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Uma Nova Amiga

(Une nouvelle amie)

 

 Une nouvelle amie<br /> (2014) on IMDb

Elenco: Romain Duris, Anaïs Demoustier, Raphaël Personnaz, Isild le Besco.

Direção: François Ozon

Gênero: Drama

Duração: 107 min.

Distribuidora: Imovision

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 16 de Julho de 2015

Sinopse:

Após a morte de sua melhor amiga, Claire (Anaïs Demoustier) entra em uma profunda depressão. Mas uma descoberta surpreendente sobre David (Romain Duris), o marido da falecida amiga, irá resgatar o seu prazer de viver.

 

Curiosidades:

» Indicado em 2 categorias no César Awards 2015 (Melhor Figurino e Melhor Ator para Romain Duris)

» Vencedor do Prêmio Sebastiane no Festival de San Sebastian 2014
Trailer:

 

Cartazes:

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Fotos:

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Ouça I Started A Joke, a música do trailer de ‘Esquadrão Suicida’

Além de Margot Robbie (Arlequina), outra coisa que roubou a cena do trailer de ‘Esquadrão Suicida‘ foi a versão feminina de ‘I Started A Joke‘ (original do Bee Gees).

Pesquisamos e encontramos a música na íntegra

‘Batman vs Superman’: Trailer LEGENDADO exibido na Comic-Con

Ouça:

Sue Kroll, presidente de marketing e distribuição internacional da Warner Bros., revelou que o vazamento do trailer de ‘Esquadrão Suicida‘ pode gerar consequências para a Comic-Con – leia mais!

“Amanda Waller dirige uma agência secreta do governo que se chamado ARGUS e cria uma força tarefa ‘suicida’ de super-vilões. Eles são obrigados a embarcar em uma missão perigosa e mortal em troca de penas mais curtas”.

Jared Leto enviou presentes desagradáveis para atores de ‘Esquadrão Suicida’ 

Coringa de Jared Leto supera o de Heath Ledger, diz repórter

O elenco tem ainda tem Cara Delevingne como Magia; Viola Davis como Amanda Waller; Gary Sinise (‘CSI: NY’) como o General Eiling, Raymond Olubowale como o Tubarão-Rei; Scott Eastwood como Steve Trevor; e Alex Meraz (‘A Saga Crepúsculo’) em papel desconhecido. Jesse Eisenberg deve retornar como Lex Luthor, reprisando o seu papel em ‘Batman V Superman’.

Do lado dos antagonistas, integram o time: Crocodilo (Adewale Akinnuoye-Agbaje), Pensador (Jackie Earle Haley), Exterminador (Jim Parrack) e Antiphon, líder da organização terrorista Onslaught (que pode ser vivido por Ed Harris).

Dirigido por David Ayer, o filme tem lançamento marcado para 5 de agosto de 2016.

Recentemente, surgiram rumores sobre a participação do Batman (Ben Affleck). O Homem-Morcego apareceria no final do filme, provavelmente para deter Coringa, que escapa do Asilo Arkham e assassina várias pessoas.

Nos quadrinhos, o Esquadrão Suicida é um grupo de criminosos recrutados pelo governo para missões especiais. David Ayer (‘Corações de Ferro’, ‘Marcados Para Morrer’) assumirá a direção do longa para a Warner Bros..

Justin Marks (‘Street Fighter: A Lenda de Chun-Li’) escreveu a última versão do roteiro.

EXCLUSIVO: Trailer de ‘Gemma Bovery: A Vida Imita a Arte’ e recado da diretora

O CinePOP divulga, com EXCLUSIVIDADE, um trailer legendado de ‘Gemma Bovery: A Vida Imita a Arte‘ e recado EM PORTUGUÊS da diretora francesa Anne Fontaine, especialmente para os leitores do CinePOP.

A Mares Filmes estreia o filme nos cinemas nacionais dia 13 de Agosto.

Assista:

Martin, cansado da vida agitada em Paris volta à terra natal (uma cidadezinha da Normandia) para retomar a padaria familiar. De suas ambições na juventude, sobraram muita imaginação e a paixão pela literatura clássica, em particular Gustave Flaubert. Sua vida pacata se transforma bruscamente com a chegada de novos vizinhos, um casal de ingleses. Não apenas os recém-chegados tem nomes sugestivos, Gemma e Charles Bovery, como o comportamento deles parece inspirado pelos heróis de Flaubert, no famoso livro Madame Bovary. Para o espírito inquieto de Martin nasce a oportunidade de manipular, além da massa de pão do dia a dia, o destino desses personagens em carne e osso. Porém, a bela e sensual Gemma Bovery não conhece os clássicos da literatura e insiste em viver sua própria vida.

O elenco conta com Fabrice Luchini, Gemma Arterton e Jason Flemyng.

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Crítica 2 | Homem-Formiga

A fantasia de ser minúsculo, do tamanho de uma formiga, é algo que alguma vez já passou na cabeça de quem foi criança. Poder experimentar uma diferença de proporção que não experimentamos na vida real; ser um pontinho minúsculo em uma terra de gigantes e o que poderíamos fazer sendo deste tamanho é algo intrigante de se pensar.

Homem-Formiga‘ nos permite essa experiência, e embora seja um blockbuster com caracterizações e estratégias narrativas repetitivas, é ambicioso por construir este universo e nos permitir sentir esse: “como seria se…?”

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Por toda a duração deste longa achei que estava assistindo a uma comédia. E esse aspecto do filme é bom, poderia muito bem se sustentar assim, apesar de que, nesse caso, a exploração do universo fantástico seria descartada. Pense em um filme entupido de humor. Quando digo entupido, realmente quero dizer isso. Acho que se há dez cenas que não contém passagens cômicas é muito. Aponto isso como um ponto positivo; um fator de sucesso para o filme, já que o humor funciona muito bem, embora não tenha nada de inovador. O filme aproveita o carisma e boa química dos atores. Embaixo desses aspectos, uma camada repetitiva; o filme de super-herói clássico; um típico filme da Marvel.

