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Cake – Uma Razão para Viver

(Cake)

 

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(2014) on IMDb

Elenco:

Jennifer Aniston, Lucy Punch, Felicity Huffman, Misty Upham, Adriana Barraza, Anna Kendrick, Sam Worthington, Mamie Gummer, William H. Macy, Chris Messina.

Direção: Daniel Barnz

Gênero: Drama

Duração: 102 min.

Distribuidora: California Filmes

Orçamento: US$ 7 milhões

Estreia: 30 de Abril de 2015

Sinopse:

Claire Simmons (Jennifer Aniston) é uma mulher traumatizada e depressiva, que busca ajuda em um grupo para pessoas com dores crônicas. Lá, ela descobre o suicídio de um dos membros do grupo, Nina (Anna Kendrick). Claire fica obcecada pela história desta mulher, e começa a investigar a sua vida. Aos poucos, começa a desenvolver uma relação inesperada com o ex-marido de Nina, Roy (Sam Worthington).

Curiosidades:

» Dirigido por Daniel Barnz (‘A Fera’),

Trailer:

Cartazes:

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Fotos:

 

 

Crítica | Maggie – A Transformação

Dirigido pelo estreante em longas-metragens Henry Hobson e um dos filmes sensações do último Festival de Tribeca, Maggie – A Transformação é um drama disfarçado de suspense que tenta se sustentar como pode na boa atuação (quem diria) de Arnold Schwarzenegger. O roteiro é arriscado, provoca indagações e sugere conseqüências eminentes para as ações dos personagens. De alguma forma, a história prende em alguns momentos mas a falta de um clímax, além de uma convincente atuação da protagonista, atrapalha a interação com o público.

Na trama, acompanhamos a saga do fazendeiro Wade (Arnold Schwarzenegger), um homem já na casa dos cinqüenta anos que percorre uma cidade, infestada de infecções causadas por um vírus, atrás de sua filha Maggie (Abigail Breslin). Após duas semanas ele a encontra, infectada, em um hospital. A política do governo em relação ao tratamento para o vírus é colocar em quarentena todos os seres humanos que fossem infectados. Com a ajuda de um médico amigo da família, Wade consegue levar Maggie para casa mas ele sabe que assim que o vírus tomar conta por completo de Maggie ele terá que tomar uma decisão sobre o que fazer com o destino dela.

Sabe aquela história que tinha tudo para dar certo mas de certa forma não agrada por completo? Isso acontece com este projeto, que teve boa aceitação no prestigiado festival de Tribeca, que ocorreu em abril deste ano. Orçado em cerca de 10 Milhões de dólares, o filme possui uma protagonista sem carisma que não desperta o interesse do público. Recheado de cores frias, mostrando uma atmosfera caótica que vive aquela região, a história é focada em Wade e a decisão que precisará tomar em relação a sua filha.

A atuação de Schwarzenegger surpreende, mostrando com eficácia as dores de um pai de família em crise com qualquer decisão que tomar em relação a sua filha mais velha. Em relação a essa personagem, Maggie, o papel era pra ter sido de Chloe Grace Moretz mas na última hora acabou parando nas mãos da ex- Pequena Miss Sunshine, que infelizmente não consegue desenvolvê-lo da maneira esperada. Não conseguimos nos conectar com as dores de Maggie em nenhum momento.

Com estreia prevista aqui no Brasil para Agosto, Maggie – A Transformação tentará cobrir uma lacuna quase sempre vaga nos nossos cinemas, a de filmes de suspense. Mas provavelmente terão outras estreias melhores do gênero neste ano.

 

Feliz Dia do Cinema Brasileiro

O cinema do Brasil existe como exibição e entretenimento desde julho de 1896, e como realização e expressão desde 1897. A primeira exibição de cinema no Brasil aconteceu em 8 de julho de 1896, no Rio de Janeiro, por iniciativa do exibidor itinerante belga Henri Paillie.

Embora nunca tenha chegado a se estruturar plenamente como indústria, o cinema brasileiro, em seus mais de 110 anos de História, teve momentos de grande repercussão internacional, como na época do Cinema Novo (1963 a 1970).

Não consigo entender como o país de maior referência de produção e consumo de novelas no mundo tenha tamanha resistência para com o cinema nacional. Para aqueles que já pensaram em criticar, espere: estou levantando aqui linguagem dentro de narrativa audiovisual, roteiro, criação de personagens e desenvolvimentos de histórias que nos fazem acompanhar algo – seja por uma hora e meia, seja por oito meses.

Desde os anos 1970, 19 de junho é considerado o Dia do Cinema Brasileiro.

 

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Separamos 10 entre os muitos fatos relevantes sobre o cinema Brasileiro:

Pensando nisso e, aproveitando a oportunidade aqui, decidi levantar dez motivos para disseminar e esclarecer, na medida do possível, esse preconceito em relação ao nosso cinema. Porque preconceito nada mais é do que falta de informação.

1.

O item mais comum é o péssimo hábito de classificar filmes feitos por aqui como simplesmente nacionais. Nacional não é gênero! Por acaso, quando alguém te pergunta que tipo de filme é Atividade Paranormal, você responde: americano? Não, você diz terror!Então porque quando o filme é feito no Brasil existe esse terrível costume de usar a nacionalidade para defini-lo?Amarelo Manga é um drama, Se eu Fosse Você, comédia, e por aí vai.

