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‘Ginny e Georgia’: 3ª temporada traz “acerto de contas” para Paul, diz Scott Porter

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Na nova temporada de ‘Ginny e Georgia‘, disponível na Netflix, o prefeito Paul Randolph (Scott Porter) se vê no olho do furacão — literalmente. Envolvido no julgamento por assassinato de sua esposa Georgia Miller (Brianne Howey), o personagem enfrenta o que o ator descreve como uma “temporada de acerto de contas”.

“Tenho repetido essa palavra várias vezes para definir a 3ª temporada: acerto de contas”, disse Porter em entrevista ao Deadline. “Muitos personagens ignoraram coisas que deveriam ter enfrentado, tomaram decisões impensadas, não buscaram ajuda quando precisavam. E agora, tudo isso cobra seu preço”.

No final da segunda temporada, Georgia revela parte de seu passado turbulento a Paul, incluindo o histórico de abusos com o ex-marido Gil. Mas, como Porter ressalta, ela ainda escondeu outras verdades — o que se torna central no novo arco dramático do casal.

“Paul precisa se proteger, tanto na relação quanto politicamente. Se sua parceira continua mentindo para você, em algum momento, é preciso se preservar”, afirmou o ator. “E se sua relação começa a prejudicar sua carreira, você tem que pensar em si”.

Descrito por Georgia como seu “cavaleiro de armadura brilhante”, Paul chega ao ponto de ruptura nesta temporada. Segundo Porter, seu personagem enfrenta um momento decisivo que testará sua integridade pessoal e profissional — e isso inclui até reflexões em uma cena significativa ao lado de Ginny (Antonia Gentry) durante uma corrida.

O ator, também conhecido por seu papel em ‘Friday Night Lights‘ e ‘Hart of Dixie‘, ainda comentou sobre o que pode estar reservado para Paul na já confirmada quarta temporada.

Fora das telas, Porter também se reuniu recentemente com seu grupo vocal VoicePlay para gravar uma versão de Until I Found You, de Stephen Sanchez — canção que embala a entrada de Georgia no casamento na 2ª temporada. O clipe foi lançado hoje no canal oficial do grupo no YouTube.

No novo ciclo, Georgia luta para provar sua inocência em um tumultuado julgamento que passa pelo escrutínio da mídia. Enquanto isso, Ginny tenta lidar com as consequências do crime cometido pela mãe, à medida em que enfrenta seus próprios traumas e encontra conforto em suas amigas.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 5 de junho.

Vale lembrar que a série já está renovada para a 4ª temporada!

A série foi criada por Sarah Lampert.

Em busca de um recomeço, a adolescente Ginny e sua mãe Georgia se mudam para uma nova cidade. Mas será que o passado ficará para trás?

O elenco ainda conta com Diesel La Torraca, Jennifer Robertson, Felix Mallard, Sara Waisglass, Scott Porter, Paul Randolph, Raymond Ablack e Mason Temple.

‘Agatha Desde Sempre’: Sasheer Zamata fala sobre o futuro de Jennifer Kale

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A atriz Sasheer Zamata, que interpretou a bruxa Jennifer Kale em Agatha Desde Sempre’, compartilhou recentemente suas impressões sobre a série da Marvel. Ela abordou o futuro de sua personagem, a gravação de cenas emocionantes e sua profunda conexão pessoal com Jennifer.

Segundo a Variety, viver Jennifer Kale foi uma experiência transformadora para Zamata, que destacou novos aspectos de sua atuação.

“As cenas de ação foram algo que nunca tinha feito”, ela disse. “Nunca tinha voado daquele jeito antes. E, sinceramente, nunca chorei tanto num projeto, e isso é muito legal. Porque não é só chorar. É acessar um nível de profundidade com o qual acho que o público também consegue se conectar, e eu adoro isso. É por isso que eu atuo. Eu atuo para me conectar com o público. Comecei fazendo apresentações ao vivo e sentir aquela energia da plateia me alimenta também”.

Zamata recordou a última cena de sua personagem, em que Jennifer é vista voando em direção ao pôr do sol.

“Essa foi a última cena que gravei para a série e, olha, foram tantas emoções, tantas lágrimas. Foi tão bonito. O céu de verdade estava lindo, e poder fazer uma cena de ação como essa foi muito legal. Mas também foi uma representação do verdadeiro fim dessa jornada. Tipo, lá vai ela”, afirmou a atriz.

Sobre o destino da bruxa após os eventos da série, Zamata expressou otimismo quanto ao desejo da personagem de se reconectar com suas raízes.

“Sinto que o desejo da Jen de voltar às suas raízes é tão forte ao longo da série que você não consegue evitar de sentir isso”, ela comentou. “Ela ficou sem sua magia, sem contato com quem realmente é, por um século. Isso é muito difícil, e acho que muita gente quer ver uma vitória”.

A interpretação de Jennifer Kale também representou uma vitória pessoal para Zamata, que passou por uma transformação semelhante à de sua personagem.

“Honestamente, sinto que estou mais sintonizada com a natureza depois de interpretar a Jen”, ela disse. “Tipo, estou colocando mais as mãos na terra. Estou me conectando mais. Estou prensando flores. Uma das forças da Jen é usar o ambiente ao seu redor para criar magia, e eu realmente sinto que estou apreciando mais a magia que já existe na natureza e tentando usar isso mais na minha própria vida”.

Agatha Desde Sempre’ está disponível no Disney+.

A série foi criada por Jac Schaeffer.

A trama se passa três anos depois de WandaVision e acompanha Agatha Harkness (Kathryn Hahn) que, após ficar presa em um feitiço lançado por Wanda Maximoff/Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen), consegue sair de sua prisão sem grades e retorna à realidade sedenta por vingança e pelo desejo de sair de Westview. Todavia, as coisas mudam quando Rio Vidal (Aubrey Plaza) aparece em sua casa e revela que inúmeros bruxos desejam matar Agatha em virtude de acontecimentos passados – o que coloca a protagonista em uma luta pela própria vida ao lado de um clã de companheiras.

O elenco também conta com Joe LockeSasheer ZamataAli AhnMaria DizziaPaul AdelsteinMiles Gutierrez-RileyOkwui OkpokwasiliDebra Jo Rupp e Patti LuPone.

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‘O Estúdio’: Martin Scorsese achou que sua cena estava errada, mas evitou dar pitaco

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Mesmo interpretando a si mesmo diante das câmeras, Martin Scorsese não conseguiu conter seu instinto de cineasta durante as gravações de ‘O Estúdio‘, nova série de comédia da Apple TV+ que estreou em março.

Em entrevista à revista People, os criadores da série, Evan Goldberg e Alex Gregory, relembraram o momento em que o premiado diretor participou do episódio piloto — e revelou, após a gravação, que achava que a cena não estava funcionando.

“Havia uma cena em que ele e a Charlize Theron sussurravam um para o outro, e levamos umas dez tomadas para acertar”, contou Goldberg, que também dirigiu o episódio. Depois que conseguimos, perguntei o que eles estavam sussurrando, e ele disse: ‘Eu sabia que vocês estavam fazendo isso errado, mas não quis ser um diretor de banco de trás, então fiquei quieto'”.

Apesar da demora para encontrar o tom certo da sequência, a atitude de Scorsese foi recebida com bom humor.

“A gente poderia ter usado aquele tempo, mas admiro o fato de ele não querer nos controlar”, brincou o criador.

Gregory completou dizendo que o set ficou em choque com a presença do lendário cineasta. “Todo mundo ficou impressionado que Martin Scorsese estava mesmo na série”.

