A trama acompanha a história de Matheus Reis, um astro do futebol que, após ser forçado a se aposentar, se torna comentarista de um programa esportivo. Ele divide a bancada com Elisa Montes, uma jornalista veterana com quem não se entende.
Segundo o Deadline, a Apple Studios escalou cinco novos membros ao elenco de ‘Being Heumann‘, cinebiografia baseada nas memórias da ativista Judy Heumann, uma das figuras mais importantes da luta pelos direitos das pessoas com deficiência nos Estados Unidos.
As informações indicam que Michael Patrick Thornton (‘The Good Doctor’), Antwan Tolliver (‘Gimme My Money’), Daniel Durant (‘No Ritmo do Coração’), Jon Beavers (‘Paradise’) e Robert Colindrez (‘Vida’) foram escalados para o projeto.
A trama de ‘Being Heumann‘ acompanha a liderança de Judy Heumann em uma ocupação de 28 dias no Edifício Federal de São Francisco em 1977. Mais de cem pessoas com deficiência participaram da manifestação, exigindo a aplicação da Seção 504 da Lei de Reabilitação, que garantia acessibilidade em todos os espaços federais.
A cinebiografia será dirigida por Siân Heder, vencedora do Oscar por ‘No Ritmo do Coração‘.
A produção ficará a cargo de David Permut, conhecido por filmes como ‘Até o Último Homem‘ e ‘Conexão Perigosa‘, e Kevin Walsh, cujo estúdio The Walsh Company tem acordo com a Apple.
Segundo o Deadline, a Amazon MGM Studios anunciou o restante do elenco protagonista de ‘You Deserve Each Other’, adaptação do romance best-seller homônimo de Sarah Hogle.
O grupo se junta aos previamente confirmados Penn Badgley (‘Você’) e Meghann Fahy (‘Drop: Ameaça Anônima’).
Anunciada como uma comédia romântica no estilo lovers-to-enemies-to-lovers, o filme acompanha Naomi Westfield, uma jovem que tem o noivo perfeito: Nicholas Rose, que segura as portas para ela, lembra-se de seus pedidos no restaurante e vem do tipo de família de classe alta e respeitável da qual qualquer noiva adoraria fazer parte. Eles nunca brigam. Estão se preparando para o casamento luxuoso que acontecerá em três meses. E ela está miseravelmente e completamente farta dele.
Naomi quer romper o relacionamento, mas há um porém: quem terminar o noivado terá que pagar a conta não reembolsável do casamento. Quando Naomi descobre que Nicholas também estava fingindo contentamento, os dois se enfrentam em uma batalha de pegadinhas, sabotagens e uma guerra emocional generalizada.
Mas com a contagem regressiva se aproximando para o casamento, que pode ou não acontecer, Naomi vê sua determinação minguar. Porque agora que não têm nada a perder, finalmente estão sendo eles mesmos – e se divertindo com a última pessoa que esperavam: um ao outro.
Marc Silverstein e Abby Kohn assumem a cadeira de direção e ficam responsáveis pelo tratamento mais recente do roteiro – cujo primeiro rascunho foi assinado por Brett Haley e Marc Basch.
A Netflix escalou dez novos membros ao elenco de ‘The Altruists‘, minissérie dramática inspirada na ascensão e queda de Sam Bankman-Fried e Caroline Ellison, figuras centrais do colapso da exchange FTX — um dos maiores escândalos financeiros da última década.
Segundo o Deadline, Eugene Young (‘Veep’), Madison Hu (‘Irmãos Sun’), Karan Soni (‘Deadpool’), Matt Rife, Alex Lawther (‘Andor’) e Naomi Okada foram escalados em caráter regular para o projeto. Maddie Hasson (‘O Recruta’), Marianna Phung (‘Y: The Last Man’), Paul Reiser (‘Mad About You’) e Robin Weigert (‘Big Little Lies’), por sua vez, foram contratados para papéis recorrentes.
O grupo se junta a Julia Garner (‘Ozark’, ‘O Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’) e Anthony Boyle (‘House of Guinness’, ‘Say Nothing’), que interpretam o casal protagonista no centro da turbulência.
A série, que tem como showrunners Graham Moore (vencedor do Oscar por ‘O Jogo da Imitação’) e Jacqueline Hoyt (‘The Underground Railroad: Os Caminhos para a Liberdade’, ‘Dietland’), retratará dois jovens extremamente inteligentes, idealistas e ambiciosos que se propõem a reinventar o sistema financeiro global — e acabam envolvidos em um roubo de US$ 8 bilhões.
‘The Altruists‘ vai explorar como Bankman-Fried e Ellison, além de tentarem mudar o mundo, acabaram seduzindo, manipulando e se encorajando mutuamente a cruzar limites éticos e legais.
A direção do episódio piloto ficará a cargo deJames Ponsoldt (‘O Maravilhoso Agora’, ‘Daisy Jones & The Six’), que também assina a produção executiva. A série é uma produção do selo Higher Ground, fundado por Barack e Michelle Obama, em parceria com a Netflix, reforçando a aposta da produtora em projetos de relevância social e alto apelo dramático.
Ainda sem previsão de estreia, ‘TheAltruists‘ promete ser uma das apostas mais ambiciosas da Netflix no gênero true crime dramático. A série chega em um momento em que o público demonstra crescente interesse por histórias reais envolvendo poder, ambição e corrupção nos bastidores da tecnologia e das finanças globais.
A Apple TV+ divulgou um clipe inédito da 3ª temporada de ‘Fundação’ (Foundation), aclamada série sci-fi baseada no romance homônimo de Isaac Asimov.
O próximo ciclo tem estreia agendada para o dia 11 de julho na plataforma de streaming.
