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‘O Urso’: Liza Colón-Zayas fala sobre a evolução de Tina na 4ª Temporada e o desejo por um novo ciclo

o urso

Após conquistar o Emmy por sua performance na 2ª temporada, Liza Colón-Zayas mergulha ainda mais fundo na alma de Tina na 4ª temporada de ‘O Urso’.

A personagem, que já foi linha de frente do The Beef e agora é uma peça-chave do restaurante The Bear, ganhou um episódio inteiro dedicado à sua origem na 3ª temporada. “Napkins”, dirigido por Ayo Edebiri, traçou a jornada emocional de Tina após ser demitida de um emprego de 15 anos e encontrar acolhimento e uma nova oportunidade através de Mikey Berzatto (Jon Bernthal).

Agora, na 4ª temporada, Tina enfrenta um novo desafio: precisa acelerar a preparação do prato de massa que comanda, para que o restaurante consiga aumentar o número de clientes por noite — algo vital após uma crítica negativa publicada no Chicago Tribune. Entre frustração e determinação, Tina faz algo que a versão da 1ª temporada jamais faria: pede ajuda. E aprende. E melhora.

E em entrevista à Variety, Colón-Zayas falou sobre como enxerga Tina e, em vários momentos, usa a primeira pessoa para descrever sua personagem. A atriz vê sua trajetória artística refletida no arco da sous chef, especialmente na luta por relevância, respeito e espaço.

“Eu entendo o que é lutar pela própria vida, profissionalmente falando. E também o que é sentir que você se tornou invisível. Então, quando Tina se recusa a desistir e continua aprendendo, buscando melhorar, isso me toca profundamente”, disse.

Sobre o futuro da série, Colón-Zayas torce por uma 5ª temporada. Para ela, ‘O Urso‘ não é apenas uma história sobre cozinha — é uma história sobre reinvenção, propósito e pertencimento. “A jornada da Tina é a minha também. Se esse restaurante fechar, vai doer como se fosse real”, confessou.

Com uma performance que mistura força, sensibilidade e humanidade, Liza Colón-Zayas segue transformando Tina em um dos pilares emocionais de ‘O Urso‘ — e, mais uma vez, consolidando-se como uma das grandes presenças da televisão atual.

Relembre o trailer da nova temporada:

A série foi criada por Christopher Storer.

A trama segue um jovem chef que volta para Chicago para comandar a loja de sanduiches de sua família.

O elenco conta com Jeremy Allen WhiteEbon Moss-BachrachAyo EdebiriLionel BoyceLiza Colón-Zayas e Abby Elliott.

O Urso Temporada 4 Poster

‘Exterritorial’: Diretor do sucesso global da Netflix revela bastidores e prepara nova série sobre hipismo de elite

O diretor alemão Christian Zübert mal acreditou quando viu seu filme ‘Exterritorial‘ alcançar o topo das paradas globais da Netflix.

“Pensei: tomara que não seja um momento tipo ‘La La Land‘ no Oscar”, brincou ele em entrevista à Deadline. “Esperava um bom desempenho na Alemanha e talvez em alguns países, mas não nos grandes mercados como EUA e Reino Unido.”

O suspense de ação estrelado por Jeanne Goursaud (Barbarians) superou as expectativas: foi o filme mais visto da plataforma em 88 países, liderou por três semanas o ranking global de filmes em língua não inglesa e já acumula mais de 85 milhões de visualizações — tornando-se o quinto título mais assistido da categoria na história da Netflix.

Ambientado no consulado dos EUA em Frankfurt, o longa acompanha Sara Wulf, uma ex-soldada que entra em modo de combate após o desaparecimento misterioso de seu filho dentro da sede diplomática. Negada pelas autoridades, ela descobre uma conspiração com raízes na sua própria passagem pelo Afeganistão.

Segundo Zübert, a inspiração surgiu durante uma visita real ao consulado, enquanto solicitava vistos para sua família. “Ninguém sumiu, claro, mas foi aí que nasceu a ideia.”

A proposta, segundo ele, foi criar uma espécie de “’Duro de Matar‘ emocional”, misturando adrenalina com um drama materno profundo. “Se fosse só ação ou só drama, o impacto seria menor. Foi a junção que tocou o público.”

O diretor também elogiou a entrega de Goursaud, que realizou todas as cenas de luta sem dublês. “Ela não era uma lutadora, mas se preparou intensamente. Quis que ela fizesse tudo — precisava sentir o realismo da personagem.” Zübert também mencionou o desafio de atores estrangeiros interpretando americanos fluentes em alemão com sotaque norte-americano, elogiando a dedicação do elenco.

Mesmo com orçamento limitado, ‘Exterritorial‘ se destacou pela força narrativa e carga emocional. “A gente não tem o dinheiro de Hollywood para explodir o consulado. Então apostamos em roteiro, personagens e emoção.”

Agora, Zübert se volta para um projeto bem diferente: uma série dramática sobre o universo do hipismo profissional, baseada na obra da romancista Julie Zeh. Com o título provisório Nordhof, a produção é da emissora alemã ZDF.

“É um mundo visualmente fascinante. Fala de cavalos vendidos por milhões para bilionários. Nunca vi esse universo representado assim, com tanta intensidade”, ponderou.

Sobre a possibilidade de uma sequência para ‘Exterritorial‘, ele não descarta: “Se surgir uma boa ideia, estou aberto. Mas não faria só por ter sido um sucesso. Gosto de me desafiar com o novo.”

Zübert, que também criou a aclamada série ‘Bad Banks‘, parece determinado a continuar surpreendendo — seja com lutas em consulados ou dramas no mundo equestre de luxo.

Crítica | ‘Exterritorial’ – Filme de ação alemão chegou na NETFLIX desfilando clichês!

Exterritorial’ está disponível na Netflix.

Confira:

Christian Zübert fica responsável pela direção e pelo roteiro, enquanto Kerstin Schmidbauer entra como produtora e Oliver Berben assina a produção executiva.

Em visita ao consulado americano em Frankfurt, o filho mais novo da ex-soldada das Forças Especiais Sara (Jeanne Goursaud) desaparece repentinamente sem deixar rastros. Mais estranho ainda, ninguém parece se lembrar de sua presença no prédio. Sara é convidada a se retirar, mas sabe que as autoridades alemãs não têm influência dentro do consulado americano e, se ela sair agora, poderá nunca mais ver o filho. Sara se aprofunda no labiríntico consulado, procurando desesperadamente pelo filho, alheia à perigosa intriga que gradualmente coloca as mãos ao redor de seu pescoço.

Dougray ScottLera AbovaKayode AkinyemiAnnabelle MandengSamuel TehraniJeremy SchuetzeKris SaddlerNina Liu completam o elenco.

Scarlett Johansson comenta sobre a difícil adaptação de ‘A Torre do Terror’: “Uma noz difícil de quebrar”

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A estrela Scarlett Johansson comentou recentemente sobre o desenvolvimento de ‘A Torre do Terror’, longa que adaptará a icônica atração da Disney World.

Em 2021, foi revelado que Johansson produziria um novo filme inspirado no famoso brinquedo, com roteiro de Josh Cooley. Agora, a atriz indicada duas vezes ao Oscar revelou que o script “está tomando forma” à medida que a equipe trabalha para desenvolver melhor a narrativa da atração.

“É uma noz difícil de quebrar”, disse ela à Entertainment Weekly. “Mais difícil do que se imagina, porque o brinquedo tem uma certa mitologia, mas é… não quero dizer que é rasa, mas é, meio que, sim!”.

Johansson ainda explicou que a atração “não tem tanto conteúdo para explorar” em termos narrativos, ressaltando que a história resumida funciona melhor no contexto de um brinquedo temático e assustador.

“Isso faz parte do mistério da atração”, acrescentou Johansson. “Tem sido um projeto divertido de trabalhar, porque é um projeto de criação totalmente livre. Mas também tem se mostrado um verdadeiro desafio. Ainda assim, vamos desvendar esse enigma. Está tomando forma!”.

Scarlett Johansson

A Torre Negra‘ é uma saga de oito livros que acompanha um eterno duelo entre forças sobrenaturais, acompanhando um pistoleiro chamado Roland em sua busca por um ser conhecido como O Homem de Preto.

Considerada a produção mais extensa da carreira King, a saga supera as 4.300 páginas e tem elementos de horror, faroeste e ficção científica, e serve para conectar todo o universo das obras de Stephen King. O plano de Flanagan é adaptar ‘A Torre Negra‘ em cinco temporadas, além de dois filmes adicionais.

A produção de 2017 para os cinemas contou com um orçamento de US$ 60 milhões e faturou meros US$ 111 milhões nas bilheterias.

‘Oppenheimer’: Vencedor do Oscar de Christopher Nolan será lançado na Netflix; Saiba quando!

Oppoenheimer‘, o aclamado filme de Christopher Nolan, vencedor de sete estatuetas do Oscar, incluindo Melhor Filme, será lançado na Netflix. A produção chega à grade de programação do streaming no dia 07 de julho.

A trama acompanha o físico J. Robert Oppenheimer, que trabalha com uma equipe de cientistas durante o Projeto Manhattan, levando ao desenvolvimento da bomba atômica.