Conhecido por obras como ‘Taxi Driver‘, ‘Os Bons Companheiros‘ e ‘Assassinos da Lua das Flores‘, Scorsese já fez aparições esporádicas como ator, mas sua performance em ‘O Estudio‘ surpreendeu até os criadores da série.

“Foi unânime: Martin Scorsese como ator foi inacreditável”, disse Goldberg. “A gente achava que ele ia cancelar. Era bom demais pra ser verdade. Mas ele apareceu. Ele é simplesmente o melhor”.

Criada por Evan Goldberg, Alex Gregory e Seth Rogen, ‘O Estudio‘ estreou na Apple TV+ em 26 de março. A trama gira em torno de Matt Remick (vivido por Rogen), o novo e despreparado CEO de um estúdio de cinema tradicional, que tenta conciliar as pressões artísticas e comerciais da indústria audiovisual.

Relembre o trailer:

Evan Goldberg e Seth Rogen assinam o roteiro e dirigem os episódios.

A trama acompanha um estúdio de cinema de Hollywood tentando sobreviver em um mundo em que a convivência entre arte e comércio se torna cada vez mais difícil.

Catherine O’HaraKathryn HahnIke BarinholtzChase Sui Wonders fazem parte do elenco. Bryan CranstonKeyla Monterroso MejiaDewayne Perkins farão participações especiais.

Este é a mais nova colaboração entre Rogen e a Apple TV+, que já trabalharam juntos na aclamada série ‘Platonic’.

‘Nimuendajú’: Longa brasileiro compete no Festival de Anecy com história sobre povos indígenas

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O Festival de Annecy, um dos principais eventos mundiais dedicados à animação, revelou sua seleção para a prestigiada seção Contrechamp, voltada a longas independentes de forte impacto autoral — e um dos destaques da edição deste ano é ‘Nimuendajú‘, estreia da diretora mineira Tania Anaya.

A produção brasileiro-peruana conta a história real de Curt “Nimuendajú” Unckel (1883–1945), etnólogo alemão que dedicou quatro décadas de sua vida ao convívio e à pesquisa com povos indígenas no Brasil.

Interpretado pelo ator alemão Peter Ketnath — que também atua como coprodutor do filme —, Curt Unckel foi batizado pelos Guarani em 1906 com o nome “Nimuendajú”, que significa “aquele que fez morada” na língua indígena. Autodidata e movido por uma paixão genuína pela cultura indígena, viveu alternando entre aldeias no interior e a cidade de Belém, onde registrava tudo o que observava.

“Quis falar sobre Curt Nimuendajú porque ele viveu entre dois mundos. Era um homem que abandonou o sobrenome europeu e adotou um nome indígena”, contou Tania Anaya à Variety. “Ele se reinventava a cada povo que conhecia, criando laços afetivos e aprendendo de maneira respeitosa”.

Nimuendajú documentou cerca de 50 povos indígenas brasileiros, deixando um legado que ainda hoje é referência nos estudos etnográficos. Segundo a diretora, o filme — que levou 13 anos para ser finalizado — também é uma oportunidade de jogar luz sobre as violências históricas e contemporâneas sofridas pelos povos originários, tema que atravessa a trajetória do personagem.

“Ele foi um dos primeiros ocidentais a denunciar as perseguições aos indígenas. A dedicação dele é inspiradora — e nos permite abordar essas questões urgentes sob uma nova perspectiva”, afirma Anaya.

Com distribuição internacional da brasileira O2 Play, ‘Nimuendajú‘ parte para Annecy com potencial de circular por outros festivais e estrear comercialmente ainda em 2025. O filme representa não apenas uma homenagem ao pesquisador, mas também uma ponte entre o cinema de animação e a luta pela preservação das culturas indígenas.

‘O Rei dos Reis’: Sucesso de público nos cinemas chega ao streaming; Saiba como assistir!

Após‬‭ conquistar‬‭ cerca‬‭ de‬‭ 450‬‭ mil‬ espectadores‬‭ nos‬‭ cinemas‬‭ brasileiros,‬‭ a‬‭ aclamada animação cristã‬‭ ‘O‬‭ Rei‬ dos‬‭ Reis‘‬‭ já‬‭ está‬‭ disponível‬‭ para‬‭ aluguel‬‭ e‬‭ compra‬‭ nas‬‭ plataformas‬
‭digitais. O longa pode ser encontrado na Amazon‬‭ Prime,‬‭ Apple‬‭ TV+,‬‭ YouTube‬‭ Filmes,‬‭ Google‬‭ TV,‬‭ Claro‬ TV+ e Vivo Play‬‭.‬‭

A chegada ao digital marca uma nova etapa para o longa. Lançado em 17 de abril, véspera do feriado da Páscoa, o longa conquistou o público com sua narrativa sensível e comovente, e se transformou em um fenômeno também nas redes sociais.

Os dois trailers oficiais já acumulam mais de 18 milhões de visualizações nos canais da Heaven Content, distribuidora responsável pelo lançamento em parceria com a 360 WayUp.

Vale lembrar que o longa abriu com US$ 19 milhões no território norte-americano, tornando-se a maior estreia para uma animação bíblica da história do cinema, superando o lançamento de ‘O Príncipe do Egito‘, da DreamWorks, que estreou há 27 anos.

Além disso, ‘O Rei dos Reis‘ recebeu nota A+ do público no CinemaScore, com 94% de aprovação no Screen Engine/Comscore PostTrak e 83% de recomendação definitiva entre o público regular.

Por meio de um comunicado oficial, Brandon Purdie, Chefe Global de Distribuição Cinematográfica e Desenvolvimento de Marca da Angel Studios, comemorou o marco e refletiu sobre o sucesso prematuro do longa:

“A Angel Guild escolhe os vencedores. O modelo da Angel é simples: ouça o que a nossa Angel Guild quer. A nota de ‘O Rei dos Reis‘ no CinemaScore diz tudo. O filme é um dos 128 a alcançar a nota A+ no CinemaScore, e apenas o quinto filme de animação a receber esse título que não é uma produção da Pixar/Disney. As famílias querem filmes de qualidade para assistir juntas nos cinemas. Este fim de semana simplesmente reflete o que o público está desejando”.

O filme já superou os números iniciais de sucessos comoSom da Liberdade e His Only Son, conforme informações divulgadas pelo Deadline.

A produção é inspirada na obra do famoso escritor Charles Dickens (“Um Conto de Natal” e “Oliver Twist“), intituladaA Vida de Nosso Senhor”, escrita entre 1846 e 1849. O conto retrata a vida de Jesus, seus desafios e tribulações, e seus relacionamentos com amigos e inimigos.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

O longa é dirigido Seong-ho “Jay” Jang, um pioneiro em efeitos visuais na Coreia, com produção de Anfernee Kim (‘Os Últimos Cavaleiros’).

O roteiro foi escrito por Jang em parceria com Rob Edwards (‘A Princesa e o Sapo’).

Além de Isaac, o filme conta com um elenco de estrelas de peso, incluindo Forest Whitaker (‘O Último Rei da Escócia’) como o apóstolo Pedro, Kenneth Branagh (‘Morte no Nilo’), Roman Griffin Davis (‘Jojo Rabbit’) e Uma Thurman (‘Kill Bill’).

A trama acompanha Charles e Walter Dickens, dublados por Branagh e Davis, respectivamente. Pai e filho embarcam em uma jornada épica enquanto o pai envolve a imaginação do filho com a fascinante história de Jesus.

‘Euphoria’: Sydney Sweeney afirma que Cassie está “ainda mais louca” na 3ª temporada

A atriz Sydney Sweeney, conhecida por seu papel como Cassie Howard em Euphoria, revelou detalhes sobre o futuro conturbado de sua personagem na aguardada terceira temporada da série.

