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Nicole Scherzinger leva o Tony Award de Melhor Atriz em Musical por ‘Sunset Blvd.’

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Durante a cerimônia de vencedores do Tony Awards 2025, o aclamado musical ‘Sunset Blvd.’ foi um dos principais relembrados.

A produção conquistou o prêmio de Melhor Revival de Musical, além de ter levado para casa a estatueta de Melhor Design de Luz em Musical.

Além disso, Nicole Scherzinger foi condecorada com o prêmio de Melhor Atriz em Musical por seu aplaudido trabalho como Norma Desmond.

O musical, criado por Andrew Lloyd WebberDon Black Christopher Hampton, é baseado no clássico filme de 1950 dirigido por Billy Wilder.

A trama gira em torno de Norma Desmond, uma estrela decadente da era do cinema mudo, que vive no passado em sua mansão decadente na Sunset Boulevard, em Los Angeles. Quando o jovem roteirista Joe Gillis acidentalmente cruza seu caminho, ela vê nele uma oportunidade de retornar às telonas, com romance e tragédia por vir.

Tom Francis co-protagoniza a nova versão e foi indicado à categoria de Melhor Ator em Musical.

Darren Criss leva o Tony Award de Melhor Ator em Musical por ‘Maybe Happy Ending’

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Durante a cerimônia de vencedores do Tony Awards 2025, o aclamado musical Maybe Happy Ending foi um dos principais relembrados.

Além de ter conquistado as estatuetas de Melhor Livro MusicalMelhor Trilha Sonora, o projeto garantiu a Darren Criss a estatueta de Melhor Ator em Musical.

O musical, que é apresentado sem intervalo, acompanha dois robôs ajudantes realistas, Oliver e Claire, que se descobrem em Seul no final do século XXI e desenvolvem uma conexão que desafia o que eles acreditam ser possível para si mesmos, explorando relacionamentos, amor e mortalidade.

Helen J. Shen co-estrelou a versão da Broadway ao lado de Criss.

Maybe Happy Ending foi criado por Will AronsonHue Park.

‘Sunset Blvd.’ leva o prêmio de Melhor Revival de Musical no Tony Awards 2025

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Durante a cerimônia de vencedores do Tony Awards 2025, o aclamado musical ‘Sunset Blvd.’ levou para casa uma das principais estatuetas da noite.

A produção conquistou o prêmio de Melhor Revival de Musical, além de ter levado para casa a estatueta de Melhor Design de Luz em Musical.

O musical, criado por Andrew Lloyd WebberDon Black Christopher Hampton, é baseado no clássico filme de 1950 dirigido por Billy Wilder.

A trama gira em torno de Norma Desmond, uma estrela decadente da era do cinema mudo, que vive no passado em sua mansão decadente na Sunset Boulevard, em Los Angeles. Quando o jovem roteirista Joe Gillis acidentalmente cruza seu caminho, ela vê nele uma oportunidade de retornar às telonas, com romance e tragédia por vir.

Nicole ScherzingerTom Francis, que protagonizaram a mais nova versão, também concorrem nas respectivas categorias de Melhor Atriz em MusicalMelhor Ator em Musical.

‘Stranger Things: The First Shadow’ conquista QUATRO estatuetas do Tony Awards 2025

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Stranger Things, o aclamado sucesso da Netflix, expandiu seu universo com um novo derivado que, surpreendentemente, tomou a forma de uma peça de teatro, contrariando as expectativas de muitos fãs que aguardavam outra série ou filme.

A peça de terror e ficção científica intitulada Stranger Things: The First Shadow’ oferece uma perspectiva inédita sobre o Mundo Invertido e a origem do temível Vecna, transportando o público para a Hawkins de 1959 – e o tremendo sucesso de sua temporada na Broadway lhe rendeu diversos prêmios.

Durante a cerimônia de vencedores do Tony Awards 2025, o projeto levou para casa nada menos que quatro estatuetasMelhor Design Cênico em PeçaMelhor Design de Luz em PeçaMelhor Design de Som em Peça, além do Prêmio Especial Tony.

Em uma entrevista à Variety, os criadores da série, os irmãos Duffer, revelaram uma forte influência mútua entre a peça e a aguardada 5ª temporada da série.

A roteirista Kate Trefry e o diretor Stephen Daldry trabalharam na peça simultaneamente ao desenvolvimento da temporada final.

“A peça forçou Kate e nós a mergulharmos profundamente na história de Henry, o que desempenha um papel crucial na 5ª temporada — os dois projetos meio que dialogaram entre si”, explicou Ross Duffer. “Foi um pouco estressante porque a 5ª temporada ainda não estava totalmente definida e a peça já estava em pré-estreia, mas no final tudo se encaixou. Foi por pouco”.

Daldry compartilhou que, ao apresentar a ideia de adaptar Stranger Things para o teatro, os irmãos Duffer inicialmente pensaram que ele estava “louco”.

“Não há CGI aqui, você não pode escapar disso. E, curiosamente, depois que começamos a desenvolver o projeto, [os Duffer] nos apoiaram completamente”, disse Daldry.

A chegada da peça aos Estados Unidos, após mais de um ano em cartaz em Londres, também permitiu à equipe incorporar os aprendizados adquiridos com o público britânico.

“Há efeitos especiais grandiosos, mas também tivemos a chance de ajustar a história”, contou Trefry. “Aprendi muito com o público em Londres, e foi ótimo poder deixar tudo mais enxuto e claro. Cortamos mais 15 minutos do tempo total”.

Sobre o futuro da franquia, Ross Duffer indicou que a peça é apenas o começo.

“Para nós, isso estabeleceu o tom”, afirmou Ross Duffer. “Se as pessoas estiverem realmente apaixonadas por uma ideia e ela vier do lugar certo, estamos abertos a tudo. Essa colaboração com todos os envolvidos foi incrível e tão tranquila do começo ao fim. Faríamos algo assim de novo num piscar de olhos”.

‘Stick’: Gosta de ‘Ted Lasso’? Cleide Klock entrevista Owen Wilson e elenco da nova série da Apple TV

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Stick, nova comédia estrelada por Owen Wilson (‘Uma Noite no Museu’), já chegou ao catálogo da Apple TV+ e vai agradar em cheio aos fãs de ‘Ted Lasso‘.

A nossa correspondente Cleide Klock entrevistou Wilson e o elenco da série no Red Carpet em Hollywood.

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Na trama, Wilson interpreta Pryce Cahill, um ex-jogador profissional de golfe decadente cuja carreira foi interrompida prematuramente há 20 anos. Após o fim de seu casamento e depois de ser demitido de uma loja de artigos esportivos em Indiana, ele aposta seu futuro em ajudar um jovem de 17 anos, ainda imaturo, mas que é um fenômeno no esporte, chamado Santi (Peter Dager). 

Jason Keller é o showrunner e atua como produtor executivo ao lado de Owen Wilson e Ben Silverman.

Marc Maron, Mariana Treviño, Lilli Kay, Judy Greer e Timothy Olyphant fazem parte do elenco, assim como participações especiais de astros do golfe como Collin Morikawa, Keegan Bradley, Max Homa, Wyndham Clark e muito mais.

A direção dos episódios fica por conta de Valerie Faris, Jonathan Dayton e Jaffar Mahmood, além de David Dobkin (‘Jack, o Caçador de Gigantes’), M.J. Delaney (‘Ted Lasso’) e John Hamburg (‘Entrando numa Fria Maior Ainda com a Família’).

