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Bruce Willis encontrou jeitos “secretos” de continuar a trabalhar em meio à doença degenerativa

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Bruce Willis encontrou maneiras de continuar trabalhando e aparecendo nas telas durante o início de sua doença degenerativa, revelou sua esposa em um vindouro livro de memórias.

O site australiano News.com.au relata que o plano de Willis de continuar trabalhando enquanto puder será detalhado no próximo livro de Emma Heming Willis — que ela chama de “não um livro de memórias, mas se enquadra na categoria de autoajuda” — The Unexpected Journey, com lançamento previsto para setembro.

O astro de Duro de Mataranunciou em fevereiro de 2023 que havia sido diagnosticado com demência frontotemporal. Ele havia se afastado dos holofotes um ano antes devido à deterioração de sua saúde.

No entanto, de acordo com o consórcio de imprensa, o livro de Heming revelará que seu marido, um herói dos filmes de ação, encontrou maneiras de continuar trabalhando em filmes como Assassin’ (2023) e a série Detective Knight’ (2022-23), fazendo com que os diretores reduzissem seus diálogos e contratando um amigo de confiança para lhe passar as falas por meio de um fone de ouvido.

Heming compartilhou no Instagram que escreveu o livro para ajudar outras pessoas que enfrentam a condição de seu marido, bem como suas famílias.

Ela disse: “eu realmente escrevi o livro que gostaria que alguém tivesse me dado no dia em que recebemos o diagnóstico, sem esperança, sem direção… não muito. Hoje, a vida parece diferente para mim e nossa família porque consegui colocar apoio em prática.”

‘Branca de Neve’, ‘Mickey 17’ e os Maiores DESASTRES Financeiros das Bilheterias 2025 Até o Momento!

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O que o conto de fadas ‘Branca de Neve’ e a ficção científica ‘Mickey 17’ possuem em comum? Bem, o início de 2025 irá nos dizer. No mundo do cinema, para existirem os sucessos monumentais é preciso existir os fracassos retumbantes. É isso que mantém este mundo em equilíbrio. É claro que todos gostariam de ter apenas sucessos em mãos, mas ninguém gostaria mais disso do que os fãs – imagina poder assistir apenas a filmes bons. Toda arte é subjetiva, mas existe também o consenso. É ele que faz surgir três tipos de fracassos quando o assunto são os filmes: o fracasso de crítica, o fracasso de público e o fracasso de bilheteria.

O fracasso de crítica ocorre, obviamente, quando a maioria dos especialistas em cinema desgosta de uma obra. O de público, quando a maioria dos fãs de cinema faz o mesmo. E por fim, o mais danoso, e o que os estúdios costumam prestar mais atenção, é quando dói no bolso. Ou seja, quando o valor investido para tirar um filme do papel não retorna para o seu investidor. Afinal, cinema é arte, mas também é um negócio, que pode se mostrar bastante rentável.

Abaixo selecionamos os maiores fiascos de bilheteria de 2025 (até o momento) que, independente do seu gosto pessoal, fracassaram em retornar para os cofres do estúdio o valor investido neles. Confira.

Branca de Neve

Começamos a lista com o que é provavelmente o filme mais “odiado” de anos recentes. Nunca um remake em live-action de uma animação da Disney sofreu tanto boicote, ou se tornou um alvo maior do que ‘Branca de Neve’. O filme simplesmente tomou pancada a torto e a direito, de gregos e troianos. Primeiro dos que não gostam deste tipo de filme. Segundo dos que acharam algumas decisões narrativas meio problemáticas, como o tira e põe dos anões, por exemplo.

Terceiro e principal por motivo da protagonista Rachel Zegler, de 24 anos, e seus comentários inflamatórios sobre o original e os caminhos que o remake iria seguir. E por fim a inevitável questão política, envolvendo a guerra entre Israel e Palestina, com as protagonistas Zegler e Gal Gadot assumindo lados opostos em seus discursos nas redes sociais. Receita para uma produção desastrosa, para dizer no mínimo. Com o orçamento absurdo de US$250 milhões, ‘Branca de Neve’ faturou ao redor do mundo apenas US$204 milhões, se tornando o maior fracasso do ano até o momento.

Novocaine: À Prova de Dor

Desde que ‘John Wick’ se tornou uma das franquias mais queridas do público, todo estúdio tenta desesperadamente tirar do papel o novo “John Wick” para chamar de seu. Ou seja, um filme criativo em suas cenas de ação, com bastante lutas coreografadas e matança estilosa e insana. Para ter uma ideia, apenas nesta lista teremos dois. O primeiro a chegar é este ‘Novocaine’, que até possui uma premissa interessante, de um sujeito com uma condição médica que o torna incapaz de sentir dor física.

Ele usa essa sua condição para se tornar um herói e partir para resgatar a namorada sequestrada. O que o filme não teve, no entanto, foi um astro para impulsionar o filme junto ao público. O papel protagonista ficou com Jack Quaid, um ator popular na TV graças ao sucesso do seriado ‘The Boys’. Em 2025, Quaid teve uma grande oportunidade de emplacar também no cinema, com este ‘Novocaine’ e ‘Acompanhante Perfeita’. Nenhum dos dois, apesar dos elogios da crítica e do público, se tornou verdadeiramente um sucesso de bilheteria, sequer chegando aos US$40 milhões mundiais.

Nas Terras Perdidas

Por falar em fracassos do cinema, agora talvez tenhamos chegado ao ponto baixo. Que me perdoem os fãs de Paul W. S. Anderson e sua esposa Milla Jovovich, mas as produções da dupla não estão nem perto de poderem ser consideradas boas. A franquia ‘Resident Evil’, por exemplo, com seus seis primeiros filmes, pode no máximo ser considerada um prazer culposo, daquele tipo que sabemos que é ruim, mas nos divertimos mesmo assim.

Infelizmente, o novo esforço da dupla, baseado em um conto do criador de ‘Game of Thrones’, está mais para ‘Monster Hunter’, filme de 2020 estrelado por Jovovich e dirigido por Anderson. E você já tinha ouvido falar dele? Pois é, poucos ouviram falar de ‘Nas Terras Perdidas’ e tem um motivo. Com orçamento de US$55 milhões… veja isso, o longa arrecadou apenas US$5 milhões mundiais.

Lobisomem

Alguns filmes chegam quase a doer quando sabemos que foram fracasso. Isso porque torcemos para que sejam bem-sucedidos, ainda mais quando vemos o envolvimento de algum diretor ou ator que gostamos. É o caso com este ‘Lobisomem’. Atrás das câmeras temos Leigh Whannell, o mesmo sujeito que entregou o criativo ‘O Homem Invisível’ (2020), um dos melhores e mais subestimados thrillers dos últimos anos, que subverte o conto clássico para os tempos modernos.

Ele tentou fazer o mesmo com ‘Lobisomem’ e caso tivesse Ryan Gosling no papel principal, talvez tivesse conseguido atrair mais público e interesse (o ator havia assinado para protagonizar, mas terminou saindo do projeto). O longa não conseguiu juntar nem mesmo US$35 milhões mundiais.

Alto Knights: Máfia e Poder

Robert De Niro estrelou alguns dos melhores filmes de máfia da história do cinema. Ele esteve presente, por exemplo, em ‘O Poderoso Chefão 2’, ‘Os Bons Companheiros’, ‘Cassino’ e mais recentemente em ‘O Irlandês’, de Martin Scorsese. Assim, todos os holofotes estavam virados para o ator octogenário quando ele assinou para fazer um novo filme do gênero, baseado em uma história real. Outros chamarizes eram o roteiro assinado por Nicholas Pileggi (o mesmo de ‘Os Bons Companheiros’) e a direção de Barry Levinson (o mesmo de ‘Bugsy’).

Talvez tenha faltado um ator de peso para contracenar com De Niro e não deixar carrega-lo sozinho esse peso. Já pensou como seria vê-lo dividindo a cena com um nome como Al Pacino de novo, por exemplo. Outra decisão polêmica foi ter De Niro vivendo dois papeis, os dos personagens antagonistas – que criou uma distração desnecessária. Com o custo de US$45 milhões em sua produção, ‘Alto Knights’ não rendeu sequer US$10 milhões mundiais.

Amor Bandido

Por falar na influência de ‘John Wick’ nos filmes de ação, como mencionado temos outro longa criado nos mesmos moldes depois de ‘Novocaine’ aqui na lista. E novamente, temos um longa que se beneficiaria da presença de um ator renomado protagonizando. Em ‘Novocaine’, Jack Quaid não foi o suficiente para chamar uma boa plateia, e aqui quem falhou foi o vencedor do Oscar Ke Huy Quan, que ainda não é um grande nome em Hollywood para arrastar multidões.

