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Um Pombo Pousou num Galho…

(En duva satt på en gren och funderade på tillvaron)

 

 En duva satt på en gren och funderade på tillvaron<br /><br /><br />
(2014) on IMDb

Elenco: Holger Andersson, Nils Westblom, Viktor Gyllenberg

Direção: Roy Andersson

Gênero: Comédia dramática

Duração: 101 min.

Distribuidora: Mares Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 14 de Maio de 2015

Sinopse:

A história gira em torno de dois vendedores ambulantes, Sam e Jonathan, que estão cansados do mundo. Um filme sobre a reflexão da existência.

 

Curiosidades:

» Rodado na Suécia, Alemanha, Noruega e França.

» O título do filme foi inspirado na pintura ‘Os Caçadores na Neve’, de Pieter Bruegel.

» Foi exibido no Festival de Veneza 2014.

» Escrito e dirigido por Roy Andersson.

 

Trailer:

 

Cartazes:

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Fotos:

 

Crítica 3 | Mad Max: A Estrada da Fúria

Você pode sobreviver, mas sobrevivência não é vida. De volta aos sets de filmagens para recriar ou até mesmo repaginar sua própria criação, o espetacular cineasta australiano George Miller, depois de uma passagem curiosa como diretor da animação Happy Feet: O Pinguim, juntamente com um elenco para lá de competente, consegue realizar a façanha de melhorar sua grande obra-prima. Mad Max – A Estrada da Fúria é uma daquelas mágicas cinematográficas que não deixam nossas mentes pararem de se exercitar.

Na trama, conhecemos o solitário Max (Tom Hardy), um homem com traumas de seu passado que vive em um mundo recheado de maldade onde todas as pessoas fazem de tudo sobreviver. Certo dia, é capturado por um grupo terrível que controla uma região e feito prisioneiro. Quando estava perdendo o último fio de esperança que brotava em seu coração, consegue uma única oportunidade de escapar e fugir daquela loucura. Assim, conhece a Imperatriz Furiosa (Charlize Theron), uma mulher que luta para fugir da ira de um tirano cruel e o intrigante Nux (uma atuação espetacular do britânico Nicholas Hoult).

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Enxergamos esse novo mundo pelos olhos do personagem principal. A natureza humana e o desespero pela não extinção são expostos à flor da pele. No contexto da trama, a terra estava estéril. Brigas diárias por petróleo, água ou qualquer tipo de riqueza que nosso planeta possui eram constantes. Essa personificação do desespero que vivia a população é o reflexo das atitudes impiedosas do personagem mais sinistro do ano, Immortan Joe (atuação impactante do ator indiano Hugh Keays-Byrne).

Max (mais uma atuação exemplar do sempre ótimo Tom Hardy) é um homem reduzido aos fiapos que possui do seu instinto de sobrevivência. Assombrado por um passado que não conseguiu proteger e vivendo em um mundo selvagem, com as pessoas beirando à loucura, e onde a racionalidade perde a vez, cada novo dia é uma experiência com altas cargas de emoção. Max nos faz conseguir traçar paralelos e criar analogias criativas quando pensamos em analisar a situação do mundo hoje e essa experiência (apocalíptica), que não deixa de ser uma teoria inteligente e uma crítica ao mundo em que vivemos hoje.

Com alta carga de adrenalina, a ação é constante ao longo dos 120 minutos de projeção, o público sai da sala de cinema e parece que correu uma maratona de São Silvestre. Nossos olhos absorvem tanta informação que parece que estamos dentro daquela história, tudo dentro do magistral roteiro assinado por George Miller, Brendan McCarthy e Nick Lathouris, é interessante. O cinema que faz pensar tem esse poder de nos fazer sonhar e refletir sobre nossa própria existência.

Crítica 2 | Mad Max: Estrada da Fúria

Ficção Pós-Apocalíptica Feminista

A série cinematográfica Mad Max é curiosa. São produções que atingiram status de cult mesmo não sendo blockbusters tipicamente Hollywoodianos – os fãs, por outro lado, os tratam de tal forma. Ícones da ficção pós-apocalíptica, que retratam um mundo devastado, os filmes da série são obras australianas, passadas no país, e em sua maioria sem grandes nomes. O primeiro Mad Max (1979) é uma produção independente, que colocou o ator Mel Gibson e o diretor George Miller no mapa.

Comprado pela Warner, o segundo filme teve um orçamento dez vezes maior que seu original e serviu para cimentar o cânone – mesmo assim, a obra de 1981 não se compara com o que era feito nos EUA na época, como O Império Contra-Ataca, por exemplo. O terceiro, A Cúpula do Trovão (1985), pode ser considerado o mais hollywoodiano e a única superprodução da saga – sentimos a diferença na escala da coisa, com uma cidade inteiramente construída e a presença de uma estrela da música mundial (Tina Turner) no elenco e dona da trilha sonora.

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É por isso que não deixa de ser curioso ver o primeiro filme da série verdadeiramente grandioso, totalmente bancado pela Warner, com um orçamento que (agora) realmente não fica devendo nada aos de Star Wars e super-heróis da Marvel (o orçamento estimado é de US$100 milhões). A quantia é notada na tela, Mad Max: Estrada da Fúria é um filme belíssimo. No tempo de fundos verde e CGI, os efeitos aqui não poderiam ser mais grandiosos.