‘Wicked: Parte 2’ ganha teaser com cenas INÉDITAS

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A tão aguardada sequência Wicked: Parte 2’, adaptação do aclamado musical da Broadway, ganhou um novo teaser com cenas inéditas.

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O diretor Jon M. Chu explicou que o novo filme trará uma participação mais significativa de Dorothy Gale, a icônica protagonista deO Mágico de Oz, obra que inspirou o universo de Wicked.

“Esse ponto de interseção é o lugar onde fomos apresentados a Oz pela primeira vez”, disse Chu à Vanity Fair. “Pisamos com cuidado, mas tentamos fazer mais sentido de como isso afeta nossas garotas e nossos personagens do que talvez o show tenha feito”.

Chu garantiu que a inclusão de Dorothy na adaptação cinematográfica não desviará o foco da história de Elphaba (Cynthia Erivo) e Glinda (Ariana Grande): “Estamos sendo delicados. Delicados. Delicados”.

Embora o musical original mostre apenas a sombra de Dorothy do outro lado de um pano de fundo, sua presença na história é fundamental para Elphaba, que simula sua morte depois que a protagonista de O Mágico de Oz joga um balde de água na Bruxa Má do Oeste.

“Acho que a essência do que Wicked representa acontece no segundo filme. Para mim, é por isso que essa história existe. É onde nossos sonhos de infância colidem com nossos eus adultos”, acrescentou.

Anteriormente, Chu havia evitado revelar quanto tempo de tela Dorothy terá na sequência, embora tenha confirmado que uma atriz foi escalada para o papel, após reações mistas dos fãs sobre sua aparição nos teasers do primeiro filme.

“Bem, definitivamente escalamos uma atriz para Dorothy. Você a vê em alguns dos nossos teasers”, disse ele em dezembro. “Quanto você verá de Dorothy? Vou deixar o público curioso, não posso confirmar nem negar o quanto ela aparece. Mas posso dizer que acho importante, seja lá quem Dorothy representa para você, tentar respeitar isso ao máximo. Mas O Mágico de Oz e nosso filme se cruzam no segundo filme mais do que nunca? Com certeza, 100%”. 

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 20 de novembro.

Jon M. Chu retorna à direção.

Na trama, Elphaba é uma jovem como outra qualquer do Reino de Oz, mas incompreendida por causa de sua pele verde incomum e por ainda não ter descoberto seu verdadeiro poder. Sua rotina é tranquila e pouco interessante, mas ao iniciar seus estudos na Universidade de Shiz, seu destino encontra Glinda, uma jovem popular e ambiciosa, nascida em berço de ouro, que só quer garantir seus privilégios e ainda não conhece sua verdadeira alma.

As duas iniciam uma inesperada amizade; no entanto, suas diferenças, como o desejo de Glinda pela popularidade e poder, e a determinação de Elphaba em permanecer fiel a si mesma, entram no caminho, transformando futuro de cada uma e a maneira como as pessoas de Oz as enxergam.

Jonathan BaileyMichelle YeohJeff Goldblum e outros também fazem parte do elenco.

Sarah Snook conquista o Tony Award de Melhor Atriz em Peça por ‘O Retrato de Dorian Gray’

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A cerimônia de vencedores do Tony Awards 2025 ocorreu hoje (08) e a aclamada atriz Sarah Snook foi condecorada com um dos principais prêmios da noite.

Snook levou para casa a estatueta de Melhor Atriz em Peça por seu aclamado trabalho em O Retrato de Dorian Gray, baseado no lendário romance homônimo de Oscar Wilde.

A atriz viveu nada menos que todos os 26 personagens da história original em palco, conquistando a crítica e o público ao redor do mundo. Snook também já possui uma estatueta do Emmy Awards por seu trabalho em Succession – e está um passo mais perto de alcançar o status de EGOT.

Além disso, Marg Horwell foi condecorada com o prêmio de Melhor Figurino em Peça.

Vale lembrar que, em abril de 2024, a companhia Dirty Films, fundada pela vencedora do Oscar Cate Blanchett, adquiriu os direitos autorais da peça e irá transformá-la em um longa-metragem.

Chris Evans revela que pediu a esposa luso-brasileira Alba Baptista em casamento em português

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Aos 43 anos, Chris Evans, eternizado como o Capitão América no universo cinematográfico da Marvel, parece estar vivendo uma fase mais serena e emocionalmente profunda — longe dos holofotes incessantes de Hollywood e cada vez mais dedicado à vida pessoal. Desde seu casamento com a atriz luso-brasileira Alba Baptista, de 27 anos, em 2023, o astro tem dado sinais claros de que, para ele, amor é coisa séria. E, se depender de seus gestos, talvez Chris seja mesmo um dos últimos românticos de sua geração.

Em entrevista recente ao site The Knot, durante a promoção do longa Amores Materialistas (The Materialists), Evans surpreendeu ao contar que preparou seu pedido de casamento em português, língua nativa de sua esposa.

“Pedi minha esposa em casamento em português. Ela é portuguesa, então aprendi a dizer ‘quer se casar comigo?’ em português. Pratiquei a semana toda”, revelou o ator.

O momento, segundo ele, foi cuidadosamente planejado. Evans disse que chegou a ensaiar tanto a frase que quase a soltou sem querer, durante a rotina matinal do casal.

“Enquanto estava preparando o café da manhã, quase comecei a dizer a pergunta em voz alta. Tipo, ‘meu Deus, isso não é só uma música grudada na minha cabeça! Vai acabar entregando tudo’”, brincou, aos risos.

Alba Baptista, por sua vez, é uma atriz em ascensão, conhecida pelo papel de Ava Silva na série Warrior Nun, da Netflix. Filha de mãe portuguesa e pai brasileiro, ela nasceu em Lisboa, mas tem forte ligação com a cultura brasileira e fluência em várias línguas, incluindo inglês, francês e alemão. A diferença de idade entre ela e Evans, embora notada pelo público, nunca foi um obstáculo para o casal, que sempre manteve a relação com discrição e afeto.

Eles começaram a namorar em 2021, e em janeiro de 2023, Evans oficializou a relação ao compartilhar em suas redes sociais um vídeo bem-humorado dos dois se assustando mutuamente em casa.

“Uma retrospectiva de 2022”, escreveu o ator na legenda, com emojis de coração. O momento encantou fãs e amigos, que notaram a espontaneidade e leveza do casal.

Fontes próximas aos dois afirmam que o relacionamento trouxe uma nova perspectiva à vida de Evans.

“Ele é o homem mais comprometido que se pode lembrar em muito tempo, se não em toda a sua vida”, declarou um amigo ao site Us Weekly.

O ator inclusive decidiu desacelerar a carreira para aproveitar mais o relacionamento.

“Não trabalhei o ano todo e não pretendo trabalhar, o que tem sido ótimo”, disse Evans ainda em 2023. “Quando começamos a namorar, eu pensei: ‘É, eu faço um filme por ano. Tento nunca trabalhar agora’. Mas, adivinha? Poucos meses depois estávamos morando em Atlanta por um ano, por causa das filmagens. E mesmo assim pensei: ‘Cara, nunca mais quero me afastar disso por tanto tempo’.”

O casamento dos dois foi discreto e longe da agitação das manchetes. A cerimônia aconteceu na região de Cape Cod, em Massachusetts, com poucos amigos e familiares presentes. Mais tarde, eles celebraram novamente com uma cerimônia em Portugal, prestigiando as origens da noiva.

“Foi realmente ótimo. Tivemos duas cerimônias”, contou Evans durante uma aparição na New York Comic Con. “Fizemos uma na Costa Leste e outra em Portugal.”

