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Muppets 2: Procurados e Amados

Um sucesso do passado pode fazer sucesso no presente? Chegou aos cinemas brasileiros na última quinta-feira (26.06) a sequência de Os Muppets – O filme, comédia infantil baseada no clássico programa de televisão de anos atrás. Dirigido por James Bobin e com Ricky Gervais e Ty Burrell no elenco, Muppets 2: Procurados e Amados é um tantinho de mais do mesmo misturado com comédia pastelão. Não se propõe a absolutamente nada, nem divertir.

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Na trama, voltamos a acompanhar os simpáticos Caco (também conhecido como Kermit), Pig, Gonzo e o restante da turma, agora com o objetivo de fazer uma turnê mundial. Para isso, acabam se juntando a Dominic (Ricky Gervais), um falso cara bonzinho, que na verdade é um criminoso perigoso. Assim, em maus lençóis, os amiguinhos precisarão reunir forças para combater os obstáculos.

O carisma dos Muppets rompeu gerações na televisão. No formato cinematográfico, nem tanto porque não conseguiu ser um filme divertido para os adultos também. Essa sequência é mais uma daquelas dispensáveis que não acrescentam em nada a toda nostalgia que os personagens conseguiram reviver ao longo desse tempo. O roteiro é chato e sem complemento para as sequências; é maçante e poucos risos vão ser escutados nas salas de cinema.

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A sorte do longa-metragem é que não há em cartaz tantos filmes infantis. Os papais e as mamães é que ficarão reféns dessa história. A tentação para assistir a esse filme será grande, já que ir ao cinema cada vez mais voltou a ser um programa de fim de semana de muitas famílias brasileiras. Para esses, vai uma dica: aluguem A Bela e a Fera, Alladin, O Rei Leão e passe para a criançada.

O Amor é um Crime Perfeito

A paixão queima, o amor enlouquece, o desejo trai. Dirigido pela dupla Arnaud Larrieu e Jean-Marie Larrieu, o novo filme protagonizado pelo conhecido ator francês Mathieu Amalric, O Amor é um Crime Perfeito, é um thriller que às vezes chega a ser cômico, trazendo à luz de maneira nua e crua como o ser humano pode interagir com o incrível desejo da novidade. A necessidade dos diretores de mostrar as verdades dos personagens de maneira impactante geram sequências calientes com muitos corpos nus e uma cena emblemática, a La Adriane Galisteu, da atriz Karin Viard.

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Na trama, passada em uma região gelada na França atual, conhecemos Marc (Mathieu Amalric) um professor universitário de literatura, metido a Don Juan, que adora paquerar suas alunas. Sem largar o seu cigarrinho de mão, as curiosas brigas com sua irmã Marienne (Karin Viard), as perseguições de uma aluna que tem um pai mafioso e a implicância com um outro professor (Denis Podalydès), é envolvido no desaparecimento de sua mais brilhante aluna, Barbara (Marion Duval). Quando tudo caminha para o caos na vida de Marc, ele encontra o amor e o desejo de revigorar sua vida na madrasta dessa aluna desaparecida, Anna (Maïwenn).

 

O universo do personagem principal é muito bem detalhado na trama. Prestes a perder o emprego na Universidade que leciona, não para de se relacionar com diferentes mulheres, cada uma mais misteriosa que a outra. Além disso, possui um eterno sonambulismo inexplicável, fato que o faz não ter certeza de alguns de seus atos. Outra questão curiosa, é a relação bipolar e incestuosa que possui com sua irmã Marienne, explorada de maneira misteriosa pelo excelente roteiro.

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O Amor é um Crime Perfeito é um filme que te deixa com um leque de opções para entender os destinos dos personagens. Conforme as verdades, em meio a muitas mentiras, vão aparecendo, cada sequência se torna parte do ótimo clímax que acontece no desfecho da ótima história. Esse longa-metragem estreia nesta quinta-feira (03.07) aqui no Brasil e promete agradar a muitos cinéfilos.

O Último Amor de Mr. Morgan

O quão triste é perder alguém? Escrito e dirigido pela cineasta alemã Sandra Nettelbeck – que tirou leite de cabra da atriz Ashley Judd (Invasão à Casa Branca) no excelente filme Helen (2009) – O Último Amor de Mr. Morgan é um filme, vale dizer, sensível. Quem possui qualquer tipo de relação conturbada com seu pai terá suas estruturas abaladas. O vulnerável protagonista, interpretado brilhantemente pelo britânico Michael Caine (Truque de Mestre), guia o espectador pela força que as imaginárias lembranças de sua falecida esposa tem sobre ele. Assim, somos jogados em um mar dramático cheio de emoções a todo instante.

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Na trama conhecemos Matthew Morgan (Caine) um solitário vovô que vai se sentindo cada dia mais sozinho após a perda de sua adorável esposa. O ex-professor de filosofia da prestigiada Universidade de Princeton mora em Paris e parece fazer questão de não aprender o idioma local. Sua vida muda, passando a ter algum sentido, quando conhece a professora de dança Pauline (Clémence Poésy). Pauline tem as emoções a flor da pele – o que vira intimidação no primeiro momento para Mr. Morgan – mas ele acaba aceitando a relação de pai e filho que se estabelece, até a chegada dramática de seus dois filhos levando a um desfecho para lá de emocionante.

