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Cuz I Love You | O impacto do ACLAMADO álbum de Lizzo, que completa seis anos

Melissa Vivianne Jefferson pode não ser um nome muito conhecido, mas seu alter-ego Lizzo certamente nos roubou a atenção neste ano. Começando sua carreira no início da década, não foi até 2013 que a rapper de Minnesota lançou seu primeiro álbum de estúdio, o incrível ‘Lizzobangers’. Porém, a fama despontaria no começo de 2019, alavancando sua carreira de modo exponencial ao divulgar o single principal de uma ambiciosa obra, Cuz I Love You. O aclamado disco endossou seu patamar como uma das melhores artistas do gênero, bem como uma compositora com incrível talento que merece mais reconhecimento pelo público do que atualmente tem.

O compilado de originais é nostálgico, envolvente, inebriante do começo ao fim, e tem uma capacidade já vista em nomes como Lady Gaga e Beyoncé de unir diversos estilos musicais em um único lugar. E foi misturando sonoridades como funk, pop e R&B que a cantora inaugurou um novo caminho em sua ainda jovem carreira, arquitetando ao longo de catorze belíssimas faixas uma jornada que explora empoderamento feminino, amor, tragédias e comédias – tudo pincelado com um delicioso sarcasmo lírico.

O álbum abre com a faixa-titular, em um estrondo que nos remete imediatamente ao escopo sonoro do musical ‘O Fantasma da Ópera’; porém, a explosão da guitarra logo cede a uma brusca mudança instrumental, deixando que a sutileza demarcada do piano acompanhe a voz de nossa lead singer e a profundidade exuberante de toques que relembram os anos iniciais do trap. Já aqui, Lizzo usa e abusa de sua extensa tecedura vocal, explorando a proposital dissonância que engloba o chorus, recuando ao falar cantado do rap e até mesmo ousando os extremos do falsetto e do fry. De fato, sua performance tangencia uma teatralidade incrível, que expande-se também para as músicas seguintes.

Vê-se também uma profunda reverência a The Supremes e tantos outros grupos abraçados pela Motown Records nos anos 1960 em “Juice”. A impecável produção de Ricky Reed só não supera a rendição enérgica e narcótica da artista, que nos convida para um sensorial retorno às décadas de 1970 e 1980, sem perder de vista sua repaginação modernizada. O mesmo também acontece na balada “Jerome” que, se restringe a uma cíclica construção (como as vistas nas obras de Amy Winehouse e Michael Jackson). A arriscada verborragia felizmente encontra um fértil território para emergir em primeiro plano, aliado ao slow-tempo e à perfeita presença dos trompetes sinfônicos com a chegada do segundo refrão.

Ao longo do álbum, percebe-se que Lizzo não pensa duas vezes antes de escrever versos sarcásticos, almejando a uma paradoxal narrativa que, como visto na track supracitada, nos dá ares de um romance não correspondido, mas na verdade se isola em frases como “vá para casa e volte quando tiver crescido”. O mesmo se repete na overdose de R&B e funk de “Crybaby”, cuja sensual entrega funciona como uma propriocepção de autonomia e independência chocante – ainda que não abra mão de alguns práticos convencionalismos, principalmente no tocante aos bridges e as oscilações vocais.

Ela também se une à lendária Missy Elliott para uma das melhores faixas do álbum: “Tempo” abre com uma poderosa guitarra que pode nos guiar para uma investida do mais puro rock – mas isso até a canção realmente começar. Elliott e Lizzo optam pela volta ao rap e, mais que isso, a um minimalismo sintético executado com minúcia e com máxima atenção aos detalhes sonoros, caminhando para uma interessante conclusão. Enquanto a letra não é a das mais originais ou enaltecedoras, os poucos deslizes aqui encontrados são ofuscados pela presença harmônica das artistas, unindo duas gerações em um metalinguístico e explícito arco.

A obra, como já mencionado alguns parágrafos acima, também não deixa de lado o liricismo empoderador. Temos o classicismo do trap-pop com a divertida “Like a Girl”, e o retorno para o funk-pop com “Exactly How I Feel”, um hino de autoaceitação performado junto ao rapper Gucci Mane. As declarações de amor também surgem na saudosista rendição de “Better in Color”, mostrando que nomes como Nina Simone e Aretha Franklin não apenas são como devem ser homenageados quando for possível. Podemos encarar essa track como uma das mais subestimadas do álbum – e uma que realmente merecia mais atenção, com potencial incrível para se transformar em single: afinal, não é apenas a poderosa voz de Lizzo que se exalta, mas a perfeição estético-fonográfica do escopo instrumental (que varia da sutil guitarra até os contemporâneos sintetizadores.

A grande ideia do álbum é fornecer aos fãs e aos ouvintes em geral uma perspectiva repaginada, ainda mais num momento tão mercadológico da música quanto este em que vivemos. Desde sempre, o hibridismo de gêneros foi acatado por artistas revolucionários dessa imortal indústria, e até seus suis-generis mais inovadores adquiriram um patamar mainstream. Lizzo, por sua vez, não se contenta ao que vem se fazendo, mas ao que poderia estar sendo feito, e é aqui que a delineação refrescante de “Truth Hurts” nos chama a atenção, desconstruindo o trap, o synth-pop e até mesmo o rap em prol de uma reconstituição extremamente sagaz.

Cuz I Love You é mais uma ótima adição para a carreira de Lizzo e, sem sombra de dúvida, é uma produção que ficará para os anos, não apenas por sua competente fusão de estilos, mas também pelo que representa para a música em si. E, dito isso, é meio óbvio comentar que a obra em si é uma das melhores de 2019 – e até mesmo dos anos 2010.

