que me afetam. A série é um reflexo daquilo que os roteiristas veem e temem.”

Desde sua estreia em 2019, ‘The Boys‘ sempre foi mais do que apenas uma sátira ultraviolenta de super-heróis. Para Kripke, o personagem Capitão Pátria (vivido por Antony Starr) foi desde o início “uma analogia direta a Trump” — uma figura carismática, autoritária e manipuladora, com um culto de personalidade perigoso.

“Descobrimos logo no começo essa interseção entre fascismo e celebridade. É algo muito atual, não só nos EUA, mas no mundo inteiro — como pessoas usam o poder da fama para impulsionar ideias autoritárias.”

Mesmo com o aumento das tensões políticas e possíveis pressões no setor de entretenimento, Kripke afirmou que nenhuma autoridade envolvida com a série tentou censurá-los ou sugeriu que fossem mais suaves nos temas abordados:

“Recebemos um total de zero notas pedindo para aliviar ou tornar as coisas menos políticas. Os responsáveis sabem que faríamos do nosso jeito de qualquer forma, então nem tentam.”

Ele reconhece, no entanto, a possibilidade de um efeito de autocensura mais amplo:

“Não só sobre essa série, mas sim, me preocupo com um efeito de resfriamento [criativo]. Mas agora, mais do que nunca, precisamos de gente no fundo da sala jogando bolinhas de papel. Isso não é só saudável — é vital.”

A temporada final de ‘The Boys promete continuar desafiando os limites da sátira e da crítica social, encerrando uma era marcada por violência estilizada, humor corrosivo e reflexões cada vez mais afiadas sobre poder, política e culto à personalidade. Para Kripke, recuar não é uma opção.

‘The Old Guard 2’: Sequência com Charlize Theron chega ao streaming; Saiba onde assistir!

‘The Old Guard 2’, sequência do filme de ação estrelado por Charlize Theron, finalmente chegou à Netflix.

O longa-metragem foi lançado hoje, 2 de julho, na plataforma de streaming.

Relembre o trailer:

Dirigido por Victoria Mahoney, o filme mostra Andy (Charlize Theron) e seus guerreiros imortais enfrentando um novo inimigo que ameaça a existência da raça humana.

Além de Teron, o filme também terá outros retornos com o elenco sendo contando com Matthias Schoenaerts (Booker), KiKi Layne (Nile Freeman), Marwan Kenzari (Joe), Luca Marinelli (Nicky), Vân Veronica Ngô (Quynh) e Chiwetel Ejiofor (James Copley). Uma Thurman (de ‘Kill Bill’) e Henry Golding (de ‘G.I. Joe Origens: Snake Eyes’) são as novas adições.

Michael Imperioli, de ‘The White Lotus’, entra para a nova série CRIMINAL ‘Memory of a Killer’

michael imperioli

Segundo o Deadline, o vencedor do Emmy Michael Imperioli (‘Os Sopranos’, ‘The White Lotus’) foi escalado para o elenco de Memory of a Killer, suspense criminal da FOX.

Esse é o primeiro papel regular do ator desde seu aclamado trabalho como Dominic Di Grasso na segunda temporada de ‘The White Lotus’, que lhe rendeu uma indicação ao Emmy de Melhor Ator Coadjuvante.

Ele se junta ao previamente confirmado Patrick Dempsey (‘Grey’s Anatomy’), que será o protagonista Angelo, um assassino profissional que sofre de Alzheimer.

Imperioli interpretará Dutch, um talentoso chef italiano dono de um restaurante no Bronx, um estabelecimento respeitável que também serve de fachada para as atividades menos sociáveis , como administrar uma organização criminosa. Tão implacável e inconstante quanto afável, Dutch é o amigo mais antigo de Angelo, além de seu empregador — fornecendo a ele os alvos para seus ataques. Em um negócio tão perigoso quanto o deles, Angelo precisa confiar em Dutch. Mas ser confiável não é uma das qualidades mais confiáveis ​​do chef.