 

O filme, um pouco mais forte do que um copo de água com açucar, é o retrato de muitas relações familiares. Lindas paisagens, de uma França moderna e nublada, é o cenário escolhido da complexa relação que Mr. Morgan possui com o mundo, sem sentido, em que vive. Pauline acende uma chama de esperança mas a chegada do que restou de sua família acaba ganhando contornos dramáticos, já no meio do longa-metragem, o que só faz crescer a expectativa do público sobre como acabará essa história.

 

O longa-metragem (baseado em uma obra de Françoise Dorner) entra em um certo limbo quando um triângulo não definido é percebido pelo espectador. Porém, suas mensagens são muito bem aceitas pelo público que interage com risadas a muitas falas do protagonista em tal situação. Na segunda parte da história, a trama ganha mais contextos quando somos apresentados a família do personagem principal, principalmente pelos olhos de seu filho mais novo Miles (Justin Kirk). A relação pai x filho fica intensa a cada sequência, e os diálogos emocionados deixam o coração apertado que, na maioria dos espectadores que e identificam, se transformam em lágrimas compulsivas.

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O desfecho gera opiniões diversificadas, pois o personagem torna-se carismático aos olhos do público que torce para um final feliz. Qual o sentido de vida que o personagem busca? Qual o último amor de Mr. Morgan? As respostas podem surpreender você, afinal, poucas coisas são mais deprimentes do que cabides velhos.

O Grande Hotel Budapeste (2)

Existe valor para uma grande amizade? Para falar sobre a trivialidade dos sentimentos do ser humano, ninguém melhor que o cineasta, queridinho dos cinéfilos, Wes Anderson (Moonrise Kingdom). Seu mais novo trabalho, O Grande Hotel Budapeste, é uma incrível aventura percorrida através do real valor de uma amizade. Com uma atuação espetacular de Ralph Fiennes (com toda a pinta que vai ser indicado ao próximo Oscar), esse filme vai agradar a grande maioria do público. É uma obra que empolga o espectador, do início ao fim.

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Na trama, conhecemos o atual dono do famoso Grande Hotel Budapeste, um homem com um passado sofrido que por meio de flashbacks relembra toda sua história de aventuras inesquecíveis ao lado de seu grande amigo M. Gustave (Ralph Fiennes). Baseado em textos de Stefan Zweig, o roteiro adaptado assinado pelo próprio diretor é o paradoxo quebrado entre o muito bom e o muito bom ainda mais bom.

A trama, dividida em partes (a La Von trier), é recheada de elementos fascinantes. Depois de mais esse belo trabalho, não há mais dúvidas sobre a genialidade e originalidade de Wes Anderson que neste novo projeto, consegue executar com maestria todas suas brilhantes ideias em meio a planos incríveis. O mais impressionante nos trabalhos do diretor é que se você acha que seu modo de filmar é sempre igual, você se agarra aos personagens e fica tudo maravilhoso outra vez.

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Forçando um sotaque engraçado, andando de Bobsled, passando um perfume atrás do outro, o carismático M. Gustave rouba a cena graças a interpretação iluminada do sempre ótimo Ralph Fiennes. Inseguro, pobre e depois rico, o mais famoso funcionário do Grande Hotel Budapeste se joga em diálogos deliciosos que conquistam o público rapidamente. Em meio a um grande conjunto de rostos conhecidos pelo grande público (Willem Dafoe, Adrien Brody, Edward Norton, Bill Murray, Tilda Swinton, Jude Law, entre outros), Fiennes é a grande atração.

Com personagens excêntricos, situações inusitadas, uma fantasia disfarçada de ficção e muito bom humor, O Grande Hotel Budapeste é sem dúvidas um dos grandes filmes deste ano. Corram para os cinemas! Bravo!

 

O Céu é de Verdade (2)

O céu é uma esperança? Milagres, crenças, religiões e convincentes interpretações fazem parte do mais novo trabalho do diretor Randall Wallace (que dirigiu o agora longínquo O Homem da Máscara de Ferro (1998)), O Céu é de Verdade. Com estreia definida no circuito nacional já na próxima quinta-feira (03.07), o filme apresenta argumentos de todo os tipos para despertar e intensificar a fé que existe em nossos corações.

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Na trama, acompanhamos a história do Pastor Todd Burpo (interpretado de maneira inspirada pelo ótimo ator Greg Kinnear), um trabalhador, pai de família que ministra cultos em uma pequena igreja no interior dos Estados Unidos. Certo dia, após o seu filho ser operado e salvo na mesa de cirurgia, recebe confissões desse mesmo filho dizendo que foi no céu e voltou durante a cirurgia. Sem saber o que fazer, se acredita ou não nos relatos e revelações do filho, Todd embarca em uma viagem emocionante em busca da renovação de sua fé.

Um sonho? Percepção extrassensorial? Um milagre? Conforme vamos acompanhando essa peculiar história começamos a entender melhor como pensa o pai da criança. A certa altura do filme, o protagonista passa a questionar a sua fé e a dos outros. O medo de acreditar, o transforma e aos poucos somos testemunhas de que a verdadeira fé dele está no amor que sente por sua família. Quando o espectador foco nesse grande personagem, esquece de qualquer exagero hollywoodiano ou clichês que o filme volta e meia deixa escancarado na telona.

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O ponto central da trama é a saga do pastor. Ele quebra a perna, enfrenta um problema no rim, luta para manter saudável a saúde financeira da família e ainda perde o que tinha de mais valor dentro dele, sua fé. O personagem é muito bem exposto dentro da trama, só a atuação do Greg Kinnear vale o ingresso. Mas o longa-metragem, baseado no Best-seller homônimo que já vendeu mais de um milhão de cópias em todo o mundo, é muito mais que apenas uma excelente atuação, escancara em muitas sequências o poder do nosso acreditar. Mesmo não sabendo se o céu é de verdade, você precisa conhecer essa história.