Confira, junto ao trailer:
Ambientada 152 anos após os eventos da 2ª temporada, a Fundação se consolidou, indo muito além de suas origens humildes, enquanto o Império da Dinastia Cleônica minguava. À medida que essas duas potências galácticas forjam uma aliança instável, uma ameaça à galáxia inteira surge na forma temível de um senhor da guerra conhecido como “A Mula”, cujo objetivo é governar o universo por meio da força física e militar, além do controle mental. Ninguém sabe quem vencerá, quem perderá, quem viverá e quem morrerá enquanto Hari Seldon, Gaal Dornick, os Cleons e Demerzel jogam uma partida potencialmente mortal de xadrez intergaláctico.
Lembrando que Troy Kotsur, vencedor do Oscar de Melhor Ator Coadjuvante por seu trabalho em ‘No Ritmo do Coração’, fará parte dos novos episódios.
Quando o revolucionário Dr. Hari Seldon prevê a queda iminente do Império, ele e um grupo de seguidores leais se aventuram nos confins da galáxia para estabelecer a Fundação em uma tentativa de reconstruir e preservar o futuro da civilização. Enfurecidos pelas alegações de Hari, os governantes Cleons — uma longa linhagem de clones imperadores — temem que seu domínio sobre a galáxia possa estar enfraquecendo, pois são forçados a contar com a realidade potencial de perder seu legado para sempre.
Lembrando que as três primeiras iterações da série já estão disponíveis na plataforma de streaming.
Na mais recente temporada, é hora de reconciliar os erros do passado e novos começos emocionantes. O velho Máximo (Derbez) volta para Las Colinas que não reconhece mais. Enquanto em 1985, o jovem Maximo (Enrique Arrizon) continua sua escalada na escada do sucesso, ao mesmo tempo que coloca em risco todos os relacionamentos que ele trabalhou tanto para construir.
O filme tem estreia agendada para o dia 25 de julho, marcando o início da Fase 6 do MCU.
Ambientado em um vibrante mundo retrofuturista inspirado nos anos 1960, ‘O Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘ apresenta a Primeira Família da Marvel—Reed Richards/Senhor Fantástico (Pedro Pascal), Sue Storm/Mulher Invisível (Vanessa Kirby), Johnny Storm/Tocha Humana (Joseph Quinn) e Ben Grimm/Coisa (Ebon Moss-Bachrach)—enquanto enfrentam seu maior desafio até agora. Forçados a equilibrar seus papéis como heróis e a força dos laços familiares, eles devem defender a Terra de um deus espacial voraz chamado Galactus (Ralph Ineson) e seu enigmático arauto, o Surfista Prateado (Julia Garner). E como se o plano de Galactus para devorar o planeta inteiro e todos nele já não fosse ruim o suficiente, a ameaça se torna ainda mais pessoal.
A história gira em torno de Taro Sakamoto, um lendário assassino aposentado que se estabeleceu em uma vida tranquila e mundana como homem de família. No entanto, sua vida pacífica é interrompida quando ex-inimigos e colegas de sua época de assassino chegam em busca de vingança.
A série ‘And Just Like That8217;, spin-off e revival de ‘Sex and the City’ da HBO, chamou a atenção dos internautas por um motivo completamente inusitado: um bizarro erro de continuidade.
No episódio mais recente da terceira temporada, vemos Lisa (Nicole Ari Parker) lidando com o luto após a morte de seu pai, cujo funeral ocorre no sexto episódio, intitulado “Silent Mode”. No entanto, nas redes sociais, os fãs logo perceberam que, na primeira temporada, a personagem já havia mencionado o falecimento de seu pai.
No episódio de estreia da série, enquanto consolava Charlotte pela morte de Big, Lisa disse: “Eu fiquei exatamente assim quando meu pai morreu no ano passado”. Mas o pai de Lisa foi introduzido na segunda temporada. No episódio quatro, interpretado pelo astro de Billy Dee Williams, participando de um jantar na casa da filha.
Fans catch ‘And Just Like That’ plot hole in which the writers killed off Lisa’s dad twice. pic.twitter.com/bhUGImLYYa
Rapidamente, os fãs começaram a questionar a decisão dos roteiristas de “matar” o mesmo personagem duas vezes.
Em um comunicado ao The Hollywood Reporter, a equipe de produção da série esclareceu o ocorrido, afirmando que o pai mencionado na primeira temporada era, na verdade, o padrasto de Lisa.
A trama acompanha Carrie, Miranda e Charlotte conforme navegam pela complicada jornada da vida e da sua amizade de quando estavam no auge dos seus 30 anos, agora para uma fase ainda mais complicada no auge dos seus 50 anos.
O longa recebeu uma alta classificação etária (R) nos EUA, e só poderá ser assistida por maiores de idade.
O filme foi classificado pelo MPAA por “violência extrema e sangrenta”.
Na trama…
Red Sonja é uma caçadora bárbara que tem a missão de a tarefa de unir um grupo de guerreiros improváveis para enfrentar o tirano Imperador Draygan e sua noiva mortal, Dark Annisia.
O longa é baseado nos quadrinhos homônimos assinados por Roy Thomas e Barry Windsor-Smith, bem como na personagem criada por Robert E. Howard.
M.J. Bassett (‘Solomon Kane’) comanda o longa a partir de um roteiro assinado por Joey Soloway e Tasha Huo.
A personagem apareceu primeiramente nos quadrinhos do ‘Conan, o Bárbaro‘ #23, em 1973.
Retratada como uma guerreira bárbara, ela ganhou habilidades de batalha após o encontro com uma deusa, que se compadeceu depois que a família da mortal foi assassinada. No entanto, as habilidades de Sonja poderiam desaparecer se ela fosse tocada por qualquer homem, exceto por aquele que a derrotasse em batalha.