Apesar de manterem uma vida bastante reservada, os dois continuam encantando fãs com pequenos gestos de carinho e respeito mútuo. Enquanto Evans se dedica a projetos pontuais e à produção executiva, Alba continua atuando e expandindo sua carreira internacional. Juntos, eles formam um dos casais mais adorados — e discretos — da nova geração de celebridades.

Se Chris Evans é ou não o “último romântico de Hollywood”, como muitos passaram a chamá-lo, talvez seja cedo para dizer. Mas que ele está vivendo uma história digna de filme, isso ninguém duvida.

Matérias sobre comportamento de Jared Leto viralizam após ele ser acusado de assédio e abuso sexual

Após o Air Mail publicar uma reportagem sobre nove mulheres que vieram à tona e acusaram Jared Leto de má conduta sexual, várias matérias sobre o ator estão sendo revividas na internet.

O astro de ‘Esquadrão Suicida’ e ‘Morbius’ tinha um histórico de comportamento “diferenciado” no set.

Agora, algumas vítimas alegam que eram menores de idade quando o astro vencedor do Oscar se envolveu em conversas de teor altamente sexual ou fez investidas agressivas contra elas.

Rumores sobre o suposto comportamento de Leto em relação a mulheres jovens e menores de idade datam pelo menos de 2005. À época, o New York Post publicou uma matéria que começava com “Jared Leto gosta de jovens”, alegando que ele havia sido pego fazendo propostas sexuais para modelos adolescentes no Maritime Hotel.

Após a publicação, internautas começaram a reviver matérias que já indicavam algo estranho.

Confira:

“O fato de Jared Leto ser um predador tem sido um dos segredos mais abertos de Hollywood nas últimas décadas. Alguns até com 15 anos. Quando eu era assistente pessoal, depois de me formar, isso era sabido e aceito no set, e ele se mantinha ocupado e com a agenda cheia. Isso não é novidade. Espero que a queda do Diplo seja a próxima.”

“O fato de Jared Leto ter dito que todas as suas histórias sobre enviar o elenco do Esquadrão Suicida usaram preservativos, bolas anais e porcos mortos, foi invenção da internet.

Filho da p*ta, VOCÊ criou essa história toda! De um jeito nada brincalhão, aliás. E o elenco a repassou, seu ator inadequado.”

“Acabei de lembrar que, enquanto fazia Morbius, Jared Leto usou muletas para ir ao banheiro e permanecer no personagem, mas demorava muito, então ele pediu para a equipe levá-lo em uma cadeira de rodas. O diretor confirmou tudo isso pessoalmente.

Leto deve ser desprezado por todas as equipes de filmagem com as quais trabalha”

“[As] mulheres com quem conversei dizem que o suposto comportamento passado de Leto não era uma fase, mas sim parte de um padrão de longa data — um padrão que era e continua sendo amplamente conhecido em alguns círculos e, em geral, discretamente aceito. ‘é um segredo aberto há muito tempo’, me conta uma das mulheres”.

“Mesmo assim, nas três semanas seguintes, as ligações continuaram. “Sempre à uma, duas, três da manhã”, lembra [uma mulher que tinha 16 anos na época]. “E as conversas se tornavam sexuais. Ele perguntava coisas como: ‘Você já teve namorado? Você já chupou um p**?'”.

“Outra mulher com quem conversei, uma atriz que começou um relacionamento por mensagens de texto com Leto quando ela ainda era menor de idade, descreveu como as visitas à casa dele podiam rapidamente se tornar desconfortáveis. Ela se lembra dele dizendo coisas como: ‘Algum dos garotinhos com quem você anda te f***?'”.

Um representante não identificado de Leto disse: “todas as alegações são expressamente negadas” e negou, da mesma forma, que os incidentes acima tenham ocorrido conforme descrito. O próprio ator não se pronunciou diretamente em resposta à reportagem.

No mês passado, a DJ Allie Teilz, de Los Angeles, alegou que foi “agredida e traumatizada por esse sujeito quando tinha 17 anos” e acrescentou: “o grande volume desses casos — e o quão jovens algumas dessas garotas eram, com apenas 14, 15, 16 anos — parte meu coração”.

Morre Marise Wipani, atriz de ‘Xena: A Princesa Guerreira’, aos 61 anos

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A atriz neozelandesa Marise Wipani faleceu na última sexta-feira, dia 6 de junho, aos 61 anos — data em que também celebrava seu aniversário. A informação foi divulgada por meio de uma publicação em seu perfil oficial no Facebook, embora a causa da morte não tenha sido revelada.

Nascida em 1963, na Nova Zelândia, Wipani tornou-se conhecida internacionalmente por sua atuação em produções televisivas dos anos 1990. Seu papel de maior destaque foi como a rainha Kanae, na popular série ‘Xena: A Princesa Guerreira‘, exibida originalmente a partir de 1995.

No mesmo ano, ela também participou de ‘Hércules: A Lendária Jornada‘, interpretando a personagem Janista — ambas as produções eram ambientadas em universos mitológicos e compartilhavam elenco e estilo de narrativa.

Antes de alcançar notoriedade como atriz, Marise Wipani já era uma figura conhecida da televisão neozelandesa. No início de sua carreira, ela foi escolhida para apresentar o primeiro sorteio televisivo da loteria nacional da Nova Zelândia, em um evento que marcou a história da TV local. Graças a essa aparição, ela ganhou o apelido carinhoso de ‘Lotto Lady’, sendo lembrada por sua simpatia e presença de palco.

Ao longo da carreira, Wipani também se envolveu com produções teatrais e projetos sociais ligados às artes e à cultura em sua terra natal. Ela era conhecida por seu comprometimento com a representação das mulheres maoris na mídia e frequentemente participava de eventos voltados à valorização das tradições indígenas neozelandesas.

Marise Wipani deixa um legado importante na televisão neozelandesa e internacional, sendo lembrada por fãs como uma artista carismática, talentosa e pioneira em diversos sentidos.

‘Invocação do Mal 1, 2 e 3’ serão RELANÇADOS nos cinemas nacionais; Saiba quando!

Em preparação para ‘Invocação do Mal 4: O Último Ritual‘, os três primeiros filmes da franquia serão relançados nos cinemas nacionais.

A Warner vai relançar os três primeiros filmes no dia 21 de Agosto, enquanto o quarto filme chega aos cinemas dia 4 de Setembro.

Foram divulgadas novas fotos do filme, que marca o encerramento da jornada cinematográfica do icônico casal de investigadores paranormais Ed e Lorraine Warren.

Confira:

A saga de filmes pode se expandir, tornando-se uma franquia ainda maior, segundo Richard Brener, chefe da New Line Cinema.

Conforme o ComicBook, o executivo compartilhou atualizações recentes sobre a produção: “Está indo muito bem nas exibições e estamos apenas na versão do diretor, na parte de 10 semanas do filme, onde você normalmente está muito, muito preocupado com o status do seu filme. Estamos bem no início do processo, com efeitos visuais preliminares, mas já está indo muito bem. Então, enquanto este é o último filme da chamada fase um, temos esperança de que possamos fazer mais”.

Ao ser questionado sobre o futuro da franquia, Brener afirmou que o novo longa encerra a “fase um” e que a “fase dois está para ser determinada”.

A franquia ‘Invocação do Mal’ já gerou diversos filmes derivados de sucesso, incluindo três filmes de ‘Annabelle’, dois filmes de A Freira e ‘A Maldição da Chorona’. 

