Protagonizado por Ryan Gosling e Emma Stone, o longa concorreu em 7 categorias da 74ª edição do Globo de Ouro, e levou AS SETE: Melhor Filme na categoria Comédia ou Musical, Melhor Roteiro e Direção para Damien Chazelle, Melhor Trilha Original, Melhor Atriz de Comédia ou Musical para Emma Stone, Melhor Ator de Comédia ou Musical paraRyan Gosling e Melhor Música para “City of Stars”.
O filme abriu o Festival de Veneza em 2016 e foi premiado com o Leão de Ouro pela atuação de Emma Stone. A produção também integrou a programação do Festival Internacional de Toronto e levou o prêmio de melhor filme.
A ficção apresenta a história de Mia [Emma Stone], uma aspirante a atriz, e Sebastian [Ryan Gosling], um músico de jazz dedicado, que estão lutando para sobreviver em uma cidade conhecida por esmagar as esperanças e quebrar os corações. Ambientado na moderna Los Angeles, este musical original fala sobre a vida cotidiana e explora a alegria e a dor de um casal que persegue os seus sonhos.
Na próxima segunda-feira (23), vai ar nos Estados Unidos o primeiro episódio de ‘Supergirl‘ dirigido por Kevin Smith. E antes mesmo de estrear como diretor na série, o ComicBook confirma que Smith vai comandar mais um episódio na atual temporada da série.
Segundo o site, Kevin Smith estará no Festival de Sundance nos próximos dias, depois disso ele voltará para Vancouver (onde as séries de heróis da CW são gravadas) para dirigir o 17º episódio da temporada.
Confira o trailer completo de Supergirl Lives, episódios dirigido por Kevin Smith:
A atração épica segue navegadores nórdicos explorando e conquistando novos territórios na Era Medieval. Ragnar Lothrok (‘The Beast’) é o protagonista. Gabriel Byrne (‘In Treatment’) faz Earl Haraldson, o poderoso antagonista da série. Jessalyn Gilsig (‘Glee’), Gustaf Skarsgård (‘Expedição Kon Tiki’), Clive Standen (‘Camelot’, ‘Robin Hood’) e Katheryn Winnick (‘Almas à Venda’) completam o elenco principal.
Michael Hirst e Morgan O’Sullivan, os criadores de ‘The Tudors’ e ‘Camelot’, são responsáveis pela série.
No Brasil, ‘Vikings’ é exibida pelo canal pago NatGeo.
Quando o ator Vin Diesel se tornou um astro de ação, no início da década passada, seu estilão nas telas foi muito comparado ao dos brucutus que reinaram nos anos 1980 e 1990, considerados em extinção quando Diesel ascendia. O ator não nega as raízes e as comparações vinham em forma de elogio para ele, que mantinha a tocha acesa para o subgênero.
Se no início da década passada este tipo de cinema soava sem força, hoje, com super-heróis aos montes, banhados a muito efeito de computação, manter a tocha acesa soa como remar contra a maré. Mais eis que surge Vin Diesel novamente, clamando por seu trono nas bilheterias, numa era onde ele talvez se veja extinto também. Além de ator e astro, Diesel adentra os novos tempos como empresário do ramo, com bastante controle criativo nas rédeas de lucrativas franquias. Se Velozes e Furiosos deu tão certo que chega este ano ao seu oitavo episódio, com quase $3 bilhões em caixa, contando apenas os três últimos filmes, é hora de tentar revitalizar outra marca pré-estabelecida.
xXx ou Triplo X, pegou carona no sucesso de Diesel, tentando capitalizar em cima da temática dos filmes de agentes secretos, muito em voga na época. O ano era 2002, James Bond tinha as formas de Pierce Brosnan (parecendo velho junto ao público) e ganhava um novo exemplar com Um Novo Dia para Morrer; Tom Cruise e seu Missão: Impossívelsaíam do bem sucedido segundo filme (2000) e as portas eram abertas para um novo espião, mais jovem e ágil, na pele de Matt Damon em A Identidade Bourne. Triplo X era ainda mais moderno e arrojado, indo na contramão da classe do agente da Rainha, por exemplo, e apelando mais para a geração vídeo game Thug Life.
