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Os Filmes de Terror Mais DECEPCIONANTES do Ano (Até Agora)

Enquanto 2025 vem se provando um ano muito bom para o terror – com ótimos remakes como ‘Nosferatu’‘Lobisomem’, além de incursões despojadas como ‘Premonição 6: Laços de Sangue’ e potentes dramas sobrenaturais como ‘Pecadores’ -, nem todas as investidas do gênero deram certo.

Nos últimos seis meses, algumas investidas prometiam entregar aos espectadores exatamente o que eles queriam, mas falharam em conquistar o público e a crítica – como foi o caso do quarto capítulo da franquia ‘Rua do Medo’ e o inexplicável e esquecível DIAbólica.

Continuando nossas matérias de meio de ano – após as Melhores Animações do Ano e os Melhores Filmes de Terror do Ano -, preparamos uma breve lista escalando os cinco Filmes de Terror Mais Decepcionantes do Ano (que foram oficialmente lançados em circuito nacional em 2025).

Veja abaixo as nossas escolhas:

5. A MULHER NO JARDIM 

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Direção: Jaume Collet-Serra

A Mulher no Jardim não chega a ser uma produção ruim, mas comete o crime de não explorar todo seu potencial e nos frustrar por não ousar mais do que deveria. Contando com fabulosas atuações, em especial a da indicada ao SAG Award Danielle Deadwyler, o longa morre na praia ao não saber como alcançar a linha de chegada, deixando-nos com um gostinho agridoce conforme saímos da sala de cinema.

Na trama, Deadwyler encarna Ramona, uma mulher traumatizada que fica paralisada pela dor após a morte de seu marido, deixando-a sozinha para cuidar de seus dois filhos. Sua tristeza logo se transforma em medo quando uma mulher espectral vestida de preto aparece em seu jardim da frente.

4. O MACACO

No ambicioso O Macaco, inspirado nos escritos de Stephen King, o público acompanha irmãos gêmeos que encontram um misterioso macaco de corda. Após a descoberta, uma série de mortes absurdas destroça a família. Muitos anos depois, o macaco inicia uma nova onda de assassinatos, forçando os irmãos a enfrentar o brinquedo amaldiçoado – e os levando em vórtice de insanidade que os enclausura.

O projeto é comandado por Osgood Perkins, que mostrou suas incríveis habilidades fílmicas com o recente e aplaudido ‘Longlegs – Vínculo Mortal’ – um poderoso thriller que encantou o público ao redor do mundo. Aqui, porém, Perkins parece perdido em relação ao que fazer com o material original, mesmo ficando a encargo do roteiro: de um lado, cremos ter sido convidados para uma aventura de terror clássica que logo se mostra permeada com incursões cômicas que apenas provam que o longa foi vendido da maneira errada através dos materiais promocionais (um dos aspectos mais frustrantes, diga-se de passagem); de outro, há diálogos cansativos e clichês que não ajudam a desenvolver em nada a narrativa além de criar metáforas que se engasgam na própria egolatria.

3. UNTIL DAWN: NOITE DO TERROR

Direção: David F. Sandberg

Adaptações de games de terror não têm um bom histórico no cenário da sétima arte, ainda que um ou outro projeto destoem ao se aproximar bastante do jogo original ou até mesmo ao explorar incursões novas que expandam determinada mitologia. E, ‘Until Dawn: Noite do Terror’, por mais que não se leve a sério e tentando se desvencilhar de potenciais clichês, falha em entregar o que pretende ao fazer escolhas duvidosas que mancham o ritmo e transformam o enredo em um monótono compilado de tropos repetitivos.

Dirigido por David F. Sandberg, o longa-metragem traz um bom elenco que se mostra comprometido com essa “farofada” – mas que não consegue ofuscar os inúmeros deslizes que se estendem pela produção. A trama nos leva a um centro de visitantes abandonado onde Clover e seus amigos encontram um assassino mascarado que os mata um por um. No entanto, quando eles misteriosamente acordam no início da mesma noite, são forçados a reviver o terror repetidamente.

2. RUA DO MEDO: RAINHA DO BAILE

Direção: Matt Palmer

A franquia ‘Rua do Medo’ fez um grande barulho ao chegar à Netflix em 2021, reavivando nosso interesse em produções slasher e na mitologia eternizada por R.L. Stine. Logo, o anúncio de um quarto capítulo da saga nos deixou bastante animados – convidando-nos para um baile de formatura em que as candidatas ao título de Rainha do Baile estão sendo sumariamente caçadas por um assassino mascarado.

Dirigido por Matt Palmer, o longa mantém-se fiel à identidade explorada na trilogia original, garantindo que os clichês existam em reformulações propositais e que celebrem uma das décadas mais famosas do terror slasher na sétima arte. Há menções gritantes a incursões como ‘Carrie, a Estranha’ e ‘Baile de Formatura’, uma trilha sonora nostálgica e envolvente que inclui sucessos atemporais como “Never Gonne Give You Up” e “Gloria”, e uma paleta de cores que mistura o tradicionalismo dos bailes de formatura ao neon vibrante. E, enquanto a estética funciona, é notável como o fraco enredo não consegue nos convencer de que esta é uma história digna de pertencer ao universo de Shadyside, saindo de lugar nenhum e chegando a nenhum lugar com uma completa falta de originalidade.

1. DIABÓLICA

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Direção: Chris Weitz

Terror e ficção científica parecem andar lado a lado quando pensamos no escopo da sétima arte – e já sofreram inúmeros tipos de “mutação” em relação a suas próprias narrativas. Temos, por exemplo, a icônica franquia ‘Alien’, que nos levou a um futuro distante e construiu um enredo de pura claustrofobia em pleno espaço sideral; ou então o recente ‘M3GAN’, que distorceu os avanços robóticos para arquitetar uma divertida jornada serial killer. Agora, com a popularização das inteligências artificiais, chegou a hora de enfrentar um novo medo com o longa-metragem DIAbólica – que prometia funcionar como uma prática narrativa do gênero e entreter o público ao redor do mundo.

O projeto, comandado por Chris Weitz, tinha todos os elementos para funcionar dentro de seus limites autoimpostos. E, considerando que o trabalho do cineasta incluiu produções como ‘A Saga Crepúsculo: Lua Nova’, ‘American Pie’ e ‘A Bússola de Ouro’, tudo o que queríamos era algo com valor de entretenimento para nos fazer escapar da realidade por alguns minutos. Infelizmente, não é isso o que acontece: DIAbólica é um equívoco de proporções catastróficas que se afoga nas próprias metáforas vencidas ao tentar dar um passo maior que a perna e, ao mesmo tempo, morre na praia por ser covarde demais para se manter fiel ao que propõe.

‘Remain’: Começam as filmagens do thriller de M. Night Shyamalan com Jake Gyllenhaal; Veja foto!

O mais novo projeto cinematográfico do aclamado diretor M. Night Shyamalan, intitulado ‘Remain‘, teve oficialmente o início de sua produção na última terça-feira, dia 18 de junho de 2025. O longa, que tem estreia prevista para 2026, marca mais uma empreitada do cineasta no universo do suspense e do mistério, gêneros que consagraram sua carreira ao longo dos anos.

Para comemorar o primeiro dia de filmagens, Shyamalan compartilhou uma mensagem emocionante em sua conta oficial no X (antigo Twitter).

Acompanhado de uma imagem dos bastidores, ele expressou sua empolgação com o início da jornada:

“Dia 1. O filme começou a rodar! Estou me sentindo muito, muito grato.”, escreveu o diretor.