De uma gigantesca tempestade de areia, passando pelas inúmeras perseguições insanas nas estradas e deserto, até o próprio conceito da cidade nas cavernas, o visual criado artificialmente para o filme funciona sempre a favor da trama – não se tornando a trama e o filme em si, como no caso de muitos blockbusters atuais.

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O motivo para tudo funcionar de maneira harmoniosa, é a presença do diretor George Miller novamente no comando. O cineasta fez questão de criar grande parte de seu filme com efeitos práticos, ou seja, o que vemos e podemos sentir durante as filmagens. Miller criou novamente sets gigantescos e confeccionou, ao lado de todos os outros responsáveis, cenas intensas e reais de ação. Os vídeos dos bastidores das filmagens já caíram na internet e podem ser conferidos – são impressionantes.

Um momento que chama atenção: os equilibristas que se balançam em varas, puxando pessoas de outros veículos e capturando-as. Um momento que certamente empolgará o público pela criatividade. Saber que tudo ocorreu de fato, mesmo que efeitos de computador tenham sido utilizados (apenas para retocar o todo), traz satisfação para os puristas e merece ser valorizado. Estrada da Fúria coexiste como uma continuação, uma refilmagem e um reinício para a precursora franquia pós-apocalíptica.

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Desta vez, interpretado por Tom Hardy, o protagonista Max é um homem duro, atormentado por um passado trágico. Já o encontramos incluído nesta realidade devastada, e a morte de sua família (parte da mitologia ao redor do personagem) é apenas vislumbrada através de flashbacks. Max possui seu possante de motor V8 – que na série original havia sido destruído no segundo filme – mas de cara é logo capturado por uma tribo.

Tal civilização vive em grandes cavernas, e muito lembra o conceito de Bartertown, a cidade da troca em A Cúpula do Trovão. A comparação vem do fato de que em ambas as cidades fictícias, existem dois níveis de sociedade. A primeira, dos líderes, que administram a cidade – ou pelo menos são suas fachadas. E a segunda, dos trabalhadores, que realmente são os responsáveis pela coisa funcionar e vivem num submundo.

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Aqui, Immortan Joe é o soberano. Ele lidera uma raça de doentes, deformados, cancerosos, e com todo tipo de problema relacionado à saúde – como respiratório. Por este motivo, mantém prisioneiros (como Max) para serem utilizados em transfusões de sangue e órgãos, e numa espécie de cofre, meia dúzia de beldades conhecidas como parideiras, cujo único propósito é dar a luz para suas crias, crianças em busca da perfeição.

O povo, do lado de fora, luta na miséria por água e mantimentos. Dentro dessa imensa estrutura, Immortan Joe conseguiu projetar um futuro dentro da terra devastada, que conta até mesmo com montanhas gramadas e produção de alimentos numa horta. Talvez o maior pecado de Estrada da Fúria seja mesmo não adentrar os detalhes desta grande e interessante civilização. É difícil equilibrar tudo, e a preferência é por privilegiar a ação.

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A maior parte (90% da projeção) do filme se passa nas estradas. Imagine o desfecho do segundo filme, sendo alongado durante um filme todo. Muitos poderão reclamar justamente da falta de um núcleo ou conteúdo que amarre tudo. Mas o que é deixado como pistas para juntarmos por nós mesmos, é igualmente interessante. Tudo o que precisamos saber está lá, embora não aprofundado.

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Chama atenção também a voracidade das cenas de ação e lutas (um momento bem legal é uma luta entre Max acorrentado, as parideiras e Charlize Theron), tudo realizado de forma realista, e embora acelerado o suficiente, nunca soando artificial, como em Vingadores: A Era de Ultron, por exemplo, um show pirotécnico de CGI. As homenagens chegam a todo instante também. Temos uma senhora armada com espingarda (do 1º filme), uma caixinha de música de corda (do 2º filme), e um anãozinho no controle da situação na cidade (do 3º filme).

Temos também um Max monossilábico (Mel Gibson tinha mais ou menos 80 palavras no segundo filme), e o fato de que o protagonista novamente é o elemento passivo dentro da história de terceiros. Além, é claro, do famoso take dos olhos esbugalhados pulando para fora das órbitas antes de uma colisão (quem conhece a série sabe do que estou falando).

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Outro forte elo de nostalgia é justamente Immortan Joe. Apesar de se tratar de um personagem inédito, seu intérprete é Hugh Keays-Byrne, ator que no filme original de 1979 viveu o principal vilão Toecutter. Voltando ao título deste texto, Mad Max: Estrada da Fúria pode ser considerado a primeira ficção científica pós-apocalíptica feminista. Isto vem diretamente relacionado à personagem protagonista do filme, a Imperatriz Furiosa, de Charlize Theron.

A beldade sul africana foge com o bem mais precioso do governante, suas esposas. Assim é iniciada uma nova liberação feminina, que busca a liberdade e o livre arbítrio. Além do subtexto social, A Estrada da Fúria também utiliza analogia religiosa, já que os soldados de Immortan Joe buscam uma aceitação divina, e por ela morrem felizes e “cromados”. O novo Mad Max é realmente novo e refrescante. Embora reutilize conceitos, tem sabor moderno e não requentado, além de muitas ideais embutidas.

 

Jem e as Hologramas

(Jem and the Holograms)

 

 Jem and the Holograms (2015) on IMDb

Elenco:

Aubrey Peeples – Jem
Stefanie Scott – Kimber
Hayley Kiyok – Aja
Aurora Perrineau – Shana
Nathan Moore – Zipper
Juliette Lewis – Erica Raymond
Ryan Guzman – Rio Pacheco

Direção: Jon M. Chu

Gênero: Aventura, Musical

Duração: — min.

