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‘Mentirosos’: SUSPENSE baseado no aclamado romance de E. Lockhart chega esta semana ao streaming!

Emily Alyn Lind

Mentirosos‘, série de suspense baseada no romance homônimo de E. Lockhart, chega esta semana ao catálogo do Prime Video.

A produção tem estreia agendada para o próximo dia 18 de junho na plataforma de streaming.

Na trama…

Os Sinclair, uma família rica e renomada, que se recusa a admitir que está em decadência e se agarra a todo custo às tradições. Assim, todo ano o patriarca, suas três filhas e seus respectivos filhos passam as férias de verão em sua ilha particular. Cadence – neta primogênita e principal herdeira -, seus primos Johnny e Mirren e o amigo Gat são inseparáveis desde pequenos, e juntos formam um grupo chamado Mentirosos. Durante o verão de seus quinze anos, as férias idílicas de Cadence são interrompidas quando a garota sofre um estranho acidente. Ela passa os próximos dois anos em um período conturbado, com amnésia, depressão, fortes dores de cabeça e muitos analgésicos. Toda a família a trata com extremo cuidado e se recusa a dar mais detalhes sobre o ocorrido… Até que Cadence finalmente volta à ilha para juntar as lembranças do que realmente aconteceu.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

O elenco conta com Candice Accola, Caitlin FitzGerald, David Morse, Emily Alyn Lind, Shubham Maheshwari, Esther MacGregor, Rahul Kohli e Joseph Zada.

Julie PlecCarina Adly MacKenzie entram como roteiristas e produtoras executivas. Emily Cummins e Lockhart ficam a encargo da produção executiva.

Nzingha Stewart comanda o episódio piloto.

‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’ deve ter abertura ainda MAIOR que o previsto nas bilheterias

Boas notícias para os fãs do Universo Cinemático Marvel!

Segundo novas reportagens do site Box Office Theory, o aguardado Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’ deve ter uma abertura de bilheteria ainda maior que o previsto – o que algo muito bem-vindo para a Marvel Studios, considerando a fraca arrecadação de ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’‘Thunderbolts*’ ao redor do mundo.

As informações indicam que, após o início da pré-venda, as projeções para o filme saltaram de US$125 – US$136 milhões para sólidos US$155 milhões. A encargo de comparação, ‘Superman’, que abre oficialmente o DCU nos cinemas, deve estrear com uma arrecadação de US$140 – US$185 milhões.

Embora dados de rastreamento totalmente confiáveis ​​não estejam disponíveis até duas ou três semanas antes do lançamento, as estimativas iniciais do site levam em consideração a pré-venda de ingressos e a repercussão nas mídias sociais para prever o fim de semana de estreia de um filme.

O filme tem estreia marcada para o dia 25 de julho de 2025, marcando o início da Fase 6 do MCU.

Ambientado em um vibrante mundo retrofuturista inspirado nos anos 1960, ‘O Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘ apresenta a Primeira Família da Marvel—Reed Richards/Senhor Fantástico (Pedro Pascal), Sue Storm/Mulher Invisível (Vanessa Kirby), Johnny Storm/Tocha Humana (Joseph Quinn) e Ben Grimm/Coisa (Ebon Moss-Bachrach)—enquanto enfrentam seu maior desafio até agora. Forçados a equilibrar seus papéis como heróis e a força dos laços familiares, eles devem defender a Terra de um deus espacial voraz chamado Galactus (Ralph Ineson) e seu enigmático arauto, o Surfista Prateado (Julia Garner). E como se o plano de Galactus para devorar o planeta inteiro e todos nele já não fosse ruim o suficiente, a ameaça se torna ainda mais pessoal.

O longa é dirigido por Matt Shakman.

Crítica | Tempestade: Planeta em Fúria é o Filme Catástrofe que Já Vimos Antes

O Dia Depois do Impacto Profundo

A maioria dos jovens cinéfilos têm O Dia Depois de Amanhã (2004) como referência de cinema catástrofe. Eu, como representante de uma geração anterior, fui ao cinema na adolescência assistir ao duelo de vulcões em 1997 (O Inferno de Dante e Volcano – A Fúria), e o de meteoros em 1998 (Impacto Profundo e Armageddon). A verdade é que cinema catástrofe teve seu alicerce construído na década de 1970, com produções como Aeroporto (1970), Inferno na Torre (1974) e Terremoto (1974) – cuja proposta era sempre rechear o elenco com grandes nomes do passado e presente, dar-lhes um desafio catastrófico a ser superado e matar metade dos personagens antes da conclusão.

Pulamos para 2017, e os moldes do cinema catástrofe seguem os mesmos, tendo como única diferença a ameaça (mais atual) a ser combatida. Embora qualquer trama para este tipo de filme seja válida e continue sendo usada (a Falha de San Andreas que o diga), existe uma real preocupação com o aquecimento global e as constantes e erráticas mudanças climáticas de nosso planeta. E não são apenas os documentários de Al Gore que apontam isso, o cinema pipoca segue usando o tema como pano de fundo para seu roteiro de entretenimento.

No roteiro e direção, um verdadeiro especialista no subgênero. Dean Devlin foi parceiro profissional e pessoal do diretor Roland Emmerich, e produtor da maioria de seus filmes, vide Independence Day (1996) e Godzilla (1998). Agora, Devlin mostra que também entende do riscado, estreando na direção de um blockbusters e realizando sua própria versão de O Dia Depois de Amanhã, o qual não produziu para o colega.

A esta altura vale dizer também que filmes como este soam quase como paródia de si mesmos e do gênero. Nunca esqueço a sátira do humorista Mike Myers que foi ao ar no MTV Movie Awards de 1997 (ou 1998), e apresentava o filme catástrofe fictício ‘Geada’. Pronto, este tipo de filme nunca mais seria levado a sério, ao menos não da forma pré-estabelecida na qual ainda são feitos.

Na trama, Gerard Butler interpreta um cientista que desenvolveu a tecnologia para pôr fim no aquecimento global. Ela funciona na forma de satélites enviados para a atmosfera da Terra, capazes de controlar o clima e detectar qualquer anomalia. Além de enfrentar a fúria do governo americano, que deseja controlar sua invenção, o sujeito ainda precisa lidar com o possível caso de sabotagem, vindo de dentro de sua própria equipe e que pode chegar a uma conspiração bem maior que todos imaginam.

A suspeita aponta para falha humana proposital, que resulta em milhares de mortes em diversos continentes, quando o meio ambiente enlouquece e começa a funcionar contra nós. Assim, temos as cenas que levam o público aos cinemas, CGI descarado produzido em telas verdes que a garotada adora. Ondas gigantes destruindo cidades (nada que não tenhamos visto em Impacto Profundo e O Dia Depois de Amanhã), como o Rio de Janeiro (aonde uma jovem de biquíni se comporta como uma verdadeira super-heroína numa das melhores e mais divertidas cenas do longa). Desertos no Oriente Médio congelam. Cidades geralmente frias no Japão experimentam um verdadeiro inferno. E por aí vai.

Também nem é preciso dizer que Tempestade: Planeta em Fúria funciona melhor (ou talvez só funcione assim) se na entrada da sala, ao pegarem os óculos 3D (assistimos a exibição para a imprensa normal), deixarem também os cérebros e ligarem o modo “diversão acima de tudo” de suas mentes e coração. Neste quesito o filme guarda algumas cenas de adrenalina e perseguição, em especial uma que envolve Butler e um satélite com defeito dentro da estação espacial, outra com Butler no espaço a la Gravidade (2013), uma cena de perseguição de carro com Abbie Cornish e Jim Sturgees, e outra com Daniel Wu.