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O filme chegará aos cinemas em 23 de outubro de 2026.

O longa, que será estrelado por Jake Gyllenhaal, traz uma proposta inusitada: ele é fruto de uma parceria criativa entre Shyamalan e o best-seller Nicholas Sparks (‘Querido John, ‘Um Amor para Recordar).

Enquanto o diretor desenvolve o roteiro do filme, Sparks escreve simultaneamente um romance com a mesma história, que será lançado em 7 de outubro de 2025, sob o mesmo título.

Phoebe Dynevor (‘Bridgerton) e Ashley Walters (‘Top Boy) reforçam o elenco, cuja trama segue mantida em sigilo, mas que promete unir o suspense característico de Shyamalan com a sensibilidade romântica que consagrou Sparks.

A estreia de ‘Remain deve gerar um confronto de peso nas bilheteiras. Na mesma data, a Universal Pictures planeja lançar o próximo filme de Jordan Peele, outro diretor renomado no universo do suspense e terror.

A possível colisão entre os dois projetos tem gerado expectativa no mercado — especialmente considerando que Shyamalan já teve uma bem-sucedida parceria anterior com a Universal, onde lançou títulos como ‘Fragmentado, ‘Vidro e ‘Tempo’.

Após migrar para a Warner Bros., Shyamalan dirigiuArmardilha, lançado em 2024 e que arrecadou cerca de US$ 84 milhões em bilheteria mundial. O estúdio também foi responsável pela distribuição de ‘Os Observadores‘, estreia de sua filha Ishana Shyamalan como diretora, que teve desempenho modesto com US$ 33 milhões arrecadados globalmente.

M3GAN vs. AMELIA em novo clipe da sequência ‘M3GAN 2.0’; Confira!

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A Universal Pictures divulgou um clipe inédito da aguardada sequência ‘M3GAN 2.0‘.

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O longa chega nos cinemas nacionais no dia 27 de junho.

Dois anos após M3GAN, uma maravilha da inteligência artificial, sair do controle, iniciar uma matança (impecavelmente coreografada) e ser destruída, sua criadora Gemma (Allison Williams) tornou-se uma renomada autora e defensora da supervisão governamental da IA. Enquanto isso, sua sobrinha Cady (Violet McGraw), agora com 14 anos, transformou-se em uma adolescente que desafia as regras superprotetoras de Gemma. Sem que elas saibam, a tecnologia subjacente de M3GAN foi roubada e usada indevidamente por um poderoso contratante de defesa para criar uma arma de nível militar conhecida como Amelia (Ivanna Sakhno), a espiã infiltrada mais letal já concebida. Mas, à medida que a autoconsciência de Amelia cresce, seu interesse em seguir ordens humanas diminui — assim como sua vontade de tê-los por perto.

Com o futuro da humanidade em risco, Gemma percebe que a única solução é trazer M3GAN (Amie Donald, com voz de Jenna Davis na versão original) de volta e aprimorá-la para torná-la mais rápida, mais forte e ainda mais letal. E, quando seus caminhos se cruzam, a IA mais implacável do cinema encontrará sua maior rival.

Além de Allison Williams e Violet McGraw reprisando seus papéis do filme anterior, a continuação contará também com Timm Sharp (‘Percy Jackson e os Olimpianos’), Aristotle Athari (‘SNL’), Ivanna Sakhno (‘Ahsoka’) e Jemaine Clement (‘O Que Fazemos nas Sombras’).

Williams também entra como uma das produtoras da sequência, junto com Jason Blum (Blumhouse) e James Wan (Atomic Monster).

O diretor Gerard Johnstone também retorna.

Francisco Cuoco morre aos 91 anos

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Francisco Cuoco, um dos maiores nomes da dramaturgia brasileira, faleceu nesta quinta-feira (19), aos 91 anos, em São Paulo. O ator estava internado no Hospital Albert Einstein, onde enfrentava complicações de saúde relacionadas à idade. Segundo informações divulgadas por familiares ao jornal Folha de S. Paulo, Cuoco tratava um ferimento que acabou infeccionando, embora a causa oficial da morte não tenha sido divulgada.

Nascido no Rio de Janeiro em 29 de novembro de 1933, Cuoco construiu uma das carreiras mais sólidas da televisão nacional. Tornou-se conhecido por interpretar galãs e protagonistas em algumas das novelas mais marcantes da história da teledramaturgia brasileira, como Pecado Capital (1975), de Janete Clair, onde viveu o icônico Carlão; O Astro (1977), também de Janete Clair, onde interpretou o misterioso Herculano Quintanilha; Selva de Pedra (1986); e O Sétimo Sentido(1982), entre muitas outras produções.

Com mais de seis décadas de carreira, Cuoco transitou com facilidade entre teatro, cinema e televisão. Ele participou de mais de 40 novelas e minisséries, consolidando-se como um ator versátil, carismático e muito querido pelo público. Nas últimas décadas, passou a fazer participações especiais e papéis coadjuvantes, mantendo-se ativo até recentemente, com aparições em novelas como Império (2014) e A Dona do Pedaço (2019), ambas da TV Globo.

‘Quando o Céu se Engana’: Comédia sobrenatural com Keanu Reeves é ADIADA para dezembro no Brasil

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Inicialmente programada para outubro, a comédia sobrenatural ‘Quando o Céu se Engana‘ (Good Fortune) foi adiada em quase dois meses no Brasil.

Agora, o longa estrelado por Keanu Reeves (‘John Wick’) será lançado nos cinemas nacionais no dia 11 de dezembro, pela Paris Filmes.

A trama segue um homem azarado que trabalha em uma infinidade de empregos. Ele é chamado por seu amigo, que mora em Hollywood Hills, para fazer vários trabalhos para ele – instalar um piso de discoteca, consertar o aquecedor da piscina. Seu anjo da guarda, no entanto, faz com que os dois homens troquem de corpos.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Além de estrelar, Aziz Ansari (‘Master of None’) também é responsável pela direção e roteiro.

Novo ‘Superman’ deve arrecadar entre US$ 90-125 milhões em estreia nos EUA

De acordo com o Deadline, o aguardado live-action de ‘Superman‘, que marcará o início do novo DCU nas telonas, deve arrecadar em torno de US$ 90-125 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA.

Outras projeções, no entanto, indicam uma abertura de até US$ 145 milhões.

Em análise inicial, há algumas categorias para serem analisadas.

Em termos da atenção popular sobre o projeto sem a influência do marketing, o longa está registrando um desempenho maior do que ‘Top Gun: Maverick‘ ($126.7M). Isso se deve ao fato do live-action ser focado em um dos heróis mais famosos da cultura popular, além de marcar o início de um novo universo cinematográfico.

Em contrapartida, a média do público que considera o filme “imperdível”, que precisa ser visto nos cinemas, está abaixo de ‘Thor: Amor e Trovão‘ ($144.1M), ‘Batman‘ ($134M) e ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ ($118.4M).

Além disso, o site afirma que ‘Superman‘ se encontra 71% abaixo de ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo‘ neste mesmo período.

Vale destacar, no entanto, que faltando pouco menos de um mês para a estreia e com a campanha de marketing aumentando – sem contar a reação dos críticos e espectadores –, muita coisa pode mudar em relação ao lançamento do filme. Fiquem ligados!

Superman’ será lançado nos cinemas nacionais no dia 10 de julho.