Distribuidora: Universal

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: Direto nas Locadoras – 2016

Sinopse:

Assim que uma garota de cidade pequena é catapultada de sensação da internet para uma superestrela global, ela e suas três irmãs começam uma jornada improvável de descoberta, aprendendo que alguns talentos são muito especiais para se manterem escondidos. Em ‘Jem e as Hologramas’, quatro músicas aspirantes vão conquistar o mundo quando perceberem que a chave para criar seu próprio destino está em encontrar a sua própria voz.

 

Curiosidades:

» Baseado no desenho animado dos anos 1980.

» Dirigido por Jon M. Chu, de ‘Ela Dança, Eu Danço‘ e ‘G.I. Joe: Retaliação‘.

 

Trailer:

 

Cartazes:

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Fotos:

 

‘Extermínio 3’ está acontecendo, diz roteirista

Em entrevista ao The Playlist, Alex Garland, roteirista de ‘Extermínio’ e produtor de sua continuação, confirmou que o terceiro filme está seguindo em frente com o produtor da franquia, Andrew McDonald.

Garland também revelou que já escreveu uma história conceitual para a nova sequência, provisoriamente intitulada ’28 Months Later’, mas que não estará envolvido no desenvolvimento do roteiro.

Há quase dois anos, Danny Boyle afirmou haver entre 40 a 60% de chances de ‘Extermínio 3‘ acontecer. O envolvimento do diretor com o filme, porém, também é improvável. Em ‘Extermínio 2‘ (28 Weeks Later), Boyle já havia passado o bastão para o diretor Juan Carlos Fresnadillo.

Uma das franquias de horror mais aclamadas, ‘Extermínio’ arrecadou quase US$ 150 milhões com seus dois primeiros filmes, lançados em 2003 e 2007.

Crítica | Mad Max: Estrada da Fúria

Deixe-me começar esta crítica agradecendo pelo bom senso (coisa tão rara hoje em dia) de George Miller no uso do 3D. Realmente é um alívio, depois de uma série de filmes recentes utilizarem deste recurso com pouquíssima ou nenhuma finalidade narrativa, apenas como um verdadeiro caça níquéis. E realmente, Miller aproveita este recurso com certa inteligência. Demonstrando as enormes dunas dos desertos, bem como, utilizando a separação entre os objetos, que este recurso dá, para fins dramáticos.

É bastante divertido assistir a ‘Mad Max:Estrada da Fúria‘, e isso não se deve apenas as cenas de ação corpo a corpo ou as boas perseguições de carros e explosões. Para mim, a maior diversão reside no universo distópico criado por Miller. Uma sociedade em ruína, que tem sua humanidade corroída pela escassez de recursos.

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A figura do rei Immortan Joe (Hugh Keays-Byrne) é central para esse universo. A ele estão ligadas as maiores desgraças e as críticas que o filme apresenta.

Immortan Joe trata-se de um ditador que oprime a população por meio da força de seus soldados, que são guiados por uma fé maluca, que prega a ida, apenas dos guerreiros mais valentes, a Valhalla. Isso provoca uma busca completamente insana e histérica, por parte desses jovens, chamados de “War Boys” (algo como meninos da guerra) que se sacrificam em função de uma guerra sem sentido, chegando até a cometer suicídio ao se jogarem, com explosivos nas mãos, em veículos, bradando antes: “Testemunhem”, num convite louco para que contemplem o que estão prestes a fazer. Além disso, se utiliza do monopólio da água daquela cidade, recurso que é chamado de “Acqua Cola”, aludindo à nefastas grandes corporações, para deixar a população refém dos seus interesses.

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O deserto de Mad Max é fotografado em planos abertos, bem como a cor que predomina é o laranja. Algo que destaca a aridez daquele espaço, bem como o quão hostil é esse ambiente, ressaltando um tema que é a premissa para o filme e que pauta o nosso imaginário atual. O medo da escassez de água ou petróleo, culminando em um apocalipse é algo que está sempre presente no nosso pensamento. A perda da humanidade, decorrente da situação extrema em que as pessoas se encontram, é retratada durante toda a obra, e bem ressaltada por Miller.

É nesse cenário que entra Furiosa (Charlize Theron), braço direito do ditador, que lidera uma espécie de cruzada caótica em direção a fazenda da gasolina. Furiosa resolve desviar do caminho, e encontra Max (Tom Hardy), que acabara de escapar de um dos carros, da frota do ditador, em que estava preso. Juntos, com algumas esposas do ditador e Nux (Nicholas Hoult), um dos garotos da guerra que se perdeu do bando, partem em uma jornada pelo deserto. No meio da jornada acabam se juntando com um grupo de senhoras, remanescentes da civilização que Furiosa origina.

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Essa parte “Road movie” poderia explorar mais a relação dos personagens, para que nos familiarizássemos com eles e entendêssemos seus objetivos e sua história. Aqui vemos uma tímida exploração, que é eficiente, mas não suficiente em criar empatia e nem complexidade aos personagens. Ficamos com às cenas de ação, que embora apresentem uma trilha completamente medíocre (com exceção do coro de vozes que apareceu no trailer, e aparece de vez em quando no filme) são bem conduzidas, mantendo a agilidade, mas sem comprometer o entendimento do que acontece ali.

