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Criadores de ‘Cobra Kai’ queriam que Hilary Swank voltasse para a temporada final

hilary swank karatê kid

Cobra Kai tornou-se um dos maiores sucessos da Netflix – trazendo lendas da franquia ‘Karatê Kid’ de volta para uma das séries mais elogiadas dos últimos anos.

Entretanto, uma dessas lendas não apareceu: Julie Pierce, que foi interpretada por ninguém menos que Hilary Swank.

Em uma recente entrevista à Entertainment Weekly, Josh Heald, que cocriou o projeto ao lado de Jon Hurwitz e Hayden Schlossberg, revelou que eles tentaram trazer a protagonista de ‘Karatê Kid 4 – Uma Nova Aventura’ de volta para a série, mais especificamente para a sexta e última temporada.

“Entramos em contato logo nos primeiros dias antes da temporada para ver se havia um jeito [dela aparecer]”, ele conta. “Tínhamos o rascunho de uma ideia sobre como ela poderia entrar na história e não ter que se comprometer com dez episódios ou algo assim”.

O trio contatou a assessoria de Swank com “os começos da gênese de uma ideia” sobre como Julie poderia regressar ao universo, procurando “ter uma discussão com ela sobre isso e nos introduzir”.

“Da parte dela, foi tudo muito respeitoso, mas nunca tivemos a oportunidade de sentar e abrir nossos corações da maneira que costumamos fazer quando trazemos personagens-legado de volta”, ele explica. Heald acrescenta que Swank “estava num lugar em que não tinha vontade de fazer isso” e que a atriz “recusou respeitosamente a ideia de sequer uma reunião”.

Após um resultado chocante no Sekai Taikai, Miyagi-Do e Cobra Kai devem acertar as contas com seus passados ​​enquanto enfrentam um futuro incerto dentro e fora do tatame. Quase 40 anos após os eventos do All Valley Karate Tournament de 1984, tudo resultará nisso.

O elenco conta com Xolo Maridueña, Tanner Buchanan, Mary Mouser, Jacob Bertrand, Peyton List, Dallas Dupree Young, Gianni DeCenzo, Courtney Henggeler, Vanessa Rubio, Alicia Hannah-Kim e Thomas Ian Griffith.

Morre Anísio Mello Júnior, músico por trás das aberturas de ‘Dragonball’, aos 60 anos

anísio mello júnior

Nesta última sexta-feira (27), Anísio Mello Júnior, músico que emprestou sua voz para a versão dubladas das aberturas das populares animações Dragon Ball e Dragon Ball Z’, faleceu aos sessenta anos.

A trágica notícia foi revelada através do Instagram por Diogo Miyahara, amigo próximo de Júnior com quem subiria aos palcos neste domingo, para um festival de animes na cidade de Registro, interior de São Paulo.

“Meu amigo, tínhamos um show a [sic] realizar no próximo domingo e você nos deu um susto na semana passada durante o show na cidade de Jundiaí, onde passou mal e seguimos para um ambulatório no próprio evento”, explicou Miyahara na postagem.

O amigo afirma que retornou para a cidade de São Paulo ao lado de Júnior, e o músico realizou exames e “estava em repouso para estar zerado para mais um show”.

“Espero que você alcance o céu com todo seu talento e carisma que você deixou nas nossas lembranças”, ele acrescenta. “Sempre lembraremos de você ao tocar o tema de Dragon Ball e Dragon Ball Z’, onde sua voz eternizou e cativou todos os fãs”.

A causa da morte de Anísio não foi revelada.

O artista não apenas trabalhava como dublador, mas expandia suas habilidades para instrumentista, compositor, produtor musical e escritor.

Artigo | Como ‘Barbie’ se baseou na filosofia árabe para falar sobre governos falhos e autoritários

Há dois anos, Greta GerwigMargot Robbie faziam história ao unirem forças para o aclamado live-action Barbie – que não apenas superou todas as nossas expectativas, como tornou-se um sucesso de arrecadação e de crítica, além de ter conquistado oito indicações ao Oscar.

Baseada na famosa franquia de brinquedos lançada pela Mattel, a narrativa convida o público a conhecer a Barbieland, um país fictício e fora da realidade como a conhecemos em que todas as múltiplas variantes da boneca vivem, bem como outros personagens que fazem parte do mesmo universo – como Ken, Allan e Midge. O enredo principal acompanha a versão mais famosa de Barbie, interpretada por Robbie, que se vê compelida a sair de sua terra natal quando eventos estranhos a arrancam de uma perfeição intangível – permitindo que ela comece a vivenciar emoções humanas como a frustração, a tristeza, a raiva e a monotonia. Ao lado de seu companheiro Ken, cuja versão protagonista é interpretada por Ryan Gosling, ela cruza a barreira entre a ficção e a realidade para descobrir o que está acontecendo e como ela pode recuperar a própria vida.

O filme trouxe à tona inúmeras questões importantes, lançando-se a questões sobre feminismo, disparidade de gênero e até mesmo capitalismo predatório – porém, um dos temas que aparece pela estrutura do projeto, ainda que de maneira mais indireta, refere-se à Cidade Excelente, termo cunhado pelo filósofo árabe Al-Farabi, que viveu em meados do século XII. Através de releituras das obras de Platão, em especial a República, ele disserta sobre a existência humana e de que forma os indivíduos podem utilizar suas capacidades para encontrar a felicidade – em que as cidades, em si, deve “guiar-se pela busca da sabedoria, ao preço de, se não o fizerem, arruinarem a si mesmas e a seus habitantes”.

Segundo Al-Farabi, um único ser humano não tem a capacidade de suprir as próprias necessidades e, dessa maneira, faz-se necessário que participe de um coletivo para que as múltiplas e diversas habilidades confluam em harmonia. Assim, essa jornada de aperfeiçoamento culmina na excelência em si, em que tal agrupamento, caso “bem organizado e bem dirigido” (a cidade em si), permite que o humano caminhe em direção à felicidade e à completude, sejam elas como for.

Todavia, é importante destacar que, para que a cidade insurja como meios para esse fim específico de plenitude, ela precisa de um governante que utilize de valores como justiça, amor e sabedoria, por exemplo, para que não desvie os humanos em caminhos a uma pseudo-felicidade. Destarte, Al-Farabi divide os próprios conceitos entre as chamadas cidades excelentes (que levam à felicidade em si) e as cidades desviadas (que guiam os humanos a direções errôneas).

