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O Diabo Veste Prada | Relembrando a ICÔNICA dramédia estrelada por Meryl Streep, Anne Hathaway e Emily Blunt

O mundo da moda sempre foi alvo de interesse por… Bem, todo mundo. E a sétima arte não estaria de fora disso.

Seja como parte intrínseca da experiência cinematográfica, seja como inspiração para narrativas envolventes, são inúmeros os projetos encabeçados por realizadores que utilizam esse universo fashion como força-motriz de explorações não só sobre os bastidores dessa indústria multibilionária e imortal, mas sobre a experiência humana dentro de uma sociedade movida pelo consumismo e pela necessidade de brilhar em meio ao comum. E é claro que, quando falamos disso, um dos principais títulos que nos vêm à cabeça é o clássico contemporâneo O Diabo Veste Prada.

O longa-metragem, dirigido por David Frankel, alcançou sucesso considerável à época de seu lançamento e, mesmo dezenove anos depois de seu lançamento nos cinemas, continua a encantar gerações e mais gerações de cinéfilos ou apenas daqueles que estão procurando uma boa história. Não é surpresa, pois, que uma antecipada sequência já esteja em desenvolvimento – trazendo boa parte da equipe técnica e artística de volta a mais uma empreitada que promete nos conquistar do começo ao fim. Remando contra as expectativas, a comédia dramática inspirada no romance homônimo de Lauren Weisberger fez um barulho considerável nas bilheterias ao redor do mundo e conquistou duas indicações ao Oscar.

Com um impacto inegável na cultura pop, a trama acompanha Andrea “Andy” Sachs (Anne Hathaway), uma recém-graduada em jornalismo que busca a oportunidade de sua carreira enquanto navega pelas atribulações da vida adulta. Ao ser selecionada para uma entrevista de emprego na revista Runway, comandada pela impiedosa Miranda Priestly (Meryl Streep), ela é arremessada em um mundo ao qual não pertence – povoado por modelos estonteantes e esguias, estilistas célebres e uma luta pelo poder e pelo controle que se esconde em meio a ensaios fotográficos e seleções de estampas. Trabalhando ao lado de Emily Charlton (Emily Blunt), primeira assistente Miranda, e de Nigel Kipling (Stanley Tucci), diretor de arte da revista, ela percebe que precisa mergulhar mais fundo para sobreviver em meio a uma ostensiva selva urbana.

Contando com algumas das cenas mais memoráveis dos anos 2000 no circuito cinematográfico, O Diabo Veste Prada destina-se para qualquer um que deseje se deliciar com uma história leve e muito bem construída, pautada por performances memoráveis e que nos fazem se divertir desde os primeiros minutos de tela. Frankel, aliando-se ao roteiro de Aline Brosh McKenna, transforma um metódico romance em uma sólida dramédia que reafirma sua importância e sua beleza ano após ano, caindo no gosto do público através de memes contínuos e de pequenas prévias que viralizam constantemente nas redes sociais – e, por mais que alguns aleguem que o projeto é superficial demais para ser levado a sério, as sutilezas escondem essas múltiplas camadas que se escondem bem à nossa vista.

O longa não apenas nos mostra os segredos de um dos universos mais capciosos da criação humana, mas revela que a aparente frivolidade da moda é uma proposital fachada que esconde os mais profundos desejos do indivíduo e que se materializa em caríssimos desfiles de haute couture, estilistas sedentos por reconhecimento e fama e profissionais da área que trabalham noite após noite para transformar a impalpabilidade do sonho em uma obra de arte tangível. Mais do que isso, McKenna explora as incursões de Weisberger ao explorar não só as disparidades de gênero no mundo corporativo, como relações de trabalho tóxicas e romantizadas, expandindo a análise para os laços afetivos que Andy desfruta com seu namorado Nate (Adrian Grenier), que não consegue entender sua perspectiva e seu ponto de vista em ter aceitado o trabalho na Runway.

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Cada elemento do filme funciona, ainda que não em uma completude exata, dentro dos limites autoimpostos para o gênero: a costumeira estética empresarial e institucionalizada é transmutada em uma vibrante e rápida jornada tour-de-force, guiada não apenas pela dinâmica montagem de Mark Livolsi, mas pelo passeio entre ateliês de criação, salas de reunião, provadores e passarelas que expande esse microcosmos a uma exuberante celebração da própria arte. Em adjacência, a metódica e prática trilha sonora de Theodore Shapiro contribui tanto para a contínua atmosfera de deadlines e correrias quanto para os momentos mais melodramáticos e reflexivos.

Mencionar a cereja do bolo parece desnecessário a esse ponto – mas aplaudir as incríveis performances de um dos trios mais icônicos da atualidade nunca é um trabalho cansativo. Enquanto Hathaway eterniza Andrea como uma inesperada heroína de si mesma e um símbolo de crescimento e amadurecimento, Blunt diverte-se ao interpretar a esnobe Emily, cujo arco é delineado com cuidado. E, é claro, Streep reitera seu status como uma das maiores atrizes de todos os tempos ao encarnar Miranda como se tivesse sido escolhida a dedo para o papel.

No final das contas, O Diabo Veste Prada não tem o popular patamar que carrega nos dias de hoje por qualquer motivo – e, enquanto aguardamos ansiosamente a ambiciosa sequência, é sempre uma boa ideia revisitá-lo.

Lembrando que o filme está disponível no Disney+.

‘M3GAN 2.0’ tem estreia BEM abaixo do filme original nas bilheterias brasileiras

A sequência ‘M3GAN 2.0‘ teve uma estreia cinco vezes menor que o filme original nas bilheterias do Brasil.

Lançado em janeiro 2023, o filme original levou 363 mil espectadores aos cinemas nacionais e faturou R$ 7,3 milhões em seu primeiro fim de semana.

A sequência estreou nesse final de cinema com números bem, bem abaixo do primeiro filme.

Foram 95 mil espectadores de quinta a domingo e apenas R$ 2 milhões arrecadados.

Nos EUA, o filme abriu com US$ 10.2 milhões – contra US$ 30.4 milhões do primeiro filme.

Enquanto ‘M3GAN 2.0‘ dividiu a opinião dos críticos – alcançando apenas 58% de aprovação no Rotten Tomatoes –, o público parece ter aprovado a nova aventura da boneca assassina. A continuação recebeu uma nota B+ no CinemaScore, ficando acima da média de aprovação do primeiro filme (B).

Vale lembrar que o longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

‘Italianna’: Aziza Scott se junta a Halle Bailey e Regé-Jean Page em nova comédia romântica da Universal

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A atriz Aziza Scott é o mais novo nome confirmado no elenco de ‘Italianna‘, comédia romântica da Universal Pictures em parceria com a Will Packer Productions, que será estrelada por Halle Bailey (A Pequena Sereia) e Regé-Jean Page (Bridgerton).