Xander Cage (Diesel) é um esportista radical, que realiza os atos mais audaciosos imagináveis, sempre indo contra as autoridades e as regras, a fim de quebrar recordes e fazer valer a máxima da atitude ‘stick it to the man’. Seria um rebelde elevado à décima potência. Justamente por isso, uma agência do serviço secreto americano, personificado por Augustus Gibbons (Samuel L. Jackson), achou que Cage seria o homem ideal para ser seu mais novo espião!? Bom, em 2002 já percebíamos que xXx não era o tipo de filme para ser levado a sério, no qual a diversão só é de fato encontrada se você embarcar na insanidade de tudo, desacreditando conceitos físicos e dando espaço para toda quebra de realidade – é o chamado salto de fé, aqui mais para ‘um triplo mortal de costas no ar de fé’.
Uma malfadada continuação em 2005 depois – estrelada porIce Cube (numa época em que Diesel achava que sua carreira não ficaria presa aos estereótipos por ele criados) – e Xander Cage está de volta, quinze anos depois de sua primeira incursão nos cinemas, sim o tempo passa. Dado como morto, Cage passa seu tempo arriscando o pescoço na República Dominicana, descendo ribanceiras de florestas com esquis (sim, você leu certo) e ruas bastante íngremes com seu “skate envenenado”, para que o vilarejo onde vive possa ter acesso ao jogo de futebol. Tudo isso em 10 minutos de filme, 10 minutos em que jogamos pela janela qualquer sinal de bom senso, lógica e inteligência se quisermos ter uma experiência minimamente aceitável aqui.
Depois de um breve encontro com Neymar, Gibbons sai de cena. Em seu lugar, a nova manda-chuva da agência é a loira gelada Jane Marke (papel da indicada ao Oscar, Toni Collette). Cabe a ela recrutar novamente Cage para uma segunda missão suicida. O objetivo agora é recuperar um item (o MacGuffin da vez), que tira satélites de órbita e pode invadir os computadores de qualquer agência de segurança do mundo, roubado por um time de especialistas, comandados por Xiang (Donnie Yen, o cego de Rogue One). Serena (papel da indiana Deepika Padukone, estreando no cinema americano), Talon (Tony Jaa, de Velozes e Furiosos 7) e Hawk (Michael Bisping, lutador de MMA na vida real) completam o time de antagonistas.
Como não gosta de andar na linha, Cage exige sua própria equipe para desbaratinar os planos dos malfeitores, e então entram em cena Adele Wolff (papel da estonteante Ruby Rose, da série Orange is the New Black), Nicks (o chinês Kris Wu, também debutando em Hollywood) e Tennyson (Rory McCann, o ‘cão’ da série Game of Thrones). O interessante aqui é que todos estes personagens secundários ganham espaço para destaque dentro da trama, entre uma cena e ação e outra, o que é mais do que se pode dizer de tantos filmes que abarrotam seus personagens na tela. Inclusive, há espaço para participações bem especiais, que não valem a pena ser mencionadas para não estragar a surpresa. A estrela da TV Nina Dobrev (Diários de um Vampiro) também empresta seu carisma para a versão de Q deste universo, a agente high tech Becky.
xXx: Reativado soa como um filme cujo roteiro já vem sendo requentado desde quando tais obras estavam no auge. Não trabalha com originalidade, mas sim com criatividade, carisma e graça. Já vimos essa história antes, mas não custa ver de novo se quem está contando vende a coisa com vontade. É exatamente o que Vin Diesel (que também produz o longa), o roteirista F. Scott Frazier (graças a Deus um roteiro com apenas um autor assinando) e o diretor D.J. Caruso (Paranoia e Controle Absoluto) fazem aqui, vendem seu peixe com frescor e tempero de novidade, mesmo que a mercadoria tenha sobrado na mesa por alguns dias. O terceiro Triplo X é um filme de ação à moda antiga, exala testosterona, exalta ânimos e nervos com muita pancadaria (afinal, de que outra forma se resolve uma disputa), e arruma tempo para enaltecer a figura de Vin Diesel como o galã que toda mulher quer levar para a cama (o sujeito tem menos cabelos que Bond, mas muito mais lábia). Os trogloditas estão com os dias contados, mas enquanto não desaparecem, procuram se divertir.