A cidade excelente, em si, não se configura como uma utopia, e sim como uma arquitetura mais palpável. A utopia é inatingível, enquanto a cidade excelente pode ser traçada ao início, ao momento em que a existência é como tal, uma existência primordial caracterizada pela autossuficiência e pela impossibilidade de uma existência anterior a ela. Partindo desse princípio, as cidades excelentes é una e completa em si, não se deixando levar pelas paixões e pelos instintos, mas sim pela trajetória de aperfeiçoamento de seus habitantes e de que forma agem para que atinjam o objetivo da felicidade, prezando pelo desenvolvimento dos humanos. E, dentro dessa arquitetura, é possível que diferentes habitantes estejam na mesma cidade (espiritual), ainda que em lugares e tempos distintos.

Em contraposição às cidades excelentes, Al-Farabi delineia uma gama de cidades contrárias que se dividem em: “a cidade ignorante, a cidade depravada, a cidade errática e a cidade desorientada”.. Grosso modo, a cidade ignorante comporta os habitantes (ou existentes) que desconhecem a felicidade e que nem ao menos sabem que podem alcançá-la através da própria cidade e de seu governante ou de seu grupo de governantes; a depravada, por sua vez, engloba as ações dos habitantes que se assemelham às cidades ignorantes, ainda que desfrutem das opiniões das cidades excelentes; a errática, outrora compartilhando das ideias e das ações das cidades excelentes, foi bombardeada com opiniões externas que mudaram o conceito da cidade em si e foram transmutadas em um tortuoso caminho que leva os existentes a um caminho diferente da felicidade; e, por fim, a desorientada traz o governante como um símbolo falso de inspiração, cujos motivos e objetivos podem ser usados para “falsificações, imposturas e ilusão”, deturpando a ideia da felicidade e induzindo os habitantes a uma realização equivocada.

Para além das delineações acerca das cidades contrárias às excelentes, Al-Farabi também discorre sobre a caracterização dos habitantes dessas cidades, explorando de que forma a pseudo-felicidade ou a falta de conhecimento dela existe em detrimento do que é a verdadeira felicidade. E, a partir das análises feitas pelo pensador, é possível associar esses conceitos a Barbie.

Infundido com questões existencialistas e metafísicas que nutrem de inúmeros paralelos com o pensamento de Al-Farabi, um dos pontos de encontro entre a produção cinematográfica e A Cidade Excelente reside no personagem de Ken e de que forma ele emerge como um governante da cidade contrária à excelente após afastar-se do status quo em que todos os Kens estavam submissos à Barbie e colocar em prática um plano de “sequestro social” em que os valores de uma outrora cidade excelente são deturpados a seu bel-prazer e através de motivos ególatras que não prezam pelo aperfeiçoamento do humano, mas sim pela conquista bélica de algo que apenas ressoa familiar à felicidade.

Em determinado momento do longa-metragem, Ken se depara com uma série de livros que exaltam a masculinidade em sua forma mais estereotipada – um recurso estilístico adotado com sabedoria por Gerwig na produção – e, tendo contato com uma perspectiva que se afasta do papel a que era destinado na Barbieland, ele resolve voltar para casa para mostrar aos outros Kens que, na verdade, o mundo real é essencialmente pautado no patriarcalismo e no tradicionalismo de gênero, em que “as mulheres devem ser submissas ao homem”. Assim, ele utiliza um conhecimento recém-adquirido para remodelar a estrutura social do lugar onde mora e afastá-lo do conceito de cidade excelente para transformá-la em uma cidade contrária.

É possível associar as ações de Ken aos quatro tipos de cidades contrárias delineadas por Al-Farabi. Iniciando com a cidade ignorante, em que os habitantes desconhecem a felicidade, Ken anuncia aos outros companheiros que eles devem tomar propriedade de Barbieland para saírem da condição de subjugados às Barbies e alçarem voo em direção à soberania. Nota-se o diálogo que a construção do arco do personagem de Gosling à cidade do coletivo, uma das subcategorias da cidade ignorante, em que os supostos governantes “estão em conformidade com a designação de suas cidades, onde cada um deles somente governa a cidade na qual ele é soberano com o intuito de realizar seus caprichos e sua propensão”. Ora, ao serem influenciados pelo Ken “primordial”, por assim dizer, os outros Kens percebem que podem utilizar a exaltação da masculinidade tóxica e estereotípica para mascararem as inseguranças e adotarem um semblante de governantes sem permitir que a busca da felicidade seja, de fato, uma opção dos habitantes. E, impotentes às forças externas e às opiniões diferentes que adentraram Barbieland, as Barbies se transfiguram em figuras submissas – refletindo o caráter de uma cidade errática.

As feições da cidade ignorante e da errática, quando unidas dentro do cosmos construído por Gerwig, culminam nas características da cidade depravada: à medida que a influência externa trazida por Ken rearranja o modelo de cidade que outrora existia em Barbieland, as ações de cada um dos personagens também passam a se respaldar nas ações dos existentes na cidade ignorante, por mais que acreditem estar em uma cidade excelente e emulem, de modo inautêntico, seus ideários. Por fim, Barbieland se fecha em uma cidade desorientada, em que “seu comandante, o primeiro, é alguém que estima ser inspirado sem que o seja” – ou, no caso, o conglomerado de Kens que ascendem ao poder sem terem as qualidades de um bom governante e premeditando uma queda que, conforme nos aproximamos do desfecho do filme, retorna a própria cidade ao seu status de excelência.

A verdade é que, após a tomada de controle por parte dos Kens, percebemos que Barbieland nunca, de fato, sagrava-se como cidade excelente. A felicidade impressa pelas Barbies ao seu próprio mundo e aos Kens era momentânea e fugaz, visto que a partida da versão interpretada por Robbie indicava uma considerável remodelação no sistema político-social daquela nação e cultivou as sementes necessárias para que o Ken encarnado por Gosling pudesse desmantelar a ordem outrora estabelecida.

Barbie, que poderia ter sido encarada como uma “governante da cidade excelente” ao lado das outras variantes, precisava passar por uma jornada de autodescoberta para perceber que renegar os Kens a meros peões em um jogo muito mais complexo do que parece teria resultados catastróficos – motivo pelo qual, com sua volta a Barbieland e seu entendimento de que a estrutura precisava passar por modificações consideráveis, ela evolui ao patamar de uma verdadeira governante, dotada de todos os requisitos para que a cidade, agora, guie os existentes à felicidade verdadeira.