O que também chama atenção nessas cenas, é o modo como os personagens não são invulneráveis, como pareceu se convencionar em alguns dos blockbusters atuais. E isso faz com que nos sintamos tensos e temamos pela vida dos personagens. Em vários momentos vemos o grupo sendo atingido e, ás vezes, se ferindo gravemente. As atuações extremamente sólidas, em especial dos excelentes Tom Hardy, Charlize Theron, Nichoulas Hoult e Hugh Keays-Byrne contribuem para essa veracidade, bem como as sensações e temas do filme.

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007 – Operação Skyfall

(007 – Skyfall)

 

Elenco:

Daniel Craig, Ralph Fiennes, Javier Bardem, Bérénice Marlohe, Naomie Harris, Judi Dench, Helen McCrory, Ben Whishaw, Tonia Sotiropoulou.

Direção: Sam Mendes

Gênero: Ação

Duração: 143 min.

Distribuidora: Sony Pictures

Orçamento: US$ 200 milhões

Estreia: 26 de Outubro de 2012

Sinopse:

Em ‘007 – Operação Skyfall‘, a lealdade de Bond a M é testada quando o seu passado volta a atormetá-la. Com a MI6 sendo atacada, o 007 precisa rastrear e destruir a ameaça, não importando o quão pessoal será o custo disto.

Depois do fracasso da última e fatídica missão de Bond, quando a identidade de vários agentes secretos espalhados pelo mundo é revelada, ocorre um atentado à sede do MI6, obrigando M a transferir as instalações do seu quartel-general. Devido a esses eventos, a sua autoridade e posição se verão ameaçadas por Mallory (RALPH FIENNES), o novo presidente da Comissão de Inteligência e Segurança. Agora, com o MI6 sob ameaças tanto externas quanto internas, só resta a M um único aliado em quem ela pode confiar: Bond. O agente 007 desaparece nas sombras – auxiliado por uma única agente de campo, Eve (NAOMIE HARRIS). Juntos, eles seguirão a pista do misterioso Silva (JAVIER BARDEM), cujas motivações letais e obscuras ainda estão por se revelar.

Curiosidades:

» A nova Bond Girl é vivida pela francesa Berenice Marlohe, que não possui nenhum filme internacional em seu currículo, apenas participação em shows de TV de seu país natal.

» Sam Mendes (‘Beleza Americana’, ‘Estrada Para a Perdição’) dirige.

» O diretor Sam Mendes cortou do roteiro as exageradas sequências de ação, para dar maior destaque ao desenvolvimento dos personagens e cenas dramáticas, aproveitando o talento dos atores. Com isso, Mendes acredita que o filme terá maiores chances de concorrer a categorias no Oscar que não sejam apenas técnicas. Ainda assim, o filme terá algumas grandes cenas de ação, como as que serão rodadas em Istanbul e no Castelo Duntrune.


Trailer:

Cartazes:

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Fotos:

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EXCLUSIVO: Catherine Deneuve no trailer de ‘O Homem que Elas Amavam Demais’

O CinePOP divulga, com EXCLUSIVIDADE, o trailer legendado do drama francês ‘O Homem que Elas Amavam Demais‘ (L’homme Qu’on Aimait Trop).

O elenco conta com a musa Catherine Deneuve, Guillaume Canet e Adèle Haenel. A direção fica por conta de André Téchiné (‘Anjo da Guerra’).

Assista:

Renée Le Roux é a dona do Palais de la Méditerranée, em Nice. o último casino da Riviera Francesa que ainda não foi tomado pelo poderoso mafioso Fratoni. Renée faz o que pode para enfrentar seu poderoso rival, até que sua filha Agnès se apaixona por Maurice, o conselheiro financeiro da família que é ligado ao inimigo. Baseado em fatos reais.

A Mares Filmes lança o filme nos cinemas nacionais dia 21 de maio.

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Crítica em Vídeo | ‘O Franco-Atirador’ e ‘Super Velozes, Mega Furiosos’

Acaba de sair do forno a nova edição do Cine Agenda, vídeo apresentado pelo editor Renato Marafon com as críticas aos principais lançamentos desse final de semana: ‘O Franco-Atirador‘, ‘Super Velozes, Mega Furiosos‘ e ‘Sorria, Você Está Sendo Filmado

Assista, com a crítica a ‘Vingadores: Era de Ultron‘:

O Franco-Atirador‘: Depois de uma longa carreira como matador de aluguel, Martin Terrier pretende se aposentar e passar o resto da vida ao lado de sua amada. Mas quando ele descobre que está sendo traído por pessoas de sua confiança, Martin começa uma viagem por toda Europa para acertar as contas com cada homem que tentou trapaceá-lo.

Super Velozes, Mega Furiosos‘: O policial Paul White (Alex Ashbaugh), trabalhando sob disfarce, chega junto à gangue ilegal de corredores de rua liderada por Vin Serento (Dale Pavinski), numa das provas noturnas do grupo. Vin e Paul provam no asfalto que são velozes, são furiosos e juntos decidem elaborar um plano para dar um golpe duplo num dos mais perigosos chefões do crime de Los Angeles, Juan Carlos de la Sol (Omar Chaparro).