Ben Hardy (‘X-Men: Apocalipse’) e Mia Tomlinson (‘The Beast Must Die’) completam o elenco.

A direção fica a cargo de Michael Chaves, conhecido por seu trabalho em ‘A Maldição da Chorona‘. O cineasta já é uma figura familiar no universo da franquia, tendo dirigido ‘Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio‘ e ‘A Freira 2‘.

O roteiro foi assinado por David Leslie Johnson-McGoldrick, que coescreveu o terceiro filme ao lado de James Wan.

Lembrando que a franquia vai virar uma série de TV na plataforma de streaming Max.

‘Stranger Things’: 5ª e última temporada quebra RECORDE na Netflix meses antes da estreia

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Stranger Things, sucesso absoluto da Netflix, está prestes a retornar com sua quinta e última temporada, uma das produções mais aguardadas do ano. Embora a estreia ainda esteja distante, isso não impediu a série de já quebrar um recorde impressionante na plataforma.

O vídeo de anúncio da data de lançamento, divulgado em 31 de maio, já acumulou 250 milhões de visualizações nos canais oficiais da Netflix em apenas quatro dias, segundo informações do ComicBook.

Lembrando que o ciclo de encerramento será dividido em três partes:

Volume 1: 26 de novembro, às 22h
Volume 2: 25 de dezembro, às 22h
Episódio final: 31 de dezembro, às 22h

Outono de 1987. Hawkins está marcada pela abertura das Fendas, e nossos heróis estão unidos por um único objetivo: encontrar e matar Vecna. Mas ele desapareceu — seu paradeiro e planos são desconhecidos. Para complicar a missão, o governo colocou a cidade em quarentena militar e intensificou a busca por Onze, forçando-a a se esconder novamente. À medida que o aniversário do desaparecimento de Will se aproxima, um medo pesado e familiar também se aproxima. A batalha final se aproxima — e com ela, uma escuridão mais poderosa e mortal do que qualquer coisa que já enfrentaram. Para acabar com esse pesadelo, eles precisarão de todos — o grupo inteiro — unidos, uma última vez.

O elenco estelar inclui, além de Wolfhard, Millie Bobby Brown, Noah Schnapp, Caleb McLaughlin, Gaten Matarazzo e Sadie Sink, bem como Joe Keery, Maya Hawke, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Jamie Campbell Bower, Brett Gelman, David Harbour e Winona Ryder.

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Retro Dance #28 | O reencontro de Kylie Minogue com as pistas de dança no ótimo ‘Disco’

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Desde que atingiu sua maturidade com o subestimado ‘Impossible Princess’, Kylie Minogue vem apostando em revitalizações da própria carreira e até mesmo se aventurou no country-pop de ‘Golden’ (que também merecia mais atenção por seu teor intimista e extremamente verdadeiro). Em 2020, em um ano que clamava por um escapismo artístico em meio a tantas tragédias e conturbações, Minogue resolveu visitar de novo as raízes oitentistas de seu début com uma apaixonante e dançante jornada intitulada Disco – seu 15º compilado de originais.

Desde o prematuro anúncio de que traria tendências clássicas do que se entende como a melhor era do pop, era inegável que sua legião de fãs ficaria em êxtase, aguardando o que a imperatriz australiana da indústria fonográfica lhes entregaria. Como era de se esperar, o forte primeiro single, “Say Something”, daria as cartas do jogo através de uma bombástica sutileza movida por sintetizadores e um cativante ritmo – canalizado para as outras duas canções promocionais, a sinestésica “Magic” e a irretocável “I Love It”. Não é nenhuma surpresa que a garantia de uma produção coesa era certeira, mas o que não esperávamos era que o CD seria uma homenagem não apenas a si mesma, mas a todas as divas que explodiram na época em questão – incluindo Gloria Gaynor, Diana Ross, Roberta Kelly e tantas outras. Mais do que isso, Minogue fez questão de, ao longo de doze faixas (dezesseis, se considerarmos as faixas extras da versão deluxe), não invadir o espaço de outros nomes da atualidade que também voltaram suas referências ao passado.

Disco, como o título já premedita, é uma infusão exuberante de disco-pop e faz flertes com o eurodance popularizado em 1970. Diferente de Dua Lipa, que mergulhou de cabeça no synth-dance com ‘Future Nostalgia’, e Lady Gaga, que entregou um apaixonante house com ‘Chromatica’, Kylie se restringiu a nos convidar para a pista de dança e a esquecer de nossos problemas – falando sobre amores platônicos e a paixão pela música com composições certeiras. No final das contas, não resta mais nada a se fazer por agradecê-la por um mimo que não sabíamos que precisávamos até darmos play na faixa inicial – e pelo fato dela ter, assim como sua iteração predecessora, um controle bem maior das próprias canções.

É notável como a performer se sente bem ao regressar à sua zona de conforto – mas não entenda isso como um comentário simplista; pelo contrário, esse “retorno da filha pródiga” é o que transforma a obra na melhor de Kylie Minogue em dez anos, desde que lançou o vibrante ‘Aphrodite’. A temática, por mais rasa que pareça, é mascarada pelo uso constante do baixo, da bateria e de um soubrette on point. Em “Miss a Thing”, contemporaneidade e nostalgia se misturam em uma sensual narrativa que nos enlaça do começo ao fim em uma montanha-russa melismática (cujo único problema é a longa duração). “Real Groove” é uma perfeita continuação assinada com múltiplas camadas vocais que lembram Michael Jackson e um deep-dance narcótico (seja na versão original ou no remix ao lado de Lipa lançado para o álbum promocional ‘Infinite Disco).

Minogue não pensa duas vezes antes de abarcar territórios normalmente inexplorados, como a agressividade percussional-eletrônica de “Supernova”, um dos vários ápices do álbum e até faz alusão a eras passadas com “Last Chance” – que nutre de similaridades com o icônico grupo ABBA e suas progressões transgressoras. Talvez a track mais surpreendente (e, na honesta opinião deste que vos fala, a excelência musical do CD) é o saudosismo tocante de “Where Does the DJ Go?”, comandada pelo poder incomparável de sua rendição quase teatral e crescendo soberbos que precedem um dos refrões mais sólidos do ano, estendendo suas ramificações inclusive para o gospel-pop. Kylie, há muito sofrendo com diversos problemas que perscrutavam sua vida pessoal e profissional, está se divertindo como num enredo que faz sentido não apenas para ela, como também para os fãs que a vêm acompanhando desde a estreia de “Locomotion” ainda em 1987.

A cantora e compositora também faz alguns movimentos arriscados que, apesar de não funcionarem totalmente (principalmente nas iterações que precedem a conclusão), mostram que ela ainda tem muito a nos contar. “Dance Floor Darling”, regada por versos que nos transportam de volta para o nova-iorquino Studio 54 e celebra a felicidade daqueles que buscam por um lugar “onde a música nunca acaba”. Entretanto, a discrepância estilística, escondida pela pungência de uma guitarra elétrica muito bem estruturada, começa a ganhar força num up-tempo inesperado e, infelizmente, fragmentado demais para ser aprazível. “Unstoppable”, por sua vez, dá um passo para trás e cede espaço a uma preamar semi-balada setentista que drena forças do baixo e da harmonização de seu coro. Por fim, “Celebrate You” é uma declaração romântica que, apesar de soar pueril quando justaposta as outras faixas, nos comove pela simplicidade das mensagens que passa.

Disco é um retorno digno à forma de uma das maiores popstars do mundo. Kylie, provando que permanece fiel às vertentes que a colocaram no topo do mundo à medida que não tem medo de ousar e de criar o impensável: uma carta de amor àquilo que lhe dá vontade e prazer de viver.