O elenco traz ainda as presenças de Andy Garcia como o presidente norte-americano, Ed Harris como o vice, mas os destaques ficam com Alexandra Maria Lara na pele da astronauta líder da equipe e a ultra carismática Zazie Beetz (a Domino de Deadpool 2) – quem dera o filme fosse focado nela.

Cada geração tem sua leva de cinema catástrofe. Pessoalmente, Terremoto: A Falha de San Andreas (2015) consegue entreter mais e é maior no quesito adrenalina. Apesar de muitas similaridades estruturais, algo me diz que esta geração sai perdendo.

REMAKE de ‘Corra que a Polícia Vem Aí!’ ganha cartaz inédito; Trailer completo será lançado AMANHÃ!

Paramount Pictures divulgou um novo cartaz oficial do remake do clássico ‘Corra que a Polícia Vem Aí!’.

Além disso, a distribuidora confirmou que o novo trailer completo do longa-metragem será lançado amanhã, 16 de junho.

Confira:

Liam Neeson estrelará como o icônico do Tenente Frank Drebin, interpretado pelo falecido Leslie Nielsen na franquia original.

O elenco da nova versão ainda contará com Pamela Anderson,Paul Walter Hauser e Kevin Durand.

A direção do longa fica a cargo de Akiva Schaffer, com roteiro de Dan Gregor, Doug Mand e Schaffer, a mesma equipe por trás do sucesso Tico e Teco: Defensores da Lei.

Pamela Anderson, que interpretará o interesse amoroso do protagonista, é conhecida por seus papéis icônicos em séries comoS.O.S. Malibu e ‘Baywatch: S.O.S. Malibu, além de filmes como ‘Barb Wire – a Justiceira’ e ‘Super-Herói: O Filme’. Já Liam Neeson coleciona sucessos em filmes de ação como Busca Implacável, A Chamada, A Lista de Schindler e Batman Begins.

Os fãs podem revisitar o clássico original ‘Corra que a Polícia Vem Aí!’ no Prime Video.

Scarlett Johansson, Jonathan Bailey e Mahershala Ali nos novos cartazes de ‘Jurassic World: Recomeço’; Confira!

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A sequência ‘Jurassic World: Recomeço‘, novo capítulo da aclamada franquia estrelado por Scarlett Johansson (‘História de um Casamento’), Jonathan Bailey (‘Bridgerton’) e Mahersala Ali (‘Moonlight’) ganhou três novos cartazes oficiais e individuais, dando destaque aos protagonistas da nova aventura.

Divulgado com exclusividade pela IGN, o vídeo em questão mostra nossos protagonistas enfrentando o ataque do perigoso Mosassauro, que já apareceu no filme de 2015.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

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O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 3 de julho.

Na trama, cinco anos após os eventos de ‘Jurassic World – Domínio‘, a ecologia do planeta se mostrou amplamente inóspita para os dinossauros. Os dinossauros que restam existem em ambientes equatoriais isolados com climas que lembram aqueles em que eles prosperaram. As três criaturas mais colossais dentro daquela biosfera tropical detêm a chave para uma droga que trará benefícios milagrosos para salvar vidas da humanidade.

Gareth Edwards, do aclamado sci-fi ‘Resistência‘, é o responsável pela direção.

David Koepp, roteirista do longa original de 1993, assina o novo filme.

O elenco conta com Scarlett Johansson, Mahershala Ali, Jonathan Bailey, Rupert Friend, Manuel Garcia-Rulfo, Luna Blaise e David Iacono.

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Danny Boyle revela que NÃO dirigiria outro filme da franquia ‘007’: “Esse navio já zarpou”

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O acordo da Amazon MGM Studios para assumir o controle criativo da franquia James Bond dos produtores de longa data Barbara Broccoli e Michael G. Wilson pode ter abalado Hollywood, mas a notícia não mudou as opiniões do diretor Danny Boyle sobre um possível retorno à franquia.

“Esse navio já zarpou”, ele disse ao Business Insider, após ser questionado se as notícias recentes o fariam reconsiderar dirigir um futuro filme estrelado pelo agente secreto.

Boyle ficou famoso por ter desistido do 25º filme de James Bond, em 2018, devido a divergências criativas com Broccoli e Wilson. O projeto, eventualmente, se tornaria o último filme com Daniel Craig como o personagem titular, 007 – Sem Tempo para Morrer’.

“O que lamento [sobre o ocorrido] é que o roteiro era muito bom”, acrescentou Boyle. John Hodge é um roteirista maravilhoso.”

Boyle assinou contrato para o 25º filme de Bond em 2018 e se uniu a Hodge, seu colaborador de longa data, para o projeto. Hodge esteve ao lado do diretor em sua estreia no circuito cinematográfico, ‘Cova Rasa’, além de ter assinado a história de ambos os filmes da franquia ‘Trainspotting’.

Em 2022, Boyle revelou que a história original giraria em torno de um vilão russo e que o roteiro de Hodge “aceitou” a possibilidade de Bond morrer, já que Craig havia negociado isso no final de seu contrato. Mas, de acordo com o realizador, Broccoli e Wilson não ficaram entusiasmados com isso.

“Acho que eles não gostaram da qualidade do roteiro e, por isso, seguimos em frente, e é assim que deve ser”, ele explicou.

Boyle conclui: “o que quer que aconteça com Bond daqui para frente é o que tem que ser”.

Dica | ‘Mickey All Stars’ é uma Graphic Novel essencial para os fãs da Disney

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A Bienal do Livro do Rio de Janeiro está acontecendo e vai até o próximo dia 21. Dentre os descontos os estandes, a Panini vem se destacando com descontos muito interessantes nos volumes da coleção BD Disney, que integram uma série bastante curiosa para os fãs dos personagens clássicos da empresa, como o Mickey Mouse, o Pato Donald e o Tio Patinhas, por exemplo. No Brasil, cada exemplar da coleção costuma ser lançado, em média, por R$ 69,90. Só que a editora está disponibilizando os volumes por valores a partir dos R$ 34,90.

Iniciada há cerca de quatro anos no Brasil, a linha BD Disney traz um tratamento de luxo para edições que trazem histórias publicadas originalmente pela editora francesa Glénat. Com essa pegada europeia, as Graphic Novels da Disney abraçam o tradicionalismo, mas sem perder a ousadia francesa. Ou seja, são fascículos espetaculares que trazem histórias cujos volumes não dialogam entre si. É uma publicação antológica, voltada exclusivamente para apreciação individual de cada trama.

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‘A Ilha do Terror’ foi o 11º volume da coleção ‘BD Disney’, lançada no Brasil pela Panini e que também está em promoção na Bienal do Rio. Foto: Divulgação.

Dito isso, a dica é de uma Graphic Novel espetacular para todos os fãs do ‘boss’ Mickey Mouse. Lançada por aqui em fevereiro de 2024, Mickey All Stars é uma publicação ousadíssima que chegou ao Brasil com um atraso de seis anos, mas sem perder o brilho. Ela foi lançada na França para celebrar os 90 anos do Mickey, em 2018, com a proposta de homenageá-lo da forma mais artística possível: misturando os estilos de 47 ilustradores diferentes nas páginas.

A trama é ridiculamente simples e foi criada apenas para chancelar a realização da proposta. Mickey vai a um parque de diversões, onde encontra um brinquedo que supostamente o fará vivenciar dezenas de realidades diferentes em um único passeio. Ele adentra a porta com seu otimismo padrão e acaba passando por quase 50 histórias, enquanto seus amigos preparam uma festa surpresa para ele ao fim da viagem.

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Foto: Divulgação.