Conhecida por papéis em séries como ‘Insecure‘, ‘The Fosters‘ e ‘Home Before Dark‘, Scott recentemente se destacou no sucesso ‘Um Dia Daqueles‘, ao lado de Keke Palmer e SZA, produção de Issa Rae. No filme, Scott roubou a cena como Berniece, uma das figuras mais cômicas (e ameaçadoras) no caminho das protagonistas.

Agora, ela levará seu talento cômico para ‘Italianna‘, que também conta com Marco Calvani no elenco e tem direção de Kat Coiro (Marry Me, Matlock).

O roteiro é assinado por Ryan Engle (Rampage), a partir de uma ideia original dele com Kristin Engle. Os detalhes da trama, assim como o papel de Aziza, ainda não foram divulgados.

O longa será lançado nos cinemas em 10 de abril de 2026.

A produção é de Will Packer e Johanna Byer, através do acordo de prioridade da produtora com a Universal. O projeto é supervisionado por Erik Baiers (EVP sênior da Universal) e Jacqueline Garell, além de Alvie Hurtado pela Will Packer Productions.

Em entrevista à Variety, Packer descreveu ‘Italianna‘ como uma história “aspiracional” e revelou o público-alvo: jovens mulheres negras da Geração Z.

“Quero que ela se veja na tela e acredite no sonho e na promessa do amor e de algo maior do que seu mundo”, afirmou.

Com elenco estrelado, uma equipe criativa experiente e um foco claro em representatividade e romance, ‘Italianna‘ promete ser um dos destaques da temporada de 2026.

Crítica | Ritas – Documentário é OVACIONADO no CineOP e traz mergulho profundo, sensível e necessário na vida de Rita Lee

O documentário Ritas foi exibido durante o 20º CineOP e lotou a praça pública de Ouro Preto, além de ter sido ovacionado. É uma obra contundente e delicada que se destaca por seu mergulho inteligente e respeitoso na vida e obra da icônica cantora de rock Rita Lee. Mais do que uma cinebiografia convencional, o filme acerta ao traçar um panorama não apenas da artista, mas também da mulher que por muito tempo foi alvo de boicotes, censuras e julgamentos – tanto da indústria quanto da sociedade.

A produção é cuidadosa e bem estruturada, e revela uma curadoria sensível de imagens de arquivo, trechos de shows, momentos íntimos e entrevistas inéditas que constroem uma narrativa que emociona sem recorrer a fórmulas fáceis.

Ao longo do documentário, Rita surge como a figura multifacetada que sempre foi: provocadora, espiritualizada, crítica, amorosa, rebelde e absolutamente livre. A montagem costura depoimentos de amigos, familiares e colaboradores que oferecem um olhar plural sobre sua trajetória – com destaque para os momentos de maior introspecção, nos quais se abordam as perdas, os desafios com a saúde e a busca por uma conexão espiritual mais profunda.

Outro ponto forte da obra é a maneira como ela trata as várias fases da carreira da artista, especialmente os períodos em que Rita foi silenciada ou marginalizada por suas posturas transgressoras. O documentário não ignora essas sombras: ao contrário, as incorpora como parte essencial da luta de Rita por liberdade criativa e pessoal, em um país que muitas vezes preferiu calar vozes femininas ousadas.

A espiritualidade, a relação com a morte e a maneira como Rita encarava o fim com serenidade e lucidez são tratados com delicadeza, sem cair em idealizações. O tom é sempre respeitoso e humano – algo que reflete perfeitamente a própria artista, que, mesmo diante do inevitável, manteve o humor e a poesia como escudos e espelhos.

Ritas é, acima de tudo, um tributo justo e necessário. Um filme que entende que Rita Lee foi (e continua sendo) muito maior do que a caricatura de “padroeira da liberdade” que a cultura pop às vezes tentou fixar. Aqui, ela é carne, osso, alma e som – e o documentário nos convida a escutá-la com atenção renovada. Uma produção que honra a artista e a mulher com a profundidade que ambas merecem.

Crítica | ‘Jurassic World: Recomeço’ tem erros óbvios, mas vale a pena pela NOSTALGIA e pela aventura

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A franquia Jurassic Park teve seu início em 1993 e, em pouco tempo, tornou-se uma das mais populares do circuito de ficção científica e aventura – sagrando-se um clássico instantâneo da sétima arte e da carreira de Steven Spielberg. Desde então, o sucesso do longa-metragem rendeu duas sequências diretas e uma saga derivada intitulada Jurassic World, arrecadando milhões de dólares ao redor do mundo. Entretanto, é inegável que algumas incursões falharam em trazer algo novo a esse incrível universo, como ‘Domínio’, que apostou fichas nos personagens-legado, mas falhou em nos convencer com uma narrativa pretensiosa demais para ser levada a sério.

Não demorou muito até que Spielberg e sua companhia, a Amblin Entertainment, resolvesse revitalizar a saga mais uma vez – com o eventual anúncio de Jurassic World: Recomeço’. O quarto capítulo do spin-off e a sétima entrada no geral pega páginas emprestadas das primeiras iterações e remodela os conhecidos tropos de filmes de aventura e ação para a contemporaneidade – e com o claro objetivo de honrar um memorável legado. E, apesar dos claros deslizes que aparecem na estrutura do projeto, o resultado é aprazível o suficiente para nos envolver em uma divertida e despojada história que sabe de seus limites e tem plena consciência de que não irá “reinventar a roda”.

A trama não funciona como sequência direta dos eventos de ‘Domínio’, e sim nos apresenta a uma ramificação que explora o segundo declínio dos dinossauros: incapazes de se adaptarem a condições climáticas e ambientais totalmente diferentes da época em que caminhavam pelo planeta, boa parte desses gigantescos animais morreu, com os sobreviventes migrando para os trópicos para sobreviverem. Isolados do mundo, eles se tornam alvo de uma indústria farmacêutica bilionária comandada pelo ambicioso Martin Krebs (Rupert Friend), que contrata os serviços da agente de operações especiais Zora Bennett (Scarlett Johansson) e do paleontólogo Henry Loomis (Jonathan Bailey) para conseguir três amostras de dinossauros que servirão de base para a criação de um medicamento revolucionário.

Acompanhados das habilidades inegáveis de navegação e exploração de Duncan Kincaid (Mahershala Ali), colega de longa data de Zora, eles viajam para esse perigoso lugar e se veem em meio a cenários mortais, lutando para sobreviver. E, como podemos perceber a partir dessa breve premissa, o resgate saudosista das icônicas narrativas de aventura dos anos 1990 que não tem nada além do mais puro desejo de nos entregar entretenimento – e que, mesmo com deslizes óbvios, cumpre com o prometido.