Aliás, temos dois vencedores do Oscar aqui, além de Quan, a carismática Ariana DeBose, que também não tem dado sorte com suas escolhas de projeto. Aqui, a sacada é que Quan vive um pacato corretor de imóveis, até que seu passado chega para acertar as contas com ele, revelando que o sujeito já foi um eficiente matador a la Keanu Reeves. O que conta a favor é que Quan já trabalhou como coreógrafo de lutas em Hollywood, e pôde criar cenas muito bem realizadas. Porém isso não foi o suficiente. O filme sequer conseguiu juntar US$20 milhões nas bilheterias mundiais.

Mickey 17

Outro que dói no coração. Esse inclusive conseguiu arrecadar críticas positivas, mas a verdade é que nem o público e nem os especialistas morreram de amores por ‘Mickey 17’, o novo trabalho do diretor sul-coreano Bong Joon Ho, que se tornou queridinho após entregar o que é considerado um dos melhores filmes dos últimos 10 anos no cinema, a divertida, precisa e assustadora crítica social ‘Parasita’, o primeiro filme não americano a vencer na categoria de melhor do ano no Oscar.

Bem, primeiro e único até agora. Mas quem conhece bem a carreira do diretor, sabe que ‘Parasita’ na verdade foi seu ponto fora da curva, já que o cineasta está acostumado com críticas sociais na forma de ficções científicas e filmes de monstro, como ‘O Hospedeiro’, ‘O Expresso do Amanhã’ e ‘Okja’. Aqui, ele tenta um esforço simplesmente esquisito e complexo demais, que terminou por afastar a maior parte do público. Embora tenha passado dos US$100 milhões, esperava-se bem mais para as dimensões desta superprodução.

Crítica – Jovens Mães: Irmãos Dardenne arrebatam mais uma vez com personagens realistas, tocantes e necessários [Cannes 2025]

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Jean-Pierre e Luc Dardenne, ganhadores da Palma de Ouro com Rosetta (1999) e A Criança (2005), retornaram pela 11ª vez à Croisette com Jovens Mães (Jeunes Mères), um drama duro e preciso sobre adolescentes em conflito com a precoce maternidade, em um cenário marcado por abandono, violência, dependência química e instabilidade familiar. Ambientado em um lar de acolhimento em Liège, na Bélgica, o filme acompanha cinco meninas — embora o foco se concentre em quatro delas — em um percurso emocional e prático  sobre como cuidar de um bebê e, principalmente, como estabelecer um vínculo com esse novo ser em meio ao caos.

Jessica (Babette Verbeek), Julie (Elsa Houben), Ariane (Janaina Halloy) e Perla (Lucie Laruelle) têm entre 14 e 16 anos e engravidaram por “acidente”. Com roteiro premiado em Cannes, os Dardenne exploram gradualmente as cicatrizes de cada uma dessas jovens, revelando que os nove meses de gestação não bastam para que estejam prontas para o que está por vir — o verdadeiro obstáculo é a negação. Jovens Mães se debruça sobre essa barreira emocional, oferecendo elementos que, sob um olhar psicanalítico, associam a gravidez a uma tentativa inconsciente de constituir uma família e preencher lacunas afetivas.  O “gozo”, como elaborado na teoria lacaniana, não encontra sustentação na realidade — especialmente quando o apoio paterno é ausente ou apenas simbólico..

Na cena de abertura, Jessica tenta reencontrar a mãe biológica, que a deixou em um lar adotivo. O desejo não se concretiza, intensificando feridas antigas. Ela então precisa aceitar sua própria humanidade e reconhecer que pode repetir o mesmo “erro” que tanto condenava. Perla, por sua vez, rejeita a realidade: a maternidade só faz sentido para ela se estiver acompanhada de Robin (Günter Duret), o namorado ausente que sequer reconhece a paternidade. O abandono paterno, portanto, pode acontecer a qualquer momento — basta o silêncio. Algo impensável para a mãe, mas permissível ao pai.

Ariane convive com uma mãe (Christelle Cornil) presente, mas emocionalmente destrutiva. Em vez da ausência, ela enfrenta uma presença sufocante, marcada por vícios e chantagens emocionais. Ao longo do filme, percebemos que Ariane foi, talvez, um projeto frustrado da mãe alcoólatra, e sua tentativa de adotar a racionalidade na tomada de decisões é uma tentativa de romper esse ciclo. Já Julie parece a mais estável entre as quatro, com um namorado (Jef Jacobs) presente e afetuoso, e um esforço concreto para reconstruir a vida, inclusive por meio de um estágio como cabeleireira. Sua fragilidade, no entanto, se revela na autossabotagem através do uso de entorpecentes, tornando sua trajetória simultaneamente esperançosa e inquietante.

Embora o foco esteja no cotidiano da maternidade precoce, o tema da interrupção da gravidez é abordado com sensibilidade. Cada menina tem seus próprios motivos para não ter optado pelo aborto — seja por falta de tempo, ignorância, desejo ou negação. A força do filme está justamente nesse ponto de vista: não há moralismo, apenas a exposição crua de dilemas sem resoluções fáceis. Com maestria, Jovens Mães nos imerge na complexidade dessas jovens — que por vezes irritam, como é natural para sua idade, afinal ainda são crianças com a responsabilidade de cuidar de outras — e nos faz questionar como agiríamos em seus lugares.

Assim como em Dois Dias, Uma Noite (2014) e O Garoto da Bicicleta (2011), os Dardenne mergulham na vida de pessoas à margem, abordando com desconforto o entrelaçamento entre classe trabalhadora, exclusão social e escolhas impossíveis. O lar de acolhimento funciona como microcosmo de uma sociedade que oferece apoio prático, mas que não consegue curar feridas emocionais. Mesmo quando há uma tentativa de estabelecer novas formas de cuidado — como a entrega voluntária do bebê para adoção — a dúvida sobre o que é amor, sacrifício ou desistência persiste.

Os irmãos belgas não levaram a terceira Palma de Ouro por Jovens Mães, mas o prêmio de Melhor Roteiro em Cannes parece reconhecer justamente isso: a criação de personagens que, mesmo difíceis de entender ou aceitar, são absolutamente reais. O desconforto que provocam é reflexo de um cinema que se recusa a oferecer respostas prontas — preferindo nos colocar frente a frente com a complexidade humana, como um espelho que não nos poupa.

‘Lilo & Stitch’ ultrapassa US$ 770 milhões nas bilheterias mundiais

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Sucesso! O live-action de ‘Lilo & Stitch‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 770 milhões nas bilheterias mundiais.

Atualmente, o longa se encontra no TOP 3 das maiores arrecadações do ano, atrás apenas da animação chinesa ‘Ne Zha 2‘ (US$1.9B) e ‘Um Filme Minecraft‘ (US$949.7M).

Nos EUA, a produção se manteve no topo das bilheterias pelo terceiro final de semana seguido – com US$ 32.5 milhões –, desbancando a estreia de ‘Bailarina‘ (US$25M). O filme já soma US$ 335.8 milhões no país.

Internacionalmente, o longa acrescenta US$ 436.2 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 772 milhões.

O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com México (US$56.8M), Reino Unido (US$42.2M), França (US$30.4M), Brasil (US$28.2M) e Alemanha (US$23.7M).

Vale lembrar que o live-action abriu com US$ 183 milhões em seu primeiro final de semana estendido nos EUA. O valor representa a maior estreia da história do Memorial Day no território norte-americano, superando ‘Top Gun: Maverick‘ (US$126M em 3 dias; US$160M em 4 dias).

Além disso, a nova aposta da Disney também registrou o segundo maior lançamento estendido de 4 dias da história do país, atrás apenas de ‘Pantera Negra‘ (US$242M), que estreou no final estendido do Dia do Presidente.

Com 72% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o filme segue em exibição nos cinemas nacionais.

‘Bailarina’: Derivado de ‘John Wick’ arrecada US$ 51 milhões em estreia GLOBAL

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De acordo com a Variety, ‘Bailarina‘, filme derivado da franquia ‘John Wick‘, arrecadou US$ 51 milhões em sua estreia global.

Nos EUA, o longa foi desbancado do topo das bilheterias pelo live-action de ‘Lilo & Stitch‘, abrindo no TOP 2 com US$ 25 milhões. O resultado ficou levemente abaixo das projeções recentes, que indicavam uma estreia em torno de US$ 30 milhões.