Conforme a Variety, durante sua participação no programa The Tonight Show Starring Jimmy Fallon na última quinta-feira, Sweeney foi questionada pelo apresentador sobre como foi revisitar Cassie e o universo de Euphoria após uma espera de três anos.

“Cassie é louca”, disse Sweeney de forma direta, arrancando risadas da plateia.

Quando Fallon perguntou se a personagem “ainda é” louca, Sweeney respondeu enfaticamente: “Ah, ela está ainda pior”.

Em um momento divertido da entrevista, Fallon mostrou uma foto vazada do set em que Sweeney aparece usando um vestido de noiva. Ao ser questionada se Cassie realmente vai se casar, a atriz manteve o mistério: “Hum… não posso confirmar nem negar”, e acrescentou, em tom de brincadeira: “Vai saber, pode ser IA!”.

“Não, não pode”, brincou Fallon, dissipando a possibilidade de inteligência artificial.

A nova temporada, com oito episódios, tem estreia prevista para 2026.

O próximo ciclo contará com o retorno de Zendaya, Hunter Schafer, Eric Dane, Jacob Elordi, Sydney Sweeney, Alexa Demie e Maude Apatow, além da participação especial de Colman DomingoRosalía.

Os novatos Toby Wallace, Rosalía, Marshawn Lynch, Kadeem Hardison, Darrell Britt-Gibson, Priscilla Delgado, James Landry Hébert e Anna Van Patten também foram confirmados na produção.

Criada por Sam Levinson, a série é baseada na produção israelense homônima lançada em 2012.

A trama é envolta em drogas, sexo, busca por identidade, traumas, redes sociais, amor e relacionamentos. Todas essas temáticas serão relatadas pela ótica de Rue (Zendaya), uma garota de 17 anos viciada em drogas e mentirosa.

‘Cavaleiro da Lua’: Roteirista fala sobre incertezas da 2ª temporada e mudanças criativas na série

Jeremy Slater, um dos roteiristas responsáveis pela série ‘Cavaleiro da Lua’ da Marvel, falou recentemente sobre uma possível segunda temporada da produção e revelou detalhes sobre o processo de criação da série.

Questionado em entrevista ao ComicBook sobre a continuidade de ‘Cavaleiro da Lua’, Slater admitiu que não tem informações concretas:

“Oh, Deus, eu não tenho ideia. Se o fizermos, provavelmente não estaria envolvido”, afirmou o roteirista. “Se houver outro Cavaleiro da Lua, a bola está na quadra de Kevin Feige e Oscar Isaac. Não sei os detalhes do contrato deles. Uma vez que Kevin descubra a melhor maneira de usar esse personagem, qual é a história certa e quem são os contadores de histórias certos para dar vida a isso, eu ficaria chocado se não o víssemos novamente em algum momento. Mas, isso sou eu especulando como fã. Eu não tenho conhecimento interno. Eu não falo com ninguém da Marvel há alguns anos”.

Slater também compartilhou que teve ideias para o herói que não foram totalmente realizadas na série finalizada. Ele explicou as mudanças no processo de criação:

“O show finalizado é muito diferente do show inicial que escrevi. Havia um pouco que eu e minha equipe de escritores imaginamos e tentamos trazer à vida. No final das contas, eles seguiram uma direção diferente e o diretor montou sua própria equipe de roteiristas. Eles fizeram o show que queriam fazer e eu já estava muito longe do projeto naquele momento”, explicou.

O roteirista reconheceu a natureza colaborativa de projetos tão grandes: “Então, sim, definitivamente havia histórias que eu queria contar, mas essa é a natureza de colaborar nessas grandes coisas. Você sabe quando está entrando para brincar em uma caixa de areia tão grande que não será a visão criativa e motriz. Você está pegando emprestado os brinquedos de outra pessoa para brincar por um curto período de tempo e, no final do dia, eles não pertencem a você. Você sabe disso, então não foi uma surpresa, mas acho que minha versão do Cavaleiro da Lua certamente teria sido diferente, mas não sei se teria sido melhor ou pior. Não sei se os fãs teriam gostado mais ou menos. É uma daquelas hipóteses que nunca vai existir”.

Lembrando que todos os episódios de ‘Cavaleiro da Lua’ estão disponíveis no catálogo da Disney+.

A série acompanha Steven Grant, um funcionário de uma loja de presentes, que é atormentado por apagões e memórias de outra vida. Steven descobre que tem transtorno dissociativo de identidade e compartilha um corpo com o mercenário Marc Spector. À medida que os inimigos de Steven/Marc se aproximam deles, eles devem navegar por suas identidades complexas enquanto mergulham em um mistério mortal entre os poderosos deuses do Egito.

Relembre o trailer:

O elenco também conta com Ethan Hawke (‘A Entidade’) e May Calamawy (‘Ramy’).

Aaron Moorhead e Justin Benson (‘Synchronic’) serão os diretores da série, a partir dos roteiros escritos por Jeremy Slate (‘Umbrella Academy’).

‘Quarteto Fantástico’: Roteirista revela os motivos por trás do fracasso do filme de 2015

O roteirista Jeremy Slater, responsável pelo polêmico remake de Quarteto Fantástico de 2015, que acabou sendo um fracasso de crítica e público, recentemente se manifestou sobre o longa.

Em uma entrevista ao ComicBook, Slater detalhou o que, em sua visão, motivou o insucesso do filme: conflitos de visão com o cineasta Josh Trank e um orçamento limitado.

Slater revelou que sua maior inspiração para o tom de Quarteto Fantástico foi o sucesso da Marvel Studios: “Sinceramente, minha maior referência de tom foi Os Vingadores. Tinha acabado de sair, naquele mesmo verão ou no verão anterior. Eu amei”.

“Achei que o Joss Whedon fez o impossível naquele filme, equilibrando todos aqueles tons. Ainda me lembro, no cinema, da primeira vez que o Thor girou o martelo e o usou para se lançar ao céu. Era só um gag de fundo e eu soltei um gritinho incontrolável. Era algo da minha infância que eu nunca pensei que veria em live-action”, acrescentou.

No entanto, Trank não compartilhava da mesma visão, preferindo se inspirar em filmes de super-herói mais sombrios para desenvolver o projeto.

“No fim das contas, esse foi o verdadeiro ponto de desconexão”, explicou Slater. “Provavelmente, eu e o Josh estávamos fazendo filmes diferentes em nossas cabeças. Eu era mais do tipo Vingadores, e — não quero colocar palavras na boca dele — mas ele era mais do tipo Batman Begins, com algo ultra-realista, sombrio e intenso. O lado mais ‘quadrinístico’ de algo como Os Vingadores, que eu absorvia e amava desde criança, ele não tinha as mesmas referências, então aquele tipo de filme não funcionava para ele como funcionava para mim”.

Além do conflito criativo, Slater revelou que o orçamento estava “sempre encolhendo”, o que limitou bastante as possibilidades da equipe durante a produção.

Sobre o novo filme da Primeira Família da Marvel, Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’, Slater demonstra total apoio.

“Gosto do fato de que estão apostando alto criativamente”, disse Slater. “Estão contando uma história multiversal, com um mundo diferente e um conjunto diferente de heróis. Parece que eles vão colocá-los em colisão com o nosso Universo Cinematográfico Marvel. Acho essa abordagem muito inteligente. E acho que eles estão acertando com o Galactus”.

O filme tem estreia marcada para o dia 25 de julho de 2025, marcando o início da Fase 6 do MCU.