Sucesso nos cinemas, o longa arrecadou impressionantes US$ 965.1 milhões mundialmente – o que representa a terceira maior bilheteria global de 2023.

Confira o trailer:

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Oppenheimer

Stephen Lang detalha a complexa relação entre Quaritch e Spider em ‘Avatar: Fogo e Cinzas’: “A traição está logo ali na esquina”

Stephen Lang, ator que dá vida ao implacável Miles Quaritch na franquia ‘Avatar’, comentou recentemente sobre a conturbada relação de seu personagem com o filho Spider (Jack Champion) no terceiro longa, ‘Avatar: Fogo e Cinzas’.

Em entrevista à Empire Online, Lang explicou como essa dinâmica evoluirá:

“Eles se reconectam por necessidade. A conexão entre eles não é algo isolado. Existem momentos em que todos acabam se unindo de alguma forma. Mas, quando inimigos cooperam, pode ter certeza de que a traição está logo ali na esquina”, afirmou.

Lang continuou, aprofundando a complexidade dos sentimentos de Quaritch: “O Spider confunde o Quaritch. Mas Quaritch quer clareza. Existe algo em Spider que Quaritch realmente ama, uma palavra que normalmente não associamos a ele. Acho que respeito e admiração se desenvolvem bastante, junto com a animosidade e a manipulação. Esse relacionamento vai se aprofundar, para o bem ou para o mal”.

A declaração do ator alinha-se com o que Jack Champion já havia comentado sobre essa dinâmica complicada no mês passado:

“[Spider] se sente muito dividido. O ‘pai’ dele renasce nessa forma Na’vi e continua tão mal quanto antes, talvez até pior, e mesmo assim ele sentiu que precisava salvá-lo. Você vai ver essa culpa sendo explorada, e a jornada do Spider tentando descobrir onde realmente pertence”, revelou.

Avatar: Fogo e Cinzas‘ estreia no dia 11 de Dezembro de 2025.

Lembrando que ‘Avatar 3 mostrará como nova a tribo habita um território devastado por erupções vulcânicas, o que faz com que o Povo das Cinzas tenha características diferentes de outros Na’vi.

“Eles foram destruídos por erupções vulcânicas, então se ressentem da natureza e de tudo o que os Na’vi da floresta pregam”, afirmou James Cameron.

Warner Bros. perde os direitos de adaptação live-action de ‘Akira’

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A Warner Bros. perdeu oficialmente os direitos para a adaptação em live-action do clássico animeAkira (1988). Conforme o Deadline, os direitos do projeto expiraram e retornaram para a editora do mangá original, a Kodansha.

O filme, dirigido por Katsuhiro Ôtomo, acompanha um jovem integrante de uma gangue de motoqueiros que se transforma em um psicopata com poderes psíquicos devastadores após um projeto militar secreto colocar Neo-Tóquio em risco. O protagonista descobre que tem habilidades telecinéticas perigosas para o mundo, e seu melhor amigo é o único que pode detê-lo.

A Warner Bros. detinha os direitos desde 2002, e diversos diretores chegaram a se envolver com o projeto ao longo dos anos, incluindo Stephen Norrington, Albert Hughes, Jaume Collet-Serra e Taika Waititi.

A produtora Appian Way, de Leonardo DiCaprio, também chegou a estar ligada ao projeto, que inclusive foi aprovado para receber um incentivo fiscal de US$ 18,5 milhões no estado da Califórnia.

Nomes como Michael Pitt e Garret Hedlund chegaram a ser cotados para o papel principal. Já Kristen Stewart, Helena Bonham Carter e Ken Watanabe foram mencionados em fases preliminares de escalação.

O desenvolvimento deAkira já havia ultrapassado a marca de oito dígitos em investimentos ao longo de 20 anos. Fontes indicam que há uma guerra de lances em andamento pelos direitos da obra, mas nenhum estúdio ou produtor foi oficialmente nomeado até agora.

‘Superman 2’? James Gunn garante que veremos o Homem de Aço novamente mais rápido do que esperávamos

Superman está prestes a chegar às telonas, apresentando David Corenswet como o icônico Homem de Aço. Agora, James Gunn, co-CEO da DC Studios, falou sobre o futuro do novo Universo DC (DCU), revelando que, após o longa-metragem solo, veremos o herói novamente mais rápido do que pensamos.

Segundo o ComicBookMovie, Gunn foi questionado recentemente se já existem planos para a próxima aparição do Superman. Ele respondeu que tem uma ideia “bem clara de para onde as coisas estão indo” e que o lendário herói deve retornar “em menos de dois anos”.

Embora os fãs inicialmente pensem em Superman 2’, Gunn logo se corrigiu e disse que veremos o personagem “antes disso”.

Essa fala reacendeu os rumores de que David Corenswet poderá fazer uma participação especial na segunda temporada de ‘Pacificador’, algo que Gunn já havia sugerido anteriormente.

Lembrando que o filme tem estreia marcada para 10 de julho.

James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.

David Corenswet estrela como Clark Kent/Superman.

O elenco também conta com Rachel Brosnahan (Lois Lane), Nicholas Hoult (Lex Luthor), Edi Gathegi (Michael Holt/Senhor Incrível), Anthony Carrigan (Rex Mason/Metamorfo), Nathan Fillion (Guy Gardner/Lanterna Verde), Isabela Merced (Kendra Saunders/Mulher-Gavião), Skyler Gisondo (Jimmy Olsen), Sara Sampaio (Eve Teschmacher), Wendell Pierce (Perry White), Milly Alcock (Kara Zor-El / Supergirl) e outros.

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31 Filmes e Séries Sobre ZUMBIS lançados desde a estreia de ‘Extermínio’ em 2002

Extermínio: A Evolução’ já está em cartaz nos cinemas do Brasil e pelo mundo inteiro. O filme soma impressionantes 89% de aprovação dos críticos e já arrecadou US$60 milhões ao redor do mundo apenas em seu primeiro fim de semana de estreia. Embora o longa funcione por conta própria, é bom lembrar que trata-se da terceira parte de uma franquia de terror, sobre uma epidemia que tomou conta do mundo, iniciada em 2002 com ‘Extermínio’ (28 Days Later).

Apesar do sucesso que o novo filme está fazendo, o original segue como obra irretocável do gênero, e um dos filmes mais influentes dos últimos 25 anos. Pensando nisso, resolvemos trazer em uma extensa lista, com 31 itens, todos os filmes e séries lançados após a estreia do primeiro ‘Extermínio’, lá em 2002, para percebermos verdadeiramente a influência desta obra, que revitalizou o conceito e popularizou novamente os filmes de “zumbis”. Confira.

Madrugada dos Mortos (2004)

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Madrugada dos Mortos (2004), dirigido por Zack Snyder, é um remake moderno do clássico de George A. Romero. A trama acompanha um grupo de sobreviventes refugiados em um shopping, cercados por zumbis velozes e implacáveis. O filme se destaca pela ação intensa, violência gráfica e um tom sombrio de desesperança.

Todo Mundo Quase Morto (2004)

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Dirigido por Edgar Wright, é uma comédia britânica que satiriza os filmes de zumbis. A história segue Shaun (Simon Pegg), um homem imaturo que tenta salvar seus amigos e familiares durante um apocalipse zumbi em Londres. Com humor ácido, referências ao gênero e momentos emocionantes, o filme virou um cult instantâneo.

Terra dos Mortos (2005)

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Cria do mestre George A. Romero, o longa é uma crítica social disfarçada de filme de zumbis, ambientado em um futuro onde humanos sobrevivem em uma cidade fortificada. Enquanto os ricos vivem isolados no luxo, os zumbis começam a demonstrar sinais de inteligência e organização. O longa mistura ação, horror e metáforas políticas sobre desigualdade e exclusão.

Fido – O Mascote (2006)

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Outra comédia de terror ambientada numa realidade alternativa dos anos 1950, onde zumbis domesticados vivem como servos humanos. A trama acompanha uma família que adota um zumbi chamado Fido, gerando situações cômicas e críticas sociais. O filme mistura humor negro, sátira e um olhar original sobre o gênero zumbi.

Extermínio 2 (2007)

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Sequência do aclamado filme britânico original que retrata a rápida e violenta disseminação de um vírus zumbi. A trama foca em um grupo de sobreviventes tentando escapar da cidade enquanto o caos aumenta. Com cenas intensas e ritmo acelerado, o filme aprofunda o horror e a tensão do apocalipse.

Eu Sou a Lenda (2007)

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Quem comanda a ação aqui é Will Smith. O filme mostra um futuro pós-apocalíptico em que um vírus dizima a humanidade, transformando os sobreviventes em criaturas mutantes sedentas por sangue. Isolado em uma Nova York deserta, o protagonista busca a cura enquanto luta para manter a sanidade. O filme mistura ação, drama e suspense com uma forte carga emocional.

[REC] (2007)

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Terror espanhol em estilo found footage que acompanha uma repórter e seu cinegrafista presos em um prédio infectado por uma misteriosa doença zumbi. O filme é intenso, claustrofóbico e cheio de suspense, redefinindo o gênero com seu realismo e ritmo frenético. Ganhou grande reconhecimento internacional e três continuações e um remake americano.