Cedo na projeção, descobrimos que Scott Lang (Paul Rudd), o futuro Homem-Formiga, é um ladrão muito habilidoso, mas que não comete um crime sério, de fato. Invade empresas ou casas de pessoas muito ricas para conseguir dinheiro. O acontecimento que começa a trajetória de Scott como super-herói é quando ele resolve assaltar a mansão de um homem bastante rico e importante, Hank Pym (Michael Douglas). Ao término da sua pena, o herói precisa de um apartamento e de pagar uma pensão para poder ver a filhinha pequena. Não consegue um emprego fixo e acaba optando por mais um furto. Um motivo pessoal, mas bastante nobre e humano diferente do tradicional e questionável: “Lutar pelo bem da humanidade” (embora isso seja o objetivo de alguns dos seus companheiros).

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A relação entre Scott e seus recém-conhecidos amigos e companheiros de roubo é brilhante. Luis (Michael Peña), Dave (T.I Harris) e Kurt (David Dastmalchian), que é a cara do Gregório Duvivier, diga-se de passagem, são as típicas caracterizações do cinema norte-americano. O trio que inclui um durão, um desligado e um engraçadinho, mas que acaba funcionando no final. O que dá a graça, porém, são os seus humores específicos, principalmente Paul Rudd, Michael Peña e David Dastmalchian. Scott Lang é um sujeito quase que isento de personalidade, mas que se põe sempre a atrapalhar os momentos emocionais com sua usual maneira incompreensivo-cômica, já Luis é um homem descontraído e que tem um jeito muito particular e engraçado de contar suas histórias. Ambos personagens típicos dos atores que os interpretam, mas que não deixam de dar certo.

A relação entre os amigos dá lugar ao treinamento que Scott tem que passar, auxiliado por Hank e Hope (Evangeline Lilly), para que possa executar um roubo para impedir a comercialização inescrupulosa do traje do Homem-formiga. Algo revelador do imaginário, que condiz com a realidade na maioria dos casos, das empresas de tecnologia movidas por dinheiro. E é engraçado como a espionagem, que é praticada pelos próprios personagens e é algo presente no filme, aparece como algo distante; fantasioso e que não condiz com o mundo real, quando se sabe que, pelo menos no caso dos EUA, a espionagem como é retratada é bem próxima da realidade (sem incluir as mirabolâncias do filme, é claro).

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Acompanhamos todo o treinamento de Scott que envolve aprender a usar o traje, aprender a lutar e até controlar as formigas pelo pensamento. É muito divertido ver esse processo, principalmente pelos diversos momentos que acompanhamos o herói minúsculo e vemos o mundo no seu ponto de vista. O momento em que, na forma minúscula, Scott se perde em um esgoto, uma casa e um banheiro é muito divertido. Por meio de uma grande angular (que aumenta a distância entre os objetos), ou pelo menos um efeito que simula esse tipo de lente, vemos um mundo que na realidade não é tão grande, mas para o herói minúsculo parece gigantesco.

Por fim, chegamos ao clímax do filme. Por meio de uma montagem paralela (quando se alterna de um acontecimento a outro) chocha e manipulativa, típica de um blockbuster, a fórmula continua a mesma. O bom humor dos personagens-atores e as sequências de ação, o que funciona até o final, porém, não desenvolvemos uma relação forte com nenhum personagem, nem mesmo a formiga, carinhosamente apelidada de Anthony.

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O filme termina de maneira preocupante, anunciando uma tendência que não é nova, mas se tornou recorrente, principalmente, nos filmes da Marvel. Uma cena extra, no final da projeção, anunciando uma possível sequência do filme. O que é preocupante de verdade não é a falta de novos personagens, universos e maneiras de se contar uma história, mas sim a criação de expectativa para uma nova sequência do filme. Dessa maneira, o público é incentivado a ansiar e especular sobre um novo filme da franquia, antes mesmo deste filme ser anunciado ou, em alguns casos, tenha se pensado em fazê-lo. O que se tem como resultado é um filme com os mesmos personagens, universo e estratégias, muito pouco ambicioso, algo que prejudica em demasia o cinema, em geral.

Crítica | Homem-Formiga

Tamanho não é Documento

É inegável que mesmo nas superproduções da Marvel, sempre sucessos financeiros, existem altos e baixos de qualidade. Não que o estúdio tenha entregado uma bomba homérica desde sua inauguração em 2008, ao mesmo tempo, dificilmente alguém defende com unhas e dentes filmes como Thor: O Mundo Sombrio, Homem de Ferro 3 e Capitão América: O Primeiro Vingador. Por outro lado, Capitão América: O Soldado Invernal, Os Vingadores (2012) e Guardiões da Galáxia foram rasgados de elogios.

O que parece por estas últimas produções é que a Marvel tem acertado mais quando aposta em um projeto inusitado, estranho ou desconhecido. Homem de Ferro 3, Vingadores 2 e Thor 2 eram sucesso garantido, justamente por isso soam como pouco esforço em suas confecções. Já Guardiões da Galáxia precisou trabalhar para mostrar que merecia lugar, na primeira fila, ao sol. É justamente onde se encaixa este Homem-Formiga, um projeto arriscado que a Marvel precisava tirar do papel se quisesse construir de forma correta seu universo cinematográfico costurado.

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O Homem-Formiga é um personagem importante na mitologia da casa e para a estruturação dos Vingadores. Ao mesmo tempo, é um personagem difícil de ser adereçado em outra mídia além dos quadrinhos. Simplesmente as características do personagem poderiam facilmente recair no ridículo ou longe do padrão cool com que o público foi acostumado nos filmes da empresa. Um sujeito cujo poder é diminuir até o tamanho de um alfinete e se comunicar com formigas não é exatamente interessante como um Batman, Homem de Ferro ou Superman. Bem, não era.

O devido reconhecimento precisa ser dado a um roteiro que consiga fazer de uma história mais difícil, e que facilmente poderia ser alvo de zombaria, algo identificável, curioso e divertido. Com empenho, é justamente assim que a trama criada por Edgar Wright e Joe Cornish, e desenvolvida por eles em parceria com Paul Rudd e Adam McKay, é exibida nas telas. Com um tom bem propício de histórias em quadrinhos, Homem-Formiga é uma investida honesta e com bastante coração. Utilizando de bastante humor, esta é uma aventura digna, mesmo que tudo ocorra em menor escala. Justamente por isso, é mais humana e de fácil acesso.