Lorde lança ‘Virgin’, seu antecipado quarto álbum de estúdio

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A aclamada cantora e compositora Lorde lançou no último dia 27 de junho seu antecipado quarto álbum de estúdio, intitulado ‘Virgin’.

O compilado conta com os singles “What Was That?”“Man of The Year’, além de outras nove faixas inéditas.

Relembre a tracklist:

1. Hammer
2. What Was That?
3. Shapeshifter
4. Man of the Year
5. Favourite Daughter
6. Current Affairs
7. Clearblue
8. GRWM
9. Broken Glass
10. If She Could See Me Now
11. David

Jim-E Stack e Daniel Nigro entram como compositores e produtores ao lado de Lorde.

A artista fez sua estreia oficial no mundo fonográfico em 2013, com o bem recebido Pure Heroin. Seu último trabalho, Melodrama, foi lançado em 2017 e caiu no gosto da crítica, recebendo inclusive uma indicação a Álbum do Ano na cerimônia do Grammy.

Além disso, ela já levou duas estatuetas da premiação – Melhor Performance Pop SoloMúsica do Ano por “Royals”. Lorde também conquistou uma nomeação ao Globo de Ouro de Melhor Canção Original por “Yellow Flicker Beat”, do filme ‘Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 1’ e é constantemente citada como inspiração de diversos artistas, incluindo Olivia Rodrigo Billie Eilish.

‘M3GAN 2.0’ DECEPCIONA em estreia nos EUA

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Inicialmente programada para estrear em torno de US$ 20 milhões nos EUA, a sequência ‘M3GAN 2.0‘ decepcionou em seu primeiro final de semana no país – abrindo com apenas US$ 10.2 milhões.

Internacionalmente, o longa acrescenta US$ 7 milhões através de 80 mercados – totalizando uma estreia global de apenas US$ 17.2 milhões.

Para termos de comparação, o resultado ficou muito abaixo do lançamento do longa original, que estreou com US$ 30.4 milhões no território norte-americano (e US$ 45 milhões mundialmente), em 2023.

Apesar do desempenho decepcionante da sequência nas telonas, os números não são desastrosos para uma produção que custou apenas US$ 25 milhões – mas podem não ser o suficiente para justificar um terceiro capítulo.

Enquanto ‘M3GAN 2.0‘ dividiu a opinião dos críticos – alcançando apenas 58% de aprovação no Rotten Tomatoes –, o público parece ter aprovado a nova aventura da boneca assassina. A continuação recebeu uma nota B+ no CinemaScore, ficando acima da média de aprovação do primeiro filme (B).

Vale lembrar que o longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

‘Velozes e Furiosos 11’ ganha NOVIDADES e só estreia em 2027

Durante uma participação inesperada no Fuel Fest, evento automotivo criado pelo irmão de Paul Walker, Cody Walker, o astro Vin Diesel pegou os fãs de surpresa ao anunciar oficialmente que Velozes e Furiosos 11 – também conhecido como Velozes e Furiosos 10: Parte 2 – já tem data de estreia marcada: abril de 2027.

Segundo Diesel, que além de protagonista também atua como produtor da franquia, o novo capítulo marcará um retorno simbólico às raízes da saga, com a trama sendo ambientada novamente em Los Angeles – cidade onde tudo começou em Velozes e Furiosos (2001). A proposta, segundo ele, é resgatar o espírito original da série, focando menos em missões globais cheias de explosões e mais na “cultura dos carros” e nas corridas de rua que conquistaram o público no início da franquia.

“Vamos voltar ao coração da história. Às ruas. À cultura que nos formou. Essa sempre foi a essência de Velozes e Furiosos”, declarou o ator no palco do evento, sendo ovacionado pelos fãs presentes.

No entanto, a revelação mais emocionante da noite foi a confirmação do retorno do personagem Brian O’Connor, interpretado originalmente por Paul Walker, falecido em 2013. Diesel anunciou que Brian fará parte da história do próximo filme e “terá um reencontro significativo com Dominic Toretto”, o que levou muitos fãs às lágrimas.

Embora Vin Diesel não tenha entrado em detalhes sobre como isso será feito, tudo indica que os irmãos de Paul Walker, Cody e Caleb Walker – que já serviram como base corporal para Brian em Velozes e Furiosos 7 (2015) após a morte do ator – voltarão a interpretar o personagem com apoio de tecnologia de computação gráfica e inteligência artificial para recriar digitalmente o rosto de Walker.

Com esse retorno e o tom mais emocional anunciado para o filme, Velozes e Furiosos 11 parece caminhar para um encerramento épico e nostálgico da saga principal, que já dura mais de duas décadas. A expectativa é de que o longa feche o arco central de Dominic Toretto e sua “família”, resgatando elementos que marcaram a trajetória dos personagens desde o início.

Assista:

James Gunn revela se Batman vai usar a CUECA por cima da calça no DCU

Durante uma entrevista concedida ao ComicBook, James Gunn, co-CEO da DC Studios, comentou sobre o design dos uniformes dos heróis do novo Universo DC (DCU), que ele está ajudando a construir.

Um detalhe curioso que voltou à pauta foi o famoso traje do Superman com a cueca vermelha por cima da calça, um visual clássico dos quadrinhos que dividiu opiniões ao longo dos anos.

Gunn afirmou que esse elemento do traje tradicional pode estar presente não apenas no novo Superman, interpretado por David Corenswet no aguardado filme Superman (2025), mas também em outros personagens do DCU. Contudo, ele destacou que esse estilo não deve ser adotado por um dos principais heróis da editora: o Batman.

