‘Homem-Aranha 4‘, oficialmente subtitulado “Um Novo Dia”, está cada vez mais próximo de sair do papel e dar início à sua fase de produção.
A nova aventura do icônico super-herói da Marvel, protagonizada novamente por Tom Holland, já tem uma previsão oficial para o começo das filmagens, o que marca um importante avanço no cronograma do projeto.
Segundo informações divulgadas pelo site especializado Screen Daily, a produção da sequência está programada para começar no mês de agosto de 2025.
As gravações acontecerão no Reino Unido, mais especificamente na cidade de Glasgow, na Escócia, que será um dos principais palcos para as filmagens desta nova etapa da franquia.
Fontes próximas à produção afirmam que os preparativos já estão em andamento, com movimentações nos bastidores e a montagem da infraestrutura necessária nos locais escolhidos para receber o elenco e a equipe técnica.
Isso corrobora com rumores anteriores que já apontavam Glasgow como uma possível locação, agora confirmada oficialmente.
Embora ainda não tenham sido revelados muitos detalhes sobre a trama, o subtítulo “Um Novo Dia” sugere uma nova fase na vida de Peter Parker, possivelmente lidando com as consequências dos eventos do último filme, ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘.
Destin Daniel Cretton, de ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis‘, será responsável pela direção. A estreia está agendada para 30 de Julho de 2026.
Segundo o NexusPointNews, Mark Ruffalo retornará como Bruce Banner em ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’ e ele terá um “papel substancial” no filme.
Tom Holland retorna como o herói titular ao lado de Zendaya e Jacob Batalon, que reprisam seus papéis como MJ e Ned, respectivamente.
Sadie Sink (‘Stranger Things’) também foi confirmada em um papel misterioso.
A aventura mais recente do herói, ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘, arrecadou US$ 1.9 bilhão mundialmente – tornando-se a sétima maior bilheteria da história do cinema.
A Pixar não alcançou um merecido sucesso no cenário do entretenimento por qualquer motivo: desde sua estreia oficial com o irretocável ‘Toy Story’, passando por clássicos instantâneos como ‘Monstros S.A.’ e ‘Ratatouille’, e culminando em ótimas produções recentes como ‘Luca’ e ‘Red: Crescer é uma Fera’, os competentes nomes por trás desses projetos promoveram um encontro multigeracional entre passado e presente, apresentando narrativas instigantes e divertidas através de comentários profundos e muito bem-vindos sobre a própria natureza do ser humano.
É claro que, vez ou outra, o estúdio cometeu certos deslizes ao não conseguir superar as expectativas que fomentou nos espectadores, como visto na franquia ‘Carros’, na inofensiva animação ‘O Bom Dinossauro’ e no esquecível spin-off ‘Lightyear’, todos partindo de premissas interessantes e que não se concretizaram como deveriam. E, em meio a uma espécie de fadiga hollywoodiana e a um apreço por sequências, remakes e reboots, é notável como o escopo animado sofreu com a falta de apoio para histórias originais, mostrando uma inclinação inescapável da indústria por “tirar leite de pedra” em meio a licenciamentos já existentes e dentro de uma óbvia zona de conforto. Porém, ‘Elio’ veio para mostrar que ainda há muito para se contar: o longa, que chega aos cinemas nacionais no próximo dia 19 de junho, é uma carta de amor aos fãs de aventura e ficção científica e resgata as glórias da Pixar sem se valer apenas de incursões saudosistas e explorando o que, de fato, nos faz humanos.
A máxima pode ser um tanto quanto estranha, visto que a trama do filme é, como podemos imaginar, uma viagem pelo espaço sideral. O enredo é centrado em Elio (Yonas Kibreab), um jovem garoto que lida com a morte prematura dos pais e passa a morar com a tia, a major Olga (Zoe Saldaña), que trabalha juntamente aos cientistas e pesquisadores da estação espacial local. Sentindo-se deslocado em meio a uma realidade e a pessoas que não o compreendem, Elio desenvolve uma paixão quase doentia pelo que existe além do planeta da Terra, perdendo-se em meio ao desejo de ser abduzido por alienígenas e, com sorte, encontrar o lugar a que sempre pertenceu.
Desenvolvendo um apreço por radioamadores, Elio passa seus dias tentando fazer contato com a vida lá fora. Repreendido por Olga por sua impulsividade, o garoto começa a achar que suas preces não serão atendidas – isto é, até uma gigantesca nave espacial o abduza e o leve para o Comunaverso, uma organização interespecial que reúne as maiores mentes do universo para discussões acaloradas sobre o sentido da vida. Elio, confundido com o embaixador oficial da Terra, navega pelo “cargo” que lhe é dado e percebe que as coisas são mais complicadas do que imaginava – e se vê um perigoso jogo que envolve o implacável Lorde Grigon (Brad Garrett), que ameaça invadir o Comunaverso, e seu adorável e inocente filho Glordon (Remy Edgerly), que se torna não apenas uma inesperada “carta na manga” dos planos de Elio, como um grande amigo do protagonista titular. E, a partir daí, o nosso herói embarca em uma jornada para salvar a todos e, principalmente, a si mesmo, levando-o em uma aventura pelo autodescobrimento e pelo senso de pertencimento.