A mente humana é um universo fascinante, onde o consciente e o inconsciente se entrelaçam, abrindo espaço para inúmeras interpretações e possibilidades. Explorar esse território no cinema não é tarefa simples. Alguns filmes se destacam ao trazer uma forte carga dramática associada a questões psicológicas, conduzindo o espectador a reflexões profundas sobre as mais diversas situações humanas. Pensando nesse recorte instigante da condição humana, reunimos abaixo uma lista com 10 filmes que mergulham nesse tema:
Mia (Elizabeth Olsen) e Aaryan (Himesh Patel) vivem em uma casa confortável num futuro que sofre com as mudanças climáticas que afetaram de forma preponderante a vida na Terra. Com o desejo de terem um filho, precisam passar por uma avaliação e assim são submetidos a situações peculiares pela avaliadora Virginia (Alicia Vikander).
Às Vezes quero Sumir
Fran (Daisy Ridley) é uma jovem introspectiva que trabalha em um escritório numa cidadezinha norte-americana. Seu cotidiano é pacato, prefiro ficar sozinha na maior parte do tempo, presa em pensamentos quase indecifráveis mas que dizem muito sobre seu estado de espírito. Certo dia, com a chegada do novo funcionário Robert (Dave Merheje), algo desperta nela e começa a perceber que as peças para se encaixarem para algum tipo de final feliz é preciso dedicação e um querer sobrepondo medos e receios.
Margaret (Stéphanie Blanchoud) é uma jovem que vive de trabalhos informais pela comunidade onde mora e com um passado recente ligado à música. Certo dia, vira autora de um ataque violento contra sua mãe Christina (Valeria Bruni Tedeschi) que é sentenciada pelas autoridades de justiça a ficar no mínimo 100 metros dela durante alguns meses. A partir disso, uma série de conflitos familiares tomam conta da história dessa família com integrantes completamente instáveis emocionalmente precisando conviver com a situação imposta pelo destino.
Signe (Kristine Kujath Thorp) está em um relacionamento com o artista Thomas (Eirik Sæther). Os dois vivem juntos faz algum tempo e possuem uma relação estranha, repleta de disputas, competitiva ao extremo. Quando Thomas começa a fazer muito sucesso na sua área, Signe entra em um colapso emocional e começa a fazer de tudo por atenção rumando rapidamente para um show de situações constrangedoras.
Manhunter – Caçador de Assassinos
Will Graham (William Petersen), um licenciado agente do departamento de análise comportamental do FBI, vive seus dias em calmaria, numa casa de frente pro mar quando é novamente recrutado para ajudar na caça de um terrível e brutal serial killer conhecido pela alcunha de ‘Dentes de Monstro’, um impiedoso assassino que age com a presença da lua cheia. Ao aceitar o convite, sabe que precisará interagir novamente com um outro serial killer que está preso, o ex-psiquiatra Dr. Lecktor (Brian Cox), um psicopata que quis matá-lo em eventos passados. Com traumas abertos nessa conflituosa relação com Lecktor, Will passará por muitos obstáculos para concluir esse misterioso caso.
Grace (Samara Weaving) sempre sonhou em ter uma família e está prestes a realizar seu sonho já que encontrou seu príncipe encantado, Alex (Mark O’Brien), um apaixonado futuro marido. No dia do casamento, ela vai passar as futuras horas na mansão da família do rapaz, e lá acaba conhecendo melhor uma tradição macabra onde o destino pode ser definido ao puxar uma carta que faz parte de um jogo que vem de ancestrais passados. Assim, em uma enorme mansão, cheia de passagens secretas, câmeras por todos os lados, vemos uma surpreendida protagonista que vai precisar ser muito corajosa em uma luta pela sobrevivência.
Alice (Bárbara Lennie, simplesmente fabulosa no papel) é uma investigadora muito inteligente, que está em um momento conturbado no relacionamento com o marido, e resolve aceitar uma investigação de um crime em um hospital psiquiátrico. Para tal, resolve inventar uma personagem com determinado sintoma (aqui, a paranoia) e se internar por livre e espontânea vontade. Durante sua estadia nesse lugar, investigando de perto médicos e pacientes, passará por situações onde descobrirá segredos que aos poucos vão colocando tudo que ela própria pensa em xeque.
O militar Malik (Riz Ahmed) virou fuzileiro naval indo em mais de dez missões mas acabou sendo levado à corte marcial por agredir seu capitão. Um homem alucinado e obsessivo por uma praga alienígena que pode estar contaminando pessoas em todo o mundo. Ele vai em uma missão de resgate dos dois filhos para levá-los a um lugar seguro. Desesperado atrás de alguma solução ou de pelo menos entender a situação que está, ele e os filhos, embarcam nessa jornada de auto descoberta.
O Jogo da Viúva
A enfermeira Maje (Ivana Baquero) é casada faz menos de um ano com um engenheiro e entra numa reta de desilusões e infelicidade. Depois de inúmeras traições por parte dela, consegue seduzir um conhecido do trabalho, o também enfermeiro Salva (Tristán Ulloa), e o convence de executar um plano diabólico: matar o marido dela. Quando o assassinato acontece, as peças desse jogo da viúva vai caindo aos poucos por conta de uma investigação detalhada guiada por Eva (Carmen Machi), a detetive responsável pelo caso.
Pensando em realizar um objetivo náutico, que remete lembranças ao pai e apoiada pelo avô, a jovem Emily (Julia Goldani Telles) parte com seu veleiro rumo às infinidades dos oceanos. Chegando no sul do pacífico, a embarcação é atingida por uma tempestade e acaba indo parar numa ilha onde é resgatada pelo faroleiro Ismael (Demián Bichir). Logo essa relação de gratidão passará por enormes desconfianças.