Pelo menos é o que indica a Symphony Advanced Media, segundo dados liberados pelo The Wrap com foco nos Estados Unidos.
‘Desventuras em Série‘ foi assistida por 3.7 milhões de pessoas em seus três primeiros dias de exibição (sexta-feira, sábado e domingo), número maior que os 3.3 milhões de ‘Luke Cage‘, última série de grande destaque, até então, lançada pela Netflix.
Vale lembrar que ‘Luke Cage‘ chamou ainda mais atenção em setembro de 2016 porque a série – literalmente – derrubou os servidores da Netflix com a grande quantidade de acessos simultâneos.
Portanto, pode-se dizer que ‘Desventuras em Série’ entrou para o seleto hall das séries Netflix que já estrearam na plataforma com gigantescos números de audiência.
A atrizMalina Weissman vive Violetá Baudelaire na série. Weissman recentemente foi vista como a Kara Zor-El na série ‘Supergirl‘. Nos cinemas, a personagem foi interpretada por Emily Browning.
A trama acompanha três irmãos órfãos que vão morar no castelo de um parente distante, o conde Olaf. Mas o plano do conde é matar as crianças para ficar com a herança que seus pais, mortos em um incêndio, deixaram. Para escapar das investidas maquiavélicas do conde Olaf, as crianças contam com a ajuda da tia Josephine.
Os 13 volumes de ‘Desventuras em Série‘ já venderam 65 milhões de cópias pelo mundo.
Sua versão cinematográfica faturou US$ 209 milhões mundialmente para um orçamento de US$ 140 milhões, o que não justificou a produção de uma sequência.
‘Punho de Ferro‘ (‘Marvel’s Iron Fist‘) será o próximo lançamento das séries de herói na Netflix, chegando 17 de março de 2017 ao serviço. ‘Os Defensores‘ (‘Marvel’s The Defenders‘) estreia apenas no segundo semestre de 2017.
E não é que ‘Powerless’ até está com cara de que vai ser legal?!
A seguir, você confere a mais nova promo da primeira comédia de super-heróis da TV americana.
Assista:
Em um mundo onde a humanidade está lado a lado com super-heróis e com super-vilões, Emily Locke (Vanessa Hudgens) começa seu primeiro dia de trabalho como diretora de pesquisa e desenvolvimento para a Wayne Security, uma subsidiária da Wayne Enterprise, especializada em produtos que tornam a vida do ser humano um pouco mais segura. Cheia de confiança e de grandes ideias, Emily rapidamente descobre que suas expectativas ultrapassam e muito as do seu chefe (vivido por Alan Tudyk). Assim, cabe a ela liderar a equipe em direção ao seu pleno potencial e a realização da ideia de que você não precisa de superpoderes para ser um super-herói.
‘Salem‘ apresentou na noite dessa quarta-feira nos Estados Unidos o seu penúltimo episódio.
Já cancelada pela baixa audiência, a série já ganhou o teaser do último episódio, que também é a temporada final.
Assista:
Criada por Brannon Braga (roteirista de ‘Jornada nas Estrelas’ e ’24 Horas’), ‘Salem‘ acompanha o começo da caça às bruxas na cidade do título, no século 17.
Janet Montgomery (Made in Jersey), Shane West (Nikita), Seth Gabel (Fringe), Xander Berkeley (24 Horas), Ashley Madekwe (Revenge) e Tamzin Merchant (The Tudors) formam o elenco principal da atração.
Afinal, se você acompanha ‘Blindspot‘ do começo sabe que o ponto X de toda a narrativa é entender a razão pela qual o nome de Kurt está escrito entre as tatuagens de Jane.
E a prévia do próximo episódio promete essa grande revelação.
Assista:
Na série produzida por Greg Berlanti (‘Arrow’), uma bela desconhecida (Alexander) é encontrada nua na Times Square, completamente coberta com misteriosas tatuagens e sem memória de quem ela é ou de como chegou lá. A única coisa clara, no entanto, é o nome do agente do FBI Kurt Weller, estampado nas costas da mulher.
O agente Weller e o resto do FBI logo percebem que cada marca em seu corpo é a pista de um crime a ser solucionado, o que levará todos eles mais perto da verdade sobre a identidade da jovem e os mistérios que a cercam. A trama vem sendo descrita como uma mistura do filme ‘Amnésia‘ com a série ‘The Blacklist‘.