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Ambientado em um vibrante mundo retrofuturista inspirado nos anos 1960, ‘O Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘ apresenta a Primeira Família da Marvel—Reed Richards/Senhor Fantástico (Pedro Pascal), Sue Storm/Mulher Invisível (Vanessa Kirby), Johnny Storm/Tocha Humana (Joseph Quinn) e Ben Grimm/Coisa (Ebon Moss-Bachrach)—enquanto enfrentam seu maior desafio até agora. Forçados a equilibrar seus papéis como heróis e a força dos laços familiares, eles devem defender a Terra de um deus espacial voraz chamado Galactus (Ralph Ineson) e seu enigmático arauto, o Surfista Prateado (Julia Garner). E como se o plano de Galactus para devorar o planeta inteiro e todos nele já não fosse ruim o suficiente, a ameaça se torna ainda mais pessoal.

O longa é dirigido por Matt Shakman.

‘Phineas e Ferb’: Revival conquista 100% de aprovação no Rotten Tomatoes; confira as críticas!

O revival de Phineas e Ferb já está disponível no Disney+, e a produção, que funciona como uma quinta temporada da amada animação, fez uma estreia excelente no Rotten Tomatoes, conquistando 100% de aprovação com base em 8 análises.

A nova temporada mantém a tradição da série, que tem mantido avaliação perfeita de 100% ao longo dos anos.

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“É um alívio ter de volta em nossas vidas algo tão engraçado, otimista, alegre e criativo como Phineas e Ferb, agindo como se mal tivesse passado tempo algum”, disse Alan Sepinwall do Rolling Stone.

“Mesmo com o intervalo de dez anos entre as temporadas, a 5ª temporada de Phineas e Ferb não perde o ritmo, e isso não é apenas uma referência às músicas incrivelmente cativantes da série”, disse Aidan Kelley do Collider.

“A 5ª temporada honra o formato original da série do Disney Channel, incorporando toques de novos e excêntricos elementos, tornando-a divertida tanto para os fãs antigos quanto para os novos”, disse Chris Gallardo do Tell-Tale TV.

Phineas e Ferb retorna tão bom quanto sempre foi e começa novas tramas para Phineas, Ferb, Candace e o restante de Danville”, disse Abigail Stevens do Screen Rant.

“Talvez o elemento mais revigorante do novo Phineas e Ferb seja o fato de ser, sem vergonha alguma, exatamente aquilo que sempre foi”, disse Callie Hanna do FandomWire.

“É tão divertido e criativo quanto sempre foi”, disse Joel Keller do Decider.

“Felizmente, o retorno da série prova que, embora nós tenhamos envelhecido, ela não envelheceu nem um pouco”, disse Chase Hutchinson do Seattle Times.

“O retorno perfeito a esse universo para os fãs, que faz parecer que nunca deixamos para trás nosso verão favorito”, disse Tessa Smith do Mama’s Geeky.

Ao todo, serão 40 episódios inéditos, que serão lançados gradualmente na plataforma de streaming.

“A nova temporada de Phineas e Ferb seguirá os inventivos meio-irmãos enquanto eles enfrentam mais 104 dias de verão. Candace está mais determinada do que nunca a finalmente pegar seus irmãos mais novos, enquanto seu ornitorrinco de estimação, Perry, continua levando uma vida dupla como o elegante Agente P, cuja única missão é impedir que o Dr. Doofenshmirtz domine a área Tri-State”, diz a sinopse.

Vincent Martella (Phineas) e David Errigo Jr. (Ferb) retornarão para reprisar seus papéis nesse revival, e eles não estarão sozinhos. Ashley Tisdale dublará Candace mais uma vez, enquanto Dee Bradley Baker dará voz ao nosso querido Perry, o Ornitorrinco. E, claro, Dan Povenmire retornará para dar vida ao icônico Dr. Doofenshmirtz.

Olivia Olson também se juntará à equipe, escrevendo e interpretando Vanessa Doofenshmirtz.

 

Cartaz de Phineas e Ferb no palco, nova temporada.

Crítica | ‘A Caverna’ – Uma relação fragmentada entre mãe e filha com toques alegóricos certeiros [2a Edição – Festival de Cinema de Xerém]

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Conseguindo o efeito de uma poderosa bomba criativa que chega na raiz dos seus conflitos de forma acachapante, o filme A Caverna apresenta, de forma contundente, um recorte de uma relação intensa entre mãe e filha. A narrativa, com seus toques alegóricos certeiros, se liberta no denso terreno das emoções, formando uma experiência envolvente que facilmente fisga o olhar de quem enxerga algo próximo de alguma realidade.

Exibido na Mostra Competitiva de Curtas Nacionais da 2ª Edição do Festival de Xerém, esse interessante projeto parte do princípio de que tudo em cena importa, utilizando muitas vezes de um incomodar para chamar a atenção do público. Associado a isso, logo o temporal que se cruza, busca nas infinidades do cinema uma porta de entrada para o ‘fora da caixa’.

Mãe e filha se veem em momentos distantes, com a segunda prestes a sair da casa onde sempre morou e descobrir o mundo que se apresenta através do seu olhar como artista. Nesse conflito, que também tem lampejos do forte amor desse laço eterno, ambas buscam soluções para a relação já fragmentada por cuidados em excesso. Num lugar figurativo, cheio de possibilidades de entendimento – uma caverna – se torna o espaço onde soluções podem ou não serem alcançadas.

Um dilema aliado ao discurso – o ficar ou abandonar – guiados por duas inspiradas artistas em cena (Patrícia Saravy e Natália Garcia), se mostra uma base importante para pensarmos sobre a sociedade e os obstáculos na interrelação. Associado a isso, trazendo um olhar para o real através de um assunto que não se mostra completamente, a Síndrome do Pânico, vamos percorrendo embates fervorosos.

Escrito e dirigido por Louise Fiedler, esse curta-metragem dá margens para interpretações sem perder um ponto fixo onde seu desabrochar acontece.

 

‘Demolidor: Renascido’: Criadores justificam violência extrema do Justiceiro; “É para causar desconforto”

O episódio final da primeira temporada de Demolidor: Renascido’ chocou os espectadores com cenas de violência brutal, especialmente as envolvendo o Justiceiro de Jon Bernthal. Agora, os cineastas por trás da série se manifestaram, defendendo o uso da violência extrema e detalhando as escolhas criativas que diferenciaram os dois vigilantes.

Na trama, o Justiceiro ajuda o Demolidor a escapar da força anti vigilante comandada pelo Rei do Crime.

O diretor Aaron Moorhead explicou à Variety que a relação entre os personagens é complexa: “Você pode chamar de uma parceria, mas vai notar que eles não estão realmente trabalhando em equipe, porque há um problema filosófico entre eles.”

O diretor de ação e coordenador de dublês, Philip Silvera, destacou como os movimentos de câmera realçaram as diferenças:

“A linguagem da câmera para o Jon [Bernthal] era câmera na mão e em câmera lenta, e para o Charlie [Cox] eles queriam algo mais estável e em velocidade normal, então tivemos um contraste ótimo”, destacou Silvera: “Brincamos com a forma como cada um interage. O personagem do Jon, o Justiceiro, não tem medo de matar. O personagem do Charlie não tem medo de salvar pessoas ferindo gravemente seus inimigos. Isso vem da gravidade da situação e do que ele faria naquele momento. Se está interrogando alguém, é uma coisa. Mas se alguém tenta machucar alguém que ele ama e ele entra nesse estado de fúria, é algo bem diferente”.

Charlie Cox, que interpreta o Demolidor, comparou os vigilantes a uma franquia esportiva: “Se você pensar neles como uma franquia esportiva, eles estão no mesmo time, mas têm ideias completamente opostas sobre como alcançar o sucesso”.