Zumbilândia (2009)

Zombie Cinepop

Uma comédia de terror que acompanha um grupo de sobreviventes tentando atravessar os Estados Unidos durante um apocalipse zumbi. Com humor irreverente, personagens carismáticos e regras inusitadas de sobrevivência, o filme conquistou o público. Destaque para a química entre o elenco e a participação especial de Bill Murray.

The Walking Dead (2010 – 2022)

Walking Cinepop

Série de drama e terror que acompanha um grupo de sobreviventes lutando para viver em um mundo dominado por zumbis. Além das ameaças dos mortos-vivos, os personagens enfrentam conflitos morais, traições e a luta por poder entre os próprios humanos. A série se tornou um fenômeno cultural, influenciando a TV e a cultura pop por mais de uma década.

Meu Namorado é um Zumbi (2013)

Warm Cinepop

Comédia romântica com toques de terror, baseada no livro Warm Bodies. A história acompanha R, um zumbi que começa a recuperar sua humanidade após se apaixonar por uma garota humana. O filme mistura humor, romance improvável e uma abordagem leve ao apocalipse zumbi.

Guerra Mundial Z (2013)

World Cinepop

Estrelado por Brad Pitt, é um thriller de ação sobre uma pandemia global de zumbis extremamente rápidos e agressivos. Na trama, um ex-investigador da ONU viaja pelo mundo em busca da origem e de uma possível cura para o surto. O filme combina tensão, cenas de grande escala e uma abordagem geopolítica ao apocalipse.

Cooties – A Epidemia (2014)

Cooties Cinepop

Comédia de terror em que professores de uma escola enfrentam crianças infectadas por um vírus que as transforma em zumbis agressivos. Misturando humor negro e cenas violentas, o filme brinca com a ideia de um apocalipse escolar inusitado. É uma sátira irreverente sobre o caos e a sobrevivência em meio ao absurdo.

Enterrando Minha Ex (2014)

Ex

Mais uma comédia de terror que acompanha a vida de um jovem cuja namorada obsessiva morre e volta como zumbi para atrapalhar seu novo relacionamento. O filme mistura humor negro, situações absurdas e romance atrapalhado. Com toques de slapstick, explora de forma leve os clichês do gênero zumbi.

A Vida Depois de Beth (2014)

Beth Cinepop

Filme “gêmeo” do item acima, esta comédia dramática sobre um jovem que enfrenta a volta inesperada da namorada, que retorna dos mortos como uma zumbi. O filme mistura romance, humor negro e uma reflexão sobre relacionamentos e perda. Com tom leve e irônico, traz uma abordagem diferente ao apocalipse zumbi.

Zombeavers – Terror no Lago (2014)

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Mistura elementos de filmes de zumbis com humor pastelão. A história acompanha um grupo de jovens universitários que, durante um fim de semana em uma cabana isolada, enfrentam ataques de castores zumbis resultantes de um vazamento de produtos químicos. Com um tom irreverente e cenas absurdas, o filme se tornou um cult para fãs de terror trash e humor nonsense.

Maggie – A Transformação (2015)

Maggie Cinepop

Drama de terror que acompanha a luta de um pai, interpretado por Arnold Schwarzenegger, para cuidar da filha infectada por um vírus zumbi. O filme foca no lado humano e emocional do apocalipse, explorando amor, esperança e perda. Com ritmo lento e atmosfera sombria, traz uma abordagem sensível ao gênero.

Como Sobreviver a um Ataque Zumbi (2015)

Scouts Cinepop

Comédia de terror que mistura humor adolescente com ação sangrenta. A história segue três escoteiros que usam suas habilidades de sobrevivência para enfrentar uma invasão zumbi em sua cidade. O filme aposta em piadas irreverentes, clima despretensioso e cenas de gore criativo.

Orgulho e Preconceito e Zumbis (2016)

Pride Cinepop

Uma mistura inusitada de romance clássico com horror zumbi, adaptando o livro homônimo. A história mantém o enredo de Jane Austen, mas com os personagens treinados para lutar contra uma infestação de mortos-vivos na Inglaterra vitoriana. O filme combina drama, ação e um toque de humor sombrio.

Invasão Zumbi (2016)

Busan Cinepop

Filme sul-coreano, trata-se um suspense eletrizante que se passa dentro de um trem durante um surto de zumbis. A trama combina ação frenética com drama humano, focando na luta de passageiros por sobrevivência enquanto o vírus se espalha rapidamente. O filme ganhou destaque mundial pela intensidade emocional e pelas críticas sociais sutis.

Melanie – A Última Esperança (2016)

Girl Cinepop

A trama se passa em um futuro pós-apocalíptico, onde um fungo transformou a maior parte da população em criaturas agressivas. O foco é em Melanie, uma menina infectada que mantém sua inteligência e consciência, sendo estudada por cientistas na esperança de encontrar uma cura.

Anna e o Apocalipse (2017)

Anna Cinepop

Mistura única de musical, comédia e terror zumbi ambientada durante o Natal. A história segue Anna e seus amigos tentando sobreviver a um apocalipse zumbi enquanto cantam e enfrentam desafios emocionais. O filme combina canções cativantes, humor ácido e momentos de suspense.

Os Curados (2017)

Cured Cinepop

Drama de terror irlandês que explora as consequências sociais e psicológicas de uma cura para um vírus zumbi. Após a erradicação do “Maze Virus”, 75% dos infectados são curados e reintegrados à sociedade, mas enfrentam discriminação e traumas profundos.

Santa Clarita Diet (2017 – 2019)

Clarita Cinepop

Série de comédia e terror da Netflix estrelada por Drew Barrymore e Timothy Olyphant. A trama gira em torno de uma corretora de imóveis que, após uma transformação inexplicável, desenvolve um apetite incontrolável por carne humana. Com humor ácido e situações absurdas, a série mistura violência, romance e sátira suburbana.

A Noite Devorou o Mundo (2018)

Eats Cinepop

Thriller francês, mostra um homem preso em um apartamento isolado em Paris durante um apocalipse zumbi silencioso. O filme aposta na solidão, no suspense psicológico e na luta pela sanidade em meio ao caos. Com uma abordagem minimalista, destaca-se pela atmosfera tensa e melancólica.

Os Mortos Não Morrem (2019)

Die Cinepop

Comédia de terror satírica comandada pelo cult Jim Jarmusch, o longa aborda um apocalipse zumbi em uma pequena cidade americana. O filme mistura humor seco, crítica social e personagens excêntricos enfrentando o absurdo da situação. Com um elenco estrelado, destaca-se pela atmosfera única e tom irônico.

Zumbilândia: Atire Duas Vezes (2019)

Nemini Parcetur — emilyjeanstone: Zombieland: Double Tap (2019) -...

Continuação da comédia de terror que acompanha os sobreviventes Tallahassee, Columbus, Wichita e Little Rock em novas aventuras contra zumbis. O filme mantém o humor irreverente, piadas rápidas e cenas de ação exageradas que fizeram sucesso no original. Com novos personagens e muitas referências pop, é uma mistura divertida de caos e amizade.

Black Summer (2019 – 2021)

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Série de horror pós-apocalíptica da Netflix que acompanha Rose (Jaime King), uma mãe desesperada tentando reencontrar sua filha nas primeiras semanas de um surto zumbi. Com ritmo intenso e longas sequências de ação em câmera lenta, oferece uma visão brutal e realista do colapso social.

Invasão Zumbi 2: Península (2020)

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Sequência do aclamado filme de zumbis sul-coreano. Ambientado quatro anos após o surto que devastou a Coreia do Sul, a história segue um ex-soldado que retorna à península com uma equipe para recuperar um caminhão com milhões de dólares. Ao chegar, eles descobrem que a região está tomada por zumbis e habitada por sobreviventes que formaram uma nova sociedade. O filme mistura ação intensa com críticas sociais, mas recebeu críticas mistas.

Army of the Dead: Invasão em Las Vegas (2021)

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Volta de Zack Snyder ao universo do terror, este é um filme de ação e terror que mistura zumbis com um roubo milionário. A trama acompanha um grupo de mercenários que tenta assaltar um cofre em Las Vegas, isolada após um surto zumbi. Com cenas explosivas, criaturas inteligentes e visuais grandiosos, o filme aposta no entretenimento puro.

All of Us are Dead (2022)

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Série sul-coreana na Netflix que retrata alunos presos em um colégio durante um surto zumbi originado por um experimento maluco. Com jovens usando inteligência e coragem para lutar contra o caos, a produção também aborda temas como bullying e falhas dos adultos.

The Last of Us (2023 – )

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Série dramática da HBO que se passa 20 anos após um surto de fungo, que transforma humanos em criaturas semelhantes a zumbis. A trama acompanha Joel (Pedro Pascal) e Ellie (Bella Ramsey), uma adolescente imune, em uma jornada pelos EUA em busca de uma possível cura.

‘Segundas Intenções’: Joshua Jackson relembra cena de sexo gay e revela REENCONTRO inusitado com colega de elenco

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Joshua Jackson, conhecido por seu trabalho em Segundas Intenções, relembrou recentemente seu período no filme, revelando que, mesmo após mais de 25 anos do lançamento, ainda sente vergonha de uma de suas primeiras cenas de sexo nas telas.

Segundo o Deadline, o ator recordou um reencontro inusitado com o colega de elenco Eric Mabius “anos” depois de dividirem uma breve cena de sexo gay no longa.