Como em todo streaming com um catálogo extenso, sempre haverá títulos que agradam e outros nem tanto. A Netflix renova semanalmente suas prateleiras virtuais com uma variedade de filmes — e alguns realmente se destacam. Para quem está em busca de um bom filme na plataforma líder do mercado, separamos abaixo 10 ótimas sugestões:
Na trama, acompanhamos Alfredo (Andrés Almeida) e Carmen (Daniela Rincón), um casal de classe média mexicano que está dando um passo importante se mudando para uma nova casa. Ambos estão acima do peso e isso nunca foi problema para eles. Até que certo dia, após um bullying sofrido por Carmen numa festa de uma empresa, a protagonista resolve embarcar em uma dieta com um grupo especializado e leva junto seu marido.
Henry (Tim Blake Nelson) é um pacato agricultor viúvo, perto dos 50 anos, que mora com seu único filho, o adolescente Wyatt (Gavin Lewis), em uma casa isolada. Eles levam uma vida simples e de muito trabalho, até que um dia a rotina deles sofre um enorme abalo quando resolvem ajudar um estranho homem que levava com ele uma bolsa repleta de dinheiro. Quando um grupo de homens aparece para procurar o homem que eles ajudaram, Henry precisará entender o quebra-cabeça e saber em quem confiar, ao mesmo tempo que segredos do seu passado começam a serem revelados.
O soldado do exército norueguês Gunnar (Carl Martin Eggesbø) está muito feliz por estar retornando para sua cidade natal, Narvik, para reencontrar sua esposa Ingrid (Kristine Hartgen), seu filho e seu pai. Só que os alemães resolvem ocupar a cidade por conta da importância estratégica pelo minério de ferro, deixando as autoridades norueguesas em uma gangorra política pois isso fere o conceito de neutralidade que eles tem no conflito. Assim, Gunnar, segue as ordens do seu major e vão para resistência enquanto Ingrid, que trabalha em um hotel e fala alemão, acaba virando intérprete de um cônsul alemão. Ao longo desse retrato cheio de dilemas, marido e esposa precisarão enfrentar conflitos em busca de algum dia voltarem a viver juntos como família.
Na trama, voltamos ao início da década de 70, onde um grupo de pessoas, integrantes ou amigos e parentes de um time de rúgbi uruguaio que ia até o Chile para uma partida precisam sobreviver após o avião em que estavam se chocar com as montanhas da temida Cordilheira dos Andes. Ao longo de muitos dias, a esperança e o luto andaram lado a lado. A fé, o acreditar, se tornam figuras presentes nos pensamentos de cada um deles.
Um dos mais impactantes documentários lançados no universo dos streamings em 2023, De Tirar o Fôlego, indicado à cinco prêmios desde seu lançamento, nos mostra o forte elo de dois destinos que se cruzam através dos riscos de um dos esportes mais perigosos do mundo, o mergulho livre.
Luna (Gaite Jansen) é uma estrategista de comunicação que vive dias intensos em seu presente com a afirmação de seu relacionamento com Mink (Martijn Lakemeier), um estudante que trabalha em um bar. O relacionamento entre os dois pombinhos é muito carinhoso mas existe uma situação que incomoda a protagonista, durante as vezes que faz sexo com o namorado ela não consegue chegar ao orgasmo. Para tentar mudar a situação resolve propor para Mink uma noite de aventura num ménage à trois. Em busca da ponta do triângulo que falta, eles conhecem Eve (Joy Delima). Após uma noite cheia de prazeres, Luna começa a questionar de forma mais profunda seu relacionamento.
O trabalho de um dos principais cineastas brasileiros da atualidade, Kleber Mendonça Filho, Retratos Fantasmas, mescla o antes e o depois de um Recife em constante mudanças, um reflexo de outras grandes cidades brasileiras. Com muitas reflexões nesse caminho dentro de um recorte profundo, pessoal, com alta carga de sentimentos ligados à memórias familiares, vamos das euforias às incertezas com a certeza de que o tempo foi alterando os lugares.
A vida da jovem Lily Trevino (Barbie Ferreira) não tá fácil, completamente esquecida pelo pai Robert (French Stewart), trabalha como cuidadora para se sustentar. Um dia, numa navegada pelo facebook acaba acidentalmente chegando até um homônimo de seu progenitor, um outro Bob Trevino (John Leguizamo), um homem casado e com uma perda recente irreparável. Logo uma linda amizade surge e juntos vão aprender um pouquinho sobre a arte do recomeçar.
As distâncias entre a paz e a moral. Traçando um profundo recorte do ponto de vista de um dos mais famosos cientistas da nossa história, a produção original da Netflix Einstein e a Bomba, em menos de 80 minutos, caminha por contextos históricos marcantes que levaram o homem a lançar, sem dó nem piedade, uma poderosa bomba que traçaria para sempre o destino da humanidade e colocaria em xeque a moral. A culpa e a responsabilidade são variáveis que contornam todos os contextos por aqui.
Baseado em um livro chamado Wil do autor belga Jeroen Olyslaegers, o longa-metragem disponível no início de 2024 na Netflix, Caminhos da Sobrevivência, explora a estrada dos dilemas para retratar os labirintos das escolhas na visão de um jovem oficial da força policial em uma Bélgica ocupada pelos nazistas no início da década de 1940.
A rainha do rock alternativo Alanis Morissette iniciou sua carreira oficialmente no início dos anos 1990, alcançando aclame universal com o premiado e lendário álbum ‘Jagged Little Pill’ (que inclusive completa três décadas este ano).