O projeto conta com a colaboração tripla de Madeline Sharafian, Adrian Molina e Domee Shi, esta responsável por uma das animações mais honestas e subestimadas desse incrível panteão da sétima arte, ‘Red: Crescer é uma Fera’. E, diferente do que alguns poderiam imaginar, essa junção de forças serve como ponto-chave para compreendermos a exuberante mente de cineastas que têm muito a nos contar, nos convidando a navegar por uma trajetória intergaláctica, vibrante e muito colorida. Nota-se o cuidado estético que as diretoras e o incrível time por trás das câmeras possuem, garantindo uma impactante e proposital contradição entre os segredos e as novidades que se escondem na imensidão do espaço e a constante solidão de Elio, por mais que ele nunca, de fato esteja sozinho.
Julia Cho, Mark Hammer e Mike Jones, assinando o roteiro, apostam fichas em uma remodelação de convencionalismos de gênero e não pensam duas vezes antes de construir personagens-base com os quais estamos acostumados, ainda mais quando pensamos no gênero da animação. Os certeiros diálogos e o equilíbrio fabuloso entre drama, comédia e ação fornecem ritmo e dinamismo a essa breve história, que desenrola-se com fluidez e sem exagerar em melodramas novelescos ou sequências desnecessárias. Não é surpresa, pois, que a produção se estenda por pouco mais de noventa minutos, sabendo exatamente o que quer nos entregar e percebendo que, às vezes, o menos é mais.
Seja com a épica e sinestésica trilha sonora de Rob Simonsen, seja com fotografia abrangente e expansiva de Derek Williams e Jordan Rempel, ‘Elio’ funciona do começo ao fim por saber que tipo de enredo contar e de que forma fazê-lo, entendendo que explorar tropos e incursões conhecidas do cenário do entretenimento pode funcionar, quando tudo o que busca é a diversão e o entretenimento. Trazendo as glórias da Pixar Studios de volta em um aplaudível espetáculo visual, a animação é a opção ideal para se ver com a família e nos arrebata cena após cena por ter o coração no lugar certo.
‘Superman’ está chegando às telonas em breve, e o cineastaJames Gunn comentou sobre o icônico herói, revelando que existe uma pergunta dos fãs que ele simplesmente não aguenta mais ouvir: “Quem vence?”.
Durante uma entrevista à Rolling Stone, Gunn foi direto ao expressar sua opinião, classificando toda a discussão sobre quem venceria uma luta como “a conversa mais estúpida que existe”.
“Eu queria que o Superman fosse vulnerável. Vejo essas discussões online do tipo ‘Quem venceria quem?’ Capitão Pátria ou Superman ou sei lá o quê, Adam Warlock ou Brightburn, e eu penso, ‘Essa é a conversa mais estúpida que existe'”, afirmou Gunn.
Ele prosseguiu, explicando seu ponto de vista: “Tipo, então quem vencer essa luta significa que é o melhor? Porque eu posso criar o Deus Homem, que te destrói com um piscar de olhos. E eu ganho. Eu ganho todas as lutas pra sempre. Mas eu não queria um Superman que pudesse socar planetas. E também estamos criando um universo inteiro agora, então o que uma garota com asas vai fazer diante disso?”
Para equilibrar o poder e tornar o herói mais relacionável, Gunn confirmou: “Então ele é um pouco menos poderoso. O Guy Gardner [Lanterna Verde] é bem poderoso. Eles são todos bastante poderosos”.
Ele também reconheceu a preferência de muitos fãs por personagens mais falhos: “Honestamente, conversando com várias pessoas, muita gente diz, ‘Eu gosto mais do Batman porque ele pode ser derrotado,’ e eu entendo isso. Então temos um Superman que pode ser derrotado”.
‘Superman’ tem estreia marcada nos cinemas brasileiros para 10 de julho de 2025, dando início oficial ao novo DCU.
Superman, o primeiro longa-metragem da DC Studios a chegar às telonas, deve estrear nos cinemas de todo o mundo neste verão, distribuído pela Warner Bros. Pictures. Em seu estilo característico, James Gunn assume a nova história do super-herói original, no recém-imaginado universo DC, com uma combinação singular de ação épica, humor e coração, um Superman movido pela compaixão e por uma crença inerente na bondade da humanidade.
Na trama, Wilson interpretará Lizzy, uma jovem inteligente, sarcástica e insegura. Embora inicialmente pareça fazer parte do grupo popular e superficial do campus, logo fica claro que ela esconde sua verdadeira personalidade — uma fã de fantasia e jogos de tabuleiro — para se encaixar e manter sua posição social.
Ainda sem título oficial, o projeto é conhecido nos bastidores como “The Untitled BriTANicK Pizza Movie”.
A produção é fruto de uma parceria entre os estúdios American High e All Things Comedy, dois nomes em ascensão no cenário de comédias independentes. A trama gira em torno de dois universitários solitários, Jack e Montgomery, que pedem uma pizza para viagem — mas, ao consumirem acidentalmente uma droga caseira, a simples tarefa de descer dois andares se transforma em uma odisseia surreal e transformadora.
Conhecidos por seu humor absurdista e timing afiado, McElhaney e Kocher prometem trazer à tela uma narrativa embalada por viagens psicodélicas, crises existenciais e sátiras da vida universitária. A dupla, que já colaborou com as produções Saturday Night Live e ‘It’s Always Sunny in Philadelphia’, assume também o roteiro e direção da comédia.
Gaten Matarazzo, além de protagonizar, atua como produtor executivo do longa. Ele vem de uma fase pós-‘Stranger Things‘ marcada por escolhas ousadas e papéis que expandem seu repertório cômico e dramático.