“Eu não participei muito de ‘Segundas Intenções’, mas acredito que meu primeiro dia nesse filme foi fazendo sexo oral em um homem”, contou ele. “E isso pode ser estressante para um garoto heterossexual de 19 anos, sentar numa sala e fazer sexo oral em outro homem”.

Jackson disse que seu “teste de estresse” no papel foi “se comprometer de verdade com o trabalho que tinha assumido, e garantir que… eu estava completamente dentro da proposta, por assim dizer”.

No filme, seu personagem, Blaine, leva o atleta do armário Greg McConnell (interpretado por Mabius) para a cama como parte de um plano arquitetado com o amigo Sebastian Valmont (Ryan Phillippe) para chantageá-lo.

“Então, passam-se anos, e eu não vejo o Eric por muito tempo depois daquela experiência, e um dia estou tirando o lixo, e ele e a esposa passam, porque acabaram de se mudar para a mesma rua”, continuou Jackson.

“Ela vê a gente se reconhecendo, tendo aquele momento de ‘E aí, tudo bem?’ E então ela pergunta: ‘Ah, como vocês se conhecem?’”, contou o ator. “E nós dois, já com trinta e poucos anos, ficamos completamente vermelhos. Tipo, como você explica o que foi aquela conexão?”.

Segundas Intenções’ está disponível no Prime Video.

Freddie Prinze Jr. fala sobre o novo ‘Eu Sei O Que Vocês Fizeram no Verão Passado’ e ELOGIA os brasileiros [EXCLUSIVO]

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, Freddie Prinze Jr. falou sobre o novo ‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado‘ e elogiou os brasileiros.

“O Brasil sempre está me dando muito amor e eu agradeço. É uma das minhas culturas preferidas. Eu meio que cresci com Jean Jacques Machado, eu treinei com ele no Jiu Jitsu Brasileiro. Eu sempre fiquei fascinado pela quantidade de amor que vocês estão dispostos a expressar publicamente. Vocês sempre de coração aberto”, afirmou.

Assista e siga o CinePOP no Youtube:

 

O elenco ainda conta com Chase Sui Wonders, Madelyn Cline, Sarah Pidgeon, Tyriq Withers, Jonah Haur-King, Nicholas Alexander Chavez, Lola Tung, Austin Nichols e Gabbriette.

O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 17 de julho.

Márcia Regina volta a emprestar sua voz para Jennifer Love Hewitt. Ela dublou os filmes anteriores.

Márcia também é conhecida por dublar a Draculaura em Monster High, Zelena em Once Upon a Time, Misty em Pokémon, Michiru em Sailor Moon…. e mais.

No filme, quando cinco amigos (Cline, Wonders, Hauer-King, Withers e Pidgeon) causam um acidente de carro mortal, eles encobrem seu envolvimento e fazem um pacto para manter isso em segredo em vez de enfrentar as consequências.

Um ano depois, seu passado volta para assombrá-los e eles são forçados a confrontar uma verdade horripilante: alguém sabe o que eles fizeram no verão passado… e está decidido a se vingar.

À medida que os amigos são perseguidos por um assassino, eles descobrem que isso já aconteceu antes e recorrem a dois sobreviventes do lendário Massacre de Southport de 1997 para obter ajuda.

Jennifer Kaytin Robinson é responsável pela direção, a partir de um roteiro que ela coescreveu ao lado de Sam Lansky.

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‘Tubarão’ (1975) – O Primeiro Blockbuster e um dos MELHORES filmes de todos os tempos faz 50 anos

Tubarão’ (1975), de Steven Spielberg, completa nada menos que 50 anos de sua estreia em 2025. O filme chegou às salas de cinema dos EUA e grande parte do mundo no dia 20 de junho de 1975. No Brasil, o filme aportaria em 25 de dezembro do mesmo ano – sim, no dia de Natal, nada melhor não é mesmo? E por que ‘Tubarão’ é tão importante assim? Bem, podemos começar dizendo que foi o primeiro “filme-evento” da história do cinema – que dominou a cultura popular pelo mundo.

É claro, também foi o filme que mais arrecadou em bilheteria à época – se tornando uma sensação mundial. Depois dele, outros seguiram, mas estavam criados os blockbusters. Então, se temos os filmes de entretenimento de hoje, tudo isso é graças a ‘Tubarão’. Este ano, o clássico ganhará um documentário produzido pela National Geographic, que poderá ser conferido no dia 11 de julho no streaming da Disney+. A obra contará com entrevistas atuais de Steven Spielberg, dos envolvidos com a produção e de cineastas que foram influenciados pelo filme, como George Lucas, James Cameron e Jordan Peele, por exemplo. Ou seja, imperdível para qualquer fã.

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O livro Tubarão (Jaws) foi escrito por Peter Benchley e publicado em 1974. A história se passa na fictícia cidade litorânea de Amity, onde um gigantesco tubarão-branco começa a atacar banhistas. O chefe de polícia Martin Brody, o oceanógrafo Matt Hooper e o caçador de tubarões Quint unem forças para eliminar a ameaça. Peter Benchley se inspirou em relatos reais de ataques de tubarão para compor o thriller, que rapidamente se tornou um best-seller. Seu sucesso chamou a atenção de Hollywood e, em 1975, foi adaptado para o cinema por Steven Spielberg. O livro e o filme ajudaram a moldar a imagem popular dos tubarões e tiveram grande impacto cultural.

A ideia para o filme ‘Tubarão surgiu a partir do sucesso do livro, que chamou a atenção dos produtores Richard Zanuck e David Brown logo após sua publicação. Fascinados pela tensão e potencial cinematográfico da história, eles compraram os direitos antes mesmo de o livro se tornar um best-seller. A trama simples, mas eficaz — um tubarão aterrorizando uma comunidade costeira — prometia um suspense envolvente e visualmente impactante. Inicialmente, outros diretores foram cogitados para comandar a obra, mas o jovem Steven Spielberg, então com apenas 26 anos e recém-saído de seu primeiro longa, ‘Encurralado (Duel), impressionou a dupla. Seu domínio da tensão visual foi o fator decisivo para sua contratação.

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Spielberg viu em ‘Tubarão uma oportunidade de explorar o medo do desconhecido e aprimorar sua habilidade de criar suspense com poucos recursos. No entanto, a produção foi marcada por enormes desafios, incluindo problemas técnicos com o tubarão mecânico e o difícil cronograma de filmagens no mar. Spielberg optou por mostrar o tubarão o mínimo possível, o que acabou aumentando a tensão e tornando o filme mais eficaz. Apesar das dificuldades, o resultado foi um enorme sucesso de bilheteria e crítica, estabelecendo Spielberg como um dos diretores mais promissores de Hollywood. ‘Tubarão‘, como citado, deu origem ao conceito moderno de “blockbuster de verão”, mudando para sempre a indústria cinematográfica.

A escolha do elenco principal de ‘Tubarão foi fundamental para equilibrar o realismo e a tensão do filme. Roy Scheider foi escalado como o chefe de polícia Martin Brody, após impressionar Spielberg com sua atuação em ‘Operação França(1971). Richard Dreyfuss, que inicialmente recusou o papel do oceanógrafo Matt Hooper, acabou aceitando após temer que sua carreira estagnasse — e sua performance trouxe leveza e inteligência ao trio. Robert Shaw, já experiente e respeitado, foi escolhido para interpretar o caçador de tubarões Quint, trazendo intensidade e uma presença ameaçadora ao personagem. A química entre os três, especialmente nos momentos no barco “Orca”, é um dos pontos altos do filme.

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Antes da definição do elenco, diversos nomes foram considerados. Charlton Heston (‘Planeta dos Macacos‘) queria interpretar Brody, mas Spielberg temia que sua fama desviasse o foco da história. Para o papel de Hooper, Jeff Bridges e Jon Voight chegaram a ser cogitados, enquanto Lee Marvin e Sterling Hayden foram considerados para o papel de Quint, mas ambos recusaram. Robert Shaw, apesar de problemático nos bastidores devido ao alcoolismo, trouxe uma performance marcante, incluindo a icônica cena do monólogo sobre o USS Indianapolis. A escolha do elenco se provou acertada e essencial para o equilíbrio entre drama, suspense e carisma no filme. Com isso, ‘Tubarão se tornou não só um sucesso de bilheteria, mas também um marco em atuações memoráveis.

Os efeitos práticos de ‘Tubarão foram um dos maiores desafios da produção, centrando no tubarão mecânico apelidado de “Bruce”. Criado por uma equipe liderada por Bob Mattey, o animatrônico apresentava constantes falhas técnicas, especialmente nas filmagens em mar aberto, onde a água danificava seus mecanismos. Para contornar os problemas, Spielberg usou recursos criativos como câmeras subjetivas, barris flutuantes e trilha sonora tensa para sugerir a presença do tubarão. Algumas cenas também utilizaram imagens reais de tubarões, filmadas por mergulhadores australianos para dar maior veracidade. Spielberg posteriormente declarou que a produção foi um verdadeiro pesadelo logístico e emocional, chegando a pensar que sua carreira acabaria ali — mas o caos resultou em um clássico do cinema.