O Céu é de Verdade

E o Merchandising de um grande produto do estúdio também

O cinema, além da arte, pode ser usado para variados fins. Durante a Segunda Guerra Mundial, por exemplo, existiam várias produções criadas como propaganda para motivar seus respectivos países durante o conflito. Na década de 1980 notou-se que os filmes poderiam ir além das salas de cinema, se transformando em todo tipo de mercadoria para ser vendida ao público que lotavam as exibições, em especial o cativo público jovem. Essa se tornou uma via de mão dupla: o público assistia ao filme e precisava ter todo o seu merchandising e vice-versa.

Eu cresci nessa época. Quando Batman (1989), de Tim Burton, dominou o mundo com uma das campanhas de marketing mais agressivas de que se tem notícia, numa era pré-internet e informatização. Isso tudo para dizer que o cinema também pode ser um veículo para a fé e a religião, não importando qual seja ela. Nos Estados Unidos, uma forte tendência, que tem feito sucesso, são os filmes cristãos. Somente este ano, filmes como O Filho de Deus (segundo lugar em seu fim de semana de estreia), Deus Não Está Morto (quarto lugar em seu fim de semana de estreia) e Mom´s Night Out emplacaram junto ao público.

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Agora chega este O Céu é de Verdade, lançado em meados de abril nos EUA e bancado por um grande estúdio (Sony). O filme apresenta uma história supostamente real, baseada no livro do próprio Pastor Todd Burpo. Interpretado por Greg Kinnear na versão para o cinema, o evangélico líder da Igreja Wesleyan na cidadezinha de Imperial, Nebraska, se desdobra como pode em variados empregos para sustentar a família na época da crise financeira. Até que um dia, sua fé é posta à prova quando seu filho de quatro anos é internado e precisa ser operado às pressas.

A operação ocorre bem, mas quando o pequeno Colton (Connor Corrum) é devolvido para a família, ele começa a enunciar os estranhos eventos que presenciou durante seu estado de transe. A princípio, suas divagações não são levadas a sério, somente para depois seus pais perceberem que o menino diz coisas que seriam impossíveis de ter conhecimento. Aos poucos, o protagonista e sua esposa, interpretada pela bela inglesa Kelly Reilly (em cartaz nos cinemas brasileiros com O Enigma Chinês), precisam renovar sua fé e lidar com o fato de que talvez seu filho mais novo tenha ido ao Paraíso e retornado para contar.

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O Céu é de Verdade se comporta como um telefilme, e não da forma como os filmes para a TV têm se apresentado atualmente. A obra promete se tornar sucesso em exibições diurnas na TV aberta. Não existe nada de louvável aqui, num aspecto técnico ou narrativo. Esse é um filme didático. Por outro lado, não existe nada muito ofensivo também, e não me refiro em termos de religiosidade. A paisagem da cidadezinha é bela e Imperial é mostrada como bucólica, o tipo de local que gostaríamos de passar o fim da vida.

Um dos aspectos mais curiosos dessa história diz respeito ao psicológico humano, que atinge principalmente a religião. Mostra que estamos dispostos a ter uma fé cega em algo que não compreendemos de verdade. E que a partir do momento em que isto se torna concreto e possivelmente não mais apenas uma ideologia, estamos dispostos a facilmente descartá-la como inconcebível. Fora isso, O Céu é de Verdade trata de cobrir não apenas sua faceta religiosa para a Sony, e em um dos chamados product placement (inserção de propaganda ou marketing indireto) mais descarados recentemente, garante que o público deste filme não deixe de conferir sua franquia mais rentável, o novo Homem-Aranha.

Sete Dias Sem Fim

(This Is Where I Leave You)

 

Elenco:

Rose Byrne, Abigail Spencer, Timothy Olyphant, Jason Bateman, Kathryn Hahn, Corey Stoll, Dax Shepard, Tina Fey, Connie Britton, Jane Fonda, Adam Driver, Ari Graynor, Ben Schwartz.

Direção: Shawn Levy

Gênero: Comédia

Duração: 103 min.

Distribuidora: Warner Bros.

Orçamento: US$ 10 milhões

Estreia: Sem previsão – 2015

Sinopse:

Quando seu pai morre, quatro irmãos, com as mágoas e cicatrizes causadas por suas respectivas vidas adultas, são forçados a retornar à sua casa de infância e viver sob o mesmo teto por uma semana, junto com sua mãe hiperativa e uma variedade de cônjuges, ex-namorados e afins. Ao confrontarem sua bagagem e os estados desgastados de seus relacionamentos entre as pessoas que mais os conhecem e amam, eles acabam por se reconectar de forma histérica e comovente em meio ao caos, humor, dor de cabeça e redenção que somente as famílias podem proporcionar – deixando-nos loucos, mesmo quando nos lembram do nosso verdadeiro e, quase sempre melhor, eu.

 

Curiosidades:

» Baseado no hilariante e comovente romance best-seller de Jonathan Tropper, o filme conta com um elenco estrelado, incluindo o vencedor do Globo de Ouro Jason Bateman (“Arrested Development”), a vencedora do Globo de Ouro e do Emmy Award Tina Fey (“30 Rock”), e a duas vezes vencedora do Oscar® Jane Fonda (“Klute, o Passado Condena”, “Amargo Regresso”). O longa é estrelado por Adam Driver (“Girls” da HBO), Rose Byrne (“Missão Madrinha de Casamento”, “X-Men: Primeira Classe”), Corey Stoll (“House of Cards”, “Meia Noite em Paris”), Kathryn Hahn (“Parks and Recreation” da NBC) e Jane Fonda.