O primeiro ponto de análise vem com o elenco, que parece ter sido escolhido a dedo para interpretar arquétipos seminais de obras similares: Johansson, conhecida por seu papel como Viúva Negra no Universo Cinemático Marvel, já é uma veterana de produções aventurescas e se diverte ao encarnar Zora, singrando entre o drama e a comédia e o instinto de sobrevivência que a levará ao extremo para garantir que todos saiam vivos. Bailey, recém-saído de um estrelato gigantesco por ‘Bridgerton’ e ‘Wicked’, transmuta-se no divertido e apaixonado Henry, arrastado para uma jornada inesperada e percebendo que há mais para ser vida além dos fósseis empoeirados de um museu. E Ali, trazendo todo seu conhecendo carisma, desfruta de uma química ótima ao lado de Johansson e Bailey.

Friend, encarnando o “antagonista” da narrativa, faz um bom trabalho, mas a construção de seu personagem não tem muita relevância palpável – jogando-o para escanteio e desperdiçando sua presença magnética em escolhas controversas. E, completando esse time, temos a presença de um núcleo secundário formado por Manuel Garcia-Rulfo como Reuben Delgado, um versátil marinheiro que foi alvo de um naufrágio perto da ilha dos dinossauros ao lado das filhas Teresa (Luna Blaise) e Isabella (Audrina Miranda) e do genro, Xavier (David Iacono). A decisão de colocar uma subtrama poderia ter tido efeito reverso ao desejado, mas a convicção com que esse núcleo dá vida aos respectivos personagens resulta num maior número de cenas de tensão que colocam o homem contra a ameaça de uma natureza opressiva.

Gareth Edwards, responsável pela direção, demonstra conhecer a franquia imortalizada por Spielberg e constrói uma singela carta de amor a esse universo ficcional que continua a encantar espectadores ao redor do mundo. E um dos aspectos mais interessantes a ser analisado pelo realizador é a forma como bebe de títulos semelhantes para trazer uma beleza artística que não víamos há bastante tempo – considerando o mecânico trabalho de câmera de Colin Trevorrow. Trazendo dinamismo e vida de volta à saga, Edwards é guiado pelo nostálgico roteiro assinado por David Koepp, que se apoia em seu conhecido trabalho no universo para construir uma narrativa moldada aos tropos de filmes de assalto.

Se você esperava encontrar uma trama extremamente original, Jurassic World: Recomeço’ talvez não seja para você. Porém, se conseguiu pegar o sutil indício fornecido pelo título e tem certeza de que está prestes a assistir a mais de duas horas de pura homenagem à essa memorável franquia, garanto que seu tempo na sala de cinema vai valer a pena.

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10 séries SURPREENDENTES e dignas de maratona

Com o crescimento contínuo das plataformas de streaming, ficou muito mais fácil para os assinantes acessarem séries de diferentes partes do mundo — algo impensável há alguns anos. No entanto, com tantas opções disponíveis, algumas produções acabam se perdendo nos vastos catálogos. Mas pode ficar tranquilo: estamos aqui justamente para te ajudar a descobrir essas joias escondidas. A seguir, você confere 10 sugestões perfeitas para maratonar no conforto do seu sofá:

 

Terra da Máfia (Paramount Plus)

Nesse impactante seriado lançado em 2025, acompanhamos um homem que trabalha para uma poderosa família mafiosa britânica. Quando uma inusitada situação acontece ele precisa encontrar soluções para os conflitos que o cercam.

 

As Mil Mortes de Nora Dalmasso (Netflix)

Um dos crimes mais cruéis de toda história da Argentina, com quase duas décadas desde seu ocorrido, e ainda sem solução. Retratando em uma contextualização profunda os desenrolares desse brutal assassinato, chegou na Netflix As Mil Mortes de Nora Dalmasso, um projeto que por meio de depoimentos de advogados, imprensa que fez a cobertura na época, reportagens da época e da própria família, monta recortes com pontos de vistas sobre todo o circo midiático que se tornou a investigação.

 

Procurados – EUA: Osama Bin Laden (Netflix)

Percorrendo detalhes poucas vezes vistos, com entrevistas emocionadas de personagens importantes do governo norte-americano, da CIA, de forças especiais, e uma recriação impecável de situações ocorridas nesse período de angústia e ansiedade com o objetivo de encontrar Osama Bin Laden, a excelente série documental Procurados – EUA: Osama Bin Laden nos faz voltar no tempo para entender melhor os pormenores dessa caçada.

 

Caso Jean Charles: Um Brasileiro Morto Por Engano (Disney Plus)

Apresentando detalhes chocantes desse TRUE CRIME, chegou na Disney Plus a minissérie de quatro episódios Caso Jean Charles: Um Brasileiro Morto Por Engano, marcada por cenas fortes e perturbadoras. Ao longo dos impactantes capítulos, vamos entendendo o antes e o depois de um quebra-cabeça de erros onde a incapacidade de comando determinou uma tragédia.

 

Noite de Verão (Netflix)

Na trama, conhecemos o casal Carina (Pernilla August) e Johannes (Dennis Storhøi), que vivem juntos faz 30 anos e resolvem reunir a família e amigos próximos para uma revelação surpreendente. A questão é que os convidados vivem seus próprios dilemas com estopins que afloram nesse mesmo lugar. A cada episódio, um melhor que o outro, conhecemos as verdades dos personagens e seus conflitos.

 

O Sinal (Netflix)

Na trama conhecemos Paula (Peri Baumeister), uma brilhante cientista alemã enviada por uma empresa privada para o espaço com um único objetivo de realizar pesquisas sobre possíveis sinais vindos de fora da Terra. Ao mesmo tempo, seu marido, o professor de história Sven (Florian David Fitz) e sua jovem filha com deficiência auditiva esperam o retorno dela. Perto de completar sua missão, Paula se depara com uma descoberta e conflitos se desenrolam. Ao voltar ao nosso planeta acaba sendo responsabilizada por uma tragédia, modificando completamente a vida de sua família.

 

The Night Of (Max)

Lançada em 2016, ainda longe da badalada chegada dos streamings pelo mundo, essa minissérie intrigante produzida pela HBO, com um total de oito episódios, nos mostra a história de um estudante que se envolve em enormes conflitos após ser acusado de assassinato.

 

Billy The Kid (Paramount Plus)

Na trama, conhecemos os primeiros passos de William H. Bonney (Tom Blyth), depois conhecido como Billy The Kid, Desde o início de vida conturbado, vindo de uma família de imigrantes irlandeses, se muda para o velho oeste norte-americano junto com sua família ao mesmo tempo que uma série de tragédias começam a cercá-lo. Se vendo sozinho em um mundo cruel, onde sobreviver rompe com sua moral quase que instantaneamente. A primeira temporada foca em como ele tornou aos poucos um dos rostos mais procurados pelas autoridades da época.

 

Chernobyl (Max)

Minissérie impactante lançada em 2019, Chernobyl nos leva para reflexões para a famosa tragédia nuclear ocorrida em meados da década de 80. O projeto recebeu 19 indicações ao Emmy.

 

Emergência Berlim (Apple Tv+)

Seriado alemão lançado em fevereiro desse ano no ótimo streaming da Apple Tv+ nos apresenta os enormes conflitos que enfrenta a Dra. Parker que assume o comando do pronto-socorro de um dos mais procurados hospitais de Berlim.