Superman, o primeiro longa-metragem da DC Studios a chegar às telonas, deve estrear nos cinemas de todo o mundo neste verão, distribuído pela Warner Bros. Pictures. Em seu estilo característico, James Gunn assume a nova história do super-herói original, no recém-imaginado universo DC, com uma combinação singular de ação épica, humor e coração, um Superman movido pela compaixão e por uma crença inerente na bondade da humanidade.

David Corenswet estrela como Clark Kent/Superman.

O elenco também conta com Rachel Brosnahan (Lois Lane), Nicholas Hoult (Lex Luthor), Edi Gathegi (Michael Holt/Senhor Incrível), Anthony Carrigan (Rex Mason/Metamorfo), Nathan Fillion (Guy Gardner/Lanterna Verde), Isabela Merced (Kendra Saunders/Mulher-Gavião), Skyler Gisondo (Jimmy Olsen), Sara Sampaio (Eve Teschmacher), Wendell Pierce (Perry White), Milly Alcock (Kara Zor-El / Supergirl) e outros.

Mistério Intrigante no teaser de ‘Meus 84 m²’, novo SUSPENSE coreano da Netflix

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A Netflix divulgou o primeiro teaser do suspense coreano ‘Meus 84 m²‘.

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O longa será lançado na plataforma no dia 18 de julho.

Após gastar as economias de uma vida inteira em um apartamento, um homem descobre que suas paredes guardam ruídos perturbadores, vizinhos hostis e segredos inquietantes.

Kim Tae-joon (‘Na Palma da Mão’) é responsável pela direção.

Kang Ha-neul, Yeom Hye-ran e Seo Hyun-woo estrelam a produção.

Divertida Mente | Há dez anos, a Pixar analisava a complexidade da mente humana com uma de suas animações mais IMPECÁVEIS

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Quando paramos para pensar no legado deixado pela Pixar Studios, percebemos que esse é um trabalho muito difícil – não pelo fato do impacto de suas animações ser finito, e sim pela impossibilidade de mensurar as inúmeras inovações tecnológicas e narrativas que trouxe ao cenário da sétima arte (e agora, ao televisivo). Afinal, ao longo de sua breve história, os realizadores do estúdio trouxeram aventuras incríveis que personificaram objetos inanimados e criaturas animalescas com uma humanização derradeira, como os brinquedos de ‘Toy Story’, os robôs de ‘WALL-E’ e os adoráveis ratinhos de ‘Ratatouille’.

Em determinado momento, acreditávamos que a Pixar havia se rendido à fadiga criativa – ainda mais considerando que, no início dos anos 2010, rendeu-se aos tropos dos filmes de princesa com ‘Valente’ e resolveu obliterar a história como a conhecíamos com ‘O Bom Dinossauro’. Entretanto, em 2015, Pete Docter aliou-se a Meg LeFauve e Josh Cooley para um ambicioso projeto que apresentou emoções às próprias emoções – e essa atração ficou conhecida como Divertida Mente.

Enquanto a Era de Ouro da companhia se estendeu até o final dos anos 2000, Divertida Mente representa mais um divisor de águas ao funcionar como um emblema testamentário de tudo o que o estúdio já nos havia entregado – e talvez o primeiro desde o impacto trazido com ‘Toy Story 3’. Apoiando-se nos estudos da psicanálise e da psicologia infantil, a trama acompanha Riley, uma jovem que passa por grandes mudanças ao sair da casa onde morou a vida toda e se mudar para uma chuvosa e cinzenta São Francisco com os pais, onde terá que recomeçar suas amizades e sua maneira de encarar o mundo.

Para ajudá-la nessa jornada, somos apresentados às cinco emoções-base que regem o funcionamento da mente de Riley: Alegria (Amy Poehler), Tristeza (Phyllis Smith), Medo (Bill Hader), Raiva (Lewis Black) e Nojinho (Mindy Kaling), cada qual responsável por garantir o crescimento saudável de “sua menina”, como a apelidam desde os primeiros segundos de filme. Alegria, servindo como guia e “chefe” das outras emoções, passa dia após dia garantindo que seja a emoção predominante, tentando encontrar beleza mesmo em momentos de pura melancolia ou tédio. Porém, as coisas viram de cabeça para baixo quando, em uma pequena discussão acalorada entre Alegria e Tristeza, ambas são sugadas do Centro de Controle e são arremessadas para um inescapável labirinto de memórias do qual têm que sair para tudo voltar ao normal.

É a partir daí que vemos uma profunda mudança na personalidade de Riley: guiada apenas pela Raiva, pelo Nojinho e pelo Medo, a pré-adolescente começa a passar pelos primeiros indícios de um amadurecimento mandatório, enquanto Alegria e Tristeza tentam regressar o mais rápido possível – dando início a uma jornada de autodescoberta que ressoa com qualquer espectador que se disponha a assistir ao longa. E, em meio a um roteiro arquitetado com minúcia e cautela extremas a três pares de mãos, o resultado desse projeto é arrebatador, irretocável e configura-se, até hoje, como uma das melhores animações do século.

Há vários temas delineados pelo longa-metragem que são tratados de maneira compreensível e reflexiva, recusando-se a morrer no didatismo barato e convidando o público a fazer parte ativa dessa trajetória de autoconhecimento e de amadurecimento. Docter arquiteta um belíssimo coming-of-age à medida que explora a complexidade da mente humana, utilizando os conceitos das emoções primordiais e das memórias-base para tentar responder a uma das perguntas mais feitas pelo próprio indivíduo: por que somos do jeito que somos?

Inúmeras associações médicas e psicanalíticas rasgaram elogios para o propósito educativo e questionador da animação, e pelo fato de a história ser destinada a qualquer grupo demográfico: a utilização exagerada de cores complementares e opostas para a delineação dos personagens chama a atenção dos pequenos, enquanto a transição da fase pueril para a adolescência ressoa com jovens ao redor do mundo. Enfim, o público mais adulto se vê representado em um vórtice de nostalgia e uma retro-compreensão de como se deu uma das fases mais turbulentas da evolução humana – singrando pelos conceitos de depressão, solidão e impulsão em meio a escolhas criativas sagazes e inteligentes.

Seja no conflito entre Riley e os pais, seja no embate entre a Alegria e a Tristeza, os comentários promovidos pelo projeto reafirmam que nada é “preto no branco” e que o exagero emocional nunca é algo a ser defendido. Alegria, implacável com sua necessidade psicótica de deixar Riley feliz, promove, sem perceber, uma supressão de sentimentos e sensações que impede que a garota enxergue a realidade bem à frente dos olhos, criando uma ilusão que, por vezes boa, pode se tornar perigosa; desprovida da Alegria e da Tristeza, Riley é engolfada em uma apatia letárgica que a transforma em alguém movida pela frustração e pela decepção – e que a propulsiona, inclusive, a querer voltar para a casa de infância; e, munida pelo retorno de Tristeza, a memorabília eternizada por um saudosismo intrincado permite que Riley entenda o que está acontecendo e esteja disposta a compreender as mudanças – sejam ruins ou boas.

Arrecadando quase US$860 milhões ao redor do mundo, Divertida Mente tornou-se um dos filmes mais elogiados e importantes do crescente panteão Pixar, conquistando o Oscar de Melhor Animação e faturando uma indicação à categoria de Melhor Roteiro Original – e merecidamente tendo encantado fãs ao redor do mundo com uma emocionante e visceral narrativa que ressoa com os apreciadores da sétima arte mesmo uma década depois de seu lançamento nos cinemas.

Lembrando que o filme está disponível no catálogo do Disney+.