2.

Muita gente ainda diz não gostar de produções nacionais porque são ‘mal feitas’ ou ‘baixaria’. Isso era aplicável no início do século passado quando o cinema brasileiro nasceu e só havia orçamento pra se fazer chanchadas, que nada mais são do que comédias, com certo apelo erótico, de baixo custo (não confunda com pornochanchada). Dercy Gonçalves esteve em boa parte deles, inclusive.

3.

O Cinema Novo foi um movimento nacional que mudou a cena cinematográfica em todo o mundo. Diretores brasileiros foram premiados no pomposo festival de Cannes, como Nelson Pereira dos Santos, com Vidas Secas; e Glauber Rocha com Terra em Transe e O Dragão da Maldade contra o Santo Guerreiro, por exemplo.

4.

O Brasil só ganhou o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro uma vez, em 1960, pelo filme Orfeu Negro, de Marcel Camus; em 1962 o país recebeu sua segunda indicação, por O Pagador de Promessas, de Anselmo Duarte; as outras indicações vieram com O Quatrilho, em 1995; O Que é Isso Companheiro?, 1997; e Central do Brasil, em 1998.

5.

Depois de ganhar notoriedade internacional por meio de festivais estrangeiros, os filmes feitos aqui passaram a influenciar o trabalho de diretores que você com certeza já ouviu falar.

Sabe Os Infiltrados? E A Ilha do MedoCabo do MedoTouro Indomável?

Então, são do aclamado Scorsese. Esse diretor é fã assumido de Glauber Rocha e já disse em várias entrevistas que o trabalho do cineasta brasileiro o influencia até hoje.

6.

Sabe por que o hábito de ir aos cinemas de rua meio que morreu por aqui? A famigerada pornochanchada surgiu em 1970 e desde então dominou os circuitos de exibição do país, que eram primordialmente de rua. Quando Collor abriu as pernas do país para empresas estrangeiras, grandes redes como Cinemark e UCI se instalaram nos shoppings do país e dominaram a mente dos expectadores, cujos pais traziam consigo a cultura de que filme que passa em cinema de rua é pornô. Uma pena pelo Cine Marabá, Espaço Unibanco e o extinto Cine Belas Artes, aqui de Sâo Paulo, entre centenas de outros espalhados pelo Brasil.

7.

Os primeiros filmes brasileiros foram rodados entre 1897-1898. Uma “Vista da baia da Guanabara” teria sido filmado pelo cinegrafista italiano Afonso Segreto, em 19 de junho de 1898, ao chegar da Europa a bordo do navio Brèsil. No entanto, este filme, se realmente existiu, nunca chegou a ser exibido e sua existência só é provada por uma nota num jornal carioca da época.

8.

Quando Glauber Rocha lançou o filme Deus e o Diabo na Terra do Sol, em 1964, alguns críticos tiveram o dom de dizer que o cara não sabia filmar por deixar a luz estourar em quase todas as cenas e, em outras, permitir que a escuridão dominasse. Alguém aqui já esteve sob um Sol escaldante, naqueles dias em que não há nuvens no céu e seus óculos escuros ficaram em casa? Então, a idéia era recriar essa experiência. Tal como a escuridão absoluta em cenas noturnas (ou você acha que no sertão tem poste de luz?). Vale lembrar que esse estilo de luz foi aclamado pela crítica estrangeira por ser peculiar à cena cinematográfica brasileira e passou a ser usada por muitos diretores daqui e de fora depois disso.

9.

Alguns artistas brasileiros têm ganhado reconhecimento internacional, provando a qualidade de nossas atuações.

É o caso de Sônia Braga, que está no cinema norte-americano desde 1988 até hoje; Rodrigo Santoro, que começou com uma ponta muda em Panteras e depois interpretou o Rei Xerxes, em 300 de Esparta. Atualmente, filma a sequência ‘300 – A Ascensão do Império‘; Alice Braga, que teve papel de destaque em Ensaio Sobre a Cegueira, Predadores 3 e Eu Sou a Lenda. Em breve, chega aos cinemas em Elysium, próximo filme de Neill Blomkamp, diretor de Distrito 9, com estreia programada para o fim de 2013.  Wagner Moura também está em Elysium, em papel de destaque.

10.

A maior bilheteria de filme nacional até o momento foi de Tropa de Elite 2, que só perdeu o primeiro lugar nas bilheterias brasileiras em 2010 pro megalomaníaco Avatar. O filme brasileiro teve o maior público entre os filmes nacionais da história, com 11.002.441 pagantes e arrecadou R$ 102.188,333. Ele, inclusive, representou o Brasil no Oscar de 2012.

Por: Juliana Cruz

Crítica em vídeo | ‘Divertida Mente’, ‘Enquanto Somos Jovens’ e ‘Jessabelle’

Acaba de sair do forno a nova edição do Cine Agenda, vídeo apresentado pelo editor Renato Marafon com as críticas aos principais lançamentos desse final de semana: ‘Divertida Mente‘, ‘Enquanto Somos Jovens‘ e ‘Jessabelle‘.