No vigésimo oitavo capítulo do livro, Al-Farabi discorre sobre as características que fazem de determinado humano um comandante da cidade excelente. O filósofo apresenta doze requisitos inatos que podem ou não destinar-se apenas a um representante do governo da cidade excelente ou a um grupo de pessoas – e, como vemos em Barbie, faz-se a escolha da segunda opção. A personagem de Robbie, ao voltar do mundo real, nota que é necessário haver uma comunhão entre todos os habitantes da Barbieland, considerando que características como devoção ao aprendizado, completude de faculdades, boa memória, compreensão, justiça, sinceridade e tantos outros defendidos por Al-Farabi não estão, indispensavelmente, confinados em apenas um indivíduo – mas podem estar espalhados em vários.

Após compreender que a excelência da cidade será alcançada através de um conjunto de fatores que inclui as Barbies, os Kens (e a presença de Midge e Allan, que entram como escapes cômicos da narrativa e uma menção jocosa aos bonecos fora de linha da Mattel), a protagonista resolve abdicar do lugar que ocupa dentro dessa estrutura social, tornar-se humana e assimilar a felicidade através de uma trajetória inesperada e que a coloca dentro de uma cidade excelente pessoal.

‘Extermínio: A Evolução’ ultrapassa US$ 100 milhões nas bilheterias mundiais

Em menos de duas semanas, a sequência ‘Extermínio: A Evolução‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 100 milhões nas bilheterias mundiais.

Para termos de comparação, o longa já conseguiu superar a bilheteria total do primeiro filme (US$74.9M) – tornando-se a maior arrecadação da história da franquia.

Nos EUA, o longa soma US$ 50.3 milhões. No mercado internacional, foram US$ 52.7 milhões através de 63 mercados – totalizando uma arrecadação global de US$ 103 milhões.

Internacionalmente, a produção tem registrado um desempenho maior do que outros sucessos recentes do gênero, ficando 26% acima de ‘Pecadores‘ e 18% acima de ‘Sorria 2‘ neste mesmo período.

Vale lembrar que o terceiro filme arrecadou US$ 60 milhões em sua estreia global, tornando-se a maior abertura doméstica e internacional da saga.

Com 89% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes e uma nota B do público no CinemaScore, este é um ótimo começo nas telonas para uma produção orçada em US$ 60 milhões.

Vale lembrar que o longa foi desenvolvido como a primeira parte de uma trilogia e as filmagens do próximo filme – intitulado ‘Extermínio: O Templo dos Ossos‘ – já foram finalizadas. O lançamento nos cinemas nacionais está programado para o dia 15 de janeiro de 2026.

Confira nossa entrevista e siga o CinePOP no Youtube:

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‘F1’ arrecada US$ 144 milhões em estreia GLOBAL e se torna o maior sucesso da história da Apple

Sucesso! O longa ‘F1‘ superou as projeções e dominou as telonas ao redor do mundo, registrando uma estreia global de impressionantes US$ 144 milhões.

Nos EUA, a produção alcançou o topo das bilheterias, arrecadando US$ 55.6 milhões. Internacionalmente, o filme acrescenta US$ 88.4 milhões através de 78 mercados.

O resultado representa o maior lançamento da história para uma produção da Apple Original Films.

O TOP 5 dos maiores mercados conta com o Reino Unido (US$4.8M), França (US$3M), México (US$2.8M), China (US$2.7M) e Austrália (US$2M).

Apesar de ter contado com um orçamento gigantesco em torno de US$ 250 milhões, o Variety destaca que a Apple não depende do retorno nas bilheterias como os estúdios tradicionais. Suas produções são usadas como marketing para seu serviço de streaming, a Apple TV+.

Como parte de uma campanha promocional diferenciada – que faz beneficio de sua própria tecnologia e plataforma –, a Apple exibiu o trailer do filme na tela principal de seu serviço de streaming e enviou notificações para usuários de iPhone oferecendo um desconto de US$ 10 dólares na compra de ingressos on-line.

Com 83% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa recebeu uma excelente nota A do público no CinemaScore.

Vale lembrar que o longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

Joseph Kosinski, de ‘Top Gun: Maverick‘, é responsável pela direção.

Apelidado de “o maior que nunca existiu”, Sonny Hayes (Pitt) foi o fenômeno mais promissor da FÓRMULA 1 da década de 1990, até fracassar de maneira espetacular. Trinta anos depois, vive do trabalho como piloto nômade de aluguel, até que é contatado pelo seu ex-companheiro de equipe Ruben Cervantes (Javier Bardem), dono de uma equipe de FÓRMULA 1 em dificuldade e à beira do colapso.

Ruben convence Sonny a voltar à FÓRMULA 1 para uma última chance de salvar a equipe e ser o melhor do mundo. Ele vai pilotar ao lado de Joshua Pearce (Damson Idris), o novato-revelação da equipe, com a intenção de estabelecer seu próprio ritmo acelerado ao time e à corrida. Mas quando os motores aceleram, o passado de Sonny volta à tona, e ele relembra que, na FÓRMULA 1, seu companheiro de equipe é sua competição mais feroz – e não se pode percorrer o caminho para a redenção sozinho.

O elenco ainda conta com Kerry Condon, Tobias Menzies, Emmy Sarah Niles, Kim Bodnia, Samson KayoSimone Ashley.

Cuz I Love You | O impacto do ACLAMADO álbum de Lizzo, que completa seis anos

Melissa Vivianne Jefferson pode não ser um nome muito conhecido, mas seu alter-ego Lizzo certamente nos roubou a atenção neste ano. Começando sua carreira no início da década, não foi até 2013 que a rapper de Minnesota lançou seu primeiro álbum de estúdio, o incrível ‘Lizzobangers’. Porém, a fama despontaria no começo de 2019, alavancando sua carreira de modo exponencial ao divulgar o single principal de uma ambiciosa obra, Cuz I Love You. O aclamado disco endossou seu patamar como uma das melhores artistas do gênero, bem como uma compositora com incrível talento que merece mais reconhecimento pelo público do que atualmente tem.

O compilado de originais é nostálgico, envolvente, inebriante do começo ao fim, e tem uma capacidade já vista em nomes como Lady Gaga e Beyoncé de unir diversos estilos musicais em um único lugar. E foi misturando sonoridades como funk, pop e R&B que a cantora inaugurou um novo caminho em sua ainda jovem carreira, arquitetando ao longo de catorze belíssimas faixas uma jornada que explora empoderamento feminino, amor, tragédias e comédias – tudo pincelado com um delicioso sarcasmo lírico.