 

 

Saiba QUANDO a 2ª temporada de ‘The Walking Dead: Dead City’ estreia no Prime Video

A segunda temporada de The Walking Dead: Dead City‘ ganhou data de estreia no Prime Video.

Os episódios chegam dia 27 de Julho.

A nova temporada volta a focar no relacionamento entre Maggie (Lauren Cohen) e Nolan (Jeffrey Dean Morgan), inimigos mortais que tiveram que aprender na força como trabalhar juntos.

Além disso, o ator Jeffrey Dean Morgan, que dá vida ao complexo Negan, compartilhou recentemente reflexões sobre o futuro de seu icônico personagem, sinalizando que sua jornada no papel pode estar se aproximando de um desfecho.

Em uma entrevista reveladora à Variety, Morgan discorreu sobre sua trajetória na franquia:

“É uma loucura. Isso faz parte da minha vida há tanto tempo que nunca imagino que vá acabar, a menos que eu finalmente admita que estou velho demais para continuar, o que está ficando perigosamente perto. É interessante, especialmente fazer esse spin-off com dois personagens que querem se matar 90% do tempo, porque nunca tinha ouvido falar de um conceito tão viável antes. E aqui estamos, com a segunda temporada a caminho e conversas sobre fazer mais. Vamos ver”, afirmou.

“Não sei se sou um condutor”, respondeu com humildade. “Mas parece que agora sou um dos veteranos. Sinto que ganhei minhas faixas. Dez anos é muito tempo. Este não é um trabalho fácil, mental e fisicamente, então fico impressionado com o fato de ainda ser capaz de fazer minha parte”.

A primeira temporada de ‘The Walking Dead: Dead City’ está disponível no Prime Video.

Teaser trailer de ‘A Odisseia’, de Chris Nolan, ganha novidades

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Na tarde desta segunda-feira, o serviço online de classificação audiovisual da Coreia do Sul — órgão responsável por analisar e aprovar conteúdos antes de sua divulgação pública — registrou oficialmente o primeiro teaser trailer do filme ‘A Odisseia‘ – ambiciosa adaptação do poema épico grego de Homero.

De acordo com as informações disponíveis na plataforma, o vídeo promocional tem uma duração total de 1 minuto e 16 segundos.

O trailer será lançado ainda esta semana:

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Confira o cartaz:

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Informações inéditas sobre o projeto estão viralizando nas redes sociais.

Segundo o famoso perfil insider @MyTimeToShineH, o longa-metragem terá classificação indicativa para maiores de 18 anos (rated-R) – o que vem com surpresa, considerando que a Universal Pictures normalmente aposta fichas em produções PG-13 para maximizar o público e os lucros.

Todavia, nada ainda foi confirmado pelo estúdio.

Lembrando que o filme segue envolto em mistério, com poucos detalhes revelados até o momento.

“O filme é um épico de ação mítico filmado em todo o mundo usando a novíssima tecnologia de filme IMAX e traz a saga fundamental de Odisseu para as telas de filme IMAX pela primeira vez. A estreia nos cinemas acontece mundialmente em 17 de julho de 2026.”

O elenco conta com nomes como Robert PattinsonJon BernthalJohn LeguizamoElliot PageHimesh PatelBill IrwinSamantha MortonZendaya e outros.

Nolan começou a escrever o filme em março. Donna Langley, presidente da Universal Pictures, é a única pessoa que já leu o roteiro.

Scarlett Johansson diz que início da carreira foi marcado por papéis voltados ao “DESEJO masculino”

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Scarlett Johansson, uma das atrizes mais reconhecidas de sua geração, voltou a falar sobre como os papéis oferecidos às mulheres em Hollywood mudaram — e como ela mesma sentiu na pele o peso do olhar masculino sobre sua carreira nas primeiras décadas de atuação.

Em entrevista ao The Times of London, Johansson revelou que, no início de sua trajetória, a maior parte dos personagens que lhe eram oferecidos giravam em torno da “desejabilidade” feminina e do ponto de vista dos homens.

“Muitos dos papéis que me ofereciam ou pelos quais eu concorria tinham suas ambições ou arcos de personagem baseados no quanto eram desejáveis, na forma como eram vistas pelos homens ou centradas em histórias masculinas”, afirmou.

Apesar disso, a atriz acredita que hoje vive-se um novo momento na indústria:

“A mensagem é diferente agora — há muito mais modelos femininos visíveis, mulheres ocupando posições de poder, e eu tive a chance de interpretar personagens que não precisam ser uma coisa só. As oportunidades aumentaram. Algo mudou.”

Essa não é a primeira vez que Johansson aborda o tema. Em 2022, a estrela de ‘Vingadores‘ falou abertamente sobre o processo de hipersexualização que enfrentou ainda jovem. Segundo ela, a forma como foi retratada e percebida pelo público e pela indústria dificultou o acesso a papéis mais complexos.

“Eu me senti objetificada e limitada. Lembro de pensar: ‘Acho que as pessoas me veem como alguém de 40 anos’. Isso deixou de ser algo desejável e passou a ser um obstáculo que eu precisava enfrentar”, declarou na época.

Com mais de duas décadas de carreira e um repertório que vai de grandes blockbusters a dramas intimistas, Scarlett Johansson é hoje também produtora e voz ativa em discussões sobre representatividade feminina em Hollywood.

Seu olhar crítico sobre o passado revela não apenas as barreiras enfrentadas por atrizes durante anos, mas também os avanços recentes que estão abrindo espaço para personagens femininas mais reais, diversas e complexas.

Enquanto celebra a transformação do cenário, Johansson deixa claro que ainda há muito a ser conquistado — mas que, felizmente, a indústria já não é mais a mesma que a recebeu quando ela tinha apenas nove anos.

‘The Boys’: Jensen Ackles revela “preocupação” com reencontro com Jared Padalecki e Misha Collins de ‘Supernatural’

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A quinta e última temporada de The Boys trará um aguardado reencontro para os fãs de ‘Supernatural’, com a participação das estrelas Jensen Ackles (Soldier Boy) e seus antigos colegas Misha Collins e Jared Padalecki.

Segundo o ComicBook, Ackles revelou recentemente seus receios, e também a diversão, com a reunião dos atores na nova série de Eric Kripke:

“Foi engraçado porque havia uma certa preocupação de que, ao juntar Jared, Misha e Jensen, ia virar uma bagunça”, disse Ackles. “Depois de 15 anos juntos, a gente ficou meio desajustado. Tem muita história ali, mas também foi uma casa que nós construímos, e pudemos destruí-la do nosso jeito”.

Ackles também brincou com Padalecki, dizendo que precisou lembrá-lo de algumas “etiquetas de bastidores”:

“Você tem que se comportar. Jared, você precisa dar descarga. Tem que dar descarga aqui”, brincou Ackles. “Mas, sério, foi muito divertido. Mal posso esperar para poder contar mais”.