Assista:

Crítica em VídeoDivertida Mente, Enquanto Somos Jovens e Jessabelle

Posted by CinePOP on Sexta, 19 de junho de 2015

Divertida Mente: Crescer pode ser uma jornada turbulenta, e com Riley não é diferente. Ela é retirada de sua vida no meio-oeste americano quando seu pai arruma um novo emprego em São Francisco. Como todos nós, Riley é guiada pelas emoções – Alegria (Amy Poehler), Medo (Bill Hader), Raiva (Lewis Black), Nojinho (Mindy Kaling) e Tristeza (Phyllis Smith). As emoções vivem no centro de controle dentro da mente de Riley, onde a ajudam com conselhos em sua vida cotidiana. Conforme Riley e suas emoções se esforçam para se adaptar à nova vida em São Francisco, começa uma agitação no centro de controle. Embora Alegria, a principal e mais importante emoção de Riley, tente se manter positiva, as emoções entram em conflito sobre qual a melhor maneira de viver em uma nova cidade, casa e escola.

Enquanto Somos Jovens‘: Cornelia e Josh Srebnick são casados. Ele sente que estão envelhecendo e está cansados da maneira conservadora como vivem. Jamie e Darby são alunos de Josh. O jovem casal de artistas o procura depois de uma aula. O professor se encanta pela maneira como eles vivem e sonha em voltar à juventude.

Jessabelle – O Passado Nunca Morre‘ acompanha a jovem Jessie (Sarah Snook), que descobre as circunstâncias misteriosas de seu nascimento após sofrer um acidente de carro que a obriga a voltar a morar com o pai. Enquanto tenta se recuperar das sequelas do acidente, um espírito furioso passa a atormentá-la.

Cada Um na Sua Casa

Cada Um na Sua Casa

(Home)

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(2015) on IMDb

Elenco:

Vozes no original de:  Steve Martin, Rihanna, Jim Parsons, Jennifer Lopez e Matt Jones.

Direção: Tim Johnson

Gênero: Animação

Duração: 94 min.

Distribuidora: Fox Film.

Orçamento: US$ 120 milhões

Estreia: 9 de Abril de 2015

Sinopse:

Em ‘Cada Um Na Sua Casa‘, quando a Terra é invadida pelos confiantes Boov – uma raça alienígena em busca de um novo lar – todos os humanos são prontamente deslocados, enquanto os Boov se ocupam de organizar o planeta. Porém uma esperta garota chamada Tip (voz de Rihanna) consegue evitar ser capturada e acidentalmente transforma-se em cúmplice de um Boov exilado chamado Oh (voz de Jim Parsons). Os dois fugitivos percebem que há muito mais em risco que um simples dano às relações intergaláticas e embarcam na aventura de suas vidas.

Curiosidades:

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Crítica em Vídeo:

Trailer:

Cartazes:

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Fotos:

 

EXCLUSIVO: Assista ao trailer assustador de ‘A Entidade 2’!

O CinePOP divulga, com EXCLUSIVIDADE, o trailer legendado de ‘A Entidade 2‘ (Sinister 2), a continuação do terror ‘A Entidade‘.

O vídeo é bastante tenso e traz cenas fortes, com direito a vários sustos. A história lembra o clássico ‘Colheita Maldita‘ (Children of the Corn), filme de terror de 1984 baseado no conto de Stephen King.

Após os chocantes acontecimentos em ‘A Entidade‘, uma mãe protetora (Shannyn Sossamon, de ‘Wayward Pines’ e ‘Beijos e Tiros’) e seus filhos gêmeos de 9 anos (Robert e Dartanian Sloan) se mudam para uma casa no campo marcada pela morte. James Ransone, que viveu O Delegado no primeiro filme, reprisa seu papel.

[Atualizado] Veja também um clipe “comemorativo” do Dia dos Pais!

Assista:

A Paris Filmes lançará ‘A Entidade 2′ (Sinister 2) nos cinemas nacionais dia 03 de Setembro de 2015.

O diretor Scott Derrickson não volta ao cargo, sendo substituído por Ciaran Foy (‘Citadel’). O roteirista C. Robert Cargill e o produtor Jason Blum retornam.

O original dirigido por Scott Derrickson, de ‘O Exorcismo de Emily Rose‘, custou apenas US$ 3 milhões e arrecadou US$ 80 milhões mundialmente. No primeiro filme, Ethan Hawke interpreta um escritor de livros de crime, que luta para conseguir escrever sua próxima história. Ele resolve se mudar com sua família para uma casa onde ocorreu o assassinato de uma família inteira. Lá, descobre uma caixa com vídeos, que mostram assassinatos de outras famílias, revelando a existência de algo sobrenatural e perigoso naquele lugar.

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Crítica 2 | Jessabelle – O Passado Nunca Morre

TUDO JUNTO E MISTURADO

 

Jessabelle – O Passado Nunca Morre (Jessabelle) não chega a ser um filme totalmente isento de suspense. A tensão criada pelo diretor Kevin Greutert, apesar de elementar, consegue estabelecer o mínimo de tensão necessário para que um filme receba a classificação de terror/suspense. O problema é que o filme já vem com deficiências do roteiro.