“É uma parte mais icônica do traje do Superman do que do Batman, embora ele ainda a tenha em várias histórias em quadrinhos”, explicou Gunn, indicando que a estética da cueca por cima da calça é muito mais associada culturalmente ao Homem de Aço do que ao Cavaleiro das Trevas.

De fato, quando se trata de adaptações em live-action, o visual clássico com a cueca sobre a calça foi utilizado apenas uma vez pelo Batman: na icônica série de televisão dos anos 1960, estrelada por Adam West. O uniforme colorido e exagerado da época fazia parte do tom campy da produção, que contrastava bastante com as abordagens mais sombrias que viriam a seguir.

Já nos cinemas, essa escolha estética foi rapidamente abandonada. Na versão dirigida por Tim Burton em 1989, com Michael Keaton no papel principal, o traje do Batman passou a adotar um visual mais moderno e sombrio, todo em preto, refletindo o tom mais sério da narrativa e do personagem. Desde então, nenhuma versão cinematográfica voltou a usar o famoso detalhe do traje clássico.

Na última semana, Matt Reeves usou as redes sociais para divulgar que finalmente terminou o roteiro de ‘The Batman: Parte II’, a aguardada sequência do longa estrelado por Robert Pattinson.

A produção do filme esteve envolta em diversos atrasos e críticas, inclusive com rumores de que teria sido cancelada. Vale lembrar que o primeiro ‘The Batman’ foi lançado em 2022 e se tornou um grande sucesso.

Reeves usou sua conta no X (antigo Twitter) para dar a notícia, escrevendo: “Parceiros no Crime (Combatentes)”, e marcando Mattson Tomlin, corroteirista do filme.

A publicação veio acompanhada de uma foto de Reeves e Tomlin com o roteiro finalizado.

 Inicialmente, a Warner Bros. marcou a estreia de ‘The Batman 2’ para 3 de outubro de 2025, três anos e meio após o primeiro longa. Porém, o filme foi adiado em um ano para 2 de outubro de 2026 e, em dezembro passado, sofreu novo adiamento.

Agora, o longa estreia dia 1º de outubro de 2027.

Lembrando que o primeiro filme está disponível na Max.

Saiba QUAL será a próxima série dos criadores de ‘Stranger Things’

Os cineastas Matt e Ross Duffer, responsáveis pelo aclamado sucesso Stranger Things, já definiram QUAL será seu próximo projeto pela Netflix.

Segundo o Deadline, os irmãos Duffer estão desenvolvendo a adaptação do romance de Ron Currie, ‘The Savage, Noble Death of Babs Dionne’.

O próprio autor, ao lado de seu parceiro de escrita Joshua Mohr, será o responsável pelo roteiro da série e atuará como produtor executivo. Hilary Leavitt também será produtora executiva, junto aos Duffer.

O thriller acompanha Babs Dionne, uma avó carismática e implacável chefe do crime, que domina a cidade de Waterville, no Maine. Com a ajuda de amigas de longa data e da filha veterana de guerra, ela controla o tráfico em Little Canada.

Quando um chefão do narcotráfico percebe perdas na região, envia um misterioso agente, conhecido apenas como O Homem, para investigar. Ao mesmo tempo, a filha mais nova de Babs desaparece, e em 24 horas será encontrada morta. A cidade inteira se prepara para enfrentar a fúria da matriarca.

Este ano, os irmãos Duffer também lançarão a quinta e última temporada da aclamada e multifacetada série Stranger Things’.

Lembrando que o ciclo de encerramento será dividido em três partes:

Volume 1: 26 de novembro, às 22h
Volume 2: 25 de dezembro, às 22h
Episódio final: 31 de dezembro, às 22h

Outono de 1987. Hawkins está marcada pela abertura das Fendas, e nossos heróis estão unidos por um único objetivo: encontrar e matar Vecna. Mas ele desapareceu — seu paradeiro e planos são desconhecidos. Para complicar a missão, o governo colocou a cidade em quarentena militar e intensificou a busca por Onze, forçando-a a se esconder novamente. À medida que o aniversário do desaparecimento de Will se aproxima, um medo pesado e familiar também se aproxima. A batalha final se aproxima — e com ela, uma escuridão mais poderosa e mortal do que qualquer coisa que já enfrentaram. Para acabar com esse pesadelo, eles precisarão de todos — o grupo inteiro — unidos, uma última vez.

O elenco estelar inclui, além de Wolfhard, Millie Bobby Brown, Noah Schnapp, Caleb McLaughlin, Gaten Matarazzo e Sadie Sink, bem como Joe Keery, Maya Hawke, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Jamie Campbell Bower, Brett Gelman, David Harbour e Winona Ryder.

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Saiba aonde assistir ao ESQUECIDO 4º filme ‘Batman – O Cavaleiro das Trevas’ de Chris Nolan

Aclamada por sua profundidade e realismo sombrio, a trilogia Cavaleiro das Trevas de Christopher Nolan, composta por “Batman Begins” (2005), “Batman – O Cavaleiro das Trevas” (2008) e “Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge” (2012), é inegavelmente um divisor de águas no cinema de super-heróis.

Para milhões de fãs ao redor do mundo, a interpretação de Christian Bale como Bruce Wayne/Batman, sob a direção magistral de Nolan, é a quintessência do herói. No entanto, por trás da grandiosidade desses sucessos de bilheteria, existe um “quarto filme” dessa mesma franquia que muitos admiradores desconhecem: a animação Batman: Gotham Knight.