Diretor de ‘Sala Verde’ comandará no TERROR de Halloween da A24

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De acordo com o Deadline, Jeremy Saulnier (‘Sala Verde’) será responsável pela direção de ‘October‘, novo terror que está sendo desenvolvido pela A24.

Cory Michael Smith, que interpretou o Charada em ‘Gotham‘, estrelará.

Infelizmente, detalhes sobre seu personagem não foram revelados.

O site afirma que a trama seguirá um fugitivo na noite de Halloween.

Além de dirigir, Saulnier também assina o roteiro do longa.

A aclamada produtora A24 atuará na produção e financiamento.

Rich Peete, Eli Bush, Jeremy Saulnier, Skei Saulnier, Ronald Bronstein, Josh Safdie, Traci Carlson, Elliott Coley e Macon Blair servirão como produtores.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Retorno a Silent Hill’ ganha primeiras imagens

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A aguardada adaptação de ‘Retorno a Silent Hill‘ (Return to Silent Hill) ganhou suas primeiras imagens. O novo filme está programado para estrear no dia 23 de janeiro de 2026.

Dirigido por Christophe Gans – que comandou a adaptação ‘Terror em Silent Hill‘, de 2006 –, o filme é baseado em ‘Silent Hill 2, o segundo e mais popular jogo da série de videogames de sucesso da Konami.

Confira, com o teaser e siga o CinePOP no Youtube:

“James (Jeremy Irvine) é um homem quebrado após ter sido separado do seu grande amor (Hannah Emily Anderson). Quando uma carta misteriosa o chama de volta a Silent Hill em busca dela, ele percebe que a cidade foi transformada por um mal desconhecido.”

“Enquanto James se aventura cada mais vez na escuridão, ele encontra figuras aterrorizantes, tanto familiares quanto novas, e começa a questionar sua própria sanidade enquanto ele luta para manter o senso da realidade por tempo suficiente para salvar seu amor perdido.”

Lançado em 2006, ‘Terror em Silent Hill‘ arrecadou mais de US$ 100 milhões mundialmente. A sequência, ‘Silent Hill: Revelação‘, fracassou nas bilheterias com apenas US$ 55.3 milhões arrecadados mundialmente, além de ter sido massacrada pelos críticos.

 

Christina Ricci quebra tudo no trailer DUBLADO e LEGENDADO de ‘Família à Prova de Balas’; Confira!

A Diamond Films divulgou o trailer nacional de ‘Família à Prova de Balas‘, filme de ação estrelado por Christina Ricci (‘Amaldiçoados’).

Confira, dublado e legendado:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 31 de julho.

Ray Hayes (Kevin James) é um ex-policial que tenta levar uma vida tranquila como marido e pai de família — mas tem um pequeno detalhe: ele também trabalha para a máfia. Prestes a largar o mundo do crime para abrir um restaurante com sua esposa Alice (Ricci), Ray só precisa cumprir uma última missão. Mas quando tudo dá errado, ele se vê em uma corrida contra o tempo para salvar sua família — que não faz ideia de nada. A noite promete pancadaria e muita confusão… mas em nome da família, Ray vai até o fim.

Edward Drake, de ‘Invasão Cósmica‘, é responsável pela direção.

O elenco ainda conta com Luis Guzmán, Melissa Leo, Rhys Athayde, C.J. Perry Barnyashev, Francis Cronin, Leo Easton Kelly e Rob Gough.

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David Zaslav terá salário REDUZIDO na Warner Bros. Discovery após pressão de acionistas

David Zaslav, presidente e CEO da Warner Bros. Discovery (WBD), terá seu pacote de remuneração ajustado, com uma redução significativa em seu salário e uma maior vinculação ao desempenho das ações da empresa. A decisão, que partiu do comitê de remuneração da WBD, é uma resposta direta à insatisfação dos acionistas.

Segundo o The Hollywood Reporter, o comitê reformulou o modelo de pagamento para incentivar as contribuições de Zaslav, que continuará no comando dos estúdios, da HBO e da Max. Seu antigo diretor financeiro, Gunnar Wiedenfels, será o CEO da empresa que está sendo desmembrada.

O novo acordo de Zaslav, que entrou em vigor na semana passada, reduzirá a parte em dinheiro de seu salário e aumentará a parcela em ações. Ele recebeu uma premiação inicial de aproximadamente 21 milhões de opções de ações, sendo 60% baseadas em desempenho e 40% em tempo de serviço. Embora as métricas exatas ainda estejam sendo definidas, a remuneração total de Zaslav será menor, conforme uma fonte próxima.

As mudanças visam atender ao feedback e às preferências dos acionistas, que, em votação não vinculativa no início do mês, se manifestaram contra o pacote de remuneração anterior de Zaslav. A empresa confirmou em um formulário 8-K que as alterações foram feitas para “atender ao feedback e às preferências dos acionistas em relação à estrutura de remuneração do CEO”.

O salário-base de Zaslav permanecerá em US$ 3 milhões. No entanto, sua meta de bônus anual em dinheiro será reduzida de US$ 24 milhões (em 2024) para US$ 6 milhões após a cisão da empresa, embora ele ainda possa ganhar até 200% desse valor. As premiações em ações terão um valor-alvo de US$ 15,5 milhões no primeiro ano, caindo para US$ 7,5 milhões nos anos seguintes.

‘Extermínio: A Evolução’ surpreende com 95% de aprovação e selo Fresh no Rotten Tomatoes; Confira as críticas!

Extermínio: A Evolução‘ é um dos longas mais aguardados de 2025 e marca o retorno da aclamada franquia de zumbis após 28 anos desde seu último filme.

E a crítica especializada pôde conferir a sequência em primeira mão antes de sua estreia e as principais avaliações já estão entre nós. Abrindo com 95% de aprovação no Rotten Tomattoes, a partir de 85 avaliações, a produção já conquistou o selo “fresh” que indica sua alta qualidade.

E segundo o consenso geral, o filme foi elogiado pela profundidade narrativa e pela perspicaz direção de Danny Boyle, que amplifica as temáticas de ‘Extermínio‘, observando o contexto sociocultural atual.

extermínio a evolução
extermínio a evolução

Algumas avaliações ainda salientam que a continuação é um dos melhores filmes do subgênero e ainda abre margem para uma expansão da franquia.

Confira as principais avaliações:

“Uma ótima série de zumbis se recusa a morrer.”. – Matt Singer, ScreenCrush

“Este é um filme sobre amadurecimento excepcionalmente comovente, considerando a quantidade de medulas espinhais que são arrancadas dos corpos”. – Jake Coyle, Associated Press

Boyle reinventa o filme de zumbi como uma instalação de pop art sangrenta”. – Philip De Semlyen, Time Out

“Sombrio e estranho, ‘Extermínio: A Evolução‘ encontra Boyle mais uma vez seguindo os ritmos irregulares de seu cérebro”. – Richard Lawson, Vanity Fair

“Como o início de uma nova trilogia para a franquia, é uma entrada promissora que sinaliza uma abordagem diferente para um subgênero desgastado”. – Alejandra Martinez, Austin Chronicle

“Um dos filmes de terror mais ricos dos últimos tempos”. – Jordan Hoffman, Entertainment Weekly

“Uma aventura arrebatadora repleta de pavor e admiração, há um classicismo macabro no filme — uma sensação de que, mesmo que a vida como a conhecemos desmorone, alguns elementos essenciais perseveram”. – Jacob Oller, AV Club

“É o médico gentilmente patrício e com sotaque forte de Fiennes que dá a ‘Extermíno: A Evolução‘ sua dor persistente e kiplingiana” – Robbie Collin, Daily Telegraph (UK)

“Normalmente, buscamos entretenimento cheio de adrenalina para a catarse. O reboot emocionante de Boyle também oferece esclarecimento”. – Peter Debruge, Variety

“‘Extermínio: A Evolução‘ tenta superar o filme original e acompanhar a cultura em geral, mas, em vez disso, fica lentamente para trás”. – Rafer Guzman, Newsday

Extermíno: A Evolução‘ estreia nos cinemas nesta quinta-feira (21) e deve arrecadar entre US$ 28 milhões e US$ 30 milhões no final de semana de estreia nos Estados Unidos — números promissores que indicam o apetite do público por mais uma dose de terror com assinatura autoral.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Além de Jodie Comer, o elenco conta com Jack O’Connell (‘Invencível’), Aaron Taylor-Johnson (‘Vingadores: A Era de Ultron’), Ralph Fiennes (‘O Menu’) e Erin Kellyman (‘Falcão e o Soldado Invernal’).