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O roteiro parece caçar os lugares comuns. Temos a casa abandonada – apesar do pai da protagonista ainda morar lá! –, o objeto que parece atrair os espíritos, os barulhos estranhos, um passado misterioso, tudo isso acontecendo em uma cidadezinha bem cabulosa do interior pantanoso dos Estados Unidos. Fora que, em vários momentos, vamos nos lembrar de filmes como O Chamado (The Ring) e A Chave Mestra (The Skeleton Key). Até mesmo a escolha eficiente de colocar a protagonista Jessie (Sarah Snook) temporariamente numa cadeira de rodas remete ao clássico Janela Indiscreta (Rear Window). O que poderia soar como homenagem, a baixa qualidade cuida de tornar cópia.

O roteirista Robert Ben Garant cai numa velha armadilha do gênero: misturar várias referências e criar várias situações desconexas (algumas são, do nada, abandonadas pelo filme), numa tentativa de deixar o espectador em dúvida sobre o que realmente está acontecendo. Mas, meu amigo, você só faz isso se tem um final que consiga ser coerente. E o desfecho só não é mais confuso por causa dos clichês.

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Não é por causa do roteiro tão sofrível, que o diretor Greutert não tem culpa pelos erros do filme. Sim, ele consegue estabelecer algumas boas cenas de suspense, como a que Jessie está na cadeira de rodas perto da escada, ou nas cenas das primeiras noites passadas na casa do pai. Ele também faz um trabalho de som curioso quando, após o susto, ao invés de reduzir o som dos grunhidos, estes são potencializados. Porém, ele peca por reforçar o clichê seja na escolha da locação, seja assinando em baixo de uma direção de arte preguiçosa.

Crítica | Divertida Mente

Desde 2006, com o lançamento de ‘Carros (Cars) nos cinemas, a Pixar Animation Studios apresentava ao público um animado por ano nos cinemas. Todos temos que concordar, que ano passado (2014), sentimos um vazio com o estúdio não lançando nada nas telonas. Quase dois anos depois do lançamento de ‘Universidade Monstros (Monsters University), que estreou em junho de 2013, a Pixar estreia esse fim de semana seu novo longa e prova que a espera valeu a pena e que ela continua trazendo as melhores e mais criativas histórias.

Acompanhamos toda a produção e seus problemas durante os últimos meses e ficava difícil imaginar um grande filme quando saiu a primeira sinopse de ‘Divertida Mente‘ (Inside Out), que falava apenas que o filme contaria a história das emoções que vivem dentro da cabeça de uma garotinha que acabou de ter sua vida totalmente bagunçada quando seus pais e ela tem que mudar de cidade.

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Pela segunda vez  tive que morder minha língua (a primeira vez foi com Toy Story 3 que virou meu filme Pixar favorito) e confessar que o animado é uma delicia, um dos melhores já lançados pelo estúdio e que vale todos os elogios que estão sendo feitos por todos os críticos que já viram a animação e também pelo público que teve a chance de já conferir esse animado que precisa ser visto.

Vamos começar por partes. Antes do filme começar, como de costume, somos apresentados ao novo curta-metragem de animação Lava (Lava), que conta a história de um vulcão chamado Uku, que passa sua vida cantando uma canção havaiana de amor. Na trama deste curta musical, Uku buscará seu amor entre as águas do oceano que cercam as ilhas havaianas, mas será que essa história terá um final de feliz? Longe dos deliciosos curtas da Pixar como O Guarda-Chuva Azul, Presto, La Luna, Pular, A Banda de Um Homem Só e O Jogo de Geri, Lava acaba se tornando apenas mais um bom curta, que fica apagado comparado ao filme que começa logo em seguida.

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Depois de sucessos nos cinemas como Monstros S.A. e UP – Altas Aventuras, Pete Docter acerta mais uma vez e nos apresenta uma história original que além de entreter, divertir e emocionar, consegue nos trazer várias reflexões sobre nossa vida e também trazer boas lembranças do passado, com um sentimento gostoso nostálgico que só a Pixar consegue fazer. Além de personagens, que vão fazer vocês se apaixonarem por ele e querem todos em casa.

Na trama, vamos conhecer uma jovem garotinha chamada Riley, que passa por diversas emoções ao deixar toda a sua vida para trás e partir do Centro-Oeste dos EUA, para San Francisco, quando seu pai começa um novo emprego. Um problema que muitos devem ter vivido ou você que nunca deixou sua casa na infância, já teve que passar por mudanças drásticas que acabaram bagunçando seus sentimentos.

Dentro da cabeça da garotinha, temos cinco personagens que vocês vão se apaixonar, a Alegria (Amy Poehler, na voz original), o Medo (Bill Hader, na voz original), a Raiva (Lewis Black, na voz original), o Nojinho (Mindy Kaling, na voz original) e a Tristeza (Phyllis Smith, na voz original). Eles vão ajudar a garotinha a lidar com as mudanças, problemas do dia-a-dia e um grande problema que todos passamos cedo ou tarde, o medo de estar crescendo.