Lançado discretamente em 8 de julho de 2008, apenas duas semanas antes da explosão mundial de “Batman – O Cavaleiro das Trevas“, “Batman: Gotham Knight” foi um projeto nipo-americano estrategicamente concebido para servir como uma ponte narrativa entre “Batman Begins” e seu aclamado sucessor. Embora os filmes de Nolan dominassem as conversas e bilheterias, a animação, por não ser um live-action e ser uma antologia, passou despercebida por grande parte do público.

A essência de “Batman: Gotham Knight” – que no Brasil recebeu o título ‘Batman – O Cavaleiro de Gotham‘, reside na exploração do desenvolvimento do Batman de Nolan no período que separa os dois primeiros filmes.

A coletânea de seis curtas-metragens, cada um com um estilo de animação distinto, ilustra como o Cavaleiro das Trevas aprimorou suas técnicas de combate e investigação, ganhando experiência e solidificando sua reputação no submundo do crime de Gotham.

A antologia expande o universo da trilogia ao apresentar o Batman enfrentando uma galeria de vilões que não apareceram nos filmes de Nolan, como o temível Killer Croc e o letal Pistoleiro. Essa inclusão não só enriquece a mitologia de Gotham, mas também oferece aos fãs um vislumbre de ameaças adicionais que o herói enfrenta nos intervalos de suas grandes sagas cinematográficas. Embora esses vilões não fossem cruciais para a trama principal dos filmes de live-action, sua presença na animação confere um contexto mais amplo e vibrante ao universo do Cavaleiro das Trevas.

Você pode assistir Batman – O Cavaleiro de Gotham na AppleTV.

Um dos aspectos mais fascinantes do filme é sua diversidade visual. Cada um dos seis curtas foi produzido por um estúdio de animação diferente, resultando em uma fusão de influências do estilo japonês com a estética ocidental do herói. Essa abordagem criativa permite que cada segmento explore uma faceta diferente do Batman de Christian Bale, mantendo, no entanto, uma coesão narrativa que guia o espectador pela evolução do herói antes dos eventos de “O Cavaleiro das Trevas”.

Apesar de não ser uma peça “essencial” para a compreensão da trilogia principal de Nolan, a animação oferece uma camada adicional de contexto e aprofundamento para os fãs mais dedicados. Os produtores fizeram questão de ressaltar que as histórias são autônomas, mas para quem busca uma imersão completa no universo de Nolan, “Gotham Knight” é uma joia a ser descoberta.

Apesar de não ter tido um lançamento cinematográfico, o filme demonstrou um impressionante desempenho financeiro. Com um orçamento modesto de US$ 3 milhões, a animação arrecadou US$ 8,5 milhões apenas em vendas domésticas de DVD e Blu-ray. Esse retorno substancial para um projeto que não recebeu a mesma divulgação massiva dos filmes de live-action é um testamento de sua qualidade e do interesse do público em expandir a experiência do universo de Nolan.

Além do sucesso comercial, a animação foi bem recebida pela crítica, conquistando 75% de aprovação no Rotten Tomatoes. Isso atesta sua qualidade e sua relevância dentro da franquia, mesmo que tenha sido, em grande parte, ofuscada pelo brilho avassalador dos filmes de Nolan.

Em suma, “Batman: Gotham Knight” representa um capítulo importante, mas frequentemente esquecido, do legado da aclamada trilogia Cavaleiro das Trevas. A animação expande o universo de Gotham e do Batman de uma maneira única, oferecendo aos fãs uma oportunidade valiosa de ver o Cavaleiro das Trevas de Christian Bale em novas aventuras e desafios, além de proporcionar um olhar aprofundado sobre sua evolução entre “Batman Begins” e “O Cavaleiro das Trevas”. Para os entusiastas do herói que ainda não exploraram esta obra, “Batman: Gotham Knight” é uma redescoberta que promete enriquecer ainda mais sua compreensão do universo de Nolan.

Veja fotos:

Batman animado em caverna sombria.
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Personagem de anime com chapéu e rosto parcialmente robótico.
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Batman e Mulher ao fundo, em cena animada.
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Personagem robótico com capa e olhos vermelhos brilhantes.
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Batman em ação à noite na cidade.
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Batman animado luta em uma instalação tecnológica.
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Saiba QUAL atriz brasileira recusou o convite de Vin Diesel para estrelar ‘Velozes e Furiosos’

Durante uma participação no videocast ‘Conversa vai, conversa vem‘, a atriz Taís Araújo compartilhou uma experiência curiosa e significativa de sua carreira.

Ela revelou que foi convidada para participar de um teste de seleção para integrar o elenco de um dos filmes da franquia de sucesso ‘Velozes e Furiosos‘, uma das mais famosas produções de ação de Hollywood.

Apesar de ter sido uma oportunidade que poderia abrir portas para uma carreira internacional, Taís surpreendeu ao contar que, mesmo viajando até Los Angeles para participar do processo seletivo, escolheu recusar o papel.

Segundo ela, naquele momento, havia algo ainda mais importante em sua vida do que um novo trabalho: seu desejo de formar uma família.

Ela explicou que estava em um ponto da vida em que sentia a necessidade de se dedicar mais ao lado pessoal do que ao profissional.

“Eu queria ter filho. Meu marido está me esperando lá em Nova York. Mas é óbvio que se eu te falar que vou fazer, vou fazer, mas meu desejo agora é olhar para a minha vida pessoal”, contou a atriz, referindo-se ao também ator Lázaro Ramos, com quem é casada.