Para termos de comparação, o spin-off superou apenas o lançamento doméstico do primeiro longa da franquia original (US$14M). Vale lembrar que os filmes estrelados por Keanu Reeves cresceram progressivamente a cada lançamento; com as sequências abrindo com US$ 30.4 milhões, US$ 56.8 milhões, e US$ 73.8 milhões, respectivamente.

Internacionalmente, a produção acrescenta US$ 26 milhões através de 82 mercados.

Com 75% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o derivado recebeu uma sólida nota A- do público no CinemaScore, o que pode ajudar em sua estabilidade nas próximas semanas nas telonas.

O site ainda confirma que o longa contou com um orçamento de US$ 90 milhões, destacando que a Lionsgate costuma cobrir dois terços do valor gasto com vendas internacionais.

Bailarina‘ já está em exibição nos cinemas nacionais!

O spin-off de John Wick teve uma estreia positiva no Rotten Tomatoes, conquistando 77% de aprovação com base em 94 críticas.

As análises, em geral, destacaram as cenas de ação e o desempenho de Ana de Armas. No entanto, alguns fãs sentiram que o filme se limita a repetir a fórmula de John Wick, sendo apenas um derivado.

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“De Armas é uma das principais razões para o sucesso do filme; sua presença é hipnotizante e seus movimentos, impecáveis. O trabalho de edição de Jason Ballantine também merece destaque”, disse Gregory Nussen do Deadline.

“‘Bailarina’ é uma adição respeitável ao universo de ‘John Wick’, embora eu diga isso como alguém que não vê esse universo com tanto entusiasmo assim”, disse Owen Gleiberman da Variety.

“De Armas tem uma presença magnética e os movimentos certeiros, enquanto a direção energética de Wiseman entrega um entretenimento de ação para o verão, leve, mas com muito estilo”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.

Ana de Armas já mostrou que domina a arte da ação nas telas, mas o filme acaba entregando a ela os mesmos momentos emocionais repetitivos entre uma surra recebida e outra aplicada”, disse David Fear do Rolling Stone.

“‘Bailarina’ começa de maneira irregular, lembrando várias das tantas imitações de “John Wick”, mas sua segunda metade entrega caos e combates criativos o bastante para justificar sua presença no universo da franquia”, disse Patrick Cavanaugh do ComicBook.

“O filme mantém uma consistência tonal admirável, mas deixa a desejar em profundidade emocional… É uma pena, porque as cenas de ação são realmente incríveis, mesmo que a trama passe uma sensação de déjà vu”, disse Jack Shepherd do Total Film.

“‘Bailarina’ pode não ter os diálogos afiados ou o desenvolvimento de personagens dos filmes anteriores de “John Wick”, mas compensa com um espetáculo impressionante e uma performance de Ana de Armas que a solidifica como uma nova ícone de ação”, disse James Preston Poole do Discussing Film.

“Embora não seja tão ruim quanto se imagina, este spin-off nunca parece ser algo além de uma tentativa de lucrar com a franquia”, disse Sean Boelman da FandomWire.

Crítica | ‘Bailarina’ honra o legado de ‘John Wick’ e eterniza a versatilidade artística de Ana de Armas

Bailarina’, filme derivado de ‘John Wick’, está em cartaz nos cinemas nacionais.

Len Wiseman, de ‘Anjos da Noite‘; ‘O Vingador do Futuro‘, é responsável pela direção.

Ambientada após os eventos de ‘John Wick 3: Parabellum‘, a trama acompanha Eve Macarro, uma jovem assassina treinada pela organização Ruska Roma, que busca vingança pela morte de seu pai.

O elenco ainda conta com Anjelica Huston, Gabriel Byrne, Lance Reddick, Catalina Sandino Moreno e Norman Reedus, com participações de Ian McShane e Keanu Reeves.

Estrelada por Timothée Chalamet, pré-sequência de ‘A Fantástica Fábrica de Chocolate’ chega à Netflix

Wonka‘, pré-sequência do clássico ‘A Fantástica Fábrica de Chocolate‘, já está disponível no catálogo da Netflix.

O longa, estrelado por Timothée Chalamet, foi lançado na plateforma de streaming hoje, dia 8 de junho.

Aclamada, a produção alcançou sólidos 82% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes. Além disso, o longa também se tornou um sucesso nos cinemas, arrecadando mais de US$ 600 milhões nas bilheterias mundiais.

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Além de Chalamet, o elenco conta com Hugh GrantKeegan Michael-KeyTom DavisSimon FarnabyKobna Holdbrook-SmithMathew BayntonJim CarterRich FulcherOlivia ColmanSally Hawkins e Rowan Atkinson.

O filme mostra as origens da história do jovem Willy Wonka (Chalamet). Antes de se tornar a mente brilhante por trás da maior fábrica de chocolate do mundo, Willy precisou enfrentar vários obstáculos. Cheio de ideias e determinado a mudar o mundo, o jovem Wonka embarca em uma aventura para espalhar alegria através de seu delecioso chocolate. Nela, ele acabou conhecendo o seu fiel e icônico assistente, Oompa Loompa (Hugh Grant), que o ajudar a ir contra todas as probabilidades para se tornar o maior chocolatier já visto. Mostrando que as melhores coisas da vida começam com um sonho, o filme mistura magia, música, caos, afeição e muito humor.

4ª temporada da ACLAMADA série ‘O Urso’ ganha mais teaser inédito; Confira!

Foi divulgado mais um teaser inédito da 4ª temporada da aclamada série ‘O Urso‘, estrelada por Jeremy Allen White.

Confira, junto ao trailer, e siga o CinePOP no YouTube:

O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 25 de junho.

Lembrando que as três primeiras temporadas estão disponíveis no Disney+.

A série foi criada por Christopher Storer.

A trama segue um jovem chef que volta para Chicago para comandar a loja de sanduiches de sua família.

O elenco conta com Jeremy Allen WhiteEbon Moss-BachrachAyo EdebiriLionel BoyceLiza Colón-Zayas e Abby Elliott.

Jared Leto é acusado de assédio e abuso sexual por NOVE mulheres; Porta-voz do ator NEGA as alegações

O Air Mail publicou uma reportagem sobre nove mulheres que vieram à tona e acusaram Jared Leto, estrela de ‘Esquadrão Suicida’ e ‘Morbius’, de má conduta sexual.

Algumas alegam que eram menores de idade quando o astro vencedor do Oscar se envolveu em conversas de teor altamente sexual ou fez investidas agressivas contra elas.

Rumores sobre o suposto comportamento de Leto em relação a mulheres jovens e menores de idade datam pelo menos de 2005. À época, o New York Post publicou uma matéria que começava com “Jared Leto gosta de jovens”, alegando que ele havia sido pego fazendo propostas sexuais para modelos adolescentes no Maritime Hotel.

Confira alguns excertos da reportagem:

“[As] mulheres com quem conversei dizem que o suposto comportamento passado de Leto não era uma fase, mas sim parte de um padrão de longa data — um padrão que era e continua sendo amplamente conhecido em alguns círculos e, em geral, discretamente aceito. ‘é um segredo aberto há muito tempo’, me conta uma das mulheres”.

“Mesmo assim, nas três semanas seguintes, as ligações continuaram. “Sempre à uma, duas, três da manhã”, lembra [uma mulher que tinha 16 anos na época]. “E as conversas se tornavam sexuais. Ele perguntava coisas como: ‘Você já teve namorado? Você já chupou um p**?'”.

“Outra mulher com quem conversei, uma atriz que começou um relacionamento por mensagens de texto com Leto quando ela ainda era menor de idade, descreveu como as visitas à casa dele podiam rapidamente se tornar desconfortáveis. Ela se lembra dele dizendo coisas como: ‘Algum dos garotinhos com quem você anda te f***?'”.

Um representante não identificado de Leto disse: “todas as alegações são expressamente negadas” e negou, da mesma forma, que os incidentes acima tenham ocorrido conforme descrito. O próprio ator não se pronunciou diretamente em resposta à reportagem.

No mês passado, a DJ Allie Teilz, de Los Angeles, alegou que foi “agredida e traumatizada por esse sujeito quando tinha 17 anos” e acrescentou: “o grande volume desses casos — e o quão jovens algumas dessas garotas eram, com apenas 14, 15, 16 anos — parte meu coração”.

‘The Lost Bus’: Drama de SOBREVIVÊNCIA estrelado por Matthew McConaughey ganha teaser; Assista!

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Apple TV+ divulgou o teaser trailer oficial de The Lost Bus, drama de sobrevivência estrelado pelo vencedor do Oscar Matthew McConaughey (‘Clube de Compras Dallas’).