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‘O Diabo Veste Prada 2’: Adrian Grenier NÃO RETORNA para a sequência

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Adrian Grenier, que interpretou o polêmico namorado de Andy Sachs em ‘O Diabo Veste Prada‘ (2006), não retornará para a aguardada sequência do clássico fashionista, segundo fontes confirmaram à Entertainment Weekly.

Enquanto os detalhes da trama ainda são mantidos em segredo, o que se sabe é que o novo filme trará de volta todo o elenco principal: Anne Hathaway, Meryl Streep, Emily Blunt e Stanley Tucci.

A produção do longa já começou oficialmente, com filmagens previstas até o fim do verão americano.

No primeiro filme, baseado no best-seller de Lauren Weisberger (ex-assistente de Anna Wintour), acompanhamos Andy (Hathaway) mergulhando no impiedoso mundo da moda como assistente da editora Miranda Priestly (Streep). O relacionamento de Andy com Nate (Grenier) desmorona à medida que sua carreira avança — e, para muitos fãs, ele se tornou o “verdadeiro vilão” da história por não apoiar o sucesso da parceira.

Em uma entrevista de 2021, Grenier admitiu que passou a enxergar as falhas de seu personagem com o tempo:

“Talvez eu fosse tão imaturo quanto o Nate na época. Ele era egoísta e centrado em si mesmo. Só depois, com reflexão, percebi que as críticas faziam sentido”, disse o ator à EW.

Na mesma ocasião, Frankel comentou que uma continuação já havia sido discutida anteriormente, mas que o time criativo decidiu que a história estava completa. No entanto, com os novos rumos da indústria da moda e do jornalismo, a sequência promete trazer uma abordagem atualizada para os icônicos personagens.

Sem Grenier, resta saber como a narrativa lidará com a ausência de Nate — que, no final do primeiro filme, se reconciliava com Andy antes de se mudar para Boston para seguir carreira como chef.

Uma coisa é certa: com ou sem ele, Miranda Priestly deve continuar não aceitando desculpas.

A estreia do novo filme está prevista para 1º de maio de 2026.

Assista:

A data originalmente pertencia ao longa ‘Vingadores: Apocalipse‘, que foi recentemente adiado para 18 de dezembro de 2026.

A sequência voltará a seguir Miranda Priestly (Meryl Streep), editora-chefe da revista de moda Runway, enquanto ela enfrenta os desafios da decadência das revistas impressas.

Kenneth Branagh foi escalado como marido de Miranda.

David Frankel também volta à direção.

Aline Brosh McKenna, que assinou o roteiro do filme de 2006, retorna para escrever a história do projeto.

Lembrando que o filme original está disponível no Disney+.

O Diabo Veste Prada, lançado em 2006, foi dirigido por David Frankel e tornou-se um sucesso de bilheteria e de crítica, faturando quase US$328 milhões ao redor do mundo, bem como duas indicações ao Oscar, cinco ao BAFTA e três ao Globo de Ouro.

Rory Culkin entra para série criminal da Apple baseada nos livros de Lars Kepler

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Rory Culkin (conhecido por ‘Black Mirror‘) é o mais novo nome confirmado no elenco da aguardada série criminal da Apple TV+, ainda sem título oficial, baseada nos best-sellers do autor sueco Lars Kepler. A produção é uma parceria com a A+E Studios. A novidade foi confirmada pelo Deadline.

Culkin interpretará Karl, um jovem idealista e nervoso que começa a trabalhar em um instituto psiquiátrico de segurança máxima com boas intenções — até ser encarregado de cuidar de um dos pacientes mais perigosos do local.

O elenco principal já conta com nomes de peso como Liev Schreiber, Zazie Beetz, Stephen Graham e Bill Camp.

A trama acompanha Jonah Lynn (Schreiber), um ex-soldado que se torna detetive de homicídios. Em busca de paz, ele deixa as ruas violentas da Filadélfia e se muda para uma pequena cidade na Pensilvânia rural. No entanto, sua nova vida tranquila é abalada quando sua família e a cidade passam a ser alvo de Jurek Walter (Graham), um serial killer extremamente inteligente e manipulador.

Na tentativa de resgatar a última vítima desaparecida de Jurek, Jonah envia sua filha adotiva, a agente do FBI Saga Bauer (Beetz), em uma missão arriscada. Enquanto isso, Bill Camp interpretará Chief Ellison, o chefe de polícia da cidade.

A série terá Rowan Joffe e John Hlavin como co-showrunners. A dupla também atua como produtores executivos. Tim Van Patten, conhecido por seu trabalho em ‘Boardwalk Empire‘ e ‘The Sopranos‘, dirigirá os dois primeiros episódios.

As filmagens estão previstas para começarem neste verão do hemisfério norte, na cidade de Pittsburgh, EUA.

Vale lembrar que Lars Kepler é o pseudônimo usado pelo casal de autores Alexandra Coelho Ahndoril e Alexander Ahndoril. Juntos, eles publicaram 10 romances policiais que já venderam mais de 18 milhões de cópias em todo o mundo, consolidando-se como um dos maiores nomes do gênero thriller internacional.

A série promete misturar suspense psicológico, drama familiar e investigações criminais em uma narrativa densa e cheia de reviravoltas — marca registrada dos livros de Kepler.

Comédia com Idris Elba e John Cena no Prime Video conquista 50% de aprovação no Rotten Tomatoes; Confira as críticas!

A comédia de açãoChefes de Estado, estrelada por Idris Elba e John Cena, teve uma recepção morna no Rotten Tomatoes, alcançando 50% de aprovação da crítica, com base em 10 avaliações.

Os críticos se dividiram: enquanto alguns elogiaram o filme por ser divertido e contar com ótimas cenas de ação, outros o consideraram bobo e repetitivo — mais do mesmo dentro do gênero.

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“Cena e Elba se conheceram quando atuaram juntos em Esquadrão Suicida e se deram tão bem que quiseram trabalhar juntos novamente, procurando o roteiro certo para mostrar a química entre eles. Infelizmente, acabaram com ‘Chefes de Estado'”, disse Pete Hammond do Deadline.

“Você nunca viu John Cena como presidente dos Estados Unidos e Idris Elba como primeiro-ministro britânico, mas ao final, pode acabar sentindo que já viu tudo isso antes”, disse Caryn James do The Hollywood Reporter.

“Desde o começo, ‘Chefes de Estado’ sabe exatamente o tipo de filme que quer ser e mergulha de cabeça em toda a bobagem e tolice de um jeito que soa mais cativante do que preguiçoso”, disse Nate Richard do Collider.

“‘Chefes de Estado’ nunca complica as coisas e mergulha de cabeça no território da comédia escrachada. Não é um filme perfeito, mas, dado o estado atual do mundo, essa realidade é até preferível à que estamos vivendo”, disse Andrew Parker do The Gate.