Apesar da brutalidade do Justiceiro, o diretor Justin Benson elogiou a coreografia do Demolidor, mesmo que menos letal.

“Apesar de estarmos discutindo essa filosofia de matar ou não matar, isso não significa que uma luta vai ser legal e a outra não”, ele disse. “Essas foram algumas das lutas mais incríveis que já vi o Demolidor fazer. É divertido de assistir. Ainda parece humano, ainda parece realista, mas ele está muito mais agressivo com aquele bastão e o cabo de aço. É muito bom vê-lo lutando assim”.

A trilha sonora também teve um papel crucial em sublinhar a grande diferença entre os dois vigilantes. Moorhead explicou que a intenção não era glorificar a violência: “Assistir à violência não é para ser algo divertido, é para fazer você se sentir um pouco mal. E o mesmo vale para a música. A música não é heróica, parece que tem algo errado acontecendo ali”.

Ele acrescentou que a perspectiva do Demolidor guia a cena: “E isso porque a alma da cena está na perspectiva do Demolidor, que é: ‘O que ele (o Justiceiro) está fazendo é errado.’ Ele passa pela cena de uma forma que o faz se sentir confortável, que é usando um cano de ferro gigante para mandar pessoas para o hospital por toda a vida, mas sem matá-las. E sua coreografia é um pouco menos brutal, um pouco mais… Não quero dizer ‘dançante’, como se chama isso? É como se ele visse um caminho através de todos”.

Demolidor Renascido’ esta disponível no Disney+

 

Na trama, Matt Murdock, um advogado cego com habilidades aprimoradas, está lutando por justiça por meio de seu movimentado escritório de advocacia, enquanto o ex-chefe da máfia Wilson Fisk vai atrás de seus próprios empreendimentos políticos em Nova York. Quando suas identidades passadas começam a emergir, os dois homens se encontram em rota de colisão inevitável.

A produção conta com o retorno de Charlie Cox no papel do herói titular. Ele já havia sido introduzido ao MCU no filme ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa‘ e na série ‘Mulher-Hulk: Defensora de Heróis‘.

O elenco conta com o retorno de Vincent D’Onofrio (Wilson Fisk), Elden Hanson (Foggy Nelson), Deborah Ann Woll (Karen Page), Jon Bernthal (Justiceiro) e Wilson Bethel (Ben Poindexter/Mercenário).

Lembrando que a 2ª temporada contará com Matthew Lillard e com o retorno de Krysten Ritter como Jessica Jones.

‘American Love Story’: Grace Gummer, Sydney Lemmon e Alessandro Nivola entram para a nova antologia de Ryan Murphy

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A nova série antológica de Ryan Murphy, ‘American Love Story‘, acaba de reforçar seu elenco com nomes de peso. Segundo informações do Deadline, Grace Gummer, Sydney Lemmon e Alessandro Nivola foram escalados para a produção desenvolvida em parceria com a FX e a 20th Television.

Na trama, Grace Gummer (American Horror Story‘) terá um papel fixo como Caroline Kennedy. Sydney Lemmon (‘Succession‘) participará de forma recorrente como Lauren Bessette. Alessandro Nivola (‘O Brutalista‘) também entra com papel recorrente, dando vida ao estilista Calvin Klein.

Eles se juntam à Sarah Pidgeon no papel de Carolyn Bessette, Paul Kelly como John F. Kennedy Jr. e Naomi Watts interpretando Jacqueline Kennedy Onassis, mãe de JFK Jr.

American Love Story‘ é o mais novo derivado do universo de ‘American Crime Story‘, também criado por Murphy. A proposta é apresentar, em formato antológico, histórias de amor reais que comoveram o público e repercutiram na mídia mundial.

A primeira temporada será centrada no relacionamento entre John F. Kennedy Jr. e Carolyn Bessette, um dos casais mais icônicos e trágicos dos anos 1990.

Filho homem mais velho do presidente John F. Kennedy e Jacqueline Bouvier Kennedy, JFK Jr. morreu em 16 de julho de 1999, em um acidade de avião. A pequena aeronave que ele pilotava caiu no Oceano Atlântico, a cerca de 12 km da ilha Martha’s Vineyard, em Massachusetts. Ele estava acompanhado de sua esposa, Carolyn, e de sua cunhada, Lauren, que também morreram na ocasião.

John-John, como era chamado pelos mais próximos, era dono de um carisma enigmático e cativante e tinha apenas 38 anos.

O diretor Max Winkler comandará o episódio piloto. Ele é um colaborador de longa data de Murphy, tendo dirigido e produzido a série de terror ‘Grotesquerie’, múltiplos episódios de American Horror Story e de ‘Feud’. Seus outros créditos incluem ‘Brooklyn Nine-Nine’‘New Girl’‘Espíritos da Escola’.

Confira a sinopse oficial da 1ª temporada:

“O que começou como uma bela união de um jovem casal, amplamente considerado como a realeza americana, acabou se desgastando sob o estresse da microscópica e implacável perseguição dos tabloides. As pressões de suas carreiras e rumores de discórdia familiar terminaram com suas trágicas mortes, quando seu avião particular caiu no oceano em uma nebulosa noite de verão na costa de Massachusetts”.

Murphy, Brad Falchuck, Nina Jacobson e Brad Simpson entram como produtores executivos.

A série faz parte do robusto portfólio de Ryan Murphy no FX e sucede sucessos como ‘The People v. O.J. Simpson’ e ‘The Assassination of Gianni Versace‘.

A nova série ainda não tem data oficial de estreia.

‘The Cleaning Lady’ e ‘Alert’ são CANCELADAS pela Fox

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A Fox oficializou o cancelamento de duas de suas séries dramáticas em situação indefinida: ‘Alert: Missing Persons Unit‘ e ‘The Cleaning Lady‘.

As decisões foram tomadas após a exibição das temporadas atuais — ‘Alert‘ encerrou em 27 de maio, enquanto ‘The Cleaning Lady‘ teve seu final exibido em 3 de junho.

A medida já era esperada nos bastidores. Ambas as produções, ao lado de outras séries já descartadas como ‘Accused‘ e ‘The Great North‘, estavam nas últimas posições do ranking de audiência da Fox para a temporada 2024–2025. A última, atualmente em sua quinta temporada, também deve ser oficialmente cancelada até o fim do mês.

Apesar de também não ter sido renovada, a série antológica ‘Accused‘, produzida por Howard Gordon (‘24 Horas‘, ‘Homeland‘), ainda pode retornar como evento limitado, segundo o presidente da Fox Television Network, Michael Thorn. “Adoramos o projeto e o Howard. […] Como é uma antologia, não segue o mesmo cronograma das séries com elenco fixo. Pode haver uma oportunidade de retorno no futuro”.

Motivos dos cancelamentos

Ambas as produções eram coproduções da Fox com estúdios externos: Alert com a Sony Pictures TV, ‘The Cleaning Lady‘ com a Warner Bros. TV.

Alert: Missing Persons Unit‘, estrelada por Scott Caan e Dania Ramirez, chegou a ser considerada para uma possível renovação com reformulações, já que a Fox valorizava a química de Caan no papel principal e a evolução para um formato “buddy cop”. No entanto, a audiência não sustentou o investimento.

Já ‘The Cleaning Lady‘, protagonizada por Élodie Yung, enfrentou desafios criativos após a perda do ator Adan Canto, que faleceu em decorrência de um câncer. A série passou por reformulações, mas não conseguiu retomar o ritmo das temporadas anteriores, apesar de manter uma base fiel de fãs. O final da quarta temporada deixa pontas soltas e tramas não resolvidas.