Sorria, Você Está Sendo Filmado‘: A comédia aborda temas atuais como a superexposição das pessoas em redes sociais e em reality shows e mostra que a reação das pessoas muda à medida que descobrem que estão sendo filmadas. O filme expõe a cômica reação do síndico (Otavio Augusto), do porteiro (Lázaro Ramos), da faxineira (Roberta Rodrigues), da ex-atriz (Susana Vieira), do homem de preto (Lucio Mauro Filho), dos policiais (Juliano Cazarré e Thiago Rodrigues) e outros personagens diante de uma surpresa num prédio até a descoberta da presença de uma webcam ligada filmando toda confusão e gerando uma mudança de comportamento.

Disney anuncia remake de ‘Muppet Babies’

O canal Disney Jr. anunciou que está desenvolvendo um novo remake da clássica sérieMuppet Babies‘, que teve oito temporadas exibidas entre 1984 e 1991.

A série estreia em 2018 e será animada por Tom Warburton, criador do desenho animado ‘Codename: Kids Next Door‘ exibido pelo Cartoon Network. Eric Shaw (‘Bob Esponja’) será o roteirista.

No último ano, o canal americano ABC lançou uma série baseada nos personagens, criada por Bill Prady (The Big Bang Theory) e Bob Kushell (Anger Management). O remake seguiu os moldes de ‘The Office’, apresentando a vida dos fantoches em casa e no trabalho, no formato de falso documentário.

O show foi cancelado após sua primeira temporada.

A série original dos Muppets foi exibida entre 1976 e 1981, seguida por duas adaptações ao cinema dos personagens, em 2011 e 2013. Juntos, os dois filmes arrecadaram pouco mais de US$ 245 milhões pelo mundo.

‘Mad Max 4’: Mel Gibson surpreende Tom Hardy e aparece na première

Mel Gibson, astro da trilogia ‘Mad Max’, fez uma aparição surpresa na pré-estreia do quarto filme, ‘Mad Max: Estrada da Fúria’, realizada na noite desta quinta (7) em Los Angeles.

O ator de 59 anos posou para fotos no tapete vermelho ao lado de Tom Hardy, o novo intérprete de Max Rockatansky, e de outros membros da equipe, como o diretor da franquia George Miller.

Mad Max 4’ estreia nos EUA em 15 de maio com uma abertura estimada em US$ 40 milhões.

Veja o encontro das duas gerações de Max ao lado de Miller:

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Veja mais de 30 fotos e 18 minutos de ‘Mad Max 4′

Mel Gibson critica astro do novo ‘Mad Max’

Mad Max: Estrada da Fúria’ recebeu classificação R-Rated nos EUA, uu seja, será proibido para menores desacompanhados de 17 anos por conta de suas “intensas cenas de violência e imagens perturbadoras”.

O filme de ação pós-apocalíptico, que chega ao Brasil em 14 de maio, se passa nos confins do nosso planeta, em uma desértica paisagem onde a humanidade está em colapso, enquanto quase todos lutam incansavelmente pelas necessidades da vida. Dentro deste mundo de fogo e sangue, existem dois rebeldes em fuga, que talvez possam restaurar a ordem. Há Max (Tom Hardy), um homem de ação e de poucas palavras, que busca paz de espírito depois da perda de sua mulher e seu filho após o caos. E Furiosa (Charlize Theron), uma mulher de atitude e que acredita que seu caminho para sobreviver pode ser alcançado se ela cruzar o deserto de volta para sua terra natal.

A sinopse acompanha as primeiras e positivas reações ao filme, que já começou a ter exibições-teste realizadas pelo estúdio.

Nicholas Hoult (‘X-Men: Primeira Classe’), Rosie Huntington-Whiteley (‘Transformers: O Lado Oculto da Lua’), Zoë Kravitz (‘Depois da Terra’) e Riley Keough (‘Magic Mike’) também estrelam o longa, que passou por vários problemas durante sua produção e teve extensas refilmagens.

O filme foi rodado ao longo de seis meses no deserto da Namíbia e na África do Sul, até dezembro de 2012. O motivo do intervalo de quase três anos entre o fim das filmagens e a estreia não foi explicado.

A direção é de George Miller, que comandou os três filmes anteriores da franquia.

Mad Max 4‘ chegará ao Brasil em 14 de maio de 2015.

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Super Velozes, Mega Furiosos

(Superfast)

 

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Elenco: Alex Ashbaugh, Dale Pavinski, Lili Mirojnick, Daniel Booko, Andrea Navedo

Direção: Aaron Seltzer, Jason Friedberg

Gênero: Comédia

Duração: 99 min.

Distribuidora: Diamond Films

Orçamento: US$ 20 milhões

Estreia: 07 de Maio de 2015

Sinopse:

Em Super Velozes, Mega Furiosos, sátira aos filmes e aos personagens da série de ação Velozes e Furiosos, o policial Paul White (Alex Ashbaugh), trabalhando sob disfarce, chega junto à gangue ilegal de corredores de rua liderada por Vin Serento (Dale Pavinski), numa das provas noturnas do grupo. Vin e Paul provam no asfalto que são velozes, são furiosos e juntos decidem elaborar um plano para dar um golpe duplo num dos mais perigosos chefões do crime de Los Angeles, Juan Carlos de la Sol (Omar Chaparro).

 

Curiosidades:

» Paródia da franquia ‘Velozes e Furiosos‘.

» Dale Pavinski já trabalhou como dublê no filme ‘Ladrões‘ (2010), que foi estrelado por Paul Walker.