Martin Gero, produtor de ‘Stargate: Atlantis’ e ‘Stargate Universe’, escreverá os episódios e assinará a produção executiva ao lado de Berlanti.
‘Blindspot’ é exibida no Brasil pelo Canal Warner.
Livre, leve e solta como a série de comédia mais assistida da TV americana, ‘The Big Bang Theory‘ ganhou três divertidas prévias para o episódio que vai ao ar hoje à noite.
Assista:
‘The Big Bang Theory’ é exibida no Brasil pelo canal pago Warner e também pelo SBT.
O canal NBC liberou o novo teaser de ‘Taken‘, série de TV baseada na trilogia ‘Busca Implacável’ (Taken), protagonizada por Liam Neeson.
O episódio piloto será exibido nos EUA no dia 27 de fevereiro de 2017.
A história vai se passar antes dos acontecimentos do primeiro filme:
Bryan Mills, o personagem interpretado por Neeson no cinema, é um jovem sem esposa e filhos. … A série vai se concentrar em como Mills adquire seu “conjunto muito específico de habilidades” e se torna o personagem que todos nós conhecemos. A série se passará nos dias de hoje.
Assista, com o trailer:
Alex Graves, diretor de televisão veterano que trabalhou em séries como ‘West Wing: Nos Bastidores do Poder‘ e ‘Game of Thrones‘, vai dirigir o piloto.
Clive Standen (‘Vikings’) interpreta o jovem Bryan Mills.
A série ‘Riverdale‘, que será exibida no Brasil pelaNetflix, ganhou um novo vídeo que explora mais detalhes sobre os personagens principais.
A produção, inspirada nos desenhos animados de A Turma do Archie, da década de 60, trará Archie Andrews (K.J. Apa) envolvido em um triângulo amoroso com Betty Cooper (Lili Reinhart) e Veronica Lodge (Camila Mendes).
Nesse meio tempo, todo o elenco estará envolto em uma trama de mistérios por meio dos dramas adolescentes e, claro, por mortes misteriosas.
A CW encomendou 23 episódios, com a exibição do primeiro marcada para a quinta-feira, 26 de janeiro de 2017. No exterior, a série será exibida pela Netflix, incluindo no Brasil.
Com estreia já anunciada no Brasil para um dia depois da exibição nos EUA (dia 9 de fevereiro às 22h30), a Fox Internacional liberou uma nova promo misteriosa de ‘Legion’.
Além dessa série, ‘X-Men’ ganhará uma série que se passará no mesmo universo dos filmes – Saiba mais!
Assista, com os últimos vídeos lançados:
A estreia da série para o dia 8 de fevereiro.
A expectativa é que o grupoFox Channel Brasil anuncie uma data até o começo de 2017 para a exibição em nosso país. ‘Legion é realizada em parceria da Marvel com a FX.
‘Legion‘ é a história de um jovem perturbado que poderia ser mais do que humano, David Haller, que desde a adolescência lutou contra uma doença mental. Diagnosticado como esquizofrênico, David tem estado dentro e fora de hospitais para doentes mentais durante anos. Mas depois de um estranho encontro com outro paciente, percebe a possibilidade de que as vozes que ouve e as visões que vê, podem ser reais.
Dan Stevens (Downton Abbey), Rachel Keller (Fargo), Jean Smart (Fargo), Aubrey Plaza (Parks and Recreation), Jeremie Harris (A Walk entre as lápides), Amber Midthunder (Hell or High Water), Katie Aselton (The League) e Bill Irwin (Interstellar) são os protagonistas de LEGION.
Destaque de festivais em 2016 e trazendo um postulante ao Oscar de Melhor Ator, ‘Manchester À Beira Mar‘ é um melodrama contado de uma forma diferente do que a maioria dos filmes do gênero, e acaba provocando reações inusitadas perante os seus acontecimentos.
Casey Affleck vive um personagem apático, que perdeu o carisma e carrega uma carga dramática enorme em seus ombros. O perfil do protagonista combina com a proposta visual do longa: uma fotografia gélida, com o tempo sempre nublado e frio. Vendo assim, parece que não há nenhuma ligação entre o personagem e essas especificações visuais, mas conceitualmente é tudo encaixado perfeitamente.