Após ter promovido uma revolução considerável no cenário fonográfico, Morissette se lançou a diversas outras incursões que não obtiveram sucesso similar, mesmo com as boas intenções – como foi o caso de ‘Havoc and Bright Lights’, lançado em 2012 e que teve uma recepção mista tanto por parte da crítica quanto pelo público. Em 2020, entretanto, a artista se reencontraria com a própria arte com o pouco conhecido ‘Such Pretty Forks in the Road’, um compilado testamentário que serviu de encerramento para uma fase marcada por obstáculos, pela maternidade e pelo enfrentamento de seus demônios interiores – culminando no anúncio de ‘Such Pretty Forks in the Road’.
Para celebrar o quinto aniversário do disco, preparamos uma breve lista separando suas cinco melhores canções.
Veja abaixo as nossas escolhas:
5. “SMILING”
Grande parte das canções do álbum é condecorada com títulos ambíguos: “Smiling”, que abre essa jornada pessoalista e declamatória, discorre sobre um eu lírico que seguia em frente mesmo quando queria desistir (“esta é o primeiro aceno da minha bandeira branca”), mantendo-se em pé enquanto o mundo despencava ao seu redor (“só estava tentando me manter firme). O prospecto pessimista-realista é acompanhado por uma guitarra lo-fi que ressoa através dos três atos da música e une um panorama incerto e inexplicavelmente gritante.
4. “PEDESTAL”
Assim que Morissette surgiu, ainda descobrindo uma identidade que, mais tarde, provaria ser bastante versátil, é quase óbvio esperar que suas construções fonográficas sejam repletas de sinestesia. Entretanto, diferente do apreço pela etérea constância dos instrumentos e pela criação de ambientações regadas apenas pela sonoridade, a artista é discípula de uma narcótica verborragia, arquitetando versos eternos que fundem-se uns aos outros e que se afastam do que estamos acostumados – e que culmina em uma gloriosa conclusão artística através da orquestral e evocativa “Pedestal”.
3. “REASONS I DRINK”
Desde seu début no cenário fonográfico, Alanis sempre demonstrou um forte apreço por construções autobiográficas e autocríticas, utilizando a música como um canal de reflexão que domina muito bem. Dessa maneira, seu nono álbum de estúdio emerge como um lembrete da importância e do legado da cantora e compositora para o mundo – e o lead single“Reasons I Drink” permite que ela se volte para o pop-rock, deixando se guiar pela força majestosa do piano e de um liricismo intimista e reflexivo que nutre de composições clássicas de sua própria discografia.
2. “RECKONING”
Os melhores momentos do álbum se destinam às construções que ousam sair da zona de conforto – em outras palavras, ocorrem quando Morissette mergulha de cabeça em algo que não imaginaríamos. Em inflexões como “Reckoning”, há um flerte do comodismo popular com o folk e até mesmo o psych-rock, suis-generis normalmente explorados por grupos independentes. Eventualmente, é isso que resgata o tom grandioso de seus primeiros compiados e, aliando-se a dissonâncias ousadas e arriscadas, traz Alanis de volta para o lugar que lhe pertence por direito.
1. “ABLAZE”
Com exceções que se destinam essencialmente ao status mercadológico, grande parte das rendições que Morissette promove com ‘Such Pretty Forks in the Road’ abre espaço para metáforas atemporais, infundidas com um proposital anacronismo. Esse é o caso de “Ablaze”, um dos singles promocionais do compilado de originais e que emergiu como uma das canções mais emocionantes de 2020 – e que, infelizmente, não ganhou a atenção que merecia. A balada soft-rock brinca com os conceitos de empatia, memória e maternidade, mostrando que essa lenda da música ainda tem muito a nos contar.
Bob Dylanestá na indústria fonográfica há nada menos que sessenta anos e, ao longo de uma carreira permeada por hinos sobre direitos civis e movimentos antibélicos, o cantor, compositor e produtor se envolveu em diversas áreas artísticas, unindo-as em um único fio que lhe rendeu o Prêmio Nobel de Literatura por ter “criado novas expressões poéticas através da grande tradição musical norte-americana”.
Em 2020, quase uma década depois de ter lançado seu último compilado de originais – e apenas três depois de reissues e compilados de clássicas produções -, Dylan roubou os holofotes com o anúncio de ‘Rough and Rowdy Ways’, marcando a estreia de seu 39º álbum. Ao longo de dez faixas, que contêm contribuições dos lendários musicistas Fiona Apple (tendo divulgado ela mesma ‘Fetch the Bolt Cutters’ no mesmo ano) e Blake Mills, o cantor e compositor cria mais uma amálgama com os estilos conhecidos de sua discografia, misturando desde o mais simples country-rock até as inflexões saudosistas do R&B em uma criação que tem vida própria.
Para celebrar o aniversário de cinco anos desse irretocável álbum, preparamos uma breve matéria elencando suas cinco melhores canções.
Confira abaixo as nossas escolhas:
5. “I COUNTAIN MULTITUDES”
Com o início de uma nova década e a certeza de que precisava se reintroduzir a uma nova geração, nada mais justo que Dylan tenha criado uma analítica e autocrítica declamação intimista que alcança uma estância homérica. Em “I Contain Multitudes”, o previsível título, na verdade, é uma dica propositalmente errônea do que podemos esperar; afinal ele é “um homem de várias contradições, um homem de vários humores”, com cada faceta refletida em delineações que não seguem qualquer padrão e que transformam a música em um extenso poema épico.
4. “I’VE MADE UP MY MIND TO GIVE MYSELF TO YOU”
Dylan é uma figura anacrônica – no melhor sentido do adjetivo. Desde que despontou em 1962 com seu début homônimo, ousou desafiar o elitismo das esferas do entretenimento e abusou de sua prolífica e incansável mente para mostrar que as artes não eram excludentes entre si. Em “I’ve Made Up My Mind to Give Myself to You”, seus vocais roucos são certeiros em optar por uma rendição romântica que nos arremessa de volta para as performances de Elvis Presley nos anos 1940 e 1950 – manifestando suas referências e de que forma ele as enlaça em um dinâmico quadro proprioceptivo.