O longa chega em breve ao catálogo da plataforma de streaming, ainda sem dia confirmado.

Confira:

Paul Greengrass assume a cadeira de direção. Ele também fica responsável pelo roteiro ao lado de Brad Ingelsby.

A trama acompanha um motorista de ônibus que é obrigado a conduzir um ônibus cheio de crianças para um local seguro durante o incêndio Camp Fire de 2018, que se tornou o incêndio mais mortal da história da Califórnia ao queimar mais de 150 mil acres e causar 86 fatalidades.

America FerreraYul VazquezAshlie AtkinsonSpencer WatsonDanny McCarthy completam o elenco.

O longa é baseado no romance de não-ficção ‘Paradise: One Town’s Struggle to Survive an American Wildfire’, de Lizzie Johnson.

Crítica | Daaaaaalí ! – Um mergulho cômico no caos genial de Quentin Dupieux

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Depois do sucesso de Yannick (2023), lançado no Brasil pela MUBI, o prolífico cineasta francês Quentin Dupieux volta às telonas brasileiras com Daaaaaalí !, uma obra irreverente, cômica e ousada. Distribuído pela Bonfilm/O2 Play, o lançamento por aqui ocorre há quase dois anos da estreia no Festival de Veneza de 2023. A espera vale a pena: este é um dos melhores filmes recentes do cineasta francês, mestre em brincar com a lógica, a linguagem cinematográfica e o surrealismo.

Aqui, Dupieux faz o que sabe de melhor: desconstruir expectativas e, ao mesmo tempo, divertir-se. Daaaaaalí ! não é uma cinebiografia tradicional — nem pretende ser. Pelo contrário, o próprio ponto de partida do longa já escancara a farsa: uma jovem jornalista, Judith Rochant (Anaïs Demoustier), tenta sem cessar entrevistar Salvador Dalí, mas o encontro é constantemente adiado pelos caprichos e delírios do artista. A partir daí, o filme mergulha em um ciclo narrativo insano, um labirinto onde passado, presente e imaginação se confundem, ou melhor, colapsam.

Salvador Dalí, ícone do surrealismo, é interpretado por cinco atores ao longo do filme — todos excelentes, cada um à sua maneira: Edouard Baer (A Boa Esposa), Gilles Lellouche (BAC Nord: Sob Pressão), Pio Marmaï (O Acontecimento), Didier Flamand (Rios Vermelhos) e, especialmente, o humorista Jonathan Cohen (da série Flagrantes de Família). Com seu talento cômico natural, Cohen injeta um “decibel” a mais em cada cena,  entregando uma performance marcada por divertidos exageros e um carisma histriônico que o torna um dos destaques do longa. 

Assim como em Não Estou Lá (2007), de Todd Haynes, cuja encarnação de Bob Dylan é feita por vários atores para explorar suas múltiplas facetas, Daaaaaalí ! repete o efeito com o pintor espanhol, porém sem jamais tentar compreendê-lo, apenas insinuando suas máscaras, sua persona construída e seus delírios artísticos. A genialidade do filme reside nesses detalhes, pois Quentin Dupieux não está interessado em contar quem foi Dalí, mas sim em projetar um quadro próprio sobre quem poderia ter sido essa persona — e, sobretudo, sobre quem ele queria que acreditássemos que fosse.

A estrutura do filme é um espetáculo à parte. Em vez de seguir uma linha narrativa convencional, Daaaaaalí ! abraça o caos. Sua montagem brinca com o tempo e com o espaço de forma descarada: histórias dentro de histórias dentro de histórias, que se embaralham, se sobrepõem, se repetem e se contradizem. É como se estivéssemos dentro de um quadro em movimento, onde qualquer tentativa de lógica linear é sabotada pela própria lógica do absurdo. O resultado é uma esquizofrenia cinematográfica, isto é, um jogo surrealista onde a cada corte, a cada cena, tudo pode mudar.

Quentin Dupieux, como de costume, é econômico; sua narrativa de 77 minutos não possui rebarbas ou floreios desnecessários. Tudo é engenhosamente polido, como uma vinheta onírica. Mesmo o fim de maneira abrupta — algo já comum em sua filmografia —  é parte do jogo. A frustração de um desfecho inconclusivo vira piada. Afinal, um filme como esse não tem como acabar em velório; ele apenas para.

O mais impressionante é a maneira como o diretor e o elenco capturam a essência de Salvador Dalí sem jamais se prender a fatos. Não há referências diretas ao franquismo ou a aspectos controversos da figura histórica. Em vez disso, o foco está na caricatura, na mitologia construída por ele próprio. Os elementos recorrentes estão todos ali: o bigode icônico, o sotaque carregado, o narcisismo performático, e claro, as referências às suas obras mais célebres como A Persistência da Memória (1931) e O Grande Masturbador (1929).

A câmera de Dupieux brinca como uma criança solta no ateliê de Salvador Dalí, cruzando espaços e tempos com uma liberdade rara no cinema atual. Esta obra não é para quem busca uma biografia fiel ou um estudo histórico. Lançado próximo deste, o longa Dalíland (2022), de Mary Harron, com Ben Kingsley no papel do artista consagrado, tinha essa proposta e naufragou no marasmo. 

Este é um filme para quem quer se perder e mergulhar em uma viagem sem bússola pelo inconsciente de um artista. Conhecido pelos fantásticos Rubber, o Pneu Assassino (2010) e Deerskin: Estilo Matador (2017), Quentin Dupieux enaltece o grande pintor dentro do seu humor pautado no absurdo e a sua estética minimalista de sempre produzir com baixíssimos orçamentos. Daaaaaalí ! não é apenas um filme, mas uma experiência. E, como o próprio Dalí provavelmente diria: a realidade é superestimada.

‘Echo Valley’, suspense estrelado por Julianne Moore e Sydney Sweeney, chega ESTA SEMANA ao streaming

echo valley 3
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Echo Valley, novo suspense estrelado pela vencedora do Oscar Julianne Moore (‘Para Sempre, Alice’) e pela indicada ao Emmy Sydney Sweeney (‘Imaculada’), chega esta semana à Apple TV+.

O longa-metragem será lançado na plataforma de streaming no próximo dia 13 de junho.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

O filme é dirigido por Michael Pearce, com roteiro assinado por Brad Ingelsby.

Kate Garrett trabalha treinando cavalos em sua fazenda no sul da Pensilvânia enquanto lida com uma tragédia pessoal. Certa noite, sua filha Claire chega à sua porta coberta de sangue que não é dela, e Kate precisa entender o que está disposta a fazer para protegê-la.

Domhnall GleesonKyle MacLachlanFiona ShawEdmund DonovanRebecca Creskoff completam o elenco.

Lacey Chabert confirma sequência da comédia ‘Natal Entre Vizinhos’

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Segundo o TVLine (via Collider), o divertido filme natalino ‘Natal Entre Vizinhos’, lançado em 2022, ganhará uma sequência intitulada ‘Haul Out the Halloween’ (‘Halloween entre Vizinhos’, em tradução livre).

O longa-metragem irá introduzir Kimberly J. BrownDaniel Kountz, casal que contracenou em ‘Halloweentown 2: A Vingança de Kalabar’.

O elenco protagonista retorna para a continuação, incluindo Wes BrownMelissa PetermanStephen TobolowskyEllen TravoltaLacey Chabert.

Chabert, conhecida por seu papel em ‘Meninas Malvadas’, entra como produtora executiva do projeto.

Confira a sinopse oficial:

“Para um bairro tão famoso por suas decorações natalinas espetaculares como a Evergreen Lane, a rua sempre foi modesta quando se trata do Halloween. Mas quando os novos vizinhos divertidos e assustadores, Luna (Brown) e Marvin (Kountz), se mudam para o quarteirão, Emily (Chabert), Jared (Brown) e o restante da associação de moradores concordam em participar da diversão natalina e lançar a EverSCREAM Lane para arrecadar fundos para uma instituição de caridade local”.

Maclain Nelson assume a cadeira de direção, além de ficar responsável pelo roteiro ao lado de Christopher Sey.

Mais informações não foram reveladas.