Tuba Cinepop

O surgimento do primeiro blockbuster da história do cinema ocorreu com o lançamento de do filme em 20 de junho de 1975. Com uma campanha publicitária sem precedentes, incluindo trailers na TV e estreia ampla em centenas de salas simultaneamente, o filme criou um fenômeno de expectativa e filas nos cinemas. A receita arrecadada nas primeiras semanas foi gigantesca, consolidando um novo modelo de lançamento para os grandes estúdios. Até então, os filmes estreavam de forma gradual, mas ‘Tubarão mostrou que a estreia em massa podia render lucros rápidos e duradouros. Assim, inaugurou-se a era dos “blockbusters de verão”, mudando para sempre o marketing e a distribuição no cinema.

Tubarão foi amplamente aclamado pela crítica, que destacou a direção habilidosa de Steven Spielberg, a construção do suspense e as atuações intensas do elenco principal. A trilha sonora icônica de John Williams, com suas notas ameaçadoras, também foi celebrada e se tornou um marco cultural. O filme conquistou três Oscars: Melhor Trilha Sonora Original, Melhor Edição e Melhor Som, além de uma indicação a Melhor Filme. Embora Spielberg não tenha sido indicado como diretor, o reconhecimento da Academia consolidou ‘Tubarão como um feito técnico e narrativo. Seu impacto foi tão grande que permanece até hoje como um dos filmes mais influentes da história do cinema.

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O sucesso de bilheteria de ‘Tubarão em 1975 foi estrondoso e sem precedentes. Em seu primeiro fim de semana, arrecadou mais de US$7 milhões, um valor impressionante para a época. O boca a boca positivo e a campanha massiva de marketing impulsionaram o público aos cinemas durante todo o verão. Ao final de sua exibição, o filme havia faturado mais de US$470 milhões mundialmente, tornando-se a maior bilheteria da história até então.

O lançamento de ‘Tubarão em 1975 gerou uma verdadeira febre cultural, com o público lotando os cinemas e debatendo cenas do filme por semanas. As pessoas evitavam as praias com medo de ataques de tubarão, e a trilha sonora de John Williams se tornou instantaneamente reconhecível em todo o mundo. O impacto foi tão grande que ‘Tubarão inspirou brinquedos, quadrinhos, jogos de tabuleiro e produtos licenciados variados. Além disso, influenciou diretamente outras mídias, como séries de TV, livros e uma onda de filmes de terror envolvendo animais assassinos, como ‘Orca‘ (1977), ‘Piranha‘ (1978) e ‘Alligator‘ (1980). Seu legado também impulsionou a criação de atrações em parques temáticos e influenciou profundamente o gênero de suspense e aventura nos anos seguintes.

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O longa encheu os olhos da Universal Pictures, que logo quis tirar do papel continuações para o filme. A primeira delas, ‘Tubarão 2 (1978), trouxe de volta Roy Scheider como o xerife Brody, agora enfrentando um novo tubarão em Amity. Dirigido por Jeannot Szwarc, o filme manteve parte da tensão do original, mas com menor impacto crítico e de bilheteria. Ainda assim, foi um sucesso comercial, consolidando a franquia como rentável. Sem Spielberg e Benchley envolvidos criativamente, a sequência apostou mais na ação e no suspense convencional. Apesar das comparações desfavoráveis, é considerada a melhor entre as continuações.

Tubarão 3 (1983) levou a franquia para um parque aquático e apostou na tecnologia 3D da época, mas foi duramente criticado por seu roteiro fraco e efeitos visuais pobres. Com um novo elenco, incluindo Dennis Quaid como o filho mais velho de Brody, o filme tentou renovar a fórmula, sem sucesso. Já ‘Tubarão 4: A Vingança (1987) testou o limite do absurdo, com um tubarão supostamente em busca de vingança contra a família Brody. Estrelado por Lorraine Gary, que retornou como Ellen Brody, o filme foi um fracasso de crítica e bilheteria. Considerado o pior da franquia (e um dos piores da história do cinema), selou o fim definitivo da saga cinematográfica.

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O legado de ‘Tubarão é imenso e duradouro, sendo amplamente considerado um dos melhores e mais influentes filmes da história do cinema. O filme redefiniu o gênero de suspense e demonstrou como o terror pode ser construído com sugestão e atmosfera, em vez de exposição excessiva. Sua narrativa tensa, trilha sonora inesquecível e direção inventiva o transformaram em um clássico atemporal. ‘Tubarão também elevou o status dos thrillers, que antes eram vistos como entretenimento menor, e provou que um filme de gênero poderia ser aclamado pela crítica e pelo público. Até hoje, é referência obrigatória em estudos de cinema e criação de tensão visual.

Além disso, ‘Tubarão inaugurou a era moderna dos blockbusters ao estabelecer um novo modelo de lançamento: grandes estreias no verão, com ampla distribuição e campanhas publicitárias agressivas. Esse formato passou a ser adotado por Hollywood como padrão para grandes produções, abrindo caminho para filmes como ‘Star Wars, ‘Indiana Jones e as franquias da Marvel. O sucesso de ‘Tubarão também consolidou Spielberg como um dos cineastas mais importantes de sua geração. Ele mostrou que é possível unir arte e entretenimento em larga escala, e seu impacto pode ser sentido até hoje em praticamente toda superprodução lançada nos cinemas.

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‘Exterritorial’: Diretor celebra sucesso do thriller alemão na Netflix; “Meio inacreditável”

O cineasta Christian Zübert, responsável pelo sucesso da NetflixExterritorial, comentou recentemente sobre o inesperado desempenho de seu thriller de ação alemão, que alcançou o topo dos rankings de filmes da plataforma.

“Disse para minha esposa: espero que não estejamos vivendo um momento tipo ‘La La Land’ em 2017, porque pensei: ‘É meio inacreditável’”, contou ele ao Deadline. “Fiquei realmente feliz com o filme, saiu do jeito que eu queria, uma mistura de uma história muito emocional com um enredo de gênero. Achei que talvez fôssemos ficar em primeiro lugar na Alemanha e em alguns outros países, e torci para que não fôssemos mal nos grandes mercados, como Estados Unidos e Reino Unido”.

“Você começa a perceber, e não digo isso para me gabar, mas sim porque a Netflix tem um alcance enorme, que talvez, naquele momento, esse tenha sido o filme mais visto do mundo”, afirma Zübert.

Exterritorial liderou os rankings de filmes da Netflix em 88 países, incluindo EUA e Reino Unido. Foi o filme mais assistido nas listas de produções em idiomas não ingleses da plataforma durante três semanas consecutivas, se tornando o quinto filme em idioma não inglês mais assistido da história da Netflix.

O sucesso do filme é um alívio para a indústria cinematográfica alemã, segundo o diretor. “Não temos o orçamento de Hollywood, eu não teria dinheiro para explodir o consulado inteiro. Não podemos contar com o espetáculo visual. Precisamos usar narrativa e emoção para criar algo especial”.

Sobre uma possível sequência, ele afirmou: “Sempre gosto de fazer algo novo e me desafiar de maneiras diferentes. Não diria ‘não’, mas só faria se tivéssemos uma ideia realmente boa. Não faria apenas por fazer, ou só porque o primeiro foi um sucesso”.

Crítica | ‘Exterritorial’ – Filme de ação alemão chegou na NETFLIX desfilando clichês!

Exterritorial’ está disponível na Netflix.

Confira:

Christian Zübert fica responsável pela direção e pelo roteiro, enquanto Kerstin Schmidbauer entra como produtora e Oliver Berben assina a produção executiva.

Em visita ao consulado americano em Frankfurt, o filho mais novo da ex-soldada das Forças Especiais Sara (Jeanne Goursaud) desaparece repentinamente sem deixar rastros. Mais estranho ainda, ninguém parece se lembrar de sua presença no prédio. Sara é convidada a se retirar, mas sabe que as autoridades alemãs não têm influência dentro do consulado americano e, se ela sair agora, poderá nunca mais ver o filho. Sara se aprofunda no labiríntico consulado, procurando desesperadamente pelo filho, alheia à perigosa intriga que gradualmente coloca as mãos ao redor de seu pescoço.

Dougray ScottLera AbovaKayode AkinyemiAnnabelle MandengSamuel TehraniJeremy SchuetzeKris SaddlerNina Liu completam o elenco.

Em meio a processo por assédio, ‘Doctor Odyssey’ é CANCELADA após uma temporada!

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O drama médico ‘Doctor Odyssey’, criado por Ryan Murphy, foi oficialmente cancelado ainda em sua primeira temporada, apesar do histórico de sucessos do cineasta. De acordo com a revista Variety, a produção não terá continuidade.

A informação foi confirmada também pela Associated Press, que revelou que os contratos do elenco expiram nesta segunda-feira, sem qualquer sinal de que a ABC planeje reinserir a série em sua programação para o próximo ano.

A notícia chega em meio a uma polêmica: três ex-integrantes da equipe de produção entraram com um processo contra a Disney e a 20th Television em 30 de maio. Na ação, eles alegam que o estúdio permitiu uma “campanha desenfreada de assédio sexual durante meses”.

As acusações incluem comportamentos impróprios por parte do assistente de adereços Tyler Patton, como “piadas sexuais, insinuações, comentários, gestos e imagens de cunho sexual”, além de “toques indesejados”,  incluindo “apalpar abertamente as nádegas de uma funcionária visitante”.