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Embora a Alegria, a emoção principal e mais importante de Riley, tenta manter as coisas positivas, o conflito de emoções dentro da garotinha vai mostra a melhor forma de navegar numa nova cidade, casa e na escola. O filme vai te fazer chorar de rir, pensar na sua vida também e claro, emocionar do jeito que a Pixar sabe fazer. Então, já prepara o lenço, pois você vai precisar.

No Brasil, a Disney escalou um time de comediantes para dublar as emoções de Riley, sendo que Otaviano Costa (voz do Medo), Léo Jaime (voz da Raiva) e Miá Mello (voz da Alegria) acabam se saindo muito bem no trabalho de dublagem e Dani Calabresa (voz do Nojinho) e Katiuscia Canoro (voz da Tristeza) acabam fazendo um trabalho abaixo, já que a dublagem das propagandas e comerciais com os profissionais de dublagem eram muito melhores. Vale lembrar, que o trabalho de Calabresa e Canoro não estragam o animado, como aconteceu em Enrolados (Tangled), como todos devem lembrar, mas claro, o animado podia ficar melhor com outras escolhas para dar voz aos personagens.

Podem falar mal, mas mesmo com apenas uma fala, o cantor e ator Sidney Magal arrasou como a voz do piloto carioca, que quase namorou com a mãe de Riley. Essa é a terceira vez que o cantor dubla, já tendo dublado animações como Happy Feet: O Pinguim (1 e 2) e o vilão de Meu Malvado Favorito 2, onde em ambos Magal provou que além de bom cantor, ele também sabe dublar.

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Bem colorido (o que vai agradar as crianças), com um ótimo 3D e com uma história encantadora (que promete entreter aos adultos e as crianças igualmente), Divertida Mente (Inside Out) é um dos melhores animados do estúdio e principalmente é o melhor animado lançado este ano até agora. Com certeza, o filme parte na dianteira na corrida das premiações e já falo, seria um forte candidato até mesmo para concorrer a uma indicação ao Oscar de melhor filme, pois o animado merece todos os elogios que vem ganhando, pena que ainda role um preconceito enorme com as animações nestas premiações.

Queria destacar um personagem que pouco foi falado durante a campanha de divulgação do animado, mas o amigo imaginário de Riley, um elefante rosa que tem o corpo feito com algodão doce e vive numa parte da cabeça da garotinha onde são criadas todas as suas imaginações. Além disso, você vai conhecer como são feito os nossos sonhos e por que aquela música chiclete volta a sua mente sempre que você achou já ter esquecido dela.

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Você não vai se arrepender de ficar 1h30 nos cinemas vendo o novo longa da Pixar e garanto, você, seus filhos, sua família e/ou seus amigos vão voltar a ser criança no cinema, vão querer ver novamente o animado mais de uma vez e vão ter que se segurar para não comprar todos os brinquedos que trazem as emoções estampadas nas lojas. Eu mesmo, confesso, que já estou louco para rever o animado e já fui em uma loja de brinquedos essa semana e fiquei me segurando para não comprar os cinco personagens para ter aqui em casa.

Fica a dica, fique vendo Divertida Mente (Inside Out) durante os créditos finais, pois você confere uma divertida cena que vai fazer muita gente dar ótimas risadas e sair da sala de cinema com aquele sorriso gostoso na cara. O animado que você precisa ver e até rever nos cinemas nessas férias.

Um Amor de Vizinha

(And So It Goes)

 

Elenco:

Michael Douglas, Diane Keaton, Sterling Jerins, Austin Lysy, Michael Terra, Sawyer Tanner Simpkins, Maxwell Simkins.

Direção: Rob Reiner

Gênero:  Comédia

Duração: 94 min.

Distribuidora: Playarte Pictures

Orçamento: US$ 30 milhões

Estreia: 9 de Outubro de 2014

Sinopse:

Michael Douglas vive Oren, um corretor de imóveis egocêntrico que vê sua vida virar de cabeça para baixo quando o filho que ele mal conhece surge em sua casa com uma neta. Para lidar com a situação, ele pede ajuda para sua determinada vizinha, Leah (Keaton). Com a reconexão com o filho e o aparecimento de uma neta, ele inesperadamente descobre novamente o que é amar.

Curiosidades:

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Trailer:

Cartazes:

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Fotos:

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Crítica | Jessabelle – O Passado Nunca Morre

Jessabelle tem a mesma sensação de uma refeição não tão gostosa; Aquele tipo de comida mais ou menos que você engole pra não ficar com fome. Enche o seu estômago, claro, mas não te deixa 100% satisfeito depois de comê-la. Trata-se de um filme que cumpre sua função de um terror médio, quem procura emoção não sairá completamente desapontado da sala. É recheado de crenças, sustos baratos, tensão e até frase de efeito no final (que original!), pode-se dizer que é enquadrado na categoria do passatempo meia boca, que embora arranque suspiros, é recheado dos velhos clichés de personagem e das mesmas abordagens de sempre.