» Dos mesmos responsáveis por ‘Os Vampiros Que Se Mordam’, ‘Espartalhões’ e ‘Jogos Famintos‘.
Crítica em Vídeo:

Trailer:

 

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(The Second Best Exotic Marigold Hotel)

 The Second Best Exotic Marigold Hotel<br /> (2015) on IMDb

 

Elenco: Judi Dench, Bill Nighy, Richard Gere, Maggie Smith, Judi Dench, Dev Patel, David Strathairn, Tom Wilkinson, Maggie Smith.

Direção: John Madden

Gênero: Drama, Comédia

Duração: 122 min.

Distribuidora: Fox Film

Orçamento: US$ 8 milhões

Estreia: 7 de Maio de 2015

Sinopse: 

O jovem empresário do ramo hoteleiro Sonny Kapoor (Dev Patel) enfrenta um grandioso novo desafio, preparar um legítimo casamento indiano, ao mesmo tempo em que lida com a expansão de seu bem-sucedido negócio.

Curiosidades: 

» O roteirista Ol Parker e o diretor John Madden, ambos do longa original, retomam seus cargos nesta sequência.

» O primeiro filme faturou US$ 136,8 milhões nas bilheterias mundiais para um orçamento de US$ 10 milhões.

 

Trailer:

Cartazes: 

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Fotos:

 

A Estrada 47

(A Estrada 47)

 A Estrada 47<br /> (2013) on IMDb

Elenco:

Daniel de Oliveira, Julio Andrade, Francisco Gaspar.

Direção: Vicente Ferraz

Gênero: Drama

Duração: 107 min.

Distribuidora: Europa Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 07 de Maio de 2015

Sinopse:

Durante a 2ª Guerra Mundial, no sopé de uma montanha na Itália, uma esquadra de caçadores de minas da Forca Expedicionária Brasileira sofre um ataque de pânico e acaba se perdendo em plena Terra de Ninguém. Desesperados, com frio, fome e sede, os despreparados Pracinhas têm de optar por enfrentar a Corte Marcial ou encarar novamente o inimigo. É então que os remanescentes do grupo decidem rumar para outro ousado objetivo militar: desarmar o campo minado mais temido da Itália. No caminho, acabam encontrando outros desertores: um fascista arrependido e um oficial alemão cansado da guerra. Com a inesperada ajuda dos inimigos, os Pracinhas conseguem realizar um a das mais impossíveis façanhas já imaginadas em todo o conflito.

Curiosidades:

» Segundo filme do diretor Marcelo Galvão (‘Colegas’).

» Levou o Kikito de melhor filme no Festival de Cinema de Gramado 2014.

Trailer:

Cartazes:

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De Gravata e Unha Vermelha

(De Gravata e Unha Vermelha)

 De Gravata e Unha Vermelha (2015) on IMDb

Elenco:

Dudu Bertholini, Laerte, Rogéria, Ney Matogrosso, João Nery, Johnny Luxo, Candy Mel, Letícia Lanz, Eduardo Laurentino, Walério Araújo.

Direção: Miriam Chnaiderman

Gênero: Documentário

Duração: 86 min.

Distribuidora: Imovision

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 07 de Maio de 2015

Sinopse:

Com depoimentos de grandes nomes de um mundo transgressor, onde a sexualidade é reinventada, o documentário cria uma vertigem a partir do jeito que cada um encontra de se respeitar na construção do próprio corpo. No uso das roupas e na criação de contornos, vão surgindo formas desruptoras de vida. O estilista Dudu Bertholini entrevista e revela as experiências peculiares de Laerte, Rogéria, Ney Matogrosso, Johnny Luxo, Candy Mel e outras personalidades.

Curiosidades:

» Vencedor do Prêmio Felix de Melhor Documentário no Festival do Rio 2014.

Trailer:

Cartazes:

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Fotos:

 

 

Crítica | O Exótico Hotel Marigold 2

Comédia romântica da terceira idade

Foi realmente uma surpresa a confirmação de sequência da comédia inglesa O Exótico Hotel Marigold (2011), mais ainda pelo cineasta John Madden dirigir novamente o título. Apesar do peculiar humor britânico, o primeiro longa apresentava gags funcionais, detinha um elenco estrelado e abordava temas interessantíssimos. O maior deles era o preconceito (racial, e xenofóbico), que se encaixava em quase todas as figuras da trama e tinha um cinismo latente. Ainda assim abria espaço para o romance entre gente da terceira idade, sem nunca soar forçado ou ridículo. Um trabalho deveras singular na carreira de Madden, que já entregou dramalhões como O Capitão Corelli (2001) e A Prova (2005).

Contando com praticamente todo elenco da fita original – Judi Dench, Bill Nighy, Penelope Wilton, Dev Patel e Maggie Smith, só tirando Tom Wilkinson, mas inserindo Richard Gere -, o diretor decidiu seguir por outros caminhos, deixou de lado o debate social e focou na vida pessoal e conjugal de seus personagens. Entretanto isso não foi de tudo ruim, pois como já tinha os apresentado anteriormente, o processo de identificação, de certo modo, existia, possibilitando assim abordar mais a fundo seus sentimentos.

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O caso do agora protagonista Sonny Kapoor (Patel), que prestes a se casar com a linda Sunaina (Tina Desai), passa por uma fase conturbada não só em sua vida amorosa quanto profissional. Principalmente quando seu primo Kushal (Shazad Latif) aparece como uma espécie de ameaça nos dois aspectos, uma vez que dá em cima da garota e pretende comprar um promissor e futuro investimento, que vai de uma vez por todas fazer decolar sua franquia de hotéis.