Ed Whitmore e Tracey Malone são responsáveis pelo roteiro.

O seriado é inspirado pelo filme bélgico De Zaak Alzheimer (La Memoire Du Tueur), de 2003. O longa ganhou um remake hollywoodiano, ‘Assassino Sem Rastro‘, quase duas décadas depois.

Na trama…

Angelo Ledda (Dempsey) vive duas vidas completamente separadas — um temível assassino de aluguel de Nova York e um sonolento vendedor de fotocopiadoras e pai de família de Cooperstown. Ambos se sentem ameaçados quando ele é diagnosticado com Alzheimer, doença para a qual já perdeu seu irmão mais velho.

Para complicar ainda mais as coisas, ele descobre que a morte recente de sua esposa pode não ter sido um acidente. Quando alguém vai atrás de sua filha — que está grávida — fica claro que o muro entre suas vidas foi rompido. Angelo precisa deter quem quer que esteja atrás de sua família, vasculhando seus antigos casos em busca de pistas, e a lista é muito longa…

“Na veia de ’24 Horas’ e ‘House’, estamos introduzindo uma nova série com um complicado anti-herói que precisa enfrentar uma ameaça inimaginável,” declarou Michael Thorn, presidente da Fox Television Network.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Fãs de James Gunn promovem review-bomb de ‘Jurassic World: Recomeço’

Jurassic World: Recomeço’ chegou aos cinemas nacionais e, muito em breve, estará em exibição ao redor do mundo – marcando a sétima entrada da icônica franquia de aventura eternizada por Steven Spielberg nos anos 1990.

Entretanto, o filme enfrentará uma acirrada competição com outros dois títulos feitos para o verão norte-americano: ‘Superman’, dirigido por James Gunn e que abre o novo DCU, e ‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’, nova entrada do Universo Cinemático Marvel.

Considerando o estrondo financeiro que Jurassic World fez desde seu lançamento em 2015, não é surpresa que as expectativas de arrecadação estejam lá em cima e representem uma ameaça para seus conterrâneos. Não demorou muito, pois, que os fãs de Gunn e da DC começassem a promover um review-bomb do épico sci-fi nos agregadores de críticas, com o objetivo de desmoralizar o projeto e em resposta à possibilidade do filme desbancar ‘Superman’ nas bilheterias.

Confira:

De acordo com o Deadline, o novo capítulo da saga deve arrecadar em torno de US$ 260 milhões em seu primeiro final de semana nas bilheterias mundiais.

Internacionalmente, as projeções indicam que o longa deve arrecadar US$ 130 milhões através de 82 mercados.

Nos EUA, a produção deve se beneficiar do final de semana estendido do Dia da Liberdade, abrindo entre US$ 120-130 milhões.

Vale lembrar que a Universal Pictures tem dominado este feriado no período pós-COVID, alcançando o topo das bilheterias domésticas com ‘Velozes e Furiosos 9‘ (US$70M em 3 dias), ‘Minions 2: A Origem de Gru‘ (US$123M em 4 dias) e ‘Meu Malvado Favorito 4‘ (US$122.6M em cinco dias).

Infelizmente, ‘Jurassic World: Recomeço‘ parece ter dividido a opinião dos críticos – alcançando apenas 53% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Para efeito de comparação, o primeiro ‘Jurassic Park‘ (1993) alcançou 91% de aprovação. Já ‘O Mundo Perdido – Jurassic Park‘ e ‘Jurassic Park III‘ obtiveram ambos 52%. A trilogia Jurassic World teve desempenho variado: ‘Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros‘ conquistou 72%, ‘Reino Ameaçado‘ ficou com 47%, e ‘Domínio‘ amargou 29%.

Confira os comentários e siga o CinePOP no Youtube:

“O resultado geral, com personagens bem construídos, embora um tanto clichês, para Johansson, Ali, Friend e, especialmente, Bailey, faz de Jurassic World: Recomeço um dos melhores filmes da franquia. Não chega aos pés do clássico que iniciou tudo há 32 anos, mas está acima da média dos blockbusters típicos de verão”, disse Pete Hammond do Deadline.