Crítica | Remake em live-action de ‘Como Treinar o Seu Dragão’ é uma carta de AMOR aos fãs da animação

Poster do filme Como Treinar Seu Dragão em IMAX
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A trilogia animada ‘Como Treinar o Seu Dragão’ é uma das franquias mais belas e bem recebidas da década passada, alcançando uma recepção fortíssima através de longas-metragens muito bem-produzidos e que acompanharam de perto o sucesso inenarrável da DreamWorks Animation. Acompanhando as aventuras de Soluço e seus amigos em um reino viking povoado por humanos e dragões em uma disputa interminável que logo se transforma em uma improvável aliança, a saga transformou-se em um universo multimidiático que estende um importante legado até os dias de hoje.

Acompanhando a onda de remakes em live-action da Walt Disney Studios, o anúncio de uma nova adaptação pela DreamWorks veio com comoção generalizada por parte dos inveterados fãs, ansiando por uma nova perspectiva que reuniria boa parte da equipe do projeto original em uma celebratória carta de amor cinematográfica. E, mergulhando de cabeça nessa apaixonante e fabulesca empreitada, o resultado é extremamente positivo e aprazível, trazendo um time de atores de ponta que vibra nas telonas em um épico emocionante que nos tira o fôlego desde os primeiros segundos.

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Existe uma discussão acalorada entre cinéfilos que comenta sobre a fidelidade de produções em live-action quando em comparação com a obra original. Tivemos, em 2023, a estreia da primeira temporada de ‘The Last of Us’, que caiu nas graças dos espectadores e dos especialistas como uma joia da televisão contemporânea e uma das melhores séries do século – mas trouxe breves críticas que discorriam sobre a verossimilhança exagerada para com o game, como se fosse um projeto desprovido de autenticidade e de alma própria. E, após a primeira exibição oficial para os jornalistas, ‘Como Treinar o Seu Dragão’ atraiu comentários similares que denotavam a falta de um objetivo claro para a existência de tal produção – algo que não faz sentido, considerando que a animação já completou quinze anos desde sua estreia e que revitalizá-la para uma nova geração apenas ajuda a corroborar seu impacto.

As proclamações caem por terra à medida que o projeto se desenrola e nos convida a uma epopeia de tirar o fôlego e que passa em um piscar de olhos: aqui, Mason Thames, que ganhou notoriedade depois de estrelar o ótimo ‘O Telefone Preto’, encarna Soluço, um jovem que não se sente parte da comunidade em que vive, Berk. Afinal, sendo filho do chefe da tribo, Stoico (Gerard Butler reprisando o papel que eternizou nas animações), ele sofre uma pressão constante para seguir os passos do pai, mas não encontra sucesso por não sentir o mesmo ímpeto que os outros guerreiros em enfrentar o constante ataque de perigosos dragões que assola o cotidiano dos vikings. Aliás, ele tem muito mais apreço por criar invenções mirabolantes que são diminuídas por olhares tortos de desaprovação – incluindo do ferreiro Bocão Bonarroto (Nick Frost) e da corajosa guerreira Astrid (Nico Parker).

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Em uma determinada noite, Soluço faz o impossível: consegue atingir um Fúria da Noite, a raça de dragão mais perigosa de todas e que nunca foi capturado ou abatido por um viking. Porém, ao encontrá-lo no meio da floresta, ele desenvolve uma afeição pela criatura, que apelida carinhosamente de Banguela, e passa a estudar seu comportamento e a enxergar os dragões com um outro olhar – um olhar de companheirismo, de respeito e de amizade. E as coisas se complicam mais quando Stoico coloca seu filho no treinamento para combater dragões, supervisionado por Bocão e onde irá concorrer ao lado de cinco jovens, incluindo a impetuosa e determinada Astrid.

Dean DeBlois, que fez história ao trazer a história de Soluço às telonas há uma década e meia, retorna à cadeira de direção e demonstra estar ainda mais apaixonado pelo universo arquitetado por Cressida Cowell. Enquanto o projeto animado estendeu-se por pouco mais de uma hora e meia, o live-action brilha em mais de duas horas de pura diversão, transformando-se em uma mistura quase perfeita de drama, aventura e comédia. O realizador singra pela mitologia nórdica de maneira despojada, abraçando cada um dos personagens como se fossem seus próprios filhos, e permitindo que os atores escalados façam um trabalho magnífico. E, ficando responsável pelo roteiro, DeBlois consegue expandir os momentos certos e se esquiva de potenciais escolhas equivocadas.

como treinar o seu dragão

A beleza do projeto desponta de maneiras diferentes e, à medida que as engrenagens vão se encaixando, é notável a preocupação estética do time em não repetir o que já nos presenteado há vários anos, mas garantir que novidades existam: temos a trilha sonora remanejada de John Powell, que acrescenta mais elementos palpáveis a um épico orquestral de tirar o fôlego; a fotografia de Bill Pope pega elementos do gênero fantástico para construir uma montanha-russa de sensações que nos aproxima dos personagens em momentos mais melodramáticos e que os coloca frente a forças inimagináveis quando partem para uma aventura mortal.

A cereja do bolo, é claro, vem com a entrega irretocável do elenco: Thames parece ter nascido para interpretar Soluço, apropriando-se da personalidade propositalmente estabanada do herói para nos encantar com seu charme performático; Parker, recém-saída de uma premiada performance em ‘The Last of Us’, explora novas camadas de Astrid e nutre de uma química invejável com Thames; e Butler, reprisando o papel de Stoico, diverte-se nas telonas em um dos melhores papéis de sua carreira, navegando pela complexa mentalidade de um homem dividido entre a tarefa de ser pai e de ser um líder. E é claro, nomes como Frost, Julian Dennison, Bronwyn James e Gabriel Howell são bem-vindas adições a essa equipe dos sonhos.

O remake em live-action de ‘Como Treinar o Seu Dragão’ honra o profundo legado deixado pela animação de 2010 – e faz isso não só ao manter-se extremamente fiel à obra original, mas ao acrescentar elementos inéditos em uma grande declaração de amor aos fãs.

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10 ÓTIMOS FILMES para assistir numa noite de domingo!

Quando o fim de semana está perto do fim, nada melhor do que relaxar vendo um bom filme para encarar a nova semana! Para você que está procurando um longa-metragem para esse momento, segue abaixo uma lista com ótimas sugestões:

 

Caminhos Cruzados (MUBI)

Na trama, conhecemos Lia (Mzia Arabuli), uma professora de história aposentada moradora da cidade de Batumi, localizada no Mar Negro, na Geórgia, que está em busca da sobrinha, sua única família. Ela acaba se juntando a Achi (Lucas Kankava) um jovem perdido com o que fazer com sua vida, que sabe seu paradeiro. Assim, ambos atravessam a fronteira do sudeste do país, com a Turquia, que na visão de alguns é uma terra de oportunidades. Chegando lá, terão muitas descobertas.

 

A Última Viagem (Prime Video)

Na trama, conhecemos Daniel (Michiel Huisman), um advogado tributário em ascensão na carreira morando na cidade de Nova Iorque, que está indo para a Irlanda após a morte de sua mãe. Durante o voo um senhor de idade ao lado da sua poltrona morre e de uma forma bem inusitada Daniel fica responsável por levar o corpo dele para ser enterrado ao lado de um parente na Irlanda do Norte. Durante essa jornada, o protagonista busca se reconectar com o irmão autista Louis (Samuel Bottomley) e acaba conhecendo melhor uma funcionária da funerária, a carismática Mary (Niamh Algar).