Já Sean Giambrone, aclamado por seu trabalho como Adam Goldberg, embarca numa comédia mais experimental, longe do formato familiar que o tornou conhecido.
O filme é produzido por Jeremy Garelick e Will Phelps, da American High, estúdio responsável por títulos como ‘Plano B‘ e ‘Sex Appeal‘, e por Billy Rosenberg, da All Things Comedy, selo fundado por Bill Burr. Também participam da produção Jazon Zaro, Max A. Butler e Molle DeBartolo.
A magia de Arendelle continua viva — e mais promissora do que nunca. Em entrevista recente ao Collider, o diretor criativo da Walt Disney Animation Studios, Jared Bush, revelou novos detalhes sobre o desenvolvimento de ‘Frozen 3‘.
Embora a maior parte das informações ainda esteja sob sigilo, Bush não economizou nos elogios à nova etapa da franquia que encantou o mundo desde 2013.
Segundo ele, o terceiro filme da saga protagonizada por Elsa e Anna trará uma nova jornada para os personagens de forma “orgânica” e empolgante, sem perder o tom emocional e temático que fez do primeiro longa um marco cultural — e um fenômeno de bilheteria.
“O trabalho que está sendo feito em ‘Frozen 3‘ é fenomenal. Quando o público voltar a esse universo e acompanhar os personagens em uma nova jornada, vai perceber que tudo se encaixa de forma muito natural com o que já foi contado. Está fantástico”, afirmou Bush.
Apesar de ‘Frozen 4‘ já ter sido anunciado oficialmente, Bush explicou que a prioridade do estúdio agora é construir a melhor história possível para o terceiro filme, sem se preocupar ainda com uma estrutura narrativa dividida em dois capítulos. “Uma coisa de cada vez”, afirmou ele.
Desde o sucesso de “Let It Go”, a trilha sonora da franquia ‘Frozen‘ se tornou parte essencial da identidade da história — e uma marca registrada da emoção que ela transmite. E de acordo com Bush, isso não vai mudar.
“As músicas sempre estão profundamente ligadas à trajetória dos personagens. Eu diria que já temos uma ideia de como isso vai se desenrolar, e é algo muito empolgante. Acho que vamos surpreender as pessoas da melhor maneira possível.”
O primeiro ‘Frozen‘, lançado em 2013, reformulou o arquétipo das “princesas Disney” ao colocar o foco na relação entre duas irmãs e não em um romance, algo inovador para o estúdio. Já ‘Frozen 2‘, de 2019, aprofundou os conflitos internos de Elsa e revelou detalhes sobre os poderes da personagem e o passado de sua família.
No início do ano, aDisney confirmou que ‘Frozen 3‘ chegará aos cinemas em 24 de novembro de 2027, oito anos após a estreia do último filme, lançado em 2019.
‘Frozen 2‘ quebrou o recorde do original e se tornou a animação com a maior bilheteria de todos os tempos, acumulando US$ 1,446 bilhão pelo mundo.
Juntos, os filmes fizeram US$ 2,7 bilhões.
Por enquanto, ainda não há detalhes sobre a aguardada sequência.
Enquanto isso, vale lembrar que o estúdio já revelou o logo oficial do novo capítulo e sua primeira arte conceitual – que marca o retorno de Elsa, Anna e Olaf.
A trama acompanha o gato azul Gumball Watterson, de doze anos, e sua família em suas aventuras e confusões na cidade de Elmore. Sempre acompanhado de seu irmão Darwin, eles navegam as brincadeiras e dilemas da pré-adolescência em uma cidade repleta de criaturas peculiares.
O ator Jason Isaacs, que integra o elenco da aguardada 3ª temporada de ‘The White Lotus’, surpreendeu ao revelar todos os atores receberam o mesmo salário. Segundo a Variety, ele confirmou que cada membro do elenco recebeu US$ 40 mil por episódio, totalizando cerca de US$ 320 mil por ator na temporada.
“Eu não sabia que isso era de conhecimento público. Mas é absolutamente verdade”, disse Isaacs. “Geralmente os atores não falam sobre salário em público porque é ridiculamente desproporcional ao que fazemos, colocar maquiagem e usar vozes engraçadas, e só irrita o público. Mas, comparado ao que normalmente se paga em grandes produções de TV, é um valor bem baixo. A verdade é que nós teríamos pago para participar. Provavelmente teríamos até dado uma parte do corpo”.
É notável que, com essa política de remuneração igualitária, veteranos como Isaacs e Parker Posey receberam o mesmo valor que nomes mais novos na indústria, como Sarah Catherine Hook e Sam Nivola.
Quando questionado se achava justo que todos recebessem o mesmo, Isaacs riu educadamente.
“Me incomoda não ter ganhado mais que os outros? Eu nunca trabalho por dinheiro”, afirmou. “Eu me saí bem. As pessoas acham que tenho pilhas de dinheiro, mas, infelizmente, o que eu fiz, de maneira bem imatura, foi aumentar meus gastos na mesma medida dos meus ganhos, então praticamente gastei tudo o que ganhei ao longo dos anos”.
As três temporadas de ‘The White Lotus’ estão disponíveis no catálogo da Max.
Ambientada na Tailândia, a temporada mais recente foca em um grupo multigeracional, incluindo um patriarca, uma executiva, uma atriz, duas mães, um desajustado e um praticante de ioga.
Recentemente, o co-presidente da DC Studios, James Gunn, teceu comentários sobre os problemas que a Marvel Studios vem enfrentando com a bilheteria e a recepção crítica em seus últimos projetos.