“‘Jurassic World: Recomeço’ conta com um diretor acima da média, um roteirista de primeira linha e uma verdadeira estrela de cinema em modo herói de ação… Então por que, diabos, tudo parece tão genérico, tão formulaico, tão imediatamente esquecível?”, disse David Fear do Rolling Stone.

“Recomeço leva seu tempo, e com calma, até finalmente estabelecer sua trama. Mas, uma vez que isso acontece, o filme se transforma em uma montanha-russa divertida, repleta de cenas espetaculares (e absurdamente exageradas) em que os mutantes caçam os náufragos”, disse Tom Gliatto da People.

“Existem produções bem piores por aí quando o assunto é estender propriedades intelectuais. Mas é difícil imaginar qual seria a justificativa para um oitavo filme da franquia Jurassic”, disse Richard Lawson da Vanity Fair.

Jurassic World: Recomeço é uma adição perfeitamente aceitável à franquia. Não é excepcional, mas também não é ruim. Cumpre bem o papel de um filme Jurassic, com cenas grandiosas e um visual marcante”, disse Jonathan Sim do ComingSoon.

“Nos seus melhores momentos, Rebirth entrega exatamente o que promete: reacende a paixão por uma franquia que muitos já consideravam extinta e desperta uma nostalgia quase infantil, daquelas que não sentíamos desde a primeira vez em que vimos dinossauros ganharem vida nas telonas”, disse Charlie Ridgely do ComicBook.

“‘Jurassic World: Recomeço’ conta com atores talentosos entregando boas performances, mas o filme não permite que a narrativa se concentre neles… Há momentos divertidos, algumas cenas excelentes e um filhote de dinossauro adorável, mas a produção segue a trajetória da franquia de fugir da grandeza”, disse Jeff Ewing do The Direct.

“‘Jurassic World: Recomeço’ acaba refletindo o estado atual da franquia: um produto visualmente competente, com talento tanto na frente quanto atrás das câmeras, mas perdido em sua falta de propósito e ambição narrativa”, disse Manuel São Bento do FandomWire.

Na trama, cinco anos após os eventos de ‘Jurassic World – Domínio‘, a ecologia do planeta se mostrou amplamente inóspita para os dinossauros. Os dinossauros que restam existem em ambientes equatoriais isolados com climas que lembram aqueles em que eles prosperaram. As três criaturas mais colossais dentro daquela biosfera tropical detêm a chave para uma droga que trará benefícios milagrosos para salvar vidas da humanidade.

Gareth Edwards, do aclamado sci-fi ‘Resistência‘, é o responsável pela direção.

David Koepp, roteirista do longa original de 1993, assina o novo filme.

O elenco conta com Scarlett Johansson, Mahershala Ali, Jonathan Bailey, Rupert Friend, Manuel Garcia-Rulfo, Luna Blaise e David Iacono.

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‘O Urso’: ACLAMADA série com Jeremy Allen White é RENOVADA para a 5ª temporada!

Boas notícias para os fãs de O Urso!

A aclamada série vencedora do Emmy e estrelada por Jeremy Allen White foi oficialmente renovada para a 5ª temporada.

Os novos episódios têm previsão de lançamento para 2026.

O Urso continua sendo um favorito dos fãs no mundo todo e sua resposta a esta temporada — como visto através de uma audiência incrivelmente alta — tem sido tão espetacular quanto qualquer uma de suas temporadas anteriores”, disse o presidente da FX, John Landgraf, em uma declaração oficial. “Ano após ano, Chris Storer, os produtores, o elenco e a equipe fazem de The Bear um dos melhores programas da televisão, e estamos animados que eles continuarão a contar esta história magnífica.”

Lembrando que as quatro primeiras iterações já estão disponíveis no Disney+.