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Em determinado ponto, Hank Pym (Michael Douglas), o primeiro Homem-Formiga, dispara ao se referir aos Vingadores: “Eles devem estar ocupados erguendo cidades”. Isso demonstra a magnitude megalômana a que chegou o segundo filme dos maiores heróis da Marvel. Afinal, o que sobra para se fazer após levantar uma cidade? Homem-Formiga chega justamente neste contraponto. É uma trama minimalista, sobre um ladrão, sua filha, seu mentor e a filha dele. O mote, como já deu para perceber, é o relacionamento familiar. Ah, sim, temos um vilão e a subtrama envolvendo o desenvolvimento e venda de uma nova tecnologia, capaz de encolher ou fazer crescer.

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Na história, Michael Douglas vive Hank Pym, um cientista brilhante que desenvolveu a tecnologia mencionada no parágrafo acima. Percebendo como seria perigosa em mãos erradas, o sujeito fica anos inerte. Seu primeiro discípulo, Darren Cross (papel de Corey Stoll), tenta a todo custo replicar seu experimento, mas suas ações podem ter propósitos não tão nobres assim. Pym sai da autoimposta aposentadoria quando conhece Scott Lang, papel do agradável Paul Rudd, um exímio ladrão com habilidades promissoras. Juntos, Pym e Lang formam uma improvável dupla para desbaratinar os planos do inescrupuloso Cross, com a ajuda da filha de Pym, Hope van Dyne, papel da estonteante Evangeline Lilly.

Homem-Formiga é sem dúvida o sonho molhado dos nerds de plantão. Existem referências o suficiente para que eles gritem, aplaudam e quase cheguem ao êxtase. Neste quesito os filmes da empresa sempre entregam. Uma dica, fique até o final, existem uma cena mid credits e outra bem ao final de todos os créditos. Para os demais, a experiência será igualmente satisfatória, com a garantia de um bom momento nos cinemas. No chamado ano dos blockbusters, no qual muitos reclamaram de superproduções que ofereceram mais do mesmo, Homem-Formiga chega para soprar certo ar de originalidade, ao mesmo tempo utilizando uma narrativa mais calma e tranquila, longe da pirotecnia adormecedora vigente.

Crítica | Uma Nova Amiga

JSF

O desejo é uma árvore com folhas. Já a esperança, uma árvore com flores. Já o prazer, árvore com frutos. Depois de inúmeros trabalhos marcantes, o excelente cineasta francês François Ozon volta ao cinema depois de um hiato de um ano para contar uma insólita história que mais uma vez, como em outros trabalhos dele, escancara para o público a intimidade dos personagens. Nesse belo drama de pouco mais de 100 minutos, um dos grandes pontos altos, o ator francês Romain Duris, dá um verdadeiro show em cena. Vale o ingresso.

Na trama, acompanhamos a trajetória sofrida de Claire (Anaïs Demoustier), uma mulher de meia idade que não se desgrudava da amiga Laura (Isild Le Besco). Ambas cresceram juntas e ao longo do tempo desenvolveram uma amizade muito forte. Tudo ia bem até Laura falecer precocemente. Claire, fica muito abalada e sem saber direito como seguir em frente sem a amiga. Até que um certo dia, em uma visita a casa da amiga, ela é surpreendida com a descoberta de um segredo de David (Romain Duris), marido de Claire.

Uma Nova Amiga é um filme muito difícil de escrever sem soltar algum spoiler importante. Pensando sempre no inusitado e colocando os olhos do público no buraco da fechadura, François Ozon é um mestre em decifrar as intimidades alheias. Nesse filme, como em outros, os personagens parecem que são lapidados para mostrar as verdades que acontecem entre quatro paredes. David, é fascinante do primeiro ao último minuto em cena, talvez pela forma impactante como esse nos é apresentado, talvez pela força cênica que possui Romain Duris, seu intérprete.

O desejo também é pauta importante para analisarmos esse trabalho. Longe de ser ofensivo para tratar do tema, o diretor busca de maneira inteligente alinhar o psicológico pós-trauma com sentimentos presos que despertam após determinadas situações. Claire é o exemplo disso, em todos os arcos ela que acaba ditando o ritmo da história e uma série de conflitos emocionais vão brotando em suas ações deixando-a sem saber entender direito os impulsos que seu corpo provoca.

Uma Nova Amiga é, antes de tudo, um filme muito honesto com o público. O fator originalidade também ganha força deixando essa história com um certo ar de suspense, principalmente em seu arco final. Com ótimas atuações e uma direção genial, não tem como vocês perderem né?

SAIU! Assista ao trailer de ‘Batman vs Superman’ exibido na Comic-Con

O segundo trailer de ‘Batman vs Superman: A Origem da Justiça’ exibido na Comic-Con San Diego acaba de ser lançado na internet.

Assista:

 

O CinePOP traz a Cobertura COMPLETA da Comic-Con San Diego, que acontece até o dia 12 de Julho. #CinePOPnaComicCon

‘Esquadrão Suicida’ se passa antes de ‘Batman vs Superman’ 

Ben Affleck deve dirigir ‘The Batman’

Confira as fotos divulgadas:

 

‘Batman vs Superman’ não será uma sequência de ‘O Homem de Aço’ 

Mulher-Maravilha terá papel importante em ‘Batman vs Superman: A Origem da Justiça’ 

Leia a descrição de três cenas de ‘Batman vs Superman: A Origem da Justiça’ 

Além das fotos, a revista também tem algumas novas citações de Ben Affleck sobre o Batman, como sendo a versão americana de Hamlet, afirmando: “Nós já aceitamos que ele é interpretado por atores com diferentes interpretações.”

Batman, de Ben Affleck, será uma versão mais antiga e mais cansada do personagem. “Ele está no final de sua corrida e talvez no fim de sua vida”, disse Affleck.