Gunn, que ficou responsável pela trilogia ‘Guardiões da Galáxia’ do MCU, afirmou que o alto número de produções que a Marvel lançou na plataforma do Disney+“os matou”.
Agora, através de sua conta no Threads, Gunn esclareceu os comentários.
“Para deixar claro — e como fica claro no contexto da entrevista — eu não disse ‘isso os matou’, como se tivessem acabado, mas eles foram prejudicados pela situação sobre a qual não tinham controle. Eles estão do outro lado disso agora, o que é bom”, ele escreveu.
Gunn acrescenta: “a febre de sacrificar tudo pelo streaming acabou com muitas coisas boas, forçando uma demanda por ‘conteúdo’ impossível de ser atendida, colocando filmes na TV antes mesmo de terem uma exibição adequada nos cinemas e muito mais. A insanidade diminuiu e se estabilizou em todos os lugares. Graças a Deus”.
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Lembrando que o próximo filme do diretor, ‘Superman’, chega aos cinemas em 10 de julho de 2025, dando início oficial ao novo DCU.
Superman, o primeiro longa-metragem da DC Studios a chegar às telonas, deve estrear nos cinemas de todo o mundo neste verão, distribuído pela Warner Bros. Pictures. Em seu estilo característico, James Gunn assume a nova história do super-herói original, no recém-imaginado universo DC, com uma combinação singular de ação épica, humor e coração, um Superman movido pela compaixão e por uma crença inerente na bondade da humanidade.
O cineasta James Gunn, responsável pelo novo ‘Superman’, filme que marca o início oficial do novo Universo DC (DCU), comentou recentemente a possibilidade de um crossover entre o Homem de Aço e o amigão da vizinhança, Homem-Aranha, nas telonas.
Em entrevista à Rolling Stone, Gunn foi questionado sobre a ideia de adaptar o icônico encontro dos dois heróis, que aconteceu nos quadrinhos nos anos 1970. Embora não descarte a ideia, o diretor foi cauteloso:
“Já falamos sobre isso um bilhão de vezes. Isso poderia acontecer facilmente, e seria interessante. Mas, ao mesmo tempo, acho que as pessoas estão um pouco saturadas. O que elas realmente querem são boas histórias com seus super-heróis — é isso que importa”, explicou.
Gunn também destacou que o simples encontro entre dois personagens populares não é garantia de sucesso:
“As pessoas amam super-heróis, isso é óbvio. Mas elas também querem mais variedade, narrativas de qualidade. Só colocar o Superman e o Homem-Aranha juntos não vai funcionar se o filme for ruim. Precisa vir de um lugar real, com propósito. E isso é muito difícil de fazer direito”, acrescentou.
O diretor enfatizou que só toparia participar de um projeto assim se o envolvimento partisse de uma motivação criativa verdadeira, e não apenas comercial.
“Fiz Superman porque amo o personagem. Estava empolgado para escrever esse filme. Se eu fosse escrever algo como Superman vs. Homem-Aranha, teria que pensar: ‘Isso realmente pode ser um grande filme?’ ou ‘Estou fazendo só porque o público quer ver esses dois juntos?’ Se um dia esse filme acontecer, precisa ser feito por alguém que acredite de verdade nessa história — e não como uma tentativa de ganhar dinheiro fácil. Isso não me interessa”, concluiu.
Lembrando que Superman estreia em 10 de julho de 2025, dando início oficial ao novo DCU.
Superman, o primeiro longa-metragem da DC Studios a chegar às telonas, deve estrear nos cinemas de todo o mundo neste verão, distribuído pela Warner Bros. Pictures. Em seu estilo característico, James Gunn assume a nova história do super-herói original, no recém-imaginado universo DC, com uma combinação singular de ação épica, humor e coração, um Superman movido pela compaixão e por uma crença inerente na bondade da humanidade.
‘Nem Toda História de Amor Acaba em Morte‘, conduzido pelo diretor curitibano Bruno Costa, responsável pelo premiado ‘Mirador‘ e co-diretor da série ‘Cidade de Deus – A Luta Não Para‘, da HBO Max, foi contemplado na noite do último domingo (15) com o Troféu Calunga, durante o CINE – PE.
Em cerimônia no Cinema do Teatro do Parque, em Recife, a produção levou a premiação nas categorias de Melhor Longa-Metragem na votação no júri popular, e de Melhor Ator, para Octávio Camargo, que interpreta o personagem “Miguel”.
Após o Cine-PE, o filme ainda passa pela 14ª edição do Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba, dentro da Mostra Exibições Especiais, um espaço dedicado a obras inéditas no Brasil de grandes nomes do cinema mundial, assim como filmes brasileiros incontornáveis da última temporada que estrearam em outros eventos. O longa também passa pelo Festival Rio LGBTQIA+ e Acessa BH.
A produção, que teve sua primeira exibição durante o festival pernambucano, é uma comédia romântica que abre espaço para a representatividade da comunidade surda dentro e fora da tela, sendo o primeiro filme nacional protagonizado por uma atriz surda.
Na história, Sol, vivida pela atriz Chiris Gomes, é uma professora de meia idade que se vê infeliz com seu casamento e sua vida em geral. Ela comunica ao então marido, Miguel (Octávio Camargo), que a relação acabou. Eles seguem morando juntos na mesma residência, porém em quartos diferentes, até que as coisas se encaminhem para cada um. Sol conhece Lola, interpretada por Gabriela Grigolom, mãe de uma de suas alunas, a pequena Maya (Sophia Grigolom), criando uma conexão única logo de início. Lola é uma jovem negra e surda, que se comunica por meio da língua de sinais e luta para manter sua companhia de teatro ativa.