» Shawn Levy (‘Uma Noite no Museu’) dirige.

 

Trailer:

Cartazes:

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Fotos:

‘Brinquedo Assassino’: Chucky terá sétimo filme

O roteirista Don Mancini, criador da franquia Brinquedo Assassino, revelou ao Collider que já está trabalhando no sétimo filme do boneco Chucky.

Segundo ele, o filme retomará aonde A Maldição de Chucky’ terminou.

“Aos fãs que fizeram perguntas sobre Alice e o final de A Maldição de Chucky: tudo será respondido na parte 7!”, afirmou Mancini recentemente.

A história provavelmente será centrada em Alice (Summer H. Howell), a pequena filha da família que recebe o boneco assassino em A Maldição de Chucky. O destino da personagem é deixado em aberto na conclusão do filme.

Além de roteirizar os seis filmes da franquia, Mancini dirigiu os dois últimos, ‘O Filho de Chucky e A Maldição de Chucky.

O primeiro Brinquedo Assassino estreou em 1988 e foi um sucesso na época. Sem demora, duas sequências chegaram aos cinemas em 1990 e 1991, mas ‘A Noiva de Chucky só foi realizado em 1998. Após um hiato de 6 anos, ‘O Filho de Chucky parecia ter enterrado a franquia, mas, quase 10 anos mais tarde, A Maldição de Chucky foi lançado em vídeo e teve uma recepção entusiasmada.

72 Horas

(The Next Three Days)

 

Elenco: Russell Crowe, Olivia Wilde, Liam Neeson, Elizabeth Banks, Brian Dennehy, Jonathan Tucker, RZA.

Direção: Paul Haggis

Gênero: Drama, Suspense

Duração: 133 min.

Distribuidora: Imagem Filmes

Estreia: 24 de Dezembro de 2010

Sinopse:
O professor universitário John Brennan (Russell Crowe) levava uma vida perfeita até sua esposa, Lara (Elizabeth Banks), ser presa acusada de um crime brutal, que ela alega não ter cometido. Após três anos de vários recursos negados pela justiça, John percebe que só há uma saída: elaborar um plano de fuga preciso para tirá-la da prisão. Agora, ele e Lara terão apenas 72 horas para fugir. Em uma corrida contra o tempo, John irá provar que não há nada mais perigoso do que um homem com tudo a perder.

Curiosidades:

» Dirigido por Paul Haggis, diretor do filme vencedor do Oscar® Crash – No Limite.

 

Trailer:

Cartazes:

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Fotos:

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Crítica em Vídeo | ‘Amazônia’, ‘Muppets 2’ e ‘Jersey Boys’

Acaba de sair do forno a nova edição do CineAgenda, vídeo apresentado pelo editor Renato Marafon com as estreias deste final de semana (26 de Junho).

Toda semana, vamos informar sobre os lançamentos e comentá-los.

Amazônia

O longa, que abriu o Festival do Rio 2013, é uma co-produção Brasil-França filmada em 3D, que guia o espectador pela floresta através do ponto de vista de um macaco prego, único sobrevivente de um acidente aéreo na Amazônia.

Junto com ele, o filme desvenda os mistérios da fauna e da flora em toda a sua complexidade. Um dos maiores registros documentais sobre a Floresta Amazônica – um patrimônio brasileiro e latino americano, mas de relevância mundial – que apresentará ao Brasil e ao mundo os encantos e mistérios a serem desvendados e preservados na luta contra a deterioração ambiental de nosso planeta.

Muppets 2 – Procurados e Amados

Muppets 2 – Procurados e Amados‘ leva toda a turma dos Muppets em uma turnê mundial, lotando teatros grandiosos em alguns dos destinos europeus mais eletrizantes, incluindo: Berlim, Madri e Londres. Mas a confusão segue os Muppets no exterior quando eles se veem envolvidos em uma trama criminosa internacional chefiada por Constantine — o Criminoso Número Um do Mundo e sósia de Kermit — e seu covarde capanga Dominic, codinome Número Dois, interpretado por Ricky Gervais. O filme é estrelado por Tina Fey como Nadya, uma irascível policial da prisão e Ty Burrell como o agente da Interpol, Jean Pierre Napoleon.

Jersey Boys: Em Busca da Música

O filme conta a história de quatro jovens que moram no subúrbio de Nova Jersey e se unem para formar o icônico grupo de rock dos anos 60 “The Four Seasons”. A história de seus ensaios e seus triunfos é acompanhada das músicas que influenciaram uma geração, incluindo “Sherry”, “Big Girls Don’t Cry”, “Walk Like a Man”, “Dawn”, “Rag Doll”, “Bye Bye Baby”, “Who Loves You” e muitas outras.

Esses sucessos clássicos são agora adotados por uma nova geração de fãs através do espetáculo musical que está em cartaz na Broadway há mais de oito anos e realizou turnês de sucesso por todo o mundo. O musical ganhou quatro prêmios Tony em 2006, incluindo Melhor Musical; e chegou a faturar mais de US$ 1 bilhão nas bilheterias.

Muppets 2 – Procurados e Amados

(The Muppets… Again)

 

Elenco: 

Ricky GervaisTina Fey, Amy Adams, Zach GalifianakisJack Black, Donald Glover, Danny Trejo, Ray Liotta.