A proposta para fazer esse projeto virar realidade foi a seguinte: 47 artistas diferentes deveriam ilustrar uma história de uma página, cada, que tivesse início com o Mickey adentrando por uma porta, vivenciasse alguma experiência e terminasse saindo por outra porta. Nenhum ilustrador saberia de onde o camundongo veio nem para onde ele iria a seguir. O que valia mesmo era contar uma história simples, mas que exibisse seus estilos artísticos e suas próprias visões acerca do personagem.

“Em 2018, aceitei colaborar com este projeto porque ele me pareceu estimulante, dada a liberdade criativa prometida. A única obrigação era desenhar uma prancha autoconclusiva cujo fio condutor estava nos painéis inicial e final. Na primeira vez que tive a chance de ver o livro, fiquei desconcertado com a magnitude da liberdade usada, inesperada para mim. Mas esse sentimento desapareceu lentamente quando admirei o álbum em sua completude, apreciando o estilo gráfico – ora refinado, ora grotesco – das ilustrações. Observando-o com mais atenção, entendi que se tratava de uma tentativa visceral de trazer nosso herói de volta ao seu caráter original: exuberante, brincalhão, moleque. Portanto, considero envolvente esta ‘releitura’ do personagem, também graças à amplitude da criatividade gráfico-narrativa dos autores. Pessoalmente, aplaudo a iniciativa porque é preciso coragem para confeccionar uma obra do gênero. Conheci o Mickey em 1949. E logo gostei dele: foi amor à primeira vista! Certamente, não imaginei que tal ‘amor’ duraria tanto.
Hoje, muito tempo depois, sinto-me afortunado ao constatar que o sentimento continua vivo. Obrigado, Mickey!”, contou o ilustrador Marco Rota.

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Foto: Reprodução.

A beleza da obra se encontra justamente nessa mistura de estilos artísticos e narrativos. Há páginas com diálogos, enquanto outras trazem apenas ilustrações. Umas seguem o padrão dos quadrinhos de contar histórias, outras apostam nas setas para contar suas tramas explorando ao máximo o espaço da página. Os artistas convidados foram: Alfred, Batem, Federico Bertolucci, Guillaume Bouzard, Frédéric Brémaud, Brüno, Silvio Camboni, Éric Cartier, Giorgio Cavazzano, Florence Cestac, Joris Chamblain, Jean-Christophe Chauzy, Clarke, Nicolas Dab’s, Dav, Pieter De Poortere, Mathilde Domecq, Massimo Fecchi, Cèsar Ferioli, Denis-Pierre Filippi, Flix, Godi, Éric Hérenguel, Nicolas Juncker, Nicolas Kéramidas, Antonio Lapone, Marc Lechuga, Thierry Martin, Boris “BenGrrr” Mirroir, José-Luis Munuera, Alexis Nesme, Fabrice Parme, Mike Peraza, Fabrizio Petrossi, Jean-Philippe Peyraud, Johan Pilet, Michel Pirus, Arnaud Poitevin, Nicolas Pothier, Pascal Regnauld, Francisco “Paco” Rodriguez, Marco Rota, Olivier Supiot, Tebo, Ulf K., Sascha Wüstefeld Zanzim.

“Foi um trabalho aparentemente fácil, mas, na verdade, a extrema liberdade não era tanta assim, pois o enredo tinha de se vincular ao conceito comum de todas as páginas e suas portas. Nenhum desenhista sabia qual seria a página precedente, nem a sucessiva. Isso tornava a coisa ainda mais complicada porque era preciso apresentar uma trama com narrativa coerente e aceitável. Inicialmente, procurei explorar temas diversos ligados ao aniversário do Mickey, ao presente dado pela Minnie e à festa surpresa organizada pelos amigos do ratinho para a ocasião. No final, abordei a ideia da porta como um jogo, e foi a opção que funcionou melhor, inclusive com a ajuda do texto”, explicou Fabrizio Petrossi.

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Foto: Reprodução.

Com 56 páginas, Mickey All Stars também traz depoimentos, rascunhos e esboços de alguns dos artistas que compuseram o projeto. É uma edição de capa dura com acabamento sensacional, ressaltando o luxo da publicação de aniversário do maior ícone da Disney.

É uma leitura obrigatória para os fãs do camundongo mais famoso dos cinemas, que pode ser feita em qualquer lugar, já que é bastante dinâmica e divertida.

Jesse Williams embarca em uma jornada PERIGOSA no teaser trailer da série ‘Hotel Costiera’; Confira!

hotel costiera
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Prime Video divulgou o primeiro teaser oficial de Hotel Costiera, novo drama de ação italiano estrelado por Jesse Williams (‘Grey’s Anatomy’, ‘Only Murders in the Building’).

A série chega à plataforma de streaming no dia 24 de setembro.

Confira:

A série é dirigida por Adam BernsteinGiacomo MartelliElena BucaccioMatthew ParkhillFrancesco Arlanch integram o time de roteiristas.

Na trama, Daniel De Luca (Williams), um ex-fuzileiro naval, retorna à Itália para trabalhar em um hotel de luxo em Positano, na Costa Amalfitana. Pouco tempo depois, a filha do proprietário desaparece e De Luca é encarregado de encontrá-la.

Maria Chiara GiannettaJordan AlexandraAntonio GerardiSam HaygarthTommaso RagnoAmanda CampanaPierpaolo Spollon e outros completam o elenco.

Crítica | Marieta Severo brilha em ‘Torniquete’, que cria personagens profundos com poucos diálogos [Olhar de Cinema]

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Torniquete‘ teve sua première no 14º Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba, e trouxe a icônica Marieta Severo para falar com a imprensa, convidados e participar da prestigiada Mostra Competitiva Brasileira de Longas.

Filme de estreia na direção da curitibana Ana Catarina Lugarini, o longa-metragem traz um mergulho profundo nas complexidades das relações familiares e nos traumas que as moldam.

A trama acompanha três mulheres de diferentes gerações da mesma família: a pré-adolescente Amanda (interpretada por Sali Cimi), sua mãe Sônia (Renata Grazzini) e a avó Lucinda, papel vivido por Marieta Severo.

As vidas dessas mulheres são irreversivelmente impactadas por uma invasão traumática em sua casa. O filme explora as cicatrizes (literais e metafóricas) deixadas por esse evento, revelando traumas ainda latentes e as intrincadas dinâmicas que surgem quando elas passam a viver juntas pela primeira vez.

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Com poucos diálogos, o filme consegue criar duas personagens fortes – com a ajuda de atuações poderosas. Marieta é um espetáculo em cena, e foi ovacionada a cada frase disparada por sua personagem. É incrível o domínio em tela da veterana. A jovem Sala Cimi também é um deleite em tela, com uma química poderosa com Marieta.

O filme talvez peca por trazer pouca interação entre as personagens, vide que esse é o grande acerto da produção. Optando por cenas longas e com poucas falas, o roteiro não se aprofunda como poderia nas motivações, deixando tudo subentendido.

A verdade é que a presença de Marieta eleva o filme a um patamar de grande interesse, e a própria atriz financiou o projeto de Ana Catarina Lugarini, que assina o roteiro em parceria com Alice Name-Bomtempo e se mostra um forte nome em sua estreia na direção.

As exibições de ‘Torniquete‘ no 14º Olhar de Cinema têm sido bastante procuradas, com ingressos rapidamente esgotados. O filme teve sua primeira sessão no dia 14 de junho, às 21h, na Sala Claro MON (Museu Oscar Niemeyer), seguida de um debate com a equipe, proporcionando uma oportunidade única para o público interagir com os realizadores. Uma nova chance de assistir a essa produção promissora ocorre neste sábado, 15 de junho, às 15h45, também na Sala Claro MON.