Extermínio: A Evolução’ foi escrito por Alex Garland e conta, mais uma vez, com a direção de Danny Boyle.

Uma das franquias de horror mais aclamadas dos últimos anos, ‘Extermínio’ arrecadou quase US$ 150 milhões com seus dois primeiros filmes, lançados em 2002 e em 2007.

Insider afirma que Doutor Destino NÃO É da mesma realidade que o Quarteto Fantástico no MCU

‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’ se passa em uma realidade paralela a que acompanhamos no Universo Cinemático Marvel original e apresenta uma versão da família de heróis que vem de uma Nova York retrô-futurista inspirada na década de 1960.

Além desse longa, a equipe terá destaque em ‘Vingadores: Apocalipse’ (‘Avengers: Doomsday’), e a expectativa é que se tornem parte permanente MCU pós-Vingadores: Guerras Secretas’.

Não sabemos exatamente como será esse panteão super-heroico após o filme, mas o famoso jornalista e insider Alex Perez, da The Cosmic Circus, acredita que a estética retrô será uma “situação única e definitiva”.

O insider afirma ter ouvido “ótimas coisas” sobre ‘Primeiros Passos’ e, apesar das boas notícias, os fãs continuam ansiosos sobre como esses heróis se encaixarão no MCU como um todo.

Um dos principais aspectos discutidos pelos inveterados seguidores da Marvel é Victor Von Doom/Doutor Destino (Robert Downey Jr.). Apesar de ser o grande vilão de ‘Apocalipse’, ele é, antes de tudo, o antagonista do Quarteto Fantástico, tendo uma longa história com a equipe e, mais especificamente, com Reed Richards.

No entanto, parece que Apocalipse’ marcará a primeira vez que Reed, Sue, Ben e Johnny cruzam caminho com Victor.

“Não tenho certeza se ele é do universo deles”, afirma Perez, “Principalmente porque não temos o mínimo vislumbre de detalhe que prove que eles sabem quem é Victor Von Doom no universo deles [durante Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’]”.

Além de Robert Downey Jr. como Victor Von Doom/Doutor Destino, o elenco contará com Tom Hiddleston (Loki), Anthony Mackie (Capitão América), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Letitia Wright (Pantera Negra), Wyatt Russell (Agente Americano) Simu Liu (Shang-Chi), Florence Pugh (Yelena Belova), Danny Ramirez (Falcão), Winston Duke (M’Baku), Vanessa Kirby ( Mulher Invisível), Ebon Moss-Bachrach (Coisa), Joseph Quinn (Tocha Humana), Lewis Pullman (Bob), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma), Patrick Stewart (Professor Xavier), Alan Cumming (Noturno), Ian McKellen (Magneto), Rebecca Romijn (Mística), James Marsden (Ciclope), Kelsey Grammer (Fera), Channing Tatum (Gambit), Paul Rudd (Homem-Formiga), Chris Hemsworth (Thor) e Pedro Pascal (Sr. Fantástico).

robert downey jr dr destino marvel vingadores
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‘Vingadores: Apocalipse’ chega aos cinemas no dia 01 de maio de 2026, enquanto ‘Vingadores: Guerras Secretas’ tem estreia agendada para 07 de maio de 2027.

Primeiras reações a ‘Jurassic World: Recomeço’ APLAUDEM o filme: “TRIUNFANTE”

Jurassic World: Recomeço‘, sequência estrelada por Scarlett Johansson (‘História de um Casamento’), Jonathan Bailey (‘Bridgerton’) e Mahersala Ali (‘Moonlight’), chega muito em breve aos cinemas mundiais – e as primeiras reações ao filme começaram a despontar nas redes sociais.

Ao que tudo indica, o filme é um grande acerto da icônica franquia, sendo descrito como “triunfante”, “incrível” e “majestoso”.

Confira:

Jurassic World: Recomeço’ é um triunfo estrondoso e uma entrada perfeita para a franquia. Adorei todos os novos dinossauros e, nossa, alguns são assustadores. Prepare-se para se apaixonar pela Dolores. Adorei e que bela homenagem ao original”.

“Fiquei extremamente impressionado com Jurassic World: Recomeço’, um filme que entende que os dinossauros são incrivelmente majestosos e totalmente aterrorizantes”.

Jurassic World: Recomeço’ – amei. Até mesmo o sotaque americano de Jonathan Bailey, para ser honesto… Não que eu prestei muita atenção nisso”.

Jurassic World: Recomeço’– que filme INCRÍVEL! Gareth Edwards sabe o que faz, cenários fantásticos e elenco excelente, liderados por uma atuação impecável de Scarlett Johansson”.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 3 de julho.

Na trama, cinco anos após os eventos de ‘Jurassic World – Domínio‘, a ecologia do planeta se mostrou amplamente inóspita para os dinossauros. Os dinossauros que restam existem em ambientes equatoriais isolados com climas que lembram aqueles em que eles prosperaram. As três criaturas mais colossais dentro daquela biosfera tropical detêm a chave para uma droga que trará benefícios milagrosos para salvar vidas da humanidade.

Gareth Edwards, do aclamado sci-fi ‘Resistência‘, é o responsável pela direção.

David Koepp, roteirista do longa original de 1993, assina o novo filme.

O elenco conta com Scarlett Johansson, Mahershala Ali, Jonathan Bailey, Rupert Friend, Manuel Garcia-Rulfo, Luna Blaise e David Iacono.

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RUMOR: Mephisto deve FINALMENTE estrear no MCU em ‘Coração de Ferro’; Entenda!

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Os fãs da Marvel Studios estavam convencidos de que Mephisto seria o grande vilão de WandaVision’, mas o vilão demoníaco nem sequer deu as caras.

Desde então, a frustração virou uma piada – em que o personagem era citado em vários programas do Disney+ (e até mesmo em alguns filmes) que se seguiram, mas há rumores de que o poderoso feiticeiro fará sua estreia no MCU em Coração de Ferro.

Fontes confiáveis ​​afirmaram que o ator Sacha Baron Cohen foi escalado como Mephisto, mas isso nunca foi anunciado oficialmente, e ainda não sabemos com certeza se ele aparecerá na série focada em Riri Williams (Dominique Thorne).

Nesse meio tempo, a Marvel Television revelou o cronograma de lançamento e os títulos de todos os seis episódios de Coração de Ferro– e há especulações de que o quinto capítulo, “Karma’s a Glitch”, pode conter uma dica da estreia de Mephisto no panteão super-heroico.