Taís destacou que, apesar de ser uma oportunidade em um filme de grande repercussão mundial, nunca se deixou seduzir pelo chamado “sonho americano” — aquele ideal de sucesso que muitos artistas buscam ao tentar uma carreira em Hollywood. Com sinceridade, afirmou:

“Nunca tive esse ‘American dream’. Tenho uma vida muito boa aqui no Brasil, sou muito feliz aqui.”

Com isso, ela deixou claro que, para ela, a realização pessoal e a felicidade não estão necessariamente atreladas a uma carreira internacional. Seu foco sempre esteve em construir uma trajetória sólida no Brasil, onde conquistou reconhecimento, respeito e admiração do público. A fala de Taís mostra não apenas sua maturidade profissional, mas também uma forte consciência sobre suas prioridades e valores pessoais.

Velozes e Furiosos 11‘ promete não apenas encerrar a saga de uma forma grandiosa, mas também trazer de volta o que fez da franquia um fenômeno global por mais de duas décadas.

O filme estreia em Abril de 2027.

Uma Thurman é destaque no cartaz INÉDITO de ‘The Old Guard 2’

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Foi divulgado um cartaz inédito de ‘The Old Guard 2’, sequência do filme de ação estrelado por Charlize Theron.

O pôster dá destaque a Uma Thurman, que será a antagonista da narrativa.

Confira:

O longa chega à Netflix no dia 02 de julho.

Dirigido por Victoria Mahoney, o filme mostrará Andy (Charlize Theron) e seus guerreiros imortais enfrentando um novo inimigo que ameaça a existência da raça humana.

Além de Teron, o filme também terá outros retornos com o elenco sendo contando com Matthias Schoenaerts (Booker), KiKi Layne (Nile Freeman), Marwan Kenzari (Joe), Luca Marinelli (Nicky), Vân Veronica Ngô (Quynh) e Chiwetel Ejiofor (James Copley). Uma Thurman (de ‘Kill Bill’) e Henry Golding (de ‘G.I. Joe Origens: Snake Eyes’) são as novas adições.

Confira a nossa crítica do filme original:

Crítica Netflix | The Old Guard – Charlize Theron estrela filme de super-heróis no estilo ‘Atômica’

Após divórcio com Katy Perry, Orlando Bloom é visto passeando ao lado de Sydney Sweeney

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Após se divorciar da cantora e compositora indicada ao Grammy Katy Perry, com quem permaneceu durante nove anos, Orlando Bloom foi visto neste último sábado (28) ao lado de Sydney Sweeney (via TMZ).

O astro, conhecido por seus papéis em ‘O Senhor dos Anéis’ e ‘Piratas do Caribe’, foi fotografado junto à atriz de ‘Euphoria’ em Veneza, após participarem do casamento de Jeff Bezos e Lauren Sanchez.

Bloom e Sweeney também foram fotografados ao lado de Tom Brady.

As fotos levantaram comentários nas redes sociais de que os astros poderiam ter dado início a um caso romântico – o que, ao menos até agora, não teve indícios concretos além das imagens divulgadas.

Confira:

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Bloom e Perry se conheceram durante uma cerimônia do Globo de Ouro, “brigando” por um hambúrguer durante uma afterparty. Entre o início de um namoro e uma pausa que durou pouco menos de um ano, os dois adentraram um relacionamento bastante sólido, que culminou em noivado em 2019 e no nascimento da filha, Daisy Dove Bloom, em agosto de 2020.

Dove Cameron lança a inédita “Romeo”, de seu vindouro álbum de estreia; Ouça!

A cantora, compositora e atriz Dove Cameron lançou recentemente a inédita “Romeo”, que funciona como terceiro single de seu vindouro álbum de estreia.

Ainda sem título ou data de estreia oficiais, o compilado também conta com as faixas “Too Much”“French Girls” e é precedido pelo EP ‘Alchemical: Volume 1’.

Ouça e assista ao videoclipe:

“Romeo” é sobre “ocupar espaço, conhecer seu valor e se render ao amor” e foi parcialmente inspirada no relacionamento de Cameron com o cantor italiano Damiano David, do grupo Måneskin.

A faixa é pautada no dark pop e foi lançada através da Disruptor e da Columbia.

Madison LoveGrace BarkerJason EviganLionel Crasta co-assinam a canção ao lado de Cameron. Evigan e Crasta também ficam responsáveis pela produção.

‘Pecadores’: Terror de VAMPIROS estrelado por Michael B. Jordan chega esta semana ao streaming!

O aclamado thriller sobrenatural ‘Pecadores‘, dirigido por Ryan Coogler, chega esta semana ao streaming.

O filme, que se tornou um dos mais elogiados do ano, chega ao catálogo da Max neste próximo dia 4 de julho.

Estrelado por Michael B. Jordan, que interpreta os irmãos gêmeos Smoke e Stack, o filme conta ainda com Hailee Steinfeld no papel de Mary, além de um elenco de peso formado por Jayme Lawson, Delroy Lindo, Wunmi Mosaku, Omar Miller, Li Jun Li, Jack O’Connell, Miles Caton, Christian Robinson, entre outros.

Na trama, os irmãos gêmeos retornam à sua cidade natal tentando fugir de vidas marcadas por violência e arrependimento. Mas o refúgio rapidamente se transforma em pesadelo quando eles descobrem uma ameaça ainda maior — e sobrenatural — à espreita.