A situação de Jessie (Sarah Snook) é, de fato, assustadora. Ela tem que ficar em uma casa “mal assombrada” após ter sofrido um acidente que a deixou com as pernas imobilizadas. Acaba descobrindo algumas fitas que contém mensagens que a mãe havia deixado antes de morrer. A grande premissa do filme é baseada na ligação da mãe com o sobrenatural, de início representado pelo tarô e depois pelo Vudu. E isso é bastante incomôdo, não só pela demonização de uma religião já tão estigmatizada, mas pelo tratamento a essa questão “sobrenatural”. Aqui entram os velhos símbolos; a mobília velha, a fita VHS, a casa tradicional do sul, o caixão, as caveiras… E vamos combinar, já deu.

Jessabelle

A protagonista parece estar em uma espécie de limbo, estacionada em uma fase da sua vida que precisa ultrapassar. Logo de início, Jessie perde o namorado/marido em um acidente de carro, que soa absolutamente aleatório, e é obrigada a encarar esta perda. O enfrentamento deste problema, que envolve as fitas VHS, parece inevitável, mesmo quando é quase certo que Jessie conseguirá escapar da casa. O desenvolvimento desse tema não consegue ser conciliado com o terror, sendo substituído por este, além de ser sabotado pela minúscula apresentação dos personagens e pela incapacidade de Sarah Snook de imprimir tristeza ou abatimento em sua performance. Logo no momento seguinte a morte do companheiro, em um evento extremamente traumático, a atriz reage sem um traço de abatimento na expressão facial, como se nada houvesse acontecido.

A parte terror é o que sustenta, a já pouco sólida, estrutura do filme. O clima criado é, embora extremamente repetitivo e pouco criativo, pesado e aterrorizante, sugerindo um passado sombrio e um tom fantasmagórico. As cenas são conduzidas de forma inteligente, fazendo mais com que sintamos medo e tensão pela expectativa do que irá acontecer do que com sustos abruptos. O cineasta é habilidoso em utilizar os espaços em que a cena ocorre, para aumentar o terror. Em um momento a “entidade” aparece dentro da banheira em que Jessie toma banho. O silêncio é total, a cena é segurada ao máximo para que se tenha mais tensão e, além disso, nunca conseguimos ver a entidade por completo, apenas seu braço ou cabelo, com enquadramentos bastante fechados.

Tentando adicionar profundidade da maneira mais fácil possível, que é, inserindo diálogos reflexivos sem nunca apresentar uma reflexão, de fato, o filme acaba sendo um terror legalzinho, que tem uma única função. Caso não tenha nada de melhor para fazer, por que não?

Katie Holmes no trailer da série ‘Ray Donovan’

Katie Holmes finalmente retorna à TV norte-americana e aparece no trailer da terceira temporada de ‘Ray Donovan’.

A série acompanha a vida do personagem titular (feito por Liev Schreiber), um homem que mantém uma agência com a função de dar um jeito nos problemas causados pelos ricos e famosos em Los Angeles. Enquanto lida com as neuroses das celebridades ele também precisa cuidar de sua família de origem irlandesa e cheia de problemas.

Holmes vive Paige, sagaz e elegante empresária que recorre aos serviços de Ray. Ela também é filha de um produtor bilionário chamado Andrew (Ian McShane).

Assista:

A atriz, que começou a carreira em ‘Dawson’s Creek’, não tem um papel fixo na TV desde 2011, quando estrelou a minissérie ‘The Kennedys’.

O terceiro ano de ‘Ray Donovan’ estreia dia 12 de Julho na TV norte-americana.

O Sétimo Filho

(The Seventh Son)
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(2015) on IMDb
Elenco:

Julianne Moore, Olivia Williams, Jeff Bridges, Kit Harington, Ben Barnes, Antje Traue, Alicia Vikander, Lilah Fitzgerald.

Direção: Sergey Bodrov

Gênero: Aventura/Fantasia

Duração: 102 min.

Distribuidora: Universal Pictures

Orçamento: US$ 100 milhões

Estreia: 12 de Março de 2015

Sinopse:

Em um passado distante, um mal está prestes a ser desencadeado e reacenderá mais uma vez a guerra entre as forças humanas e sobrenaturais. Mestre Gregory (Jeff Bridges) é um cavaleiro que aprisionou há séculos a Mãe Malkin (Julianne Moore), uma poderosa e malévola bruxa. Mas ela escapou e agora quer se vingar. Invocando seus seguidores de cada encarnação, Mãe Malkin se prepara para soltar sua terrível ira sobre um mundo desprevenido. Apenas uma coisa está em seu caminho. Mestre Gregory. Em um encontro mortal, Gregory fica cara a cara com o mal que ele sempre temeu voltar. Ele só tem até a próxima lua cheia para fazer o que, geralmente, leva anos: treinar seu novo aprendiz, Tom Ward (Ben Barnes), para lutar contra uma magia negra diferente de todas as outras. A única esperança do homem está no sétimo filho de um sétimo filho.

Curiosidades:

» Adaptação do livro O Aprendiz, o primeiro da série de livros As Aventuras do Caça-Feitiço, escrito por Joseph Delaney.

Crítica em Vídeo:

Trailer:

Cartazes:

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Fotos:

 

 

Cymbeline

O drama shakespeareano Cymbeline, estrelado por Ed Harris, Ethan Hawke e Milla Jovovich, chegará ao Brasil direto em Home Video. A Paris Filmes lança o filme em Blu-ray e DVD em Novembro.