Como podemos ver na postagem abaixo, o M na palavra “karma” está destacado com uma sutil cor vermelha, destoando das outras letras e nos levando a pensar se esse design é proposital e pode indicar a presença de Mephisto.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

A produção estreará no Disney+ no dia 24 de junho.

O elenco ainda conta com Anthony Ramos como o vilão Capuz, além de Lyric Ross, Shea Couleé, Zoe Terakes, Manny Montana, Shakira Barrera, Jim Rash, Cree Summer e Harper Anthony, todos escalados em papéis atualmente desconhecidos.

Chinaka Hodge (‘Snowpiercer’) servirá como showrunner da série.

Para quem não a conhece, Riri apareceu pela primeira vez em 2016, na série de quadrinhos escrita por Eve Ewing. Assim que Tony Stark foi deixado em coma após a Segunda Guerra Civil, o mundo precisava de um novo Homem de Ferro, e a prodígio de 15 anos de idade criou sua própria armadura, o que impressionou Stark ao ponto dele criar uma inteligência artificial de si mesmo para ajudá-la.

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Sarah Jessica Parker desabafa sobre críticas à sua aparência em ‘Sex and the City’

Photograph by Craig Blankenhorn/HBO Mario Cantone, Sarah Jessica Parker, Willie Garson HBO MAX And Just Like That... Season 1 - Episode 2

Sarah Jessica Parker, a eterna Carrie Bradshaw deSex and the City, abriu o coração recentemente sobre como foi profundamente afetada pelas críticas à sua aparência durante o período de sucesso da série.

Em um depoimento emocionante à People, a atriz emocionada declarou: “As conversas sobre meu físico [foram as mais difíceis]. Coisas que eu não podia mudar, não mudaria e nunca havia considerado mudar, e mesmo depois de ouvir algo como: ‘O quê? Alguém diria isso?’, mesmo assim, sem interesse em mudar”.

Ela continuou, expressando sua perplexidade diante da malícia gratuita: “Além disso, eu não sentia que era realmente uma conversa. Não parecia que eu poderia estar em uma sala com alguém e a pessoa dizer: ‘Você é muito feia’, e eu responder: ‘Uau. Primeiro, isso é difícil de ouvir. Mas, em segundo lugar, por que você parece estar com raiva por causa disso? Ou por que sente que é necessário comentar?’”.

Parker recordou um momento específico em que desabou ao ler comentários negativos sobre sua aparência em uma revista.

“Me disseram que uma revista disse algo realmente maldoso sobre quem eu sou, sobre como eu pareço. E foi como um soco no estômago. Fiquei pensando: ‘Por que isso é um problema? … Por que parece que vocês sentem prazer em dizer isso?’ Liguei para duas amigas… e estava chorando muito, porque aquilo parecia tão intencional”, acrescentou.

“Essa foi a única vez em que realmente chorei por causa disso. Acho que foi o acúmulo de uma temporada inteira com esse tipo de comentário. Chorei porque parecia algo muito cruel”, concluiu a atriz.

Parker interpretou Carrie Bradshaw emSex and the City de 1998 a 2004, participou dos dois filmes derivados e retornou ao papel na série sequência ‘And Just Like That…’, que estreou em dezembro de 2021.

A atriz também comentou que não estava preparada para a intensidade da reação do público à sua vida pessoal durante sua participação emSex and the City.

“Estar em uma série de televisão… foi realmente um teste para os meus mecanismos de enfrentamento, porque eu não estava preparada. E isso foi antes das redes sociais. Então eu realmente não estava pronta para os comentários públicos”, explicou.

Ela finalizou, destacando a dificuldade de discernir quando as opiniões eram sobre seu trabalho ou sobre ela como pessoa: “Em alguns momentos, foi muito desagradável, porque as pessoas tinham opiniões não sobre o que eu fazia. Naquela época, eu achava que era uma pessoa relativamente confiante… mas isso realmente foi colocado à prova. Acho que somos melhores por passar por essas experiências — mas nem todos nós sabemos lidar com isso logo de cara”.

Atualmente, And Just Like That’, o revival da aclamada série, está disponível na Max.

A produção conta com Sarah Jessica Parker, Cynthia Nixon e Kristin Davis reprisando os papéis que as levaram ao estrelato no final dos anos 1990 e início dos anos 2000. Cattrall também fez algumas participações especiais na série.

Conflito político será o tema de ‘Vingadores: Apocalipse’, segundo insider

robert downey jr dr destino marvel vingadores
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‘Vingadores: Apocalipse’ promete levar o Universo Cinematográfico da Marvel (UCM) a um novo patamar, apresentando as tão esperadas Guerras Multiversais, além de mostrar uma icônica reunião dos heróis da Marvel.

Agora, novos rumores revelam que o longa também pode explorar um conflito político e militar entre Wakanda e Talokan, nação apresentada em ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre’. Segundo o portal The Cosmic Circus, Okoye (Danai Gurira) pode ter um papel importante nesse embate:

“Okoye está atualmente em missões pelo mundo, provavelmente ao lado de Aneka, protegendo os interesses de Wakanda como uma das Anjos da Meia-Noite, essencialmente realizando operações secretas como parte dos ‘Olhos de Wakanda’”, diz o rumor.

“Sobre sua aparição nos próximos filmes dos Vingadores, acredito que Danai Gurira retornará em Vingadores: Apocalipse, já que parte da trama envolverá relações tensas entre Wakanda e Talokan”, destacou.

Até o momento, a Marvel Studios não confirmou oficialmente a presença de Danai Gurira no elenco.

Lembrando que essas informações são apenas rumores, e nada foi confirmado pela Disney.

Além de Robert Downey Jr. como Victor Von Doom/Doutor Destino, o elenco contará com Tom Hiddleston (Loki), Anthony Mackie (Capitão América), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Letitia Wright (Pantera Negra), Wyatt Russell (Agente Americano) Simu Liu (Shang-Chi), Florence Pugh (Yelena Belova), Danny Ramirez (Falcão), Winston Duke (M’Baku), Vanessa Kirby ( Mulher Invisível), Ebon Moss-Bachrach (Coisa), Joseph Quinn (Tocha Humana), Lewis Pullman (Bob), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma), Patrick Stewart (Professor Xavier), Alan Cumming (Noturno), Ian McKellen (Magneto), Rebecca Romijn (Mística), James Marsden (Ciclope), Kelsey Grammer (Fera), Channing Tatum (Gambit), Paul Rudd (Homem-Formiga), Chris Hemsworth (Thor) e Pedro Pascal (Sr. Fantástico).

Joe e Anthony Russo serão responsáveis pela direção.

Vingadores: Apocalipse‘ e ‘Vingadores: Guerras Secretas‘ chegarão aos cinemas no dia 18 de dezembro de 2026 e 17 de dezembro de 2027, respectivamente.

‘Cais’ e ‘Apenas Coisas Boas’ são os grande PREMIADOS no 14º Olhar de Cinema

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Romance rural LGBTQ+ de Nolasco levou os prêmios de Melhor Roteiro, Melhor Som e Melhor Direção de Arte. Já “Cais”, levou o prêmio Olhar de Melhor Filme, assim como o prêmios da crítica de Melhor Filme e o de Melhor Filme pelo voto popular 

O Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba, um dos mais importantes eventos dedicados à sétima arte no Brasil, revelou os ganhadores de sua 14ª edição. 