Com elementos de terror psicológico, drama familiar e vampirismo, ‘Pecadores‘ foi aclamado pela crítica e pelo público desde sua estreia nos cinemas, sendo elogiado por sua abordagem visceral e socialmente carregada, marca registrada do diretor de ‘Pantera Negra‘ e ‘Creed‘.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Fãs ZOMBAM das primeiras imagens de ‘Return a Silent Hill’: “Parece uma paródia pornô”

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A aguardada adaptação de ‘Retorno a Silent Hill‘ (Return to Silent Hill) ganhou suas primeiras imagens – e logo atraíram comentários bastante ácidos dos internautas através das redes sociais.

Pouco depois da divulgação das fotos, inúmeros fãs comentaram sobre a contraditória qualidade do projeto, chegando a assemelhá-lo a um “filme pornô” de baixo orçamento.

Confira:

“Isso parece fan fiction ou a abertura de um pornô de baixo orçamento”.

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“Parece uma paródia pornô de Silent Hill“.

“Por que isso parece tão mal feito?”.

“Parece que vai ser um grande desastre”.

“Todos estão falando sobre as perucas, mas que diabos é essa iluminação?”.

“Isso parece um vídeo amador feito por fãs. Por que é tão difícil para os realizadores acertarem o visual do jogo?”.

Lembrando que o novo filme está programado para estrear no dia 23 de janeiro de 2026.

Dirigido por Christophe Gans – que comandou a adaptação ‘Terror em Silent Hill‘, de 2006 –, o filme é baseado em ‘Silent Hill 2, o segundo e mais popular jogo da série de videogames de sucesso da Konami.

James (Jeremy Irvine) é um homem quebrado após ter sido separado do seu grande amor (Hannah Emily Anderson). Quando uma carta misteriosa o chama de volta a Silent Hill em busca dela, ele percebe que a cidade foi transformada por um mal desconhecido.

Enquanto James se aventura cada mais vez na escuridão, ele encontra figuras aterrorizantes, tanto familiares quanto novas, e começa a questionar sua própria sanidade enquanto ele luta para manter o senso da realidade por tempo suficiente para salvar seu amor perdido.

Lançado em 2006, ‘Terror em Silent Hill‘ arrecadou mais de US$ 100 milhões mundialmente. A sequência, ‘Silent Hill: Revelação‘, fracassou nas bilheterias com apenas US$ 55.3 milhões arrecadados mundialmente, além de ter sido massacrada pelos críticos.

Jenna Ortega revela se RETORNARIA ao MCU em papel protagonista

Jenna Ortega se sagrou uma das atrizes mais conhecidas do cenário atual do entretenimento, tendo participado de produções como ‘Pânico’‘Wandinha’‘Os Fantasmas se Divertem’ – e transformando-se em um dos ícones contemporâneos do terror.

Porém, antes de ascender a um estrelado inenarrável, Ortega fez uma breve aparição em uma popular franquia cinematográfica, o Universo Cinemático Marvel – tendo sua estreia oficial em um longa-metragem ao interpretar a filha do vice-presidente dos Estados Unidos em Homem de Ferro 3.

Apesar da aparição, seu papel não foi oficialmente creditado e, considerando sua crescente popularidade, fãs estão se perguntando se a atriz gostaria de se juntar ao MCU em um futuro próximo.

Em uma recente entrevista à ET (via Screen Rant), quando questionada sobre a possibilidade, Ortega respondeu:

“Fiz isso uma vez. [Homem de Ferro 3] foi um dos meus primeiros trabalhos. Eles tiraram todas as minhas falas… Eles até tiraram meu nome [dos créditos]. Eu contei isso, e então segui em frente”.

A declaração de Ortega vai de encontro a recentes sumores do famoso perfil insider @MyTimeToShineH, que apontou que ela estava em negociações para integrar o panteão super-heroico.

Vale lembrar que o projeto mais recente de Ortega foi ‘Hurry Up, Tomorrow’, filme inspirado no álbum homônimo de The Weeknd, que co-estrela. Outros créditos incluem ‘Morte de um Unicórnio’ e a vindoura 2ª temporada de ‘Wandinha’, que tem estreia agendada para 6 de agosto na Netflix.

John Travolta surpreende fãs durante exibição especial de ‘Grease’; Confira!

Nesta última sexta-feira (27), os fãs de Grease foram presenteados com uma aparição surpresa de ninguém menos que o icônico John Travolta, que retornou como Danny Zuko durante uma exibição especial do popular musical.

Travolta deu as caras no evento do The Hollywood Bowl, marchando aos palcos para cumprimentar seus colegas antes de levar a multidão à euforia (via EW).

“Los Angeles?”, ele perguntou, imitando uma das famosas falas do filme. “Achei que você ia voltar para a Austrália!”.

Vestindo uma jaqueta de couro preta, uma camiseta e jeans adequados para o próprio Danny, Travolta garantiu aos fãs que estava “arrasando e tudo mais” antes de entoar um coro de “a-womp-bop-a-looma a-womp-bam-boom” de “We Go Together”, a animada música de encerramento do filme.

Também estiveram presentes no evento Didi Conn (Frenchy), Barry Pearl (Doody), Michael Tucci (Sonny) e Kelly Ward (Putzie), além do diretor do filme, Randal Kleiser.

Lembrando que Grease, que trouxe a saudosa Olivia Newton-John como co-protagonista ao lado de Travolta, está disponível no Telecine.

Na Califórnia de 1959, a boa moça Sandy e o metido Danny se apaixonam e aproveitam um verão inesquecível na praia. Quando voltam às aulas, eles descobrem que frequentam a mesma escola. Danny lidera a gangue dos T-Birds, um grupo que gosta de jaquetas de couro e muito gel no cabelo, e Sandy passa tempo com as Pink Ladies, lideradas pela firme e sarcástica Rizzo. Quando os dois se reúnem, Sandy percebe que Danny não é o mesmo por quem se apaixonou, e ambos precisam mudar caso queiram ficar juntos.