O álbum abre com a faixa-titular, em um estrondo que nos remete imediatamente ao escopo sonoro do musical ‘O Fantasma da Ópera’; porém, a explosão da guitarra logo cede a uma brusca mudança instrumental, deixando que a sutileza demarcada do piano acompanhe a voz de nossa lead singer e a profundidade exuberante de toques que relembram os anos iniciais do trap. Já aqui, Lizzo usa e abusa de sua extensa tecedura vocal, explorando a proposital dissonância que engloba o chorus, recuando ao falar cantado do rap e até mesmo ousando os extremos do falsetto e do fry. De fato, sua performance tangencia uma teatralidade incrível, que expande-se também para as músicas seguintes.

Vê-se também uma profunda reverência a The Supremes e tantos outros grupos abraçados pela Motown Records nos anos 1960 em “Juice”. A impecável produção de Ricky Reed só não supera a rendição enérgica e narcótica da artista, que nos convida para um sensorial retorno às décadas de 1970 e 1980, sem perder de vista sua repaginação modernizada. O mesmo também acontece na balada “Jerome” que, se restringe a uma cíclica construção (como as vistas nas obras de Amy Winehouse e Michael Jackson). A arriscada verborragia felizmente encontra um fértil território para emergir em primeiro plano, aliado ao slow-tempo e à perfeita presença dos trompetes sinfônicos com a chegada do segundo refrão.

Ao longo do álbum, percebe-se que Lizzo não pensa duas vezes antes de escrever versos sarcásticos, almejando a uma paradoxal narrativa que, como visto na track supracitada, nos dá ares de um romance não correspondido, mas na verdade se isola em frases como “vá para casa e volte quando tiver crescido”. O mesmo se repete na overdose de R&B e funk de “Crybaby”, cuja sensual entrega funciona como uma propriocepção de autonomia e independência chocante – ainda que não abra mão de alguns práticos convencionalismos, principalmente no tocante aos bridges e as oscilações vocais.

Ela também se une à lendária Missy Elliott para uma das melhores faixas do álbum: “Tempo” abre com uma poderosa guitarra que pode nos guiar para uma investida do mais puro rock – mas isso até a canção realmente começar. Elliott e Lizzo optam pela volta ao rap e, mais que isso, a um minimalismo sintético executado com minúcia e com máxima atenção aos detalhes sonoros, caminhando para uma interessante conclusão. Enquanto a letra não é a das mais originais ou enaltecedoras, os poucos deslizes aqui encontrados são ofuscados pela presença harmônica das artistas, unindo duas gerações em um metalinguístico e explícito arco.

A obra, como já mencionado alguns parágrafos acima, também não deixa de lado o liricismo empoderador. Temos o classicismo do trap-pop com a divertida “Like a Girl”, e o retorno para o funk-pop com “Exactly How I Feel”, um hino de autoaceitação performado junto ao rapper Gucci Mane. As declarações de amor também surgem na saudosista rendição de “Better in Color”, mostrando que nomes como Nina Simone e Aretha Franklin não apenas são como devem ser homenageados quando for possível. Podemos encarar essa track como uma das mais subestimadas do álbum – e uma que realmente merecia mais atenção, com potencial incrível para se transformar em single: afinal, não é apenas a poderosa voz de Lizzo que se exalta, mas a perfeição estético-fonográfica do escopo instrumental (que varia da sutil guitarra até os contemporâneos sintetizadores.

A grande ideia do álbum é fornecer aos fãs e aos ouvintes em geral uma perspectiva repaginada, ainda mais num momento tão mercadológico da música quanto este em que vivemos. Desde sempre, o hibridismo de gêneros foi acatado por artistas revolucionários dessa imortal indústria, e até seus suis-generis mais inovadores adquiriram um patamar mainstream. Lizzo, por sua vez, não se contenta ao que vem se fazendo, mas ao que poderia estar sendo feito, e é aqui que a delineação refrescante de “Truth Hurts” nos chama a atenção, desconstruindo o trap, o synth-pop e até mesmo o rap em prol de uma reconstituição extremamente sagaz.

Cuz I Love You é mais uma ótima adição para a carreira de Lizzo e, sem sombra de dúvida, é uma produção que ficará para os anos, não apenas por sua competente fusão de estilos, mas também pelo que representa para a música em si. E, dito isso, é meio óbvio comentar que a obra em si é uma das melhores de 2019 – e até mesmo dos anos 2010.

Lorde lança ‘Virgin’, seu antecipado quarto álbum de estúdio

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A aclamada cantora e compositora Lorde lançou no último dia 27 de junho seu antecipado quarto álbum de estúdio, intitulado ‘Virgin’.

O compilado conta com os singles “What Was That?”“Man of The Year’, além de outras nove faixas inéditas.

Relembre a tracklist:

1. Hammer
2. What Was That?
3. Shapeshifter
4. Man of the Year
5. Favourite Daughter
6. Current Affairs
7. Clearblue
8. GRWM
9. Broken Glass
10. If She Could See Me Now
11. David

Jim-E Stack e Daniel Nigro entram como compositores e produtores ao lado de Lorde.

A artista fez sua estreia oficial no mundo fonográfico em 2013, com o bem recebido Pure Heroin. Seu último trabalho, Melodrama, foi lançado em 2017 e caiu no gosto da crítica, recebendo inclusive uma indicação a Álbum do Ano na cerimônia do Grammy.

Além disso, ela já levou duas estatuetas da premiação – Melhor Performance Pop SoloMúsica do Ano por “Royals”. Lorde também conquistou uma nomeação ao Globo de Ouro de Melhor Canção Original por “Yellow Flicker Beat”, do filme ‘Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 1’ e é constantemente citada como inspiração de diversos artistas, incluindo Olivia Rodrigo Billie Eilish.

‘M3GAN 2.0’ DECEPCIONA em estreia nos EUA

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Inicialmente programada para estrear em torno de US$ 20 milhões nos EUA, a sequência ‘M3GAN 2.0‘ decepcionou em seu primeiro final de semana no país – abrindo com apenas US$ 10.2 milhões.

Internacionalmente, o longa acrescenta US$ 7 milhões através de 80 mercados – totalizando uma estreia global de apenas US$ 17.2 milhões.

Para termos de comparação, o resultado ficou muito abaixo do lançamento do longa original, que estreou com US$ 30.4 milhões no território norte-americano (e US$ 45 milhões mundialmente), em 2023.