O pesadelo não tem fim no novo teaser ASSUSTADOR de ‘Alien: Earth’; Confira!

O FX divulgou mais um teaser inédito de ‘Alien: Earth‘, que promete expandir o universo da franquia ‘Alien‘.

Confira, junto ao trailer completo, e siga o CinePOP no Youtube:

A produção tem lançamento agendado para o dia 12 de agosto no Disney+.

Quando a misteriosa nave de pesquisa espacial USCSS Maginot cai na Terra, Wendy (Sydney Chandler) e um grupo desorganizado de soldados táticos fazem uma descoberta fatídica que os coloca cara a cara com a maior ameaça do planeta.

No ano de 2120, a Terra é governada por cinco corporações: Prodigy, Weyland-Yutani, Lynch, Dynamic e Threshold. Nessa Era Corporativa, ciborgues (humanos com partes biológicas e artificiais) e sintéticos (robôs humanoides com inteligência artificial) coexistem com os humanos. Mas o jogo muda quando o prodígio Fundador e CEO da Prodigy Corporation desbloqueia um novo avanço tecnológico: híbridos (robôs humanoides imbuídos de consciência humana).

O primeiro protótipo híbrido, chamado Wendy (Chandler), marca um novo começo na corrida pela imortalidade. Após a nave espacial de Weyland-Yutani colidir com a Cidade Prodígio, Wendy e os outros híbridos encontram formas de vida misteriosas, mais aterrorizantes do que qualquer um poderia imaginar.

A produção será ambientada em 2120, dois anos antes dos eventos do longa original, ‘Alien, o 8º Passageiro‘.

Ridley Scott, diretor do filme original, entra como produtor da série.

Noah Hawley (‘Legion’) é responsável pelo projeto.

O elenco é formado por Sydney Chandler, Alex Lawther, Timothy Olyphant, Essie Davis, Samuel Blenkin, Babou Ceesay, David Rysdahl, Adrian Edmondson, Adarsh Gourav, Jonathan Ajayi, Erana James, Lily Newmark, Diem Camille e Moe Bar-El.

Richa MoorjaniKaren AldridgeEnzo CilentiMax RineheartAmir BoutrousVictoria MasomaTom MoyaAndy YuMichael SmileyJamie BispingTanapol Chuksrida fazem parte da atração como atores convidados.

Mariah Carey lança videoclipe oficial de sua nova música, “Type Dangerous”; Assista!

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A icônica cantora e compositora Mariah Carey lançou recentemente o videoclipe oficial de “Type Dangerous”, música inédita dá início à sua próxima era musical.

lead single traz elementos do R&B integrados ao hip hop soul e ao gênero conhecido como new jack swing, explorando uma narrativa de atração romântica e sexual a alguém potencialmente perigoso.

Trazendo um sample da clássica canção “Eric B. Is President”, lançada em 1987 por Eric B. & Rakim, a faixa é o primeiro vislumbre do vindouro 16º compilado de originais de Carey (que ainda segue sem detalhes confirmados).

Confira:

Dona de sucessos absolutos como “We Belong Together”“Obsessed”“Touch My Body”, Mariah Carey é uma das artistas mais conhecidas e bem-sucedidas de todos os tempos, além de ser conhecida por seus potentes vocais e por seu icônico falsete.

Com mais de 220 milhões de unidades vendidas ao longo de sua carreira, Carey já levou para casa cinco estatuetas do Grammy e possui um amplo legado que influenciou inúmeros artistas, incluindo a popstar Ariana Grande. Ela também é conhecida como a Rainha do Natal através da clássica “All I Want for Christmas Is You”, um dos singles mais vendidos de todos os tempos.

O último álbum de Carey foi o aclamado ‘Caution’, lançado em 2018.

Jackie Chan irá estrelar o novo filme de AÇÃO criminal ‘The Shadow’s Edge’

jackie chan
jackie chan

O lendário astro de cinema Jackie Chan está prestes a retornar à ativa!

Conhecido por seu trabalho em produções como ‘A Hora do Rush’‘Bater ou Correr’‘Kung Fu Panda’ e, mais recentemente, ‘Karatê Kid: Lendas’, Chan irá estrelar o longa-metragem ‘The Shadow’s Edge’, cujos direitos de exibição foram ofertados no Festival de Cannes (via The Hollywood Reporter).

Atualmente em pós-produção, o filme é dirigido por Larry Yang, um dos cineastas mais promissores da nova geração da China.

Chan e Yang já colaboraram no sucesso inesperado ‘Bons Companheiros’, de 2023. O novo filme tem estreia prevista para o final deste ano no circuito chinês.

Ambientado nas ruas iluminadas de Macau, o filme acompanha Chan como um especialista em vigilância aposentado da Polícia local que é convocado de volta à ativa para ajudar uma equipe de jovens detetives de elite a desmantelar uma gangue criminosa de alta tecnologia. A história opõe táticas tradicionais à tecnologia avançada de vigilância, preparando o cenário para um jogo de gato e rato de alto risco.

O projeto também reúne Chan com o aclamado ator de Hong Kong Tony Leung Ka-fai, quase duas décadas após sua última colaboração nas telas, em ‘O Mito’, de 2005. Cinco vezes vencedor do Prêmio de Cinema de Hong Kong, Leung apareceu recentemente em ‘Condor Heroes: The Gallants, de Tsui Hark, e em breve será visto em ‘Sons of the Neon Light’, de Juno Mak.

Zhang Zifeng (‘Irmã’), Ci Sha (‘Creation of the Gods’) e Wen Junhui (membro da boyband SEVENTEEN) fazem parte do elenco coadjuvante.

Atriz revela estar sentindo “angústia e raiva” com o CANCELAMENTO de ‘A Roda do Tempo’

Fãs da aclamada série de fantasia ‘A Roda do Tempo‘ (The Wheel of Time) recebem uma notícia difícil: as perspectivas de um resgate da produção por outra plataforma de streaming parecem cada vez mais distantes. Diante do cenário de cancelamento iminente, a estrela da série, Rosamund Pike, que interpreta a poderosa Moiraine Damodred, quebrou o silêncio sobre o fim abrupto da atração.

Em uma postagem concisa compartilhada através de seus Stories no Instagram – e visível apenas por 24 horas –, Pike não escondeu o impacto da decisão.

A atriz expressou sentir uma mistura de “angústia e raiva” com o cancelamento inesperado, revelando o quão profundamente a notícia a afetou.

“Talvez eu sentisse que o fim estava chegando e quisesse canalizar minha angústia e raiva para o céu”, disse Rosamund Pike semanas após o cancelamento de A Roda do Tempo, em seus Stories do Instagram:

O showrunner Rafe Judkins e admitiu que nem mesmo ele entende completamente os motivos por trás da decisão:

“Me perguntaram a mesma coisa várias vezes na última semana, por que A Roda do Tempo foi cancelada? E a verdade é que eu não sei. Gostaria de poder dar uma explicação clara e objetiva para todos que amam a série, explicando por que ela está chegando ao fim, mas infelizmente, não posso”, afirmou o cineasta.

O showrunner também aproveitou para refletir sobre o atual cenário da indústria televisiva, especialmente no que diz respeito ao impacto dos serviços de streaming:

“Muito já foi dito sobre essa tendência recente na TV de reduzir o número de temporadas e episódios, buscando maneiras mais rápidas de atrair assinantes. Mas acredito sinceramente que isso vai contra a principal força da televisão — a narrativa de longo prazo”, destacou.