Como as fotos revelaram, Affleck interpretará um Bruce Wayne mais velho e com mechas grisalhas no cabelo.

As primeiras cenas devem ser exibidas na Comic-Con em San Diego, que acontece em Julho. O CinePOP trará a cobertura COMPLETA da maior convenção de cinema e quadrinhos do mundo.

Lex Luthor usará armadura de batalha em ‘Batman vs Superman’, diz site

Jared Leto pode recriar icônica cena do Coringa no filme

No filme, Ben Affleck será Bruce Wayne/Batman. Jeremy Irons (‘Dezesseis Luas’) viverá o mordomo Alfred. A atriz israelense Gal Gadot, conhecida por interpretar Gisele em ‘Velozes e Furiosos 4, 5 e 6‘, será a Mulher-Maravilha. Ela concorria ao papel com Olga Kurylenko (‘Oblivion’) e Elodie Yung (‘G.I. Joe: Retaliação’). Jesse Eisenberg (‘A Rede Social’) será Lex Luthor. O elenco contará com a volta dos principais astros de ‘O Homem de Aço’: Henry Cavill (Clark Kent), Amy Adams (Lois Lane), Laurence Fishburne (Perry White) e Diane Lane (Martha Kent).

Ben Affleck deve aparecer mais que Henry Cavill em ‘Batman vs Superman’

O roteiro foi escrito por Chris Terrio (‘Argo’) com supervisão de  David S. Goyer, que assinou a trilogia ‘Batman’ e ‘O Homem de Aço’. O diretor Zack Snyder retorna.

 

Crítica em vídeo | Cidades de Papel e O Exterminador do Futuro: Gênesis

Acaba de sair do forno a nova edição do Cine Agenda, vídeo apresentado pelo editor Renato Marafon com as críticas aos principais lançamentos desse final de semana: ‘Cidades de Papel‘ e ‘O Exterminador do Futuro: Gênesis’.

Assista:

Cidades de Papel‘ é uma história sobre amadurecimento, centrada em Quentin e em sua enigmática vizinha, Margo, que gostava tanto de mistérios, que acabou se tornando um. Depois de levá-lo a uma noite de aventuras pela cidade, Margo desaparece, deixando para trás pistas para Quentin decifrar. A busca coloca Quentin e seus amigos em uma jornada eletrizante. Para encontrá-la, Quentin deve entender o verdadeiro significado de amizade – e de amor. Cara Delevingne (‘Anna Karenina’) e Nat Wolff (‘A Culpa é das Estrelas’) estrelam.

O Exterminador do Futuro: Gênesis’: Quando John Connor (Jason Clarke), líder da resistência humana, envia o Sargento Kyle Reese (Jai Courtney) de volta para 1984 para proteger Sarah Connor (Emilia Clarke) e salvaguardar o futuro, uma mudança inesperada nos acontecimentos cria uma linha do tempo fragmentada. Agora, o Sargento Reese se encontra em uma nova e desconhecida versão do passado, onde ele encontra aliados improváveis, incluindo o Guardião (Arnold Schwarzenegger), novos e perigosos inimigos e uma missão nova e inesperada: redefinir o futuro…

Crítica | Cidades de Papel

Nostalgia Pura

Cidades de Papel é o novo filme baseado num livro do autor John Green, mais conhecido pelo sucesso do ano passado A Culpa é das Estrelas. Começo dizendo que não assisti a obra citada, por mais que tenha ouvido apenas elogios sobre ela. Então, por mais que a maioria dos textos sobre Cidades de Papel façam as óbvias comparações, este é um aspecto do qual não poderei adereçar. Seja como for, posso afirmar também que a nova obra me fez sentir algo bom, que gosto de sentir, e que poucos filmes nos proporcionam atualmente: a sensação de ser conquistado, convencido.

A sensação a qual me refiro é quando um filme desarma nossas defesas. Quando mesmo a contragosto nos cativa. Quando você adentra a exibição com uma atitude negativa em relação a um filme (coisa injusta e que não deve ser feita, mas que muitas vezes possui razão de ser) e sofre uma grande reviravolta de pensamentos. Essa é uma das sensações mais gostosas para quem ama cinema e precisa assistir a muitos filmes de forma diária.

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Para que gostemos ou aprovemos um filme, diversos elementos precisam estar alinhados, funcionando de maneira cronometrada. E aqui, ocorre justamente isso. Cidades de Papel começa como um filme de romance, especialidade do autor. Mas já de cara é um romance incomum, de certa forma. O típico jovem nerd e retraído Quentin possui uma grande paixão platônica por Margo, a menina mais descolada do colégio.

Neste momento, dois elementos precisariam funcionar bem para que a história fosse crível, e eles dão certo. O primeiro é a sinceridade com que o protagonista é criado. E o segundo é: até que ponto a excentricidade de seu objeto de afeto não será visto como “coisas criadas para um filme”. Ela entra pela janela de seu quarto em determinada noite, por exemplo, e o arranca da apatia e dormência diária, para um dos momentos de maior adrenalina em sua vida nos últimos anos. Coisa que dura apenas algumas horas, no decorrer de uma noite. E quem não gosta de se sentir vivo assim. É instintivo e primordial.

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Essa primeira parte, da conexão entre os dois, funciona bem. A inocência das “missões” nos cativa, e por mais que o mais cínico ligue a incredulidade no máximo, as ações da dupla podem ser substituídas por qualquer atividade que faça o sangue correr e o coração bater mais forte. Esse é o propósito da sequência. Grande parte do mérito precisa ir para a dupla Michael H. Weber e Scott Neustader, os roteiristas que se especializaram em adaptar os contos de Green para o cinema. E por enquanto, com o placar de 2X0, fazem um ótimo trabalho.

Na manhã seguinte, da que com certeza foi a melhor noite de sua vida, sua amada Margo simplesmente some. No entanto, aparentemente deixando pistas de seu paradeiro. Daí em diante, Cidades de Papel se desenvolve para se tornar o que verdadeiramente é, um filme jovem (mas não infantil) sobre amizade, estruturado na forma de um road movie. Radar (Justice Smith) e Ben (Austin Abrams) são os melhores amigos de Quentin (Nat Wolff) e prontamente topam a viagem para encontrar Margo, que servirá muito mais para fortalecer seus laços e como transição rumo ao amadurecimento.