Direção: James Bobin

Gênero: Animação

Duração: 107 min.

Distribuidora: Disney Brasil

Orçamento: US$ 50 milhões

Estreia: 26 de Junho de 2014

Sinopse:

Muppets 2 – Procurados e Amados‘ leva toda a turma dos Muppets em uma turnê mundial, lotando teatros grandiosos em alguns dos destinos europeus mais eletrizantes, incluindo: Berlim, Madri e Londres. Mas a confusão segue os Muppets no exterior quando eles se veem envolvidos em uma trama criminosa internacional chefiada por Constantine — o Criminoso Número Um do Mundo e sósia de Kermit — e seu covarde capanga Dominic, codinome Número Dois, interpretado por Ricky Gervais. O filme é estrelado por Tina Fey como Nadya, uma irascível policial da prisão e Ty Burrell como o agente da Interpol, Jean Pierre Napoleon.

Curiosidades:

» O protagonista do primeiro filme, Jason Segel, faz apenas uma participação especial.

» Christoph Waltz (‘Bastardos Inglórios’) interpreta um agente da Interpol.

» James Bobin volta à direção. ‘Os Muppets 2‘ foi roteirizado por Nicholas Stoller e Bobin.

» ‘Os Muppets‘ venceu o Oscar 2012 na categoria melhor canção original, com “Man os Muppet”, concorrendo com “Real in Rio”, da animação RIO.

Crítica em Vídeo:

Trailer:

Cartazes:

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Paixão Inocente

(Breathe In)

 

Elenco:

Felicity Jones, Guy Pearce, Amy Ryan, Ben Shenkman, Hugo Becker, Alexandra Wentworth, Mackenzie Davis, Matthew Daddario, Nathaniel Peart, Shannon Garland.

Direção: Drake Doremus

Gênero:  Drama, Romance

Duração: 98 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 26 de Junho de 2014

Sinopse:

Quando uma estudante de intercâmbio chega a uma pequena cidade do estado de Nova York, ela muda a dinâmica das relações da família que a hospeda e muda a vida de todos para sempre.

Curiosidades:

» —

 

Trailer:

Cartazes:

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Jersey Boys: Em Busca da Música

(Jersey Boys)

 

Elenco:

John Lloyd Young, Erich Bergen, Vincent Piazza, Michael Lomenda, Christopher Walken, Lou Volpe, Steve Schirripa e Jeremy Luke.

Direção: Clint Eastwood

Gênero: Drama, Cinebiografia

Duração: 134 min.

Distribuidora: Warner Bros.

Orçamento: US$ 40 milhões

Estreia: 26 de Junho de 2014

Sinopse:

O filme conta a história de quatro jovens que moram no subúrbio de Nova Jersey e se unem para formar o icônico grupo de rock dos anos 60 “The Four Seasons”. A história de seus ensaios e seus triunfos é acompanhada das músicas que influenciaram uma geração, incluindo “Sherry”, “Big Girls Don’t Cry”, “Walk Like a Man”, “Dawn”, “Rag Doll”, “Bye Bye Baby”, “Who Loves You” e muitas outras.

Esses sucessos clássicos são agora adotados por uma nova geração de fãs através do espetáculo musical que está em cartaz na Broadway há mais de oito anos e realizou turnês de sucesso por todo o mundo. O musical ganhou quatro prêmios Tony em 2006, incluindo Melhor Musical; e chegou a faturar mais de US$ 1 bilhão nas bilheterias.

Curiosidades:

» Adaptação musical da Broadway ‘Jersey Boys: The Story of Frankie Valli and The Four Seasons‘.

» Clint Eastwood (‘Menina de Ouro’) dirige. Ele substituiu Jon Favreau (‘Homem de Ferro’).

Crítica em Vídeo:

 

Trailer:

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‘O Rei Leão’ completa 20 anos!

Há exatos vinte anos, em 25 de junho de 1994, a Disney estreou nos cinemas seu maior sucesso (até ‘Frozen – Uma Aventura Congelante’ bater o recorde neste ano): ‘O Rei Leão‘.

O 32º filme animado de longa-metragem da Walt Disney Pictures conquistou plateias no mundo todo, e até hoje encanta crianças e adultos. Na animação, Mufasa (James Earl Jones), o Rei Leão, e a rainha Sarabi (Madge Sinclair) apresentam ao reino o herdeiro do trono, Simba (Matthew Broderick). O recém-nascido recebe a bênção do sábio babuíno Rafiki (Robert Guillaume), mas ao crescer é envolvido nas artimanhas de seu tio Scar (Jeremy Irons), o invejoso e maquiavélico irmão de Mufasa, que planeja livrar-se do sobrinho e herdar o trono.

Mundialmente, arrecadou US$ 987 milhões.

Muito antes dos Nemos e Wall-Es, antes de conhecer um “sujeito” chamado Pixar, os estúdios Disney já produziam algumas das mais belas animações.

Separamos as 10 Melhores animações da Era Pré-Digital! Confira:

10. Fantasia 

‘Fantasia’ ganha em beleza e originalidade, mas perde em empolgação. Foi um grande fiasco para os estúdios. O filme é a reunião de várias sequências animada acompanhadas por músicas clássicas; a mais famosa – e divertida – é a do Mickey Feiticeiro. O desejo de Walt Disney era relançar todo o ano o filme com cenas novas. Mas o fracasso de bilheterias impediu o projeto. Anos depois, em 1999, uma continuação chamada Fantasia 2000 foi lançado, mantendo o mesmo nível técnico.