 

Garra de Ferro (Telecine)

Na trama, ambientada pelas décadas de 70 e 80, conhecemos quatro dos irmãos Von Erich, uma família de lutadores que foi criada por um pai exigente e uma mãe permissiva. Ao longo do tempo vamos percebendo como essa criação voltada para um único objetivo, o de fazer campeões, acaba afetando todos esses irmãos que logo precisam conviver com tragédias sem fim.

 

Às Vezes quero Sumir (MUBI)

Na trama, conhecemos Fran (Daisy Ridley), uma jovem introspectiva que trabalha em um escritório numa cidadezinha norte-americana. Seu cotidiano é pacato, prefiro ficar sozinha na maior parte do tempo, presa em pensamentos quase indecifráveis mas que dizem muito sobre seu estado de espírito. Certo dia, com a chegada do novo funcionário Robert (Dave Merheje), algo desperta nela e começa a perceber que as peças para se encaixarem para algum tipo de final feliz é preciso dedicação e um querer sobrepondo medos e receios.

 

A Sala dos Professores (MAX)

Na trama, conhecemos Carla (Leonie Benesch), uma professora recém chegada numa escola que após um os seus alunos ser acusado de roubo precisa lidar com um problema atrás do outro gerando uma série de constrangimentos que colocam para o centro dos debates o sistema de educação e quem faz parte dele.

 

Quem me Ama, me Segue! (Looke)

Na trama, conhecemos o casal Simone (Catherine Frot) e Gilbert (Daniel Auteuil) que vivem em um vilarejo e estão juntos faz mais de 35 anos. A primeira é uma mulher infeliz que se relaciona com o vizinho Etienne (Bernard Le Coq), um amigo de longa data do casal. O segundo é um marido estúpido, machista, nada cavalheiro que sempre oprimiu sua esposa ao longo de todo esse tempo. Certo dia, Simone resolve fugir de casa e ir atrás de Etienne que havia se mudado fazia dias. Completamente perdido, Gilbert embarcará em uma jornada na tentativa de convencer a esposa a voltar pra casa, ele contará com a ajuda do neto que quase não tem contato por conta de uma briga antiga com a mãe do garoto (sua filha).

 

Sem Filhos (Netflix)

Na trama, conhecemos Fidel (Alfonso Dosal), um homem na casa dos trinta e poucos anos, divorciado que tem uma chamativa loja de instrumentos musicais no centro de uma cidade mexicana. Ele tem uma filha, Ari (Francesca Mercadante), por quem tem um imenso carinho. Certo dia, reaparece na sua vida uma conhecida de outros tempos, a fotógrafa Marina (Regina Blandón) por quem logo se apaixona. A questão é que Marina não gosta de crianças, assim Fidel precisará inventar uma história mirabolante para não perdê-la.

 

O Despertar de Motti (Netflix)

Na trama, conhecemos o tímido Motti Wolkenbruch (Joel Basman), um jovem exemplar que se dedica à faculdade de economia de tarde e pela manhã ajuda seu pai na contabilidade da empresa da família. De família Judia Ortodoxa, enfrenta o maior obstáculo da vida quando se apaixona por Laura (Noémie Schmidt), uma colega de faculdade que não é Judia Ortodoxa e isso deixará sua mãe e família com a pulga atrás da orelha. Mas Motti, movido por esse sentimento tão grandioso que temos como o amor, quer navegar e ser comandante de seu próprio destino, nada arranjado.

 

Podres de Ricos (Prime Video)

Na trama, conhecemos a feliz e inteligente professora de economia Rachel Chu (Constance Wu) que namora com o misterioso Nick (Henry Golding), de quem nunca conheceu a família. Certo dia e próximo de ser pedida em casamento sem saber, Rachel resolve aceitar o convite de Nick para viajar com ele para Singapura, onde irão juntos ao casamento do melhor amigo dele. Chegando lá, ela percebe que Nick é filho da família mais rica do país, herdeiro de uma fortuna inestimável e um dos solteiros mais cobiçados do lugar. Além de enfrentar toda a surpresa da revelação, precisará enfrentar as regras e desconfiança de Eleonor (Michelle Yeoh), mãe de Nick.

 

Belos Sonhos (Prime Video)

Baseado no livro Fai Bei Sogni, de Massimo Gramellini, Belos Sonhos, conta a história de Massimo, um amante do futebol que tempos mais tarde vira jornalista de um importante jornal que possui um grande trauma, quase uma lacuna não preenchida sobre as lembranças que cercam o falecimento de sua mãe quando Massimo era apenas uma criança. Percorrendo uma linha do tempo que vai e volta, vamos juntando aos poucos o complexo quebra cabeça da trajetória emocional de Massimo com muitas surpresas e momentos de redenções ao longo dos emocionantes 134 minutos de projeção.

‘Um Filme Minecraft’ ultrapassa US$ 950 milhões nas bilheterias mundiais

Sucesso! A adaptação live-action ‘Um Filme Minecraft‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 950 milhões nas bilheterias mundiais.

Os números representam a maior arrecadação hollywoodiana do ano.

Para termos de comparação, o live-action já conseguiu superar sucessos consagrados do estúdio, como ‘A Origem‘, ‘Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban‘, ‘Batman vs Superman: A Origem da Justiça‘ e ‘Duna: Parte 2‘.

Em geral, o longa se encontra no TOP 2 das maiores arrecadações globais de 2025, atrás apenas do fenômeno chinês ‘Ne Zha 2‘ (US$1.9B).

Nos EUA, o longa soma US$ 423.5 milhões nos EUA. No mercado internacional, foram US$ 527.8 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 951.3 milhões.

O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com o Reino Unido (US$75.9M), Alemanha (US$39.6M), Austrália (US$36M), México (US$34.3M) e China (US$29.1M).

Confira a lista com todos os recordes domésticos, internacionais e globais quebrados na estreia de ‘Um Filme Minecraft’

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Bruce Willis encontrou jeitos “secretos” de continuar a trabalhar em meio à doença degenerativa

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Bruce Willis encontrou maneiras de continuar trabalhando e aparecendo nas telas durante o início de sua doença degenerativa, revelou sua esposa em um vindouro livro de memórias.

O site australiano News.com.au relata que o plano de Willis de continuar trabalhando enquanto puder será detalhado no próximo livro de Emma Heming Willis — que ela chama de “não um livro de memórias, mas se enquadra na categoria de autoajuda” — The Unexpected Journey, com lançamento previsto para setembro.

O astro de Duro de Mataranunciou em fevereiro de 2023 que havia sido diagnosticado com demência frontotemporal. Ele havia se afastado dos holofotes um ano antes devido à deterioração de sua saúde.

No entanto, de acordo com o consórcio de imprensa, o livro de Heming revelará que seu marido, um herói dos filmes de ação, encontrou maneiras de continuar trabalhando em filmes como Assassin’ (2023) e a série Detective Knight’ (2022-23), fazendo com que os diretores reduzissem seus diálogos e contratando um amigo de confiança para lhe passar as falas por meio de um fone de ouvido.

Heming compartilhou no Instagram que escreveu o livro para ajudar outras pessoas que enfrentam a condição de seu marido, bem como suas famílias.

Ela disse: “eu realmente escrevi o livro que gostaria que alguém tivesse me dado no dia em que recebemos o diagnóstico, sem esperança, sem direção… não muito. Hoje, a vida parece diferente para mim e nossa família porque consegui colocar apoio em prática.”