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Mais uma vez, é incrível como Cidades de Papel funciona, e em variados níveis. É uma mistura de Os Goonies (1985), A Lenda de Billie Jean (1985) – no sentido da idealização da jovem mulher forte e decidida, e Superbad: É Hoje (2007) – na forma em que retrata com total autoridade e realismo as mínimas situações vivenciadas por qualquer adolescente, de forma mais sutil e doce, e menos vulgar. Nat Wolff se mostra um bom protagonista, o rapaz comum e de fácil identificação. Ao lado do trio, outras duas boas descobertas. Jaz Sinclair vive Angela, a namorada de Radar, e Halston Sage é Lacey, a melhor amiga de Margo.

E a pergunta que todos querem saber é, como se saiu a modelo número 1 da atualidade, Cara Delevingne, em seu primeiro papel de destaque no cinema. Bem, embora não seja tão fotogênica sem a produção a qual está acostumada nas passarelas e em comerciais, a menina britânica, de 22 anos, se sai extremamente bem em sua construção de Margo – inclusive realizando um digno trabalho de postura e voz para a complexa personagem, sinal de uma atriz empenhada. Cidades de Papel é nostálgico, melancólico e recheado de bons sentimentos, coisa em falta nos tempos mecânicos de CGI e telas verdes. Esqueça Vingadores, Jurassic World e Exterminador do Futuro, Cidades de Papel é o filme mais humano desta temporada.

MTV confirma 6ª temporada de ‘Teen Wolf’

A MTV anunciou durante a Comic-Con que a série ‘Teen Wolf’ foi renovada.

O canal confirmou a sexta temporada, e encomendou mais 20 episódios, tornando ‘Teen Wolf’ na série mais longa da MTV.

Confira um vídeo da quinta temporada, atualmente em exibição:

Na véspera do Ano da Formatura, Scott e seus amigos se veem confrontados com a possibilidade de um futuro uns sem os outros e da próxima fase de suas vidas levá-los para direções diferentes, apesar de suas melhores intenções. Mal sabem eles que forças externas já estão conspirando para separar a alcatéia muito antes da chegada da formatura. Novos vilões misteriosos que usam a combinação de ciência e sobrenatural para uma finalidade malévola eventualmente vão colocar Scott e seus amigos contra o maior inimigo deles.

O quinto ano da série de lobisomens estreia em 29 de junho nos EUA. A segunda parte da première vai ao ar no dia seguinte.

Samba

(Samba)

 Samba<br /><br /> (2014) on IMDb

Elenco:

Omar Sy, Charlotte Gainsbourg, Tahar Rahim

Direção: Olivier Nakache, Eric Toledano

Gênero: Comédia Dramática

Duração: 120 min.

Distribuidora: California Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 09 de Julho de 2015

Sinopse:

O senegalês Samba (Omar Sy) mora ilegalmente na França há dez anos. Ele possui uma trajetória marcada por subempregos, discriminação e pobreza, até conhecer Alice (Charlotte Gainsbourg) uma executiva que tenta reconstruir sua própria vida profissional como voluntária em uma ONG. O encontro acabará mudando a vida dos dois que, apesar de fazer parte de universos tão diferentes, descobrem semelhanças inimagináveis entre si.

Curiosidades:

» Rodado na França.

» A trilha sonora é do brasileiro Jorge Ben.

» Nova parceria de Omar Sy com os diretores Olivier Nakache e Eric Toledano após o sucesso do francês ‘Intocáveis‘.

Trailer:

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As Aventuras dos Sete Anões

(Der 7bte Zwerg)

 

 O 7º Anão<br /> (2014) on IMDb

Elenco: Otto Waalkes, Mirco Nontschew, Boris Aljinovic, Ralf Schmitz.

Direção: Herald Siepermann e Boris Aljinovic

Gênero: Animação

Duração: 87 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 09 de Julho de 2015

Sinopse:

A bruxa má Dellamorta amaldiçoou a Princesa Rose quando ela era um bebê. Antes de ela fazer 18 anos, Rose picará o dedo em um objeto afiado e o castelo inteiro cairá em um profundo sono de 100 anos, a menos que a princesa ganhe um beijo de amor verdadeiro.

Na noite da véspera de seu aniversário, a princesa envia Jack, seu melhor amigo, ao encontro dos Sete Anões, que vivem atrás das Sete Montanhas, para que eles o escondam até a data do 18º aniversário. Mas ele se perde no caminho e é capturado pelo dragão de Dellamorta, Braseiro.

Durante a festa de aniversário, Rose tem o dedo picado e todos caem no sono. Menos os Sete Anões, que, claro, sairão em uma jornada para salvar Jack – para que então ele possa salvar Rose.

 

Curiosidades:

» ‘As Aventuras dos Sete Anões’ (The 7th Dwarf), é uma aventura animada, dirigida por Harald Siepermann – animador de sucessos como Uma Cilada Para Roger Rabbit (1988); Tarzan (1999), Irmão Urso (2003) e Encantada (2007) e codirigida por Boris Aljinovic.

 

Trailer:

 

Cartazes:

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Fotos:

Neruda

(Neruda)

 

 Neruda<br />
(2014) on IMDb

Elenco: José Secall, Paulina Harrington, Erto Pantoja.

Direção: Manuel Basoalto

Gênero: Drama

Duração: 97 min.

Distribuidora: Espaço Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 09 de Julho de 2015

Sinopse:

Pablo Neruda recebe o Prêmio Nobel de Literatura em 1971. Em seu discurso de agradecimento, ele lembra alguns episódios quase esquecidos de sua vida, mas fundamentais na construção de sua obra poética.

 

Curiosidades:

» —

 

Trailer:


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Phoenix

(Phoenix)

 

 Phoenix<br />
(2014) on IMDb

Elenco: Nina Hoss, Ronald Zehrfeld, Nina Kunzendof, Trystan Pütter.