“A televisão é uma forma de arte, assim como a fantasia épica. Em sua melhor forma, oferece ao público um refúgio, um espaço para acompanhar e se conectar com personagens queridos ao longo dos anos. E eu acredito que ainda existam executivos, estúdios e plataformas que reconhecem esse valor. Tenho fé de que vamos superar essa fase atual da indústria e voltar ao que fazemos de melhor: contar grandes histórias, semana após semana”, reforçou.

Judkins também comentou sobre a possibilidade de A Roda do Tempo ser resgatada por outra plataforma de streaming ou emissora, esperança alimentada por fãs que pedem que a Apple TV+ continue a produção.

“Será que A Roda do Tempo poderá continuar sua jornada em outro canal e concluir sua história? Infelizmente, isso não acontece com frequência. Mas acontece”, declarou o showrunner. “Na verdade, um dos motivos pelos quais escolhemos a Amazon como lar da série foi porque eles estavam justamente assumindo The Expanse, que havia sido cancelada pela SYFY”.

“Então, quem sabe? Talvez A Roda do Tempo consiga fazer na televisão o que os livros sempre fizeram desde o primeiro dia — desafiar as definições tradicionais de ‘começo’ e ‘fim’. Eu realmente espero que sim, porque essa história e esses fãs merecem ver um desfecho”, concluiu.

A Roda do Tempo’ está disponível no Prime Video.

Descrita como uma das sagas literárias de fantasia mais populares e duradouras de todos os tempos, a obra já vendeu mais 90 milhões de cópias. Ambientada em um mundo épico e extenso onde a magia existe e apenas algumas mulheres têm permissão para acessá-la, a história segue Moiraine (Rosamund Pike), membro de uma organização feminina incrivelmente poderosa chamada Aes Sedai. Ao chegar à pequena cidade de Two Rivers, ela embarca em uma perigosa jornada mundial com cinco rapazes e moças, um dos quais foi profetizado como o Dragão Renascido, que salvará ou destruirá a humanidade.

Priyanka Bose, Taylor NapierEmmanuel ImaniHammad AnimashaunÁlvaro Morte, Pasha BocarieJennifer PrestonIzuka HoyleSophie OkonedoKae AlexanderClare PerkinsPeter Franzen, Maja Simonsen, Ragga Ragnars, Jay Duffy, Rima Te Wiata e Kate Fleetwood também estrelam a produção.

Kevin Williamson comenta sobre MUDANÇAS em ‘Pânico 7’ após saída de Melissa Barrera e Jenna Ortega

Em entrevista ao Screen Rant, Kevin Williamson comentou sobre a mudança no desenvolvimento de ‘Pânico 7‘ após a demissão da atriz Melissa Barrera e a saída da Jenna Ortega – protagonistas dos dois capítulos anteriores.

Ele também explicou como a Neve Campbell foi determinante para que ele assumisse a direção da próxima sequência.

“Depois que perdemos a Melissa [Barrera] e Jenna [Ortega], e não iríamos mais ver as irmãs Carpenter em um terceiro filme, foi muito decepcionante. Nós ficamos tipo: ‘O que faremos agora?’. Então, tivemos essa ideia de trazer a Sidney Prescott de volta e focar a trama na personagem; contar a história sobre como ela está atualmente. Isso foi muito emocionante para mim.”

Ele completa, “Logo, Jamie criou essa história incrível. Jamie Vanderbilt e Guy Busick começaram a escrever esse roteiro. Então, a Neve Campbell o leu e ouviu nossa ideia, e assinou o contrato. Eu era apenas um produtor executivo, observando tudo à distância, mas a Neve me ligou um dia e disse: ‘Acho que você deveria dirigir este filme’. E eu fiquei tipo: ‘Não, não, não, não… tudo bem.”

Pânico 7‘ está programado para estrear no dia 27 de fevereiro de 2026.

O novo filme contará com o retorno dos veteranos Neve Campbell, Courteney Cox, Mason Gooding e Jasmin Savoy Brown, além de David Arquette, Matthew Lillard e Scott Foley.

Os novatos Isabel May, Celeste O’Connor, Asa Germann, Mckenna Grace, Sam Rechner, Mark Consuelos, Anna Camp e Joel McHale completam o elenco.

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Chelsea Simmons (Sidney Prescott) deixou seu passado para trás e está se concentrando em ser uma mãe feliz e casada e administrar uma pequena cafeteria na cidade. No entanto, ela nunca parou de olhar para trás e, com certeza, mais uma vez, seu passado volta para assombrá-la.

Alan Cumming fala sobre seu RETORNO como Noturno em ‘Vingadores: Apocalipse’

alan cumming x men 2 noturno
alan cumming x men 2 noturno

Marvel Studios causou uma grande comoção ao anunciar o elenco do vindouro ‘Vingadores: Apocalipse’ (‘Avengers: Doomsday’), confirmando o retorno de diversos nomes bastante conhecidos do panteão de super-heróis – incluindo Alan Cumming como o mutante e membro dos X-Men Noturno.

Agora, em uma recente entrevista ao The Hollywood Reporter, o astro revelou que não estava esperando receber a ligação dos executivos do estúdio com o convite para reprisar o papel.

“Não! Já havia uma versão mais jovem do meu personagem, interpretada por Kodi Smit-McPhee. Isso já aconteceu comigo várias vezes, com um remake de algo que fiz com alguém mais jovem. É meio irritante. Mas quando me pediram para conhecer o pessoal da Marvel, ninguém sabia se era mesmo o Noturno ou algum outro papel”, ele conta. “É interessante porque esse foi um dos filmes que não foi uma experiência nada boa de fazer — e acabou sendo um filme realmente ótimo”.

Cumming também aproveitou para revelar que sua experiência rodando ‘X-Men 2’, lançado em 2003, não foi nada divertida – e que outros membros do elenco também passaram pela mesma situação frustrante.

“Eu passei por momentos terríveis fazendo [‘X-Men 2’]. Todos nós passamos. Não foi legal. [A Marvel] tinha muita consciência disso. Ainda não está terminado, mas é reconfortante voltar a algo que não foi a melhor experiência e se divertir”, ele explica. Quando escrevi meu livro, Baggage’, percebi que, depois de ‘X-Men’, parei de fazer esses tipos de filme, tipo blockbuster. Não fiz nada parecido por anos. Me afastei propositalmente daquela máquina, porque não queria ser uma engrenagem infeliz. Voltar para uma atmosfera diferente é muito bom”

Lembrando que ‘Vingadores: Apocalipse’ chegará aos cinemas em 18 de dezembro de 2026 – sete meses depois da data original.

Além de Robert Downey Jr. como Victor Von Doom/Doutor Destino, o elenco conta com Tom Hiddleston (Loki), Anthony Mackie (Capitão América), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Letitia Wright (Pantera Negra), Wyatt Russell (Agente Americano) Simu Liu (Shang-Chi), Florence Pugh (Yelena Belova), Danny Ramirez (Falcão), Winston Duke (M’Baku), Vanessa Kirby ( Mulher Invisível), Ebon Moss-Bachrach (Coisa), Joseph Quinn (Tocha Humana), Lewis Pullman (Bob), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma), Patrick Stewart (Professor Xavier), Alan Cumming (Noturno), Ian McKellen (Magneto), Rebecca Romijn (Mística), James Marsden (Ciclope), Kelsey Grammer (Fera), Channing Tatum (Gambit), Paul Rudd (Homem-Formiga), Chris Hemsworth (Thor) e Pedro Pascal (Sr. Fantástico).

Joe e Anthony Russo ficam responsáveis pela direção.