Por sua vez, Sol, que tinha um irmão surdo, é uma das poucas pessoas da instituição que se comunica facilmente com Lola, criando um relacionamento que vai além dos muros da escola. Lola passa a frequentar a casa de Sol, criando uma inusitada convivência com o ex-casal, em que eles terão que aprender a se respeitar e superar o orgulho individual.
“Esta foi nossa primeira exibição e já saímos como o melhor filme para o público em um festival tão importante para o audiovisual brasileiro. Dirigimos, produzimos, escrevemos e atuamos sempre pensando no público e esta premiação é muito significativa para cada um de nós, principalmente para a comunidade surda. ‘Nem Toda História de Amor Acaba em Morte’ é um marco para o cinema brasileiro com a primeira protagonista surda e essa receptividade extraordinária no CINE-PE é uma largada muito importante para a produção e para a inclusão no audiovisual nacional”, comenta o diretor Bruno Costa.
Em uma revelação recente feita à Entertainment Weekly, JamesGunn detalhou os bastidores de sua aproximação com o universo DC, revelando que a Warner Bros. já havia oferecido a ele a chance de dirigir um filme do Superman antes mesmo de ‘O Esquadrão Suicida‘, de 2021. No entanto, o cineasta recusou a proposta na época por um motivo claro: “Eu não tinha aquela ideia especial do que esse filme seria”, afirmou.
O convite surgiu num momento conturbado da DC. Mesmo antes de uma nova direção criativa estar definida, o estúdio já buscava um novo ator para o papel principal, sinalizando um distanciamento deHenry Cavill — algo que, segundo Gunn, “era ainda mais bagunçado do que está agora”. Rumores da época já apontavam que Cavill havia sido discretamente afastado do papel após recusar uma participação especial em ‘Shazam!‘ (2019).
A situação se agravou até que Dwayne “The Rock” Johnson interveio pessoalmente para trazer Cavill de volta em ‘Adão Negro‘ (2022), manobra que obrigou a Warner a reavaliar temporariamente seus planos. Apesar do ator chegar a gravar uma participação em ‘The Flash‘ e haver expectativas para uma sequência de ‘O Homem de Aço‘, tudo foi descartado quando Gunn assumiu como co-CEO daDC Studios.
Quando finalmente decidiu se dedicar a uma nova versão do Superman, Gunn explicou que buscava algo mais profundo: “Ao longo dos anos, as histórias que eu contei se tornaram mais… como dizer… menos escancaradas”, refletiu. “Eu queria contar a história de alguém genuinamente bom em um mundo que não valoriza a bondade, em um mundo que zomba dos valores humanos mais básicos.”
Para Gunn, os superpoderes sempre foram secundários: “O fato de ele poder voar, erguer prédios e disparar raios pelos olhos era realmente secundário diante de quem ele era como pessoa e do que representava.”
Enquanto isso, Henry Cavill se despediu oficialmente do papel que o consagrou sem um desfecho digno, algo que ele próprio não escondeu ter sido uma decepção.
No entanto, o ator retornou ao mundo dos super-heróis de forma inesperada e bem-humorada, com sua participação especial como “The Cavillrine” em ‘Deadpool & Wolverine‘ — uma piscadela cômica ao público e um possível fechamento simbólico de seu legado como Superman.
Com ‘Superman‘, novo filme dirigido e roteirizado porJames Gunn, previsto para 2025, os fãs aguardam ansiosos por essa nova interpretação do herói — uma que promete priorizar o coração e a ética, tanto quanto a capa e os poderes.
Lembrando que ‘Superman‘ estreia em 10 de julho de 2025, dando início oficial ao novo DCU.
Em seu estilo característico, James Gunn assume a nova história do super-herói original, no recém-imaginado universo DC, com uma combinação singular de ação épica, humor e coração, um Superman movido pela compaixão e por uma crença inerente na bondade da humanidade.
eu sei o que voces fizeram no verao passado 02 (1)
A diretora Jennifer Kaytin Robinson deu novos detalhes sobre a aguardada sequência de ‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado’, o clássico do terror que está prestes a retornar às telonas, prometendo trazer de volta grandes nomes da franquia.
Conforme à Variety, Robinson foi questionada sobre o possível retorno de Karla, a melhor amiga de Julie, interpretada por Brandy. Sua resposta foi enigmática: “Vão ver no cinema. E assistam na estreia”.
Fã de longa data da franquia, Robinson aceitou dirigir o projeto antes mesmo que os executivos da Sony terminassem de falar o nome do filme: “Antes de dizerem ‘Verão’, eu já disse ‘Sim, obrigada. Eu topo’”.
Apesar do entusiasmo inicial, a escrita do roteiro, em parceria com Sam Lansky, não foi isenta de desafios. Houve, inclusive, um debate acalorado sobre a sequência de 1998, ‘Eu Ainda Sei O Que Vocês Fizeram No Verão Passado’. A discussão não era se o filme era “canônico”, mas como os eventos traumáticos dele influenciariam o retorno de Julie neste novo capítulo.
“Visitamos Southport pessoalmente”, contou Lansky. “Naquela noite, assistimos à sequência no hotel. E eu falei: ‘Se isso tivesse acontecido comigo duas vezes… eu nunca mais confiaria em ninguém.’ Chegamos a um meio-termo saudável sobre como Julie foi moldada por tudo isso”.