“‘Chefes de Estado’ funciona melhor como uma grande e divertida comédia de ação, absurdamente exagerada e com um elenco afiado, que sabe exatamente o quão ridícula é, e se aproveita disso”, disse Danielle Solzman do Solzy at the Movies.

“Não apenas entrega cenas de ação satisfatórias com uma piscadela brincalhona frequente, como também carrega uma sutil e afiada crítica política, dando à diversão uma profundidade surpreendentemente impactante”, disse Douglas Davidson do Elements of Madness.

A produção será lançada em 02 de julho na Prime Video.

Na trama, o primeiro-ministro do Reino Unido, Sam Clarke (Elba), e o presidente dos EUA, Will Derringer (Cena), têm uma rivalidade pública que coloca em risco o “relacionamento especial” de seus países. Mas quando eles se tornam alvos de um adversário estrangeiro poderoso e implacável, que se mostra à altura das forças de segurança dos dois líderes, eles são forçados, a contragosto, a contar com as duas únicas pessoas em quem podem confiar: um no outro. Aliados à agente do MI6 Noel Bisset (Priyanka Chopra Jonas), eles precisam fugir e encontrar uma maneira de trabalhar juntos por tempo suficiente para impedir uma conspiração global que ameaça todo o mundo.

O longa de ação conta com um elenco de peso, que ainda inclui Priyanka Chopra Jonas, Carla Gugino, Jack Quaid, Stephen Root, Sarah Niles, Richard Coyle e Paddy Considine.

Chefes de Estado‘ é dirigido por Ilya Naishuller, a partir de um roteiro escrito por Josh Appelbaum, André Nemec e Harrison Query. A história foi criada por Harrison Query.

O longa é produzido por Peter Safran e John Rickard, além de ter produção executiva de Marcus Viscidi, Josh Appelbaum, André Nemec, John Cena e Idris Elba.

‘Round 6: América’: Possível derivado do sucesso da Netflix ganha novidades e agita rumores

A última temporada de Round 6 já está disponível na Netflix e, com o final da série, aumentaram os rumores sobre o desenvolvimento de uma série derivada ambientada nos EUA. Há até especulações de que o diretor vencedor do Oscar David Fincher (‘Clube da Luta’) estaria envolvido no projeto.

Embora nada oficial tenha sido anunciado, o tão comentado spin-off americano parece estar realmente ganhando forma. Segundo o AnimeMojo, há novos detalhes sobre a produção.

Dennis Kelly estaria confirmado como roteirista da nova série, que não será um remake, mas sim uma continuação ambientada no mesmo universo. A produção deve começar em Los Angeles, já em dezembro de 2025, que se refere ao projeto como Round 6: America’.

Ainda existem muitas dúvidas e pontas soltas em torno desse derivado, e é provável que as respostas só venham quando a Netflix fizer um anúncio oficial.

Lembrando que ‘Round 6: America’ ainda não foi confirmado.

Antes do lançamento da terceira temporada, o criador e diretor da série, Hwang Dong-hyuk, já havia adiantado ao TheWrap“A Netflix tem um plano. Eles não vão simplesmente jogar essa ideia fora”.

Quando perguntado se participaria dos futuros spin-offs, Hwang comentou: “Talvez eu esteja envolvido em algum desses projetos como consultor ou co-criador. Quem sabe? Mas posso dizer que a 3ª temporada não será o fim do universo de Round 6”.

Aviso de Spoiler!

Para quem chegou ao final da 3ª temporada, a produção surpreendeu ao mostrar a aparição de Cate Blanchett como a recrutadora.

O cineasta Hwang explicou a ideia de escalar Blanchett para o papel: “Achamos que ter uma mulher como recrutadora seria mais dramático e intrigante. E por que Cate Blanchett? Porque ela é simplesmente a melhor, com um carisma incomparável. Quem não a ama? Ficamos muito felizes por tê-la conosco”.

Ele complementou: “Precisávamos de alguém que dominasse a tela com uma ou duas palavras — e foi exatamente o que ela fez. Se o Gong Yoo é o recrutador coreano, achei que ela seria a escolha perfeita como a recrutadora americana, trazendo um final curto, mas impactante e inesquecível para a história”.

Com o fim da série sul-coreana, ‘Round 6‘ continua repercutindo globalmente, e uma versão americana da produção está em desenvolvimento por David Fincher.

Round 6’ está disponível na Netflix

A série foi criada por Hwang Dong-hyuk.

O elenco conta com Lee Jung-jae, Lee Byung-hun, Wi Ha-jun e Gong Yoo.

Round 6 temporada 3, estreia Netflix 2025, pôr do sol.

‘Saturation Point’: Cynthia Erivo vai produzir thriller de sci-fi para a Universal

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A indicada ao Oscar Cynthia Erivo está pronta para liderar uma nova empreitada cinematográfica — desta vez, nos bastidores. A atriz e produtora vai comandar a adaptação do romance de ficção científica Saturation Point, de Adrian Tchaikovsky, para a Universal Pictures.

A roteirista Minnie Schedeen (Demon of Brownsville Road) assinará o roteiro baseado no livro do renomado autor britânico.

A trama acompanha a Dra. Jasmine Marks, que lidera uma missão de busca e resgate em The Zone — uma misteriosa faixa de floresta tropical ao longo do equador com um clima letal à vida inteligente. Ao avançar no território hostil, Jasmine descobre que o local é ainda mais perigoso do que parecia… e que nem toda forma de vida inteligente é, necessariamente, humana.

A produção ficará a cargo da Edith’s Daughter, empresa fundada por Erivo, junto de Solome Williams. O projeto expande a colaboração da atriz com a Universal, que recentemente rendeu a Erivo indicações ao Oscar de melhor atriz e melhor filme pelo sucesso ‘Wicked‘, e que continua em ‘Wicked: For Good‘, com estreia marcada para 21 de novembro.

Também estão no time de produtores Michael Bay e Brad Fuller, através da Platinum Dunes, produtora responsável por sucessos como ‘Um Lugar Silencioso‘, e ‘As Tartarugas Ninja‘.

A supervisão da Universal ficará por conta de Ryan Jones e Christine Sun, do departamento de produção do estúdio.

Saturation Point marca mais um passo firme de Erivo como potência criativa em Hollywood — e promete entregar uma narrativa de tensão, mistério e ficção científica com peso dramático e ação visceral.

A Universal ainda não definiu cronograma de filmagens ou data de estreia.

‘Jurassic World: Recomeço’: Longa estrelado por Scarlett Johansson conquista 59% de aprovação no Rotten Tomatoes; Confira as críticas!

Jurassic World: Recomeço’, novo capítulo da icônica franquia, agora estrelado por Scarlett Johansson, conquistou uma recepção positiva no Rotten Tomatoes, com 59% de aprovação baseada em 64 críticas.

jurassic world recomeço

Para efeito de comparação, o primeiro Jurassic Park (1993) alcançou 91% de aprovação. Já ‘O Mundo Perdido – Jurassic Park e Jurassic Park III’ obtiveram ambos 52%. A trilogia Jurassic World teve desempenho variado: Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros’ conquistou 72%, ‘Reino Ameaçado’ ficou com 47%, e ‘Domínio’ amargou apenas 29%.