O filme carrega o peso do personagem junto com ele, ao contrário do que seria normal em ver o protagonista explodindo aos berros e se mostrando totalmente perturbado. Acontece que ele mostra o retrato de alguém que aprisiona todas essas perturbações em um coração de gelo, mas que bate e continua sentindo um trauma que nunca será superado.
Lee Chandler (Affleck) precisa voltar à sua cidade natal depois da morte do irmão, interpretado por Kyle Chandler (da série ‘Bloodline‘), e com isso precisa cuidar do sobrinho, o qual herdou a tutela. A história se apresenta bem, lhe dá todas as cartas necessárias para acompanhá-la, o que não significa que é possível entendê-la desde o início. Há elementos confusos que prejudicam esse mesmo entendimento, porém, se explicar não está dentro da proposta da trama. Ainda assim, o longa consegue apresentar respostas para aquilo que faltava no início, mas de forma totalmente involuntária.
Kenneth Lonergan traz uma direção diferente, com um formato indie, usando ângulos que privilegiam os personagens, deixando a câmera imóvel e com poucas variações na filmagem. A escolha do diretor foi correta porque o conceito da filmagem combina com o drama, não há aqui uma câmera dinâmica e sim uma apática, que reforça o conceito do filme e do seu protagonista. Isso afeta até mesmo a forma como os personagens lidam com a morte, que parece algo tão natural e até mesmo normal, sem demonstrar a dor habitual que uma notícia como essa costuma causar.
O longa ainda consegue dar atenção a outros acontecimentos, como as situações da adolescência de Patrick (Lucas Hedges). O personagem é bem desenvolvido e apresenta situações que quebram a dureza do filme com momentos de alívio e até mesmo ternura. É o personagem capaz de envolver o público, de fazer as pessoas relembrarem das imprudências da juventude, seguindo a proposta de provocar no espectador diversas reações diferentes para cada acontecimento apresentado na película.
Michelle Williams faz jus as suas indicações em premiações e aos elogios da imprensa internacional. A atriz tem pouquíssimas aparições no filme, mas uma, em especial, mostra uma das cenas mais marcantes e fortes do longa. O acontecimento do passado, que perturba totalmente Randi (Williams) e Lee (Affleck) fica em evidência e demonstra muito bem a fragilidade escondida em ambos os personagens. Resumindo, Michelle Williams precisa de uma única participação para roubar a cena no filme, que tem boas atuações de modo geral. Casey Affleck consegue passar bem os sentimentos do personagem, que precisa de um contato “olho no olho” para mostrar as suas perturbações. Mesmo assim há momentos que a história cria expectativas de algo grandioso para os olhos do público, e isso Affleck não demonstra.
‘Manchester À Beira Mar‘ é um longa-metragem bem feito, que precisa ser entendido e sentido. Não é o tipo de filme que mostrará seus sentimentos, pois sua proposta é mostrar que nem tudo que acontece as pessoas conseguem superar, há feridas que nunca curam, há momentos que nunca serão esquecidos. Trata-se, na verdade, de um homem incapaz de superar suas perdas, incapaz de aliviar a sua culpa, e mostrar como isso afetou e afetará para sempre o seu modo de vida.
Em um dos episódios de ‘Teen Wolf‘ com mais reviravoltas, justamente para explicar a saída de Dylan O’Brien por conta do acidente que aconteceu no set de ‘Maze Runner‘ no ano passado, o pai de Stiles finalmente revelou que o nome do seu filho é…
… Mieczyslaw Stilinski.
Pois é! Além do nome chocar boa parte dos fãs (a prova é tanta que o nome passou a madrugada entre os principais assuntos do Trending Topics), até que há uma justificativa para a novidade.
Em conversa com a Entertainment Weekly, o showrunner de ‘Teen Wolf‘, Jeff Davis, disse o seguinte:
“Alguns anos atrás eu sabia que teria que revelar o nome de Stiles. Eu estava procurando um nome polonês que fosse incrivelmente difícil de soletrar e pronunciar. Mieczyslaw soa como “travessura”. Parece uma palavra perfeita para descrever Stiles. Tanto como uma criança maliciosa e igualmente mal comportada.”