A série foi criada por Christopher Storer.

A trama segue um jovem chef que volta para Chicago para comandar a loja de sanduiches de sua família.

O elenco conta com Jeremy Allen WhiteEbon Moss-BachrachAyo EdebiriLionel BoyceLiza Colón-Zayas e Abby Elliott.

‘Chefes de Estado’: Comédia de ação com Idris Elba e John Cena chega ao streaming; Saiba onde assistir!

A comédia de ação ‘Chefes de Estado‘, estrelada por Idris Elba e John Cena, finalmente chegou ao catálogo do Prime Video.

O longa foi lançado hoje, 2 de julho, na plataforma de streaming.

Na trama, o primeiro-ministro do Reino Unido, Sam Clarke (Elba), e o presidente dos EUA, Will Derringer (Cena), têm uma rivalidade pública que coloca em risco o “relacionamento especial” de seus países. Mas quando eles se tornam alvos de um adversário estrangeiro poderoso e implacável, que se mostra à altura das forças de segurança dos dois líderes, eles são forçados, a contragosto, a contar com as duas únicas pessoas em quem podem confiar: um no outro. Aliados à agente do MI6 Noel Bisset (Priyanka Chopra Jonas), eles precisam fugir e encontrar uma maneira de trabalhar juntos por tempo suficiente para impedir uma conspiração global que ameaça todo o mundo.

Relembre o trailer:

O longa de ação conta com um elenco de peso, que ainda inclui Priyanka Chopra Jonas, Carla Gugino, Jack Quaid, Stephen Root, Sarah Niles, Richard Coyle e Paddy Considine.

Chefes de Estado‘ é dirigido por Ilya Naishuller, a partir de um roteiro escrito por Josh Appelbaum, André Nemec e Harrison Query. A história foi criada por Harrison Query.

O longa é produzido por Peter Safran e John Rickard, além de ter produção executiva de Marcus Viscidi, Josh Appelbaum, André Nemec, John Cena e Idris Elba.

O pesadelo nunca acaba no comercial INÉDITO de ‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado’; Assista!

eu sei o que vocês fizeram no verão passado

Sony Pictures divulgou um comercial dublado e inédito de Eu Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado.

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O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 17 de julho.

Juntam-se ao elenco nomes como Madelyn Cline (‘Glass Onion: Um Mistério Knives Out’), Chase Sui Wonders (‘O Estúdio’), Sarah Pidgeon (‘O Último Refúgio’), Jonah Hauer-King (‘A Pequena Sereia’) e Tyriq Withers (‘Him’).

“Cinco amigos, após causarem um acidente de carro fatal e fazerem um pacto para manter o segredo, são confrontados um ano depois por alguém sedento por vingança, deixando claro que sabe exatamente o que eles fizeram no último verão”.

A direção do novo filme está a cargo de Jennifer Kaytin Robinson, com o roteiro assinado por Leah McKendrick.

eu sei o que vocês fizeram no verão passado

‘Leanne’: Nova comédia do criador de ‘The Big Bang Theory’ ganha trailer HILÁRIO; Confira!

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Netflix divulgou o trailer oficial de Leanne, nova comédia co-criada por Chuck Lorre (‘The Big Bang Theory’) e Leanne Morgan.

A produção será lançada na plataforma de streaming no dia 31 de julho de 2025.

Confira:

A trama acompanha Leanne (Morgan), cuja vida vira de cabeça para baixo quando seu marido, com quem está casada há 33 anos, a deixa por outra mulher. Recomeçar sendo avó e estando na menopausa não é exatamente o que ela tinha em mente, mas com a ajuda da família, ela navegará por esse novo capítulo com graça, dignidade e muita gelatina.

A produção também traz MorganSusan McMartin como criadoras.

Kristen JohnstonCelia WestonBlake ClarkRyan StilesGraham RogersHannah Pilkes completam o elenco.

A primeira temporada conta com dezesseis episódios.