Apesar do desempenho decepcionante da sequência nas telonas, os números não são desastrosos para uma produção que custou apenas US$ 25 milhões – mas podem não ser o suficiente para justificar um terceiro capítulo.

Enquanto ‘M3GAN 2.0‘ dividiu a opinião dos críticos – alcançando apenas 58% de aprovação no Rotten Tomatoes –, o público parece ter aprovado a nova aventura da boneca assassina. A continuação recebeu uma nota B+ no CinemaScore, ficando acima da média de aprovação do primeiro filme (B).

Vale lembrar que o longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

‘Velozes e Furiosos 11’ ganha NOVIDADES e só estreia em 2027

Durante uma participação inesperada no Fuel Fest, evento automotivo criado pelo irmão de Paul Walker, Cody Walker, o astro Vin Diesel pegou os fãs de surpresa ao anunciar oficialmente que Velozes e Furiosos 11 – também conhecido como Velozes e Furiosos 10: Parte 2 – já tem data de estreia marcada: abril de 2027.

Segundo Diesel, que além de protagonista também atua como produtor da franquia, o novo capítulo marcará um retorno simbólico às raízes da saga, com a trama sendo ambientada novamente em Los Angeles – cidade onde tudo começou em Velozes e Furiosos (2001). A proposta, segundo ele, é resgatar o espírito original da série, focando menos em missões globais cheias de explosões e mais na “cultura dos carros” e nas corridas de rua que conquistaram o público no início da franquia.

“Vamos voltar ao coração da história. Às ruas. À cultura que nos formou. Essa sempre foi a essência de Velozes e Furiosos”, declarou o ator no palco do evento, sendo ovacionado pelos fãs presentes.

No entanto, a revelação mais emocionante da noite foi a confirmação do retorno do personagem Brian O’Connor, interpretado originalmente por Paul Walker, falecido em 2013. Diesel anunciou que Brian fará parte da história do próximo filme e “terá um reencontro significativo com Dominic Toretto”, o que levou muitos fãs às lágrimas.

Embora Vin Diesel não tenha entrado em detalhes sobre como isso será feito, tudo indica que os irmãos de Paul Walker, Cody e Caleb Walker – que já serviram como base corporal para Brian em Velozes e Furiosos 7 (2015) após a morte do ator – voltarão a interpretar o personagem com apoio de tecnologia de computação gráfica e inteligência artificial para recriar digitalmente o rosto de Walker.

Com esse retorno e o tom mais emocional anunciado para o filme, Velozes e Furiosos 11 parece caminhar para um encerramento épico e nostálgico da saga principal, que já dura mais de duas décadas. A expectativa é de que o longa feche o arco central de Dominic Toretto e sua “família”, resgatando elementos que marcaram a trajetória dos personagens desde o início.

Assista:

James Gunn revela se Batman vai usar a CUECA por cima da calça no DCU

Durante uma entrevista concedida ao ComicBook, James Gunn, co-CEO da DC Studios, comentou sobre o design dos uniformes dos heróis do novo Universo DC (DCU), que ele está ajudando a construir.

Um detalhe curioso que voltou à pauta foi o famoso traje do Superman com a cueca vermelha por cima da calça, um visual clássico dos quadrinhos que dividiu opiniões ao longo dos anos.

Gunn afirmou que esse elemento do traje tradicional pode estar presente não apenas no novo Superman, interpretado por David Corenswet no aguardado filme Superman (2025), mas também em outros personagens do DCU. Contudo, ele destacou que esse estilo não deve ser adotado por um dos principais heróis da editora: o Batman.

“É uma parte mais icônica do traje do Superman do que do Batman, embora ele ainda a tenha em várias histórias em quadrinhos”, explicou Gunn, indicando que a estética da cueca por cima da calça é muito mais associada culturalmente ao Homem de Aço do que ao Cavaleiro das Trevas.

De fato, quando se trata de adaptações em live-action, o visual clássico com a cueca sobre a calça foi utilizado apenas uma vez pelo Batman: na icônica série de televisão dos anos 1960, estrelada por Adam West. O uniforme colorido e exagerado da época fazia parte do tom campy da produção, que contrastava bastante com as abordagens mais sombrias que viriam a seguir.

Já nos cinemas, essa escolha estética foi rapidamente abandonada. Na versão dirigida por Tim Burton em 1989, com Michael Keaton no papel principal, o traje do Batman passou a adotar um visual mais moderno e sombrio, todo em preto, refletindo o tom mais sério da narrativa e do personagem. Desde então, nenhuma versão cinematográfica voltou a usar o famoso detalhe do traje clássico.

Na última semana, Matt Reeves usou as redes sociais para divulgar que finalmente terminou o roteiro de ‘The Batman: Parte II’, a aguardada sequência do longa estrelado por Robert Pattinson.

A produção do filme esteve envolta em diversos atrasos e críticas, inclusive com rumores de que teria sido cancelada. Vale lembrar que o primeiro ‘The Batman’ foi lançado em 2022 e se tornou um grande sucesso.

Reeves usou sua conta no X (antigo Twitter) para dar a notícia, escrevendo: “Parceiros no Crime (Combatentes)”, e marcando Mattson Tomlin, corroteirista do filme.

A publicação veio acompanhada de uma foto de Reeves e Tomlin com o roteiro finalizado.

 Inicialmente, a Warner Bros. marcou a estreia de ‘The Batman 2’ para 3 de outubro de 2025, três anos e meio após o primeiro longa. Porém, o filme foi adiado em um ano para 2 de outubro de 2026 e, em dezembro passado, sofreu novo adiamento.

Agora, o longa estreia dia 1º de outubro de 2027.

Lembrando que o primeiro filme está disponível na Max.

Saiba QUAL será a próxima série dos criadores de ‘Stranger Things’

Os cineastas Matt e Ross Duffer, responsáveis pelo aclamado sucesso Stranger Things, já definiram QUAL será seu próximo projeto pela Netflix.

Segundo o Deadline, os irmãos Duffer estão desenvolvendo a adaptação do romance de Ron Currie, ‘The Savage, Noble Death of Babs Dionne’.

O próprio autor, ao lado de seu parceiro de escrita Joshua Mohr, será o responsável pelo roteiro da série e atuará como produtor executivo. Hilary Leavitt também será produtora executiva, junto aos Duffer.

O thriller acompanha Babs Dionne, uma avó carismática e implacável chefe do crime, que domina a cidade de Waterville, no Maine. Com a ajuda de amigas de longa data e da filha veterana de guerra, ela controla o tráfico em Little Canada.