Caso você já tenha se recuperado do episódio, a MTV já liberou a prévia do próximo episódio:
‘Shadowhunters’, série de TV baseada na franquia literária ‘Os Instrumentos Mortais’, ganhou três novos clipes do quarto episódio, que estreia na Netflix um dia depois da exibição nos EUA.
Assista:
Katherine McNamara (‘Happyland’) faz a protagonista Clary Fray que, no seu aniversário de 18 anos, descobre ser uma descendente dos shadowhunters (caçadores de sombras), híbridos de anjos com seres humanos. Quando sua mãe, Jocelyn, é sequestrada, Clary então se une a Jace (Dominic Sherwood), outro shadowhunter, e seu melhor amigo Simon (Alberto Rosende) para caçar demônios. Vivendo entre as fadas, bruxos, vampiros e lobisomens, Clary começa a desvendar sua própria história. Alan Van Sprang (da série ‘Reign’) será o vilão Valentine e terá participações regulares na trama.
O cineasta McG (‘O Exterminador do Futuro – A Salvação’, ‘As Panteras’) dirigiu o episódio piloto e também servirá como produtor executivo.
Inspirado nos livros de Cassandra Clare, ‘Os Instrumentos Mortais: Cidade dos Ossos’ teve orçamento de US$ 60 milhões e arrecadou míseros US$ 31 milhões nos EUA. Com o fraco desempenho, a Constantin Films cancelou o início das filmagens da sequência, ‘Os Instrumentos Mortais: Cidade das Cinzas‘.
Você sabe bem que a HBO dos Estados Unidos gosta de liberar vídeos com comentários da equipe técnica sobre suas séries.
A partir disso, o canal trouxe os comentários do criador de ‘The Young Pope‘ e dos produtores com relação aos dois primeiros episódios, exibidos nesse domingo e nessa segunda-feira.
Confira, com a prévia do terceiro episódio:
‘The Young Pope’ havia sido produzida pela HBO Europa para exibição somente na Itália, afinal, o criador do TV show é ninguém menos que Paolo Sorrentino (‘A Grande Beleza’).
No entanto, depois da aclamação no Festival de Veneza e da impressionante audiência no Velho Continente, a HBO resolveu trazer a série para o outro lado do oceano.
O que também não é para menos, com Jude Law e Diane Keaton no elenco, essa série realmente precisava ir para a principal casa do canal.
E numa estratégia bem interessante, dos 10 episódios produzidos, dois serão exibidos a cada semana. Um no domingo e outro na segunda-feira.
Dirigida e criada pelo vencedor do Oscar Paolo Sorrentino (‘A Grande Beleza’), The Young Pope conta a história de Lenny Belardo, também conhecido como Pio XIII, o primeiro Papa americano da história. Jovem e encantador, sua eleição parece ser o resultado de uma simples estratégia da mídia, mas eficiente, por parte do Colégio de Cardeais.
Mas as aparências podem ser enganosas – sobretudo, no lugar onde as pessoas escolheram o grande mistério de Deus como a bússola que orienta sua existência. Esse lugar é o Vaticano e essas pessoas são os líderes da igreja. E Pio XIII prova ser o mais misterioso e contraditório de todos eles. Astuto e ingênuo, irônico e pedante, primitivo e avançado, duvidoso e resoluto, melancólico e implacável, Pio XIII tenta atravessar o interminável rio da solidão humana para encontrar um Deus que ele possa dar à humanidade.
A série ‘Riverdale‘, que será exibida no Brasil pelaNetflix, ganhou um novo vídeo que explora mais detalhes da relação de Archie e Betty.
A produção, inspirada nos desenhos animados de A Turma do Archie, da década de 60, trará Archie Andrews (K.J. Apa) envolvido em um triângulo amoroso com Betty Cooper (Lili Reinhart) e Veronica Lodge (Camila Mendes).
Nesse meio tempo, todo o elenco estará envolto em uma trama de mistérios por meio dos dramas adolescentes e, claro, por mortes misteriosas.
A CW encomendou 23 episódios, com a exibição do primeiro marcada para a quinta-feira, 26 de janeiro de 2017. No exterior, a série será exibida pela Netflix, incluindo no Brasil.
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