O filme é descrito como uma mistura das séries Sons of AnarchyeGame of Thrones.

Dakota Johnson (‘Cinquenta Tons de Cinza’), Anton Yelchin (‘Star Trek’), John Leguizamo (‘O Conselheiro do Crime’) e Penn Bagdley (da série ‘Gossip Girl’) também estrelam.

A direção é de Michael Almereyda, que já adaptou um texto de William Shakespeare com ‘Hamlet’, também estrelado por Hawke.

Originalmente descrita como uma tragédia, a peça Cymbeline é hoje em dia considerada um romance. A trama gira em torno do amor impossível de Imogen (Johnson) e Posthumus (Bagdley), e também da influência conivente da Rainha (Jovovich) sobre seu marido, o Rei Cimbelyne (Harris).

Assim como ‘Romeu + Julieta’, o longa mantém o texto de Shakespeare, mas ambienta a trama nos dias atuais. A nova adaptação também se inspira na série ‘Sons of Anachy’ para narrar uma batalha épica entre policiais corruptos e uma gangue de motoqueiros traficantes.

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3 Corações

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(2014) on IMDb

Elenco:
Benoît Poelvoorde – Marc Beaulieu
Charlotte Gainsbourg – Sylvie Berger
Chiara Mastroianni – Sophie Berger
Catherine Deneuve – Madame Berger
André Marcon – Castang, le maire

Direção: Benoît Jacquot

Gênero: Drama

Duração: 106 min.

Distribuidora: Mares Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 30 de Abril de 2015

Sinopse:

Após perder seu trem noturno de volta para Paris, Marc conhece Sylvie em uma pequena cidade francesa. O encontro revela aos dois uma surpreendente afinidade e, juntos, eles andam pelas ruas até o amanhecer conversando sobre tudo, menos sobre si mesmos.
Curiosidades:

» Destaque em Veneza 2014 e no Festival do Rio 2014.
Trailer:


Cartazes:

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Amor à Primeira Briga

(Les Combattants)

 Les combattants (2014) on IMDb
Elenco:

Adèle Haenel, Kevin Azaïs, Antoine Lauren.

Direção: Thomas Cailley

Gênero: Comédia Dramática

Duração: 98 min.

Distribuidora: Imovision

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 2 de Abril de 2015

Sinopse:

Entre amigos e trabalho, o verão de Arnaud parece destinado a ser calmo. Até que ele conhece Madeleine, tão bonita quanto rude. Ele não espera nada, ela se prepara para o pior. Ela não lhe pediu nada, quão longe ele pode ir com ela? É uma história de amor. Ou uma história de sobrevivência. Ou os dois.

Curiosidades:

» ‘Amor à Primeira Briga‘ foi o primeiro filme que levou os 3 prêmios da Quinzena dos Realizadores no Festival de Cannes. (Prix Label Europa Cinema, Art Cinema Award e Prix SACD).

» Vencedor do César Awards 2015 nas Categorias Melhor Atriz para Adèle Haenel, Ator Revelação para Kevin Azaïs e Melhor Primeiro Filme para o diretor Thomas Cailley

Trailer:

Cartazes:

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Fotos:

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Hacker

(Blackhat)

 

Elenco:

Chris Hemsworth, Viola Davis, William Mapother, Holt McCallany, John Ortiz, Jason Butler Harner, Ritchie Coster.

Direção:  Michael Mann

Gênero:  Ação

Duração:  133 min.

Distribuidora: Universal Pictures

Orçamento: US$ 70 milhões

Estreia: Direto em Home Video – 8 de Julho de 2015

Sinopse:

Passado no mundo do cibercrime, ‘Hacker‘ conta a história de um ex-presidiário (Chris Hemsworth) e seus parceiros, envolvidos em uma caçada a uma rede de cibercriminosos por Chicado, Los Angeles, Hong Kong e Jacarta.

Curiosidades:

» Suspense cibernético do diretor Michael Mann (‘Inimigos Públicos’, ‘Colateral’) estrelado por Chris Hemsworth.

» Além do astro, o elenco tem Viola Davis (‘Histórias Extraordinárias’), Ritchie Coster (‘Batman – O Cavaleiro das Trevas’), Manny Montana (da série ‘Graceland’) e Wei Tang (‘Desejo e Perigo’).

 

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Cartazes:

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Fotos:

 

 

 

 

Saint Laurent

(Saint Laurent)

 

Elenco: Gaspard Ulliel, Jérémie Renier, Léa Seydoux, Louis Garrel

Direção: Bertrand Bonello

Gênero: Drama, Biografia

Duração: 135 min

Distribuidora: Imovision

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 13 de Novembro de 2014

Sinopse: 

Entre os anos 1967 e 1976, o estilista Yves Saint-Laurent reinou sozinho no mundo da alta costura francesa. Esta biografia mostra o seu processo criativo, as fotografias e entrevistas polêmicas, a relação com o marido e empresário Pierre Berger, os casos amorosos extra-conjugais e a relação com o álcool e as drogas, que quase destruíram o império da marca YSL.

Curiosidades: 

» Rodado na França.