Henry Golding revela qual personagem famoso é o “PESADELO de todo ator”

À medida que a procura pelo próximo James Bond chega à reta final, o ator Henry Golding (‘Podres de Ricos’) compartilhou observações sobre o cobiçado papel.

Em uma recente entrevista à People, Golding explicou o motivo do icônico personagem, que foi eternizado pela contínua franquia 007, é o “pesadelo de todo ator”.

“Da mesma maneira, [você] também quer acrescentar algo novo à franquia”, o astro britânico afirmou. “Por que eles não podem trazer mais agentes ou mais ‘00s’? Acho que seria muito mais divertido, porque não são apenas restrições e a expectativa”.

Golding acrescentou: “talvez eu seja só um covarde. Não sei. Mas acho que adoraria muito mais se não existisse essa presença cultural predominante”.

O personagem já foi vivido por célebres atores da sétima arte, incluindo Sean Connery, Roger Moore, Timothy Dalton e Pierce Brosnan. A encarnação mais recente do famoso agente secreto foi Daniel Craig, que fez sua estreia em ‘Casino Royale’ e estrelou ‘Quantum of Solace’, ‘Operação Skyfall’, 007 contra Spectre’ e ‘Sem Tempo para Morrer’, ganhando aclame por sua interpretação.

Os comentários de Golding vêm pouco depois da confirmação de que o aclamado realizador Denis Villeneuve (‘Blade Runner 2049’, ‘Duna’) foi contratado pela Amazon MGM Studios para encabeçar o próximo projeto da saga de espionagem.

Barbara Broccoli e Michael G. Wilson entram como produtores, enquanto Tanya Lapointe assina a produção executiva.

Mais detalhes não foram revelados.

20ª CineOP promove HOJE o lançamento de 30 livros impressos, uma revista e três e-books

cineop

A 20ª CineOP promove no domingo, 29 de junho, a partir das 12h45, no Hall de Convivência do Centro de Convenções, o lançamento de 30 livros impressos, uma revista e três e-books. As publicações abordam uma diversidade de temas como cinema e educação, pedagogias audiovisuais, cineclubismo, experiências formativas, história do cinema, políticas públicas, protagonismo feminino e indígena, entre outros eixos que atravessam o audiovisual brasileiro e latino-americano. O lançamento reúne autoras e autores de diferentes regiões do Brasil e da América Latina, convidando o público da CineOP a conhecer e dialogar com essa produção que fortalece o campo do cinema e da educação, valoriza memórias e territórios e promove a democratização do acesso ao audiovisual.

Entre os destaques estão obras como Proposta de um Programa Nacional de Cinema na Escola, elaborada coletivamente por representantes da Rede Kino; A Madame Tem Desejos, que propõe uma pedagogia feminista do cinema a partir de Alice Guy; Cineclubes em Cena, com experiências educativas no Brasil e em Portugal; Ijã Mytyli, que traz a produção audiovisual dos povos Manoki e Mỹky; e O Pequeno Cineasta, que narra experiências com arte e cinema em hospitais públicos do Rio de Janeiro. Também serão lançadas publicações organizadas por instituições de ensino e pesquisa, como a UFBA, UFF, UFRJ, UFOP e UFS, e editoras como Multifoco, Ilustre, Insônia e Universo Produção.

INFORMAÇÕES 

Toda a programação é gratuita e pode ser consultada  no site oficial.

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SERVIÇO

20ª CINEOP – MOSTRA DE CINEMA DE OURO PRETO25 a 30 de junho de 2025 

Centro de Artes e Convenções da Ufop

Praça Tiradentes

Cine- Museu da Inconfidência


Lei Federal de Incentivo à Cultura

Patrocínio Máster: Instituto Cultural Vale
Patrocínio: Caixa, Itaú, Codemge/Governo De Minas Gerais
Parceria Cultural: Sistema Fecomércio MG / Sesc em Minas, Universidade Federal de Ouro Preto, Prefeitura de Ouro Preto e Instituto Universo Cultural
Idealização e Realização: Universo Produção
Ministério da Cultura/Governo Federal/União e Reconstrução

Adaptação de ‘Torre do Terror’ ainda irá acontecer? Scarlett Johansson responde!

Em entrevista ao Entertainment Weekly, Scarlett Johansson (‘Jurassic World: Recomeço’) revelou que a adaptação de ‘Torre do Terror‘, baseada na popular atração do parque temático da Disney, ainda está em desenvolvimento.

A atriz afirmou que tem sido difícil construir uma narrativa, mas que o projeto está lentamente ganhando forma.

“É algo difícil de se adaptar. É mais difícil do que as pessoas imaginam, porque há pouca narrativa envolvendo a atração. Não quero dizer que é uma mitologia rasa, mas meio que é.”

Ela completa, “O mistério é parte da atração. E esse é o projeto divertido de se fazer parte, pois tem um potencial ilimitado, mas se provou muito difícil de adaptar. No entanto, nós vamos descobrir um jeito. A adaptação está tomando forma.”

Taika Waititi (‘Thor Ragnarok’) será responsável pela direção.

Waititi e Johansson já haviam trabalho juntos no aclamado ‘Jojo Rabbit‘, que rendeu uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante para Johansson, e a vitória por Melhor Roteiro Adaptado para Waititi.