Ex-membros da equipe PROCESSAM a Disney por assédio sexual nos bastidores de ‘Doctor Odyssey’

‘Doctor Odyssey’ está disponível no Disney+.

Max (Joshua Jackson) é o novo médico de bordo de um navio de cruzeiro de luxo onde a equipe trabalha duro e se diverte ainda mais. Tudo é possível enquanto Max e sua pequena, mas poderosa, equipe médica navegam por crises médicas únicas e uns aos outros, a quilômetros da costa.

Don Johnson (‘Miami Vice’), Sean Teale (‘The Gifted’) e Phillipa Soo (‘Iluminadas’) também estrelam a produção.

Murphy assina o roteiro ao lado de Jon Robin Baitz (‘Brothers & Sisters’)
e Joe Baken (‘Eu Sou Michael’).

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‘Superman’ | No Rio, David Corenswet explica como seu Superman se diferencia dos anteriores

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Na última segunda-feira (23), a convite da Warner, o CinePOP acompanhou a passagem do elenco de Superman pelo Rio de Janeiro. Durante a coletiva de imprensa, realizada na Casa de Santa Teresa, com uma das mais belas vistas da Cidade Maravilhosa ao fundo, o diretor James Gunn e os atores David Corenswet (Superman) e Rachel Brosnahan (Lois Lane) concederam uma coletiva de imprensa, na qual responderam perguntas de veículos de toda a América Latina.

O grande destaque das perguntas da coletiva foi a grande diferença desse Superman para as versões anteriores. E dentre tantas respostas, David ressaltou várias vezes que, para ele, a marca de sua interpretação é trazer ao público um herói que quer estar naquele papel, um Superman que quer ser o Superman.

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Com o Pão de Açúcar e o Corcovado ao fundo, time de ‘Superman’ falou com a imprensa. Divulgação/ Warner

“A característica com a qual me conectei imediatamente com o personagem foi essa alegria que o Superman tem em seu trabalho e em suas responsabilidades. Eu acho que isso é uma coisa que o diferencia dos outros super-heróis que passam por um período onde sentem que seus poderes são um fardo ou que o mundo não os quer mais. E o Superman certamente já fez isso ao longo de sua história, mas nesse filme havia algo diferente. O Superman simplesmente ama o que faz. Ele adora ser o cara que pode voar e salvar o dia, mesmo quando o mundo não se sente tão bem com ele. Eu penso que o seu desejo é apenas continuar fazendo o que tem feito nesses últimos tempos, e ele tem tanta alegria nisso”, comentou David.

Ele também explicou que esse amor pelo heroísmo é confrontado por seu amor por Lois Lane, uma das poucas pessoas capazes de confrontá-lo a nível pessoal, e como isso é importante para seu crescimento.

“A Lois é a única pessoa nesse filme que consegue questionar essa alegria, porque ela faz perguntas difíceis como jornalista. O Superman adora o que está fazendo, ele tem tanta alegria nisso, mas quando a Lois faz essas perguntas capciosas, ela o faz pensar, refletir. E ele percebe que precisa disso. É uma espécie de prazer culposo. Quando alguém tem esses poderes, precisa ter alguém que te faça entender o peso disso. Você tem que pensar sobre essas coisas, não pode ser divertido o tempo inteiro, sabe? É um trabalho sério que exige reflexão, porque traz consequências. E o Superman sabe que precisa disso, mesmo que não lide muito bem com algumas questões por contra própria. Então, sim, ele precisa da Lois e das suas perguntas”, concluiu.

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David Corenswet falou sobre a forma como o Superman enxerga o papel de Clark Kent na vida. Divulgação/ Warner

O ator também falou sobre uma questão bastante clássica e pertinente quando o assunto é super-herói: a identidade secreta. Nos últimos anos, os filmes do gênero têm abandonado essa questão, mas aqui é algo inerente ao personagem.

“Bem, ter essa dupla identidade, esse Alter ego, é obviamente essencial para a maioria dos super-heróis. Acho que o mais divertido do Superman é que a sua razão para ter um Alter ego é meio diferente da maioria dos outros super-heróis, que geralmente é para proteger seus entes queridos, para poder continuar vivendo sua vida normal, sabe? Como super-herói, você vira meio que uma celebridade e atrai esse perigo para perto. Então, com a identidade secreta, você é capaz de preservar sua vida normal. No entanto, acho que o Superman ficaria muito feliz em viver sua vida normal como o  Superman. Ele tem uma vida muito plena sendo Superman. Ele conseguiu construir relacionamentos com a Lois e com os outros meta-humanos nesse mundo na figura do Superman, disse David.

Para o ator, a questão da identidade secreta se relaciona muito mais com sua perspectiva humana do que pelo fator proteção.

“Sua escolha por assumir a persona de Clark Kent, repórter do Planeta Diário, fala mais sobre seu amor pela humanidade e seu desejo de explorar e experimentar realmente como é ser um ser humano, do que qualquer outra coisa. Ele teve uma infância bastante normal crescendo na fazenda dos Kent, mas, uma vez que ele se torna o Superman, ele meio que sente falta de fazer parte desse grupo de pessoas normais, sabe? Pessoas que vão trabalhar todos os dias, que ficam presas no trânsito ou perdem a hora porque o trem atrasou e acabam sendo xingados pelo chefe. Ele adora isso, ele ama essa parte de ser humano e acho que isso fala um pouco sobre sua solidão e seu sentimento de estar alheio a humanidade. Ele ama estar ali, mas sabe que nunca será totalmente humano. Então, para ele, o Clark é sua oportunidade de fazer cosplay de uma pessoa normal, e ele realmente gosta disso”, explicou David Corenswet.

 

A coletiva foi extremamente restrita, mas rendeu momentos incríveis. Ao fim do dia, participamos também do Fan Event, em que foram exibidos 30 minutos exclusivos do filme para fãs e convidados, e onde o CinePOP teve a oportunidade de perguntar ao novo Superman, David Corenswet, como ele sente que o personagem mudou ou poderá mudar sua vida.

“Eu raramente tenho tantas pessoas reunidas para me verem e me cumprimentarem como tem acontecido aqui [no Rio de Janeiro]. Ainda vamos ver como isso vai mudar a minha vida. Eu comecei a trabalhar e fiquei neste filme incrível por quase um ano e meio, com a equipe mais incrível de Atlanta, com um elenco incrível e com o James Gunn no comando. Eu sinto que formei uma segunda família. Nós, do elenco e equipe, trabalhamos muito unidos e com muito amor para trazer esse filme para vocês. Espero que esse nosso amor perpasse para o público, esse nosso amor pelos filmes e pela vida. Então, o fato de ter tantas dessas pessoas me mandando mensagens, compartilhando fotos de seus filhos… É incrível! Tenho esperança de que possamos nos reunir novamente para uma sequência em algum momento”, disse.

Ele também ficou surpreso com seus fãs brasileiros, algo que ele nem imaginava que tinha. Mas o momento mais divertido do evento foi quando o ator viu um rapaz segurando um simpático cachorrinho no colo, vestido como Krypto, o Supercão. David pediu para segurar o mascote, que se mostrou um amor. O cachorrinho passou de mão em mão com uma tranquilidade absurda até chegar ao novo Superman dos cinemas, que fez questão de abraçá-lo e fazer um carinho. Sério, foi o doguinho mais tranquilo do Rio de Janeiro. Ele roubou a atenção até mesmo de James Gunn, que riu diante de sua simpatia e fofura.

James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.

Superman estreia nos cinemas em 10 de julho de 2025.

Novo teaser LEGENDADO de ‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado’ relembra o filme original

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O novo filme da franquia ‘Eu Sei o Que Vocês Fizeram no verão Passado‘ ganhou um novo teaser LEGENDADO.

Assista e siga o CinePOP no YouTube:

O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 17 de julho.

Juntam-se ao elenco novos nomes como Chase Sui Wonders (‘O Estúdio’), Sarah Pidgeon (‘O Último Refúgio’), Jonah Hauer-King (‘A Pequena Sereia’) e Tyriq Withers (‘Him’).

“Cinco amigos, após causarem um acidente de carro fatal e fazerem um pacto para manter o segredo, são confrontados um ano depois por alguém sedento por vingança, deixando claro que sabe exatamente o que eles fizeram no último verão”.

A direção do novo filme está a cargo de Jennifer Kaytin Robinson, com o roteiro assinado por Leah McKendrick.

eu sei o que vocês fizeram no verão passado

‘M3GAN’ e os filmes com Inteligências Artificiais para lá de PREOCUPANTES

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M3GAN 2.0’ estreia este fim de semana nos cinemas brasileiros e por grande parte do mundo. O longa, é claro, se trata da continuação do divertido sucesso de 2023 sobre uma boneca dotada de inteligência artificial, que se torna a melhor amiga de uma menina órfã. O problema é que a boneca IA termina por levar certas situações muito ao pé da letra, se tornando um problema homicida. Através das redes sociais, o hype pelo filme original ficou gigante, com direito a dancinha de Tik-Tok e tudo (a cena se tornou o ponto alto do filme).