Alert: Missing Persons Unit‘ acompanhava os esforços da unidade de pessoas desaparecidas da polícia da Filadélfia, com episódios focados na busca e no resgate de desaparecidos. No elenco estavam também Adeola Role, Ryan Broussard e Alisha-Marie Ahamed. A série era produzida por nomes como Jamie Foxx e Carla Kettner (showrunner).

The Cleaning Lady‘ era a primeira série dramática liderada por uma protagonista do Sudeste Asiático na TV aberta americana. Inspirada em um formato argentino, a trama seguia Thony De La Rosa, uma ex-cirurgiã cambojana-filipina que passa a trabalhar como faxineira e médica clandestina para uma organização criminosa em Las Vegas. Também estavam no elenco Martha Millan, Kate Del Castillo, Santiago Cabrera e outros.

‘Étoile’: Série de ballet dos criadores de ‘A Maravilhosa Sra. Maisel’ é CANCELADA após uma temporada

Adieu, ‘Étoile‘. A série de comédia dramática ambientada no mundo do balé, criada por Amy Sherman-Palladino e Daniel Palladino, não terá uma segunda temporada no Prime Video, segundo informações da Deadline. A decisão foi tomada mesmo após o projeto ter sido inicialmente encomendado com duas temporadas.

Apesar do cancelamento, a Amazon MGM Studios continuará apoiando a campanha de ‘Étoile‘ para o Emmy 2025, nas categorias de comédia.

A produção era um projeto pessoal de Sherman-Palladino, que tem formação em balé, e acompanhava os bastidores de duas companhias renomadas — uma em Nova York, outra em Paris — que decidem trocar seus dançarinos mais talentosos para tentar salvar suas instituições.

A série estreou em 24 de abril no formato de lançamento completo, mas não conseguiu se destacar nas métricas de audiência. ‘Étoile‘ não entrou no Top 10 da Nielsen para originais e foi rapidamente superada no próprio ranking interno da plataforma por ‘Reacher‘, que não lançava novos episódios desde março.

Pouco depois, a produção saiu totalmente da lista, enquanto títulos como ‘A Roda do Tempo‘ — também cancelado recentemente — ainda figuram entre os mais assistidos.

A decisão de não continuar com a segunda temporada teria sido motivada por uma análise de desempenho versus custo, não estando relacionada à recente troca de comando na Amazon MGM Studios, com a saída de Jennifer Salke, que havia aprovado a série.

O Prime Video já havia utilizado o modelo de encomenda direta para duas temporadas com sucessoa anteriores, como no caso de ‘The Marvelous Mrs. Maisel‘ em 2017. No entanto, como indicam os bastidores, essa prática não garante a produção de ambas as temporadas sem uma nova avaliação — algo que também se aplica a séries como ‘O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder’.

Étoile‘ marcou a segunda incursão de Sherman-Palladino no universo do balé após ‘Bunheads‘ (2012–2013), e sua quarta série após os sucessos ‘Gilmore Girls‘ e ‘Mrs. Maisel‘.

Relembre o trailer:

Luke Kirby (‘The Marvelous Mrs. Maisel‘) estrela a produção ao lado de Charlotte Gainsbourg (‘O Pálido Olho Azul’).

O elenco da série ainda conta com Lou de Laâge (‘The Innocents‘), Gideon Glick (The Marvelous Mrs. Maisel‘, ‘Maestro‘), David Alvarez (‘Amor, Sublime Amor‘), Ivan du Pontavice (‘Rupture‘), Taïs Vinolo (‘The Show Must Go On‘), David Haig (‘Quatro Casamentos e um Funeral‘), Simon Callow (‘Outlander‘) e Yanic Truesdale (‘Gilmore Girls‘).

Vale ressaltar que ‘Étoile’ já está renovada para sua segunda temporada.

Amazon MGM Studios assume a produção, com Sherman-Palladino, Palladino e Dhana Rivera Gilbert na função de produtores executivos.

Dica | Dobradinha de musicais que vão agradar até quem não gosta de musicais

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De 2016 para cá, a quantidade de musicais lançados nos cinemas parece ter crescido bastante, após uma década de pouco prestígio deste gênero ante o grande público. O sucesso de longas como La La Land – Cantando Estações (2016) e Nasce Uma Estrela (2018) foi importante para mostrar a uma nova geração que é possível contar boas histórias sem necessariamente seguir aquele formato clássico.

E o mais interessante é que essa ‘retomada’ trouxe espaço para todas as formas de musicais, fazendo dele um gênero bastante popular novamente. Dentro deste cenário, um nome bastante inesperado surgiu com um estilo próprio muito intenso. O australiano Michael Gracey surgiu de forma avassaladora com um dos musicais hollywoodianos mais amados dos últimos anos, e viveu uma grande frustração ano passado. Seu estilo é marcado por fazer biografias musicais carregadas de emoção, cortes dinâmicos e frustrações. Seus protagonistas vivem verdadeiras montanhas-russas emocionais, indo do sucesso à lama em um estalar de dedos – e vice-versa.

Sua escolha por protagonistas polêmicos e tramas aventurescas, embaladas por trilhas extremamente marcantes atraiu públicos diferentes e ele acabou ganhando o título de diretor de ‘musicais para quem não gosta de musicais’, o que é exagerado, mas certamente traz um ponto. Seu talento para dialogar com diferentes tipos de público acaba fazendo de seus filmes “portas de entrada” para outros musicais.

Seu primeiro grande filme é o já clássico O Rei do Show. Lançado em 2017, o filme aproveita o talento musical de Hugh Jackman e um elenco que mistura astros do falecido Disney Channel com as peças da Broadway, o longa é uma adaptação biográfica do controverso P.T. Barnum, um empresário do entretenimento norte-americano que é considerado o responsável por moldar o circo como o conhecemos.

O longa sofreu críticas desde o começo por suas escolhas criativas. A vida real de P.T. Barnum foi marcada por polêmicas, como exploração de portadores de deficiência e propaganda enganosa, já que seus primeiros shows de entretenimento vendiam fraudes como se fossem atrações verdadeiras. Ele prometia encantar crianças e adultos com sereias, lobisomens, homens-macacos, mulheres barbadas e gigantes, sendo que eram apenas pessoas comuns fantasiadas ou com deficiências, como o famoso Tom Thumb, que era apenas um homem com nanismo. Ainda assim, ele conseguiu feitos incríveis na vida, principalmente depois de entrar para a vida política.

Outra escolha questionada na época foi a de Hugh Jackman para o papel principal. Afinal, Barnum era um homem calvo, narigudo, barrigudo e baixinho, nada a ver com Hugh, que é um dos grandes galãs de Hollywood. Mas é garantido que absolutamente todas essas desconfianças e polêmicas desaparecem nos primeiros segundos de filme, quando o picadeiro começa a ritmar The Greatest Show, uma das mais espetaculares canções desta trilha sonora original composta para o longa. É de arrepiar!

E o carisma de Jackman é simplesmente arrebatador. Ele te conquista desde a primeira aparição, mesmo deixando claro que o rapaz é um picareta de marca maior. Suas vigarices se mesclam com a vontade de dar uma vida melhor para a família, mesmo que isso signifique atropelar quem passar pela frente. Paralelamente a isso, conforme ele vai montando seu espetáculo circense, os personagens que entram em sua vida trazem novos dramas e se libertam de uma existência marcada por frustrações e preconceitos.

E justamente neste ponto que o público geral se encantou. O que deveria ser uma biografia empresarial acabou virando um grito por liberdade e inclusão, mostrando que todos importam, apesar das pressões sociais para que todos ajam da mesma forma. Em meio as pilantragens de P.T. Barnum, um grupo de excluídos ganha voz e assume o protagonismo de forma espetacular.