‘Batman Begins’ completa 20 ANOS e causou uma revolução na DC

Há exatos 20 anos, em 15 de junho de 2005, os cinemas brasileiros recebiam uma obra que não apenas revitalizaria um dos personagens mais icônicos dos quadrinhos, mas também redefiniria o próprio gênero de super-heróis: Batman Begins. Dirigido pelo visionário Christopher Nolan, este filme não foi apenas um sucesso de bilheteria; ele se tornou um marco cultural e cinematográfico, transformando a percepção de como os heróis poderiam ser retratados nas telonas.

Antes de “Batman Begins“, a imagem do Cavaleiro das Trevas no cinema estava, para muitos, associada a produções com tons mais fantasiosos ou campy. Nolan, no entanto, ousou mergulhar nas origens do herói com uma abordagem mais realista e sombria, elementos que se tornaram a marca registrada de sua aclamada trilogia. O filme não se contentou em ser apenas uma aventura de ação; ele explorou a psicologia complexa de Bruce Wayne, os traumas que o moldaram e a linha tênue entre justiça e vingança.

Batman Begins é um ícone da fase sombria e realista da DC nos cinemas. Foto: Divulgação.

No início do século XXI, a DC passava por sérios problemas no cinema. Enquanto a Marvel, que ainda não era Marvel Studios, tinha três franquias estabelecidas e lucrativas nas telonas (Blade, Homem-Aranha e X-Men), a DC vinha da ressaca da desgastada franquia do Batman que começou com o Tim Burton e passou por uma série de alterações após a saída do diretor, passando pela fase dos bat-mamilos e do bat-cartão de crédito, que não agradaram ao público e meio que enterraram o personagem por um tempo. Da mesma forma, o Superman vinha da irregular franquia com Christopher Reeve, que já não apresentava a mesma força dos dois primeiros. Fora aquela aberração de filme chamada Aço, que tem como estrela o astro da NBA, Shaquille O’Neal. A saída, então, foi investir nas séries de TV e nas animações.

Quando o cinema voltou para a pauta, a decisão foi arriscada e um tanto quanto inusitada: começar uma nova era com um filme solo da Mulher Gato, estrelando Halle Berry. Paralelamente, dois projetos mais “seguros” vinham sendo planejados. Um filme do Superman que resgatasse o espírito do herói de Reeve, e uma nova versão do Batman, dirigida por um até então diretor “indie”, chamado Christopher Nolan. Vendo a abordagem dos três projetos, hoje, percebe-se que a DC não tinha a menor ideia do que queria do futuro. Cada projeto parecia querer resgatar uma fase de sucesso do passado do estúdio.

A Mulher Gato traria de volta aquele clima gótico dos filmes de Burton, o Superman deveria adaptar o otimismo dos anos 70/80 nos anos 2000. O único que tentava algo genuinamente novo era a abordagem realista e sombria que Nolan pretendia dar ao Homem Morcego. O resultado todos já sabem. Mulher Gato e Superman: O Retorno foram dois fracassos colossais de crítica e bilheteria, enquanto Batman Begins seguiu o caminho oposto. Uma das maneiras simples de medir o sucesso de um filme de franquia é ver o resultado de bilheteria da sequência.

Quando o primeiro “capítulo” é bom, a continuação costuma lucrar bem mais.

E não deu outra! Batman: O Cavaleiro das Trevas (2008) foi um sucesso estrondoso de crítica e renda, sendo o primeiro longa com heróis a arrecadar mais de um bilhão de dólares em bilheteria. Com o sucesso, a DC adotou a roupagem sombria e realista para seus filmes.

O fracasso colossal de “Superman: O Retorno” ligou o alerta da Warner de que o público queria inovação. Foto: Divulgação.

Christopher Nolan e David Goyer fizeram uma parceria de muito sucesso. A ideia de pegar um herói sem poderes – além do dinheiro ilimitado – e trazê-lo para o mundo real foi um toque de gênio. Para isso ficar crível, saiu a roupa de borracha e entrou um traje tático, mas sem perder a identidade visual. Os bat-trecos viraram aparatos militares fornecidos por Lucius Fox (Morgan Freeman), assim como o Batmóvel deixou de ser um modelo de luxo modificado, dando espaço ao Tumbler, praticamente um tanque de guerra capaz de saltar por telhados. Junto a isso, dois vilões realistas e aterrorizantes: Ra’s Al Ghul (Liam Neeson) e o Espantalho, interpretado pelo frio e calculista Cillian Murphy. Ra’s Al Ghul era um mestre de artes marciais, que treinou Bruce Wayne (Christian Bale) junto a Liga das Sombras, e o Espantalho queria infectar a água de Gotham para espalhar o terror e assumir o controle político da cidade e suas facções. Ou seja, por mais que force em alguns pontos, são motivações críveis, reforçadas pelas excelentes atuações do elenco.

O Tumbler abre mão da beleza em prol de funcionalidade. Um verdadeiro tanque saltando pelos telhados de Gotham. Foto: Divulgação.

Outro ponto inovador é o roteiro de Goyer. Até então, apenas o Homem-Aranha de Sam Raimi havia priorizado o homem por baixo do uniforme. Ou seja, ao trazer o herói para o mundo real, David Goyer entende que o Bruce Wayne é muito mais importante do que o Batman. E como adaptar a mente de um menino que convive com o terror e a solidão desde os 8 anos, quando viu os pais serem assassinados a sangue frio? Fazendo um filme sobre o medo. Esse é o grande trunfo. A cabeça de Bruce é claramente perturbada pelo medo constante, seja o medo de morcegos, da insegurança, da superficialidade das relações. Tudo é assustador e real. E quando os vilões da trama sabem exatamente como explorar os maiores medos do protagonista, como no momento em que Ra’s Al Ghul destrói a Mansão Wayne, num ato simbólico de corrupção das memórias de Bruce, e quando – na cena mais genial do filme, na minha singela opinião – o Espantalho faz com que Bruce tenha medo dele mesmo, é sinal de um roteiro fantástico, que entendeu primorosamente o personagem e o universo que tem em mãos. Fazer Bruce Wayne enfrentar e abandonar seu maior, que é o próprio passado, foi realmente algo genial. Tudo isso sendo dirigido por um Christopher Nolan empolgadão, que abusou de tons sóbrios e um filtro amarelado para trazer um visual feio e triste para uma Gotham City suja em depressão, assolada pelo crime e pelo medo. As cenas focadas em Bruce contam com alguns closes, usados para criar tensão e mostrar a fragilidade do herói, permitindo que as cenas seguintes, mais abertas, mostrem ele se superando. É um filme completo que se sustenta sozinho.

A trama do filme gira em torno do medo, suas consequências e diversas manifestações. Foto: Divulgação.

E pela primeira vez nos cinemas, as figuras no entorno do herói passam a ser explorados e ganham importância. Afinal, “diga-me com quem andas que te direi quem tu és”. Por isso, o mordomo Alfred ganha um papel praticamente de membro da família Wayne, servindo de apoio e inspiração para o herói. A atuação do veterano Michael Caine intensifica ainda mais a importância do personagem. Da mesma forma, o Comissário Gordon ganha mais prestígio do que nunca. Vivido pelo fantástico Gary Oldman, o detetive deixa de ser apenas o cara que chama o Batman e assume a função de um policial incorruptível e praticamente o braço direito do herói. E Rachel (Katie Holmes) surge como um ponto de fraqueza do herói, representando o amor e o apego a uma infância renegada.

Os coadjuvantes enfim ganham destaque e ajudam a construir o mito do Batman. Foto: Divulgação.

Com jeitão de suspense policial, Batman Begins chegou como a grande surpresa dos cinemas em 2005. E agora, 20 anos depois, podemos ver como ele foi o pontapé inicial para a DC nos cinemas como a conhecemos hoje. Uma obra fantástica, revolucionária e que só não é mais reconhecida porque a sequência, O Cavaleiro das Trevas, contou com a atuação colossal de Heath Ledger no papel do Coringa e acabou ficando mais famosa que o antecessor, mesmo que não tenha tanta consistência quanto o Begins. Um filme que beira a perfeição no gênero.