Crítica | Como Treinar Seu Dragão – Novo Filme Entrega Exatamente O que se Espera de um Live-Action

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Vinte e dois anos se passaram desde o primeiro lançamento do primeiro livro da série ‘Como Treinar Seu Dragão’ (no Brasil, saiu pela editora Intrínseca). São duas gerações de leitores que cresceram se encantando com a história da comunidade de vikings e seu jeito meio torto de conviver com dragões. Então, em 2010, veio a primeira adaptação da história de Cressida Cowell: um longa de animação que além de tirar o fôlego dos espectadores, trouxe tecnologias de animação que tornaram as texturas da produção (as partes da água, principalmente) algo nunca antes visto nos cinemas, o que elevou a produtora Dreamworks a outro patamar. E agora, em 2025, essa jornada fantástica, em muitos sentidos, ganha mais um caminho: a versão em live-action da mesma jornada de ‘Como Treinar Seu Dragão’, que chega a partir de hoje nos cinemas brasileiros.

Soluço (o fofíssimo Mason Thames, de ‘O Telefone Preto’), dentre todos os vikings de Berk, é o único que não tem aptidão nenhuma para matar dragões – e essa situação fica ainda pior pelo fato de Soluço ser filho de Stoico (Gerard Butler, de ‘300’), o chefe do grupo. Numa tentativa de melhorar essa situação, Soluço é inscrito no grupo de treinamento juvenil para aprender como matar dragões, e o menino vê aí sua grande chance de deixar seu pai orgulhoso e de chamar a atenção de Astrid (Nico Parker, de ‘The Last of Us’), sua crush. Mas, numa tentativa de provar seu valor, Soluço acaba atingindo um Fúria da Noite, o dragão mais raro e mais temido de todos. Ao encontrá-lo, Soluço percebe que a criatura não é tão terrível quanto todos dizem, e, aos poucos, começa a crescer uma amizade entre o menino e Banguela, o Fúria da Noite.

Recheada de valores fundamentais para a educação e naturalmente inclusivo (num tempo em que ninguém se atentava para este ponto), a história de ‘Como Treinar Seu Dragão’ é, e continua sendo, o principal forte de toda adaptação que ela ganhe. E na live-action, não poderia ser diferente. Quer dizer, poderia, mas, felizmente, o novo ‘Como Treinar Seu Dragão’ é tal qual a história do livro, da animação e prova que uma nova leitura de uma mesma história não precisa necessariamente ter que alterá-la, principalmente quando se tem fãs.

Viking com capacete e barba longa e ornada

E aí dá até para comparar: se no livro a jornada de Soluço e Banguela pende mais para o humor, na animação a aventura fica mais fabulesca e fantasiosa; agora, com seres humanos e dragões “reais” (aliás, difícil dizer que eles não existem, tamanho o realismo da produção), a trama do menino viking que constrói amizade com o maior inimigo de seu povo ganha profundidade dramática, amadurecendo as emoções e entregando exatamente o que o público queria ver: a mesma história, respeitada tal qual e muito mais maravilhosa, uma vez que agora que sabemos o que vai acontecer em seguida, sofremos, torcemos e amamos antecipadamente cada cena do roteiro de Dean DeBlois e William Davies.

É nesse ponto que entra a magia e a fofura do diretor Dean DeBlois, responsável pelas franquias mais adoráveis do milênio (‘Como Treinar Seu Dragão’ e ‘Lilo e Stitch’). Ter uma comandante que ama o que faz e que ama a história que está sendo contada faz toda a diferença num projeto como esse porque ele envolve amor em cada detalhe, e isso imprime na tela. Como consequência, tudo entra em sintonia: a produção de arte belíssima com um figurino feito com esmero, os efeitos de pós-produção e, claro, um elenco em sintonia que transpõe os mesmos sentimentos dos amados personagens da literatura e da animação. Mason e Nico têm uma química adorável, assim como os jovens vikings cumprindo seus papéis de alívio cômico que depois se tornam a base do casal. Gerard Butler visivelmente se diverte como um viking com voz de trovão e até mesmo Banguela, mesmo não sendo real, convence a todos de que existe, roubando a cena em todas as suas interações com Mason.

Como Treinar Seu Dragão’ é uma jornada por sentimentos que já conhecemos e nos transporta ao nosso lugar-conforto da infância/adolescência e a memórias deliciosas de como é sonhar e acreditar numa história envolvente. Um filme que comprova que quando a história é boa e tem uma equipe que acredita nela, o tempo pode passar, mas ela sempre irá se conectar com os corações de quem assiste. Recheado de aventura e com cenas de voo do dragão e de perseguição impressionantes, ‘Como Treinar Seu Dragão’ é o filme para se ver muitas vezes no cinema.

Conheça o elogiado filme de AÇÃO com Glen Powell que está dominando os streamings!

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Glen Powell vem gradativamente se reafirmando como um dos grandes astros atuais de Hollywood, tendo encantado o público com produções como ‘Todos Menos Você’‘Assassino por Acaso’‘Top Gun: Maverick’. E, em uma carreira recheada de sucessos, há um recente filme de ação que vem dominando os streamings: a elogiada sequência Twisters.

Com 75% de aprovação no Rotten Tomatoes, o longa, sequência do clássico de desastre de 1990, não apenas arrecadou sólidos US$371 milhões ao redor do mundo, como reside em sétimo lugar no Top 10 do Prime Video – um feito admirável, considerando que o projeto foi lançado no ano passado.

Disponível também no catálogo da Max, a trama acompanha dois caçadores de tempestades que arriscam suas vidas na tentativa de testar um sistema experimental de alerta meteorológico – trazendo Daisy Edgar-Jones como co-estrela.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Sob a direção de Lee Isaac Chung (‘Minari’) o filme foca em uma dupla de caçadores de tempestade. Kate Cooper (Edgar-Jones) é uma ex-caçadora desses fenômenos, mas que acaba sendo atraída de volta às planícies por seu amigo Javi (Anthony Ramos), para testar um novo sistema experimental de rastreamento meteorológico. Nessa missão, ela cruza seu caminho com Tyler Owens (Powell), um ícone das redes sociais que compartilha suas aventuras de caça à tempestade. Conforme a temporada de tempestades se intensifica, dando início a acontecimentos aterrorizantes, Kate e Tyler, que são concorrentes, se encontram em meio a uma situação nunca antes vista, colocando suas vidas em risco.

RUMOR: Marvel está desenvolvendo ‘Thor 5’, mas sem o retorno de Taika Waititi

Thor é uma das franquias mais criticadas do Universo Cinemático Marvel e, após o lançamento do quarto filme, Thor: Amor e Trovão’, ficou claro para os inveterados fãs da franquia que algo deveria ser mudado – como, por exemplo, o afastamento de Taika Waititi da cadeira de direção.

Waititi, que também comandou Thor: Ragnarok’, recebeu comentários negativos por sua abordagem extremamente cômica para com o personagem e a história, motivo pelo qual não agradou a boa parte dos espectadores. E, ao que tudo indica, a Marvel concorda com isso.

De acordo com o famoso insider Daniel Richtman, o quinto capítulo da franquia está “oficialmente” em desenvolvimento. O projeto fará parte da próxima Saga do MCU, pós-‘Vingadores: Guerras Secretas’, e Waititi definitivamente não irá retornar para a cadeira de direção. Em vez disso, o enredo terá um novo começo.

Enquanto um diretor não é escolhido de vez, rumores apontam que Sam Hargrave (‘Extração’) está sendo cotado para encabeçar o projeto.

Vale lembrar que o filme mais recente da franquia, ‘Amor e Trovão’, está disponível no Disney+.

O filme traz Thor (Chris Hemsworth) em uma jornada diferente de tudo que ele já enfrentou: a busca pelo autoconhecimento. Mas sua aposentadoria é interrompida por um assassino galáctico conhecido como Gorr, o Carniceiro dos Deuses (Christian Bale), que busca a extinção dos deuses. Para combater a ameaça, Thor pede a ajuda do Rei Valquíria (Tessa Thompson), Korg (Taika Waititi) e da ex-namorada Jane Foster (Natalie Portman) que, para a surpresa de Thor, inexplicavelmente empunha seu martelo mágico, Mjolnir, sendo a Poderosa Thor. Juntos, eles embarcam em uma angustiante aventura cósmica para descobrir o mistério da vingança do Carniceiro dos Deuses e detê-lo antes que seja tarde demais.

‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’: Produtor CONFIRMA Sue Storm como líder da equipe

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Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’ é um dos filmes mais aguardados de 2025 e promete trazer uma nova perspectiva ao Universo Cinemático Marvel.

E, ao que tudo indica e diferente do que pensávamos, Reed Richards/Sr. Fantástico (Pedro Pascal) não será o líder da equipe.

Em entrevista ao Collider, o produtor Grant Curtis prometeu que o longa-metragem irá entregar uma Sue Storm (Vanessa Kirby) muito mais multifacetada como parte do MCU e que potencialmente entrará como a personagem principal da narrativa e “porta-voz” do grupo de heróis.