3. “MY OWN VERSION OF YOU”
É incrível o modo como Dylan mostra sua paixão pela música – não é surpresa que ele desenvolve a invejável e imaginativa habilidade de construir cenários, abstratos ou concretos, em que cada nota é dotada de uma cor, e cada acorde conta uma história diferente. Em “My Own Version of You”, canção na qual faz um breve meneio a Paul Cauthen, a escolha de colocar o blues e a sutileza dos sintetizadores em segundo plano convida os ouvintes a uma mística road-trip sem destino certo.
2. “GOODBYE JIMMY REED”
Em “Goodbye Jimmy Reed”, o artista nos convida para uma revisitação concisa ao início de sua carreira – e talvez para sua terra natal de Duluth, no Minnesota; afinal, a faixa já começa com a descrição precisa de uma pequena cidade do interior onde a religião impera e a bíblia é a constituição, e temos desde a presença retumbante da bateria até o momentâneo grito da gaita.
1. “FALSE PROPHET”
Cultivando uma arquitetura sonora que desvia dos padrões a que estamos acostumados (o que não é surpreendente, considerando que ele sempre foi um ícone da florescente contracultura estadunidense) e que rende-se a um escapismo sinestésico e imagético que corrobora sua perspectiva única para a música, Dylan constrói inúmeros clássicos instantâneos e algumas de suas melhores canções em ‘Rough and Rowdy Ways’. Uma delas é “False Prophet”, quecria um flerte malicioso e blasfemo com a mitologia católica e uma aproximação com a tragédia greco-romana – tudo isso transformado em um belíssimo e impactante country-folk que é dono de seu próprio borbulhante mundo.
Com um olhar crítico sobre o universo machista do futebol, a série Jogo Cruzado usa a comédia escrachada e uma narrativa leve para abordar temas delicados que ainda são tratados como tabus no esporte mais popular do Brasil. Entre risadas e provocações, a produção oferece reflexões importantes e necessárias. Em oito episódios repletos de convidados especiais – todos já disponíveis no Disney Plus – a série busca apresentar o ambiente do futebol através de novos olhares sempre tendo o humor na ponta da chuteira.
Matheus (José Loreto) é o craque de um time que busca sempre os títulos mais importantes. Elisa (Carol Castro) é uma jornalista fiel aos princípios da profissão que escolheu em busca de novos desafios na carreira. Eles nunca se deram bem. Quando Matheus precisa parar com o futebol por ordem médica, seu destino volta a se cruzar com o de Elisa, e juntos são convidados a apresentar um programa esportivo que promete chocar o mundo do jornalismo esportivo.
Com um episódio piloto acelerado e confuso, seguido por um segundo capítulo aquém dos demais, a série só encontra seu verdadeiro rumo a partir do terceiro episódio — quando os temas centrais começam a ser apresentados com mais clareza. A partir daí, em um jogo de protagonismo que alterna entre personagens principais, o desenvolvimento se dá por meio dos conflitos em suas vidas pessoais e profissionais.
Imerso em um ritmo acelerado e uma ação reflexiva que muitas vezes se limita à superfície, o projeto segue por caminhos previsíveis — mas não sem antes levantar reflexões relevantes. Entre os temas abordados, destacam-se questões pouco exploradas, como os desafios enfrentados por jogadores homossexuais em um ambiente ainda machista, a propagação de fake news por falta de apuração jornalística, o sensacionalismo na mídia esportiva e as doenças psicológicas, como a depressão, que afetam atletas no auge da pressão.
O machismo no futebol também ganha um foco importante, talvez sendo o tema mais consistente ao longo dos episódios. A personagem Elisa, vivida por Carol Castro, revela situações enfrentadas por muitas mulheres no jornalismo esportivo. Por meio de cenas que espelham o cotidiano, a série levanta questões relevantes e convida o público a refletir sobre a desigualdade de gênero nesse meio.
Equilibrar comédia e drama é um desafio — e, neste projeto, a fórmula não se concretiza. Com forte inclinação para o humor, as possíveis camadas dramáticas acabam ficando na superfície, muitas vezes recaindo em clichês já conhecidos. Ainda assim, mesmo em meio a uma espécie de bagunça organizada, a série consegue transmitir mensagens relevantes, o que se torna um dos principais méritos da produção.
Bertie Carvel, ator escalado para interpretar o Ministro da Magia Cornélio Fudge na nova série de ‘Harry Potter’, adaptação da icônica franquia de livros de J.K. Rowling, falou recentemente sobre a produção. Ele revelou que não tem certeza se retornará para uma possível segunda temporada.
Segundo o ComicBook, embora o Ministro da Magia seja um personagem coadjuvante importante na história de ‘Harry Potter’, o ator afirmou que sua volta dependerá da recepção do público ao personagem.
“Não sei como isso vai se encaixar na minha vida”, confessou Carvel. “Se eu vou voltar [após a primeira temporada], provavelmente vai depender do que os fãs acharem. Quero dizer, vou ficar furioso se não for um papel incrível”.
“Li os livros. Não tinha lido antes de conseguir o papel. Acho que assisti a um ou dois dos filmes”, acrescentou Carvel. “Se eu tivesse lido esses livros quando era garoto, teria devorado todos. Então estou entrando nisso com a mente bem aberta”.
É importante lembrar que a Max confirmou os seis primeiros nomes do elenco da aguardada série baseada em ‘Harry Potter’, a renomada saga de fantasia criada porJ.K. Rowling.