Quando um chefão do narcotráfico percebe perdas na região, envia um misterioso agente, conhecido apenas como O Homem, para investigar. Ao mesmo tempo, a filha mais nova de Babs desaparece, e em 24 horas será encontrada morta. A cidade inteira se prepara para enfrentar a fúria da matriarca.

Este ano, os irmãos Duffer também lançarão a quinta e última temporada da aclamada e multifacetada série Stranger Things’.

Lembrando que o ciclo de encerramento será dividido em três partes:

Volume 1: 26 de novembro, às 22h
Volume 2: 25 de dezembro, às 22h
Episódio final: 31 de dezembro, às 22h

Outono de 1987. Hawkins está marcada pela abertura das Fendas, e nossos heróis estão unidos por um único objetivo: encontrar e matar Vecna. Mas ele desapareceu — seu paradeiro e planos são desconhecidos. Para complicar a missão, o governo colocou a cidade em quarentena militar e intensificou a busca por Onze, forçando-a a se esconder novamente. À medida que o aniversário do desaparecimento de Will se aproxima, um medo pesado e familiar também se aproxima. A batalha final se aproxima — e com ela, uma escuridão mais poderosa e mortal do que qualquer coisa que já enfrentaram. Para acabar com esse pesadelo, eles precisarão de todos — o grupo inteiro — unidos, uma última vez.

O elenco estelar inclui, além de Wolfhard, Millie Bobby Brown, Noah Schnapp, Caleb McLaughlin, Gaten Matarazzo e Sadie Sink, bem como Joe Keery, Maya Hawke, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Jamie Campbell Bower, Brett Gelman, David Harbour e Winona Ryder.

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Saiba aonde assistir ao ESQUECIDO 4º filme ‘Batman – O Cavaleiro das Trevas’ de Chris Nolan

Aclamada por sua profundidade e realismo sombrio, a trilogia Cavaleiro das Trevas de Christopher Nolan, composta por “Batman Begins” (2005), “Batman – O Cavaleiro das Trevas” (2008) e “Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge” (2012), é inegavelmente um divisor de águas no cinema de super-heróis.

Para milhões de fãs ao redor do mundo, a interpretação de Christian Bale como Bruce Wayne/Batman, sob a direção magistral de Nolan, é a quintessência do herói. No entanto, por trás da grandiosidade desses sucessos de bilheteria, existe um “quarto filme” dessa mesma franquia que muitos admiradores desconhecem: a animação Batman: Gotham Knight.

Lançado discretamente em 8 de julho de 2008, apenas duas semanas antes da explosão mundial de “Batman – O Cavaleiro das Trevas“, “Batman: Gotham Knight” foi um projeto nipo-americano estrategicamente concebido para servir como uma ponte narrativa entre “Batman Begins” e seu aclamado sucessor. Embora os filmes de Nolan dominassem as conversas e bilheterias, a animação, por não ser um live-action e ser uma antologia, passou despercebida por grande parte do público.

A essência de “Batman: Gotham Knight” – que no Brasil recebeu o título ‘Batman – O Cavaleiro de Gotham‘, reside na exploração do desenvolvimento do Batman de Nolan no período que separa os dois primeiros filmes.

A coletânea de seis curtas-metragens, cada um com um estilo de animação distinto, ilustra como o Cavaleiro das Trevas aprimorou suas técnicas de combate e investigação, ganhando experiência e solidificando sua reputação no submundo do crime de Gotham.

A antologia expande o universo da trilogia ao apresentar o Batman enfrentando uma galeria de vilões que não apareceram nos filmes de Nolan, como o temível Killer Croc e o letal Pistoleiro. Essa inclusão não só enriquece a mitologia de Gotham, mas também oferece aos fãs um vislumbre de ameaças adicionais que o herói enfrenta nos intervalos de suas grandes sagas cinematográficas. Embora esses vilões não fossem cruciais para a trama principal dos filmes de live-action, sua presença na animação confere um contexto mais amplo e vibrante ao universo do Cavaleiro das Trevas.

Você pode assistir Batman – O Cavaleiro de Gotham na AppleTV.

Um dos aspectos mais fascinantes do filme é sua diversidade visual. Cada um dos seis curtas foi produzido por um estúdio de animação diferente, resultando em uma fusão de influências do estilo japonês com a estética ocidental do herói. Essa abordagem criativa permite que cada segmento explore uma faceta diferente do Batman de Christian Bale, mantendo, no entanto, uma coesão narrativa que guia o espectador pela evolução do herói antes dos eventos de “O Cavaleiro das Trevas”.

Apesar de não ser uma peça “essencial” para a compreensão da trilogia principal de Nolan, a animação oferece uma camada adicional de contexto e aprofundamento para os fãs mais dedicados. Os produtores fizeram questão de ressaltar que as histórias são autônomas, mas para quem busca uma imersão completa no universo de Nolan, “Gotham Knight” é uma joia a ser descoberta.

Apesar de não ter tido um lançamento cinematográfico, o filme demonstrou um impressionante desempenho financeiro. Com um orçamento modesto de US$ 3 milhões, a animação arrecadou US$ 8,5 milhões apenas em vendas domésticas de DVD e Blu-ray. Esse retorno substancial para um projeto que não recebeu a mesma divulgação massiva dos filmes de live-action é um testamento de sua qualidade e do interesse do público em expandir a experiência do universo de Nolan.

Além do sucesso comercial, a animação foi bem recebida pela crítica, conquistando 75% de aprovação no Rotten Tomatoes. Isso atesta sua qualidade e sua relevância dentro da franquia, mesmo que tenha sido, em grande parte, ofuscada pelo brilho avassalador dos filmes de Nolan.

Em suma, “Batman: Gotham Knight” representa um capítulo importante, mas frequentemente esquecido, do legado da aclamada trilogia Cavaleiro das Trevas. A animação expande o universo de Gotham e do Batman de uma maneira única, oferecendo aos fãs uma oportunidade valiosa de ver o Cavaleiro das Trevas de Christian Bale em novas aventuras e desafios, além de proporcionar um olhar aprofundado sobre sua evolução entre “Batman Begins” e “O Cavaleiro das Trevas”. Para os entusiastas do herói que ainda não exploraram esta obra, “Batman: Gotham Knight” é uma redescoberta que promete enriquecer ainda mais sua compreensão do universo de Nolan.