“Se você voltar aos quadrinhos, perceberá que Sue Storm é indiscutivelmente a líder do Quarteto Fantástico, porque sem Sue Storm, tudo desmorona”, ele explica.

O filme tem estreia marcada para o dia 25 de julho de 2025, marcando o início da Fase 6 do MCU.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Ambientado em um vibrante mundo retrofuturista inspirado nos anos 1960, ‘O Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘ apresenta a Primeira Família da Marvel—Reed Richards/Senhor Fantástico (Pedro Pascal), Sue Storm/Mulher Invisível (Vanessa Kirby), Johnny Storm/Tocha Humana (Joseph Quinn) e Ben Grimm/Coisa (Ebon Moss-Bachrach)—enquanto enfrentam seu maior desafio até agora. Forçados a equilibrar seus papéis como heróis e a força dos laços familiares, eles devem defender a Terra de um deus espacial voraz chamado Galactus (Ralph Ineson) e seu enigmático arauto, o Surfista Prateado (Julia Garner). E como se o plano de Galactus para devorar o planeta inteiro e todos nele já não fosse ruim o suficiente, a ameaça se torna ainda mais pessoal.

O longa é dirigido por Matt Shakman.

Andy e Quynh se ENFRENTAM no clipe inédito de ‘The Old Guard 2’; Assista!

Foi divulgado um clipe inédito de ‘The Old Guard 2’, sequência do filme de ação estrelado por Charlize Theron.

O longa chega à Netflix no dia 02 de julho.

Confira, junto ao trailer completo:

Dirigido por Victoria Mahoney, o filme mostrará Andy (Charlize Theron) e seus guerreiros imortais enfrentando um novo inimigo que ameaça a existência da raça humana.

Além de Charlize Teron, o filme também terá outros retornos com o elenco sendo contando com Matthias Schoenaerts (Booker), KiKi Layne (Nile Freeman), Marwan Kenzari (Joe), Luca Marinelli (Nicky), Vân Veronica Ngô (Quynh) e Chiwetel Ejiofor (James Copley). Além disso, a sequência apresenta novos talentos, como Uma Thurman (de ‘Kill Bill’) e Henry Golding (de ‘G.I. Joe Origens: Snake Eyes’).

Confira a nossa crítica do filme original:

Crítica Netflix | The Old Guard – Charlize Theron estrela filme de super-heróis no estilo ‘Atômica’

Gary Oldman está de volta no novo teaser da 5ª temporada de ‘Slow Horses’; Confira!

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‘Slow Horses’, elogiada série de suspense estrelada por Gary Oldman, é uma das produções de maior sucesso da Apple TV+ – e, agora, a plataforma de streaming divulgou um teaser inédito da 5ª temporada.

Os novos episódios têm estreia agendada para o dia 24 de setembro.

Confira:

Lembrando que a série já foi renovada para a 6ª temporada.

A série é baseada na franquia literária best-seller de Mick Herron, adaptada pelo vencedor do Emmy Will Smith (‘Veep’) e dirigida por James Hawes.

‘Slow Horses’ acompanha um time de agentes da inteligência britânica que trabalham no “departamento de despejo” do MI5 – Slough House. Oldman estrela como Jackson Lamb, o brilhante e irascível líder desses espiões, que vai parar na Slough House em virtude dos graves erros que cometeu ao fim de sua carreira.

Kristin Scott ThomasJonathan PryceJack LowdenOlivia Cooke também fazem parte do elenco.

Conheça os 12 Filmes MAIS CAROS da História do Cinema (Números Atualizados)

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O Senhor dos Anéis’, ‘Harry Potter’, ‘Missão: Impossível’, ‘007’, ‘Homem-Aranha’ e ‘Batman’ estão entre algumas das maiores franquias do cinema de todos os tempos. Esses títulos conseguem movimentar até hoje verdadeiras fortunas com qualquer obra lançada que leve sua marca. É claro que títulos assim estão entre os mais caros para serem produzidos também. Mas e se eu te dissesse que nenhum desses, ou sequer ‘Transformers’, ‘Indiana Jones’ ou qualquer animação da Disney (ou remake em live-action) estão entre os filmes mais caros da história do cinema.

É justamente sobre o tópico, no entanto, que iremos falar nessa nova matéria. Aqui iremos saber, quais entre as superproduções que custam verdadeiras fortunas aos seus estúdios são as mais caras de todos os tempos no cinema. Confira abaixo e pense no que você faria se tivesse esse valor em sua conta bancária.

12) Piratas do Caribe: No Fim do Mundo (2007)

A franquia ‘Piratas do Caribe’ é a adaptação para o cinema de um brinquedo muito popular nos parques temáticos da Disney. A proposta deu muito certo e ressuscitou o subgênero de capa, espada e aventuras bucaneiras. Tudo dizem, graças à forma como Johnny Depp interpretou o personagem protagonista Jack Sparrow. Nos anos 2000 não tinha outro personagem mais popular do que o pirata beberrão.

Na trilogia original, a cada novo exemplar os valores de produção iam escalando. E pensar que o segundo e o terceiro foram gravados de forma simultânea e as duas produções juntas custaram US$525 milhões à Disney. Mas é claro que as produções foram orçadas separadamente – com o terceiro sendo o mais caro, tendo custado US$300 milhões.

11) Liga da Justiça (2017)

Construir um universo cinematográfico custa caro. E a Warner sabia disso quando decidiu seguir os passos da Marvel (Disney) no início da década passada. Filmes como ‘O Homem de Aço’, ‘Batman Vs. Superman’, ‘Esquadrão Suicida’ e ‘Mulher Maravilha’ custaram caro ao estúdio e serviram como primeiros passos de um universo que, digamos, nunca conseguiu atingir todo o seu potencial.

Mas dentre todos esses pesos-pesados, o mais caro, é claro, tinha que ser a primeira reunião dos maiores heróis da editora, em ‘Liga da Justiça’, que custou ao estúdio a “bagatela” de US$300 milhões. E pensar que a Warner desembolsou mais US$70 milhões para que Zack Snyder lançasse seu “Snyder Cut” do mesmo filme em 2021.

10) Star Wars: Os Últimos Jedi (2017)

Se perguntarmos para qualquer fã de cinema qual é a franquia mais famosa e bem-sucedida de Hollywood, grande parte certamente responderia ‘Star Wars’. Tais filmes sempre foram sinônimo de explosão nas bilheterias e na cultura pop desde a década de 80 – aliás podemos dizer que tais filmes foram os responsáveis por criar os blockbusters.

Star Wars’ voltaria no fim dos anos 90/ início de 2000 com uma nova trilogia mais bombada. Mas é claro que a inflação com o tempo deixaria tudo cada vez mais caro. Até chegarmos à mais recente trilogia, na qual o segundo episódio aparece como o décimo filme mais caro da história, tendo custado US$317 milhões já na fase Disney.

09) Vingadores: Guerra Infinita (2018)

É claro que teríamos algum filme da Marvel na lista. O estúdio é a maior potência financeira de Hollywood na atualidade e ajudou a encher os cofres da Disney até não poder mais; mesmo que atualmente seu prestígio e renda tenha diminuída um pouco. Nada que afete um estúdio cujos 36 filmes (incluindo o recém incorporado ‘Deadpool e Wolverine’) arrecadaram US$32 bilhões em bilheteria mundial.

E o ponto forte do estúdio sem-dúvida são os filmes dos ‘Vingadores’, quando todos os personagens são unidos em tela para um filme-evento. Um dos maiores da casa foi ‘Guerra Infinita’, que custou US$321 milhões.

08) Velozes e Furiosos 10 (2023)

Se há vinte anos eu dissesse que a franquia ‘Velozes e Furiosos’ seria uma das maiores do cinema, ninguém acreditaria. Mas os filmes “família” de Dominic Toretto cresceram e apareceram, se tornando extremamente rentáveis. E o que acontece quando um filme faz muito sucesso e arrecada muito dinheiro? Sim, a resposta é que ele começa a ficar cada vez mais caro.

No caso de ‘Velozes e Furiosos’, além de encher os bolsos de Vin Diesel (o dono da franquia), o ator generoso também decidiu dividir essa riqueza com os amigos. Assim, meia Hollywood apareceu no décimo filme – atores como Jason Momoa e Brie Larson, por exemplo, e até quem já havia deixado a franquia retornou para mais alguns milhões de dólares, vide Gal Gadot e Dwayne Johnson. O que fez do décimo filme o oitavo mais caro de todos os tempos com US$340 milhões de orçamento.