Em meio a tantos títulos disponíveis nos catálogos dos streamings, muitos filmes excelentes acabam passando despercebidos pelas recomendações automáticas. Mas vez ou outra, cruzamos com alguma obra que nos surpreende e logo conquista nossa atenção. Para facilitar sua busca, reunimos abaixo uma seleção de filmes imperdíveis para quem está em busca de uma ótima sessão:
A vida da jovem Lily Trevino (Barbie Ferreira) não tá fácil, completamente esquecida pelo pai Robert (French Stewart), trabalha como cuidadora para se sustentar. Um dia, numa navegada pelo facebook acaba acidentalmente chegando até um homônimo de seu progenitor, um outro Bob Trevino (John Leguizamo), um homem casado e com uma perda recente irreparável. Logo uma linda amizade surge e juntos vão aprender um pouquinho sobre a arte do recomeçar.
Elna (Sandra Prinsloo) e Dan (Ian Roberts) se conhecem há muitas décadas e abriram mão de tudo para formar uma família sempre com o objetivo de viverem juntos até os fins dos dias. Já com três filhos e vida consolidada, Elna começa a sofrer de demência, fato que a faz ser hospitalizada e ficar longe de seu grande amor. Sem saber como lidar com a situação, Dan resolve invadir o lugar e partir com Elna para o resgate de lembranças de momentos marcantes do casal.
Em busca de uma história real, marcante e cheia de camadas, o documentárioSally nos conduz pela trajetória pessoal e profissional de Sally Ride, a primeira astronauta norte-americana a viajar para o espaço. Corajosa e pioneira, ela abriu caminhos em um ambiente dominado pelo machismo dentro dos estudos aeroespaciais. Disponível no Disney Plus, o projeto, vencedor de um prêmio no Festival de Sundance deste ano, já desponta como um dos grandes documentários lançados em 2025.
À Altura (Netflix)
Cho Hun-hyun (Lee Byung-hun) é um famoso jogador de GO, vencedor de títulos nacionais e internacionais, se tornando o rosto da Coreia do Sul nesse jogo milenar. Um dia, se depara com um jovem prodígio, Lee Chang-ho (Yoo Ah-in), e logo vira seu professor. Com o passar dos anos, mestre e aluno estabelecem uma forte relação que é colocada à prova quando Lee passa a conquistar muitas vitórias e vencer seu professor.
Jimmy Dove (Jeff Bridges) é um experiente oficial do esquadrão antibombas da cidade de Boston, já perto da aposentadoria, que vive uma vida repleta de adrenalina mas com tons de felicidade já que está prestes a oficializar o relacionamento com a namorada, a violinista Kate (Suzy Amis). Em paralelo a isso, um perigoso irlandês chamado Ryan Gaerity (Tommy Lee Jones), especialista em explosivos, escapa de uma prisão de segurança máxima chamada Castle Gleigh e embarca para os Estados Unidos em busca de vingança começando a tocar o terror pela cidade de Boston atingindo todos ao redor de Jimmy. Aos poucos vamos descobrindo segredos do passado do protagonista, que está ligado à Gaerity. Assim, um duelo é estabelecido.
Ao se mudar para uma nova cidade, o agente do FBI Terry Husk (Jude Law) logo se depara com surgimento – e logo ascensão – de um grupo de supremacistas brancos que levantam dinheiro através de roubo a banco e falsificação de cédulas. Seu líder é Bob Mathews (Nicholas Houht), um homem impiedoso e metódico que a cada hora se torna mais poderoso. Buscando fechar o cerco contra o grupo, Husk se une ao policial Jamie (Tye Sheridan) para uma caçada sangrenta e com algumas reviravoltas.
Ao longo de um dia vamos conhecendo um pouco da chegada de Paula (Thalita Carauta) a uma casa isolada no interior que pertence ao amigo de infância Marcelo (Pierre Santos). Chegando nesse lugar, se depara com as histórias de dois casais, além de sentir na pele o assédio e o machismo descarado conforme o tempo passa.
O motorista de aplicativo Elder (Amaury Lorenzo) estava em uma noite comum na sua rotina. Chegando em casa, no subúrbio do Rio de Janeiro, após trabalhar o dia todo, vai ao supermercado comprar um item desejado pela esposa Daiane (Jéssica Ellen), grávida. Chegando no lugar, é atingido por uma bala perdida. Em meio a um intenso tiroteio, precisa aguardar atendimento, sendo amparado por frequentadores e funcionários do estabelecimento. Em paralelo, Daiane sem saber notícias do marido, acaba entrando em trabalho de parto e tem dificuldades de sair de casa pois a violência também bate em sua porta.
A Música de John Williams (Disney Plus)
A magia do cinema do cinema também está associada a elementos que muitas vezes não damos devido valor, como a trilha sonora. E quando pensamos nessa questão não podemos esquecer de John Williams. No documentário, lançado no segundo semestre de 2024 na Disney Plus, A Música de John Williams acompanhamos curtos recortes na carreira e vida pessoal desse genial compositor e maestro de 92 anos autor de temas inesquecíveis: Star Wars, Superman, ET – o Extraterrestre, Jurassic Park e tantos outros.
Ambientado durante o primeiro ano da segunda guerra mundial, acompanhamos Rita (Saoirse Ronan, em mais uma bela atuação), uma operária de munições, e sua escolha difícil de enviar seu filho George (Elliott Heffernan) para ficar em segurança num lugar longe dos conflitos mais intensos. Só que o garoto durante o caminho resolve voltar pra casa e embarca em uma jornada dolorosa onde acaba entendendo melhor todo o contexto que vive.
Will Friedle, o dublador original de Terry McGinnis em ‘Batman do Futuro’, surpreendeu recentemente ao revelar que nunca mais irá dublar o herói, independentemente do tipo de projeto que lhe for oferecido.