Veja fotos:

Batman animado em caverna sombria.
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Personagem de anime com chapéu e rosto parcialmente robótico.
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Batman e Mulher ao fundo, em cena animada.
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Personagem robótico com capa e olhos vermelhos brilhantes.
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Batman em ação à noite na cidade.
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Batman animado luta em uma instalação tecnológica.
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Saiba QUAL atriz brasileira recusou o convite de Vin Diesel para estrelar ‘Velozes e Furiosos’

Durante uma participação no videocast ‘Conversa vai, conversa vem‘, a atriz Taís Araújo compartilhou uma experiência curiosa e significativa de sua carreira.

Ela revelou que foi convidada para participar de um teste de seleção para integrar o elenco de um dos filmes da franquia de sucesso ‘Velozes e Furiosos‘, uma das mais famosas produções de ação de Hollywood.

Apesar de ter sido uma oportunidade que poderia abrir portas para uma carreira internacional, Taís surpreendeu ao contar que, mesmo viajando até Los Angeles para participar do processo seletivo, escolheu recusar o papel.

Segundo ela, naquele momento, havia algo ainda mais importante em sua vida do que um novo trabalho: seu desejo de formar uma família.

Ela explicou que estava em um ponto da vida em que sentia a necessidade de se dedicar mais ao lado pessoal do que ao profissional.

“Eu queria ter filho. Meu marido está me esperando lá em Nova York. Mas é óbvio que se eu te falar que vou fazer, vou fazer, mas meu desejo agora é olhar para a minha vida pessoal”, contou a atriz, referindo-se ao também ator Lázaro Ramos, com quem é casada.

Taís destacou que, apesar de ser uma oportunidade em um filme de grande repercussão mundial, nunca se deixou seduzir pelo chamado “sonho americano” — aquele ideal de sucesso que muitos artistas buscam ao tentar uma carreira em Hollywood. Com sinceridade, afirmou:

“Nunca tive esse ‘American dream’. Tenho uma vida muito boa aqui no Brasil, sou muito feliz aqui.”

Com isso, ela deixou claro que, para ela, a realização pessoal e a felicidade não estão necessariamente atreladas a uma carreira internacional. Seu foco sempre esteve em construir uma trajetória sólida no Brasil, onde conquistou reconhecimento, respeito e admiração do público. A fala de Taís mostra não apenas sua maturidade profissional, mas também uma forte consciência sobre suas prioridades e valores pessoais.

Velozes e Furiosos 11‘ promete não apenas encerrar a saga de uma forma grandiosa, mas também trazer de volta o que fez da franquia um fenômeno global por mais de duas décadas.

O filme estreia em Abril de 2027.

Uma Thurman é destaque no cartaz INÉDITO de ‘The Old Guard 2’

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Foi divulgado um cartaz inédito de ‘The Old Guard 2’, sequência do filme de ação estrelado por Charlize Theron.

O pôster dá destaque a Uma Thurman, que será a antagonista da narrativa.

Confira:

O longa chega à Netflix no dia 02 de julho.

Dirigido por Victoria Mahoney, o filme mostrará Andy (Charlize Theron) e seus guerreiros imortais enfrentando um novo inimigo que ameaça a existência da raça humana.

Além de Teron, o filme também terá outros retornos com o elenco sendo contando com Matthias Schoenaerts (Booker), KiKi Layne (Nile Freeman), Marwan Kenzari (Joe), Luca Marinelli (Nicky), Vân Veronica Ngô (Quynh) e Chiwetel Ejiofor (James Copley). Uma Thurman (de ‘Kill Bill’) e Henry Golding (de ‘G.I. Joe Origens: Snake Eyes’) são as novas adições.

Confira a nossa crítica do filme original:

Crítica Netflix | The Old Guard – Charlize Theron estrela filme de super-heróis no estilo ‘Atômica’

Após divórcio com Katy Perry, Orlando Bloom é visto passeando ao lado de Sydney Sweeney

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Após se divorciar da cantora e compositora indicada ao Grammy Katy Perry, com quem permaneceu durante nove anos, Orlando Bloom foi visto neste último sábado (28) ao lado de Sydney Sweeney (via TMZ).

O astro, conhecido por seus papéis em ‘O Senhor dos Anéis’ e ‘Piratas do Caribe’, foi fotografado junto à atriz de ‘Euphoria’ em Veneza, após participarem do casamento de Jeff Bezos e Lauren Sanchez.

Bloom e Sweeney também foram fotografados ao lado de Tom Brady.

As fotos levantaram comentários nas redes sociais de que os astros poderiam ter dado início a um caso romântico – o que, ao menos até agora, não teve indícios concretos além das imagens divulgadas.

Confira:

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Bloom e Perry se conheceram durante uma cerimônia do Globo de Ouro, “brigando” por um hambúrguer durante uma afterparty. Entre o início de um namoro e uma pausa que durou pouco menos de um ano, os dois adentraram um relacionamento bastante sólido, que culminou em noivado em 2019 e no nascimento da filha, Daisy Dove Bloom, em agosto de 2020.

Dove Cameron lança a inédita “Romeo”, de seu vindouro álbum de estreia; Ouça!

A cantora, compositora e atriz Dove Cameron lançou recentemente a inédita “Romeo”, que funciona como terceiro single de seu vindouro álbum de estreia.

Ainda sem título ou data de estreia oficiais, o compilado também conta com as faixas “Too Much”“French Girls” e é precedido pelo EP ‘Alchemical: Volume 1’.

Ouça e assista ao videoclipe:

“Romeo” é sobre “ocupar espaço, conhecer seu valor e se render ao amor” e foi parcialmente inspirada no relacionamento de Cameron com o cantor italiano Damiano David, do grupo Måneskin.

A faixa é pautada no dark pop e foi lançada através da Disruptor e da Columbia.

Madison LoveGrace BarkerJason EviganLionel Crasta co-assinam a canção ao lado de Cameron. Evigan e Crasta também ficam responsáveis pela produção.

‘Pecadores’: Terror de VAMPIROS estrelado por Michael B. Jordan chega esta semana ao streaming!

O aclamado thriller sobrenatural ‘Pecadores‘, dirigido por Ryan Coogler, chega esta semana ao streaming.

O filme, que se tornou um dos mais elogiados do ano, chega ao catálogo da Max neste próximo dia 4 de julho.