 

 

9. Pinóquio

Muita criança deixou de mentir depois do nariz grande de Pinóquio. A história do boneco de madeira que ganha vida e depois se perde na cidade deixando seu pai-criador preocupado foi um dos mais tocantes e delicados filmes da Disney. O amor entre criador e criatura era puro e a delicadeza dos traços dos desenhistas do estúdio coincidia com a fragilidade do protagonista. O filme também sabia gerar pavor: quanta angustia a sequência onde o protagonista vira um burro.

 

 

8. Cinderela 

A mocinha reprimida pelas irmãs, uma fada madrinha que lhe concede uma noite de princesa, um sapato deixado ao correr e um príncipe em busca do seu amor. Disney soube transpor para os desenhos a essência do conto de fadas clássico: a sensação de que uma gata borralheira só não é rainha porque lhe roubaram esse direito, mas um dia o príncipe virá resgatá-la. Sucesso nos cinemas e nas festas infantis.

 

 

7. A Dama e o Vagabundo 

Apenas duas palavras: romântico e fofo. O romance clássico entre uma dama e um vagabundo onde o amor supera barreiras. E fofo… ora, porque os cães eram lindo e o beijo com o macarrão é o auge da pureza explicita encobrindo o erotismo subliminar.

 

6. Peter Pan 

A Terra do Nunca é muito mais que o rancho de Michael Jackson. Lá, mora Peter Pan, o menino que não queria crescer. E é nessa terra de magia quer Wendy e seus irmãos são levados para viver aventuras com piratas e fadas miúdas. O filme foi baseado na peça de teatro homônima de J. M. Barrie, que inspirou muitas adaptações para teatro, livros e filmes. A versão da Disney, de 1953, continua a mais conhecida. Em 2004, a história do criador de Peter Pan foi levada às telas no longa “Em Busca da Terra do Nunca”.

 

5. A Bela Adormecida 

Entre os filmes onde a protagonista é uma princesa, este foi o mais equilibrado: há o romance clássico, que agradam às meninas, e ótimas cenas de ação para os garotos. E tem suspense, belas cenas, como a do castelo da Bela, e um das mais medonhas vilãs dos desenhos. O humor é garantido pelas fadas madrinhas!

 

4. Aladdin 

“Aí, vem, o Príncipe Ali! Salve, o Príncipe Ali!” Anuncia a música enquanto Aladdin entra no reino de Agrabah como se fosse um grande príncipe! O filme pode parecer um pouco monótono para padrões atuais, mas foi febre a história do “pivete” que encontra uma lâmpada mágica. Pontos altos: as piadas, as músicas, as piadas do Gênio da Lâmpada, o próprio Gênio! Aliais, o filme inteiro é um ponto alto!

 

3. A Branca de Neve e os Sete Anões 

 

Não foi apenas uma obra-prima. Inaugurou da era dos desenhos. Foi com a história da menina que foge da madrasta e se refugia com sete anões que Walt Disney mostrou ser possível fazer desenhos animados em formato de longa-metragem. Mas o filme não é só isso: tem um belo acabamento, uma história bem contada, personagens antológicos e uma bela abertura. Recebeu um prêmio especial: um Oscar e sete Mini-Oscars.

 

2. A Bela e a Fera 

 Este só não é primeiro porque tinha que ter um segundo. Ótimos traços, algumas das mais belas músicas dos desenhos, bela história. O filme consegue evoluir do suspense para o romance e depois para a ação sem tropeços. O prólogo foi muito bem bolado: explica-se a maldição da Fera através de vitrais, como se a história estivesse encravada no castelo.

 

1. O Rei Leão

Este só não é segundo porque tinha que ter um primeiro. Ação, aventura, romance, intrigas, traições, músicas, piadas. Se não fosse desenho e tivesse um pouco mais de pimenta poderia ser um seriado americano. A direção do desenho consegue mexer com os sentimentos da plateia: levam-nos da adrenalina ao nó na garganta rapidamente, como na morte do pai de Simba pela manada de gnus. Primeiro ficamos tensões com aquele estouro de manada, depois, choramos pela morte de Mufasa. O Rei Leão é o 32° longa da Disney e o primeiro com argumento original. Antes, os estúdios se inspiravam em fábulas e clássicos literários. Depois dele, a Disney só alcançaram o mesmo sucesso com longas digitais.

‘Eduardo e Mônica’ será adaptada aos cinemas

Quem um dia irá dizer, que existe razão nas coisas feitas pelo coração? Uma das músicas de maior sucesso da carreira do grupo Legião Urbana, ‘Eduardo e Mônica‘, será adaptada às telonas.

A produtora Gávea Filmes, responsável pela adaptação da música ‘Faroeste Caboclo‘, comprou os direitos da adaptação e planeja um lançamento em 2016, após as Olimpíadas.

René Sampaio (‘Faroeste Caboclo’) assina a direção, e as filmagens começam em 2015.

Lançado em 2013, ‘Faroeste Caboclo‘ levou 1,5 milhões de espectadores aos cinemas. O líder da banda, Renato Russo, também ganhou um filme recentemente: ‘Somos Tão Jovens‘, que teve público de 1,6 milhão de espectadores e arrecadou R$ 18 milhões.

Em 2011, a produtora O2 criou um comercial baseado na música Eduardo e Mônica. O vídeo é propaganda para uma empresa de telefonia, e foi dirigido por Nando Olival, de ‘Os 3‘.

Assista:

Teaser-trailer de ‘Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 1′

A Paris Filmes acaba de divulgar o primeiro teaser trailer de ‘Jogos Vorazes: A EsperançaParte 1‘, que estreia nos cinemas em novembro.