Direção: Christian Petzold

Gênero: Drama

Duração: 98 min.

Distribuidora: Imovision

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 9 de Julho de 2015

Sinopse:

Nelly Lenz é uma sobrevivente do campo de concentração durante a segunda guerra mundial, onde foi deixada terrivelmente desfigurada. Após uma cirurgia de reconstrução facial, Nelly volta à Berlin em busca do seu marido Johnny. Quando ela finalmente o encontra, Johnny não a reconhece. No entanto, ele se aproxima dela com uma proposta, já que Nelly se parece com a sua esposa a quem ele acredita estar morta.
Johnny pede para que ela o ajude a reivindicar a herança de sua viúva. Nelly concorda, pois deseja descobrir se Johnny a amava, ou se ele a traiu. Será que Johnny irá confessar o seu amor, ou a sua culpa?

 

Curiosidades:

» Vencedor do Prêmio FIPRESCI no Festival de San Sebastian 2014

» Esta é a quinta vez que o diretor Christian Petzold trabalha com a atriz Nina Hoss em seus filmes.

 

Trailer:

 

Cartazes:

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Fotos:

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Maggie – A Transformação

(Maggie)

 

 Maggie<br /><br /> (2015) on IMDb

Elenco: Arnold Schwarzenegger, Abigail Breslin, Joely Richardson

Direção: Henry Hobson

Gênero: Drama, Terror

Duração: 95 min.

Distribuidora: H2O Filmes

Orçamento: US$ 8 milhões

Estreia: 2016 nas Locadoras

Sinopse:

Uma adolescente é infectada por uma doença que lentamente transforma as pessoas em zumbis. Durante a transformação, seu pai permanece ao seu lado.

 

Curiosidades:

» Rodado nos EUA e na Suíça.

» Chloe Moretz chegou a negociar para viver a protagonista, mas não fechou contrato.

» O roteiro escrito por John Scott 3 figurou na Black List – lista dos melhores roteiros de Hollywood ainda não produzidos.

 

Trailer:

 

Cartazes:

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Fotos:

 

Review | Pânico – A Série (1×01)

Com o fim dos anos 80, os filmes de serial killers entraram em franca decadência. Após várias seqüências risíveis de ‘Sexta-Feira 13’, ‘A Hora do pesadelo‘ e ‘Halloween‘, os filmes de terror tiveram uma queda de qualidade, e o gênero foi limado das telas do cinema.

Em meados dos anos 90, eis que surge um novo terror, citado pela Variety antes de sua estreia como ‘D.O.A’ (Dead on Arrival, gíria para ‘futuro fracasso nas bilheterias’). Era ‘Pânico‘ (Scream, 1996), dirigido pelo mestre do terror Wes Craven (‘A Hora do Pesadelo’) em parceria com o roteirista Kevin Williamson, até então desconhecido.

Pânico’ não obteve grande sucesso em sua estreia, mas o boca a boca positivo fez o filme crescer nas semanas seguintes, e arrecadar US$ 103 milhões nos EUA. Era um fenômeno de bilheterias, e o começo de uma nova era para o terror, que rendeu vários frutos e um novo subgênero. Vieram duas sequências do original, e derivados como ‘Eu sei o que vocês fizeram no verão passado 1 e 2‘, ‘Prova Final‘, ‘Lenda Urbana‘, entre outros.

Como na década de 80, o subgênero começou a esgotar, e após algumas bombas, os filmes de terror encontraram outras fórmulas e franquias (‘Jogos Mortais’, ‘O Chamado’) para seguir adiante.

Pânico 4’ estreia com a promessa de se auto-renovar em uma nova década, fazendo paródia com o subgênero que ele mesmo criou. E conseguiu. O roteirista Kevin Williamson adicionou tudo que funcionou nos anteriores, e renova a franquia para uma nova audiência. Misturando terror e comédia de maneira sensacional, o longa um novo recomeço para a franquia que era dada como morta.

Porém, o esforço não deu certo e o filme acabou afundando nas bilheterias (faturou US$ 38,1 milhões – US$ 97 milhões mundialmente – com orçamento de US$ 40 milhões) e matando a franquia nos cinemas.

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Seguindo uma tendência atual (vide ‘Hannibal‘ e ‘Bates Motel‘), a franquia encontrou sua sobrevida nas telinhas. Convenhamos que é difícil adaptar um filme de terror em série: os habituais 90 minutos são o tempo suficiente para criar suspense, trabalhar os personagens, matar quase todo o elenco e encerrar com uma virada na trama que brilhantemente prende o espectador do começo ao fim.

Na TV, a história precisa ser esticada de uma maneira que prejudica o caminhar da história, e tal suspense pode acabar esgotando o espectador que precisará de 10 episódios de 45 minutos para saber quem é tal assassino (ou até mais, como a incansável série ‘Pretty Little Liars‘ que engana seu público há seis temporadas sem contar quem é a maldita “-A”).

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Há paralelos bastante claro para o primeiro filme, com os queridos Sidney, Billy, Stu, Randy e Tatum. Na série, temos Emma (Willa Fitzgerald), Will (Conner Weil), Jake (Tom Maden) e Brooke (Carlson Young), os garotos populares de Lakewood.

Por mais que Emma se apresente como a “final girl“, a personagem mais interessante do episódio piloto é Audrey (Taylor-Bex Klaus), ex-melhor amiga da protagonista que foi vítima de cyber bullying por beijar uma garota.

Mas o grande querido do público definitivamente será Noah Foster (John Karna), o Randy Meeks da série, que já nos explica porque um filme de terror nunca tentou a sorte como série de TV:

“A garota e seu namorado chegam no baile em uma casa de campo deserta. O assassino mata-os um por um. Noventa minutos mais tarde, o sol aparece e a menina sobrevivente senta-se na ambulância assistindo os corpos de seus amigos passando em macas. Filmes de psicopata passam muito rápido. Na TV é preciso esticar as coisas. Quando o primeiro corpo é encontrado, é só questão de tempo até o banho de sangue começar”, afirma.