Do outro lado vemos os já conhecidos senhores que ainda se hospedam no Marigold. Evelyn (Dench) trabalha comprando tecidos, mas ainda não se acertou com Douglas (Nighy). Muriel (Smith), agora sócia majoritária do hotel, enfrenta o problema da administração do hotel e, pior, tem que lidar com as loucuras de Sonny. O então irreverente casal Norman (Pickup) e Carol (Hardcastle), vive lado a lado com a desconfiança, um ciúme que acaba sendo hilário. Mas o grande caso amoroso aqui é mesmo o do suposto escritor Guy Chambers (Gere) com a mãe de Kapoor. Ou seja, mergulhamos numa comédia romântica sem grandes pretensões.

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E sem pesar a mão, John Madden cria uma narrativa que se mostra orgânica do início ao fim, que tem lá seus exageros quando fala a respeito da cultura local, mas que também é sutil em alguns momentos, como naquele que vemos a história familiar de um taxista que se envolve com Madge (Imrie). A fotografia de Ben Smithard é importante nas cenas externas por auxiliar a atmosfera enérgica presente. Bem como a trilha do sempre ótimo Thomas Newman matem o ritmo em vários andamentos.

As risadas também são mais numerosas aqui, vemos piadas prontas que, mesmo não sendo originais, funcionam bem, obrigado. Muito desse feito, inclusive, se deve ao elenco estar conectado e aparentar se divertir em tela. Como na cena de encerramento em que todos dançam ao ritmo de uma canção indiana – artificio bastante clichê, que já foi visto, por exemplo, em Quem Quer Ser um Milionário? (2008), e é impossível não fazer comparações, já que Patel também o protagoniza.

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Todavia, se colocarmos na balança, os prós são bem maiores que os contras. Ainda que seja um filme de proposta simples e que apenas tenha a função de entreter, é notado que em essência o longa possui sutileza narrativa e aborda seus personagens de maneira humana e honesta. Aliás, são poucos os exemplares do gênero que dão destaque a figuras de idade mais avançada, como vemos aqui. E é ótimo poder observar astros que outrora eram aclamados e que, naturalmente pelo tempo, foram restringidos a poucos papéis. Em suma, vale conferir.

Texto originalmente publicado na cobertura do Cine PE 2015.

Últimas Conversas

(Últimas Conversas)

 Ultimas Conversas (2015) on IMDb

Elenco:

Documentário

Direção: Eduardo Coutinho

Gênero: Documentário

Duração: 85 min.

Distribuidora: Espaço Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 07 de Maio de 2015

Sinopse:

A partir de entrevistas com jovens estudantes brasileiros, o filme busca entender como pensam, sonham e vivem os adolescentes de hoje.

Quando morreu, em fevereiro de 2014, Eduardo Coutinho deixou 32h de material gravado e um caderno com anotações iniciais a respeito desse material.

Foi então que João Moreira Salles, produtor deste e dos nove longas anteriores do Coutinho, contando com a ajuda imprescindível de Jordana Berg, montadora dos filmes do cineasta desde Santo Forte (1999), levou a diante a missão de terminar essa obra.

Uma grande responsabilidade de difícil execução. O processo levou oito meses até que chegassem ao resultado do filme.

Curiosidades:

» O filme “Últimas Conversas” foi selecionado pelo Programa Petrobras Cultural.

Trailer:

Cartazes:

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Crítica | Super Velozes, Mega Furiosos

Imagine as seguintes situações: Um namorado beija a companheira e lhe passa herpes. Um homem espanca outro até que fique inconsciente, logo em seguida o assassina com uma arma de fogo. Um pai aposta seu filho, ainda no ventre da mãe, em uma corrida de carros. Você riu de alguma dessas situações? Não? Que bom! Isso significa que você não é um psicopata e que, consequentemente, não é o público alvo desta excrecência que garante seu lugar como um dos piores filmes do ano.

É engraçado como Super Velozes, Mega furiosos parece acreditar genuinamente que suas passagens (ia chamar de piadas, mas não são) fazem o público rir. Utilizando-se de gags obvias que são estendidas quase que sempre além do seu tempo. Não só apresenta situações não engraçadas, mas com desfecho óbvio e fora de ritmo.

Durante este interminável longa, acompanhamos Paul White (Alex Ashbaugh), um policial que tenta se infiltrar na gangue de Vin Serento (Dale Pavinski), mas acaba se aproximando dos criminosos e desenvolvendo uma relação com eles, história tão simplória e rasa, que a sequência parodiada parece uma obra prima perto deste filme.

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Os primeiro minutos são, de longe, os piores momentos do longa (são tantos momentos ruins que fica até difícil decidir qual o pior). Os “diretores” nos apresentam o protagonista como um homem que dirige um carro com um desenho de unicórnio, como se mostrando esse desenho, apenas, fosse o suficiente para arrancar gargalhadas. Este primeiro momento, bem como o resto do filme, é recheado de estereótipos. O negro “Hell no!”, o latino de lenço amarrado na cabeça e o jamaicano com sotaque forte. Mais uma vez, como se mostrando esses estereótipos, apenas, fosse o suficiente para fazer-nos rir (talvez há trinta anos atrás, fosse minimamente).

E este “filme” é repleto de momentos assim. Em um momento vemos a gangue dançar. Apenas isto, um grupo de quatro ou cinco pessoas dançando. Descobri hoje que dançar é algo extremamente engraçado (sarcasmo). Não só nas ações em si, mas no modo que são filmadas e na montagem. Nunca são mostrados momentos que surpreendem o espectador, bem como estes momentos são quase todos enquadrados em planos pequenos, nunca demonstrando a relação dos personagens e os resultados das suas interações.