O teaser é um comunicado do Presidente Snow, direto da Capital.

O comunicado diz o seguinte:

“Desde os tempos sombrios, nossa grande nação conheceu apenas a paz. Nosso sistema é elegante, concebido para nutrir e proteger. Os seus distritos são o corpo, a Capital é o coração pulsante. O seu trabalho nos alimenta e, em retorno, nós o alimentamos e o protegemos. Mas se você resiste ao sistema, você passará fome. Se você luta contra o sistema, é você que sangrará. Eu sei que você ficará comigo, com todos nós, juntos, como um. Hoje, amanhã e sempre”

No terceiro filme da saga, a heroína Katniss Everdeen (Jennifer Lawrence) lidera os Distritos de Panem em uma rebelião contra a tirânica e corrupta Capital. Enquanto a guerra que definirá o futuro de Panem toma corpo, Katniss precisa saber ao certo em quem pode confiar e o que precisa ser feito, colocando na balança tudo com o que realmente ela deverá se importar.

Boa parte do elenco principal da franquia, encabeçado por Jennifer Lawrence e Josh Hutcherson, será mantido. O elenco ainda conta com Natalie Dormer (‘Game of Thrones’) no papel de Cressida, uma diretora de cinema da Capital que se junta à rebelião, e Stef Dawson (‘Ira’) como Annie Cresta, o interesse amoroso de Finnick Odair (Sam Claflin).

Baseado no terceiro livro da trilogia de Suzanne Collins, o roteiro de ambos os filmes é de Danny Strong, que assinou os telefilmes políticos ‘Virada no Jogo’ (Game Change) e ‘Recontagem’ (Recount).

Jogos Vorazes: A EsperançaParte 1 e 2’ estrearão em 21 de novembro de 2014 e 20 de novembro de 2015.

Simon Beaufoy (‘Quem Quer Ser um Milionário?’) e Michael Arndt (‘Pequena Miss Sunshine’, ‘Toy Story 3’) roteirizam.

Com a saída de Gary RossFrancis Lawrence (‘Água Para Elefantes’) foi escolhido para dirigir os três longas restantes da franquia.

Jogos Vorazes: Em Chamas’ ultrapassou ‘Homem de Ferro 3’ e se tornou a maior bilheteria dentre os filmes lançados em 2013. O fenômeno estrelado por Jennifer Lawrence chegou a US$ 409,4 milhões.

Porém, este não é o único marco atingido por ‘Em Chamas’. A sequência conseguiu a façanha de superar a excelente arrecadação de seu antecessor, de US$ 408 milhões. Esta se tornou a primeira franquia da história a ter seus dois primeiros longas com bilheteria superior a US$ 400 milhões.

Além disso, o arrasa-quarteirões se tornou o primeiro filme protagonizado por uma personagem feminina a liderar as bilheterias anuais desde ‘O Exorcista’, que teve a maior arrecadação de 1973.

‘Em Chamas’ também tem a distinção de ser o primeiro filme 2D no topo das bilheterias anuais desde 2008, quando ‘Batman – O Cavaleiro das Trevas’ registrou mais de US$ 533 milhões. Mundialmente, Jogos Vorazes: Em Chamas’ acumula US$ 838,2 milhões, quantia suficiente para entrar no Top 3 de maiores arrecadações entre os lançamentos de 2013.

Jersey Boys: Em Busca da Música

Somos de onde tivermos de ser. Quem diria que chegaria o dia em que um dos reis dos filmes de faroeste norte-americano dirigiria um musical, e o melhor: realizando um trabalho impecável na direção. O novo trabalho do mais que conhecido ator e diretor Clint Eastwood, Jersey Boys: Em Busca da Música é uma deliciosa viagem aos anos 50/60, época em que foi fundado um dos grandes conjuntos de rock que o mundo já viu, o The Four Seasons. A história é narrada de forma divertida pelos personagens, principalmente por Tommy DeVito (grande atuação do ator Vincent Piazza), de longe, o personagem mais carismático da trama.

Na trama, voltamos aos anos 50/60, na cidade de New Jersey, onde conhecemos o encrenqueiro Tommy DeVito que vive de roubos na vizinhança, contrabandos e de música. Seu conjunto musical, vai de mal a pior, tocando em pequenos clubes. Certo dia, convida seu grande amigo Frankie Valli (John Lloyd Young) para ser o novo vocalista da banda e assim o grupo ganha projeção. Para dar o último passo rumo ao estrelato, chega o compositor e tecladista Bob Gaudio (Erich Bergen). Apadrinhados pelo mafioso Gyp De Carlo (interpretado pelo sempre excelente Christopher Walken), o grupo tem uma rápida ascensão e uma queda com grandes consequências.

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O filme é super bem-humorado, mostra os duros caminhos até a fama, o poder da amizade e os problemas que podem acontecer quando o sucesso sobe à cabeça. Gravando um sucesso atrás do outro, dando festas na suíte de Sinatra e com uma presença de palco marcante, o grupo The Four Seasons, pouco conhecido dos jovens de hoje emplacaram músicas que todos nós conhecemos. O filme retrata fielmente essa época de ouro da banda e com atuações inspiradas e uma direção perto do impecável transformam esse longa-metragem em uma experiência fantástica. Você se sente na primeira fileira de um grande show!