Batman Begins está disponível no catálogo da Max.

‘The Last of Us’: Audiência CAI na segunda temporada — e pode ter explicação no próprio jogo

Após o sucesso estrondoso da primeira temporada, ‘The Last of Us‘ retornou à HBO como um dos títulos mais aguardados da TV. A nova leva de episódios manteve o prestígio crítico e causou burburinho nas redes, mas, de acordo com o The Hollywood Reporter, os números da audiência contaram uma história diferente: a segunda temporada registrou uma queda de 18% em relação à primeira.

Segundo dados da Nielsen divulgados pelo THR, os cinco primeiros episódios da nova temporada acumularam menos minutos assistidos do que os da estreia em 2023. O quarto e o quinto episódios, por exemplo, tiveram a menor audiência de toda a série até agora — inclusive abaixo dos piores índices da primeira temporada. Isso surpreende, considerando o longo intervalo de dois anos entre as temporadas, o marketing intenso da HBO e a força da marca no público gamer e seriador.

A queda é significativa não só porque esperava-se crescimento, como ocorreu com outras produções da emissora como ‘Game of Thrones‘, ‘Succession‘ e ‘The White Lotus‘, mas também porque ‘The Last of Us‘ parecia ter tudo para repetir o fenômeno: trailers impactantes, elogios da crítica (92% no Rotten Tomatoes, um pouco abaixo dos 96% da primeira temporada) e um fandom engajado.

Um dos possíveis fatores que explicam o recuo pode estar no próprio roteiro. Como destaca o Hollywood Reporter, a nova temporada elimina um de seus protagonistas — Joel, interpretado por Pedro Pascal — logo no segundo episódio. A decisão, que adapta fielmente o arco do jogo The Last of Us Part II, gerou polêmica entre os fãs e pode ter afastado parte da audiência.

Ainda assim, culpar a ausência de Pascal ou críticas pontuais à performance de Bella Ramsey como Ellie pode ser simplista. O próprio segundo jogo vendeu menos que o primeiro — cerca de 10 milhões de cópias contra mais de 20 milhões — mesmo com a aprovação da crítica e a volta de Ashley Johnson na voz da personagem. Isso sugere que a resistência ao novo arco narrativo vem de uma parcela do público que se incomoda com a mudança de foco e tom.

Outro elemento apontado pelo THR como possível causa do desinteresse é a maneira como a primeira temporada se encerrou. O final, com Joel e Ellie seguros após sobreviverem a horrores indescritíveis, funcionou quase como um desfecho definitivo. Diferente de ‘Game of Thrones‘, que terminou seu primeiro ano plantando dezenas de ganchos para o futuro, ‘The Last of Us‘ ofereceu uma conclusão emocionalmente satisfatória. A segunda temporada, portanto, carrega o peso de reabrir uma história que, para muitos, já parecia encerrada.

A fidelidade ao jogo também é uma faca de dois gumes. Se, por um lado, protege os criadores de críticas mais duras (“estamos sendo fiéis à obra original”), por outro, os limita à decisões que o público já demonstrou não receber com unanimidade — tanto no controle quanto na tela.

Apesar da queda, a segunda temporada de ‘The Last of Us‘ continua sendo um sucesso para os padrões da TV premium. Ainda segundo o The Hollywood Reporter, a HBO acredita que a série manterá relevância e continuará atraindo espectadores ao longo do tempo, especialmente via streaming na Max. Quando todas as formas de visualização forem contabilizadas, a expectativa é que ambos os anos ultrapassem os 30 milhões de visualizações por episódio.

O recuo na audiência, portanto, não representa necessariamente um fracasso, mas revela as dificuldades — muitas vezes inevitáveis — de adaptar histórias já encerradas de forma impactante. Como conclui o THR, certos nós narrativos simplesmente não foram feitos para serem desatados. E isso vale tanto para jogos quanto para grandes séries.

Mudança de rota para a 3ª temporada

Vale lembrar que a terceira temporada de ‘The Last of Us‘ terá uma grande mudança de foco: Abby, interpretada por Kaitlyn Dever, será a protagonista dos novos episódios.

A confirmação foi feita pelo co-criador da série, Neil Druckmann, durante um painel especial do Emmy, e marca uma virada importante na narrativa da adaptação da HBO, seguindo os passos do segundo jogo da franquia.

Segundo Druckmann, a decisão de colocar Abby no centro da trama reflete a liberdade criativa concedida pela HBO à equipe da série.

“Eu mal consigo acreditar que a HBO nos deixou estruturar a história assim. Terminamos a segunda temporada agorinha e a terceira terá como protagonista, alerta de spoiler, Kaitlyn [como Abby]”, afirmou o showrunner, destacando o ineditismo da escolha para uma produção desse porte. Ele ainda acrescentou que, apesar das polêmicas em torno da personagem, a mudança é essencial para a história e aproxima a adaptação televisiva do material original dos games.

Kaitlyn Dever, que participou do painel virtualmente, comentou sobre a responsabilidade de dar vida à personagem, conhecida por sua complexidade e pelo impacto que causa na trama. “A polêmica em torno da Abby nunca foi realmente uma preocupação para mim, considerando meu primeiro encontro com Craig e Neil e o quão maravilhosos e talentosos eles são. Nunca me senti tão envolvida em um set na minha vida”, declarou a atriz, ressaltando o clima de colaboração nos bastidores.

A escolha de Abby como protagonista promete aprofundar o olhar sobre sua trajetória e motivações, especialmente após os acontecimentos marcantes da segunda temporada, como a morte de Joel, interpretado por Pedro Pascal.

Assim como no jogo The Last of Us Part II, a série deve explorar o ponto de vista de Abby e os dilemas morais que envolvem sua busca por vingança e redenção.

A terceira temporada de ‘The Last of Us‘ ainda não tem data oficial de estreia, mas a expectativa é que a produção mantenha o alto nível de complexidade narrativa e emocional que consagrou a série como um dos maiores sucessos recentes da HBO.

The Last of Us’ está disponível no Max.

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Crítica | 2ª temporada de ‘The Last of Us’ se inicia com um tenso e envolvente prospecto

Lembrando que, recentemente, seis atores foram adicionados ao elenco oficial: Joe Pantoliano (‘Bad Boys para Sempre’, ‘Matrix’), Alanna Ubach (‘Euphoria’), Ben Ahlers (‘A Idade Dourada’), Hettienne Park (‘Hannibal’), Robert John Burke (‘Law & Order: SVU’) e Noah Lamanna (‘Star Trek: Strange New Worlds’).

A nova temporada ainda contará com a introdução de Kaitlyn Dever (Abby), Young Mazino (Jesse), Isabela Merced (Dina), Catherine O’Hara, Tati Gabrielle (Nora), Spencer Lord (Owen), Ariela Barer (Mel) e Danny Ramirez (Manny).

Crítica de Temporada | ‘The Last of Us’ é uma espetacular e impecável adaptação da HBO

A série é baseada na franquia de jogos que leva o mesmo nome e que nasceu no PlayStation 3 e atualmente recebeu no PlayStation 5 uma nova versão do primeiro jogo, com gráficos e jogabilidade aprimorados. O jogo é desenvolvido pelo estúdio Naughty Dog, considerado um dos maiores sucessos da Sony.

Pedro Pascal (‘The Mandarolian’) e Bella Ramsey (‘Game of Thrones’) estrelam como Joel e Ellie, respectivamente.