‘Branca de Neve’, ‘Mickey 17’ e os Maiores DESASTRES Financeiros das Bilheterias 2025 Até o Momento!

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O que o conto de fadas ‘Branca de Neve’ e a ficção científica ‘Mickey 17’ possuem em comum? Bem, o início de 2025 irá nos dizer. No mundo do cinema, para existirem os sucessos monumentais é preciso existir os fracassos retumbantes. É isso que mantém este mundo em equilíbrio. É claro que todos gostariam de ter apenas sucessos em mãos, mas ninguém gostaria mais disso do que os fãs – imagina poder assistir apenas a filmes bons. Toda arte é subjetiva, mas existe também o consenso. É ele que faz surgir três tipos de fracassos quando o assunto são os filmes: o fracasso de crítica, o fracasso de público e o fracasso de bilheteria.

O fracasso de crítica ocorre, obviamente, quando a maioria dos especialistas em cinema desgosta de uma obra. O de público, quando a maioria dos fãs de cinema faz o mesmo. E por fim, o mais danoso, e o que os estúdios costumam prestar mais atenção, é quando dói no bolso. Ou seja, quando o valor investido para tirar um filme do papel não retorna para o seu investidor. Afinal, cinema é arte, mas também é um negócio, que pode se mostrar bastante rentável.

Abaixo selecionamos os maiores fiascos de bilheteria de 2025 (até o momento) que, independente do seu gosto pessoal, fracassaram em retornar para os cofres do estúdio o valor investido neles. Confira.

Branca de Neve

Começamos a lista com o que é provavelmente o filme mais “odiado” de anos recentes. Nunca um remake em live-action de uma animação da Disney sofreu tanto boicote, ou se tornou um alvo maior do que ‘Branca de Neve’. O filme simplesmente tomou pancada a torto e a direito, de gregos e troianos. Primeiro dos que não gostam deste tipo de filme. Segundo dos que acharam algumas decisões narrativas meio problemáticas, como o tira e põe dos anões, por exemplo.

Terceiro e principal por motivo da protagonista Rachel Zegler, de 24 anos, e seus comentários inflamatórios sobre o original e os caminhos que o remake iria seguir. E por fim a inevitável questão política, envolvendo a guerra entre Israel e Palestina, com as protagonistas Zegler e Gal Gadot assumindo lados opostos em seus discursos nas redes sociais. Receita para uma produção desastrosa, para dizer no mínimo. Com o orçamento absurdo de US$250 milhões, ‘Branca de Neve’ faturou ao redor do mundo apenas US$204 milhões, se tornando o maior fracasso do ano até o momento.

Novocaine: À Prova de Dor

Desde que ‘John Wick’ se tornou uma das franquias mais queridas do público, todo estúdio tenta desesperadamente tirar do papel o novo “John Wick” para chamar de seu. Ou seja, um filme criativo em suas cenas de ação, com bastante lutas coreografadas e matança estilosa e insana. Para ter uma ideia, apenas nesta lista teremos dois. O primeiro a chegar é este ‘Novocaine’, que até possui uma premissa interessante, de um sujeito com uma condição médica que o torna incapaz de sentir dor física.

Ele usa essa sua condição para se tornar um herói e partir para resgatar a namorada sequestrada. O que o filme não teve, no entanto, foi um astro para impulsionar o filme junto ao público. O papel protagonista ficou com Jack Quaid, um ator popular na TV graças ao sucesso do seriado ‘The Boys’. Em 2025, Quaid teve uma grande oportunidade de emplacar também no cinema, com este ‘Novocaine’ e ‘Acompanhante Perfeita’. Nenhum dos dois, apesar dos elogios da crítica e do público, se tornou verdadeiramente um sucesso de bilheteria, sequer chegando aos US$40 milhões mundiais.

Nas Terras Perdidas

Por falar em fracassos do cinema, agora talvez tenhamos chegado ao ponto baixo. Que me perdoem os fãs de Paul W. S. Anderson e sua esposa Milla Jovovich, mas as produções da dupla não estão nem perto de poderem ser consideradas boas. A franquia ‘Resident Evil’, por exemplo, com seus seis primeiros filmes, pode no máximo ser considerada um prazer culposo, daquele tipo que sabemos que é ruim, mas nos divertimos mesmo assim.

Infelizmente, o novo esforço da dupla, baseado em um conto do criador de ‘Game of Thrones’, está mais para ‘Monster Hunter’, filme de 2020 estrelado por Jovovich e dirigido por Anderson. E você já tinha ouvido falar dele? Pois é, poucos ouviram falar de ‘Nas Terras Perdidas’ e tem um motivo. Com orçamento de US$55 milhões… veja isso, o longa arrecadou apenas US$5 milhões mundiais.

Lobisomem

Alguns filmes chegam quase a doer quando sabemos que foram fracasso. Isso porque torcemos para que sejam bem-sucedidos, ainda mais quando vemos o envolvimento de algum diretor ou ator que gostamos. É o caso com este ‘Lobisomem’. Atrás das câmeras temos Leigh Whannell, o mesmo sujeito que entregou o criativo ‘O Homem Invisível’ (2020), um dos melhores e mais subestimados thrillers dos últimos anos, que subverte o conto clássico para os tempos modernos.

Ele tentou fazer o mesmo com ‘Lobisomem’ e caso tivesse Ryan Gosling no papel principal, talvez tivesse conseguido atrair mais público e interesse (o ator havia assinado para protagonizar, mas terminou saindo do projeto). O longa não conseguiu juntar nem mesmo US$35 milhões mundiais.

Alto Knights: Máfia e Poder

Robert De Niro estrelou alguns dos melhores filmes de máfia da história do cinema. Ele esteve presente, por exemplo, em ‘O Poderoso Chefão 2’, ‘Os Bons Companheiros’, ‘Cassino’ e mais recentemente em ‘O Irlandês’, de Martin Scorsese. Assim, todos os holofotes estavam virados para o ator octogenário quando ele assinou para fazer um novo filme do gênero, baseado em uma história real. Outros chamarizes eram o roteiro assinado por Nicholas Pileggi (o mesmo de ‘Os Bons Companheiros’) e a direção de Barry Levinson (o mesmo de ‘Bugsy’).

Talvez tenha faltado um ator de peso para contracenar com De Niro e não deixar carrega-lo sozinho esse peso. Já pensou como seria vê-lo dividindo a cena com um nome como Al Pacino de novo, por exemplo. Outra decisão polêmica foi ter De Niro vivendo dois papeis, os dos personagens antagonistas – que criou uma distração desnecessária. Com o custo de US$45 milhões em sua produção, ‘Alto Knights’ não rendeu sequer US$10 milhões mundiais.

Amor Bandido

Por falar na influência de ‘John Wick’ nos filmes de ação, como mencionado temos outro longa criado nos mesmos moldes depois de ‘Novocaine’ aqui na lista. E novamente, temos um longa que se beneficiaria da presença de um ator renomado protagonizando. Em ‘Novocaine’, Jack Quaid não foi o suficiente para chamar uma boa plateia, e aqui quem falhou foi o vencedor do Oscar Ke Huy Quan, que ainda não é um grande nome em Hollywood para arrastar multidões.

Aliás, temos dois vencedores do Oscar aqui, além de Quan, a carismática Ariana DeBose, que também não tem dado sorte com suas escolhas de projeto. Aqui, a sacada é que Quan vive um pacato corretor de imóveis, até que seu passado chega para acertar as contas com ele, revelando que o sujeito já foi um eficiente matador a la Keanu Reeves. O que conta a favor é que Quan já trabalhou como coreógrafo de lutas em Hollywood, e pôde criar cenas muito bem realizadas. Porém isso não foi o suficiente. O filme sequer conseguiu juntar US$20 milhões nas bilheterias mundiais.