07) Avatar: O Caminho da Água (2022)

No cinema de Hollywood existem as franquias, as franquias ricas, as franquias milionárias e existe também James Cameron. O diretor é o mais bem-sucedido da história, bem ao menos em um aspecto financeiro. Nenhum outro cineasta possui tantos hits que dominaram as bilheterias por tanto tempo. No início dos anos 90 foi ‘O Exterminador do Futuro 2’ e no fim da mesma década foi o fenômeno conhecido como ‘Titanic’.

Assim, o diretor passou mais de 10 anos sem filmar nada e quando decidiu voltar, o resultado foi ‘Avatar’ (2009), com um novo recorde. E foi assim também 13 anos que separaram os dois ‘Avatar’, com um novo recorde. E você acha que tais filmes não são caros de produzir? Custam uma fortuna, com o segundo chegando à marca de US$350 milhões. E esse ano tem mais.

06) Vingadores: Ultimato (2019)

Como dito, a Marvel é a maior franquia/estúdio da atualidade. E os filmes dos ‘Vingadores’ são como “check-points” que não apenas dividem as fases, mas também se tornaram verdadeiros marcos do cinema entretenimento. Em 2018, o estúdio criou uma nova trend de fazer dois por um, nos filmes dos ‘Vingadores’. ‘Guerra Infinita’, por exemplo, seria conhecido inicialmente como parte 1 e parte 2, até que o segundo longa trocou de título para ‘Ultimato’ (2019).

E bem, apesar de terem sido filmados de forma simultânea, o segundo foi ainda mais caro, custando US$356 milhões ao estúdio. Mas mesmo assim não ficando entre o top 5 dos mais caros da história, ou sequer sendo o mais caro da Marvel. Ano que vem teremos mais dois por um, com ‘Vingadores: Destino’ e logo no ano seguinte, ‘Vingadores: Guerras Secretas’.

05) Vingadores: Era de Ultron (2015)

E a resposta chega à galope. Acima eu havia dito que ‘Ultimato’ (2019), o filme mais rentável da Marvel, não foi sua produção mais cara. Isso porque segundo fontes do site IGN, o segundo filme dos Vingadores, ‘Era de Ultron’, foi a obra mais cara do estúdio, custando “singelos” US$365 milhões para ser produzido. Porém, este valor é contestado pelo IMDB, que dá uma estimativa de US$250 milhões.

Porém, outras fontes pela internet, como o Google e o Wikipedia confirmam o valor do IGN, mostrando que o IMDB talvez precise ser atualizado. O que importa é o pensamento geral de que o segundo Vingadores não fez o mesmo barulho com os fãs e a crítica que o original havia feito; apesar de ter ganhado mais apreço com o passar dos anos. Seja como for, ele é o quinto filme mais caro da história.

04) Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas (2011)

Acharam que não veriam mais o Capitão Jack Sparrow na lista? Acharam errado! É claro que a Disney não deixaria uma franquia tão lucrativa quanto ‘Piratas do Caribe’ guardada na gaveta sem render dinheiro. Assim, quatro anos depois do encerramento da trilogia original, Johnny Depp foi persuadido, com o poder dos dólares, a retornar para o que é agora seu personagem mais famoso.

E para a nova aventura, quem chegava com ele era a colega Penélope Cruz, com quem havia trabalhado em ‘Profissão de Risco’ dez anos antes. O quarto ‘Piratas do Caribe’ permanece até hoje como o mais caro, tendo custado US$379 milhões, e ficando em quarto lugar do ranking. Hoje em dia, é claro, com tanta polêmica envolvendo o nome do astro, fica difícil tirar mais um filme do papel. Até foi cogitado substituí-lo com um nome quentíssimo quanto o da estrela Margot Robbie, mas a ideia parece não ter ido à frente.

03) Star Wars: A Ascensão Skywalker (2019)

Piratas do Caribe’ é uma das franquias mais lucrativas da Disney, que busca um jeito de voltar aos holofotes. Mas não é a franquia mais bem-sucedida do estúdio. Esse posto, é claro, fica com ‘Star Wars’. Bem, digamos ao menos que são os filmes nos quais os produtores se sentem mais à vontade para depositar as maiores fortunas. O universo criado por George Lucas lá atrás, ainda na década de 70, cresceu e se expandiu para todo tipo de mídia. Todo mesmo.

Isso porque teve uma base muito sólida de seu visionário homem de negócios. Mas nas mãos da Disney, muitos afirmam que a franquia não atingiu todo o seu potencial. Talvez por isso não tenha lançado nenhum filme desde 2019, quando fechou a mais recente trilogia com ‘A Ascensão Skywalker’, um filme que possui mais detratores do que defensores. Seja como for, o filme nove da cronologia está no top 3 dos mais caros, tendo custado US$416 milhões.

02) Jurassic World: Reino Ameaçado (2018)

Por essa talvez ninguém esperasse. Você não estava sentindo a falta de alguma franquia bilionária aqui no ranking? Pois é, ‘Jurassic World’ não podia ficar de fora. Uma coisa sabida é que as crianças e adolescentes simplesmente amam dinossauros. Afinal, quem nunca teve sua fase dinossauro ao crescer. É o mais perto que tivemos de monstros gigantes habitando em nosso planeta.

Chega a ser quase fantasia, imaginar que criaturas gigantescas já estiveram por aqui, pisando nesse solo. Já imaginou se tivéssemos a oportunidade de dividir a mesma época com eles. Essa é toda a proposta de ‘Jurassic Park’, desde o primeiro filme – que depois deu origem à uma nova trilogia, agora batizada ‘Jurassic World’. Um novo filme chega este ano. Mas da trilogia anterior, o segundo, ‘Reino Ameaçado’, foi o mais caro com absurdos US$432 milhões de orçamento.

Mas não tão absurdos quanto…

01) Star Wars: O Despertar da Força (2015)

Jurassic World’ pode ter chegado ao segundo lugar entre os filmes mais caros da história, mas ninguém consegue superar o colosso que é ‘Star Wars’, nem os dinossauros de Spielberg. A nova trilogia de Star Wars foram alguns dos filmes mais caros de todos os tempos, com todos os três figurando no ranking. E nessa citada trilogia, o mais caro foi também o melhor.

Também pudera, era preciso chegar com os dois pés na porta se quisessem estrear um novo Star Wars em grande estilo, 10 anos depois do último filme. ‘O Despertar da Força’ guarda alguns importantes marcos em seu currículo. Primeiro, foi o primeiro filme da franquia com o selo da Disney, e o estúdio, obviamente, queria mostrar serviço. Segundo, foi o primeiro filme da franquia a continuar a história de onde havia parado ao fim de ‘O Retorno de Jedi’, lá nos anos 80.

Acontece que a trilogia dos anos 2000 se passava antes daqueles acontecimentos. Assim, veríamos de novo nossos queridos personagens como Han Solo, Chewbacca, Luke Skywalker, a Princesa Leia, e os robôs R2D2 e C3PO. Todos ainda em ótima forma. E o preço disso foi a fortuna de US$447 milhões, o valor do orçamento do longa – fazendo de ‘O Despertar da Força’ o filme mais caro da história.

Os 10 Filmes Recentes mais WTF do Cinema!

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Você muito provavelmente já assistiu a algum filme que quando saiu da sala de cinema, pensou: “o que diabos eu acabei de ver?”. Essa é a forma educada de dizer “que p#rra foi isso?!”. Em inglês o termo WTF (What the Fuck?!) é o preferido para casos assim. A verdade é que nem todos os filmes são redondinhos como esperamos, e muitos deles podem descer bem quadrado, deixando aquele gosto estranho, no término da sessão.

Filmes de teor subversivo, com finais abertos e interpretativos, cenas violentíssimas ou desconfortáveis de maneira geral, filmes abstratos, surreais e que podem não fazer nenhum sentido lógico – tudo isso é bastante elegível para se tornar um “filme WTF”. Em sua maioria, é preciso ter a mente muita aberta e gostar de todo tipo de filme para curtir uma obra desse nível, e é claro que grande parte dos espectadores não é assim. Justamente por isso, essa matéria serve também como aviso, de que os filmes contidos aqui não são para todos os gostos, e se você não tem paladar para isso, talvez os deva evitar. Conheça abaixo os que selecionamos.