Uma autocritica? Não, é a metalinguagem da franquia sendo transportada para a TV de maneira brilhante, e já transformando o garoto nerd apaixonado por filmes de terror em um dos preferidos do público – e é claro – um dos principais suspeitos.

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Como fã insaciável da franquia ‘Pânico‘, gostei bastante desse episódio piloto pela nostalgia que ele nos traz. A seqüência de abertura, com a bela Bella Thorne, é bastante explícita a tem a intenção de evocar visualmente a seqüência de Drew Barrymore em ‘Pânico‘, como uma colegial sozinha em casa que é perseguida por um assassino de maneira assustadora dando início ao banho de sangue. Só por essa cena, que não chega a ser brilhante como a do filme mas consegue reproduzi-la de maneira bastante satisfatória, já vale a pena assistir ao episódio.

Além da metalinguagem, toda a referência à cultura pop está aqui: ‘American Horror History‘, ‘Bates Motel‘, ‘Hannibal‘, Taylor Swift, etc…

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O único problema do episódio piloto é o excesso de personagens: somos apresentados a mais de dez, sem conseguirmos nos identificarmos com quase nenhum deles – algo extremamente importante no gênero terror, afinal, você tem que sentir dó daqueles jovens que estão morrendo, como Noah também adianta.

Veja as melhores mortes da franquia ‘Pânico’

‘Pânico 5′ não vai acontecer

Escolha como será assassinado em jogo interativo da série ‘Pânico’ 

Vídeo compila todos os gritos da quadrilogia ‘Pânico’; Assista! 

Devido aos caros direitos autorais, a máscara do Ghostface foi alterada, assim como sua voz. Mas isso não atrapalha a trama e pelo comercial dos próximos episódios podemos perceber que a máscara será alterada ao longo da trama, dando liberdade criativa aos produtores.

No final, a vibe da franquia ‘Pânico‘ está ali, assim também como a da franquia ‘Sexta-Feira 13‘. O episódio começa em um lago (Jason, é você?), como duas histórias paralelas: Além do grupo de jovens nos dias de hoje sendo perseguidos pelo serial killer, a mãe da protagonista enfrentou o mesmo tipo de situação há anos atrás, quando um menino com o rosto deformado a perseguiu e matou vários de seus amigos.

A história paralela pode até ser meio desnecessária, mas obviamente não foi o garoto deformado que matou os adolescentes, aumentando a lista de suspeitos da atual matança.

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O piloto é interessante e saudosista, mas ainda não conseguiu captar a vibração divertida e inteligente dos filmes. Porém, a MTV mostra que não tem medo de entregar cenas sangrentas e obscuras, e promete uma temporada bastante interessante e com grande potencial.

Merece ser assistido!

Assista a prévia do segundo episódio, intitulado ‘Hello Emma‘, com o episódio piloto:

Scream‘ começa com um vídeo que foi parar no YouTube e se tornou viral. Ele causa problemas para a protagonista Audrey, que se vê em meio a um assassinado e uma cidade com um passado conturbado.

A dupla Jay Beattie e Dan Dworkin (das séries ‘Revenge’ e ‘Criminal Minds’) escreveram o primeiro episódio. Jill Blotevogel (‘Ravenswood’, ‘Harper’s Island’, ‘Eureka’) servirá como produtor principal de ‘Scream‘.

 

 

EXCLUSIVO: Cartaz da comédia romântica ‘Sexo, Amor e Terapia’

O CinePOP divulga, com EXCLUSIVIDADE, o cartaz nacional da comédia romântica ‘Sexo, Amor e Terapia‘ (Tu Veux ou Tu Veux Pas?), que a Mares Filmes lança nos cinemas dia 27 de agosto.

Em ‘Sexo, Amor e Terapia‘, presenciamos o encontro inesperado de Judith (Sophie Marceau), uma mulher que vive abertamente a sua sexualidade, mantendo casos com diversos homens; e Lambert (Patrick Bruel), um viciado em sexo que tenta justamente pensar em outra coisa e conter os seus desejos. Mas quando Judith passa a trabalhar como assistente no consultório de Lambert, a situação não vai ficar muito fácil para nenhum dos dois.

Confira:

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Tonie Marshall dirige. O elenco conta com Sophie Marceau, Patrick Bruel André Wilms.

Crítica | Muitos Homens num Só

Com apenas um mês de filmagens, um tempo bem curto na média para um projeto de produção cinematográfica, Muitos Homens num Só é uma livre adaptação baseada no livro Memórias de um Rato de Hotel (1912), de João do Rio. Contando com uma direção que possui bons momentos, um roteiro que deixar a desejar principalmente quando resolve preencher as lacunas investigativas que a história pede por historinhas de amor novelescas e um elenco que desenvolve seus personagens de maneira consciente mas sem ser muito profunda, o filme vem fazendo uma carreira interessante no circuito nacional. Às vezes sendo suspense, às vezes sendo um drama romântico, Muitos Homens num Só comete um pecado capital: se perde em seu caminho que tinha tudo para ser vitorioso.

Na trama, conhecemos Arthur (Vladimir Brichta), uma alma inquieta, um homem com um olhar atento que faz provar a teoria de que a política da vida está no improviso de cada dia. No início do Século XX, Arthur se especialista em furtar pertences de moradores e turistas dos mais badalados lugares da cidade maravilhosa.  Certo dia, em um roubo em que se meteu para pagar uma dívida de um amigo, acaba se apaixonando por Eva (Alice Braga), uma desenhista que vai mudar de vez sua vida. Paralelo a isso, o investigador Félix Pacheco (Caio Blat) começa uma caça ao ladrão, utilizando alguns métodos inovadores para a época, como a impressão digital.

Arthur, tinha tudo para ser um dos personagens mais marcantes do cinema nacional neste ano. Não possui armas, somente a habilidade. Em uma sociedade machista de anos atrás se dedica ao exercício da vadiagem. Observa o que ninguém vê mas que está diante de nossos olhos. O motivo é simples, o mundo que o cerca é intrigante. Porém, o roteiro assinado pela dupla Leandro Assis e Nina Crintzs se perde no clichê de tentar preencher lacunas extras na historinha de amor que é projetada na história, deixando de lado a interessante investigação feita pelo ótimo personagem interpretado por Caio Blat, Félix Pacheco.