Sobre trazer Jennifer Love Hewitt eFreddie Prinze Jr. de volta, Robinson foi enfática: “Não havia filme sem eles”. Ela os abordou diretamente, explicou sua visão e, com a aprovação deles, trabalharam juntos para desenvolver os personagens.
“Este filme fala sobre como o trauma te transforma por dentro, mesmo com toda a diversão sangrenta de um slasher”, disse ela. Entre homenagens ao passado e uma trama nova, Robinson queria evitar qualquer nostalgia gratuita. “Queríamos que tudo fosse integrado à história — nada colocado por colocar”.
A diretora também atualizou o visual do pescador, incluindo um novo casaco e, claro, um gancho muito mais afiado: “Sem desrespeito ao gancho original — amamos ela — mas… ela não era afiada!. Este novo tem até uma lâmina por dentro. Fizemos ele realmente perigoso”.
A atriz Gabriette Bechtel, que foi a primeira a ver o gancho real no set, descreveu sua reação: “Foi a coisa mais assustadora que eu já vi. O gancho real era perigoso de verdade!”.
Com uma arma mais afiada, vêm mortes mais brutais. “Tem muitos twists — literais e figurados — com o gancho”, contou Sarah Pidgeon, da equipe de produção. “As mortes são super criativas. E com uma tela maior, tem muito mais sangue, muito mais tripa. É tipo uma versão Costco do original”.
Sobre uma possível sequência, ela afirmou: “Eu não sou quem aprova isso!. Temos uma ideia. Algumas pessoas sobrevivem”.
O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 17 de julho.
Juntam-se ao elenco novos nomes como Chase Sui Wonders (‘O Estúdio’), Sarah Pidgeon (‘O Último Refúgio’), Jonah Hauer-King (‘A Pequena Sereia’) e Tyriq Withers (‘Him’).
“Cinco amigos, após causarem um acidente de carro fatal e fazerem um pacto para manter o segredo, são confrontados um ano depois por alguém sedento por vingança, deixando claro que sabe exatamente o que eles fizeram no último verão”.
A direção do novo filme está a cargo de Jennifer Kaytin Robinson, com o roteiro assinado por Leah McKendrick.
Seguindo a bem-sucedida fórmula dos remakes da Disney, a Universal acertou em cheio com a versão live-action de ‘Como Treinar o Seu Dragão‘, que abriu com impressionantes US$ 83,7 milhões na bilheteria norte-americana e US$ 197,8 milhões no total global — o melhor desempenho de estreia da franquia até hoje.
O longa, que marca a primeira adaptação live-action da DreamWorksAnimation (agora sob o guarda-chuva da Universal), também obteve ótimos índices de aprovação do público, incluindo nota A no CinemaScore e 98% no Rotten Tomatoes.
O filme atraiu não apenas famílias, mas uma legião de jovens adultos da Geração Z — quase metade do público na estreia tinha entre 13 e 24 anos.
O sucesso também se refletiu no mercado internacional, com US$ 114,1 milhões em 81 países. Os destaques foram México (US$ 14 milhões), Reino Unido (US$ 11,4 milhões) e China (US$ 11,2 milhões), onde superou ‘Lilo & Stitch‘ como a maior estreia de uma adaptação live-action em cinco anos.
A produção agora ocupa posições de destaque em diversos rankings:
8ª maior abertura doméstica de 2025 até agora
7ª maior estreia mundial para um live-action
Melhor sexta-feira não-feriado para um título de Hollywood em 2025
8ª melhor estreia da história para o fim de semana do Dia dos Pais na América do Norte
Com uma sequência já marcada para 2027, ‘Como Treinar o Seu Dragão‘ promete se firmar como nova aposta de ouro da Universal nos cinemas.
Gerard Butler, que dublou o líder dos vikings e pai do Soluço na animação, reprisa seu papel na adaptação.
Nick Frost, Julian Dennison, Gabriel Howell, Bronwyn James, Harry Trevaldwyn e Ruth Codd também estrelam.
Na ilha de Berk, os vikings dedicam a vida a combater e matar dragões. Soluço, filho do chefe Stoico, não é diferente. Ele sonha em matar um dragão e provar seu valor, apesar da descrença geral. Um dia, por acaso, ele acerta um dragão que jamais foi visto, chamado Fúria da Noite. E além de não matá-lo, acaba acaba por soltá-lo. Só que o animal perdeu parte da cauda e, com isso, não consegue mais voar. Soluço decide ajudá-lo e, aos poucos, se aproxima do dragão. Só que, paralelamente, Stoico autoriza que o filho participe do treino para dragões, cuja prova final é justamente matar um dos animais.
A Universal Pictures divulgou um novo trailer com cenas inéditas de ‘Jurassic World: Recomeço‘, sequência estrelada por Scarlett Johansson (‘História de um Casamento’), Jonathan Bailey (‘Bridgerton’) e Mahersala Ali (‘Moonlight’).
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 3 de julho.
Na trama, cinco anos após os eventos de ‘Jurassic World – Domínio‘, a ecologia do planeta se mostrou amplamente inóspita para os dinossauros. Os dinossauros que restam existem em ambientes equatoriais isolados com climas que lembram aqueles em que eles prosperaram. As três criaturas mais colossais dentro daquela biosfera tropical detêm a chave para uma droga que trará benefícios milagrosos para salvar vidas da humanidade.