“Milagrosamente, qualquer rivalidade entre a Disney e Johansson foi dissipada. A atriz permanece envolvida com o Disney e estrelará ‘Torre do Terror’, baseada na popular atração temática, que contará com a direção do Taika Waititi. A atriz revelou que ainda visita o parque da Disney ao menos 10 vezes por ano, e adora discutir sobre os filmes do estúdio,” reportou o site.

Josh Cooley, conhecido por seu ovacionado trabalho nas animações ‘Divertidamente‘ e ‘Toy Story 4‘, assinará o roteiro.

‘Torre do Terror’ será baseado na popular atração temática dos parques do complexo Disney, que foi construída como um elevador de queda livre. Vale lembrar que ela já ganhou uma adaptação em filme para televisão em 1997, estrelando Steve GuttenbergKirsten Dunst.

A atração não seria a primeira a ganhar uma releitura em live-action, considerando que a Casa Mouse já lançou a franquia Piratas do Caribe, o terror Mansão Mal-Assombrada e está prestes a divulgar o aguardado Jungle Cruise.

Johansson já foi indicada duas vezes ao Oscar pelos filmes Jojo Rabbit‘História de um Casamento’. Ela também reprisará seu papel como Natasha Romanoff em Viúva Negra, que chega em 09 de julho ao Disney+, e participará do remake de A Pequena Loja dos Horrores e da sequência ‘Sing – Quem Canta Seus Males Espanta 2’.

Will Smith faz alusão ao tapa em Chris Rock no Oscar em novo rap freestyle

Depois de subir no palco para um momento infame no Oscar de 2022, Will Smith resolveu tirar proveito de um erro para criar um rap freestyle para o mundo ouvir.

A recente aparição do ator e músico no programa do DJ britânico Charlie Sloth, Fire in the Booth, o trouxe fazendo referência à sua chocante altercação com o apresentador do Oscar, Chris Rock, que culminou à renúncia de Smith da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas e a seu banimento de dez anos de futuras cerimônias.

Em um estilo livre que repete o refrão “eu sou o mais doente”, Smith cantou: “se você estiver falando besteira no palco e me desrespeitando, pode me esperar subindo ao palco”.

No chocante incidente em 2022, Rock fez uma piada sobre Jada Pinkett Smith, esposa de Will, e sua condição de alopecia, como parte de seu “stand-up” na 94ª cerimônia do Oscar. Will, então, subiu ao palco e deu um tapa na cara de Rock, dizendo a ele: “mantenha o nome da minha esposa longe da sua boca.”

O astro, que venceu a estatueta de Melhor Ator na mesma cerimônia por ‘King Richard: Criando Campeãs’, alertou no início do rap que “minhas percepções não soam corretas em frases de efeito”, antes de expressar sua referência ao incidente:

“Não sou o tipo de homem que age de forma maliciosa e sou adulto demais para fazer joguinhos infantis”.

Relembre o incidente:

Crítica | ‘Os Ruminantes’ – Doc revela os motivos de um filme nunca feito e considerado AMALDIÇOADO [CineOP 2025]

Partindo de fatos curiosos sobre um filme — considerado ‘maldito’ por muitos — que nunca saiu do papel, o documentário Os Ruminantes nos conduz por memórias de uma época marcada pela escassez de recursos e pela pressão política. A narrativa se constrói a partir da intimidade dos depoimentos e da presença de grandes trechos do cinema nacional, que ajudam a preencher as lacunas deixadas por um cineasta marcante na história do cinema brasileiro, falecido precocemente antes dos 40 anos. Dirigido por Tarsila Araújo e Marcelo Mello, o longa foi selecionado para a Mostra Competitiva da CineOP 2025.

O projeto parte da trajetória de Luiz Sergio Person, mas se expande para retratar todo um cenário audiovisual da época. Com olhar voltado para o final da década de 1960, o documentário se destaca pela sólida pesquisa e cuidadosa montagem. A partir de um roteiro que tinha potencial para se tornar mais uma obra marcante do nosso cinema, a narrativa nos conduz por contextos políticos e culturais do período, revelando curiosidades pouco conhecidas — como a intervenção do regime militar que impediu o sucesso de um dos filmes de Person nos Estados Unidos.

 

O roteiro em questão é uma adaptação do romance A Hora dos Ruminantes, de José J. Veiga — uma obra que explora a imprevisibilidade da vida por meio das transformações provocadas pela ruptura do cotidiano, após a chegada de misteriosos personagens à fictícia cidade de Manarairema. Os paralelos com a sempre conturbada política brasileira e com temas relevantes da sociedade saltam aos olhos — elementos que despertaram o interesse do cineasta Luiz Sergio Person e de seu grande amigo, o também cineasta Jean-Claude Bernardet.

A construção do documentário parte de perguntas ainda sem respostas sobre os motivos que impediram a realização do filme, e se desenvolve a partir dos depoimentos de Marina Person (filha de Luiz Sergio Person) e Jean-Claude Bernardet. Um de seus grandes méritos está em revelar as dificuldades de se produzir uma obra audiovisual em um contexto histórico adverso, ao mesmo tempo em que reforça a importância de manter viva a memória documentada — funcionando como uma espécie de continuidade da obra de um cineasta que, mesmo décadas após sua morte, segue como referência no cinema brasileiro.

 

Os Ruminantes mantém os pés no chão, mas não deixa de dialogar com o universo do realismo fantástico presente na obra original — um clássico da literatura brasileira. Por meio do inusitado, o filme abre espaço para aprendizados e provoca reflexões profundas. A história, agora novamente documentada, convida o espectador a olhar com atenção. Basta querer enxergar.