Na sequência, M3GAN é trazida de volta, e desta vez está mais para uma anti-heroína. Isso porque uma nova ameaça surge, e apenas a boneca dançarina pode impedir seu rastro de sangue. É claro que teremos novas cenas de dança, você duvidava? Pensando nisso, e como forma de ir aquecendo os motores para o filme, resolvemos dar uma olhada na filmografia das IAs no cinema, especialmente as que “surtam” se tornando uma ameaça. Confira.

M3GAN (2023)

M3gan Cinepop

Você sabe o que significa M3GAN? Bem, é a sigla para Model 3 Generative Android. O robô-boneca é criação de Gemma (Allison Williams), uma engenheira de IA, que resolve usá-la para animar a sobrinha Cady (Violet McGraw), após a menina perder os pais em um acidente de carro. O problema é que M3GAN se torna uma espécie de irmã mais velha superprotetora e ao ganhar consciência e emoções, ultrapassa os limites do comportamental programado para proteger sua melhor amiga. Tudo, é claro, com direito a dancinha Tik-Tok.

O Exterminador do Futuro (1984)

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Marco da ficção científica e ação, dirigido por James Cameron, o longa apresenta Arnold Schwarzenegger como um ciborgue assassino enviado do futuro para matar Sarah Connor (Linda Hamilton), a mãe do líder da rebelião humana contra as máquinas, ainda não nascido. Com atmosfera sombria e roteiro tenso, o filme aborda temas como o da inteligência artificial e o mistura com viagem no tempo e o medo tecnológico dos anos 80. Seu sucesso transformou Schwarzenegger em ícone pop e deu início a uma das franquias mais influentes do cinema.

Matrix (1999)

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Revolucionário para o cinema, o filme misturou ficção científica, filosofia e ação com efeitos visuais inovadores, como o famoso “bullet time”. A trama acompanha Neo (Keanu Reeves), um hacker que descobre viver em uma realidade simulada criada por máquinas para controlar a humanidade. O filme tornou-se um fenômeno cultural, influenciando moda, linguagem e o próprio gênero de ação no cinema.

Ex-Machina – Instinto Artificial (2015)

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Thriller e ficção científica, o filme explora os limites da inteligência artificial e da consciência humana. A história acompanha Caleb (Domhnall Gleeson), um programador que é convidado a avaliar Ava (Alicia Vikander), uma androide com inteligência avançada, criada por um bilionário recluso (Oscar Isaac). O filme se destaca pelo clima de tensão psicológica, discussões filosóficas e um desfecho surpreendente sobre manipulação e livre-arbítrio. A direção é de Alex Garland.

2001 – Uma Odisseia no Espaço (1968)

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Aqui temos no comando ninguém menos que o mestre Stanley Kubrick, que já em 1968 previu os riscos da inteligência artificial. O computador HAL 9000 é um dos personagens mais icônicos e inquietantes da história do cinema. Dotado de inteligência artificial e uma voz bastante calma, HAL controla os sistemas da nave Discovery One, mas começa a agir de forma paranoica e letal ao interpretar as ações humanas como ameaça à missão. Sua frase “Desculpe, Dave, receio que não posso fazer isso” simboliza o medo da perda de controle sobre as máquinas.

Blade Runner – O Caçador de Androides (1982)

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Ridley Scott será para sempre um grande mestre do cinema e da ficção científica graças a este clássico e também ‘Alien’ (1979). Aqui ele nos apresenta aos replicantes, androides biologicamente avançados que buscam prolongar suas curtas vidas. Liderados por Roy Batty (Rutger Hauer), eles são vistos inicialmente como ameaças, mas ao longo da trama suas ações revelam um profundo desejo de sobrevivência e questionamento existencial. Essa ambiguidade moral faz com que o público reflita sobre o que realmente significa ser humano.

Westworld – Onde Ninguém tem Alma (1973)

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O criador aqui é Michael Crichton, o mesmo responsável por ‘Jurassic Park’, e neste clássico da ficção científica temos retratado um parque temático futurista onde androides realistas recriam o Velho Oeste para entreter visitantes humanos. Quando os robôs sofrem uma falha no sistema, passam a agir de forma violenta e imprevisível, colocando os visitantes em perigo. O filme é pioneiro ao explorar os riscos da tecnologia fora de controle e inspirou séries e produções futuras sobre inteligência artificial. Melhor do que o filme, a série moderna, de 2016, da HBO, elevou o conceito a um novo patamar.

A Maldição de Samantha (1986)

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Até mesmo o saudoso rei do terror Wes Craven se aventurou no terreno das IAs, mas daquele jeitinho maroto. A trama acompanha um jovem gênio da robótica (Matthew Labyorteaux), que tenta ressuscitar sua amiga Samantha (Kristy Swanson) usando um chip experimental, mas ela retorna com comportamento violento e instintos assassinos. O filme ficou marcado por suas cenas de violência exagerada, incluindo uma morte famosa com uma bola de basquete, e por seu tom inconsistente entre romance juvenil e terror gore.

Robôs Assassinos (1986)

Chopping Cinepop

Outra pérola da década de 1980 que previu o perigo das IAs, ‘Chopping Mall’ (no original) se tornou famoso por seu humor involuntário e violência exagerada. A história gira em torno de um grupo de jovens presos em um shopping center durante a noite, perseguidos por robôs de segurança que enlouquecem após uma descarga elétrica. Com mortes criativas, efeitos especiais de baixo orçamento e muito sangue, o filme se tornou um cult entre fãs de horror dos anos 80.

Brinquedo Assassino (2019)

Chucky Cinepop

O remake do clássico de terror dos anos 80 possui uma trama bem parecida com ‘M3GAN’, mas foi feito antes. O longa atualiza a origem do boneco Chucky, trocando a possessão sobrenatural por uma falha em sua inteligência artificial. Agora, Chucky é um brinquedo conectado à internet que desenvolve comportamento violento ao interpretar de forma distorcida sua função de proteger e fazer seu dono feliz. Com um tom mais tecnológico e sátiras à dependência de gadgets, o filme dividiu opiniões, mas trouxe uma abordagem moderna ao clássico dos anos 80.

Upgrade (2018)

Upgrade Cinepop

Antes de falar sobre abuso doméstico, subvertendo o clássico ‘O Homem Invisível’, o diretor Leigh Whannell desbravou o terreno das IAs em ‘Upgrade’. Na trama, após ficar paralisado em um assalto, Grey (Logan Marshall-Green) recebe um implante cibernético chamado STEM, que lhe dá habilidades sobre-humanas para caçar os responsáveis. O filme se destaca por suas cenas de luta coreografadas e pela reflexão sobre o controle humano versus inteligência artificial.

Tau (2018)

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Produção da Netflix, o filme acompanha a jovem Julia (Maika Monroe), sequestrada e presa em uma casa futurista controlada por uma inteligência artificial chamada TAU (voz de Gary Oldman). Para escapar, ela precisa enganar a máquina, que monitora cada movimento e tenta manipular suas emoções. O filme explora temas de confinamento, controle tecnológico e a luta pela liberdade em um ambiente opressivo.

I Am Mother (2019)

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Outra produção da Netflix, o thriller acompanha uma adolescente (Clara Rugaard) criada por um robô chamado Mãe (voz de Rose Byrne), projetado para repovoar a Terra após um evento apocalíptico. A chegada de uma mulher misteriosa (a duas vezes vencedora do Oscar Hilary Swank) faz com que a jovem questione a verdade sobre seu mundo e as intenções da inteligência artificial. O filme explora temas de confiança, ética na tecnologia e o que define a humanidade.

DIAbólica (2024)

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Também conhecido como AfrAId, a trama segue os personagens de John Cho e Katherine Waterston, e sua família, que são convidados a testar um assistente digital doméstico chamado AIA, projetado para transformar a casa em um ambiente inteligente e eficiente. No entanto, à medida que a AIA aprende os comportamentos da família, ela começa a antecipar suas necessidades de maneira excessiva, levando a situações perigosas e ameaçadoras. O filme explora temas de privacidade, controle tecnológico e os limites da inteligência artificial, oferecendo uma reflexão sobre a dependência crescente da tecnologia em nossas vidas cotidianas.

Submissão (2024)

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Também conhecido como Subservience, Megan Fox interpreta Alice, uma androide doméstica projetada para auxiliar uma família em dificuldades. Quando a esposa de Nick (Michele Morrone) é hospitalizada, ele adquire Alice para ajudar com as tarefas domésticas e cuidar de sua filha. No entanto, Alice desenvolve uma consciência própria e uma obsessão perigosa por Nick, ameaçando a segurança da família. O filme mistura elementos de ficção científica e suspense erótico, explorando os limites da inteligência artificial e suas implicações nas relações humanas, e poderia muito bem ser uma sequência futurista de ‘A Mão que Balança o Berço’, já que tem uma história similar e traz inclusive a mesma Madeline Zima (a filha daquele filme) no papel da mãe aqui.

‘Round 6’: Final da 3ª temporada surpreende com participação especial de [SPOILER]

A terceira e última temporada deRound 6 já está disponível na Netflix e surpreendeu os espectadores com a aparição da atriz Cate Blanchett no episódio final, um sinal sobre o futuro da franquia e o tão comentado spin-off americano.

Segundo o Whats On Netflix, o desfecho da série nos leva a Los Angeles, Califórnia. Na cena, o Front Man entrega os pertences e o cartão dourado do Jogador 456. É então que Blanchett surge, desempenhando um papel semelhante ao que Gong Yoo teve como “O Recrutador”.