10) Tusk – A Transformação (2014)

Lançado direto em vídeo no Brasil, isso talvez tenha sido um livramento para que não pudéssemos assisti-lo nos cinemas e sair completamente atordoados. Filme trash de Kevin Smith, o longa é uma grande brincadeira com os filmes de terror e traz inclusive Johnny Depp ligado no modo galhofa (tente reconhece-lo). A história é uma brincadeira com uma lenda urbana de um podcast e fala sobre um idoso perturbado, que literalmente transforma um entrevistador em uma “morsa-humana”. Bizarro é pouco.

09) Festa da Salsicha (2016)

A maior parte do público está acostumado a ver animações como um gênero recomendado para toda a família. Assim, geralmente ir assistir a uma animação nos cinemas é um programa inocente para todos, desde o filhinho até a vovó. Mas esse não seria o caso com ‘Festa da Salsicha’ – aliás, seria o completo oposto. Acontece que apesar de ser uma animação, essa é uma animação “bonitinha”, porém, criada por Seth Rogen, acostumado com um humor escrachado e de baixo calão. Ou seja, a produção de 2016 mostra uma verdadeira orgia dos produtos alimentícios em um supermercado. E sim, o filme foi lançado nos cinemas.

08) Papikra (2006)

Por falar em animações nada infantis, se você acha que os filmes dos estúdios Ghibli são fora da caixinha, espere até ver ‘Papikra’. Uma produção igualmente japonesa, ‘Papikra’ é tão surreal e louca que faz as animações Ghibli soarem como coisa para criança – para termos uma ideia. Ao entendermos a história do filme, podemos perceber como foi de grande influência para Christopher Nolan em ‘A Origem’, um dos filmes mais celebrados de anos recentes. Aqui também temos uma máquina capaz de enviar pessoas diretamente aos sonhos das outras – que é usada por terapeutas para acessar à mente de seus pacientes. Mas o que acontece quando a máquina é roubada por ladrões, que planejam roubar os sonhos das pessoas. Já dá para imaginar o nível da loucura.

07) Mãe! (2017)

Agora chegamos aos filmes que verdadeiramente causaram comoção no Brasil quando passaram nos cinemas. Quando o trailer de ‘Mãe!’ foi lançado, todos acharam que seria um novo ‘O Bebê de Rosemary’ (1968), com um casal vivendo feliz em uma casa, até que a mulher começa a testemunhar eventos cada vez mais esquisitos e sobrenaturais. Ah sim, era vendido também como um filme de terror estrelado pela queridinha Jennifer Lawrence. Mas sendo este um filme de Darren Aronofsky também, sabíamos que não seria tão simples assim. Dito e feito, ‘Mãe!’ é na verdade uma alegoria para a mãe natureza, o planeta Terra, algumas figuras bíblicas e a humanidade de forma geral. Pode até ser, mas o filme se torna cada vez mais insano e desagradável, o que fez todos saírem da sessão sem saber o que tinham acabado de presenciar.

06) A Substância (2024)

A Substância’ pode ser considerado o ‘Mãe!’ do ano passado. Bem, existem grandes diferenças entre os dois, é claro. Enquanto ‘Mãe!’ te deixa perdido sem entender o que está acontecendo na tela, ‘A Substância’, embora possua uma trama surreal e fantasiosa, delineia bem suas regras dentro deste universo, nos fazendo acompanhar bem a narrativa – bastante coerente e exemplificada. É claro, apesar de seu teor altamente grotesco que vai escalando. A insanidade ocorre apenas no final, quando o filme poderia ter tido uns três desfechos diferentes, mas não para de escalar em sua loucura sanguinolenta. Serviu como a gota d’água para aqueles que vinham resistindo bravamente. Bem, o que podemos dizer é que o longa possui uma crítica social bem pungente em seu discurso feminino, por mais insano que o desfecho seja. E foi indicado ao Oscar.

05) O Farol (2019)

Existem filmes WTF que caem no gosto popular e se tornam cult. Esse é o caso com ‘A Substância’, um dos filmes mais populares de 2024, e também com este ‘O Farol’. Tudo o que os fãs precisavam saber é que este era o novo trabalho de Robert Eggers, o mesmo de ‘A Bruxa’ (2015), outro longa bastante WTF. Seu primeiro filme caiu nas graças do público e se tornou um cult por excelência. Assim todos estavam esperando o próximo passo do diretor. E parece que Eggers decidiu trolar seus fãs, praticamente pensando “vocês querem meu nome filme, então tomem isso”. Surreal, alegórico, sem nexo ou sentido, o que conta em ‘O Farol’ são as atuações eletrizantes de Robert Pattinson e Willem Dafoe, o clima e a atmosfera de peça de teatro. Fazer sentido de tudo é impossível.

04) Rubber (2010)

Voltamos para os filmes cult que passaram longe dos cinemas brasileiros. Ao contrário dos três itens acima, que contavam com grandes atores e fizeram sucesso nas rodinhas cinéfilas em nosso país, Rubber virou cult um tempo depois de ter sido lançado, com o advento das redes sociais. Aos poucos, a notícia sobre o filme começou a ser divulgada no boca a boca e logo todos estavam comentando sobre o filme. Canais de Youtube especializados em filmes começaram a revisá-lo e assim surgia o novo “Sharknado” – antes mesmo de ‘Sharknado’. Aqui, com o subtítulo de ‘O Pneu Assassino’, o filme é literalmente isso: um pneu que adquiriu consciência e tem poderes telecinéticos, sai pelas estradas fazendo vítimas. Como não chamar atenção? É simplesmente ridículo demais.

03) Um Cadáver para Sobreviver (2016)

Outro que passou longe das salas de cinema brasileiras, apesar de contar com um elenco famoso, de nomes como Daniel Radcliffe, Paul Dano e Mary Elizabeth Winstead. O nome em português é ruim de doer, mas o original também não é nenhuma maravilha: ‘Swiss Army Man’, algo como ‘O Canivete Humano’. E o que isso significa, bem que o personagem de Radcliffe no filme tem inúmeras funções e pode ser um item usado para a sobrevivência, assim como um canivete suíço. Na trama, Paul Dano se vê um náufrago em uma ilha, e encontra um cadáver, o qual começa a usar para realizar diversas tarefas de sobrevivência, até mesmo ser transportado pelo mar como uma lancha através da flatulência do cadáver. É ver para crer. Ah sim, esse é um filme dirigido pelos Daniels (Kwan e Scheinert), os mesmos de ‘Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo’ (2022), outro filme WTF, mas prestigiado, que até ganhou o Oscar.

02) Megalópolis (2024)

Até mesmo o consagrado Francis Ford Coppola tem direito de entregar um filme WTF. Bem, na verdade o diretor badalado possui alguns em seu currículo, já que parece ter ficado para trás a época em que entregava obras-primas adoradas por todos, como a trilogia ‘O Poderoso Chefão’, ‘Apocalypse Now’ e ‘Drácula de Bram Stoker’. Afinal, quem precisa de sucesso? Ele pode ser superestimado. Seja como for, nessa nova fase de sua carreira, Coppola parece fazer filmes mais para si do que para os outros, ou para o público.

O resultado é que a maioria dá de ombros e ele tem entregado um fracasso atrás do outro. Por exemplo, ‘Tetro’ (2009) e ‘Virgínia’ (2011) são filmes que provavelmente nem sua família assistiu. Mas ‘Megalópolis’ é um caso mais raro, pois o grande cineasta investiu pesado uma fortuna de seu próprio bolso (US$120 milhões) e saiu pelo mundo para divulga-lo (até aqui no Brasil). Deu certo? Não, mas também o filme é simplesmente incompreensível, e separado de qualquer mínimo valor que o torne cativante ou atraente para qualquer pessoa, por mais fãs que sejamos do diretor.

01) Midsommar (2019)

E se falamos de Robert Eggers, é claro que precisávamos falar de seu maior “concorrente”, Ari Aster. Os dois cineastas surgiram mais ou menos na mesma época, e logo foram considerados os novos mestres do terror, graças a seus trabalhos no gênero, com obras fora da caixinha e que foram abraçadas pelo grande público. O segundo filme de Aster foi o que começou essa trend de seus filmes serem considerados WTF, embora muitos já tivessem achado isso de ‘Hereditário’. A história de ‘Midsommar’ é até redondinha e faz sentido, mas o assunto do filme e em especial o seu desfecho certamente deixou um gosto para lá de amargo em todos que se aventuraram a assistir, mesmo sendo um terror barra-pesada. Porém, seu filme seguinte foi ainda mais longe – ‘Beau Tem Medo’ é ainda um filme menos palatável e mais surreal. Que os deuses do cinema nos protejam de ‘Eddington’ (seu mais recente filme).