Segundo o ComicBook, Friedle conversou com os fãs durante a convenção Animate! Columbus 2025:
“Se você me fizesse essa pergunta há três anos, minha resposta seria: ‘Meu Deus, sim. Me coloquem na frente do microfone agora mesmo'”, disse Friedle. “Agora que Kevin se foi, eu não sei se conseguiria fazer isso novamente. Acho que teriam que escalar novos atores para os dois papéis. Ser o Terry e não ouvir ele responder como Bruce… eu acho que não conseguiria”.
A decisão de Friedle não é única. Em 2023, Mark Hamill também declarou que não pretende mais dublar o Coringa em nenhum projeto da DC após a morte de Conroy.
Assim como Friedle, ele deu a notícia diretamente aos fãs durante uma convenção, a Fan Expo San Francisco, afirmando: “Sem o Batman, o crime não tem piada”.
Hamill já havia revelado anteriormente que sua principal forma de decidir se aceitaria um projeto da DC era saber se Conroy estaria envolvido.
“Eles ligavam e diziam: ‘Queremos que você faça o Coringa’, e minha única pergunta era: ‘O Kevin é o Batman?'”, contou Hamill. “Se a resposta fosse sim, eu dizia: ‘Tô dentro’. Éramos como parceiros. Como Laurel e Hardy. Sem o Kevin ali, não parece que exista um Batman para mim”.
Kevin Conroy interpretou o Batman por mais tempo do que qualquer outro ator em qualquer mídia. Além dos desenhos animados e dos filmes lançados diretamente em vídeo, ele também emprestou sua voz para a série de jogos ‘Batman: Arkham’.
Conroy faleceu aos 66 anos em 10 de novembro de 2022, em um hospital na cidade de Nova York. Ele lutava contra um câncer intestinal e complicações relacionadas. Muitos de seus colegas da animação o homenagearam desde então, e profissionais de outras mídias da DC também reconheceram sua importância.
‘Superman’, o novo filme de James Gunn, chega esta semana aos cinemas, marcando o início do novo DCU. Às vésperas da estreia, o cineasta surpreendeu ao falar sobre as semelhanças do longa com o clássico de 1978, que emocionou os fãs ao apresentar Christopher Reeve como o herói.
Segundo o ComicBook, Gunn destacou os paralelos entre ambos os filmes: “Há algumas semelhanças entre o Superman original e este Superman. O mundo estava passando por uma grande agitação no início dos anos 70, e o Superman foi um retorno à esperança e ao otimismo em meio a tudo aquilo. Eu acho que isso não é diferente de hoje”.
Assim como o Superman de Reeve, que sorria e se descrevia como “um amigo” ao salvar Lois Lane (Margot Kidder), o Superman de Gunn (interpretado por David Corenswet) também é descrito como um herói genuinamente bondoso e “a personificação da Verdade, Justiça e do Jeito Humano de Viver”.
“Às vezes as pessoas acham que o Superman é antiquado ou ingênuo, e eu digo: ‘Sim, ele é. E tudo bem'”, continuou Gunn. “Ele é simplesmente um cara do bem, que acredita nesses valores à moda antiga, amar o próximo, salvar vidas humanas, tratar bem uns aos outros, ser gentil, ser educado. Todas essas coisas são motivo de piada hoje, assim como já eram nos anos 70. Mas é isso que ele representa. Então, de certa forma, ele é radical, porque vai contra a corrente”.
Gunn acrescentou: “Acho que ‘amor’ e ‘bondade’ são melhores do que ‘esperança’, porque esperança é algo voltado para o futuro. Há um senso de esperança, claro, mas para mim é mais sobre o Superman ser gentil, e isso ser suficiente. Porque muita gente hoje em dia não é”.
Quando perguntado sobre o que espera que o público leve do filme, Gunn respondeu: “Sabe aquela sensação mágica que você sente ao sair de um bom filme? Aquela euforia, aquele momento em que você ama a pessoa ao lado um pouco mais do que amava quando entrou no cinema? Seja seu amigo, sua mãe, esposa, marido ou filho… é isso que eu quero. Quero que as pessoas saiam sentindo isso”.
‘Superman’ tem estreia marcada nos cinemas para 10 de julho de 2025.
James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.
Catherine Hardwicke, a diretora de ‘Crepúsculo’, surpreendeu recentemente ao revelar a maneira como o estúdio a “parabenizou” quando o romance de vampiros estreou com um impressionante faturamento de US$ 69 milhões em novembro de 2008, valor bem acima do esperado.
Segundo a Variety, Hardwicke afirmou que, apesar de ser um presente, aquilo significou uma constatação direta de que, por mais bem-sucedida que fosse sua carreira como diretora, ela não seria valorizada da mesma forma que um diretor homem.
“Não, as pessoas não vão contratar mais diretoras mulheres”, disse ela. “Não vão te dar o próximo trabalho e deixar você fazer algo grandioso. Foi uma realidade devastadora logo de cara”.
Enquanto um diretor homem, ao lançar uma franquia com uma estreia estrondosa, poderia ganhar “um carro, um contrato para três filmes ou basicamente a chance de fazer o que quisesse”, Hardwicke lembra que o que recebeu foi, literalmente, um agrado simbólico: “Entrei numa sala cheia de presentes, todo mundo parabenizando o estúdio, e me deram uma caixinha. Abri e era um mini cupcake”.
A diretora já havia revelado, em 2023, que o estúdio subestimava o potencial de sucesso de ‘Crepúsculo’.
Na época, os executivos disseram a ela, pouco antes da estreia, que uma abertura de US$ 30 milhões já seria um alívio. No fim, ‘Crepúsculo’ faturou US$ 192 milhões no mercado doméstico e US$ 408 milhões mundialmente.
Além de ter recebido apenas um mini cupcake após o sucesso, Hardwicke ainda foi dispensada da direção da sequência, ‘Lua Nova’, que acabou sendo dirigida por Chris Weitz.