Reunindo mais de 92 produções de todo o mundo em sua ampla programação, o festival também contou com aguardadas estreias nacionais e internacionais em suas Mostras Competitivas, entre a Brasileira e a Internacional, com títulos que concorreram aos prêmios de Melhor Direção, Melhor Roteiro, Melhor Atuação, Melhor Direção de Arte, Melhor Fotografia, Melhor Som, Melhor Montagem e o Prêmio Olhar de Melhor Filme. Já os curtas-metragens concorreram ao Prêmio Especial do Júri e de de Melhor Filme. 

Na Competitiva Internacional, os longas-metragens competiram pelo Prêmio Olhar de Melhor Filme e Prêmio Especial do Júri. E os curtas, ao Prêmio Olhar de Melhor Filme. 

O júri que avaliou as produções das mostras competitivas brasileiras (curtas e longas) e os curtas-metragens da Competitiva Internacional é formado pelo historiador, gestor audiovisual, produtor e diretor Rodrigo Antonio; a premiada atriz em Sundance, Berlim, Mix Brasil e Festival do Rio, Bruna Linzmeyer, que se destaca pelo ativismo LGBTQIA+ e está desenvolvendo seu primeiro longa de ficção, “Corupá”; a gerente de departamento de programação e programadora na equipe de longas do Festival Sundance de Cinema e de Sun Valley, Ana Souza; a pesquisadora, programadora de festivais e também diretora do Berlinale Forum, Bárbara Wurm; e Pedro Freire, diretor de “Malu”, que fez sua estreia na direção no Festival de Sundance, em 2024, e levou quatro prêmios no Festival do Rio, incluindo o de Melhor Filme. 

Confira os ganhadores da Mostras Competitiva Brasileira do 14º Olhar de Cinema:

“Cais” (Bahia), da diretora Safira Moreira, foi agraciado com três dos principais prêmios da noite, sendo o Prêmio Olhar de Melhor Filme, o de Melhor Longa pelo Voto do Público e o Prêmio da Crítica Abraccine. A produção aborda o delicado tema do luto e do tempo, em que a cineasta viaja, dois meses após o falecimento de sua mãe Angélica, em busca de encontrá-la em outras paisagens, percorrendo cidades banhadas pelo Rio Paraguaçu (Bahia) e pelo Rio Alegre (Maranhão), para imergir em novas perspectivas sobre memória, tempo, nascimento, vida e morte.

Outro grande destaque da noite foi Apenas Coisas Boas(Goiás), do diretor Daniel Nolasco, um dos principais nomes do cinema queer brasileiro e internacional, que também levou três prêmios. O longa, que é o segundo de ficção do cineasta, é um romance rural LGBTQ+ com drama que parte do encontro entre dois homens no interior do Goiás, em 1984, apresentando uma narrativa marcada pela solidão e a tensão entre o desejo e a repressão. 

Apenas Coisas Boas levou os troféus de Melhor Roteiro (Daniel Nolasco), Melhor Som (Guile Martins, Jesse Marmo, Naja Sodré e Daniel Nolasco), e Melhor Direção de Arte (Marcus Takatsuka). 

O novo filme de Maria Clara Escobar, “Explode São Paulo, Gil” (São Paulo) levou os prêmios de Melhor Atuação (Gildeane Leonina) e de Melhor Direção (Maria Clara Escobar). O longa-metragem gira em torno de Gil, que sempre teve o sonho de ser cantora e que se mudou para São Paulo com sua esposa quando tinha 20 e pouco anos. Agora, com 50 anos, trabalha como faxineira. Do encontro de Gil com Maria Clara, surgiu a possibilidade para fazer o filme acontecer, para transformar a “sonhadora” em uma cantora, trazendo reflexões sobre sonhos, trabalho, envelhecimento e esquecimento. 

Aurora” (Rio de Janeiro), de João Vieira Torres, levou o prêmio de Melhor Fotografia (Wilssa Esser e Camila Freitas). A produção leva o nome da avó do diretor, que foi parteira e curandeira por mais de 40 anos no sertão profundo da Bahia. De um encontro a outro, entre os vivos e os mortos, o filme segue os rastros de Aurora, confrontando a violência estrutural de gênero e racial, presentes na formação história do Brasil. 

“A Voz de Deus” (São Paulo), do diretor Miguel Antunes Ramos, ganhou o Prêmio de Melhor Montagem (Yuri Amaral). O longa gira em torno de duas crianças pregadoras que buscam uma vida melhor através da fé, um de 17 anos que era a criança pregadora mais famosa do Brasil, mas à medida que cresce, enfrenta menos interesse por parte do público, e João, de 12 anos, que está no auge e possui um milhão de seguidores no Instagram, pregando para multidões.

 

Já os curtas-metragens da Mostra Competitiva Brasileira premiado no 14º Olhar de Cinema foram: “Fronteriza”, que levou o Prêmio Olhar de Melhor Filme Curta-Metragem (Rosa Caldeira e Nay Mendl). A produção acompanha Lucca, uma jovem trans da periferia de São Paulo, que viaja até Foz do Iguaçu, no limite entre Brasil, Paraguai e Argentina, em busca do pai que nunca conheceu; e “Americana”, com o Prêmio Especial do Júri. Dirigido por Agarb Braga, o curta gira em torno de cinco amigas, que são detidas após uma briga em praça pública, motivada por uma traição. Na delegacia, durante os depoimentos, os segredos vêm à tona, com revelações inesperadas. 

 

Confira os ganhadores da Mostras Competitiva Internacional do 14º Olhar de Cinema:

Na Mostra Competitiva Internacional de longas-metragens, “Ariel”, produção deEspanha/Portugal, levou o Prêmio Especial do Júri. Com direção de Lois Patinõ, o longa é um filme de teatro dentro do teatro, focando em uma atriz argentina que desembarca em uma ilha estranha e encantadora, onde os habitantes transcenderam em personagens shakespearianos. 

Já o Prêmio Olhar de Melhor Filme ficou com “A Árvore da Autenticidade”, de Sammy Baloji. A produção da Bélgica/Congo se passa na floresta tropical do Congo, em que os restos de um centro de pesquisa dedicado à agricultura tropical revelam o peso do passado colonial e seus vínculos indissociáveis com as mudanças climáticas contemporâneas. 

Entre os curtas-metragens internacionais, e o curta “Conseguimos Fazer Um Filme”, de Tota Alves, levou o Prêmio Olhar de Melhor Filme. A produção de Portugal acompanha a jovem Maria Inês, que vive as primeiras brisas de amor nas férias de Verão. Acompanhada das amigas, ela passeia pelo bairro onde vive passando o tempo entre missangas e a rodagem de um filme. “O Reinado de Antoine”, de José Luis Jiménez Gómez, ganhou uma Menção Honrosa da Mostra Competitiva Internacional. A produção cubana traz um jovem obcecado por fantasias históricas, que se refugia nelas para explorar a complexidade de seus laços familiares e seu ambiente social. Responsável pelo cuidado exclusivo de seu pai deficiente, ele se empenha em dar vida à sua narrativa épica ‘O Reinado de Antoine’, enfrentando adversidades diárias e buscando uma fuga em um mundo em ruínas;

 

Mostra Novos Olhares

As produções da Mostra Novos Olhares, um espaço voltado a filmes ousados, que flertam com o risco, a invenção e caminhos desconhecidos em seu uso da linguagem cinematográfica, concorreram ao Prêmio Olhar de Melhor Filme. O filme contemplado com o prêmio foi “Voz Zov Vzo” (Rio de Janeiro), do diretor Yhuri Cruz, seu primeiro longa-metragem que oferece uma perspectiva racializada para as memórias da ditadura militar no Brasil. 