Estrelado por Michael B. Jordan, que interpreta os irmãos gêmeos Smoke e Stack, o filme conta ainda com Hailee Steinfeld no papel de Mary, além de um elenco de peso formado por Jayme Lawson, Delroy Lindo, Wunmi Mosaku, Omar Miller, Li Jun Li, Jack O’Connell, Miles Caton, Christian Robinson, entre outros.

Na trama, os irmãos gêmeos retornam à sua cidade natal tentando fugir de vidas marcadas por violência e arrependimento. Mas o refúgio rapidamente se transforma em pesadelo quando eles descobrem uma ameaça ainda maior — e sobrenatural — à espreita.

Com elementos de terror psicológico, drama familiar e vampirismo, ‘Pecadores‘ foi aclamado pela crítica e pelo público desde sua estreia nos cinemas, sendo elogiado por sua abordagem visceral e socialmente carregada, marca registrada do diretor de ‘Pantera Negra‘ e ‘Creed‘.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Fãs ZOMBAM das primeiras imagens de ‘Return a Silent Hill’: “Parece uma paródia pornô”

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A aguardada adaptação de ‘Retorno a Silent Hill‘ (Return to Silent Hill) ganhou suas primeiras imagens – e logo atraíram comentários bastante ácidos dos internautas através das redes sociais.

Pouco depois da divulgação das fotos, inúmeros fãs comentaram sobre a contraditória qualidade do projeto, chegando a assemelhá-lo a um “filme pornô” de baixo orçamento.

Confira:

“Isso parece fan fiction ou a abertura de um pornô de baixo orçamento”.

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“Parece uma paródia pornô de Silent Hill“.

“Por que isso parece tão mal feito?”.

“Parece que vai ser um grande desastre”.

“Todos estão falando sobre as perucas, mas que diabos é essa iluminação?”.

“Isso parece um vídeo amador feito por fãs. Por que é tão difícil para os realizadores acertarem o visual do jogo?”.

Lembrando que o novo filme está programado para estrear no dia 23 de janeiro de 2026.

Dirigido por Christophe Gans – que comandou a adaptação ‘Terror em Silent Hill‘, de 2006 –, o filme é baseado em ‘Silent Hill 2, o segundo e mais popular jogo da série de videogames de sucesso da Konami.

James (Jeremy Irvine) é um homem quebrado após ter sido separado do seu grande amor (Hannah Emily Anderson). Quando uma carta misteriosa o chama de volta a Silent Hill em busca dela, ele percebe que a cidade foi transformada por um mal desconhecido.

Enquanto James se aventura cada mais vez na escuridão, ele encontra figuras aterrorizantes, tanto familiares quanto novas, e começa a questionar sua própria sanidade enquanto ele luta para manter o senso da realidade por tempo suficiente para salvar seu amor perdido.

Lançado em 2006, ‘Terror em Silent Hill‘ arrecadou mais de US$ 100 milhões mundialmente. A sequência, ‘Silent Hill: Revelação‘, fracassou nas bilheterias com apenas US$ 55.3 milhões arrecadados mundialmente, além de ter sido massacrada pelos críticos.

Jenna Ortega revela se RETORNARIA ao MCU em papel protagonista

Jenna Ortega se sagrou uma das atrizes mais conhecidas do cenário atual do entretenimento, tendo participado de produções como ‘Pânico’‘Wandinha’‘Os Fantasmas se Divertem’ – e transformando-se em um dos ícones contemporâneos do terror.

Porém, antes de ascender a um estrelado inenarrável, Ortega fez uma breve aparição em uma popular franquia cinematográfica, o Universo Cinemático Marvel – tendo sua estreia oficial em um longa-metragem ao interpretar a filha do vice-presidente dos Estados Unidos em Homem de Ferro 3.

Apesar da aparição, seu papel não foi oficialmente creditado e, considerando sua crescente popularidade, fãs estão se perguntando se a atriz gostaria de se juntar ao MCU em um futuro próximo.

Em uma recente entrevista à ET (via Screen Rant), quando questionada sobre a possibilidade, Ortega respondeu:

“Fiz isso uma vez. [Homem de Ferro 3] foi um dos meus primeiros trabalhos. Eles tiraram todas as minhas falas… Eles até tiraram meu nome [dos créditos]. Eu contei isso, e então segui em frente”.

A declaração de Ortega vai de encontro a recentes sumores do famoso perfil insider @MyTimeToShineH, que apontou que ela estava em negociações para integrar o panteão super-heroico.

Vale lembrar que o projeto mais recente de Ortega foi ‘Hurry Up, Tomorrow’, filme inspirado no álbum homônimo de The Weeknd, que co-estrela. Outros créditos incluem ‘Morte de um Unicórnio’ e a vindoura 2ª temporada de ‘Wandinha’, que tem estreia agendada para 6 de agosto na Netflix.

John Travolta surpreende fãs durante exibição especial de ‘Grease’; Confira!

Nesta última sexta-feira (27), os fãs de Grease foram presenteados com uma aparição surpresa de ninguém menos que o icônico John Travolta, que retornou como Danny Zuko durante uma exibição especial do popular musical.

Travolta deu as caras no evento do The Hollywood Bowl, marchando aos palcos para cumprimentar seus colegas antes de levar a multidão à euforia (via EW).

“Los Angeles?”, ele perguntou, imitando uma das famosas falas do filme. “Achei que você ia voltar para a Austrália!”.

Vestindo uma jaqueta de couro preta, uma camiseta e jeans adequados para o próprio Danny, Travolta garantiu aos fãs que estava “arrasando e tudo mais” antes de entoar um coro de “a-womp-bop-a-looma a-womp-bam-boom” de “We Go Together”, a animada música de encerramento do filme.

Também estiveram presentes no evento Didi Conn (Frenchy), Barry Pearl (Doody), Michael Tucci (Sonny) e Kelly Ward (Putzie), além do diretor do filme, Randal Kleiser.

Lembrando que Grease, que trouxe a saudosa Olivia Newton-John como co-protagonista ao lado de Travolta, está disponível no Telecine.

Na Califórnia de 1959, a boa moça Sandy e o metido Danny se apaixonam e aproveitam um verão inesquecível na praia. Quando voltam às aulas, eles descobrem que frequentam a mesma escola. Danny lidera a gangue dos T-Birds, um grupo que gosta de jaquetas de couro e muito gel no cabelo, e Sandy passa tempo com as Pink Ladies, lideradas pela firme e sarcástica Rizzo. Quando os dois se reúnem, Sandy percebe que Danny não é o mesmo por quem se apaixonou, e ambos precisam mudar caso queiram ficar juntos.