» Segunda cinebiografia do estilista depois de ‘Yves Saint Laurent‘, que foi a indicação da França para disputar o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro em 2015.

 

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Trocando os Pés

(The Cobbler)

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(2014) on IMDb
Elenco:

Adam Sandler, Dustin Hoffman, Dan Stevens, Steve Buscemi

Direção: Thomas McCarthy

Gênero: Comédia Dramática

Duração: 99 min.

Distribuidora: Imagem Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 28 de Maio de 2015

Sinopse:

Em Trocando os Pés, um sapateiro solitário vive nos tempos modernos em Nova York. Ele sente que sua vida não está indo para lugar nenhum, mas, ao descobrir uma herança familiar, ele ganha a capacidade de literalmente “andar os passos de outro homem” e ver o mundo de forma diferente.

Curiosidades:

» Para o personagem, Adam Sandler se inspirou no sapateiro que tinha uma loja embaixo da casa dele e por onde passava diariamente.

» O diretor Thomas McCarthy também assinou o roteiro ao lado do estreante Paul Sado.

Crítica em Vídeo:

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Cartazes:

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Fotos:

 

Lugares Escuros

(Dark Places)

 

 Dark Places (2015) on IMDb

 

Elenco: Chloë Grace Moretz, Christina Hendricks, Charlize Theron, Nicholas Hoult, Drea de Matteo, Corey Stoll, Tye Sheridan, Dora Madison Burge, Andrea Roth.

Direção: Gilles Paquet-Brenner

Gênero: Drama, Suspense

Duração: 113 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: R$ 7 milhões

Estreia: 18 de Junho de 2015

Sinopse: 

Quando Libby Day (Theron) tinha 7 anos de idade, sua mãe e irmãs foram assassinadas e seu irmão, Ben, foi condenado pelo crime. Agora, com 30 anos e precisando de dinheiro, Libby aceita investigar esses assassinatos por influência de um clube de fãs de crimes reais que não acreditam que Ben tenha matado sua própria família. Quando Libby retorna a sua cidade natal, Kansas, para confrontar seu passado, ela começa a se questionar sobre o que sabe sobre si própria, seu irmão, e sobre o dia que tudo mudou.

Curiosidades: 

» ‘Lugares Escuros‘ (Dark Places) é adaptação cinematográfica do livro de Gillian Flynn, autora de ‘Garota Exemplar‘.

» Charlize Theron e Chloë Grace Moretz estrelam o suspense. Nicholas Hoult (‘Meu Namorado é um Zumbi’), Christina Hendricks (da série ‘Mad Men’), Corey Stoll (‘The Strain’) e Tye Sheridan (‘A Árvore da Vida’) completam o elenco.

» Gilles Paquet-Brenner (‘A Chave de Sarah’) roteiriza e dirige.

 

Trailer:

Cartazes: 

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Fotos:

 

 

Cobain – Montage of Heck

(Cobain – Montage of Heck)

 

 Kurt Cobain: Montage of Heck (2015) on IMDb

Elenco: Kurt Cobain, Courtney Love, David Grohl, Aaron Burckhard, Don Cobain, Jenny Cobain.

Direção: Brett Morgen

Gênero: Documentário

Duração: 135 min.

Distribuidora: Dist. própria

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 18 de Junho de 2015

Sinopse:

Documentário sobre o vocalista, guitarrista e compositor Kurt Cobain, líder do Nirvana. Com acesso a arquivos pessoais e depoimentos de familiares de Cobain – inclusive com a participação da filha dele com Courtney Love, Frances -, o filme conta do início até a ascensão de sua carreira, apresentando diversas canções, algumas delas inéditas. O retrato íntimo de um artista que raramente se revelou para a mídia.

 

Curiosidades:

» A rede Cinemark informou que exibirá ‘Cobain: Montage of Heck’, documentário oficial sobre o ex-líder da banda Nirvana, nas salas brasileiras entre os dias 18 e 22 de junho. O filme ganhará sessões nas cidades Rio de Janeiro (Botafogo e Downtown), São Paulo (Eldorado e Metrô Santa Cruz), Porto Alegre (Barra Shopping Sul), Curitiba (Barigui), Belo Horizonte (BH Shopping), Brasília (Pier 21), Salvador (Cinemark Salvador) e Recife (Riomar).

» Dirigido por Brett Morgen, é o primeiro projeto sobre Kurt Cobain a ganhar autorização da família do músico.

» O diretor revelou que o documentário revela uma canção inédita de 12 minutos de Cobain. A faixa faz parte do grande acervo nunca revelado do artista, que inclui mais de 200 horas de músicas e áudios inéditos, uma vasta coleção de projetos artísticos – pinturas a óleo e esculturas -, inúmeras horas de filmes caseiros nunca vistos e mais de 4.000 páginas de textos escritos por Kurt que “ajudam a pintar um retrato íntimo de um artista que raramente se revelava para a mídia”, segundo o diretor. ‘Cobain: Montage of Heck’ será transmitido pela HBO americana em 4 de maio.

» Frances Bean Cobain, filha de Cobain, assina a produção executiva ao lado de Larry Mestel, David Byrnes e David Morrison.

 

Trailer:

 

Cartazes:

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Fotos:

Cobain-Montage Of Heck

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