 

Prêmio da Associação Brasileira de Críticos de Cinema

Neste ano, as profissionais que fazem parte do júri da Abraccine – Associação Brasileira de Críticos de Cinema,  são a jornalista e crítica de cinema Cecília Barroso, integrante da Critics Choice Association e votante internacional do Globo de Ouro; a crítica de cinema, curadora, repórter e roteirista Nayara Reynaud; e a jornalista cultural convidada especial Luciana Melo, repórter de cultura no jornal Plural. As juradas escolheram quais foram considerados no olhar da crítica, os filmes de melhor longa e curta-metragem da Mostra Competitiva Brasileira.

O longa-metragem “Cais”, de Safira Moreira, levou o Prêmio da Crítica – Abraccine. Já o curta contemplado foi “Ontem Lembrei de Minha Mãe” (Foz do Iguaçu), de Leandro Alonso, em que um episódio da infância retorna à memória de um homem sem terra. 

 

Prêmio do Público

O público tem voz ativa no Olhar de Cinema, que decidiu qual foi o Melhor Filme entre curtas e longas-metragens das Competitivas Brasileiras e Internacional. 

O longa-metragem escolhido pelo público foi “Cais” (Bahia), de Safira Moreira; e os curtas foram “Girassóis” (Rio de Janeiro), de Jessica Linhares e Miguel Chaves, que aborda um casal da terceira idade do subúrbio carioca e que, mesmo após os 60 anos, precisam continuar trabalhando para garantir a sobrevivência.

 

Prêmio AVEC – PR – Uma homenagem ao cineasta Cyro Matoso

No 14º Olhar de Cinema, o Prêmio AVEC – Associação de Cinema e Vídeo do Paraná, que será concedido a um curta da Mostra Mirada Paranaense, homenageia o cineasta Cyro Matoso

Os jurados deste ano são a roteirista, diretora e artista audiovisual Bea Gerolin; a pesquisadora, produtora cultural e educadora, Cristiane Senn; e a programadora, diretora artística e curadora, Waleska Antunes.

O curta-metragem premiado é o “Interior, Dia”, da cidade de Sapopema, dirigido por Luciano Carneiro e Paulo Abrão. O Prêmio AVEC – PR Cyro Matoso concede Menção Honrosa ao “Entre Sinais e Marés”, produção de Maringá, dirigida por João Gabriel Ferreira e João Gabriel Kowalski. 

 

Prêmio Canal Brasil de Curtas e premiação de R$15 mil

Com o objetivo de estimular a nova geração de cineastas, o Prêmio Canal Brasil de Curtas premia o melhor curta-metragem da Mostra Competitiva Brasileira com o Troféu Canal Brasil e o valor de R$15 mil, além da inserção da produção na programação do canal, que está presente nos mais representativos festivais de cinema do Brasil.

A produção contemplada é o curta carioca “Girassóis”, de Jessica Linhares e Miguel Chaves. 

Prêmio Canal Like

O 14º Olhar de Cinema ainda conta, de forma inédita, com o Prêmio Canal Like, que valoriza e apoia a produção cinematográfica brasileira, oferecendo visibilidade e incentivo aos profissionais do setor audiovisual. O canal contemplará o produtor responsável pela produção do longa-metragem vencedor da Mostra Competitiva Brasileira com um apoio de mídia no valor de R$50 mil, destinado à divulgação da obra vencedora ou de um próximo projeto do produtor. 

Quem leva o Prêmio Canal Like é o longa “Cais”, de Sofia Moreira. 



Os 10 filmes na Prime Video que você precisa conferir em 2025!

Um dos catálogos mais acessados quando falamos de streaming, o Prime Video consegue, semana após semana, alimentar nossa ansiedade ao adicionar inúmeros filmes interessantes às suas prateleiras virtuais. Se você está em busca de boas opções para assistir, confira abaixo 10 ótimas dicas que separamos para você!

 

Better Man – A História de Robbie Williams

Em uma narrativa envolvente que atravessa diferentes fases da vida do cantor Robbie Williams, este projeto é uma viagem inesquecível pelos sonhos, o sucesso, as quedas e os recomeços.

 

O Último Respiro

Lançado este ano, o filme retrata os momentos de tensão vividos por uma equipe de mergulhadores que, após um grave acidente com um dos membros, precisa encontrar soluções urgentes para realizar o resgate.

 

Tempo de Guerra

Lançado no início de 2025 nos cinemas, o drama Tempo de Guerra nos leva até a história real de um grupo de soldados que ficaram cercados em uma casa por inimigos, em meio a conflitos no Iraque.

 

Beyond The Mountain

Miguel é um jovem abandonado pelo pai que trabalha como datilógrafo em um escritório na Cidade do México. Ele vive com sua mãe em um humilde apartamento e tem o sonho de chamar Carmela, uma cliente regular do seu trabalho, para um encontro. Após uma tragédia, resolve ir atrás do pai para dar um ponto final no passado que o atormenta.

 

O Reformatório Nickel

Ambientado em partes na década de 1960, acompanhamos Elwood (Ethan Herisse) um jovem, cheio de sonhos, que um dia após pegar uma carona acaba sendo enviado injustamente para um reformatório conhecido pelo tratamento abusivo. Nesse lugar, vive experiências marcantes numa época de separação racial e enorme preconceito, encontrando na amizade do colega Turner (Brandon Wilson) uma força para passar pelos obstáculos que o destino colocou em sua frente.

 

A Ordem

Ao se mudar para uma nova cidade, o agente do FBI Terry Husk (Jude Law) logo se depara com surgimento – e logo ascensão – de um grupo de supremacistas brancos que levantam dinheiro através de roubo a banco e falsificação de cédulas. Seu líder é Bob Mathews (Nicholas Houht), um homem impiedoso e metódico que a cada hora se torna mais poderoso. Buscando fechar o cerco contra o grupo, Husk se une ao policial Jamie (Tye Sheridan) para uma caçada sangrenta e com algumas reviravoltas.

 

Herege

Na trama conhecemos Irmã Paxton (Chloe East) e a Irmã Barnes (Sophie Thatcher) duas jovens missionárias mórmons que vão até a casa de um homem para tentar convertê-lo à religião delas. A questão é que logo elas percebem estarem de frente com Mr. Reed (Hugh Grant), um pesquisador pra lá de maluco que as envolve em uma espécie de jogo macabro.

 

Kompromat – O Dossiê Russo

Na trama, conhecemos Mathieu (Gilles Lellouche), um simpático e muito querido diretor da Aliança Francesa, que trabalha na região da Sibéria, na Rússia, que certo dia é detido pelas formas militares russas (ligadas à FSB, órgão que substituiu a KGB) acusado de um crime que não cometeu. Sem saber direito o que fazer nessa situação, e com os diplomatas franceses em Moscou reféns da diplomacia nesse país sempre complicado, vamos acompanhando as estratégias de sobrevivência dele ao longo de 5 meses em território hostil. Para ajudá-lo, somente uma jovem russa que ele conhecera em uma festa que pode ser também um dos fatores que levaram aos motivos de sua prisão.

 

O Conclave

Na trama, que envolve muitas surpresas, acompanhamos a saga do Cardeal Lawrence (Ralph Fiennes) que tem a missão de organizar a sempre misteriosa seleção de um novo papa.

 

Wicked – Parte 1

Baseado no sucesso da Broadway, Wicked nos leva à Terra de Oz para contar a história de uma profunda amizade entre duas jovens estudantes, cujos caminhos tomam rumos opostos após um decisivo encontro com o Mágico de Oz.