Mickey 17

Outro que dói no coração. Esse inclusive conseguiu arrecadar críticas positivas, mas a verdade é que nem o público e nem os especialistas morreram de amores por ‘Mickey 17’, o novo trabalho do diretor sul-coreano Bong Joon Ho, que se tornou queridinho após entregar o que é considerado um dos melhores filmes dos últimos 10 anos no cinema, a divertida, precisa e assustadora crítica social ‘Parasita’, o primeiro filme não americano a vencer na categoria de melhor do ano no Oscar.

Bem, primeiro e único até agora. Mas quem conhece bem a carreira do diretor, sabe que ‘Parasita’ na verdade foi seu ponto fora da curva, já que o cineasta está acostumado com críticas sociais na forma de ficções científicas e filmes de monstro, como ‘O Hospedeiro’, ‘O Expresso do Amanhã’ e ‘Okja’. Aqui, ele tenta um esforço simplesmente esquisito e complexo demais, que terminou por afastar a maior parte do público. Embora tenha passado dos US$100 milhões, esperava-se bem mais para as dimensões desta superprodução.

Crítica – Jovens Mães: Irmãos Dardenne arrebatam mais uma vez com personagens realistas, tocantes e necessários [Cannes 2025]

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Jean-Pierre e Luc Dardenne, ganhadores da Palma de Ouro com Rosetta (1999) e A Criança (2005), retornaram pela 11ª vez à Croisette com Jovens Mães (Jeunes Mères), um drama duro e preciso sobre adolescentes em conflito com a precoce maternidade, em um cenário marcado por abandono, violência, dependência química e instabilidade familiar. Ambientado em um lar de acolhimento em Liège, na Bélgica, o filme acompanha cinco meninas — embora o foco se concentre em quatro delas — em um percurso emocional e prático  sobre como cuidar de um bebê e, principalmente, como estabelecer um vínculo com esse novo ser em meio ao caos.

Jessica (Babette Verbeek), Julie (Elsa Houben), Ariane (Janaina Halloy) e Perla (Lucie Laruelle) têm entre 14 e 16 anos e engravidaram por “acidente”. Com roteiro premiado em Cannes, os Dardenne exploram gradualmente as cicatrizes de cada uma dessas jovens, revelando que os nove meses de gestação não bastam para que estejam prontas para o que está por vir — o verdadeiro obstáculo é a negação. Jovens Mães se debruça sobre essa barreira emocional, oferecendo elementos que, sob um olhar psicanalítico, associam a gravidez a uma tentativa inconsciente de constituir uma família e preencher lacunas afetivas.  O “gozo”, como elaborado na teoria lacaniana, não encontra sustentação na realidade — especialmente quando o apoio paterno é ausente ou apenas simbólico..

Na cena de abertura, Jessica tenta reencontrar a mãe biológica, que a deixou em um lar adotivo. O desejo não se concretiza, intensificando feridas antigas. Ela então precisa aceitar sua própria humanidade e reconhecer que pode repetir o mesmo “erro” que tanto condenava. Perla, por sua vez, rejeita a realidade: a maternidade só faz sentido para ela se estiver acompanhada de Robin (Günter Duret), o namorado ausente que sequer reconhece a paternidade. O abandono paterno, portanto, pode acontecer a qualquer momento — basta o silêncio. Algo impensável para a mãe, mas permissível ao pai.

Ariane convive com uma mãe (Christelle Cornil) presente, mas emocionalmente destrutiva. Em vez da ausência, ela enfrenta uma presença sufocante, marcada por vícios e chantagens emocionais. Ao longo do filme, percebemos que Ariane foi, talvez, um projeto frustrado da mãe alcoólatra, e sua tentativa de adotar a racionalidade na tomada de decisões é uma tentativa de romper esse ciclo. Já Julie parece a mais estável entre as quatro, com um namorado (Jef Jacobs) presente e afetuoso, e um esforço concreto para reconstruir a vida, inclusive por meio de um estágio como cabeleireira. Sua fragilidade, no entanto, se revela na autossabotagem através do uso de entorpecentes, tornando sua trajetória simultaneamente esperançosa e inquietante.

Embora o foco esteja no cotidiano da maternidade precoce, o tema da interrupção da gravidez é abordado com sensibilidade. Cada menina tem seus próprios motivos para não ter optado pelo aborto — seja por falta de tempo, ignorância, desejo ou negação. A força do filme está justamente nesse ponto de vista: não há moralismo, apenas a exposição crua de dilemas sem resoluções fáceis. Com maestria, Jovens Mães nos imerge na complexidade dessas jovens — que por vezes irritam, como é natural para sua idade, afinal ainda são crianças com a responsabilidade de cuidar de outras — e nos faz questionar como agiríamos em seus lugares.

Assim como em Dois Dias, Uma Noite (2014) e O Garoto da Bicicleta (2011), os Dardenne mergulham na vida de pessoas à margem, abordando com desconforto o entrelaçamento entre classe trabalhadora, exclusão social e escolhas impossíveis. O lar de acolhimento funciona como microcosmo de uma sociedade que oferece apoio prático, mas que não consegue curar feridas emocionais. Mesmo quando há uma tentativa de estabelecer novas formas de cuidado — como a entrega voluntária do bebê para adoção — a dúvida sobre o que é amor, sacrifício ou desistência persiste.

Os irmãos belgas não levaram a terceira Palma de Ouro por Jovens Mães, mas o prêmio de Melhor Roteiro em Cannes parece reconhecer justamente isso: a criação de personagens que, mesmo difíceis de entender ou aceitar, são absolutamente reais. O desconforto que provocam é reflexo de um cinema que se recusa a oferecer respostas prontas — preferindo nos colocar frente a frente com a complexidade humana, como um espelho que não nos poupa.

‘Lilo & Stitch’ ultrapassa US$ 770 milhões nas bilheterias mundiais

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Sucesso! O live-action de ‘Lilo & Stitch‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 770 milhões nas bilheterias mundiais.

Atualmente, o longa se encontra no TOP 3 das maiores arrecadações do ano, atrás apenas da animação chinesa ‘Ne Zha 2‘ (US$1.9B) e ‘Um Filme Minecraft‘ (US$949.7M).

Nos EUA, a produção se manteve no topo das bilheterias pelo terceiro final de semana seguido – com US$ 32.5 milhões –, desbancando a estreia de ‘Bailarina‘ (US$25M). O filme já soma US$ 335.8 milhões no país.

Internacionalmente, o longa acrescenta US$ 436.2 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 772 milhões.

O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com México (US$56.8M), Reino Unido (US$42.2M), França (US$30.4M), Brasil (US$28.2M) e Alemanha (US$23.7M).

Vale lembrar que o live-action abriu com US$ 183 milhões em seu primeiro final de semana estendido nos EUA. O valor representa a maior estreia da história do Memorial Day no território norte-americano, superando ‘Top Gun: Maverick‘ (US$126M em 3 dias; US$160M em 4 dias).

Além disso, a nova aposta da Disney também registrou o segundo maior lançamento estendido de 4 dias da história do país, atrás apenas de ‘Pantera Negra‘ (US$242M), que estreou no final estendido do Dia do Presidente.

Com 72% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o filme segue em exibição nos cinemas nacionais.