Gareth Edwards, do aclamado sci-fi ‘Resistência‘, é o responsável pela direção.
David Koepp, roteirista do longa original de 1993, assina o novo filme.
Para comemorar, ela postou uma imagem caracterizada como Teela, aliada de He-Man e uma das principais protagonista.
“Terminamos as filmagens de Mestres do Universo. Interpretar a Teela tem sido uma das experiências mais emocionantes e desafiadoras da minha carreira. A semana de suspense entre a minha audição final e conseguir o papel foi no mínimo doloroso. mas aqui estou eu quase um ano depois, um ginásio completo mano e ruiva convertida, terminando 7 meses incríveis de vida como uma garota de Londres, comendo como uma atleta e correndo como uma mulher guerreira!!”, ela postou.
O elenco ainda conta com Alison Brie como Evil-Lyn,Jared Leto como Esqueleto, Idris Elba como o Mentor, Sam C. Wilson como Mandíbula, Hafthor Bjornsson como Homem-Cabra e Kojo Attah como Tri-Klops.
Morena Baccarin interpretará a Feiticeira, e Haukur Jóhannesson será Fisto, ex-vilão que se torna um grande aliado do Príncipe Adam.
A trama acompanha o Príncipe Adam, de 10 anos, que cai no planeta Terra e se separa de sua espada mágica – sua única ligação com Eternia. Quase duas décadas depois, Adam está determinado a retornar ao seu planeta natal e enfrentar as forças malignas do Esqueleto. Para derrotar o poderoso vilão, o Príncipe Adam precisará desvendar os mistérios de seu passado e se tornar He-Man: o homem mais poderoso do universo.
O filme é dirigido por Travis Knight (‘Kubo e as Cordas Mágicas’) e terá um roteiro de Chris Butler, com base em um rascunho inicial escrito por David Callaham (‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’) e Aaron Nee (‘A Cidade Perdida’).
Sabrina Carpenter, uma das maiores vozes da Geração Z na música e que também é conhecida por sua carreira como atriz, está sendo cotada para integrar o Universo Cinemático Marvel.
Segundo o famoso perfil insider@MyTimeToShineH, Carpenter se reuniu com os executivos da Marvel Studios e está em negociações ativas para interpretar a mutante Cristal no MCU.
Para aqueles que não conhecem, a super-heroína é alter-ego de Alison Blaire e fez sua estreia oficial nos quadrinhos em 1980, na edição Uncanny X-Men #130. A personagem tem a habilidade de converter vibrações sonoras em luz e raios de energia e é considerada um ícone LGBTQIA+, particularmente entre homens gays, em virtude de sua estética retrô e disco, bem como de sua caracterização como popstar.
Vale lembrar que Halston Sage interpretou Cristal em ‘Fênix Negra’.
Carpenter também se prepara para retornar ao mundo da música com seu novo álbum de estúdio ‘Man’s Best Friend’, que tem lançamento agendado para o dia 29 de agosto e conta com o lead single“Manchild”.
A estrela Rachel Brosnahan, que interpreta Lois Lane no aguardado filme ‘Superman’, compartilhou recentemente detalhes de sua experiência durante as gravações do longa que marca o início do novo Universo DC (DCU).
Segundo o ComicBookMovie, ao relembrar seus primeiros dias de filmagem, Brosnahan contou que ela e o colega David Corenswet (o novo Superman) começaram logo com uma das cenas mais longas em termos de diálogo.
“Estávamos filmando a cena de 10 páginas com a qual David e eu fizemos o teste”, ela lembrou. “Parecia que estávamos gravando um filme indie em um porão, o que foi incrível, porque realmente nos permitiu explorar esses personagens”.
Quando perguntada se essa abordagem foi proposital, Brosnahan brincou: “Acho que sim. A gente se beijou por algumas horas e depois filmamos uma cena de 10 páginas”.
Sobre o lado mais físico da produção, Brosnahan confirmou que fez algumas cenas de ação, mas deixou no ar uma sequência misteriosa da qual ainda não pode falar:
“Fiz uma coisa diferente, que tecnicamente não envolvia cabos, mas que talvez devesse ter envolvido”, ela provocou. “Foi insano. [risos] A equipe de dublês é a melhor do mundo. Não importa a altura ou o lugar de onde você está pendurada — você está em boas mãos”.
Ela também contou que ela e Corenswet têm “vídeos super fofos” fazendo algo que ela chamou de “balé aéreo”e prometeu compartilhar quando o filme for lançado.
Um dos momentos mais engraçados da conversa foi quando Brosnahan falou sobre gravar uma cena com o cachorro do Superman, o Krypto — ou melhor, com a ideia de Krypto.
“Ele é muito fofo, mas pelo menos na minha cena, havia limitações no set”, explicou. “Tinha um cachorro substituto, mas às vezes era uma pessoa com roupa de CGI fazendo o papel do cachorro, e às vezes… não tinha nada”.
Atuar ao lado de um personagem quase completamente imaginário foi um desafio único: “Nunca me senti uma atriz tão ruim na vida”, ela riu. “Não havia nada ali. O James [Gunn] estava em algum lugar com o microfone de diretor, dizendo: ‘Não, Rachel, você colocou a mão dentro do cachorro. Para de colocar a mão dentro do cachorro!’ [risos]”
‘Superman’ tem estreia prevista para 10 de julho de 2025, dando início oficial ao novo DCU.