A série foi criada por Craig Mazin (‘Chernobyl’), que também serve como roteirista e produtor executivo da adaptação ao lado de Druckmann.

Novo suspense da Netflix estreia em 1º LUGAR, mas divide a opinião dos críticos

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Até a Última Gota (Straw), lançado em 6 de junho de 2025, rapidamente conquistou o topo do ranking de mais assistidos da Netflix no Brasil.

Dirigido e roteirizado por Tyler Perry, o filme traz Taraji P. Henson no papel de Janiyah Wiltkinson, uma mãe solteira que, após enfrentar uma série de adversidades, toma uma decisão drástica que muda sua vida para sempre.

Desde o seu lançamento, Até a Última Gota tem dominado o Top 10 da Netflix no Brasil, atraindo uma audiência significativa e gerando discussões sobre seus temas profundos e a atuação de Henson.

A trama aborda questões como luto, saúde mental e as dificuldades enfrentadas por mulheres negras, especialmente mães solteiras.

Apesar de seu sucesso de público, o filme apresenta uma recepção crítica mista. No Rotten Tomatoes, a produção possui uma pontuação de 53% com base em 24 críticas, indicando uma divisão de opiniões entre os críticos.

A média de avaliação do público é de 3,7, sugerindo uma recepção mais positiva entre os espectadores.

Assista ao trailer:

Para aqueles que apreciam dramas intensos e reflexivos, o filme oferece uma experiência cinematográfica que provoca emoções e questionamentos.

Glen Powell encontra o DISFARCE perfeito no teaser de ‘Chad Powers’, nova série de comédia do Hulu

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O Hulu divulgou o primeiro teaser de ‘Chad Powers‘, série de comédia estrelada por Glen Powell (‘Todos Menos Você’).

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A produção está programada para estrear no dia 30 de setembro.

Inspirada em uma paródia do ESPN+ com o quarterback Eli Manning, a trama segue Chad Powers, que, após acabar com sua carreira esportiva na primeira divisão por causa de mau comportamento, se disfarça e entra para um time de futebol em dificuldades em busca de uma segunda chance.

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Além de estrelar e produzir, Powell também assina o roteiro ao lado de Michael Waldron (‘Loki’).

“Nós dois somos fãs de futebol. Quando vimos o Eli caracterizado como o Chad Powers, sabíamos que esse poderia ser apenas o começo de uma história maior sobre este universo. Estamos ansiosos para fazer parte desta equipe, e mal podemos esperar começar,” declarou a dupla em comunicado oficial.

Artigo | Os 30 anos de ‘Toy Story’, uma das melhores animações de todos os tempos

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Há um consenso entre os apreciadores da sétima arte sobre Toy Story: um dos significados mais palpáveis de perfeição cinematográfica.

A animação, lançada em 1995, foi o capítulo inicial de um dos maiores impérios do gênero, a Pixar Studios (agora subsidiária da Walt Disney Studios), e trouxe inúmeras inovações para o cenário do entretenimento – em virtude de seu status como a primeira animação computadorizada, que influenciou inclusive pesquisadores da área tecnológica para o âmbito das inteligências artificiais, abrindo espaço para replicações que estendem suas ramificações até os dias de hoje. E, para além desses avanços imprescindíveis, o projeto mergulha em questões existencialistas e humanistas através de uma profunda narrativa que daria início a uma franquia multimidática que inclui três sequências (e uma quarta a caminho) e inúmeras produções derivadas.

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Conquistando três indicações aos prêmios da Academia (incluindo uma histórica nomeação à categoria de Melhor Roteiro Original) e um Oscar honorário, o longa foi selecionado para preservação pela Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos, reafirmando sua importância e seu legado no cenário do entretenimento, e posa como uma das obras-primas do cinema contemporâneo por incontáveis razões. E, através de breves 81 minutos, o diretor John Lasseter e um time de incríveis artistas unem forças para um tour-de-force que mistura diversos estilos, incluindo comédia, aventura e ação, em um mesmo cosmos.

Mas o que torna essa produção tão especial?

A princípio, temos um inesperado e original enredo que logo nos chama a atenção: na trama, acompanhamos Woody (Tom Hanks), um caubói de brinquedo que vive no quarto de seu amado dono, Andy, ao lado de vários amigos, como o Sr. Cabeça de Batata (Don Rickles), Slinky (Jim Varney), Rex (Wallace Shawn), Bo Peep (Annie Potts) e outros. Vivendo um dia após o outro cumprindo a missão que lhes é dada, de entreter e de fazer parte dos melhores momentos de uma criança, o cotidiano que conhecem passa por uma grande mudança com a chegada de um novo brinquedo – o patrulheiro espacial Buzz Lightyear (Tim Allen).

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Sendo recebido com interesse imediato pelos outros e tornando-se o favorito de Andy, Woody se sente deixado de lado e começa a ser dominado por um forte sentimento de ciúmes que o faz enfrentar Buzz, tentando fazer de tudo para reconquistar a atenção da criança. Em uma noite, Woody acaba derrubando Buzz da janela do quarto e os outros brinquedos acham que ele deliberadamente tentou matá-lo – e o xerife é levado com Andy para um restaurante temático. Porém, Woody é seguido por Buzz, culminando em um combate entre os dois que os deixam para trás e à própria sorte, ao menos até serem levados para a casa do psicótico e perturbado Sid Phillips (Erik von Detten), vizinho de Andy.

Todo esse cosmos é de um extremo comprometimento artístico que, mesmo trinta anos depois de seu lançamento original nos cinemas, permanece surpreendente e aplaudível. Lasseter comanda uma mixórdia muito bem dosada de inúmeras referências à cultura pop sem se deixar levar pelo mero pastiche, e sim construindo uma identidade própria que se tornaria um arauto emblemático que atravessaria gerações – integrando-se às próprias homenagens que presta. E, acompanhando-o nessa jornada, temos as hábeis de Joss Whedon, Andrew Stanton, Joel Cohen e Alec Sokolow mergulhando de cabeça nas infinitas possibilidades da clássica jornada do herói, rearranjando os conhecidos tropos em investidas certeiras e que fornecem sentimentos e senciência a objetos inanimados.

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De maneira similar, são notáveis as influências literárias e filosóficas que acompanham a jornada de Woody e Buzz: um dos aspectos que mais nos chama a atenção são as menções indiretas ao clássico espanhol ‘Dom Quixote’, de Miguel de Cervantes, para a construção da personalidade do patrulheiro espacial, que não consegue ver o mundo como ele é e, de maneira inconsciente, se vê preso em uma realidade inventada que é o único propósito de sua existência – colocando-o em uma crise de identidade em um dos momentos mais bem construídos do longa. Há, também, uma remodelação dos conceitos humanistas que discorrem sobre a autonomia e a responsabilidade individual, como proto-análises complexas que ganhariam maior profundidade com as subsequentes produções da Pixar.

O sucesso do projeto também se deve às belíssimas atuações do elenco de voz, que contam com o trabalho irretocável de Hanks e de Allen, brilhando em seus próprios arcos e desfrutando de uma química aplaudível que se mantém nos filmes subsequentes – e que os compele a reprisar os respectivos papéis no quinto capítulo dessa incrível franquia. E, enquanto a dupla guia essa espetacular epopeia, ela é acompanhada por atores coadjuvantes que trazem ainda mais camadas ao projeto.

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Há três décadas, o cenário cinematográfico passava por uma profunda mudança com o lançamento de Toy Story: o capítulo inicial da Pixar não poderia ter vindo em melhor hora, e ajudou a reiterar o gênero animado como arte, denotando a necessidade de reconhecê-lo como um conduíte artístico de potencial inimaginável.