A outra dica é um filme cujo desempenho foi o extremo oposto de O Rei do Show. Se o musical circense virou um fenômeno de bilheteria, Better Man – A História de Robbie Williams foi um autêntico desastre comercial. Adorado pela crítica, o filme sofreu um duro baque com uma arrecadação risível nos Estados Unidos, principal praça comercial do cinema, com a justificativa de que o público norte-americano não conhecia o cantor Robbie Williams – ou apenas não se importava o suficiente com ele para prestigiar um filme sobre sua vida.

E o mais engraçado de toda essa situação, considerada por muitos executivos como uma vergonha, é que isso ter acontecido justamente em sua biografia acaba complementando toda a mensagem que Williams passa sobre sua vida durante o filme. O lado bom é que ele levou tudo na esportiva, mas é incrível como colabora para essa sensação de “montanha-russa” retratada na trama.

Embalado pelos maiores sucessos da carreira de Robbie, o filme retrata o artista britânico como um chimpanzé. E isso foi uma escolha do próprio cantor, que justificou dizendo que sempre se sentiu um macaco de circo, cuja única missão na vida era entreter o público. Ao longo da trama, o público vê seus primeiros passos como um garotinho talentoso, apoiado principalmente por sua avó, enquanto via o pai sofrer com delírios de grandeza e altas doses de um narcisismo que influenciaria diretamente na vida do garoto, que cresceria sempre em busca da aprovação alheia.

Essa mistura de infância e juventude, trazendo o contraste da vida de um menino solitário e inventivo com a de um jovem astro, consumido pelos exageros da vida de celebridade no Reino Unido, transitando pelas boates LGBT, pelas drogas, pelas bebedeiras e pelas mulheres, acaba criando uma história de ascensão e queda ridiculamente interessante. A própria escolha pelo macaco, que causou um estranhamento em parte do público, se mostra espetacular, já que o CGI é muito bem feito, o que acaba colaborando com toda a excentricidade desse projeto.

Por ter um ritmo ainda mais frenético e menos familiar que O Rei do Show, Better Man é uma história que é tão grandiosa quanto a vida de celebridade, arrancando gargalhadas e lágrimas na mesma intensidade. Você torce pelo sucesso do protagonista, enquanto percebe que sua glória é também sua ruína. Em meio a essa dualidade, o público se vê em uma ‘sinuca de bico’, aumentando o desespero que aflige o pequeno Robbie, que só queria ser famoso, mas logo é confrontado pelos fantasmas de sua vida.

É tão intenso que você acha que a única saída para ele é a morte, e olha que ela o acompanha em diferentes fases da vida, só que é um filme inspirado na história real do cantor, que está vivo até hoje e está levando uma vida mais equilibrada. Então, vê-lo encontrar uma saída é muito emocionante. E, ao contrário de outras produções biográficas, essa aqui consegue transmitir toda essa emoção sem virar um filme apelativo. É uma experiência sensorial, praticamente como acompanhar a vida de um amigo próximo que está cometendo erros enquanto tenta acertar.

Com seus protagonistas erráticos, Michael Gracey conseguiu criar experiências musicais capazes de “furar a bolha”, fazendo com que o interesse por esse gênero desperte em muita gente. Ambos os filmes são espetaculares e carregam mensagens interessantíssimas, além de trilhas sonoras que vão grudar na cabeça por meses.

O Rei do Show está disponível no Disney+ e no Mercado Livre Play. Better Man – A História de Robbie Williams está disponível no Amazon Prime Video.

‘O Massacre da Serra Elétrica’: Taylor Sheridan, de ‘Yellowstone’, entra na disputa pelos direitos da franquia

A icônica franquia ‘O Massacre da Serra Elétrica‘ está no centro de uma intensa disputa em Hollywood, com negociações oficialmente iniciadas na última segunda-feira (02), segundo a Deadline.

De cinco a oito estúdios e plataformas de streaming estão concorrendo pelos direitos da IP criada por Tobe Hooper e Kim Henkel, que inclui cinema, televisão, eventos ao vivo e jogos.

Representada desde 2017 pela agência Verve, a propriedade tem como produtora principal a Exurbia Films, com Pat Cassidy, Ian Henkel e Kim Henkel à frente do projeto. O advogado Marios Rush cuida da parte legal da negociação.

Apesar de ainda não haver um favorito claro, novas propostas criativas estão atraindo atenção. Entre os nomes em destaque está Taylor Sheridan, criador de ‘Taylor Sheridan’, que demonstrou interesse na franquia — embora, por ora, apenas na função de produtor. Sheridan cresceu no Texas, o que reforça sua conexão com o material.

Outro nome em potencial é o de Oz Perkins (‘Longlegs‘), que estaria se unindo a Bryan Bertino (‘Os Estranhos‘, 2008) em uma proposta para um novo longa, com Bertino na direção. Esse projeto seria apresentado pela distribuidora independente Neon.

Além disso, o cineasta J.T. Mollner (‘Strange Darling‘) e o produtor Roy Lee (‘Minecraft: O Filme‘) estão desenvolvendo um pitch para TV em parceria com a A24, com envolvimento do texano Glen Powell — que não deve atuar na produção. Separadamente, Roy Lee também estaria propondo um filme para a Netflix.

Jordan Peele também entrou na disputa, com sua produtora Monkeypaw interessada em produzir uma nova versão. A empresa tem um acordo de produção com a Universal Pictures.

O filme original de 1974, feito com um orçamento modesto de US$ 140 mil, arrecadou mais de US$ 31 milhões, tornando-se um clássico do terror e gerando uma franquia que já ultrapassa US$ 252 milhões em bilheteria mundial, com nove filmes, quadrinhos, livro e duas adaptações em jogos.

A versão de maior bilheteria da saga segue sendo o remake de 2003, produzido por Michael Bay e estrelado por Jessica Biel, que arrecadou US$ 107 milhões e reintroduziu Leatherface para uma nova geração.

Vale lembrar que o filme mais recente da franquia, ‘O Massacre da Serra Elétrica: O Retorno de Leatherface‘, foi lançado direto pela Netflix, em 2022. Apesar da recepção negativa, o longa alcançou 29 milhões de horas assistidas em sua primeira semana no serviço de streaming.

A trama se passa anos após os chocantes eventos do filme original, em um cenário em que Leatherface não foi visto desde então.

A lendária Sally Hardesty, única sobrevivente do filme de 1974, retornou no filme. A personagem foi interpretada por Olwen Fouéré (‘Contágio em Alto Mar’).

‘The Five-Star Weekend’: Regina Hall entra para o elenco de novo drama do Peacock estrelado por Jennifer Garner

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O Peacock confirmou a entrada de Regina Hall (‘Uma Batalha Atrás da Outra‘) como parte do elenco principal de ‘The Five-Star Weekend‘, série dramática estrelada e produzida por Jennifer Garner.

Hall interpretará Dru-Ann Jones, uma das convidadas do fim de semana que promete mudar tudo na vida da protagonista.

Criada por Bekah Brunstetter (‘Maid‘, ‘This Is Us’) e baseada no best-seller homônimo de Elin Hilderbrand (‘O Casal Perfeito‘), a produção acompanha Hollis Shaw (Garner), uma influenciadora digital de gastronomia conhecida por seu estilo sofisticado e carisma acolhedor. Após uma perda devastadora, a aparente perfeição de sua vida começa a ruir — incluindo um casamento em crise, dificuldades com a filha e a obsessão crescente por validação nas redes sociais.