Superman, o primeiro longa-metragem da DC Studios a chegar às telonas, deve estrear nos cinemas de todo o mundo neste verão, distribuído pela Warner Bros. Pictures. Em seu estilo característico, James Gunn assume a nova história do super-herói original, no recém-imaginado universo DC, com uma combinação singular de ação épica, humor e coração, um Superman movido pela compaixão e por uma crença inerente na bondade da humanidade.
Kathleen Kennedy, a presidente da Lucasfilm e figura central na gestão da franquia ‘Star Wars’, revelou recentemente o planejamento para os novos rumos da icônica saga criada por George Lucas.
Segundo o SffGazette, durante uma exibição da cópia original de 1977 de ‘Star Wars’ em Londres, na semana passada, Kennedy explicou que, a partir de agora, a franquia vai focar em obras mais independentes.
“Acredito realmente que agora estamos em uma posição onde se ampliaram as possibilidades de histórias e cineastas que podemos trazer para contar narrativas que signifiquem algo para eles, não precisa necessariamente se conectar com cada pequeno detalhe já feito em Star Wars; pode, na verdade, ser uma história independente que depois se desdobra em muitas outras”, revelou.
Sobre ‘Star Wars: Starfighter’, que deve iniciar as filmagens em breve em Londres, ela afirmou: “Vai ser algo bem grandioso”.
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Lembrando que a segunda e última temporada de ‘Andor’, a mais recente adição ao universo ‘Star Wars’, já está disponível para streaming no catálogo do Disney+.
Relembre o trailer:
Além de Diego Luna, o elenco conta com Genevieve O’Reilly, Adria Arjona (‘Esquadrão 6’), Denise Gough (‘Guerrilla’), Stellan Skarsgård(‘Chernobyl’), eKyle Soller(‘The Titan’). Ewan McGregor também pode reprisar seu papel como Obi-Wan Kenobi, enquanto Andy Serkis volta como Snoke.
O’Reilly reprisa seu papel como a membro-chefe da Aliança Rebelde, Mon Mothma, personagem que representou pela primeira vez em ‘Star Wars: A Vingança dos Sith’ (2005) e depois em ‘Rogue One‘ (2016).
Nicholas Britell é responsável pela trilha sonora. Ele é conhecido por inúmeros projetos de grande aclame no cinema e na televisão. Ele recebeu duas indicações ao Oscar por seu trabalho em ‘Moonlight: Sob a Luz do Luar’ e em ‘Se a Rua Beale Falasse’. Além disso, conquistou um Emmy Award por sua magnífica trilha para o ovacionado drama ‘Succession’, onde trabalhou na primeira e na segunda temporadas. Seus outros créditos incluem ‘A Grande Aposta’, ‘Vice’, ‘Cruella’ e ‘Não Olhe para Cima’.
O cineasta esclareceu que ainda tem interesse na saga, mas afirmou que só retornará ao universo do Victor Crowley sob certas condições – indicando problemas nos bastidores.
“É sempre uma possibilidade. Não posso entrar em detalhes, mas, em resumo, assim que pudermos fazer o filme com pessoas diferentes nos bastidores, então estarei interessado em fazer um quinto filme. Mas as coisas precisam mudar. Só direi isso; as pessoas podem interpretar como quiserem.”
Ele completa, “A equipe criativa [da franquia] ainda é uma família muito unida e amaria fazer um novo filme, mas… precisamos estar sob uma nova gerência. Talvez seja a melhor maneira de descrever a situação. Acredito que a gerência antiga já está ciente disso. Não estou brincando quando digo que não trabalharei novamente com ela. Veremos o que acontece.”
A franquia já rendeu quatro filmes, sendo o último, intitulado ‘Victor Crowley‘, um leve reboot da saga.
A estrela Tom Hiddlestonretornará em breve como Loki, o Deus da Trapaça, em ‘Vingadores: Apocalipse’ (Avengers: Doomsday), novo capítulo da franquia super-heroico. Porém, o astro ainda não começou a gravar suas cenas para o longa.
Em entrevista ao Flip Your Wig, Hiddleston foi questionado sobre sua participação no ambicioso projeto e revelou as informações.
“Ao contrário de Letitia [Wright, intérprete de Suri], ainda não chegou a minha vez”, observou ele. “Talvez eu fale com os responsáveis quando chegar lá”.
Anteriormente, Hiddleston celebrou seu retorno como o icônico personagem.
“Bom, eu nem sabia… Teve aquele grande anúncio com todos os nomes nas costas das cadeiras”, disse Hiddleston, conforme o ComicBook. “Eu não sabia. Fiquei tipo: ‘Ah, acho que estou no filme!’ [risos] Para ser justo, eu sabia que estava no filme, mas estou tão acostumado a ‘não saber’ que estou no filme… Foi um alívio. Tive que esperar um tempo. Havia outras cadeiras antes”.
‘Vingadores: Apocalipse’ marcará a oitava participação de Hiddleston em produções da Marvel, incluindo sua aparição não creditada na cena pós-créditos de ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania’.
Sua última aparição no MCU foi na 2ª temporada de ‘Loki’, onde o personagem finalmente descobriu seu “glorioso propósito”, indo até o Fim dos Tempos para manter todos os fios do multiverso unidos. Ainda não se sabe se Hiddleston interpretará essa versão de Loki ou uma variante.
‘Vingadores: Apocalipse’ chega aos cinemas no dia 01 de maio de 2026, enquanto ‘Vingadores: Guerras Secretas’ tem estreia agendada para 07 de maio de 2027.