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A montagem contribui para a falha das suas piadas. As gags são montadas de forma muito lenta, prejudicando o ritmo do filme, bem como, estendendo algumas situações que poderiam ser mais concisas, prolongando a vergonha alheia quando cada “piada” é encerrada. Aqui fica evidente a absoluta falta de carisma dos atores (Excluindo-se Dio Johnson, que faz uma paródia do personagem de The Rock na franquia original, de quem aqui e acolá dei risadas) que nunca são precisos nas piadas e apresentam reações genéricas.

Se utilizando de piadas compostas por estereótipos e senso comum, constituindo um humor burro e ultrapassado por excelência, filmes como este tem apenas uma função: Mostrar como NÃO se fazer cinema.

Crítica | O Franco-Atirador

Sean Penn, o novo Liam Neeson?

Baseado no livro “The Prone Gunman”, de Jean-Patrick Manchette, ‘O Franco-Atirador (The Gunman) traz o veterano Sean Penn no primeiro papel protagonista dentro de um filme de ação em sua carreira. Com o roteiro coescrito pelo próprio, Penn interpreta Jim Terrier, assassino de um grupo secreto de mercenários. Logo na abertura, vemos o protagonista em ação, precisando eliminar um ministro do Congo, na África.

Depois do ato, o regulamento a ser seguido é o desaparecimento, o que significa deixar para trás sua antiga vida, incluindo a companheira – interpretada pela bela italiana Jasmine Trinca. Alguns anos depois, Terrier vive como funcionário de uma ONG, retornando ao país africano para ajudar aldeias. Seu passado volta para assombrá-lo, quando assassinos tentam matá-lo. Agora, sua missão é descobrir os responsáveis por eliminar sua antiga equipe, ao mesmo tempo em que corre grande perigo sendo caçado pelos mesmos.

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Vale mencionar a força por trás do projeto. O produtor é Joel Silver, especialista no gênero, responsável por obras como ‘O Predador’, ‘Máquina Mortífera’, ‘Duro de Matar’ e ‘Matrix’. A direção é do francês Pierre Morel, que em 2008 deu nova guinada para a carreira de Liam Neeson com ‘Busca Implacável’. E por fim deve ser mencionado o envolvimento do astro Penn, que além de escrever e protagonizar, também produz o filme, o que demonstra que o ator realmente acreditava no projeto.

O resultado, no entanto, fica abaixo do esperado. ‘O Franco-Atirador’ não é um exemplar inspirado do gênero, ao contrário, é um bem genérico e esquecível. O filme fica devendo nos aspectos que deveriam favorecê-lo, ou seja, uma história interessante e nova ou em cenas de ação que nos faça justamente esquecer a história (caso não seja o forte da produção). A ação confeccionada por Morel se resume a muitos tiros, dos quais nenhum jamais atinge o protagonista. A obra é pontuada por tiroteios constantes.

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A falta de ação desenfreada seria perdoada caso a obra fizesse uso de um roteiro interessante, com personagens chamativos e uma história que realmente nos capturasse. O que daria o tom de seriedade para um filme adulto do gênero. Mas aqui o material é reciclado. Uma trama aguada e diluída, que nos desafiará a lembrá-la na semana seguinte a termos saído da exibição. Sequer espaço de criação para bons atores é permitido. E aqui, Javier Bardem e Idris Elba são os mais prejudicados. Bardem recria mais um antagonista caricato (de filmes como ‘Skyfall’ e ‘O Conselheiro do Crime’), este perdendo por muito em comparação. E Elba aparece menos do que seu talento merece, em um personagem que poderia ser interpretado por qualquer ator.

Sean Penn, ator duas vezes vencedor do Oscar (‘Sobre Meninos e Lobos’ e ‘Milk: A Voz da Igualdade’), não consegue trazer sua intensidade performática de costume, e resume sua atuação a flexionar os músculos recém adquiridos, no auge de seus 54 anos (com uma Charlize Theron em casa, é bom estar em forma). Existem filmes de ação que não ressoam conosco após o termino da exibição, mas que enquanto assistimos nos entretém. Nem este fato é verdade com ‘O Franco-Atirador’. A falta de energia é sentida. Para não apontar o filme como um desperdício completo, vale mencionar novamente a participação refrescante da italiana Trinca, que possui uma boa presença de cena.

Jogo Duro

Jogo Duro’ (Wild Card), estrelado por Jason Statham e Sofía Vergara, teve seu trailer legendado divulgado.

Trata-se de uma nova versão de ‘Encurralado em Las Vegas’ (1986)

Assista:

Na trama, o guarda-costas Nick Escalante (Statham) sonha em trocar Las Vegas por Veneza. Mas quando sua amiga prostituta é barbaramente espancada por um cliente, Nick precisa descobrir quem fez isto com ela. Depois de dar uma surra em três rapazes que agrediram a amiga, ele tem de enfrentar um assassino profissional contratado pelos rapazes.

Stanley Tucci, Milo Ventimiglia, Michael Angarano e Anne Heche completam o elenco.

A direção é de Simon West, que assume o posto de Brian De Palma (diretor do original) e volta a se reunir com Statham após ‘Assassino à Preço Fixo’ e ‘Os Mercenários 2’.

Jogo Duro’ chega ao Brasil direto em Home Video em Julho.

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