Talvez o ponto mais positivo do filme, a trilha sonora é assinada pelo ex-guitarrista da Legião Urbana, Dado Villa-Lobos (que já havia composto a trilha de Malu de Bicicleta e O Inventor de Sonhos) é simplesmente ótima. Villa-Lobos deveria fazer essa incursão ao universo cinema mais vezes. De resto, Muitos Homens num Só é mais um filme nacional com potencial gigantesco que acaba naufragando.

Crítica | Jogada de Mestre

Baseado no livro homônimo de Peter R. de Vries, Jogada de Mestre (Kidnapping Mr. Heineken) é baseado em fatos reais e conta com certos detalhes o seqüestro de um dos chefões da cervejaria Heineken, que aconteceu na década de 80, na Holanda. Para dirigir essa explosiva história, foi chamado o cineasta sueco Daniel Alfredson (A Rainha do Castelo de Ar e A Menina Que Brincava Com Fogo) e para interpretar o representante da família Heineken Anthony Hopkins. Por mais que seja um projeto corajoso e com pontos positivos, existe uma falha óbvia nas sustentações dos personagens, Sam Worthington (Avatar) compromete bastante a trama e tem uma atuação bem abaixo da média. Jim Sturgess não brilha como poderia e Hopkins fica meio esquecido, não podendo contribuir com sua força cênica.

Na trama, voltamos ao ano de 1983 na Holanda, onde o magnata holandês de cervejas Freddy Heineken (Anthony Hopkins) foi seqüestrado e ficou preso, junto de seu motorista, durante 3 semanas em um galpão.  Ambos só foram soltos depois do pagamento de 35 milhões de guilders holandeses (aproximadamente 21 milhões de dólares) aos criminosos, o valor mais alto da história pago por um sequestro. O bando de criminosos era comandando por Cor Van Hout (Jim Sturgess) um desiludido homem que a beira do desespero e com a esposa grávida resolve arquitetar este plano juntamente com outros quatro colegas.

O roteiro tem fundamental importância para a baixa harmonia que vemos entre história e personagens. Em seu primeiro arco, resolve modelar todo o pensamento e os porquês por trás do seqüestro, apresenta características familiares dos envolvidos e as possíveis conseqüências de seus atos. Quando acontece o roubo e no momento onde tínhamos que conhecer melhor o ponto de interseção das histórias, O Sr. Heineken,   o filme praticamente esquece de modelar quem é esse personagem e mostrar mais dos dias dele em cativeiro. O foco quase total nos seqüestrados resolveria a questão da interação com o público caso esses personagens conseguissem ser empáticos ou bem desenvolvidos pelos seus intérpretes, fatores que não acontecem. Todos no elenco tem atuações apenas regulares ou ruins.

Assim, Jogada de Mestre (Kidnapping Mr. Heineken), se caracteriza como mais um filme mais ou menos que tem pessoas famosas no elenco. Não deixará lembranças na memória cinéfila e ainda e somente cutucará a curiosidade sobre mais elementos dessa história, já que, Peter R. de Vries, revelou em uma entrevista que não foi à première do filme por ter desaprovado a versão final do filme, afirmando que o mesmo ficou muito diferente do que realmente aconteceu. Será que numa segunda versão, o resultado como filme seria melhor?

Crítica | A Dama Dourada

Podes ter de travar uma batalha mais de uma vez, para a vencer. Após o interessante Sete Dias com Marilyn, o cineasta britânico Simon Curtis volta à direção de uma longa-metragem, dessa vez para falar sobre uma história incrível de determinação e inteligência baseada em fatos reais. A Dama Dourada, passado na década de 80, na Califórnia, é um drama com cirúrgicas pitadas de humor, oriundo da interpretação digna de Oscar de uma das grandes atrizes britânica em atividade: Helen Mirren. No elenco ainda o excelso Daniel Brühl e a surpreendente atuação do ex-Lanterna Verde, Ryan Reynolds.

Na trama, conhecemos Maria Altmann (Helen Mirren), uma senhora inteligente e com muito bom humor, que por um longo tempo viveu os horrores da guerra. Sobrevivente do Holocausto e vivendo nos Estados Unidos a muito tempo, busca a ajuda de um jovem e inexperiente advogado, neto de um grande compositor austríaco, Randol Schoenberg (Ryan Reynolds) para recuperar a obra de arte, Retrato de Adele Bloch-Bauer I, do pintor austríaco Gustav Klimt, que ficou mais conhecido como The Lady in Gold . Essa obra de arte pertencente à sua família e foi roubada pelos nazistas durante a guerra. Assim, o sonho dessa senhora é recuperar o quadro que está exposta em um museu na Áustria, para isso vai processar o governo austríaco e lutar pelos seus direitos.

Existe muito carisma em cena. Helen Mirren e Ryan Reynolds, surpreendentemente encontram uma química maravilhosa. O surpreendente referido, não é pela ótima Mirren mas sim pelo quase sempre fraco em atuações Reynolds. A competência de Simon Curtis é de fundamental ajuda para ficarmos sem conseguir tirar os olhos da telona. O roteiro é muito dinâmico/inteligente e fecha todos seus arcos explicando com cuidado e muita sapiência. Os coadjuvantes são muito bem representados por Daniel Brühl já que Katie Holmes, que interpreta a esposa de Randol Schoenberg (Reynolds) praticamente nem aparece em cena, sendo anulada completamente da história.

As situações apresentadas dentro de ambientações na época para o decorrer dos fatos daquele tempo, transportam o espectador para dentro de uma história repleta de drama sobre uma família, que assim como milhares, sofreram os horrores da guerra, tendo seus bens roubados e principalmente suas vidas alteradas para sempre. Nesta bela fita, que estreia aqui no Brasil em agosto, há muita delicadeza e atuações acima da média para tratar de um tema tão pesado como as ações dos nazistas na mais famosa das guerras mundiais.