Os números musicais possuem uma qualidade que impressionam. Coreografias robóticas cômicas, fazendo grandes shows em imensos teatros lotados justificam todo o glamour dessa história baseado no Sucesso estrondoso na Broadway. Já no arco final, quase chegando no seu desfecho, a trama cai em um limbo dramático importante onde se explica com detalhes a queda desse grupo emblemático norte-americano.

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Vocês não podem perder esse filme. Nota 10! O longa-metragem meio drama, meio musical, de 130 minutos tem ainda um verdadeiro show nos créditos finais, vale a pena ficar e conferir esse final fantástico. De filmes assim que precisamos sempre! Bravo Clint!

O Homem Duplicado

O caos é uma ordem ainda indecifrável. Depois de se tornar um dos diretores queridinhos dos cinéfilos (por conta dos filmaços Incêndios e Os Suspeitos (2013)) o cineasta canadense Denis Villeneuve resolve topar o desafio de levar para o cinema uma das obras do famoso escritor português José Saramago, publicada no ano de 2002, O Homem Duplicado. Estrelado pelo badalado ator californiano Jake Gyllenhaal e com presenças das belas Mélanie Laurent e Sarah Gadon, o longa-metragem é sombrio, enigmático, instiga o espectador a esperar angustiosamente a cena seguinte. Porém, essas expectativas acabam deixando o público não satisfeito, já que os desfechos das subtramas não são satisfatórios. Uma grande viagem rumo ao nada é colocada à disposição.

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Na trama, conhecemos um professor de história que vive em, uma certa, solidão profunda. Sua vida é acordar, tomar café da manhã, ler alguns livros e dar aulas em uma faculdade. Certo dia, após assistir a um filme em casa, percebe que um dos coadjuvantes desta trama é fisicamente idêntico a ele. Assim, cheio de dúvidas e aflições, de maneira transtornada, o professor resolve ir atrás dessa pessoa, desencadeando uma série de sequências esquisitas.

O roteiro é curioso e ao mesmo tempo doido de cabo a rabo. As metáforas inseridas em algumas sequências fogem de qualquer tipo de senso comum, normalidade. Parece que a adaptação da obra de Saramago para o cinema (feita pelo roteirista Javier Gullón), resolve brincar com o espectador, montando um quebra-cabeça dentro de um quebra-cabeça. Nos sentimos jogados naqueles filmes do mestre Lynch (porém, sem o mesmo brilhantismo).

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Os atores até se esforçam para criar um grande clímax em alguns momentos da trama. Mélanie Laurent e sua beleza impactante sempre acrescenta alguma coisa nova as suas personagens, impressionante. A bela canadense Sarah Gadon, participa de momentos chaves sempre com uma postura firme e misteriosa. O protagonista Jake Gyllenhaal se esforça ao limite para interpretar dois personagens mas não consegue levar o filme nas costas.

Uma das frases que chamam atenção nesta produção norte-americana é: “Você nunca sabe o que um dia reserva para você. “Depois de assistirmos a esse filme, podemos fazer uma modificação nessa tal frase: “Você nunca sabe o que um filme reserva para você. Às vezes, nada.” Para quem curte as obras de Saramago, pode ser interessante a experiência mas será difícil sair satisfeito ao término dos 90 minutos de fita.

Banner do filme-catástrofe ‘No Olho do Tornado’

O filme de desastre ‘No Olho do Tornado‘ (Into the Storm) ganhou um novo banner. O filme é dirigido por Steven Quale (“Premonição 5”), com produção de Todd Garner (“O Zelador Animal”, “Encontro Explosivo”).

Confira:

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Em um único dia, a cidade de Silverton é devastada por um ataque sem precedentes de tornados. A cidade inteira está à mercê dos instáveis e mortais ciclones, e, como preveem os caçadores de tempestades, o pior ainda está por vir. A maioria das pessoas procura abrigo, enquanto outras correm para o centro dos tornados, testando o quão longe um caçador de tempestades iria por essa oportunidade única na vida.
Contado através dos olhos e lentes de caçadores de tempestades profissionais, amadores em busca de aventuras e corajosas pessoas da cidade, “No Olho do Tornado” te joga diretamente no olho do furacão para testar a Mãe Natureza no seu extremo.

O filme é estrelado por Richard Armitage (“Capitão América: O Primeiro Vingador”, ainda não lançado “O Hobbit: Uma Jornada Inesperada”), Sarah Wayne Callies (série de TV “The Walking Dead”), Matt Walsh (“Ted”), Nathan Kress (série de TV “iCarly”), Arlen Escarpeta (“Premonição 5”), Jon Reep (“Madrugada Muito Louca 2”) e Jeremy Sumpter (“Soul Surfer — Coragem de Viver”, série de TV “Friday Night Lights”).

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Daniel Radcliffe em novo trailer de ‘What If’

Daniel Radcliffe (‘Harry Potter’) e Zoe Kazan (‘Ruby Sparks – A Namorada Perfeita’) surgem em novo trailer da comédia romântica ‘What If‘, inicialmente intitulada ‘The F Word‘. Recentemente, Radcliffe revelou que gravava cenas de ‘Harry Potter’ bêbado.

Assista:

A história acompanha dois jovens de vinte e poucos anos que se conhecem em uma festa e se apaixonam. Porém, a garota é comprometida e eles decidem se manter apenas amigos.

Michael Dowse (‘Uma Noite mais que Louca’) dirige.

Recentemente, Radcliffe estrelou ‘Versos de um Crime‘. Em breve, ele será visto na adaptação de ‘Horns‘ (O Pacto no Brasil), baseado no romance de Joe Hill, filho de Stephen King.

What If‘ estreia nos EUA em Agosto.