No geral, os críticos consideraram Recomeço uma adição sólida à franquia, elogiando suas cenas de ação e o visual impressionante. No entanto, muitos destacaram que o filme ainda se apoia em clichês e fórmulas já conhecidas da saga.

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“O resultado geral, com personagens bem construídos, embora um tanto clichês, para Johansson, Ali, Friend e, especialmente, Bailey, faz de Jurassic World: Recomeço um dos melhores filmes da franquia. Não chega aos pés do clássico que iniciou tudo há 32 anos, mas está acima da média dos blockbusters típicos de verão”, disse Pete Hammond do Deadline.

“‘Jurassic World: Recomeço’ conta com um diretor acima da média, um roteirista de primeira linha e uma verdadeira estrela de cinema em modo herói de ação… Então por que, diabos, tudo parece tão genérico, tão formulaico, tão imediatamente esquecível?”, disse David Fear do Rolling Stone.

“Recomeço leva seu tempo, e com calma, até finalmente estabelecer sua trama. Mas, uma vez que isso acontece, o filme se transforma em uma montanha-russa divertida, repleta de cenas espetaculares (e absurdamente exageradas) em que os mutantes caçam os náufragos”, disse Tom Gliatto da People.

“Existem produções bem piores por aí quando o assunto é estender propriedades intelectuais. Mas é difícil imaginar qual seria a justificativa para um oitavo filme da franquia Jurassic”, disse Richard Lawson da Vanity Fair.

Jurassic World: Recomeço é uma adição perfeitamente aceitável à franquia. Não é excepcional, mas também não é ruim. Cumpre bem o papel de um filme Jurassic, com cenas grandiosas e um visual marcante”, disse Jonathan Sim do ComingSoon.

“Nos seus melhores momentos, Rebirth entrega exatamente o que promete: reacende a paixão por uma franquia que muitos já consideravam extinta e desperta uma nostalgia quase infantil, daquelas que não sentíamos desde a primeira vez em que vimos dinossauros ganharem vida nas telonas”, disse Charlie Ridgely do ComicBook.

“‘Jurassic World: Recomeço’ conta com atores talentosos entregando boas performances, mas o filme não permite que a narrativa se concentre neles… Há momentos divertidos, algumas cenas excelentes e um filhote de dinossauro adorável, mas a produção segue a trajetória da franquia de fugir da grandeza”, disse Jeff Ewing do The Direct.

“‘Jurassic World: Recomeço’ acaba refletindo o estado atual da franquia: um produto visualmente competente, com talento tanto na frente quanto atrás das câmeras, mas perdido em sua falta de propósito e ambição narrativa”, disse Manuel São Bento do FandomWire.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 3 de julho.

Na trama, cinco anos após os eventos de ‘Jurassic World – Domínio‘, a ecologia do planeta se mostrou amplamente inóspita para os dinossauros. Os dinossauros que restam existem em ambientes equatoriais isolados com climas que lembram aqueles em que eles prosperaram. As três criaturas mais colossais dentro daquela biosfera tropical detêm a chave para uma droga que trará benefícios milagrosos para salvar vidas da humanidade.

Gareth Edwards, do aclamado sci-fi ‘Resistência‘, é o responsável pela direção.

David Koepp, roteirista do longa original de 1993, assina o novo filme.

O elenco conta com Scarlett Johansson, Mahershala Ali, Jonathan Bailey, Rupert Friend, Manuel Garcia-Rulfo, Luna Blaise e David Iacono.

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‘Eddington’: Emma Stone elogia Joaquin Phoenix; “Um verdadeiro caubói”

A atriz Emma Stone falou recentemente sobre as gravações deEddington, longa onde contracena com Joaquin Phoenix, revelando sua satisfação ao saber que trabalharia com o astro.

“Nós ensaiamos. Passamos por tudo”, contou Stone. “Ensaio, para mim, é uma faca de dois gumes às vezes. Às vezes eu gosto muito, muito mesmo, e às vezes fico tipo: ‘Ai, meu Deus, estamos fazendo isso e vai estragar tudo.’ Mas esse foi um dos bons”.

Stone relembrou seu primeiro dia de filmagens com Phoenix de forma entusiasmada: “Foi incrível. Ele era um verdadeiro caubói. Ele era o Joe [o xerife]”.

A A24 divulgou o novo trailer de ‘Eddington‘, longa estrelado por Joaquin Phoenix e Pedro Pascal.

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O longa será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 18 de julho.

Ari Aster, de ‘Hereditário‘, ‘Midsommar‘ e ‘Beau Tem Medo‘, é responsável pela direção.

O elenco ainda conta com Emma Stone (‘Pobres Criaturas’), Pedro Pascal (‘The Last of Us’), Austin Butler (‘Elvis’), Deirdre O’Connell (‘The Affair: Infidelidade’), Micheal Ward (‘Top Boy’) e Clifton Collins Jr. (‘Vermelho, Branco e Sangue Azul’).

‘Sandman’: Novo vídeo faz resumão da 1ª temporada; Assista!

A 1ª leva de episódios da 2ª e última temporada de Sandmanestreia nesta semana na Netflix. E para preparar os fãs, a gigante do streaming divulgou um resumão com os principais detalhes referentes ao ciclo anterior.

Confira:

Lembrando que a parte inicial do ciclo de encerramento será lançada na plataforma de streaming neste próximo dia 3 de julho. A segunda parte tem estreia agendada para 24 de julho, enquanto o episódio bônus será disponibilizado em 31 de julho.

Relembre o trailer:

1. Season of Mists
2. The Ruler of Hell
3. More Devils Than Vast Hell Can Hold
4. Brief Lives
5. The Song of Orpheus
6. Family Blood
7. Time and Night
8. Fuel for the Fire
9. The Kindly Ones
10. Long Live the King
11. A Tale of Graceful Ends
12. Death: The High Cost of Living

A nova temporada irá introduzir Orfeu (Ruairi O’Connor), filho de Morfeu (Tom Sturridge), e os deuses nórdicos Odin (Clive Russell), Thor (Laurence O’Fuarain), Loki (Freddie Fox), além de Adrian Lester (Destino), Esmé Creed-Miles (Delírio) e Barry Sloane (Pródigo).

Sandman‘ é a criação mais popular de Neil Gaiman e é centrada no ser mítico Sonho, parte de um grupo conhecido como Os Perpétuos ou Os Sem Fim. Como seu nome indica, o protagonista dos quadrinhos reina sobre o mundo dos sonhos. A trama tem início quando ele escapa de seu cativeiro, que durou 70 anos, e encontra seu reino dilapidado nos dias atuais.