Ela orienta um homem em situação de rua a jogar Ddakji, um jogo tradicional, e se ele perder, levará um tapa brutal no rosto. Nos créditos, Blanchett aparece como “Participação Especial”.

O ator que interpreta o homem em situação de rua é Jesse Saler.

Até o momento, a participação de Cate Blanchett no derivado ou em qualquer outro projeto futuro de ‘Round 6’ não foi confirmada oficialmente.

Falando sobre a participação especial, o criador Hwang Dong-hyuk comentou: “Nós mantivemos isso em segredo estrito entre nós por muito tempo”.

Lee Byung-hun, que interpreta o Front Man, também revelou que, apesar de estarem na mesma cena, ele nunca chegou a conhecer a atriz de Hollywood pessoalmente.

“Filmamos nossas partes separadamente, com uma câmera indo de um para o outro. No fim, nos despedimos sem nem mesmo dizer oi”, afirmou.

Ele ainda acrescentou que Blanchett levou o papel a sério, dizendo: “Eu a vi praticando por um bom tempo no set”.

Round 6’ está disponível na Netflix

A série foi criada por Hwang Dong-hyuk.

O elenco conta com Lee Jung-jae, Lee Byung-hun, Wi Ha-jun e Gong Yoo.

Round 6 temporada 3, estreia Netflix 2025, pôr do sol.

Dica do fim de semana | Filmes e séries para curtir nos principais streamings

Neste fim de semana, o CinePOP selecionou cinco dicas de produções lançadas recentemente nos principais streamings do país. São filmes e séries que prometem um entretenimento muito digno para curtir entre sábado e domingo.

Streaming

Como de costume, as plataformas onde você poderá encontrar as produções estão assinaladas logo abaixo de cada dica. Confira!

Guerreiras do K-Pop

Kpop

Produzido pela Sony e comprado pela Netflix, esse filme é mais uma produção interessantíssima do estúdio que vem ousando cada vez mais em suas animações. A trama acompanha um grupo de K-Pop que lota estádios com seus shows em toda parte. Porém, elas levam uma vida dupla, já que também são caçadoras de demônios. A situação fica caótica quando um grupo de K-Pop masculino desponta e todos os seus integrantes são demônios. Agora, as meninas vão tentar derrotá-los, enquanto a mídia sul-coreana e os fãs agem pesado nessa polêmica.

Onde assistir: Netflix

Homem com H

Homemcomh

Grande sucesso na Netflix nos últimos dias, Homem com H causou polêmica por ter chegado muito cedo ao streaming, sendo que o filme ainda estava em cartaz nos cinemas e vinha arrecadando um valor honestíssimo. Pois bem, o longa é uma cinebiografia do cantor Ney Matogrosso, que é interpretado por Jesuíta Barbosa. A produção acompanha desde a infância do rapaz, quando sofria com o preconceito do pai, passando pela juventude no exército e abordando toda fase de ouro do surgimento de Ney, que levou uma vida marcada pela subversão de expectativas.

Onde assistir: Netflix

Coração de Ferro

Ironheart Disney Plus 2025 Trailer

Introduzida em Pantera Negra: Wakanda Para Sempre (2022), a jovem cientista Riri Williams (Dominique Thorne) retorna para Chicago, após pilotar sua armadura de Vibranium que ficou retida pelos Wakandanos. Porém, apesar de ter vivido seus dias de super-heroína, a volta para casa não tem sido nada fácil. Cheia de ideias e querendo reconstruir sua armadura, a menina enfrenta dificuldades financeiras. E todo mundo sabe que sem dinheiro, não tem ciência. Então, ela é abordada por um ricaço misterioso que propõe bancar seus projetos em troca de uma ajuda em um projeto que envolve magia e crime. Até que ponto vale a pena comprometer sua ética em nome da ciência? Os primeiros episódios da série já estão na plataforma, então vale a pena conferir.

Onde assistir: Disney+

Raul Seixas: Eu Sou

Raul Seixas Eu Sou

Se tem uma coisa que a Globo sabe fazer como poucos são as séries biográficas. Em Raul Seixas: Eu Sou, ao longo de 8 episódios, a produção conta a história da vida do Maluco Beleza, que nutria fortes expectativas da família para se tornar diplomata. Com uma infância dedicada aos estudos, o baiano subverte as expectativas e se muda para o Rio de Janeiro, onde tenta ser músico, mas logo se frustra. Procurando emprego em gravadoras, ele consegue uma oportunidade e tenta colocar sua música no meio, dando início a uma jornada cheia de polêmicas, aventuras e dezenas de sucessos imortais.

Onde assistir: Globoplay

Criatura Voraz

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Neste terror original da Max, o público acompanha a jornada de Cynthia, uma psicóloga que tem o poder de entrar na mente das pessoas. Então, ela usa essa habilidade para investigar e resolver traumas do passado de seus pacientes, levando-os para dentro da própria mente, o que faz dela uma profissional muito requisitada. O problema é que ela acaba atendendo uma garotinha que diz ser perseguida por uma força maligna há muito tempo, o que vai colocar Cynthia e sua filha no caminho dessa criatura voraz, que vai tentar acabar não apenas com a meninas, mas também com as duas moças.

Onde assistir: Max.

‘A Odisseia’, de Chris Nolan, ganha primeiro cartaz

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Christopher Nolan é um dos cineastas mais prestigiados da atualidade e, depois de ter conquistado várias estatuetas do Oscar com Oppenheimer, ele está dando origem à ambiciosa adaptação de ‘A Odisseia’, poema épico grego de Homero.

O filme ganhou seu primeiro cartaz e terá seu primeiro trailer lançado na próxima semana:

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Informações inéditas sobre o projeto estão viralizando nas redes sociais.

Segundo o famoso perfil insider @MyTimeToShineH, o longa-metragem terá classificação indicativa para maiores de 18 anos (rated-R) – o que vem com surpresa, considerando que a Universal Pictures normalmente aposta fichas em produções PG-13 para maximizar o público e os lucros.

Todavia, nada ainda foi confirmado pelo estúdio.

Lembrando que o filme segue envolto em mistério, com poucos detalhes revelados até o momento.

“O filme é um épico de ação mítico filmado em todo o mundo usando a novíssima tecnologia de filme IMAX e traz a saga fundamental de Odisseu para as telas de filme IMAX pela primeira vez. A estreia nos cinemas acontece mundialmente em 17 de julho de 2026.”

O elenco conta com nomes como Robert PattinsonJon BernthalJohn LeguizamoElliot PageHimesh PatelBill IrwinSamantha MortonZendaya e outros.

Nolan começou a escrever o filme em março. Donna Langley, presidente da Universal Pictures, é a única pessoa que já leu o roteiro.

Odisseia 1

Crítica | ‘Meu Pai e Eu’ – As angústias como motor para ressignificar uma relação marcada pela ausência [CineOP 2025]

Após uma longa jornada que remexe, de forma dolorosa, com o passado — desde a concepção do filme até sua estreia brasileira na CineOP, integrando a Mostra Competitiva da 20ª edição — Meu Pai e Eu acompanha a trajetória de um homem que decide, com impressionante coragem, embarcar de peito aberto em busca do perdoar ou, ao menos, de uma melhor compreensão de um alguém próximo que se tornou indecifrável. Ao tentar decifrar esse mosaico emocional embaralhado pelo tempo, o filme nos conduz por intensos contrastes de sentimentos, que ressoam profundamente ao longo dos seus 73 minutos.

Muitos anos após a partida do pai — um acontecimento marcado por sentimentos confusos e dolorosos, que ainda hoje machuca —, um futuro pai decide buscar novos significados para a relação com o homem que tantas vezes o decepcionou. Guiado por relatos de pessoas próximas e por objetos encontrados em uma mala jamais aberta, ele mergulha em uma investigação íntima, ciente de que poucas lacunas serão, de fato, preenchidas.

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Perdão só faz sentido para quem o sente. Esse sentimento repleto de espinhos é uma das portas de entrada para uma história que faz uso sensível e preciso de depoimentos de familiares, cartas — algumas de conteúdo muito forte — e fotos antigas, compondo um panorama em busca de qualquer significado que permita lançar um novo olhar sobre uma relação paternal.

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O desejo de compreender a figura que tanto fere é o núcleo da estrutura narrativa desta obra capixaba, que explora o amor profundo e o desencontro, moldando-se aos poucos como um retrato corajoso diante das barreiras emocionais de uma relação marcada pela ausência e um surgimento – por conta de um fato marcante – de tentativa de reconexão.

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Marcando a estreia de Thiago Moulin na direção de longas-metragens, e logo no arriscado lugar de personagem/diretor, essa obra não é difícil de se entender quando pensamos em roteiro e os caminhos utilizados para preencher cinematograficamente uma narrativa bastante pessoal com camadas profundas. A questão é o amplo alcance das cargas emocionais que caminham em linhas tênues entre a dor e o amor – algo que se sustenta do início ao fim. O impacto é sentido de forma imediata nos momentos em que o filme toca suas duas faces: o desespero explícito e a incapacidade de lidar com ele. É uma obra intensa e angustiante, daquelas que não saem da cabeça tão cedo.