Na tentativa de superar o luto, Hollis reúne quatro amigas de fases distintas da vida para um fim de semana em sua casa em Nantucket. Ambientada num cenário costeiro de luxo, a série explorará amadurecimento, amizades à prova do tempo e verdades que vêm à tona quando menos se espera.

Além de Brunstetter, o time criativo conta com Beth Schacter (‘Billions‘) como roteirista e produtora executiva.

Também produzem Sue Naegle e Ali Krug pela Dinner Party Productions, em parceria com o Universal Studio Group. A própria Elin Hilderbrand atua como produtora executiva.

Ainda sem data de estreia, ‘The Five-Star Weekend‘ é mais um esforço do Peacock para ampliar seu portfólio de séries premium ancoradas em personagens femininas fortes e narrativas emocionais de recomeço e reconexão.

Dica do fim de semana | Novidades para curtir no Disney+

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O Disney+ trouxe produções bastante variadas para seu catálogo neste mês. E como sabemos que nem sempre é fácil escolher o que assistir, dada a grande variedade de opções, listamos cinco produções, dentre filmes, séries e documentários que acabaram de entrar no streaming.

E como indicado no título, todas as produções listados neste texto estão disponíveis no catálogo do Disney+. Basta ligar a TV, selecionar o streaming e assistir. Confira!

Capitão América: Admirável Mundo Novo

Consolidado como Capitão América e respeitado na posição, Sam Wilson (Anthony Mackie) segue fazendo missões contra traficantes internacionais de vibranium e um novo metal extremamente perigoso: o adamantium. Convidado pelo Presidente Ross (Harrison Ford) para tentarem usar seu prestígio como super-herói para apoiar a diplomacia americana em um projeto de parceria de exploração desse metal, Sam até topa participar, mas logo se vê dentro de uma trama conspiratória que envolve um velho amigo seu e inimigos de outras épocas em busca de vingança. E quando o próprio presidente dos EUA se transforma em um Hulk, caberá ao Capitão América tentar contê-lo e impedir uma nova guerra mundial.

Predador: Assassino de Assassinos

Após décadas de tentativas de repetir o sucesso do primeiro filme da saga em live-action, a franquia Predador se rendeu a um formato que está cada vez mais popular dentre o público adulto: as animações 3D. Em Predador: Assassino de Assassinos, o filme de animação original do 20th Century Studios, o público acompanha as histórias de três guerreiros contadas de forma antológica. Ao longo de décadas, é possível acompanhar a jornada de uma viking que está levando seu filho pelo caminho da vingança, um ninja do Japão feudal que entra em uma guerra contra o próprio irmão, e um piloto da Segunda Guerra Mundial que está investigando uma possível ameaça de outro mundo. O que esses três têm em comum? Além da brutalidade, todos estão sendo caçados pelo Predador. É uma grata surpresa.

Oceanos com David Attenborough

Sir David Attenborough embarca em uma nova aventura com a equipe do National Geographic. Foto: Conor McDonnell.

A partir deste domingo (8), os fãs de documentários da vida selvagem vão poder conferir o novo projeto do lendário Sir David Attenborough, maior especialista neste ramo de filmes. Aos 99 anos, o apresentador lidera este documentário, que mostra ao público a importância dos oceanos e como é possível reestabelecer a grandeza das vastas e interconectadas águas da Terra, apresentando as possíveis soluções para a proteção marinha que poder ajudar a reverter a situação. O documentário é baseado em pesquisas científicas e conta com a consultoria de uma equipe de cientistas especializados, entre eles o Dr. Enric Sala, fundador da National Geographic Pristine Seas. E a data de estreia não poderia ser outra, já que o dia 8 de junho marca o Dia Mundial dos Oceanos.

Phineas & Ferb

Uma das séries animadas de maior sucesso da reta final dos anos 2000 está de volta. Após um hiato de nada menos que dez anos, Phineas & Ferb retornam para uma quinta temporada que promete resgatar a essência da série que fez dela um sucesso entre crianças e adultos. Os primeiros episódios já estão disponíveis e estão sensacionais. Talvez parte do público estranhe a mudança dos dubladores de alguns personagens, mas isso se deu muito pelo crescimento do elenco e as mudanças naturais das vozes. Felizmente, a maioria dos dubladores brasileiros originais retornam para os papéis tão queridos. A trama? Bom, segue a mesma. Phineas & Ferb estão novamente de férias e não querem perder tempo, então constroem as invenções mais mirabolantes possíveis, o que enlouquece Candice, a irmã mais velha, que tenta dedurar seus irmãozinhos para a mãe. Paralelamente a isso, Perry, o Ornitorrinco volta a enfrentar o Dr. Doofenshmirtz, que deixou de lado a aposentadoria e voltou a fazer maldades por aí.

Kun por Agüero

Por fim, a última dica deste fim de semana é um documentário que estreou há pouco tempo e deu uma boa encorpada ao catálogo de produções esportivas do Disney+. Em Kun por Agüero, o público vai embarcar de cabeça na história, vitórias e dramas de Sergio Agüero, ídolo do Manchester City e um dos grandes atacantes da Seleção Argentina. Com depoimentos de craques com quem ele dividiu campo e vestiário, além de pessoas importantes de sua vida pessoal, o ex-camisa 9 conta detalhes de sua infância, passando pelos percalços que enfrentou até conseguir se tornar jogador de futebol profissional. E sua história guarda ainda um capítulo muito complexo, que foi sua aposentadoria precoce devido a um problema cardíaco que chocou torcedores de todos os cantos do mundo.

Mariah Carey dá início a nova era com a inédita “Type Dangerous”; Ouça!

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A icônica cantora e compositora Mariah Carey lançou recentemente a inédita canção “Type Dangerous”, que dá início à sua mais nova era musical.

lead single traz elementos do R&B integrados ao hip hop soul e ao gênero conhecido como new jack swing, explorando uma narrativa de atração romântica e sexual a alguém potencialmente perigoso.

Trazendo um sample da clássica canção “Eric B. Is President”, lançada em 1987 por Eric B. & Rakim, a faixa é o primeiro vislumbre do vindouro 16º compilado de originais de Carey (que ainda segue sem detalhes confirmados).

Ouça:

Dona de sucessos absolutos como “We Belong Together”“Obsessed”“Touch My Body”, Mariah Carey é uma das artistas mais conhecidas e bem-sucedidas de todos os tempos, além de ser conhecida por seus potentes vocais e por seu icônico falsete.

Com mais de 220 milhões de unidades vendidas ao longo de sua carreira, Carey já levou para casa cinco estatuetas do Grammy e possui um amplo legado que influenciou inúmeros artistas, incluindo a popstar Ariana Grande. Ela também é conhecida como a Rainha do Natal através da clássica “All I Want for Christmas Is You”, um dos singles mais vendidos de todos os tempos.

O último álbum de Carey foi o aclamado ‘Caution’, lançado em 2018.

Investigação paranormal no trailer de ‘House on Eden’, TERROR found footage estilo ‘A Bruxa de Blair’

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O terror found footage ‘House on Eden‘ ganhou o primeiro trailer.

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Além de roteirizar e dirigir, Kris Collins também estrela a produção ao lado de Celina MyersJason-Christopher Mayer.

Os investigadores paranormais Kris, Celina e seu cinegrafista Jay esperam os sustos de sempre ao embarcarem em seu mais novo caso. Mas, após serem misteriosamente redirecionados para uma casa abandonada no meio da floresta, eles se veem diante de uma força diferente de tudo o que já encontraram. À medida que a noite se transforma em caos, membros da equipe desaparecem e fenômenos sinistros sugerem uma presença antiga e malévola observando cada movimento deles.

O terror será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 25 de julho.