O elenco ainda conta com Vivienne Acheapong (Lucienne), Boyd Holbrook (Coríntio), Charles Dance (Roderick Burgess), Asim Chaudhry (Abel), Sanjeev Bhaskar (Cain), Kirby Howell-Baptiste (Morte), Mason Alexander Park (Desejo), Donna Preston (Desespero), Jenna Coleman (Johanna Constantine), Niamh Walsh (Ethel Cripps) e Joely Richardson (Ethel).

Allan Heinberg (‘Mulher-Maravilha’) é o showrunner da série.

O selo de histórias em quadrinhos Vertigo da DC publicou originalmente a série entre 1989 e 1996, com várias séries adicionais chegando em 2009 e entre 2013 e 2015.

Allison Williams, de ‘M3GAN 2.0’, reflete sobre o avanço da IA no cinema: “Nossas falhas nos dão esperança”

Allison Williams, estrela de M3GAN 2.0’, falou recentemente sobre o crescente uso de inteligência artificial (IA) no cinema, um assunto que tem gerado debates acalorados na indústria.

Segundo a Variety, a atriz do sucesso de terror, que ironicamente aborda o crescimento da inteligência artificial, expressou sua visão sobre o tema:

“Eu deveria ter uma resposta perfeita para isso, porque sei que vou ser perguntada muitas vezes, mas a verdade é que… eu não sei. Está acontecendo neste exato momento. Já é tudo muito nebuloso. O que eu ainda não sinto que as máquinas conseguiram replicar totalmente, e isso pode soar tautológico, mas acho que não é, é a humanidade. Eu estou contando com o fato de que as máquinas ainda não conseguem fazer uma boa imitação do que é me assistir na tela, com todas as minhas imperfeições. Elas fariam uma imitação tão boa que entregariam uma performance perfeita demais, e isso talvez não parecesse humano, talvez parecesse menos acessível”, afirmou.

Williams continuou, destacando a singularidade da criatividade humana: “Eu estou apostando no fato de que nós, como criativos, ainda temos algo a oferecer que [a IA] não consegue, pelo menos ainda não. E eu digo “ainda” porque a vida é longa. Alguns dos filmes que a inteligência artificial já é capaz de montar instantaneamente são de tirar o fôlego e incrivelmente perturbadores. Mas os humanos são uma espécie muito específica, porque somos todos profundamente falhos. E acho que um modelo que está aprendendo a cada segundo, iterando, ficando mais inteligente, melhor e mais preciso, vai ter dificuldades para replicar o erro humano pelo qual somos tão conhecidos. Ironia do destino: são justamente as nossas falhas como espécie que me dão esperança de que será bastante difícil nos substituir com máquinas quando se trata de trabalhos criativos”.

A atriz concluiu com um tom bem-humorado, mas com uma mensagem séria: “A gente vai ter que encontrar nosso caminho nisso tudo e tentar manter o foco no que importa, garantir que a humanidade receba a maior parte da nossa atenção e que sejamos bons guardiões dos algoritmos que colocamos no mundo. Eu já sou uma atriz mulher. A gente tem prazo de validade, famosamente. (risos) Não deixem as máquinas virem atrás de mim primeiro!”.

Vale lembrar que o longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

‘F1’: Com seu primeiro sucesso de bilheterias, Apple redefine estratégia no cinema — e agora?

Depois de anos de tentativas frustradas, a Apple finalmente cruzou a linha de chegada com seu primeiro sucesso de bilheteria: ‘F1‘. O filme, estrelado por Brad Pitt, arrecadou US$ 146,3 milhões no fim de semana de estreia (US$ 57 milhões apenas nos EUA), marcando um ponto de virada para a divisão cinematográfica da gigante de tecnologia.

Produzido por aproximadamente US$ 250 milhões, ‘F1‘ ainda precisa acelerar bastante para atingir o lucro, mas os números iniciais empolgaram executivos da Apple e sinalizam um possível novo rumo para a estratégia da empresa no cinema — até então marcada por investimentos pesados em obras autorais que não encontraram sucesso comercial (‘Assassinos da Lua das Flores‘, ‘Napoleão‘, ‘Argylle‘).

Segundo fontes ouvidas pela Variety, havia até a preocupação de que, se ‘F1‘ fracassasse, a Apple abandonaria de vez a produção de filmes para se concentrar apenas em séries de TV, onde já tem sucessos como ‘Ted Lasso‘ e ‘Ruptura‘. Agora, o cenário é outro. O estúdio vislumbra novos caminhos possíveis — mas ainda precisa decidir como (e se) vai continuar acelerando.

Segundo a Variety, esses são os quatro possíveis rumos da Apple no cinema após ‘F1‘:

1. Ir fundo nas estreias cinematográficas, inspirando-se na Amazon MGM e construindo um calendário robusto com lançamentos anuais nos cinemas;

2. Apostar em projetos seletivos e de prestígio, mantendo o modelo de “paixão e prestígio” — grandes diretores, grandes estrelas, poucos filmes por ano;

3. Focar totalmente no streaming, adotando um modelo semelhante ao da Netflix: lançar filmes direto no streaming com exibições limitadas apenas para qualificação ao Oscar;

4. Comprar um estúdio de Hollywood. Com mais de US$ 30 bilhões em caixa, a Apple poderia adquirir um estúdio tradicional como Lionsgate, A24 ou até mesmo a Warner Bros.

Com ‘F1‘, a Apple encontrou seu primeiro blockbuster — e também um motivo para acreditar que pode sim conquistar o cinema. O desafio agora é manter o ritmo sem perder o controle da direção. Seja continuando com apostas seletivas ou expandindo sua presença nas telonas, a corrida está longe de terminar.

Com 83% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa recebeu uma excelente nota A do público no CinemaScore.

Vale lembrar que o longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

Joseph Kosinski, de ‘Top Gun: Maverick‘, é responsável pela direção.

Apelidado de “o maior que nunca existiu”, Sonny Hayes (Pitt) foi o fenômeno mais promissor da FÓRMULA 1 da década de 1990, até fracassar de maneira espetacular. Trinta anos depois, vive do trabalho como piloto nômade de aluguel, até que é contatado pelo seu ex-companheiro de equipe Ruben Cervantes (Javier Bardem), dono de uma equipe de FÓRMULA 1 em dificuldade e à beira do colapso.

Ruben convence Sonny a voltar à FÓRMULA 1 para uma última chance de salvar a equipe e ser o melhor do mundo. Ele vai pilotar ao lado de Joshua Pearce (Damson Idris), o novato-revelação da equipe, com a intenção de estabelecer seu próprio ritmo acelerado ao time e à corrida. Mas quando os motores aceleram, o passado de Sonny volta à tona, e ele relembra que, na FÓRMULA 1, seu companheiro de equipe é sua competição mais feroz – e não se pode percorrer o caminho para a redenção sozinho.

O elenco ainda conta com Kerry Condon, Tobias Menzies, Emmy Sarah Niles, Kim Bodnia, Samson KayoSimone Ashley.